E aí, as narrativas compartilhadas têm o prazer de continuar ouvindo Márcio Alexandre Albert. Agora, neste segundo bloco, o Márcio já contou uma série de coisas muito bonitas relacionadas à formação dele e nós paramos no momento em que ele estava contando a respeito do festival interno de teatro de Getúlio Vargas, em que ele foi mais um espectador. Mas ele era um espectador, estava sentado na plateia, mas ele participava de toda a movimentação de todo aquele grupo que ali estava apresentando.
Sim, então, caramba, vamos deixar solto para o Márcio continuar contando a respeito disso. Ele, espectador, envolvido com os colegas, e contando essas histórias que ele assistiu ali naquele momento. E com você, Márcio!
Professor, eu parei aqui cinco minutinhos para tomar um café, né? E escuta, intenso, né? Intenso, professor, intenso.
Aí vem aquela chuva de coisas na cabeça e a gente fica pensando: mais o quê? Qual que era o diferencial? Qual que é a diferença, né, para ter dado as coisas tão certo assim, como deu tudo certo?
Poxa, eu fico refletindo… eu acho que esse amor, né, professor, é uma palavra só: amor. Isso, a gente se sentir amado, a gente era amado, a gente era amado pela nossa família, a gente era amado na escola, a gente era amado pelos amigos, a gente era amado pelos professores. A gente era muito amado.
Como é que eu podia ter dado certo? Como é que não podia? Onde não pôr, tem amor, entendeu?
É uma coisa amorosa. A direção, o seu Carlinho, a Dona Sônia, eles davam todas as condições para a gente se desenvolver. E isso, eles apoiavam.
Apoiar a gente bem, a Dona Sônia cuidava de nós com carinho. Eu me lembro daquela casa das meninas fazendo aula de jazz no teatro, que apresentação de dança do festival de dança. Aquela professora, ela era ótima, a Disney Adilia.
Não era ótima quando criava as meninas? Lindas músicas para fazer o festival de jazz maravilhoso. Eu lembro das meninas todas de polaina, todas ensaiando, lindas, maravilhosas.
Eu era apaixonado pelas meninas. Eu me lembro das meninas, tinha Angélica, que mora hoje nos Estados Unidos, maravilhosa, e a Kelly Marciano, uma graça. A Rian e funcionado Pignatelli, a Suzana, que já dançava tão maravilhosamente bem, até hoje, a Susana, linda, maravilhosa!
Poxa, que bacana! Lembro das meninas lá. A Paula, para nuvem, que era uma figura.
Falava assim: meu Deus, que menina! Eu acho que era incrível, era ligada ao movimento do centro acadêmico, e eu já tô acadêmico de química, né? Tá certinho.
Depois, trabalhar minha Paula assim, envolvida em política. Era barato! Aquela menina, ela falava assim: "Vamos lá para o centro acadêmico, que prometeu?
", e costumava piscina aqui! Um jeito para vocês! Eu não, barato, né?
Muitas coladas! Eu não, pessoal descolado, tinha Márcia Zacarias, tinha Maria Isidoro, tá mais difícil, e ela leva o Coral lá de Santos. Agora, em cima, sua idade, uma mais trina.
Mas você bota para ela vir. Ela leva um coral de jovens crianças. E não, eu sou umidade Santos.
É só que em que nível de gente, né? Eu tinha uma outra amiga que veio do Mailasqui, também tinha a Renata Alvarenga, que eu amo. Ela escreveu que até hoje nós somos amigos.
Eu conto Pizzoli. A gente tem um grupo do primeiro ano dentro mais lá, depois tem a turma no Getúlio. E a pessoa fala: "Meu Deus do céu, que mundo que você vive!
Como é que você tem amizade que só! " Então, foi porque a escola, no trio, a gente escolhe. Ensinou a gente assim, né?
A fila, úmido, né? E esse professor maravilhoso, que só tem que jogar seda mesmo, vocês foram. A gente foi formado por vocês.
O professor Marinho, festival de biologia, a vela de física, um vídeo maravilhoso. Poxa, todos os meus… E um professor de história que me contava as histórias de detesto na Itália. Tem algum lugar arqueológico, eu ficava encantado, e eu fui lá conhecer.
Quando é, professor, no Getúlio, eu, professor Eraldo, não me lembro bem o nome dele aqui… Ah, o Rivaldo, material de matemática. Rivaldo Mata, é bem bacana mesmo esse buraco. Ele ensinava a gente já a técnica, tem cursinho no Getúlio, entender?
Era muito avançado, era muito cansativo. Então, essa página da socialização do teatro, e a gente acaba fazendo amizade com as duas, acostumamos as mais novas, né? O Mário Luiz mesmo, quarto de uma alho deles, eram de turmas mais novas que eu.
Essa a gente convivia junto, né? A Elvia é irmã da Eliane e também já deu o depoimento dela. A gente era mais novos que a gente, mas a gente tinha amizade, a gente frequentava.
Eles, a gente que frequentava, né? Os Henrique lá do Google, né, do meu pai. Até me lembro do meu pai falando: “Aquele rapaz não mexe, não mexe!
” O Pedro, como é que ele pode fazer? Lá, teve meu pai, não, o meu pai emprego ia, né? Mas ele gostava dele, ele bonitinho, ele é mais linha.
Minha irmã, a minha irmã também, outro é mais… Eu ainda, a Lúcia foi mais cortado ainda por ser mulher, por ser menina. Foi pior que eu ainda. Coitada, vende um monte de coisa, Lúcia, por causa dessa educação assim muito tradicionalista.
Não podia fazer nada, né? Eu podia namorar, eu não podia namorar. Você é muito menos!
Coitada, pecado da luxúria que sofreu. É mais assim, tipo, mas é um fio, é um suplemento, assim, né? Hoje, entende, né?
A gente entende. Né, a gente não pode ser, a gente é graças a essa geração de hoje que ajudou a gente a crescer, né? Todos vocês, né?
Meus pais, alunos, professores e tantos tios, parentes e amigos mais velhos que ajudaram a gente a crescer, né? Mas muito bom pra você, é muito bobo, muito bom essa fantástica experiência no Getúlio. Aí tem aquela hora com essa tragédia que caiu, o povo, né, do teatro, né, por causa de uma chuva muito forte, e isso acabou.
O tamanho parece, depois perto do Sesi. Aí, ou você vem, catou o Sesi, né? Tu pensa que o pessoal foi lá, encaminhou para o Sesi e aí começou aquela época, aquele, acreditam?
Uns 10, 20 anos, o Teatro do Sesi. E só uma coisa intensa também, né? Maravilhoso, né?
Engraçado que o Teatro Municipal, o nosso, por causa da distância, por causa do tamanho, não decolava e o Sesi, que era menorzinho ali no bairro, né? No próximo, hoje tudo ali na. .
. e aquela clientela que atendia o Teatro do Sesi, né? Então, é aquela classe média.
A gente estava todo mundo ali, né? O ano Getúlio depois ele foi. .
. veja bem, eles, a distância perto do outro, né? Não é longe, é a mesma clientela que frequentava, né?
Interessante isso, é como o Teatro do Sesi pulou ali no nome do Mangal e o teatro lá em cima da prefeitura, numa grande escala, né? Não sei se deixou hoje, eu não sei como é que é, eu perdi o contato, mas eu me lembro que era uma coisa minha, intocável pela gastronomia, né? É, Arthur, muito bom, eu senti, né?
Sim, sim, com certeza. Frente, e aí na escola, eu parti para a faculdade. Na faculdade, o fato de moleque, pública, foi uma coisa maravilhosa, né?
Aí, ao mesmo tempo que meus pais eram retrógrados e progressistas, né? Porque eles estavam ali, colher a gente estudar, né? Para a gente estudar fora, tanto eu quanto minha irmã, né?
Essas coisas. Confiavam na gente, pela mente, de apoiar a gente a estudar fora e nós dois, aí, tanto eu quanto minha imagem de figuras públicas. Eu fiquei na mais antiga do Brasil, 65 anos amava pelo lá.
E quando a gente for se formar lá na escola, só que tem uma tradição. Quando a gente entra, tem o primeiro ano, tem o bicho. Os bichos fazem um show chamado bicho e é umas palhaçadas, lápis um teatro.
Tem a noite lá no shopping, à noite, no centro acadêmico, você troca dentro do teatro. Ótimo, grande, maravilhoso. Tinha uma plateia lá.
Aí, no primeiro ano, faz o bichou e no último ano tem o doutor show. Pelas dependências, são os doutores, no caso, né? Você, ter anos.
Então, a gente faz o doutor show, dono da cabeça da gente lá, geralmente estão quadros imitando os professores, os cacoetes dos professores. É muito engraçado. A gente acabou fazendo no final do ano, eu vou.
Me chamaram, falaram mais que o seguinte: pra fazer a gente vai fechar o quadro antes, vai fechar o bicho com o nosso quadro, que eram os Sete Anões e a Branca de Neve. E eu era bruxa! Eu era.
. . eram todos os mais baixinhos da turma, os sete anões, do pessoal, e a Branca de Neve era um cara mais bonitão, a judoca, que era todo sensual de babydoll.
E eu era a bruxa malvada na minha história. E foi parar. .
. tu tem uma dele no VHS da apresentação lá no colégio. Dama fazer os outros, a gente fez tudo, a gente fazer pula, a gente foi contra-regra, fizemos, montamos a fantasia, a gente fez tudo lá, né?
Era muito a nossa universidade. Então, o senhor ouviu, né? Se ele tem contato aquele pessoal de São Paulo, de outros lugares do interior do Brasil todo?
Vem, gente lá. Gente muito boa, gente muito capaz, imagina! E fazemos coisas maravilhosas e esse foi creme bagagem, né?
Ficando bagagem. Aí, eu fui trabalhar numa fazenda em Jaguariúna, né? Porque uma conta de uma fazenda, fosse administrador de fazenda.
E à noite eu ficava muito sozinho na fazenda, porque eu era acostumado. . .
na república, no dia solidão, jamais você ficava, você não tinha privacidade, não é? Você jamais ficava sozinha numa república, porque as outras repúblicas que frequentavam também. Então, era aquela.
. . e quando eu fui trabalhar no sítio, na fazenda, eu me vi sozinho à noite, não tinha o que fazer nada lá, não tinha o que fazer.
Aí eu fui: não, eu vou. . .
ideia genial! Eu falei: você, professor, sou engenheiro, para dar aula de matemática e ciências! Eu vou conseguir, né?
Minha mãe já era professora. Eu sempre tive essa ligação com o ensino. Eu vou.
. . sempre fui lá, na cara de pau, falar: envolve que me apresentar pra você, que a gente.
. . eu sou louco na cidade, não conheço ninguém, eu quero dar aula!
Tem alguma aula? Eu posso contribuir de alguma maneira aqui na escola? Posso contribuir sua.
. . gelado logo, pai, posso dar aula de matemática, posso dar aula de ciências.
A diretora já me acolheu: não, tem um sistema aqui, ó, quando falta o professor, a gente liga pra você, se você puder vir conhecer assim. Aí apareceu uma, apareceu uma alma, licença lá, que eu tinha que assumir aula de matemática e ciências. E eu fui me encaixando na escola.
Pera aí, eu já tinha esse. . .
eu não. . .
eu não sei se agora, bom professora, não. Você quer alguma? Gostava de mim, se não, eu ficava criançada, né?
Passear e não eram tão crianças, já, não. Pense um pouco mais adulto, já, né? A quinta e a oitava eram.
. . percebiam.
A escola atendia o pessoal da zona rural e eu não sou mais velho que trabalhava o pessoal, mais uma. . .
duro. Então, eu mostro um viajar, rendia coisa muito indica, eu era feliz lá também, dando aula, né? E aí eu fui dono.
Pô, mas tu faltou, professora de Geografia. Mas, brincar, Geografia. .
. Geografia porque eu sempre gostei. Aí é mole, né?
Ela é difícil, não? Ó, mas eu comprei História hoje. Mas até que chegou a professora de Ciências e da Educação Artística, tava de licença e não tinha.
Tem como. . .
tinha professor de Educação Artística para colocar. Por mais que você vai dar em outro lugar, certo? Mas foi como que você nunca falou que eu não sei fazer um risco na folha.
Não tem que fazer. A minha menina apenas precisem algo melhor, que eu não sei. Eu não sei fazer nada de desenho.
A Educação Física eu tenho. Deixa comigo, deixa comigo que eu sei como é que eu vou misturar isso. Já de cara, sinto mal o seguinte: vamos desenvolver o festival do teatro.
Eram seis meses para a gente. . .
vai dizer agora se a sua escola. Olha que legal! Borra!
Todo mundo abraçou muito, um abraçou, todo mundo abraçou. As crianças amaram a ideia! A direção dos professores gostaram.
Foi genial! Como é que você vai fazer? Bem, vamos escolher os textos.
E aí cada série escolheu. Lá, eram. .
. era um tinto, duas quintas. Mas então a sétima e a oitava escolheram um susto.
Mas na oitava série, eu já era uma pessoa bem mais madura. Foi, não gente, vai desenvolver o nosso próprio texto, a nossa própria história. A gente vai desenvolver.
Aí eles vão morrer, uma novela mexicana. Lá, escreveram a juíza prender. Aí vamos mudar.
Essa peça ficou muito interessante, foi muito legal. E vou ver a traça. E todo mundo participava.
Entendeu? Todo mundo aberto. Todo mundo vai desenvolver o papel.
E ela não ter massinha atual era tipo um mexicano de traição de namoro e o que eu quero. Extraía aquela temática da AIDS, do cara trair. Arruma para ir, eu vou passando do Haiti para o outro.
Não avisava, transava e não avisava. E aquelas transmissões da AIDS. Aquela que era tudo que eles enviam.
Entendeu? Viviam uma realidade do país hoje em dia, dentro da casa, vivia dentro das comunidades. Aquela coisa de traição, de AIDS, correr um pouco de droga.
Então ele sai. Era preciso. Sabe muito bem que tinha o homossexual da história, que era um menino, um barato.
Não era maravilhoso? Era um Fábio Vieira maravilhoso! Ele desenvolvia super bem o papel.
Os ensaios eram maravilhosos, né? A gente se divertia no ensaio, a gente pensava. E no clássico, perfeito, né?
O menino é maravilhoso! Aí a gente preparou. Como é que tiver preparado um novo.
. . fazer Paul, fazer luzes, como fazer jogo de luz.
Vou fazer até um encarte. O programa, nós fizemos, desempenharão lá o programa. Fim do mimeógrafo!
E vemos duas, uma folha A4. Temos um mimeógrafo. Programa namorar, vi seu meio, chamaram pelo mundo.
Que eu fiz uma sexta-feira à noite. Vamos fazer uma sexta-feira à noite. O meu convidaram.
Gente, convidar o pai! Convida-me! Encheu a escola, arruma as cadeiras no palco, iluminação.
E por isso que eu fosse. Minha mãe lá. Tô sim, minha mãe, no pai tá curtindo porque a tag já pegaram.
Já ficamos amigos porque todo mundo começa a conhecer meus pais. A gente já ficou amigo de toda a comunidade lá, né? E aí, tinha uma paixão, tipo leque, uma paixão pelo grupo da 8ª série.
A gente fez tudo desde o começo, né? Até a pessoal da. .
. das outras fábricas. Filmado, o professor.
. . o senhor e a senhora não vão abrir.
Depois eu tinha uma coisa que eu tenho, apaixonado pela 8ª série, né? Pelo trabalho. E professor, o senhor acredita que o maldito do aluno ficou com vergonha de fazer o papel do gay?
Ele ficou com vergonha. Ele tinha um aparelhinho, ele deixou. .
. ele deixou a gente na mão. Eu sei que.
. . não sabe, não.
A vergonha não quer fazer! Ele lá dentro, claro! Era uma coisa, quando ele foi para fazer público, o papel não quis fazer.
Faltou! Eu falei: desculpa, que falta o ator principal? Faltou!
Como ou não? Como que o outro? O outro vai fazer o papel?
Professor, o outro aluno de tanto ver o papel e sabia todas as falas. O outro que fez com o outro menino que fez o papel do gestor. É uma coisa só.
É isso. Entendeu? Eu vou fazer.
Ele foi. Eu acho que foi mais engraçado que o outro. Entenderam a mensagem da problemática da droga e compartilhar de traição?
É aquela coisa de triângulo amoroso ainda. Transmissão de AIDS na época, né? Amaro?
Amaro amor, sucesso! Olha, olha, olha! Pessoal, sua mãe, seu pai, morar, ou já em Jaguariúna.
Também morava em Sorocaba, mas sempre lá, né? Porque primeiro fui o Oriente, Água. Depois eu, a Lúcia, tava em São Caetano, né?
Porque ela e o marido estavam trabalhando. São Caetano! Ficava a família, foi dividida.
E ele passava um pênis, olhos. . .
São Caetano em São Bernardo, no sentido de. . .
A Lúcia pegou enchente! Entendeu? Isso, não conseguia voltar para casa com as enchentes.
Você tem que dormir na casa de pessoas. Sempre ela ficava no meio do caminho, gente, aqui tava ruim. Bora lá, né?
Aí em Jaguariúna, tava pegando no trampo que eu tava começando a desenvolver. Falar: venha para cá que vai ter futuro! E eles vieram.
Meu pai, na época, ele. . .
meu pai estava aposentando. Da. .
. com aposentadoria da Eletropaulo. Ele conseguiu comprar uma casinha lá.
A visão, numa clínica veterinária, e começaram a trabalhar e dizer que deslancharam. Ele vai achar. Aí foi, foi bem.
Então, hoje, meus pais vivem conversando em Jaguariúna, ficaram um tempo lá. Vou dar uma para trocar. Vai ficar um tempo com a gente.
Voltava contra o cabo, então a gente acabou pelos amigos lá, mas também foi uma coisa aqui. E depois de Jaguariúna, você foi para onde? Daí, você foi para fora?
E aí, Tom? Depois de ir, depois dessa fase em Jaguariúna, eu fiquei anos ali, Jaguariúna, trabalhando, né? Em Campinas, morava em Jaguariúna.
E aí, depois, era assim que você trabalhava junto ao Ceasa, é isso? Assim, então pedi depois, depois, depois do trabalho, depois que eu saí do sítio, ainda continuei dando aula. Aí eu comecei a trabalhar por conta, né?
Comecei a empreender e ainda tinha um pouco de tempo durante o dia para dar algumas aulas, mas em outra escola. Aí eu já fui desligando, que eu trabalho de forma intensa anunciada. E aí eu fiquei anos trabalhando no Ceasa lá, e uma vida totalmente doida, de que a gente não dormia, não dormia 24 horas no ar.
Pode molhar nossas identificações, senhor? Acho que a gente já conversou a respeito, você também já teve uma certa experiência com isso. Você começa com frutas, não é?
De feira, e ainda tem um bar e também disso, então é uma coisa que significa muito, né? Isso. E depois, ir lá, aí o nunciado, eu era assim, eu era muito preso, né?
Eu era muito preso enquanto meus colegas viajavam o Brasil todo, conhecendo tudo, né? Porque tem muita colega minha que trabalha em cima e essas firmas viajam pessoalmente contando as histórias, né? E eu não conhecia nada.
Não conhecia nada. Fiquei olhando os alunos. Ah, se eu pudesse viajar para longe, né?
Porque você acha que é 7024, né? Não para, não para, de domingo a domingo. Aí eu não conseguia me ausentar assim.
Eu estava frustrado ali, viu? E me lembro mais viva. E daí, você foi para onde depois?
Aí você ficou ali? E aí, depois, em seguida. .
. não, aí eu falei: "Olha, talvez eu consiga unir o útil ao agradável". Eu não vou começar a trocar, em vez de começar a trabalhar com outras coisas.
Agregar, já que eu tinha freguesia, conhecia mercado, cozinha. . .
quem sabe trazendo vinho, né? Eu pensava: trazendo vinho aqui para o CEASA. Eu consigo unir o útil ao agradável.
Eu comecei a contar, a entrar em contato com o pessoal de fora e, quem sabe, certo trabalho, né? Aí eu comecei a procurar hospitais, esses negócios, comecei a estudar, a fazer curso e até comecei a viajar, viajar para fora para procurar contato, né? E daí, você foi.
. . Não lembrei da minha própria paciente.
Após estudar muito, eu fiz curso de importação e exportação em São Paulo, no SESC da Lapa. Eu estudei só. .
. ele é formado em São Pedro. Eu fiz hoje que o banco dois anos.
Sou ele lá em São Pedro, aprendi a trabalhar com vinho e a conhecer vinho e óleo de oliva também. E eu sabia, porque eu falava, eu sabia que era barato o vinho lá fora e custava muito caro. Falei: "Pô, tem uma margem grande, ainda dá para trabalhar, né?
" E aí, eu comecei a. . .
Aí eu comecei a viajar para fora, né? Tá bom. Se vai desligar.
. . não, agora nós vamos dar uma pequena pausa novamente, tá?
Depois, nós. . .
e aí você vai contar essa história lá fora, tá bom? Hahaha! Eu deitei mais um bloco aí, dá para você contar sua história lá fora.
Então quem está nos acompanhando, daqui a pouco, nós voltaremos com o terceiro e último bloco da história fantástica aqui do mar. Então, valeu, valeu, um abraço. Tchau, obrigado!