é bom pessoal saudações Dorgival mais uma vez aqui nós vamos nós estamos voltando para dar continuidade à nossa disciplina de nutrição de ruminantes nosso tema da aula de hoje está relacionada aos processos de digestão absorção e metabolismo dos carboidratos tudo bem nós falamos na aula anterior dos processos relativos a fermentação desses carboidratos e adentramos um pouco nos processos metabólicos do uso dos ácidos graxos voláteis pelos animais esse processo metabólico do uso dos ácidos graxos voláteis pelos animais será novamente abordado é um pouco mais para o final dessa nossa aula Tudo bem então vamos lá pessoal
é o que eu quero que vocês visualizem aqui é o seguinte Imagine que o animal ele a grande quantidade de grão e farelo na sua dieta e esse grão e farelo ele tinha uma elevada quantidade de amido e que parte desse amido devido a associação comprou lá meninas né proteínas ou então por estar encoberto pela própria endosperma do pericarpo do grão ele não foi digerido no rúmen não sofreu processos de fermentação no ambiente ruminal ou seja parte do amido da dieta ele pode passar para o trato gastrointestinal posterior do animal ruminante sem sofrer os processos
de fermentação e o objeto da nossa aula começa aqui tá então imagine vocês que esse amido que não sofreu processos de digestão vai passar para sofrer uma digestão enzimática uma de uma digestão com enzimas endógenas do próprio animal tá porque que eu estou colocando na gravura aqui o intestino delgado E no caso dos animais não existe Hidrólise enzimática de amido no estômago tudo bem então esse amido ele não vai sofrer de deixando isso no estômago porque não existe enzimas carboidrases degradadoras de amido secretárias pela parede do estômago dos animais e também é essas não existe
PH de 4 ao funcionamento dessas enzimas Tá ok então a digestão do amido ela começa eterno digestão endógena do amido começa e termina no intestino delgado os animais ruminantes então é o sítio único sítio de digestão enzimática do amido é digestão enzimática endógena do amido nos animais ruminantes vai ser o intestino delgado desses animais porque que nós não estamos falando mais da celulose que nós falamos tanto na aula de fermentação pessoal nós não estamos falando da celulose aqui porque o intestino delgado não vai a ver os preços de digestão enzimática de celulose Tá ok essa
digestão enzimática endógena de celulose ela é impossível de ser realizada por enzimas animais é precisa de uma associação com microrganismos no caso animais ruminantes onde esses microrganismos estão em condições de realizar essa fermentação no rúmen retículo e no intestino grosso tá no século dos animais ruminates também existem alguma fermentação de celulose de parede celular mas no intestino delgado o único material que vai ser fermentado aqui no intestino delgado na maior parte das vezes é o amido túnica o carboidrato que vai ser fermentado é o amido mas professor não chegam outros carboidratos para serem fermentadas aqui
fora os polissacarídeos não-amiláceos de polissacarídeos não abre Laços que não sofre nenhum processo de gestão aqui tá certo é virtualmente é impossível que chegue uma grande quantidade de dissacarídeos e trem sacarídeos e delgados animais ruminantes provenientes do rúmen por quê Porque esses dissacarídeos e polissacarídeos proveniente do rúmen irá um ser fermentado de lá Existe alguma porção do corpo microbiano é um carboidrato de reserva e também será degradado geralmente é amido não é um tipo de amido microbiano amido de reserva que vai ser degradado pelos processos que eu descreverei então só para vocês lembrarem aqui o
intestino delgado se trata de um conduto ou formado pelo duodeno e jejuno íleo e ele vão apresentar vilosidades E essas velocidades não apresentar microvilosidades compostas por células né não é petróleo simples ciliado é E essas células elas vão seus enterócitos de absortivos e Center ossos absortivos eles têm microvilosidades em Ampla Associação ou Estreita Associação com glicocalix que vão promover os processos de digestão intestinal dito isso Qual é de fato o processo então eu trouxe aqui um esquema para vocês lembrarem que é o material É passível de digestão ou seja o amido passiva de digestão ele
vai deixar o rúmen retículo sem sofrer processo de fermentação pelo excesso de material por proteção como eu falei para vocês vai chegar o estômago dos animais o abomaso vai receber o ácido clorídrico hcl esse ácido clorídrico ele serve para desnaturar algumas proteínas associadas aos processos de recobrimento dos grânulos de amido principalmente tá certo e esse amigo ele vai passar sem sofrer maiores processos de digestão enzimática pelo abomaso do animal entretanto esse amigo vai ser arrastado para o duodeno e o duodeno irá receber esse amido essa dijk esta né quando eu amigo está presente esse essa
de Jéssica vai vir com pH baixo e se baixo PH onde o amido acabou de chegar no duodeno oval sinalizar para as células entra na endócrinas a secretária secretária em é o neuropeptídeo esses neuropeptides vou entrar na corrente sanguínea e vão atingir órgãos alvos Tá certo então qual é a dinâmica desse processo bem chegando o material com pH baixo lá no intestino delgado o duodeno dos animais ruminantes o que vai acontecer as células enteroendócrinas do duodeno irão secretar na corrente sanguínea secretina essa secretina tem como órgão alvo Principalmente as células centroacinares do pâncreas tá então
essas células centroacinares do pâncreas células duckdu ductais do pâncreas vão ser estimuladas por essa secretina E essas células irão produzir uma secreção rica em bicarbonato e Pobre enzimas essa secreção rica em bicarbonato e Pobre enzimas ela vai descer pelo ducto pancreático vai desembocar no duodeno do animal ruminante e essa secreção e a fazer entre outras coisas o tamponamento do material que acabou de chegar é óbvio que esse não e também assessorado pelo próprio suco do de Now produzido pelas glândulas do a Denise tá então esse material ele vai sofrer um processo de tamponamento PH vai
começar a se elevar e uma vez que se eleva o PH EA presença de polissacarídeos e outro né no caso os animais ruminantes é necessário que também exista proteína junta com essa essa amido é óbvio que na maior parte das Dietas né dos animais ruminantes na natureza Você tem uma heterogeneidade de macromoléculas e isso é verdadeiro porque a proteína é o principal estímulo principalmente a proteína microbiana é o principal estímulo para a secreção do cck pelas células enteroendócrinas essa colecistoquinina esse secar é o principal responsável pela secreção de enzimas endógenas do pâncreas para atuar nos
processos de digestão do amido no duodeno em jejum Ilha dos animais Então pessoal recapitulando os e secar ele é um neuropeptídeo responsável por estimular as células é centroacinares do pâncreas a secretar as enzimas tá os seus emojis e dentre elas a amilase que é enzima que vai quebrar o nosso amido amilase pancreática tá então esse secar ele tem como principal estimulador para sua secreção proteína tá então no caso dos animais ruminantes a presença de peptídeos não digeridos proveniente do abomaso a presença de proteína não digerida é que vai sinalizar esse processo de síntese de secar
Tá certo então esse secar vai estimular a liberação das enzimas pancreáticas né para atuação da fase de membrana tá tão que vai acontecer nessa situação de fase de membrana aqui é que esse amido gerado e essa milagre gerada pelo pâncreas vai atuar aqui na digestão tá então esse material chegou é amilase ela não está na forma de zimogênios os outros enzimas estão na forma de zimogênios só que é amilase ela não está na forma de zimógeno amilase pancreática e essa amilase pancreática ela vai entrar em contato com o amido presente na lá na no quimo
né no Nadja esta lá no duodeno jejuno-íleo e essa amilase ela vai realizar o processo de quebra desse amido pessoal tão passado essa esse processo e sinalização como é que vai se dar esse processo de quebra desse amido primeira coisa que nós precisamos lembrar é o amido ele é ele é um homopolissacarídeo compostos por moléculas de glicose ligadas por ligação Alpha 14 né e também por moléculas ligadas por ligação ao forno seis e o que é importante é uma polissacarídeo formado por dois duas moléculas a mim O que é uma molécula linear e amilopectina que
é uma dieta uma molécula mais ramificada tá então os processos de digestão enzimática mediada pela enzima pancreática pela amilase pancreática são processos de fase de membrana desculpa perdão processos de fazem luminal e esses processos de digestão de fase luminal eles estão Associados a uma quebra de resíduos de amido uma quebra inespecífica desses vídeos de amido de amido e sucessiva desse resíduo de amido para que moléculas muito complexas com vários resíduos de glicose se tornem o língua oligossacarídeos tá moléculas mais simples então a amilase pancreática é uma Alfa amilase pancreática a calça 14 ela vai gerar
como principais produtos né a maltose maltotriose e um produto chamado Dextrina limite essa Dextrina limite ela nada mas o que aquele sítio Ou aquele local onde existe uma ligação Alpha 16 proveniente da amilopectina lembrem-se que eu falei para vocês que o amido a molécula formada por amilases amilose e amilopectina e que essa amilopectina tem ramificações essa verificações são do tipo ligação glicose glicose Alpha com carbono 1 e 6 diferente da ligação Alpha carbono-14 quando a amilase pancreática encontra resíduos de glicose ligado por ligação ao francês ela não degrada esse resíduo porque ela especializada em degradar
resíduos Alpha 14 e ela deixa esse resíduo lá como ela deixa Se existisse formam a molécula um oligossacarídeos chamado Dextrina limite tá então qual é o resultado de digestão do amido na fase luminal mediado pela enzima pancreática enzimas endógenas do animal então amido veio e vai ser degradado E aí você vai essa macromolécula esse polissacarídeo vai ser degradado em maltose né maltotriose ou seja um dissacarídeo um trissacarideo maltose uma molécula de gado a glicose glicose e maltotriose três glicose três vezes de glicose e também as disciplinas limites tão maltose maltotriose destino os limites são os
principais produtos do processo de digestão enzimática do amido na fase luminal em um animal ruminante então esses materiais são os produtos finais da digestão do amido na fase luminal de animal ruminante depois da fase luminal vocês lembram que nós temos uma fase de membrana é isso então qual é a fase membrana lá no final do jejuno-íleo dos animais nós vamos ter uma fase de membrana onde esses produtos da digestão de fase luminal A maltose maltotriose e as técnicas limites elas vão ser trabalhadas pelas enzimas secretadas em e da dura de escova do intestino delgado dos
animais ruminantes Então as enzimas e bordadura de escova secretada pelo pelo os enterócitos do intestino delgado não era as células do intestino delgado mais humilhantes elas vão trabalhar essa maltose essa maltotriose E essas técnicas limites Quais os nomes dessas enzimas que são secretados pelos enterócitos e jogadas lá no glicocalix que é a porção lá do intestino delgado né onde você tem um gel e esse gel ele tem várias enzimas defendidas quando entra em contato com essas esses dissacarídeos trissacarideos oligossacarídeos ele vai realizar sua função Então olha aqui presta atenção essa maltotriose essa maltose essas técnicas
limite elas vão ser trabalhadas pelas alpha-glucosidase Alpha de sacarase entre sacarase EA o ligou 6-glicosidase essa o Liga 16 glucosidase é justamente a enzima doente em cima de fase de membrana que vai atuar sobre as 10 piscinas limites que ela vai quebrar essa ligação aos 16 liberando moléculas ligadas apenas por Alpha 14 e as glucosidases ao as alpha-glucosidase se da bordadura de escova vão continuar o processo pessoal que eu preciso que vocês rememore em é durante a fase luminal a enzima as enzimas do pâncreas quebram o amido que a molécula complexa em moléculas bastante simples
dissacarídeos trissacarideos ou oligossacarídeos esses dissacarídeos trissacarideo oligossacarídeos serão quebrados pelas enzimas do próprio intestino delgado agora na fase de membrana tá e um produto final é a glicose tá então a glicose gerada a partir da quebra da maltose da maltotriose da destino limite ela vai ser então absorvida por um processo de ir transportadores específicos Independente de sódio na um dos enterócitos absortivos do intestino delgado os animais ruminates tá antes que vocês pensem aí qual o tipo de carboidrato que normalmente chega ao intestino delgado dos animais ruminates o principal processo de digestão vai gerar glicose tá
mas existe também a chegada de alguma galactose e e de alguma frutose essa galactose essa frutose elas eram afrontou ser absorvida por um transportador diferente a galactose similar a glicose tá mas a grande maioria do carboidrato que vai chegar lá no intestino delgado e ser absolvido é glicose tá então esse carboidrato ele vai ser absolvido essa glicose é absorvida Então é pelo enterócito parte dela vai ser utilizado por esse esse enterócito parte dela vai ser colocada na corrente sanguínea do animal pelo sistema porta hepático e vai lá para o fígado que eu preciso que vocês
lembram é o seguinte é a quantidade de glicose é absorvida no intestino delgado os animais ruminantes ela é altamente correlacionado com a presença de amido sobrepassante na dieta porque se não tiver amido sobrepassante se você não tiver amido que chegue ao intestino delgado passiva de digestão absorção de glicose pelos animais ameaçados esse processo que acabei de falar para vocês Ele É extremamente baixo que ele só vai ser elevado o digno de nota se você imagina animais confinados recebendo alta proporção de concentrado ou vacas leiteiras também recebendo alta proporção de concentrado que aí você vai ter
uma grande quantidade de amido de chegando a intestino delgado virtualmente animais que só consomem forragem a chegada de amido no intestino delgado mais humilhante é virtualmente impossível assim como a chegada de dissacarídeos três sacarídeos e relacionados a esse processo Tudo bem pessoal então esse amido né que veio sobrepassante também terminal sofrer essa série de processo de fase luminal de fase de membrana gerou a glicose e a silicose agora ela vai ser absorvida pelo animal ruminante pé depois de absolvido essa glicose frutose e galactose a glicose especificamente o que é que o animal ruminante vai fazer
com ela primeira coisa que nós precisamos lembrarem no caso os animais ruminantes é a demanda por glicose em animais ruminantes ela é constante porque esse animais eles estão em constante estado de hipoglicemia a Glicemia sanguínea dos animais ruminantes relativamente baixa normal aí por volta de 70 50 70 e você tem uma glicemia baixa nesses animais é tão a demanda avidez por glicose elevada E aí é onde entra desculpa e aí onde entra a relação com os ácidos graxos os volantes um outro ponto importante para falar aqui para vocês também é os processos são os processos
metabólicos vinculados ao uso dos substratos energéticos obtidos com a dieta é importante a gente lembrar que o uso desses substratos energéticos obtidos pela dieta através da dieta Depende do estado do animal nós temos o estado alimentado o estado de jejum desses animais tá então no estado alimentado Existe uma grande quantidade de ácidos graxos voláteis circulando na corrente sanguínea existe uma quantidade relativamente elevada de glicose também circulam na corrente na corrente sanguínea de aminoácidos circulantes na corrente sanguínea Então as células do pâncreas elas vão secretar a insulina né E essa insulina ela vai ser responsável por
mobilizar essa glicose mobilizar esses ácidos graxos voláteis é para processos de anabolismo Então essa glicose gerada ela vai gerar ATP em grande quantidade e esse a caixa isolar tem Gerais eles vão ser acumulados ácidos graxos voláteis na forma de gordura de lipídios e glicose é para o atendimento da demanda de síntese de glicogênio no fígado e no músculo dos animais ruminantes então quando a nós temos um nível elevado de glicose na relativamente elevado de glicose na corrente sanguínea sendo mais humilhantes um nível elevado de ácidos graxos voláteis os ácidos graxos voláteis irão atender a demanda
específica de energia dos tecidos EA glicose ela vai ser direcionada para a síntese de glicogênio nos tecidos hepáticos e muscular tá então essa glicose ela vai recuperar as reservas de glicogênio nesses tecidos mais glicose vai ser gerada pela neoglicogênese via é propionato e os ácidos graxos voláteis quando você tem um excesso pelo processo de anabolismo o que é que vai acontecer esses gastos o lado se eles vão ser acumulados vai ser irá ser finalizado lá para lipase lipoprotéica e esses esses gastos o lado se eles vão estar envolvidos em processos para a síntese de lipídios
a lipogênese tão o ácido graxo volátil o acetato vai se transformar em acetil esse assertivo vai se condensar consitra com o Oxalato você tá se formando citrato citrato sai da mitocôndria inicia os processos de síntese de ácidos graxos hollatz é pelo excesso de desculpa pela síntese de ácidos graxos né de gordura a partir do acetato Então esse processo esse momento metabólico de excesso de substrato e como anabolismo ele vai estar relacionado justamente o estado alimentado ele vai estar relacionado justamente o acumu de nutrientes o acúmulo de metabólitos tá e a glicose especificamente né que é
o que nós estávamos falando ela vai ser utilizada lá para a síntese de glicogênio hepático e muscular enquanto que os ácidos graxos voláteis vão ser utilizados para os processos de síntese de gordura ácidos graxos voláteis também poderão ser utilizados para o processo de síntese de leite da gordura do leite e a glicose ela é importante no caso a imagem lactantes já que estava falando de leite porque ela está relacionada também a síntese de lactose o açúcar do leite tá certo junto com o Beta hidroxibutirato junto à glicose o açúcar do leite e aos processos de
atendimento da demanda energética dos fetos tá então se o animal estiver e com a fêmea estiver gestante grávida Player né é o que vai acontecer essa glicose ela vai ter que ser dividida com os fetos e esse é demanda aumenta no texto final da premieres e também com a síntese de leite além de atender as suas para sua própria demanda por exemplo de tecido cerebral que precisa de glicose para funcionar esse tecido cerebral e vai vai lá com vinte e cinco a trinta por cento de toda a demanda energética e é do animal tá Então
pessoal essa glicose esse processo que eu tô falando com vocês aqui tá relacionada ao estado alimentado do animal tá E no estado de jejum bem o estado de jejum em vez de insulina pâncreas vai secretar Luca algum E esse grupo agora ele vai estar relacionado com a baixa taxa de glicose com a baixa taxa de ácidos graxos voláteis circulantes na corrente sanguínea esse grupo agora vai ser produzido também pelas células alfas Alpha do pâncreas e ele vai estar relacionado com o quê com os processos de degradação do glicogênio O que foi armazenado no fígado e
no músculo dos animais com os processos de degradação do tecido adiposo para síntese de ATP tá e com os processos de síntese de corpos cetônicos não esses esse glucagon ele vai estar relacionado com os processos de quebra catabolismo né quebra de gordura quebra de glicogênio e essa quebra de gordura vai gerar também corpos cetônicos para atender a demanda energética dos animais então esses processos vinculados aos processos de quebra eles são conhecidos com processos catabólicos Olá tudo bem estão rastreando o histórico dessa glicose gerada né E ela é importante para várias coisas no animal é Como
por exemplo o a glicólise para obtenção de energia e isso aí é feito basicamente pelo feto dos animais para obtenção de energia pelo cérebro do animal dos animais para obtenção de energia é feito aí na forma de glicose tá E tem também o ciclo de Krebs especificamente dos animais ruminantes o ciclo de Krebs ou seja os substratos para o ciclo de Krebs e eles podem vir de diversos é diversas origens a principal delas é o acetato que vai entrar aí como acetilcoa vai se condensar com alcançá-las e Tati formaram se trata E aí seguir o
ciclo né que o ciclo nada mais é do que a geração de nade reduzido para posteriormente ser utilizado para geração de ATP na cadeia transportadora de elétrons tá então essa esse na de reduzir a reduzir eles vão ser utilizados para síntese de ATP na cadeia transportadora de elétrons mas esses intermediários do ciclo de Krebs eles também podem vir no caso dos animais ruminantes por exemplo poderá minação dos aminoácidos e os aminoácidos podem entrar aqui em um desses intermediários aqui do ciclo de Krebs e gerar energia ou gerar a glicose por exemplo tá eu só para
gente trabalhar o conceito do uso dos ácidos graxos voláteis né usar seus gastos Olá ter vão ser produzidos no rúmen do animal e esses ácidos graxos voláteis em momentos de síntese de moléculas em momentos de anabolismo eles podem ser utilizados para síntese de ácidos graxos de cadeia curta no leite tá então esses ácidos graxos voláteis vão ser utilizados para síntese de ácidos graxos de cadeia curta no leite dos animais ruminantes os ácidos graxos voláteis eles também podem ser utilizados na Perspectiva do animal ruminante para síntese de lipídios a usar seus gastos Olá tens poderão também
ser utilizados para síntese de glicose propionato especificamente bem essa glicose ela poderá ser utilizada por os tecidos dependente de glicose e no caso animal leiteiro Por exemplo essa glicose gerada via propionato vai ser utilizadas para sinta utilizada para síntese de lactose do leite tá é esses ácidos graxos voláteis para a síntese de gordura ou principalmente o ácido acetato e o butirato enquanto que o próprio Nato para síntese de glicose o butirato lembre-se também vai ser utilizado para a síntese energia do próprio das próprias vísceras a gordura corporal também é proveniente dos ácidos graxos voláteis tá
então as Urach de cadeia curta entrando na corrente sanguínea animal poderão fazer gordura lipogênese e como vocês podem observar a síntese de glicose ela ela está vinculada à produção de propionato daí as dietas vinculadas a um nível maior de grãos estarem relacionadas a processos de maior eficiência metabólica dos animais é bom pessoal é isso eu espero que vocês tenham tenha sido instrutivo para vocês essa aula e é óbvio nós vamos ter um momento de discussão mais aprofundada é desse tema no nosso encontro presencial espero que vocês tenham gostado até