Oi, oi, gente. Sejam muito bem-vindos ao meu canal. Eu sou a Leandra e eu conto relatos sobrenaturais aqui todos os dias para vocês. Bom, se por um acaso você caiu de para-quedas aqui, eu também conto relatos mais curtos lá no meu TikTok, no meu Instagram e essas redes sociais estão aqui embaixo na descrição do vídeo. Se por um acaso você tiver aí algum relato para me enviar, o relato deve ser enviado pro e-mail, que também Já fica aqui embaixo na descrição. Bom, como vocês sabem, eu não gosto de enrolar na introdução do vídeo, então já
já vamos para os relatos de hoje. Mas antes, não se esqueça de se inscrever no canal, caso você ainda não seja inscrito, de curtir esse vídeo agora no início, porque ajuda muito a divulgar o vídeo aqui na plataforma e de hypar o vídeo se tiver aparecendo aí essa opção para você. Bom, agora sim, recadinhos dados. Vamos ao nosso primeiro relato de Hoje que se chama Era o protetor da mata. Bom, vamos ver. É, oi, Lilica. Amo e amo esses apelidos seus. Eu também gosto, gente. Eu acho engraçadinho. Eu gosto também. Bom, é, deixa eu só
ver. Ah, tá. Me chamo Manu e é meu nome verdadeiro e pode dizer sem problemas. Só o e-mail que o nome tá diferente porque é o e-mail do meu marido. Bom, você pode ler os nomes que irão aparecer no relato, pois já estão todos trocados. E sem mais enrolação, bora pro relato. Bom, esse relato ele aconteceu no interior de São Paulo e na cidade de Olímpia e ela disse que pode ler sem nenhum problema. Meu cunhado, que aqui eu vou chamar de Pedro, gosta muito de caçar. Sly, mesmo assim não podendo, né? Mesmo não podendo
ele caça. Mas mesmo assim ele assim nunca desrespeitou, nunca foi desrespeitoso com a caça. Nunca por maldade, muito menos para zombar. Pedro era acostumado e já sabia todos os trâmites para poder entrar na Mata. Sabia ali o dia certo, né, que podia, a lua certa. E nesse dia em questão não foi diferente. Estava tudo planejado, tudo certo e tava tudo ocorrendo bem, né? assim como planejado. E o Pedro, ele sempre ia com seu pai, que aqui vou chamar de Antônio. E nesse dia em questão, o Antônio não foi com ele. Então, sem medo ou algum
tipo de eh pressentimento ruim, lá foi Pedro sozinho para sua caça. Ele não estava sentindo nada diferente, mas a Minha irmã, que é a esposa de Pedro, a Raquel, estava sentindo algo estranho em casa, uma dor forte em sua nuca que descia para as costas, uma dor que ela não sabia explicar e que começou logo depois que Pedro saiu. Ela com medo mandou mensagem para ele tomar cuidado e ficou por isso mesmo. Passando um tempinho, Pedro volta para casa, pálido e tremendo, com os olhos vermelhos, como se tivesse acabado de chorar. Raquel então perguntou o
que tinha acontecido e Até comentou, né, da dor que ela estava sentindo antes dele chegar e que quando ele chegou a dor a dor diminuiu. Ele então não conseguiu falar muito, então foi tomar banho e quando eles foram se deitar, ele tomou coragem para contar para Raquel o que tinha acontecido. E é agora que vem a parte sobrenatural. Pedro tinha matado duas pacas. Uma ele deixou no chão perto da árvore, né, que ele tava ali, e a outra levou com ele Para cima da árvore com ele, pois eles ficam em cima das árvores sentados ali,
esperando a presa aparecer. E aqui é chamado de seva. Então, ele já tinha matado as duas, mas ele resolveu sentar lá em cima na árvore e esperar mais um pouco. Até que ele sentiu uma presença na árvore da frente. Mas ele estava sozinho, né? Pois Antônio não foi com ele dessa vez e ele então não ligou muito e continuou quietinho lá em cima. Quando de repente algo pulou de cima daquela mesma árvore que ele tava sentindo a presença, sabe? E era algo grande, como se fosse um homem, mas ele não conseguia ver 100%, sabe, né?
Se era um homem mesmo ou outra coisa. Bom, aquilo usava uma capa preta e ele não conseguia ver o rosto. Essa coisa então pegou a paca que estava no chão e a levou embora, arrastando a paca ali mata adentro. Pedro escutava os passos daquilo, Pálido, tremendo e chorando em silêncio, né, para aquilo não ouvir e voltar. Até que passou longos minutos, ele criou coragem, desceu da árvore e foi embora. Raquel Brava disse para ele levar aquilo como um livramento de algo e que não era mais para ele ir naquele lugar e muito menos caçar. Pedro
não contou isso para ninguém, apenas para minha irmã, eh, e também para mim e eu estou contando para você e seus inscritos. Então, só nós aqui, só essa galera toda que vai saber. Ela até colocou entre parênteses vários K k e botou poucas pessoas. E Pedro acabou não contando nem para Antônio, pois Antônio é aquele tipo de homem cético que não acredita em nada. Bom, Li, eh, deixa eu só ver um negócio que que Ai, meu Deus, pera aí. Bom, Li, o que será que era? Será que foi um livramento? Será que era algum protetor
da mata? Quero muito saber sua opinião. Eu e meu marido amamos muito o seu canal e já assistimos todos os vídeos. Amamos Você, seu conteúdo. Um grande beijo e que Deus abençoe sempre a sua vida. Ai, me desculpe se tiver algum erro ou se tiver ficado muito longo. Beijos ali. Ó, um grande beijo, tá? Muito obrigada por ter enviado. E não teve erro nenhum. Todas as vezes que eu eu cometi algum erro aqui, é eu lendo, porque eu tenho que eu tenho que ver isso com a psiquiatra, porque não é normal, gente. Eu vejo uma
palavra e eu leio outra. Eu não sei porque que eu faço isso. Se eu Não me engano, o nome disso é dislexia. Mas, né? A gente tem que ter o diagnóstico certo do médico. Mas eu tenho que ver com ela por que eu faço isso, porque é muito, é muito bizarro, tá? Uma palavra nitidamente escrita, eu vou e leio, ela errada, mas de qualquer forma está muito bem escrito, tá? E não ficou longo, ficou no tamanho perfeito. E assim, pode ser que tenha sido um protetor, sim, da mata, mas eu nunca tinha visto nenhum protetor
sendo Descrito dessa forma. Então é a primeira vez. Então assim, não vou falar com certeza que eu também acho que seja um protetor da mata, não, porque é a primeira vez que eu vejo ele com essa característica. Mas quem sabe também não foi um livramento para para esse rapaz, né? Até porque a a sua irmã que é a esposa, começou a sentir ali umas coisinhas, né? Então, quem sabe não ia acontecer alguma coisa com ele, mas aquilo assustou para ele ir embora, Entende? Porque tem gente que é tão cético. Então assim, nem só questão de
ser cético, mas tem gente que é tão de boa, eh, nada o assusta com facilidade, que às vezes tem que aparecer uns trem bem macabro assim pra pessoa se mancar e sair do lugar, sabe? Tô falando no sentido de livramento, né? Às vezes, se aparecer uma coisinha branda, um vulto, uma voz, um sonho, a pessoa não se liga. Tem que vir realmente um uma pessoa, uma pessoa não, um espírito, alguma coisa Com aparência um pouquinho mais medonha para então assustar, dar um chega para lá na pessoa. Então, às vezes ia acontecer alguma coisa com ele,
né? Porque querendo ou não, né, gente, ele tava sozinho na mata. Quem garante que não tinha alguém ali com assim observando ele? Quem garante também que algum outro animal não poderia atacar e poderia ser pior? Então, eu acredito que pode ter sido um livramento para ele também, já que ela tava sentindo a dor Na nuca antes. Mas de qualquer forma, muito obrigada, tá, por enviar o relato, pelo carinho e um grande beijo para você e pro seu esposo que assiste os relatos junto com você. Então, vamos para o próximo relato que se chama Experiência Única.
Oi, pode me chamar de Alícia. Meu nome está trocado, assim como todos os outros que eu irei citar no relato. Conheci o seu canal por meio do TikTok? soube que você aceitava relatos e decidi contar o que aconteceu comigo. Também Sei que não gosta de enrolação, então tentarei ser breve. Bom, quando eu era adolescente, hoje já tenho 28 anos, eu tinha uma namorada que estudava na mesma escola que eu tinha bolsa. Sou de uma família religiosa que era muito preconceituosa, mas minha namorada da época, Bruna, era assumida e os pais não ligavam pra sexualidade dela.
Para minha família, éramos apenas melhores amigas, o que não deixava de ser verdade, né? O que não Deixou, né, de ser verdade por um tempo, até nos gostarmos e começarmos ali a namorar. Bruna tinha pais ricos do tipo muito ricos. O pai dela era desembargador e a mãe intérprete e escritora. Ambos já mais velhos do que meus pais. Se não me engano, eles tinham uns 60 e poucos anos. Nas férias de fim de ano, eu eu consegui convencer os meus pais a me deixarem a passar a última semana de dezembro com a família dela numa
cháara Que tinham fora da cidade. Eles não queriam no começo porque diziam que final de ano era algo, né, para se passar ali com a família e não com amigos. Mas depois de insistir muito, eu mandava textinho todos os dias para eles, porque nessa época eu ainda tinha medo de bater de frente e achava melhor me expressar por mensagem do que cara a cara. Até que eles permitiram, mas com a condição de que no reveillon eu ligaria em chamada de vídeo. Bom, arrumei minhas Coisas e Bruna veio buscar em casa, né, junto com os pais
dela, porque os meus pais queriam muito falar com eles antes. E depois fomos embora. E detalhe, os pais de Bruna sabiam sobre o nosso namoro, mas entendiam como os meus pais eram e não comentavam nada. Eles eram muito queridos para mim, como pais também, me tratavam muito bem. Eu podia ser eu mesma perto deles. A chácara era enorme e eu nunca tinha conhecido um lugar tão grande e bonito. Tinha uma cachoeira perto daquelas pequenas e era cheia de árvores, sabe? Coisa de filme mesmo. A casa era velha, mas não no sentido de acabada, porque era
muito linda. Velha porque, segundo Bruna, era dos bisavós dela e tinha uma parte de baixo que até hoje eu não sei explicar o que era, mas parecia que embaixo da casa tinha tipo uma outra casa, sabe? como se fosse subterrânea ou sei lá, uma um armazém enorme. Bom, dentro tinha vários quartos, duas salas E até banheira nos banheiros. Na época eu achava que ter banheira em casa era coisa de filme e de gente rica e era um desejo tomar banho em uma. Uma sala tinha até uma chaminé assim, enfim. A a casa era coisa de
louco, né? A cozinha dava para o quintal que tinha piscina e uma sala de jogos. toda cercada de vidro. E aquela parte parecia até mais nova do que a casa em si, provavelmente porque foi construído depois. Desculpa enrolar, mas eu queria que entendesse o Lugar onde eu estava para que imaginem melhor ali durante o relato. Na primeira noite, os pais dela cozinharam e a gente teve uma noite de filmes e tudo parecia normal. Não sentia nenhuma energia ruim vindo da casa. Na segunda noite, eu lembro isso com detalhes, porque Bruna e eu fizemos uma lista
do que faríamos até o dia 31. Então, ficamos ali na parte de fora da casa, na piscina, até de madrugada. Estava ali com um som e jogando um Pouco. Foi a metade da semana que as coisas começaram a mudar. Eu fiquei no quarto ao lado do de Bruna, mesmo os pais dela não ligando pra gente dormir juntas. Eles até perguntaram no primeiro dia se iríamos ficar no mesmo quarto, né, eh, quando arrumamos a mala, as malas. Mas enfim, eu me sentia mal, né, porque na minha cabeça, se eu dormisse no mesmo quarto, os meus pais
saberiam. Enfim, não fazia muito sentido, mas eu me Sentia culpada por mentir. Então, toda a noite eu ia pro quarto dela, fazíamos algo, eu acabava cochilando, mas voltava pro meu quarto de madrugada. E foi numa dessas idas que quando acordei eu não vi a Bruna. Então eu pensei que ela tinha ido ao banheiro, mas não estava. Saí para procurá-la e achei ela na cozinha parada em frente à geladeira. Eu chamei por ela e ela não respondeu. Eu comecei a achar estranho ela estar lá Parada, sabe, em frente à geladeira, sem pegar nada. Tava muito estranho.
Então eu me aproximei e foi quando eu escutei algo na sala ao lado, como se fosse a TV sendo ligada. Achando que fossem os pais dela, coloquei metade ali do corpo para fora para poder dar uma espiada. E foi aí que eu congelei. Inclusive escrevendo, eu sinto um arrepio percorrer pelo meu corpo e não é exagero. Bruna estava sentada no sofá passando ali os filmes Da Netflix. Nesses momentos parece que o nosso corpo trava e o cérebro desliga, porque eu demorei para virar a cabeça de volta pra geladeira. E quando fiz isso, eu não vi
ninguém. Ainda sem entender, eu fiquei parada e senti o frio de verdade. Não só pelo medo, mas a casa em si ficou toda fria. Caminhei até a sala para falar com Bruna e ela me disse que antes mesmo de eu abrir a boca que eu parecia um fantasma De tão branca que eu estava. Ela riu e me chamou para ver filme com ela porque não conseguia dormir. Contei o que tinha acontecido e ela também ficou assustada, mas sugeriu que talvez eu tivesse sonhado porque ela desceu do quarto depois de mim. Eita, eu tô passada. Bom,
disse que me chamou ali na cozinha e depois foi pra sala, mas que tinha me visto parada ali. Ou seja, com ela também aconteceu a mesma coisa. Tipo, vocês entenderam, gente? Ela comentou depois com os pais no café da manhã e eles só riram, achando a história engraçada. Eu sabia que eu não estava dormindo. Eu vi a Bruna e foi muito louco, mas eu vi. Eu tenho certeza do que eu vi. Um dia antes do dia 31, antes de os primos ali, dos primos e dos tios dela chegarem pra festa na chácara, eu acordei de
madrugada com um barulho de motor, perdão, com um barulho no corredor. Dessa vez esse barulho estava No meu quarto e não no de Bruna. Eu saí para ver o que era, mas era como se o barulho tivesse descido à escadas. Fui atrás de Bruna e ela estava dormindo. Acordei ela para que fosse comigo, porque se fosse algo igual o que aconteceu na cozinha, aí ela veria. Descemos à escada e tudo estava em silêncio e dava para escutar o ponteiro do relógio e o barulho da geladeira e até mesmo o vento lá fora. Ela me olhou
zangada e com sono, e Reclamou por eu ter acordado ela. Disse que eu estava sonâmbula ouvendo coisas. E foi quando ela começou a sair para ir pra escada que escutamos a voz grossa de um homem. E ele falava algo do tipo: "Por que estão acordadas a essa hora? Olha que tarde. Assim, eu não sei ao certo a palavra, sabe? Palavra por palavra exatamente, mas era algo sobre o horário. Era tipo isso que ele tava falando. Eu gritei e ela gritou e nós saímos Correndo escada acima. Meu corpo todo tremia e aí fomos pro quarto dela.
Nos trancamos e ficamos abraçadas como se ainda sem acreditar, né? Foi quando batidas na porta começaram. No começo eram desesperadas e altas e a gente gritava e chorava. Depois foram diminuindo e a voz ali já não era de homem, era uma voz de mulher. E ela pedia pra gente deixar ela entrar e perguntava que horas eram. Eu só sei que só me vinha a cabeça Porque os pais dela não acordaram ainda se o quarto deles é basicamente ao lado do nosso. Então assim, a Bruna pegou o celular, olhou as horas e sussurrou baixinho para mim.
que ainda estava chorando. Não entendi. Ah, tá. Ela ela só pegou o celular, olhou as horas e, né, sussurrou baixinho para mim, que ainda estava chorando. A pessoa atrás da porta, ah, entendi. Ela pegou o celular e falou a hora, né? A pessoa queria saber. Entendi. Agora a pessoa ali atrás da porta só respondeu um obrigada e está muito tarde, tipo: "Ah, obrigada, está muito tarde". E depois só escutamos ela correr pelo corredor depois, como se algo tivesse caído ali da escada e rolando por ela. Enfim, eu só sei que depois disso não dormimos e
aí ligamos a câmera do celular para filmar caso voltasse a acontecer e assim a gente conseguia mostrar, né? Mas nada rolou. Acabamos Dormindo quando já era quase de manhã. Contamos pros pais ali de Bruno que aconteceu, mas eles disseram não ter ouvido nada. O pai dela colocou as filmagens ali da Câmara de Segurança preocupado, né, que talvez alguém tivesse invadido a casa e nos dado um susto para, né, eh, não atrapalharmos. Bom, a gente assistiu tudo ali assustadas, porque nas imagens só aparecíamos nosso correndo, então não mostrava ninguém na casa e nem no Corredor do
andar de cima, onde a gente escutou o barulho maior na porta. Com a chegada dos primos e tios dela, eu não consegui socializar direito pelo que tinha acontecido. Conversei com Bruna sobre tudo eh sobre tudo e também mais algumas mais algumas eh conversei com Bruna sobre tudo e mais algumas vezes e ela me disse, eu acho que mais algumas coisas e ela me disse que nunca tinha vivido nada parecido, mesmo conhecendo, indo pra chácara todo Ano desde pequena. Hoje não estamos mais juntas, foi um namoro de adolescente e hoje sou assumida, casada e meu trabalho
me possibilita viajar mundo afora com a minha esposa e os meus pais me aceitam e para mim isso é tudo. Bom, o relato ficou grande. Eu não sei escrever muito bem acontecimento, sempre enrolo e demoro muito. Isso até contando a história presencialmente. Não sei porque aquilo aconteceu antes e depois do caso. Nunca presenciei nada Parecido, mesmo tendo viajado muito, ido conhecer lugares que são conhecidos por serem mal assombrados, sabe? Pois sempre amei demais essas coisas. Queria saber sua opinião, um abraço e sucesso, ó, um beijo, tá? Muito obrigada. Então, gente, eu acho assim, eh, fazenda,
casa muito antiga. É bem provável que essa casa na parte de baixo que ela viu, que parecia mais ali um depósito, né? Poderia ser talvez uma cenzala no passado que depois passou por uma reforma, mas a gente sabe Que mesmo reformando esses lugares, eles assim continuam ali com uma tipo uma energia pesada, né? Então acredito que tudo isso que você viveu pode ter sido fruto de algo muito pesado que aconteceu nessa casa no passado, ainda mais que ela, né, eh, já tava ali na família há bons anos. E o fato de ninguém nunca ter visto
nada, nem ter presenciado nada, talvez é porque você é uma pessoa sensitiva, né? E tá que depois você não viu mais nada, mas talvez a sua presença Desencadeou alguma coisa ali, né? Vamos, vamos dizer assim. Ou então também, gente, a as pessoas da casa já até presenciaram, sim, mas elas vão se acostumando, né? Tem muito disso também. as pessoas elas se acostumam e às vezes nem liga mais, já tá ali tão imersa naquilo que nem percebe mais essas coisas sobrenaturais, mas de fato foram acontecimentos bem bizarros. Então acho que se não acontecia antes e aconteceu
com você é porque você tem uma Mediunidade aflorada. E eu sei que não faz muito sentido porque ela mesmo disse que depois não presenciou mais nada, né? E fica uma pulguinha atrás da orelha. Mas eu acho que no geral pode ser isso. Pode ser que você, a sua presença ali pode ter desencadeado alguma coisa, vai saber porquê, né? Mas a questão do lugar ser mal assombrado, eu acredito que era por conta do passado da casa. Dá mais pelas características Ter uma outra casa embaixo, tipo no subsolo, gente, era bem característico de uma cenzala, né? Então,
provavelmente era isso. Mas de qualquer forma, ó, um beijo, muito obrigada por ter enviado e vamos para, deixa eu só ver aqui, vamos para o próximo que se chama Conversando com pessoas do além e são dois relatos. Bom, vamos lá. Oi, Lii, maravilhosa, como você está? Eu sou a Duda, esse é meu nome verdadeiro e pode falar sem problemas. Se aparecer outros Nomes, também serão os nomes verdadeiros, pois eu e minha mãe somos viciadas no seu canal e não vemos problemas em falar nossos nomes. Li, eu já te escrevi alguns outros relatos, mas como tenho
várias histórias sobrenaturais, resolvi te escrever mais alguns. Bom, vamos lá. Hoje serão dois relatos. O primeiro aconteceu com a minha mãe e o segundo foi comigo. Primeiro relato vamos chamar de Os amigos do meu ti. Por volta do ano de 2004, num sábado, logo de manhã, estávamos em casa e minha mãe, eh, meu pai e eu estávamos todos dormindo, né? E na época o meu tio morava com a gente, mas ele tinha saído na sexta e não tinha dormido em casa, que é um detalhe importante pra história. Bom, como minha mãe, bom, como disse, estávamos
dormindo e de repente a campainha tocou e minha mãe foi ver quem era. Eram dois rapazes jovens, eh, e atrás ali deles tinha um carro branco. Quando a minha mãe Apareceu na escada, logo um deles perguntou: "O Cleayon está?" E o Cleiton é meu tio. Minha mãe respondeu ali que não. E logo ela perguntou a eles, né, eh, quem eram e se queriam deixar recado. E aí eles responderam: "Ah, que nós somos amigos dele e marcamos o futebol hoje e ele ia com a gente, mas nossa, ele é um vacilão, né? Porque ele não tava
em casa". E aí minha mãe deu a risada e falou que quando meu tio chegasse, ela avisava que eles tinham Passado lá. E bom, o dia passou e no final da tarde meu tio chegou em casa e aí a minha mãe foi foi, né, falar para ele, né, que os amigos dele tinham passado lá e tinham procurado por ele. Meu tio ficou meio confuso e falou que não tinha marcado nada com ninguém naquele sábado. Então, minha mãe começou a descrever os rapazes e aí a ficha do meu tio começou a cair e foi quando ele
começou a chorar. Minha mãe detalhou os dois rapazes e o Carro. E quando a minha mãe terminou ali de contar, meu tio tomou o fôlego e contou para ela que naquele dia fazia um mês de morte daqueles rapazes, que realmente eles tinham marcado um futebol e meu tio realmente ia com eles, mas teve imprevisto e não conseguiu ir. E no caminho pro jogo, dentro daquele carro branco, os dois sofreram um acidente feio e morreu e e morreram na hora. Até hoje essa história nos choca. E essa não foi a primeira e nem a última vez
que a Minha mãe conversou com pessoas do além, achando que eram pessoas reais de carne e osso. Gente, não. E o pior é que aqui nesse caso, gente, não foi nenhuma impressão, porque eles realmente dialogaram com ela, fizeram uma brincadeirinha ali, então assim, e tipo, tinha um carro atrás. Tô passada. Vamos pro próximo. Segundo relato. O fofoqueiro do além. Bom, Subindo à rua da minha casa, na esquina tem uma concessionária e todo dia quando eu ia trabalhar eu passava por lá e tinha um senhor muito simpático que me dava bom dia. E era todo santo
dia. Era ele tirando as correntes ali da frente da concessionária e eu subindo pro ponto de ônibus. Depois de um tempo, ele até ia me acompanhando até o ponto ali, que era do lado da loja e às vezes até ficava conversando comigo até meu ônibus chegar. E isso foi mais ou menos até Janeiro de 2024. Em fevereiro de 2024 eu saí de férias, então já não seguia mais essa rotina e praticamente já não o via mais. Em março de 2024, eu voltei de férias e voltei à rotina, mas eu não vi mais aquele gentil senhor.
Então eu até pensei: "Ah, ele deve ter tirado férias também, mas passou dias, meses e nada de vê-lo. OK, ele deve ter, sei lá, mudado de emprego." Eu eu pensei, né? Agora vamos para junho de 2024. Estou eu ali Subindo à rua, mesmo trajeto, mesmo horário de sempre, quando do mais absoluto nada, um homem encostado ali na porta de uma casa e a porta meio entreaberta. E aí ele fala: "Ei, sabe aquele senhor que dava bom dia todo dia?" Eliandra, eu tomei o maior susto porque eu estava relativamente longe dele e eu nem conhecia ele.
Nunca tinha visto esse homem ali antes na minha vida. E do nada ele me deu assim, ele falou isso comigo sem ao menos me dar um Oi ou bom dia antes, sabe? Então, na hora eu já diminuí o passo, olhei para ele e primeiro dei um bom dia e falei que sim. E foi aí que esse homem simplesmente me solta. Então ele morreu na hora. Eu fiquei chocada, pois dias antes eu estava me perguntando o que tinha acontecido com ele. E agora do nada isso. Bom, eu me aproximei e ele começou a me contar. Ah,
aquele senhor foi mandado embora da concessionária, foi para uma outra ali para cima, mas Logo depois a esposa dele quis se separar. Ele saiu da igreja, virou alcólatra. E um dia saindo do bar ali bêbado, um carro o atropelou. Ele não resistiu e acabou falecendo. Assim, eu fiquei bem sentida na hora, né, mas agradeci pela informação e segui o meu caminho para poder pegar o ônibus. E eu estava atrasada porque meu ônibus de sempre já tinha até passado. Entrei no ônibus e mandei mensagem para minha mãe sobre o ocorrido. E ali, Processando a informação e
conversando com a minha mãe, foi quando as coisas começaram a ficar estranhas. Li a casa onde esse homem estava parado com a porta entreaberta é uma casa abandonada. Sabemos disso porque já moramos nessa rua há mais de 10 anos. E a minha mãe me perguntou quem esse homem era, né? o homem que me parou ali para contar a história e eu simplesmente não o conhecia. E aí a minha mãe me Questionou: "Duda, isso aí tá com cara de ser um fofoqueiro do além? Porque todos os fofoqueiros ali da rua a gente já conhece, porque, né,
senão você ia reconhecer, né? Como você não reconheceu, é bem estranho. E realmente ali, eu olhei muito bem para ele. Lembro até hoje que ele tinha os dentes ali da frente separados e lembro bem de tanto que eu foquei nele. E simplesmente não era ninguém ali da região. E a pulga ficou ainda mais ali na minha orelha Quando percebi que ele sabia que eu dava bom dia pro senhor da concessionária todo dia, pois dificilmente alguém passava por ali no mesmo horário que eu, ainda mais para reparar ali com certa frequência que eu sempre dava bom
dia para aquele senhor. Enfim, eu fiquei com aquilo a semana inteira na cabeça. Sabe como era possível eu ter parado para conversar, ter prestado atenção nos detalhes de alguém que nem sequer existia. Bom, eu só sei que no fim de semana eh tinha gira marcada, então eu fui tirar a dúvida, aquele homem era de verdade ou não? E, pois é, não era. Como eu ficava me questionando sobre o senhor da concessionária, enviaram esse outro homem para me contar o que havia acontecido. E eu fiquei passada, mas mais passada ainda, porque ele era tão real, sabe?
No final das contas não era real, mas parecia real. Pois bem, Leandra, como podemos ver, tem famílias Que passam riquezas como herança, mas como podemos ver nesses relatos, o que minha mãe me passa é falar com morto como se fosse gente de carne e osso. Hoje em dia, quando vem vemos algo ali que desconfiamos ser do além, zoamos uma a outra falando: "Nem posso perguntar se você está vendo, porque não vai adiantar muita coisa". Bom, Li, espero que leia meus relatos e peço desculpa por qualquer erro ortográfico ou dificuldade para conseguir interpretar. Beijo Grande. Adoro
seu canal e até mais, ó. Um grande beijo, tá? Muito obrigada por ter enviado. Achei muito interessante a história. Então, passou ele de geração para geração. E, gente, ele tipo assim, ele tinha um carinho tão grande por você que ele pediu para que alguém pudesse voltar ali e, né, te avisar, né, tadinho. Simpático até após a morte, coitado. Mas enfim, ó, um beijo, tá? Muito obrigada pelos dois relatos e um grande beijo pra você e pra sua mãe, tá Aqui, assiste o canal. Então vamos para o próximo que se chama Possível Carona para a morte.
Olá, Ali. Eu me chamo fulana, mas você pode me chamar de Joana. E o nome das pessoas envolvidas também darei um nome diferente. Pois bem, na época eu morava no Rio de Janeiro e o carnaval do Rio de Janeiro começa no mês de janeiro. Eh, muitas festas e blocos de rua e eu sempre ia atrás de um bloco com as minhas amigas. Pois bem, um desses blocos no mês de Janeiro conhecemos Rafael e Diego. Eu dei uns beijinhos ali no Rafael e minha amiga Júlia ficou com o Diego. E depois trocamos ali os contatos, trocamos
SMS na época, né, do tijolão, mas só ficou nisso e não nos encontramos mais. E vida se e a vida ali seguiu. Quando chegou a época de carnaval ali de fato em fevereiro, Júlia me convidou para passar uma semana na casa da tia dela em Mangaratiba, que fica localizada na Costa Verde. Eu aceitei e chegando no Primeiro dia, encontramos sem querer o Rafael e o Diego. E eles estavam na casa de praia dos pais do Rafael, que também fica em Mangaratiba. A partir daí, ficamos juntos todos os dias. Íamos à praia, almoçamos juntos, íamos a
blocos e no final ali da noite cada um entrava em suas casas. Pois bem, dois dias antes do último dia de nossa estadia ali na casa da da tia da Júlia, o Diego perguntou quando iríamos retornar para a casa no Rio de Janeiro. E bom, então eu lhe disse o dia e ele disse: "Ah, nós também. Quantas coincidências, né, tivemos até agora. Eu acho que, ó, alguém vai casar com alguém daqui, hein? Falou brincando. E aí ele sugeriu uma carona para voltar com eles. E a Júlia disse: "Ok, combinado às sete ali na porta da
casa da minha tia". Naquela noite do acordo, eu sonhei com um carro caindo do penhasco e eu estava no lado do carona e eu morria. Eu contei do sonho para Rafael. Na época ele Estava afastado da igreja. Ele ficou assustado e na hora não disse nada. E aí, na véspera eu liguei para o Rafael e disse para agradecer ao amigo, mas eu não estava me sentindo bem de ir com ele e que eu e Júlia iríamos pegar um ônibus. Júlia ficou brava, pois essa carona iria nos deixar muito próximas de nossas casas. E se fôssemos
de ônibus, teríamos que pegar dois até chegarmos em casa, pois era longe. Mas no final das contas, ela disse que tudo bem, pois se No final não tivéssemos nos encontrado com os meninos, íamos ter que voltar de ônibus de qualquer forma. Então, tava tudo OK. E pois bem, pegamos o ônibus, eu cheguei em casa, contei ali as aventuras para minha mãe, tomei um café e foi quando o meu celular tocou. Era Rafael dizendo que os meninos tinham sofrido um acidente de carro. Bateram de frente em um outro veículo, pois Diego dormiu no volante. Aí ele
me agradeceu, pois disse que também não foi no carro, Pois quando comentou com a mãe sobre o sonho, a mãe disse que não era para ele ir, pois depois eh eles o levariam para casa, né? pois eles também moravam na cidade. E aí ele acabou dando o lugar para um outro garoto. Então, o motorista Diego e o outro garoto sofreram um acidente muito grave e ficaram anos na cadeira de roda e com pinos. Infelizmente aconteceu isso e graças a Deus não morreram e nós tivemos esse livramento. Porém, as pessoas do outro Carro, infelizmente, morreram. Sempre
tenho esses sonhos e premonitórios e também tenho desdobramentos. E graças a isso já tive vários alertas sobre os meninos. Hoje eu não sei como estão, pois só tive contato com o Rafael e depois de um tempo ele voltou pra igreja e acabou casando ali com uma varoa. Bom, esse foi o relato, né? Eu adoro seu canal e todo dia bato o meu ponto aqui. Beijos. Deixa eu só ver mais embaixo porque eu acho que foi isso mesmo. Ela Mandou e depois ela reenviou o relato, mas eu não tinha contado esse relato antes. Então assim, olha,
um beijo, tá? Muito obrigada por ter enviado. E gente, que história nesses negócios de sonhos premonitórios é fogo. Eu também sempre que tenho eu eu acredito. Eu não duvido não. E eu sem e esses sonhos premonitórios sempre me salvam. Mas enfim, muito obrigada. Vamos para o próximo relato que se chama Madrugada Assombrada. Oi, Leandra. Me chamo Diana e não tem problema falar o meu nome. Esse relato eu vi na eh aconteceu no caso, né? Eu vi, tipo, aconteceu na época em que eu fazia o ensino médio. Eu saí muito nova de casa para eh para
estudar. Como sou do interior do Piauí, as oportunidades se concentram na capital Teresina e eu queria muito sair para estudar fora. Então, os meus pais conseguiram uma vaga numa casa de freiras que você podia morar e estudar Ao mesmo tempo. Então eu fui e o custo era gratuito. Apenas o custo ali um meio que um custo fixo, né, de R$ 50 por mês. E isso foi no ano de 2019. Eu morei 3 anos lá. Durante o dia era tudo tranquilo, sem nada demais. Lá é um casarão construído em uma ribanceira, então era cheio de escadas.
Tinha um porão e salas que nunca foram nem acessadas. E os quartos eles eram enormes com várias camas, no caso as camas ali das minhas colegas. E eu Cheguei a morar com um grupo de 23 meninas. Bom, sem muitas enrolações, o meu primeiro ano foi tranquilo. Aconteceu algumas coisas, como ver vulto à noite e eu também não ia ao banheiro à noite sozinha, pois às vezes eu via umas coisas estranhas. Mas enfim, nesse dia em questão eu tava com a minha amiga Cine e eu e ela acordamos por volta de 4:30 para poder irmos ao
postinho de saúde para poder fazer um exame de sangue. O postinho era de frente ali, Era na frente ali daquela casa, mas a fila era extensa e precisávamos acordar muito cedo. Nesse dia acordamos, nos arrumamos e fomos para a recepção da casa que ficava ali na parte de cima. Como a casa era inclinada, tínhamos que ir até a parte de cima, onde ficava a entrada, e os quartos ficavam mais embaixo. Fomos e ficamos sentadas ali na recepção esperando uma das freiras abrir a porta pra gente poder sair. Sentamos e depois de uns minutos, ao lado
dessa Recepção, obviamente, né, tinha uma escada descendo para dar acesso aos quartos. Começamos então a escutar passos de subida e descida e eram constantes, sem parar. Olhamos para ver se era alguma das outras colegas, mas não tinha nada. Eu perguntava pra minha amiga se ela estava ouvindo também e aí começamos a tremer de medo e os passos sempre aumentando. Eu fechava os meus olhos e me encolhia numa numa cadeira de tanto Medo que eu sentia. Foi uma sensação muito ruim, mas depois a freira abriu a porta e os passos cessaram. Depois de adulta, eu parei
para pensar que por ali ser, né, uma casa de oração, além de ter uma capela dentro da casa, as almas talvez iam atrás de orações e ficavam vagando ali à noite. E o pior, as freiras não deixavam nenhuma luz acesa durante a noite, então era tenebroso. Tenho outros relatos também que aconteceram nessa casa, mas Vou contar em um outro relato. Beijos. Comecei a seguir você agora. Estou amando os relatos. Ó, um beijo, tá? Muito obrigada. É, tipo, era uma casa muito grande, antiga, né? Então, de repente o passado ele também não era muito bom, né?
Eu não acredito que por ser um lugar de oração, os espíritos iam ficar indo assim, não. Eh, e vai saber também como era, eh, sabe? Porque, tipo, isso foi 2019, né? Foi recente. E se essa casa de freira for uma casa muito Antiga, de repente pode ter um passado um pouco macabro. Eu tô falando isso porque eu tenho uma tia que ela é freira, né? E ela morou durante muitos anos em um outro estado. Da mesma forma que você tá falando. É, foi, mas eh no seu caso não foi, foi lugar, é cidade diferente. O
dela foi estado mesmo. Inclusive, gente, quando ela me contou assim, eu achei ela extremamente corajosa, porque a passou o pão que o diabo amassou. É isso que a frase? Não, ela comeu pão que o diabo amassou. Eh, eh, na mão das freiras. Era um lugar tenebroso. Tipo, eu sei que por mais que era a casa de Deus, foi um lugar que ajudou, ajudou, entre aspas muito ela, porque aí ela teve a oportunidade de estudar na época, né? Foi um lugar que ela conta assim, gente, as freiras eram muito perversas. Então, acredito que hoje em dia
esse tipo de coisa não Existe mais assim, porque as pessoas denunciam. Pode até existir, mas não deve ser igual era, por exemplo, na época que a minha tia, na verdade, ela é tia da minha mãe, conta, né? Então assim, vai saber o passado desse lugar, o que que o que que essas paredes não viram ali no passado. Então, às vezes é por isso que carrega uma energia assim um pouco pesada. Enfim, vamos para o próximo relato que se chama semana. Ah, não, pera aí. Eu acho que eu pulei. Não é isso. Pera aí. Madrugada assombrada,
foi o que eu acabei de ler. Então agora é é isso mesmo, é semana santa misteriosa. Oi, Leandra, adoro seus vídeos, vivo maratonando e decidi compartilhar uma experiência assustadora que não aconteceu comigo, mas que eu presenciei. Bom, meu pai tem uma fazenda no interior do Amazonas e por sermos uma família muito católica, gostávamos de passar a Semana Santa na fazenda. E um detalhe importante, devido às chuvas fortes que predominam ali durante essa data, o único meio de chegar na fazenda era ou a pé ou a cavalo, devido ao percurso ser difícil e perigoso na época.
Nessa época, nessa semana fatídica, fomos todos pra fazenda e, inclusive, os meus pais convidaram dois casais de amigo. E aqui começa a história. 99% das pessoas que estavam na fazenda nessa semana eram Católicos. Então, quando chegou a sexta-feira santa, assim como de costume, ficamos em silêncio. Não fizemos nenhuma atividade além de ir tomar banho antes do meio-dia e depois nos recolhermos ali na casa. Porém, uma das mulheres, amiga dos meus pais, que vamos chamá-la de X, não era católica e, portanto, não respeitava esses costumes. Até aí tudo bem. A X decidiu ir tomar banho ali
no Igarapé meio-dia em ponto. E como a casa da fazenda fica em uma Terra bem alta e o igarapé mais embaixo, eu lembro de conseguir vê-la parada lá embaixo e parecia estar olhando para algo, mas eu não vi o que era e continuei andando pela varanda da casa até a rede. Quando a X voltou para casa, disse que viu uma mulher no Igarapé e ela estava com vestido branco e tinha cabelos pretos e lisos. Não olhava diretamente para ela, pois estava de costas, e disse que a mulher falava algo, meio que resmungava, mas que ela
Não conseguia entender o que era. E aí eu lembrei na hora que há muitos anos atrás realmente tinha visto ela parada lá de cima da varanda da casa. Essa noite foi péssima. Todo mundo ficou muito assustado, inclusive os adultos. E eu ainda era uma adolescente e todos os meus primos ficaram ali em pav, né? Eh, quando estava perto ali do jantar ficar pronto, simplesmente faltou energia e ficamos uma hora literalmente no escuro. Quando a energia retornou, de Forma inexplicável, a rede de um dos meus primos estava totalmente molhada. Até hoje não sabemos se alguém fez
isso para nos assustar, né, assim, na brincadeira ou se foi algo espiritual. No dia seguinte, a X sentiu dores fortes na cabeça, não quis mais ir pro pro Igarapé de forma alguma e exigiu do marido que os dois fossem embora da fazenda. Mas o marido não quis devido, né, ao percurso ser complicado, levando em consideração que seriam os dois Sozinhos a pé numa estrada de difícil acesso. Uma das amigas ali da minha da minha amiga, a quem tenho muito carinho e estima, chamou todos para que realizássemos a oração do terço. Rezamos o terço inteiro e
logo ao fim, instantaneamente, aquela energia ruim e pesada que estava na casa ali da fazenda foi embora. Aí a X ficou melhor, passou a dor de cabeça e voltamos todos juntos para casa depois ali só no domingo. Nunca ninguém Tinha visto nada na fazenda do meu pai e meu pai comprou ela em 2003. E essa foi a primeira e última vez que alguém viu algo. Bom, pelo menos até agora. A mesma amiga que nos chamou para rezar o texto comentou que talvez isso tenha acontecido porque a X não tenha respeitado a sexta-feira santa e porque
a X meio que zombava dessas tradições e não sabia também se ela era batizada ou não na religião católica ou evangélica. A X tinha como primeiro nome o nome de Maria e diz que quem tem Maria no nome durante a sexta santa não pode nem pentear os cabelos. Enfim, foi bem tenebroso. A X ainda frequenta a minha casa. Hoje ela é evangélica e ainda conta toda a história do mesmo jeito, nos mínimos detalhes. Não esqueceu de nada, mas frequenta normalmente a fazenda do meu pai e acha que viu aquela mulher como sinal de algum aprendizado.
E aí o relato acaba por aqui. Eu só não entendi muito bem porque lá no início Ela fala que, ó, eu lembrei na hora que ah, tá, perdão, gente, eu que li errado. Então, no caso, é porque eu eu tinha entendido que há tempos atrás tinha visto, mas não, eh, foi a menina que, né, há minutos atrás tinha visto ela lá de cima realmente parada. Agora que eu entendi, eu voltei aqui, eu entendi melhor a história. É, gente, é esse negócio do nome da Maria, eu não sabia. Isso para mim é novo, interessante, né? Então,
não sabia dessa questão que quem Tem o nome de Maria, né, não pode nem pentear os cabelos. não sabia disso, vivendo e aprendendo, né? Então, provavelmente foi porque ela deve ter, sei lá, zombado, vamos dizer assim, meio que tratado com um pouco de falta de respeito, por isso que apareceu para ela. De qualquer forma, ó, um beijo, tá? Muito obrigada. Vamos para o próximo relato. O nome do nosso próximo relato se chama Quem Bate a porta? Vamos ver. Oi, Li. Espero que esteja bem. Sou Maria, tenho 24 anos. hoje, eh, tenho 24 anos hoje, né?
E pode falar o meu nome sem problemas. Bom, o relato que trago aqui hoje aconteceu comigo e com o meu irmão mais velho, Mateus, que hoje tem 25 anos. Sem enrolações, bora para o relato. O ano era 2005 e eu e o meu irmão morávamos com os nossos pais na roça. Eu tinha 6 anos e o meu irmão ali de 7 para 8 anos. Um dia estávamos em casa ali brincando e era na parte da tarde, por volta ali das 2as ou 3 da tarde, quando os nossos pais nos avisaram que teriam que sair, mas
já voltariam e que não era pra gente abrir a porta para ninguém. Pegaram o carro e saíram para a cidade. E eu e o meu irmão ficamos na sala brincando com a casa fechada, já que era ordens dos nossos pais que disseram que não iriam demorar. Foi quando ouvimos alguém bater ali na porta da cozinha e a porta era de grade ali com um vidro fosco que me lembro até hoje. Olhamos para a porta e vimos uma Mão batendo e estranhamos porque só aparecia o reflexo da mão e foi batendo cada vez mais forte, como
se quisesse que atendêsemos ou que abríssemos ali a porta. Bom, ficamos quietinhos e calados e com medo corremos para trás do sofá da sala e ficamos lá de mãos dadas. Por um instante, chegamos até a pensar que fosse o nosso tio Leandro, pois ele trabalhava limpando o quintal ali da vizinhança da fazenda, aonde a gente Morava. E vez ou outra sempre passava lá em casa para tomar um café. Então poderia ser ele. E nesse dia, coincidentemente, ele estava por perto mesmo, pois o meu pai havia falado sobre isso, não, pois o meu pai havia falado
com ele mais cedo e o reflexo da mão até que parecia com a mão do nosso tio. Só que assim, mesmo assim, por via das dúvidas, né, não abrimos a porta e ficamos atrás do sofá. Meu irmão, segurando minha mão, olhou para mim e Perguntou: "Você ouviu alguém abrindo a porta? E eu respondi: "Sim, ouvi e parece que está andando pela casa". Eu e meu irmão ficamos em silêncio ali com muito medo, pois ouvimos juntos a porta da cozinha que eh bateram abrir, pois ela arrangia toda vez que era aberta. Então, tipo, eles escutaram alguém
abrir a porta. Começamos juntos a ouvir passos de alguém descalço que pisava estalando o pé no chão, sabe? tipo batendo o pé ali No chão, como se a pessoa tivesse descalça. E era como se a pessoa resmungasse estranhamente. A casa era grande, uma coisa e e era uma coisa que andava e parecia estar passando de cômodo incômodo, como se tivesse procurando alguma coisa ou como se tivesse procurando a gente. E quando ouvimos os passos se aproximando da sala, eu falei baixinho com o meu irmão que eu queria fazer xixi. E aí ele falava, né, que
não tinha como, que era Arriscado e que era para eu fazer na roupa. E bom, assim eu fiz. Fiz o xixi na roupa e fiquei com medo do xixi que estava escorrendo aparecer do outro lado do sofá e a tal coisa estranha que caminhava ver e saber que estávamos ali. Leandra, eu juro, eu fiquei rezando e torcendo para o xixi e escorrendo devagar e para nada descobrir que a gente estava ali, pois não sabíamos o que era. Mas também não estávamos doidos, pois tudo que eu ouvi o meu Irmão também ouviu. Bom, só não tivemos
coragem de olhar e sair de trás do sofá. E foi quando ouvimos os passos estranhos chegando perto, mais perto. Estava cada vez mais perto, até que alguém bateu na porta da cozinha e chamou por nós. E aí era a voz do meu tio Leandro, o irmão da minha mãe, o que eu comentei acima. E aquilo foi a nossa salvação. Te juro. Sim, gente. Logo após ele bater, a pegada sumiu. E tudo que era estranho sumiu. Parecia tudo um sonho real e que Tínhamos saído deste sonho. Saímos correndo e fomos aá até a porta, né? E
pelo reflexo aí, aí sim vimos que era o nosso tio. Ali era o nosso tio, né? Pois dessa vez apareceu o reflexo dele todo e rapidamente abrimos a porta que estava trancada. Eita! E contamos tudo pro nosso tio. Bom, ele estava trabalhando mesmo ali por perto e nos contou que não era ele que tinha batido na porta a primeira vez e que não teria como ele ter entrado, sendo que a porta estava Trancada e ele não possuía chave. Logo depois, nossos pais chegaram e resolvemos contar só para nossa mãe que acreditou. pois ela já vivenciou
coisas sobrenaturais também. Eu e meu irmão Mateus até hoje, depois de grande nos perguntamos o que teria sido aquilo e o que pode ter acontecido mesmo, sabe? Pois foi tudo real e nós dois vivenciamos e lembramos até hoje de cada detalhe e foi aterrorizante tudo que ouvimos. Eu encerro aqui, espero que Tenha gostado do meu relato e comente o que vocês acham que pode ter cito, ó. Um grande beijo, muito obrigada por ter compartilhado aqui com a gente. E assim, eh, eu penso que assim, vocês moravam, deixa eu só com assim ter certeza aqui, mas
se eu não me engano ela falou que eles moravam ã vocês moravam na roça, né, gente? É, geralmente roça tem muita história assim, por se tratar de um lugar mais Antigo. Quem sabe não era um tipo de assim de impressão. O que pega muito é que vocês escutavam o barulho, né? Então, querendo ou não, interagia com vocês. Mas eh eu não sei ao certo se impressão pode fazer barulho, alguma coisa do tipo, mas mesmo que não seja a impressão, às vezes é o espírito de alguém que talvez morou já na casa e às vezes fazia
isso com uma certa frequência, porque assim, espiritual era, não tem outra explicação, porque a Casa tava intacta, eh, porta trancada, então um ser humano não foi. Então não tem outra explicação, mas era um fantasma. Mas aí que tá, né? Às vezes podia ser, pode ter sido alguém que já morou e faleceu na casa ou às vezes alguma impressão de algo que acontecia com muita frequência no passado, né? Não se sabe. É muito difícil saber, né? Mas que era espiritual era, ainda mais que os dois viram, né? Então não tem nem não tenho nem o que
questionar. Mas de Qualquer forma, muito obrigada e vamos para o próximo que se chama o bicho da Ribanceira. Oi, Lilica. Meu nome, deixa só ver. É, pode. Meu nome é Lívia e hoje eu quero compartilhar um relato que não aconteceu comigo, mas com a minha avó. Ela autorizou que eu contasse essa história. Inclusive, ela adorou os seus vídeos e até te seguiu no Instagram. Que fofa. E caso você leia, vou chamá-la para assistir o vídeo junto comigo. Ai, que Bacana. Então, vamos lá. Nós moramos em uma cidade pequena no interior de São Paulo, chamada Cachoeira
Paulista. Por volta de 1995, minha avó morava sozinha com minhas duas tias, ainda pequenas, porque meu avô estava internado na época. Em uma noite chuvosa, mais escura que o normal, ela foi visitar um amigo que era policial e trabalhava ali na região de Jacareí, uma cidade próxima. Durante essa mesma noite, houve um Acidente. Um carro perdeu o controle e caiu em uma ribanceira cheia de mata fechada. A guarnição policial foi chamada ao local, incluindo ali o amigo da minha avó. Enquanto esperavam a retirada dos corpos, eles começaram a ouvir barulhos vindo da mata, como galhos
quebrando e passos, mas não conseguiam ver nada de tão escuro que estava. O policial curioso e intrigado decidiu tirar uma foto em direção de onde vinham Os sons. E um colega até comentou: "Você não está vendo que está escuro? Essa foto, né? Não vai sair nada não, meu filho. Tipo, olha essa escuridão." Mas, né? Ele insistiu e clicou mesmo assim. No instante em que ele tirou a foto, algo pareceu sair correndo no meio do mato, derrubando tudo que havia pela frente. No dia seguinte, bem cedo, ele foi até um fotógrafo para revelar a imagem. Quando
voltou para casa, minha avó ainda estava lá por causa, né, do Susto ali da noite anterior e estava lá junto com a esposa e com a mãe do policial. E todos foram ver a foto revelada, né? E Lilica, o que apareceu era simplesmente horrível. Minha avó descreve como um ser monstruoso, com mãos de homem, rosto de cavalo e o corpo de cachorro, e os pés extremamente magros e secos, difíceis até de identificar. Era uma mistura de vários animais com olhos arregalados, peludo e de aparência Assustadora. Na foto ele estava perto dos corpos como se estivesse
farejando, sabe? Procurando algo. Aquela noite foi de puro pavor. Minha avó não conseguiu dormir morando sozinha, né, com duas filhas pequenas e sem entender o que poderia ser aquela criatura. ficou com medo. E ela conta que um senhor conhecido na cidade, um motorista, também afirmou ter visto esse bicho tempos depois, na beira da Dutra, Num trecho onde frequentemente ocorrem acidentes. E até hoje minha avó se arrepia só de lembrar. E ela jura que tudo que aconteceu, ela jura que tudo aconteceu exatamente assim. E as pessoas que viram a foto junto eh junto ali com ela
confirma: "Nunca soubemos o que poderia ser aquilo". E o mistério permanece entre nós sem resposta. Esse foi o relato. Li, descobriu o seu canal há pouco tempo, mas já estou completamente viciada assistindo todos Os dias. Te adoro demais e desejo tudo de melhor nessa sua jornada linda no YouTube. Um beijo enorme, ó. Um beijo, tá? Muito obrigada. Um beijo para você, paraa sua avó, se ela for assistir. E muito obrigada pelo carinho. E realmente, né, gente, tem uns trechos assim, é, de estrada que tem uma frequência muito enorme assim de acidentes. É lógico que às
vezes é grande parte imprudência, né, dos motoristas. Às vezes é uma via um pouco Complicada e acontece mesmo, né, não tem muito o que fazer. Mas pelo Brasil afora, e existe muitas histórias assim parecidas com essa de que determinado ponto acontece aquele monte de acidente por conta de algum espírito, de alguma criatura, né, que sonda ali a região. Então isso é ex assim, por mais que não deveria ser, né, mas é uma coisa extremamente comum. Aqui na região onde eu moro também tem um lugar que é assim que nossa, só de Passar lá me dá
uns arrepios. Aí sempre que eu passo de carro, quando eu tinha moto também que passava de moto, eu sempre falava pro meu namorado ir bem devagarzinho, porque é um lugar que acontece uns acidentes muito bizarros e tem essas histórias, né, de que é um espírito que tá preso ali e acaba, né, causando os acidentes. E aí, sabe o que que eu fiquei pensando, gente? Quem garante que às vezes essa criatura, né? Porque aí não é um espírito, né? Ficou Nítido que era um tipo um, não vou botar um lobisomem, mas uma fera, um bicho assim.
E já parou para pensar que às vezes é ele que causa os acidentes para de alguma forma talvez se alimentar dos corpos ou se alimentar da dor das pessoas, não sei, né? Vai saber. Mas bizarro, né? Porque aqui não é um espírito, é como se fosse um bicho mesmo de carne e osso. Então quem garante, né, que ele se nutre, ele é assim, né? Se nutre do acidente. Achei bem Interessante e confesso que eu adoraria ver a foto, né? Mas provavelmente nem existe mais. Mas deve ser muito interessante você ver, porque querendo ou não, né,
gente, hoje em dia tem as as fotos, né, e que a galera faz com câmera digital, com celular e tudo mais, só que pensa nessa época, cara, era uma tecnologia muito mais assim diferente, né, você conseguir captar um negócio desse e aí você ir lá revelar, tipo, aí sei lá, eu acho muito Empolgante. Então, deve ter sido uma energia surreal pr as pessoas que estavam ali ter visto, sabe? Ou então pra própria pessoa que revelou o filme, deve ter sido bem chocante. Mas de qualquer forma, muito obrigada e vamos para o próximo que se chama
Um Presente do Além. Oi, Li. Pode ler todos os nomes normalmente. Me chamo Renata e a protagonista deste relato é o meu irmão que se chama Robson. E para ficar mais completo e Você e os seus inscritos entenderem melhor, eu irei dar um breve, uma breve resumida na história de vida dele. Ressalto que na época dos ocorridos eu ainda não existia, mas eu crescia ouvindo a minha mãe contar essa história. Minha mãe passou anos tentando engravidar, mas não conseguia manter as gestações e sempre perdi os seus bebês em torno ali de três meses de gravidez.
Após anos de tentativa, acabou desistindo e decidiu adotar uma criança, Mais especificamente uma menina, pois era o seu sonho, né, ter uma filha. Como isso ocorreu há quase 40 anos atrás, o processo de adoção era um pouco diferente e mais simples. Então, logo após providenciar a papelada, foi contatada pela assistente social para poder ir ao orfanato ver as crianças disponíveis, tendo em mente que encontraria sua tão sonhada menina. Ao chegar no local ali logo na entrada se deparou com um menininho muito Pequeno e magro, todo machucado e com várias cicatrizes e com uma roupinha toda
rasgada e suja, inclusive de sangue. E a minha mãe guarda essa roupinha até hoje. E eu nunca gostei de vê-la, pois retrato tanto que o meu irmão sofreu até chegar ali. Enfim, ela ela imediatamente, né, questionou a assistente sobre aquela criança e a mesma contou que havia retirado ele das ruas e sua mãe biológica era usuária de drogas e vivia nas ruas com seus filhos, Que não sei ao certo quantos eram. Ela disse também que o menininho não possuía documentos, não tinha nome e nem sabia ali a sua verdadeira idade, mas deduziram que ele tinha
em torno dos 3 anos. Ele passava fome, era maltratado, abusado e até mesmo torturado pela mãe e por seus companheiros. Naquele momento, minha mãe não teve dúvidas. Ela não voltaria com uma menina, e sim com aquele menininho que já havia sofrido tanto em tão pouco Tempo. E rapidamente conseguiu levar ele para casa e o e o batizou de Robson. Assim que começou a frequentar a escolinha, as professoras notaram que tinha algo diferente nele e o expulsaram, alegando que ele dava muito trabalho. Inclusive, ele chegou a quebrar as duas pernas nessa escola e a história nunca
foi esclarecida. Ao passar por alguns médicos, veio o diagnóstico grosseiro da época, retardo mental. E isso não fez com que minha mãe desistisse, embora a família e amigos dissessem para devolvê-lo. E ela nunca cogitou fazer isso, pois já o amava. E é agora que vem a parte sobrenatural da história. Quando ele estava ali entre os seus 6 7 anos de idade, os meus pais decidiram visitar o túmulo do meu avô no cemitério e levar o hobby junto, apelido que demos a ele. E vale ressaltar que meu avô faleceu antes mesmo ali do hobby ser adotado.
Ao chegarem no cemitério, logo na estrada, havia um vendedor ambulante, eh, havia um vendedor ambulante vendendo yoyô. E você deve conhecer esse brinquedo e acredito que uns inscritos ali também. E o Rob logo pediu um para o meu pai que negou com a famosa frase: "Ah, na volta a gente compra". Essa volta ela nunca existe, nunca vi assim. Mas enfim, entraram ali no cemitério e começaram a percorrer os corredores, até que os meus pais se deram conta de que o Hobby havia sumido. E já se desesperaram, né? Então começaram a andar rápido pelo eh pelo
lugar que não era nem um pouco pequeno e fizeram isso na esperança de encontrá-lo. Alguns minutos depois e com muito medo de não encontrarem o filho, finalmente o viram. E pasmem-lhe, ele estava em volta do túmulo do meu falecido avô, brincando com o yoyô. correram para perto dele e minha mãe logo se atentou ao detalhe do brinquedo E perguntou onde ele tinha achado aquilo. E ele mesmo e ele assim mesmo possuindo problemas ali na fala, ele conseguia se comunicar bem e disse: "Ah, meu avô que me deu. Ele me chamou para vir aqui com ele
e me deu iiô". Bom, os meus pais ficaram em choque e minha mãe perguntou como ele sabia que era o avô dele e ele respondeu: "Porque". Ele disse: "Ué, bom, como ficaram muito assustados, decidiram ir embora e ao se afastarem ali do túmulo, O hobby ainda disse: "Tchau, vovô". "Obrigado, meu Deus!" o que mostrava que ele ainda estava ali vendo ele. Bom, como eu disse, não conhecemos o meu avô, mas os meus pais sempre disseram que ele era um homem muito bom e muito trabalhador e que sofreu muito nas mãos da minha avó, que foi
uma maledite. Bom, alguns anos se passaram e quando Rob estava com 9 anos, ele passou a mão na barriga da minha mãe e disse: "Papai Do céu, vai me dar uma irmãzinha". E o nome dela é Renata. E dito e feito-lhe, quando ele estava com 10 anos, a minha mãe descobriu que estava grávida e ela já estava de 4 meses, ou seja, já havia passado os três meses em que ela geralmente perdia os seus bebês. Bom, hoje o Rob tem 38 anos e eu 28. Meus pais enfrentaram muitos problemas e preconceitos pela condição dele, mas
ele é uma pessoa muito boa, super independente e muito simpático. Ele se Lembra claramente de coisas ruins que passou na rua ali com a sua mãe biológica, mas isso nunca apagou o seu brilho. Desde que foi adotado, ele passou a ser feliz e é até hoje. Não tem tempo ruim para ele, exceto quando o seu time, que é o Santos, perde, pois ele tem hiper foco em futebol. Esse foi o meu relato. L, embora não seja nada muito assustador, espero que você e seus inscritos gostem. Já ouvi dizer que é comum após uma mulher que
não pode ter Filhos adotar uma criança, ela conseguir engravidar e manter a gestação. E eu e o meu filho Davi amamos o seu canal, embora ele seja uma criança, não tem medo e ama contas sobrenaturais, assim como a mãe. Não se preocupe, eu seleciono relatos mais leves para ele ouvir. Bom, aguardaremos ansiosos para você ler um beijo, ó. Um beijo para você, seu irmão, eh, seu filho, sua família, para todo mundo. E é, eu fiquei tipo assim, meu Deus, tem uns relatos Que é pesado, mas é como eu sempre sinalizo, fica fácil, né, de você
selecionar ali os mais os mais leves. Eu achei engraçado que você falou que não tinha nada de muito sobrenatural. Mulher, o espírito me compra um yoyô e deu o espírito pra criança brincar. Gente, eu acho muito surreal, sério mesmo, quando há esse tipo de interação sobrenatural, porque gente, eh, o yoô ele existiu, a criança tava brincando, foi paraa casa com ele. Então, o avô ele Se materializou de uma forma aonde ele foi até o rapaz do yoyô. Aí eu não sei se ele comprou o yoyô, se ele roubou, não sei o que que é, não
sei como que funciona, né? Mas de certa forma ele deu um jeito de pegar o yoô. Então, gente, isso é muito surreal, porque às vezes vocês já pararam para pensar que às vezes a gente tá trabalhando, vamos supor, uma pessoa que trabalha em comércio, já parou para pensar quantas vezes a gente pode ter atendido uma Pessoa que não era um ser humano e sim um fantasma comprando alguma coisa? Então, isso é muito doido, né? Eu acho muito surreal. Mas enfim, de qualquer forma, muito obrigada. Eu adorei a história. Eu achei muito esses gatos me assustando,
gente. Eles pulam, me dá um susto. Mas enfim, muito obrigada. Vamos para o próximo relato que se chama Minha avó e o aviso em sete além. Vamos ver. Oi, Li. Sou eu de novo, Maria Júlia. Eu mandei o relato a alma que assombrava o Meu primo. Não sei se você lembra, mas fui eu. Eu lembro sim do relato. Bom, eu resolvi contar outra, mas que agora aconteceu comigo. Bom, eu nunca fui de acreditar em coisas sobrenaturais, mas eu sempre amei ouvir e também nunca imaginei presenciar uma coisa desse tipo. E eu me lembro até hoje,
o ano era 2017. Eu moro em Itul, São Paulo, uma cidade minúscula, onde todo mundo conhece todo mundo. Mas enfim, eu estava indo ali embora da escola e eu fazia Isso sempre. Eu ia a pé e voltava a pé. Era por volta das 6:15 ali começando a anoitecer, né? E eu virei na rua do meu bairro e ainda tinha uma caminhada até chegar na minha casa. Mas quando eu virei, a rua estava escura. As casas que tinham cores, né? É. laranja, branca, amarela, simplesmente ficaram velhas e sujas e meio amadeiradas. As árvores ficaram secas e
sem folhas. Era um bairro sem vida alguma e eu estava muito assustada. Olhava para os Lados ali o tempo todo, até que eu sinto uma mão no meu ombro e alguém me chamando, do mesmo jeito que a minha avó me chamava. E aí ela disse: "Jujuba". E quando eu viro para trás, era a minha avó. Ela estava com as roupas velhas e o olho preto, todo preto. Era a minha avó sem ser a minha avó. E quando eu fui falar com ela, ela me corta e diz: "Dia 16/05 de 2017 às 20 horas". E aí
eu perguntei: 16/05 de 2017 às 20 horas quê? E aí ela disse: "Sim, nesse dia a polícia irá chegar em sua casa e não será uma notícia boa. Alguém vai ter morrido." "Quem, vó? Quem? Eu, minha mãe, meu pai? Quem?" Bom, ela me abraçou e disse que não era para eu me preocupar e apontou para uma rua que era onde eu tinha que virar. Eu confusa, obedeci e virei aquela rua. E aí eu estava no meu bairro novamente, cheguei em casa e tentei esquecer tudo aquilo. Então assim, agora vamos para o dia 16/05/2017, Assim como
ela havia dito. Bom, o dia já havia acordado estranho e sombrio e eu nem tinha me tocado ainda da data. Enfim, o dia se passou e quando foi por volta das 8 da noite, eu e os meus pais estávamos na sala assistindo o filme e eu lembro até hoje o filme que era. Era Crepúsculo, pois era o filme favorito da minha avó e da minha mãe. Até que alguém bate na porta e o meu pai atende. Era polícia e o policial pergunta: "Você que é o Danilo, filho ali da dona Carla?" "Sim, sou eu. Aconteceu
alguma coisa com a minha mãe?" Seu Danilo. Bom, sua mãe, sua mãe morreu e o seu irmão Paulo pediu para avisar que o velório será amanhã. Na mesma hora que eu ouvi isso, o meu mundo caiu. Parece que o mundo estava sem som e eu só lembrava da minha avó falando comigo naquele lugar e de todos os momentos que eu tive com ela. Passou anos e eu estava sentada com os meus pais e aí eu decidi contar o que tinha Acontecido naquele dia e só depois de muito tempo fui descobrir o que era sete além.
E foi isso, Lilique. Espero que goste da minha história e quero pedir desculpas, eh, porque na outra história, no final, eu te chamei de Lu ao invés de Li. Tudo bem, eu eu entendo. Eh, às vezes o teclado, o negócio troca mesmo. Ó, um beijo, tá? Muito obrigada por ter enviado. Então, no caso, aquela avó que tinha te avisado antes, não era a que morava com você, era a avó que faleceu, Né, gente? Que doideira. E é muito bizarro porque, tipo assim, [Aplausos] é por isso que são relatos iguais a esse daqui que confirma ainda
mais a minha teoria, gente, de que desde que nós descemos, desde quando nós encarnamos, a nossa vida ela já é toda traçada e tudo que acontece realmente já tinha que acontecer e por aí vai, porque não faz sentido se não for desse jeito, sabe? Tipo, olha essa história. Eh, tempos Antes e e ela já sabia que ia falecer, tipo, a data, a hora, ela sabia até quem ia chegar e avisar, sabe, como ia ser a situação. Então, assim, gente, eu acho isso muito, muito bizarro. Mas enfim, vamos para o próximo que se chama O esconde
esconde macabro. Oi, Li, tudo bem? Eh, me chamo Alex, tenho 21 anos e você pode falar sim os nomes, pois caso precise já os troquei. E após escutar muitos dos relatos que você posta, eu decidi mandar um em especial. Eu já vivi muitos relatos paranormais, isso desde pequeno, pois sou neto de bruxa e nasci com eh com dons não tão especiais que assim eu gostaria de não ter herdado e, portanto, vejo coisas não muito legais desde pequeno. O relato que eu escolhi em meio a tantos foi um dos que mais me marcaram, pois pois desta
vez não foi apenas eu que vivenciei. Eu, o meu pai e a minha mãe Drasta, chamo ela assim, pois para todos os defeitos é minha mãe. E também mais e as Minhas duas irmãs, Eloía e Maissa. Bom, todo mundo ali da família tínhamos nos mudado recentemente para uma casa de aluguel. E nessa época as minhas irmãs tinham por volta de 12 anos. A, eh, tinha por volta de 12 anos a mais nova e a mais velha uns 14. Estávamos procurando a procura de uma casa grande a um valor mais acessível para nós e por consequência
encontramos uma. A casa ficava na parte mais afastada da cidade que morávamos, onde Se encontravam antigas aldeias de índios que tinham sido preservadas para visitação e eh e eram próximos de grandes terrenos. Também ali haviam chácaras e uns parques esquecidos, ou seja, no meio do mato. A casa era muito boa, grande e plana. E a dona da casa morava no andar de baixo e eh e acima da pera aí, a dona da casa morava no andar de baixo e acima da nossa casa. Não entendi. Eu acho que é isso. A casa era muito boa, grande,
plana. E a dona Da casa morava no andar de baixo. E acima da nossa casa, outra casa estava Ah, tá. E acima da nossa casa, outra casa estava sendo construída para também ser alugada. Bom, como toda casa nova, no começo eram mil maravilhas, sabe? Um recomeço, mas nada tinha nos preparado para o que vinha. A dona da casa tinha gostado muito da nossa família e disse que esperava que a gente ficasse por lá, porque nenhum outro inquilino ficava lá por muito Tempo. Minha família não estranhou aquele comentário, entretanto me deixou pensativo. A casa era muito
gelada, até em dias muito quentes, e acreditávamos que era por ser perto do mato. Tinha muita infiltração de água nas paredes, cheiros estranhos em pontos específicos ali da casa. E era tudo muito estranho. A nossa família não era muito de discutir, mas com o passar do tempo virou algo rotineiro. Era todo dia briga Em casa e quase sempre por motivos fúteis. Mas até então era só isso. Ainda não tínhamos presenciado nada sobrenatural. Pelo menos assim, não sabíamos, porque na maioria das vezes os sinais que passei agora sobre a casa, né, sobre ser fria, os odores
e etc, são em alguns casos, né, sinais de sobrenatural. Sim, só que aí passava despercebido porque são sinais brandos. Mas enfim, até que eu comecei a notar algumas coisas Mudando de lugar sozinhas e também luzes acendendo e apagando sozinhas. Mas na época eu não cheguei a comentar com ninguém, pois quase nunca acreditaram em mim. Certo dia, recebemos o nosso primo em casa, que iria passar o final de semana conosco. Neste dia ali, nossos pais haviam ido para a igreja e só iriam retornar à noite. Assistimos filmes ali de tarde e quando foi por volta das
5:30 começou a Escurecer. Minhas irmãs pediram para que eu e meu primo fôssemos brincar de esconde esconde com elas e por conta do horário eu sugeri que deixássemos as luzes apagadas para poder dificultar quem fosse procurar. E todos toparam e começamos a brincadeira. A casa era terrea, então facilitou a brincadeira e os cômodos começavam ali pela sala que dava para um corredor. E nesse corredor tinha um Primeiro quarto que era o dos meus pais, era onde era a energia mais pesada da casa. E aí seguia ali pelo banheiro logo após o meu quarto. E aí
depois vim à cozinha e no fundo tinha o quarto das minhas irmãs. A brincadeira começou na garagem, onde quem contava teria que ficar ali no portão enquanto o restante se escondia. Após um tempo da brincadeira, onde já estava muito escuro, foi a vez do meu primo contar. Combinei com as minhas irmãs de todos se esconderem separados, porém no quarto delas, que é o último, eh, se esconderem ali todos separados, porém separados mais no quarto delas, que é o último cômodo da casa, o que daria mais tempo para o meu primo procurar. Bom, passou alguns minutos
e o meu primo acende a luz e chama nós três desesperadamente. Então, fomos todos correndo para saber o que tinha acontecido. Ele diz que quando entrou no quarto dos meus pais, viu em cima da cama a coberta bagunçada com um formato de alguém deitado, como se a pessoa tivesse deitado e se coberto todo da cabeça aos pés com a coberta. Então, ele foi bem devagar no intuito de não assustar. Quando subiu na cama, escutou alguém respirando. Então ele colocou a mão sobre a coberta e disse: "Te achei". E então a coberta se abaixou com o
peso da mão dele, como se não tivesse ninguém Mais lá. Ele se assustou, acendeu a luz e viu que realmente não havia ninguém ali. E foi quando ele gritou e nos chamou. Paramos de brincar na hora e corremos para o quarto das minhas irmãs e fechamos a porta sem trancar. E isso é um detalhe importante. Acendemos a luz e ficamos ali os quatro na cama parados e em choque, refletindo o que tinha acabado de acontecer. Até que começamos a ouvir passos pelo corredor de onde tínhamos saído, e a luz Começou a piscar como se fosse
queimar. Eu, como já era acostumado a ver esse tipo de coisa, na curiosidade fui ver o que era. Cheguei ali perto da porta e tentei abrir. E para minha surpresa, a porta estava trancada. Eu tentei ao máximo destrancar, mas a chave não girava. Então eu decidi olhar pela fresta ali da porta. Era uma porta antiga de madeira ali velha, então tinha pequenas rachaduras que possibilitaram olhar o outro lado. Nunca mais me esqueço do que eu vi. Era uma silhueta de um homem muito alto e a cabeça dele batia no teto e não dava para ver
nenhum detalhe. Era como se fosse só uma sombra e estava parado bem em frente ao quarto dos meus pais. Contei a minhas irmãs e ao meu primo que eu vi. E incrédulo, meu primo foi tentar ver o tal homem. Para minha surpresa, ele viu também. Minhas irmãs, muito assustadas, não paravam de chorar ali debaixo das cobertas na cama delas. E o meu primo ficou parado, completamente em pânico, sem saber o que fazer e segurando o choro também. As luzes não paravam de piscar e eu estava me tremendo de frio. Então, eu decidi que deveríamos todos
orar juntos. nos ajoelhamos ali no chão do quarto e oramos todos em voz alta e calma eh oramos todos em voz alta e calmamente o Pai Nosso. Ao terminar, a luz já não piscava mais. Então me levantei, fui até a porta novamente e olhei pela fresta. O Homem já não estava mais lá. Testei girar a chave para destrancar a porta, que antes sem sucesso, agora abria normalmente. Ficamos todos juntos no quarto até nossos pais chegarem. E quando chegaram e ouviram o que aconteceu, não deram muita atenção, pois pensaram que era mentira. Pois depois desse fato,
todos começaram a presenciar coisas eh pois depois desse fato, todos começaram A presenciar coisas que aconteceram na casa, coisas sem explicações. Eram portas se abrindo e fechando sozinhas, é gente caminhando pela casa, o fogão se acendendo sozinha. eh, sozinho, né? Coisas quebrando aos montes. Até a vizinha dizia escutar gente correndo em momentos que não havia ninguém em casa. E além de tudo isso, uma manifestação terrível de baratas, sabe? Vivemos um verdadeiro pesadelo. Ficamos lá por horríveis, né, terríveis 8 meses e Atualmente moramos em um apartamento e nunca mais eh presenciamos algo desse tipo e até
hoje evitamos falar sobre isso por conta da sensação e das memórias horríveis. Bom, Li, esse foi o meu relato. Espero que leia e se ler, agradeço muitíssimo. E se gostar, posso trazer mais relatos para você. Um beijão, ó. Um grande beijo. É, muito obrigada. E se tiver mais relatos, obviamente pode mandar aí pra gente. E cara, que bizarro, né? De Repente o que tava lá queria brincar de pictonde com vocês também. Ai, que pesado. E aqui, sabe uma coisa que eu fi eu fiquei pensando? Provavelmente deve ter sido alguma coisa bem macabra, bem bizarra que
aconteceu no quarto onde os seus pais dormiam. Eh, da mais casa antiga assim, antiga, eu tô falando porque eh são coisas que eu vejo muito aqui na região onde eu moro. Antigamente, até hoje, né, gente, a taxa De feminicídio, ela é muito alta, só que antigamente, né, quando não se tinha tantas leis igual tem hoje, o pessoal perdia mais a mão nessas nessas coisas, né? Eh, hoje em dia já tem mais leis e tudo mais, então ainda acontece muito, mas antigamente os homens eles matavam as suas esposas sem mais nem menos. Então eu acredito que
talvez pode ter sido algo do tipo que aconteceu dentro do quarto, porque era muito específico dentro do quarto Dos seus pais, sabe? Eh, a questão da sombra lá deitada também. Então, pode ser que seja isso. Ai, ai. Mas é isso, gente. Esses foram os relatos dessa gigantesca coletânea. Espero muito que vocês tenham gostado. Quero agradecer a todos que tiraram ali um tempinho, né, eh, para enviar os relatos dessa coletânia e agradecer a você que tenha ficado até o final do vídeo. E é isso, gente, ó. Um grande beijo. Tchau tchau.