o amor líquido segundo Zygmunt Bauman Vivemos em um período de modernidade líquida onde o mundo está em constante transformação a velocidade intensidade das mudanças socioculturais fragilize os antigos alicerces dos laços humanos Nesse contexto o amor também ganhou um aspecto líquido pois faz parte desse cenário de movimento da vida moderna Vamos explorar a maneira como homem sem vínculos figura Central desse tempo lida com seus anseios as mudanças imprevisíveis cada vez mais injeta um sentimento de insegurança no convívio social os relacionamentos pessoais e familiares enfrentam crescentes conflitos internos e não se o contato com estranhos carrega o
peso da desconfiança tornando-se difícil amar o próximo o leitor está convidado a analisar o quadro das like das relações afetivas e assim observar os conflitos do homem moderno no campo dos relacionamentos e até mesmo a refletir sobre o modo como encaramos a questão da crise dos refugiados em conhecer a obra em 12 minutos a apaixonar-se E desapaixona se o homem do mundo líquido encontre dificuldades em seu convívio social marcado por inseguranças riscos e ansiedades se os relacionamentos são influenciados pelo ritmo das mudanças constantes e tendem a sofrer muitas oscilações as pessoas não saiu pela segurança
de uma companhia confiável porém desconfio da ideia de relações permanentes O resultado é a presença de desejos conflitantes de estreitar Laços e ao mesmo tempo manter os frouxos inicialmente Bauman sugere ao leitor uma comparação entre o amor EA morte no sentido em que ambos possuem uma chegada a única inesperada e definitiva não se aprende amar do mesmo modo que não se aprende a morrer no entanto o amor desfruta de um status particular do de outros eventos únicos na modernidade o significado da palavra amor para sua ser mais abrangente alcançando até mesmo as experiências mais Breves
o apaixonar se tornou se uma condição mais recorrente a repetições dessa maneira alimenta-se Uma expectativa na próxima experiência Pois é uma grande oferta de novas possibilidades amorosas O porém o autor Alerta sobre um grande risco a ilusão de se pensar o amor como uma habilidade adquirida possível de ser acumulada com a prática mas o amor não se desenvolve em um ambiente estável propício a formar hábitos e por ser assim tão imprevisível ele dificulta a tarefa do aprendizado e referência poeta Romano lucano balm reforça ideia Lembrando que é da natureza do amor ser refém do destino
ele acontece entre dois seres cada um na condição de ser a incógnita do seu parceiro nessa premissa contraditória abrir seu destino significa então convocar um medo e o prazer a entrar em simultaneamente em nossas vidas amorosas eu abrir seu desconhecido o problema é que uma cultura Consumista como a nossa A Experiência Amorosa tornou-se outra mercadoria a busca pela satisfação instantânea pelo produto que permite o uso imediato e um fácil descarte contaminar um cheque da relação amorosa e o homem moderno acostumou-se com garantias de plena satisfação consequentemente ele fica desconfortável a entrar em terras inexploradas sem
nenhum aparelho GPS a falta de orientação assusta abertura para o desconhecido tem aparência de um precipício o amor torna-se frequentemente Então atemorizante conta Norte porém assim certeza do campo amoroso é diluída em meio à tentação do desejo e do excitamento assim ele também assume a forma de um jogo que vale a pena participar apesar de ser os riscos o caráter contraditório está no fato de que se apaixonar parece tão atrativo conta escapar da Paixão o desejo o amor são considerados os irmãos por vezes gêmeos porém nunca univitelino e isso pode confundir aqueles que a dentro
não imprevisível mundo das relações amorosas o desejo é vontade de consumir devorar destruir e o desejo é satisfeita Apenas quando eu deixo de existir em sua essência um impulso de auto-destruição em conta que o amor é a vontade de cuidar e de proteger é o impulso de expansão e proteção ele participa da Gênese e posteriormente buscar a imortalidade na relação o desejo aniquilasse o objeto o amor preservam o desejo Celta destrói o amor se alto perpetua e os pilares do compromisso no entanto para exercício todo esse gelo o amor utiliza da coleção ele perde o
seu objeto para proteger Lu ele é capaz de projetar um futuro que será construído os pilares do compromisso porém nosso mundo líquido amarrar o futuro é algo irrealizável embora apreciado o quanto às Promessas de compromisso são relevantes a longo prazo em um mundo onde o hábito Consumista insiste em buscar a satisfação instantânea quando uma mercadoria se torna obsoleta ela é descartável perde sua condição daquilo que antes foi desejada Pois foi consumida e tornou-se ultrapassada busca-se a troca por uma nova mercadoria que agrade mais o atual desejo está no novo objeto se os relacionamentos transmitem tanta
incerteza em relação a sua durabilidade como homem moderno suportaria a oferta dos novos produtos é que o compromisso está relacionado ao nosso grau de satisfação com o relacionamento fazendo uma analogia com investimentos em ações a segurança existe na expectativa do retorno o esperado porém tanto o Mercado de Ações contra o mercado do amor não são garantia de satisfação plena e duradoura pelo contrário o relacionamento é uma incerteza permanente e o compromisso firmado por sua vez acaba intensificando a insegurança que dominava o amante em seu período passado de Solidão a ansiedade atende por outros nomes mas
não abandona o indivíduo e agindo irracionalmente esse Coquetel reúne doses constantes de ansiedade de insegurança a tendência se embebedar e agir de modo irracional o voo que era para ser tranquilo fica então marcado de instabilidades e turbulências um medo de separar-se por sua vez é um prato cheio para o desejo de mudar o outro muitas vezes também queria ser ilusão de que agradar o parceiro eternamente irá resolver o problema no entanto o fracasso dos relacionamentos é frequentemente uma falha na comunicação O Agir irracionalmente presente nas decisões apaixonado compromete os diálogos dentro da relação o indivíduo
confunde adoração do ser amado com a alta adoração isso gera vários equívocos na hora de pensar em um futuro compartilhado se o amante apenas projeta na pessoa amada as coisas que ele mesmo ama buscando um espelho seu amor é narcisista ele procura um reflexo projetado em outra pessoa que seja capaz de reconhecer sua glória e diminuir sua insegurança é o que o indivíduo muitas vezes ignora é que Também passamos por constantes metamorfoses as pessoas mudam em velocidade cada vez mais rápida fica difícil inclusive reconhecer sua própria projeção da pessoa amada ele não é mais o
mesmo de quando resolveu firmar o compromisso a ideia apresentada é de que une significa viver um futuro indefinido e é difícil incorporar futuros totalmente compartilhados aos presentes individuais parcialmente compartilhados É vivendo sem vínculos dessa maneira mais expectativa de uma identidade compartilhada irá sempre nos frustrar pois essa identidade tal qual rio de Heráclito está em constante transformação isso alimenta uma descrença na unidade o homem sem vínculos acaba se interessando mais pela arte de romper minimizando danos ele não é ensinado a constituir relacionamentos e a buscar reparos ele está acostumada descartar produtos e a consumir os próximos
ele recebe diariamente conselhos da mídia sobre como resolver seus problemas amorosos os veículos de comunicação agentes que promovem o consumismo são também os terapeutas modernos a solução apresentada buscar mais redes e menos vínculos os vínculos podem tornar-se duradouros e isso assusta as redes pressupõe a permissão de conectar-se desconectar-se de uma maneira bem mais prática as alternativas modernas apresenta possibilidades mais flexíveis adequadas ao estado líquido das relações sociais se sustentam ímpeto por estreitar laços e ao mesmo tempo mantemos frouxas o impulso pela Liberdade EA ânsia por pertencimento tentam guiar simultaneamente o amor líquido entre os Recifes
da solidão e do compromisso é a visão moderna sobre os filhos vamos no começo Capítulo Relembrando o pensamento de lévi-strauss estica uma reflexão acerca do sexo eo modo como a natureza EA cultura se encontram no ato sexual o desejo sexual é inclinação natural humana mais social e de maneira incontestável uma vez que a satisfação depende do convívio humano há muito tempo que o sexo não é apenas um meio de reprodução da espécie humana hoje a medicina competir com ele por essa responsabilidade Afinal a modernidade líquida também possui uma maneira particular de lidar com a chegada
de filhos ou com a escolha por não tê-los o Antigamente os filhos somavam-se a força de trabalho dos Pais eram produtores sua chegada representava Uma expectativa de melhora no bem-estar do Lar além disso eles eram maneira de prolongar a duração da família havia o valor de se ter um filho para não deixar a linhagem familiar morrer Oi hoje em dia o filho é um objeto de consumo emocional a satisfação esperada relacionada ao seu custo é uma das aquisições mais caras para o homem moderno e é uma decisão que envolve consequências de grande e imprevisível alcance
os pais diminuição ambições pessoais por tempo indeterminado é um tipo de obrigação evitada por cada vez mais pessoas por se choca com cenário líquido moderno torna-se mais comum à procura de Muitos pais por clínicas institutos médicos que vendam garantia de gestações mais seguras doadores mais atraentes o mapeamento genéticos eficazes a separação entre o sexo EA reprodução tem arma em sendo o poder EA benção do consumismo o sexo uma ilusão o sexo representa um desejo de fusão total por meio de uma ilusão de União essa fusão física é buscada pelos que nasceu escapar do medo da
Solidão porém a união a ilusória apesar de intensa é transitórias periódica e ao final após realizar o desejo Ela traz a frustração o sexo hoje em dia está sobrecarregado de expectativas que super na sua capacidade de realização ele é promovido como um símbolo ideal da parceria humana e oferecido de maneira comercial em grande abundância anteriormente nas amarras da sociedade patriarcal e puritana o sexo era relacionado ao amor a ideia de segurança e continuação da família atualmente ele se livrou de muitos tabus Mas tomou uma proporção que não resolveu antigas contradições agora os sexos submetidos a
soberania da like da Razão moderna essa razão enxerga opressão onde a compromissos duradouros e desistimos direito aos vínculos a racionalidade do e insiste encurtar a distância entre o impulso EA satisfação ele apresenta outras válvulas de escape modernas como os clubes que promovem as trocas de casais uma Sabotagem ao matrimônio feita em dupla em que ambos participam que não se culpam pelo Adultério mesmo assim que salta aqui é mais uma alternativa que não é capaz de garantir o fim das frustrações o homossexualismo está condenado a permanecer para sempre incompleto e realizado realidade virtual passando pelo pensamento
de Durkheim ele chama atenção para uma nova ferramenta da sociabilidade a realidade virtual é um dos agentes responsáveis pela correção externas ao indivíduo no campo das relações as conexões virtuais estimulam a separação entre a comunicação eo relacionamento a rede eletrônica popularizou-se pela facilidade de cortar conexões minimizando os danos e ela traz a possibilidade de conexões humanas mais frequentes mais banais mais intensas e mais Breves procura substituir a qualidade das relações por uma festa baseada na quantidade a possibilidade de não precisar mais a possibilidade de não precisar mais estar à disposição quando o outro precisa atraiu
muitos usuários isso é um reflexo da sociedade que Valoriza as quantidades uma sociedade que quantifica a felicidade eo bem-estar social pelo consumo pela quantidade de dinheiro circulante e os seres humanos que não participam da economia monetária são marginalizados e julgados inferiores o padrão de vida Consumista é o aceito e incentivado enquanto que os vínculos sociais a solidariedade eo amor ao próximo são enfraquecidas e desestimulados a dificuldade em amar o próximo É nesse capítulo a questão da humanidade é mais problematizada Bauman quer levar o leitor a refletir sobre as bases que fundamentaram a passagem do instinto
de Sobrevivência para a moralidade a questão de amar o próximo como amar a si mesmo parece muito distante dos valores que se estabelecem mas a modernidade líquida o homem moderno questiona-se sobre o quanto vale a pena amar o próximo mais uma vez ele conte fica ganhos e perdas e situações são da compaixão é cada vez mais esquecida nada mais Contrariar tão fortemente a natureza original do homem quanto esse gesto de amar o próximo como amar a si mesmo aceitar os seguiram é um ato de fé que reconhece a humanidade no sujeito e no próximo eu
não consigo de amor próprio também é lembrado e discutido ele existe Como estimular permanecer vivo a sobrevivência qualidade também presente nos animais porém os humanos também são capazes de construir amor próprio a partir do amor que é recebido no momento em que percebe que é armado o ser humano reconhecem-se uma importância singular e Vicente aqui não é descartável a aversão ao estranho é amar o próximo como a si mesmo é um gesto de respeito a singularidade de cada um reconhecido valor das diferenças mas nos cenários urbanos o que vemos é a versão ao estranho a
dignidade dos outros é esquecida quando se exalta sobrevivência a Qualquer Custo e esse é um quadro muito retratado nas grandes cidades elas cada vez mais promovem O isolamento entre seus próprios cidadãos ativos a arquitetura urbana por móveis muros EA segregação as novas habitações Clamam Por segurança e vigilância como é possível amar o próximo e uma atmosfera de tanta desconfiança trazendo opiniões distintas sobre as inclinações naturais humanas vamos mostra como hoje em dia funciona o jogo da Sobrevivência ser a suspeita em relação ao próximo e a versão algo estranho o constante Alerta EA vigília frente as
armadilhas dos laços humanos a compaixão EA confiança podem custar caro É arriscado investir seus sentimentos onde o convívio social parece habitar uma é usada o convívio destruindo Vamos abrir o último capítulo do livro trazendo uma reflexão acerca da xenofobia o ódio étnico aversão ao estrangeiro um sentimento hostil alimentado por uma moderna soberania e definir os limites da humanidade essa moderna soberania fundamentada na trilha de estado-nação território e a responsável por conferir dos direitos aos cidadãos e de tirar os também é a soberania dos passaportes vistos de entrada e saída alfândegas controle de imigração é a
soberania que garante a proteção a um problema criado por ela mesma o mundo é dominado por estados que estabeleceram sua soberania em territórios nacionais essas formas de governo e de controle social atua o espaço Global delimitando o nosso modo de agir e impondo as formas de convívio social nossas instituições de ação política no entanto permanecem locais e buscando culpados e ao mesmo tempo em que somos bombardeados com problemas globais temos um poder de ação limitada na Esfera local as pessoas que participam dessa ordem social frequentemente buscam culpados para suas frustrações esses culpados geralmente são apontados
em agrupamentos dos que estão fora dessa ordem social a questão dos refugiados passa a ser abordada no final Pois é um dos principais exemplos de problemas criados globalmente mas que exigem soluções locais muitos nativos despejam suas inseguranças modernas suas frustrações e seus medos na conta de refugiados o pessoas que fogem de perseguições políticas guerras e epidemias pessoas que passam a viver de maneira transitório em qualquer local que lhe permite a sobrevivência ser mas os refugiados não possui a sensação de pertencimento ao território em que são obrigados eles tornam-se vítimas isoladas geograficamente que permaneceram assim por
um período indeterminado as notas finais o mundo líquido moderno caracterizado por estar em constante movimento a velocidade das transformações sociais acabam atropelando importantes aspectos do convívio humano os laços estão cada vez mais frágeis as relações afetivas cada vez mais volátil usadas a exclusão social a facilidade com que se agregamos espaços de pessoas é sustentada pelo nosso principal modelo soberano de governo e pela nossa política da vida moderna líquida em nenhuma outra época a intensa busca por uma humanidade comum foi tão urgente e interativa o consolo que nos resta é o fato de que a história
ainda segue o processo constante de construção