Olá, promessistas, a paz de Cristo Jesus. Nós estamos aqui na playlist do canal da TV Promessa porque nós estamos aqui em Santo Amaro no segundo e último dia da conferência de missões 2025, A dimensão da Missão. Se você está assistindo esse vídeo, eu preciso perguntar a você se você já assistiu os nossos vídeos anteriores. A gente já conversou aqui com o pastor Renato Camargo, pastor Ricardo Costa, pastor Airton Dias, o pastor Jaílton Souza e o pastor Fabiano. Todos esses vídeos estão aqui nessa nossa playlist. Então, se esse é o primeiro vídeo que você tá vendo,
seja nosso convidado a assistir as outras playlists, aos outros vídeos da playlist e ficar por dentro de tudo que aconteceu aqui na conferência. Um outro pedido que eu preciso de fazer é comentar, curtir e compartilhar o nosso vídeo, porque assim você ajuda a gente a chegar a mais pessoas e a expandir um conteúdo sobre o reino de Deus, tá certo? a gente conta com a sua ajuda. E hoje, agora, nesse momento, a gente vai receber aqui a diaconisa Elsa. Diacona, um bom dia. Seja bem-vinda aqui à TV Val Promessa. Um privilégio, uma honra recebê-la. Ah,
o privilégio é meu, um prazer estar aqui, né? Nossa, eu sempre vejo online. É, online ou gravado, né? Mas tá aqui. É, é muito bom. Obrigada. Prazer pra gente. Parabéns, tá? pelo trabalho de vocês. Obrigado. Ah, para aqueles que não eh conhecem a diaconisa, que estão em outras regiões, eh eu gostaria que se apresentasse aí paraa nossa audiência, né? Uhum. Bom, eu sou lá do Paraná, na cidade de Maringá, congrego na igreja da Cariovaldo Ferreira, que chama Maringá. A gente tem três igrejas e eu congrego numa igreja que é um pouco maior e faz 30
anos já que eu estou nessa denominação, nessa igreja servindo ao Senhor. Eh, de profissão, eu sou psicóloga, trabalho no Tribunal de Justiça e também na clínica e dou aula na faculdade. Que bção. E faço os trabalhos voluntários. E família a senhora já é avó ou que tá? Não, não sou não. Inclusive eu não estou casada do momento. Não tenho não. Mas tem filhos? Não tive também. Tá certo. Bom, a senhora veio aqui para falar sobre esse tema. Uhum. Que a gente tem falado aqui desde o dia de ontem. Ah, que é o tema que ainda
que os nossos irmãos talvez não estejam habituados a ouvir alguma definição, alguma questão sobre isso, a gente sempre tem falado aqui desde ontem que é um tema que está presente no nosso dia a dia, isso. Naquilo que a gente consome de material audiovisual, nas artes, na literatura. Uhum. Em tudo que a gente consome na sociedade, esse é um tema que que está lá. Então, eu ia fazer uma pergunta aqui a diaconisa para iniciar. Como que a gente define essa questão da ideologia de gênero? Então, ela surgiu com essa ideia, né, de difundir de uma forma
igualitária, né, para que essas pessoas dessa eh dessa classificação, né, de gênero, sejam aceitas pela sociedade, principalmente para as pessoas que são ditas homofóbicas, né? Então eles querem eh normalizar um conceito, mas a intenção não é normalizar a o amor pelas pessoas, mas normalizar o conceito, a prática de atividades sexuais que não condizem com aquilo que a palavra de Deus, né, eh, fala, diz, explica, né, eles são eh contrários à palavra e dizem contrários não, porque em alguns até dizem que a a Bíblia relata, né, exemplos, né, de de coitos que são de pessoas do
mesmo sexo, mas não é o caso de quem é cristão e segue a palavra eh ipsislíteres, assim como ela está, né? Aham. Então, a ideologia de gênero vem para isso, para implantar, inclusive nas igrejas, né, que nós temos várias comunidades que são inclusivas e que vivem somente de inclusão, eh, existem para que isso seja normatizado. E nós queremos que isso não seja uma normatização, né? Por isso nós estamos falando sobre o assunto. É uma seara boa, fértil, para que nós possamos levar à verdade e não que nós possamos normatizar. Bacana. Nós não quer a inclusão
nossa não é do tema da ideologia, a inclusão é das pessoas, né? Isso tem que ficar bem claro. Eh, a de entrar na questão da da igreja, os movimentos eh que se dizem próideologia, eh eles trabalham uma relação entre o afeto daquele que se diz pertencente a essa ideologia, esse movimento, e a sua identidade. Uhum. tem uma relação disso, daquilo que é o meu afeto, as minhas atrações e a minha identidade, porque parece que o movimento bate muito em cima de identidade. Isso eles se dizem, né? Isso, identificam dessa maneira, né? Então, a partir da
criação da da de gênero, né, do termo gênero, eh, que não se explica somente o feminino e o masculino, mas todos os outros tipos, né, de normatização, né, do das terminologias e gêneros, binário, não binário. dentro dos binários, eh, existem os não binários, perdão, eh, existem todas essas categorias do a gênero, do transexual, do, eh, do, eh, homoafetivo, do gay, eh, e várias outras eh denominações. E aí e eles se dizem, né, com esse gênero e que uma orientação sexual que me define, então minha identidade através da minha orientação que fala de sentimento, né, de
de afeto. Então se a minha orientação, eu sou de gênero tal, feminino ou masculino, e eu tenho uma orientação sexual que me conduz ao meu olhar para ter uma relação afetiva e isso me dá essa identidade. Então, gênero masculino e feminino e todos os outros tipos de gênero fazem com que eu tenha uma orientação. A ideologia diz assim, e essa orientação então abre uma série de possibilidades de eu me identificar com algum outro gênero. Então, isso traz a minha identidade. É assim que eles trabalham. E eu acho, eu fiz essa, essa pergunta porque eu acho
que, né, quando a gente vai passar a nossa cosmovisão bíblica sobre o tema, muitas das vezes a gente não responde da mesma forma, trazendo o tema para a questão da identidade. Uhum. A gente se atrela muito ao comportamento, à prática. Uhum. Hum. Eh, eu acho que voltar o debate para a questão da identidade e separar da prática, eu acho, a senhora acredita que é um caminho. Como que eu posso, como cristão, lidar com essa questão quando eles estão falando unindo as duas pautas, né? Comportamento, atração, afeto com identidade. Isto para nós cristãos é bem claro,
né? A partir do momento que eu tenho um sexo feminino, um sexo masculino, né? e tenho as características da genitália que evoluem junto comigo, né? Eh, femininas e masculinas. Eh, eu não posso deixar com que a questões sociais eh delimitam a minha identidade enquanto homem, enquanto mulher, porque a palavra é bem clara, né? ele fez o homem e fez a mulher e deu características eh masculinas e femininas das quais existem livros científicos imensos que dizem o perfil de um homem, as características de um de um menino que vai evoluindo para ser um homem, assim como
uma menina que evolui para ser uma mulher. Então, ela vai passar por vários ciclos e nesses ciclos existe toda uma propriedade eh da feminilidade e da masculinidade e que vai definir a sua identidade, né? E a identidade ela é definida realmente socialmente também, né? Assim como personalidade, né? Você é 50 50 e hereditário dos seus pais, mas 100% ela é assim como caráter moldado pelo que você vive socialmente. E eles eh não aplicam a questão do caráter e nem da personalidade na questão da identidade de gênero, na ideologia de gênero, né? Ele é ele é
ele é pautado e baseado através das relações e e de orientação sexual que eu vivo, principalmente nas relações sexuais e que eles querem colocar que isso tudo bem, que um homem com homem é tudo bem, uma mulher com uma mulher ou o poliamor, várias pessoas junto. E por isso que pode, eu posso ser pã que me dá a liberdade de transitar por qualquer ação sexual, tanto com mulher quanto com homem, como com trans, como com bi, como os não binários. Então assim, ficou muito aberto, muito liberal, né, para que o sexo em si, a questão
do coito fosse mais importante delimita a tua identidade do que os o que você é. Uhum. Né? Então, quando, por isso que eu disse e na ali na palestra que o a gênero de todos é o melhorzinho, por melhor classificação, porque daí você não você não se encontra em nenhum tipo de gênero, nem masculino, nem feminino, mas também não é pão, não é bi, porque você prefere não ter sexo eh não determinar que eu seja masculino ou feminino. Eu sou uma pessoa sem sexo até então, até ele se formar. é o menos pior do que
você ser pão, bi ou outras categorias, né, avançadas, né, eh, trans, por exemplo, uma pessoa, eu fui num congresso, eh, não deu tempo de falar hoje, num congresso sobre sexualidade, eh, num workshop que tinham, eh, os psiquiatras levaram as pessoas que são trans, que fizeram a mutação, né, do sexo, fizeram cirurgia e essas pessoas deram seus depoimentos. tinha ontem inclusive drag queen e foi muito deprimente. Eu cheguei a chorar com eles lá porque todos estavam arrependidos e não conseguiam mudar porque tinham sido liberados para fazer a a transição. E nesse período de transição é um
período muito difícil, é muito hormônio, né? e você mutila seu corpo e os depoimentos deles é que eles queriam que pessoas tivessem orientado eles melhores para que eles não precisassem ter passado por isso, porque agora a modificação dessa transição é muito mais difícil do que aquilo que ele está. Então a gente tem vários cristãos, inclusive, né, convertidos que fizeram a transição, que estão arrependidos, estão voltando a a a sua origem sexual, né? uma mulher, por exemplo, que se fez cirurgia para ser homem, eu esqueci o nome dela hoje, ela tem dado muito palestras, né? Ela
é aqui de São Paulo. Eh, e ela diz que hoje ela quer ser mulher, mas ela toma muito hormônio. Ela tem a voz grossa, ela ainda tem alguns comportamentos eh masculinos de homem. E ela sim perdeu a identidade, que a identidade dela tava pautada no sexo e não na pessoa que ela é. E agora através da Bíblia que que uma pessoa apresentou para ela e que ela tá resgatando identidade. Olha que lindo, né? Então nós temos condições de fazer isso como cristão, né? De levar e alcançar essas vidas. Fazer uma pergunta pra senhora. É importante
pra gente como igreja, né? Porque a gente quer abraçar essas pessoas, a gente quer recebê-las. Eh, parece que a igreja, de certa maneira, tem algum eh alguma dificuldade em lidar com o movimento. E eu acho que é é perfeitamente cabível pela questão da eh de ser incoerente, porque o próprio movimento se diz assim: "Não se nasce homem, nem se nasce mulher, né? A sexualidade é construída." Isso. Mas quando se trata da homossexualidade, eles vão dizer assim: "Não, eu não posso pra igreja porque eu nasci assim", né? Então é incoerente. Tem uma própria teórica do feminismo
que abraçou o o movimento da ideologia de gênero, que ela vai dizer assim: "Não se nasce, mulher se torna", né? Mas quando se trata do homossexual, ela vai dizer assim: "Vocês precisam me aceitar assim, porque eu nasci". Aí a igreja vê essas incoerências que existem em diversos setores da sociedade. A igreja realmente talvez criou um certo ranço do movimento, né? É como abraçar essas pessoas sem ser grosseiro e sem parecer que a gente é insensível à dor deles porque obviamente é autêntico, é verdadeiro, né? A dor é isso, a dificuldade de de lidar com tudo
isso. Como aceitar? Principalmente que essas pessoas não se sentem incluídas, né, nos lugares onde vão, né? por mais que eles se mostram alegres, efusivos, mas eles não se sentem aceitos, né, pela família, por por pelo trabalho, etc. Eu eu digo que no no de fronte assim, de pessoa por pessoa, nós não devemos entrar em embate como eh política, religião propriamente dita, né, futebol. a gente eh deve aceitar e mostrar não se discute ideologia, porque a nossa sociedade, embora sendo democrática, ela não permite que a gente tenha pensamentos diferentes, né? Então a igreja tem um pensamento
contrário totalmente e deve manter, mas ela não pode repelir essas pessoas. Ela tem que eh ser aberta para continuar falando nos cultos de uma maneira normal, sem que fique acusando, né? Porque é um erro que a pessoa tá trazendo. E aqui é um lugar de acolhimento. Então eu tenho que vir como eu estou. Eu não venho como eu estou só como vestimento. Eu venho como eu estou de coração, com a minha identidade, com tudo aquilo que eu sou. Então eu tenho que ter livre acesso para entrar. E o cuidado que a liderança, os pastores, os
mensageiros devem ter de não mencionar nenhuma questão, né, do de religião catolicismo, por exemplo, que ou de matrizes africana a gente não pode condenar, não é de púlpito que deve ser falado isso, mas no individual, no pessoal, você vai mostrar a verdade, né, pra pessoa e ela que vai decidir e o Espírito Santo vai convencendo. Mas isso de nível pessoal, a nível coletivo, numa mensagem jamais, jamais fazer com que a pessoa se sinta envergonhada e ela não queira voltar. Ela tem que se sentir sim bem com a presença de Deus. Embora o pastor dê todas
as dicas de que isso é pecado, falando de obediência, falando do zelo do corpo, várias outras mensagens provocativas, pois então isso é o dia a dia de uma comunidade cristã, de uma igreja. E assim a pessoa deve vir e se sentir bem. Nossa, aquilo falou comigo, eu vou de novo. E o Espírito Santo vai convencendo, vai tratando. Mas tem que ter alguém para junto explicando. Olha, esse contexto fala disso e medita você, Deus vai falar com você. Eu não preciso impor nada, né? Não é assim que a gente ganha as pessoas, né? Impondo, né? Sim.
Eu ia até perguntar sobre isso, eh, porque as nossas igrejas, obviamente, tem muitos jovens, né? Uhum. Que às vezes não tem espaço para para lidar com esses assuntos, né? Uhum. Estão crescendo, né? Descobrindo muita coisa sobre si, sobre a família, sobre fé. E às vezes eles não se sentem muito a à vontade, né, para abrir seu coração. Como pastor de jovens, eu gero, lido bastante com essa questão, né? Quando você consegue entrar e fazer a pessoa se abrir, você percebe quanta coisa havia lá dentro, né? Eu ia perguntar isso. Qual é o papel da empatia
nesse diálogo não só com os nossos de dentro, mas com a sociedade, né? Isso. Eh, eu penso que é um um papel muito difícil porque eles, né, essa essas pessoas, elas já sabem que elas não são acolhidos para aqueles que são cristãos. Então, às vezes, a luz tua, né, que brilha, né, por si, porque o amor de Deus transborda na sua vida, se você é um cristão, quando eh essa pessoa não vai se sentir à vontade porque você demonstra que você é um crente, é aí que você precisa eh minimizar os seus termos, né, e
pedir para que Deus, né, eh dê sabedoria, que é o que eu coloquei, para que você saiba abordar de uma forma muito afetiva. para que ele sinta que você tem carisma por aquela pessoa, né? Porque eh esse objetivo a gente não pode rep porque o homofóbico e ele faz isso, mas o homofóbico em si já é uma pessoa que não gosta de pessoa. E o evangelho, aquele que aceita Jesus, a gente gosta das pessoas porque a gente quer que as pessoas fiquem bem e que conheçam a Deus para que elas tenham ânimo e força para
caminhar todos os dias. Então, se ela vê que você passa por muitos problemas, mas você tem esse essa esse ânimo, né, baseado na palavra para você viver os dias de aflição, essa pessoa ela vai te ouvir e vai ver que você não está repelindo, muito pelo contrário, que você pode sim se aproximar dessa pessoa. Eu tenho um exemplo bem prático para te dar numa na sala de aula ministrando uma disciplina de psicologia jurídica. Eu tinha um aluno, isso aconteceu há uns dois anos atrás, muito participativo, mas eu via que ele era eh um menino gay,
um rapaz gay, mas ele participava e eu sempre dava abertura para ele participar. De repente ele parou de ir na minha aula e aí eu encontrei com ele no corredor, ele já tinha alcançado nota, tal, já era final de ano, mas eu falei assim: "Mas eu tô sentindo falta de você nas minhas aulas, por que você não tem ido mais nas aulas?" Ele falou: "Ah, professora, porque eu passei já e o número de fotos também pode?" Eu falei assim: "Ah, mas eu queria que você fosse". Ele falou: "Olha, professora, você me dá muita abertura, mas
a sua luz me incomoda." Eu falei assim: "Como assim que luz?" Ele falou: "Porque tá na cara que a senhora é crente? Aham. Eu acho que a senhora faz muito esforço para para que eh me acolher, mas não precisa porque eu sei que você, a tua religião não permite que que dos gays. Eu falei assim, mas eu manifestei isso em algum momento. Ele falou: "Não, a senhora não manifestou, mas a religião para mim eh eu não consigo conviver com pessoa". Então assim, aí fui conversar com ele e abordar. Eu não, eu perguntei, eu tinha sido
invasiva, eu tinha dito alguma coisa? Não, porque a gente não fala de Deus nas nossas aulas, não, não cabe. E ele falou: "Não, a senhora sempre foi científica, passou o conteúdo, mas é que eu não consigo conviver com pessoas religiosas. Você vê como que é a dificuldade que eles têm." E eles e eles, né, no dentro do direito da dignidade humana, eh, é necessário que eles entendam que isso seja também propagado, que os cristãos eles não abominam essas pessoas. O que que ele vê no nos religiosos? Que os religiosos abominam. E eu falei para ele,
isso é errado, o teu pensamento está errado, você topa conversar sobre isso? Daí ele parou, nós conversamos, eu fui explicando para ele. Daí ele falou: "Ah, mas é que eu tenho uma visão do coletivo e o coletivo, a maioria são homofóbicos, então eu prefiro não ficar perto. Você vê que coisa, né? A passar por isso, sendo que não foi o que demonstrei, mas você vê a importância dessa empatia e desse carisma, né? por mais que eu esforçasse, e para mim tava tudo bem, porque é um direito dele, queria ser gay. Eu, quem sou eu para
intrometer na vida pessoal dele, né? Eh, mas isso incomodou o fato dele perceber que eu era cristã. Então, eh, ele ele é ele foi honesto. Realmente, as religiões afastam as pessoas, elas não recebem. Então, nós temos que mudar esse contexto, né? que o religioso, a pessoa que é cristã, que tem Cristo, ela não pode afastar as pessoas. Mas nós aprendemos a fazer isso. Eu estou 30 anos na igreja. A nossa igreja, como você fala há pouco, nós ministramos isso. A gente mais prega afastando do que acolhendo. É, eu gosto de chamar isso de fé repelente,
né? É verdade. Na Bíblia a gente tenha que ter uma fé atraente, mas de alguma maneira pode ser que por motivos, né? É, às vezes a gente cria uma postura repelente, a gente só repele pessoas, né? Mas olha, eu tô tão feliz porque vocês são novos, a maioria, né, na organização aqui e essa região tem muitos pastores novos de idade, né, que é um ciclo novo. E vocês farão a diferença, né? Então, essa maneira como nós eh colocamos até hoje, eh, a gente pode dar um basta nisso, a gente pode fazer diferente, né? Embora a
minha idade seja o dobro da de vocês praticamente, mas eu vejo que, como foi falado antes da dessa conexão, eh, a gente precisa transitar, né? Então, daquilo que eu vivo e daquilo que eu posso ensinar para que vocês possam modificar isso e vocês serão agentes disso, né? Nós estamos dentro, nós estamos com o mesmo objetivo e nós vamos conseguir mudar isso, né? Já estamos mudando, sim. A partir daqui a gente já tá mudando, né? Já existe uma nova dimensão, né? maneira de fazer missão e tô muito feliz por isso. Amém. A senhora comentou sobre eh
a eh um pouco dos do muro que eles vêm, né? Eles vêm em nós. Uhum. Eh, uma pergunta que eu ia fazer aqui, eu acho que é que é importante. Eh, de um tempo para cá, a gente vive uma sociedade em litígio, né? Todo mundo tá em litígio, tá brigado em conflito, né? De 2018 para cá, parece que se acelerou. É, muito nas famílias, nas igrejas. Sim, eu vejo isso, né? Deus, né? A a incapacidade de sentar à mesa com o antagônico, de sentar à mesa com o contrário a mim. Isso. E eu acho que
eh eu ia fazer essa pergunta na prática, como equilibrar e voltar pro diálogo? Eh, eu tenho que lidar com antagônico, eu tenho que manter a minha firmeza bíblica, mas eu também tenho que permitir ouvir a fala do outro, né, do antagônico, do oposto, né? Como equilibrar o conhecimento com a firmeza bíblica sem parecer eh conveniente, sem parecer conivente, melhor dizendo. Isso. Isso. Olha, eh isso é muito difícil porque uma vez que você tem uma convicção, né, daquilo que você acredita, você quer entrar no embate para você ganhar a conversa. Então nós vivemos, né, tratando-se de
mediação, por exemplo, mediação de conflito, nós entramos em qualquer batalha sempre para ganhar. Então o crente ele foi treinado, né, o cristão que vive, né, a igreja, a palavra de Deus, ele quer mostrar que ele tá certo, ele quer ganhar aquela conversa, mas para Deus não é esse não é o mais importante, né? Eh, Deus quer que você, através dessa tua verdade que você crê e é uma verdade, que você eh eh mostre isso de uma forma eh não a ganhar da pessoa, mas que a pessoa se convença aos porque quem convence é a palavra
e o Espírito Santo de Deus. Então você só é um instrumento. Então você não pode ser treinado para usar das suas forças para ganhar essa guerra, porque essa guerra ela é espiritual. Então, se você estiver eh baseado naquilo que o reino de Deus oferece, não tem como a pessoa não se convencer, porque que nem esse exemplo que eu acabei de citar, ele falou assim: "Ah, eu não sabia que era assim". Então, tem pessoas que não estilizam a gente, então claro, com certeza tem. E eu até perguntei: "E algum momento eu fiz isso com você?" Ele
falou: "Não, de jeito nenhum, de forma." Então, mas como a gente é treinar, nossa, eu tenho que convencer aquela pessoa, porque eu tenho a verdade. A a palavra de Deus fala isso, eu tenho que tá a caminho do céu dizendo assim: "Vocês estão indo pro inferno, vocês tm que vir para cá". É isso. E não como se fosse só isso, né? É, não é? Porque às vezes a gente tá lá, ouve uma palavra e aquilo fez tanto sentido para aquela pessoa e para você não fez sentido nenhum. Você falou assim: "Que que que aquela pessoa
disse?" Então assim, eh, essa interpretação, esse convencimento, ele não vem na na numa luta de palavras de conversa. Então, você tem que ter eh esse equilíbrio, né, que você perguntou, de você mediar essa eh um uma controvérsia, que é o termo certo, você mediar essa controvérsia de uma maneira sábia. Por isso que a sabedoria vem do alto, né? Porque você não precisa ganhar aquela pessoa amor dessa maneira. Você não vai ganhar, você vai repelir, como você falou, fé repelir. Você precisa ganhar essa ganhar essa conversa no amor de Deus. O que precisa, a pessoa precisa
saber que ela é amada, porque essa relação que ela tem com o outro sexual, que ela se vincula e tudo mais, ela tá buscando o quê? O amor. Ela acha que aquilo lá é linguagem de amor, mas não é. A verdadeira linguagem de amor é Deus que nos dá. Não existe outra. e nem melhor e mais saudável. E a linguagem de amor de Deus, ela é compassiva. Ela é baseada em compaixão. Então, saber ouvir, falar menos o pouco que você falar, falar palavras de sabedoria, palavras que imitam compaixão, né? que você tem compaixão por aquela
primeira coisa, quando você vai abordar uma pessoa assim que é contrária àquilo que a palavra diz, que vive uma vida contrária, seja ela de n maneiras, eh você vai demonrar que você tem compaixão e que Deus vai fazer alguma coisa como um usuário de droga, como uma pessoa que usa da bebida alcoólica, né? Você vai ter compaixão dessa vida para que Deus mostre a verdade para ela se libertar. Uma um cigarro, né? eh, enfim, com todas outros tipos de de vícios que a pornografia, eh, uma série de outras coisas, né, que convence, porque a pornografia,
para você ter uma ideia, é um vício tão marcante que ele supera o vício do craque. Sim. Então, por isso que ele é tão difícil de extrair e não é só mais os homens que são viciados em pornografia, as mulheres também que não deu tempo de eu falar, mas nós hoje temos na população X eh da geração que foi falado ontem, né, que até o Tom veio aqui falar também, a geração hoje X representa, que são a faixa etária dos 14, 15 anos, representa 26% da população. daqui 10 anos eles dominarão e eles serão mais
de 20. A população vai crescer porque outros migrarão para cá. Então nós teremos uma população dessa idade que da qual é uma geração que pode tudo, que quer tudo e acha que que eles se viram do jeito deles, porque o pensamento deles é baseado, pautado na evolução eh tecnológica. E se a gente não repassar esses vídeos e permear a casa com muita palavra de Deus e fazer com que eles alcancem, eles não serão treinados para alcançar pessoas LGBTQ e mais eles vão, para que que eles vão alcançar? Porque tá tudo certo para eles. Eles têm
que ser convencidos também. E como que vai convencer? Através da palavra, da oração, eh, do amor de Deus e etc. Então, a gente tem que trabalhar em cima dessa geração que você disse dos jovens, né? Nós não podemos ter eh ensinar uma fé repelente, pelo contrário, nós temos que praticar compaixão por eles. Você vai nas igrejas, são pouquíssimos jovens. Eu tô admirada aqui de ver três fileiras que eles estão tudo juntinho e uma bênção, porque não tem, são poucos que ficam assim, já que a gente tocou nos jovens, eu queria, eu também sou pai, né?
Eu tenho dois filhos, minha filha tem 10 anos e eu já tive que lidar com esse tema, né? Porque na escola dela tinha um uma amiga que é um que queria ser se veste como menino e quer ser chamada como menino. E as mães eram um par de lésbicas, né, as mães da da menina, né? Eh, aí a pergunta que eu veio fazer e como pastor de jovens, eh, as pessoas sem sem ignorar a dor de ninguém, né? Não é esse o ponto, mas as pessoas mais destruídas assim as quais eu pude conversar foram meninos
e meninas dessa idade aí 18, 19, 20, que quando abrem o coração tem esse problema de ou uma afetividade ou eh ainda não consegue entender as suas atrações, seus afetos desde pequeno, mas são filhos de pais evangélicos, amam a Jesus, amam a Bíblia, não querem sair da igreja, mas também não consegue tratar o tema na igreja, né? Aí eles falam assim para mim: "Pastor, eu não consigo ter, eu não consigo conversar isso com o meu pastor porque parece que ele é de outro século. Eu não consigo ter ajuda psicológica porque eu não posso pagar. Eu
teria que falar pros meus pais para eles me darem uma ajuda psicológica e eu também não consigo conversar com meus pais. Aí eu falo para eles: "Cara, isso é um ciclo mortal, né?" Uhum. Porque você tá sofrendo calado. Isso. E aí a pergunta que vai fazer pra senhora é qual o conselho que a gente pode dar para líderes e principalmente pais, né, para que eles consigam a eh conversar, ouvir essas pessoas que têm dores assim tão profundas, né? Eu lembro de de um deles que fez para mim a pergunta mais difícil que eu já recebi
na vida. Ele quer ser pastor, ele tem um chamado pastoral, mas ele tem esse problema desde pequeno. E a pergunta que ele fez para mim, para mim foi a pergunta mais difícil que eu recebi na vida. Ele chorou muito na minha frente, mas eu chorei muito depois. Ele disse assim: "Por que Deus me chamou para ser líder se eu se ele sabia que eu nasci quebrado assim?" Uhum. Ele não sabe que eu poderia servir melhor para ele se eu fosse eh uma pessoa correta, né? Se eu tivesse nascido como senhor hétero, ele não sabe que
eu poderia servir melhor, porque ele me chamou assim. Uhum. Então, foi uma pergunta muito difícil e eu vi a dor ali. Então, como é que a gente pode ajudar pais e mães e líderes a lidarem com essas situações? É, a primeira hã informação assim que eu posso contribuir é que eles precisam de conhecer o que que é o assunto, né? Conhecer o que que é o assunto, o que o quem é quem são essas pessoas. eh o que que eles buscam, o que que eles procuram a partir do momento que você tá bem respondado disso,
né, que tem bastante conhecimento, bastante livros, principalmente cristãos, tem vários. eu até eu ia colocar lá as referências, são vários livros bem importantes, bem bons para você conhecer, né, para para orientar os líderes. E a partir do momento que você conhece, você sabe como abordar, porque você já tá erado naquele assunto e você vai saber com propriedade. A maioria desses livros, inclusive são escritos por pessoas exgeiss, né? Então eles sabem do que estão escrevendo, que são pastores hoje, inclusive para para responder para essa pessoa, né, da qual tem esse chamado, né, eh, dizer que eles
que você entende o que ele passa, porque realmente é muito difícil como você sentiu a dor do dele. Então, sentir a dor do outro já é 100% de cura. Eu digo porque você vai acolher essa pessoa no seu íntimo e vai eh passar a orar com ele. Ele vai criar um vínculo de confiança, né, de interação. qualquer dúvida que ele tiver, qualquer atração que ele tiver, mesmo que ele esteja se consagrando, né, e ele escorregar, mesmo que seja no pensamento, mas se ele souber que você está com ele, ele vai te procurar, ele vai pedir
porque ele vai pedir ajuda, porque o Espírito Santo vai mover, que é o que acontece com as pessoas que estão ao meu redor, né? Eles pedem oração, eles falam: "Meu, eu sei que você me entende, você pode orar por mim". Eu até aqui um passado 2, 3 anos, né? Eu tive vários casos, vários e eu fiquei me cuidando, mas eu tive mais escorregar dela e eu não quero cair de novo e eu quero que Deus me resgate, porque eu não quero perder a minha salvação. Então são pessoas que não têm mais contato sexual, né, não
tem intimidade eh eh homoafetiva, mas elas eh não deixaram de ter o pensamento voltado às vezes para que aquilo, né, que essa renovação da mente não é fácil porque eh tá muito impregnado, né? É uma coisa assim importante falar que as pessoas e saberem, né, que por todas as pessoas que eu lidei, eles falam isso, que as experiências homofetivas, né, o coito sexual da do mesmo sexo, ele é potencializado em mil vezes o prazer, o orgasmo. Então aquilo fica acionado na mente porque é um encontro de sangue, é um pacto, né, como assim como a
palavra diz do homem e da mulher tornaram uma só carne. Quando eles têm esse contato é a mesma coisa e não é o que a Bíblia diz. a mesma coisa da questão do do contato sexual, da intimidade que se cria um com o outro e aquilo aciona, fica no subconsciente. Então não é fácil sair, renovar essa mente. É muita oração, muita intercessão, é muita ministração, senão a pessoa não consegue caminhar sozinha. Então eles precisam da gente. De qualquer modo eles precisam, senão eles não aguentam, eles voltam. E é uma ser caídas, né? Assim como os
usuários de drogas e outros vícios, eles podem ter recaídas, mas o importante é eles saberem que mesmo recaindo você tá lá para segurar a mão deles, para orientar. Deus continua te amando, vamos resgatar, né? É um um problema que ele tem. Agora, a partir do momento que a pessoa deseja mesmo e ela tá, ela pode ser um missionário, pode. Ele pode sim, porque não? Desde que ele esteja nesse processo de consagração, eu não quero mais, eu não nunca mais me contaminei, entendi o que que a palavra fala. E eu sou uma pessoa hoje cristã, tenho
todas as convicções, me batizei, estou me consagrando. Pode, por não agora, porventura pode ser solteiro a vida inteira, pode não ser hétero para casar, mas ele passa a ser uma pessoa hétero, que essa é uma pergunta que eles fazem, né? É, mas e se eu me converter e voltar e eu não consegui, por exemplo, sentir atração por uma mulher, né? Eles falam isso, né? Aí é, né? Eu falo que é na conta de Deus, né? Eu não tenho a resposta também, tá? Porque eh, mas eu já vi, tive vários pacientes que casaram. Teve uma menina
que ela cantava no louvor, ela tinha uma voz, ela compunha e ela namorou uma moça e ela ficou anos com essa moça e a mãe dela nunca deixou de orar. Nunca, nunca, nunca. E eu confio, eu também porque a menina tinha namorado, o rapaz de do louvor, era hétero, né? E aquela coisa. Depois um dia encontrei com ela no shopping e eu falei: "Fulan você?" Ela falou namorando um abraçada com um homem, né? Muito bonito, por sinal, ela muito linda. Daí ela falou assim: "Ai, eu sou hétero". Eu falei assim: "Você lembra que eu era
hétero?" Eu falei assim: "Eu lembro, mas você tava casada com uma mulher?" Eu falei assim: "Não, aquilo foi só um laço do mal. Eu eu voltei pra igreja, tô casada, superei, graças a Deus. E e muito lindo e o marido sabe da história. Glória a Deus. E os dois, né, continuam, né, louvando e tal e superou. Mas então, porque a gente sabe que a investida do mal é grande sobre isso, né? Então a gente tem que, os pais precisam entrar em consagração, precisam guerrear, entrar na luta. É uma luta espiritual gigante, né? Porque ele quer
tragar, né? É um, é uma legião fazendo a cabeça das pessoas para que essa ideologia ela prospere. A ideologia ela tá crescendo, ela não tá diminuindo, ela só tá aqui cresce. Os movimentos gays, né, da parada gay, ela só crescem. Antes era era um trio elétrico, agora são três, quatro e avenidas aí, avenidas, pessoas e pessoas. Eu vejo na minha cidade era um movimento super pequeno num bairro agora um tomou um vulto gigante. Então assim eles tentam abraçar o maior número. Eles distribuem panfletos, eles se vestem da corrias, eles saem na rua e nós fazemos
o qu nesse dia. Nós não vamos lá para combater, desligar os microfones nem nada, porque eles têm todo o direito de fazer. é um direito dele, mas nós podemos estar lá nos bastidores vendo um, vendo o outro, orando por eles, fazer um um círculo de oração lá intercedendo, por não de repente entregar um folheto, eh, você aceita um folheto educadamente, você aceita que eu ore por você? Ué, por que não? Se você tá revestido de graça, de poder, você pode fazer isso sim, eu venho no Nordeste, né? E e no Nordeste o carnaval é muito
forte, né? O frego. É. E eu acompanhei da nossa igreja, mas várias igrejas que no dia do galo da madrugada, do pinto da madrugada, dos blocos, eles iam pra rua Uhum. só orar por foliões e os testemunhos são inúmeros. Mas tem gente que caiu processo, mas tem gente que voltou para Jesus naquele lugar, naquele naquela circunstância ali, né? Sim. A gente só não pode pular junto, né? É. Não, a gente tá ali para acessar as luzes. Isso. Tô brincando. Mas é bção, né? É. E obrigado, diaconisa. Eu acho que a pauta de da identidade é
a pauta que é referência no mundo desde que o mundo é mundo, desde o É isso. Eu eu gosto de falar pros meninos. Eh, eu falo para eles assim: "Jesus entende a dor de vocês porque ele passou pela por algo muito semelhante". Uhum. No deserto, o diabo diz para ele: "Se tu és filho, ele bota em cheque a identidade. Se tu és filho, se tu és, se a identidade é: se tu tem um pai e ele te deixou passar fome, então isso não é pai. Uhum. E se tu não tem pai, tu também não tem
filho. Se você não tem pai, você não sabe onde você veio, né? Então, nem o nosso Jesus quando passou por essa terra deixou de passar pela tentação da identidade. É verdade. Ele botou em cheque. Na cruz é a mesma coisa. Desce daí. Se tu és o filho de Deus, desce daí. E aí eu falo para eles, então o Jesus que venceu essas tentações, ele entende você. Isto nós temos um sacerdote que entende as Exato. Se compadece com as nossas lindo, né? É lindo demais. Nossa. E como e como eu queria que a senhora terminasse eh
dando uma palavra para o jovem ou a jovem que nos escuta agora e que tá agora com um coração de lágrimas, né, que talvez já sofreu, já tentou expor pra igreja, talvez tenha sido machucado pela própria igreja. Uhum. Eh, mas está ouvindo isso aqui agora direcionado pelo Espírito Santo. O que é que a gente poderia dizer para esse jovem tá lutando contra isso? Uhum. Para não ceder. Eh, ele não quer continuar, né? É, ele não quer ceder, ele não quer virar escravo dele mesmo, né? Ele sabe que ele serve a um outro Jesus, né? Ele
é escravo de outro Senhor, não dele mesmo. O que é que a gente pode dizer para ele? Ah, a primeira coisa, eu acho que é uma relação de ajuda, né? Deve buscar ajuda, né? Eh, deve entender que esse é uma questão cultural, né? A ideologia ela foi posta, tem pessoas que caíram nisso eh por movimento de rebanho mesmo e que nada impede que você volte, né? que você recue, embora ache que religiosidade vai fazer com que você não tenha esse caminho de volta, mas sempre há um caminho de volta, né? O arrependimento, né? Conduzir pro
arrependimento. Não tem nada mais lindo na vida, na no dia a dia nosso, do que nós nos humilharmos todos os dias na presença do Senhor, nos arrependermos daquilo que nós fazemos errado, porque nós erramos muito todo dia, né? Nós cometemos erros. Não vou atribuir isso a pecados, mas erros. A gente comete erros, né? Eh, e que a nossa carnalidade, a nossa humanidade faz com que a gente erre. Mas numa avaliação final, antes de você deitar, fazer sua meditação com relação a Deus, né? Eh, estar na presença do Senhor faz com que a gente se arrependa
e isso é é digno, é honroso e com certeza Deus está olhando. Então, a relação de ajuda, eh, acreditar que vale a pena voltar, né, e que a igreja não é um local que vai expulsar, mas pelo contrário, a igreja é um local que está aí para te receber, né? E deve ser, embora você talvez tenha repelido, né, sido repelido ou entendeu que é uma repreensão, uma exortação, eh, quem sabe, né, porque Deus faz com que a gente passe por processos, porque eh às vezes essas exortações façam que com que você repense algumas atitudes e
isso cabe em qualquer área, mas nessa área sexual que é muito mais difícil o teu retorno, eh você precisa e dar o seu primeiro passo. e buscando, tenho certeza que Deus alcança. Uma coisa que me passa aqui estudando sobre isso é que você falou, né, da desde a origem culturalmente é muito posto desde que o mundo é mundo, né, na questão cultural, social, que essas relações elas existem e que os desejos da carne não são errados, que porque geram prazer e que Deus é um Deus que fez todos os tipos de de pessoas, todos os
tipos de sexos, né, e todas para que a gente desfrute, né? É isso. Orientações sexuais. Então, eh, eles se acham que dentro de um padrão da da normalidade com esse tipo de atitude, né? E assim, as pessoas que eram ligadas à cultura, pintores, artistas, músicos, né, lá da Idade Média, né, da da época antiga, eles viviam disso, né? Então, por isso que as artes são tão atacadas, né? Geralmente são os levitas, como eu disse que que lá na na minha palestra, eh, os levitas é que são atacados porque envolve a arte. E e por quê?
Porque existe, quem é ligado à arte, a parte do hemisfério e cerebral, o direito é mais sensível e o lado direito é o lado feminino considerado e o lado esquerdo masculino. E isso faz com que eh a pessoa tenha uma eh dificuldade, quando ela tem esse lado direito mais acentuado, tem a dificuldade de entender as coisas mais racionais, direcionadas, ela vive mais baseado no sentimento. E isso que dificulta a pessoa de enxergar a verdade às vezes, porque ela não vai pela razão, ela vai por aquilo que ela sente. Então, é algo muito tên que a
gente tem que prestar bastante atenção. Por isso que que o líder de um louvor, que ele tá lá acostumado, né, a lhe dar, ele tem que ser pedir para Deus dar sensibilidade para ele ver se não tem alguma coisa que não tá legal naquele jovem. com o olhar dele, com o comportamento dele, você consegue já chegar até ele de forma muito amorosa para poder ajudá-lo. Amém. Amém. Tia Conisa, muito obrigado por esse tempo. Que que conversa boa, que papo oportuno pro nosso tempo, né? Saiu daqui crescendo bastante no conhecimento. E a a senhora tem redes
sociais para que as pessoas te acompanhem? Pois é, por incrível que pareça, por mais antenada que eu não tenho rede social, só tenho meu WhatsApp. Eu não tenho porque eu não tenho tempo mesmo. Eu quero ter ainda. Deus tá colocando. Eu teve até já uma uma palavra que foi lançada que eu devo ter para poder colocar esses temas. Mas eu eu poupo um pouco, até me recuso a fazer, porque eu não quero ser como os psicólogos da maioria, porque eu tenho que me aderir a isso. Eu eu não posso me manifestar como aí eu teria
que ser só terapeuta e eu ainda preciso da minha profissão. Então, quando eu for só uma terapeuta, eu posso fazer qualquer coisa, mas enquanto psicóloga registrada no conselho, eu não posso colocar nada que seja não eh de aderir ao movimento. Eu tenho que estar totalmente, porque isso é empregado para nós, né? Que se a gente não fizer isso, nós não podemos praticar cura gay, que é proibido, né? Eu já tenho um processo com relação a isso. Então a gente tem que tomar muito cuidado. Eu prefiro não me manifestar. Quando eu não precisar mais ter o
conselho e for só uma terapeuta, como muitos, aí eu posso falar o que eu quiser e inclusive falar as verdades da palavra de Deus. Perfeito. Tá bom. Mas a senhora quem quiser encontrar tem a igreja de eh lá na igreja de Maringá na Cariovaldo Ferreira. Cariovaldo Ferreira. Um abraço para todos os nossos irmãos de Mar. Amém. Amém. Aham. Eu vou levar um abraço. Muito obrigada, viu, pela oportunidade. Tá bom. Deus abençoe o trabalho de vocês. Amém. Eu não fiz isso com os outros, mas eu acho que eu vou pedir pra senhora. A gente consegue fazer
uma oração final? Uhum. Hum. Eu acho que diante do tema, eh, muitos pais, líderes, né, e muitas pessoas, né, que estão aqui nos acompanhando. Acho que a gente pode encerrar com oração. É, é bom. Bom, é. Amém. Pai, nós te agradecemos por essa oportunidade, porque tu nos dá condições, Senhor, de nós entendermos todas as pessoas, Senhor. Todas as pessoas são suas. Nós, humanos, pessoas, Senhor, estamos diante da sua presença neste momento, colocando os lares, Senhor, as pessoas específicas que passam por qualquer tipo de problema nessa área, Senhor. Nós não conhecemos a todos, mas tu conheces
a todos. Eu gostaria, Senhor nosso Deus, neste momento, que tu as acolhesse, que tu as alcançasse neste momento e que elas também conseguissem abrir seus corações para te alcançar, Pai. que tu adentre nesses lares, que tu envie, dê ordem de comando aos seus anjos para que adentre nesses lares e que eles possam sentir, Senhor nosso Deus, a sua presença para aquela pessoa, para aquele jovem, Senhor, ou até para aquela pessoa que já foi hétero, que se encontra em crise, Senhor, no nome de Jesus, retira, Senhor, nosso Deus, toda a dor e eh o Espírito Santo
de Deus trabalha nessa vida para que haja eh um arrependimento de tudo isso, para que ele possa entender aquilo. Fala com ele, Senhor nosso Deus. fala com ela neste momento, Senhor. Fala, Senhor nosso Deus, através da sua palavra, na meditação da sua palavra, através de um podcast, através de um louvor, mas fale com essas palavras, com essas pessoas, que essas pessoas sejam alimentadas por ti, Senhor. Nós te agradecemos porque sabemos que tu nos ouve, que tu nos alcança, esses obreiros, missionários em especial neste momento, Senhor. É, eu conheço vários, Senhor, que passam por essas dificuldades,
que querem te servir melhor, mas passam por essa dificuldade, que não estão totalmente libertos dessas das condutas que até então eles achavam que era o certo. Mas eu sei que tu podes ajudá-lo, Senhor. Alcança neste momento em nome de Jesus. Nós suplicamos, Senhor, nós clamamos a ti que que és poderoso e que pode fazer todas as coisas. E nós agradecemos também porque sabemos que tu és aquele que alcança, tu és um Deus maravilhoso e todas essas pessoas estão apresentada diante de ti e nos ensina, Senhor, dia a dia, passo a passo para que nós possamos
alcançar essas vidas no nome de Jesus. Amém. Amém. Deus abençoe, diaconismo. Amém. Obrigada. Gostava você também. Deus abençoe. Obrigada a você que assistiu a nos que nos assistiu até aqui, né? A nossa playlist está aqui no canal. essa conversa com a diaconiza Els, mas com os outros palestrantes, outros pastores que passaram por aqui também. E não esqueça de compartilhar com o seu líder local, com a sua igreja. Eu tenho certeza que esse tema vai ajudar muitas pessoas e a gente espera que esse vídeo seja um instrumento nas suas mãos, meu irmão. É isso que a
gente pede. Não esqueça de curtir o vídeo, assinar o canal. Até a próxima. Deus abençoe.