Quando você vai ver a evolução das terapias e dos tratamentos em Saúde Mental tinham uma até principalmente a década de 80 os diagnósticos eles eram separados em dois grandes grupos que eram as psicoses e as neuroses na década de 80 acho que em 1980 mesmo veio da sm3 que é o manual diagnóstico estatístico dos transtornos mentais onde tem lá caracterizado como diagnosticar um paciente com TDH como diagnosticar um paciente com depressão como diagnostica não sei o quê se você for ver hoje a gente está no dsm 5 e tá saindo uma versão atual revisada do
The Sims 5 do dsm3 para o dsm-5 aumentaram consideravelmente aumentou consideravelmente o número de Diagnósticos então tem diagnóstico que não existia no dsmico 3 que hoje tem um dsm-5 por exemplo fim síndrome das pernas inquietas transtorno por uso de jogos online não existiam em 1980 porque não tinha jogos online pois não era um negócio que era prejudicial que a gente tinha um problema pornografia pornografia Pornografia cara é uma epidemia é uma epidemias com pornografias é uma epidemia masturbar até sair sangue e você vê então isso não existia antes porque porque o ambiente não proporcionava agora
acendeu o acesso à pornografia a indústria pornográfica na minha época tinha uma Playboy debaixo da uma Playboy debaixo da cama que você usava adolescência inteira as partes agora o moleque de sete oito anos entra na internet e tem acesso a pornografia do ponto de vista de dopamina agressivo Então pensa assim você entende conforme a sociedade foi se desenvolvendo os sintomas começaram a surgir em maior espectro e portanto os cientistas tiveram que começar a categorizar Então essa pessoa aqui tem problemas de uso de jogos Essa é problema que essa pessoa aqui tem problema com pornografia essa
pessoa aqui tem problema não sei com o quê os transtornos alimentares etc por quê Porque o ambiente mudou de certa forma começou a causar disfunções das pessoas e de certa forma a gente precisou categorizar essas disfunções dentro do manual Agora pensa no meta verso não eu acho que vai cagar cabeça Agora pensa só olha que interessante ao mesmo tempo que os quadros diagnósticos foram se ampliando no ponto de vista de número então você começou antes tinha sei lá dois transtornos depressivos hoje tem cinco Tem vários tipos de depressão antes tinha o bipolar tipo 2 hoje
tem vários é um espectro bipolar antes antes o toque era dentro da ansiedade hoje não é então a gente tá tentando categorizar de várias formas as instruções comportamentais junto com isso os pesquisadores clínicos em psicologia começaram a desenvolver vários vários tipos de processos de psicoterapia que tentavam se encaixar melhor em cada quadro de Diagnóstico Então você tem alguns tipos de psicoterapia como até ser clássica a terapia cognitiva comportamental clássica que se enquadra muito bem para tratar pacientes com depressão de ansiedade etc tem umas terapias como por exemplo aceitação e compromisso que é como se fosse
uma vertente da TCC clássica que chama de terceira onda que funciona muito bem para pacientes com dor crônica tem uma terapia chamada de comportamental dialética que também uma vertente da TCC clássica que funciona muito bem para pacientes com transtorno de personalidade borderline terapia dos esquemas para transtornos de personalidades em geral então foram evoluídos também as estratégias de intervenção só que olha que interessante se eu não me engano em 2021 dois grandes sujeitos que ajudaram a sustentar a existência dessas terapias de terceira onda que a gente chama que é o Hoffmann e o Reis publicaram um
artigo sugerindo que na realidade o futuro da Psicologia provavelmente vai ser tratar processos disfuncionais e não mais diagnóstico até agora a psicologia estava se preocupando em tratar diagnóstico e quem foi meu aluno vai lembrar isso porque eu sempre falo isso digo Cara eu tenho até curso de psicopatologia mas eu não dou diagnóstico porque eu não preciso dar o diagnóstico para saber o que que eu tenho que tratar o diagnóstico o diagnóstico não eu trato comportamento os sintomas é um comportamento que não está ajustado numa relação de custo-benefício e funcionalidade certo mas o diagnóstico ele é
importante para a conversa é entre diferentes áreas pesquisas diferentes um catálogo um design mais ou menos Geral do que que é sei lá um transtorno obsessivo compulsivo só que quando você trabalha com o paciente diretamente você vai ter 10 transtornos obsessivos compulsivos Cada uma com uma característica diferente e vários diagnósticos né você vai ter depressão vai ter ansiedade vai ter vai ter uma uma série de condições que se sobrepõe ali né por isso que o hoje a estratégia por exemplo se você tiver lá com TDH né Então a primeira coisa assim vamos dar uma olhada
amor tá mal vamos vamos modular esse humor Opa resolvemos humor continua sintomas de TDH bom perfeito agora vamos resolver o problema dos sintomas de TDH certo porque é de uma certa maneira essa sobreposição também atrapalha essa definição você não tem as fronteiras certinhas de um ou de outros sintomas o diagnóstico ele evolui no caso de muitos pacientes certo está sendo tão trocando o diagnóstico na medida em que eles vão até evoluindo dentro do processo Clínico porque as demandas também evoluem então Na real eu queria saber porque o futuro da psicologia e não é o presente
pensa assim ó é boa pergunta pensa assim ó existe existe sintomas que são sintomas TRANS e diagnóstico Então você vai ver que um paciente por exemplo vai ter reactividade emocional é pouco controle emocional tanto no paciente com TDH quanto no paciente com depressão quanto no paciente com transtorno de ansiedade quando o paciente com toque quando em outro tipo de transtorno Então existe uma série de sintomas que eles são trans diagnósticos eles permeiam os diagnóstico do paciente a gente a ideia dessa terapia baseada em processos ela é tratar esse comportamento esse sintoma que é um comportamento
disfuncional independentemente de qual da diagnóstico o paciente agora qual que é por que que o Futuro primeiro porque embora a gente já utiliza isso na clínica e acho que é mais ou menos inclusive no artigo desses autores eles falam que é meio que voltar a fazer análise funcional eles dizem eles escrevem análise funcional ele fala vamos voltar a fazer análise funcional que é o quê vê a função do seu comportamento e o que que você bebe álcool beber álcool Tem uma função por que que você transgride regras que você transgride regras Passando Na sinaleira Tem
uma função seu comportamento que é isso que eu falei né Por que que a gente tá aqui ah porque eu acho legal não é porque eu acho legal porque a função todo comportamento Tem uma função você não se comporta sem ter função você não emite um comportamento realizar alguma coisa ou evitar um problema