vamos começar a parte da nossa aula de interações microorganismos e hospedeiro falando sobre mecanismos de patogênese e microbiano tá antes da gente entrar nessa aula eu vou só relembrar que vocês viram na aula anterior sobre essas relações né entre microrganismos hospedeiro relações benéficas no contexto da importância da microbiota então nós sabemos que a grande maioria dos microrganismos são benéficos tá então é muito importante a gente pensar nesse equilíbrio porque inclusive alguns microrganismos que são patogênicos eles também podem ser benéficos em alguns contextos Depende muito do que a gente vai discutir hoje que são fatores de
virulência bom então nós temos esse grande né número de microrganismos que podem conferir reações interessantes produzir né substâncias que são benéficas para hospedeiro mas nós temos também os microrganismos que são patógenos em potencial e aí começando então a aula nós vamos discutir alguns conceitos né dentre eles a patogenicidade que é a capacidade de um microrganismo causar doença e a virulência que segundo o livro Brock que é o que a gente usa como o livro texto né o principal livro utilizado na disciplina a virulência refere-se ao grau de patogenicidade do microorganismo nós gostamos de explicar para
que vocês consigam visualizar melhor consigo entender melhor o que são fatores de virulência que são estruturas produtos ou estratégias que contribuem para o agente que é micro-organismo aumentar sua capacidade causar doença e o que seria isso né estrutura por exemplo o LPS que está presente né a parte lipídica do LPS que a polissacarídeo também chama dinda toxina tá presente na membrana externa de bactérias gram negativas é uma estrutura de algumas bactérias tá que tem capacidade de aumentar que tem a capacidade de aumentar a virulência a patogenicidade desculpem produtos produtos aí nós temos como exemplo toxinas
né Tem várias toxinas nós vamos falar mais detalhadamente um pouco mais na frente na aula porque depende muito da ação da toxina para a gente fazer esse exemplo ou estratégias tá estratégias utilizadas pelo microrganismo como variação antigénica em que Ele muda os antígenas superfície para escapar da Resposta imune então entendam que são né esses fatores que contribuem para aumento da patogenicidade aqui nessa imagem nós temos um exemplo de uma bactéria bastante conhecida salmonella é uma bactéria gram negativa certo então ela tem essa ainda toxina ou tá aqui mostrando LPS e ela tem vários outros fatores
de virulência alguns conhecidos né que nós já discutimos na aula de cito morfologia por exemplo fibras tipo um são responsáveis pela aderência essa adesão facilita de colonização e consequentemente a permanência do microorganismos determinado nicho plasmídeo Nós estudamos na aula de genética aqui tem um cromossomo aqui uma estrutura Extra cromossômica né que tem replicação independente pode conterinos de virulência o flagelo que confere uma utilidade certo então ela tem vários outros Mas nós vamos falar um pouco mais é a medida que a aula foi avançando certo outros conceitos importantes hospedeiro que é o organismo que obriga um
patógeno e a doença é o dano a lesão tecido ao que prejudica as funções dos Pedreiro tá a patogenicidade ela difere consideravelmente entre os patógenos então aí eu gosto de exemplificar com as que ele quer colhe que é uma bactéria que pode fazer parte da microbiota e pode ter fatores distintos de violência tá que vão contribuir com uma maior fotogenicidade ou mecanismo diferente de causar lesão então eles querem que acolhe tem várias cepas distintas que inclusive sofrem denominações diferentes então nós temos ó uma escrita acolhe que produz toxina é a ecoli enterotoxigênio chamada de Etec
é Coli enter invasora é IEC é Cola enteropatogênica é PEC tá então vejam essa diferença de patogenicidade entre os patógenos e sabemos também que a resistência o sustentabilidade do hospedeiro ela é importante no mecanismo de doença porque muitas pessoas podem ter contato com determinado microrganismo e nem todas vão ter os mesmos sintomas e nem todas vão ficar doente né Então essa patogenicidade depende do patógeno depende do hospedeiro depende também da condição do ambiente nós vamos falar um pouco mais na frente é a Tríade epidemiológica e nesse contexto é importante a gente discutir com vocês também
o que é um patógeno oportunista que é aquele que causa doença na ausência de resistência normal do hospedeiro ou seja se aproveita de uma situação de deficiência dos Pedreiro que pode ser um deficiência nutricional ou o sono inadequado ou uma condição de stress né tudo isso faz com que um patógeno oportunista possa vir a causar doença bem e as doenças elas podem ser endógenas e podem ser exógenas então uma doença endógena e aí tá né escrito doença bacteriana mas pode ser aplicada também para vírus ou para fungos porque tanto bactérias quanto vírus e fungos eles
colonizam o indivíduo colonizou E aí esses agentes oportunistas presentes na microbiota em uma situação de desequilíbrio tá podem ver a causa da doença seria uma doença endógena porque o agente faz parte da microbiota tá lá no hospedeiro tá ou podem ser exógenas que é quando a gente tem contato com a gente que tá no meio externo por exemplo a gente ingere um alimento contaminado com alguma microrganismo ele vem a causar alguma infecção outox infecção então isso aí seria um exemplo de doença exógena essa figura ela é do tortora é uma figura interessante no contexto dessa
aula porque a gente pode ver ó que quando o equilíbrio tá entre o hospedeiro e o micróbio encontra-se em favor do micróbio na verdade vai ser um desequilíbrio né em favor do micróbio ocorre uma infecção ou Doença e conhecer os mecanismos de patogenicidade que é o que a gente está discutindo aqui na aula é fundamental para se compreender como os patógenos são capazes de superar as defesas do hospedeiro como é que ocorre isso inicialmente a gente tem que pensar nas portas de entrada então como é que o microorganismo tem acesso ao hospedeiro pode ser por
membranas mucosas respiratório trato gastrointestinal trator genital conjuntiva pele quando não está íntegra via parenteral certo daí tá mostrando aqui aderência aderência importante para permanência do microorganismo e a colonização o número de micróbios invasores que nós chamamos de inóculo em seguida nós vamos discutir na aula penetração ou evasão das defesas dos Pedreiro aí nós temos cápsulas componentes da parede celular enzimas variação antigénica em vaginas crescimento intracelular danos aqui em vermelho para chamar atenção danos as células hospedeiras então sideróforos um dano direto via toxina conversão lisogênica efeito citopático que é para vírus e por fim portas de
saída que são as mesmas das mesmas de entrada né como micro-organismo vai ser transmitido que vai ser assunto da nossa terceira terceira aula né que envolve esse assunto interações microrganismos pedreiro a aula seguinte que vai ser mecanismos de transmissão de doenças certo e aí nós vamos falar sobre isso aqui ó Geralmente as portas de saída são as mesmas de entrada membranas mucosa pele eu via parenteral certo agora vamos ver ó como é que uma doença infecciosa Ela implica que o patógeno ele deve primeiro se instalar na hospedeiro Então essa instalação ela se chama colonização tá
depois é preciso que haja uma multiplicação nos tecidos dos Pedreiro e seguida né tópico 3 resistir esse pato resistir as defesas do hospedeiro por um período de tempo essas defesas aí elas são direcionadas pelo sistema imunológico nós vamos falar um pouco mas não vamos detalhar porque vocês devem ou tá cursandologia ela é importantíssima tá para o entendimento dessas interações microorganismos hospedeiro e por fim então depois de Resistir essas defesas e prejudicar o hospedeiro né que aí seria a doença em si número de micróbios invasores que nós chamamos de inóculo lembrando daquela figura né do tortora
esse número de micróbios invasores é importante no contexto da patogenicidade porque a dose infectante é diferente entre as espécies Então veja para uma bactéria por exemplo a tigela sem células ou seja 10 elevado ao quadrado já são suficientes para causar infecção o vidro colory precisa de 10 elevado a oitavas células salmonela entéricas sorótipo tiff 10 elevado a sexta isso para dose infectante tá E aí nessa imagem a gente tá também falando de número de microrganismos ou seja de enoculo só que aqui no contexto da mortalidade de camundongos tá é observado aí essa esse número de
células que são necessárias para matar os animais que são diferentes entre as espécies bacterianas aqui ó um organismo altamente virou lento ST pneumonia porque porque sem células já são capazes de matar ó quase todos camundongos aqui quase 100% tá E esse outro microorganismo a salmonela entérica sorobarte e finura aqui mostrando em verdinho para atingir esse mesmo número que 10 elevado ao quadrado para o streptococcus pneumonia precisa de 10 elevado a sexta célula para matar o mesmo número de camundongos então diferença na virulência demonstradas Com base no número de células certo e bem-vindos também Relembrando aquela
figura aderência bacteriana que eu falei que aderência é importante para a colonização então aderência é a capacidade de um microorganismo se ligar a uma célula ou superfície nessa figura Nós estamos vendo a moléculas na superfície de superfície no patógeno que são chamadas de adesinas ou ligantes tá aqui verdinho na imagem que se unem especificamente receptores de superfície das célula Hospedeira aqui das célula Hospedeira e aqui o receptor se liga essa lesão é importante porque se a gente imaginar por exemplo o microorganismo que tá tendo acesso pelo trato respiratório superior né inicialmente pelo pelo nariz esse
microorganismo quando ele tem adesivo ele consegue se ligar ele pode se estabelecer nesse local e se ele não tiver facilmente ali por um espirro com microorganismos pode ser facilmente eliminado certo é só um exemplo para a gente conseguir visualizar como consequência da aderência é importante a gente falar sobre biofilmes biofilmes São comunidades formadas por uma grande quantidade de microrganismos por exemplo a placa dentária algas nas paredes das piscinas que aí nesse caso é formado por vários tipos de microrganismos né formando aquele limo que a gente visualiza então o biofilm ele pode ser composto por várias
camadas e conter diversos tipos de microrganismos como que eu falei agora ou aqui ó o biofilmes sobre um cateter que é de um único microorganismo está filococcus vocês estão vendo aqui os cocos e aqui ó substâncias produzidas por esses microrganismos o biofilme ele tem uma importância grande na saúde porque ele dificulta o acesso de substâncias antimicrobianas tá o local onde elas devem atuar Então biofilme ela protege esses microrganismos né então é um contexto importante e depende inicialmente da Adesão desses microorganismos a uma superfície inerte além né da gente discutir o inóculo de pensar na adesão
como fator de uma condição de patogenicidade é importante a gente lembrar que os microrganismos eles enfrentam uma variedade de ambientes nutricionais né dentro do hospedeiro então alguns locais tem mais nutrientes ou tem menos é importante que o microorganismos eles tenham maneiras eficientes de captar nutrientes importantes para eles e aí por exemplo a captação de Ferro tá o microorganismo que tem sideróforos conseguem captar ferro pode ser importante é para o crescimento do microorganismo E aí Esse aumento do número de bactérias ele é imprescindível para causar doença Então os microorganismos eles precisam ter um mecanismo eficiente de
captar nutrientes e precisamos se multiplicar tá para conseguir ver a causar a doença bom vamos falar um pouquinho então invasão e o que seria invasão bacteriana é a capacidade de um patógeno entrar nas células e o tecidos propagar-se e causar doença o modo de invadir o grau de invasão variam entre as diferentes espécies bacterianas nós vamos exemplificar aqui ó salmonela invadindo as células epiteliais que através dessas invas elas arranjam os filamentos da quitina do citoesqueleto da célula do hospedeiro facilitando a invasão Ok bom aí agora vamos entrar um pouco na discussão de como os microrganismos
consegue ultrapassar as defesas certo e vamos falar sobre cápsula ou glicocálice e vocês estudaram isso na aula de citomologia né algumas bactérias elas conseguem produzir cápsula aqui tem exemplos de algumas delas streptococcus pneumonia a clebisiela pneumonia nas séries hemófilos influência e o que que essa cápsula faz ela esconde os antígenos de superfície e faz com que essas bactérias aquela bacterianas elas driblam o sistema imunológico elas conseguem fugir de células fagocíticas tá que são a primeira linha de Defesa do hospedeiro aí Claro o sistema imune vai montar outra resposta Só que essa resposta ela é um
pouco mais demorada né a resposta imunerada ela é rápida e aí se ela sagocíticas fazem parte da resposta imuneta tá E aí o microorganismos que tem cápsula ele consegue ficar mais tempo ali no no hospedeiro e com isso ele ganha tempo né então vocês pensem nisso como uma coisa dinâmica e que a cápsula é uma propriedade interessante com microorganismo e ele escapa ultrapassa a defesa porque ele vai fugir dessa primeira linha de Defesa do hospedeiro certo bom além da cápsula também componentes de parede celular de alguns microrganismos por exemplo a proteína streptococcus pneumonia é fixa
bactérias células epiteliais Então seria também é uma forma de aderir de fixar e auxilia a bactéria resistir A fagocitose que é o que a gente está discutindo aqui agora Como ultrapassar as defesas né bom o Outro exemplo é o a cera de micobacterium tuberculoses que resiste a digestão pelas células fagocíficas então também dificulta a ação dessa primeira linha de Defesa do hospedeiro certo e aí ó depois de estudar como os microrganismos ultrapassam as defesas Vamos ver aí o mecanismo de também mecanismo de escape né um outro exemplo que é na Esfera gonorreia através do mecanismo
de variação antigénica aqui tá mostrando nas séries forma diplococos tá Gran negativos então a capacidade de variar a estrutura de antígeno superfície para escapar da resposta de anticorpos que também são moléculas do sistema imunológico são moléculas produzidas por células específicas linfócitos B A na Esfera ela consegue variar essa estrutura de antígeno E aí como o sistema imune atua especificamente uma mudança notícia não faz com que tem que ser montado uma nova estrutura novas anticorpos e isso acaba é fazendo com que o microrganismo Ganha Tempo o outro mecanismo né de Como as bactérias podem causar doenças
sendo intracelulares certo Voltando a falar com vocês porque você sabe que vocês pensam que essa é uma coisa dinâmica é que nós estamos dando exemplos né de exemplos diversos exemplos variados e que cada microorganismo aí Social quiserem saber né especificamente quais são todos os mecanis de violência de uma bactéria é por exemplo como stafflococcus Alves aí você tem que estudar toda especificidade para aquela bactéria na aula a gente está fazendo uma visão geral certo bom o patógeno c intracelular é importante é uma habilidade tá de sobreviver dentro das Telas e faz com que esse patogênio
ele consiga escapar de anticorpos de molécula sistema complemento que são do sistema imunológico então aí o sistema imune não tem como resolver isso um patogênio intracelular tem só que aí é um mecanismo em que é necessário matar aquela célula né que isso implica também em prejuízo ao hospender Então essa habilidade sobreviver dentro da célula ela é interessante algumas bactérias fazem isso de forma facultativa como por exemplo a salmonela com bactéria tuberculoses algumas bactérias são intracelulares Obrigatoriamente tá como a riqueza Clamídia mico bactéria não lepra e vírus você já sabe né são intracelulares obrigatórios tá a
vantagem de ser intracelular como eu falei é escapar de anticorpos e proteínas sistema complemento tá que são circulantes e são do sistema E aí nesse nessa escape de sistema imune que tudo isso que a gente está falando né são mecanismos de escape algumas bactérias elas conseguem passar de uma célula para outra como vocês estão vendo aqui nessa imagem ó sem precisar sair para invadir novas célula e isso faz com que seja o mecanismo rápido né E também a bactéria ela escapa novamente a gente corpos e complemento de neutrófilos tá então exemplo a listra monocitose essa
bactéria ela entra que tem algumas imagens de microscopia eletrônica que tem um desenho a listra ela entra é formado fagossomo ocorre Lise desse fagossomo e a bactéria consegue replicar no citosol e ela passa aqui ó para uma nova célula vai passando vai passando e vai lesionando a célula Então se chama penetração do citoesqueleto da célula Hospedeira certo e chegamos agora então em como os patógenos lesam as células essa lesão ela pode ser direta tão com os patógenos retiram nutrientes da células dos Pedreiro e produzem subprodutos tóxicos Além disso alguns replicam dentro de células aqueles que
são intracelulares né E com isso eles lisam as célula Esse é o mecanismo é de lesão ou ação de enzimas específicas E aí nós temos alguns exemplos aqui ó e a loroneidade que degrada ao ácido hialurônico estreptoquinase são produzidos por determinadas bactérias para dissolver os coágulos de fibrina coagulase que protegem os fatores das defesas hospedeiro então no caso da coagulagem Como está a Flocos áures Por exemplo ele faz essa coagulares para proteger a bactéria tá das defesas do hospedeiro mas tem outra bactéria que produz streptoquinase que dissolve os coágulos de disciplina que são formados para
conter a infecção ali localmente né Então aí cada enzima vai ter uma ação específica Tá além dessa lesão direta muitos microrganismos eles podem ter endotoxina né lembrem das bactérias gram-negativas Porque ainda eu toxina é a porção lipídica do LPS que está presente na membrana externa de bactérias gram-negativas e muitas bactérias podem produzir exotoxinas já essas exotoxinas são substâncias tóxicas liberadas para fora da célula e que vão ter ações né específicas é importante a gente diferenciar exotoxinas de endotoxinas tá é com relação à fonte bacteriana as endotox ou desculpe toxina são produzidas principalmente por bactérias e
negativas Mas isso não é exclusivo algumas bactérias gram negativas como a salmonela a pseudomonas elas podem também produzir exotoxinas tá já fazendo são exclusivas de gram negativas certo aí vocês podem parar a aula olhar detalhadamente a tabela essa tabela tá no livro tortora certo com relação a estabilidade ao calor a exotoxina é instável ou seja normalmente é destruída pela em 60 80 graus exceto a interatoxina estafilococócica que ela é termo resistente né e ainda toxina é estável podem suportar inclusive temperatura de Autoclave Então veja microrganismo ele vai morrer ele será destruído por ação da autoclaveralização
Mas ainda eu toxina pode ainda permanecer viável tá com relação à toxicidade de exotoxina é alta endotoxina é baixa geração de febre exotoxina não gera febre ainda toxina em variavelmente vai gerar febre tá com relação a imunologia as exotoxinas podem ser convertidas em toxoides o que que é isso é uma estrutura que perde a toxicidade mas mantém a imunogenicidade e podem ser utilizados como alvos vacinais por exemplo né E aqui alguns exemplos ó de exotoxina do doenças tá representativas pela produção de hexatoxinas Gangrena gasosa tétano botulismo difteria febre escarlatina etc e doenças representativas de da
ação de endotoxinas febre tifoide infecções do trato urinário e meningite e meningocócica bom aí vamos falar um pouco vamos falar um pouco de exotoxinas né alguns exemplos toxinas podem ser citolíticas toxinas do tipo AB que tem a parte ativa radioativa e b de ligação que vem no nome inglês e super antígenos vamos detalhar um pouquinho certo e enterotoxinas tem importância aí ó para o pessoal de nutrição também de veterinária as exotoxinas são exotoxinas cujas atividades afetam o intestino delgado provocando vômitos e diarreia geralmente são adquiridas pela ingestão de alimentos ou água contaminados tá e um
exemplo seria toxina colérica que é um tipo de toxina do AB certo e aí essas exotoxinas né que eu falei que a gente é detalhar um pouco vamos ver aqui uma toxina citolítica tá é como exemplo alfatoxina de estafilococos você tem aqui ó é uma citotoxina formadora de poros na célula do hospedeiro há um é fluxo de componentes citoplasmático e um influxo de componentes extracelulares isso desestabiliza e acaba alisando as célula hospedeiro então danificam a membrana citoplasmática da célula do hospedeiro provocando livre e morte lá tá toxina do tipo AB como eu falei rapidamente em
alguns slides anteriores aqui tá vendo ó vocês estão vendo a produção né dessa toxina a parte a ativa e a parte B A de ligação Então como é que ela atua na sua na célula né é receptora então há uma ligação aqui no receptor da célula com a parte de ligação da toxina essa toxina ela vai ser internalizada a subunidade serão separadas e a parte ativa vai ter a função específica na célula e que função é essa depende da toxina nós temos aqui dois exemplos né de toxinas do tipo AB a toxina botulínica que age
na junção neuromuscular inibindo a liberação de acetilcolina é a mais potente entre as hexatoxinas e a toxina tetânica que é uma neurotoxina que age no sistema nervoso central bloqueando a via de relaxamento muscular Tá super antígenos são o que são proteínas são toxinas capazes de provocar uma Resposta imune muito intensa nós já discutimos um pouco bem superficialmente né de imunologia vocês sabem que a Resposta imune ela é um mecanismo de defesa defender hospedeiro de uma agressão de um agente invasor só que a Resposta imune intensa ela causa lesão na célula do hospedeiro né E aí
essas proteínas que causam lesões elas produzidas por muitos vírus e bactérias estimulando as células Texas são células sistema imune a liberar enorme quantias de citocinas que citocinas estas inflamatórias que vão ter efeitos danosos as células né um exemplo de um super antígenos são toxinas staphylococócicas que causam toxinose alimentar e síndrome do choque tóxico tá fechando aí ó nessa imagem nós vamos voltar aí para essa imagem da salmonella alguns fatores de virulência nós já discutimos que vocês viram já conheciam por conta da aula Se tomofologia depois que a gente deu esses exemplos aí nas aulas Vocês
conseguem ver outros fatores de virulência aqui por exemplo sideróforos que são responsáveis pela captação de Ferro ainda toxina a gente já tinha até falado né só que a gente detalhou um pouco mais na aula e aqui ó citotoxina que inibe a síntese proteica das célula Hospedeira com influxo de cálcio a partir das célula Hospedeira que também faz aderência e aqui ó no cromossomo da salmonella também podem ser encontradas ilhas de patogenicidade que são regiões com vários genes de virulência ok E aí para a gente fechar né Queria trouxe essa frase que tá no livro microbiologia
de block microorganismos denominados patógenos invadem infectam e causam danos ao corpo humano e também de outros animais certo os patógenos utilizam estruturas especializadas de ligação fatores de crescimento enzimas e toxinas para ter acesso e acabam danificando os tecidos do hospedeiro E aí principalmente quando ocorre um desequilíbrio né por diversos fatores bom essa aula a gente fica por aqui tá vão nos livros estudem para aprofundar o conhecimento e aí a gente vai discutindo durante o curso certo Bons estudos aí para vocês grande abraço