[música] Sila, mata, respira. Nem [música] tudo que se move é alvo. Passo leve pé no chão que responde.
Folha cai, mas o caçador não se esconde. Aprende cedo a não falar demais. Quem grita muito volta de mão vazias.
Oxó, senão [música] corre atrás do mundo inteiro. Uma flecha certa sustenta o janeiro. [música] Enquanto a cidade quer tudo para ontem, a floresta ensina o valor do momento.
[música] Já errei alvo por ego e pressa. Aprendi na fome o [música] peso da promessa. Nem todo desejo merece atenção.
O choce me deu [música] mira, não compulsão. O arco estica junto com pensamento. [música] Se a mente treme, a flecha sente o vento.
Por isso eu limpo o peito antes de agir. Quem caça torto acaba caçado no fim. Quearo, [música] senhor da precisão.
Uma flecha, uma decisão. [música] >> Rei do silêncio, atento. Pouco é muito quando é sustento.
Eu ando sozinho, mas nunca vazio. [música] Tenho folha cheio, um pacto antigo. Quem vive pedindo perde o valor.
[música] Oxó se ensina a troca não favor. Na matar tudo vê, tudo registra. [música] A guarda passa, o tronco memoriza.
Se eu piso errado, o verde responde e a caça foge, o caminho se esconde. Não é sobre matar, é sobre manter [música] equilíbrio vivo para tudo viver. Só se não é fome descontrolada, é a lei que sustenta a jornada.
Aprendi a dizer [música] não sem culpa no tom. Nem toda mesa precisa do meu dom. Quem abraça tudo não segura nada.
O se ensina mão [música] calibrada. Quearro. [música] Flecha que não erra.
Conhecearo [música] caçador maior que mata [música] fome, não valor. Tem dia que a mata fecha e confunde. Teste de fé para quem não se ilude.
Só observa quem insiste quieto. Quem respeita o tempo recebe o decreto. Jaque [música] ser visto, Jaques aplauso.
Hoje eu quero só o passo exato porque visibilidade sem raiz vira sombra grande mais infeliz. Meu luxo é saber a hora de agir. Meu ouro é voltar com algo para dividir.
O cho [música] não cria. Rei solitário. Ele cria aldeia não milionário.
Quando a flecha voa, o mundo para. É um [música] segundo só, mas tudo fala. Se errar eu aprendo.
Se acertar eu agradeço. [música] Porque o chor me deu mira não excesso. E silêncio também é resposta.
Esperar também é caçar. Nem todo movimento é avanço. Oxó se governa pausa.
[música] No verde eu me encontro. Menos peso, mais confronto. Queo [música] passa consciente.
Sobreviver também é mente. [música] Eu não quero o mundo inteiro na mão, quero sustento limpo na canção. Quem respeita a folha, respeita o chão.
Quem respeita o chão, respeita o irmão. [música] Oxó, se me livra da fome que cega, da ambição que toma e não entrega. Prefiro pouco que alimenta do que muito que [música] apodrece a mente.
Se eu erro o alvo, eu não blasfemio. Eu reviso o arco, eu refaço o treino. Porque fé sem prática vira ruído.
Choósse que é gesto comprometido. [música] Na selva urbana eu sigo igual. Olho aberto, senso vital.
Nem todo [música] contrato é caça certa. Nem toda porta merece [música] ser aberta. Uma flecha, uma flecha, um caminho, caminho, caminho, [música] uma escolha.
Cho no pulso no olhar nação. Quearo, meu [música] pai, ensina-me sempre a acertar o necessaro, meu [música] pai. meu.
Ensina-me sempre a acertar o necessário. >> [música] >> Yeah.