Olá galerinha sejam todos muito bem vindos na nossa vídeo aula de hoje falaremos a respeito da parte 2 no capítulo de tecido muscular hoje nós iremos entrar nos detalhes referentes tanto ao músculo estriado cardíaco quanto aos músculos lisos você é muito bem-vindo para essa parte 2 do nosso conteúdo e assim a gente vai começar o nosso assunto de hoje vamos lá [Música] Ok então antes de a gente começar com a abordagem dos conteúdos que não foram vistos eu vou fazer uma breve revisão do que foi dito na aula passada que vai nos ajudar a seguir
aqui com a nossa linha de raciocínio e facilitar a compreensão da parte nova que vai ser abordada hoje tá então vou começar aqui relembrando os tipos de músculo né nós falamos que existem três tipos de músculos que diferem entre si na fisiologia e na morfologia então nós temos o músculo Estriado esquelético o músculo estriado cardíaco e o músculo liso o músculo estriados esquelético é o tipo de músculo que se assassinam as peças ósseas o músculo estriado cardíaco é o músculo que forma a parte do coração na parede do coração chamada de miocárdio e o músculo
liso é aquele que compõe a parede dos órgãos e das vísceras tá então esses são os três tipos de que nós vamos detalhar suas características a sua fisiologia e a sua Função bem ainda nesse contexto aqui de rememoral que foi falado na aula na vídeo aula passada vamos aqui abordar os aspectos que se referem a um mecanismo de contração dos três tipos de músculos que nós classificamos o músculo estriados esquelético eles caracteriza por terão contração rápida forte e descontínua então nós vimos que ele tem estoques limitados de ATP e isso faz com que em um
determinado momento com a Continuidade da sua atividade ele entra em exaustão e isso vai gerar lesões da fibra muscular por isso a sua atividade ela é descontínua e também eles caracteriza por ser um músculo comandado pelo sistema voluntário tá então ele é passa pela atividade que nós chamamos de consciente o músculo estriado cardíaco ele possui uma contração caracterizada como vigorosa rítmica e involuntária este músculo ele não cessa suas atividades Ela é uma atividade contrate contínua e este músculo se caracteriza por ter uma grande quantidade de energia E por poder utilizar energia oriunda tanto do glicogênio
Quanto de gordura tá esses dois tipos musculares comentados que são denominados de estriados eles se caracterizam por ter estriações transversais que se distribuem ao longo da fibra que é a célula muscular ou miócito e por fim a célula muscular Lisa Esta tem mais diferenças do que os dois outros entre si o músculo liso ele se caracteriza por ser morfologicamente formado por células fusiformes e que realizam uma contração que despende menos energia para sua para manutenção da célula contratil e a contração elas caracteriza por ser lenta e também involuntária tal qual músculo cardíaco tá Então essas
são as características que nós estamos Relembrando porque desse conteúdo novo que nós vamos abordar Parte deles destrincha como que a contração ocorre ok pessoal então vamos começar as informações novas aqui na nossa vídeo aula vamos abordar algumas características que são importantes para que a gente possa compreender como se dá a contração do músculo estriado esquelético bem para que a gente possa compreender a contração em si é importante que a gente tem algumas informações prévias a primeira delas é o fato de que a contração ela é dependente Do íon cálcio para que a célula Exerça nessa
atividade contratil é necessário que haja disponibilidade do íon cálcio no citoplasma o cálcio ele vai interagir com aquela proteína que nós comentamos na aula passada que é chamada de troponina Porém para que o cálcio ela interaja com a proteína troponina ao longo de toda a extensão da fibra muscular que nós já comentamos que os músculos eles são Estruturas alongadas Então para que haja uma distribuição homogênea de uns cálcio ao longo de toda a fibra muscular é fundamental que no momento que o cálcio seja lançado para o citoplasma que ele seja lançado também homogeneamente ao longo
de toda a extensão da fibra muscular então é este é um pressuposto primário eu preciso para contrair que exista a presença do íon cálcio 2 eu preciso que um cálcio ele se ele se distribua uniformemente ao Longo de toda a extensão da célula da fibra muscular e isso vai gerar uma contração que tem uma homogeneidade porque de nada adianta a o encurtamento de um sarcômero eu preciso que todos os sarcômeros eles se contraiam para que o somatório do encurtamento de cada sarcômero seja transmitido a membrana plasmática da célula e sugere um encurtamento significativo Então isso
é demanda da célula a capacidade dela de liberar o íon cálcio de maneira uniforme Ao longo de toda a sua extensão Então esse é um pressuposto secundário bem o íon cálcio ele está armazenado na célula muscular num compartimento interno ele está intracelularmente armazenado e este armazenamento ele acontece em uma organela que é de suma importância para o músculo estriado que é o retículo endoplasmático liso que nós denominamos de retículo sarcoplasmático o meu comentei com vocês na aula passada o Retículo sarcoplasmático ele é uma dessas organelas que recebem o nome especial para o músculo o retículo
endoplasmático liso recebe esse nome especial que é retículo endoplasmatico e ele é um dos principais dessas nomenclaturas especiais que nós empregamos das que mais são largamente empregadas na literatura e essa organela de fato ela tem uma importância Vital para o funcionamento correto da fibra muscular porque é dentro do retículo Sarcoplasmático que um cálcio vai ficar estocado E aí a partir da liberação do íon cálcio de Dentro desta organela do retículo sarcoplasmático é que de fato e um cálcio ele vai se dispersar para o citoplasma vai se difundir no citoplasma e vai se ligar com a
troponina permitindo que os eventos de contração eles ocorra tá Então como que isso vai se dar para que o retículo sarcoplasmático ele consiga uma distribuição é de uns cálcio ao Longo da estrutura ao longo do comprimento desta que é uma célula bastante alongada ele também precisa se dispor de uma forma que ele consiga atingir esse longo eixo e é justamente assim que ele vai se distribuir Então nós vamos observar esse esquema que está aí apresentado eu vou e explicando para vocês cada um desses elementos aí até que eu chegue na estrutura que vai me importar
que é o retículo sarcoplasmático bem Esta estrutura como um todo ela representa um miócito ou seja uma única célula muscular aí do lado esquerdo eu vou apontar para vocês o núcleo dessa célula como nós já mencionamos anteriormente o músculo estriado esquelético ele tem uma quantidade de núcleos grande e esses núcleos eles se distribuem na periferia Então eu tenho um núcleo que apontado na periferia superior esquerda mas um outro núcleo que apontado inferiormente do lado Direito vou apontar aí para vocês como aceita tá na sequência eu vou mostrar para vocês a organização interna das proteínas que
eu comentei com vocês que nós chamamos de miofibrilas essas miofibrilas elas são filamentos de actina e miosina que compõem o sarcômero então aí nós temos identificado Como que o sarcômeros eles vão se distribuindo ao longo eixo da célula a partir da organização interna dessas proteínas que são as milfrbrilas Veja que nós temos aí a partir da organização da biofibrila a alternância do que a gente chama de estriações que são as bandas Claras e as bandas escuras né eu vou apontar com vocês para uma seta a seta vermelha indica uma banda Clara e a seta azul
uma banda escura e depois novamente uma seta vermelha indicando uma banda Clara então a Organização das miofibrilas elas determinam a estrutura do sarcômero e a sequência de sarcômeros ele vai Determinar esta Esse aspecto que nós vemos de alternância de bandas Claras escuras que nós denominamos de estriações tá bem visto essas estruturas né a célula como um todo e internamente como as miofilas se organizam nós vemos que portanto há um filamento fina ele se distribui ao longo de toda célula e no filamento fino é que nós temos a troponina e é na troponina que o cálcio
vai se ligar Então nós precisamos que o cálcio ele se distribuam homogeneamente para que ele possa se ligar as proposínas que são distribuídas no longo eixo de todos os sarcômeros aí que existem na extensão da célula Tá então para que isto corra nós precisamos dispor também de uma organização do retículo sarcoplasmático porque vai dele que vai provir esses íons se contrai ela se contrai como resposta a uma Informação nervosa Então para que a célula muscular ela sofra contração é fundamental que haja uma informação nervosa ou seja um nervo motor ele libera na junção entre a
célula nervosa e a célula muscular um neurotransmissor que precipita os mecanismos de contração do músculo estriado Este mecanismo ele é um mecanismo que a gente chama de despolarização então quando a célula muscular ela sofre a Informação da célula nervosa ela sofre uma despolarização da sua membrana externa da sua membrana superficial eu vou apontar aí para vocês como a seta onde está a membrana plasmática superficial da célula E aí quando a partir do local onde o nervo libera este neurotransmissor a partir daí se iniciam os mecanismos polarização esses mecanismos eles vão se propagar na superfície da
membrana plasmática que reveste a célula externamente e eles Precisam chegar até o retículo sarcoplasmático porque quando houver A chegada dessa informação no retículo sarcoplasmático ele vai se tornar permeável e isso vai permitir a saída dos íons cálcio que estão localizados e que estão armazenados no seu interior vai permitir que eles possam sair do retículo sarcoplasmático Onde existe uma grande concentração e aí eles vão se dispersar pelo citoplasma da célula indo se ligar na troponina que Está presente aí nos filamentos Finos do sarcômero tá então vou resumir essas informações no seguinte para que o músculo contraia
é necessário que ele receba uma ordem esta ordem é uma ordem nervosa esta ordem nervosa acontece no local onde o nervo e o músculo ele se associam nós chamamos de placa motora então na placa motora o nervo Vai comandar o músculo a partir da liberação de um neurotransmissor que vai Fazer com que a membrana plasmática externa da célula sofra mecanismos de despolarização a partir do local onde houve a informação a descolarização ela se propaga para frente para trás para um lado e para o outro na membrana externa da célula para que esta informação ela passe
da membrana externa celular na membrana plasmática externa celular para o retículo sarcoplasmático que é o local onde é ela precisa chegar para que haja A para que haja a saída do Ian cálcio de dentro dessa organela ela vai transitar Um percurso da membrana E aí ela vai descer um canal ou vários canais vou apontar com as setas cada perfuraçãozinha dessa aí na membrana externa da célula representa a entrada do que a gente chama de um túbulo esse túbulo recebe o nome de túbulo t então a célula recebe a mensagem nervosa ela despolariza a membrana superficial
da célula Essa despolarização ela vai se Espalhar E à medida que ela vai se espalhando quando ela chega na região desta perfuração que é a entrada do sistema de túbulos t ela desce quando ela desce na verdade o que que ela vai estar fazendo aí ela vai estar se aprofundando na célula ela vai estar entrando no cetoplasma celular e ela vai estar levando essa informação de despolarização justamente para a membrana que compõem o retículo Sarcoplasmático que é o retículo endoplasmático liso veja que colado com o túbulo t nós temos uma rede amarela vou apontar também
com uma seta uma rede amarela que vai tanto para o lado direito quanto para o lado esquerdo do túmulo então este esta organização do retículo endoplasmático ela se dá ao longo de toda a extensão da célula muscular então quando a informação nervosa desce pelo sistema de túbulos tem quando a despolarização ela vai dar Superfície da célula para o interior através dos túbulos t ela vai gerando também a despolarização da membrana do retículo sarcoplasmático tanto para a direita quanto para a esquerda gerando a permeabilidade dessa membrana para a saída de um cálcio e aí em um
cálcio ele vai sendo liberado de dentro do retículo endoplasmático liso que é o retículo sarcoplasmático no longo eixo da célula muscular fazendo com que ele possa Atingir a troponina em toda a extensão da célula muscular estriada esquelética Ok então dentro deste contexto aí esta organização que nós chamamos de túbulos T mas o retículo sarcoplasmático que é esse organiza tanto para a direita quanto para a esquerda nós examinamos de Tríade certo então uma Tríade Ela é formada pelo túbulo T mas as cisternas do retículo sarcoplasmático que se distendem tanto para a direita quanto para a esquerda
Nós consideramos isto Como sendo uma alta organização do retículo sarcoplasmático que viabiliza uma liberação homogênea do íon cálcio ao longo de toda a extensão da célula muscular estriada fazendo com que a contração aconteça de maneira homogênea e não fazendo por exemplo com que apenas alguns sarcômeros sim curtem porque tem acesso ao cálcio e outros não então quando o cálcio ele é liberado ele vai ele vai saindo de toda essa extensão aí Do retículo sarcoplasmático e isso vai viabilizando que onde houver troponina que o cálcio possa se ligar e aí isso vai precipitar os mecanismos que
nós vamos ver a seguir que faz com que o sarcômero e Gere um fenômeno de encurtamento então o fenômeno de encurtamento faz com que o sarcômero na condição de relaxado seja mais longo e na condição de contrair do seja mais curto a somatória desse espaço que existe entre o sarcômero contraído e Relaxado ele vai ser de todos os sarcômeros transmitido para a membrana plasmática da célula que vai realizar um movimento de encurtamento esse movimento de encurtamento é o que a gente chama de contração muscular E aí ele vai ser transmitido pelos tendões para os para
os ossos e aí os ossos vão catapultar ainda mais essa força contratil através de forças de alavancas que nós já falamos quando nós abordamos lá o tecido ósseo tá então dentro deste Esquema aqui é importante que a gente tem em mente que a contração do músculo ela se dá de maneira homogênea por causa da organização do retículo sarcoplasmático que juntamente com os túbulos ter formas tríades bem entendido aí pessoal como acontece a despolarização das célula muscular estriados esquelética como acontece a disseminação dessa polarização a partir da placa motora como ela chega até o sistema de
túbulos T e como ela faz para poder chegar até o retículo sarcoplasmático e só então o cálcio ser liberado para o saco plasma que é o citoplasma nós vamos agora relembrar as características do sarcômero que faz com que nele o cálcio interaja para permitir que as proteínas interajam entre si deslizem entre si e gerem finalmente o encurtamento do sarcômero que por sua vez a somatória dele se transmite a membrana plasmática e gera encurtamento da fibra muscular Que é a sua contração Ok então vamos relembrar aí esta configuração da organização do sarcômero né Nós vimos que
o sarcômero ele compreende a distância entre duas linhas e essa distância Ela é formada por duas semi-bandas Claras e uma banda escura dentro da banda escura existe uma região um pouco menos escura que é a banda h essa configuração ela se estabelece graças a Presença de proteínas que compõem um filamento fino e proteínas que compõem o filamento Grosso essas proteínas elas se organizam no espaço de forma a que a gente consiga visualizar na microscopia Ótica uma alternância de bandas Claras e bandas escuras na Banda escura nós temos a distribuição do filamento Grosso que é o
filamento de miosina e na região Clara nós temos a disposição do filamento Fino que é o Filamento de actina em Associação com outras proteínas que a gente vai ver no slide a seguir no entanto a principal proteína que compõem o filamento fino aquela com a importância funcional é a quitina e o filamento grosso e o filamento fino ele se sobrepõe em uma região da banda escura que a região periférica essa região ela é a mais escura de todas do sarcômero então onde nós temos apenas o filamento Grosso nós temos a região Central que é a
banda h da banda a e nós temos compondo a os demais as áreas restantes aí da banda a que são externas a banda H nós temos uma alternância de filamentos grossos e filamentos finos e onde eu tenho apenas os filamentos finos eu tenho a banda e a distância entre duas linhas esse que se encontram no centro da banda aí ela determina portanto a configuração do sarcômero tá então nós vamos visualizar E microscopia eletrônica as proteínas que vão compor esses filamentos finos esses filamentos grossos que vão nos dar a essa imagem que se forma de alternância
de bandas Claras escuras que são possíveis de serem vistas a microscopia óptica aqui nessa imagem nós visualizamos aí na esquerda o sarcômero E aí nós vamos fazer uma localização por meio de setas para ficar esclarecido como que se distribui esse filamentos finos e os Filamentos grossos para que se Estabeleça essas bandas Claras a banda escura e no centro da banda escura essa região um pouco menos escura que é a banda h tá então tenho duas setas pretas com bordas amarelas elas indicam as linhas Z e nós vimos que o sarcômero ele é o espaço compreendido
entre duas linhas é que comportam duas semi bandas Claras e Centralizado uma banda escura que a banda a bem o que nós temos nas bandas Claras é Apenas a existência de filamentos finos então nessa região aí logo na ao lado da seta preta com bordas amarelas nós temos apenas a presença de uma seta vermelha essa seta vermelha ao lado da seta preta representa a semi banda Clara tanto de um lado quanto do outro lado na sequência nós vamos enxergar uma área onde eu tenho um alternância de seta vermelha seta azul e seta vermelha essa região
aí ela se encontra na periferia da banda a Ou seja é a parte mais escura Da banda a implica dizer que nessa região nós temos alternância de filamentos finos e filamentos grossos e Esta área aí no centro onde nós temos apenas uma seta azul ela indica a presença apenas do filamento grosso e ela corresponde a região do que a gente chama de banda h tá eu tinha falado no slide passado que a banda a e a banda h e a banda e ela é a imagem que se observa de como se Distribui os filamentos né
e os filamentos são finos ou grossos no filamento fina eu comentei que existia a proteína actina só que na verdade a quitina ela não está sozinha compondo filamento fino ela encontra-se associada com duas outras proteínas uma destabilização e uma que ajuda na fisiologia da contração que são respectivamente a tropa miosina e a propanina então compondo o filamento fina nós temos o complexo de três Proteínas actina que é aquela que é a principal porque ela que atua como cofator para quebra do ATP que por sua vez vai estar localizado no filamento grosso na proteína miosina e
nós temos as outras duas proteínas que a tropamiosina e a troponina agregando-se actina e compondo o filamento fino e o filamento Grosso sendo composto por apenas uma proteína que é a proteína miosina proteína é essa que tem sítio para ligação com ATP e Atividade antepasica na sequência eu vou também relembrar a configuração dessas proteínas E como que ela se organizam no espaço para poder organizar o sarcômero bem então aqui nós vamos visualizar a configuração da actina E como que ela se organiza no espaço para compor o filamento fina actina ela é composta de monômeros de
actina G Esses monômeros são estruturas esféricas polarizadas e esses polos opostos eles se atraem a medida que ele Se atraem ele se ligam e formam um polímero o polímero se Alia a outro no espaço e ele se torce no espaço formando que a gente chama de molécula de actina F então no filamento fino actina ela está torcida no espaço compondo a estrutura que a gente vê aí na imagem abaixo chamada de actina f na sequência as outras duas proteínas que compõem o filamento fino são elas a tropa miosina e atroponina a tropa Miosina é uma
proteína que no espaço ela se assemelha a um barbante que se torce em outro barbante e é esse barbante torcido em outro ele vai enrolar os filamentos já quitina f e eles vão se localizar na região do suco da quitina f de forma a amarrá-los e estabilizá-los essa estabilidade faz com que eles não se distorçam no espaço e portanto as regiões importantes da quitina elas não saiam do local específico de onde elas precisam estar e esta localização é Aquela onde ela vai parear com a cabeça da melhorzinha a outra proteína que compõe o filamento fino
é a troponina Como já foi mencionada anteriormente a troponina é uma proteína trimérica ela tem três subunidades globulares que são a TNT tnc e tni conforme mencionamos a troponina ela vai se ligar na tropa miosina por meio da subunidade TNT E aí ela vai ter uma outra subunidade chamada de tnc que tem Afinidade pelo íon cálcio e uma outra subunidade chamada de tni cobrirá o sítio ativo da quitina impedindo que na condição de relaxamento actine a miosina se liguem e assim eles possam gerar movimentação de encurtamento então a situação de encurtamento ela é uma situação
em que a cabeça da actina da miosina a cabeça da meiozina em parelha com a região ativa da quitina e a subunidade tni ela vai impedir este contato no músculo quando ele está Relaxado esta enfim é a proteína denominada de miosina a miosina ela é a única proteína que está compondo o filamento Grosso essa proteína ela é composta por um bastão que se liga a uma estrutura globular que a cabeça Essa estrutura ela fica pendida por uma dupla hélice e ela fica Perdida na direção da região que é a região ativa da quitina só que
elas não se contam entre si Porque existe a presença da troponina ali Intermediando e mecanicamente impedindo o contato entre elas é importante destacar que a cabeça da meiozina é a região da miosina em que existe um sítio que é possível que liga de ligar-se com o ATP então app se liga aí porém ela não tem energia suficiente para fazer a quebra do ATP então Para que ocorra a quebra do ATP é necessário que a actina e a miosina ela se liguem actina ela estimula como um cofator a Quebra do ATP em ADP e fósforo e
isso faz com que ocorra a liberação de energia química e transformação da energia química e energia mecânica e vai produzir portanto encurtamento do sarcômero que a gente vai ver no slide a seguir esses fenômenos eles são os fenômenos da contração muscular aqui enfim Chegamos no momento em que já temos o conhecimento das estruturas que estão envolvidas no processo de contração muscular e dos eventos que vão Desencadear esta ação em si que é ação de encurtamento da fibra bem então vamos aqui relembrar que uma fibra muscular ela se contrai por ordem ou por comando de uma
terminação nervosamotora essa terminação nervosa motora ela se encontra na placa motora e lá existe a liberação para o músculo estriado de um neurotransmissor denominado de acetilcolina acetilcolina é o neurotransmissor Responsável por se ligar na superfície de proteínas do da membrana plasmática da célula muscular e gerar a sua despolarização ela vai se iniciar na região da placa porém ela vai se difundir pela superfície da membrana plasmática da fibra muscular até encontrar a as perfurações superficiais que são a entrada do sistemas de túbulos T E aí da superfície a informação de despolarização elas vão penetrar na Região
mais profunda da célula muscular e essa informação ela vai chegar até as extensões do retículo sarcoplasmático e neste momento quando houver a despolarização da membrana do retículo sarcoplasmático proteínas passivamente se abrem e permitem que o íon cálcio ele saia de dentro do retículo sarcoplasmático aonde está armazenado e vá se concentrar no citoplasma fique livre no citoplasma então quando o cálcio chega no Citoplasma ele vai lá se concentrar e lá ligado no filamento fino da do sarcômero nós vamos ter uma proteína chamada de troponina a troponina ela possui uma subunidade chamada de tnc a solenidade TNT
da troponina ela tem afinidade pela pelo íon cálcio e quando e um cálcio ele se liga com essa subunidade tnc ele produz uma modificação no espaço que essa proteína ocupa ele é como se ele empurrasse ele fizesse um peso na proteína e ele Empurra a proteína quando Ele Empurra a troponina esta por sua vez está ligada com a tropa miosina então ele vai empurrar a própria e isso vai combinar com a saída da sobilidade tni da troponina daquela região que cobre o sítio ativo da a quitina isto gera uma ligação da actina com a miosina
essa ligação ela vai propiciar uma energia para que o ATP que está preso na cabeça da minhozina seja lisado em ADP e fósforo e liberação de energia Essa liberação de energia ela vai produzir uma dobra da dupla hélice da dupla hélice que está ligada na cabeça da miosina e essa dobra ela vai jogar o filamento de actina para o centro do sarcômero esse centro do sarcômero corresponde a região da banda h quando esses filamentos de actina eles são puxados para o centro as duas linhas Z se aproximam entre si fazendo com que o sarcoma ele
fique encurtado o encurtamento de vários sarcômeros Representam encurtamento significativo uma área de espaço diminuída essa esse encurtamento ele vai ser transmitido por meio de uma força para membrana plasmática externa da célula que vai produzir o encurtamento da célula como um todo isto nós chamamos de contração muscular então eu gasto energia para gerar a movimentação das proteínas o deslizamento de umas proteínas sobre as outras quando o filamento de miosina se dobre puxa de actina e este evento ele Portanto é um evento ativo ou seja com gás energético para que este músculo contraído possa retornar a sua
posição de repouso que é a posição de não contração ou de relaxamento é necessário que uma nova molécula de ATP se ligue novamente na cabeça da miosina e como ela já está ligada com actina ele promova nova quebra e o retorno da forma original da miosina que vai voltar seu estado pendido e vai se desligar novamente da Quitina E aí se estabelece a posição inicial que é quando neste momento a célula trabalha ativamente para retirar o cálcio de dentro do citoplasma com a retirada do cálcio de dentro do citoplasma para novamente se concentrar dentro do
retículo sarcoplasmático a proteína troponina Volta para sua posição original puxando a tropa miosina e novamente cobrindo o sítio ativo da actina impedindo nova Quebra de ATP então Este mecanismo é o mecanismo completo de um ciclo de contração e de relaxamento no ciclo de contração eu gasto energia para deslizar o filamento Fino que é a molécula esse complexo de moléculas jaquetina e troco miosina hidroponina sobre os filamentos grossos que são os filamentos de miosina esse deslizamento ele ocorre de forma que os filamentos finos são puxados para o centro do sarcômero E aí finos de um lado
praticamente se tocam Com os filamentos Finos do outro lado e encurtando o comprimento final do sarcomar e aproximando as linhas Z entre si o evento de retorno à posição de não contração ou de relaxamento é um evento que precisa também contar com uma molécula de ATP E gasta energético e também é preciso contar com a retirada do cálcio de dentro do citoplasma atividade também essa que se faz com gasto de energia pela membrana do retículo Sarcoplasmático de forma que na ausência do cálcio a proteína troponina puxe novamente a tropa miosina e volte a ocupar ali
o espaço que é o sítio ativo sobrepor o sítio ativo da quitina impedindo a ligação da actina com a miosina para que o evento se repita é necessário informação nervosa e novo reinício do ciclo aqui nesse slide nós vamos duas imagens uma que corresponde ao sarcômero Relaxado que está em cima e a outra que está abaixo que corresponde ao sarcômero contraído veja que na imagem acima do sarcômero relaxado nós temos uma distância muito maior entre duas linhas Z aí apontada por essa seta vermelha então cada seta vermelha aponta uma linha Z e nós sabemos que
a distância entre duas linhas e corresponde ao sarcômero então no músculo relaxado os filamentos finos eles praticamente ocupam Todo toda a banda e apenas a parte externa da banda a e os filamentos grossos ocupam toda a banda a quando ocorre a relação da actina com a miosina e a quebra do ATP a cabeça da miosina puxa os filamentos de actina para o centro do sarcômero ou seja para ocupar a região da banda H E aí nós temos uma sobreposição completa de filamentos finos com filamentos grossos na região é central da banda H isso vai gerar
Uma nova um novo comprimento do sarcômero que é o comprimento do sarcômero contraído aí abaixo no sarcômero contraído nós vamos visualizar aqui a distância entre duas linhas e é menor e agora o comprimento do sarcômero contraído também ela é menor que implica dizer que se nós somarmos toda a distância de encurtamento dos sarcômeros e transmitir toda esta força para a membrana externa nós teremos uma redução do comprimento da célula da Fibra muscular que vai implicar na redução na redução do comprimento desta célula que é o seu encurtamento que nós chamamos de contração muscular este evento
é um evento ativo ou seja acontece com gasto energético na situação em que o músculo volta a seu estado de relaxado ele volta a ter o comprimento da imagem de cima e ele também gasta energia para realizar esta atividade sendo assim esta é em resumo a forma como ocorre a contração muscular e Como o músculo estriado esquelético realiza a sua função na sequência pessoal nós vamos ver uma organização da placa motora para que a gente possa entender de que forma o nervo se associa as fibras musculares para comandar a atividade de contração bem o músculo
esquelético ele só realiza eventos de contração a partir de um comando nervoso o comando nervoso ele se estabelece a partir de um nervo motor esse nervo motor ele vai inervar as Fibras musculares é possível que um nervo ele nerve uma única fibra e é possível também como nessa nesse esquema que está apresentado aí que um nervo e nerve mais que uma fibra então aí no caso nós temos um nervo e nevando uma duas três quatro cinco fibras musculares quando este nervo comanda todas essas fibras ao mesmo tempo vão realizar a atividade de contração então nós
temos que quanto mais fibras musculares são inervadas por um único nervo O resultado final ele é menos Sutil porque porque todas contraindo ao mesmo tempo gera um movimento menos é fino ou seja um resultado mais grosseiro o resultado mais fino mais Sutil eles estabelece quando um único nervo e nerva uma única fibra muscular então isso acontece por exemplo com nervos do olho que faz movimentações muito sutis do globo ocular mas nervos por exemplo como aqueles da perna eles geralmente são comandados Músculos como os da perna ele geralmente são comandados por um nervo e nevando várias
fibras musculares então o resultado final ele se dá de maneira menos fina do que por exemplo a movimentação de um músculo que gera a movimentação do globo ocular tá então esses esquema e mostra a relação do nervo com a fibra muscular que é o miócito E onde ele se tocam Ou ele se relacionam definitivamente é a região que a gente chama de placa motora na Placa motora existe uma interface em que que é chamada de tela dentro que a porção final do nervo que vai liberar o neurotransmissor acetilcolina e esse esse neurotransmissor ele é lançado
no espaço que é um espaço chamado de fenda sináptica e aí ele atravessa esse espaço e aí ele vai se ligar a na superfície da membrana plasmática da célula muscular E aí ele vai desencadear o fenômeno de Despolarização dessa membrana que vai a partir daí se dissipar que vai se espalhar pela superfície da célula muscular e vai adentrar na profundidade do miosto pelos túbulos T atingindo a partir daí as tríades que são as expansões laterais do retículo sarcoplasmático tá então Para que ocorra a contração muscular é necessário que exista um comando de um nervo motor
liberando aí na Fenda sinaptica da placa motora a Acetilcolina que por sua vez vai gerar a despolarização da membrana do músculo e culminar com eventos de liberação do cálcio no citoplasma e aquele evento que nós comentamos aqui agora que é o evento do encurtamento do sarcômero ok aqui do lado direito nós temos foto micrografias de fibras musculares sendo inervadas por neurônios motores e embaixo uma única fibra muscular no detalhe e a sua relação com a porção final do nervo motor que é a região da placa motora Ok pessoal vamos agora trabalhar com as informações referentes
ao músculo estriado cardíaco né vamos conhecer as especificidades desse músculo Lembrando que é um músculo que possui uma organização cetoplasmática de proteínas filamentosas similar ao do músculo estriado esquelético e até por isso Ambos são músculos estriados mas nós vamos conhecer as peculiaridades deste músculo e vamos inicialmente começar identificando a sua localização na Parede do coração ok pessoal agora na sequência vamos abordar as características do músculo estriado cardíaco para que a gente possa compreender as funções a morfologia e também como ele vai estar distribuído neste órgão que é o coração nós vamos entender Qual que é
a estruturação deste órgão na sua totalidade tá então o coração ele é um grande órgão muscular que compõem o sistema cardiovascular e Ele na verdade é formado por quatro camadas essas quatro camadas elas estão aí identificadas por letras maiores que são a mais externa de todas o pericardio abaixo do pericardio uma camada chamada de epcardio E aí abaixo da picardio o miocárdio essa aí é a camada que nós vamos detalhar que é que forma a camada de células musculares estriadas cardíacas e a mais interna aí é o endocárdio Ok então pericardio ela é composta por
duas camadas de tecidos Conjuntivos que vai rodear externamente o coração e vai proteger o órgão abaixo dele está o epcardio que também é composto por tecido conjuntivo e fica fusionada de um lado superior com web compare cardio e do lado inferior com o miocárdio que é a camada de músculo cardíaco o miocárdio que é a camada mais espessa e a camada muscular ele se caracteriza por ser a camada de células responsáveis pela contração do coração Então essas são as células que nós vamos Estudar né a sua morfologia e a sua fisiologia e abaixo do miocárdio
nós temos uma camada de células endoteliais que vai revestir o interior de todas as câmeras cardíacas tá então nós vamos estudar em Mas aí o músculo estriado cardíaco que compõe essa camada aí chamada de miocárdio e é a camada responsável por fornecer sustentação às câmaras cardíacas auxiliar na contração e no relaxamento das paredes do coração e também na condução da Eletroestimulação Então vamos agora abordar as características deste músculo bem pessoal aqui nessa foto micrografia nós temos um corte histológico do miocárdio né E nós temos esse corte histológico que está corado com a maxilina tá nós
visualizamos aí as células que se caracterizam por serem células alongadas e ramificadas essas células elas vão se prender por meio de junções intercelulares complexas e graças a essas junções complexas essas Células elas estão firmemente aderidas entre si que é uma um atributo fundamental para que o coração Exerça sua função de bomba além de poderem trocar íons entre si de forma que a contração se ela se Estenda de maneira harmoniosa ao longo de todo músculo de maneira também homogênea tá assim como mencionada anteriormente e a semelhança do músculo estriado esquelético este músculo ele também possui estriações
transversais e se dá Graças a organização interna de sarcômero que aquela já mencionada anteriormente que é uma organização de proteínas filamentosas no citoplasma proteínas essas que se relacionam entre si e por meio de graça energético desliza uma sobre as outras para operacionalizar o encurtamento da fibra muscular que é o seu fenômeno de contração tá diferente dos músculos estriados esqueléticos o músculo estriado seco ele possui uma ou no Máximo dois núcleos que estão centralmente posicionados os músculos estriados esqueléticos eles possuem núcleos em maior número e núcleos que estão localizados mais perifricamente que estão próximos da membrana
plasmática externa da célula então eu vou apontar com setas para vocês identificarem o núcleo das células estriadas cardíacas para vocês visualizarem é uma localização mais Central dessas células em relação ao seu Volume externo as suas a sua forma externa e também vou apontar aí para vocês o tecido conjuntivo que circunda cada célula que é um tecido conjuntivo similar ao endomísio então o endomísio ele é um tipo de tecido conjuntivo que vai revestir as células individualmente aí eu vou apontar com a seta para você ver essa estrutura de tecido conjuntivo que vai revestir a parte muscular
das paredes do coração uma das Características que chama atenção para a fisiologia do miosto cardíaco é o número de mitocôndrias que essa célula possui então um músculo uma célula muscular cardíaca ela possui cerca de 40% do seu volume Total formado por mitocôndrias nós sabemos que me tocam agressão as organelas que trabalham produzindo energia para o funcionamento da célula e como já havíamos dito anteriormente as células musculares cardíacas elas realizam uma contração de maneira Ininterrupta é uma contração rítmica é uma contração vigorosa é uma contração involuntária e é também interrupta e para que ela contraia e
interruptamente ela vai obviamente gastar muita energia para realizar essa atividade que não cessa enquanto o indivíduo está vivo Então as mitocôndrias né que são as máquinas intracelulares de produzir energia elas representam cerca de 40% do volume total da célula se a gente puder comparar com o volume que é ocupado nas Células musculares estriadas esqueléticas é apenas cerca de 2% do volume final desta célula então nós temos muito mais me tocoundias na célula muscular cardíaca do que na célula muscular esquelética isso vai denotar esse intenso metabolismo anaeróbico que é realizado pela célula muscular estriada cardíaca para
ela produzir tanta energia assim Ela utiliza energia armazenada em gordura né na forma de triglicerídeos Que estão estocados dentro do citoplasma na forma de gotículas lipídicas e também pode ainda produzir energia a partir de glicogênio embora o glicogênio seja estocada em menor quantidade nessas células do que no músculo estriados esquelético uma das características que é bem diferente Nessa célula muscular estriada cardíaca é a sua capacidade de secretar essas células também possuem atividades secretora Né muitas células do miocárdio Tem atividade secretora e principalmente aquelas células musculares localizadas na região do átrio esquerdo essas moléculas que são
produzidas pelo por essas células musculares cardíacas são é moléculas que tem funções hormonais como a gente havia falado anteriormente lá no capítulo de ter sido epitelial nós falamos que hormônios são substâncias produzidas por uma célula e que vão por vias sanguínea geralmente Atuar em outras célula alvo a distância desta tá então isso acontece justamente com as células musculares estriadas cardíacas ao produzirem uma substância que é precursora desse hormônio ou desse peptídeo né chamado de peptídeo atrial na diurético ou que do inglês possui a sigla né o peptídeo lateral na teorético ou nap é um peptídeo
que vai agir lá nas célula renais e Vai facilitar a eliminação do organismo dos íons sódio Né como símbolo do sódio é na por isso nós damos essa nomenclatura de natureurese né então é quando o músculo cardíaco ele está trabalhando com uma contração muito grande graças ao aumento da pressão sanguínea das paredes do coração então o músculo ele se distende bastante e essa distensibilidade ela vai ser responsável por estimular essas células musculares a liberar esse esse peptídeo que elas produzem né a secretar esse esse hormônio que elas produzem E Aí quando ele esse hormônio ele
cai na circulação sanguínea ele vai encontrar suas células alvo lá nos rins e vai fazer com que os rins aumentem a eliminação do sódio fenômeno esse denominado de natriorese Por que que o coração ele realiza esta atividade basicamente porque quando nós temos uma movimentação de um sódio junto com o sódio ele atrai consigo moléculas de água e este fenômeno de eliminação de Água na forma de urina nós chamamos de diurese Então na verdade indiretamente o peptídeo atrial na diurético ele tem função diurética fazendo com que o organismo elimine a água na forma de urina e
a medida que é o sangue ele é mais filtrado e ele perde volume e isso leva a uma redução do volume do plasma culminando com a redução da pressão sanguínea fazendo com que o músculo cardíaco ele se despenda menos e trabalha em uma condição menor De pressão tá essa atividade inclusive ela é contrária a atividade do hormônio chamado de aldosterona que é um hormônio hipertensor então enquanto aldosterona trabalha para aumentar a pressão arterial o peptídeo atrial na diurético trabalha na Via oposta para poder diminuir a pressão arterial a pressão arterial é levada ela é ruim
para o músculo cardíaco pois ele pode levar o músculo cardíaco a uma lesão das células musculares o que pode colaborar com Comprometimento da função do músculo cardíaco enquanto bomba tá Então essas são funções também atribuídas ao músculo cardíaco que a função além de contração secreção beleza bem pessoal uma das estruturas exclusivas do músculo estriado cardíaco é a presença de uma estrutura que fica posicionada entre as células no seu longo eixo que é denominada de disco intercalar então diz que intercalar ela é uma Estrutura que se caracteriza por tipos de junções intercelulares jussões essas que nós
até estudamos já lá no capítulo de ter sido epitelial a época nós comentamos que essas estruturas elas não eram específicas do tecido epitelial Mas pela sua grande quantidade naquele tecido nós iremos estudar naquele momento mas efetivamente esses essas especializações elas existem outros tipos de células e uma delas é justamente a célula muscular estriada Cardíaca então esses discos intercalares eles são na verdade complexos jucionais que podem se apresentar como linhas retas o que tá aí representado no esquema no alto a esquerda ou então como Esse aspecto de escada que está representado aí tá essas estruturas elas
estão localizadas entre as células musculares e elas têm finalidades muito próprias e que vão colaborar para a atividade dessas Células enquanto componentes da parede do músculo cardíaco tá esses discos intercalares eles possuem na sua constituição três tipos de especializações certo Essas especializações são zonas de adesão ou zona e as junções comunicantes então dois desses tipos de junções servem para manter as células Unidas entre si que é um atributo fundamental para a função do coração enquanto bomba é que as células Ela se mantenham bem Unidas entre si né e a medida que elas realize o processo
de contração elas mantenham vedar dessas cavidades internas onde essa pressão vai incidir sobre a massa líquida fazendo com que ela circule e as junções comunicantes que nós vamos abordar aqui para frente que são tipos de junções que permitem a passagem determinadas estruturas de baixíssimo peso molecular especialmente íons que é o caso aí que vai nos interessar aqui na Contração muscular né já Vimos que os músculos eles se contraem graças a presença do íon cálcio no citoplasma então do ponto de vista iônico essas junções comunicantes elas permitem que o cálcio ele transmite livremente entre as diversas
células cardíacas passando né pelos orifícios que constituem as junções comunicantes então em linhas Gerais as ondas de adesão elas vão se constituir nas Principais especializações dessas paredes tá então eu vou aí apontar que as ondas de adesão elas podem estar localizadas se a gente tiver um disco intercalar com um formato de linha ela vai estar localizada em qualquer ponto da linha no entanto se o disco intercalar tivesse formato de escada as ondas de adesão elas vão ser encontradas principalmente nessas paredes que são chamadas de transversais aí eu vou apontar com a Seta e onde são
as paredes transversais tá embora possa encontrar-se também nas paredes chamadas de laterais Mas elas estão principalmente nas paredes transversais os dez nós somos também contribuem para que essas células não se separem durante a contração tá então nas paredes laterais que agora eu vou apontar e nós encontramos Principalmente as junções comunicantes Então as junções comunicantes elas são importantes porque elas vão estabelecer Essa continuidade única que eu comentei né entre as células e essa continuidade permite que os íons cálcio eles transitem livremente entre as células vizinhas e a contração de várias células juntas acabam sendo significativas a
tal ponto que funcionalmente muitas parecem apenas uma se contraindo porque os íons cálcios vão estar distribuídos entre as células pode transitar livremente e a gente já viu que o gatilho para que a contração ela Se Estabeleça para que a miosina actina se encontre é a troponina sair desse espaço que ela se encontra e entre essas duas proteínas e a saída da troponina ela é ela ocorre devido a ligação do cálcio com a subunidade tnc tá então é isso vai funcionalmente contribuir para que o músculo cardíaco tem uma alta coordenação da atividade dessas células musculares bem
nessa imagem aí nós vamos visualizar dois cortes histológicos de foto Micrografia ótica em que Se visualiza na esquerda secção longitudinal do músculo cardíaco onde os núcleos são vistos aí posicionados centralmente e a direita cortes histológicos transversais onde nós pegamos é uma determinada altura do comprimento da célula muscular e podemos verificar aí também que essa que o núcleo das células são posicionados na região mais centralizada da célula é importante destacar que ainda na Questão do músculo cardíaco as questões relativas a contração embora eu tenha dito que o músculo cardíaco ele tem um processo de contração muito
similar ao do músculo estriado esquelético graças ao fato de como usar como ela vai se organizar então aqui nós também temos as estriações as bandas Claras e escuras e todas as proteínas que compõem né basicamente o que vai diferir aí é a organização do sistema de túbulos ter e da estrias que Nós comentamos lá que é como que o túbulo ter se relaciona com retículo sarcoplasmático enquanto no músculo estriado cardíaco o músculo o túbulo tem ele se relaciona com a expansão apenas para um lado o músculo estriado esquelético possui expansões para ambos os lados do
túmulo tem então no músculo estriado esquelético a estrutura se chama Tríade e no músculo estriado cardíaco o túbulo t e mais a expansão do retículo sarcoplasmático se chama died No que tange ao mecanismo de necessidade de um cálcio de necessidade de comando nervoso todas essas questões são exatamente similares e por conta disso a revisão de como ocorre a contração do músculo estriado esquelético ela ao mesmo tempo revisa a contração do músculo estriado cardíaco ok pessoal agora nós vamos concluir aí o assunto de ter sido muscular abordando as características do músculo liso e também o seu
mecanismo de Contração Porque conforme a sua organização de proteínas intracelulares como não há uma configuração de sarcômero e por isso Nós não vemos as estriações transversais o mecanismo de contração ele difere dos outros tipo de músculos e também nós vamos abordar em linhas Gerais como se dá essa esse processo Bem pessoal vamos aí abordar as características do músculo liso tá vamos utilizar para ir abordando aí essas características essas duas Imagens à esquerda uma foto micrografia longitudinal do músculo liso visto e microscopia Ótica com coloração feita por hematoxilina E aí a direita um esquema mostrando como
que nós estamos vendo no 3D esse corte histológico que é visto no plano como que as células elas estão se associando para compor nesse feixe de fibras musculares lisas então o músculo liso ele é formado por essa Associação de células que são longas porém que são Fusiformes isso quer dizer que elas são mais espessas no seu centro e para as extremidades elas vão se afilando isso não era padrão dados músculos estriados né nos músculos estriados ou a gente mantém uma homogeneidade na espessura ao longo de toda a sua extensão ou no caso do músculo cardíaco
existia a possibilidade das ramificações aqui no caso nós temos uma modificação morfológica significativa que é justamente esta morfologia fusiforme tá No caso do músculo liso os núcleos eles também vão se apresentar centralizados assim como no músculo cardíaco entretanto para esta célula nós só temos a presença de um único núcleo para cada célula enquanto que no músculo estriado cardíaco existia a possibilidade de células com um núcleo e células com dois núcleos tá o que do ponto de vista do músculo resfriado esquelético essa diferença é bem marcante Porque neste caso aqui do músculo estriado Esquelético Nós temos
muitos núcleos e estes perifricamente posicionados então resumindo do ponto de vista da quantidade de núcleos o músculo liso possui um único núcleo para cada célula e este núcleo sempre está posicionado centralmente tá do ponto de vista do comprimento essas células elas podem variar em tamanho tá E também podem variar em volume então por exemplo se nós somos comparar por exemplo um órgão que tem sua parede Muscular que é o útero é o útero pode apresentar células que tem uma determinada morfologia e quando a mulher engravida o útero gravídico ele sofre influência hormonal E essas células
aumentam de volume significativamente sendo que essas com o seu volume aumentado para o útero gravídico se constitui num padrão de normalidade nós chamamos Esse fenômeno de hipertrofia né hipertrofia é o aumento Do volume da célula porém a célula tem característica de normalidade Então os hormônios da gravidez eles podem ter atuação sobre as células musculares comandando atividades ordenando atividades de multiplicação que é a hiperplasia o aumento do número de células do órgão como dar hipertrofia que é o aumento do volume das células individualmente tá então essa característica de aumentar em número ela é ela se restringe
basicamente ao Músculo liso porque os outros tipos de células são consideradas como terminais diferenciadas e para elas não se espera esta capacidade de divisão mitótica depois que ela se tornam células especializadas tá do ponto de vista de cada célula individualmente elas são revestidas por uma estrutura de lâmina basal e elas são amarradas umas as outras Unidas umas as outras né amarrada forma de dizer mas elas formam uma um agregado de células que estão bastante Próximas e bastante Unidos por meio da presença de uma rede de fibras colágenas do tipo 3 que são as fibras reticulares
Então isso é bem marcante e que vai colaborar para que a contração de uma célula possa se estender as outras vizinhas e Por conseguinte a músculo como um todo e que vai colaborar com a sua atividade funcional tá então essas fibras elas colaboram justamente para manter células Unidas durante a contração muscular Uma coisa interessante a se destacar é que a superfície dessa célula embora a gente visualiza na microscopia óptica é uma estrutura que não parece ser irregular mas como nós já falamos anteriormente a microscopia ótica não tem limite de resolução para que a gente possa
enxergar a estrutura da membrana plasmática nós precisaríamos de uma microscopia elatrônica então na microscopia eletrônica é possível perceber que a superfície da célula ela Não é Lisa ao contrário ela tem algumas pequenas ela tem na verdade alguma nova tem muitas pequenas depressões na superfície é pressões essas pequenas e que lembram vesículas pinoctóticas essas depressões elas são chamadas de favelas então a membrana da célula muscular lisa ela é ao longo de sua extensão organizada De forma a que essas pequenas vesículas chamadas de cavernas elas armazenem aí nesse espaço dessas depressões o íon cálcio tá então uma
das Diferenças fundamentais entre as células Lisa músculo liso e os músculos estriados é justamente o local onde as células vão armazenar e um cálcio porque enquanto as células estriadas Elas têm uma quantidade bem significativa de retícula sarcoplasmático E aí elas armazenam cálcio e intracelularmente o músculo liso não tem uma quantidade significativa de retículo sarcoplasmático e o cálcio ele vai ficar armazenado justamente nas cavernas Ele tem também a organização que se estabelece entre as células vizinhas disjunções comunicantes que serve também para o mesmo fim do músculo cardíaco que é a possibilidade de trocas de íons cálcio
favorecendo uma uma contração bastante homogênea entre células vizinhas tá e na membrana se prende os filamentos já quitina em uma região eletrodensa que se denomina de Corpos densos são uma característica importante das células musculares lisas Porque onde a proteína actina se prende na superfície ela gera microscopia eletrônica uma estrutura que se caracteriza por ser Eletro densa ou seja ela vai ficar como uma sombrazinha naquele local da membrana E ali onde se prende a proteína actina essa região ela é chamada de Corpos densos embora os corpos dentes também possam existir dentro da célula distribuídas pelo citoplasma
então quando a célula contrai ela puxa o corpo Os corpos densos para o centro fazendo um mecanismo de contração que não é somente de encurtar a célula no seu longo eixo mas há um encurtamento da célula ao longo de toda a extensão da sua membrana que nós vamos ver na sequência quando a gente for justamente abordar as características de contração do músculo liso tá então os corpos desses eles têm essa importante função participando aí do mecanismo de contração do músculo e caracterizando Justamente com uma forma final da célula vai se estabelecer graças a forma como
se distribui os corpos densos na superfície além da função de contração que nós vimos que para o músculo estriado esquelético bastava Esta função né a função atribuída a música estreada esquelética era de contrair E com isso movimentar peças ósseas o músculo cardíaco nós vimos lá que além da função de contração ele possuía também a função De produzir substâncias químicas com função hormonal o peptídeo atrial na diurético e o músculo liso além de contrair ele também tem uma função relativa a síntese são células sintetizadoras dos componentes que são vistos aí nessa região adjacente as células ou
seja compondo a síntese das proteínas que estão presentes nessa lâmina basal que são as próprias Americanas fibras elásticas em Alguns casos e as fibras reticulares então a síntese desse componente que fica circunjacente a célula é função da própria célula de sintetizar uma outra característica que distingue o músculo liso do estriados esquelético é a sua inervação porque as células lisas elas são inervadas tanto pelo sistema nervoso autônomo sintático quanto pelo sistema nervoso autônomo parassimpático elas também não possuem organização específica que é estabelece ali uma Junção neuromuscular conforme a gente viu que aquela estrutura de placa motora
então a placa motora estrutura bem organizada do músculo estriado no músculo liso praticamente as terminações nervosas elas vão se estabelecer ali entre as células musculares e ali Elas liberam os neurotransmissores que vão se ligando nas membranas dessas células sem necessariamente estabelecer uma região é uma fenda sináptica quando como se está Uma fenda sináptica clara como se estabelece na placa motora que é característica dos músculos estriados tá então aqui nesse caso nós não vamos ter o estabelecimento dessa placa motora e o neurotransmissor vai ser liberado entre células vai se difundir e vai se ligar na membrana
realizando portanto uma atividade que é atividade de permitir a entrada do cálcio que está nas cavernas para dentro da célula muscular Lisa tá então elas Podem ser comandadas pelo neurotransmissor Colina como também pela nora Pina e acetilcolina eles atuam de maneira antagônica então é a ordem que é dada por uma é antagônica aqui é estabelecida pelo outro neurotransmissor tá e uma questão é interessante dos músculos lisos é que embora o padrão de contração dele se dê como se fossem ondas lentas em alguns locais como por exemplo na ilhas do globo ocular a contração do Músculo
liso se estabelece de forma rápida e precisa tá no slide seguinte nós vamos comentar Como se dá a contração do músculo liso e graças ao fato de que as proteínas não se organizam como naquele padrão de sarcômero nós vamos ver que este padrão de contração do músculo liso ele varia e significativamente inclusive gerando o fato de que nós temos proteínas que nem existem no músculo liso mas que existem nos músculos Estriados vamos concluir pessoal falando aí das características da contração do músculo liso tá nós temos a destacar duas questões fundamentais em primeiro o músculo liso
também depende do íon cálcio para realizar sua contração entretanto o cálcio ele não vai estar armazenado intracelularmente como acontece nos músculos estriados onde o cálcio fica dentro do retículo sarcoplasmático como a gente mencionou em slides passados no Músculo liso cálcio fica no meio extracelular em depressões que existem na membrana plasmática chamadas de cavelas Então essa é uma condição básica para que a gente possa compreender a contração do músculo liso primeiro depende do cálcio porém o cálcio está dentro das cavernas que são depressões na superfície da membrana plasmática da célula e isso é um fator que
é distinto do dos músculos estriados tá uma outra questão também que se destaca aqui no Músculo liso é o fato de que não existe a estrutura do sarcômero e essa estrutura ela não existe por alguns fatores o primeiro deles é o fato de que no músculo liso a proteína miosina ela é uma proteína miosina que tem uma estrutura diferente da miosina existente no músculo estriado aqui no músculo liso a proteína miosina ela é do tipo 2 como que é a proteína do tipo 2 a maior usina do tipo 2 ela não se encontra distendida naquele
formato já Mencionado para minha usina do tipo 1 ou seja um bastão distendido e uma dupla hélice perdendo a parte globular que é a cabeça né então nessa estrutura aqui que a miosina do tipo 2 Ela não fica distendida na forma de bastão mas ela vai ficar enrodilhada certo então esta proteína na sua posição de repouso ela está irredilhada E por que ela não está na forma de bastão a sua cabeça ela não vai parear com a proteína actina então ela não fica Naquele formato de pareada com a proteína a quitina que no músculo estriado
é este pareamento ele ocorre mas ele não se estabelece essa ligação ela não se estabelece corriqueiramente A não ser que haja um comando nervoso porque existe a presença da proteína troponina ali e a proteína troponina entre actina miosina impede mecanicamente que essas duas proteínas se relacionam e gerem a quebra do ATP aqui no músculo liso como a miosina ela Está enrodilhada eu não preciso de nenhuma proteína que impeça o contato da quitina com a miosina porque estando a miosina e rodilhada a sua parte que tem afinidade pela cabeça da actina está E rodilhada então no
músculo liso não existe a proteína troponina mas existe a proteína actina E a proteína tropomiosina estabelecendo actina na forma de filamento então aqui no músculo liso apenas o filamento fino está disposto está disposta como filamento e Essa proteína ela vai se prender na superfície da membrana plasmática Justamente na estrutura dos corpos densos então nós temos uma imagem aqui à esquerda esse esquema e mostrando que em vários locais da membrana da célula muscular Lisa nós temos os corpos densos e preso nos corpos densos nós temos o filamento Fino que é o filamento de actina que está
estabilizado pelo filamento de Tropa miosina que como eu Como eu comentei lá para o músculo estriado fica na região do suco da dupla cadeia de actina F então Aqui nós temos no filamento fino actina estabilizada pela tropa miosina e a não presença ou ausência da troponina E no caso deste músculo aqui a miosina ela vai estar em rodilhada porque ela é miosina do tipo 2 enquanto que no músculo estriado nós temos a maior usina do tipo um disposta na forma de bastão bem Esses são Essas são condições fundamentais para que a gente possa compreender como
se dá a contração do músculo liso tá então eu vou é descrever para vocês a sequência de como essa contração se estabelece levando em consideração essas características que são distintas entre o músculo liso e o músculo estriado tá então no músculo liso quando esta célula recebe o estímulo do sistema nervoso autônomo esse estímulo ele vai chegar até a membrana da célula muscular Lisa e Vai gerar uma permeabilidade para que os íons cálcio que estão nas cavernas possam atravessar canais existentes na membrana e se dirigirem para o meio intracelular este movimento acaba sendo passivo porque existe
mais cálcio fora da célula Do que dentro então quando um estímulo abre um canal de cálcio a tendência é que o cálcio vá do local onde ele está mais concentrado para o local onde ele está menos concentrado que aí no caso é no Citoplasma celular ao entrar no citoplasma celular existe uma proteína que está aí presente está aí no citoplasma estocada no citoplasma essa proteína ela é chamada de cal modolina e acalma adulina é uma proteína específica do músculo liso que que tem afinidade pelo íon cálcio então quando o cálcio ele entra no citoplasma da
célula ele encontra afinidade por essa proteína chamada de calmodolina E aí ocorre a ligação e essa ligação dos íons cálcio Com a calma dolina formam complexo que é o complexo cálcio calmo adulina tá mais complexo cálcio calmo dolina ele tem a função de ativar um enzima que existe na cadeia leve da miosina lembre-se que a minha Usina ela está em rodilhada e existe uma proteína chamada de proteína que nasce presente Justamente na cadeia leve da minhozina então quando o complexo cálcio cálmodulina se forma Ele ativa essa proteína que nasce na Cadeia leve da miosina e
a minha usina que tá em rodilhada ela se distende e toma a forma de bastão e aí quando ela toma a forma de bastão como a gente vê nesse esquema aí no esquema do lado esquerdo Nós temos duas imagens eu vou apontar e com a seta então quando a miosina ela se distende ela vai ficar entre os filamentos já quitina E aí ela vai se ligar a cabeça da miosina se liga com a parte ativa da quitina e acontece justamente o fenômeno de lise do ATP Liberando a energia que é necessária para que os filamentos
já quitina se deslizem para o centro do filamento da miosina quando este evento ocorre esse deslizamento dos filamentos finos pelo filamento Grosso os filamentos já quitina de um lado estão presos nos corpos de então eles puxam os corpos densos para o centro da célula Então se a gente observar o esquema da direita nós vamos ver a representação esquemática de uma célula acima apontai Com a seta e Em vários pontos os corpos densos nesses corpos densos nós temos os filamentos de actina presos aí quando a miosina ela toma a forma de bastão a cabeça dela parei-a
com actina E aí ocorre o evento de quebra do ATP que fica na cabeça da miosina e o deslizamento dos filamentos de miosina sobre os filamento jáctina puxa os corpos densos para o centro da célula na imagem abaixo nós vemos como que a célula ela contrai então ela não contrai Apenas no seu longo eixo ela contrai em todas as sua extensão na região do centro da célula veja que o núcleo também ele gera uma curvatura uma dobra sendo que essa dobra aí do núcleo ela é passiva então Para que ocorra a o retorno da contração
também é necessário gasto energético a volta ao relaxamento ela gera também uma atividade da célula de colocar o cálcio para fora e aí a célula não mais se contrai a não ser que novo estímulo Nervoso seja liberado na sua superfície pelas terminações nervosas do sistema nervoso autônomo então este é o mecanismo que gera a contração do músculo liso e que tem como diferença fundamental Justamente a presença do tipo de proteína miozina que a miosena do tipo 2 que ao está na forma de bastão ao não está na forma de bastão mas ao contrário está na
forma irrodilhada não estabelece sarcômero e também dispensa a presença da proteína troponina Beleza Então basicamente Essas são as características da do músculo liso bem meninos assim nós estamos concluindo mais um capítulo da histologia humana que é o capítulo de tecido muscular Você é sempre muito bem-vindo e a gente se vê em breve fui