e a cena se repetia quase que diariamente a noite cair os corredores de vários colégios de ganhavam novos rostos no lugar das crianças que estudava pela manhã jovens e adultos muitas vezes ainda com a roupa do trabalho entrava nas salas de aula em busca de uma segunda chance essa era a rotina de muitas escolas pelo Brasil mas veio quando ele EA dificuldade que já parece um grande ficaram ainda maiores como manter os alunos engajados de ar títulos Como não deixar que eles desistam da escola outra vez E aí professor vamos falar sobre os desafios da
EJA Educação de Jovens e Adultos é uma modalidade de ensino destinada para quem abandonou os estudos ou não teve acesso à educação na escola convencional na idade indicada para muitos é a única Alternativa de concluir os estudos nos níveis fundamental ou médio no Brasil a vida é chique 2018 vivemos uma queda de dezessete por cento do total de matrículas especialistas acreditam que os alunos da Eja seja um dos grupos mais vulneráveis devido a pausa no ensino presencial entre as causas levantadas por alguns educadores de uma possível nova invasão estão a pouca habilidade que alguns alunos
possuem para usar equipamentos eletrônicos vínculos mais frágeis com a escola eo maior risco de perda significativa de renda além de todos os problemas que os alunos já enfrentavam muitos deles agora estão vivendo situações mais difíceis causadas pela pandemia como desemprego familiares em estado grave de saúde e por isso é importante acolher esse aluno ajudá-los de alguma forma nem que seja ouvindo suas funções a escola precisa ser o lugar onde esse aluno vai sentir bem e seguro embora seja uma triste realidade garantir a frequência dos alunos demanda políticos que vão além da sala de aula como
território estrutura familiar saúde economia é entre outras questões Quest o cade secretaria responsável por essa e outras áreas do Ministério da Educação e o baixo investimento do setor esse quadro tende a se agravar cada vez mais por isso eu preciso reunir toda a comunidade escolar e reivindicar políticas públicas mais urgentes e efetivas Afinal são cerca de 11 milhões de brasileiros com mais de 15 anos que não sabem ler e escrever para uma parte dos professores da aula da Eja não acontece por opção e sim como um complemento de carga horária e por isso e alguns
casos os professores novatos nessa modalidade de ensino se preparam do mesmo jeito que conheci no rio lá mas é preciso entender algumas especificidades na EJA Você pode ter parar com alunos que estão retornando à escola depois de muito tempo ou que estão pela primeira vez uma sala de aula embora algumas atividades sejam rotineiras para você pode ser uma grande novidade para ele então Fique atento às demandas que esse grupo pode trazer outra questão comum é da turma muito heterogêneo ou seja em diferentes cidades momentos de vida distintos por isso é importante é de quatro ao
ritmo da turma estar preparado para nos por exemplo leva mais tempo para realizar uma determinada atividade outros um executar com mais agilidade aqui aquela máxima do que cada caso é um caso Vale sem por cento e para reforçar esse tema eu convidei a professora Daiana Jardim da Unidade Escolar da fundação Roberto Marinho plantas contar um pouco da sua vivência com a esse eu sou professora da modalidade de Jovens e Adultos o que a gente tem passando aqui na parentela pois estudantes é bem complexo a característica da Eja em relação a outras turmas é porque a
gente já sabe que na escola tradicional numa turma com a faixa etária muito parecida a gente já tem estudante completamente diferentes na EJA isso se amplia então eu tenho estudante com características completamente diferentes com senhor de idade que tem dificuldade de lidar pelo celular é mas que tem celular e tem internet mas eu tenho também não jovem que sabe lidar muito bem com a internet mas ele não pensa lá ou não tem internet então trabalhar durante a com anemia com esses pectus tão extenso tem sido um desafio que a gente está tentando aos pouquinhos cada
vez mais criar estratégias para poder conseguir conquistar esses alunos e ensiná-los que é possível mesmo que à distância e eu me chamo Caroline Lima de Oliveira tenho 19 anos sou estudante da fundação Roberto Marinho do Polo de São Gonçalo aluna da Daiana Jardim e a grande experiência é saber que ninguém é igual a ninguém cada um vive do jeito que quer do jeito que gosta meu dever é respeitar e mesmo na quarentena o aprendizado é contínuo meu grande desafia eu mesmo com a minha grande dificuldade não desistir e sim se aprofundar no estudo cada e
quando a gente pensa que para quem não teve acesso a nada qualquer ensina suficiente ele não é é importante que a gente fale de bata e continue repensando a educação de jovens e adultos para que ela não fique sempre no último lugar na hierarquia de prioridade Afinal a educação é um direito de todo o