Dumm dumm, retomando agora aqui o Módulo 3: narrativas compartilhadas, entrevistando o querido admirador Regiane. Eu admiro Feliciano, que comentou a respeito da peça "As Gaivotas". Ele montou com Zé Henrique de Paula, né?
Aquele diretor de teatro, cenógrafo, aquela figura inteligente, que surgiu lá no Getúlio Vargas. E aí eu tô contando para ele que a mãe dele acabou de publicar esse livro aqui, chamado "50", que é o Zé Henrique fazendo 50 anos, né? A mãe dele, Maria Helena Rodrigues de Paula, aparece, acho que a imagem está invertida, né?
Massa! A Maria Helena Rodrigues de Paula, olá! E a peça "A Gaivota", que o Odmir comentou, ele não sabe exatamente que ano ele participou da peça, mas foi em 1980.
Bom, e no livro, na página 67, comenta que lá em agosto, precisamente no dia 4, aconteceu a pré-estreia para convidados e a classe teatral da peça "A Gaivota", do dramaturgo russo Anton Tchékhov, dirigida e encenada por Henrique no Teatro Armando Pannuzio, Sesi, com os atores Ana Cristina Bueno Menna, Armando de Oliveira Lima, José Henrique de Paula, Mônica Silva Counter, responsável pela apresentação pelo grupo doméstico alternativo, dirigido e formado por Henrique, com atores provenientes do Getúlio Vargas, nas escolas Túlio Vargas e outros do teatro amador Sorocabana. E aí vai comentando mais alguma coisa, é mais para mostrar legal. Colisão de se conversando, né?
Voltando agora, falando a respeito dele como professor, né? De História. E ele passou a utilizar também as ações, né, atrás, dentro do contexto de professor de História.
E também para rolamento, falando sobrou catorze à vontade. Admira sua voz, é. Eu consegui.
. . Nós estamos falando de José Rico, Escola!
É, eu tenho mão ou hotel. . .
Hotel muito legal, melhor ator. Melhor ator, muito legal! E ainda outra que eu preciso expor nessa coletiva é um pacto que ficou atravessado na vida dos atores quando tivemos a fase de apresentação disso daqui, ó: a água.
Da água, que é a tomara. É sim, Vectra GLS, antigo Cine Santa Rosália, muito bom! E é o Villaggio, né, o vídeo de hoje, Outlet Shopping Villages!
Esse trabalho foi interrompido, estava tudo pronto, elenco prontinho, peça pronta. O corpo de bombeiros não autorizou a apresentação na Clínica P10. Ela morreu sem saber, sem poder realizar esse sonho.
Bom, vamos voltar lá então agora. Uau, Maquarte, uma das oficinas ao Le Monde. Onde as histórias.
. . Eu fiz o que eu estava, já contaminado pela necessidade de entender coisas que o teatro estava me mostrando.
Então eu fui lá, eu fiz o curso de História. Não, isso. .
. Comecei a dar aulas no próprio Arguile, a repetir. Aí eu fui misturado na sintonia e estudando a questão de interpretar o contexto.
E, de repente, temos a coordenadora lá, que entrava na sala de aulas, detendo o passado aberto e via os 45 alunos escondidos, apagar curtinho. E eu, pé da mesa, interrompe. E aí ela fica: "Bom, o que está acontecendo?
Para isso aqui é a Revolução Francesa". Porque eu, jacobinos, girondinos, convites para derrubar o rei que está na mesa. Ela falou: "Ai, eu queria ter que repetir.
Assim, ó! " Então eu comecei a perceber que certos assuntos complexos da História podem ser muito bem resolvidos, pelo menos na sua essência, é como uma boa interpretação do professor. Se o professor consegue mecanismos para mostrar os elementos básicos de um texto e conversa, associar o que ele viu, o que ele ouviu, o que ele se assustou, devemos uma pessoa fazer aqui, não vai ter muito mais sentido.
Então, lá em Dorme, fiquei conhecido pelo professor de Revolução Francesa, professor da Revolução de 30. Revolução de 30, uma apostila, qualquer livro de História é uma artimanha, pior que a CPI da convite, sabe? Um monte de coisas que estão acontecendo, e, de repente, você coloca alunos como protagonistas.
Fala: "É uma pessoa! Você, alta no caso, você é minha. Só sai correndo, vem para cá, acontece, dá um tiro cola".
Mas tem que ser aquilo que o professor ficaria hoje, isso, e com a sala limpa, 1h50, em 10 minutos, 15 diálogos entre o rolo. E depois tem muito mais facilidade para poder chegar ao texto, porque o texto é um poço sem fundo. Ele pode muito bem, a partir de uma dessas brincadeiras, muito bem se aprofundar.
Postamos fora quantos e quantos alunos, hoje, professores de História, jovens que dizem: "Nossa, menina, graças ao seu teatrinho, eu fui fazer isso". Nada! Eu tenho alunos de História do Péricles e Dorme, tem um alô dois, da paz!
Em seu, pegava, passem. Eu marquei presença com esse meu tempinho! Olha, também usei uma outra aqui, outra disse que ia fazer um esporte da novela "A Revolução Francesa" e levar os alunos numa área de mato, 220, ser uma escola e dar papel a cada um dos grupos, em "Se focar".
Isso, oi! E depois eu voltava uma revistinha com Vargas e todas as fotos, e eles sempre colocavam os balõezinhos, significado da. .
. Eu penso de caderno, até hoje, feito em 1999, escola. Para esses alunos que tiveram, se comprar foi muito bom!
Eu não abandonei, não. Qualquer assunto, qualquer assim, a independência do Brasil, Roberto Samuel, independência do Brasil, entendendo estranho, e Portugal e Brasil, os interesses dos partidos políticos. É um saco!
Nada com você, colocar um aluno "if", o colono, de repente, bem. . .
carro lá em Portugal e pega as coisas dele, volta. Aí você coloca Dom Pedro, a história. Eu e isso nunca escrevi, mas eu fotografei tudo isto.
O teatro sempre esteve presente, dentro dos palcos e da sala de aula. Tenho certeza que os cursinhos que dava aula, alternativo, etc. , informação,ECAD, MCAD, dentro da escola de Barro Branco.
Eu usava os mesmos artifícios e hoje eu encontro policiais em Sorocaba. Eles me barrão, jovens. "Professor, olha, um parceiro de Barro Branco.
Ó, graças à sua aulinha de. . .
". Teatro, então, para isso, me dava um prazer imenso saber que eu fui professor de história, grudado, vivo, além de obter, vindo, bebendo do que a pensão dela. E, de repente, eu fui lá na Escola Anglo, e aí a instituiu o corredor e, na grade horária, na hora de jogos, a nossa falou de mim: "Você pode dar isso?
" Falei com todo prazer, já fazia parte da Graça. Quinta-feira, por exemplo, a temática de histórias, Agassi e JD, quando tinha alguns artigos, 40 anos voavam. Urticária não chega rápido à sala de aula.
É saber fazer jogos, dama. E, sem querer, eu estava fazendo uma avaliação, sem saber que estava fazendo navegação das habilidades socioemocionais que hoje tanto estão em voga: as habilidades de criatividade, oralidade, sociabilidade e protagonismo. Isso tudo e fazendo com essa escola, há 10 anos, fazendo.
Então, quando você deixa o aluno protagonista, quando você dá margem para ele fazer, quando você faz com que ele adquira confiança, ele vive, se imita e fala mais. Não é desistir, curar e fazer coisas que estão fora do cotidiano dele. Contribuições e esticar, ele se torna o outro, ou ruim.
Essa é a outra pessoa: a capacidade de apresentar o trabalho de história, matemática, geografia, geral, porque ele está liberto dos "SOS" sonoridade. "Cala a boca" em sala de aula, cara, não fala, por favor, e nada contigo. Não, oi, oi, grita, faz o que você quiser.
Então, foi muito marcante essas obras dos jogos dramáticos. Elas acabaram, sim, fumando em oficina; elas foram extintas da grade, mas eu continuei. Depois que a escola fez um teatro muito bonitinho, deixou a meu critério fazer essas oficinas no contraturno, né?
Então, a tarde inteira, sábado, e um "Cala a ir", dava pequenas esquetes, e cada um deles experimentaram.