Nos próximos capítulos da novela Força de Mulher, Enver e Arif serão os responsáveis por salvar Barrard de um dos planos mais cruéis já vistos, arquitetado por Siri. Após descobrir a verdadeira identidade de Sen, Sirin, movida pelo desejo de vingança contra a irmã, decide se unir ao vilão para colocar em prática o pior plano da novela, sem acreditar estar enganado Cirin, para deixar barrar com medo dele, com a aproximação entre os dois, mas a manipuladora saberá muito bem quem ele é e usará isso contra a irmã. Mas Enver estará determinado a proteger as mulheres.
Graças a uma denúncia feita por Berseman, ela saberá de tudo. O homem que estará atendendo 100 em seu atelier ficará aterrorizado com a verdade, já que Bersan roubará uma prova incriminadora contra 100 e entregará a Enver e Arif. Antes que o pior aconteça, ele conseguirá acionar a polícia, que armará uma emboscada para capturar o criminoso.
Enquanto isso, Rifira conhecerá o filho de Seida. O homem ficará encantado com a criança, mas a senhora Fazilet não vai gostar da situação. Fazilet e Hif irão discutir feio.
Seida, cansada de tantas brigas, irá parar a situação e tomará uma atitude impressionante que custará seu emprego e fará ela descobrir um segredo do passado de mãe e filho. Deixe o seu like se você quer ver sem pagando pelos crimes contra Barrar e comente aí: "Você acha que Barrar merece um final feliz ao lado de Arif? " Sim.
ou não. Tudo começará logo após Barrar e Seida perderem as panelas e começarem a discutir tensas dentro do pequeno apartamento. Seida e Barrar estarão decididas a encontrar as panelas.
Enquanto Barrar sai para procurá-las na casa da senhora que as acolheu no dia anterior, Seida irá trabalhar. Seida estará indo até a casa da senhora Fazilet com Arda e estará atrasada por causa de menino. A mulher não terá com quem deixar o filho.
Seida na porta da grande mansão, pedirá: "Ada, meu filho, você precisa ficar bem quietinho. Não faça nenhuma bagunça. A mamãe já está com problemas demais".
No exato momento, a senhora Fazilet surgirá na sala, visivelmente incomodada. Ao ver Arda entrando, franzirá o senho. O que essa criança está fazendo aqui?
Seida respirará fundo, já sentindo o peso da crítica. Me desculpa, eu não tinha com quem deixá-lo. "Minha casa não é lugar para crianças", reclamará a mulher.
Seida se levantará incomodada com a insinuação. Ah, não. Mas a senhora convidou a Nissan e o Doruk para passar a tarde aqui, porque só o meu filho não pode.
A mulher ficará em silêncio, mas dirá na sequência: "Eu os convidei e você trouxe seu filho sem avisar". Além do mais, tenho certeza que o Rif não vai gostar de ter uma criança correndo pela casa. Se tivesse dito algo, nós poderíamos conversar antes.
Mas Seida não acreditara. Me diga a verdade. É por ele ser diferente.
A senhora tem algum problema com isso? A senhora abrirá a boca sem saber o que responder, mas será interrompida pela chegada de Raifo, que surgirá no cômodo, observando tudo. Ele verá a arda e se aproximará com delicadeza.
A criança se encolherá tímida. Mas não fugirá. O menino irá se aproximar de H e observará a cadeira de rodas do homem.
Ele está bem, perguntará. Ele não fala muito. É o jeitinho dele explicar a Seida, um pouco sem graça.
Tudo bem, eu não me incômodo com isso. E por favor, mãe, não coloque palavras na minha boca, responderá, olhando diretamente para a mãe. E ele pode sim ficar aqui.
Seida irá comemorar, mas Fazilet apertará os lábios irritada. Precisamos conversar", dirá ela, puxando Rif para um canto da casa. Assim que se afastarem, a discussão começará.
Você só disse isso porque sabe que eu não gosto de crianças aqui. Está querendo me provocar? Você é quem devia se envergonhar.
Depois de tudo que fez, não tenho direito de julgar. Ninguém retrucará Rif. A seida está certa.
Você tem problemas com pessoas diferentes. Isso é um absurdo", gritará a mulher. Seida, ouvindo a discussão, decidirá intervir.
Entrará na sala com o rosto sério e postura firme. "Eu vou embora", anunciará. Não quero ser o motivo da briga entre vocês.
Ela olhará para Rif firme e você, Rif, deveria parar de provocar sua mãe e seguir em frente. Muita gente perde um braço, uma perna, enfrenta dificuldades mil vezes maiores e mesmo assim levanta a cabeça e continua sem rancor, sem virar uma pessoa amarga. Rai ficará em silêncio, chocado com a sinceridade daquelas palavras.
Masida não terminará ali. Voltará ao olhar para Fazilet e completará. E a senhora precisa parar de tratar o próprio filho como um inválido.
Precisa parar de olhar para os outros com arrogância, como se fosse melhor que todo mundo. A vida é dura para todos. Com a voz embargada, ela concluirá: "Eu estou indo embora e não volto mais.
" Sem esperar resposta, Seida pegará a arda pela mão e sairá da casa, deixando mãe e filho paralisados, mergulhados no silêncio cheio de verdades não ditas. Seida, no entanto, não conseguirá tirar barrar de seus pensamentos. Sem notícias sobre amiga, ela estará nervosa.
Momentos depois, Seida chegará em casa muito cansada. Ela estará esperando por barrar. O relógio marcará o fim da tarde quando uma batida forte na porta.
Será que é o 100? Perguntará Ceida, dando um passo para trás, apavorada. Não sei, mas se for, eu estou perdida, responderáida, com a voz trêmula a si mesma.
Seida se aproximará devagar da porta, com passos contidos, e, com a respiração presa a abrirá. Assim que a porta se abrir, berçam aparecerá diante delas irreconhecível. estará aos prantos, com os cabelos picotados de forma irregular, quase raspados, o rosto pálido e desfigurado de tanto chorar.
"Meu Deus! Banã! ", exclamará Seida, abrindo espaço para que ela entre.
Berça entrará cambaleando e se jogará no sofá, chorando como uma criança. Seida se sentará ao lado dela e segurará suas mãos. O que aconteceu com você?
Quem fez isso com você? O que aconteceu com o seu cabelo? Porque ele está praticamente raspado?
Bersan tentará respirar fundo, mas a dor será mais forte. Foi o 100. Ele achou que a operação policial foi por minha culpa.
Disse que eu falei demais, que fui descuidada. Isso foi um aviso. Tocará nos próprios cabelos.
Um aviso para que nada saia dos trilhos novamente. Ele está completamente fora de controle, dirá olhando para Berça. O que a gente vai fazer agora?
Nesse momento, Berça enxugará o rosto com as mãos trêmulas e olhará para amiga com insistência. Você precisa me entregar as panelas. Agora seida arregalará os olhos.
As panelas não estão mais comigo. Como assim? Gritará berça, erguendo-se num salto.
Onde elas estão? Eu e a Barrar deixamos tudo para trás quando a polícia invadiu o prédio. Eu não podia carregar aquilo comigo.
Ia ser presa. O silêncio tomará conta por um momento. Bersan em desespero, baterá a mão na parede.
Vocês têm que dar um jeito de pegar aquilo imediatamente ou sem. Ele vai acabar com a vida de todas nós. Seida explicará a mulher na tentativa de acalmá-la que Barrar foi procurar por elas.
Bersan ficará apreensiva e se sentará chorando no sofá. Minutos depois, Barrar ligará para Seida e explicará que já está chegando. Barrar, em um golpe de sorte, terá conseguido encontrar as panelas.
Aliviada, colocará tudo em uma sacola e sairá correndo rumo a sua casa. Mais tarde, Barrar chegará até a casa de Seida. Seida estará andando de um lado para o outro, roendo as unhas de nervoso.
Seu olhar estará perdido, seu corpo tenso, como se algo ruim estivesse prestes a acontecer. Quando barrar chegar, notará o desespero da amiga imediatamente. O que foi?
Perguntará ao entrar. Seida ficará aliviada e diz: "Eu estava esperando por você. Ainda bem que chegou.
Entrega as panelas para Bersan. Agora Barrar verá o cabelo de Bersan e se assustará, porém ela erguerá os olhos aflitos. Não dá para entregar as panelas ao 100.
Como assim? Seida se aproximará alarmada. As panelas estão queimadas, todas pretas por dentro.
Ele vai desconfiar, vai querer saber o que aconteceu. Eu não quero mais me envolver com esse homem. Seida, chega.
Isso não é para mim. Seida suspirará fundo, já antecipando o que virá. As mulheres estarão saindo de casa ainda discutindo sobre o que fazer com a situação.
Mas, mas no instante em que abrem a porta do apartamento, barrar se congelará. Seus olhos se arregalarão de terror. Não pode ser, sussurrará ela.
Na escada, Sirin estará subindo alegremente, acompanhada de 100. Com um sorriso inocente, a moça não terá ideia da tensão que sua presença provocará. Barrar dará um passo para trás com o rosto pálido.
Seida também ficará paralisada. Oi, meninas, dirá si animada. Esse aqui é o 100.
O papai está fazendo umas camisas para ele e pediu para eu buscar uns tecidos aqui no apartamento. O 100 se ofereceu para me ajudar. Não é gentil?
Barrar e Seida forçarão um sorriso amarelo. Gentil, é diráida com a voz trêmula. Siri entrará no apartamento por alguns instantes para pegar os tecidos, deixando as duas frente à frente com 100 no corredor.
O homem as encarará com frieza, seus olhos carregando uma ameaça silenciosa. Ele dará um passo à frente e sorrirá de forma sombria. Aonde vocês estavam indo com tanta pressa?
Barrar tentará manter a calma, sem aproximará o rosto das duas, abaixando o tom de voz. É melhor vocês ficarem caladas. Não falem nada para ninguém.
Se abrirem o bico, não vai terminar bem. As palavras, embora sussurradas, cairão como pedras. Barrar sentirá o estômago revirar, as pernas tremerem.
Seida apertará o braço da amiga discretamente, como um aviso para não reagir. Assim que si voltar com os tecidos em mãos, os dois se despedirão. Sem lançará mais um olhar ameaçador antes de sair com ela.
Assim que os passos dele se perderem escada baixo, barrar fechará a porta pressas, encostará as costas na madeira e desabará. Eu não aguento mais viver com medo. Seida se aproximará e a abraçará com força, sentindo o coração disparado.
A gente precisa acabar com isso, barrar antes que seja tarde demais. E o silêncio tomará conta do apartamento, enquanto as duas tentam reunir coragem para o próximo passo. Momentos depois, Barrar irá até a loja de Envery da vitrine Vera sem sendo atendido pelo homem.
Bar ficará com muito medo e não terá coragem de entrar. Momentos depois, quando o vilão vai embora com seu coração batendo forte, a mulher irá até o local. Barrar encontrará o idoso concentrado em uma costura e logo chamará sua atenção com a voz trêmula: "Enver, eu preciso falar com o senhor.
É urgente. O homem se levantará percebendo o nervosismo estampado no rosto da Nora. O que aconteceu?
barrar. O senhor não pode mais atender o 100. Não pode aceitar nenhum pedido dele.
Por favor, me escute. Enver franzirá a testa confuso. Mas por o rapaz parece tão educado, gentil, até simpático.
Justamente por isso. Enver é fachada. Ele é um chefe de máfia.
O alfaiate arregalará os olhos claramente surpreso. O quê? Eu e Seida fomos enganadas.
Pensamos que estávamos cozinhando para caridade. Bersan disse que era um projeto de doações, comida para pessoas carentes. Mas a verdade é que barrar respirará fundo, contendo a angústia.
A gente estava transportando coisas ilícitas sem saber. Enver levará a mão à boca, chocado com a revelação. Sua expressão mudará de incredulidade para preocupação.
Meu Deus, Barrar, sem está usando o Senhor para me intimidar. Por isso ele apareceu aqui. Por isso se aproximou da Siri.
No fundo da loja, escondida entre tecidos e cabides, Siri estará ouvindo tudo. Com os olhos arregalados e um sorriso diabólico crescendo no rosto, ela ficará imóvel, prestando atenção em cada detalhe. Quando Barrar mencionar seu nome, ela apertará os lábios, contendo um riso silencioso.
"Eu não sei o que fazer", dirá enver desolado. "Isso é sério demais. Barrar então tirará um envelope da bolsa.
Suas mãos estarão trêmulas quando entregar ao idoso. Se acontecer alguma coisa comigo ou com a Seida, entregue isso à policia. O que é isso?
Barrar. Uma prova é importante. Algo que pode ajudar a prender esse homem.
Não posso dizer o que é agora. Só guarde, por favor. Enver segurará o envelope como se fosse feito de vidro.
E o que você vai fazer? Já armei um plano. Entreguei as panelas para Bersan levar até ele como se nada tivesse acontecido.
Enquanto isso, eu e Seida vamos até a delegacia. Vamos denunciar tudo, mas se ele descobrir alguma coisa nesse meio tempo, entregue você à policia. Sirin, ainda escondida, abrirá um sorriso ainda maior.
Seus olhos brilharão com a ideia de que finalmente poderá virar esse jogo a seu favor. "Eu sei exatamente o que vou fazer com essa informação", murmurará baixinho, como se fosse um veneno. Enquanto Barrar e Enver continuarão conversando, acreditando estar sozinhos, uma nova ameaça surgirá das sombras.
Sirin, com um plano nascendo em sua mente, se transformará na peça inesperada que poderá arruinar tudo. Enquanto isso, Barrar, Seida e Bessan caminharão pelas ruas pensando no que farão em seguida e se terão coragem mesmo de denunciar o sem. As três estarão tomadas pelo medo, mas tentando manter a coragem.
Bersan irá parar de repente, o rosto pálido. Eu eu não sei se consigo dirá com a voz tremendo. Seida segurará firme sua mão.
Lembra o que ele fez com você? Com o seu cabelo? Aquele homem é um monstro.
Berça. A gente precisa fazer isso juntas. Barrara sentirá inspirando fundo.
As três darão mais alguns passos quando um carro preto freará bruscamente diante delas. A porta se abrirá e sem sairá com o olhar gélido. Entrem agora e nem pensem em gritar.
O sangue das mulheres gelará. Ameaçadas entrarão no carro uma a um uma sem saber que Sirin, sorrateira havia alertado sem sobre o plano delas. No silêncio tenso do veículo, Barrar tentará controlar as lágrimas.
Seida morderá os lábios para não gritar. Bersan já estará soluçando baixinho. Enquanto isso, Enverá inquieto em sua loja.
Tentará ligar para Barrar, para Seida, nada, sem sinal. O velho alfaiate começará a andar de um lado para o outro com a mão no peito. É nesse momento que Arifa aparecerá.
Está tudo bem, Enver? O senhor parece nervoso. Enver hesitará olhando nos olhos do rapaz.
Não queria envolver mais ninguém, mas o sentimento ruim em seu peito será maior do que o medo. Arif, por favor, venha comigo até o meu apartamento. Preciso falar com você, é importante.
Enquanto isso, no apartamento de Enver, Siri estará revirando tudo à procura do envelope que Barrar entregou. Abrirá gavetas, moverá caixas, vasculhará até os cantos mais altos, mas será surpreendida pelo som da porta. Antes que consiga se esconder, Enver surgirá no corredor com Arif.
Sirin, dá licença. Quero falar a sós com o Arif, dirá firme. A vilã engolirá seco, forçada a sair do ambiente, sem conseguir ouvir nada da conversa.
Dentro do cômodo, Enver fechará a porta. pegará o envelope e o entregará a Arif. Barrar me deu isso.
Disse que se algo acontecesse com ela, eu deveria entregar pra polícia. Arif, algo me diz que tem coisas muito erradas acontecendo. Arif pegará o envelope, percebendo o peso da responsabilidade de entregar aquilo à polícia.
Enquanto isso, Sem mandará que as três mulheres desçam do carro em uma estrada bem afastada. Elas estarão tremendo, colocadas lado a lado diante dele. O silêncio do local só será quebrado pelo som do vento e pelo riso frio de 100.
O que vocês iam fazer, hein? Delegacia? Barrar tentará falar com calma.
A gente não ia fazer nada. Por favor, temos filhos. Somos mães.
Já entregamos as panelas. Tudo como você pediu deceida em desespero. E vocês acham que eu sou idiota?
Acham que eu não percebi e que já sabem de tudo? Vocês agora são cúmplices. Barrara baixará a cabeça em pânico.
Eu não posso continuar com isso. Eu prometo que não vou contar para ninguém. Pode sim.
Ou continua ou morre. Escolhe. As três ficarão em silêncio.
Bersan apenas chorará. Seida apertará os olhos. Barrar morderá os lábios, tentando conter o terror.
Sem então sorrirá. Vocês vão continuar sim. E se abrirem a boca, já sabem, estão ferradas.
O homem colocará as três de volta no carro e começará a dirigir de volta para a cidade, satisfeito com a ameaça feita. Mas ao se aproximar da rua da casa de Barrar, uma reviravolta o aguardará. Sem receberá um telefonema de Enver para pegar suas camisas no atelier.
sem irá até o atelier de Enver no final da tarde, sem desconfiar de nada, com a desculpa de buscar as camisas que havia encomendado. Vestido com sua habitual elegância e um sorriso disfarçado no rosto, ele baterá a porta como se nada tivesse acontecido. Enver, visivelmente desconfiado, entregará as peças com as mãos trêmulas, tentando manter a calma.
Estão todas aqui dirá o Alfaiate, olhando discretamente para fora, onde viaturas já estariam posicionadas nas ruas próximas. Sem agradecerá, lançando um olhar suspeito ao redor. Estranho, tá tudo tão quieto hoje.
Ele dará um passo em direção à porta com as camisas dobradas nos braços. Assim que cruzar o batente do atelier, ouvirá a voz firme de um policial. Sem a car.
Polícia, você está cercado. O criminoso reagirá rápido. Em segundos, puxará Barrar, que observava a cena do interior da loja, e a agarrará com força, colocando um braço ao redor do pescoço dela.
Ninguém se aproxima, ou eu acabo com ela. Barrar tentará se soltar, mas ele a manterá firme, recuando com ela em direção à saída lateral do prédio. O pânico tomará conta do local.
Enver gritará desesperado, solta ela! Ela não tem nada a ver com isso. Os policiais, cercando o quarteirão, se aproximarão lentamente.
Um deles falará com calma: "Sem, solte a mulher. Não há para aonde fugir. Temos mandado de prisão por tráfico, extorção e associação criminosa.
Já sabemos de tudo. Sem apertará ainda mais barrar com os olhos ardendo de raiva. Vocês acham que vão me pegar assim?
Eu mato ela aqui mesmo. Mas Barrar, com a coragem que só uma mãe tem, olhará para ele com firmeza. Você não vai sair daqui sem.
Acabou. Nem adianta tentar. E no instante seguinte, em um movimento rápido de um policial que se aproximará pelos fundos, Sem será surpreendido e derrubado.
Barrar conseguirá se soltar no último segundo, correndo para os braços de Enver, que a protegerá como um escudo humano, imobilizado e algemado, sem gritará, se debatendo. Vocês vão se arrepender. Isso não vai ficar assim, mas sua voz será abafada pelas sirenes e pelos gritos de alívio.
A polícia o levará dali, enquanto Arif chegará correndo para socorrer Barrar e Seida. Vocês foram muito corajosas. Esse homem vai pagar por tudo que fez de Ariarif, abraçando Barrar.
E finalmente Barrar respirará aliviada. Aquele pesadelo, enfim, terá terminado. E aí, pessoal, o que vocês acharam desses acontecimentos?
Vocês acreditam que Siri realmente vai ser presa ou vai conseguir escapar mais uma vez? Acham que Sen merece um castigo ainda maior? E quanto a barrar, será que agora ela finalmente vai ter paz ao lado de Arif?
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