Assim que é bom. Vamos, pô. Vida corrida. Depois jogar esse lá para lá. >> Vida corrida é bom. Você acha? >> Vida corrida. Não tanto quanto >> de sentimento. >> Tanto quanto era na TV corrida. >> Você não envelhece não, mano. >> Eu envelheço pr [ __ ] >> Você precisa envelhecer um pouco que Senão como é que você como é que a gente fica, cara? >> Envelhece por dentro, né, cara? Muita plástica, né? Toda semana uma plástica. >> É. Não, eu vou fazer [risadas] uma. Eu vou fazer uma. Vou dar uma esticada aqui. Eu
vou fazer. Vou, >> acho que tem que fazer. >> Vou fazer uma aqui, ó. >> Isso. Vem mais. Isso aí. >> Centralizei Otávio. >> Boa. Acho. >> Acho válido, cara. Eu nunca fiz. Eu tô zoando, mas válido. Você tem que fazer o que? >> Vai ficar igual aquele cara do milho assim. Tudo esticada. >> Nada, cara. Os caras fazem umas coisas hoje, você nem percebe. Olha, deixa eu falar uma coisa para você mano. Você tem coragem de falar? Eu sei. Você é o tipo de cara que não pode falar de ninguém mano. Sério. Começou a
sessão por melhor para você. >> Começou a sessão porrada, rapaziada. >> Fica quieto. [risadas] É, fica quieto que é melhor para você, cara. Na boa, na boa, na boa, na boa, porque nem plástica, nem Deus, Deus já não fez uma obra ainda. >> Que olha essa que audácia, que audácia. >> Seja muito bem-vindo, Celso Cavalini, cara, das esse ó. Aí meu irmão, >> Celso Cavalini, [ __ ] cara muito tempo que a gente se vê >> um dos caras, >> eu vou dizer o cara mais importante na minha transição da televisão pr pra internet. >>
Lembra que eu brigava com você? Fala cara, tem que tem que ir pra internet. Você falava: "Porra, mas eu vou dar meu conteúdo de graça". Falei: "Não, cara, não é assim, mas vai". Ele relutava já nessa época relva. >> Não, relutava. É, relutava. Sabe mais >> não, mas é que esses caras nasceram na internet, eles é diferente. Eles não Entendem o que a gente quer dizer. >> É que na verdade vocês viveram e vivem ainda um nicho que foi o o percursor disso, né? A eu acho que a internet, assim, hoje os programas de internet,
os canais muitas vezes se espelham na TV. >> Sim. Sim. >> Tipo, eu vejo muito amigo meu youtuber, pô, esses caras que faz aquele negócio do balão, por exemplo, é tipo um Silvio Santos da internet, vamos dizer assim, pois auditório, mas nós temos que Colocar certas coisas. muito. Por que que a a em televisão tem essa essa importância? Porque ela faz as coisas bem feito. >> É, >> ela gasta dinheiro para fazer bem feito. A gente não pode tirar esse crédito >> Eu tava comentando com ele ali na na ali fora, né, que a TV,
tipo, por exemplo, você vai na TV, você vai gravar um um programa X lá, tem o maquiador, tem o assistente do maquiador, tem o produtor, Tem o assistente do produtor, tem o assistente de, sei lá, tem é tudo muito segmentado. Acho que vocês viveram isso também. >> Sim. E é um pouco assustador a transição pra internet, porque a internet, você viu quantos exemplos às vezes de carinha que você trouxe aqui para gravar, que é ele sozinho fazendo tudo. >> É pegar um fenômeno que foi o Wherson, né, cara? Whon uma televisão, uma uma um celular
meia boca. E >> mas eu insistia com você, cara. Primeiro que que eu que eu realmente achava que a internet ia ser meio que o futuro da parada, a internet que eu digo YouTube, redes sociais, mas porque eu via no Richard eh um cara com uma personalidade de internet. Eu acredito que hoje muitas pessoas da antiga de televisão não iriam dar certo na internet, mas você sempre soube que ia dar certo na internet, porque você tem uma personalidade de internet, um cara mais solto, um cara Mais autêntico. Eh, eu sabia que você você tava sendo
podado em TV, porque todos nós éramos a gente tinha assim, a gente tinha um tempo muito justo ali para entregar o que era proposto >> e proposto ali. Então eu via que você ia dar muito certo na internet. Por isso que eu falava: "Cara, vai pra internet, vai pra internet, vai pra internet". >> É. E a internet passou também por várias fases, né, cara? A gente, você foi um Dos caras também que deu certo, né, saindo, porque nem todos, todos os caras de televisão >> vão dar certo na tele, na, na, na internet e nem
todos os caras de internet dão certo [roncando] na televisão, tá? Tem essa também, cara. >> Certeza. Com certeza. Não, com certeza. >> Eh, mas quando a gente fala hoje em televisão e sempre foi assim, hoje, ontem, amanhã, querendo ou não, eh, você quando fala em televisão, você já há uma Prédisposição para qualidade. Você já sabe que vai sair algo com qualidade, cara. Não que a internet não produza qualidade, mas é mais difícil porque você hoje e eh por por exemplo, só só o fato de subir hoje na eh, né, fazer [limpando a garganta] um upload
hoje, você não faz um upload com qualidade 4K, >> né? Eh, então hoje, por exemplo, a gente tinha equipamentos, eu lembro de >> quando vocês gravavam já tinha drone, >> não? Ou era um negócio >> não, helicóptero tinha que contratar, >> tinha que era meia hora de helicóptero quando você conseguia o orçamento na TV. E olha o drone hoje em dia, né? Você sobe um dronezinho pequenininho, entra em caverna >> e era muito louco porque assim, você tinha que aproveitar aquela meia hora ou uma hora para fazer tudo que você ia fazer de aéreo, >>
né? Hoje um drone custa custa meia hora de helicóptero. >> Um drone. Exatamente. >> E tipo assim, por exemplo, o Richard também vai ter o aparato para responder, mas tinha gravação que chegava assim para você, ó, você vai tal dia pra Patagônia e a sua hospedagem, sua data é é isso aqui. Esse é o é o é o dia que você vai chegar, o dia que você vai embora e meio que você tem que cruzar o dedo pr as coisas dar certo, pro bicho aparecer, >> acontecer. >> Era totalmente era um buraco negro, cara. Era
uma matéria por semana. Eh, na minha época que fazia essa aquelas loucuras de aventura, tal, era caótico, porque assim, eu tinha que tinha muita coisa que eu não sabia fazer. Vamos fazer um mergulho de caverna. >> Uhum. >> Então, eu sabia que tinha um mergulho de caverna aqui. Eu falei: "Cara, eu tenho que começar aqui porque eu tenho que Treinar, eu tenho que fazer o curso para esse curso. Eu tenho que ter esse curso antes, chegar aqui e gravar um mergulho de caverna". Então era muito caótico. E aí aquilo ia, isso era a coisa que
mais me corroía em TV, fazer uma matéria, você deve ter passado por isso milhões de vezes, uma matéria fantástica, achava aquele bicho maravilhoso, fazia aquela aventura, aquilo ia pro ar e fazia, >> vocês não sabiam se ia ser tirado ou não? >> Não, não ia pro ar, mas assim, quem viu viu, quem não viu nunca mais vai ver. >> É, >> não era que na internet hoje que você faz um negócio épico, aquilo vai ficar pros seus netos verem, né? >> É, tem isso. OK, vai ficar para sempre. Concordo. O problema é o seguinte. A
toda [roncando] o storyting que a gente tinha na televisão >> Uhum. >> Você não tem mais no YouTube da forma porque você tem que acelerar, porque o cara hoje quando você cria hã você cria um roteiro que você vai é aquele crescente, cara. Entendeu? Você não entra já pulando do do, né? você começa dando os primeiros degraus e vamos lá e onde será que vamos chegar e aí você vai criando toda aquela aquela story, né, telling paraa pessoa ir acompanhando. >> Hoje o cara pega o cursor e e [ __ ] o teu lance todo,
cara, e te arrebenta. E isso Para inclusive o o YouTube não enxerga bem. Então assim, pô, você fica, você quer entregar um nosso topópico, uma um um clima, né, um pornô com história, uma crescente, né? Os caras quer ver o fuk, não quer, entendeu?Onde é que tá o negócio? Entendeu? Destrói. Exatamente. Isso [limpando a garganta] é péssimo para nós como criador de conteúdo, né? Uhum. >> E é uma pena, cara. E e sabe que é uma onde isso tá voltando? No IRL. >> No IRL. Vocês tinham liberdade de roteiro. >> Você não tem mais como
adiantar o ao vivo, né? >> Na televisão você tinha que esperar para querer ver o que vai acontecer. >> Assiste aí, papai. >> Vocês tinham liberdade de roteiro? >> Alguma, alguma? >> Tipo assim, ó. Quero ir tal lugar, porque lá tem esse bicho, eu quero ir. >> É, eu tive bastante >> alguma assim. É, é, até porque assim, como eu fazia muitas coisas que envolviam risco de morte, eu tinha que dar uma palavra final, falar velho, isso não fal tem umas coisas bizarras, entendeu? [risadas] Tem umas coisas, cara. Eu eu tive um um diretor que,
eu não vou falar nome porque eu quero evitar processo dessa altura do campeonato, mas não carece. Um dia ele me chamou, você sabe quem é, porque assim, era o cara mais, >> ele me chamou, falou assim: "Cavalini, vem cá, viu um negócio? Quero que você faça um negócio. Você vai fazer um mergulho na escuridão, 1000 m, põe lá o pé de pato e vai. >> Ah, sim. >> Escuro. 1000 m. [risadas] Falei, cara, >> não tenho fôlego para isso, pai. Isso é [risadas] um ré, >> não dá. >> Primo, não dá. que ninguém chega na
1000 m chamado pressão, velho. >> Se você não fizer, vou chamar o Laurence para fazer. Pode chamar, pode chamar. >> Liga pro Laurence na, por favor, liga na minha frente só para >> só. [limpando a garganta] Então tinha esses absurdos que você deve ter vivido também muito, mas assim como como tinha muit não falou para ele, por que que você não me arrumou um tá feito, Eu vou me arruma um câmera para fazer isso. [risadas] >> Cara, na minha época eu tinha nem GoPro, a gente a gente gravava montanha russa com um mini DV, dava
dropout aquela [ __ ] Lembra que você batia assim, dava dropout, >> cara, era terrível. Não tinha GoPro. Hoje, hoje a gente vive no paraíso, cara. A câmera, câmera, aquela e mini microcâmeras ou mini câmeras tinha que ter uma bateria, um fio, era todo Negócio, não eram não, não é que nem hoje, >> imaginar a logística também, né? Vocês tinham que com um monte de aparelho, um monte de [roncando] bagagem com isso também, né? Comento era pesado, >> pesado e caro, né, cara? Você tinha que tomar cuidado. Você que gravava na Amazônia, época de eleição,
os caras matavam os caras para roubar o equipamento para fazer >> e era $.000 o conjunto câmera lente era 60.000, Cara, aquela que quando você começou no YouTube o usava ainda aquela >> você saía com meio milhão fácil na >> fácil >> fácil. Imagina você com meio milhão na na mala ali. >> É >> os caras para te assaltar. Você fez bem essa transição da do que você aprendeu do aparato da TV pro digital que é hoje em dia? Tipo assim, Ah, hoje em dia meus minhas câmeras são celulares, minhas lapelas são minúscas. Você fez
bem essa transição ou tem cois? Eu até fiz. Eu vou te dizer por quê? Porque eu quando eu fazia aquele quadro de montanha russa, eu já tava gravando com mini DV. Eu já tava meio que aposentando as câmeras maiores porque não dava. >> É. >> Então o que que a gente fazia? Eu comecei a construir suporte, eu pegava Bandeja, travessa de alumínio de cozinha, cortava que tinha alumínio ch, fazia suporte de ventosa, colocava a minha IDV em cima, punha o suporte na montanha russa, passava silver tape em volta. Aquela lá era a minha câmera principal
>> para ficar >> deixava o cinegrafista embaixo fazendo só plano geral e ia com uma câmera, uma outra min pulando e dando dropout e aquela era o Áudio. Então eu tinha três câmeras para fazer o corte, fazia todas as cabeças na câmera na câmera grande, tal e ia com aquilo. Então já tinha alguma história, >> você já tinha porque já fazia muita coisa que não dava para levar uma câmera, levar uma cât que improvisar lá, sei lá, voar na asa do avião. Cara, chegamos lá dois dias antes. A gente fez uma cama de Durepox. Peguei
a Durepox, embolhei uma câmera com mag pack, fizemos uma montanha de durepox, assim, Tipo uma base, né? >> Aí pus na asa do avião, >> meu, meti silicone e meti silver tape em volta. >> Ficou tipo uma carenagem de tinha na época, cara. [limpando a garganta] >> Falei, cara, essa câmera dep nunca mais vai sair daqui, né? >> Não. E hoje tem solução para tudo, né, >> cara? Hoje é >> hoje tem essas câmeras. Eu tô gravando Muita coisa com 360, não para pôr no ar em 360, né? Até já pus coisa no ar em
360, >> mas >> agora você é um drone 360. Você viu? >> Agora vi tem dois já, né? >> E cara, gravo muita coisa com 360 porque você escolhe o ângulo, né, cara? E você faz umas movimentações muito loucas, né? >> Nada. Não. E para aquilo que você faz, cara, >> é, não perde nada, né? >> Não, você fazia umas coisas, [ __ ] ess cara fazia bang jump, fazia tudo, cara. Vai tomar no rabo, cara. Isso não tinha dinheiro que me pagasse para fazer isso, cara. Você lembra daquela passarela que a gente come os
cara para atravessar? >> Lembro, lembro. Os caras me odiavam naquilo lá, porque assim, a gente tinha um quadro que, na verdade, não era invenção minha nem nada, isso era um quadro japonês na época que os japoneses faziam isso nas TVs >> e dele lá. E aí a gente subia dois guindastes assim a 30 m, um terceiro ficava no meio assim e o cara tinha que atravessar por uma passarelinha de 30 cm comet, né? >> E o cara tinha, mas o cara tinha E aí o o o a direção ficava dando dinheiro pro cara, Richard, você
tem 10 pau para atravessar. O Richard falava: "Não vou >> por cinco eu tô sendo vendado". >> 12, 14, tal. Aí o cara falava assim: "30, o Richard falava: "Eu vou meu". >> E aí ele falava no meu ponto assim: "Derruba esse cara porque a gente não tem 30 pau para ele. [risadas] Convence ele a não ir. >> Convence ele a não ir. Falei: "Cara, você acabou de oferecer 30 pau. 30 pau? O cara vai ser a corda, velho. >> Nossa, eu vou tranquilo. >> Era bizarro assim, >> doido, né, cara? Avisa e os caras
me odiavam porque a gente fazia no Estacionamento da Record, >> eu lembro. >> E aí a gente era o estacionamento de diretoria e aí os caras ficavam uma semana sem poder parar o carro de diretoria lá. Os caras tinha que parar o carro fora, passava os diretor tudo me xingando, falava: "Porra, meu carro vai de novo acabar com o nosso estacionamento, tem que parar o carro na rua". >> Você entrou quando na Record? >> Eu não lembro. Richar, acho foi 2000. >> Foi a tua primeira TV? Não, >> não, não. Entrei na Band. Eu comecei
na Band. Eu tinha uma história de TV muito muito louca, assim, eu entrei na TV por causa do Jitsu. Eu dava aula de jugitso na época, inventei, eu vi que tinha um iato ali para para curso de defesa pessoal para mulheres. Comecei a dar esse curso, comecei a fazer divulgação desse curso em matéria TV. Foi um negócio que meio que pegou, a gente ia Sempre fazer demonstração de de defesa pessoal. E aí, cara, um dia na Band, a Léo, a irmã do Faustão, Léo não ia correr, falou: "Cara, eu eu gosto disso. Vamos transformar isso
num quadro. Ah, vem toda semana. Deu certo. Deu que a gente chamava, deu ibope, cara. Vem duas vezes por semana. Beleza. Aí ela ela foi pra Record, me levou para Record. Eu já fazia um programa de, comecei a fazer um programa de academia Na Sport TV, que na época Sport TV era assim, eles tinham um programa, o resto era grade alugada. >> É. >> E aí eu trabalhava na Bioritmo. O Edgar na época falou assim: "Porra, vamos fazer um programa de academia, cara, tal, você apresenta, apresento." E tava nas duas. Aí saí, fui pra Record,
daí saí da Record, acabei indo pra Ana Maria, aí voltei pr pra Band fazer um game show e aí voltei para Record. E aí Fiquei até ir pra Netgil e aí já tava fal, cara, não, isso não vai dar certo. Eu vou para eu vou para pro YouTube, cara, que é uma coisa que eu queria lá, >> que é quando a gente se falava >> Uhum. >> que você me recomendou, vai, vai, vai, e eu falei difícil, não sei. >> Ele é disco isso, né? >> Gustavo fala para ele: "Ah, faz um podcast, ah, não
sei, não sei." >> Foi ele e um amigo meu nos Estados Unidos que falou: "Cara, que tá pegando um negócio aí, YouTube, YouTube, YouTube." >> Você lembrou? Aí veio pouco antes de eu entrar no lembro quando é que entrei na anos 15 16 vai eu 15 falava para ele então 16 que ele leva um ano para decidir >> quendo ou não, foi o emprego mais longo midiático que eu tive até agora foi com com YouTube >> internet é porque você tá desde 16, né? Já tá mais de 10 anos >> 10 anos, né? Eu fiquei
5 anos na SPT, 5 anos na Record, 3 anos na Band, fiz 7 anos de Nalill. >> Eu tô com 13 no YouTube. Eu fiquei 14 na Record. Com 13 no YouTube, tô quase empatando. >> Ficou 14 anos na Record, mano. >> Você tá três no YouTube. >> 13. 13. 13. >> Caraca. Então você você começou em 2013. >> É por aí. Eu sei que esse mês piscou aqueles Ah, parabéns. 13 anos de >> 13. Caraca, tempo de YouTube. Tudo bem que nos primeiro ano era muito arquivo, arquivo morto que eu punha lá para fazer
uma cabecinha e usar umas imagens que eu tinha de mini DV, que na época tive essa sorte ainda de ter algumas coisas. >> Eh, se pegar meu release hoje, umas imagens que eu tenho porque eu gravava na minha NV e acabava preservando as Fitas. Depois passei pro digital, então era >> aluma coisa. come tinha material meu em mini e >> e aí passei e [limpando a garganta] aí comecei fiquei um ano meio que só te fazer uma cabeça, ah, vamos ver uma coisa que eu fiz lá, tal e depois comecei a falei: "Não, agora tá
na hora". Mas foi bem difícil, cara. Eu e eu já era um cara de de rede social. >> Foi bem difícil e continua sendo muito Difícil. Não é fácil. Não é fácil. Eu eu na época, Richard, tinha acho, se não me engano, meio milhão de seguidores no Twitter, já vinha de [roncando] um de um de um Orcut forte, tinha, pô, tava bombando na TV aquela época de Eliana, tinha muito seguidor. >> Quando eu comecei o YouTube para conseguir chegar a 10.000, que a gente precisava de chegar a 10.000 para ter poder ter na época para
poder ter thumbnail, isso, você tinha que ter 10.000, tal, levou, levou muito tempo. Falei: "Cara, não é possível, os caras estão inter ainda. Se do público de TV era difícil passar pra internet, pô, eu não me imaginava que do Twitter ia ser tão difícil para passar pro YouTube, que são duas redes, eu não considero o YouTube, rede social, mas duas redes online. >> Cara, levou um baita num tempo para eu converter 10.000 1 de meio milhão. Então foi foi uma trajetória bem difícil ali. E daí pegou depois vai depois vaiis vai e depois agora nós
estamos numa fase que os caras não se inscrevem mais no canal. Eu assisto muito canal também, eu confesso >> o que acontece muito é é que a TV inscrever falou: "Puta sacanagem, eu peço pros caras se inscrever". Aliás, se inscreva, >> se inscreva, inscreva. >> Já deixa eu agradecer o nosso parceiro Pixal, que está com a gente em todos, já Que estamos falando aqui de eh de aventuras. Eh, o nosso parceiro Pixal, que está em todas nossas agora. Iremos paraa África junto com Pixau. Iremos agora para Marajó com Pixau, né? Então, um brinde [limpando a
garganta] Pixal nos dê muita energia aí para as nossas aventuras. Estamos junto, viu? Sensacional. Baita parceiro aí. Pichu a toda a turma dele aí. Muito, muito, muito legal mesmo, cara. Eh, a gente se conheceu, eu entrei em 2000 quatro quatro na na É. Você já tava na Record? >> Já, já tava já uns 3 [roncando] 4 anos. >> E você tava o quê? Na Eliana naquela época, não >> Eliana. Vou te contar essa história. >> Opa. Depois você me contar sua história. Você Eliana. [risadas] Como eu fui parar na Eliana, porque uma história louca. Eu
vim para Fazer um programa. >> É. E aí teve uma briga interna lá. Aí eles falam assim: "Ó, a gente não consegue, mas a gente vai te dar o tempo de um programa picado no final da Eliana." E aí acabou que acabam acertando e eu fui fazer aquele quadro que na época chamava Piração. >> É, >> que era um Piração, que era um nome horrível. TV, a TV consegue, [risadas] A TV consegue ter os nomes mais horríveis, né? Trocadilhos mais horrorosos. Mas daí o quadro bombou demais assim e fixei fiquei 7 anos lá até sair.
Aí foi por hoje em dia. Eu fiquei mais sete anos hoje em dia. >> É >> história bem louca assim. Fiquei 7 anos. >> E sempre na mesma pegada porque a tua pegada você tinha, na verdade você tinha uma abertura bastante grande, né? Porque O teu negócio era meio aventura, meio desafio, meio survivor, sobrevivência, meio como como que você se define ali no >> cara eu tinha um, eu tinha um iato ali, porque assim, quando você chega numa numa redação, você já chegou lá com um nicho muito estabelecido, o Richard vai fazer isso, é bicho,
>> então você já tinha >> e dentro dentro de uma de uma redação ali, o que que tinha, cara? Ah, vai ter Os repórters que estão ali trabalhando. Ah, vai ter show do YouTube. Quem quer, quem quer cobrir? Todo mundo. >> Aham. >> Ah, tem que meu, tem que voar na asa do avião. Quem quer cobrir? >> Ninguém quer ir. >> Então eu vi aquele aquela aquele espaço, falei: "Cara, aqui não tem ninguém e eu consigo fazer isso". Então, começou meio que assim, né? >> Você abraçou por causa da TV? Então >> eu eu fui
nesse nicho dentro da TV por causa dessa história. Eu já tinha uma formação de de esportes radicais porque eu assim eu vinha do Remo também. do Remo. Eu passei para Canoagem, da Canoagem para Águas Brancas, que é corredeira, e era meu hobby descer rio. Então, cara, pegava fim de semana, metia o caiaque no carro e ia descer rio. >> Só que descer rio, cara, era a coisa mais erma que tinha, porque você ia Descendo, o caiaque, ele entra onde nenhum outro, onde gente não chega praticamente, não tinha GPS, não tinha Google Maps, assim, você descia,
você fala assim: "Pô, esse rio vai passar >> onde é que eu vou parar, né? A próxima coisa que eu sei desse rio é que ele vai passar naquela cidade lá. >> É >> beleza. >> E pau ia, achava braço de rio e entrava porque o cara que você tira, vai por Cima. Então cara, começou uma coisa assim, mas meio aventura, né? >> Mas era muito mais aventura do que talvez eu fizesse depois porque era assim, vai sem saber nada. >> Mas isso foi bem o começo, né? >> Isso foi antes de TV. Isso foi
antes de TV. Isso era meu hobby. >> Antes TV. Nisso criou-se um monte de necessidade de aprender a acampar, de aprender a sobrevivência, de aprender um monte de coisa tal. Pô, a gente Encontrava cadáver no rio, soltava o cara com remo descer o rio porque o cara foi pescar bêbado e sei lá assim, era era uma época terra de ninguém assim, >> não acontecia. Então eu já tinha esse background de fazer aventura, tal, e tinha corredeira pesada, que você é um negócio que eu gostava, era no spot radical que eu gostava ali. Então esse foi
o meu começo lá atrás, pré-tv e eu falei: "Cara, acho que dá para trazer aventura pra TV". Só que os games Também, os games de aventura, que também eram de aventura, davam muita audiência, cara. Aquele quadro de montanha russa acho foi um quadro que durou quase 10 anos. É, >> fora assim, se eu considerar os picados depois que depois hoje >> quero que mas quero o que que você ia ir nas montanhas russas do do do mundo que era é não, eu pegava convidado podia ser monté russa >> aí levava o cara para passear >>
e levava o cara e falava assim pro cara, ó, você vai chegava lá tava subindo, falava richa com você alguma >> nunca você fez comig perguntar isso, mas você já chegou a ter medo isso nunca dá busca na internet >> comigo você nunca fez porque eu nunca vou iria numa numa numa coisa >> d busca na internet richard Rasm ele não lembra que ele tem memórias Nós som, só que nós somos fáceis, então >> sim, fomos alguma mon russa deve terado. Cara, deixa falar uma coisa. Não, não, não, não. Comigo, comigo não, mano. >> Como
no Se gravamos no Seward, >> o manta. >> Manta acho que foi. >> Ah, mas manta é manta para quem é profissional de de coisa. Foi no Manta. Você lembra? Foi no Manta. >> Acho que era no Manta. Acho que era no Manta, mas enfim. Aí levava o cara na montanha russa e falava quando chegava Lá em cima, Richard, você vai ter que falar a tabuada do três. [risadas] Sei lá. Impossível, mano. >> Sei lá. Falei, você tem que tem que me falar o maior número de palavras com começadas com C, sei lá, >> tipo
uma gincana. >> É, tipo uma gincana, um game show total e ia você no depois ia com você e quem falasse mais, quem acertasse mais ganhava. >> Era um formato muito simples, muito Barato e que dava muita audiência, né? Na época era >> Nós somos no Beto Carreiro. >> Beto Carreiro, foi isso? >> A experiência Cavalini relot ter eh dado a volta agora montanha russa ainda não finalizada? Não, esse bairro não. >> Eh, Momedo, detalhe. Bush Gardens. >> Bush Gardens. >> Vocês fizeram Scuba diving também lá no Sil. >> Fizeram Scuba no Isso. >> Ah,
mas tudo bem. Scuba, mas foi, mas a gente foi Monter Russa. >> O bom da internet agora, gente, >> eu sei onde nós somos, tá? Por isso eu sei, porque eu não vou. Eu não vou. [limpando a garganta] Eu não vou. Foi na mais a montanha mais eh, como chama que é frouxa. Tranquilo. >> É não, frouxa mesmo. Frouxa. >> Qual era? Não lembro >> que é a chita do Bush Gardens. Não, aquilo é pr criança. >> Ela tem, ela não tem, não tem nada. Tem nada. É só assim. É isso. Nada. Aí, aí eu
aí eu dou razão. Eu fui uma única vez, agora eu lembrei, na manta do BC, do S. Eu fui com a Isabela, porque a Isabela pediu para ir e aí ela falou: "Ah, você não vai comigo que não sei o que". Eu falei: "Tá, ela faz desse jeito". Falei: "Eu vou, mas eu não gosto de montanha. Eu não sei porque Alguém vai numa montanha russa." Não. >> Você chegou a ver o vídeo do cara? Acho que esse vídeo ficou famoso, o vídeo do cara que acho que era piloto de Fórmula 1 ou é alguma. É
piloto de caça. >> O cara que é piloto de caça, ele é assim, ó. >> Naquelas montanhas russa que vira, dá parafuso, vira mortal. O cara é piloto de caça para ele, pô. Força G para ele. Ele assim, ó, tipo, ele ele começou a gravar, não é Nada, pô. O cara pilou de caça. O que que é virado virado avesso para ele? A sei lá quantos pés de altura. Então, montanha russa. Aí ele ele ficou viralizado na internet porque ele começou a ir nessas montanhas russas assim, ó. Ser com cara de paisagem. >> Não, eu
não sei porque alguém vai numa montanha [risadas] russa. Qual é o prazer? Qual o prazer de você virar de ponta cabeça, querer virar? >> Não, não, não vou. Mas não era só monta, eu fazia, por exemplo, bang jump. Por que que um cara faz um negócio desse [risadas] >> não faz sentido nenhum, cara, se jogar com uma corda com elástico, não, por favor. >> Tem dois reserva aqui, tá bonitinho, aguenta sei lá quantos mil kg. Pr quê? >> Eu fazia minésia, era assim, eu falava para você assim, ó, você vai decorar 10 palavras, palavra, sei
lá, carro, sapato, Decorou, decorei. >> Sabe que isso é esquema militar? Isso é esquema militar >> que eu lembrava que no exército os caras davam na capitão na cota do caralhão que não sei o que do capitão fujão tinha que aí o cara você saía antes com uma negócio desse aí começa ir lá pá pá um tiro para cá lá rola na lampa não sei o quê chega no final qual que é a senha esqueceu esqueceu lógic >> ó depois do salto daí o cara tinha Aquela descarga de adrenalina no salto de de bug ou
daquele pêndulo do ropiado, sei lá e o cara tinha que falar depois. Então fazia meio que de tudo na >> só pra galera entender, você chegava para alguém e falava: "Ó, o desafio é esse". A pessoa topava, >> topava, >> meu Deus do céu. >> Topava. Sabe por que topava? Porque dava muita audiência. >> Dava muita audiência. Dava muita Audiência. Dava muita audiência. Não, não pularia. >> Pularia? Não pularia >> não. Tanto que com, ó, tanto que com ele o único que ele conseguiu me fazer ir foi no xo. Desafio. >> Foi no xoxo. Não,
nunca, nunca. Olha, eu vou falar alguma coisa para você. >> Richard, você tem medo? Para eu pular num jump aí tem que ter sete dígito. Eu não pulo por menos que isso. É isso. Eu já vou. Deixa abar só Uma pessoa. Não, não saind daí. >> Sete dígitos. Sete dígitos eu pulo. Eu pulo a corda. S dí quatro dígitos eu tô pulando pelado, velho. Que ideia. Sete dígitos pro princesso pular de bang jump. Não, com quatro dígitos eu pulo tranquilo, pelado. Aí bota a tarja preta assim, bota aquela tarja assim para botar. Mas cara, e
esse quadro ele deu muita audiência por muito tempo, >> mas o povo topava. >> O povo topava e assim era só e era só Conhecido, era só conhecido, só gente de mídia. Então era, >> ah, era, era influenciador da época também, gente, >> é na época assim, era cantor, sertanejo, os caras de pagode, ator de novela, >> era o que a gente tinha na época do que era mais famoso, talus >> e os caras e tem muit tinha muita gente que gostava também, não vou falar que todo mundo tinha medo ali, tal. >> É porque
acho que até hoje em dia tem isso, a galera gosta de ver o outro sofrer, >> tem >> gosta de ver o perr adora, adora. Ah, lá tá se lascando. Então, acho que devia ter um pouco disso. Ah, quero ver ele chorar, quero ver ele sofrer. >> Tem isso, tem isso. E aí o que a gente fazia? A gente fazia testes e e a galera gostava de ver os caras errarem. >> Aham. >> O que era totalmente justificável, porque assim, >> adrenalina >> é uma coisa é você acertar a tabuada do três, a outra coisa
você acertar a tabuada do três numa montanha russa que você não tá conseguindo nem se concentrar ali, né? Vou mentir para você que tinha uns que não acertavam nem no chão. Mas [risadas] mas ali a a montanha russa, o desafio, ele ele era desculpa ideal para você Errar, né? >> E como é que funcionava nessa época a produção disso? >> Porque assim, você sabia que tinha que gravar >> Uhum. >> E às vezes chegava o dia da gravação e por se tratar de algo radical, imagino que tinha gente que fala: "Ah, não, pulava fora". Nesse
quadro era muito fácil, porque assim, nesse quadro a gente tinha um uma a Flavinha cuidava da Produção do do convidados dos convidados. >> Então, beleza, eu vou pro Hopari. >> Hoje eu preciso gravar, sei lá, três, quatro, cinco programas. Então, cada programa tinham dois convidados. Convidado iam chegando, ia ia gravando. Se faltasse um, que que eu fazia? Eu puxava um convidado do outro programa, ia casando ali e perdia o terceiro ou quarto programa e aí >> lá pra frente resolve. >> Lá pra frente resolve.Entendi. >> Então eu conseguia manter uma consistência de entrega. >> Aí
tinha assim, tinha época que era mais apertado. Você tinha que, cara, você tinha que gravar a frente porque ia ter férias, tal, era mais corrido. >> Mas geralmente num dia da semana eu conseguia gravar os três quadros da semana. >> Seis convid no mesmo dia, né? seis convidados, 2 do 2. Gravava três Programas e a segunda, quarta e sexta pro ar, uma média de 15 minutos cada um, que era o que eles tinham negociado lá no começo. Eu tinha quase quase um programa praticamente. Eu entregava de 45 a 60 de arte por semana. >> Caraca,
>> quase um programa só disso, né? >> E aí o cara tinha uma entrega do cara, o cara, ah, se o cara era cantor, falava: "Mão, canta um pedaço da tua música nova, tua música de trabalho, tal". Tinha essa essa entrega, claro, mas eu consegui entregar >> cão velho. Tá aí, amigo Fogaça. >> Oh, >> cão velho. >> Aí eu consegui entregar eh quase 60 minutos de arte por semana. >> Isso é surreal, porque pra época hoje em dia a gente fala isso, mas assim, >> de TV 60 minutos você fazia. >> É porque a
gente a gente ia uma tarde pro Hope Harry. >> Você tem noção levar a galera para pular de Bang Jump? Eu perguntei para produção seis convidados. Vai, vamos, vamos lá fazer montar rus. Seis convidados. Produção me mandava seis convidados. Se ninguém faltasse ali. Beleza, beleza. Eu já, eu ia um pouco antes, gravava todas as cabeças. Cabeça de abertura. Hoje eu vou ter o Richard >> eh aqui contra sei lá quem. E beleza, a prova vai ser essa, eles vão ter que fazer tabuada, tal. Aí já entrava na Edição corte do Richard gritando tal, tal, vamos
ver, tal. Aí chegava o Richard, você não precisava nem encontrar com o outro convidado. Fala, Richard, [roncando] tua prova é a seguinte, eh, você vai ter que fazer isso, tá? Eu só vou te dizer lá em cima, daí corria a prova, tal, gravava ah, melhores momentos, fotos do episódio, aí [ __ ] pegava os frames que era uma parte que [ __ ] genial, que uma sacada que nem fui eu que tive, mas pegava os os frames Mais medonhos do Richard e falava álbum de fotos do Então era o Richard todo retorcido ali naquela época,
naquela hora que ele tava gritando, tal, chegava você, né? Ah, vamos gravar com o Pantera, gravava você, beleza? chegava lá, o Richard, só grava o encerramento para mim como se você tivesse ganhado. Ah, ganhei, chupa, tal. Ah, beleza, tchau, tchau e bção. Em 10 minutos você tava fora, porque era uma volta de montanha russa de 3 minutos em tempo Real, entendeu? Se tinha >> aí você pegava outro, >> pegava outro, gravava dois encerramentos com você, como se você tivesse ganhado, como se você tivesse perdido, beleza? chegava, ele gravava todo o esquema, tal, chegava na edição,
foi ah, quem pontuou mais, ah, foi o Richard. Põe a cabeça do Richard comemorando do do Pantera. Ah, fica pra próxima, não vai ficar assim. Bá, tum. Polava isso. Em 10 minutos eu gravava. Só que isso Dava um VT de 15 a 20 minutos, porque é o tempo de subir, de sentar. E aí eu, [ __ ] tem tinha sempre, era quase em tempo real a gravação, não tinha muita edição de gordura. >> Sim, >> porque eu sentava, daí eu falava: "Richa, teu cinto tá errado, põe o cinto direito". Aí o cara ficava, cara, eu
cinto, o cara, a montanha começava a andar e o cara tentando acertar o cinto [risadas] Ia tipo, sabe? Eu rindo pra câmera aqui, olhando e o cara tipo, >> você conseguia gravar essa porque a volta da volta, como você fixava a câmera que como que você fazia? >> Então, uma eu colocava na frente ali, fix, fixava e a outra ia sempre na mão. >> Mas os caras permitiam? >> Eles permitiam porque, meu, o parque ganhava muito, muita exposição. >> Sim, mas porque normalmente eles não gostam de coisa solta, né? Não, não Gosto. Mas eu prendia,
prendia, prendia uma câmera na mão com >> Como é que você conseguia gravar com um negócio? Você tava, você pensa num, pensa num cara que dava, eu assim, eu, eu fazia antes gravações subjetiva, você precisava ter uma câmera subjetiva, então eu chegava no parque, já ligava, já punha uma câmera na frente, já ia lá, já fazia, já rodava uma vez, >> já rodava uma, duas vezes ali, porque fazia, eu fazia parte das cabeças ali, o Cara vai chegar aqui e vai pau pó sozinho. Aí fazia uma câmera de subjetiva, então já dava duas voltas, aí
dava mais seis, eu dava por semana, >> você tá louco, >> 10, 12 voltas montanha russa. Então tem uma hora que você [risadas] acostuma, né? Você tá louco? >> Então, aí eu consegui entregar nessa brincadeira um quadro, um VT de 15 a 20 minutos gravado em meia hora. >> Produção extremamente barata. >> Não, barato mais ou menos. Tá barato porque você tem que pagar passagem para todo mundo. Você tem que, né, [ __ ] Você tinha, mas sabe o que a gente fazia na época? Mas assim, ajuda o parque era de graça. O cara pegava
uma van. E na época o que a gente fazia? a gente pegava convidados que já estavam ã lá lá em São Paulo. >> Então o cara veio para gravar o programa do sei lá >> e tal, fala: "Ó, quem tá aqui hoje? A Produção já via, ah, o Richard vai est aqui gravando, tal, >> já casava tudo, >> já casava." Fala assim, ó: "Quer gravar tal, beleza, aproveitava a passagem porque não pagava". Isso era quando, Celson? >> Hã? >> Isso era quando? Você lá >> ano? É >> de 2002 até, Sei lá, >> porque assim,
a internet facilitou a nossa vida, mas se a gente volta para 2010 ali era o 2010 ainda tava começando a ter WhatsApp, entendeu? >> Mas e que facilitou muito essa vida de, sei lá, produzir esse tipo de conteúdo. >> Mas tinha tinha uma produtora que ligava, só fazia isso. Tinha [risadas] eu tinha a gente tinha uma produtora do quadro que só ficava >> fazendo logística, fazia o convite, Fazia o cara tá onde, o cara tá chegando, passa rádio para, porque era rádio na época, né? passa rádio para pra van. Onde tá o cará? Tá 10
minutos. Daí o cara vai chegar, ligava para tal. >> É, eu fico imaginando a logística de tudo isso, porque a gente não tinha WhatsApp, não tinha GPS, não tinha foto, vídeo, a internet tava começando a engatinhar ainda pra rede social, que facilitou muito a vida de produção. >> Hoje em dia acho que TV deve usar >> 70% do de aparado da internet e antes não usava nada, que a TV foi a percussora de tudo isso hoje em dia. >> Tinha que o Instagram, o Instagram veio antes do YouTube, Instagram, cheguei em 2009, >> acho que,
né, ia falar 2010, acho >> 2009. 2009 nos Estados Unidos e popularizou bem sempre torpedo, né? Tinha tinha torpedo, né? Ah, não, para se comunicar. Eu digo, tinha torpedo. >> Tinha torpedo. >> Não, mas pr para de rede social aqui no Brasil e Facebook. Antigo. >> Uhum. >> Só que o Orcut ele o Orcut ele tinha muita gente que usava, mas assim, ele era mais ele ele realmente era uma uma rede social, a galera socializava nout. >> Sabe sabe o que eu acho, cara? Isso é uma teoria totalmente minha, tá? Eu acho que a rede
social elas têm ciclo. Por isso que eu nem considero o YouTube uma rede social. Era um veículo de busca lá Hoje, tal. O que acontece? Você entrou no Twitter. >> Aham. >> Aí você começa seguindo Facebook, aí você começa seguindo seus 50 amigos [roncando] lá e você vê as postagens deles, é legal, tal. Aí aparece um cara, você fala: "Ah, vou seguir lá o, sei lá, o artista tal". Passou um ano, cara, você tá seguindo 500 pessoas. Passou dois, você tá seguindo 1000 pessoas >> e vai ciclando, né? Aí vem um algoritmo Que tenta entregar
o que ele acha que você quer >> e o algoritmo é um negócio complexo. Aí você começa a não ver mais aquilo que você quer e aí você faz, >> você fica condicionado a que algoritmo que é atmosfera. E aí você fala assim: "Cara, eu acho que aconteceu isso muito com com o Facebook, fal: "Cara, isso aqui não tá interessante mais para mim, saber? Vou para outra rede social aqui, vai aparecer o Instagram. Aí eu começo Seguindo 50 pessoas que eu gosto. Passa um ano eu tô seguindo 1000 pessoas. Aí eu não consigo mais ver
as coisas que eu gosto, porque o o algoritmo ele tá entregando, sei lá, o que tá viralizado, o que o cara pagou. E aí eu começo a ver um monte de coisa que eu não gosto. Eu falo: "Puta, não quero mais." Começa a ser condicionado, né? >> Eu [roncando] acho que a rede social ela tem ela tem um momentos que assim que Ela nasce, cresce, reproduz que, né? O cara compra o Instagram, compra tal e morre. >> Você acha que o YouTube não é uma rede social? >> Não, eu não vejo o YouTube como uma
rede social padrão, não. Eu vejo muito mais como um Google, onde muita gente a ou com uma TV ou como um streaming do que uma rede social. >> Você acredita que o o YouTube vai continuar a financiar e pagar pelo Conteúdo, >> cara? >> Ad eterno. Que que você acha? Eu acho que sim, mas não como no nos moldes de hoje, né? Eles já tão eles já tão tentando fazer uma transferência que eles já têm vários veí, desculpa, várias ferramentas que é pro cara pagar direto para você e ele morder um pedaço, pro cara fazer
um super chat, para você ter um membro do canal, para você agora ter o programa de Afiliados que você vende produtos, >> vende produto, aquilo que o João te falou, >> é tal. Então eu acho que cada vez mais ele vai criar ferramentas pro cara. pagar para você e dar um dinheiro para ele e ele vai ficar com dinheiro de publicidade. >> Aí eu tenho até que falar porque ele começou a entrar no mundo das lives. Eu até ia dar esse gancho para você de pergunta, mas essas políticas do YouTube, eu vim da Twitch, né,
que era site, a Twitch é uma plataforma de game. Hoje em dia a Twitch é bem difundida. Hoje em dia, se na Twitch você pode fazer live trocando ideia, cozinhando, tocando música. Tem DJ fazendo música hoje em dia na Twitch. [roncando] E eu vi o YouTube pegaram, por exemplo, é o super chat. A Twitch tem isso há anos. Sim. >> Eh, o Ah, eu sou, eu sou. Você tem inscrito, né? >> Antigamente no YouTube você sempre teve seus inscritos. Ah, bati 100k, ganhei a placa. Bati 1 milhão, vem a placa. A Twitch você já tinha
os seus inscritos, que eram as pessoas que te seguiam, e tinha as pessoas que pagavam. As pessoas que pagavam assim, por exemplo, você é o dono do canal, você pode pôr lá, quem quem é pagante, assinante do seu canal, não vê, não vê propaganda. Então, o cara paga ali R$ 10 por mês e ele não vê uma propaganda no seu canal. Hoje em dia o YouTube tá indo para esse caminho. Eu acho legal. Eu acho, eu acho, eu acho legal. Por quê? Porque dá o, o ciclo da atividade. Você, se o YouTube também tá, tá
sendo monetizado de certa forma, usando da sua influência e do seu conteúdo, o seu trabalho tá tá tá sendo tá ganhando longo prazo, porque querendo ou não, ele também tá monetizando em cima do que você produz. Quem mais produz acaba virando para ele também. A Twitch faz isso há muito tempo. Hoje em Dia eu vejo essas práticas do YouTube até é a própria live. O YouTube hoje em dia você faz live. Isso aqui é uma live. Nós estamos numa live aqui, então isso é uma é uma coisa que ele viu ali na Twitch e replicou
para ele. Show prop Shorts veio do do Instagram são essas ideias. >> A própria Twitch ela surgiu espelhando que é o broadcast da televisão. A televisão é uma live, programas ao vivo são live. A a internet ela espelha >> e e e democratiza, né? qualquer um pode produzir o conteúdo que antes estava restrito à televisão. >> É verdade. Ela tem esse mérito que é incrível, que assim, você pode pegar um cara que jamais teria chance na televisão, como a gente teve, e transformar aquele cara num num monstro >> da internet. >> Da internet. E que
acho tem muita gente boa, mas que realmente tem muito pouco espaço na TV. Tem pouco espaço para você Encaixar novos talentos, né, cara? É. >> E é uma coisa que eu que eu vejo na internet que não tinha na TV, na TV você pensa que você tem cada horário é um bloco. >> Uhum. Se eu, então você, vamos supor que você tem uma grade, você não tem uma grade de 24 horas, vamos ter uma grade de 15 horas. Para eu entrar aqui, eu tenho que derrubar o cara que tava aqui, cara, tá? E eu vou
ser concorrente do cara que Tá aqui na outra emissora. Então, você tem uma animosidade, uma disputa muito grande. Eh, no YouTube não. No YouTube eu posso ser brother dele, falar pros meus seguidores seguirem ele e vice-versa e meu que a gente vai se ajudar. É porque não compete viveu essa época, ele viveu a época, eu lembro até quando eu tive esse papo com ele do Colb. O YouTube teve momentos de colb aonde todo mundo crescia. Eu vou dar um bom exemplo aqui. São amigos meus Inclusive que eram ma bem os dois. O Júlio, Igão, o
Júlio, o Igão era um amigo do Júlio que participava vídeo sim, vídeo não. E ô, o Igão hoje em dia tem o pode pá ali, o negócio dele, entrevistador ali do podcast dele. O Júlio também seguiu no no nos conteúdos dele, ele ainda faz os vídeos engraçado, faz uns vídeos trocando ideia, faz uns vídeos relembrando o vídeo antigo e foi na base. >> Agora marumbas, ele faz muito maromba. Agora é marumba. >> Tá forte, né? Lembra que a gente foi no a gente foi lá para Manaus, ele tava magrinho e o Júlio tava forte. >>
E assim, o Coleb fez muitos canais crescerem. O Richard sabe disso também. Teve muita gente que fez que ele fez colb aqui que >> não, a gente já fez muito. A gente já fez muito. É, é, é, faz parte do que eu, o canal nosso cresceu bastante por causa dos colabos. Aliás, de ouro. >> É, eu fui o primeiro, posso dizer isso aqui, meu, que o primeiro coisa de entrevista meio formato de de podcast foi o nosso canal, cara, no YouTube que era o Richard recebe >> isso. Quando eu comecei com isso, recebendo todo mundo
aqui, lembra que você veio, a gente entrevistou você, eu entrevistei todo mundo aqui em casa, né? E foi, >> eu lembro um quadro seu muito legal também que você fazia do dos filmes Relacionados com bicho. É, >> você fez aquele cobras a bordo. Teve teve uma época ali. E aí depois você vai vendo o que vai dando certo, o que não vai. A gente tá em constante mudança. Eu acho que agora esse negócio do IRL é bem interessante. >> Acho também o pessoal tá porque tem muito conteúdo fabricado também na internet, né? E os caras
querem ver coisas originais, querem ver de verdade o que é, né? >> Uhum. >> E e não querem seguir um artista. Eles querem seguir histórias reais. Eu acho que o IRL é bem legal. >> Acontecimento. É, eu eu eu acho que esse essa é uma isso vai virar o a mesma coisa que virou o podcast. Vai ser uma tendência, isso vai dar muito, muito view para muita gente. >> É claro que assim, você tem que ter uma personalidade para fazer aquilo, >> tá? E você tem que ter um público para Aquilo, porque quem quem assiste
isso é mais um público que tem tempo ou o cara tá trabalhando, ele deixa aquilo lá. Então, às vezes assim, pode ser que o teu canal, do seu não, o seu tem, mas assim, pode ser o canal específico de alguma coisa não tenha público para aquilo ou o cara não tenha perfil para aquilo. Mas para quem tem, cara, eu acho >> mas o segredo também é diversificar. Você tem que levar caras diferentes que não necessariamente tem o mesmo público Para você tá fazendo esse cross. É mais ou menos um como um collab, entendeu? Então, [
__ ] fom lá fazer a Transamazone. Tem a tem a eu, né? Tem os maromba e tinha galera de carro. de carro. >> Então é, a gente foi trabalhando com >> tinha gamer que tinha o Gordox, >> gamer Gordox. Então foi trabalhando com caras diferentes. >> Mas isso na internet, é o que eu tava falando aqui, isso na internet que é do [ __ ] Isso é uma coisa que jamais ia acontecer em televisão. Tinha, tinha empreendedor gamer que era o Vini. É >> o Vini empreendedor da área gamer. Essa parada do Colb é é
isso que o Rard falou. Por exemplo, ele é aquela velha história. Você tem 10 seguidores. Eu tenho 10 seguidores. Vamos gravar, Celso? Vamos. O Celso gravou comigo, soltei o meu vídeo com com o Celso, dos meus 10 seguidores, quatro falou: "Caralho, esse Celso é um cara legal, Vou seguir ele agora. Você tem 14. >> É, é exato. >> Entendeu? você não perdeu. Então o Coleb fazia muito isso >> e eles não saíram, eles não pararam de te seguir para me seguir. >> Exatamente. Ele só o conteúdo dele. Então agora você tem 14, aí você vai
gravar com seus 14 outros que tem 15 e vai ciclando. >> Então isso foi um choque muito grande para mim na internet, um no bom sentido, Porque você saía de uma TV que tinha uma >> uma competitividade muito acirrada >> para um grupo que era muito mais colaborativo, muito mais amigável, muito mais receptivo. falam, cara, que meu internet é legal para [ __ ] cara. Os caras são legais, os caras, meu, >> muita gente me deu oportunidade lá atrás, meu, sabe, meu, eu quero ficar por aqui mesmo, que é legal. >> Hoje você tá utilizando
que plataformas? Hoje eu tô assim, eu continuo, minha Minha mã é o YouTube. Eu tenho Instagram, mantenho Facebook, mas assim, repostagem de Instagram, >> ã, é o meio, é meio que o mesmo conteúdo, shorts, ress e aí eu tiando alguma coisa >> replico o que eu faço pro Instagram, porque nem entro, tipo, >> não acho, acho, acho que é uma rede importante, mas não acho que seja o meu público hoje. >> Você pegar o meu perfil de público hoje, Eu tenho um público de 25 a 55. Aham. >> que que é um público que usa
um pouco menos o TikTok, não é que não usa tal. >> Sim. [roncando] >> Só que, cara, a gente tomou caminhos diferentes. Aí eu eu vinha de um trauma de televisão que eu queria fazer muitas coisas sozinhos. Você ainda mantém uma equipe, eh, um grupo, você consegue pôr muito mais coisa, muito mais conteúdo no ar do que eu. Eu ponho, eu ponho, eu tenho um conteúdo por semana ali. >> É, mas eu pago um preço para isso. >> Sim, tenho um preço para isso. E eu preferi trabalhar mais sozinho ali. Eu mesmo edito meus vídeos,
eu tenho menos conteúdo, tenho menos despesa, claro. Mas eu fui para esse para esse caminho mais solo. >> Mas você edita suas o seu ritmo também, né? Você dita suas regras, seu ritmo, que você quer gravar, com quem você quer gravar. Tenho muitas imitações. Ah, >> mas eu diminuí muito meu curso. Eu ainda Tenho muito editor porque precisa a quantidade de coisa que a gente tem que soltar é bastante coisa, né? A gente tem aqui na no canal principal, tem é um por dia, fora os os rios, fora os shorts, fora não sei o quê.
O outro que tem um canal da casa, >> eh >> tem o podcast que é meio que a parte, né? Porque >> é, mas acaba entrando aqui na no no canal, né? E E aí que tá. Eu eu fui fazendo minhas formas porque hoje assim viver só de adicência é impossível, né? Não, não dá pro nosso, pro nosso conteúdo, não dá, né? Porque [limpando a garganta] assim, se você é um vlogger ou se você é um gamer, você consegue produzir horas e horas de conteúdo >> e ter muito espaço para você ganhar de sensou até
para podcast assim. Se o cara tem, pô, imagina que eu produzo 20 minutos de conteúdo por semana, >> pega um podcast, o cara produz 3 horas por dia, mais corte, mais tudo, o volume é muito maior, o adicência é muito maior. >> Então, dependendo do tipo de >> de conteúdo, você não consegue viver docência. Hoje eu eu tenho essa essa divisão entre a dissenso patrocinadores e a loja. >> Ah, então isso é isso que eu queria entender. Como é que você tá trabalhando, aproveitando também eh a Tua exposição, o que como é que você hoje
trab que que você tem hoje? >> Hoje eu tenho a vai comercialmente falando, né? Tá, >> eu tenho a loja que vende produtos meus. Eu tô com um site de conteúdo de parceiros com cupons. Eu tenho os patrocinadores, que são patrocinadores que são os caras anuais que estão comigo há anos e as sazonais, o cara que entra, quer fazer dois, três anúncios ou quer fazer uma temporada e aí tem o AdSense, >> tá? >> Então eu divido muito bem. Tem tem meses que o AdSense sobe, vai pegar lá final de ano a gente tem o
Adicense subindo, depois janeiro cai. Ah, tenho mais venda, tenho menos venda, tenho mais patrocinador, menos patrocinador, então vou dividindo, então fico menos dependente de um só, porque eu já aprendi que o AdSense é muito volátil, né? E patrocinador às vezes também, apesar que, graças a Deus os meus estão Estão comigo há muito tempo porque tem uma entrega os car já sabe, >> isso é legal, isso é legal, não tá vinculado a à tua história, não tá vinculado a apenas [limpando a garganta] um a um momento e um resultado, entendeu? Tá. E hoje o cara chega
para, ah, o cara chega para negociar um p assim, eu falo, o meu maior argumento fala assim, olha, vou te dizer porque ele fala assim: "Ah, mas por que que eu devo anunciar com você?" Eu falo assim, Vou te dizer, vou te falar uma coisa só. Tá vendo esses patrocinadores aqui são comigo há ito anos. >> É exato, né? É, você é branding, né, cara? Branding é como eu, branding. Não adianta, a gente não vai competir com uma Virgínia, cara. >> É isso, é outra coisa. >> E eu sou publicitário, né? Então eu tenho uma
entrega [limpando a garganta] muito regular. Eu sempre procuro fazer uma entrega maior do que eu prometi. Então eu sei fazer essa entrega. tem um público qualificado ali de 25 a 35 muito bem direcionado. Então consigo fazer uma entrega que é maior do que o número que eu tenho às vezes de >> de views ali, né? Então consigo ter uma consistência de entrega. >> Mas cara, posso te falar, hoje o meu tesão é fazer cbranding, é pegar uma empresa, falar assim, sei lá, empresa que faz a sei lá, mochila, fala, cara, vamos Fazer uma marca junto,
vamos pegar essa sua mochila aqui que eu acho que você sabe fazer como ninguém. e falo assim: "As minhas necessidades são essa ou bota ou sei lá, ou qualquer ou filtro ou abrigo. Vamos fazer essas alterações aqui, porque eu como usuário, eu sinto falta disso. Eu acho que meu público ali, meu nicho de público pode sentir falta disso. Vamos criar um produto top que nem a gente fez com as facas. Lembra? Minha, pô, minha história de Faca tem quase 12 anos. >> Vamos criar um produto top e vamos vender esse produto só por aqui. Um
produto sem concorrência. E criamos um produto do [ __ ] E cara, aquele produto >> e compensa. >> Eu tenho muito medo disso porque é criar expectativa de venda que os caras eh e aí eu fico, pô, para você vender mais, você tem que encher mais a tua as tuas redes sociais com mais propaganda, com Mais chamada, com >> Mas cara, cara, compensa assim, não é uma coisa e eh o médio, a médio e longo prazo compensa muito, a curto prazo você tem que explicar aquilo lá, >> tá? Eh, o, no meu caso, eu não
ligo muito pro preço. Eu prefiro fazer um produto muito top, custar mais caro e ter zero problema. Tanto que a maioria dos meus parceiros dá a garantia vitalícia e ter zero problema com cara devolvendo, com pós-venda. >> Eh, o boca a boca é muito forte, porque quando você tem um produto realmente bom, com matériapma boa, bem feito, o pessoal indica. E eu, putz, eu fico, é uma coisa que me agrada, é muito mais eh uma satisfação pessoal de ter um produto que você fala assim: "Cara, eu ajudei a criar isso aqui". >> Sim. Seu produto
mesmo, falar que isso é seu mesmo produto mesmo. É, cara, do que pegar um produto terceiro. Agora, meu, Você ainda tem você tem esse negócio de, pô, se amanhã chover publicidade, você fala: "Puta, é muita publicidade?" Porque eu começo a achar que assim, eh, no começo eu via isso, fala: "Cara, se eu puser muita publicidade, os caras vão achar que eu sou um vendido, que tal". Mas >> eu senti, eu senti um pouco isso, eu prostituí um pouco, principalmente o Instagram. Eu tive que mudar essa, >> algumas entregas, porque eu acabei, todo Mundo quer Instagram
e quer que faz não sei o quê. Aí eu entregava, aí comecei a prostituir, as pessoas pararam de começar a seguir seguir meu Instagram porque tinha muito comercial. Então eu desafoguei isso, surgiram os rios, então eu comecei a vincular mais aos rios, mudei estratégia, né? Foi mais orgânico. >> Eh, e o meu stories começou a voltar a ser, era muito stories, cara. E aí é todo dia um stories diferente, cara, com patrocinador novo. Aí ficou muito >> stories tem link, né? Então ele é uma coisa, cara. Eu não senti muito isso, talvez não tenha o
número de patrocinadores que você tem, mas assim, o pessoal gosta dos produtos, o pessoal comenta bem eh virava um conteúdo, eu tentava dar alguma coisa mais, associar isso a dicas. Então fazer, vamos falar num [limpando a garganta] produto aqui, ó. Esse produto aqui é um produto muito legal. Eu vou dar cinco dicas e terminava com o puble, mas o cara já Tinha eh absorvido algum conteúdo. Então isso funcionou para mim para bem nos rios e nos shorts. >> Então é que eu geralmente o que eu faço, né? O Ross foi ótimo, cara, porque ele tirou
o peso dos stories. Ele não põe mais nada em stories. Agora uma outra coisa eu ponho nos stories, mas aí eu joguei tudo no Rios. Aí no Rios tá mais fácil. E o Ross >> ele entrega, ele entrega bem, né? Porque o Instagram como ele não paga, né? >> É que o story você posta 24 horas, aí às vezes vai depender de algoritmo, horário e às vezes ele não entrega. Agora o R você deixa lá, daqui um mês >> ele vai continuar ganhando visualização, daqui dois meses ele ganha e tudo bem diminuído, mas vai ganhando,
né? Agora o Cavalini é um exemplo daquilo, cara, que chama-se perseverança dentro, né? Porque é um cara que eh flutuou em todos esses mercados da televisão, das redes sociais e tá sobrevivendo até hoje dentro do Modelo dele. Cara, >> ele me chamou de velho, né? >> Eu sou mais velho que você, sabia? É >> sou que você você também. Você você >> fevereiro? >> Não, você é mais velho que eu, velho. >> Então assim, meu, é um negócio, é um negócio muito louco, porque >> você é três três, quatro meses mais velho que eu. >>
Três mais velho. É. [limpando a garganta] >> É. É, não é fácil sobrever tanto é difícil. É, você tem, você tem que se moldar. >> Tem que se moldar e tem que ser ligeiro para se mexer, cara. >> Se moldar, cara. A galera do game, eu vim do game, né? A galera do game passa muito por isso, porque você tá jogando um jogo, >> acabou o jogo, fui >> se o jogo acabasse já era também, mas o público envelhece >> e como vocês falaram, é, a internet tá para todos. Então assim, ah, eu produzo conteúdo
de futebol, jogo de FIFA, vai FIFA. Todo dia, durante o ano todo, indo nos seguintes, vão ter criadores novos. E aí eu tenho que o meu, o meu conteúdo vai ter que ser reciclado porque o meu público envelhece, às vezes as minhas piadas já não são tão legais para eles, eles vão pro outro. >> Aham. >> Então fica aquela história de sai gente, entra gente, sai gente, entra gente, só que tem essa corda bamba do jogo. Se o jogo tá indo mal, automaticamente eu tenho que trocar de jogo às vezes. E nessa troca você perde
muito. Eu tinha um amigo que era do Yu-Gi-Oh, jogo de carta. Ele começou a se frustrar com o ele foi para outro segmento, ele perdeu com isso de carta também, mas é outro público, é outra galera. >> É, tem essa coisa de envelhecer também, Né? Principalmente quando você joga pro público muito jovem, né? A gente joga para um público mais velho. Isso é uma vantagem. Porque eu tava, eu encontrei lá no no IB lá, encontrei o gato galáctico. Eu falei, mas eu falei, mano, eu falei, mas ele continua atendendo aquele pô, tava com aquele cabelão,
tava com aquele roupinha roxa dele, com a camiseta. Ou seja, não é fácil para ele é muito mais difícil. Um cara que nem foi o Rezende que teve que, Né, nem sei >> tem outro, tem a contrapartida, porque vocês gostam dessa parada de aventura, etc. Eu sou um jogador, ó. Eu jogo FIFA, passou 5 anos, eu tô jogando FIFA. Passou 10 anos, tô jogando FIFA. Passou 15 anos, tô jogando FIFA. Meu Deus, eu não aguento mais FIFA, por exemplo. E aí o cara quer trocar, mas ele sente amarrado. É que o cara com 15 anos,
o cara quando tem 15 anos e ele ele faz 20, ele o o público gosta de coisas Completamente diferentes. >> Então o cara tem que ficar reciclando o público. A gente não. O cara que me seguia há 10 anos atrás, ele pode continuar gostando de mim. Ele tinha 25, tem 35. Ele continua gostando do conteúdo. >> Sim. Não, eu tenho conteúdo diversificado porque você tem muita viagem também. Inclusive, eu ia te perguntar o seguinte, você não tá, eu vi que você já viajou com viela também, né? Você esse esse esse não é um outro segmento
interessante para você trabalhar viagens e >> eu tenho eu tenho feito bastante viagem. O que eu o que eu decidi e isso foi uma decisão pessoal, nem foi uma decisão comercial. Eu falei: "Cara, eu vou fazer coisas que eu gosto, eu vou trazer eh assuntos que eu gosto e vou trazer pessoas que eu gosto, porque senão isso daqui em um determinado momento da vida, isso vai virar um um fardo. >> Sim. Então, cara, eu vou trazer coisas que eu gosto. Então, pode ser que isso não tenha nada a ver com o meu segmento, mundo tático.
Eu gosto, então vou trazer. Ah, eu não sou especialista, não tem importância. Eu tenho vários amigos que são, eu trago os caras aqui, os caras vão falar disso e às vezes é algo só que você gosta, mas você já começa a explorar. E eu sempre tive muito isso, eu sempre tive uma veia muito de Repórter, assim, mesmo falando de coisas que eu entendo, eu vou trazer um cara para falar comigo, falar: "Cara, para dividir com o cara". Falar: "Cara, talvez esse cara de uma coisa, vamos falar de sobrevivência, ah, vou trazer lá o tigre". Vamos
falar, porque talvez ele tenha uma visão que seja diferente da minha e é interessante. >> Então, eu sempre fui um cara que soube dividir, graças a Deus fiz muitos amigos na época TV, como você, a gente tem Muito contato, eu sempre soube dividir muito isso. E, cara, eu eu decidi fazer o que eu gosto. Então, eu consegui navegar em uma série de coisas. Agora, pô, esse negócio de viagem, pô, eu comecei há do anos de [limpando a garganta] meu meu meu carro tá pronto há do anos. >> É, >> a gente tá fazendo viagem há
dois anos. Vocês fizeram agora do [ __ ] vocês vão dar um impulso para essa minha Playlist, porque os caras começaram a fazer, opa, viagem de carro. >> Os cara começaram, essa minha playlist subiu, falei: "Por que a playlist tá subindo agora, aquela série de aventura general que tem dois anos?" Por causa do Richard, do do Ricardinho. Por quê? Porque os caras, pô, começaram a fazer viagem. >> O YouTube falou algoritmo, viagem, joga para cá. >> É, >> é [limpando a garganta] do [ __ ] cara. É igual os caras da Inverno Transamazônica que já
produziam um conteúdo legal, mas não tinha tanta ainda não tinha tanto palco do que eles faziam e agora eles estão >> conseguindo isso porque deu muita relevância. >> Isso é muito louco. Conteúdo já tá quantos anos? Você falou? >> Dois anos três. >> É o conteúdo. Inclusive os caras de de UTV meu devem est dando braçada porque os caras só tem um monte agora de conteúdo que tá aparecendo de TV que antes eu não vi agora. Táendo um monte de coisa. >> Instagram, YouTube é é o algoritmo subiu tudo isso porque teve muita procura. Isso
aí furou muita bolha. >> Não, isso é muito legal, cara. É, >> então, e mas enfim, resumindo, eu decidi fazer coisas que eu gosto com gente que eu admiro. Você, por exemplo, temos Temos vários conteúdos juntos e várias outras pessoas. E, cara, meio que quando você faz o que você gosta, a coisa anda, né? >> É, anda, é, anda. >> Você se acho que você se dedica mais, acho que você tem uma naturalidade maior. Acho que o público sente. >> Mas você é como eu, você faz 10.000 coisas ao mesmo tempo, né, cara? Faço, eu
faço até se você ainda edita coisas que eu não faço, >> até por esse, até por esse lance de est sozinho, eu faço bastante coisa. >> É muito pesado, né, cara? A gente trabalha demais, né, cara? >> É pesado. Trabalho bastante, apesar de assim eu de eu ter tirado um pouco o pé depois que minha filha nasceu para poder aproveitá-la melhor. Então eu tirei um pouco o pé, então entrego menos conteúdo, mas assim, tenho menos separei, falei assim: "Cara, isso não dá Mais tempo de fazer, eu não vou fazer". >> No YouTube você tá entregando
com quê? Regularidade? uma vez por semana. Eh, entrego toda sexta, 19 horas é pouco. E aí entrego um shorts e agora vou voltar a fazer uma live. >> É [limpando a garganta] >> que foi uma coisa que eu nunca deveria. Eu tinha uma coisa quando começou a pandemia chamado Cava Live. Era um podcast que eu fazia, ligava pro Richard, ficava uma hora no telefone, Tela dividida, 2 horas, 3 horas, chegou a ter coisa em 3 horas. >> Legal. Legal. >> Dava muita audiência. Só que eu cometi um erro lá atrás. Eu falei: "Cara, isso deu
muito certo?" 3 horas de papo porque eh os caras estão em casa. >> Uhum. >> Isso não tem muito futuro. >> É. >> Começou a descer a pandemia. Falei: "Ah, vou parar com isso, cara. Poderia ter um Podcast daquela época. >> Devia ter continuado. É, subiu muito esse tipo de conteúdo hoje em dia conteúdo continua agregando." Acho que o pessoal aprendeu que esse conteúdo é legal na época de pandemia. O negócio, >> tem gente que cobra os podcast, os episódios do podcast, por exemplo, esse episódio aqui agora, ele vai pro Spotify também. Uhum. >> Tem
gente que cobra porque gosta de ficar lá escutando. Tô lá lavando louça, Tô no metrô, tô tô escutando a conversa em formato de podcast, assim, só voz. >> É. >> E outra coisa que fez o podcast no YouTube crescer bastante foi o o lançamento do YouTube Premium, né? Porque você não precisa mais ficar assistindo. >> Se você for assinante do YouTube Premium, você coloca, >> guarda o celular no bolso e fica escutando. >> Uhum. >> Então foi tem uma segunda janela. tipo de coisa é é o tipo de coisa que a gente tem que ficar
atento. Uma mudança besta trouxe um novo comportamento, que agora não preciso mais ficar com o celular aberto, ligado na coisa. Eu posso estar fazendo uma outra coisa que no premium ele vira uma janelinha ali e eu tô vendo o viu vi vim para cá no Waze >> escutando >> escutando tua entrevista com o com o Henrique. Muito legal. Adoro ele. Eh, e ali tava numa janelinha aqui e vendo o A e no mesmo celular. Por quê? Porque ag porque uma mudança na plataforma permitiu você fazer isso e uma pequena mudança como essa teve uma mudança
de comportamento e fez com que eh você conseguisse ter uma visualização de segundo plano que é relevante. >> Você vê que louco. Hoje em dia tem o você dá o play, né, o o play do de qualquer hoje em dia a maioria, 90% dos Sites que tem um player, né, de vídeo, você consegue acelerar a velocidade, coisa que não tinha. Sim, sim. >> A gente é da época que a gente quando eu comecei no YouTube, você fazia o vídeo, eh, ah, tem que ter 10 minutos pelo menos ali, que era a melhor parte da monetização,
era ter 10 minutos ou mais. Era, você falava, a pessoa vai dar play, vai assistir no 1 x. >> Sim. >> Hoje em dia você vai, eu, eu mesmo, eu Admito, eu gosto de ouvir, tem vídeo que eu assisto que eu assisto 1.3, 1.2, 1.25. Maoria, eu assisto 1,5 do já. >> É mesmo. >> Eu adoro, inclusive, eu vou falar aqui, já fica o convite, Marquem ele, o Cogumelanda. Eu quero trazer ele aqui para trocar uma ideia. Um cara da hora do game. Eu adoro ele, mas eu não consigo ver um vídeo dele que você
não seja não consegue. Consigo ver. >> Nossa, ele é uma paz de >> muito calmo. Ele é quase cara. >> Podcast eu assisto no e-mail porque eu consigo assistir mais conteúdo. >> Um e-mail >> é consigo assistir mais conteúdo, tal. E tem amigo meu que eu não consigo pôr no e-mail que parece que o cara fala assim, >> é, tem cara que você, meu, eu sou um cara que fala rápido, então >> você fala bem, fala rápido. >> Se eu se o cara me puser no dois, ele Não consegue me entender. Eu não consigo me
entender já, porque eu eu acelero, porque eu trago esse negócio de televisão, que é um da plataforma, né? Porque plataforma tempo era dinheiro, né? >> Tempo é dinheiro. É. >> E as plataformas implementaram isso. E assim, óbvio que ela também pensou no público, mas para ela foi ótimo, porque antes o cara assistia um vídeo por noite, chegava cansado da faculdade, do Trabalho, vou ver um vídeo, agora assisti quatro. >> Uhum. Entendeu? >> Mas você tá levando os caras para viajar? >> Não, de vez em quando eu levo. De vez em quando eu levo. >> Mas
você não tem vontade de fazer isso recorrente? >> Tenho, tenho, tenho. >> Acho que isso é uma coisa bem legal, até porque o seguinte, cara, você vamos Entre nós, eu não sei como você, teu conteúdo, você tá fazendo o que agora de conteúdo? >> Fazendo um pouco de tudo. O o o >> Mas você passa aí nos perrengue, faz um sobrevivência, faz uns Não, >> não, não. Mas coisa muito radical, não. Minha cabeça meio que mudou até por causa de entrega, cara. Vou te falar dois pivos. Prim tua cabeça que mudou. É assim, teve primeiro
assim >> tá aqui nem eu, meu. Tem coisa que eu Não faço mais, man. >> É primeiro assim. Primeiro eu tenho uma filha agora. Não quero, eu quero aproveitar isso daí. Então tem que ter um respeito pela paternidade. Não é que eu não tenha coragem, eu tenho. Os caras fala: "Ah, você fica eu gosto, >> eu gosto, >> mas eu tenho respeito pela paternidade". Segundo é que às vezes você se mata num conteúdo e aí você faz um conteúdo ali de como fazer uma corda de saquinho de Lixo e dá e viraliza e aí você
fala: "Cara, [ __ ] me matei para fazer um conteúdo, gastei uma [ __ ] grana e a e a cordinha de saco de lixo tá dando um do". Aliás, é uma surpresa. Às vezes tem coisa que faz que dá audiência que você fala: "Como é que isso de audiência e outras coisas?" Foto, você posta uma foto. >> Uhum. >> É exato. >> Monte de tem fórmula certa para nada, n? Não, não tem o algoritmo. Eu acho que o algoritmo, na minha opinião, ele tem uma coisa aleatória. Fala assim: "Ah, vou a cada quatro vídeos
dá um boi pro Richard." >> Você faz muito teste? >> Faço bastante teste. Faço muito teste. >> Ele faz, ele sempre foi estrategista, né? >> Eu faço muito teste, cara. Faço muito teste. >> E qual que deu bom assim do que você Falava: "Não, esse aqui não". >> Então, esse esse é o problema. Aí você às vezes tem certeza que o vídeo vai dar bom >> e não >> e ele não dá. E às vezes você fala: "Puta, esse vídeo tampa buraco, não tinha nada naquele dia, fiz o vídeo, o cabelo tudo despenteado, aquele vídeo
deu 2 milhões de >> Tem umas coisas que assim eu fico também não tem uma fórmula, né? >> Não, mas isso desde o começo no YouTube é o que você falou: "Ah, hoje me prepar >> não era mais previsível, acho. Antes a gente conseguia ler mais o que o o o algoritmo tava procurando." >> Mas deixa falar uma coisa que melhorou bastante no YouTube agora. Antes você fazia um vídeo legal para caramba. Se você errava no título na tamb, você perdia tudo que aquele vídeo podia dar. Agora o YouTube ele tem teste ABC, então você
consegue colocar três thumbnails e Três títulos. >> Títulos. >> E aí você pode errar em uma, mas às vezes você acerta em outra. >> Agora posso te dar o meu o meu feedback disso. Isso é ótimo. Só que assim, eu também acho que tem um negócio assim, você fala assim: "Beleza, agora eu aprendi". Porque assim, você vai testando, fala: "Ah, esse tipo de tamb dá bom". Aí você faz o outro teste e esse dá bom. Aí você faz outro teste, Esse dá bom. >> Você fica mais indeciso aí. >> Fala: "Cacete, agora é bom que
eu tenho três para testar, mas >> o maior problema disso, eu acho que não pode parar de testar, >> é que o algoritmo, OK, é uma máquina ali que ela vai aprendendo e vai fazendo, mas >> querendo não, a gente tá lidando com pessoas e pessoas são aleatórias. >> Um dia ela pode gostar de uma coisa, Outro dia ela gosta de outra. >> Essa é uma justificativa interessante também. Assim, você não depende só do algoritmo, porque você precisa da audiência gostar daquilo também. que o cara do do algoritmo do YouTube, ele fala uma coisa, vocês
vão aprender o que é algoritmo quando vocês substituírem a palavra algoritmo por audience, que é que é público. Então assim, ao invés de falar algoritmo, falar o que que o algoritmo vai gostar, fala o que o Público vai gostar, o que o público quer ver, não o que que o algoritmo quer, o que o público quer e faz sentido. >> Mas assim, tem uma hora também, cara, que isso faz parte de de uma satisfação pessoal. Você tem que cagar um pouco pro algoritmo e tem que ser peitudo. Fala assim: "Cara, não, isso é legal. Isso
não deu certo no primeiro vídeo, não deu certo no segundo vídeo, eu vou continuar fazendo porque eu acho legal". E aí ele explode no quinto vídeo. Aí você fala: "Cara, se eu tivesse parado o negócio ia dar ruim". >> Tem podcast, eu peito muito algoritmo, porque ele falou isso. Acho que o Vila, comentou assim que, ah, se eu fosse me levar pelos primeiros, tinha largado mão, né? E vai e vira. É porque ele ele ele abre ali, ele ele não trata só de caras que são, eu acho que isso é não é o cara que
tá em alta ou cara que não sei o quê, ele é o assunto que ele pega o assunto. Mas o Vila, tem pante para isso, né? >> É, então é isso que eu ia falar. O Vila, é meu amigo há 30 anos, né? Então [limpando a garganta] o Vil, ele já tá num estágio que tanto financeiro quanto de audiência que ele pode abrir mão, não testar e e no que ele acha certo. É, então ele pode muito bem abrir mão. >> Eh, que a gente tava até conversando lá fora, né, que assim, eu eu tenho
coisas que eu falo assim: "Ah, meu, esse isso não vai dar nada, talvez corrompa meu Algoritmo, mas eu vou pôr." ou [roncando] porque isso é publicidade e aí o cara e aí eu preciso também da grana ou porque eu gosto muito disso daqui. E às vezes, cara, o negócio explode de uma maneira que você fala: "Cara, não tô acreditando que eu fiz isso >> tco e tá explodindo." Então, >> deixa eu já aproveitar você que é um cara que trafega pelo pelo perigoso e pelo obscuro, agradecer aqui a Caspers, Que aí nosso parceiro, que é
o melhor antivírus do mercado. Ele vai te entregar a sua tranquilidade por meu nada. Custa, custa o quê? Por por 80 pau. >> É, depende da promoção que eles tm ativos, tá? Mas normalmente é abaixo de R$ 80 usando o seu cupom Richard Rasmus que dá mais 50%. >> Usando meu cupom Richard, você vai ter um super desconto e você vai efetivamente estar protegido. Eu fui Agora pra China e outra coisa que é muito legal é o VPN deles, tá? Porque eu só consegui usar meu WhatsApp e meu Instagram e meu YouTube por conta aí
do VPN. Então, top demais. Você fica protegido no seu celular, no seu computador, fica de boa, né? E hoje em dia tá [ __ ] meu. Vou falar uma coisa pr vocêsegar públo >> você vai no aeroporto, tá entrando nessa, tem um filho da mãe ali esperando você só para iscar você e tirar tudo que É seu, cara. Então fica ligeiro. Caspers que tem um Qcode, não tem? Pros car entrar lá. >> Code aí na tela. >> Top demais. Tamamo junto. >> Eh, vamos lá. Você vai ficar, você tem, você faz planos. Você vai falar
assim: "Eu quero fazer, >> você é um cara que planeja, amor. Você é um cara estrategista? >> Eu sou um cara que planeja, mas mas mudou o ritmo do plano, né? Hoje o plano Ele ele é muito mais >> o que eu acho que vai ser legal, o que eu acho que vai eh o que eu vou gostar de fazer, entendeu? >> Tá, mas então mas por exemplo, tem certas coisas que você que você o tempo passa, né? >> O tempo voaum >> como você se enxerga? Você tá chegando aos 60, >> 50? Eu vou
fazer assim, é, tô comidade 55, chegar a 60. É, >> vai chegar aos 60, [risadas] né? Estamos indo pro 60, >> cara. A gente vai ter aquele cartãozinho, a gente vai poder parar perto em shopping. Então eu planejo isso porque eu quero ir muito mais ao shoppings, >> porque [limpando a garganta] eu posso parar naquela vaga fácil. >> É, tem essa. Eu já tenho esse cartão, porque eu sou PC. [risadas] Melhorou. Eu já sou PCD. Eu não tenho Coragem de usar. Em alguns casos, deixa lá, quando eu preciso, eu uso. Eu, por exemplo, vou na
fila do avião, não passo na frente de ninguém, cara. Então poderia, mas não fácil. >> E outra coisa que a gente vai perder é o direito de ir na saída de emergência do avião. Você sabe com 60 anos >> que bosta. >> Caras preparados que nem a gente vão botar um moleque lá de 18 anos que vai começar a peidar quando o avião fizer. Vai peidar. Mas tá bom. >> Não, não. Eu eu faço plano sim. assim, eh, eu quero fazer, eu quero fazer coisas, eh, que eu tenha prazer, mas que assim me de um
retorno financeiro. Claro. >> Como você vai preparar a sua aposentadoria? >> Eu eh isso é uma coisa que eu tava conversando com a Rô, com a minha esposa, eh, desde o no momento que a gente se conheceu, ela falava: "Quando Você pretende se aposentar?" Falei: "Nunca". >> Ele fala assim também. Eu amo o que eu faço. Aposentado, tô morto. Hoje eu tenho outros motivos, tenho a minha família, tenho, mas eu eu amo o que eu faço. Então eu tenho muito na minha cabeça isso. Beleza? Enquanto eu tiver fazendo o que eu gosto de fazer, eu
posso até diminuir o ritmo, que eu acho que é o certo diminuir o ritmo, que é uma coisa Que eu converso muito com o Vilela, que assim, num determinado momento, ele ele tá no auge ali, mas ele vai ter que diminuir o ritmo. >> Não, ele já tá se preparando para isso. >> Tava comprando agora, ele viu o meu meu trailer, tá comprando o trailer, igual ele quer viajar, ele quer não sei o quê. Cara, muito legal. Depois quero ver o teu. >> Todo mundo tá montando trailer. >> Eu tô montando o meu há seis
meses que a Gente tá fazendo personalizado, mas é muito legal. Vamos fazer, precisamos fazer uma viagem, >> é uma coisa que falta fazer IRL, pegar um trailer, atravessar os Estados Unidos em IRL, fazer um Eurotour de trailer em IRL sem parar. Nós estamos com uma ferramenta aí, tem que brincar agora com essa ferramenta. >> Aliás, a título de curiosidade, você pode morar num trailer? Tipo, eu comprei um trailer, ele é meu. Ah, hoje eu tô Aqui estacionado em Santos, amanhã eu tô em Carapicuí. Tem uns lugares, eu já, eu já fiz de motor, eu já
fiz motor home em vários lugares. Tem lugar, você pode parar nos Estados Unidos, aqui no Brasil, a van deixa você parar. Nos Estados Unidos, a maioria dos Walmarts, eles deixam você parar. Porque o trailer tem o seguinte, que as pessoas não percebem, você tem que procurar um lugar plano para você parar, né? Senão você vai tomar banho, >> dormir [limpando a garganta] torto, vai à cozinha >> e para dormir em Walmart. De manhã já acordava, fazia umas compras. Então para eles é interessante da hora. >> Às vezes parava, cada três dias parava num lugar só
para desovar merda, cara. Competição em trailer os poos gasolina lá tem o dano. >> Aqui no Brasil [limpando a garganta] teve teve algum algumas cidades que proibiram o trailer de entrar porque Segundo eles atrapalhava o comércio local e tal. >> Eh, teve tiveram ano passado, ano passado e retrasado tiveram várias várias um trailer desse, o cara tá fazendo o conteúdo, o cara triplica o movimento do lugar. Uhum. É, >> mas assim, isso é uma coisa que assim a a a coisa tá envelhecendo. Antiga, eu tô envelhecendo com esses prazeres. Antigamente eu fazia muito hiking e
tracking, mochila nas costas, Meu, o que cabia na mochila ia dormir numa rede na chuva. Depois agora tem barraca de teto, tô fazendo um trailer, eu tô ficando mais confortável. >> Uhum. >> E o público que tá comigo tá envelhecendo também, né? Ah, eu vejo muitos caras gringos assim, pega o David Cantenburry, que é o cara do Duo Survivor lá, que assim que eu acompanhe ele lá no Duo Survivor, que ele, pô, eu vejo muito caminho que ele Tá traçando e ele tá fazendo esse caminho de de envelhecer com o público. Porque eu fico pensando
isso. Se eu fico oferecendo pro meu público aquela aquela subida no pico do escambal, o cara tá comigo há 20 anos, o cara tá com 50 anos nas escolas, o cara fala: "Velho, legal, mas assim, eu não tenho mais ânimo." Pode ser até que o cara tenha estrutura física, não tenho mais ânimo para pôr uma mochila nas costas e dormir na chuva com guarda-chuva. Então eu >> Mas eu acho que você tem um segmento ainda inexplorado, na minha opinião, de viagens, de levar caras para viajar, cara. Isso é muito legal. Tô fazendo bastante. >> Eu
fiz, eu fiz, eu fiz, é, eu fiz isso com, com, com Vilela, né, nessa, nesse último capítulo dessa série. >> O, a dificuldade disso é às vezes tirar o cara muito tempo, você sabe disso, né? Porque o cara tem um um ritmo ali, às Vezes você pega um influencer que o cara não tem tempo para fazer viagens longas. Não, mas não influencer. Você vender isso pra pública em geral, cara, do cara te acompanhar e falar assim: "Puta, eu quero ir pro Chile >> com Cavalini, mano. Muitoado, eu quero tá perto, eu quero. >> Esse ano
vai sair o Cava Camp, que é um projeto meu, que até ia te convidar para isso, mas assim, eu sempre fui muito retente de fazer aventura com Convidados. Por quê? Porque eu acho que pode ser um cara muito louco que assim, você deve ter viver isso, [risadas] cara. >> Não, pior que não, cara. Eu tô, por isso que eu tô dizendo, ó, Manaus eu fiz agora 37 >> 37 expedições para Manaus. >> Seja sincero, de todas as expedições a Manaus, nunca teve um ali que viu exagerando a cachaça. >> Não, também não, mas passa e
fica tudo Bem. Às vezes tem uma briga de casal, mas resolve. Ali teve uma pessoa, uma vez uma louca, muito louca, que essa quase destruiu toda o rolê, mas porque era muito louca, menina também não foi pro banheiro, saiu no que tinam começado, eu tava com a Lúcia no banheiro, tira a calcinha, colocou na minha mão, eu nem vi o que é. Quando eu falei: "Nossa, que calcinha". Ela falou: "Vai buscar, entrega no meu quarto". >> O qu? >> Aí em frente da minha mulher, aí fodeu tu barraco [risadas] >> não >> aí. Aí lascou
o negócio aqui. >> Não, mas eu nem tô falando nesse aspecto. Tô falando no aspecto de ter um louco, o cara se >> o teu professor, né? >> Não tô falando aspecto ter um louco e o cara se matar no meio de uma expedição, entendeu? O cara fala assim, sei lá. >> Não, mas tem mais expedições tranquil, Pô. Tem lugares, cara, que você conhece, que você foi, que você tem sempre, você sabe a dica do negócio para fazer tornar isso mais interessante. Eu acho que não sei, eu acho que é um mercado interessante, até pode
ser uma aposentadoria, sabe? Porque chega um ponto ali, é, é, é rentável, algo que você gosta de fazer, que é viajar, entendeu? Eh, >> é, esse esse ano eu vou fazer uma coisa que é que é o que eu tava falando que é O Keva Camp, que você inclusive já tá convidado a a ser um um dos palestrantes. Eu eu quero fazer um pocket curso só para influenciadores esse ano, pegar os caras, falar assim, ó, velho, senta aqui, ô fulano do nicho de carro, do nicho de maromin, 1 hora e meia eu vou te ensinar
tudo que você tem que saber. Você tá gostando de acampar, tá querendo viajar, senar tudo que você tem que saber de mochila, de saco de dormir, de isolante térmico, de isso, Disso, daquilo. Vai chegar um cara aqui que vai fazer isso de sobrevivência, um cara de 4x4, porque eu vou convidar o Richard para fazer >> de bicho >> 1 hora e meia só sobre animais perigosos, que o cara tem, o que que o cara tem que tomar cuidado e o que que ele faz se ele encontrar pocket, pocket pocket, fazer uma tarde, fazer um baita
de um network, colocar 30 influenciadores. >> Legal. E aí quem quiser fica para acampar uma noite, isso vai sair esse ano. Então esse projeto pode ser embrionário para isso, para fazer esses pocket camps. Aí vai pais e filhos, colocar uma coisa bem mais família, porque eu acho que o meu público é esse, que eu gosto de trabalhar. >> É, o meu público também é esse é ótimo, cara. >> E aí, dá o start nisso. Aliás, eh, já vi uma data porque eu quero você Palestrando lá 1 hora de >> B. Você já tem data para
fazer? Não, >> não. Tô juntando. Eu quero, eu quero >> junho. Uma boa data. >> Junho, [limpando a garganta] tá. É, pode ser começo de junho, então vou ver uns fim de semana que você tenha livre. Vamos fazer isso junto. E não é para esse primeiro nem é para para ganhar dinheiro, para convidar influenciador de graça. Vamos trazer os caras aqui, vamos fazer um >> um baita de um evento, todo mundo ganha, faz um network, todo mundo grava com todo mundo, todo mundo pode fazer collab com todo mundo. Imagina >> da hora >> 20, sei
lá, caras de meios diferentes ali sentados reunidos numa coisa que todo mundo se interessa, que putza, viajar bicho, são assuntos que você traz, >> é sobrevivência, são assuntos que tudo, mesmo que você não seja um cara survivor Ou mesmo que você seja um cara da natureza para [ __ ] mas você quer saber de bicho, você quer saber de de como putz, o que que eu tenho que aprender coisa que eu tenho que aprender, como fazer fogo, pega 10 pessoas já que já foi acampar, pergunta para 10 pessoas, já foi acampar nove vai falar lá
ou já foram ou que quer. >> Se você pegar que os caras, os caras que assistem os programas do Berg Wrills, quantos você acha que foram que foram Acampar? Os caras assistem porque os caras gostar no DNA, tá no DNA. >> Até quem joga videogame gosta do survival, né? A maioria dos jogos que estão em alta hoje em dia são todos survival. Survival. Tanto que eu eu acredito que muitos dos meus inscritos não praticam atividades outdoor, mas adoram, gostariam, gostam de sobrevivência e tal, mas eu acho que é um negócio que vai dar um hora
que você Chamar os caras falam: "Cara, eu quero aprender isso, quero aprender com o cavalinho, quero aprender com o fulano, quero aprender com o Richard >> e a furada de bolha também, né? Você chama 20 pessoas ali de cada um dos seus nichos. >> Sim, >> o nicho dele é aquilo que eu falei, vai ver. Ah, deixa eu ver. Camping. Nossa, gostei. Caramba, que legal. Aí começa >> sim a galera. Quero trazer [limpando a garganta] um cara de 4x4. Quero fazer uma horinha cada um. Uma horinha cada um. O cara o cara sai daqui depois
de 6 horas o cara prendeu para [ __ ] Porque [ __ ] não é, não vamos dar cursinho para vender cursinho. Dar informação, informação, informação justa. Informação que faz diferença e pau e os caras vão sair felizes. E eu acho que isso pode ser um, talvez um produtor. >> Não, já pode contar comigo. Aliás, se você [limpando a garganta] quiser viajar comigo, tem um QRCode também. Não tem nosso um QRcode aí da da viagem. o site >> é você pode viajar comigo para diversos destinos. Tem África, Pantanal Norte, estamos fazendo eh Manaus direto, né?
A aventura subindo ali três dias. São todas viagens são curtas com exção de África, que é uma viagem mais longa, mas vai ter uma viagem minha também. >> Hã, >> vai ter uma viagem minha em breve também no site pra maionese. Vamos embora. >> Vai maionese. >> É [risadas] >> nossa que um desastre. >> Achei que ia ser pra Transilvânia. >> Pra Transilvânia visitar lá os castelos lá. Fica por lá já. Como você faz essas viagens? Você viaja com a galera? Você encontra eles lá? >> É, encontro eles lá. Cada um vende um lugar. Então
aí aí o cara chega, Passagem dele e eu aí eu o resto é comigo. O cara chegou no lugar, eu sequestro ele e devolvo ele no aeroporto. >> Legal demais. Legal. [ __ ] E o caraó legal. >> Posso falar? O cara vai por você. >> É exato. Isso é muito legal. >> O cara vai por você. >> Agora a gente faz uma viagenzinha bacana que tem tem que ter boa comida, tem que ter a experiência, tem que ter tudo Isso. Eu eu tô curtindo muito, cara. Isso é assim, é a minha aposentadoria. de escape
dele também, porque ele gosta de viajar. >> É aquilo que eu eu gosto de viajar, eu gosto de estar nos lugares, eu quero continuar viajar. Tem lugares que eu já gravei que não tem mais o que fazer. [ __ ] vou de novo para Manaus fazer o que em gravação, não tenho o que fazer. >> Uhum. >> E aí eu tô voltando para aquele lugar Que eu amo, só que num há outra proposta, cara. Em vez de gravar. >> É, eu eu acho que o Cava Camp pode ser um negócio interessante, porque eu vou continuar
fazendo o que eu gosto, que é ensinar. e não ensinar mais, porque assim, eu fiquei uma época muito, eu fiquei muito tempo dando palestra e a palestra era muito legal, ela dava dinheiro, >> não é ruim também, >> mas cara, tinha um problema. Muitas vezes você ia falar de um assunto paraa gente que não tava interessada. >> Hum. >> Porque, cara, você ia lá falar, ah, de superação de medo pro cara da empresa que fazia não sei o quê. Então, o cara contratava lá e oferecia tal, tinha muita gente que não tava interessada. No nesse
modo do Cava Camp não, só vai o cara que quer muito, tá lá. É. >> E eu acho que isso vai me dar um Um >> um gás. Vai ser onde? Você já sabe onde vai ser? >> Não, tô tô negociando com dois lugares, mas assim, duas horinhas de São Paulo, pertinho, lugar gostoso, almoço gostoso, >> top. >> Beleza, agora sim, acabamos. Querem ficar pr para acampar? Fica. Vai ter >> e com experiências diferentes. O petar é interessante, viu? >> Não, Petar é muito muito legal, cara. Sou fã do Petar. Fiz travessia de casa de
pedra quando era permitido. Fiz 17 vezes petar. Sim, >> mas eu acho que tem que ser um, talvez um lugar um pouquinho mais perto pro primeiro de influenciadores e uma experiência um pouquinho mais >> tem umas cidades aqui de aventura aqui tem muita coisa. Não >> tô nem pensando em aventura, tô pensando em Camping. >> É >> do cara [limpando a garganta] faz acampar com levar o filho, acampar com o filho, fazer uma fogueira, comer uma comida que ele ajudou a preparar ali, uma história mais >> cara ou pescar alguma coisa e porendo coisa, tem
que ser um lugar com essas características. Eu não quero nada muito radical assim o petardo dá para fazer tranquilamente porque o Pet tem caverna Carlos Botelho é bem longe. >> Carotho >> dá Carlos Botelho dá umas 4 5 horas acho. >> Bem longe não, desculpa, mas aqui onde a gente tá >> é que eu quero fazer uma coisa mais assistos Botelho tá tá tá perto do Petar, né? Deve est umas duas horas do Petar >> o Carlos Botelho, ele ali São Miguel Arcâ. >> É verdade. É verdade. Confundi com o Morro do diabo. Morro do
diabo tá na ponta lá. É longe pr [ __ ] >> Longe para caros tá perto. Carlos Vir é de de São Miguel Arcanjo, cidade >> muito muito querida minha. Confundir os dois. Fiz, eu fiz aquela série da Net Gil dos Parques, né? >> Sim. Fez isso. >> Carlos [limpando a garganta] Botelho. Fui pr >> fui para Amor do Diabo. Incrível, mas Longe, viu? Mas eu queria fazer perto. Quero fazer, quero dar um dia pro cara trazer uns influências legais assim. Eh, se quiser sugerir gente, a gente. >> Não pode. Vou te sugerir os caras
legais. Vamos levar o Julião já de cara, que ele é um cara bacana, cara. >> Presença obrigatória, >> cara bacana. E >> eu acho que ele vai gostar disso pr caramba. >> Ele curte, ele curte essas coisas. >> Tem muito cara, muito cara que fica pedindo, me liga pedindo informação, como é que eu faço isso, cara? O que eu faço de assessoria para influência? Ah, vou viajar, [risadas] que eu faço para ver, cara. Senta aí, vamos conversar. >> O cara não sabe a mochila que leva, não sabe o saco de dormir. >> Você olha, você
fala para ele, tá? Você olha na etiqueta do saco de dormir, a temperatura de conforto, temperatura Extrema, temperatura, qual que você escolhe? O cara >> sei lá, a hora que você dá essas informações, o cara vai ter uma experiência muito mais confortável. Não é nem segurança, segurança é o mínimo que se você exige. Mas quando você dá conforto pro cara que vai curtir uma viagem dessa, o cara volta, >> volta, >> porque a gente vende o perreng aquele o bear grills pendurado, tomando, Espremendo cocô de elefante, comendo, mijando no na no coro da cobra, isso
dá audiência. Mas não é isso que o cara quer >> não. O cara não quer isso. O cara não quer isso. O cara quer segurança, quer segurança. Outra coisa, ele tem que comer bem. >> Comer bem é fundamental, mano. >> Isso foi uma coisa que eu comecei a explorar bastante nos vídeos de viagem. Cara, culinária passou a ser um negócio Obrigatório, assim, não é uma culinária fogaça, é uma culinária assim, cara, vou parar de levar miojo nessa nesse negócio. Vamos começar a fazer um um macarrãozinho legal, vou parar de levar uma lata de de atumar
aquela lata de atum e preparar um um negócio muito legal. Deu muito certo, porque as pessoas gostam de comer bem e a hora que você põe isso na simplicidade, aí os caras começam a mandar recado. Pô, eu tô fazendo isso todo na no meu apartamento, Velho. [limpando a garganta] >> O pessoal gosta, né, de culinária. O Richard de convida tinha isso, recebe, né? Dá muito trabalho. Aí ficava muito extenso, né, cara? Aí a gente começou a fez com Tiringa, eu lembro de alguns fez com Tiringa, fez com todo mundo, todo mundo. A gente fez aqui,
fez com coisa de sobrevivência com ele. Você fez com ventania lá. É, >> você fez um com ventania em mim. [limpando a garganta] >> É, é. Não, >> esse com ventania tava al pastelzinho. [risadas] >> Não, mas as coisas muito boas >> de cogumelo, mano. >> E o pessoal gosta muito de comer bem. Então tem seu quando você entregar uma experiência, principalmente uma experiência adoro. Eu falo isso muito nos grupos, tem a gente tem aqueles grupos de WhatsApp com o pessoal do meio Ali que fal, cara, eh, entrega uma experiência que tenha segurança, claro, a
gente fala muito de segurança aqui de sobrevivência, isso tal, mas entrega uma, entrega uma experiência confortável, porque senão o cara vai uma vez e nunca mais vai o cara passar perrengue, o cara fala assim: "Cara, vou uma vez na vida, outra uma morte, vou falar, vou é uma história que eu vou contar pros meus filhos". Mas é aquilo, cara que vai com conforto, o cara fala: "Não, vou levar meu filho". E ele comenta, ele fala para irem, ele fala bem. >> Deixa eu perguntar uma coisa para você. Se você tivesse um item, apenas um item,
um único item que você tivesse que escolher para ir pro meio da floresta, seria o quê? Richard, a gente a gente vai falar de a gente vai falar de segurança daí, porque é um item, então fala de segurança. O que mais mata é frio, >> então frio, frio. Hoje nosso nosso os nossos biomas >> que você se perde, que é mata atlântica e floresta amazônica, você vai morrer de frio. É a grande probabilidade se não tiver um acidente e tal, mas vai morrer de frio >> por causa da humidade também, né? >> Humidade é por
causa da mata assim, escurece é pouca luz, escurece, pô, sabe melhor do que ninguém. Você tá no meio da mata 4 horas da 4 horas da tarde, tá Noite, cara. Vai é verão, vai esfriar. O primeiro item fogo. >> Fogo. >> Algum item que eu pudesse fazer fogo. >> Fogo. Fogo antes de qualquer coisa. >> Antes de qualquer coisa por por primeiro porque nossos biomas têm muita água, então a a a possibilidade de você encontrar água é maior. Então o fogo vai te dar eh calor. Então você não vai morrer de frio, não vai morrer
de hipotermia, que é o que você morre mais Rápido, o que geralmente tá matando por aí. Você vai ter uma maneira de sinalizar socorro com fogo por causa da fumaça de dia, por causa da luz da fogueira à noite. Você vai espantar algum tipo de predador. Você vai >> vai poder cozinhar, >> você vai poder cozinhar, você vai ter um conforto psicológico. O fogo traz um conforto psicológico muito grande. Então, provavelmente eu seria o o kit fogo. >> E tem dois. >> Aí já vamos pra segunda coisa, que é alguma maneira de filtrar água, um
filtro, alguma coisa assim. Porque >> olha, eu já teria errado já. Eu ia falar que era sei lá. Depende. Então isso é uma coisa que é a gente aborda muito lá no canal. Isso depende muito do bioma que você vai, certo? E depende muito da época do ano e depende muito da do teu tipo de pessoa e depende de uma série de coisas. Não dá para você bater. Estamos Falando genericamente a minha escolha, mas eu levaria primeiro um kit fogo, depois a alguma coisa para filtrar água. >> Empatado com faca. Água. Empatado com faca. >>
Faca. Eu pensei nisso. >> Fat com faca. >> Que faca? Sei lá, tem um perreng, ele precisa cortar alguma coisa. >> É, é que o problema que é o seguinte. Muita gente fala da faca para fazer, ah, vou pegar uma faca para fazer um abrigo, Para fazer uma fogueira, você precisa de uma faca porque você precisa abrir lenha, tal. Mas se você tiver um bom kit fogo, você consegue contornar isso. O problema é que hoje você vai falar de cobertura. Ah, vou fazer um abrigo, eu não tenho nada para cobrir o abrigo. Aí eu pego
minha faca e começo a consumir uma estrutura para aquele abrigo ficar impermeável. quantidade de folhas mesmo e com folhas grandes que a gente tem nos nossos é difícil, cara. Não é um Trabalho para menos de 6 horas. E [limpando a garganta] aí a você vai ver um negócio, você vai falar assim: "Cara, é melhor me plantar aqui embaixo de uma área, fazer uma [ __ ] de uma fogueira, vou ficar molhado, vou tentar cobrir a fogueira, vou me aquecer com a fogueira, vou minimizar a água que cai em mim." Eh, seria seria a minha atitude
se chovesse ali. Se não chover, não preciso tanto de do abrigo. Você tá com a fogueira, né? >> Uhum. >> Então, depende do bioma, depende da época do ano. Ah, [ __ ] você vai no inverno, claro que o frio vai ser maior, você vai precisar mais. Assim, ter o kit não limita. Se você tiver um kitzinho, eu trouxe o meu kit aí. É um negócio assim, cara. Você vê o que sai teu, >> você vê o que sai de dentro. Esse kit é kit é seu. É seu. Seu seu. >> Não, não. Esse kit
é o que eu montei. Sim. >> Ah, tá. Não é um kit, não é um kit cavalinho. >> Vend não, não, não vendo. Não vendo. É com isso que eu fui. >> Mas [ __ ] olha que legal. Cavalino Survivor Pro. Por que que você não vende troço desse? >> Essa, essa aqui era da minha mochila que eu vendo a mochila, mas eu peguei um um >> Mas a ideia do kit é top. É igual igual cai ferramenta. Deixa eu ver o que tem. >> Esse kit é exagerado. Por quê? Porque eu uso para mostrar
pras pessoas um monte de coisa, né? Mas ó, cara, assim, isso aqui sabe aqueles cobertor aluminizado? >> Sim. >> Isso aqui é um cobertor aluminizado na forma de poncho. Você tem um lugar para pôr a cabeça, então você pode usar de poncho ou se você precisasse aquecer com cobertura organizada, >> uma cobertura. Pode ser também. >> Ou você pode fazer uma cobertura. Por que que eu não uso >> mais pequenininho, né? Que assim. >> É, comprei no AliExpress. Isso custa R$ 9. >> Sim. Barato. >> Pesa nada. Joga para cima. É um poncho aluminizado. >>
Poncho aluminizado. Porque o cobertor aluminizado é uma enganação. A hora que você coloca ele nas costas, bate um Ventinho, ele é muito leve. Ele, meu, o ar entra e tira. Aí você tem que jogar dentro da roupa. Dentro da roupa você não consegue dar volta no corpo que ele tá dentro da roupa. Pô, você compra um negócio desse daí ou uma ou saco de dormir aluminizado. >> Negócio barato. Que mais? Deixa eu ver, >> cara. Muda tudo. Bandana, pedaço de tecido. Dá para você filtrar, fazer uma primeira filtragem de água, tirar areia, essas coisas. Dá
para você fazer fogo, Dá para você tomar banho, dá para você se enxugar, dá para você amarrar como uma tipoia. Tô tirando aleatório, >> tá? OK. Tem várias funções. Uhum. >> É kit pesca. Agora eu me lancei um cartão de pesca, mas é uma bandana, um tipo um pedaço de pano de algodão. >> Perfeito. Tá. Só >> nada de nada de festa também. Custa quanto isso? >> Nada. >> Nada >> inexpressivo. >> Kit pesca com linha chumbada, eh, anzol, se você gastar R$ 15, >> linha, chumbo e anzol aqui dentro, dentro de um >> de
um uma embalagem de tictac. Hoje assim, a maior chance de você conseguir comida nos nossos biomas é pesca. Você não vai fazer uma armadilha? Não vai. Não, não, não vai não, não. Mais fácil é pesca mesmo. [risadas] >> Vi os cara b foi lembra que a gente foi naquela nossa ideia de programa foiar com bolho, o cara meu, o cara, o cara pescava no facão, >> o cara ficava assim na beira d'água, passava o peixe, ele fazia >> pac, >> cara. Sim. Sei lá, faca, né? >> Uma faca. >> Faca, né? >> Uma faca. Facca.
Essa é sua? Não, >> é minha. Tá bem desudiada, mas uma faca Já resolve. >> Essa saca faca é do cavalini aí, ó. >> Essa [roncando] é pequena. Essa no kit. Mas isso daí, então, kit ele é backup ou reserva. Esse kit eu não uso. Então eu tenho a minha faca >> aqui. É o contrário. Esse aqui >> é tenho a minha faca grande. Tá vendo? Eu fiz uma bainha de PVC que era para diminuir tamanho. >> Só para diminuir tamanho. Para ficar prático. >> Por que que eu levo essa faquinha aí? Porque eu posso,
a minha, eu posso esquecer a minha. Pode, não vou esquecer, mas eu posso perder a minha. Pode >> acontecer [limpando a garganta] alguma coisa com a minha faca, eu tenho uma faquinha. >> Pode ser um canivete, alguma coisa. Você tem canivete na tua linha também? Não, >> não. Tô fazendo agora com a Simo. Estamos criando um canivetinho bala, Cara. Depois vou te mandar um corda. Vai. Corda fundamental. Esse é, >> esse é para acorde, né? Para corordde é o famoso, a famosa cordinha de paraquedas, de velame. >> Eh, por que que o pessoal gosta tanto
de parade? Ele tem o paracorde, ele é feito com sete fiozinhos dentro soltos. >> Uhum. >> Então, se você precisar amarrar uma coisa eh que não é pesada, 1 m de corda Vira 8 m. >> Entendi. >> Você tira, dá para você pescar porque tem os sete fios mais a mais a capa. Então ele multiplica muito fácil assim. >> Entendi. Paracorde. >> Paracord também baratíssimo. >> Baratíssimo. Aqui tá tudo barato. Só só a faca que é cara. >> Não facas. Mas [risadas] você você pode comprar a faquinha baratinha para [limpando a garganta] começar tal. É
que Faca a gente vai pro resto da vida. Bússola, >> bússola, a maior enganação da sobrevivência. >> Por quê? O Richard sabe que ele é macaco velho. Mas se eu te dou uma bússola. Você se perdeu na floresta, fica tranquilo. Eu tenho uma bússola. Faz [limpando a garganta] o que com essa [ __ ] >> né? >> Que que você faz? >> Eu juro, não sei usar isso aqui, não. >> Não tem que saber usar. Você tá aponta pro norte. Você faz o que agora? Apontou pro norte. Ah, lá norte, >> certo? >> Que que
você faz com isso? Você sabe o norte? Nem o norte real, né? Sabe o norte magnético? Nada. >> É, >> não faz nada. >> É, não faz, não te leva, não te leva, não te leva para lugar nenhum. >> Enganação. Não, isso é uma enganação. E tem um espelhinho aqui também. É bom espelho na é você ver a para que que serve a bússola. Ela vai fazer uma, ela vai matar um primeiro. Você pode escolher uma direção, falar assim: "Pô, eu sei que o mar tá pra minha direita, que tô subindo aqui, eu posso andar
nessa direção indefinidamente. Ela ela impede que você ande em círculo, tá? >> Isso acontece bastante na mata >> e o pessoal não sabe por assim, faz Experiência em casa, desafio você em casa aí pega uma uma reta, venda os olhos e tenta andar em linha reta. você não consegue porque assim, 1 mm que você tenha de uma perna mais comprida que a outra, você vai tender a andar sempre pro mesmo lado, vendado. Na mata você não tem ponto de referência, é como se tivesse vendado. Daqui 3 km você vai chegar no mesmo ponto. Por isso
que as pessoas andam em círculo. >> Anda em círculo. Isso que é [ __ ] né? >> A bússola impede que você ande em círculo. Eu uso a bússola. Nem [ __ ] Eu uso um GPS. Na pior das hipóteses, o app do meu celular. >> Não, mas você não tem nem celular, você não tem GPS. Se a bússola pelo menos não faz você andar em círculo. É barato um negócio desse aqui. Baratíssimo pr você tá >> bar. É, tudo bem que o pessoal não sabe o assim, todo mundo acha que a bússola aponta pro
norte. A bsula não aponta Aponta pro norte magnético, não pro norte real. Você tem um desvio magnético em cada latitude ali que você tem que calcular, mas você não precisa nem saber o norte, você simplesmente traça uma direção [limpando a garganta] e vai >> hand warmer. >> Aquele saquinho que você tira ele daí, ele esquenta. >> Ah, você fica fazendo assim, né? Hoje vende no Mercado Livre, é fácil de achar. Antigamente não se traz Estados Unidos. >> E para que um R do Warmer 8 horas. >> 8 horas quente, porque você põe embaixo da axila
na virilha, ele te aquece. Então se você tá em hipotermia ele te ajuda muito a esquentar. >> Aqui tem dois, >> tem dois, um embaixo de cada axila, um tal. >> Eh, o um saco aluminizado desse mesmo material aqui. >> Uhum. >> Mas [limpando a garganta] de uma com uma função muito parecida. Ao invés de você ter um, você tem um saco de dormir aluminizado, você entra dentro dele, >> fecha ali >> temperatura, >> você vai você vai manter a temperatura, porque esse aluminizado ele ele, como se diz? Ele reflete o calor, falar uma palavra
fácil. E cara, você não, ele não fica voando, você tá dentro de um saco. Se chover, você se enfia lá até a cabeça E >> e tá vedado também. Tá vedado. Então o negócio também custa >> barato e pequeninho e >> eh, vou te mostrar umas coisas. É água sanitária em gotas. >> Hã? >> Água sanitária em gotas. Putz, para higienizar coisas. >> Saquinho, zip bag. Sapinho. Saquinho zip bag. Tá. >> Não, esse aí nem é um, mas é um zip bag. Vai. >> Tá. Sim. >> Você mete água aí, pinga uma gotinha, meia hora
depois pode beber. >> Perfeito. Perfeito. Putz, uma dupla boa também aqui. >> Quanto custa um zip bag? conta de água sanitária sentado. >> Merda. É, >> tá [limpando a garganta] vendo? Algodão com vaselina. Vaselina industrial que você vai no você Compra um pote assim por R$ 15 desse tamanho. >> Usar em tatuagem, >> pega um saquinho desse, enfia a mão assim, pega um monte de vaselina, vira do avesso, rouba o algodão da sua mulher. Você não vai comprar algodão, rouba da sua mulher. Aquelas nossistas [limpando a garganta] não vão ver mesmo. >> Põe ali dentro,
mistura. Você tem o maior iniciador de fogo. Você já viu na sua >> vaselina com algodão. >> Vaselina com algodão. >> Aqui já tá misturado. >> Já tá misturado. Só uma bolinha dessa daqui vai durar 6, 8 minutos. >> Sério, cara. Olha que dica do [ __ ] Olha que top, cara. Graça. Top. Abre isso aí. Vamos pôr fogo na mesa. >> Aí você precisa acender. Só que aí você precisa >> pegar o isqueiro de alguém. Não precisa, Eu tenho. Você tá tá louco, mano. Tá doido. >> Esqueiro maçarico. >> Maçarico. >> Aí os caras
fala: "Ai, mas e a pederneira?" >> Agora vou falar e assim é é tenso falar marca, mas não tem como falar. E o zipo? >> Ótimo também >> porque o zipo ele pode molhar, né? >> É, todos podem molhar esqueiro. Quando você molha não funciona igual Richard Ele molhou. >> Escorregou por causa da vaselina, cara. >> Da vaselina. É, tem vaselina. Põe de ponta cabeça aí. Ah, vou ensinar a pedir. Será que eu tenho pedineiro aqui? Não sei. Tá tendo tantas. >> Aí você descola um pedacinho aqui. Não precisa ser tudo isso, né? É. >>
Vamos pegar um pedacinho pequeno aqui. >> Aqui, ó. Deixa ver o que fogo aqui. Tô tirando as coisas aqui. Aqui tem uma [ __ ] de uma pederneira, mas tudo bem. Não precisa ser uma pedo. Faz uma pederneira desse tamanho aqui. >> É. >> Quando tem uma pederneirinha aqui. Tem uma pederneira. Quer ver dentro do sem óculos? Tá. Tá. Aí, ó. Foi no aguadão aqui. Aqui desse lado aqui. >> Deixa eu tirar já. >> Cuidado, tá tudo escorregando agora essa vaselina aqui. Meu Deus do céu, cara. Ah, vou fazer com a grande, né? Faz mais
Barulho no Dá visualização. >> Caraca, mano. [risadas] >> Olha, já pegou. >> É >> na idade média. Na idade média. >> Quer dizer, uma pederneira que é eterna. >> Eterna. Para que que os caras Eu uso isso aqui, tá? Eu não uso pederneira não. Eu uso >> por você já fez fogo aqui, mano. Já fez não. E vai embora. >> Quanto tempo dura? >> Ah, é 6 minutos. Minos. >> Sensacional. >> Sensacional. >> Eu uso isso aqui, tá? Não fic é que assim acabou o gás tem essa tem que ficar botando de novo. Cara, que
mais sair daí dentro dessa caixinha mágica coisas fio dental >> tá >> você pode comer alguma coisa e e com brincadeira 100 m de cordinha no menor embalagem que Existe no mundo. >> Sim. Perfeito. >> Pô, você vai amarrar o você vai fazer a cobertura fte para [ __ ] Você vai amarrar isso daqui com >> coisa. Você precisa de paracorde para amarrar fio dental. Enfim, >> eh, uma das coisas mais úteis, silver tape. >> Silver tape. >> Fundament. >> É isso daqui, cara. É assim, primeiro, Ah, se amarrar isso aqui, nso aqui, olha para
isso aqui. >> Sua bota >> rasgou algumas, >> rasgou alguma coisa. A bota ab a bota soltou a sola. Coisa comum >> e de cara que guarda a bota h muito tempo sai porque a cola resseca ou rasgou a sua barraca. Cara, isso aqui você nem improvisa na cel. >> Resolveu. >> Já viu o cara falar: "Não, vou pegar uma Folha e vou transformar da tape". Não tem. Eh, lanterna de cabeça. Isso é uma poquezinha. Por que que eu tenho essa mini? Porque eu tenho a minha lanterna de cabeça porque é uma reserva. >> Não.
Sim. Nós estamos falando de um de de é um kit emergência isso na na bolsinha, né, velho? Parece [risadas] tá parecendo >> não. Então é coisa, >> sabe? Caverna do dragão, presto que Tirava os bagulho do chapéu assim. >> Um kit mais um kit fogo. Porque geralmente eu ponho essa, não pus agora, mas eu ponho essa, esse algodonão com vaselina, ponho num tubinho desse que é para ficar mais bonitinho. >> Que que ele tem? Borracha. Essa borracha que é câmera de pneu. >> Isso [limpando a garganta] pega fogo que nem o algodão com vaselina. >>
Não vou fazer aqui que solta uma fumaça pr >> que isso aqui é >> pedor de bicicleta. Câmera. Câmera >> câmera de bicicleta [limpando a garganta] >> de >> Ah, isso é também para você tirar essa borracha e fazer, né? >> E faz fogo. É. >> Tá. Faz. >> Cara, que sensacional isso aqui, velho. >> É as coisas. >> E aqui dentro dá para você carregar Coisa também. >> Eu ponho o algodão [limpando a garganta] que fazina aí dentro. >> Aqui dentro. É. >> É. É que aqui tava no saque. Aí tem a borracha e
tem o algodão. >> E a ideia também é você ensinar e mostrar isso na naquela naquele projeto que você tem, né? Você viam que até agora, cara, [ __ ] são coisas muit >> gastou R$ 200 aqui. >> Não gastou isso? Nem isso. Você qualquer Um monta, >> gastou >> aí. Eu tenho umas coisas tipo um óculos, um negócio, um kit costura, porque às vezes >> precisa costuraruma coisa, tal. Eh, o kit não inclui o kit de primeiro socóo, é um kit separado, eu levo, tá? Canivetinhos, o pneuzinho assim, às vezes você quer fazer um,
você é uma [ __ ] de uma faca grande, você leva um canivetinho para fazer um trabalho Menor. E esse é um filtro de água. Esse aqui é o da Soyer. Eu hoje temos a Stone War, que é um parceiro que faz filtro, mas isso é um mini, um mini filtro. Mas aí tem um monte de porcaria. Deixa eu ver. É a irmã mais nova do paracorde. >> Tá mais uma cordinha. É, [limpando a garganta] >> aí já tá excedendo, né? Já dava para ter terminando >> segurando mais suape. >> É. >> Ã, aqui um
Ah, ah, leva um kitzinho de >> de emergência, principalmente com antistamínico. Protetor solar. >> Protetor solar importante, né? Kit, um kitzinho labial repelente. Mas e por que que o anestamínico você tem que levar? Porque você sabe, abelha é um bicho desgraçado e às vezes você pega um cara que é alérgico, >> então trombou um enxame ali às vezes sem querer. >> Se você não tem a caneta, >> o anim segura até se chegar no hospital o antialérgico, né? O antialérgico [limpando a garganta] >> é um negócio importante de você ter, cara. Você sabe, >> cara,
que kitzinho bacana. >> Top demais. Top demais. Você >> seria o kitzinho? >> Faltou uma coisa. >> Hum. Faltou embalicho. >> Embalicho. >> Hã? Levar. É, levar um saco de lixo. Fazer com lixo. Você sabe [risadas] que eu tenho eu tenho vídeo, eu tenho vídeo no canal de você fazendo abrigo com um saco de lixo. >> Dois sacos de lixo de de 200 L, você faz [ __ ] de um abrigo. >> Ah, não. Aliás, o canal o canal Cavalin é é cheio dessas coisas aqui, cheio desses trick trick muito legal. Gambiar muito da hora.
>> Muito da hora. Muito >> legal. Quero agradecer nosso parceiro Embalicho. Você quer ser ecológico de verdade? Então, começa com saco de lixo. O plástico nunca foi problema, o plástico é solução. O problema é que nós não sabemos tratar o plástico e o lixo. Isso é uma outra coisa. Culpa é nossa, tá? Mas o plástico é uma solução barata, você vai embalar o lixo com quê? Cestos de vim. Não recomendo a vocês. Esse produto aqui 100% reciclado é plástico Do oceano que se transforma em saco de lixo. Uma segunda vida para pro plástico. E dispensa
o lixo no lugar certo. Dispensa o lixo no lixo. Esse aqui é o produto oceano. Muito bacana. Você vai pagar o mesmo que você paga por um saco de lixo normal por esse que tem essa e conexão, né, com a questão ecológica. Fica aí a dica. Deixa eu falar. Você sabe o que que é isso aqui? Só gosto de mostrar pro pessoal. Dá uma olhada que Material que é o cara dos materiais. >> Ah, eu sei que não é é 100% plástico, mas não é plástico, né? Isso é é uma raiz. Isso. >> Isso é
mandioca, mano. Mandioca. Ah, >> sensacional. >> É, é um produto pro futuro, né? Um produto que precisa ter escala, precisa ter coisa. Mas isso aqui é seis meses não existe mais nada, né? >> É isso que eu ia te perguntar. Qual o Tempo de >> seis meses? Não existe mais nada. mesmo. Pode levar um desse, nós assim é plástico. Que sensação. Parabéns. É, é um saco de lixo, só que chamado zero plástico. Perfeito, perfeito, perfeito. Enfim, deixa eu tirar as coisas para cá. Mas você viu assim agora? Aí você faz, aí você faz, aí você
para, faz um, faz um curso de uma hora >> e monta um negócio desse com R$ 150. Cara, se você tiver isso, não precisa Nem ser desse tamanho, cara. Fica >> Não, pode ser menor ainda, >> cara. Aí você deixa na tua mochila lá que você vai fazer trilha. Pode ser uma trilha pequena. Tá lá, cara. Você uma coisa que acontece muito, Richard. O cara sai de manhã, vai fazer uma trilha, aí o cara para para tomar um café, enrola, chega atrasado, aí o cara acha que ele tá com com a mesma, como se diz,
te ferrei aí na câmera, né, F para trás, né? Eh, tá com a mesma eh capacidade Física que ele tinha quando tinha 18. Atrasa. Chega lá no alto do mirante 3 horas atrasado, porque atrasou para sair, atrasou para chegar. Tal tal, >> tem que passar a noite lá. >> Aí fala: "Cara, que lindo!" Começa a tirar foto, tal, aí fala: "Beleza, [ __ ] preciso descer". Começa a descer, fica escuro. Fica escuro muito antes do que ele acha que vai ficar escuro. Ele fala assim: "Até 6 horas da tarde tenho luz". Entra na trilha, 4
horas da tarde, você Não vê mais nada. Que que o cara faz? Se perde. O cara vai passar a pior noite da vida dele se sobreviver, se não morrer de frio, lugar um lugar alto, se tiver inverno, tal. ou ele vai ter um kitzinho que ele vai ter uma lanterna que às vezes por causa da lanterna ele nem se perdeu. Ele vai conseguir fazer uma fogueira, ele vai ter um saco de dormir aluminizado, ele vai ter uma maneira de com a bússola pelo menos não andar em a Diferença que faz [roncando] uma coisa de tão
porcaria, por isso que a gente fala muito de kit de sobrevivência, >> não é pro cara que é sobrevivente do exército, é pro cara, >> é você não se dar mal, cara. É um negócio básico, fazer uma trilha que é toda demarcada >> e aí volta atrasado e entra na num braço de trilha ali no escuro, >> tem bem-estar, né? >> E se perde no meio do nada, entendeu? Às Vezes o cara tem uma lanterna, evita do cara se perder, porque o cara consegue ver a trilha que ele tá andando e não >> Sim. >>
E se se perder, o cara tem como fazer uma fogueira. Imagina, pô, você tá eh >> eu acresentaria aí uma lanterninha pequenininha. Eu tenho aí, tenho, tenho, tenho. Eu ponho, na verdade assim, eh, eu tenho, eu tenho o kit principal na mochila. Vai uma lanterna, uma baita Lanterna de cabeça. Isso daí é o backup do >> Esse é o backup que do backup. É o >> é o backup do backup. Então a minha minha mochila fica lá pronta com GPS, tem mais tecnológico por >> com uma cobertura, com com uma rede com cobertura, que eu
tenho a minha própria rede com cobertura, com a minha marca, que a rede vira cobertura, vira tar vira tudo com armadeira. Eh, não preciso usar isso aí. Não preciso usar o cobertor Aluminizado. Mas, pô, vamos supor que eu Tá, joga isso dentro da mochila. >> Um power bank também. >> Power bank. Power bank. Powerb solar na mochila, né? Tem umas mochilas que tem, né? >> Power solar pr para que o powerbank solar é um é um é um erro também que muita gente comete. Se você for carregar o powerbank no solar, demora três dias. Só
que você não precisa, cara. Você Precisa disso. Se seu powerbank zerou lá, você tá ferrado e esqueceu de carregar, tal, você põe ele no sol e carrega 3% do seu powerbank. Aí dá 3% de carga no seu celular, cara. Você já consegue acessar o GPS, pedir um socorro. >> Entendi. >> Tá. Então assim, tem gente, aquele power bank de manivelinha também funciona bem para isso, tal. Ou leva um powerbank bom mesmo que você tá carregado ali, >> ele segura. É o esporte, né, que é aquele aparelho tal. >> Sim. Ainda existe lá. >> Existe, cara.
E e faz uma diferença animal, porque assim, >> você ainda tá com eles? >> Tem tudo a ver com eles. Você, cara, >> sabe por, cara? O a muita gente achou que a Starlink ia matar o Spot, [limpando a garganta] >> só que você não leva Starlink na T. >> Você não leva. >> E no barco, seu barco afundou. Starlink foi embora, velho. >> Fo embora. >> Spot tá lá. >> Eu aperta um botão, o cara sabe onde você tá e segurança. Então, esse tipo de coisas vão acrescentando camadas. Aí vai ficando mais caro, vai
ficando mais caro, mas à medida que você vai fazendo qualquer atividade, até um esporte, você vai comprando um equipamento mais caro, vai comprando um tênis mais caro, vai Comprando uma camisa mais cara, aí você vai agregando, mas você pode começar com R$ 200. >> Top demais. [ __ ] conversa boa, cara. Que que vocês acharam? Cavalini para mim é um [ __ ] amigo, é um cara que eu que eu falo, eu não não sei as coisas que ele para mim é tudo uma surpresa que porque eu não sou um cara de sobrevivência. Cara, querem
falar? Não, eu não sou cara de sobrevivência. Não, não, não. A minha sobrevivência hoje em dia não. Me vira o [ __ ] Eu quero sabe o quê? Um vaso sanitário para eu cagar. Eu hoje não quero mais um buraco para cavar. E não, não, não quero, cara. Para mim chega, cara. >> Também, mas assim, quer dizer que a gente não tá exposto. Eu comecei sobrevente por causa disso, >> porque assim, eu ia muito para lugarmo, chegava lá, tava meu sozinho na época que não tinha GPS, velho. Falei: "Cara, preciso dessa porra". Porque >> mudou
muito, né? >> Vou precisar, né? Desculpa, atrapalhei se >> hoje não, mas hoje não, não é isso. Hoje mudou muito, cara. Mudou muito porque sempre tem muita tecnologia. >> Você hoje tem um negocinho de celular para você carregar o desse tamanho de de de que você põe no som e carrega. >> É como você falou, não precisa carregar tudo, não é? Você carrega o suficiente para você sair de uma situação. É isso Que você precisa, é uma emergência. É isso aí. Cabe tudo numa bolsinha, mano. >> Eu vou montar minha, vi, cara. Você vai me
ajudar a montar uma minha, cara. Vamos fazer uma maté, um YouTube disso, cara. Um vídeo, >> um vídeo você faria no meu canal um você me ajudando a montar um Não, não faria [limpando a garganta] não. Já vou fazer, já tá fechado. Se você falar, eu venho aqui, trago tudo. Aqui em casa vamos fazer, o seu kit, >> veja as coisas que a gente precisa. Você já tá tá feito. >> Tá tudo para você de presente. Top demais. >> Muito obrigado. Você não vai agradecer o nosso patrocinador de roupas? >> Você tá, você tá de,
você tá de basic bas. Top demais. Aquela calça que você gosta, ó. Os caras, como é que os caras conseguem comprar basic aqui no Qcode? Ó, essa roupa dela falar uma coisa. Uma roupa uma delícia, tudo é gostoso deles. Tem as calças dele também tudo gostosa. Inclusive ele veio aí, ó. Trouxe mais roupa. >> Trouxe mais roupa. Lá. Isso é bom demais. >> Legal demais. Gostei. >> Tamos junto. 10% de compro. >> 10% de compro na basic. Porque você é a sua marca. Por que que você fica querendo dos cara que tem um monte de
marca estampada, não sei o quê. Olha esse idiota, por exemplo, aqui fica Fazendo [risadas] propaganda de graça, mano. >> Para quê? Eu não faço propaganda para ninguém, meu. Entendeu? Eu pago menos, tenho mais e quero mais que se [ __ ] É isso, cara. >> Cupom Richard. >> É >> cupom. >> E vão deixar aqui os canais da Instagram e canal do YouTube do meu amigo Celso Cavalini. Muito obrigado por ter vindo. Cara, cara. E vamos fazer isso. Posso te já mandar só? Deixa, deixa eu mandar só para lembrar aqui pra gente já fazer essa
essa nossa matéria. >> Eu falo que preciso de você, cara. >> Cavalinho, para falar com o Cavalini, preciso de você agora. Tá aqui meu meu menino. >> Não, eu agradeço Pichal. Juninho. Pxal. Não, você não pichal. N essa não. Você tá, você tá comendo bola. Pichu. Ó as Cadeiras que nós tá confortável, né? Pode, mas eu quero, eu quero fazer uma reclamação para pichar. Cara, vocês não me deram um negócio para tomar, cara. Os caras me deram água, car. >> Não, a gente ofereceu. Você que não quis. Agora outra coisa. E o Pichá é um
parceiro bom, viu, cara. Pxá um cara que gosta de aventura, gosta de tudo isso, cara. Top demais. Eu gosto de zero açúcar, tem que ir com moderação também. Não pode pegar muito forte, mas é bom pr Caramba esse aqui, viu? >> Tá. É isso aí. Até a próxima. >> Obrigado, irmão. Fechou. Demorou. Estamos junto.