oi oi pessoal tá todo mundo bem Eu espero que sim seja bem-vinda química fisiológica no canal Com pequenas gotas de conhecimento meu nome é Adriana Pedro em e no vídeo de hoje nós vamos falar a respeito da fase metabólica de jejum sejam todos muito bem vindos a [Música] É nessa fase metabólica chamada de jejum ocorre diminuição plasmática tanto da concentração de glicose como da concentração de aminoácidos isso reflete na secreção de insulina que é diminuída e um momento da secreção de glucagon e isso esse estão mobilização hormonal ela tem duas grandes prioridades a primeira manter
os níveis de glicose e plasmática e a segunda é mobilizar os ácidos graxos do estoque promovendo a lipólise e assim poder utilizar esses ácidos graxos como energia seja na forma de ácidos graxos ou ainda como corpos cetônicos esse já discutido anteriormente os nossos os formam um importante depósito de precursores da glicose e de substratos precursores de energia no pretão em jejum ou subnutrição para alongar prolongada não seria vantajoso para os animais depender muito de seus músculos esqueléticos como fonte de energia porque isso poderia culminar em fraqueza intensa para o consumo das proteínas musculares então existem
mecanismos protetores de preservação da musculatura esquelética durante o jejum e o que vai acontecer é que a energia energia vai ser gerada principalmente pela degradação dos triglicerídeos no tecido adiposo através dos ácidos graxos que são liberados pelo tecido adiposo enquanto que os aminoácidos provindos do músculos vão ainda continuar mantendo uma taxa de neoglicogênese basal para que possa ser suprida a demanda de glicose pelos tecidos que utilizam a glicose preferencialmente e aqui no esquema Nós não vemos essa utilização mas ela acontece porque é necessária glicose para manter tecidos como os eritrócitos que a gente sabe que
não tem mitocôndria e portanto não são capazes de utilizar os ossos graxos ou assistiu colar como fonte de energia assim como também a medula renal e o próprio sistema nervoso central e consome glicose preferencialmente podendo ter a áreas que só utilizam a glicose também como é o caso da retina então a lipólise e continua durante o jejum liberando ácidos graxos que serão transportados pela Albumina até os tecidos e esses ácidos graxos são captados na sua maioria pelo próprio fígado onde eles são convertidos em acetil côa a e esse o acetilcoa normalmente entraria no ciclo de
Krebs mas nós estamos numa situação metabólica onde os intermediários do ciclo de Krebs estão sendo captados para havia de gliconeogênese portanto a concentração dos intermediários e principalmente a de Oxalato citrato é mais baixa e o acetilcoa não não vai para ciclo de Krebs começa a se acumular e acaba seguindo uma via do metabolismo secundário para a formação de Corpos cetónicos acerto acetato beta-hidroxibutirato e a acetona esses corpos cetônicos Então são exportados para o sangue e no sangue vão circulares serão captados por tecidos como o coração músculo esquelético ruim e até mesmo o cérebro e nesses
tecidos os corpos cetônicos captados são biotransformadas em assitir coar e essa assistiu com aqui e que entra no ciclo de crédito é isso é possível porque nestes tecidos extra-hepaticos não ocorre a gliconeogênese Portanto o ciclo de Krebs está ativo A Iá o assistiu colar pode ser utilizado para gerar energia na célula e esse gráfico é do livro manual de Bioquímica com correlações clínicas do drible e ele aborda o efeito do jejum sobre a homeostase da glicose então nós temos aqui cinco fases da homeostase da glicose no homem e ele mostra de onde provém a glicose
que está sendo usada em horas ou dias de depressão de alimentação ou seja de jejum então no início a gente é tem que a glicose provém da fonte externa ou seja soja na é a glicose que tá sendo absorvida essa glicose que é usada pelo organismo uma vez esgotado esse suplemento a glicogenólise hepática mantém os níveis de glicose sanguínea aqui é durante a fase 2 e ao mesmo tempo nós vamos aqui já inicia a gliconeogênese lembrando que é síntese de glicose pela gliconeogênese utiliza como precursor os esqueletos de carbono e os aminoácidos resultante da proteólise
muscular como a gente já falou na fase de absorção então nessa fase 3 é a gliconeogênese é a principal fonte de glicose sanguínea a e após extinguir toda a reserva de glicogênio hepático a gliconeogênese é a única fonte de glicose então no jejum inclusive no jejum prolongado nós temos que quem vai manter a Glicemia é a gliconeogênese esse gráfico ele evidencia que a gordura corporal é a nossa principal defesa contra a privação alimentar nós temos aqui é o curso da Fome semana de jejum e o que a gente observa que a reserva energética armazenada de
glicogênio ela acaba rapidamente então o glicogênio mantido como reserva energética corporal ele dura cerca de 1 dia a aproximadamente as outras reservas são utilizadas Logo no início da privação para nós vemos aqui que tanto as proteínas quanto as gorduras as gorduras estão em azul e as proteínas em verde são utilizadas logo nas primeiras horas de jejum mas chega um momento que as proteínas começam a ser poupados porque como a gente já falou caso o animal continue usando os aminoácidos para sintetizar glicose livre mente ele vai sofrer uma grande depressão de proteínas musculares e isso vai
trazer problemas até mesmos locomotores Então o que acontece é que o organismo começa a a privar o consumo de proteínas e priorizar o consumo de ácidos graxos de lipídios é claro que isso aqui é às custas da produção de formas cetônicos e que muitas e podem causar transtornos no sistema nervoso uma vez que os corpos cetónicos são neurotóxicos por último realmente o organismo começa a abrir mão da Preservação das proteínas e começa a utilizar elas para degradação mas isso aqui são semanas seis sete semanas de jejum Então são situações metabólicas muito particulares e especiais é
um jejum muito prolongado fisiologicamente isso não acontece e se você gostou desse vídeo você pode deixar o seu joinha inscrever-se ativar o Sininho para se tornar um tripulante da