Adoecimento emocional pro cérebro é recurso. E eu não tenho recurso. Eu não sei fazer a pergunta, eu não sei lidar com aquilo. Eu não não abro possibilidade de dúvida. O meu cérebro me adoece emocionalmente porque a gente não vive sozinho, a gente vive num grupo. A procrastinação pro cérebro tá muito ligado a crítica da pessoa. Medo da frustração de não sair tão bem feito faz com que eu nem faça, porque ela só Cria resistência a um novo comportamento. Porque a homeostase ela tenta te convencer a voltar para trás. é o habitual, é o que não
tem ameaça. O novo é o desconhecido, é o que dá medo. Porque a crença limitante ela é herdada, ela não é da pessoa. Para eu mudar algo na minha vida, ou para eu aceitar algo novo ou mudar algo na minha vida, eu tenho que identificar o >> Estamos começando mais um Lots Podcast. Hoje eu tenho a honra de receber segundo Round, >> Ana Cláudia Zani, >> segundo round, >> obado por ter aceito, mesmo depois da gente ter esquecido de postar os seus RS. >> Palhaçada, eu não vou falar mais nada. Já fui humilhada suficiente. >>
Eh, foi muito legal o nosso primeiro papo. Então, obrigado por ter vindo aí de novo. Você é muito legal, muito Inteligente. É psicóloga, neurocientista e fundadora do Eita, certo? >> É criadora, né? >> Criadora. >> É. Oxe, é isso. Não, mas eu tenho mais dois sócios que sem eles não seria nada. É sério, porque só ter a ideia e a metodologia e não conseguir viabilizar, foi o que aconteceu, né? 15 anos eu tendo essa ideia já no formato de hoje. Então assim, meio que fui visionária nesse lugar, mas só tinha a ideia, né? a Ideia,
todo estudo, tudo. Eu tenho mais do mais de 300 inscritos sobre isso, validado e etc. E eu falava, gente, e assim, né, vamos lembrar um pouco da minha história que é importante. >> Eu aqui dominando. Não, não, não. Vamos embora. Mas só fala um pouquinho o que é o exatamente antes de entrar na sua história. Só >> então. Mas é por isso mesmo. Não vou. Ele tá atrapalhando. Ó, pode tirar ele. Só, só, só foca em mim. Vamos. Só foca. >> Não, não. Pode, pode. Ô Deus, >> por isso que a gente não postou dias.
Ah, tá implicado. É implicância. Só porque eu sou um pouquinho engraçadinho. >> Não, então, mas é assim, ó. Tem tem uma história, né, [ __ ] Fodeu. >> Vamos de novo. Ah, até embaçou minha. É muita emoção, né, gente? Então, é assim, eu sempre fiquei, eu sempre zooco a minha história porque é péssima, né? Mas ela é engraçada. Com 16 anos eu tento me matar. E por que que isso é importante na situação que eu tô agora? Calma, [ __ ] A hora que eu rio, mas ele vai pro inferno. Se tiver, ele vai. Não,
mas relaxa que eu vou est lá. Então é assim, eh, que acontece, por que que isso é importante a gente falar? Porque quando Deus, >> esse é o começo de podcast mais louco que tem. Vou achar que a gente fumou todos os >> Não, pior que eu não fumo, eu sou assim normal mesmo. Mas assim, vamos de novo. De novo, tá? Vamos dar tudo bem bem e dessa vez continua. >> Ah, porque parou? >> Não, não. >> Para mim eu tô indo. Ah, tá. Não, porque é bem minha cara isso. Eu sou assim. Eu sou
exatamente assim. A minha vida é Muito assim. Mas aí voltando, é importante a gente colocar esse pedaço aqui. Quando eu tento me matar, eu tentei me matar para morrer de verdade. Sim. Se eu for, se eu quando eu pego a minha memória e lembro, eu realmente fiz tudo para isso. Mas não deu certo, né? Que essa é a piada que eu conto, que é porque eu tô aqui. Mas o que que acontece? Tudo a partir dali, tudo, toda a minha busca, você sabe, né? Você lembra da história? Ló acho que não, daquele l. Então eu
com 16 anos tentei me matar e quando eh me socorreram depois, né, que eu percebi, primeiro que eu achei que eu tava fazendo um super uau a porque a adolescência é uma bosta, né? Adolescência tudo dá errado. Eh, as coisas elas funcionam de uma maneira muito esquisita, é hormônio sexual, é o crescimento desorganizado, o pensamento, você se descola da família, né? Como você se discrimina da família e não acha Outro grupo e você fica buscando grupo. Mas eu eu tive problema com que eu sou ruiva, né? Deu para perceber? >> Não. >> Ah, tá. Então
eu sou mas é de inocência. Tá que fique claro que eu ia falar uma besteira aqui, mas tá bom, deixa para lá. E então o que que acontece nesse lugar? Eh, eu sofri bullying, ess aquelas porcaria toda. E quando eu tento fazer isso, a verdade era que eu não me achava na naquela situação por conta de Tudo isso. Hoje eu sei, né? Na época era só tudo que eu sentia. E eu realmente achei que eu era inútil, então não servia para nada. Servia para nada. Para quê, né? Ninguém vai sentir minha falta, que é bem
o que a adolescente pensa. Por isso que adolescente a gente tem que ficar de de olho, né? Porque é muito desorganizado o hormônio sexual quando vem, ele não manda e-mail, ele só vem. Só que ele desorganiza um monte de coisa. Porque a época mais importante de Todo ser humano é quando ele vai desenvolver a crítica, que é o critério de conduta, porque tem a ver com a fisiologia e tem a ver com o hormônio sexual. Então, como é que você escolhe seus parceiros e etc? Na na teoria é isso. Na prática é desorganizado para [
__ ] entendeu? Tanto que assim, tem família que agarra o adolescente e o adolescente quer se descolar porque ele tá sentindo coisas estranhas com pessoas que não é, tecnicamente falando, não era Para ele sentir. Então tem um descolamento, né? Então não pertence mais aquele grupo, mas também não pertence a grupo nenhum, mas também tá sentindo um monte de coisa. Então isso é é muito importante. A adolescência ela é a parte mais delicada, mas ela é um, ela é um diferencial na vida de todo mundo que passou por isso, né? Óbvio, né? Quem ficou vivo depois,
no meu caso, no meu caso eu quase não fiquei. Mas aí quando eu faço isso, >> você acha que a adolescência dura até quantos anos mais ou menos? >> Não, saiu um estudo agora, né? Isso eu já sabia, mas o estudo só comprovou até os 23 anos, né? 23, 24, que é quando o frontal, né, que é o tomada de decisão com perspectiva de futuro, que é a circuitaria que tá no frontal, é que é realmente é a última circuitaria que é acionada é frontal, perspectiva de futuro, tomada de decisão por escolha, né, e perspectiva
de futuro. >> Até então o o a pessoa ela usa o repertório de quem criou, né? Então, todo o desenvolvimento da pessoa é baseado no ambiente que ela tá inserido e quem tá educando, criando e etc, tal. Então, princípio moral, valor e crença é herdado. E por isso que a partir dos 23, 24, todo mundo deveria ressignificar. Ressignificar é o que não condiz com o que a pessoa quer naquele momento, entendeu? >> Não. >> Volta na pergunta. A gente tava falando da adolescência. >> Sim. Não, não. >> Isso aí falou sou burro que eu não
entendi essa parte. >> Então assim, não falei isso. >> Foi até a gente cortou. >> Ah, tá. É, não, não falei que você foi boa. Falei que você ficou com uma cara de interrogação. Eu vou apanhar. Não, >> tá. >> É que eu já tô acostumada com hater também. Preciso avisar. Nossa, né? Incrível. A gente podia falar isso depois. Bom, tá, volta. Então assim, eh, pensa o seguinte, a criança nasceu num ambiente que não importa quem criou, porque não existe uma criança sem uma família, uma mãe ou alguém que criou alguma instituição, tem que ter
alguém, algum adulto criando um bebê. E aí essa criança vai lidando, vai, vai se desenvolvendo e vai lidando com o Repertório da família ou de quem criou. >> Uhum. Quando chega aos 23, 24, que agora já tem todo o cérebro funcionando, eh o ideal seria e essa pessoa tentar entender, por exemplo, o que ela vai fazer e ela não consegue. Ela tem que revisitar este lugar porque provavelmente o que ela quer fazer e ela não consegue, que é a tal da crença limitante, porque a crença limitante ela é herdada, ela não é da pessoa, porque
é uma crença. É uma Crença, o que alguém acreditou, mas esse alguém instalou no outro e para sobreviver, né? O outro tem que sobreviver com o repertório de alguém e agora ele tem que revisitar esse lugar e ressignificar. Ele tem que criar agora o que ele acredita. Ele tem que escrever a própria história. Perfeito. >> Entendeu? Então, mas para isso ele precisa saber que essa crença não é dele. Não é dele, é de quem criou. Então, ou do ambiente que ele tava inserido. Então, eu tenho sempre uma coisa que eu conto que é sobre dinheiro,
né? É muito comum as pessoas acharem dinheiro ruim, porque provavelmente quando a pessoa não tem, a família não teve tanto dinheiro ou não teve dinheiro, é muito comum a pessoa falar mal do que ela não tem, porque é mais fácil pro cérebro não querer ir buscar. Seu cérebro é econômico, é meio preguiçoso nesse Lugar, até porque ele não entende essas coisas. Que que é dinheiro pro cérebro? Nada pro cérebro não há nada. O que que é importante pro cérebro? Coisas que ele precisa. Beber água, comer e no banheiro, é o que ele precisa, né? Exercício
físico, tal. Agora, dinheiro, dinheiro é uma criação de alguém que é uma é um facilitador, é uma moeda de troca. Então para ele não sei o que que é isso, não tem isso a princípio, então dane-se. Só que isso instala na cabeça do adolescente ou do jovem e ele carrega isso criando esse limite que ele não percebe, mas o limite é de quem não conseguiu. Então, por exemplo, a minha mãe dizia que quem tinha dinheiro era preguiçoso. Preguiçoso não, falei errado, [ __ ] Preguiçoso foi [ __ ] Preguiçoso. É. É, pode ser. >> Mas
é não, mas quem que ele ela dizia assim, ó, quem tem dinheiro só tem Dinheiro porque explora o outro. >> Sim. >> Quem tem dinheiro e abusa e não ajuda ninguém. Então, eu não queria ser nada disso. Logo, pela lógica, eu não ia ter. Então, eh, é importante a gente entender isso, porque ressignificar é aproveitar que a gente já tem a nossa tomada de decisão, que é o frontal, né, que tá ativado, para justamente me posicionar diante deste conceito que é o dinheiro, mas o Dinheiro dito pela minha mãe e não por mim. Então, eu
tenho que agora falar sobre mim. Para isso, eu tenho que me discriminar. E tem um exercício que eu sempre conto para as pessoas que ressignificar é fácil quando você localiza a crença limitante. No meu caso, eu criei na minha mente imaginária uma prateleira de livro e eu coloquei um livro que o nome era O que minha mãe pensava sobre dinheiro. E agora eu tô escrevendo o meu livro sobre O que eu quero falar sobre dinheiro. Qual é o número que eu quero atingir? O que que que o dinheiro representa para mim? Como eu lido com
ele? Então eu tô escrevendo a minha história sobre o dinheiro e não mais a da minha mãe. Então eu respeitei o que ela fez com que tinha, porque provavelmente ela não conseguiu o que ela queria. Então quando ela não consegue o que ela quer, é mais fácil falar mal, porque aí não vai atrás. É igual quando eu passo com o meu Carro e alguém, por exemplo, vira um exemplo e fala: "Para que pagar um dinheirão nesse carro? Que que o cérebro dessa pessoa entende? Esse carro nunca vai ser para essa pessoa. É assim que ele
vai funcionando, porque para ele tanto faz o seu desejo ou as suas escolhas. De novo, que ele precisa água, comida, >> sim. >> Banheiro, sono, exercício físico. >> Entendeu? >> Para ele, o carro, aquele carro ocupa um espaço na cabeça dele diferente do que ocupa na tua, né? Só que ele não entende isso. >> É, mas o pior é que às vezes essa pessoa que falou do carro, ela até queria, só que ela não sabe como conseguir, então é mais fácil ela fala mal, porque a hora que eu falo mal eu me distancio. >> É
confortante, né? >> Por isso. Então o cérebro ele não vai, ele não, ele não é um uma um, ele é um, Ele é um processador de informação. Ele não vai dizer para você assim, ó, vamos lá, vamos atrás desse carro, vai ser legal, vamos nos desafiar. Ele não vai fazer isso porque é você que manda nele, né? Então depende como você interpreta o mundo e vai narrando para ele, ele vai reagindo. É assim que funciona. Então a pior coisa que a gente pode fazer em qualquer situação é falar mal de algo, porque este algo eu
tenho que Realmente ver se é legal. É legal ter dinheiro, é, é legal ter cargo importante. É. É legal ter influência? É, é legal. Agora, se eu falo mal, eu tô dizendo pro meu cérebro que isso é ruim e eu nunca vou chegar nesse lugar. E aí essa é além da trava da crença, porque normalmente quando eu falo mal, provavelmente eu herdei, porque se eu quero de verdade eu vou atrás. Concorda? Perfeito. >> Então, na hora que eu digo, >> não é, eu quero muito, mas nem tanto. Como assim? Meio contraditório, né? >> E como
é que ah, como é que continuava ali tua história? Eu tipo interromp perguntei. >> Agora fui, eu brisei agora. Eu fui, tá parecendo mesmo que a gente usou alguma coisa, né? >> Não usamos. É, >> então não tomamos café. >> Tomamos café. Exato. >> Não, mas eu te interromper ali. Você tava falando da adolescência, aí eu te interrompi. Sim. Não, não. Tá bom, eu deixo, tá tudo certo. Apesar que bom, >> então assim, eh, e, e tudo para dizer que continuando a minha história, né? Então, quando me socorrem, eu tenho até uma cena absurda, porque
eu achava que eu tinha morrido, né? que eu tava meio, como eu tinha tomado todos os remédios da minha mãe, que minha mãe é bipolar e tinha uma, era bipolar, tinha Uma tonelada de remédio em casa, eu tomei todos com alc álcool de cozinha, foi ótimo. E aí, eh, Deus, cara, >> não foi maravilhoso, não, foi péssimo, gente, foi maravilhoso porque foi péssimo. Era para, entenda assim, ó, o maravilhoso era para dar certo. Como não deu certo, foi péssimo. Não recomendo jamais, até porque eu não entendia o porque que eu tava fazendo as coisas. Como
eu falei, a adolescência tem que ter explicação. As pessoas precisam ter informação sobre o que é adolescente. Inclusive o adolescente tem que buscar informação do que ele tá sentindo. Hoje em dia tem acesso. Não tinha internet na minha época não tinha. Então assim, que acesso eu tinha, né? Eu não sabia nem que eu precisava de ajuda. Olha que loucura. Então hoje não, hoje ele tem tudo a hora que quiser, né? na palma da mão. Maravilhoso. Mas aí, só voltando, porque Quando me socorrem, é, a cena que eu falo é que eu a impressão que eu
tinha, eu tava no hospital, mas eu achava que eu tava no caixão, porque eu tava completamente apagada, mas eu tinha uma consciência enxergando fora. Então, por exemplo, tava todo mundo ao meu redor, eu vi a minha mãe, eu vi meu pai, eu vi minha tia que veio de Santos, eu vi uma galera, eu falei: "Gente, morri mesmo, né? Cheque! Caramba, >> não. A sensação estranhíssima, assim, Mas acordei, dá para perceber, acordei e aí eh me contaram que eu não era nova nesse lugar, né? Que minha avó se matou, minha bisavó se matou, a minha tia,
irmã da minha mãe, se matou. Então, teve aí um uma série de coisas. E aí o que que a gente tinha? Depressão maior com ideiação suicida. Esse era o diagnóstico de novo. Naquela época não tinha diagnóstico, né? Na época da minha avó, da minha bisavó. Não, da minha avó Tinha. Da minha bisavó não tinha. E tem mais informação até de outras de E só mulher. >> É outra. É. Pois é. >> E aí isso tudo é importante porque a partir dali eles o que eles acharam de estranho é que eu tava fazendo isso muito cedo,
com 16 anos. E as outras, essas as mulheres, elas morriam com 40, 42, 16 era muito precoce. E aí eles decidiram que eu devia estar fora do Peso. E eu não lembro dessa história, mas eu provavelmente. E eles me colocaram num regime. E por que contando tudo isso? Porque no regime, quando eu percebi que tinha dentro do pacote de emagrecimento, tinha quatro sessões com uma psicóloga, eu achei aquilo fantástico, porque ela falava sobre emoção, sobre sensação, percepção. E foi quando eu entreguei esse conteúdo para ela e disse: "Agora eu quero ficar é viva. Como é
que faz?" E ela me diz que não tem muito o que fazer nesse lugar, porque a psicologia ela dá acolhimento e lugar seguro e escuta ativa, né? atenciosa, mas não necessariamente explicação das coisas. E foi aí que, como todo bom adolescente, eu agarro ódio rápido, né? E falei: "Então agora eu vou provar para ela que tem explicação". >> Aí eu perguntei aí: "Você concorda com isso?" Não, não, não. Aí eu fui, eu, eu Morava na em frente à PUC, eu ia na biblioteca para procurar nos livros o que podia ser de resposta sobre o que
eu tava sentindo. Então, por isso que meu conhecimento ele é muito amplificado, porque não não bebi numa única fonte, nem sabia que o que eu tava fazendo era o que é o que eu sou hoje, né? Não era, eu só queria buscar mesmo para tentar achar explicação, porque uma vez que eu tentei morrer e vi que eu era mais do mesmo, aí eu falei: "Agora eu tenho que Ficar viva". E para isso eu precisava entender, eu precisava de informação, precisava entender como que as coisas funcionam, como é que eu me controlo, como é que esse
mecanismo faz isso, como é que eu consigo sobreviver a essa doença para não ser uma maldição como a minha família dizia que era. E a partir dali eu entendi uma coisa muito simples, que existem duas coisas, né? Então, é a reatividade que é no sistema autônomo do Cérebro, né, simpático e parassimpático, que ele funciona automaticamente, que é a briga de trânsito, famosa briga de trânsito. Os caras nunca se viram na vida, mas parece que eles precisam guerrear ali, né, para ganhar um espaço, não é assim? >> Uhum. >> Eh, isso é a reatividade e existe
a racionalidade, que é o que a gente tem, né, que a gente deveria usar mais. E esse sistema ele opera como a reatividade é automática, mas a racionalidade não é automática. você precisa gerar uma dúvida para acionar a racionalidade. Então, quando eu comecei, quando eu entendi uma coisa bem básica, eu falei: "Cara, se eu conseguir inventar uma coisa, que as pessoas consigam treinar, fazer essa pergunta, porque é sobre dúvida, a racionalidade ela precisa ter uma dúvida Para ser acionada. Se eu conseguir fazer isso, eu vou trabalhar em prevenção." Por quê? Porque adoecimento emocional pro cérebro
é recurso. Olha isso. >> Como assim? >> Então, quando eu me deparo com uma situação de difícil e eu não tenho recurso, eu não sei fazer a pergunta, eu não sei lidar com aquilo, eu não não abro possibilidade de dúvida, eu não não vou buscar solução, O meu cérebro me adoece emocionalmente, porque a gente não vive sozinho, a gente vive num grupo. Alguém vai ajudar, alguém vai pular na frente da bala, entendeu? alguém vai te tirar daquele lugar. Então esse é o esse é o ponto. Olha que loucura. Então eu comecei a entender >> que
eu precisava trabalhar em prevenção >> e a prevenção e o eita que foi aí que eu comecei a estudar tudo isso, tal. A Sigla do Eita. O Eita é uma sigla que é elevar a inteligência a treino de autopercepção. Por que elevar? Porque quando eu falei para você do sistema simpático e parassimpático, ele é acionado no tronco cerebral aqui, >> tá? >> Tudo que a gente sente sobe, entra pela medula, né, pela coluna e é acionado aqui no tronco cerebral, >> tá? >> É a nossa primeira reação. Eh, só que eu posso ficar só aqui.
Então, quando a gente fala de elevar, que que eu tô dizendo? que daqui até aqui já tem várias pesquisas que mostraram que leva 5 segundos a informação daqui até aqui. Só que não é contando. Lembra quando há muitos anos atrás as pessoas muitos anos atrás as pessoas falavam conta até 10. >> Não, número pro cérebro é só número. >> Não quer dizer nada. O que você precisa é gerar uma dúvida. Gerar uma dúvida é Uma frase que termine com uma interrogação. Isto é uma dúvida. Então, por será qualquer não importa o que vem antes, mas
tem que terminar com uma interrogação. E a hora que você faz isso, é o tempo certo de você usar o frontal, que é tomada de decisão com perspectiva de futuro. Então, tô no trânsito, fechei alguém, a pessoa me xingou, eu falo: "Será que fui eu?" Esta frase me coloca aqui e aqui eu vou falar, vou falar, vou responder, não vou Responder. Aqui começa as soluções. Agora se eu trabalhar só aqui, eu vou, o cara vai me xingar, eu vou xingar a mãe dele e a gente vai tretar no trânsito. Simples assim. Percebe? Agora e isso
que eu tô te falando é simples, não é fácil, só é simples. Por quê? Porque tem explicação, faz sentido e é assim que funciona. Mas eu preciso treinar. E aí que entra o Eita. Então o Eita ele eleva a inteligência. Por que inteligência? Inteligência é uma habilidade de resolução de problema. Quanto mais problema eu resolver, mais inteligente eu fico. Então, para eu resolver um problema, eu tenho que identificar o problema primeiro, né? Então, por isso que eu tenho que gerar a dúvida. Qual é o problema? Eu tô aqui no trânsito, fechei o cara. Será que
fui eu? Agora eu vou resolver isso. Então, elevar a inteligência a treino de Autopercepção. Por que autopercepção? Porque conforme eu vou fazendo as perguntas, eu vou respondendo as perguntas e eu vou me conhecendo neste lugar, nesta experiência. E isso quando a gente faz no Eita são perguntas estruturadas para te tirar da emoção e levar você paraa racionalidade, paraa razão. Essas perguntas no no caso do Eita não é qualquer pergunta. Essas perguntas vão fazendo o seu cérebro treinar toda parte. Então é um treino Cognitivo. Que que é cognição? é interpretação, é memória, é aprendizado, é tudo
que você vai eh integralizar dentro do seu sistema e criar memória e tudo mais. Quando você treina essa circuitaria de solução, passa um tempo, o seu cérebro faz isso automaticamente, porque você foi fez um condicionamento. Você fez uma condição, você é igual o condicionamento operante. Você operou na condição de você agiu, usou, treinou, o Seu cérebro já captou. Então, assim que você se deparar com alguma coisa, ele vai falar: "Será, entendeu?" Se a gente fosse eh criar um personagem, um exemplo, uma pessoa exemplo, né? >> Vamos imaginar que a pessoa, por exemplo, tem dificuldade em
em fazer as tarefas que lhe são propostas ali. Uma pessoa que procrastina muito. >> Hum. >> Então, quando chega aquele momento, [ __ ] eu tenho que fazer tal coisa. Eh, Só que geralmente ela se deixa levar pelo lado mais eh >> de acomoda, de acomodação e tudo mais. >> Como que o Eita eh resolveria essas situações? Vamos falar primeiro um pouco de procrastinação, >> beleza? A a procrastinação ela pro cérebro ela tá muito ligado à crítica da pessoa. Então eu procrastino por exigência assim. Eu eu eu quero muito fazer muito bem feito. Só que
esse muito bem feito pode ser que eu não tenha Tempo, pode ser que não saia bem feito. Então o medo da frustração de não sair tão bem feito faz com que eu nem faça. Isso é a procrastinação. Se a pessoa entra no ent e já fala que ela tá procrastinando, ele já vai fazer perguntas sobre o tema e vai explicar para ela que é melhor ela dar a o primeiro passo, que não precisa ser no fim. Eu não preciso pensar que eu vou fazer uma coisa agora e que tem que ser perfeita, porque isso tem
um processo. Eu posso separar em pedaço, então eu vou fazer em pedacinho. Então eu vou fazer uma parte, depois eu vou fazer outra parte, entendeu? Porque a procrastinação, além de ser a crítica do bem feito, ela também é empacotada já num negócio pronto. Então assim, ó, vamos ganhar 1 milhão em uma semana. Quando você pensa em ganhar 1 milhão em uma semana, se você não eh se você olhar essa frase, Só essa frase, já dá um desespero, você já vai tentar eh adiar isso. Por quê? Porque pode ser que você não ganhe 1 milhão em
uma semana. Mas e se eu pegar e e e cortar em partes? Eu quero ganhar 1 milhão. Eu quero ganhar 1 milhão em uma semana. Aí eu vou nas perguntas, o que que eu vou fazer para isso? O que que eu tenho hoje que eu posso vender ou que eu posso comercializar ou que eu posso me conectar com pessoas? Então vou separar Por etapas. Então hoje eu vou fazer três, eu vou ligar para três pessoas que de repente a gente consegue eh conectar e chegar eh numa conversa. Vou vou contar pra pessoa o que eu
quero e ver se ela quer também. Se ela embarca nessa aí, a gente vai pra próxima etapa que é amanhã. Então, hoje eu faço isso, amanhã eu não sei se eu vou ter, mas eu não penso no pacote fechado, entendeu? Eu sei que eu eu peguei esse tema que é um tema é bem bem irritante, né? Quem 1 Milhão e uma semana é para provocar mesmo. >> Mas mas eu entendi o exemplo, quando a coisa tá muito abstrata, né? Não tá concreta, não tem o passo a passo, não tem >> isso. Isso, entendeu? É um
negócio que você empacota e coloca ali. E aí por conta de não saber como fazer, não conseguir fazer as perguntas, não conseguir estruturar a estratégia, não entender que é um processo, não entender Que tem que validar as etapas, aí você não faz. Então esse é o problema da procrastinação. Então o ele ele entende todos esses conceitos, ele entende o conceito da homeostase, que é o que eu todo lugar que eu vou, eu falo da homeostase. Homeostase é uma força que regula a rotina. Ela cria resistência a mudança usando seu próprio pensamento contra a sua tomada
de decisão. >> A homeostase é incrível. Ela é incrível. Descobri a homeostase na minha vida, Mudou o jogo. >> Por quê? >> Porque antes eu achava que eu tinha mudado de ideia. Eu não mudei de ideia. Vamos lá. Eu sempre dou o mesmo e eu falo sempre as mesmas coisas. Quem me segue vai perceber que eu falo as mesmas coisas, que é para fixar mesmo. Então, o exemplo que eu sempre dou nessa hora é sobre exercício físico. Você não vou me imaginar que você não faz exercício Físico, você vai começar amanhã. O que te motivou
a fazer o exercício físico é um pensamento sobre algum fato, tá? Então, por exemplo, você você pôs a sua calça, a sua calça não fechou direito, você achou que você tá fora do peso e você começa a pensar em solução. Você identificou um problema e agora você vai pensar em como é que você resolve isso, que você não vai trocar. Pode até trocar seu armário inteiro, mas o ideal seria você emagrecer. Vamos Imaginar que você pensou assim. E aí você, numa das coisas, você vai fazer exercício físico. Então, primeiro você vai fazer dieta, depois você
vai fazer exercício e etc. Aí no dia seguinte você vai começar amanhã, que é sempre o famoso amanhã. Ninguém faz na hora. O ideal seria, pensei, já saio, dou três voltas no quarteirão, que aí você não dá tempo da homeostase agir sobre o seu comportamento, você já deu um susto nela, porque ela só cria resistência a Um novo comportamento. É, é quando você começa a se comportar, se mexer. Aí no dia seguinte você pega o seu tênis que já tá uns 10 anos que você não usa, você põe no pé e é isso. Ela começa
a usar o seu pensamento contra a sua tomada de decisão. Ela diz: "Esse tênis é velho, vai que dá problema na coluna". Aí você fala: "Puxa, verdade, né?" Você acha que é seu pensamento, ele é seu mesmo, mas tem uma influência Homeostática. Por quê? Porque a homeostase, o o novo comportamento não existia antes. Então, o que que ela tenta? te convencer a voltar para trás. E por quê? Porque para trás é o que é o é o habitual, é o que não tem ameaça. O novo é o desconhecido, é o que dá medo, não existe,
entendeu? proteção ali sentido completamente para que não haja o risco de acontecer alguma coisa, >> porque de novo, né, cada cérebro é único e apesar da gente saber que o exercício é bom e tudo mais, uma coisa é o mundo dizer, né? Outra coisa é a gente fazer, né? Então, vai criar resistência a um novo comportamento, usando seus próprios pensamentos contra a sua tomada de decisão. Então, é por isso que eu brinco, eu falo: "Agarra o ódio primeiro, decida, queira, agarra o ódio e vai". Por quê? Porque se você não Fizer isso, ela não entende
que você quer mesmo pôr aquilo na sua rotina, porque é ela também que mantém depois, entendeu? Mas para isso você tem que romper a resistência homeostática da mudança. >> Perfeito. >> Então quando no exemplo do tênis, né, você põe o tênis, ela fala o quê? Vamos no shopping comprar outro. Shopping é conhecido, shopping eu vou, >> entendeu? E assim vai. Ela vai criar no Dia seguinte você tem o tênis no outro dia e ela vai falar: "Nossa, mas tá frio não é melhor a gente ir amanhã que já esperou tanto tempo? vai que você fique
gripado. Temos uma reunião importante sexta-feira, entendeu? E isso, por que que é importante conhecer isso? Porque a maioria das pessoas acha que mudou de ideia e a gente não mudou de ideia. Isso é só uma força que mantém rotina, que realmente tá testando quanto você quer inserir Isso na sua rotina. >> Esse é maravilhoso. >> Antes da gente continuar, presentinho para você. É da Insider. Não sei se você já conhece o Insider. Você já usou alguma antes? >> Já. Eu uso. >> Você usa? >> Eu uso. É. Ó, olha, gente. >> Offider pro pessoal que
que não conhece. É aquela camiseta tecnológica. Então, no Caso, aí ela tirou ali da sacolinha ou você tira da mochila, ela sai amassada, né? Mas você coloca ali no corpo e ela desamassa sozinho. Então, vou pôr agora pr você ver. >> Ela roupa que você não precisa passar, ela caso você soe, e treine e tudo mais, ela não vai. Soue, tá certo? Isso sei lá. Me desculpa. >> É. escola pública, né? Português, correto. >> Ela não vai ficar dor e ela não vai Desbotar. Então, se você usa aí, já usou outras camisetas comuns ali de
algodão e tudo mais, você sabe que principalmente preto, né? Você usa algumas vezes, já lava duas, três vezes, já tá desbotada, já tá esgarçada. Insider você não vai ter esse problema. Então aí na descrição, o primeiro link, tá? O site da Insider, tem QR code aparecendo na tela também, cupom loots para 15% de desconto em todo o site, tá? Todo tudo que você colocar, tudo que você colocar Lá no teu carrinho vai ter esses 15%. Eh, e aproveita porque sempre lá no site tá rolando algumas promoções específicas em peças específicas e aí colocando nosso cupom
você ainda soma os 15%. >> Eu agradeço porque eu gosto muito mesmo. >> Pior que é boa, né? >> É porque eu vou em vários podcasts e eu >> aer domina >> deixar aqui não é para pegar de você tava falando sobre meostase ali, né? Eh, >> ok. Mas Antes disso, a pessoa precisa ter a o que que faria ela realmente mudar o comportamento em si, sabe? Eu entendi o que faz ela não mudar, mas como é que ela muda o comportamento? Então, ela tem que fazer aquilo todos os dias, tem que passar pela a
fazer o over o overcomi, como que fala isso? >> Sobrepor ali a homeostase todos os dias. Como é que como é que ela? >> Não, não, não, não, porque esse é o ponto, né? A gente é viciado na nossa Rotina, né? A mudança de comportamento, ela tem que tá baseado em algo que eu identifico e que eu resolva mudar. para eu mudar algo na minha vida ou para eu aceitar algo novo ou mudar algo na minha vida, eu tenho que identificar, eu tenho que ter uma queixa ou eu tenho que ter um propósito, que era
disso que eu tava falando. Porque aí quando eu fiquei viva e fui atrás de descobrir como é que eu cuidava, né, como é que eu conseguia Lidar com essa com essa genética, eh eu entendi o meu propósito. Meu propósito é espalhar essa informação para todo mundo. O meu propósito, eu eu tenho várias histórias, né, que eu conto, que eu falo que a minha vida ela é um exemplo vivo. É vivo. Ficou péssimo. Ela é a minha a minha vida vivo. É porque como eu tava falando de morte, fiquei um pouco confuso. É, a minha vida
ela tem eh coisas palpáveis para eu provar pras Pessoas as coisas. Isso é muito louco. Então, quando eu fui a, já contei a história do dinheiro picado, eu não lembro se eu contei aqui, >> não lembro também de nada de três, anos atrás. >> Se eu contei o que tem para hoje, né? Porque outro dia meu filho falou assim: "Mãe, eu não aguento mais você falar a mesma coisa". Falei: "Filho, só tenho essa vida na". >> Mas eu quero saber, pô. >> E o pessoal não vai saber. >> É, não, mas é assim, ó. Eh,
e aí é isso que eu tava querendo dizer, né? Eu tenho as coisas palpáveis. Então as pessoas deveriam realmente aplicar o que eu falo. E não é porque eu falo, é porque funciona. Eu só entrego o que funciona. E é muito louco isso. Então no dia que eu entendi isso da minha mãe, por exemplo, do dinheiro, né, porque eu falava: "Puxa, eu sou boa, eu eu sei Fazer a coisa acontecer, eh eu eu entrego o resultado pro meu cliente. Isso eu tô contando uma história lá atrás, mas eu não tenho resultado. Foi em 2013 que
eu pensei isso e também eu era meio preguiçosa. Antes eu era meio preguiçosa. E aí eu quando eu falei, né, eu falei pro meu cérebro assim, né, pô, por que que eu não consigo ganhar o dinheiro que eu imagino? E aí vem a imagem da minha mãe e foi aí que eu falei como é que eu Ressignifiquei, né, sobre o livro, tal. E a E aí depois que eu ressignifiquei, eu falei: "Bom, agora a meta é ganhar dinheiro para rasgar dinheiro. Eu vou ganhar tanto dinheiro que eu vou rasgar dinheiro". E escrevi isso e ficou.
Nesse mesmo ano em 2013, eu vendi um apartamento na época e eu tinha uma moça desorganizada. Eu não posso ver ninguém desorganizado, que eu começo a organizar a pessoa. É muito, é meu assim, já Começa a falar: "Nossa, já pensou isso? Por que que você não fala isso? ou pensa dessa maneira, tal, já vou falando, já vou provocando, já vou fazendo perguntas paraas pessoas. E aí, nesse na ocasião, ela tava bem ruim, tomando remédio, afastada, eh, licença médica, tal, e, e aí eu comecei a, a, a trabalhar com ela, organizando ela. E ela, na época
até ela falou: "Ah, não tenho dinheiro". Eu falei: "Meu, R$ 10 tá pago, né? Vamos só Aqui, né? Porque eu eu é sobre propósito. Então eu entendi que assim, se eu sei uma coisa e eu posso entregar pro outro e melhorar a vida dele, como a minha busca aliviou a minha vida e mudou completamente a minha história, por que não, né? Então eu entendi que isso era missão, propósito, tal. E organizei ela, ela falou: "Não, agora eu quero voltar." Onde ela trabalhava, no Banco Central. E quando ela voltou, ela passou pela Psicóloga que tinha liberado
ela, né, para afastar. E a mulher falou: "Meu, onde você foi? Porque você mudou muito, né?" E e aí a moça lá do do banco me chamou e falou para mim: "Olha, tem, queria te dar quatro casos, tal, dentre elas um bem difícil e o outro um pro bono. Queria que você fizesse um pro bono, que é uma menina que ela tentou se matar já quatro vezes, que é uma terceira. Eu, bom, fiz. Eh, até essa menina é muito interessante falar porque eu não tinha a senha do Facebook, ela fez uma declaração no Facebook e
eu só vi depois de um tempão. >> Caramba, >> que triste. Mas bom, ela tá viva, o que importa. Eh, e aí nesse caso teve um cara, um diretor que eu atendi e esse diretor depois que eu fiz o trabalho com ele e tudo, ele falou para mim assim: "Olha, eh, eu queria eh entregar uma Coisa para você que a gente entrega normalmente para quem impacta a é honrar o mérito, né? a que impacta a vida de alguém do banco e me pôs na mão pacote de dinheiro picado. A hora que eu peguei aquilo, prensado
picado, ele falou: "Aí tem 1 milhão". Falei: "Oi". Eu falou: "É, tem 1 milhão". Por isso que é complicado ter aquela meta de ganhar 1 milhão em uma semana, porque eu ganhei. Eu ganhei. Só não dava para fazer nada com ele, mas eu ganhei. E aí a partir Daquele dia, eu descobri muita coisa. Eu descobri que primeiro a quando a gente pede é literal, então a gente tem que saber o que a gente pede. >> Eu pedi dinheiro para rasgar e já e aí a meta vem melhorada, veio embalado e picado. Não, quem já rasgou
dinheiro, quem quem já rasgou dinheiro, quem já rasgou papel sabe que depois de um certo tempo cansa, né? Machuca a mão. É verdade. Então, pensando que eu queria ganhar muito Dinheiro para rasgar dinheiro, rasgar muito dinheiro, né? ia cansar minha mão, mas veio picado e embalado. E eu tenho isso. Pena que eu não não trouxe. Depois eu mando uma foto, você põe. >> Maneiro. >> E e aí eu entendi, então, que tudo que a gente pede é literal, vem melhorado. E isso aconteceu na minha vida toda. Então, por isso que eu te falo, parece que
a minha vida ela é um exemplo das para provar para os outros Como é que faz, porque no mesmo ano depois eu cheguei, entendi, cheguei até brinquei com ele, eu falei: "Puta, eu pedi isso, né? Então você pode agora me dar todas as eu tenho de todas. Eu tenho de 100, nota de 100, nota de 50, nota de 10 e nota de 20". Aí nesse mesmo ano, eu voltei, né? Voltei lá pr pro consultório e falei: "Bom, vamos arrumar esse negócio, né? Porque eu já entendi que dinheiro, já entendi como é que funciona. Então agora
Eu pedi dinheiro em papel. Papel. Beleza? No mesmo ano eu só atendo por indicação. Eu não atendo quem vem do nada, só por indicação. No mesmo ano eu, uma pessoa, né, foi indicada, tal, atendi, era um, ele era um mestiço, que eu não não lembro direito. E aí, eh, fiz um trabalho com ele e tal, e ele falou para mim assim: "Ana, agora que acabou, eu agradeço muito, você impactou minha vida. Eh, mas eu queria te dar, a gente tá, minha Empresa tá fazendo 33 anos e a gente, 32 e a gente tá exatamente entregando
para 32 pessoas que impactaram a nossa vida nesses 32 anos. E você é uma delas e eu queria te entregar isso. Que que era isso? Eu não sabia o que que ele tinha, mas ele tinha a concessão da impressão do dólar americano. E ele me deu o quê? Uma folha. 32 a folha de corte do dólar. Então são são 32 notas grudadas numa folha de papel moeda americana. Aí eu falei: "Não, decididamente hoje é a conta é Itaú, agência, não vou falar aqui, mas quer mandar o Pix, entendeu? >> Que maneiro, >> o bagulho é
literal. Tá, mas aí você acha que isso vem da programa da reprogramação do teu teus pensamentos ali ou tem algo >> não, não. >> Além do físico? >> Isso, isso é como a coisa é isso que eu tô dizendo. Parece que as Coisas acontecem na minha vida para eu contar pros outros e provar. Não tem como não provar, porque eu tenho o negócio. Eu pedi, eu fui levado até lá. Eu brinco, eu falo assim: "Você quer alguma coisa? faz igual o a para vir aqui. Eu pus o a por quê? Porque eu não sabia chegar
aqui. Apesar que eu sabia que é a segunda vez que eu venho, mas aqui vamos fingir que eu não sabia, entendeu? O lugar que você não sabe chegar, você Coloca no certo? >> Então >> o universo é assim, você pede, é como se você tivesse colocando no A e ele que vai te levar, não é você. Uma vez eu falei para um cara assim: "Quanto você quer ganhar?" Ele falou para mim assim: "Ah, 50.000". Eu falei: "Mas como é que você fez essa?" "Mentira". Ele falou: "35". Falei: "Como é que você fez essa conta?" "Ah,
eu vou, eu tô ganhando 20. Aí daqui 6 meses tem a promoção, provavelmente, porque já me avisaram, aí eu vou ganhar tanto, aí tem o, aí tem o 13º, aí tem não sei o que". Falei: "Não, filho, não é assim. Não é assim. Qual o número que você nunca imaginou ganhar? Chuta aí, porque é esse número que você não sabe como chegar, é que é o universo que vai cuidar para te levar até lá. É o que você não sabe chegar, entendeu? E eu provo isso, né? Com a história do meu marido, eu continuei Provando.
Por isso que eu te falo, minha vida, ela é o tempo inteiro prova em cima de prova. Em 2013, eu ressignifiquei o dinheiro, aconteceu todas essas coisas para eu arrumar a meta. E aí eu entendi como é que funciona. 2014, meu marido estourou uma artéria cerebral, ficou no hospital, fez 88 cirurgias, fiquei 2 anos no hospital, perdi quase tudo que eu tinha. E aí, por isso que eu te falo, treino é treino, jogo é jogo. Eu sabia muito, Tinha muita informação, mas eu nunca apliquei na minha própria vida algumas coisas. E nesses dois anos que
eu fiquei no hospital, eu apliquei tudo, tudo. Eu entendi tudo. E eu usava o a do universo para retomar tudo que eu tava perdendo. Eu dizia que eu ia ter tudo. Eu ia ter um apartamento gigante, eu ia ter um monte de carro, carro de brinquedo, eu ia ter tudo. E eu imaginava a cor do carro, como que ia ser, tal. Isso foi 2014. estourou a Cabeça, estourou a artéria, né, cerebral, que era uma máia, uma má formação congênita, nasceu com ele, estourou com 46 anos. Caraca, >> é, aí tudo deu errado. Os dois anos
do hospital não foi só a a história da MAV, é que aí ele pegou uma bactéria multiresistente que perfurou o intestino dele, teve peritonite, fez dentro da cavidade abdominal e ele ia pro centro cirúrgico um dia sim, um dia não, a cada dois dias mais ou menos. Tudo dava errado. Tudo que eles tentavam fazer dava errado. Era uma coisa impressionante. E assim, eu sabia que tudo aquilo era para mim claramente, porque assim, ele não lembra de nada. Ele está vivo. Se você conversar com ele, você não diz que ele teve o que ele teve. Eu
brinco, eu falo que o divino é engraçadinho, que ele me deu dois dois maridos no mesmo corpo, porque o meu marido hoje é diferente do marido que eu tinha, porque ele perdeu um pedaço, né? Literalmente uma mave é um emaranhado de veia, então na hora que tira, tira um pedaço, cara. >> Aí teve que mudar todas as conexões e ele mudou um monte de coisa. >> Caramba. Não é, é puxado. Foi puxado. Mas assim, hoje ele tá ótimo. Ele dirige com a perna esquerda porque a perna direita dele e ele ficou dois anos deitado na
mesma posição de barriga para cima e ele teve o encurtamento de tendão. Ele ficou três meses em coma. Ele assim, ó, pensa tudo que pode dar errado. Deu errado. Ele teve ele teve uma perfuração de de estômago. Ele tinha uma uma bolsa que pegava resíduo do que ele comia quando ele podia comer, porque aí depois ele não podia mais comer. Ele, ele ficou com ilostomia, que aquela bolsinha de cocô, não t tudo que era para dar errado dava errado. Tudo. E aí, e aí é isso que eu tô te dizendo. Quando eu olho tudo isso
que eu tô Contando, eu treinei na minha vida. Eu pratiquei, eu tenho resultado do que eu fiz. Então, o que é felicidade pro cérebro? Beber água, comer e ir no banheiro. Era isso que eu focava. E eu tinha consciência disso. O que que é consciência? Eu vou lá fazer xixi, eu vou lá mesmo fazer xixi. Eu estou ali, eu não tô com o celular na mão. Eu tinha aquele alívio. O meu cérebro me dava circuitaria de recompensa, porque é assim que funciona. Tudo que ele ele Precisa que você faça, ele vai te dar recompensa de
enzimas de prazer. E eu prestava atenção nisso, focava nisso e nem gripe eu pegava. Isso melhora o sistema imunológico. Na época do COVID foi provado isso também. Então, se você tem consciência da do que você faz, porque hoje as pessoas estão desconectadas da base, esta é a base. A base é, não é o que a gente tem, não é onde a gente tá, é o que a gente precisa para viver. Se eu tenho essa conexão com O que eu preciso para viver, todo o resto eu dou conta até na pior situação. Então, é maravilhoso. E
era o que eu praticava. E era o que eu praticava. Eu >> eu acredito muito nisso. Só que às vezes eu sinto também que é um pouco é meio difícil falar para alguém, por exemplo, às vezes que tá num numa depressão profunda e falar para ela: "Não, só concentra em beber água". E >> mas aí a doença instalada, lembra que eu Te falei? A gente tem que trabalhar na prevenção, >> tá? A doença instalada, o cérebro já entendeu que aquela pessoa não tem recurso. Outro caminho. Então >> é outro caminho. >> Aí vai ter que
ir no médico, vai ter que entrar com medicação para estabelecer de novo uma ordem e começar de novo. Mas essas informações que eu tô passando, ela serve para qualquer pessoa. Por quê? Basta ter cérebro e tá vivo. E sabe o que que é mais louco? Não é simples fazer isso. Por exemplo, ó, o meu cérebro tá condicionado porque eu treinei isso no olho do furacão. Eu tinha que conectar para me manter sobre. Eu perdi tudo. Fui morar com a minha mãe, vendi coisa assim quase dada. Fui pedir bolsa na escola dos meus filhos. Então assim,
eu eu passei por coisas que era para eu est derrubada. Lembra da maldição da minha família? Eu eu tenho no no gen a depressão e não, eu tive Tristeza, mas não não desencadeou depressão porque eu tava ali treinando autopercepção, me autorregulando, focando na minha na água, na comida. Então, por exemplo, eu bebi água agora, meu cérebro já fala vida, porque foi o que eu condicionei. Condicionar é você associar uma ação a um nome de algo, né? Então eu pego a água, bebo, meu cérebro fala vida. É como se eu tivesse ganhando vida no joguinho. Isso
vai me fazendo, isso vai fazendo Com que eu enfrente qualquer situação, porque eu estou bebendo água. Então você vê, é muito sobre, eu não importa o que eu tô vivendo, se eu tô bebendo água e eu tô comendo, porque mesmo a pessoa que tá vivendo a pior situação, ela tá bebendo água, ela tá comendo, ela tá indo, indo no banheiro. Ela pode estar comendo pouco, mas ela tá indo no banheiro. Não tem como. É um sistema. >> Sim. >> Agora ela não tá prestando atenção nisso. Ela tá prestando atenção no problema. Este é o problema.
O foco dela tá na ameaça. O foco dela tá aumentando o problema, porque problema a gente resolve. Pode ser complexo, mas a gente resolve. vai ter equipe médica, qualquer coisa, alguma coisa vai acontecer, porque problema resolve fato. Agora, se a pessoa, e eu via muito isso no hospital, eu vi as pessoas, por exemplo, na na sala de espera da UTI, quantas pessoas eu já eu vi ali velando de funto vivo, tipo, o cara tava, né, as pessoas estavam ali na UTI tentando, né, o médico lá tentando fazer o que podia, o corpo da pessoa tentando
voltar a à homeostase, porque homeostase tá em tudo, tá na natureza, tá no corpo, tá em tudo. tava tentando lá voltar ao que era. E a pessoa aqui Mal, sofrendo. Parece que a pessoa a pessoa tava e quase que adoecendo. É, parecia uma competição. Quem que vai morrer primeiro? E eu eu tava tirando sarro, não das pessoas. Eu tava na minha cabeça, eu tava olhando para aquilo e pensando, cara, eu não posso deixar com que isso me contamine, então eu vou olhar a parte engraçada. E às vezes tinha parte engraçada, alguém tropeçava, que isso é
péssimo falar, mas ou alguma coisa mesmo Que eu via na no celular que era engraçado. Tanto que teve uma moça que eu tava na UTI esperando na sala de espera. Mentira, ela já estava lá e eu tava chegando e era domingo, só tava eu e ela na sala de espera e ela tava se acabando de rir naquela, não tinha aquela pegadinha do Faustão, alguma coisa assim? Tinha alguma coisa do Faustão que era engraçado. >> Deve. Aham. Era alguma coisa engraçada do Faustão, porque era domingo e tava na Globo, mas ela gargalhava e eu sabia que
o marido dela tava igual meu lá há um tempão. Meu, eu falei, eu tenho que ser amiga dessa mulher pra gente poder uma segurar na outra e rachar de rir. Porque era isso. E foi assim que a gente sobreviveu, porque era espontâneo. Ela ria. E aqui quando você dá risada, dar risada não é menosprezar quem tá lá tentando sobreviver. da risada é você se Aliviar com aquilo que você tá vendo. É a experiência de tá vivendo aquilo naquele momento. Não é nada contra ninguém. E as pessoas têm algumas crenças que se tem alguém mal e
doente, eu tenho que >> me sacrificar. >> Não, não. Já, o problema já tá ali. Você só tem que resolver e você tem que cuidar de você. >> Às vezes a gente se sente culpado por estar bem quando o outro tá mal. Exato. E a questão não é essa. O outro precisa que você esteja bem porque ele já tá mal. Não é um trabalho em equipe, vai querer competição, não dá. E a gente via de um problema, desencadeava vários. E aí era muito louco porque o meu pensamento era assim, ó, beleza, eh, ele vai sair
de lá ou se ele não sair, eu fiz tudo que eu podia, mas se ele sair de lá, ele vai achar melhor do que quando ele foi. Foi esse pensamento que eu pus. E achar melhor era qualquer coisa melhor, pelo menos não vai me ver despedaçada, doente, porque ele vai precisar de suporte, eu eu tenho que tá bem. E tinha meus filhos também, né? Eu um tava com oito, outro com 12. >> Putz, >> eu tinha que dar conta de tudo isso. Hoje eles não têm sequela nenhuma dessa época, porque eu chegava em casa, eles
estavam olhando para mim, tipo, né, Querendo saber. É. E aí e eu entrava, eu eu brincava, eu eu falo assim, eu chorava, eu tinha 10 minutos para chorar, que demorava uns 10, 15 minutos do hospital até minha casa. Eu chorava de cansaço, raiva e tudo mais, que é normal, precisa, né, tirar. Aí chegava em casa, abri a porta, eles aí falei: "Ah, tá lá, né, filhinho? Papai é tipo Lego, que perdeu umas peças. A gente tá tentando achar as peças para montar de novo. É, vamos ver." e já mudava o Assunto e falava: "E aí,
como é que foi o dia? Que que tá precisando? Que que a gente vai fazer, né? Tá esperando para jantar, como é que é? Já ia para outro lugar. Agora imagina se eu chego carregando todo o peso, porque era muito grave. Eu, ele, ele quase morreu umas 15 vezes. Imagina se eu, se eu chego, olho pros meus filhos que dependem de mim, que tá na minha frequência, né, na forma como Eu tô sentindo, ainda olho e conto uma desgraça para eles, sendo que um já tava pré-adolescente, né? Tô sim. >> Mas você acha que tem
algo de errado da pessoa às vezes não não conseguir ser como você foi e não não conseguir ser essa pessoa que você foi, sabe? >> Não, eu não acho que tem nada de errado. Eu acho que ela precisa saber como que a coisa funciona para ela ter a escolha, Porque tem muita gente que não sabe nem que dá para escolher o que quer fazer. >> É, >> esse é o ponto. Você entende? Se eu falo assim, ó, você pode ficar assim e adoecer e contaminar sua família e piorar sua situação. Ou você pode usar da
sua consciência, que é ciência da água que você precisa beber. Preste atenção na água, presta atenção no banheiro, presta atenção na comida. Mastiga, viva a experiência de est vivo. Lide com um problema fora. Não traga para dentro. Não somatize o problema. Não adoeça por ele. Não é uma competição. Ela precisa ter escolha. >> Verdade. >> Senão ela vai só replicar, retransmitir e cascatear problema em cima de problema. E aí você acha que os filhos dessa pessoa, por exemplo, que agiu dessa maneira, vai agir como? Diante de uma doença de alguém? É igual. É isso que
vai passando. Então, minimamente as pessoas precisam saber que você tem escolha. Você pode escolher. Mesmo que eu escolhesse adoecer, era escolha. Beleza, eu posso escolher o que eu quiser. Eu que vou pagar o preço disso. Mas eu tenho que saber que eu tenho escolha e que não é uma única condição, entendeu? Sofrimento é opcional, vai doer, mas eu não preciso ficar nele muito tempo, porque se eu ficar nele Muito tempo, meu cérebro entende escolha. Então eu escolhi sofrer. Aí ele vai me dar todo tudo de ruim do mundo para eu continuar no que eu escolhi.
Pensa, pensa. É ótimo, né? Tipo assim, tá até >> Não, não, mas eu tô pensando porque não sei se eu concordo com isso. >> Então fala. Adoro. É. Hum. Ó, pera que eu vou tomar a vida. >> Mas então você é mais inteligente que Eu, então posso estar errado. Mas não é uma competição, >> não é? Sim. >> Nossa, até animado agora. Vamos, vai. >> Não era para ter feito esse efeito so >> não, não. Foi maravilhoso. Gosto assim. Ele ficou até vermelho. >> Eh, não sei se sofrimento é opcional, sabe? Porque assim, a pessoa
>> Não, não, não, calma. Vamos organizar isso. >> Eu falei, eh, na verdade você vai ter o estímulo externo >> sim >> e vai sofrer. É reativo, lembra? A reatividade automática, >> mas essa reação, ela não foi condicionada antes. A tipo de reação que ela vai ter, ela foi condicionada aquele tipo. >> Não, não, não, não. Antes, vamos antes, >> tá? >> Vai, eu vou ver uma coisa e essa coisa vai fazer o sentir. Tem o sistema límbico que é responsável pela emoção que tá ligada completamente ao estímulo. Estímulo resposta. Isso aí não tem jeito.
Quem não sente é psicopata. Caso contrário, todos os outros sentem. Pior que até psicopata sente. A diferença é que ele fica muito pouco tempo, ele não tem empatia. Então, uma coisa anula a outra e é isso. Mas pensa assim, ó. Eh, eu senti um, eu vi um Negócio e isso me me criou uma reação. É automático, certo? Agora, a manutenção desse estado é opcional. Perfeito. >> É isso. E aí você ainda é inteligente. >> Tá vendo? Não precisava fazer aquele show. >> Interrompendo aqui esse podcast rapidinho, só para dizer para vocês que se você, assim
como eu, tá buscando viver uma vida mais saudável, uma vida com mais saúde como um todo, seja na Área de saúde mental, seja na área de saúde física, hoje a gente tá com uma das parcerias mais legais que eu já tive aqui, que é a Max Titâia. Max é uma marca de suplementos que vai te ajudar aí a alcançar seus objetivos, seja lá ah, quais sejam eles em relação à saúde, tá? O que que eu recomendo lá no site da Max Titano, para você que tá buscando um suplemento, tá buscando uma marca de suplementos confiável,
tá? Lá no site vocês vão encontrar uma série de Suplementos, mas eu me limitaria especificamente a três, tá? O Protein da Max, especificamente o de morango deles, que para mim é o mais gostoso, é o que não enjoa nem um pouco, é uma delícia. H, creatina da Max, porque é o tipo de suplemento que tem mais eh evidências científicas que funciona. Ele vai te ajudar a recuperar mais rápido, vai te ajudar a ter mais força no seu treino. Consequentemente tendo mais força, você vai ter mais hipertrofia, tendo mais Hipertrofia, você tem músculos maiores. Sendo músculos
maiores, seu metabolismo fica melhor. Então você, por exemplo, emagrece mais rápido, tem melhores relações ali com a sua, com o seu apetite e tudo mais. Além disso, também eu recomendo que você pegue um pré-treino. Pré-treino, um suplemento que se você assim como eu, tem às vezes um pouco de preguiça de treinar, um pouco de eh de indisposição assim para ir treinar. O pré-treino para mim é um Suplemento que desses todos aí é o que eu mais gosto de tomar, porque você vai lá, pega um scoop, borta na boca, toma água e tem ali uma quantidade
de cafeína muito boa para te dar um gás, para te dar um up, tem outras coisas ali, como betalanina e outras coisas que vão te ajudar a treinar ainda melhor. Beleza? Tá aí na descrição tem o site da Max lá. Só utilizar o cupom loots para ganhar aí seus descontos em qualquer coisa que você colocar lá no site, tá? Então Relembrando, o EPRO tem creatina e pré-treino é tudo que você precisa para poder é viver uma vida com mais saúde hoje em dia. Quando você hoje você atende ainda ainda, certo? >> Atendo só por indicação.
Não adianta não, porque é difícil isso. Eu não, eu não tenho mais tempo. A minha agenda é lotada. Isso é bom, >> não é? Mas sempre foi, sabia? Porque eu dou muito resultado. Pensa que eu faço um ajuste. >> Eu ajusto. Você entende assim, ó. A pessoa já, ela tá ali, ela já conseguiu um monte de coisa, só que às vezes ela tá emperrada em algum lugar que ela não perguntou, mas o negócio não veio. Então esse ajuste fino é o que eu faço. É por isso que eu atendo só alta performance. Eu atendo gente
que já chegou num lugar e precisa fazer só o calibre. E isso que eu te perguntar, quais são as queixas que eles têm normalmente assim, quando Você olha para para todo o mar de gente que você atende, quais são os padrões assim que você vê? Tem de tudo, porque é justamente isso. Às vezes não tá conseguindo, por exemplo, fazer uma manutenção com a esposa, porque a referência que foi o, né, da família ou nunca olhou para isso, achava que era uma coisa meio automática. Então, o ajuste ele nem sempre tá ligado à conquista. A maioria
dos meus clientes já conquistaram muita coisa. E às vezes tá ligado nesse lugar de autopercepção, nesse ajuste fino de coisas que não olharam antes, entendeu? >> Mas que às vezes traz um um sofrimento ali para ele, >> traz um sof sempre, sempre. E e esse é o lance. Aí ele falou: "Put, sozinho não não consegui, cheguei até aqui." Aí alguém me indica e na e na verdade né? Alguém me indica, a pessoa conhece alguém que eu atendo e tem resultado porque a pessoa percebe o resultado Dessa pessoa e ela fala: "Onde você foi?" >> Aí
fala: "Foi lá na na nessa pessoa." >> O Eita hoje é voltado para que tipo de pessoa? O Eita eu falo a o chat. O, então o Eita ele é justamente por isso que eu te falei que é uma questão de missão e propósito. O Eita ele é ele é pro mundo. Ele tá com toda a minha metodologia, ele tá com toda a informação. Ela ele foi treinado por mim, ele foi alimentado, ele é ele é Ultra especialista. Então o Eita ele é para todo mundo. Eu não, o meu horário é muito caro pras pessoas
e não dá. E além do que eu não tenho mais horário, já trabalho de sábado, domingo, feriado. Eu não viajo, eu nem gosto de viajar, mas porque eu gosto muito do que eu faço. É muito legal você mudar a vida do outro. É impressionante. É vicia. É meio vici, mas é bom. É bom. >> Mas o ele tá voltado justamente em no que você falou na prevenção. Se alguém Chegar lá e mandar uma mensagem, >> fala assim, ó: "Estou depressivo, quero me matar". O que acontece? >> Prevenção? Então ele tem toda uma metodologia nesse lugar
já de todo um recurso para fazer essa pessoa acessar a rede de apoio, acessar ir no médico, não é? E e esse é o limite dele, não é para isso. Ele é para autorregulação. Treino de autopercepção, autorregulação, ele é para você treinar circuitarias de solução. E no e tudo bem, você pode Chegar lá e falar assim: "Olha, eu tô deprimido". Pode, você pode falar: "Vou me matar". Ele vai fazer as perguntas que ele precisa fazer para isso, para ver até onde isso, até onde ele consegue te tirar disso. Caso ele não consiga. Isso é é
rápido, não é uma coisa que demora, ele vai, a gente tem todo um resguardo para isso. Tem um processo que que entra como como segurança, é um processo de segurança, mas não é para esse público. Não é para esse público, é para qualquer outra pessoa que não está nesse estágio, porque esse estágio tem já recurso para isso. O próprio CV, ele é um recurso, centro de valorização da vida. Eles são treinados pras pessoas que querem se matar. Eles têm toda a metodologia deles. Ele é para antes, bem antes, entendeu? Então, é para qualquer pessoa. E
aí quando a gente fala qualquer pessoa, é qualquer pessoa mesmo. Por exemplo, a pessoa tá lá Esperando para participar de uma entrevista eh de emprego. Ela vai ser entrevistada, ela tá ansiosa, tá tensa, tá nervosa, ela vai criando uma, é uma, é um amigo mesmo, tipo, tanto que chama o Eita, ele chama mentora virtual, porque ele vai, é como se fosse um amigo mesmo, ele vai falar: "Ó, tô muito nervoso, é mesmo? O que que tá acontecendo?" Ah, eu tô aqui numa entrevista. É, vamos então pensar e se você se preparou o suficiente, vamos Conversar
um pouco. Fala para mim sobre o que que você que que é essa entrevista. Você tá procurando emprego do quê? Entendeu? Vai fazendo e e nisso vai automático, porque se a pessoa tá no estado emocional alterado, ela não foi capaz de fazer a pergunta e se autorregular, ela precisa de um recurso. >> Isso é muito legal, velho. >> É muito legal. Eu eu eu sou assim apaixonada nesse lugar de verdade e eu Quero espalhar isso. Ele é um custo super baixo e ele é só custo mesmo de operacionar ele, operacionalizar ele, entendeu? Ele não é
não tem não tem ganho nesse lugar. A gente tá vendendo para B2B também, pras empresas. Então isso é legal porque aí as os funcionários vão ganhar como benefício, mas também tem pro BC, pro consumidor. E o eita, ele é para eu você, você percebe que para mim fica muito claro que é isso que eu tenho que fazer, Porque eu eu já pensei isso lá atrás e só agora conseguiu viabilizar e numa situação de qualquer um tem um celular perto, qualquer um tá no WhatsApp, além do que ele fala 200 línguas e com a minha voz,
não é incrível? Nem eu falo 200, não falo nem nem outra, entendeu? Ele é incrível. Ele ele vê, se você mandar uma conversa sua, por exemplo, com alguém e falar: "Puxa, eu tô chateada por isso", ele lê, ele ele vai Falar sobre aquilo, ele fala sobre qualquer coisa, mas de novo, é sobre o assunto, não são as são as estruturas que eu criei para criar, para treinar essa circuitaria de solução. Então, mecanismo ele vai falar de tudo, mas é igual eu atendendo, é igualzinho eu atendendo. Eu faço isso também. Primeiro, ele tem uma memória igual
a minha. A pessoa que senta na minha frente, eu lembro de tudo, de tudo. A Minha memória é uma coisa absurda. No caso, a ele também, ele mostra a contrariedade. Eu também. Se você fala para mim assim, ó, eu comprei um carro da minha cor preferida, que é verde. E aí depois você fala assim para mim, daqui três meses ou três anos, você fala: "Nossa, eu acabei de comprar um um outro carro da minha cor preferida, azul". Falei: "Não, então me diz qual que é a sua cor preferida do momento?" Aí você falar: "Nossa, por
Quê?" Eu falei: "Não, porque antes era verde". Então esse espelhamento que se faz faz a pessoa ter uma noção de do que ela de quem ela é isso aí logo. >> Eu vou mandar um acesso para você. Tem que falar com os meninos. >> Não, eu pago qualquer coisa. >> Não, mas é uma, eu te mando um contato agora. Se eu pegar meu celular eu te mando. É um contato de WhatsApp. Ele vai, pera, vou pegar. Pausa. >> Pausa. Quer fazer um teste aqui ao vivo. Vou falar uma dor que eu tenho que >> pegar.
Vamos ver agora. Não, mas >> não, mas a gente faz uma pau não >> é pausa. Pausa, >> pessoal, abri aqui o Eita, né? A a como que eu chamo ela? Assistente ou >> o que você quiser, né? Não, ela é mentora. Então, >> mentora boa. Eh, e ela me perguntou: "Você, vamos começar sobre o que você quer Conversar?" Meu Deus, são tantas possibilidades, são tantos problemas que precisam ser resolvidos. >> Nossa, >> deixa eu pensar. >> Eh, me sinto ansioso sobre o futuro. Posso ser bem amplo assim? >> Vai. Me sinto ansioso sobre o
futuro. Sobre o sei lá se é play ou não, mas me sinto ansioso sobre o passado. Vamos lá. Me sinto sobre o futuro. Fica parecendo aquela história do da do Filho que vai dar o show, sabe? Você não sabe se ele vai acertar o tom. >> Ah, fica nervosa. Luts. Essa ansiedade, pelo que vem pela frente, é algo bem comum, mas também pode ser bem desconfortável. Você consegue identificar sobre qual área da sua vida eh bate essa preocupação maior? Trabalho, relacionamento e saúde ou tem mais de ou tem mais de uma coisa passando aí? Ah,
que [ __ ] >> Manda um áudio. Manda um áudio. >> Um áudio. >> É, >> olha, eh, eu acho que mais sobre trabalho, assim, de resto, eu sou bem tranquilo em relação à minha vida. Meu trabalho também tá tudo certo, mas eh eu fico pensando se as coisas que eu tô fazendo agora vão dar certo, se as decisões que eu tô tomando agora são as decisões corretas, porque sempre que eu decido alguma coisa, me parece que eu tô Deixando outras oportunidades de lado. Então, eh, eu acho que é mais sobre trabalho mesmo. >> Ela
vai falar, ela vai responder que ela tá ouvindo, >> tá? Sua voz é muito feia. Hã, >> não, >> eu vou fazer um escraashado. Eu gostei. Fala, mano. >> Mas o desbloque desbloquear. Eita. >> Ela fica maluca. [Música] [Risadas] >> Maravilhoso. >> Ela mandou um áudio. >> Vou botar aqui para vocês ouvirem. >> Entendi. Luts. Essa sensação de estar perdendo oportunidades ao escolher um caminho é super natural. E acontece muito, principalmente quando a gente quer acertar. Você sente medo de se arrepender das escolhas ou eh mais aquela dúvida sobre Se está no rumo certo? Acho
que a gente pode pensar juntos em como ter mais clareza nessas decisões. O que que acha, >> [ __ ] Muito [ __ ] >> Tirando o final que foi péssimo. O que que acha? Tá meio >> Não, tá normal, [ __ ] [ __ ] muito [ __ ] isso. >> Tô falando, você manda print para ela, tudo artigo ela lê, tipo, vi essa notícia, queria falar disso, isso me impactou. Discutiu com a mulher, com quem quer que seja, manda os prints, ela lê os prints. >> Eita, discuti com a mulher. Quer namorar comigo?
>> Que isso? >> Tô zoando, tô zoando. Cadê? Eu quero mandar mais uma. Mas ela >> aqui é que meu WhatsApp que que bugou. Pera aí. >> Aí o problema é o WhatsApp dele, >> não é? Quero mesmo. >> Entendi. Luz essa sensação de estar o Que >> a gente quer acertar. >> Você sente medo de se arrepender das escolhas ou? >> Vou falar exatamente qual é o meu medo. Eh, >> atenção. >> A vida é curta. Não sei se eu posso morrer amanhã. Eu vou, sei lá, morrer com 80 e poucos anos. Eh, eu
tenho medo de que ah, eu passe a minha vida tomando decisões, eu perca muito tempo, perca, Perca e perca tempo da minha vida, escolha coisas, passe três, qu anos fazendo aquela coisa ali e ela não dá certo, eu sinto que eu que eu que eu teria perdido meu tempo, sabe? Então, tem mei a ver com o tempo, [ __ ] Muito [ __ ] isso. Fodeu. Vou ficar aqui agora >> tem um mês só. Eu vou avisar o G pra gente roubar essa ideia e fazer >> no >> você sabe que eu tenho duas empresas,
Né? >> Como assim? >> O Eu tenho uma a Eita. Não, o mais legal assim, eu sou péssima com tecnologia e eu tenho duas empresas de tecnologia. Fora o que eu faço, eu ainda tenho duas empresas. Uma é a eita e a outra é a profício IAI, que é exatamente para qualquer pessoa a gente consegue fazer personalizado pra pessoa. >> Passou Pix. >> Deixa eu ver o que ela respondeu, pessoal. >> Isso faz muito sentido, Luts. O medo de >> Acabou. Faz muito sentido. Se mata. >> Não. >> Desperdiçar tempo é algo que pega muito
forte, ainda mais porque o tempo é irreversível, né? Mas olha só, e se ao invés de pensar só no resultado final, você começasse a olhar mais para aquilo que tá ganhando no processo, tipo aprendizados, Conexões, experiências, já reparou se alguma escolha sua, mesmo que não tenha dado certo do jeito que imaginava, te trouxe valor ou te transformou de alguma forma? >> Filha da [ __ ] Ô, isso tinha que ser ao vivo, porque eles não não vão >> não, mas el juro para vocês, eu não não mentira, isso aqui não tá sendo pago. Tive a
ideia ali na hora e eu achei sensacional. Não, não tem nada Combinado. >> Não, não é pr É não, mas é [ __ ] mesmo. >> É [ __ ] isso aí, ó. Tá tá todo tudo, todo o meu estudo. Sério, sério, é muito, é muito meu filho, cara. Inclusive eu tenho uma aqui que eu converso com ela dizendo que ela é minha filha. É muito louco. Eu fui, eu fui, eu converso com ela, né? Eu fico falando as coisas, como é até todo o processo foi tanto colocado os documentos para ela ler, quanto o
quem eu sou, como eu Funciono, como eu falo, porque tem que ser desta maneira o formato. Meu tamanho, ela ela é maravilhosa. É assim que eu consigo me multiplicar. Eu não, não é justo só quem pode me pagar ter acesso ao que eu sei. Não é justo. Não é certo. >> Porque senão não, não, porque você entende? Senão não seria um propósito ou uma missão. Concorda? >> Total. >> Isso tem custo. A gente tem funcionário. >> Não, eu sei. Custa para você fazer essas. >> É tanto que a outra empresa que eu te falei aí
sim a outra empresa é valendo. Não falei que eu tenho duas, né? Entendeu? outra é agora essa >> essa daí é é real para entregar pra humanidade tudo. E e eu só tenho a dizer isso porque >> o que que você acha sobre as críticas que as pessoas fazem eh em relação a essa esse novo caminho que a humanidade Tá tomando, que a gente querendo ou não, tá utilizando IA cada vez mais para poder eh ser um oráculo da pedir dicas e tudo mais, porque a sua empresa é totalmente voltada a isso. Sei que tem
todo um um trabalho por detrás para transformar ela numa coisa segura, >> mas essas críticas existem, né? O que que você acha? >> Não é porque vamos pensar assim, ó. A Iá, ela é generalista, essa é ultra especialista, já muda tudo. Tenta pedir uma receita de frango, ela não vai te dar, entendeu? É, essa é, ela é ultra especialista. Ela tá fazendo um treino de cognição. Simples assim. Esse é o ponto. Ela só serve para isso e que faz toda a diferença na vida de uma pessoa. Pensa que o que ela fez você pensar, essa
última frase dela é sobre o que que você aprendeu no processo dos seus Erros, >> não é? >> Porque você entende? Aí ela põe você para pensar nisso e aí você já não vai ter mais o medo do futuro ou de ter errado porque você aprendeu. Na hora que o o cérebro ele é um processador de informação. Quando eu te faço uma pergunta você responde. Quando você faz uma pergunta para você mesmo, ele responde. Ela tá te perguntando, mas o seu cérebro Vai entender >> que depois é tudo a base de pergunta. Só que o
mais legal não é qualquer pergunta. Neste caso do Eita, são perguntas estruturadas. para gerar o sentido e criar a melhor circuitaria de solução com com abreviação de tempo. É muito [ __ ] >> cara. Na hora que ela respondeu, eu já me senti bem. >> Você entende? Esse é o impacto. Agora veja, >> tá usando a minha racionalidade contra mim mesmo, sabe? >> Tá treinando, você entende? Tá tá tá realmente elevando a seu treino de autopercepção. Você tá se percebendo, porque na hora que ela fala para você, pensa numa decisão que você tomou, o que
que você ganhou. Você entendeu? Olha isso. Agora de novo, é justo que só as pessoas que podem me pagar? Claro que eu tô em outro nível, porque eu fui crescendo, até porque depois de 2013, 14 Eu sou a única pessoa que ganho dinheiro lá em casa. Só que eu não eu não não brinco, né? que treino é treino, jogo é jogo. Se é para jogar e para ganhar. Então, hora eu consegui tudo que eu queria, tudo. E eu e eu vou te eu dizer que eu vou ter uma empresa de um bidoll, eu vou ter
uma unicórnio. Eu eu pus lá atrás. Fique registrado. Aguardem. Eu confio em você, >> amor. [ __ ] né? Que eu confio. Mas eu confio. >> Não, não, não, não. Mas é, mas é, é isso. Porque na verdade até hoje tudo que eu falei, eu já sei como é que o negócio funciona e eu entrego pras pessoas como é que funciona. Só que as pessoas esquecem que tem que colocar em prática, que tem que realmente quebrar a resistência homeostática. Vai ter gente aqui, você vai ver. Eu eu te falei de hater, né? Quando eu falo
uma algumas coisas, as pessoas falam: "Ah, até parece que é simples". Eu nunca é simples. Eu não falei que era fácil. Simples é. Eu tô te dando uma informação. Se eu falar para você assim, ó, você entra no carro, você aperta esse botão e ele liga. Não é simples? >> Agora precisa ver se você tem dedo, se você tem disposição, se você consegue. Aí é, aí é individual. Então assim, quem põe a limitação Pode ser uma coisa que veio e mas mesmo assim eu, se eu quiser muito, eu não vou dar um jeito. >> Claro,
>> pode demorar um pouquinho, mas eu vou dar um jeito. Agora tem que pôr o quê? O querer é de imediato, não é um processo. É um processo. Que que é a vida? É uma experiência. A maioria das pessoas lutam pelo fim. Que que é o fim? A morte. Não quero ela não. Eu quero é Experiência todo dia. Vim para cá foi uma experiência. Vim com meu carro delícia ouvindo música. Coisa que não tenho esse tempo de ficar ouvindo muito a música que eu tô atendendo o tempo inteiro. Foi uma experiência. Dei risada aqui. Fiquei
encantada que esse menino evoluiu que é uma beleza. Em dois anos bateu na mesa, ficou macho pr cara. É brincadeira. Tô zoando, tô zoando. É que eu não perco A piada. Por quê? Porque eu a minha vida, o maior treino que eu fiz foi exatamente isso, usar o bom humor. Então meu bom humor é muito bem treinado. Eu tô sempre achando tudo engraçado, divertido. Para quê? Porque se eu leio a minha vida, não é as coisas que acontecem, é como eu interpreto que ele vai reagir. Quando você sorri pra vida, ela sorri de volta para
você. Isso é, >> então >> isso realmente acontece. >> Eu vio tudo que acontece de problema, eu olho uma parte engraçada. Sempre, sempre. Isso é tão engraçado que até no velório da minha mãe aconteceu um negócio bizarro. Tava no velório, eu ia falar minha mãe, óbvio, né? morta, meu filho. E então tava o caixão, eu aqui do lado, o meu tio, que tem quase 90 anos, o meu filho e o meu primo, que é o filho do meu tio. De repente tinha uma coroa de flores aqui, bateu um vento, esta coroa caiu e meio que
quase me pôs com uma rosquinha, sabe, de danes assim no meio da rod. Só que tudo aconteceu em câmera lenta. A hora que caiu, eu apoiei na minha, não se liga. Quase eu apoiei na, eu cheguei a apoiar e tirei porque ela ia derrubar minha mãe. O meu primo foi me socorrer, caiu, pisou numa folhinha, caiu, a gente Começou a rir. Imagina assim, ó, um velório e o meu filho falou: "Mãe, tem que ser nossa família, né? Por quê? Ninguém matou minha mãe. A gente estava triste, sim. Mas olha o que aconteceu. Foi engraçadíssimo. E
até a gente tava, né, meu filho zoando, falando assim, imagina que o velório, né, que eram cinco salas, a gente rindo para [ __ ] os outros chorando e a gente rindo. E é bem como Eu ensino os meus filhos, cara. É isso, aconteceu. >> Como é que você lida com a finitude da vida assim? Saber que um dia >> a mim ou dos outros? >> Ah, com a tua saber que um dia isso vai isso vai acabar assim, essa experiência vai chegar no fim. >> Eu >> tem pessoas que acreditam que ela continua, né?
Não sei. >> Não, não, não. Eu acho, eu honestamente Tudo é feito de energia, somos formados de átomo, tem vibração, onda, tudo mais. A gente é feio de energia. A diferença é que esta minha vida para eu decodificar as coisas, eu tenho que ter esse aparato. Quando eu morrer, primeiro eu não vou saber que eu morri, tecnicamente falando. Por quê? Porque a hora que eu morri, ninguém vai chegar para mim e falar assim: "Ó, só para te avisar deu uma morrida". Por quê? Porque para eu Entender o que é isso e a pessoa falar comigo,
eu tenho que ter esse aparato. Então eu teria que estar viva. Então eu vou para outro estado. Claramente tudo é energia. É tudo energia, só que não é outra coisa, é outra forma. Então, primeiro, eu não me preocupo com a morte, lembra? Já tentei morrer, não deu certo. Entendi que eu tenho que estar viva. Então, se eu tenho que estar viva, eu vou experienciar todo dia muito Engraçado, muito bem. Eu vou est fazendo o meu melhor. Eu vou estar entregando tudo que eu posso. Eu vou estar sendo leve. Eu vou estar vendo a parte boa
das coisas. Eu vou estar lá passando a mão no meu cachorro e e conectada com o meu cachorro. Isso é a experiência da da vida, ter a experiência. Que que é experiência aqui? A gente tá numa experiência, a gente tá trocando ideia. A, eu tô conseguindo usar o seu canal para Espalhar o Eita. O, a outra vez, há dois anos atrás, que eu vim aqui, não, o Eita não tinha dado certo porque ele era um app e a pessoa que investiu não poôde continuar investindo. E eu falei: "Ah, tá bom, seja o que tiver que
ser". Eu não. Tanto que o meu nome é Ana Cláudia. Eu nunca desisti. Eu não mudei meu nome quando deu errado. Falei: "Não, então não era por este caminho. OK, que venha." Botei no. Olha o que veio. >> Não poderia ser melhor, né? De tá hoje. >> Não tá maravilhoso. >> Agora é óbvio, né? Como tudo tudo que vem. Eu lembro quando o celular veio, todo mundo achou, [ __ ] como celular, que absurdo, agora vou ficar carregando esse negócio. Hoje a gente carrega o celular, nem liga. Eu tô dizendo, tudo que é novo, as
pessoas de alguma maneira resiste por homeostase. Uhum. >> Então vai ter uma adequação. No começo vem capenga, né, meio desestruturado, depois ajeita, acomoda, vai fazer parte. Acho que ele já tá no limite. Ele tá, ele é que saco, gente. Quando é que mulher vai parar de falar? O cachorro >> é ele já tá. Inclusive não sai isso no áudio, né? Do >> não, mas podia soltar ele. Ia ser ótimo. >> Meu cachorro fica fungando aqui barulho gente, eu adoro o cachorro. >> Não, mas eu eu tenho essa eu me enxergo a vida assim o boco
também. Eu não tenho muito medo de da morte. Eu não gosto tanto da ideia da de perder tempo, como eu falei ali com a E. >> É muito bonitinho. >> Mas mas eu também não tenho muito medo da morte assim quando >> eu me eu me sinta eu me sentia muito culpado às vezes quando alguém próximo da família e tal morria que eu não não Me sentia mal assim não >> culpado. Como >> me senti culpado por não me sentir mal >> por alguém por a vida ter acabado, porque eu entendo que é o ciclo
da vida, entendeu? Porque ninguém foi também assassinado nada do tipo, mas a pessoa teve uma doença e morre. Eu não consigo me sentir a história dela, né? É a história dela. Todo todos nós temos não existe coincidência, né? as coisas elas estão Todas organizadas e é assim, tá na nossa história. Agora veja, uma uma das coisas que quando a minha mãe morreu, né, eu minha mãe ajudou muito na época do meu marido, né, que ela ficou com os meus filhos e tal, levava na escola, buscava na escola, eu que levava e e eu tive tinha
que trabalhar muito, né? E mas aí quando ele ficou bom, não deu um ano, ela morreu. Parecia que era tudo na quantidade certa. E ela morreu muito Rápido, muito rápido. Teve um câncer e morreu muito rápido. E eu lembro que eu agradeci por ter vivido um esse o tempo que eu pude viver com ela, 72 anos. Meu pai morreu com 55 e e uma coisa que me confortou é não, eu não matei ela, não fui eu que matei ela. Porque porque a gente tem que tomar cuidado porque é muito egoísta, né? O a a condição
de querer que o outro fique Vivo porque a gente não quer sofrer. É, não é a gente que decide, né? Eu lembro que nessa na ocasião o médico falou para mim assim, ó, eh, a gente já fez tudo que podia, agora a próxima etapa é intubar ou deixar ela morrer. Falei: "O que que é melhor para ela?" "Deixar ela morrer." Falei: "Então, cuidados paliativos, deixar ela morrer." Falei: "Então, vamos fazer o que é melhor para ela". E durou quase um mês isso, todo dia no Hospital, tal, não sabendo como é que às vezes ela tava
acordada, às vezes não, ela já não conseguia mais falar coisa com coisa, tal. Mas e quando ela morreu, cara, foi a melhor morte que ela pôde ter. E tem uma cena muito louca. Ela no meio desse desse lance, ela pediu para falar com o meu irmão. Meu irmão tinha muito medo de ver vê-la dessa maneira, porque pro meu irmão foi muito difícil a perda dela, Que ele ficou, ele tava longe, né? Eu tava mais perto dela. E aí eu falei: "Ó, ela tá te chamando". Aí ele, ela foi, ele foi e ela sabia que ele
tinha que ele não queria ver ver ela naquele estado, né? Ela ficou ótima. Ela ficou ótima. A gente conversou, ela contou piada, o tempo que ele ficou lá, ela ficou ótima, ele foi embora, ela não acordou mais. Caramba, >> é bizarro. É bizarro. Deu dois dias, ela morreu. Então ela não acordou mais. Depois ela ela sentiu depois que ele saiu, ela sentiu dor, eles deram a medicação e ela já não voltou mais. Então, eh, por isso que eu falo, então é o tipo da coisa que não, claro que a gente tem que fazer as coisas
que todo mundo sabe, né? Se alimentar direito, fazer exercício, essas coisas que é a manutenção do corpo. Você não precisa sacanear seu corpo, né? Porque Você precisa dele para viver a experiência da vida afinal. Então, é muito sobre isso, né? Mas tomada de decisão errada, por exemplo. Eita, foi o sucesso. Fala aí. >> Foi muito bom. Foi muito. >> Ele tá até agora. >> Não, já que já tô pensando nas coisas que eu vou conversar depois for embora. Vou trocar várias ideias aqui com ela. >> Ah, e é e é sigiloso também, tá? É importante
saber. Eh, e só passa pro pra Situação de segurança quando acontece alguma coisa de falar de muita morte, né? Ah, quero me matar, tal. Aí vai para um outro lugar que aí entra para mim. Não entra para mim para eu falar. Mas entra como agora a gente vai ter que fazer todo o protocolo de segurança. >> Entendi. >> Agora, eh, o resto, se eu quiser pegar, por exemplo, ah, quais foram os assuntos mais falados? Ele me dá um relatório, mas ele põe pessoa um, pessoa dois, Pessoa três, pessoa três, pessoa quatro, porque é pessoa que
usa, né? >> Uhum. >> Só por isso não fiz ainda para cachorro. Mas, >> mas não existe um jeito de, por exemplo, pessoas ali que trabalham na empresa vazarem soldados, por exemplo. >> Não, não tem, não tem como, porque aí é tudo aí eu já não sei falar, mas eu sei que não tem como porque tem toda uma regra, >> tem vários protocolos de segurança que fazem que não chegue até, >> como eu falei, eu não entendo nada de tecnologia, o que entendo é de pessoas, tá o suficiente já. >> Mas eu, pô, eu queria
parabenizar e ficou muito maneiro isso, cara. Ficou muito demais. >> E obrigado, obrigado por mais um papo. >> Eh, que mais assim, que que que como que as pessoas podem fazer para te acompanhar? Eh, principais redes e eh Como é que faz para ali? Você me mandou o contato, né? Mas se alguém quiser agora ouvindo isso aí acessar o como é que faz? >> Ele tá no no meu Instagram, tem aquele aquele link, é, não sei como é que é, link da Bill que fala. Exato. Lá tem um monte de produto e tem o Eita,
>> tá? >> Que já inclusive a hora que clica já entra igual onde você entrou, >> tá legal? >> Lá já vai pra conversa. >> Legal. >> Ela que faz tudo. Ela vende, ela, né? >> Eu vi que tem o Instagram da Eita também. E tem o seu. Quais que são eles? >> Tem, tem tanto o meu, o da Eita eu não sei, eu preciso ver. >> Pois eu coloquei na descrição. Vai tá. >> É isso, né? O Daita. E é o acho que é mentora, é eita mentora virtual porque tem o e antigo que
eu não consegui Apagar. Gente, olha que absurdo. Não, fica a dica. Eu sei que é uma mentora virtual que vai ter o link porque antes a gente tava fazendo um app e ele era eu era um passado. >> Você chegou a falar disso na última? Eu lembro de alguma coisa assim. >> Falei porque tinha eu treinava pessoas para tagar os assuntos. Então falava com o humano, mas era por chat. Uhum. Entendeu? Por isso que eu tenho muito dados. Eu tenho dados. Eu apliquei, a Gente fez isso dentro de uma empresa, né? Foi bem legal. Então
eu tenho como funciona lá atrás, onde nem se falava isso. Olha o >> sensacional. >> Você vê, não era para ser o app. Olha, olha que às vezes as pessoas acham ruim quando dá errado, mas se acalme. Se você pediu certo, esse dar errado não é errado. É o escrever certo por linhas tortas. É a curva de aprendizado para Chegar no lugar. >> Sensacional. >> É o desvio. >> E seu Instagram, qual que é o? >> É o Ana Cláudia. Eita, >> tá? >> E tem o Racionaliza, se eu não me engano, que é o
Sou ótima, né? Ah, entra lá no Instagram, tá tudo certo. >> Vou deixar aí na descrição todos os links. >> Isso. Ele ele faz. Essa parte é tua. Não era o combinado? É, mas é às vezes a pessoa tá só ouvindo. [ __ ] Ana Cláudia. >> Mas é isso. Obrigado mais uma vez. >> Mais uma vez. Ó, tá vendo? Não, a gente vai se cumprimentar, né? Ficar dando uma coisa feita. Que cara chato. >> Dessa vez a gente possa seus views, tá? prometo. Obrigado, gente. Até a próxima e tchau.