E assim, sempre tive muita dificuldade com relação a horários para estudar. E um dia eu ouvi um depoimento dela, que ela trabalhava os dois horários e ela se organizou para estudar às 3 horas da manhã. Ela disse que fez a tatuagem da bússola. Falei: "Se ela pode, eu também consigo". E hoje é o horário que eu estudo. 4 horas da manhã, né? conseguir me organizar e tô confiante e >> agradecer porque eu tenho aprendido muito conhecimento. Eu passei no processo de caria figa com com conhecimento, né, estudando por ela. É, os prodais são excelentes, gostei
muito e a cada dia mais a gente vai evoluindo. [Música] >> O que a professora Fabi representa para você? >> Ela representa tudo. Ela é o exemplo de vida. Da onde que ela vê história que ela conta, sabe? Me até me emociona. Ela É maravilhosa, tá? Deus que abençoe o trabalho dela, pertêno, sucesso, essa pessoa maravilhosa que eu >> bom pra Fabiana, foi a primeira vez, né, que eu peguei o curso dela, porque eu precisava preciso ainda passar nesse concurso da serra, né? E eu fiquei procurando pessoas que pudessem me ajudar e entrei num curso
presencial e lá me informaram ela, né? E aí eu comprei o curso, né? Ela já mandou até um áudio para mim. já falei pelo áudio e Hoje tive a oportunidade de conhecer pessoalmente, né? Amei ela e tenho certeza que assim, eu passando, né, em nome de Jesus, ela vai ser assim, né, uma pessoa assim que eu me apoiei ela e juntamente com as outras equipes, com as outras pessoas. >> Fabiana, você é maravilhosa. Eu te acompanho já tem algum tempo. Sem você estudar para concurso não tem graça. Continue assim, você tá no caminho certo. Sua
dica, sua aula é super Didática, são sua fã. Parabéns. >> Conheci a professora Fabiana através do YouTube e assim sempre tive muita dificuldade com relação a horários para estudar e um dia eu ouvi um depoimento dela que ela trabalhava os dois horários e ela se organizou para estudar às 3 horas da manhã. Ela disse que fez a tatuagem da bússola. Falei: "Se ela pode, eu também consigo". E hoje é o horário que eu estudo. 4 horas da manhã, né? conseguir me organizar E tô confiando. >> Bom dia. Bom dia, futuros concursados. Como é que vocês
estão? Deixa eu ver quem é que tá aqui na live comigo hoje participando ativamente. A Isabel, a Maria do Carmo, a Aline, Aline Angos, Bianca, Jaqueline, Sônia, tudo bem? Sônia, Maria Cleid, Lúcia, Rosa, César, tudo bem, Rosa? Eh, meu Meuri Menezes, Cásia Rose, gente, muito bacana ver a live lotada. Eh, sugiro que vocês possam também compartilhar nos Outros grupos que vocês têm, mandar para o namorado, para a namorada, porque a live de hoje é de grande importância. Afinal de contas, nós que somos professores, devemos entender o sentido da chamada organicidade entre estes três fatores, o
ensinar, o aprender e o pesquisar, tá bom? Galera, olha só, a Gisele falou que já compartilhou. A Marlene, deu bom dia com Jesus. Amém. Obrigado, viu? Amém. Amém. Ah, gente, olha só, coloquem aqui a Prova que vocês vão fazer. Para qual prova vocês estão estudando? E aí, a maioria acho que é pra prova nacional docente, não é? Ó, a Elisane falou: "Bom dia a todos aqui. Eu estudo, estuda aqui com a gente. Teve processo seletivo e ela passou. E agora dia 7/12 vai ter o concurso que vai passar também. Vai sim, em nome do Senhor.
Ninguém é pá para isso. Exatamente. Bom, PND, né, Lidiane? Maria, bom, tá Chegando a nossa prova. Excelente, galera. PND no Rio de Janeiro. Bom demais. Bom demais. Ó, estamos aí nessa reta final paraa Prova Nacional Docente e eu queria me colocar mais uma vez à disposição. Qualquer dúvida que vocês tenham, meu Instagram é @josvitorgil. Daqui a pouco eu coloco para vocês, tá? Mas de to, mas de toda forma é um compromisso nosso. Eu quero ver realmente todos vocês aprovados. Não é Fácil acordar às 6 horas da manhã e estudar. Eu sei que não é. Eu
fiz isso por um tempo e é por isso que eu tenho um carinho muito grande por todos vocês, tá? que estão aqui hoje na live e também quem tá assistindo depois, né, nas condições que tem, com toda certeza. O importante é estar sempre atualizando. Eh, a Cleian falou que tá preocupada com a redação. Não, relaxa que vai dar super certo. Bom, prova domingo, né, Elis? É isso Mesmo. Bom dia, Luiz. Bom dia, Elanine. Beleza, então, tranquilo. Olha só, eh, vamos fazer o seguinte. A aula de hoje vai seguir aquele mesmo padrão da qual a gente
vem fazendo. Eu vou fazer a transmissão aqui e é uma aula em que não na aula não vai ter participação, ela vai ser direta. E as dúvidas que vocês tiverem ao término da aula eu prometo sanar. Fechou? Tranquilo? É porque essa aula aqui ela é específica para uma Outro para um outro projeto que a gente tá fazendo, tá? Aí vocês vão participar com a gente como se fosse uma gravação, como se fosse, não, na verdade é uma gravação dessa aula eh no modo no modo no modo aula, né? Sem interrupção, tá bom? Beleza. Então, fechou.
Gisele, eu já mandei o PDF pra galera, logo logo eles vão te mandar aí. Tranquilo? E o PDF ficou bem bacana. Realmente é importante que vocês tenham acesso aí ao PDF, galera. Então, do jeitinho que eu expliquei, sem participação e ao término da aula, eu prometo sanar todas as dúvidas de vocês. Tranquilo? Tranquilo, professor. Eu entendi o que o senhor falou. Então, vamos aí cumprir a nossa etapa de hoje. Vamos. Vamos lá. Vou jogar no slide. Vou jogar no slide. Bom, esse aqui é o nosso slide e aí vou começar a aula, tá bom? 3
2 1. Fala galera, professor José Vítor na área. Hoje vamos dar continuidade aos Seus estudos rumo à aprovação. E a temática de hoje é de grande importância para você que presta provas de concurso público das carreiras educacionais. Vamos tratar a respeito do papel político da educação e também a chamada organicidade entre o aprender, o ensinar e o pesquisar, que devem andar sempre de mãos dadas para o ensino efetivo, tá bom? Beleza? Espero que estejam todos animados com o caderno e a caneta em mãos para nós termos uma grande aula no Dia de hoje. Show de
bola, professor. O papel político. Opa, deixa eu pegar a minha caneta. Cadê a caneta, professor? o papel político e a organicidade do ensinar, aprender e também do pesquisar. Show de bola, professor. Vamos para cima, galera. Todas as vezes que nós falamos que a educação é um ato político, é importante nós termos a noção que ato político se remete a participação. Participação essa que é pautada por uma Comunidade, pelos professores, pelo grupo de alunos. É ou não é? Então, olha só, a educação não é um processo neutro ou isolado, mas uma prática intrinsecamente política e integrada
à realidade social. A educação, ela sempre vai estar atrelada à nossa realidade enquanto sociedade. Afinal de contas, é um dos papéis da educação, estar trabalhando o estudante para uma vivência social também. Concorda? Então, ótimo. E outra informação de grande Importância é nós entendermos que, de fato, a educação ela não é neutra, ela carrega um caráter intencional por trás dela. Existem objetivos, existem ideias que pautam a educação. Se existem ideias que pautam a educação, eu não posso falar que ela é neutra. Muito pelo contrário, ela não é neutra. Tranquilo? Tranquilo, professor. Show de bola. Então tá.
Se ela não é neutra, ela é o quê? Eu vou apagar até vou vou até fazer uma certinha aqui. Se a educação não é Um processo neutro, é um processo intencional. Hum, tranquilo, professor. E esse processo é inspirado em pensadores como Paulo Freire. Eu trouxe inclusive aqui a fotinha dele, ó. Paulo Freire, o conceito do papel político do ensinar. enfatiza o ato de educar fazendo com que ele vá além da transmissão de conhecimentos. Quando ele fala transmissão de conhecimentos, é no sentido de entender aquela educação Antiga, arcaica, que era somente de transmissão de conteúdo, ela
não deve existir mais. Nós devemos buscar uma educação participativa, uma educação que transforme a vida das pessoas. Concorda? Beleza, professor. E Paulo Freire foi um dos percursores aí. Ele envolve a formação de cidadãos críticos capazes de transformar a sociedade. Deixa aqui, eu risquei aqui sem querer, né? Mas é transformar a sociedade, não é aquela ideia de Manutenção, sim de transformação. Bacana, professor. Eu entendi o que o senhor falou. Vamos lá. Temos a organicidade, que traz a ideia da referência em relação à interconexão natural e holística entre o ensinar, aprender e o pesquisar. Galera, o ensinar,
o aprender e o pesquisar andam de mãos dadas, eles não se separam. Faz parte de uma educação de qualidade, o ato do ensinar, do aprender e do pesquisar. E olha só, estes elementos, Eles se alimentam de forma mútua em um fluxo contínuo, adaptável e contextualizado. Lembra que por vezes a gente fala que a educação é flexível? Então, se ela é flexível, ela é também adaptável. Adaptável a quê? A diversos contextos sociais. Galera, toda vez que a questão da prova falar que a educação é rígida, rígida, rígida, você tem que levar em consideração que, poxa, eu
eu trabalho com uma diversidade de estudantes, eu tenho várias turmas, às Vezes nós professores também trabalhamos em outras escolas que não aquela da qual a gente tá exercendo o nosso cargo. E aí essas adaptações são necessárias para que nós venhamos a alcançar a todos os alunos. Concorda? Afinal de contas, se fosse uma educação inflexível, uma educação rígida que não pudesse ser alterada, muito provavelmente diversos estudantes nossos ficariam à margem do margem do processo. Concorda? Por isso a questão de nós Termos a necessidade de adaptar as nossas aulas aos contextos. Ah, professor, show de bola. O
papel político no processo educacional, a educação nunca é a política, ou seja, nunca é pautada em questões que não tenham atrelado à política, né? O a política, o a o a aqui é tipo não, né? Que nós aprendemos por aí, o não de negação, não política, ou seja, a educação ela nunca é sem política, sempre vai existir política. Ela reflete E reproduz as estruturas de poder da sociedade, podendo tanto perpetuar as desigualdades quanto promover a emancipação. O caráter político, o viés político que nos é colocado é no intuito de entender que eu posso ou emancipar
aquela sociedade, né, da qual nós estamos ali trabalhando, ou então perpetuar essas desigualdades. Olha só o papel forte da educação, concorda? O papel da educação é é de fato quando às vezes a gente escuta assim: "A educação Muda a vida das pessoas". É verdade, ela muda a vida das pessoas, mas muda caso esse viés político por trás da educação esteja pautado justamente nessas características de mudança e não nas característic nas características de manutenção do status qu. Por isso é importante nós professores entendermos o nosso papel enquanto pessoas eh como instrutores, como como instrutores, não tem
outra palavra, como meios de mudança social, como meios de Emancipação. Hum, show de bola. Tranquilo. No contexto brasileiro influenciado por Freire, o ensino é visto como um instrumento de libertação, onde o professor não é mero transmissor de informações, galera, mas ele é o quê? Um facilitador do diálogo crítico. Assim, o papel político do ensinar envolve envolve a formação crítica, envolve também a aprendizagem como ato de resistência. Quando eu falo em formação Crítica, eu levo em consideração ao ato de incentivar os alunos a questionarem as normas sociais, econômicas e culturais, fomentando uma consciência que resista à
opressão. Aí, olha só o exemplo. Em um em aulas de história, discutir não apenas fatos, mas as narrativas dominantes e as vozes silenciadas. Sabe quando a gente ministra aquela aula e nós abrimos a debate? Olha, agora eu quero a participação de todos vocês. O que que Vocês acham dessas questões aqui relacionadas à aula? E aí todo mundo começa a debater, todo mundo começa a impor, a colocar as suas ideias a debate. E é importante e muito rico que isso aconteça. Tudo isso parte da chamada formação crítica. você começa a desenvolver o seu estudante justamente nesse
contexto de reflexão. Hum, é verdade, eu não tinha pensado da forma com a qual o meu coleguinha colocou. Ah, agora a minha fala foi a mais importante De todas. Afinal de contas, eu trouxe aspectos ainda não elencados nessa roda de debate. Perceba, é muito rico. É muito rico. Hum, show de bola. Beleza? Incentivar os alunos a questionar as normas sociais, econômicas e culturais são importantes dentro desse fator aí que a gente tá estudando. Aprendizagem como ato de resistência. O a o ato do aprender não é passivo, é um processo de apropriação do conhecimento para agir
Dentro da realidade do mundo. Show de bola. Isso implica em políticas educacionais que priorizem a inclusão, combatendo as exclusões baseadas em classe, raça ou gênero. Então, o ato do aprender de fato não é passivo. Isso aí a gente já tá cansado de aprender, né, de estudar. E outra característica importante é que dentro desse processo de apropriação do conhecimento, nós devemos ter aí as políticas educacionais que vão visar a inclusão, o combate às Exclusões. Tanto é que a aprendizagem como ato de resistência traz a sua importância dentro das características elencadas por Paulo Freire do que deve
ser a educação. Tenho também a pesquisa como ferramenta de transformação. A pesquisa ela deve ser sempre, galera, orientada para problemas reais da comunidade. Isso faz com que a educação seja de fato o quê? Transformadora, crítica. Você colocar o seu estudante para refletir problemas Atrelados à aquelas aquela comunidade que ele que ele vive, traz o conhecimento prévio dele e traz também a curiosidade dele buscar outras fontes de conhecimento. É, ou não é? Não para fins abstratos. E continua, né? Ela politiza o conhecimento ao conectá-lo com as demandas sociais, como os estudos sobre as desigualdades urbanas que
informem políticas públicas. Em resumo, o viés político da educação reside na capacidade de empoderar os indivíduos Para uma sociedade mais justa, rejeitando as visões neutras que mascaram ideologias dominantes. Ó, a capacidade de empoderar esses indivíduos faz com que nós tenhamos uma educação pautada pela transformação. Pela transformação. Quando eu empodero o meu estudante, quando eu transformo ele em um ser crítico, eu estou buscando formas, eu estou acrescentando na vida do meu estudante um viés crítico, um viés Político. Percebe? Tranquilo, professor. Show de bola. Temos também a questão aqui que nós temos como um dos temas principais,
né? Que a organicidade é uma integração holística entre o ensinar, o aprender e o pesquisar. Lembra que nós acabamos de falar que o aprender, o ensinar e o pesquisar estão juntos, estão em comunhão, estão conectados? Pois bem, agora a gente vai ver como isso se dá. A organicidade sugere que o ensinar, o aprender e o pesquisar não São etapas separadas, galera. Não são etapas separadas, mas partes de um ecossistema vivo e interdependente. Como em um organismo, cada componente nutre os outros, adaptando-se ao contexto e evoluindo organicamente. Essa visão contrasta com abordagens fragmentadas, onde o ensino
é mecânico e a pesquisa desconectada da sala de aula. traz aqui para mim um exemplo que nos é colocado aqui por meio dessa leitura é o do corpo humano. Tem como o corpo humano Funcionar sem o coração? Não tem. Tem como o corpo humano funcionar eh sem a nossa corrente sanguínea? Não tem. Então, existe uma interdependência de funcionamento. Eu preciso que o ensinar, o aprender e o pesquisar estejam em comunhão, como se um organismo fosse. Fechou? Tranquilo? Beleza. Aí, olha só, outra coisa aqui que ele fala que cai muito em prova. Vou até pegar um
marca texto para ficar um pouco mais evidente. Essa visão Contrasta com as abordagens fragmentadas. Quando ele fala em contraste, significa que essa visão vai em contramão, ou seja, é contrária. Contrária a quê? As abordagens fragmentadas, onde o ensino, o ensino é mecânico, né? Quando ele fala o ensino é mecânico e desconectado da sala de aula, ele está se referindo a o quê? a visão contrastada, ou seja, aquela visão tradicional que não deve ser a que nós devemos exercer, não. Percebe? Percebe? Então, essa visão contrasta está se referindo a uma outra visão, a uma visão que
nós devemos vencer, né? Evoluir. Evoluir. Interconexão no ensino. O professor aprende. Opa, deixa eu pegar aqui minha borracha sem querer. Eu risquei. O o professor ele aprende com os alunos enquanto ensina. Quantas vezes nas nossas aulas nós nos deparamos com estudante que tem um conhecimento que a gente não tem, né, naquele determinado Momento. E nós acabamos por aprender. Nós podemos aprender o conhecimento que o estudante tem. Nós professores podemos aprender diversas formas de alcançar o nosso estudante nesse processo de ensino aprendizagem, no que se refere à didática. Então, um ambiente de sala de aula não
é um ambiente só de aprendizagem para o estudante, não, mas também para nossos professores, tá show de bola? incorporando as experiências reais para Tornar o conteúdo relevante. Por exemplo, em uma sala de ciências, integrar as pesquisas atuais sobre sustentabilidade com debates aprendidos em grupo cria um ciclo orgânico de conhecimento. Beleza? Essa é a interconexão dentro do ensino. Eu tenho também a aprendizagem dinâmica. Significa que aprender é um processo contínuo. Quando ele fala processo contínuo, obviamente significa dizer que não é um processo estático. E aí ele Continua: "É influenciado por pesquisas que geram novas perguntas. Isso
promove a curiosidade inerente, onde o aluno não memoriza, mas constrói o saber de forma integrada à sua vida cotidiana. Olha só, certa vez eu vou contar até uma história aqui da da aqui que eu que eu passei enquanto eu fui estudante da da educação básica, né? Eu acho que eu estava no sétimo ano, era sétimo ou era sexto ano, não me recordo. Aí eu fui fazer uma prova de história e eu sempre Na época, né, eu gostava de decorar o livro, né? Então assim, vamos supor que estávamos falando sobre revolução industrial, aí eu decorava eh
isso, isso, isso, isso, isso, isso, né? Que estava lá constando no livro. E aí, no ato da prova, eu simplesmente reproduzi aquilo que estava no livro e coloquei na prova, tá beleza? E aí eu me recordo que a professora me deu uma nota bem baixa, apesar de eu ter acertado os itens. Aí eu fiquei bem triste, chamei Meu pai lá para para conversar com a professora. Eu sempre fui muito dedicado, né? E aí meu pai foi lá e aí ela falou assim: "Ó, o José é um excelente aluno, ele é um menino muito bom, só
que ele tem um problema, ele decora o livro. E eu falo sempre pros meus estudantes que eu não quero um aluno que decore, eu quero um aluno que coloque a sua opinião. Por isso que a nota dele foi baixa, porque se eu quisesse um aluno que colocasse as Informações pautadas no livro a risca, ele seria um aluno nota 10. Mas não é esse o tipo de aluno que eu quero. Aí eu, nossa, eu chorei um bocado, eu lembro, né? Então assim, a criticidade, a a questão do poder ofertar a opinião ao aluno é muito importante.
Hoje eu vejo com esse olhar, porque decorar livro não te traz criticidade, traz só um ato de memorização, que não é o caso aqui da do incentivo ao desenvolvimento do nosso estudante. Tá bom? Beleza. Show De bola. Show de bola. Eu lembro que eu chorei um bocado. Eita, tem coisas que a gente não esquece, né? pesquisa como núcleo orgânico. Eh, eu sempre fui um aluno muito dedicado quando mais novo. A pesquisa une o ensino e a aprendizagem ao investigar as questões emergentes, retroalimentando o currículo em universidades ou escolas, os projetos colaborativos, como os estudos de
campo sobre a cultura local, exemplificam essa Organicidade, onde o conhecimento flui naturalmente entre teoria e prática. Quando eu escuto essa essas duas palavrinhas, teoria e prática, eu devo remeter aquilo que eu conheço como sendo a chamada praxis, né? Ou seja, toda vez que eu ver na minha prova a palavra praxis, eu vou entender que está se tratando da teoria e da prática. E essa pesquisa como núcleo orgânico é justamente a união entre o ensino e a aprendizagem no que tange as questões Emergentes. Ó aqui, questões emergentes, núcleo orgânico que vai retroalimentar o nosso currículo. Bacana,
professor. Tranquilo, professor. Vamos agora ver as aplicações práticas e reflexões. Vamos. Vamos sim. Para implementar esses conceitos das quais nós acabamos de estudar, considere o seguinte roteiro prático para um plano de aula ou projeto. Aqui, galera, é basicamente o que nós devemos fazer para conseguir atrelar o o estudar, o aprender e o Pesquisar. Então, olha só, tenho que ter o diagnóstico contextual que vai avaliar o ambiente social dos alunos, identificando as questões políticas locais, como, por exemplo, o acesso à educação em áreas rurais. Esse diagnóstico é como se fosse como se fosse aquela avaliação diagnóstica
que a gente faz, lembra? Então, a o diagnóstico contextual é o olhar atento que eu vou ter para aquela realidade ao iniciar uma aula, ao fazer um Planejamento. É, ou não é? Então, é um olhar atento, é um olhar investigativo. Show. Aí eu tenho também as chamadas atividades integradas, que é o ato de desenvolver oficinas onde o ensino guia a pesquisa e a aprendizagem vai resultar em ações como os debates sobre as políticas educacionais seguido de relatórios críticos, atividades integradas, é justamente essas oficinas que vai guiar o ensino à pesquisa e a aprendizagem. Galera, qual
que é o Intuito, a principal meta dessas atividades ditas e integradas? é fazer com que o meu estudante venha desenvolver, olha só, um senso crítico. Percebe? Percebe? Beleza. Avaliação orgânica, ao invés de ser aquelas provas padronizadas no modelo tradicional, nós devemos utilizar os portfólios que vão mostrar mostrar o crescimento holístico, integrando as reflexões políticas e descobertas pesquisadas. Olha só, quando eu utilizo o portfólio, quando eu Utilizo meios de avaliar o meu estudante, durante todo aquele processo, eu estou pautando a minha avaliação em uma avaliação que nós conhecemos por formativa ao longo do processo, diferente daquilo
que está preconizado bem aqui, ó. ao invés de provas padronizadas. Quando eu utilizo provas padronizadas, eu utilizo a mesma prova para avaliar todos os alunos. E olha só, a gente vive batendo na tecla que nós temos estudantes Diversos. Será que é justo uma única prova para avaliar todo mundo da da mesma maneira? Às vezes não, né? E quando eu penso nessas nessas provas padronizadas, eu penso justamente uma avaliação próxima daquela tradicional, não é? E olha só, e olha só, acho que eu já falei, olha só umas 10 vezes, né? Mas, mas perceba, o intuito de
nós termos esse olhar atento à avaliação orgânica é no sentido de entender as especificidades dos meus estudantes. Entender que o Joãozinho pode ser ruim em matemática e ser muito bom em língua portuguesa, entender que eu gosto de história. Então, é necessário ter esse esse cuidado, esse zelo para que nós não tenhamos exclusões, para não ter a chamada evasão escolar também, tá? Então, ao invés de provas padronizadas, a utilização de portfólios para para mostrar a evolução do estudante é uma é uma ideia bem interessante que nos é colocada. O papel político e a Organicidade do aprender,
do ensinar e do pesquisar nos convidam a repensar a educação como um ato de construção coletiva e crítica. Longe de ser um processo técnico, ela é uma ferramenta para a humanização e a mudança social. Ela é inspirada em visões libertadoras e ao adotar essa perspectiva, tanto nós educadores quanto os alunos podem criar espaços de diálogo genuíno, onde o conhecimento ele não é imposto, mas cultivado de forma orgânica. saímos Daquele tempo de imposição e buscamos o diálogo, buscamos um um espaço onde eu vou poder expor a minha ideia e também vou poder escutar a ideia do
próximo, tá bom? Bacana. Vamos agora aos itens, vamos às questões. Espero que todos vocês possam gabaritar. Qualquer dúvida, o término, eh, a gente pode tirar essas dúvidas. Questão: A equipe de uma escola da rede pública de quinto a oitava série, série não, aqui é ano, né? Aqui ficou errado o ano, Idealizou um projeto de informática para atender os jovens e adolescentes com baixo poder aquisitivo, uma vez que eles não possuem computador e atualmente é uma exigência do mercado de trabalho ter conhecimento em informática. Quando elaborou o projeto, a equipe convidou os estudantes para discutir o
projeto. Tranquilo. Os estudantes ficaram bastante motivados. Diante do interesse, a equipe escolar iniciou as ações para a implementação do projeto. Os membros da Equipe entraram em contato com os diversos órgãos para solicitar o apoio financeiro. A Secretaria de Educação informou que não poderia financiar, pois o projeto não tinha sido previsto anteriormente. Nesse caso, os alunos tiveram de procurar outras alternativas. As instituições comunitárias, de certa forma, não negaram a importância do projeto, mas responderam que não tinham condições de fornecer qualquer ajuda. Desanimada, a equipe escolar adiou a Execução do projeto por prazo indeterminado. Os alunos buscaram
outras tentativas de financiamento, mas a equipe se recusou. Diante da situação hipotética e considerando o papel político pedagógico e a organicidade do ensinado a aprender e do pesquisar, julgue o item a seguir. As posições da Secretaria de Educação e das instituições comunitárias em nenhum momento influenciaram a decisão da equipe escolar em adiar a execução do Projeto. Em nenhum momento, em nenhum momento isso aí aconteceu. Galera, esse item está correto, né? Esse item está correto porque a Secretaria de Educação, ela e junto com as instituições comunitárias buscaram a todo momento realizar o projeto, mas de fato
quando perceberam que seria difícil, em nenhum momento vieram influenciar a decisão da equipe escolar. O que é que aconteceu? Foram só as dificuldades ali impostas que fizeram Com que não desse certo, tá? Portanto, o item um está correto. Hum, show de bola. Dois, uma escola que se pretende ser o quê? democrática deve ser aquela em que os funcionários e os demais envolvidos trabalhem de forma organizada, em que cada um possa expor as suas ideias e opiniões divergentes, juntamente com a comunidade, que deve ter sua participação ativa dentro do sistema educacional. Nesse sentido, considerando o papel
político pedagógico da escola e A organicidade do ensinar, aprender e pesquisar, assinale a alternativa correta. Letra A. O projeto político-pedagógico contribui para a sistematização e organicidade da prática reflexiva dos sujeitos e para a formação de sujeitos competitivos. É isso que eu quero? Hum. Preparados para o mercado de trabalho e para a sociedade do consumo. Que isso? Nada a ver sociedade do consumo. Nada a ver sujeitos competitivos. Errado. B. A aprendizagem organizada é caracterizada por sua intenção específica. Sim. Tanto é que a gente estuda que a educação não é um ato neutro. Portanto, existe aí uma
especificidade, uma intenção no ato do aprender determinados por conhecimentos e normas de convivência social. Sim, as normas de convivência social fazem parte diretamente daquilo que nós pautamos dentro da educação de uma forma geral. Portanto, muito provavelmente o nosso Gabarito é a letra B. Vamos ver os demais. C. O que torna o o ensino organizado e bem estruturado é a capacidade de incorporar em seu processo pedagógico conhecimentos determinantes para o ingresso no mercado de trabalho. Então, quer dizer que o ensino ele é pautado como determinante naquilo que é o conhecimento para o ingresso do mercado de
trabalho. Não. Determinante são as questões sociais, afetivas, psicológicas que devem ser aí Desenvolvidas do nosso estudante, né? Não é pensando somente no mercado de trabalho, não. D. O projeto político-pedagógico pode ser definido como um simples agrupamento de planos de ensino e de atividades diversas. É isso que é o PPP? Claro que não. O PPP é um documento de grande importância que é pautado por aquilo que a comunidade vivencia, por meio de uma gestão democrática, de uma participação de todos. E não essa e não é um Agrupamento de planos de ensino, não. Sendo construído e encaminhado
às autoridades educacionais como prova do cumprimento de tarefas burocráticas. Não, de jeito nenhum. E letra E. O projeto político pedagógico, embora constituída em um processo democrático, reitera a rotina do mando racionalizado da burocracia. Não, eu tenho que fugir dessa burocracia. colaborando para os efeitos fragmentários da divisão, colabora com esses efeitos de divisão. Não, galera, hierarquizando a tomada de decisão, tudo errado aqui. Esse item é está errado do início ao fim. Logo, de fato, o gabarito é a letra B. Três. A equipe de uma escola da rede pública de quinta a oitava série idealizou um projeto
de informática para atender os jovens e adolescentes com baixo poder aquisitivo, uma vez que eles não possuem computador e atualmente é uma exigência do mercado de trabalho ter conhecimento em informática. Ah, aqui é O mesmo texto, né, daquele outro que a gente leu. Hum. É o mesmo texto, tá? Então, vou pular direto aqui pro item. Diante da situação hipotética e considerando o papel político pedagógico e a organicidade do ensino, do aprender e do pesquisar, julgue o item a seguir. Ao elaborar o projeto de informática, a equipe escolar propõe algo que ainda não existe na escola,
mas é uma possibilidade real da qual ela pode ir se aproximando gradativamente. Tal iniciativa supõe um posicionamento político, uma forma de organizar a convivência social e um posicionamento pedagógico que caracterizam as instituições escolares em uma perspectiva de fazer com que o possível e o desejável se tornem realidade. Galera, esse item está certo ou está errado? Esse item está certinho, né, galera? Quando ele fala aqui, ó, tal iniciativa supõe um posicionamento político. Sim, Nós entendemos que a educação ela é sempre política. É uma possibilidade de organizar a convivência social também. A convivência social ela é pautada
justamente por essas questões atreladas a à ideias. Por exemplo, a uma escola que quer ter um projeto de informática, ela tem ali alguns professores, alguns funcionários que estão adeptos, ou seja, que querem que de fato aconteça esse projeto e obviamente nós vamos ter o outro lado, aquelas pessoas que não Querem. Então é um ato político também, tá? Galera, o item três está corretíssimo, corretíssimo, bacana. Quatro. Considerando o papel político, pedagógico e organicidade do ensinar, aprender e pesquisar, e de acordo com seus conhecimentos sobre essa temática, julgue os itens a seguir. Vamos ver aqui o primeiro
item. O projeto político pedagógico contribui na sistematização e organicidade da prática reflexiva dos Sujeitos. OK. Estes que são múltiplos, sim, somos múltiplos mesmo, e convergem para ações autônomas e compromissadas com a construção do projeto voltado para a crítica, intervenção social e formação de sujeitos reflexivos. É este o conceito de PPPs, está correto? formar sujeitos autônomos e compromissados com a construção do projeto que estão ali voltados a uma formação crítica de intervenção social. Galera, o item um Está ótimo, está muito bem descrito. Item dois, o projeto político pedagógico pode ser definido como um simples agrupamento de
planos de ensino. Vimos durante a aula que não é este o conceito de PPP, sendo construída e encaminhada as autoridades educacionais como prova do cumprimento de tarefas. Não, errado. PPP é um ato democrático, é um ato político que deve ser levado a sério com a opinião de todos. Terceiro item que nós vamos analisar. A construção de um Projeto político pedagógico deve considerar as singularidades e a participação de todos os sujeitos da escola. Sim, singularidades são as especificidades. E aí ele continua potencializando a criatividade e a capacidade reflexiva. Com toda certeza. Essa perspectiva remete à compreensão
das relações entre os sujeitos que interagem no contexto do pesquisar, ensinar, aprender, de modo a ser Coletiva a construção do projeto em questão. Olha aí, ó. De modo a ser coletiva, com a participação, com a opinião de todos. O item três está correto. Item quatro. O processo político pedagógico, embora constituído em processo democrático, não aborda a eliminação de relações competitivas e corporativas. Não aborda. Claro que aborda. Reiterando a rotina do mando racionalizado da burocracia, aumentando os efeitos fragmentários do trabalho, da Divisão do trabalho. Aumentando esses efeitos, galera, que acaba por hierarquizar os poderes de decisão.
Vai hierarquizar, galera, tá tudo errado. O item quatro está errado. Logo, os itens corretos é o item um, são os itens um e o item três. 1 e 3, ou seja, letra A é o nosso gabarito. Cinco. As reformas educacionais, a partir da década de 90 apresentam um novo perfil do docente, implementando mudanças, tais Como novas prescrições sobre a maneira de realizar o trabalho, novas diretrizes sobre a atuação e a prática, sobre a organização do trabalho na escola pública. Julgue. Vamos ver aqui o primeiro item. Se por um lado as novas atribuições estão consistentes com
a gestão democrática, conforme previsto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que pressupõe o envolvimento do professor na gestão escolar, por outro indicam estar em similitude com as Novas competências definidas para os trabalhadores na área empresarial. E assim ampliam-se aência e o contexto da ação docente, ou seja, novas habilidades e competências são demandadas do professor. E aí esse item ele está correto, porque realmente a educação é um ato em constante construção. Essas novas demandas relacionadas ao trabalho também fazem parte da educação e devem ser trabalhados por nós na função de professor. Tá bom?
Tá beleza? Segundo item. O segundo item fala o quê? Conforme previsto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, se trata de encontrar uma única forma de organizar o trabalho. Única forma de organizar o trabalho, não, né? Nas escolas, de modo a se chegarem ao modelo universal que dê conta dos novos problemas atuais, a história recente mostra que é possível definir se os definir-se princípios norteadores para essa organização nova. não é única nova forma de organizar o Trabalho. Lembra que a gente fala que o nosso trabalho ele é flexível? Ou seja, eu posso ter
diversas formas de organizá-lo. Então aqui torna o item errado. E o item três. Item três, a história recente mostra que é eh aqui item três, né? O projeto político pedagógico, o trabalho coletivo e o conhecimento da ciência pedagógica podem ser considerados como princípios norteadores para essa organização nova. Estes que devem ser tarefas desempenhadas exclusivamente por pedagogos. Olha que absurdo, somente por pedagogos, não, né? E tendo sido estabelecido a priori a coordenação de projetos, galera, o item correto é só o item um, né, que a gente viu aqui, só o item um é o item certo,
ou seja, gabarito letra A. Tranquilo, professor? Questão seis. Atualmente, educar pela prática democrática pressupõe um cuidado Especial nos discursos e nas práticas cotidianas da escola, permitindo que crianças e jovens se formem como cidadãos para uma sociedade educadora e democrática. Acerca disso, o projeto político-pedagógico das escolas deve ser construído, letra A, pautado nas imposições dos parâmetros curriculares nacionais. Pautado nas imposições, não, né? De jeito nenhum. B, com necessidade de ser mais político que pedagógico. Não, ele é tanto Político quanto pedagógico em proporções iguais. não é mais político do que pedagógico, não, pois se constrói sobre a
influência direta e legítima de grupos, eventualmente no poder errado. C, como um processo que visa tornar o conhecimento transmissível e assimilável por adulto, com dificuldades de aprendizagem. Essa é a ideia do PPP? Não, não é um processo que visa tornar o conhecimento transmissível e assimilável, não. Transmissível e Assimilado, na verdade, é um uma ideia pautada pela didática ou não é? Não é que a gente estuda que a nossa didática é o ato de ensinar tudo a todos, ou seja, o ato de levar o conhecimento transmissível e assimilado para o aluno com dificuldade também. Aqui seria
um conceito mais de didática mesmo. Então está errado. Questão C errado. D um processo de ação, reflexão, ação que exige uma vontade política do coletivo escolar. Sim, a construção do PPP está Pautada justamente pela vontade do coletivo escolar. Por isso que é um ato político. E letra E, uma ação consciente e organizada, visando uma gestão centralizada de qualidade e quantidade, não é centralizada. O termo correto é descentralizada. Portanto, gabarito, letra D de dado. Sete. Considere o seguinte cenário reflexivo. Em uma sociedade marcada por desigualdades profundas, onde o acesso ao conhecimento é frequentemente mediado Por estruturas
de poder que perpetuam a exclusão. O ato de ensinar não pode ser visto como uma mera transmissão de informações técnicas ou neutras. Pelo contrário, ele assume um papel intrinsecamente político, capaz de fomentar a conscientização crítica e a ação transformadora. Nesse contexto, a organicidade do processo educacional surge como uma integração holística entre o ensinar, o aprender e o pesquisar, que a gente Estudou no dia de hoje, onde esses elementos não são compartimentados, já é verdade, mas interconectados em o fluxo contínuo que se adapta à realidade social dos envolvidos. Imagine uma escola pública em uma comunidade periférica
onde professores, alunos e pesquisadores locais colaboram em projetos que investigam problemas reais, como a falta de saneamento básico, utilizando o aprendizado para propor soluções coletivas. Essas Abordagens, galera, refletem a ideia de que a educação deve ser orgânica, nutrindo-se mutuamente dos saberes populares e científicos, enquanto politicamente empoder os participantes para questionar e alterar as estruturas opressoras. Com base nessa reflexão, julgue a afirmativa seguir é verdadeira. A organicidade no ensinar a aprender e pesquisar implica uma separação rígida entre teoria e prática, priorizando a pesquisa acadêmica isolada para evitar Contaminação política, o que garante a neutralidade do processo
educacional. Temos aí alguns erros, né? Eu não vou buscar a separação rígida, não. Eu vou buscar a união entre teoria e prática, que é aquilo que nós conhecemos por praxis. Outra coisa, eu não vou priorizar a pesquisa acadêmica de forma isolada, não. A teoria e a prática, os aspectos políticos e sociais devem andar juntos para garantir a neutralidade do processo. Não, não é isso que eu quero. Eu não quero neutralidade, não. Nós entendemos que o processo ele é intencional, viu? Aí diversos erros. Então, questão sete, gabarito errado. Oito. Reflita sobre o seguinte dilema educacional. Em
um mundo globalizado, onde as narrativas dominantes frequentemente mascaram as vozes das minorias, o ensino tradicional pode inadvertidamente reforçar as ideologias opressoras, tratando o aluno como recipiente passivo De conhecimento pré-estabelecido. No entanto, ao adotar uma perspectiva política, o educador transforma o ato de ensinar em um instrumento de libertação, incentivando o aluno a questionar as relações de poder e a participar ativamente da construção do saber. A organicidade, nesse sentido, emerge como a essência vital desse processo, onde ensinar, aprender e pesquisar forma um ecossistema interdependente. O professor aprende com as com as experiências dos Alunos. A pesquisa alimenta
o currículo com questões emergentes da realidade e o aprendizado ele se torna um círculo, um ciclo reflexivo que evolui organicamente. Considere um exemplo hipotético de uma universidade que integra pesquisas comunitárias ao currículo, permitindo que estudantes investiguem as desigualdades raciais em seu entorno, dialogando com moradores para cocriar conhecimentos que influenciam políticas Públicas. Essa integração holística não apenas enriquece o aprendizado, mas também politiza o ensino ao promover a autonomia e a resistência coletiva. Diante dessa análise, assinalei a alternativa que melhor representa o papel político e a organicidade descritos. A educação política deve priorizar conteúdos neutros? Priorizar conteúdos
neutros, não, né? para evitar as polarizações. Não. Enquanto a Organicidade separa pesquisa de ensino para maior eficiência, muito pelo contrário, a organicidade ela une. Letra A, errado. B. O papel político reside na formação de cidadãos críticos, OK? Que transformam a sociedade. OK. E a organicidade garante a interconexão fluida entre o ensinar, o aprender e o pesquisar. Certinho, né, galera? É justamente essa a ideia da organicidade, buscar essa interconexão entre o Ensinar, o aprender e o pesquisar. Vamos ver os demais itens. Item C. A organicidade enfatiza a rigidez hierárquica no processo educacional? Não, nada a ver.
Rigidez hierárquica, não. Limitando o papel político, a obediência às normas institucionais. errado. Não é obediência às normas institucionais, não, viu, galera. D. O ensino orgânico ignora o contexto político. Não, que é isso? Eu não vou Ignorar de jeito nenhum. Ele faz parte do processo focando apenas na memorização de fatos para uma aprendizagem individualizada. Também não. Eu não vou focar em memorização. Quando a gente fala em foco na memorização, é uma educação mais voltada ao tecnicismo, né? errado. É, a pesquisa deve ser isolada do aprendizado. Nós vimos que a pesquisa deve andar de forma atrelada ao
aprendizado para preservar sua pureza Científica, reduzindo o impacto político do ensinar. É errado. Logo, o gabarito realmente é a letra B. Nove. Nove. Imagina um professor que ao lecionar a história em uma sala de aula diversa, não se limita a relatar fatos cronológicos, mas incentiva os alunos a analisar como as narrativas oficiais frequentemente omitem as perspectivas dos oprimidos, fomentando assim um debate sobre a justiça social. Esse ato Reflete o papel político do ensinar, que vai além da instrução técnica e busca a humanização através da crítica e da ação coletiva. Paralelamente, a organicidade do processo surge
quando o aprendizado se entrela com a pesquisa. Os alunos motivados pelo diálogo iniciam as investigações sobre temas locais, como o impacto da gentrificação em suas comunidades e o processo adapta o currículo com base nesses insites, criando um ciclo vivo e adaptável. Essa Interconexão holística garante que o conhecimento não seja estático, mas evolua organicamente, nutrido pelas experiências reais dos participantes. Reflita-se nesse contexto, a educação pode ser verdadeiramente transformadora, sem incorporar tanto viés político quanto a organicidade. Julgue os itens a seguir. Tem um, o papel político do ensinar envolve apenas a transmissão de valores democráticos formais, sem
necessidade de Questionar estruturas opressoras. Acho que não precisa nem a gente ir muito a fundo, né? Afinal de contas, o papel político do ensinar vai de encontra as transmissãos, as transmissões de valores e a organicidade também. Só que quando ele fala sem necessidade de questionar estruturas opressoras, é mentira, eu devo questionar, eu devo buscar o senso crítico do meu estudante, o questionamento, a criticidade. Letra item um, errado. Dois, a organicidade Promove uma integração natural entre o ensinar, aprender e o pesquisar, correto? Permitindo que o processo educacional se adapte à realidade social e cultural. Com toda
certeza essa adaptação se faz necessária. Três, em uma abordagem orgânica, a pesquisa deve ser conduzida exclusivamente por especialistas, isolada do aprendizado cotidiano para manter sua objetividade. É somente os especialistas. Errado, né? Errado. Errado. Item quatro. O ensino político e orgânico empodera os alunos a atuarem como agentes de mudança, conectando o saber à transformação social. Correto? Essa é a ideia do ensino político e orgânico, o ato de empoderar, de dar voz ao meu estudante. Logo, os itens corretos são os itens dois e quatro, né? E quatro, ou seja, letra A. Questão 10, pra gente fechar com
chave de ouro. Com chave de ouro. Em tempos de crises sociais, como por exemplo as pandemias ou as desigualdades econômicas exacerbadas, o educador, o educador enfrenta o desafio de não apenas informar, mas de politizar o ensino para que os alunos percebam as raízes sistêmicas desses problemas. O papel político aqui é o de cultivar uma consciência crítica. que inspire ações coletivas, rejeitando a ilusão de uma educação neutra que, na verdade, perpetua o status qu. A organicidade Complementa isso ao tornar ou ensinar, aprender e pesquisar elementos inseparáveis de um organismo vivo. O aprendizado surge da pesquisa aplicada
a questões reais. O ensino se renova com as descobertas dos alunos e tudo flui em um processo holístico que respeita a diversidade cultural e social. Por exemplo, em um projeto escolar sobre meio ambiente, os alunos pesquisam os impactos locais da poluição, aprendem conceitos científicos enquanto ensinam Uns aos outros. Isso é legal, né? Sobre as tradições indígenas de sustentabilidade, criando um conhecimento orgânico que politicamente mobiliza a comunidade para advocar. Diante dessa visão, assinale a alternativa incorreta sobre o tema. Letra A, aquele que é o errado, né? Letra A. A organicidade enfatiza a interdependência entre o ensinar,
aprender e o pesquisar como um processo adaptável e contextualizado. E aí, certo, né? É adaptável e contextualizado, com toda certeza. Existe essa interdependência entre o aprender, o ensinar e o pesquisar. B. O papel político da educação promove a passividade dos alunos para manter a harmonia social. Mentira. Os alunos não vão ser passivos em nenhum momento. Eles são sempre ativos, são sempre partícipes ativos. Logo, o gabarito é a letra B. Vamos ver os demais itens. Os demais itens. C. A integração orgânica nutre o Empoderamento coletivo. Claro, através do diálogo e da reflexão crítica. Sim, com toda
certeza. Essa integração é importante. Eh, C, D, perdão. O ensino político rejeita as abordagens bancárias, favorecendo a transformação social. É verdade também. Quando ele fala que rejeita as abordagens bancárias, é aquela ideia que Paulo Freire criticava, falando mal aí da educação bancária, como se fosse um depósito, tá? Então, o Ensino político vai rejeitar, sim. Vai rejeitar, favorecendo a transformação social, com certeza. E letra E, a pesquisa orgânica conecta teoria e prática? Sim, que é a chamada praxis, que a gente viu, praxis para abordar problemas sociais, problemas reais da sociedade. Correto também. Logo, realmente, o item
errado, que é o nosso gabarito, é a letra B de bola. Galera, finalizamos aí mais uma aula. Espero que tenham todos vocês Gostado e bora para cima. Espero também que vocês tenham gabaritado este item, esses itens, né? Um forte abraço e vamos manter o foco que a vaga é sua. Beleza? Tamo junto. Valeu. Pronto, galera. Pronto. Agora estamos ao vivo novamente. Já fiz aqui a a gravaçãozinha da aula. Fiquem aqui, galera. Gostaram da aula? Falem aí, deem a sua opinião. Semana passada eu estive ausente aí do Bom Dia Pedagogia. Eu fiquei morrendo de Saudade de
vocês, viu? Fiquei com muitas saudades mesmo. Peguei algumas atribuições aqui no projeto da professora Fabiana e acabou que eu não pude participar. Ó, pessoal aí gabaritou. Bianca, que bom que você gostou, Rayane, Joelma, excelente, galera, excelente. Ó, gente, de coração, vou colocar aqui meu Instagram, qualquer dúvida eu estou à disposição. Tá chegando a prova de vocês. @josé Vitor Gil. Isso aqui é um é um S, tá bom? Comparecendo um Z, né? Aqui é um szinho. Um szinho, tá? José Vitor Gil. E aí, olha só, eh, como tá chegando a nossa prova da prova nacional docente,
de verdade, eu me coloco super à disposição para te ajudar, de verdade, de verdade mesmo. Sério, professor, sério. Eu quero realmente que todos vocês possam lograr êxito na prova. Eh, é muito bom, né? Quando a gente alcança Os nossos objetivos. Olha aí, vocês acordaram às 6 horas da manhã, eu sei que não é fácil e é por isso que eu me solidarizo, tá bom? Então, qualquer dúvida podem entrar em contato que eu ajudo e auxilio vocês. Obrigado, Marcele, obrigado, Fátim, Eline, Silene. A Joelma falou que a ansiedade tá batendo. Joelma, eu te entendo. Eu sou,
eu tenho ansiedade. Eu sei como é que é. Não é fácil e atrapalha na hora da prova. Só que eu eu tenho uma técnica Que eu usei na prova da Secretaria de Educação aqui do DF, deu certo. Faz assim, ó. Tenta não não toma remédio para ansiedade porque aí vai te dar sono, né? Não é legal, mas faz assim. Eh, eu fiz e deu bom. Eu cheguei na prova para fazer a prova, né? Aí você já começa o coração a dar aquela taquicardia e tudo mais. E aí ao iniciar a prova, né, quando o examinador
libera, aí eu fiz, sabe o quê? Eu levantei a mão e falei: "Quero ir ao banheiro". Bem, Bem no iniciozinho, sabe? Quando o examinador liberou, eu já levantei a mão, quero ir ao banheiro. Aí eu fui ao banheiro, lavei o rosto, respirei fundo, tomei água e voltei pra sala. Eu acredito que isso, na, pelo menos assim, na minha cabeça, fez com que eu tivesse mais tranquilidade, como se eu já estivesse fazendo a prova há mais tempo e não iniciando a prova. Eu eu confesso que eu não sei se isso Tem muita lógica não, mas para
mim foi muito foi muito bom, sabe? Eu sei que eu voltei paraa prova muito tranquilo, sentei e fiz a prova de boas. Me ajudou muito. Eu não sei se deu para entender, né? Mas o eu eu eu tive essa percepção de que o meu corpo entendeu como se eu já estivesse fazendo a prova e não iniciando a prova, porque ansiedade dá no início da prova. Quando você recebe a prova ali na mesa, aí bate aquela ansiedade. E quando eu fui ao banheiro, É como se eu tivesse quebrado aquilo. É como se eu tivesse já fazendo
a prova. E voltei mais tranquilo. Ó, a Rita falou que acertou 80% da prova do estado de Minas. Que bom, que bom. Fizemos um excelente trabalho aqui. Boa, Joelma. Exatamente. A crise de ansiedade não vai te abalar. Fica tranquila. Quando você receber a prova é normal que tem ansiedade, faz o que eu sugeri e vê se deu certo. Se não dá certo, respira fundo, faça os itens que Você tem mais facilidade, vai lendo devagarzinho, você vai tirar uma boa nota. Todos vocês são excelentes alunos, vai dar bom. Ó aqui, ó, já tem a ansiedade. É
quando o tempo tá acabando. Tem essa questão também. É uma maneira de romper a sociedade. Pois é, Marcelinho, eu fiz isso aí, deu bom para mim. E eu tenho uma crise de ansiedade forte, eu sei como é que é, viu? Então, tá bom, gente. Ó, eh, agradeço aí a participação de todos vocês na aula. Fico muito feliz que tenham gostado. Semana que vem estarei juntos com você novamente no Bom Dia, com vocês no Bom Dia Pedagogia. Um forte abraço. Papai do Céu abençoe a vida de cada um. Tenham um excelente dia. Todos aqueles que vão
trabalhar ten um excelente trabalho. Todos aqueles que vão estudar tenham excelentes estudos. E é isso, contem comigo, tá bom? Ó, tchau, Tchau. Amém. Tchau. Tchau. >> O que a professora Fabi representa para você? >> Ela representa tudo. Ela é o exemplo de vida da onde que ela vê, história que ela conta, sabe? Me até me emociona. Ela é maravilhosa, tá? Deus que abençoe o trabalho dela, petço, o sucesso, essa pessoa maravilhosa que lá é. Bom, pra Fabiana, foi a primeira vez, né, que eu peguei o curso dela, porque eu precisava preciso ainda passar nesse concurso
da Serra, né? E eu fiquei procurando pessoas que pudessem me ajudar e entrei num curso presencial e lá me informaram ela, né? E aí eu comprei o curso, né? Ela já mandou até um áudio para mim, já falei pelo áudio e hoje tive a oportunidade de conhecer pessoalmente, né? Amei ela e tenho certeza que assim, eu passando, né, em nome de Jesus, ela vai ser assim, né, uma pessoa assim que eu me apoiei ela e juntamente com as outras equipes, com as outras pessoas. >> Fabiana, você é maravilhosa. Eu te acompanho já tem algum tempo.
Sem você estudar para concurso não tem graça. Continue assim, você tá no caminho certo. Sua dica, sua aula é super didática, são sua fã. Parabéns. >> Conheci a professora Fabiana através do YouTube e assim sempre tive muita dificuldade com relação a horários para estudar e um dia eu ouvi um depoimento dela que ela trabalhava os dois horários e ela se organizou para estudar às 3 Horas da manhã. Ela disse que fez a tatuagem da bússola. Ah.