Então uma ótima noite a todos agora formalizando o nosso iní que a gente estava batendo um papinho aqui nos Bastidores abro esta aula de hoje com muita alegria e também com muita gratidão a professora Juliana Cananeia que prontamente respondeu e aceitou o convite para estar hoje aqui conosco ministrando essa aula avaliação das afasias o que focar é um tema muito amplo Mas vocês vão ver que a Ju vai Conseguir assim ó em uma hora e pouco talvez quase duas ou menos vamos ver o andamento aí da da turma trazer conteúdo para vocês né então hoje
eh é vai ser uma pincelada mas não é uma pincelada qualquer não é uma pincelada com conteúdo sólido Então Ju receba o meu muito obrigada de todo o meu coração e deixa aqui também a minha admiração pelo seu trabalho por quem você é e pela nossa grande parceria também agradeço cada um de vocês que estão aqui hoje Conosco confiando no nosso trabalho na nossa empresa então muito obrigada espero que vocês gostem da aula antes só da gente começar eu te passar a palavra Ju eu tava explicando para eles que você vai dar um curso que
começa dia 5 de novembro que está confirmadíssimo Então são 14 horas nos dias 5 7 e 12 de novembro com o tema afasias o que avaliar e como tratar e como um presente aos alunos que já se inscreveram e que vão se inscrever ainda até amanhã amanhã É o prazo o limite para que possam participar do sorteio Então quem estiver inscrito até amanhã às 11 da manhã no curso de afazia que começa 5 de novembro vai concorrer a uma bolsa de 50% do valor do curso Então nós vamos sortear duas bolsas de 50% então dois
alunos podem ser presenteados e mais um cupom de conto de R 50 que poderá ser utilizado em qualquer um dos cursos da ga de cursos tá bom é uma forma de nós agradecermos a presença de vocês no Curso mas a gente precisa ter uma data limite dessa inscrição para fazer parte do sorteio por isso até amanhã eu já coloquei o link da desse curso aqui no chat Estou colocando de novo vou pôr lá no grupo de vocês e que quem quiser ir direto no site e se inscrever pelo site também está lá tá bom essa
aula de hoje amanhã eu coloco a apostila lá no nosso grupo na apostila não os slides da aula e no finalzinho aqui da aula do meio pro final eu vou colocar aqui no chat a Lista de presença então cliquem preencham a lista de presença porque quem preencher eu encaminho o certificado da aula de hoje Combinado então uma ótima aula para nós muito obrigada desfrutem desta aula já peguem o papel e a caneta e vamos lá aprender um pouquinho mais sobre a avaliação das afasias com a nossa super professora Juliana cananei juul espaço todo seu Raquel
é sempre assim você sabe o quanto eu te admiro né admiro porque eu acho Que a Raquel ela consegue trazer tudo que a gente tem hoje de atualidade ao mesmo tempo a Raquel faz muito links importantes eu falo que ela Tem se tornado muito fera Nessas questões de conseguir lincar E cada vez que você me convida Raquel é uma honra porque cada vez que eu participo de algo com você né Eu falo que a gente que diz né os professores a gente acaba aprendendo muito mais porque a troca é muito grande então eu quero deixar
o espaço aberto Aqui o tempo inteiro né vocês quiserem me chamar conversar comigo eu só peço que quando aparecer um vídeo uma fala de um paciente vocês só não filmem porque eu tenho apenas autorização para compartilhar e partilhar nesses momentos de troca né Eu sempre falo para eles que a importância de filmar principalmente pacientes no ictos ou muito recente do quadro afásico é porque é uma chance de todos os especialistas poderem realmente Verificar como essa condição Inicial Desse paciente com esse né distúrbio de comunicação adquirido e além do mais hoje é um dia extremamente importante
para nós né Hoje nós estamos eh com um mês né que pelo menos eu particularmente comemorei o mês inteiro mas a gente fala comemorar parece até algo ão assim você está comemorando mas hoje é o dia mundial de atenção ao AVC e eu observo né que nós estamos cada vez mais inseridos desde o Ictus quando eu falo ictus é desde o evento é desde da isquemia Né desde da injúria neurológica e isso é um ganho muito grande grande para nós fonodiólogo né então assim eu acredito que muitos aqui ainda não me conheçam mas a minha
formação é em reabilitação neurofuncional eu venho dentro de um hospital né em que eu fiquei durante 9 anos que era um hospital intensivo para atendimento a pacientes neurológicos Mais Especificamente os casos de AVC porque eles têm um serviço de grande excelência e ência né nacional que é um um serviço de AVC urgente em que os fonodiólogo né equipe multi ela é inserida desde o início o paciente É admitido na eh emergência do hospital já é acionado um protocolo paraa Nossa intervenção Então hoje além de ser um dia muito importante para quem reabilita esses pacientes pós
AVC é um mês em que a gente chama atenção pra sociedade que Existe vida Após o AVC e falar em afazia é demonstrar justamente isso é buscar a funcionalidade é buscar a comunicação para que esse paciente consiga ser reabilitado né com uma abordagem holística de acordo com as suas cidades de acordo com as suas demandas e nem sempre intervir nas afasias é um processo simples mas se hoje né nós tivéssemos uma enquete de todos nós que estamos aqui na nossa agenda hoje Clínica ou de Domiciliar ou hospitalar A cada 10 pacientes atendido a média que
se tem hoje nacional é que sete pacientes são pós AVC né Ela é a condição hoje de causa de maior mortalidade morbidade no Brasil e também é a clientela que maior preenche os consultórios dos reabilitadores neurofuncionais outra questão que nós precisamos salientar principalmente no dia de hoje é que o AVC ele não tem cara o AVC não é uma doença mais de idosos o AVC hoje acomete desde eh bebês na vida intrauterina Eu Já atendi e não foi apenas um dois ou cinco casos né as crianças também os jovens os adultos e os idosos então
AVC hoje ele não tem cara e a campanha hoje mundial do AVC ela salienta que a cada quatro pessoas no mundo uma será cometida pelo AVC e nós fon audiólogo estamos centralizados na questão de grande funcionalidade e repercussão para esses Pacientes porque quando se tem uma equipe multi acaba que nós fonodiólogo temos termos muito específicos diagnósticos com nomenclaturas muito específicas eu costumo dizer que os nossos parceiros colegas fisioterapeutas o médico escreve lá que o paciente tá hemiplégico eu sei identificar que o paciente está hemiplégico Às vezes eu não sei graduar a força mas eu sei
se é uma paralisia uma parestesia e com a graça em ser fon Audiólogo é que quem diz a disfagia que esse paciente tem somos nós Será que essa disfagia é apenas neurogênica tem algo mecânico tem algo psicogênico associado é antecipatória fase oral fase farin qual a gravidade e quando vem para o universo da cognição da linguagem e da fala os nossos diagnósticos são muito mais precisos E diferenciais então somos nós que identificamos se o nosso paciente é afásico disártrica Taxico se ele tem todas essas comorbidades associadas se ele tem um déficit um declínio né um
défice aqui cognitivo principalmente de função executiva impactando na comunicação Então é isso que eu vim falar aqui com vocês né Eu falo isso muito pra Raquel e eu acho que uma das coisas que eu acho que a Raquel tem um um na mente dela acho quando ela lembra de mim é porque eu sou muito Clínica né e eu saliento isso nas minhas aulas eu não vocês não Estão em contato agora com alguém que vai partilhar de experimentos algo que está dentro da academia algo que está dentro da ciência porque eu não sou pesquisadora mas vocês
estão diante de uma pessoa que atormenta os pesquisadores e eu falo isso com muito orgulho porque quando eu eu tenho dúvidas na minha prática Clínica é a eles e e assim né eu tenho uma eu falo que eu consigo ter uma boa comunicação com eles para dizer o que é que eu vejo Na clínica que a literatura não tem me respondido ou o que é que eu vejo na literatura que na clínica tem acontecido de tal maneira e isso é algo que eu aconselho a todos vocês fazerem por exemplo eu acabei de descrever um caso
que eu tô com um paciente de apenas se Dias pós AVC e que ele não se classifica nas eh clássicas de Boston então eu não consigo colocar ele em vnic eu não consigo colocar ele em brocar eu não consigo colocar ele em transcortical eu Não consigo colocar ele apenas como anômica mas quando eu vou estudar lúria eu consigo colocá-lo em Somato sensorial ou Amnesia acústica e cabe a nós que estamos aqui na clínica descrever e enviar o que a gente tem de achados depois da gente aplicar uma boa bateria de linguagem de cognição para diferenciar
os seus achados mas pra gente fomentar também a pesquisa porque isso é importante então Quando a Raquel falou vamos falar de um tema que a gente consiga levar informação levar esclarecimento e ao mesmo tempo mostrar o quanto que nós fonoaudiólogos temos um trabalho que ele é enriquecedor e diferencial no diagnóstico das afasias Então o meu objetivo aqui com vocês é para que quando se encerre esse nosso momento vocês já consigam pensar se eu não tenho uma bate da MTL Brasil o que eu posso fazer para diagnosticar o meu paciente Ou o meu paciente não é
capaz de responder formalmente a uma bateria Quais são os elementos que me fazem encontrar se eu estou diante de um paciente com uma injúria receptiva associativa expressiva ou a combinação de ambas Então esse é o nosso objetivo então muito bem-vindos a esse momento estou muito feliz muito grata espero que vocês percebam que vocês tão um canal aberto para que a gente converse aqui porque só assim nós Vamos fortalecer a nossa classe mostrar a nossa importância e dizer aqui viemos e o quanto somos necessários indispens e insubstituíveis não há ninguém que estudou tanto de linguagem como
o fon audiólogo Então nós vamos realmente abraçar essa área que tanto nos pertence então quando a gente fala de um paciente afásico aqui eu já começo com vocês com um dos slides que é assim eu falo que é o slide do meu coração porque aqui a gente já consegue perceber a Angústia e a falha do meu paciente ao tentar se comunicar então aqui Lord que era um médico que ficou com uma faia expressiva com uma dificuldade no planejamento na organização motora dos sons da fala começa a descrever o que ele percebeu que ele tinha de
reserva enquanto ele estava andando pela sua biblioteca então ele relata eu percebi que queria falar mas não encontrava as expressões necessárias o pensamento estava pronto Mas os sons que deveriam confirmar este pensamento não estavam mais à minha disposição então aqui nós estamos diante de um relato de um paciente com uma fasia expressiva em que ele é capaz de reconhecer ter input receber as informações enviar para as áreas de associação mas ele não é capaz de devolver para sua circuitaria ativa motora atualmente o que nós fonodiólogo mais temos estudado é a questão da linguagem hoje estar
pertencente a todo Cérebro a ter centros de referência que são chamados hubs unidades que ajudam a conectar as informações em todo cérebro a isso atualmente Nós estudamos a ativação da circuitaria da linguagem em conjunto com os facíl principalmente porque o mais eh comum de ser descrito é o facul arqueado que é justamente o que conecta a área de vnic à área de brocar e quando a gente falar desse tipo de conexão é porque Existe um tripé na avaliação das afasias nós tentamos selecionar todos os achados de termos neurolinguístico representações sensoriais associativas e expressivas colocando em
três bases então nós falamos sobre os pacientes que têm fluência compreensão e repetição quando eu coloco esse tripé eu consigo identificar e salientar Quais são as circuitar ou os facíl que não estão conseguindo manter esse Hub manter essa Con e Isso facilita o meu processo terapêutico porque hoje nós afirmamos que sim nós reabilitamos um afásico mas um afásico ele vem de uma sintomatologia de termos neurolinguístico Então eu preciso reconhecê-los para que eu efetivamente Trace um programa de neur habilitação então não adianta eu salientar em um laudo que o meu paciente Não nomeia isso até o
cuidador vai te dizer não adianta você dizer somente que o seu paciente não repete o cuidador também consegue identificar o nosso diferencial é saber por que que ele não nomeia é uma dificuldade de decodificação auditiva é uma dificuldade processamento auditivo central não é uma dificuldade em reconhecimento visual não é uma dificuldade em evocar a palavra porém correlacionada a semântica signo Significado e significante não ele não consegue evocar o nome a nomeação por uma falha de consciência fonológica por uma falha de Harmonia entre conectivos orais e o significado então ele tá me apresentando parafasias Que tipo
de parafasias Então é isso que nós vamos conversar hoje tá lembrando que a fazia gente ela está dentro de um distúrbio de compreensão e formulação da linguagem e que ele foi Adquirido nunca esqueçam disso nós do Brasil seguimos a acha a sociedade norte-americana de distúrbios da fala então Independente se o meu paciente tem oralidade ou está em mutismo nós iremos o classificar como afásico afazia o termo disfazia ele é muito comum para quem segue a academia alemã de Neurologia eles reconhecem que se o Paciente tem algum tipo de oralidade seja uma estereotipia um jargão mas
apresenta som Eles escrevem como uma disfazia isso não é o que nós brasileiros seguimos mas hoje o grupo de especialistas nós estudamos da seguinte maneira nós sabemos que até os 7 anos de idade é a idade cronológica de maturação biológica em que uma criança tem todo o seu processo de aquisição de linguagem quando a gente falar do processo de aquisição de linguagem nós estamos Falando dos cinco Campos linguísticos nós estamos falando de fonética fonologia sintática semântica e pragmática o que os especialistas hoje eles têm usado como nomenclatura para crianças de 7 anos abaixo que ainda
estavam nesse processo de aquisição formal dos componentes de linguagem se ele sofre um TCE se ele sofre um AVC uma anóxia uma hipóxia um afogamento qualquer injúria neurológica Que faça com que ele fique com uma alteração ou da sua recepção ou expressão da sua fala como ele estava em um processo de maturação biológica do desenvolvimento neurolinguístico aí sim nós colocamos como uma disfasia 8 anos de idade não ele é um afásico jumes ele é uma criança mas ele já estava com maturação do seu neurodesenvolvimento linguístico Ju 13 anos um TCE a fásico Eu acho que
isso Tem que ficar muito claro por a partir do momento que você tá atendendo né uma criança um afogamento e ela tinha eh 5 anos de idade nós vamos começar a tratar e até quando a gente for evoluir e colocar os nossos verbos para uma conjugação correta do meu planejamento neles Provavelmente nós estaremos num processo de habilitação e instalação ainda acima disso entra o que a gente busca tanto de Reabilitação e readaptação eu gosto muito de salientar isso porque hoje eu trabalho com que que tem inúmeros fonodiólogo e que todas as vezes que nós vamos
discutir os casos né e eu acredito que isso pode ser o diferencial hoje né do time abrace é descrever e se colocar realmente o que é que eu tenho a pretensão no meu programa de neurorreabilitação então quando a gente falar de uma afasia nós estamos falando de um distúrbio de lingu Adquirido por quê para que esse paciente tenha ficado a fásico uma injúria neurológica precisa ter acontecido tá Ju mas eu quero descrever que o meu paciente é disfágico e porque ele é um afásico anômico então não dá para eu dizer ou uma ligação Deixa eu
voltar aqui gente não dá para eu dizer Ju porque ele tem oralidade então eu vou voltar a salientar isso porque nós seguimos a acha dificilmente inclusive numa reunião No encontro de especialistas você vai encontrar alguém falando sobre desfazia Tá bom então eu acho que nós temos nós estamos numa fase que ou a gente fomenta os nossos termos ou a gente fortalece os nossos termos ou realmente a nossa área vai ficar sempre aberta tá então a gente precisa estudar e por isso que eu comecei a aula comentando que com vocês que eu realmente encho a cabeça
de quem pesquisa eu realmente encho de informações passo meus históricos passo As minhas avaliações passo os meus Marc adores terapêuticos os meus checklists porque eu não estou lá na pesquisa mas eu preciso fomentar essa pesquisa Tá certo Pode ser que daqui a pouco saiam muitos estudos e a gente mude essa forma mas hoje atualmente nós falamos dos afásicos tá então que fique claro essa questão dessa nomenclatura inicial para nós e já que nós estamos falando de um distúrbio de fala adquirido ele vem aí do nosso Paciente que teve um AVC né ou isquêmico ou hemorrágico
os nossos pacientes com tumores com alguma doença infecciosa os TC cuidado só para que a gente não confunda essa afazia que nós vamos salientar agora com a app que é a afazia progressiva primária que dentro dos eh declínios cognitivos ou né Não sei se a Raquel acho que a Raquel estava no Congresso quando falou sobre isso vai vir muito forte agora com a geriatria provavelmente a partir do ano que vem o Termo demência né que ficou muito pejorativo provavelmente agora a gente vem com tudo isso pro ano que vem com o termo como comprometimento cognitivo
maior tá então isso se dá a um movimento hoje da Sociedade Brasileira de geriatria porque o termo como demência eh as pessoas ainda trazem muito um questionamento sobre inteligência tá E hoje tem inúmeros tipos de eh comprometimento cognitivo maior e o que chega primeiro no consultório da fono ou Do fonodiólogo né são as Apps as afasias progressivas primárias quando a gente falar dessa afasia clássica que eu vou comentar aqui agora com vocês é abrupto então eu estava com as minhas faculdades linguísticas íntegras e após uma isquemia abruptamente tive um comprometimento dos meus componentes neurolinguística a
maneira abrupta tive um comprometimento Das minhas funções neurolinguística é diferente quando a gente fala de uma app em que os sintomas serão neuro evolutivos neurodegenerativos que por vezes né após uma boa avaliação Nossa nós conseguimos andar à frente de alguns sintomas mas nós não conseguimos recuperar esses sintomas essa afazia que nós vamos conversar hoje é o grupo de sintomas que quando a gente intervém de maneira cada vez mais precoce e pontual nós Conseguimos dar alta ou o paciente pode vir a ficar com uma sequela que ela é tão mínima que não afeta sua funcionalidade comunicativa
é totalmente diferente quando vocês falarem do declínio cognitivo associado as apps inclusive para classificar as apps é um pouco diferente do que a gente classifica as afasias clássicas a gente busca marcadores terapêuticos para acompanhar essa neuro evolução então eles são salientados desde o seu do seu Primeiro momento da sua primeira avaliação com o seu paciente de isso que que nós vamos agora relembrar que quando a gente tá falando de um distúrbio de lesão adquirido de fala nós vamos transformar algo que é uma função que ela sim pode ser aprendida sim ela pode ser modificada Sim
ela pode ser moldada por isso que hoje quando nós estamos em queridas desde o início os pacientes que TM outro tipo de injúria Outro tipo de sequela são beneficiados porque já há um consenso geral na equipe multi se o paciente não consegue compreender tão bem os comandos a serem executados é a velha história não adianta eu ter força na perna se eu não souber para onde e não adianta eu ter força na mão se eu não souber o que eu tenho que abrir o que eu tenho que pegar como eu tenho que pegar então quando
a gente falar sim desculpa te Interromper você a sua internet tá bem instável então tem hora que você trava a gente continua te ouvindo mas a sua imagem fica travada e o slide ele tá fica todinho desfocado tem sair entrar novamente eu vou tentar fazer o seguinte eu vou mudar de lugar você consegue me esperar parar menos Vamos aí então todas as vezes que a gente lembrar da questão da afazia que é um distúrbio de linguagem adquirido nós Vamos lembrar que a gente sim reabilita uma função que ela pode ser aprendida prendida reorganizada E por
que que isso é tão importante a gente salientar Porque hoje o nosso basal linguístico traz muita funcionalidade pro nosso paciente O que adianta eu ter força nas pernas se eu não sei para onde ir O que adianta eu movimentar bem as minhas mãos bem os meus dedos mas se eu não sei o que executar e quando a gente fala sobre Isso nós temos que lembrar que a linguagem que é composta daqueles cinco Campos ela é precedida de todas as informações que são sensoriais para reconhecimento para decodificação para recebimento para organização para armazenamento para depois sim
serem planejadas e exec Se a gente lembra dessa questão hierárquica nós vamos lembrar o porqu que nós insistimos tanto na neuroplasticidade e porque também quem trabalha com a fazia Levanta a bandeira que oralidade não é o único jeito de comunicar então uma expressão facial comunica gestos comun eh desenhos comunicam escrita comunica e o nosso papel primordial identificar onde estão as reservas para maximizar os Facilitadores da comunicação o grande diferencial de um fun audiólogo frente aos outros profissionais é a capacidade que nós temos em ter uma aprendizagem sem erro com os nossos pacientes por nós conseguimos
aumentar as chances e as possibilidades do nosso paciente comunicar sem ficarmos presos à fala a oralidade se nós entendermos bem isso nós conseguimos amenizar a falha comunicativa do nosso paciente ou Outro ponto importante é Entendermos que nós não estamos em busca apenas do erro do paciente se eu ficar o tempo inteiro focando no que ele não faz eu vou perder uma grande janela terapeutica de saber o que ele pode proporcionar de execução então lembrem-se todas as nossas informações todos os comandos que alguém oferta para um paciente durante um programa de neuroreabilitação envolvem linguagem então não
abra um mão De você dentro de uma equipe para que o paciente entenda por exemplo que ele precisa levantar da cadeira ele tem que entender o conceito de cadeira ele tem que entender o que é esse verbo a ação do levantar e ele também precisa entender que ao executar ainda mais que vai ser um movimento repetitivo essa musculatura dele também vai performar a partir do momento em que esses comandos que são linguísticos forem também estabelecidos Caso contrário você vai ter lá um fisioterapeuta que fica levanta e abaixa levanta e abaixa levanta e abaixa mas o
porqu do levantar e sentar Qual a funcionalidade disse pro paciente então nós estamos o tempo inteiro envolvidos nesse processo de reabilitação dito isso eu acho importante a gente salientar que a nossa busca hoje por esses processos de circuitaria e de conexão se dá pela forma como a Linguagem é recebida por todo o nosso córtex Então nós não vamos apenas ter um paciente que está disfuncional em uma área nós vamos ter ou paciente que ele está disfuncional em uma execução ou em uma recepção ou em uma associação e que nós acreditamos tanto no nosso processo de
neuroplasticidade que nós conseguimos auxiliar novas conexões aos nossos Pacientes isso para nós é tão importante hoje que a neuromodulação Ou seja que a tms que a tdcs que a fotone neurobiol tem um impacto muito grande pros nossos pacientes porque para quem consegue mapear as funções corticais e as funções subcorticais entende que o nosso corpo o tempo inteiro é a aferência ativação depois ele é armazenamento decodificação associações Programação para depois acontecer a eferência e que se eu consigo verificar onde estão as reservas eu consigo amenizar a falha do meu paciente porque nós reabilitadores precisamos entender eu
vou reabilitar diretamente na falha eu vou fazer uma Compensação eu vou realizar uma substituição e você só consegue determinar isso se lá no seu construto da avaliação você identificou o porquê que não é executado então quando a gente Faz as áreas de associação e a gente entende que elas estão o tempo inteiro interligadas e as associadas no nosso processo de linguagem se eu tenho um paciente que tem uma alteração importante na região préfrontal eu já sei que a dificuldade dele maior será no planejamento Nas questões de pensar em ponto modo articulatório porém eu tenho que
lembrar que essa área Isoladamente não faz a função completa da fala porque as outras áreas trabalharão em conjuntos há uns anos atrás nós éramos chamados de localizacionistas onde estivesse o local de lesão onde estivesse a injúria já era determinante o tipo de disfunção que o paciente tem hoje nós sabemos que o nosso paciente principalmente na fase sensível está na resolução de diás queses O que é uma resolução das diás queses assim que Acontece a injúria neurológica o cérebro organicamente tenta tenta ser funcional tem uma seta para cima uma para baixo uma para um lado outra
pro outro e aquela imagem da ressonância parece não condizer à alteração que o meu paciente apresenta nesse momento e ele vai me apresentar de uma forma diferente porque organicamente ele está tentando recapar esse circuito reconectar esse circuito então por isso que nos três primeiros meses apresentam tantas falhas do Componente de linguagem e é por esse motivo que os três primeiros meses são o diferencial da reabilitação uma estereotipia consegue ser amenizada muito melhor nos três primeiros meses do que em um paciente que está a seis a um ano com uma estereotipia Então a nossa busca de
intervenção precoce É por isso porque a gente sabe que o quanto antes mais eu consigo reconectar e esse conceito gente é o Conceito mais atual que nós temos que é de de áreas funcionais de linguagem associado ao conceito de lúria que não é atual lúria está há anos descrevendo que nós temos a primeira unidade funcional que é considerada a unidade de tono e vigília o que que é tono estado natural de um músculo se eu contraio quer dizer que eu estou avaliando no um momento de ação Eu já mudei o tonos quando eu avalo em
repouso eu avalio o estado natural desse músculo e a primeira unidade de Lúria que é a unidade de Formação reticular que fica no tronco é onde tem também o que nós chamamos de funções neurovegetativas que é o respirar que é o deglutir que quando o meu córtex está aqui desconectado Eu ainda continuo deglutindo Eu ainda continuo respirando E aí ele fala e salienta que todas essas informações que vê oriundas dessa primeira unidade chegarão até o córtex para serem Analisadas para serem armazenadas para serem associadas e reconhecidas por isso que quando chegar na segunda unidade de
lúria que é essa informação que veio da Periferia para ser analisada então por isso a questão da aferência nós teremos áreas que irão representar toda essa análise Então eu tenho uma análise primária visual que enviará para uma análise secundária visual que enviará as Informações para uma área terciária conseguir lá e rebuscar essa informação lure é o que mais nos ajuda no processo de anomia dos nossos pacientes então por exemplo eu mostro esse objeto sem ter nem algo clarão dessa forma pro meu paciente e é um paciente de 95 anos eu pergunto para ele o que
é isso ele fala para mim que é uma calculadora você na sua quantificação ou seja na sua análise quantitativa que é o acertou ou errou Você vai marcar que ele falhou ele errou na Evocação Porém para todas essas respostas há uma análise que ela é qualitativa na análise qualitativa você tem que levar em consideração que o formato desse objeto parece com o formato da calculadora você precisa levar em consideração a forma a identificação da forma Então você não vai dizer que o seu paciente pode ser que ele tenha errado Porque ele não sabe não pela
forma ele fez um tipo de descrição e quando a gente falar em reconhecimento nós sempre utilizaremos um termo um termo chamado gnose gnosia e todas essas entradas hierárquicas passarão por esse processo de gnose então nós temos a gnosia que ela é visual nós temos a gnosia que ela é auditiva nós temos a gnosia tátil simultâneo agnosia de situações Então a nossa busca pelo diagnóstico diferencial É entender o que foi que aconteceu na falha e no construto da avaliação se o meu paciente Diz para mim que é uma calculadora Provavelmente quando eu tiver que fazer uma
análise diferencial em que eu tiver que acrescentar algo a mais para avaliação se eles barra sempre na gnose visual eu vou abrir mais uma avaliação só para reconhecimento visual que vem desde forma simples depois vem de formas combinadas até chegar sobre a Funcionalidade usual de formas que é muito correlacionada à transição da circuitaria que ativa região ocip região parietal com a região temporal que quando a gente for falar sobre as associações nós ficamos muito ligados nessa segunda unidade Porém quando a gente for falar na Evocação na execução Na expressão nós vamos lembrar da terceira Unidade
então por isso que lúria justifica o nosso processo terapêutico Em alguns momentos no meu programa de neuroreabilitação Eu costumo colocar se eu estou focada na primeira unidade segunda unidade na terceira unidade isso faz um diferencial quando eu quero Até que a família entenda por exemplo o porquê que eu solicitei com que eles fizessem a discriminação de sons longos curtos que fizesse a eliminação de sons ambientais de sons vegetativos para Depois eu chegar na discriminação de sons da fala e isso eu estou pensando nessa forma nessa forma que ela é hierárquica do processo de aquisição no
paciente que eu falei para vocês que tem uma afasia amnésica acústica ele tem uma excelente entrada da escrita e como que eu descrevi isso porque no meu construto da avaliação quando eu tirei a entrada auditiva e maximizei nas entradas visuais de escrita e de figura ele teve uma melhor Performance então eu já sei que eu vou ter que iniciar com ele nas entradas no reconhecimento na discriminação Mas se eu não tivesse seguido o meu protocolo provavelmente eu colocaria lá que ele tinha uma fasia muito importante muito mais grave do que ele tem mas eu consegui
identificar as reservas dele porque como eu disse lá no início vocês não são apenas avaliadores vocês são reabilitadores em busca de Funcionalidade dizer que Fulano não consegue todo mundo vai dizer você só reabilita bem Se você souber o por que ele não executa e trazer isso paraa aplicabilidade Clínica funcional do seu paciente outra questão que é importante né se eu fosse vocês eu tirava um print isso aqui é o que a gente tem de mais atual hoje de estudo sobre linguagem é pensando e que vem realmente de lúria que são os facíl que é a
conexão das Áreas por isso que o nosso paciente às vezes dá um um as respostas que são totalmente contrárias vocês Imaginem que né Se alguém aqui gostar de estudar tractografia então a gente faz tractografia e verifica que a área de brocar está ilhada você verifica que o seu paciente o facul arqueado dele tem uma falha de conexão Mas será que é apenas o facc ar iado que vai ser responsável para organizar a expressão do seu paciente Não se você aqui for um neuromodulador saiba que hoje você precisa entender da correlação dos faccos para você compreender
o mapeamento cortical do seu paciente para que você escolha os pontos alvos até para você pensar em excitação inibição até para você pensar se você não quer inibir nada no córtex se você colocar inibição totalmente extra corpórea se você entende por onde os facíl passam você consegue promover a Excitação melhor do seu paciente porque hoje quem estuda muito neuromodulação já sabe estimular buraco negro não te faz conexão com facíl que a gente precisa ter foco é o facíl longitudinal superior por ele vai conectar áreas frontais com a temporis se você Justamente não consegue a conexão
entre ver brocar falhou essa região mas o seu paciente pode ter outra conexão que vai maximizar a função então por isso que assim gente às Vezes eu posso estar um pouco repetitiva Mas ou a gente Toma Posse desses novos conceitos de reorganiza do córtex ou a gente vai continuar mostrando a figura do pato para quem nem quer saber onde tá o pato a gente vai continuar mostrando figura de frutas para quem não vai ao supermercado fazer compra então a gente precisa entender sobre os facíl sobre funcionalidade para promover uma terapia que atenda à necessidades do
seu Paciente tá e aqui está a Tríade que eu comentei lá no início para vocês então Sim nós vamos focar na fluência na compreensão e na repetição isso aqui é diagnóstico hoje diferencial quando eu não sei o tipo de afazia eu preciso profess identificar pelo menos se ela é fluente ou se ela é não fluente E aí eu já quero deixar algo gritante aqui para vocês fluência não está correlacionada se eu entendo ou não Entendo o discurso vou falar isso três vezes fluência não está correlacionada se eu entendo ou não entendo o discurso fluência não
está correlacionada se eu entendo ou não entendo discurso Por que Ju porque fluência quando nós estivermos falando de afazia está correlacionada com a facilidade Articulatória com a agilidade articulatória com aquela pessoa que não precisa exigir muito esforço para emitir algum som para evocar alguma palavra por jargão que eu não entendo nada que é um amontoado de parafasias é um discurso fluente estereotipia que eu Provavelmente vou conseguir decodificar principalmente se for uma estereotipia automática do grupo dos Automatismos e ele é não fluente então isso precisa ficar muito bem claro para nós foram audiólogo tá Raquel Você
levantou a mão eu levantei porque tem duas perguntas aqui uma da Mirela que é o que é tractografia Uhum é só essa Mirela que era sua e o André perguntou o que é lúria tractografia é o estudo que hoje se faz associado à ressonância magnética faz ao mesmo tempo porém o Médico precisa solicitar que ele está eh que o pedido é uma ressonância com tractografia a ressonância a gente consegue verificar se esse paciente tem alguma lesão alguma alteração em uma área então a gente vê aquela imagem né Eh que aquela região ali tem uma sequela
O que que a tractografia faz a avaliação da conexão dos tratos que é justamente os fios que ligam esses circuitos esses Hubs nobres esses facíl uma das imagens de tractografia é essa daqui e ela é linda olha como ela é maravilhosa em que a gente vai verificar se há uma conexão ali do corpo caloso se há uma conexão entre o facíl arqueado então conecta a área de brocar com área de vernique Então hoje é o que nós temos de mais atual para verificar quando uma área está ilhada por exemplo eu ficava batendo muito na tecla
de um paciente que desde o início eu consegui Identificar que ele tinha compreensão Ele só não tinha formas de expressão então ele não tinha uma Face com o controle para se expressar ele tinha né Ele tava tetraparético mas o olhar dele era muito expressivo e ele modificava a sua forma né de expressão com o respirar um pouco mais profundo e ele também fazia a varredura ocular que é o primeira análise que nós temos quando a gente tá falando de entradas Então ele acompanhava só que todas as vezes que eu falava isso alguém me chamava de
louca falava Ju não é possível né Ju a a ressonância dele é gravíssima porque ele é um TCE muito importante até que entrou um fisiatra que ele é extremamente eh preocupado com essas questões de funcionalidade e e ele estuda muito paciente locket que é a síndrome do encarceramento então ô gente Desculpa então esses eh esse médico em si pediu Uma tractografia quando ele pediu a tractografia a área de brocar e a conexão principalmente entre as informações que ele recebia com as áreas motor estavam ilhadas e eu nunca me esqueço que o médico falou assim Ju
Parece que realmente você tinha razão em alguma coisa porque às vezes quem vê comunicação é sempre nós né e eu atendo gente pacientes graves assim o meu negócio é atender os pacientes Eu amo Atender paciente Locked in então aquele paciente que tá com a disfagia grave trac estomizado amo decanular essa é minha praia né eu gosto desses atendimentos como eu também sou enlouquecida pelas afasias Então quem tem muita eh consegue ver esses pacientes mais graves acho que consegue ter um olhar melhor para essa funcionalidade então a tractografia hoje consegue trazer para nós mas é assim
viu tractografia você vai ter Neurocientistas que aprovam e você vai ter neurocientistas que que desaprovam por tratar e dizer que pode ter muito viés muita interferência muito artefato tá porque é feita ali junto com a ressonância Mas hoje ela é um apoio para lugares que não tem um pet scam funcional porque se a gente o dia que chegar para nós e todo mundo tiver acesso a um petem funcional pode ter certeza que até os nossos achados né e e linguísticos terão muito mais evidência Para nós tá porque imagina a gente aplicar uma MTL Brasil enquanto
faz a ressonância do paciente eu verificar realmente Quais são as áreas que são acionadas quando eu peço uma nomeação quais as áreas que são acionadas quando eu peço para ele repetir pseudo palavras Então seria o máximo Tá então isso é tractografia A análise do dos tractos que são os que fazem a ligação entre esses facíl eh e outra quando o médico né Eh Solicita ele costuma sempre gente associar o nosso exame Então acho que eu nem falei a palavra teste aqui ainda com vocês Eu quase não falo que eu vou aplicar um teste acho que
eu falei muito para vocês bateria protocolo ou exame e eu costumo falar passem pro paciente assim como você fez um exame de imagem uma ressonância você fará comigo um exame funcional então isso aqui é para eu mapear todas as suas funções e elas Terem um encaixe com que a gente consegue visualizar Na ressonância então por isso é tão importante para o médico que eu Entregue toda essa sua avaliação por se você fala teste gente ao final o que que o paciente vai te perguntar qual foi minha nota se eu passei e você não tá aplicando
ali um teste você tá fazendo um mapeamento funcional do seu paciente tinha mais alguma acho que tinha alguma coisa do lúria não tinha Quem era é só é ele queria saber quem é ou o que é lúria e só para fechar aqui do tractografia você sabe se já faz pelo SUS não eu não eu vou ficar te devendo essa informação mas não é algo que vai ser difícil de chegar porque hoje já tem neuromodulação pelo SUS é né então a tractografia hoje ela ganhou força né no universo da neurociência porque a neuromodulação também está com
muita força nesse universo da neurociência Então elas se correspondem eh outro assim viu Raquel que o último curso meu último curso agora atual é sobre é sobre eletroencefalograma quântico tá que é outra área também que quem gosta de neurociência pode começar a pesquisar porque a tractografia você vê o desenho dos tractos Então essa ligação o eletroencefalograma quântico você vê a capacidade que está ali funcional como se fosse um Eletrocardiograma em cada área do cérebro do seu paciente então se ele tá produzindo ondas né maiores Em qual região se isso se essa falha dessas ondas tá
causando um desequilíbrio funcional e eletroencefalograma quântico o fonodiólogo pode laudar tá agora tractografia não eletroencefalograma depois que você fizer vários cursos e vou falar por mim tá Eu já perdi as contas de Quantos cursos de laser eu já Fiz eu já perdi as contas de Quantos cursos de bandagem eu já fiz eu já perdi as contas de quantos curso de neuromodulação eu fiz e acredito que vou continuar fazendo quanto mais aparecer eu vou continuar fazendo né então e eletroencefalograma eu fiz o curso mas hoje eu Juliana ainda quero fazer mais eu sou muito curiosa Tá
mas eles nos dão e eles nos dão essa base para que a gente Entenda como está a ativação do córtex do seu paciente e como está essa Comunicação entre regiões corticais subcorticais e o lúria ele é considerado o pai da neuropsicologia eh a área que eu atuo né então sou especialista em neurofuncional e neuropsicologia e hospitalar Então eu fui da primeira turma acho que eu já falei isso pra Raquel da primeira turma de reabilitação cognitiva que teve e nessa turma tinham eh psicólogos neuropsicólogos terapeutas ocupacionais fisioterapeutas educador físico Pedagogos porque era pra equipe multi e
a o nosso conselho nos rege nos tge sobre a nossa atuação em neuropsicologia então lúria é um neurocientista um pesquisador que ele foi evoluindo o quadro de estudos sobre a funcionalidade no cérebro então nós começamos por exemplo com neurocientistas que acreditavam que cada área tinha um tamanho diferente quando fala em tamanho é sobre robustez mesmo não é como a gente vê Hoje de comprimento por exemplo eles acreditavam gente que uma área era igual uma azeitoninha e a outra era muito sobreposta e enorme depois eles começaram a fazer pesquisas sobre áreas totalmente isoladas então por isso
que nós éramos considerados localizacionistas porque eles não conseguiam conectar todo o nosso cérebro eles acreditavam que era tudo isolado e E aí veio lúria que falou sobre a questão da Hierarquia funcional então ele fala que nós temos células gente né que elas são eh puramente para uma função nós temos outras né que essas puramente são consideradas do tudo ou nada depois nós temos outras que são multimodais então ele é o pai dessa questão de conexão e o que eu tô mostrando aqui para você é como procedeu a neuroevolutivo tá E hoje o conceito mais moderno
que nós temos são os facíl e Quem atende muito esses pacientes afásicos consegue compreender por quê por conta das estereotipias dos jargões por conta de ecolalia Por que meu paciente não sai da ecolalia Que tipo de conexão tá acontecendo que ele não sai da ecolalia então por isso que lúria é o pai da neuropsicologia quem quiser estudar muito sobre lúria o melhor livro chama-se fundamentos de lúria então é um Livro sobre introdução à neuropsicologia é maravilhoso tá então grandes estudiosos que nós temos na área de neurolinguística na área de neuropsicologia tem lúria como base fundamental
paraa ativação de circuitaria respondido Raquel Tem mais alguma coisa super respondido muito obrigada Podemos seguir e eh além então afluência vou falar de novo não está correlacionada se você entende ou não Agora a compreensão sim e a compreensão na sua no seu construto da avalia nós não vamos avaliar apenas a compreensão oral é necessário você fazer a compreensão escrita a compreensão logográfica a compreensão gestual jui Por que que você tá salientando isso porque você pode ter um paciente que não consegue ter uma boa decodificação auditiva tem um distúrbio do processamento auditivo central porém Quando você
entra com a parte de compreensão visual escrita é uma boa entrada de comunicação e se você não faz esse construto da avaliação para entender Qual é a alteração de compreensão você perde janela terapêutica Então a gente tem que aprender a isolar então se eu tô fazendo compreensão oral não tem nada escrito para dar ali como pista e facilitador se eu tô fazendo compreensão escrita anula oralidade ele vai ler e ter que apontar Se eu estou agora fazendo compreensão logográfica de figuras sai a escrita a palavra escrita sai a oralidade se eu estou fazendo agora uma
compreensão com ele de formas né a mesma coisa eu não vou escrever eu quero ver primeiro se ele vai parear eu quero ver se ele vai conseguir além de varar também classificar então isso tudo é importante Quando você diz que seu paciente tem alteração da compreensão se eu for sua mentora você tiver discutindo um caso Comigo você pode ter certeza primeira coisa que eu vou te perguntar é que tipo de alteração de compreensão você encontrou você não precisa ter dúvida se você me manda seu relatório só tá lá escrito alteração de compreensão ah gente é
certeza que eu vou te questionar tá porque é isso que te faz um diferencial e a repetição a repetição nesse tripé aqui ela é um pouco mais simples puramente porque nós temos um Grupo de afasias que até o médico escreve isso lá assim ó aia transcortical E por que que ele escreve transcortical porque ele aprendeu na residência que se o paciente repete é uma fasia transcortical mas ele não sabe se é uma uma fasia transcortical motora se é sensorial ou se é mista ele vai lá e põe a fazia transcortical tô falando isso por experiência
própria de quem ficou 9 anos dentro do hospital eles iam lá e escreveram a fazia transcortical Quando eu li eu já sabia eu falei ah porque o paciente repetiu só que isso que é o construo e a beleza da nossa atuação gente o por que ele repetiu é uma ecolalia ele está mas ele não consegue ter o signo significado significante ou então ele não repete por uma alteração da transposição auditiva fonoarticulatória porque ele tem uma agnosia auditiva uma surdez verbal não Ju não é isso ele não repete porque ele tem alteração de consciência fonológica ele
tá fazendo muitas trocas de surdo e sonoro na Ju ele não repete ele até tem uma decodificação auditiva sabe fazer a questão da consciência fonológica mas ele está com uma apraxia buc fonatória então de novo não adianta só escrever que o paciente não repete Vamos aumentar o nosso construo da nossa avaliação tá e o que que é que nós já sabemos que é comum em todas as as Afasias todos eles são anômico eles têm dificuldade em encontrar o nome correto o Que Nós fonodiólogo faremos é é uma dificuldade de signo significado significante que que é
essa anomia dele quando você mostra um objeto ou seja uma nomeação por confrontação visual ele executa porém ele é anômico no discurso tem uma uma diferença gigantesca se eu mostro o objeto e ele consegue evocar é sinal que Ali onde lúria descreve entre primeira segunda e terceira unidade está acontecendo e é uma pista ele necessita do concreto ou seja ele necessita ver a forma porque Ele ativa todas as suas circuitar e consegue evocar Porém quando ele está sozinho quando não tem o concreto que o discurso vai envolver coerência vai envolver coesão vai envolver poder argumentativo
vai envolver flexibilidade do pensamento isso tudo está dentro da função Executiva ele falha Então esse é o paciente que eu não vou ficar mostrando as coisas para ele perguntando o que é se você tiver fazendo isso ele tá olhando para você e pensando meu deus o que esse fonodiólogo acha que ele tá me tratando porque ele sabe você vai ter que trabalhar função executiva com ele mas como que você entendeu isso por conta do seu construto da avaliação tá então anomia é o que todos Os nossos afásicos t em comum e na avaliação não esqueçam
precisamos ter uma boa análise da história toda do seu paciente gente eu pergunto Quais foram os primeiros sintomas foi um AVC eu sei que meu paciente teve um AVC foi um wakeup foi assim que ele acordou não ó ele acordou e depois de tantas horas ele foi levantar e a perna falhou por quê já quero dar a primeira dica para vocês a fazia sensorial não tem alteração motora a fazia pura Sensorial a vnic a transcortical sensorial o paciente anda o paciente consegue ter bom equilíbrio porque ele não pegou áreas motoras agora as afasias expressivas ah
essas vão ter uma uma paralisia braquifacial pode ter uma hemiplegia importante é um paciente que pode ter uma dispraxia ou uma apraxia não somente fonatória de fala ele pode ter uma apraxia ideomotora ide Atório Então quando você pergunta sobre os avd as atividades de vida diária a família vai falar para você ele até sabe que quer colocar essa camisa mas ele se enrola todo ele não sabe se põe primeiro esse braço Coloca ela de frente se te fala isso você já vai lembrar assim Opa o que que é que tá acontecendo com esse paciente mas
você tem que fazer um construto da avaliação porque a práxico te compreende a práxico sabe o comando simples que você está oferecendo para Ele você só fala que ele é a práx se ele entendeu o que você solicitou senão você vai pro campo da compreensão também aí Além de pensar no ato motor você vai pensar na gnose no reconhecimento na decodificação tá então eu sempre peço gente para levarem todos os exames complementares questiono tudo sobre a história familiar individual desse paciente e aí sim venho paraa avaliação específica e agora para vocês ficarem chocados se for
nos três Primeiros meses principalmente no primeiro mês a pacientes que não vão responder formalmente à bateria você precisa fazer o diagnóstico informal mas o informal não quer dizer que não tem marcadores Por quê você vai fazer naquele tripé discurso compreensão e repetição e você vai anotar aquilo que o seu paciente consegue ou não executar E qual é o facilitador por que que eu estou dizendo sobre isso porque o dia que nós for Ólogo conseguirmos todos para que seja isso Unificado ter marcadores terapêuticos eles param de dizer que a gente tá indo lá só para falar
com o papai Para de dizer que a gente põe música só vai para escutar música com papai para de dizer quem é da disfagia que vai lá e faz massagem isso para mim é a maior facada no coração é falar que eu faço massagem falar na minha frente gente essa que vai ganhar uma resposta assim ó Educadíssima mas imediata tá então nós só vamos unificar isso se todos os fonodiólogo o marcador terapêutico então por exemplo estava em mutismo isso é um marcador sai im mutismo Com quanto tempo gente isso é importante tá paciente consegue e
evocar automatismos quais são eu tenho paciente grave gente brocar que eu costumo a rever Quantas palavras estão instaladas por mês às vezes eu vou passar dois meses sem novas palavras mas vai tá lá Escrito que não foi possível instalar Mas qual é o quadro fonético fonológico dele o que é que ele tem de instalação de fonemas o que é que ele tem de omissão por que ele tem de omissão aprendam a dizer isso aí você ganha feito senão você vai continuar sendo que vai lá fazer careta com o pai dele vai lá para ficar mandando
falar pá p p p p p pá para quê Qual o seu objetivo tá bom vocês viram que eu tenho um pouco de desabafo no meio das aulas né mas é que Ao mesmo tempo eu queria assim que todo mundo fala começasse a usar os termos que são nossos pra gente ganhar respeito Ninguém ganha respeito no grito Ninguém ganha respeito brigando sabe como que a gente ganha respeito mostrando o nosso trabalho mostrando a nossa importância e tomando posse do que é nosso tá não deixando por exemplo a neuropsicologia entral ou a terapia ocupacional Mas se
a gente não fizer eles vão entrar como é que faz então façam por Favor né então na avaliação informal nós vamos ver se o nosso paciente está orientado no tempo espaço pessoa análise do discurso Como está a iniciativa de comunicação ele não tem iniciativa eu que preciso provar provocar o discurso o discurso necessita ser provocado ele tem troca de turno ou não ele não tem troca de turno é um paciente que é logorreico verbo reico anosognosia é jargonofasia temática iniciado e sempre gente a Disponibilidade lexical peça para ele te dizer o número de animais que
ele se recorda em um minuto depois peça para ele dizer dizer palavras que começam com o m não são válidas nomes próprios e nem xingamentos ou coprol alas tá nós não ficamos dizendo que o paciente Olha eu não vou atender o paciente não para de me xingar ó Doutora esse paciente só xinga nós da neurolinguística da neuropsicologia dizemos que o paciente é coprol nós não dizemos que o paciente tá Fora ó esse paciente é frontalizado tá fora da casinha não gente o paciente é anosognosia formal ela é delimitada na compreensão oral escrita expressão oral escrita
entra tudo gente cópia ditado cálculo a linguagem espontânea repetição a nomeação cópia e ditado do seu paciente Um dos que a gente usou durante anos mas agora a gente tem ele traduzido e totalmente randomizado para nós para que a gente possa comparar com a faixa Etária e a escolar ade dos pacientes a MTL Brasil então a Boston durante anos quando você ia pesquisar sobre os artigos você sempre iria verificar qual como foi eh a o perfil linguístico na bateria de Boston Então ela entrava desde o Boston name que são 60 figuras para serem nomeadas mas
por exemplo Gente aqui tem esquilo tem aspargo tem Aquarela que não é comum aqui para nós e os nossos pacientes não Vão responder tá mas hoje às vezes Em alguns momentos eu uso ainda a Boston porque ela tem algumas coisas mais complexas quando a gente fala de compreensão principalmente compreensão de texto e Evocação tardia para análise da memória tá hoje a gente que trabalha com linguagem tem que entender de função executiva às vezes seu paciente tem um componente de linguagem mas ele não consegue se organizar e o principal problema será a questão da função Executiva
Então essa é a bateria hoje atual que nós mais utilizamos é a MTL Brasil tá a única observação que eu faço e ele é um buraco que não é apenas dentro da fon audiologia dentro da neuropsicologia também nós não temos ainda uma bateria para avaliar nossos adolescentes então gente de 13 até 18 anos nós não temos com o que comparar porém eu aplico a MTL Brasil só que eu não tenho aquela minha tabela para comparar com o paciente de 16 anos por Exemplo tá E também hoje a gente tem uma falha na neuropsicologia na fon
audiologia que são os pacientes acima de 75 anos mas eu aplico num paciente de 80 de 90 Eu só não vou conseguir comparar com a tabela Tá certo e eu deixo isso descrito no meu laudo Porque ela foi o público alvo dela em que eles conseguiram fazer o comparativo e descobrir o perfil linguístico cognitivo é entre 19 e 75 anos tá E ela outra coisa que ela nos Traz que é magnífico é você saber a gravidade dessa fasia porque por exemplo para nós às vezes Ah o paciente só errou um é uma fasia leve Quando
você vai colocar o score Z que é a pontuação dessa bateria que é você saber a quantos desvios padrões o seu paciente está ou seja você tem aqui um padrão quantos desvios o seu paciente está então por exemplo errar um Talvez ele já está um desvio padrão e já não é uma fasia leve então por isso também que a MTL é muito Boa nesses achados para Nós tá Nós temos outra bateria maravilhosa que é a bateria Mac bateria de avaliação do Hemisfério direito lembra gente nós buscamos um balanço cortical saudável constante hemisfério esquerdo excita e
inibe alguns momentos funções do Hemisfério direito direito excita e inibe alguns momentos quem mais faz essa conexão é o corpo caloso né então ele conecta esses dois hemisférios o conceito de Neuromodulação ele cresceu tanto por conta dessa questão do Balanço cortical saudável da busca incessante pelo equilíbrio entre as duas áreas e a bateria Mac é a bateria de avaliação do Hemisfério direito porque o hemisfério direito é aquele que fica o paciente quando tem uma alteração de hemisfério direito é o paciente literal é o paciente que por exemplo você diz para ele nossa vai chover canivete
ele põe a mão Na cabeça se esconde embaixo Porque ele acha que vai chover canivete você diz Entrei pelo Cano ele te imagina entrando pelo Cano tá então são pacientes que no discurso a oralidade eles têm uma disprosodia muito acentuada Então são pacientes monoite monolin sem tanta emoção na voz são pacientes que T alteração gnósico gnosia né eles eh tem falha no reconhecimento de faces isso chama-se prosopagnosia um livro que eu gosto Sempre de sugerir né pros familiares e até pro paciente Principalmente quando ele está num quadro né de declínio cognitivo bem Inicial é o
homem que confundiu a mulher com chapéu isso é da prosopagnosia eles têm dificuldade em localização então é muito essas questões de ignos e também das questões literais quando a gente fala em comunicação Então umas reflexões importantes gente sempre pensem na entrada Nas áreas de associação e na saída dito isso olha um resumo para vocês quando a gente fala em afazia receptiva como é que está entrada prejudicada que vai impactar no conteúdo semântico do discurso não é no conteúdo articulatório como que estará o output a saída parece falar sem dificuldade articulatória confluência eu não tô entendendo
nada mas ele não fica hesitante não fica tropeços tá como que estará o discurso então um discurso Fluente rico em entonação e prosódia porém a manutenção da temática do discurso é prejudicada e ele é logorreico não para de falar e tem uma produção com jargões e olha só posso não compreender o que o paciente diz mas percebo que não há esforço para falar olha o um exemplo aí eu vou pedir para vocês não gravar Olha essa e a então nós estamos frente a uma senhora Com discurso fluente jargon não tem alteração articulatória que eu falo
de hesitação de ensaio parece que ela falando uma língua estrangeira não titubeia para falar não faz nenhuma movimentação associativa da face movimenta as mãos põe entonação como se tivesse tudo ok essa é uma paciente com a fia de vnic E outra ela é anosognosia querer se autoc corrigir ela ia perceber que a fala dela é uma fala que ninguém Entende mas ela nem percebe isso então ela nem reconhece a sua própria alteração Olha só um outro exemplo que a gente fala quando a gente vai colocar tudo sobre o discurso então o discurso dela é fluente
logorreico anosognosia uma jargonofasia ritmo e entonação de fala parece que estão adequados acompanhados por gestos e expressões faciais não mantém a temática iniciada tem uma alteração o quê grave do Processamento auditivo central com comportamento de surdez verbal mesmo na prova de Economia verbal e apoio na escrita ou na leitura ela a gente não consegue sustentar a comunicação porque ela tem muita dificuldade em conhecer até o que a gente tá solicitando então eles falam falam falam com jargões a gente não entende nada eles chegam a achar que o problema somos nós já aconteceu uma vez comigo
da esposa ser levada pelo marido Para fazer uma audiometria e uma ressonância porque ele ficava porque assim o jargão Às vezes tem uma outra palavra que a gente entende ele ficava irritado falando que ela tava com problema e ela tava ficando surda porque quem não entendia era ela então eles não reconhecem as suas próprias alterações e aí Olha o oposto a fasia expressiva o input a entrada tá preservada então ele compreende o que você fala o output dificuldade na programação motora da Fala o discurso é não fluente hesitante parece ter uma gagueira neurológica uma disartria
ou uma praxia de fala isso aqui nos casos mais graves tá então há um esforço para falar olha o outro exemplo que que eu corre correi tudo o o mafel olha as editações ia tudo ia só só eu pegou o louvar louvor eui tudo foi onde o senhor tava Quando aconteceu aonde eu tava no panho eu vi as parafasias fonêmicas no panho no ele derou uma uma pedra el uma pedra que Bateu é no carro no carro tava no carro ó tava no carro elea perguntando meu aí só eu só eu só eu Toinho eu
tava doidinho aí eu arrumou pronto aquele c Então se vocês observarem a diferença esse senhor a gente entende só que ele tá hesitante parece uma gagueira neurológica ele tá tendo esforço para falar mais do que a outra a outra gente você não vê nem carete Mamento e ela eu vou voltar de novo para ficar muito claro para vocês verem Olha a facilidade dessa mulher beijar a boa mexer a boca olha o ritmo Olha a enção e a espor e ela do do Biscoito O que que está acontecendo nessa cena quem que você está vendo aí
eu a vocês Ach que ela ela não tá então assim é muito Complicado a gente estabelecer o discurso com essa tá mas ela não faz esforço para falar gente ela para Só que essa daí já tava num processo de tratamento também o início ela não dava nem essa pausa para ouvir e tentar decodificar Mas isso é um clássico de um jargão ela não faz esforço para falar o outro gente parece uma gagueira neurológica a dificuldade o uma uma ia ia tudo tudo e ia só só eu eu louvar louvou ó ele tentando encontrar Como que
faz onde o seu tava Quando aconteceu e esses aqui costumam ter automatismos então Ó eu sei tudo né É eu sei tudo mas não consegue dizer tá então esse é um paciente que é o discurso não fluente necessita ser provocado então alguém tem que ficar sempre provocando para ver se ele responde para ajudar nas respostas então apresenta as respostas automáticas mas nem sempre são generalizadas ou seja não consegue generalizar pro discurso demonstra Compreender Os questionamentos modificando expressões faciais emitindo sons guturais tem tentativa de sobre articulação E se ele tem uma estereotipia ele costuma ter consciência
da estereotipia mesmo a estereotipia dele tendo fluência qual como meu Deus Nossa Senhora isso não torna o paciente fluente a fluência somos nós aqui ó ritmo entonação não faz esforço para falar Tá agora você pode aumentar a análise do discurso Você pode ter alguém Que é fluente mas tem pobre riqueza semântica que é o caso daquela senhora você não entende nada ão as fluentes gente né não há esforço para falar e que que é o extremo delas a logorreia não para de falar né as não fluentes tem alteração da agilidade articulatório um esforço para iniciar
a produção da fala tem um agramatismo e qual que é o extremo é quando eles estão em mutismo as fluentes são capazes de produzir sem esforço Frases longas e bem articuladas com gramática melodia e ritmos às vezes dentro do esperado só que a semântica vai ser sempre pobre o conteúdo desse discurso é sempre pobre olha as não fluentes são capazes de produzir apenas uma fala escassa com pronúncia vagarosa com grande esforço e Pobre articulação E aí por que a outra Tríade lá tá na repetição porque repetir envolve o ouvir o processar o enviar para as
áreas de programação motor e o Reproduzir que que acontece nos receptivos Eles já barram no início tanto decodificar e o processar a informação então eles têm muita dificuldade em repetir que que vai acontecer nos expressivos eles até escutam armazenam decodificam mas a dificuldade é na produção oral Então a gente tem que entender o porque que ele não tá repetindo e quando falar em nomeação lembra signo significado e significante Qual é a falha é de uma Representação ual né então falha lá no início do reconhecimento falha lá no início da decodificação ou não é por produção
de representações as associações fazer múltiplas associações categorizações semânticas e funcionalidade ou não é uma interface sensória motor é articulação então o que que acontece que a nomeação não acontece e sempre lembrar de diferenciar ação do discurso por nomeação por confrontação visual no Discurso lembra de função executiva organização do pensamento e abstração nomeação por confrontação visual pode ser um grande facilitador porque vai ativar vias multissensoriais e é o concreto Então você tem que saber diferenciar o por que ele não está nomeando e aqui é um quadro que é outro para vocês tirarem print tá então aqui
a gente deixa as as clássicas para vocês Então olha só seu paciente ele é não fluente a compreensão dele é preservada Mas a repetição é ruim ele é o brocar ele é não fluente ele compreende mas a ele compreende a repetição dele é preservada é uma transcortical motora Ju agora vamos pras fluentes a compreensão é ruim e a repetição é ruim é o vnic mu dificuldade na entrada ele ainda é fluente a compreensão é ruim mas repete a repetição é preservada transcortical sensorial Ju ele ainda é fluente Mas agora ele tá compreendendo só que ele
repete muito ruim ele é condução a Dificuldade de conduzir ali no no faulo arqueado aquilo que entra pras áreas motoras da fala não jo ele é fluente a compreensão dele é preservada a repetição é reservada Nossa ele tá com a fasia mais leve que é a fasia anômica que é usar fase que a gente já começa a pensar em alta tá bom E aí eu sei que eu tô quase já passei da hora né Raquel mas vamos falar um pouquinho que isso aqui é importante tá sobre o tempo de recuperação a nossa avaliação gente ela
É feita no ictos no primeiro mês nos três meses 6 meses um ano nós só falamos de sequela após um ano os três primeiros meses é considerada a fase sensível de neuroreabilitação organicamente o cérebro vai tentar ali se organizar mas até os se meses é considerado o grande bum neuronal por isso que a acha diz que até os seis primeiros meses o paciente deveria ser atendido intens ente todos os dias de se meses a um ano começa a ficar lento e o Paciente começa a demonstrar Quais são os fenômenos que ele fica de sequela é
por isso que o tempo é ouro nesses pacientes por isso que a gente tem que reabilitar intensivamente tá as formas mais típicas de evolução então a fazia de vnic melhora o processamento auditivo central o reconheci mento começa a fazer autoc correções da sua fala dos jargões comumente evolui para uma condução e depois para uma anômica a de brocar quando ele melhora né se ele não está Com tanto facul ilhado e ele consegue fazer uma ativação uma reconexão costuma evoluir paraa anômica Lembrando que o afasico de brocar é o calo do audiólogo que trabalha com neuropsicologia
tá então são os nossos maiores desafios mas aí vem outra observação que eu quero dizer para vocês quanto mais tempo de instalação do fenômeno nos três primeiros meses pior o prognóstico o que que isso quer dizer quanto mais tempo ele ficou em mutismo Pior o prognóstico quanto mais tempo ele ficou com uma estereotipia grave e não conseguia flutuar não conseguia a gente fazer uma melhora da consciência fonológica e reinstalação de fonemas pior o diagnóstico quanto mais cedo ele vai se reorganizando melhor o prognóstico tá então isso tem que ser salientado pra família porque todo mundo
Pergunta assim para nós quando o papai vai voltar a falar aí eu sempre digo Falar o quê você quer que ele Diga te Cumprimente que ele peça algo o que você deseja porque aí eu vou treinar com ele porque falar é um objetivo amplo e a longo prazo tá então todas vezes que alguém te perguntar você tem que falar falar o qu o que que você deseja para que você monte o seu programa eh de neuroreabilitação E aí as que tem o melhor prognóstico são as de condução e as transcor tá são as que melhores
recrutam as fibras para recuperar então gente as quatro primeiras semanas são Cruciais quanto mais grave falho na recuperação pior o prognóstico e sim gente tamanho e localização da lesão influencia no prognóstico mesmo que hoje nós não somos localizacionistas mas se lesionar rubes nobres o paciente vai ter um prognóstico mais reservado que aquele que não lesionou um Hub Nobre por isso que a gente hoje solicita tractografia para ver como está essas conexões a idade e o sexo também influencia quanto Mais jovem melhor o recrutamento quanto mais velho né vai depender muito mais eh das reservas cognitivas
e se não tiver outras comorbidades associadas e Mulher costuma melhorar mais do que os homens até porque já se sabe linguisticamente Pensando até em facíl que nós ativamos múltiplas vezes mais essas conexões né a gente abre 50 caixas de uma vez o homem abre uma enquanto ele não fechar uma ele não vai abrir a outra tá então isso a tractografia A análise por fícus também Demonstra isso traz um melhor prognóstico para as mulheres as alterações associadas como eu falei o restante das comorbidades e o início da terapia e aí um fato importante que a acha
traz também tá no início os pacientes Não toleram mais mais do que 30 minutos então às vezes o paciente né meus atendimentos não ser de 50 minutos eu explico muito bem pra família o que é que eu vou fazer a tolerância e a fadiga tá isso entra até como um marcador Terapêutico para mim E aí para deixar aqui pra gente fechar com chave de ouro Então como que vocês vão facilitar a comunicação com o afásico fale de frente pra pessoa fale usando frases curtas evite assuntos complexos Fale um de cada vez evite falar com ruídos
né com competição sonora use gestos junto com a fala dê tempo paraa pessoa responder isso para mim é o mais importante é isso que faz a comunicação ficar assertiva e Procure não completar a fala do paciente e aí eu deixo a minha frase favorita para vocês se eu perdesse todas as minhas capacidades todas elas menos uma escolheria ficar com a capacidade de me comunicar porque com ela rapidamente eu recuperaria todo o resto eu conseguiria expressar minhas dores meus desejos minhas vontades e se você conversa com esses pacientes pós AVC eles falam eu poderia ficar sem
andar mas não me tira Meu poder de fala tá porque a fala te dá autonomia a fala te permite Independência e nós somos por lei os profissionais habilitados neurocientifico para recuperar adaptar promover compensar ajustar a comunicação olha o tanto de possibilidade que eu falei para vocês comunicar não é apenas a fala Então é isso que eu quero deixar mensagem para vocês dizer que eu estou à disposição que se precisarem de mim tá estou sempre disponível às vezes é um pouco difícil responder rápido né mas eu sou uma pessoa que eu faço questão de responder questão
de ser acessível porque quem ganha é a fono não é a Juliana Cananeia né E quando a gente tá dentro de um caso o Astro é o paciente nós somos apenas mais um mas eu falo que eu quero ser mais uma que Ajude a Melhorar e não atrapalhe Tá mas a gente não é o centro né Nós temos que ter isso em mente Então estou aqui sempre que vocês precisarem contem comigo quem quiser aprofundar um pouco mais é o que a aquel falou sobre o curso tá no curso gente eu vou falar muito mais né
eu faço um um levantamento para que vocês entendam o Por que hoje o conceito está nos facíl Como chegou no conceito dos fícus Tá no curso por exemplo né o que eu falo paraa Raquel assim essa questão De eu não tá né Eu falo isso várias vezes tem gente que já até brigou falou para de falar isso mas eu não me importo eu não estou na academia em pesquisa gente eu sou Clínica tá eu sou prática né Às vezes eu tô eu tô ali para apurar meu paciente para ajudar o meu paciente então quando tem
uma aula comigo pode ter certeza o que você pode esperar de mim que eu te fale o que eu faço e que dá resultado só que a minha clínica ela é baseada em ciência tá eh eu falo até Sobre isso nas minhas aulas que é assim se eu pego uma artigo novo gente eu levo Ele diretamente paraa minha clínica se ele não tem aplicabilidade naquele momento você pode ter certeza que eu vou tentar deixar ele ali no escopo para que eu pense o por que ele eu não tô conseguindo atuar na minha clínica Tá bom
então assim e no curso eu falo mais dos termos neurolinguístico O que fazer com uma estereotipia O que fazer com jargão como aplicar uma VAT né Falei pra Raquel que esses dias eu recebi uns depoimentos que me emocionaram porque por exemplo eu não sei se ela está aqui mas teve uma fonodiólogo Elis que ela tava muito feliz porque ela seguiu o passo a passo da demitia e um paciente que ele já tinha passado por grandes lugares tá então quando eu recebo um feedback desse gente o meu dia tá feito eu falo assim para eu já
falei isso pra Raquel meu objetivo é que quando encerre um curso igual hoje encerrei com vocês Mas que vocês encerrem assim Nossa me deu uma luz eu vou fazer tal coisa porque isso vai fortalecer a fundo tá então contem comigo no que eu puder ajudar estou à disposição Desculpa ter passado o horário né a programação até às 10 horas Raquel no máximo né Olha eu vou te ler alguns comentários porque eu te dizer muito obrigada é muito pouco foi realmente uma aula sensacional maravilhosa e aí eu vou dar te falar só alguns adjetivos que escreveram
aqui no Chat contagiante faz querer estudar cada vez mais gratidão pela sua generosidade excelente aula não conhecia a Juliana excelente maravilhosa obrigada por compartilhar tanto conhecimento nem senti a hora passar sensacional a melhor aula que eu já tive eita não aí é responsabilidade Parabéns aulão tudo isso é só um pouco do que a gente sente te ouvindo e aprendendo com Você sabe Ju você Deus realmente te deu a missão de levar pra frente o seu dom e você faz com que ele mente vá pra frente coloca em prática com todo o seu coração e isso
chega até as pessoas isso estimula a gente querer estudar e isso faz com que a gente sinta e entenda o quanto nossa profissão é importante e valiosa muito muito muito obrigada por você ser quem você é desse jeitinho a m eu bab chorona viu gente vocês que não me conhece a Mas eu assim Rael Se eu conseguir passar eu já tô assim ó feliz é missão cumprida viu eu agradeço vocês mesmo Raquel principalmente você e que eu estou sempre à disposição gente Esperamos vocês lá no curso da Ju dia 5 de novembro é o início
então ela vai falar muito de terapia e vocês viram que ela mostra o que ela faz então Venham pro curso porque ela realmente vai compartilhar com a gente o passo a passo das estratégias terapêuticas que Ela usa e só finalizando Ju a Viviane escreveu assim ó costumo ter horror a afazia hoje mudando minha visão maravilhosa [Risadas] fico muito feliz viu Grey o curso sim tem não tem o mesmo nome dessa aula não o curso chama afasias o que avaliar e como tratar são três encontros da de 4 horas cada encontro apostila certificado muito material para
estudo e leitura tá Ju tão Pedindo se você pode repetir o livro dos fundamentos de lúria Uhum eu vou ver se eu faço até melhor eu vou achar a capa dele porque ele não é fácil de encontrar E aí a Raquel coloca para vocês se quiser Raquel coloca uns três livros que eu chamo livro de cabeceira de tá bom que eu acho que são assim os que ol esse aqui ó Isso Pera aí que eu vou mostra aí de novo que eu vou te destacar aqui que aí Ficae tá bem antigo não sei se a
capa mudou né Tá muito obrigada já já fiz um print aqui viu e o do cérebro também que ela falou o homem que que confundiu sua mulher com chapé né É muito bom também deixa eu ver se eu acho ele aqui agora não sei se eu vou achar Mas ele é muito bom muito bom ah eu tenho que ler Ju agora prometo é útimo o depoimento da C último vou te liberar trabalhei com aia quando me formei mudei total de áre agora com esse Aulão vou tentar retornar nesta área mas preciso estudar cada vez mais
obrigada Deus abençoe amém obrigada por compartilhar termin então te falando uma coisa que eu falo isso aqui em Goiânia a água da afasia ela é limpa transparente e fresca a água da disfagia tá lotada tá suja já porque todo mundo só quer ir para essa área é a mesma coisa Me desculpe se tem alguém aqui que tá focado muito no autismo tá suja a Água a água da fazia gente ela tá limpa transparente porque o povo corre dos afásicos e eles precisam gente você tem uma área que a gente recebe amor carinho gratidão o tempo
inteiro é dos afásicos porque a gente tá dando voz né imagina eles ficam nos esperando porque somos nós que vamos conseguir promover um momento funcional e prazeroso para eles então assim eles nos esperam eles nos aguardam e no que eu puder ajudar vocês contem comigo é uma área que assim pega Todos seus colegas né que estão perto de você conta quantos realmente dizem que reabilitam e atendem a fazia Quantos são da disfagia gente é pessoal Ó coloquei aqui de novo no chat o link de inscrição pro curso da Ju e está confirmado começa dia 5
de novembro Lembrando que quem se inscrever até amanhã com a quarta-feira concorre a 50% de desconto na inscrição do curso e A R 50 para usar em qualquer curso da gead tá bom muito obrigada Beatriz os os livros de cabeceira eu colocarei lá no grupo de vocês do WhatsApp e amanhã lá no grupo Eu também coloco o link de acesso a esta aula de hoje e a ao certificado tá tá bom para todos aqueles que preencheram a lista de inscrição ou desculpa a lista de presença Então quem não preencheu a lista de presença vou colocar
aqui de novo no chat tá bom Ju fica com Deus Muito obrigada Que ele continue te abençoando porque ele continue abençoando essa filha que realmente honra a missão que ela veio cumprir aqui no na terra muito obrigada obrigada a todos vocês pela presença nos vemos ou lá no curso ou aí pela fon audiologia qualquer coisa que precisarem que eu puder ajudar só me chamar tá bom bom descanso ótimo atendimento amanhã fiquem com Deus obrigada bo