com muita alegria no meu coração. Já é a segunda vez. Quando a pessoa volta, é porque ela é boa, não é? E eu tava falando isso para ela, porque de verdade, assim, é uma honra para mim receber a Juliana Ferron aqui. Eu tava falando para ela lá embaixo, para mim ela é uma das mentes mais brilhantes, mais inteligentes. E no assunto que ela atua, que é um assunto extremamente difícil, desafiador, eu particularmente é um assunto como eu não domino, eu bebo muito dessa fonte, aprendo muito com ela. E vocês vão ter a oportunidade de ouvir
uma palavra de uma mulher muito inteligente e que Deus dê uma graça e uma unção para nos direcionar em áreas específicas da nossa vida. Então, com muita honra e a falar, se você é uma mulher esperta, vou dizer para você, pega seu caderno de anotação ou seu notas aí e anote essa palavra. Amém. Com muita honra, com muito carinho, eu quero que vocês recebam Juliana Ferron. [Aplausos] [Música] Glória a Deus. Glória a Deus, queridas. Bom dia. Você está feliz com Jesus? Amém. Jesus está feliz com você. Você pode sentar, por gentileza. Quero agradecer a pastora
Cris, pastor Robson, pela oportunidade de estar aqui novamente. É um prazer para mim, é uma honra para mim estar aqui entre irmãs, porque nós estamos aqui para falarmos sobre as nossas heranças que o nosso irmão mais velho nos deixou. Amém, queridas? E eu quero orar por esta palavra que o Senhor colocou no meu coração e eu oro para que você receba no seu espírito. Talvez a sua alma vai lutar um pouco, mas esta é uma conferência, queridos. E eu estava falando paraa pastora Cris ontem que eu acho que vem muito mais para derramar sobre o
nosso espírito, para nos levar a um novo patamar no nosso espírito para que então as questões da alma se resolvam. Às vezes nós estamos querendo resolver questões da alma e tá tudo certo. Mas quanto mais o nosso espírito é fortalecido e recebe verdades do trono de Deus, mais a nossa alma se rende a tudo aquilo que o céu tem preparado para nós. Vamos orar por essa palavra, queridos. Deixar água pertinho aqui. Você quer chá de boldo ou é café? Se for chá de boldo, eu vou tomar. Não é chá não. Vamos orar, queridos. Pai, obrigada,
Senhor, por essa manhã maravilhosa na tua presença. Obrigada pela tua presença manifesta neste lugar. Obrigado pela vida das minhas irmãs. Obrigado porque na sua mesa, Pai, tem lugar para cada uma de nós. Com o seu jeito, com o seu status, com a sua roupa, com os seus desafios. O Senhor não exclui ninguém da mesa. O Senhor convida cada uma de nós para sentar e beber daquilo que o Senhor tem. E nós pedimos, doce Espírito Santo de Deus, glorifique mais uma vez o nome do Senhor Jesus no nosso meio nesta manhã, Pai. No nome de Jesus,
nós levamos os nossos pensamentos cativos a Cristo e tudo aquilo que se opõe ao conhecimento da palavra de Deus, que seja rejeitado e cancelado agora sobre as nossas mentes, no nome do Senhor Jesus, Pai. Amém, Deus. Amém. Queridos, você consegue dar um pouquinho só mais de retorno para mim, querido? Você conseguir? Amém. Hã? Você vai trazer o quê? Você vai trazer o quê? Ah, esse chá de frutas vermelhas tem de limão e gengibre. Eu tomo esse aqui. Obrigada, querido. Obrigada. Glórias. Palavra de Deus diz em Apocalipse 1:6, uma passagem que você conhece, e nos fez
reis e sacerdotes para servir a Deus e Pai. A ele toda glória, poder para todo sempre. Amém. E nos fez reis e sacerdotes para servir a Deus e Pai. Quando eu vi o tema, queridos, da conferência, eh, eu falei: "Meu Deus, como é contracultural você ser original no mundo fake, né? No mundo que você quer imitar todo mundo, né? Talvez metade das pessoas que a gente siga no Instagram, porque a gente faz comparações e quer e faz uma projeção para imitar aquilo que ela tem de bom e tudo bem. Mas os existe algo no original
que é um desafio, está em escassez ser original no mundo de tantas pessoas iguais ou fakes, né? E eu fiquei pensando acerca desse tema. E a primeira coisa que me veio à mente é que mulheres originais, elas têm o seu lugar à mesa. Mas quais mesas nós temos sentado? Mesas de reis e sacerdotes. O Senhor nos fez reis e sacerdotes. Ele não fará, não será no novo milênio. Ele nos fez realeza. Ele nos fez reis e sacerdotes. Mas nós temos sentado em mesas de reis servindo banquetes, nos alimentando de banquete ou nós temos sentado em
mesas de escravos e nos servido de migalhas. Porque esta é uma escolha nossa, queridos. A mesa da comparação. Eu vi o post, né, o folderzinho estava escrito, existe a mesa da comparação, existe a mesa da culpa, existe a mesa da desilusão, a mesa da acusação. Essa mesa, ela está cheia de escravos sentado nelas. Não é essa mesa que o Senhor tem preparado para nós. Não é essa mesa, queridos, mas ela está ocupada por cativos. São mesas de ruminação, são mesas de falta de resolução, são mesas de amargura, são mesas de falta de esperança, mesas que
o Senhor Jesus teria virado, como disse a ministra de louvor antem noite, mesas que o Senhor Jesus teria virado e que nós ansiamos estar sentada nelas. Ele nos fez reis. Se o Senhor Jesus nos fez reis, quem fez então de nós escravos, queridos, para estarmos sentadas nessas mesas de culpa, de acusação e de ruminação? Talvez as nossas experiências, talvez algumas, alguns comportamentos, talvez algumas experiências tenham feito de nós, alguns relacionamentos tenham feito de nós escravos e nós toleramos e permanecemos sentados nesses lugares. Mesas de falta de merecimento, de autocomiseração, de autopiedade, de vitimização. Mas, queridos,
os escravos, eles não herdam as heranças do reino. vítimas não herdam heranças do reino. Talvez nós não tenhamos sido ensinadas sobre a nossa grandeza e a nossa importância e por isso a nossa identidade de realeza, ela é tão insegura. Talvez nós tenhamos sido ensinadas a se vira, vai do jeito que dá, se vira. E não conseguimos construir desde o início, queridos, uma identidade real de grandeza e de importância que todas nós temos. Mas deixa eu falar algo para vocês. Mulheres originais são mulheres acostumadas à realeza e não a escravidão. Não a mesa de escravidão. Quando
falamos de realeza, nós não falamos de cargos políticos ou de posições. Nós estamos falando de um modo de funcionamento assertivo, de um estilo de vida, de um arquétipo que funciona, que funciona de acordo com o reino que nós vivemos. É um modo de assertividade, de vida, de escolhas, de comportamento. É um novo patamar espiritual que talvez o Senhor esteja chamando algumas ou todas aqui nesta manhã para saírem destas mesas de escravidão e entrarem e se assentarem na mesa da realeza. Porque foi para esse lugar que você foi chamada. Porque é na mesa da realeza que
tem resolução, que tem pertencimento, que tem respostas, que tem acolhimento, que tem vida, que tem dignidade. É nesta mesmo. Você conseguiu me dar um retorno aí, querido? A pessoa precisa se ouvir agora. Sim. Obrigado. São muitos os convites, né, para para que a gente possa sentar em todos os tipos de banquetes, mas existe um tipo de mesa sóonde se vencem guerras, aonde se resolvem problemas, aonde se fazem alianças. E essa mesa é a mesa da realeza. É nessa mesa que reis resolvem os problemas, que fazem alianças, que constróem uma identidade, que fazem conexões. Não é
na mesa onde as coisas são resolvidas, no oculto, na manipulação. Não. A mesa de reis é uma mesa as claras, aonde tudo é colocado na mesa. Porque escravos, queridos, não resolvem nada. Eles murmuram acerca das coisas. Escravos não têm espírito de resolução. Eles não resolvem nada porque não se envolvem com nada, a não ser que algo lhe beneficie. Mas mesmo depois, queridas, de termos nascido de novo, de termos aceitado Jesus, muitos comportamentos permanecem conosco. Hábitos que não cabem mais para um novo nível que o Senhor tem nos chamado. Comportamentos, hábitos que não cabem mais para
uma vida de realeza. É um confronto interno sobre aquilo que estamos sendo chamadas para ser e o desapegar de uma vida inteira que nós fomos ou tem ou estamos vivendo até agora. lugares de cativeiro, hábitos e comportamentos, porque nós passamos a fazer parte de um reino novo e ele não será numa era vindoura. Este reino é aqui agora. Porque quando o Senhor Jesus Cristo veio, ele trouxe consigo o seu reino. Ele disse: "É chegado o reino de Deus e agradou ao Pai dar-vos a chaves do reino. E tudo que você ligar na terra será ligado
no céu. E que você desligar na terra será desligado no céu. É aqui agora, não é numa era vindoura, é neste tempo. Nós estamos sendo chamadas, queridos, para sermos rainhas num mundo de escravos, num mundo caído. Termos uma identidade, uma vida de governo num mundo que jaz no mal, diz a palavra. Jáz não é morto, é acostumado. No mundo que está acostumado a ser escravo, no mundo que está acostumado a funcionar no modo cativeiro, está acomodado no mal. Mas quem anda fora da sua identidade de realeza não consegue desfrutar dos privilégios do reino. Porque os
privilégios e as heranças do reino são para rainhas. Queridos, escravo não tem herança. Nós estamos muitas vezes sentada na mesa de escravos querendo desfrutar das heranças e das bênçãos de um reino. Não tem como, porque as heranças são para reis e sacerdotes, rainhas. Quando eu ando em escravidão, querido, isso, queridas, isso não custa só para mim, isso custa para todos aqueles que me rodeiam, todos aqueles que estão à minha volta. Da mesma maneira que quando eu começo a me comportar e a viver como realeza, todos são beneficiados. Todos os que caminham comigo são beneficiados. A
palavra de Deus nos fala no livro de Ester a história de um povo hebreu que foi sentenciado à morte por Amã, primeiro ministro do rei Açueiro. A história fala que quando o rei persa, o rei Açueiro quis dar uma festa para os seus príncipes, seus servos, chamou a sua rainha, rainha Vasti, para apresentar ela e exibir a sua beleza diante dos seus príncipes. E a rainha então é convocada para ser exibida pela sua formosura. Ela se recusa atender o chamado do rei. Ela então é destituída do cargo de rainha e um concurso é feito nas
127 províncias da Pérsia para eleger uma nova rainha, um concurso de beleza, aonde a rainha mais jovem, mais formos seria eleita e se tornaria rainha. Ester, então, ela encontra graça aos olhos do rei e é coroada rainha no lugar de Vasti. Entretanto, após ser coroada a rainha, ela se mantém obediente e submissa às ordens do seu tio que a criara, seu tio Mardoqueu. Porque naquela época os judeus viviam em perseguição, viviam em exílio. O livro de Externo, capítulo 4, fala então de uma menina órfã sem os pais, numa condição de perseguição, numa condição de exílio,
que participou de um concurso de rainha e ganhou e começou a viver como rainha, se tornou rainha. Seu tio, então, seu tio Mardoqueu conta então para Ester o terrível plano que existe para eliminar todos os hebreus, todos os judeus. E ele fala então para ela em Ester 4:3, ele diz o seguinte: "Ei, minha querida, não imagine no teu íntimo que agora porque você tá na casa do rei, só você escapará desse decreto." Porque se você se calar nesse tempo, socorro e livramento virão da parte do Senhor, mas você e a sua casa também vão perecer.
Será que não foi para um tempo como esse que você foi levantada como rainha? O contexto aqui é que os judeus estavam com decreto de morte sobre eles, manipulado por Amã, que enganou, manipulou o rei e sentenciou todo o povo hebreu à morte. Primeira coisa que eu quero falar aqui com vocês, meninas, essa manhã, é que quando você tem uma vida de realeza, viver em realeza é enfrentar lutas que você não escolheu. Tem a opção de ficar parada sem se envolver para quem vive o modo de governo? Quando Deus está te chamando para se envolver,
não tem opção de ficar calada, não tem opção de ficar quieta, encolhida no seu canto, porque realeza vai lá e resolve. Não tem essa opção para quem vive esse modo de governo. Porque sempre quando o Senhor está fazendo algo novo e nos chamando para uma estação nova, ele vai te convidar a se envolver, ele vai te provar, te aprovar e te liberar por uma nova estação. Ele manda dizer para ela: "Olha, minha querida, chegou a hora de você não só exercer um cargo de rainha, porque você já está num cargo de rainha, mas de você
ser transformada numa rainha, porque você foi para o palácio, mas você levou junto a identidade de escrava e escravos não governam". Está na hora dessa posição se tornar uma realidade no seu coração. Você foi para o palácio, mas levou com você uma identidade fragilizada, ferida, vitimada, cheia de histórias para contar, de discursos repetitivos. chega. Porque para que você consiga suportar aquilo que o Senhor tem daqui paraa frente, você precisa mudar a sua identidade interna para que você consiga dar conta de receber tudo aquilo que você tem pedido em oração, para que a sua identidade esteja
firme, fundamentada, estruturada, para que o Senhor possa derramar mais bênção sobre você, para que o Senhor possa derramar as heranças que você tem pedido em oração. Essa identidade ela precisa ser transformada para que ela sustente tudo aquilo que o Senhor quer derramar sobre a sua vida. Aqui Mardoqueu estava provocando Ester atravessar um desafio, uma identidade, porque ele sabia do seu caráter, da do seu temor pelo Senhor. Ele sabia que ela tinha um caráter de não ficar parada diante dos desafios. Talvez coisas passaram pela mente de Ester, coisas do tipo, mas agora que eu estou desfrutando
do cargo, agora que eu cheguei num lugar, né, de rainha, agora eu vou ter que correr riscos pelo povo, agora eu vou ter que me sujeitar a correr riscos ou coisas do tipo, quem sou eu para representar o meu povo? Quem sou eu para fazer algo tão grande? pensamentos limitantes de uma identidade fragilizada de vítima. Porque vítimas nunca se envolvem com nada. É de é o oposto de quem governa. Quem governa está sempre procurando uma maneira de ser útil, de abençoar, de resolver. E o Senhor estava chamando a Ester para isso, correr riscos maiores. Quanto
maiores os riscos, maiores serão as recompensas. para assumir uma posição, sair de discursos repetidos, de histórias ruins, de uma identidade ferida ou de uma mulher idealizada de forma intencional. Como assim uma mulher idealizada, Juliana? Aquela mulher talvez que você idealizou desde a adolescência, que seria uma profissional em tal ramo, que teria uma família com propaganda de margarina, que seus filhos seriam os melhores da escola. E talvez hoje você se encontra, você olha para tudo isso. Tudo isso é só uma idealização. Nada é real. E ter coragem de abandonar tudo isso e viver a mulher real
é se envolver com a sua própria história. Porque o Senhor quer abençoar mulheres reais e não projeções, idealizações que não cabem mais na sua vida. Queridos, coisas que deveriam ter acontecido não aconteceram. O Senhor estava chamando Estter para uma desidentificação com uma identidade que não funcionava mais pro tempo que o Senhor estava chamando ela. Porque uma identidade fragilizada não suportaria tudo que o Senhor tinha preparado para ela. Deixa eu perguntar para você. Tudo aquilo que você tem pedido em oração para o Senhor, a identidade que você tem hoje suporta receber tudo isso? ou se o
Senhor te entregar, ele te mata. Porque o corpo não suporta, a mente não suporta e o espírito não está pronto. Mas você está lá pedindo, pedindo, pedindo e o Senhor não entrega por amor a você, porque não tem como, queridos, entregar bênçãos para uma identidade escrava. Abraão e Estter tinham uma promessa. 65 anos de idade, eh, Abraão e Sara. Com 65 anos de idade, Sara ouviu que seriam pais de multidões. Com 86, ela não tinha vivido a promessa ainda. E aí o que ela fez? Ela chamou, ela chamou a escrava para viver as promessas. Chamou
o Agar, plano B, para viver as promessas de Deus. Mas não tem, queridos, como as heranças serem geradas no ambiente de escravidão. Mas Sara chamou Agar para viver a sua promessa. Chamou a escrava para dar frutos de promessa. Mas não tem como, queridos, não tem como heranças serem depositadas sobre alguém escravo e cativo. E eu sei que é um confronto interno sobre aquilo que estamos sendo chamadas para ser. e desapegar do que não cabe mais daqui para a frente. Não cabe mais. Sempre que o Senhor está fazendo algo novo, ele convida para um banquete. Foi
assim na parábola do grande banquete, onde muitos foram convidados. Todos foram. Acho que é Lucas 14, né? O Senhor então diz para os seus servos: "Então convide outros, porque ainda tem lugar na minha casa, até que a minha casa fique cheia. E aí o seu conservo foi novamente e convidou outros. E aí o rei falou: "Agora você vai pelos becos valados, convide a história da sociedade. Eu quero a minha casa cheia". E o seu conservo foi, então voltou e disse: "Ainda tem lugar." E aí o rei cirou e falou: "Então agora você vai, vai nos
valados, nos becos, nas casas de prostituição, nas casas de programa. Você vai na escória, você vai na boca, nas bocas de fumo, você vai não do lado do poço, dentro do poço, assim como eu fui encontrada, não do lado do poço como a samaritana, mas dentro, lá cavocando lá embaixo. Fui encontrada na homossexualidade há 12 anos atrás, com síndrome do pânico, viciada em cocaína, viciada em drogas e líder do movimento LGBT. Assim o Senhor me encontrou e o Senhor falou pro seu conservo: "Agora você vai e não convide. Obrigue-os a entrar no meu banquete. Obrigue-os.
Como assim, queridos? Quando eu li esta passagem, o Senhor falou ao meu coração: "Juliana, se eu convido você com identidade de escrava do jeito que você estava, há 12, 13 anos, se relacionando com mulher, com depressão, viciada em drogas, se eu convido você para o meu banquete, você não vem porque você não se acha digna de estar na presença do rei. Então, eu obrigue-os a entrar no meu banquete. Traga-os de qualquer jeito, disse o Senhor. Traga-os. Traga-os de qualquer maneira, porque dentro deles existe um acusador dizendo: "Ei, quem é você para estar aqui na mesa
do rei?" Um acusador interno chamado falta de merecimento, que fica dizendo: "Quem é você para achar que essa palavra de rainha é para você? Quem é você para se sentar no banquete? Quem é você para almejar grandes coisas?" Então o Senhor diz: "Vai e obrigue-os a entrar para que a minha casa fique cheia". Todo início de estação é a mesma coisa. O Senhor nos convida. E aí então vem o posicionamento de Ester para Mardoqueu depois de tudo que ela ouviu e ela olha para ele e fala assim: "OK, mande reunir então em Susan, todos os
judeus para que jejuem três dias e três noites. Não comam e não bebam nada. Eu e minhas servas e as minhas criadas faremos o mesmo. Ainda que seja estritamente proibido chegar na presença do rei, eu irei ter com o rei. E se eu tiver que morrer, que morra. Mas eu não vou viver uma vida sem me envolver naquilas, nas coisas que o Senhor está fazendo. Eu não vou viver uma vida sem me envolver. Eu não vou viver uma vida sem arriscar. Eu não vou ficar parada no meu testemunho. Eu não vou ficar parada nas histórias
ruins e nos discursos que eu tenho falado a meu próprio respeito até agora. Ela disse: "Eu aceito o convite para esse risco, porque eu sei que as recompensas são maiores". Sabemos que esses três dias e três noites, queridos, eles são proféticos e eles apontam para os três dias da crucificação, morte e ressurreição do Senhor Jesus, não é mesmo? Esté estava sendo convidada a ser crucificada, a crucificar uma identidade que não funciona, a morrer para as coisas desse mundo e ressuscitar não mais radaça, mas Estter com versos reais diante do rei. Assim como morreu o homem
Jesus, ressuscitou o Cristo glorificado. Ou seja, ninguém atravessa o processo que Deus te impõe e sai com a mesma identidade. Não, quando você se submete aos processos do Senhor, você sai com uma identidade de governo diante de uma identidade fragilizada. a morte de uma menina órfão, de uma menina ferida, insegura e ressuscita então uma nova identidade, assumindo a partir de agora coisas concernentes ao reino de Deus e não mais sendo levada por qualquer ventro de doutrina, mas uma mulher que assume o seu lugar, porque ela sabia, queridos, que ela não poderia chegar diante do rei
com uma identidade de escrava fragilizada, porque se ela chegasse diante do rei com a identidade ferida, Ela não alcançaria graça diante do rei, ela alcançaria misericórdia e piedade. E quem anda em governo não quer ser vista como uma coitada, queridos. quer ser vista com vestes reais, vestes de governo. E a palavra de Deus diz que o cetro do rei estendido para ela, ela sabia que se ela queria ir mais longe e ela queria, ela precisaria arriscar mais, se entregar mais, entregar a identidade que não cabia mais, porque ela não buscava pena aos olhos do rei,
queridos. Agora, quem não vive uma identidade real, vive buscando sim piedade e misericórdia diante dos outros, com discursos vitimados e justificados. E é todo mundo tendo te que te socorrer o tempo inteiro de um lado pro outro. Porque muitas de nós, mulheres, queremos ser vistas com olhar de misericórdia e não com olhar de governo. Ei, queridos, você não está na sua história. Você não está nas coisas ruins que te aconteceram e nem nas boas. Você está em Cristo Jesus. Nós precisamos nos desapegar dessa ânsia de sermos vistas com piedade aos olhos dos outros, com discursos
repetidos, vitimados. Por quê? Porque vítima, queridos, não governa. Vítimas são governadas. Vítimas não governam porque os seus discursos estão contaminados por uma identidade ferida. discursos, ruminações. Ela aceitou o convite, mas ela sabia que ela precisava chegar num novo patamar diante do rei com vestes de autoridade e não de lamento, vestes de alegria em vestinas. E ela sabia que o que trouxe ela até ali não era suficiente para levar ela para esse novo patamar que o Senhor estava chamando ela. Ela queria chegar na presença do rei com vestes de governo e não de orfandade. Em Ester
5 vai dizer que ao terceiro dia Ester se vestiu com as vestes reais. se pôs no pátio interno a casa do rei, de fronte ao aposento do rei, e o rei estava sentado no trono real. E o rei vendo a rainha diz que ela alcançou o favor e graça diante dele. O rei estendeu o cetro de ouro e Ester tocou na ponta do cetro. Na ponta do cetro só pode tocar quem é favorecido pela graça e não quem alcançou piedade, mas quem alcançou graça. Ou seja, o rei te reconhece como rainha. Você alcançou graça diante
do rei. Porque o Senhor, ele se agrada quando nós assumimos o nosso lugar, queridos. O rei se agrada quando você assume o seu lugar, quando você abandona as vestes de lamento e assume o seu lugar diante dele. E ele reconhece a identidade de governo que está sobre ela e diz: "Até metade do meu reino eu te darei, Ester. Me peça o que você quiser." Porque reis, queridos, por que o rei fez esta oferta para Ester? Primeiro porque ele reconheceu o governo sobre a vida dela. E reis presentei um reis. Metade do meu reino. Reis não
presenteiam escravos, eles presenteiam reis. Metade do meu reino. Porque ele viu que ela falava não como quem suplicava a favor, mas como quem tinha autoridade. É uma posição espiritual que reflete na sua maneira de falar, de caminhar, de se comportar, de agir. A sua voz muda, sua postura muda, seus pensamentos mudam. suas ações mudam, os seus interesses mudam, porque a sua identidade interna ela mudou. Você se desidentificou com histórias que não cabiam mais. E você está sumindo diante de Deus, diante dos homens, diante dos anjos e diante dos demônios a sua posição, aquilo que você
foi chamada para viver. E os demônios tremem, queridos, quando você entra no lugar que você foi chamada para viver como rainha, como realeza, o rei Jesus ao nascer, ele já foi presenteado. O Senhor Jesus não será rei só no próximo milênio. Ele já foi rei. Ele já é rei desde que ele nasceu. E ele foi presenteado por outros reis que trouxeram a ele ouro, incenso e mirra. Ouro mais rico dos minerais, o incenso a mais cara das unções e a mirra o mais cara dos perfumes. Porque reis não adoram de mãos vazias. É um produto
do reino. Reis sempre tem algo para dar. Mas a rainha Ester, ela podia ter aproveitado a oportunidade, né? O que você quer? até metade do meu reino te darei. Talvez se perguntasse para mim hoje, né, eu ia dizer: "Ó, tô precisando de um apartamento, uma casa, um carro". Mas Estter, queridos, elas ela estava de olho nas coisas concernentes ao reino e ela fala: "Eu quero um banquete, mas eu quero um banquete na presença do meu inimigo. Eu quero rei, mas eu quero um banquete na presença do meu inimigo para que o meu cálice se transborde."
Conhece esse versículo? Porque quando a taça, a medida da taça enche, diz em Apocalipse, o rei age. Quando a medida da taça encheu e transbordou, Deus entra em favor, em providência a nosso respeito. Ela se vestiu com vestes reais, trocou as vestes e a sua identidade rainha começou a vir para fora. Então ela olha pro rei e fala: "Eu quero que venha o rei e a mã a um banquete". A rainha chama todos. para resolver. Reis trabalham com testemunhas, fazem as coisas na mesa, resolvem as coisas as claras, não no oculto, não na manipulação, não
na sedução, não na lacívia, na mesa. Mesmo sabendo os planos ocultos e as manipulações de Amã, Estter continua andando em honra, porque reis andam em honra. mesmo diante dos meus inimigos. Ela não desce ao nível de Amã para retribuir-lhe conforme ele agia. Porque, querida, se nós não sustentamos uma identidade com princípios, quando nós estamos frente a desafios, a conflitos, e nós cedemos ao modo de funcionamento do mundo, não tem como a gente mudar de patamar, não tem como passar de fase, não tem como uma identidade inconstante sustentar e suportar grandes bênçãos, porque não suporta grandes
desafios e cede ao modelo operacional do mundo. Mas Ester falou: "Não, não tem plano B. É na diplomacia de reis que eu ando". E quando você anda na sua posição de honra, todo vaso de deshonra é exposto diante de você. Eles te deshonram no privado e são deshonrados no público como Amã. Quando existe alguém andando em honra, todo vaso, toda serpente de deshonra é revelado. Queridos, Estter andou em honra na presença do seu inimigo e o cálice dela transbordou. Porque a realeza, a identidade real, queridos, ela cresce no solo da honra. Ela se move na
luz e não nas escondidas. Mas quando você desce o nível do seu inimigo, quando você desce o nível de agir do seu inimigo, você se iguala a um escravo. E se você se trata, se iguala a um escravo, queridos, não espere que os outros te vejam como rainha. Se você desce ao nível, porque o escravo ele se movimenta por desejo, por barganha, por interesse, por egoísmo, por chantagem, por lacívia, pelo coração, pelas coisas do mundo, ele baixa a cabeça e funciona no seu modo de interesse. Não interesses concernentes ao reino, mas interesses próprios, sem nenhum
princípio. Obedece ao medo, obedece ao rancor, a mágoa, a ira. Coloca as coisas debaixo do tapete e começa a andar no modo evitativo, desviando de uma pessoa aqui que falta liberar perdão, desviando de uma empresa aqui que ficou devendo, desviando, porque todo vaso de deshonra deixa um rastro por onde passa, queridos, e não consegue mais andar de cabeça erguida. Tudo bem até aí, meninas? Quando nós andamos em deshonra, o Senhor fica impedido de trazer o sobrenatural para as nossas vidas por causa da nossa deshonra. Deus não tem compromisso com vasos de deshonra, a não ser
trazer a exposição. Dura coisa dissestes. Mas quando eu ando em desonra, queridos, na minha casa, no meu trabalho, na minha igreja, na minha vida, quando eu ando em deshonra, eu só estou informando a Deus que eu estou desqualificada para posições mais elevadas, que eu ainda não estou pronta para receber tudo aquilo que eu tenho pedido em oração, que eu ainda não estou pronta para bênçãos maiores, porque reis andam de acordo com os princípios do reino de Deus e não de um mundo caído. A desonra, ela é uma cadeia espiritual que ela vai denunciar. a condição
espiritual de cada uma de nós. Por isso que eu falei que essa ministração, ela envolve coisas concernentes ao espírito. A honra promove você em todos os lugares que você estiver inserido. A deshonra destitui você de qualquer lugar. Ninguém que se move fora da honra exerce realeza ou governo, porque não se estabelece governo na desonra. E o que nós temos reproduzido? Nós sempre vamos reproduzir do lado de fora aquilo que nós carregamos aqui dentro, o ambiente que nós carregamos do lado de dentro. Ester poderia ter tentado resolver esse bo na cama. O rei não era seu
esposo? Sim. ter falado para o rei, olha, sabe o seu administrador, amã? É, ele tem feito tais e tais coisas. Ela poderia ter agido dessa maneira e tentado resolver as coisas de uma outra forma, mas ela andava na diplomacia de reis e não queria resolver as coisas na sedução, na sensualidade, na beleza, na manipulação. Por que que nós vemos a reclamação e a murmuração acompanharem vasos de deshonra, queridos? Mesas de deshonra sempre tem murmuração. Murmuração porque ela sempre acha que é vítima da situação. Vítima. E as vítimas elas nunca estão erradas, né? É o mundo
que precisa se curvar diante delas. Então ela se libera para reclamar, para murmurar das pessoas do sistema, da igreja, do líder, da infância, da família, das experiências ruins que ela teve, das pessoas, dos chefes. Mas vítimas não exercem governo, queridos, porque as suas motivações e a sua identidade está contaminada por uma identidade ferida. Toda pessoa que carrega deshonra dentro de si, ela caminha pelo mundo achando que o mundo deve algo para ela. Ah, você vai vir ajudar na conferência originais? Não, eu já vou dar a honra da minha presença, já vou estar lá. A vítima
não se envolve. Você vai ajudar no culto? Você vai se envolver com tal coisa? Não. Pelo simples fato dela existir, ela quer ser honrada, mesmo sem se envolver com nada. Vai na loja da irmã que tá começando agora, pede pra irmã fazer o preço de custo, em vez de ir lá orar pela irmã, abençoar a irmã, pagar o que lhe é devido. Mas o escravo, ele nunca tem nada para oferecer. Ele sempre chega de mão abanando, ainda quer estorquir você. Chega na oficina do irmão que abriu agora, olha pro irmão e fala: "Me cobra só
a peça". Ao invés de ir abençoar, eu já estou dando a honra da minha presença. São escravos que nunca tem nada para oferecer, mas sentem coisas para pedir. Quem acha que nunca tem nada para oferecer, queridos, ou veio ao mundo para ser servido, está fadado ao fracasso. Porque reis servem, reis presenteiam, reis abençoam, reis não estão na fila da mendigância. A, aí, então, Ester solicita um novo banquete. Enquanto isso, o Senhor estava gerando no mundo espiritual, enchendo a sua taça de honra e de medida. Talvez você esteja aqui vivendo num mundo como Talvez você já
esteja numa posição de rainha. Assim você está, porque o Senhor nos fez, diz a palavra de Deus, mas vive num modo operacional de escravo. Escrava da performance, escrava do trabalho, escrava da autocobrança. E mulheres que vivem no modo autocobrança, mulheres esgotadas, elas negociam seus valores, elas negociam seus princípios e elas começam a se nivelar por baixo, queridos. E Deus não tem compromisso com a nossa exaustão. Ele tem compromisso com o nosso descanso. Porque há lucro no contentamento. Primeiro Timóteo 6:6. Por isso que Satanás quer arrancar de nós o descanso, porque ele sabe que se você
se liberar da autocobrança e entrar no modo descanso, você vai se contentar com tudo aquilo que o rei já te deu. E grande fonte de lucro há no contentamento e no descanso. Mas o descanso é é para reis, querido. Eu não tô dizendo aqui que é gente que não tem boleto para pagar, não, mas é trabalhar na força e nos limites que você tem hoje. Porque quem se abandonou, queridos, quem não se cuida, também está informando a Deus que não vai dar conta de receber bênçãos superiores. Se você está entregue, se você se abandonou, quando
você anda em autocuidado com o seu corpo, com a sua mente, você informa para Deus que você sim está apta a viver coisas maiores, mais grandiosas, a viver tudo aquilo que você tem pedido em oração. Mas a mulher que se abandonou, ela ela ela está informando para Deus que ela não dá conta, que não é para entregar, porque ela não ela não resiste, ela não vai conseguir suportar. E o descanso é trabalhar dentro dos seus limites. Vai na força que você tem, disse Deus para Gideão. Eu sei que você é limitado, mas vai do jeito
que você consegue. Vai na força que você tem, mas vai miserável. Não fica na mesa da autocomiseração, da lamúria, da murmuração. Respeite os seus limites. Você não é todo mundo, já dizia sua mãe. Pare de seguir essas pregadoras que com performance que você não sabe da onde, que dão conta. 5 horas da manhã estão tomando um chá de alecrim com roupão, né? em volta de um roupão na cabeça, um roupão no corpo e a pia lá atrás não tem uma louça. E você a 10:30 não acordou porque o rivotrio de ontem te derrubou ainda desde
os opidem que você tomou ontem ainda te deixou com labirintite 10:30 nem você não sabe nem que vai fazer de almoço. Chega meio-dia aquela preciosa que você segue já tá com 12 filhos arrumados para a escola, né? Tem uma lasanha que ela fez e você tá procurando lá o iFood mais barato. Vai na força que você tem. Pare de se comparar. Comparações que mulheres que conseguem malhar três vezes por dia, que estão com as plásticas em dia, os boletos em dia, a família em dia. Que perfeição. Maravilhoso, né? É fácil amar alguém perfeito, mas amar
você desse jeito agora é um desafio. Talvez com os boleto para pagar, uns remédios para abandonar, o pilates para começar. Não é fácil amar alguém imperfeito, mas Jesus te amou na sua imperfeição. E a autocobrança ela não libera você para se amar, porque ela fala: "O que que você tá fazendo nesse sofá com aquela pia cheia de louça, com aquelas pessoas para responder no WhatsApp? com a louça para lavar, com a roupa para para colocar na máquina e você aí deitada no sofá. Autocobrança ela é carrasca, até ela não te ver com burnout e depressão,
ela não larga você. E a gente para responder a performance do mundo, a gente não consegue sentar no sofá, ter um tempo de comunhão com a família. Então a gente levanta para responder à autocobrança e vai lavar louça e vai fazer as coisas. Eí, queridos, a louça não tem tanta importância quanto o diabo quer que ela tenha. que às vezes você não tá cansada de fazer as coisas, você tá cansada de tentar ser alguém que você nunca vai ser. Senhor, às vezes você não está cansada do seu trabalho, da sua rotina ou das dos seus
afazeres. Você está cansada de tentar ser alguém que você nunca vai ser e fica chicoteando a pessoa errada. Olha lá, fulana lançando mais um livro, a outra mais um curso, a outra não, a outra mais uma faculdade. Você aí, miserável, não conseguiu largar os upd ainda. Vai na força que você tem. Disse o Senhor para Gideão, eu sei as tuas limitações. Ande em alto cuidado que a maior arma que você tem contra o diabo é cuidar de si mesmo. Porque aquele que se abandonou, queridos, ele não tem amor próprio. Ele não reconhece os seus limites,
seus valores. A autocobrança, ela grita dentro de você um acusador cheio de exigências. Quando você não cumpre o ideal, quando você não consegue entregar 100% do que você se propôsse em algumas situações, quando você perde controle, ela não permite você relaxar. Só que a autocobrança ela é um prego cravado na nossa personalidade. Por quê? Porque ela sustenta outras estruturas. Eu preciso dar conta de tudo porque aqui se eu não der, aqui em casa ninguém dá. Eu preciso fazer tal coisa porque senão o negócio desanda. Eu preciso, eu, eu, eu. Eu. É um discurso cheio de
eu. Porque Satanás, ele não quer que você faça a vontade dele, ele quer que você faça a sua. Então, vai, você consegue, eu vou, eu consigo, eu dou conta, mais um, faço mais uma coisa, pego mais uma. E o chicote nas costas, chicoteando a pessoa errada. Não tem como vencer desse jeito, porque é o diabo o acusador, mais você contra quem? Contra você. Não deixe Satanás vencer você ainda mais com a sua ajuda. Entende? Que Deus não conta com ninguém do outro lado? Seu corpo não é Uber para ficar de um lado e pro outro.
Ele precisa de autocuidado. Tô olhando o meu tempo aqui. 3 minutos. Vocês aguentam 4 minutos? Entre 4 e 45 eu termino. Tá bom? Por que que eu tô falando isso, querido? Porque eu eu entrei no burnout há do anos. Porque quando o Satanás ele não te prende na incapacidade, quem é você para fazer tal coisa? Você não dá conta. Fique quieta, não se envolva, fique acuada. Quando ele não consegue te prender pela intimidação e pelo medo, ele te joga. Então vai agora, faz tudo, pega tudo, dá conta de todo mundo. E aí ele te mata
na exaustão. E nós precisamos aprender a andar em equilíbrio. Como reis andam em equilíbrio, servindo a Deus e Pai na força que você tem. Porque aí o acusador vem lá na frente e fala: "Você não deu conta de tudo. Você não é digna de descanso. Quem é você para vestir vértices vestes reais? Se propôs em fazer 10 coisas, só fez uma hoje. Sai desse sofá. Quem é você? Um acusador interno de falta de merecimento que precisa vir para onde? Pra mesa. Quem é amã? nossas sombras, nossos beos para resolver nossas pessoas para reconciliar nossas múltiplas
personalidades idealizadas que não cabe mais naquilo que o Senhor tem, não funcionou, não deu certo, é a partir de agora. A mã é o inimigo sentado à mesa. Às vezes são as nossas histórias excluídas. A gente precisa chamar mesa, integrar na nossa vida para resolver, não esquecer, não maquiar, não fingir que não tá ali, não fingir que não tem aquilo para resolver. Por que que nós temos que chamar a mã para a mesa? Porque o lugar de governo que nós pretendemos ir não tem como ficarmos refém de acusações e de histórias mal resolvidas. Então vem
paraa mesa. Nós estamos esperando acessar heranças do reino superior, do reino sobrenatural, com atitudes terrenas e fugindo de responsabilidades, de mandamentos e dando fora de princípios, compendências para resolver, pessoas para perdoar, histórias para corrigir, pecados para abandonar, mas para acessar bênçãos de um reino superior, nós precisamos caminhar dentro dos princípios desse reino, porque senão a palavra de Deus diz que você, enquanto escravo, não difere de uma criança. Você é dono de tudo, mas você não dá conta de administrar. Então não tem como entregar para você. Você precisa de tutores que administrem por você. Mas até
quando essa identidade de criança, 40, 45, 30, 55, até quando, queridos, o Senhor não vai poder liberar aquilo que ele tem para nós, porque nós ainda não alcançamos a maturidade. A rainha de Sabá chegou ontem à noite, quando a Demétrio estava ministrando, eu tava pensando na rainha de Sabá, quando ela foi visitar o rei Salomão, interessante, né? Em segundo Crônicas 9, ela vai visitar o rei, uma rainha, segundo estudiosos, era a rainha da Etiópia, que ficava aproximadamente 4.000 km de Jerusalém. Ela andou 4.000 km e não foi de avião, provavelmente charrete. Uma rainha foi visitar
outro rei. E a palavra diz assim: "Tudo que eu eh segundo Crônicas 9:5, tudo que eu ouvi em meu país acerca das tuas realizações e de tua sabedoria eram verdade, mas eu não acreditava no que diziam até ver com meus próprios olhos. Na realidade não me contaram nem metade da tua grandeza e da tua sabedoria. Tu ultrapassas muito o que eu ouvi. Como devem ser felizes os homens da tua corte que continuamente estão diante de ti, ouvem a tua sabedoria. Quando você anda em realeza, todos à sua volta são beneficiados. Todos recebem, bebem da sua
fonte. Aí no versículo 9 diz: "E ela deu ao rei 4.000 kg de ouro em grande quantidade de especiarias e pedras preciosas. Nunca se viram tantas e tais pedras como as que a rainha de Sabá deu ao rei Salomão. E aí na continuidade diz: "O rei Salomão deu a rainha de Sabá tudo que ela pediu e ele lhe agradou além do que ela trouxe. Depois voltou para sua própria terra junto com a sua comitiva. Eu não sei se a gente pegou o que tá escrito aqui. Eu falei que reis presenteiam reis. Ela não entregou ao
rei Salomão por necessidade. Nós temos, muitas vezes, nós temos um desprendimento de ofertar, de presentear, de dar para aqueles que são pobres e miseráveis. Mas isso a palavra de Deus chama de esmola. Isso é um mandamento, cuidar dos órfãos, das viúvas, dos pobres. Quando você entrega algo para alguém que é mais poderoso do que você, isso é honra. E aqui a palavra de Deus vai dizer que a rainha de Sabá deu ao rei Salomão 4200 kg de ouro. Mas olha o que diz no versículo seguinte: "E o rei Salomão deu à rainha tudo que ela
pediu, ou seja, ela foi visitar o reino, tudo que ela viu lá e gostou, ela pediu coisas preciosas. Ela pegou para ela tudo que lhe agradou e além do que ela trouxe, ou seja, tudo que ela levou pro rei Salomão, ela trouxe de volta para casa. Porque quando você honra, queridos, é uma moeda no reino espiritual que converge uma atitude natural que você honra em bênçãos sobrenaturais sobre a sua vida. E a palavra de Deus diz que ela trouxe, ela levou de volta tudo que ela deu para ele de presente. Os 4.000 kg de ouro
ela levou para casa de novo, não ficou em Jerusalém. Três coisas eu aprendo aqui. Primeiro, ela viajou 4.000 km porque reis gostam de estar sentado à mesa com outros reis. Caminhar sozinho é coisa de escravo. A realeza gosta de andar reunida. A realeza gosta de andar junta. Segunda coisa, reis não invejam as competências, as qualidades do outro rei. Elas enaltecem quão é grande a tua sabedoria, a tua grandeza. Elas ressaltam as qualificações, elas exaltam as qualidades de uma outra mulher. Nós conseguimos esse nível, meninas, porque a competição e a criticidade, ela tá na cenzala, ela
tá na parte de baixo, no reinado, nesse lugar, na parte de cima, todos estão se ajudando, não há competição. Mas a gente acha que é humilde muitas vezes dizermos quão insignificante nós somos, quantas qualidades nós não temos, porque nós achamos que assim nós estamos honrando a Deus enquanto rei, nos depreciando. Tem até uma música que fala, né, também é um versículo, que ele cresça e eu diminua. Mas você não diminui Deus. Você não diminui a si mesmo. Você não honra a Deus diminuindo a si mesmo. Você honra a Deus fazendo aquilo que ele te chamou
para fazer e não se depreciando e não se diminuindo. O Senhor Jesus disse: "Não se pode esconder uma cidade sobre o monte, nem se acende uma luz e deixa ela debaixo de um cesto. coloca ela num velador, ou seja, numa parte alta, para que todos da casa sejam iluminados e assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem a Deus. Quando os homens venceram os midianitas, eles falaram: "Pela espada de Deus e de Gideão também. Nós muitas vezes queremos esconder as nossas qualidades diante dos outros. O nome
disso é falsa humildade. Porque nós precisamos nos apropriar, meninas, para poder vestir essa túnica, sermos vistas como diferente. Nós precisamos de coragem para apresentar as nossas qualidades para o mundo. Você não vai honrar a Deus se diminuindo daquilo que ele te chamou para fazer. Porque se você soubesse o que Deus quer fazer através de você, você não estava se depreciando tanto e achando isso humildade. O noivo Jesus, ele vem buscar uma noiva linda, nobre, uma realeza. Ele não vem buscar uma escrava. A noiva somos nós. O problema muitas vezes não é que o nosso desafio
é muito grande, mas é que a gente se sente insignificante porque não fomos criadas para ser realeza. Às vezes o problema é o nosso senso. Nós nos sentimos muito pequenos. Mas uma pessoa que reina, meninos, uma mulher que reina, ela consegue sustentar a sua identidade sem aceitar acusações, sem aceitar culpas, sem aceitar conviver com amarguras, com pecados, com falta de perdão. Ela traz pra mesa e resolve. Porque isso é apropriação de um lugar. Não tem como desfrutar um lugar se você não se acha merecedora desse lugar. Talvez já tenhamos formado autoimagens depreciativas e não tem
como ser maior do que a imagem que nós já formamos de nós mesmas. Porque a palavra de Deus diz em Provérbios: "Asseim pensa na sua alma, assim você é". Nós precisamos decidir em qual identidade nós vamos operar. Se em pó ou se em glória todas as manhãs quando nós acordamos. Meninas, talvez a sua história não tenha sido tão boa. Já estou encerrando, como de Estter que tinha coisas para resolver, assim como a minha. Talvez se eu for contar inteira aqui vai dar um testemunho, vai dar ruim, você vai sair desmotivado. Mas eu venci, eu tô
aqui em nome de Jesus. Mas qual história você tem contado acerca de você mesmo? Talvez você tenha parado nas suas experiências ruins, nos seus testemunhos. Não pare nos seus testemunhos. Tem muita coisa para você fazer. É de glória em glória e uma glória cada vez maior, diz o Senhor. Uma glória cada vez maior. Não tem como mudar de estação e levar consigo uma identidade fragilizada, não. Cheia de pecado, de treta ou coisa para resolver. Não tem como, queridos, abraçar as vestes reais. Se o Senhor Jesus Cristo disse: "Primeiro limpe o interior para que o exterior
resplandeça." Fique de pé, por gentileza. M.