no dia da consciência negra a gente tem aqui no programa presença de uma das intelectuais brasileiras mais notáveis da atualidade ela que acaba de lançar um livro mais um livro seu terceiro livro que se chama pequeno manual anti racista eu tô falando da de jamila ribeiro que falar com a gente direto de paris de jamila boa noite boa noite feliz de trazer a vocês de novo que que ótimo que bom tá com você e você está em paris porque você está participando de lançamentos mé de um livro seu foi traduzido para o francês e também
o livro da pesquisadora arquiteta ativista brilhante joyce berti que também foi traduzido faz parte da coleção feminismos plurais uma coleção que você em cabeça é isso na verdade estou na segunda aturou lancei eles em maio tanto os lugares falou em francês como quem tem medo do feminismo negro eu fiz a primeira turma julgado em maio e agora voltei com joyce berti que o livro de empoderamento também foi traduzido para o francês ea gente fez a eventos de divulgação por seis cidades francesas mas bruxelas na bélgica e agora em paris a gente faz um com a
acadêmica frança avg que é uma importante intelectual francesa de colonial a gente ouvir ainda hoje o dia da consciência negra alguns questionamentos inclusive sobre o próprio dia da consciência de que como ele não seria importante de como ele pode ter um aspecto separatista eo que você falasse da importância desse dia hoje na qualidade eu acho que é importante é as pessoas entenderem uma pesquisa do intelectual oliveira silveira que marca o 20 de novembro é como dia é que a gente honra zumbi dos palmares e no país é ter mais de três séculos de escravidão em
que o assiste estrutura sociedade é fundamental que a gente fala de sistemas para que as pessoas entendam que racismo não é só quando o indivíduo negro uma pessoa famosa negra é discriminada assim não há sistema de impressão é que neca oportunidades a pessoas negras indígenas no brasil claro o seu pequeno manual anti racista é é uma possibilidade da gente das pessoas da sociedade pensar sobre esse tema pensar sobre o que fazer como ser anti racista porque quis fazer esse livro acabei de lançar esse livro pela companhia das letras porque e meditou conversando é muito inspirado
no health subir à noite vai escrever um livro lançado nos estados unidos é de trazer esse debate de uma maneira mais acessível que geralmente as pessoas perguntam muito pra gente é o que eu posso fazer como é que a gente pode contribuir então no livro eu trago resgatando que outros autores negros é importante eu tinha escrito mas trazendo em capítulos é ações anti racistas não é como diz angela davis não basta se dizer não ao racismo tem que ser racista na prática e isso leva à responsabilização ea ação que muitas vezes as pessoas reconhecem falar
mas que eu posso fazer e me sinto culpada ea cultura leva a inércia em que eu acho que a responsabilidade leva à ação de fato claro eu vou dar um exemplo aqui são 11 contra 11 capítulos e aí tem informe-se sobre o racismo enxergue a negritude reconheça privilégios da branquitude é perceba o racismo em você apoia políticas afirmativas e você é dá muita referência de outros autores isso eu achei tão interessante a partir do seu livro é a gente tem acesso a um conhecimento maior você vê o quanto é produzido a partir desse tema na
sede do milan sem dúvida é muito uma característica é dos meus livros tanto do gat fado quem tem medo de oferecer aos leitores pessoas que nem que conheçam outros autores já vieram historicamente refletindo sobre isso construindo saberes sobre isso e ferramentas importantes anti-racistas é porque é a questão também de mostrar que a gente produz o problema in visibilidade dessas produções assim formar né é reconhecendo adaptar não é exatamente muito bem jamila que prazer ter falado com você obrigada por ter atendido o metrópolis nesse dia pra gente é muito importante uma intelectual uma ativista como você
obrigada eu que agradeço de sabe que eu adoro o programa adoro você e pra mim é um grande prazer um beijo um beijo