o Olá a todas e todos eu sou a professora Ana Gabriela XVII e essa é a primeira aula da primeira unidade da nossa disciplina de História antiga do curso de licenciatura EAD em história da Universidade Federal do Espírito Santo sejam muito bem-vindos e repito que estou à disposição de vocês para tirar quaisquer dúvidas que houverem após vocês assistirem essa vídeo aula Espero que todos consigam acompanhar né peço a vocês que estejam com um caderno lápis caneta perto de vocês para que faça anotações Anote as possíveis dúvidas ou então comentários que vocês queiram fazer quando nós
fizermos nossa aula nossa reunião no Google mente a nossa disciplina se baseará no livro-texto que foi elaborado para esse curso de história antiga é está disponível na plataforma do mundo para vocês acessarem então na aula de hoje nós vamos debater o primeiro capítulo do livro os antigos e nós ensaio sobre Grécia e Roma que foi produzido pelo professor Gilvan Ventura da Silva é professor titular do curso de história da Universidade Federal do Espírito Santo nós teremos ainda nessa primeira unidade alguns outros textos complementares Mas eles são apenas sugestões para vocês aprofundar em um pouco mais
é o que está sendo debatido aqui hoje e todavia é o que eu peço a vocês aqui além de assistir essa aula de hoje também Leia o texto para quando a gente vê o nosso encontro online a gente possa discutir ele com mais profundidade e antes de começar a estudar história de Grécia e Roma que é o nosso foco Central que nessa disciplina é precisamos discutir alguns aspectos dessa especialidade do conhecimento histórico que é a história antiga precisamos conhecer melhor esse fazendo uma discussão historiográfica ou seja de como é inscrito então a história da antiguidade
porque eu gostaria muito de incentivar vocês a continuarem estudando mesmo depois que vocês terminaram essa disciplina continuarem estudando sobre a antiguidade e quem sabe se tornarem pesquisadores de história antiga Afinal essa é uma área que no Brasil é bastante deficitária e ainda temos poucos pesquisadores que se dedicam ao estudo da antiguidade então é um campo da história que possui uma posição minoritária é em todas as imensas dificuldades que existem para o estudo da antiguidade postando um período muito recuado no tempo a ser estranho demais para alguns é difícil demais lembrar o nome daqueles imperadores na
antiguidade tantos povos tanto os impérios é muito diferente é muito exótico é muito distante de nós Alguns ainda questionam né porque estudar a a Mesopotâmia porque estudar os povos do antigo Oriente já que eles são tão distantes da nossa realidade brasileira né O que isso diz respeito a nós porque você não vai estudar a história do Brasil em vez de ficar estudando a esses gregos antigos O que que tem a ver com a gente tão ao pesquisador que se dedica essa ar é sobre muitos desses questionamentos e se Vocês decidiram se dedicar essa área né
Fazer o seu TCC em história antiga fazer um mestrado é o doutorado Possivelmente vocês vão ouvir isso aí de alguém né porque que você pagar só no seu tempo estudando Esses povos são recuados no tempo porque que você não estuda alguma coisa mais próxima da nossa realidade né Então essas são as coisas Esses são os problemas e muitos outros que ainda Historiador da antiguidade tem que passar e o outro problema é que o pouco que temos né os poucos pesquisadores em sua antiga que temos no Brasil a ainda estão muito focados na civilização greco-romana que
é o meu caso eu sou especialista em história da Grécia Antiga outro estão se dedicando aí ao império romano e infelizmente nós temos poucas pesquisas e da Ásia antiga do oriente antigo em geral da África na antiguidade ainda temos pesquisas que estão incipientes bom porque isso não é porque que a maior parte das pesquisas se concentra em Grécia e Roma a uma ideia de que também é uma civilização civilizações um pouco mais próximas de nós né Nós temos uma ideia de que várias coisas no nosso cotidiano tem uma origem ingresso eu Roma né você já
devem ter ouvido falar né que a Grécia é o berço da civilização ocidental né muitos falam que quase tudo nasceu na Grécia não é a democracia o teatro a filosofia o direito as Olimpíadas né a história né teria nascido na Grécia A1 e o Pensador Heródoto não é considerado o pai da história e assim vai se criando uma ideia de que há uma longa cadeia de transmissão milenar e liga né Nós brasileiros não era nós que usamos o sistema democrático nós utilizamos no nosso cotidiano várias coisas que dizem ter sido inventadas em Grécia ou em
Roma isso faz com que de certa forma nos ligue de alguma forma a esse passado né greco-romano nos liga então a Europa ver se a história de Grécia e Roma acaba se convertendo em uma história mundial né com essa ideia de que tudo começou na Grécia como se a história de outras regiões do mundo não Contasse não valesse né então de fato o mundo greco-romano se torna o início da civilização e regiões como a África então a América o extremo oriente Oriente Médio essas regiões são deixadas de lado elas são pouco estudadas e acaba que
Grécia e Roma se tornam então o início da civilização e sendo a história de todos nessa na história do mundo todo né a civilização começa então em Grécia e Roma é muito em grande parte isso acontece por causa da influência do Imperialismo Europeu né E se converte desse Roma Então se converte em História Universal e isso justifica a a obrigatoriedade do estudo da antiguidade greco-romana nos currículos escolares e aí a gente pode dizer que Grécia e Roma se tornou então clássicos É mas o que é um clássico né gente o que são os estudos clássicos
a palavra clássico é um termo considerado polissêmico ou seja ele tem vários sentidos Mas a gente pode escolher aqui para nossa aula de hoje a ideia de classe como clássico como algo perene algo que permanece para posteridade algo do passado que permanece algo que liga o passado ao presente e isso se projeta também pro futuro a gente costuma pensar nos filósofos do passado né os grandes filósofos como Aristóteles Platão Seneca né como modelos de Conduta modelos de pensamento até mesmo os artistas do passado né as e culturas greco-romanas são modelos de expressão artística né por
isso são considerados clássicos então resumindo quando falamos de subs clássicos nós estamos falando do estudo então da história da cultura da civilização greco-romana e como esses estudos clássicos se ligam ao Brasil se ligam a América como eles chegaram aqui Nós também somos herdeiros dessa cultura clássica bom a gente tem que lembrar a gente tem que voltar um pouco ao contexto das grandes navegações né no século na virada do século 15 para o século 16 e também no contexto do renascimento que teve início na península itálica mais espalhou por toda a Europa nesse momento aí da
idade moderna é bom a essa expansão para a América nessa esse cruzamento do Atlântico promovido durante o período da chamada as grandes navegações patrocinada pelos países ibéricos né Portugal e Espanha aliado a um contexto de renovação cultural não é promovida pelo renascimento marca então um momento de recuperação da tradição clássica da Cultura greco-romana como um modelo a ser imitado Oi e aí eu trouxe para vocês o termo Latino é que é o imitatio mas esse conceito já existir também na Grécia antiga e era chamado de mim meses né que é a ideia de traduzido para
o português como imitação mesmo mas não no sentido negativo que nós temos hoje né de mais visto como algo positivo como a prestar uma homenagem aqueles que vieram antes de você é valorizar os modelos do passado seus pintores seus cultores do renascimento da época da modernidade né do século 16 faziam esculturas semelhantes a aos da Grécia antiga da Roma Antiga não é porque eles não tinham criar Ah e não sabiam fazer do jeito deles né mas eles estavam então praticando né aí me Patio essa ideia de então imitar os modelos do passado para valorização nós
temos também um outro conceito importante né nesse contexto que é o de renovatio e a pode ser traduzido grosso modo né como renovação mesmo renovação da cultura europeia baseada então na tradição greco-romana numa num contexto de superação da cultura medieval se vocês se recordam né esses artistas esses pensadores do renascimento viam o período medieval como um período de trevas é um período em que que deveria ser superado foi apenas uma pausa entre um a idade e o período moderno Então os elementos da cultura de Grécia e Roma seriam os responsáveis por essa renovação na época
moderna durante o renascimento cultural europeu formou-se uma elite de estudiosos tanto religiosos quanto leigos que desejavam é renovar esse conhecimento tão medieval né tão impregnado ainda dos elementos de elementos de misticismo de obscurantismo né então baseado no programa de estudos humanistas né que baseado em grande parte em estudos de poesia retórica história filosofia ética gramática formou-se então E aí é uma corrente de pensamento chamada de convencionamos chamar de humanismo Lembrando que não era uma corrente Coesa né mas se baseava principalmente na retomada dos valores humanísticos né EA valorização dos clássicos esse humanismo Foi bastante forte
nos países ibéricos e isso Acabou atravessando então Atlântico junto com os navegadores né muitos desses pensadores também chegaram novo mundo né chegaram as Américas Nesse contexto e Chegamos aqui tá chegando aqui na América né no Brasil os europeus se depararam com uma cultura muito diferente do que eles conheciam né O desconhecido o exótico e o texto que chama atenção para o conceito de ancoragem que seria a interpretação a leitura do que é desconhecido por meio de símbolos que nós já conhecemos Então europeu ao se deparar com o Zoológico com uma a os costumes indígenas procuraram
de alguma forma comparar com o que eles já conheciam da escola do cotidiano europeu deles em grande parte a antiguidade greco-romana foi usada nessas comparações né Colombo ao chegar na América eles buscou a além a morada das guerreiras gregas nas Amazonas a gente tem aí um rio né chamado de Amazonas a floresta amazônica a gente pode pensar assim nessa influência né diante do exótico ao Z os europeus Então vão resgatar também é a cultura clássica para nomear o que eles estão encontrando aqui no Novo Mundo e esse humanismo chega à América e ao Brasil sem
dúvida pela atuação dos Jesuítas é a companhia de Jesus criada no contexto de reforma protestante e contra-reforma é e que teve uma atuação inegável na educação no novo mundo né na América fundaram escolas escolas para de aprendizagem de leitura e escrita fundaram missões de catequese seminários onde ensino de Latim grego filosofia e teologia tinham espaço privilegiado obviamente em tudo isso que nós estamos falando adaptado ao cristianismo né então é uma cultura pagã né que passando resgatada Mas adaptada ao contexto então quê e não sabemos que a com associação do Marquês de Pombal né no século
18 em Portugal os Jesuítas foram expulsos do Brasil nós somos aí E Agora Nós temos um salto temporal nós somos falando agora do contexto do Iluminismo em que esse poder excessivo da Igreja Católica vai ser combatido e o Marquês de Pombal era uma pessoa que era o primeiro-ministro net Portugal e ele estava imerso né se nessa nova corrente de pensamento e ele vai então combater bastante o poder dos Jesuítas eles vão ser expulsos de todas as colônias de Portugal isso vai ter importantes reflexos na educação no Brasil né mas não vai diminuir interesse da classe
intelectual brasileira pelos Olá meus clássicos a cultura a literatura greco-romana continua sendo estudada na cultura em geral latim o grego continuam presentes mesmo quando ocorre uma reforma do sistema educacional no século 18 o ensino de Latim não foi abandonado não foi descartado né ele foi mantido nos currículos escolares e ganha até mesmo no papel de destaque Lembrando que não estou falando aqui de um novo sistema educacional nesse momento né nação são do século 18 e educação é restrita apenas para Elite nós temos então a proclamação da república na virada no finzinho do século 19 e
aí nós temos uma nova reforma educacional e dessa vez privilegiando as ciências exatas é porque o contexto agora é o outro né não era na Europa predomina então positivismo que Premiere privilegiava muito mais as ciências exatas apesar disso é o ensino de grego E latim no currículo escolar currículo básico também não foi abolido EA interessante notar que Esse é um certo aumento no interesse pelos estudos clássicos ela foram criadas várias faculdades de letras Faculdade de Filosofia Neste contexto em 1942 nós temos uma nova reforma Educacional mas dessa vez se amplia ainda mais a carga horária
gelatin você já deve ter ouvido falar né que antigamente É de fato estudava latim na escola né na no ensino secundário tinha aula de latim e então nós vamos ver inclusive um aumento da carga horária em 1942 a partir de nossas 42 todavia toda essa cenário vai mudar a partir da década de 60 S toda sua vitalidade né se crescente interesse pelos estudos clássicos vai caindo com a promulgação da LDB Essa é a lei de diretrizes e bases da Educação Nacional foi promulgada em nossa 62 que a não proíbe não em cima de Latim mas
estão nele opcional um gradativamente ele vai sair e faz logo esse no desaparece quase completamente na no ensino básico e no ensino secundário e permanece somente alguns cursos superiores e esse campo Vai cada vez mais se delimitando né Nós temos uma certa revitalização dos clássicos na com Fim da Ditadura Militar né a parte aí nos anos 80 é um Marco importante é a criação da sociedade de estudos clássicos as leque na década de 80 que vai agregar pesquisadores das várias áreas de pesquisa letras história filosofia arqueologia todos aqueles que de certa forma se preocupam com
a antiguidade E aí eu convido vocês a conhecerem o site da sbec na sociedade Brasileira de estudos clássicos o endereço clássica. Org.br que vocês podem navegar nas várias Abas é nós temos aqui uma parte muito importante que é o de publicações é que vocês conseguem acessar gratuitamente todos os números da revista clássica é que a revista brasileira de estudos clássicos que é uma das referências então nas publicações de pesquisas sobre a antiguidade greco-romana é também tem uma sessão aqui de outras publicações vocês vão ver livros né que foram publicados pelos seus associados convido vocês também
a conhecerem o site do Espírito Santo é que é o laboratório de estudos do Império Romano tem sede em São na USP né mas tem uma sessão também e na nosso estás ela departamento de história e tá acessível né no endereço leir. Ufes.br aqui você também tem uma série de publicações para consultar gratuitamente sem e-books uma revista da editada pelos membros do Laboratório São Isso mostra que apesar das dificuldades é uma área que tem ótimos pesquisadores que tem pesquisas de profundidade né que tá avançando cada vez mais né especialmente nas últimas décadas se antes os
estudos se concentravam muito nesse eixo rio-são Paulo agora nós vamos ver a ampliação por todo o Brasil né e até mesmo aqui na nossa querida Universidade é a universidade que é o patrimônio do nosso Estado né a gente então tem que a usar e defender a produção que é feita aqui também no estado bom então gente fazendo um Balanço Geral da área de sonho antiga estamos avançando bastante é a redemocratização no Brasil permitiu a maior diversidade de surdos maior Liberdade pensamento é mais espaço para pesquisas inovadoras em História desenvolvimento de várias áreas que eram não
tinham com as pesquisas né como área de história antiga história medieval história da América né Nós temos uma renovação muito grande é a partir dos anos 90 com nova novos objetos de pesquisa maior criatividade maior diversidade de investigação E essas mudanças de fato provocaram uma verdadeira transformação na área de história antiga a pesagem e esse balanço positivo apesar de tudo que tá acontecendo nós estamos ainda um pouco longe do ideal ainda existem problemas ainda existem obstáculos para aqueles que querem estudar a antiguidade no Brasil veja bem tô discutindo aqui com vocês o texto eu não
quero desistimular de forma nenhuma vocês é que você se torna e pesquisadores de história antiga mas a gente precisa fazer esse tipo de problematização aqui na aula tá e quais são os problemas que nós enfrentamos nós temos ainda certo déficit né de profissionais é proporcionalmente as outras áreas que a gente tá falando aqui que os estudos estão se ampliando mas ainda comparado a quantidade de historiadores né que se dedicam a história do Brasil a história da América por exemplo a de fato são proporcionalmente são poucos os que se dedicam ao estudo da antiguidade e esses
estão na maioria concentrados em instituições públicas em universidades públicas estão o setor privado né as Universidades as faculdades privadas é poucas são aquelas que contratam alguém que tem um mestrado doutorado em história antiga né cuja a pesquisa foi em história antiga muito estão lecionando história antiga sem ser especialista na área O Outro fator também é que que acaba sendo um entrave né Para que mais pessoas venham para essa área é que de fato são a pesquisa em antiguidade requer muitas habilidades isso pode ser um entrave né pode tomar muito tempo das pessoas o aprendizado de
línguas que são muito distantes né do nosso dia a dia línguas que não são mais faladas né como latim ou grego antigo aprender só o escritor aramaico ter algumas noções de uniforme dinheiro glifo de fato é demanda bastante tempo hoje exposição dinheiro né até mesmo é importante também ter conhecimentos em inglês um banho alcanceis O que há muito do que a gente precisa ler está nessas línguas foi publicado nessas línguas ter conhecimentos nem que sejam básicos de arqueologia epigrafia né que a escrita nas pedras a um até mesmo numismática que é o estudo das moedas
Então são várias as habilidades que eu pesquisadores for antiga precisa ter pelo menos conhecer um pouco a respeito outro problema né que a gente tem no Brasil de bibliotecas não estão completas né às vezes aquele que precisa precisa de um livro que não tá disponível na internet né então muitas vezes a gente tem que viajar ao exterior para consultar algumas obras algumas Fontes primárias hoje em dia nem tanto né que a internet e pra facilitar bastante isso mas durante muito tempo o pesquisador de som antigo precisava fazer suas viagens de pesquisa assim outro problema que
a gente enfrenta a gente até falou um pouco no começo da aula né é o certo preconceito com a área visto é vista como algo muito exótico muito distante da realidade brasileira né como até mesmo com uma perda de tempo né do que que às vezes a gente é questionado né porque isso vai mudar na realidade brasileira Você tá estudando lá um pergaminho que foi encontrado numa numa caverna lá no oriente médio né então às vezes o pesquisadores frente a confrontado com essas questões outro problema são as dificuldades de saber até mesmo básico a respeito
da antiguidade né Muitas vezes os professores do ensino o remédio não são qualificados para pra ensinar né Sabe muito pouco a respeito desse Período os livros didáticos também não ajudam né muitos deles estão ultrapassadas com informações erradas erros muitas vezes grosseiros livros didáticos que a gente vai debater na próxima unidade né estão ainda infelizmente muito distantes das inovações que estão sendo pesquisadas na entre na nossa universidades né em diante dessas dificuldades Quero repetir na que não quero desistimular vocês de forma nenhuma pelo contrário eu queria que vocês se apaixonasse pela antiguidade e tanto quanto sou
apaixonada e perceber né a importância da história antiga para pensar a nossa realidade atual né olhar por exemplo para o império romano em toda sua diversidade em toda a sua extensão estudar o processo de integração de povos diferentes dentro do império romano e tentar compreender como isso pode ser entendido na nossa realidade atual ver o processo de surgimento do cristianismo por exemplo dentro do Império Romano EA diversidade de religiões que existiam dentro das império e pensar então sobre tolerância religiosa nos tempos atuais E é isso que nós vamos curtir essa disciplina sempre tendo estudar o
passado tendo a nossa realidade também como um ponto de vista né então os historiadores brasileiros da de antiguidades tem trazido estudos diferenciados é e aos poucos vão definir o seu espaço na produção internacional é promover então novos olhares que são diferentes dos historiadores europeus que são aqueles tipos Neos mais são as autoridades no assunto mas o que está sendo produzido aqui no Brasil também é de grande qualidade especialmente está sendo produzido no Espírito Santo então espero que vocês tenham gostado dessa aula e isso vai ser tudo que a gente falou hoje vai ser melhor compreendido
nas próximas aulas né a partir do que a gente está continuando a gente comer e a viu Matheus assuntos de antiguidade propriamente ditos é um abraço e até a próxima tchau