A 4:43 da manhã de 2024, acho que era mais ou menos mês de julho, eu acordei e eu cheguei numa percepção interessante. Cara, como é que uma pessoa como Nelson Williams, é, que tem a predominância do arquétipo do governante, iria se comportar com a esposa dele como um governante ou como que ele iria comprar, sei lá, ele precisou passar na farmácia, sei que ele Tem funcionários para isso, mas ele teve que passar naquele dia. E aí na farmácia ele entrou e a esposa havia pedido é um óleo essencial da Johnson's Baby para ele, né? Ou
ela pediu um óleo, ó, traz um óleo aí pro nosso filho, tal, né? Ele tá com uma raçadorinha, precisa de um olinho para beber aí pra criança. E o Nelson, ele entra [música] na farmácia, né? tem lá o arquétipo do governante. E aí, supostamente, né, ele iria buscar um óleo que tem um aspecto do governante ou Ele iria buscar um óleo que tem aspecto, né, ou seja, a embalagem, a forma, as cores, eh, a forma da embalagem eh de um bebê, né? Então eu cheguei à conclusão que provavelmente ele com a pessoa sensatia na parte
ali de kids, crianças, ia comprar um óleo, né, essencial, um Johnson's Baby, que é um óleo bom e etc, tal, não tem contra indicação pr as crianças. Aí eu falei assim: "Cara, isso falaria com qual aspecto da personalidade dele, né?" Não falaria com O governante, porque o governante não se conecta com símbolos do prestativo, no caso, né? Ou do inocente, que é o caso da Johnsons, do olhinho de bebê. Aí eu falei assim, parece ter alguma coisa aqui que e a Carol Sparson, né, a Carol Sparson ou o Jung e torcendo bem, né, aventureiro, né,
parece que eles não perceberam, entendeu? Eh, mas aí lendo mais profundamente os livros do Jung e da e da Carol, eles trazem isso que eu vou explicar aqui hoje, só que eles Trazem de uma maneira é um um pouco distanciada, um pouco do plano, é, um pouco afastado do plano prático. E foi aí que eu desenvolvi o conceito do palco giratório e os arquétipos, né? Porque vamos lá, essa aula aqui ela vai ser sobre os arquétipos, né? Eu, óbvio, eu não vou entrar nos 12 arquétipos, explicar um por um a nuance de cada um, como
é que se e usa numa marca, como é que eu construo uma marca bem posicionada, com uma comunicação [música] bem assertiva, por exemplo, do arquétipo do governante, que é o exemplo que eu comecei a utilizar, cadeia do ser, simbólica, o mito da marca, essa coisa toda. Não é a pretensão dessa aula, mas a pretensão dela é trazer clareza eh pro assunto. [música] Quando falamos sobre os arquétipos e especificamente os 12 arquétipos da Carol Asparson, que é são 12 possibilidades humanas ali, né? São 12 personagens possíveis que uma pessoa Pode ter. Eh, e não vou trazer
aqui, né? por exemplo, a jornada do tarot, que existem mais outros tipos de arquétipos e etc, presentes na personalidade e em figuras, eh, dos mitos, na figura, como por exemplo, nos mitos gregos, dos mitos romanos, eh nos mitos de pequenas tribos, eh no mito ocidental, eh como também pessoas reais, né, que possuem esses arquétipos. Usando um exemplo aqui só para dizer, para explicar que existem mais. O hierofante, né, ou a figura do Papa, né, que é uma pessoa que ela é como se ela possuísse o arquétipo do mago, governante, sábio e o e e o
herói como se fosse uma coisa só que aí dá-se então o nome desse arquétipo que é hierofante. Então pro telespectador aí que tá ouvindo, só para que você compreenda que existe uma magnitude muito maior quando o assunto arquétipos que não se restringe à 12 narrativas da Dra Carol, né? eh que precisa ser lido inclusive com Suas ressalvas, né? Carlos já leu inteiro também, eh que tem todo um viés ali progressista, né? Ou seja, o progressista vem do comunismo, né? Então tem todo um viés ali, que ela quer defender, mas se você lê com os olhos
atentos é muito bom, né? Ela dá um panorama interessante de 12 possibilidades narrativas humanas de comportamento e simbólica e verbal, gestual e textual. Eh, mas ela não conseguiu, talvez, eh, amarrar o Conceito tão bem quanto eu consegui recentemente amarrar, que é o que eu chamei da teoria do palco giratório e os 12 arquétipos, né? Ah, e esse tema ele é muito interessante porque qual o problema hoje? Vamos lá. A pessoa ela fez algum teste de arquétipo por aí, né? Ela passou por algum professor ou algum mentor, sei lá, e aquele mentor, aquele professor disse: "Cara,
você tem que é ter o arquétipo do governante ou você tem um arquétipo do governante, né?" Carlos, por [música] exemplo, aqui, ah, você tem o arquétipo do sábio, Carlos, né? O Alan. Pô, você tem um arquétipo do raí do sábio também aí com mago, tal. O Vin governante. E aí abri uma questão na cabeça dessas pessoas que geravam uma neurose. Que neurose era essa? [ __ ] então sou governante em tudo, então eu tenho que me comportar com a minha esposa ou meu esposo como uma líder que vai colocar ordem no caos e e etc,
tal. E aí você começa a conseguir perceber Como eu já tô indo já paraa minha quase 20ª turma de formação, eh, aliás, de consultoria em grupo para empresários, que é a imersão IPM, né, que é a nossa, que é a nossa imersão de posicionamento de marca, de criação e posicionamento de marca. Eh, essa dúvida sempre surgiu dentro da sala ali com uma média de 70 a 100 e poucos empresários que, Will, então como é que eu vou me comportar se eu sou governante? Então, como é que eu sou no dia a dia com a minha
família? Eh, e eu já e eu e eu me lembro bem, eh, as pessoas já me perguntaram: "Cara, u, eu tenho o arquétipo do governante, tá beleza". Aí eu observei, ele falou um pouco da vida dele, falei assim: "É, tem mesmo. Como é que eu uso o arquétipo do governante na praia?" >> Põe a gravata. >> Põe a gravata, né? [risadas] >> Fica com um bronzeado de gravata, né? Piata de gravata. É legal. >> Vai cobrir o umbigo. Vai ficar que nem menina, né? De biquíni, só que com gravatão lá. >> Marquinha de gravato. Fim
de aula tá resolvida a questão, né? [ __ ] Não, cara. E aí, olha só, uma ferramenta que ela funcionaria para libertar e aumentar a a capacidade, né, o campo de possibilidade de uma pessoa, na verdade aprisionou ela. E aí ela não consegue mais nem ser um bom influenciador da marca. E ela não Consegue mais ser também eh uma pessoa, sei lá, saudável psicologicamente, que ela fica travada, ela fica meio bloqueada dentro do personagem ali. E além disso fazer muito mal, né? Sou psicoterapeuta, então isso gera uma neurose. E eu já vi casos, né? Eu
acompanhei alguns casos que obviamente não posso citar o nome. Eh, algumas dessas pessoas são inclusive famosas, eh, que são conhecidos, alguns até amigos. Cara, eu vi gente adoecendo realmente psicologicamente por conta disso. O cara entrando assim e acreditando no personagem dele e acreditando naquilo e não querendo mais sair daquilo e ficando aí neurótico e perdendo eh oportunidades de negócio, ficando mal mesmo da cabeça, né? Porque a primeira coisa que a gente tem que saber aqui, você que tá assistindo aí a gente, cara, o arquétipo, em primeiro lugar, vão, eu quero que você esqueça tudo que
você Sabe, porque quando a gente tá falando desse assunto, a gente tá falando de uma ferramenta eh da psicologia, como também da filosofia, porque ela advém lá de Platão, né, Carlos, que já gerou Platão e Aristóteles 10 vezes, né, eh, nós temos aqui um convidado de honra hoje. Eh, Platão, ele falava, né, sobre as ideias universais, né, ou as ideias e ele escrevia ideias, né, ideas. E isso Platão já reconheceu os arquétipos lá atrás, ideias que ele percebeu que, Cara, existe uma estrutura imagética e universal, né, de imagem e histórias, mitos universal presente em todas
as pessoas, né? ele começou a perceber que aqui que que haviam padrões, ele reconheceu, cara, pera aí, existem essas ideias que são coisas universais e elas se repetem. Eh, indiferentemente eh dos homens que eu conheço, eu vejo que são figuras assim que se repetem, são personagens que se repetem. Então, essa ideia ela não é nova, né? A ideia dos arquétipos. Então, arquétipos, né, é o primeiro modelo de algo, né, imagens universais que, eh, se repetem em todas as culturas. Eh, e além disso também tá presente, né, na ali no tal inconsciente coletivo, mas eu chamo
isso até de inteligência coletiva, né, eh, tá na estrutura psíquica do homem, né? Então, por exemplo, eh, o Carlos pode até contribuir com isso um pouco. É, é Factível que o homem desde quando nasce, ele tem uma forma de contar as suas histórias, de narrar os acontecimentos. Ele tem uma forma padrão de existir, né? E existe então essa coisa que Deus nos deu, que é esse padrão da psique, querendo ou não, né? Então, a a alma ou psique, é a mesma coisa, tem uma forma de funcionar. Trazendo aqui para passar a voz pro Carlos um
pouquinho, eh, essas essa essas coisas que são Estáveis, né, no mundo, por exemplo, dia e noite, aurora e meio da tarde, né, o fim de tarde, norte, sul, leste, oeste, [música] ah, os quatro, as quatro estações do ano, né, os quatro temperamentos, né, a gente consegue perceber que existe é aqui na Terra existe na realidade uma estrutura fixa do mundo, que essa estrutura fixa, então, ela nos coordena, ela nos ordena. Imagina que horrível, cara, não ter dia E noite, você não saber se tá frio ou não, se é sempre calor. Então, existe uma estrutura no
mundo eh que é muito bonita e muito bela, que independente da situação, ela tá se repetindo. Ah, guerras estão acontecendo agora, por exemplo, né? No momento que esse vídeo tá sendo gravado, houve o assassinato lá do Charlie Kirk, eh, o assassinato daquela moça também que era ucraniana, que tava lá no Estados Unidos lá. E enfim, eh, independente disso tudo, Desse caos, amanhã tá de dia, né? A, a gente tá gravando essa aula de noite, amanhã tá de dia. Eh, daqui a pouco vem o verão, daqui a pouco vem a primavera. Eh, ir pra frente, para
trás, para um lado, pro outro, isso continua fixo. Então, são as estruturas fixas. eh, que nos fazem, aliás, que nos dão estabilidade. E o que que é essa estabilidade? É a gente saber que independente de tudo, né? E aí é até de onde vem, né, uma virtude teologal que é Da esperança, né, cara? E independente do que tá acontecendo, amanhã tem um novo dia, né? A logo isso passa, eh, ano que vem eu vou estar um pouco melhor. Enfim, a gente tem essas coisas, né? Tem aquela coisa de aí de fim de ano ou de
começo de ano, né? Esse ano vai ser diferente, tal. Existe então uma estrutura fixa no mundo, né? Preciso que a gente entenda isso aqui. Eh, e existe, portanto, então, uma coisa presente no homem, né, Que é aí vem da antropologia do homem, que é fixo nele. E o homem tem uma forma de contar as suas histórias, né, Carlos? Ele é assim, é fixo, né? >> É, isso é bem interessante porque na poética Aristóteles fala que a poesia, mas quando ele fala poesia, ele tá falando de criação literária, né? que ela é mais universal que a
história, porque ela tá falando de coisas que são, elas sempre podem acontecer de uma maneira ou de outra. Então, quando você Assiste lá a peça do hotel de Shakespeare, né, ali tem um personagem específico, né, tem o Iago, tem o Otelo, tem Andes Demona, tem o Rodrigo e aqui são personagens específicos naquela peça, mas depois de assistir a peça, você aprende algo de universal a respeito de como funciona o ciúme, de como funciona a manipulação, né, o que é uma pessoa inocente que foi injustiçada, né? E quando você reencontra essas dinâmicas na no mundo, você
reconhece, Você reconhece o manipulador, você reconhece a dinâmica da inveja que vai se alimentando das fantasias, né? E acaba ganhando uma vida própria. E tudo que ele vê de sinal confirma a suspeita e ele não consegue sair do estado emocional, né, obsecado e acaba fazendo coisas assim que levam a própria ruína, né? O Shakespeare é, eu acho que é um grande passeio por essa galeria de situações arquetípicas e personagens arquetípicos. Se você que tá ouvindo a gente nunca leu ou nunca assistiu um filme ou uma peça de Shakespeare, eu sugiro que você assim zere, porque
é um dos grandes documentos da humanidade nesse sentido. E é curioso porque embora Platão, você mencionou Platão, embora Platão tenha tido essa essa ideia sobre as ideias, né, ele tinha uma concepção muito mais matemática da coisa, sabe? Porque o que a gente pode citar de exemplo platônico disso é triângulo retângulo, Né? [música] Antes de desenharem primeiro, ele já existia e ele já tinha todas as propriedades dele. É uma possibilidade universal. E na verdade na república ele até menpreza as histórias de certa maneira, seriam imitações de imitações. >> E ele faz uma certa, ele critica Homero,
ele desaconselha a leitura de certos trechos. Aristóteles foi quem tinha uma visão mais da literatura e das narrativas, né? E aí Não são só livros que você pode ler, mas também filmes você pode assistir. Embora com filmes é mais difícil, porque muitos filmes às vezes eles são propagandas, né? >> Uhum. >> De ideias, >> mas com algo que abre a porta para esse universo de possibilidades, né? Porque a gente tem que pensar também na estrutura do discurso, né? O discurso humano, ele tem quatro facetas, né? E na faceta mais Básica, você tem justamente as pessoas
que estão dando nome às experiências, estão relatando os acontecimentos. Então elas estão criando o vocabulário que a gente usa para se comunicar. É como se fosse a moeda corrente que a gente troca para se entender. E essa moeda ela pode estar inflacionada, né? Quer dizer, tem muita palavra circulando sem lastro de experiência. >> Sim. >> Então as pessoas estão falando de coisas Que o referente não é nada claro. É só >> isso no digital é muito normal, né? Né? Hoje isso é isso é uma coisa terrível [música] e isso tem que considerar também o seguinte
e esse é uma é uma característica da nossa época moderna especificamente. Se você pegar as sociedades mais antigas, eu não tô nem falando de Grécia e idade média, se você você recuar 100, 100, 150 anos, as pessoas não tinham referências tão diferentes em termos de cultura. [música] É, e só para deixar claro pro aqui, né, existe uma estrutura, né, que é o que a gente chama de é signo, né, significado e referente, né? Vou fazer o triângulo aqui pro pessoal. O signo ele é uma palavra, né? Ele é um som, né? Então ele é um
fonema, né? São é um fonema. Então, por exemplo, eu falo a palavra carro, beleza? Você vai precisar de Outras palavras, que aí vem o significado. Você precisa de outras palavras, ou seja, de outros sons para definir o que é um carro, né? Ó, um carro é um objeto. Esse objeto, ele tem um motor que é uma força que é movida a combustível com quatro rodas. Você pode se sentar de forma segura, que te leva de um lado pro outro. Isso é um carro, né? E aí tem o quê? Tem o significante ou o referente? O
referente de um carro, Né? O referente que é o objeto em si, né? Então, ah, tô, eu, eu tô vendo um carro, imagina você explicar pro seu filho, né? Você imagina que agora tem 2, tr anos, por palavras, né? você explicar para ele o que é um hipopótamo. Ó, filho, um hipopótamo é um animal, tem quatro patos, ele é grandão, ele, cara, ele vai criar uma imagem, uma foto na cabeça dele meio esquisita. Aí se você traz uma foto de um de um hipop, ó, isto é um hipopótamo. Ah, beleza. Então, ele Tem o quê?
Um referente estável do que é o hipopótamo, correto? E qual que é o problema hoje? as pessoas se alimentam só de significado e signo, que inclusive é o problema com os arquétipos, né? Eh, ninguém sabe de fato o que que significa, né? Então, as pessoas conhecem a palavra, né? Arquétipos. Aí vem o significado, né? Então, são e é o é o é o primeiro modelo de algo. Então, são estruturas ou imagens universais, corrente em todo o mundo e etc. Beleza? Ah, OK. E eu entendi essas palavras que definem o que é arquétipo, mas como é
que eu pego na coisa arquétipo, né, que é o que a gente vai explicar aqui daqui a pouco. Mas eh, bom, eu te interrompo, >> pessoal, tem uma coisa, tem uma coisa a respeito do triângulo que é interessante você pensar, que é o seguinte, >> eh o significado da Mazeca é uma definição, >> isso aí, >> e ela também é feita de palavras, >> uma definição do dicionário, entre aspas, por exemplo, né? Definição dicionário. Perfeito. Agora, cada uma dessas palavras, ela também tem que tá apontando para referente, né? Às vezes você explica o signo pelo
significado, mas você não tem os referentes das próprias palavras que compõem o significado. Por exemplo, se você falar que a democracia é um sistema político, democracia representativa, né, é um sistema político de governo, né, cara, o Que que é um sistema? Qual é o referente disso? Então, às vezes isso acontece, o que que é democracia? é a imagem, né? Porque olha que bonito da fala que assim, quando eu comecei a e a estudar sobre a estrutura do discurso e etc mesmo. É lindo isso, né? Eu eu vocês estão aqui vivendo, cara, você está ouvindo palavras
e conforme a gente vai usando palavras vai passando um filme na cabeça das pessoas, né? E várias imagens vão aparecendo na cabeça e você vai com Essas imagens entendendo e transcrevendo, né? o seu cérebro ele vai transcrevendo e você vai entendendo a coisa, né? Então é muito bonito isso. >> E a coisa fica perigosa quando as palavras elas são estão num nível de abstração conceitual ao invés de simbólico, né? Que é o que eu quero dizer com isso? Se eu uso a palavra cadeira, você sabe exatamente para que olhar, né? Aquela palavra encontra um referente
claro. >> Caneta, né? Opa. >> Caneta, né? Tipo, >> na onde está essa caneta? Ah, tá na mão do eu, né? Ele tá segurando. >> Até fácil imaginar, né? Não precisa nem tá olhando, né? Cadeira, caneta, né? vai vir um vaca, né? Agora, quando você usa palavras do tipo justiça, governante, democracia, não vem um referente claro, porque não é uma coisa, né? >> Substância, >> não tem a substância. Então, é, é, você Pode falar que é um substantivo abstrato, mas substantivo abstrato não é substância. Então, é sobre esse tipo de coisa que as pessoas se
enganam. Então eu eu na minha prática como professor eu exercício de comparação, eu coloco comparação entre capitalismo e comunismo. Isso num contexto onde, por exemplo, eu já mostrei para ele um gato gordo e um gato magro. Aí eu falo assim, ó, esse gato é preto e esse é gordo. Tem algum Problema na comparação? Todo mundo fala: "Não, você não pode comparar peso com cor. São categorias diferentes. As pessoas não se enganam porque é um gato, tá na cara delas. Agora, quando eu falo assim, olha, o comunismo ele eh busca a igualdade social, o capitalismo produziu
a desigualdade social. Essa comparação é adequada ou inadequada? As pessoas às vezes acham que é adequada ou acham estranho, mas não sabe exatamente onde tá um problema. E eu tô compando, Quando eu falo capitalismo, o comunismo visa a igualdade social, eu tô colocando um ideal. E quando eu falo capitalismo produziu desigualdade social, eu tô narrando fatos. Quer dizer, eu tô comparando ideais com fatos. Tô fazendo uma comparação inadequada. Se eu for comparar fato, falar: "Ó, o que que essa o que que esse sistema político econômico produziu historicamente?" Vou comparar os dois. E no termo dos
ideais, O que que cada um propõe? Eu vou comparar os dois. Ideal com ideal, história com história. Só que como é um conceito abstrato, as pessoas se perdem, né? e se perde em relação a coisas muito mais imediatas e próximas como o arquétipo, né, que envolve comportamento >> e envolve um papel social que ela vai tá ali >> se posicionando perante as pessoas, né? >> Eu sou governante, né? Estou posicionado Como governante. Beleza? Aí, tipo, você vai governar sua mulher quando vocês forem fazer amor, tipo assim, >> que coisa estranha, né? Vira meio que uma
coisa 50 tons de cinza, né? [ __ ] [risadas] >> mas é curioso porque você propôs, né, é um casamento engenhoso do Zond com o Jung, né, ou com a Carol, né, >> que o Zond tem esse conceito do palco giratório, >> só que ele tinha uma ideia, ele pegou a ideia do das pulsões do Freud e ele diagnosticou que haviam mais de uma pulsão. Então, por exemplo, haveria o princípio do prazer de, tipo, você quer fruir alguma coisa e obter um gozo. >> É, porque Freud era só isso, né? É Freud, se bem tinha
o Tanas também, né? O impulso de morte depois o >> Tanatus, né? E ele tinha as tinha as pulsões de de meu Deus, eu esqueci, eu falei tanto disso, as pulsões de Tanatos Ou Tanatos e >> erros. >> Eros, perfeito, né? >> Eros e Tanatos. >> É isso aí. >> É. E depois outros caras da escola psicanalítica trouxeram outras coisas, né? O Adler trouxe [música] pulsão de poder, né? O Zond ele articula acho que se não me engano oito diferentes pulsões. E aí, por exemplo, aí ele nomeia as pulsões pelas psicopatologias, Né? Então você teria,
por exemplo, a pulsão sádica, que seria o impulso de querer modificar o mundo. E teria a pulsão masoquista, que é de você padecer os o ação dos outros. E a psicopatologia quando a pessoa fica fixa numa função, ela tipo ela só ela só sádica, ela só quer mexer e bagunçar. E aí é onde eu articulo com o arquétipo, porque qual que é o problema? Sou governante. O cara quer ser só o governante, ele acredita nesse personagem e ele começa a viver Uma narrativa dentro da cabeça dele só do governante. E tudo que ele quer fazer,
ele quer fazer a partir deste personagem que [música] assim, cara, que não dá, né? Eh, então, no caso, é muito interessante isso [música] tudo. E de fato, né, eu eu ia falar, né, agora que eu trouxe essa teoria do Zond, estudando o Zond, falei assim, cara, mas eu posso articular isso aqui para outras coisas também, né? Eh, e é muito interessante porque, bom, O ponto que eu queria que você trouxesse e você trouxe, né, eh, mas concluindo ele, é, existe uma estrutura eh fixa da forma da de aí de uma pessoa pensar e se comunicar,
né? E os arquétipos, quando a gente pensa em arquétipos, que é [música] abstrato num primeiro momento, até a gente entender de fato a substância dele, porque ele tem substância, né? Eh, as pessoas ficam assim, malucas, cara. Então eu sou governante, então tem que se fazer tudo Como governante, né, e etc. E aí é onde acontece um grande problema. A pessoa ela fixa, né, ela cliva, ou seja, ela trava ali, ela como um gato assim assustado, sabe? Ela trava ali e ela quer ser só aquele personagem. Isso dentro da aí da psicologia, da psicoterapia, a gente
entende o quê? Como uma pessoa que ela clivou ou uma pessoa neurótica. Ela tá em neurose. O que que é uma pessoa em neurose? É uma pessoa em pensamentos repetitivos sobre O mesmo tema. Então vamos pensar numa coisa que eu tratava no consultório às vezes, sei lá, ejaculação precoce. O que que é um sujeito que ele sofre da ejaculação precoce, né? Tem uma parte biológica também, claro, mas se é recorrente, é uma pessoa que ela tem um pensamento repetitivo ao entorno daquele eixo. Então, por exemplo, né, tá aqui, ó, tá o eixo, né? O eixo
é o quê? a ejaculação precoce, Né? [música] Aí, beleza. Então, o cara ele acorda pensando, putz, se eu for fazer amor com a minha esposa ou com a minha namorada, namorada, né? Aliás, aí no caso é mais com os homens, né? Eh, putz, bicho, eu eh eu tenho que aguentar mais hoje de noite. Eh, aí ele vai almoçar ou ele vê uma cena, sei lá, mais caliente, alguma coisa. Ele, cara, mas [ __ ] eu gozo rápido, né? Eu chego lá rápido, cara. E toda vez que eu penso eh em Sexo, para mim é uma
coisa muito ruim, porque eu chego lá rápido. Então, eh, putz, eu tô dando um beijo aqui na minha esposa. [ __ ] cara, se a gente for, eu vou acabar, [ __ ] gozando rápido. Eh, aí a ele tá no ato sexual. [ __ ] cara, vou gozar rápido, quer ver? Aí vai lá, goza rápido, né? Então ele coloca tanta atenção no objeto, né, que é a que é que é a ejaculação precoce, que a vida dele gira ao entorno Disso, né? Então o eixo, o sentido, aí no caso essa teoria das neuroses, quem quem
descreve ela muito bem é o Victor Frankle. No livro dele, eh, é um livro de capa preta, que é a teoria das neuroses. >> Você descreveu, é exatamente também o que tá na no livro de terapia cognitivo comportamental, quando a Judit Beck tá descrevendo como que uma crença se sustenta, né? >> É, ela tem que ter vários pilares >> né? Ela se baseia em várias referências >> que confirmam aquela crença. >> E e é interessante, por exemplo, esse cara que você contou a história, digamos que ele tenha tido várias relações onde ele não teve esse
problema. >> Uhum. >> Isso não entra no no espaço mental dele. >> É como se fosse um filme. >> É. >> E no filme o diretor, Né, aliás, o roteirista, ele escreveu um, ele ele escreveu a peça, né? E gente, isso tudo que a gente tá falando vai articular daqui a pouco, pum, um plot twist na sua cabeça. Caramba, arquétipo é isso. Então, entendi, né? >> É, isso é o que a gente chama de viés de confirmação na psicologia cognitiva, né? Porque você tem a crença, então você só considera informações que a confirmem e você
rejeita tudo que pudesse impugná-la. >> O resto então tem um roteiro ali. Então, é um roteirista, ele escreveu esse roteiro, né? Então, o roteiro é o nome do filme, né? sei lá, eh, ejaculação precoce. O ato um, dois e três do filme precisam corresponder às cenas que vão entrar nesse filme, que aí vem o diretor para construir o filme. Todas as cenas precisam confirmar a tese central do filme, né? A tese de defesa que esse filme trouxe. Eh, então, olha só que interessante, a Pessoa, ela ficou presa naquele personagem. Aí vem, né? Eh, como que
eu tratava isso? Eu começava a pregar peças na situação. [ __ ] cara, gozar rápido é [ __ ] O cara ficava meio constrangido assim, dava uma risada, tal. Aí eu falar assim: "Bicho, vamos fazer um teste hoje". Ele: "O quê?" E óbvio, né? Muito disso também vinha pelo consumo de pornografia, mas em alguns casos era, caro, simplesmente acontecia, né? Ah, Vamos, vamos fazer o seguinte. Hoje, na hora que você for fazer amor com a sua esposa, eu tenho um paciente que foi exatamente isso, né? Eh, hoje, aliás, eu tive, né, não sei, uns cco
anos atrás, hoje quando você for fazer amor com sua esposa ou essa semana, você vai falar para ela já no início: "Amor, você sabe, né? Eu gosto rápido para [ __ ] né? Mas eu tenho dedos e línguas, então fique tranquila, beleza? E, cara, eu vou curtir aqui meu relay de 5 segundos, né? E vou dar o meu máximo e vou aproveitar esse orgasmo e depois, né, eu termino aqui a moda dedos e línguas, né? e ficava leve. Opa, pera aí, o filme saiu do roteiro, não é mais um drama. Agora a comédia. E a
comédia ela tem um ela tem um impacto diferente. E aquela história ela começa a ganhar mais dimensão. O objeto que é eu já colo muito rápido e é uma tensão, é uma pressão, vira [ __ ] que [ __ ] né? Que merda tal. O cara começa a contar uma história diferente Na cabeça dele. E aí ele fez isso algumas vezes, né? Ah, amor, hoje eu vou chegar lá em 10 segundos, né? Tal. E o que e o que começou a acontecer por essa leveza no ato, com o tempo começou a durar um pouco mais
e ele começou: "Opa, pera aí, a história não precisa ser só essa". Então, a neurose foi perdendo força. E aí ele começou a perceber que dava para contar uma outra história, né? Cara, eu sou um cara que às vezes gozo rápido, às vezes eu vou gozar demorado, Às vezes é mais ou menos. E é isso aí, é a vida, pô, a loucura importante é eu saber que eu vou dar muito carinho pra minha esposa, né? Foi resolvendo, né? E ficou leve. Então, olha só o que que eu dei para ele. Na verdade, eu dei um
outro personagem. Ele tinha um personagem só, ele ganhou mais um. Agora ele tinha duas facetas ali que aquele personagem que se comportava só uma forma dramática, o mesmo personagem podia se comportar aí De uma forma dramática, mas também com comédia. Ah, as coisas começaram a ficar mais suave. E aí ele percebeu que, [ __ ] velho, mudou o sentido, entendeu? [música] E aí, obviamente, eu fui dando outras dimensões de sentido para ele, que tinha coisa muito mais importante na vida para ele pensar. E aí eu troquei o eixo dele, né? Então o livro lá do
Victor Frankel, em Busca de sentido, o que que ele traz lá naquele livro, né? Ele tá no campo de concentração, [ __ ] Vendo gente assassinada, vendo gente morta todo santo dia, né? vendo gente se suicidando no ali na ali nas cercas elétricas, é, todo santo dia ou semanalmente. Eh, só que dentro do campo de concentração de Altwiitz, ele encontrou esperança e alegria. Cara, mas como é que um cara desse encontra esperança e alegria no meio da morte, da fome, do assassinato, da [ __ ] né? E tem uma cena do livro, cara, que é
muito linda, Assim, é poética. É poética. tinha, [música] eles tinham que fazer o trabalho forçado, né? E ele retrata um momento que eles estavam indo trabalhar em algum local, já faz uns quatro anos que eu li o livro, então não lembro desse detalhe, tava indo trabalhar e tava no inverno, então muita neve e eles tinham pouca roupa, então todo mundo com muito frio, né? Aí viam os capos, né? Que eram os próprios eh judeus presos dentro da prisão, só que viravam aliados Dos nazistas, né? Então eram os capos. E aí eles caminhando, né? E aí
via um carro, dava uma cacetada em um para caminhar mais rápido e etc, tal. E no meio de toda essa desgraça da fome, do frio, eles com pouca roupa tremendo e [ __ ] aquela situação horrível, né, que a gente consegue imaginar, mas sei lá, não dá para sentir, talvez, né? Ele fala assim: "Cara, mas na diante, olha que [ __ ] essa história, diante isso tudo que tava acontecendo comigo, De repente, né, de repente o sol ele começa a nascer e a cortar com seus primeiros raios a escuridão que estava entre as árvores. E
é um primeiro raio de sol de forma bela e doce e sublime e cuidadosa toca o nosso rosto. E esse único raio de sol que nos esquentava temporariamente, hum, me dava, no caso dele, alegria e um sentido e um motivo de continuar buscando sentido e esperança e beleza. Cara, o que o que que ele fez? ele podia contar A história dele de uma forma que ele ia perder a esperança. Então esse personagem, né, que ele era, ele podia contar a história, cara, fodeu tudo mesmo, é, vou morrer por aqui e se suicidar ou desistir e
ou se ou virar um capa, ah, quer saber, cara. Vou quero comer um pouco melhor. Vou bater nos meus irmãos judeu aqui mesmo. [ __ ] Ele poderia ser esse personagem. Ele poderia ser o personagem eh que, sei lá, só tava ali, mas não tinha mais um Porquê tá ali também. Então tava a passos de morrer. Só que ele escolheu criar um roteiro cujo a tese desse roteiro era a esperança, era um sentido maior, né? Existe uma existe o amor aqui diante de mim a todo pequeno momento. E esses pequenos momentos sustentavam a criança dele
de que existe um sentido para tudo isso aqui. O que que eu acabei de dizer? entre vários personagens que ele poderia Ser, escolheu um roteiro e dirigiu o filme dele interior daquela forma para que ele não perdesse a esperança e se sustentasse com alegria, com amor. Tem várias cenas ali do livro que ele fala eh tinha dias que a gente estava com tanta fome que nós começávamos a pensar, né, em comida gostosa, em alimentos que eles já não comiam há muito tempo, cara. assim, pôra, nego de 1,70 m com 40 kg, [ __ ] 50
kg, né, só pele e osso. Eh, e eles Começavam a imaginar aqueles alimentos e se divertiam com isso e conseguiam dormir com a própria força da imaginação, se alimentavam daquela comida objeta que não estava presente ali. Que que é isso, cara? senão, obviamente, coisas mais superiores, como a esperança, a fé e etc, mas o personagem que ele escolheu viver, eh, o personagem que ele tinha no dia a dia tinha momentos de comédia, Tinha momentos de tristeza, tinha momentos de esperança, tinha Então, ele teve vários, o personagem dele conseguia ver o mundo de várias cenas possíveis,
de vários ângulos possíveis, como o Carlos trouxe Shakespeare, né, você vê lá Hamilton, né, né? Ser ou não ser, eis a questão, né? Me mato ou não me mato, o que que ele tá falando? Cara, eu não vejo mais saída. Eu não vejo mais uma outra história que eu possa contar para sair dessa, né? Por quê? Porque é uma Pessoa ali interpretado pelo Hamilton ali, que é o personagem do Shakespeare. O que que você tá vendo ali? Você tá vendo um personagem que ele esgotou as possibilidades, esgotou as possibilidades de personagens ou de narrativas que
aquele personagem poderia ter na vida real. E cara, o que me resta agora é me suicidar ou não, né? Quando a gente fala dos arquétipos, a gente tá falando, então, né? A gente começou com uma abstração alta, né? Então, eh, é o Primeiro modelo de algo, imagem primordial e narrativas que existem em todas as culturas, em todos os homens, desde o início dos tempos. Essa é a definição mais apropriada ali, né? São as ideias universais, tal. O que que são essas ideias? são personagens universais, né? Então são, é comportamentos possíveis. Então eu quero que vocês
pensem em cinema agora mesmo, pensem em filme, né? É um personagem possível, Beleza? É um personagem possível que você pode vir a contar a sua história a partir daquele modelo. Quero contar a minha história a partir da inveja. É o que você falou, cara. Eu vou, tudo que eu enxergar na vida, eu vou contar a partir do ponto de vista da inveja. Ah, aquele cara ali, [ __ ] não sei que lá, pô. E aí você vai criando um fantasma maluco na cabeça e fica maluco depois. >> Você lembra aquela citação de Shakespeare que eu
[música] comentei Contigo umas vezes? Eu acho que é do Ricardo I. O mundo é um palco e um homem, né, quando entra no palco do mundo, ele desempenha muitos papéis e aí ele começa a narrar os vários estágios da vida, né, >> quando você é um bebê. Depois você vira um jovem apaixonado, você quer desbravar o mundo. >> E é muito interessante porque no próprio livro da Carol, quando ela >> traz capítulos, ela fala do dos Arquétipos aparecendo numa progressão que corresponde aos vários estágios da vida, né? >> E aí no caso, >> é belíssimo.
>> O que que é isso, cara? É arquétipos, né, tal, não sei que lá. E aí os arquétipos da personalidade. Personalidade vem de persona, né? persona, se eu não me engano, eh, você me corrige, vivendo do grego. Máscaras de peças. É, é isso aí. São máscaras de peças de teatro. Então, quero que vocês pensem em máscara mesmo agora. Máscara de carnaval. Beleza? Então, vamos lá. >> É porque as peças eram interpretadas com os atores usando máscaras, né? >> Exatamente. O teatro antigo grego, né? Eh, ele era feito ali com personagens, era durante o dia porque
não tinha luzes, né? era em fim de tarde ali e eles usavam máscaras para interpretar aquele personagem, para ser uma espécie De até uma alegoria, né? Para ficar, ah, aquele ali é o malvado, ah, aquele ali é o bonzinho, ah, aquele ali é o herói, né? >> Aí é o símbolo do teatro, né? A máscara rindo e uma chorando, né? Em cima da outra, né? A comédia e a tragédia. >> É isso aí. A comédia e a tragé, cara. E olha que magnânimo isso aqui. Arquétipos da personalidade. Então são comportamentos, são teatros, são personagens possíveis
que Você tem, você que tá assistindo, nós todos aqui. Então vamos pensar então em personagem mesmo de filme. Vamos pensar no Leonardo DiCaprio. Eu gosto muito do exemplo lá que você dá. Dá aí pra gente aí. >> O exemplo do DiCaprio, ele é muito >> claro, né? Óbvio, né? Por exemplo, vocês dois aqui, você já tiram um Titanic. >> Quem chorou, né? [risadas] >> Chorou. Chorou no chorei. Chorei. >> Não, >> ela de pedra, né? >> Compaixão zero. >> Zero. Nervosicismo dois. [risadas] >> Enfim. E vocês já tiram também o L joy Street? >> Sim.
>> Hum. É. Hum. >> Cara, que que esses dois filmes, qual que é a única coisa que esses dois filmes tem em comum? O ator, >> o ator de Caprio. Agora faria sentido eu Pegar o ator e do DiCaprio no personagem que ele interpreta dentro do Titanic e colocar ele para atuar dentro do L Street? >> Nenhum. >> Ia ser maneiro, né? A galera lá vendendo louca e ele não. >> Esse não vai afundar. Quem dá mais? Quem dá mais? Esse vai afundar. >> Pô, nenhum sentido. Da mesma maneira só pegar o personagem do de
Capa Titanic e colocar ele para interpretar o Long Show Street, né? Imagina a melancolia, né? O cara não vai nem ter filme, acabou. >> Exatamente. É isso que acontece quando essa persona, ou seja, essa máscara de festa teatral. Ele tá interpretando um o decáprio, >> ele tá interpretando um personagem, não é? As emoções, as crenças, as ideias, o tom de voz, a narrativa, o que o DCPRO como pessoa física, CPF, crê e acredita, né? Ele tem um papel, ele tem um roteiro e esse roteiro ele depende de ter uma Personalidade, um tom e roupas e
vestimentas e tons de voz e personalidade diferente de quem ele de fato é, >> mas que naquele cenário que ele é proposto para aquela peça, né, ele está de fato atuando com muita maestria. >> Mal cheirador de pó ou o apaixonado, o pobre. É, mas mas é interessante considerar também que quando o ator ele se coloca no papel, ele, por exemplo, usam durante muito tempo os caras usaram O Stanislavski, né? Hoje eles usam muita técnica de mais [música] do cara na ação ele acessar o realmente os estados reais >> por >> que fazem ele >>
lindo >> da vida. >> E é o arquétipo aí surgindo. Quer um exemplo? Cara, isso aqui vai ficar lindo agora. Vai começar a montar as peças aí. Só você pegar o Coringa do Batman do Nolan que se suicidou. É hatled. >> O que que aconteceu com ele? Ele se confinou. Ele ficou meses eh trazendo um personagem louco, né? Doido ali. E ele entrou tão bem no personagem que foi o melhor coringa de todos os tempos, né, cara? Imprevisível, explosivo, cara. Louco. Que personagem era aquele na linguagem dos arquétipos? O fora da lei na sombra. fora
da sombra é um personagem que na Sombra, ou seja, nos comportamentos dele negativos, o fim desse personagem é o suicídio. Então, quando você pega o Chester do Lincoln Park, você pega o chorão do Charlie Brown e você ouve as músicas e você olha a fisionomia do rosto, ele tá nesse personagem do Outdo Fora da Lei. pelas canções, você vê a melancolia e a tristeza e aquela coisa escura, como quando o coringa do Batman aparece na cena, está aquela coisa escura e triste E sugada de bem, né? Só tem a presença do ali do mal e
você consegue perceber esse conflito interno ali nessas pessoas que deram cabo à própria vida. É presente ali, esse fora da lei presente, né? Ele já desistindo nas letras da música, né? Então você pega as letras da música e cara, quem criou a letra, quem interpretou aquela letra? O cara. E aquilo era uma expressão do mundo interior dele. E se você ouve as letras e interpreta as letras com os referentes Certos e você tem um ali no fundo da tua cabeça e conhece com profundidade o arquétipo do fora da lei, que é esse comportamento possível, esse
personagem possível, você fala assim: "Cara, esse cara tá mal, esse cara não tá legal". Pelas letras eu percebo que ele não tá legal. >> Pouco do órfão também, né? >> Exato, né? Tem um órfão ali, tem o enfim. Olha que legal que a gente começou a montar aqui agora com tudo que A gente trouxe, cara. A gente veio lá, né? Será que o Nelson Williams, né, ele vai comprar o o óleo Johnsons? E por que ele compraria, já que ele é o governante? Porque ele tem vários personagens dentro dele, que é o conceito, no caso,
então, né? Vou desenhar ali agora do palco giratório. A gente começa a adentrar então o conceito do palco giratório. Basicamente é isso aqui, né? Existe aqui um centro, Que é o que a gente chama de esse é o verdadeiro eu, né, que é o eu. E daqui a pouco eu vou explicar um pouquinho sobre esse eu, né? E Deus deu essa estrutura da realidade pra gente. Ele deu 12 personagens, 12 narrativas, 12 comportamentos, 12 decisões simbólicas concretas. Ou seja, ah, eu gosto mais de Mercedes. Ah, eu eu gosto mais de Fiat Uno. Ah, eu gosto
mais, entende? E cada um desses personagens tem preferências, eh, simbólicas de Cores, eh, objetos, comportamentos, sentimentos diferentes um do outro. Então ele deu pra gente, né, eh, pela estrutura da Carol, né, um inocente, ele deu um prestativo, ele deu um homem comum, ele deu um herói, ele deu um explorador, um criador, um eh fora da lei, um amante, um sábio, um mago, um governante e um bobo da corte. E você tá nesse palco aqui, né? Eu, enfim, eu deveria ter feito, né, um círculo aqui, né, mas é, você tá aqui, Ó, no centro e a
vida tá acontecendo aqui, ó, né? Então, isso aqui tá, a gente tá na dimensão aqui da alma, né? Então, tá na dimensão aqui da alma e tem o mundo concreto aqui, né, que é aonde a gente fala que tá o teu corpo, né, que é a parte material sua, né, e tem uma realidade aqui entrando dentro da tua cabeça, né? Então, tá aqui o seu olho, né, ou os seus sentidos, visão, audição, tato, fato, paladar. E esse mundo ele entra para dentro de Você. E a depender do personagem que tá aqui, né, você vai responder
ao mundo como esse personagem. Então, o Coringa fora da lei na sombra, ele encarnou aquele personagem. Vamos vamos eh eh esquecer do fato triste do suicídio depois, né, que foi posterior, mas ele entrou no personagem do Coringa do Batman, né, e vinha os acontecimentos lá dentro aí do aí do filme da trama, os acontecimentos e ele respondia aos Acontecimentos concretos do mundo como um fora da lei, né? o o comportamento que se manifestava, as decisões que eram tomadas, o jeito de se vestir, o jeito de andar e etc. Meio, né, meio louco assim, respondia como
um fora da lei na sombra, como um lunático, como um doido, né? E aí foi o que eu fui chegando à conclusão. Aí daqui a pouco eu vou articular marca com a pessoa, mas primeiro vamos Trabalhar a pessoa aqui. A medida que uma pessoa adquire repertório através do estudo, estudo principalmente dos grandes romances, né? Shakespeare, Dostoyevski, Machado de Assis, Tostoy, os clássicos, Dante, né? Então, o que que é uma pessoa que lê isso tudo? Sim, se ela obviamente tem inteligência para ler isso. O que acontece? Ela viu muitos personagens. Ela viu várias personagens ali possíveis,
morte, drama, ir pro inferno, voltar, ir pro céu, enfim, ela Viu várias possibilidades de histórias que estão no campo de ação dela, inclusive que ela pode viver uma dessas histórias. Ela pode ser aquele assassino, ela pode ser aquele roder que assassinou, né? Eh, as duas mulheres lá, a a velha e a e a e a neta dela, né? A cena lá do crime e castigo. Eh, [ __ ] eu posso ser esse assassino, né? Porque, caramba, isso tá no meu campo de possibilidade. Eu posso tirar a vida de alguém, mas tá no meu campo de
Possibilidade também. É um Victor Frank e tem esperança no meio do inferno que eu tô vivendo. [ __ ] mas eu posso ter a possibilidade aí também de ser, sei lá, eh, um Hamlet. que vou est decidindo entre a minha vida e a minha morte. [ __ ] que legal. Só que existe um fator aí chamado experiência real e concreta. E agora eu vou trazer um exemplo assim que para mim foi assim é eh fundacional para conseguir perceber uma coisa Interessante. Will, então pera aí. Então você tá me dizendo que se eu ler eu posso
ser um governante. Então se eu ler a história da vida do Arnold Schneegger lá no primeiro livro dele que ele fala sobre o como que era a vida dele de atleta, de fisiculturismo, só de ler, eu posso me tornar isso, então, aliás, eu sou isso, então não, pera aí. Agora vamos pensar como se fosse um jogo de videogame. Você focou em querer comprar aquele Personagem dentro do jogo que é o herói. E esse herói, o referente dele é simbolizado por um atleta de fisiculturismo, como pode ser um jogador de futebol, um jogador de basquete, um
jogador de vôlei, de natação. Beleza? é o seu referente de herói. E daqui a pouco eu vou explicar uma coisa maneira aqui para você entender as nuances possíveis de um herói que eu acabei de explicar agora, querendo não, né? Ó, eu quero ter o arquétipo do herói. Vocês Concordam comigo que o Michael Jordan e sei lá, o Arnold Shazneger e o outro atleta famoso aí de uma aí de uma outra categoria, o Michael Felps. Eles são de modalidades diferentes, óbvio, mas percebem que eles têm uma mesma estrutura narrativa interior de vencer, de competir. [ __
] é verdade, né? A estrutura base se repete, mas é uma história diferente. Mas a estrutura, a arquitetura da história se Repete, né? Então eu tô vendo um herói que nada, um que joga basquete e um que levanta ferro. Mas para que eu seja esse personagem na minha aí na minha vida real e concreta, existe o quê? A minha decisão, a minha ação pessoal de escolher me tornar esse personagem. E como um ator para ser muito bom em saia por meses, um cara como eu que escolhi ser um Arnold Schangeger, porque eu lembro lá, eu
com meus 70, 80 kg, li lá a biografia Do Arnold e me centrei principalmente na parte dele de ser atleta. Falei assim: "Cara, eu quero isso aqui, isso aqui é bom para mim, eu quero ser isso aqui." Mas eu olhava pro meu braço, eu tinha 37 cm de braço contraído, né? Então eu de frente parecia que eu tava de lado, né? Aí de lado, parecia que eu tinha ido embora, né? 37 eu tô sendo generoso. Quando eu comecei a treinar, eu tinha 29 cm de circunferência de bíceps, né? [ __ ] eu era um grilo,
né? Tinha 68 kg. Só que eu vi esses caras, eu falei assim: "Caralho, que massa isso aqui". Óbvio, aí teve outros motivos aí pro escolher, mas aí a gente vai complicar um pouco a história, né? Porque existe a história pessoal que decide o personagem que você vai ter depois. a gente pode entrar nisso. Mas aí eu treinei por 10 anos e me tornei o quarto melhor atleta de físicoturismo do mundo em 2015 pela minha categoria júnior, peso livre, eh, no mundial e me tornei quarto colocado Ali, fiquei feliz para caramba, tal. >> Você tá dizendo
que para encarnar o personagem você tem que pagar um preço >> tem ação concreta. Tem ação concreta, né? Admirar um personagem não é o mesmo que ser o personagem. Por exemplo, caramba, que massa, velho. O quê? O quê? Olha só, velho. O Neymar, [ __ ] o cara tem um helicóptero, o cara tem um apartamento, ele sai com umas mulher bonita, pô, tem dinheiro, joga bola, tal. [ __ ] que massa. Você admirou aquilo, beleza? É um bem maior, porque você só admira aquilo que é melhor que você, né? Então, é um bem maior que
você, né? Então, existe a hierarquia, né? De bem maior até o bem menor, né? né? O bem maior de todos é Deus e o bem menor de todos é o demônio. >> Transforma-se o amador na coisa amada, né? >> Transforma-se o amador na coisa amada, né? Como dizia Camões. E aí, [ __ ] eu comecei a amar o Arnold, [ __ ] E eu quero ser o Arnold. E tanto, cara, que eu copiava tanto o Arnold, ou seja, eu eu no começo eu era um imitativo baixo, depois eu me tornei num imitativo alto, depois eu
me tornei num tipo lendário, eu criei a minha própria forma de ser um atleta, né, que são os tipos imitativos, né? Então, primeiro você começa a copiar, você copia de uma forma ruim, né? Você você vai aprender a tocar, por exemplo, violão, né? Eu comecei a tocar violão, cara, eu errava As notas, eu era um imitativo baixo, né? Eu copiava as notas mal, aí eu fui treinando e aí depois eu me tornei num imitativo alto. Eu repetia perfeitamente algumas melodias, algumas músicas, mas eu não me tornei num tipo lendário. Eu não criei as minhas próprias
músicas, eu não consegui conceber minhas próprias músicas. Então eu só imitei bem uma pessoa ou no caso, né, um um grande guitarrista ou violinista. O tipo lendário é quando você faz aquilo Da tua própria forma. Eu cheguei num nível que eu me tornei referente do jeito de ser pros outros. Me perguntavam: "Wil, qual que é a sua ficha de treino?" Eu falo assim: "Eu não tenho. Eu chego e treino, aquilo tá na minha cabeça, [ __ ] Eu sinto que tal parte das minhas costas tá faltando e eu coloco a minha cabeça ali e vou
treinando para para pegar ali." Cara, pô, mas qual a técnica? Sei lá, velho. A técnica é o que eu tô sentindo é o meu Jeito de fazer um negócio, [ __ ] Mas é, ou seja, eu eu fiz tanto aquilo que eu queria minha própria forma de fazer e passei a ensinar os outros a fazer aquilo também, né, que é um tipo lendário, mágico que chama. O ponto que aí que eu quero chegar, precisou de 10 anos de ação naquela direção. E no começo, para concluir, eu copiava tanto o Arnold que por muitos anos eu
ia competir, eu chegava, cara, era assim, maluco, todo mundo, [ __ ] você parece O jovem Arnold. Era meu apelido, o jovem Arnold. As suas poses é igual do Arnold, o seu jeito de se movimentar é igual do Arnold. Eu fui imitando aquele personagem, depois fui criando a minha própria forma de ser. O que que eu quero dizer aqui? existe a ação concreta para você desbloquear aquele arquétipo, aquele comportamento na personalidade. >> Basicamente, a gente tem três pilares Necessários, que são primeiro, a decisão. Então, você tem que decidir, depois você tem que adquirir repertório para
compreender como funciona aquele arquétipo, aquele personagem. E depois você tem que tomar a ação, que é passar pelo processo para conquistar. personagem. >> E o que que acontece hoje na internet? Tem muitas pessoas que decidiram ser, >> estudaram, gostaram, pô. Estudei. Que legal, pô. Tem o Nelson Williams lá, o Cara tem um escritório [ __ ] um advogado [ __ ] um governante, tá de terno, tá de Rolls-Royce. Porém, para ele chegar lá, ele conviveu com mais pessoas, ele estudou, ele aprendeu, ele tem um escritório hoje, ele trabalhou e ele conquistou muitas coisas com isso.
E >> não só isso, perdão de interromper, mas o que que aconteceu? Ele, perdão, a palavra, ele se fodeu no caminho. >> Então, ele tinha a vida acontecendo e ele escolheu, cara, eu vou me jogar Nessa situação difícil que eu não sei o que pode acontecer. Só que eu sei que essa situação, se eu passar por ela, eu forjo esse personagem que eu tô tentando viver. >> É igual você. Não há como você chegar perto do shape do Arnold se você não tivesse treinado pelos 10 anos. Eu, por exemplo, sou investidor, não tem como eu
ser um or buffet, sendo investir pela quantidade de anos e volume financeiro que ele investiu. Então, a Gente tem que colocar nesse âmbito que se você vai utilizar um arquétipo, não significa que ele é só uma máscara que você vai colocar, ela vai servir na sua face. Você precisa de fato >> Exato. >> passar >> pela trama. Isso aí. >> Para sim executar como ator o seu filme. Você tem que fazer a construção do personagem. Exato. >> Exato. Tem uma cena do Máscara. É o Filme mesmo. O Máscara lá da O Verdão, Loucão. >> Sim.
>> Tem uma cena do filme que ele vai no psiquiatra, né? Porque ele ele [música] teve lá, ele usou a máscara e ficou muito louco. Eu falou assim: "Cara, o que que aconteceu?", né? E aí ele vai num psiquiatra, né? E aí no caso e ele fala assim: "Doutor". Aí ele traz a máscara assim. Aí o doutor olha: "Cara, isso aqui é uma máscara, né, que ele Lembra tal. Isso aqui parece que é do período eh que representa o período viking tal. Isso aqui parece o Luke, né, que é, aliás, o Lock, né, que é
o deus ali da desordem, tal, não sei que lá, tal, tal, tal, que é a sombra do governante, inclusive, né? É uma loucura ali, é um governante meio fora da lei, eh, e etc, tal. Mas, cara, você, eh, senor Ipkins, né, você tá viajando na maionese, né? [música] Eh, você tá você tá se escondendo atrás De quem você é. Meio que isso. Ele não quer ver, ó. Quer ver? >> Essa é uma peça interessante, Senr. Ipques. Parece escandinava do século 4 ou 5. Provavelmente a representação de um dos deuses nórdicos da noite. Talvez Lock. >>
Lock. Quem é Lock? >> É o deus nórdico da travessura. Aparentemente causou tantos problemas que o deus Odinho o baniuildo Valhala Para sempre. Então deve tê-lo banido com a máscara. >> Estou falando de mitologia, Senor [música] Ipques. E isso é uma peça de madeira? >> Mas no seu livro, >> meu livro é sobre máscaras como metáfora, Senr. Ipques. Uma metáfora que não deve ser encarada literalmente. O senhor sofre de uma leve ilusão. >> Tá, tá bom. Então, e eu vou provar pro senhor, Mas eu não me responsabilizo pelas consequências. Continue sentado e divirta-se, senhor especialista.
>> Não me assusta, senhor Ipques. Vai em frente, >> vai ver. [música] Aí ele vai lá, tensão do filme, ele leva a máscara ao rosto, só que nada acontece. Aí ele começa, né? Começa a ficar loucão lá se ele tira a máscara, né? Aí o psiquiatra olhando assim, tipo, [ __ ] velho, que cara louco, né, velho? O que é aquilo, né? É uma representação clara pra gente do que, cara, olha só, eh, eu quero ser o herói, eu quero ter o shape. O [ __ ] que shape [ __ ] A tua perna, velho,
rasgada inteira. Bota a foto aí do meu shape aí, só pra galera, pô, né? Só pra galera me respeitar, né? Então, tá aparecendo aí na imagem agora. [ __ ] que quadrícipe, cara. Olha esse abdômen trincado com os oblíquos. Massa. Quero isso. Tá bom, irmão. Vamos lá fazer abdominal. Vamos lá comer eh 2 kg de carne por dia. Comer 30 ovos por dia, comer 2 kg de batata por dia. Domingo a domingo. Você não tem mais festa, você não tem álcool, você treina seis vezes por semana. É. E e você vai viver em torno disso,
só que por 10 anos. e vai tomar hormônio também, vai arregaçar com a tua saúde, vai forçar Teu motor ao extremo. Eh, beleza, você assina embaixo e ó, e só que para te dizer, é bem simples até para virar o Arnold, só que tem aqui, ó, um cheque aqui de 20 anos para tu chegar lá, tá disposto a viver esse personagem? Ah, [ __ ] aí não. Tá, então beleza. Então, então você tá me dizendo que você não quer se tornar, você não quer desenvolver esse personagem, esse arquétipo do herói na personalidade. Você não quer
ser o Nelson Williams, né? E é complexo porque, infelizmente hoje com a internet as pessoas conseguem finger ser, né? E pras pessoas de baixo conhecimento ou de baixo acesso acabam não compreendendo e acabam acreditando. >> É, isso entra numa dinâmica que o Paulell, que é um outro cara dessa escola psicanalítica, ele chamava de exaltação imaginativa. >> É isso aí. que é quando a pessoa ela imagina que ela já tem as Características, as virtudes que ela está aspirando ser, mas ela tá tão resaltada imaginativamente que ela já age como se fosse. Então ela já atua como
tipo, ele tem um braço de 40 cm, ele já acha que ele já é o Arnold, então ele faz as poses e tal e ele espera que o mundo trate >> como ar como tal, >> só que obviamente o mundo não se curva aos seus caprichos, né? eventualmente o exaltado quebra a cara e isso tá Representado, por exemplo, no voo de Ícaro, né? Tipo, você acha que você pode alcançar o som, mas uma hora você se estabana no chão >> e aí entra uma dinâmica perigosa de a pessoa ficar descrente, desacreditada, os ideais que ela
tinha e que ela amava e que ela abraça, ela se torna uma pessoa cínica em relação a ele. Ela fala assim: "Ah, isso não é alcançável. Isso aí [música] quem diz que vive isso é um farçante." E aí Ela embota. E aí é onde ela cliva num arquétipo num personagem ressentido, como por exemplo um prestativo na sombra ou um inocente na sombra, que é um órfã, ou um homem comum. Ah, deixa para lá, porque são personagens na escala ali de hierarquia mais fáceis de você conseguir adquiri-los >> que precisa de menos repertório, né? >> Precisa
de menos esforço. Você nasce inocente, >> você nasce uma criança com ali com Inocente, né? você desenvolve minimamente ali na juventude, na infância, um prestativo, né? É, tem que cuidar do irmãozinho, tem que ser bonzinho. É, >> é, mal bem você sofre, então algum órfão você carrega, né? >> Aí beleza. E aí o que acontece, pô? Acontece esse problema, né? Então a pessoa ela civa ali em personagens eh mais ordinários. Vamos pegar um exemplo, o Frodo do filme dos Senhor dos Anéis. O Que que é aquilo lá? O condato é a representação da terra prometida,
que é o objetivo do arquétipo do inocente. Ele busca a terra prometida. Ele quer viver na terra prometida. O que é a terra prometida? Não há mal, a só bonança, não há problemas, é uma coisa alegre, é uma coisa sempre tranquila, né? Então, a terra prometida, ela é a vida sem frustração, é a vida e sem os dramas possíveis que estão no campo da vida real. Só que quando um inocente que é Despreparado emocionalmente ou ele não aspira personagens aí melhores, [música] presta atenção nisso, isso aqui é importante. Ele não aspira personagens melhores, ele não
tem heróis bons para se inspirar, para ter referente de um herói bom na ali na cabeça dele. Ele se frustra no primeiro obstáculo, porque todos somos convidados a sair da terra prometida, né, e ir para o mundo real, aonde há um mar de lágrimas e enfrentar isso. E o que acontece? A pessoa, como ela não encontra esse mundo, essa terra prometida, que acontece com ela? Ela cliva ali no inocente que ela se torna um órfão, ela se torna um ressentido, um abandonada. A vida me traiu. A vida não correspondeu às minhas expectativas, né? Você não
correspondeu às expectativas que eu tinha de você de cuidar de mim e fazer tudo que eu quero. Tanto que no Senhor dos Anéis é brilhante porque a quem assistiu os três filmes, né, a trilogia Acontece aquele inferno todo, guerra para todo lado, o demônio contra o bem, a [ __ ] toda. E no final, quando o Frodo volta pro condado, lá tá igual, nada mudou. Então, a vida de uma pessoa com inocente, cara, é tipo, ela vai acreditar naquilo, naquele conto de fadas. Então, ela é uma pessoa meio boba, é um personagem, é uma pessoa
meio boba, >> não consegue enxergar o todo, né? >> É isso aí, só que agora tem um elemento Anterior que eu queria chegar nele agora. E aí eu acho que dá pra gente ir para uns fechamentos maneiros. momento dos comerciais aqui. Se você tá até aqui, eu agradeço a sua atenção. Espero que você esteja aprendendo. E se você tem uma empresa e quer entender realmente como nós podemos te ajudar, temos um formulário, é só você clicar aqui no link abaixo, uma aplicação estratégica, para nós entendermos o momento que o seu negócio está e ver se
Ele está apto a receber auxílio das nossas consultorias para ter uma marca que lucra mais, que atrai os clientes certos e consultor é um legado. Existe algo ali que a gente falou que é o eu, né? Porque esse eu não tem máscara, mas ele usa de personagens para se manifestar, para manifestar esse eu no mundo, não é? >> Sim. >> Por quê? O Dicapo, ele tem ali quem ele é e ele para ir [música] pro Titanic, ele tem que usar uma máscara, ele usa um personagem, né? Legal. Existe uma coisa anterior chamada o eu. Esse
eu, esse eu, só quem vai te conhecer, aliás, só quem vai conhecer ele por inteiro, é quem criou esse eu, que é Deus. Vou usar um exemplo fácil. Essa caneta, vamos supor que ela tem a consciência, Ela vai conseguir ser ver de fora e por inteira? Não, o máximo que essa caneta vai poder descobrir é, cara, para que que eu sirvo? Qual minha função? Ó, sua função, caneta, é ser uma boa caneta, escrevendo e falhando o mínimo possível. Ah, essa é minha vocação, esse é meu propósito. Então, isso, caneta. E quem que consegue ver a
caneta por inteiro? O criador da caneta, que foi um Artesão. É, essa aqui é uma momblã. É feita à mão. A a maior parte, né? Aliás, tem parte que aqui que ela é feita à mão. Isso aqui tudo é feito por um cara tal. Somente o criador consegue ver a sua criatura em toda a sua complexidade. Então essa coisa da galera é aí da internet fica, cara, quem eu sou, né? Ai, quem sou eu? Cara, que se [ __ ] isso. Não importa quem é você, [música] importa para que você serve. Se você Prestar atenção
mesmo, tu nunca vai ver o teu próprio rosto. Você vê o reflexo dele. Tu nunca vai, você nunca vai ver as suas próprias costas, você nunca vai ver o seu sfincter, [ __ ] né? O seu rosto. Os outros vão ver. Então, pera aí. Então, você nunca vai se você nunca vai saber quem de fato você é porque você não se criou. Mas o que que Mas o que que você pode fazer com isso? Você pode descobrir para que tu serve. E quando você descobre isso, que a tua vocação, para que eu sirvo, aí é
onde que o ponto que eu queria chegar importante, descobri minha vocação, reconheci minha vocação. E daqui a pouco eu dou um exercício aqui para você tentar reconhecer a tua vocação. O que que tu faz? Se você reconhece a tua vocação e reconhece que existem 12 personagens, você começa a tentar desenvolver todos Eles com uma astúcia muito grande. Por quê? Porque você usa esses personagens como roupas num guarda-roupa, você tem roupas para todas as ocasiões. Então você tem os 12 arquétipos, você tem 12 roupas que vai servir para qualquer ocasião. E aí com isso, você consegue
ser um camaleão. Você consegue se portar da forma como você precisa se portar em qualquer lugar, falando com pessoas mais simples, pessoas mais intelectuais, Pessoas mais ricas, pessoas mais inteligentes, pessoas normais e etc, ordinárias. Porque você tem roupa para cada ocasião, porque pelo seu esforço consciente, tu desenvolveu, claro, né? Ninguém estudou isso aqui para desenvolver cada personagem desse de forma consciente, beleza? Mas uma pessoa que escolhe se esforçar muito e ela se [ __ ] muito nesse processo que que qualquer um que tenta sair do [música] Condato e ir pra vida real, passa por todo
aquele drama do Senhor dos Anéis, aquele céu e inferno o tempo inteiro. Ela se transforma e ela consegue usar todas essas sopas. Ela sabe conduzar essas sopas. Cara, eu vou hoje numa ocasião que vai est um pessoal mais simples, tal, etc. [ __ ] vou com uma camiseta, com jeans, né, com tênis. [ __ ] pera aí, eu tô indo pro meu trabalho, [ __ ] pro meu trabalho. Eu vou me vestir porque lá no meu trabalho Pedem para ser social fino ou pedem para ser um social tradicional, gravato [ __ ] a quatro, porque
lá pedem que eu seja esse personagem. Olha o ponto áurrio aqui da nossa conversa. Se eu reconheço a minha vocação e reconheço esses 12 personagens possíveis, esses 12 arquétipos possíveis e como eles se manifestam, as histórias que rememoram cada um desses arquétipos e os seus dramas de luz e sombra, eu Quando estiver vivendo esses esses dramas internamente, eu também vou saber reconhecer e me portar melhor e reagir mais rápido, que é o que eu fazia no consultório. o paciente chegava. E aí, o que é legal, existe sim uma máscara que você usa por mais tempo,
um personagem que você usa por mais tempo e você usa tanto esse personagem que você se torna o personagem de certa forma, que é o ponto que aí que eu quero chegar, não quero me esquecer, então já vou citar Que é a confusão do personagem. Eu volto a esse tema aqui, é, já, que é muito importante, é o mais importante de todos aqui, porque para resolver o problema. Sou o arquétipo do governante, eu vou pra praia, que roupa que eu uso para resolver esse problema, tá? Então, existe aqui, né, uma coisa interessantíssima, eh, aí do
aí do aí do aí do personagem, né, e aí e dos arquétipos que, cara, quando você compreende todas as nuances dele, você Consegue perceber o que você tá passando, o que que você tá sentindo e como lidar com a situação melhor. [ __ ] [ __ ] pera aí, eu tô na sombra do prestativo aqui, né? Como assim, pô? Tô fazendo uma benfeitoria pro outro esperando algo em troca, como um cachorrinho que espera uma migalha depois de lamber o dono ou de sentar. Só que isso é a sombra do prestativo. Eu tô entendendo que eu
tô fazendo isso paraa minha vaidade, pro meu egoísmo. Não tô fazendo de coração, [ __ ] E eu não quero essa narrativa porque eu quero amadurecer. Então, como dizia, o cara que vai se [ __ ] muito, ele enche o guarda-roupa dele de roupas e ele tem roupa para cada ocasião e consequentemente quando ele vai criar a marca dele, né, eh, a marca, a empresa dele, ele pode escolher, cara, qual que vai ser o filme dessa empresa aqui? Qual que é a função dessa empresa? Qual que é a missão da minha empresa? A missão da
Nossa, resgatar os os bons valores junto aos empresários, criando marcas bem posicionadas para deixar um legado. Essa é a nossa missão. A função do grupo autêntica no mundo é essa. Então, para eu fazer isso, exige alguns personagens. E aí, que personagens precisa? Time, aquela coisa toda, tá? E como é que esses personagens se vestem nesse filme? E como é que esses personagens falam? E quais soluções esses personagens dão pros dramas de empresas que não têm uma Marca forte, um posicionamento forte e não conseguem construir então mais lucro, mais clientes atraídos e construir uma história linda,
que é um legado. Aí eu construo todo o negócio a partir desse eixo que dá unidade pra empresa, porque é uma empresa feita para isso e que tem todo esse drama. E aí, inclusive, escolho o arquétipo da empresa, né? Mas eu só consigo escolher o arquétipo da empresa se eu já tenho Desenvolvido em mim primeiro todos esses personagens. Se eu não os tenho desenvolvido, eu normalmente eu vou projetar na empresa o personagem que eu sou, como por exemplo quando eu tinha loja de suplementos. Minha loja de pelo menos tinha um arquétipo do herói, porque era
uma projeção de mim mesmo naquilo, era tudo inconsciente, mas as cores, a logo, a coisa toda era uma expressão de mim de alguma forma, porque eu só tinha aquele personagem para Viver, eu só vivia o herói, eu não tinha outros personagens. Então, o ponto áurrio aqui, qual que é o problema que eu queria chegar aqui, né, aqui na aqui na coisa? O maior problema é as pessoas se confundirem com quem elas são com o personagem. O cara que me perguntou há anos atrás, cara, então que roupa eu uso para ir na praia? Ele não entendeu
nada. Ele não percebeu qual que é a missão Pessoal de vida dele ou vocação. E ele não entendeu que pra empresa dele, pra marca dele, ele precisava atuar como aquele personagem. Só isso, ó. Você tá indo trabalhar e na tua empresa você vai atuar como um governante, porque você sabe fazer esse papel bem, beleza? E você vai atuar como um governante, vai criar uma estética do governante, vai criar uma fala do governante, vai criar símbolos do Governante, objetos do governante para que seja coerente com a tua marca, para tu marcar bem a cabeça da aí
das pessoas como a Nike marcou, que é uma marca do herói que tem lá, né, o Just do It, [música] né? Por que faço isso? E a marca ela é coerente porque ela tem no eixo dela o arquétipo do herói. Então quando eu conheço o arquétipo da minha marca, todas as decisões que eu tomo é a partir desse ponto que é o quê? É uma Administração de marca. Cara, tua marca não é do governante, Carlos? [ __ ] é, cara. Não dá para você aparecer num vídeo da empresa de Bermuda porque não corresponde à cadeia
simbólica de um governante. Porque o arquétipo do governante aí vem, né? Quais que são todos os objetos do mundo do governante? Quais que são todas as cores do mundo do governante? E qual é o problema que eu quero concluir? O Problema é quando a pessoa ela não entende que ela tá passando por isso aqui e que tudo isso é um campo de possibilidades dentro da cabeça dela e ela se mistura com o personagem. palco não gira mais. >> O palco não gira mais e ela acredita que ela é só aquele personagem e ela entra em
neurose. >> E aí ela coloca o governante no centro do eu. >> Ela acha de lugar. >> Ach que é isso aí. E aí dentro da aí da aí da aí dos contos, né? Eh, vou pegar um filme que é mais fácil para todo mundo. Não tem aquela cena do Senhor dos Anéis, até peço para botar aqui na cena aqui do aqui na edição, tem uma cena do Senhor dos Anéis que tem um mago possuído, né? Então é é um rei, né? É um rei é que ele tá possuído por um mago que é o
Saromon. E cara, você vê o aspecto daquele rei, ele tá cinza, ele tá meio morto. A metáfora para isso é Que quando você se mistura com o personagem, é como se o arquétipo ele tem uma força eh de e ela ele tem uma força em si tão grande que ele prende o eu na masmorra. Então ele mata quem você é de verdade. Ele mata a tua vocação para ele assumir a totalidade da personalidade. E aí é onde ferra. Por quê? Porque o seu eu tá preso, aprisionado, numa masmorra escura. E aí você vai perdendo a
vitalidade, você vai perdendo as expressões e as nuances que A vida te pede e aí você deprime. Depressão em grande parte é uma pessoa que se aprisionou num personagem. Ela não separa mais o eu dela do personagem. E ela vive o personagem 100%, ela deprimiu. Porque se você vive só um personagem, sendo que você tem todo esse campo de possibilidades, [música] você deprime, [ __ ] Porque é meio que se você não tivesse mais nem o livre arbítrio, você perdeu o teu livre Arbítrio. E por que que isso é importante? Vamos lá. Aí vem, né?
Se eu sou uma pessoa extremamente madura, aí de onde vem a jornada arquetípica da Carol, né? Que é primeiro tem a primeira quadríade, que é o herói prestativo, o inocente e o homem comum. Então você desenvolve bem todos esses personagens. Então você tá pronto para desenvolver a próxima quadríade, explorador, amante, criador e fora da lei. E você atravessa esses personagens, os vive. E como é que Você vive eles? Enfrentando a vida, se jogando. É difícil, é para lá que eu vou. Tem uma floresta escura ali, ou seja, tem algo que eu não conheço, vou ali,
vou ali, vou ali. E aí você vai ganhando repertório, porque você vai se ralando como um diamante que vai ganhando quilates. Você vai se ralando e vai desenvolvendo esse esses personagens. É até você chegar em personagens que t uma estrutura eh intelectual e uma estrutura de Personalidade mais alta. Governante mago sabe o bobo da corte, né? Porque o bobo da corte tá lá na última quadrile. Cara, só uma pessoa madura consegue olhar para uma situação difícil e como Vctor Franco fala assim: "Cara, [ __ ] né? Campo de concentração, né? [ __ ] o cara
tá morrendo ali, né? E conseguir tornar dessa tragédia uma comédia, né? O que que é o que que é a comédia, né? É, é a tragédia mais tempo. Uma pessoa madura, ela consegue fazer isso rápido. Uma Pessoa imatura, ela ela não consegue colocar comédia na tragédia. Ela vive a tragédia a vida inteira. Ela fica presa na tragédia, né? E pronto. E ela sucumbe e embota. E o eu dela vai para masmorra. Então, por que que é importante eu entender qual a minha vocação? Porque se eu entendo qual é a minha vocação, eu entendo que parte
do eu, nunca eu por inteiro, mas eu entendo parte do eu, eu entendo que a minha função no mundo, aquilo que Deus quer de mim, aquilo que Deus espera de mim. E aí eu vou me aí eu vou amadurecendo e vou escolhendo os personagens. Mas alguns estudos recentes que eu tô fazendo, que vai demorar alguns anos ainda para concluir, mas eu já posso já eh dizer alguma coisa aqui, que quando você nasce o seu mapa astrocaractológico, né, já tem ali eh alguns indícios de um personagem que você melhor vai atuar, melhor você vai adaptá-lo [música]
Para você usar no seu cotidiano para fazer a sua função no mundo, que daí obviamente não vou abrir esse looping aqui de uma forma profunda porque ainda falta falta alguns anos de estudo de astrocartologia ou pelo menos um ano ainda mergulhado lá naquele cara lá que tu falou e eh o ponto que importa aqui é qual a minha vocação? Qual que é a minha função no mundo? E descobre-se a sua função no mundo, a sua vocação com um exercício é básico. Primeira coisa, você Tem que ter o mínimo de história, ou seja, sei lá, 25,
30 anos pelo menos, né? Ou seja, você tem que ter passado por várias coisas. Eh, e aí você para nesse momento da sua vida e reflete o que na minha vida que eu fiz até hoje, que comparado aos outros no meu círculo, que para eles era difícil, para mim sempre foi fácil. Parece que já tava em mim aquilo, já tava em mim de alguma forma. Quando Eu olho para minha história, já tava em mim, de uma forma muito clara, minha capacidade de eh de entender coisas e articulá-las e dar uma direção para as pessoas e
clareza para elas sobre aquele assunto. Sempre foi mais fácil para mim, por exemplo, eu com 12 anos eu adorava astronomia e astrofísica. Eu dava aula pros meus amiguinhos e explicando espaço com analogias, metáforas que todo mundo entendia, [ __ ] tô tô entendendo. Então isso tava ali o tempo inteiro. Só Que depois que eu vi os 30 anos para trás da minha vida, que eu fui fazer esse exercício tem pouco tempo, falei assim: "Caramba, isso aqui sempre foi mais fácil para mim mesmo. Sempre foi mais fácil para mim, por exemplo, é fazer aquilo que tem
que ser feito até o bico rachar, até estourar o cano da espingarda. Uma característica minha, que inclusive, né, aí vem os mistérios divinos, né, o meu nome, William, o Will, Vontade, sempre teve muito Presente em toda a minha história. Sempre foi mais fácil para mim me esforçar o extremo, como por exemplo no bodybuilding é o extremamente de cara 10 anos sem furar dieta, 10 anos sem perder um treino, isso é o will eu, isso é vontade. Então isso sem foi, isso sempre foi mais fácil para mim. Ah, tem que fazer tal coisa que é difícil,
tá bom? Isso é uma natureza minha, né? E aí tem a ver com o mapa e aí da astrocartologia. Mas o que eu quero Dizer é, você tem que desenvolver todos esses personagens. Você tem que ter um pouco de cada e saber a possibilidade de cada um deles, porque se eu não sei, eu viro refém de todas as circunstâncias da vida, né? Nossa, me aconteceu isso, que tragédia. Tá, mas que personagem que você tá atuando? Porque normalmente um prestativo eh na sombra ele vive essa história. A pessoa tem a consciência, que é o que aconteceu
no consultório, né? Eu não Falava pro cara esticar, óbvio, mas pela aí vem, né, um ponto que eu ia falar, tem pessoas que usam tanto tempo uma máscara que ela se torna a própria máscara e você vê, muda a face dela, muda o jeito dela andar, muda o jeito dela falar e as histórias que ela conta para ela mesmo dentro da cabeça dela e a história que por fim ela conta para você é numa roda de amigos ou num consultório de ali de terapia, você, óbvio, já rapidamente já encaixa a história dela. Essa pessoa tá
no arquétipo tal, na sombra ou na luz, mas de nível dois. E qual que é o próximo passo dessa pessoa? Aí eu analiso o contexto da vida dela, aquilo que tá acontecendo. Eu falo assim: "Cara, enfrenta isso aqui. Um bom terapeuta, ele não é uma coisa quieta. O bom terapeuta, ele dá direção e clareza, pô. A pessoa tá pagando alguém para dar o quê para ela? Uma direção, né? É aquela psicoterapia antiga de que você só tem que ouvir isso Não existe. [ __ ] uma pessoa tá te pagando para primeiro ela ser acolhida e
em segundo momento para alguém dar uma direção para ela e dizer o que o que ela tem que fazer, porque ela não sabe. Então é por isso que um terapeuta, por exemplo, que não conhece todas essas essas possibilidades de arcos narrativos e personagens, ela é incapaz de ser um terapeuta, que ela embota o cara numa caixa dele. uma marca, um cara que é dono de uma empresa, uma empresa que não Conhece isso aqui e não tem um arquétipo claro de marca, ela tá ferrada porque ela não sabe todas as possibilidades narrativas que ela pode fazer
de anúncios, propagandas, campanhas com aquele personagem, com aquela marca. Então ela entra numa prisão. Então concluindo aqui pra gente ir pra finalização aqui do tema, né, e com eh com os acréscimos agora de vocês para um pequeno diálogo final. Quando eu compreendo a estrutura dos Arquétipos e que são arcos narrativos possíveis, eu entendo que se eu os conheço, eu posso amadurecer mais, né? E eu, como hoje é criador de marcas e posiciono as marcas e ajudo na construção da aí da comunicação. Meu papel é esse, é deixar uma linearidade lógica. É um filme de drama,
pô. Então, as cenas e os e a temperatura da luz e o color grinding da edição e os personagens, as roupas, os ambientes precisam passar essa sensação de drama. É um filme de comédia, pô. O filme tem que passar a sensação de comédia, então as cores têm que ser mais estouradas, os personagens mais bocós e etc. Se eu entendo que minha marca é do governante, a visão, a missão, os valores, a cultura que é construída a partir disso, a a tese que a empresa defende, eh, o, portanto, o arquétipo, eh a estratégia de posicionamento na
onde ela vai se alocar no mercado, o público que ela vai atrair por conta disso, porque pessoas Se conectam com pessoas semelhantes ou com quem elas querem se tornar ou aquilo que elas querem se tornar. Eh, e ajusto toda a comunicação da linha editorial, eu construo um filme do governante, não caricato, porque eu falei no começo, tem Michael Jordan, tem Neymar e tem Michael Felps. Cada personagem herói tem a sua forma única de se expressar. Cada empresa governante que eu já posicionei, por exemplo, tinha uma estrutura única de se expressar. Nem todas as empresas Governantes
que eu posicionei, os caras usavam blazer terno e gravata ou usavam um cenário clássico como esse aqui. Usavam um cenário muito mais moderno, uma coisa muito mais assim e contemporânea, é uma narrativa bem diferente assim e tal, mas com a estrutura geral presa no governante, no eixo preso no governante. E aí é o que que essa marca tem? Ela tem lógica. Aí ela marca bem o território mental das pessoas, né? Então, [ __ ] todas as peças que eu vejo da Nike tá falando de gente se aí esse superando. Então, a marca usa várias campanhas
e vários posts que marca aquele mesmo território mental. Então, ela vai marcando aquele ponto, aquele ponto, aquele ponto, aquele ponto, aquele ponto, até a marca pegar. Ah, é isso aqui, né? É isso aqui. É assim que cria uma marca, assim que se posiciona a marca, assim que assim que Cria a comunicação dela. Tem que ter lógica, senão ela se perde, né? E aí concluindo aqui no Nelson Williams, percebi que o Nelson tem todos esses personagens muito bem desenvolvidos. Eu o conheci brevemente há um tempo atrás pessoalmente e aí eu observei como um terapeuta, né? Hoje
eu julgo que eu crio marcas bem, acho que por conta disso, né, de ser de ter sido um terapeuta e e estudar até hoje, né, psicologia, teologia, Filosofia, estudar com você, porque eu conheci uma coisa a mais e eu e eu vi o Nelson, cara, a postura, [ __ ] finérrimo, mas eu vi ele rindo, eu vi ele brincando, tal. Falei assim: "Cara, esse cara sabe ser todos os personagens. É por isso que se o Nelson fosse comprar óleo pro filho dele na farmácia, ele ia se conectar com Johnson's Baby porque ele ia trazer o
prestativo, ele ia trocar a máscara, ia colocar a máscara do prestativo. Eu como pai, protetor do Meu filho e cuidador dele. O que que é melhor pro meu filho? Aí tem lá aquela logo perfeita, aquele aquela corzinha de bebê inocente. [ __ ] isso aqui parece ser melhor pro meu filho. Melhor que essa embalagem laranja estourada aqui, feia. Que não, não, isso aqui é ruim. É, você vê que no fundo existe uma falta de discernimento em você não mudar de de papel quando a situação pede, né? Se for assim, a situação pede que eu lute,
que eu conquiste, né? Eu preciso ser um o Herói, o guerreiro. Isso aí. >> A situação pede que eu cuide, que eu nutre, que eu ame. Ela pede que eu seja o prestativo ou às vezes o amante, né? Então, se o cara tá fixado, existe uma burrice de fundo. >> Perfeito. É, o cara é >> de o cara não ter o discernimento do que é a conduta adequada de [música] cada situação. >> Então, quando eu vou pra praia, eu vou pra praia para quê? Normalmente para Relaxar, não é? >> Colocar os pés para cima ou
ou colocar os pés na areia. É o homem comum, >> cara. Tô tranquilo, velho. Deixa a vida me levar hoje. O dia que você exploda hoje, eu tô de boa. >> Eu vou de inocente, >> né? Você vai de inocente. >> Eu vou levar o meu baldinho. >> O seu baldinho, né? Beleza. E constrói castelinhos, né? Eh, conseguiram ver a coisa, Né? Ficar óbvio agora, né? >> Uhum. É. E é interessante assim a problemática que existe do cara querer às vezes colocar o personagem que ele ainda não acessou pelo desenvolvimento psicológico. Uhum. >> Né? Então
a Carola, ela fala, todo mundo começa no inocente, homem comum, depois ele vai explorar o mundo, vai descobrir as coisas que ele ama e aí ele descobre Algumas coisas, ele começa a lutar para conquistar coisas, ele volta pro ego, né? Ele volta, ele se conecta com o herói, ele tem pessoas que você ama, sua mulher, seus filhos, você desenvolve ele também o seu prestativo, você luta por eles, né? o herói e o preditativo acabam funcionando juntos. >> É isso aí. >> A certa altura você amadurece já dentro disso e você começa a ser inventivo Dentro
daquilo. Você começa a acessar o criador e algumas coisas da maneira de se fazer, você descobre que não é para fazer daquele jeito, pode fazer de outro. Você é criador, você também é o destruidor, né? Você é o fora da lei, você foge da regra e você cria coisas inovadoras. que é só depois você acessa a esfera do self, né, >> que é o eu mais profundo que o Yung traz, né, que é o eu profundo, que é, enfim, né, é a camada mais profunda. >> E é interessante porque assim, às vezes o cara ele
quer ser o governante, mas na real ele ainda tá ali na esfera do herói, né? Perfeito. É onde todo mundo se confunde, porque todo herói como o Aragor do filme do Senhor dos Anéis, ele tem que traçar um caminho até merecer ser governante. O governante, isso é bonito de falar, um governante de verdade, ele não escolhe ser um governante. O povo clama para que ele seja. Então, a situação da vida Pede. Eu vou ser muito honesto. Eu não pedi para hoje ter uma empresa com, né, a gente tem quase 50 funcionários, mas me colocaram nesse
eh status. A realidade me pediu, eu fui lutando, lutando, lutando, lutando, lutando, lutando, lutando, lutando e de repente, [ __ ] o que aconteceu? E agora deixa eu honrar esse cargo, né? Então, me colocaram ali como um governante. Cara, nos governe, nos dê a direção e nos dê a clareza para onde Devemos ir, porque você já passou por muitas experiências e pode ser que você possa me ajudar, né? Então, eh, o governante que nunca estruturou um reino, ou seja, uma empresa, por exemplo, ele é um governante, [ __ ] Entende? >> Uhum. >> Eh, e
uma outra coisa também que é interessante, né? É óbvio que é comum que depois de um estágio do amadurecimento da personalidade, você Vive muito num personagem por escolha, o caso do Nelson. Então ele vive tanto no governante, porque o que que você faz mais tempo na sua vida? Trabalha. Então você vive tanto tempo no personagem que você adquire as características fisionômicas, eh, a psicot, eh, a sua, a, a, os seus movimentos, né, de um governante. Mas o que você tem que saber é discernir, cara, eu sei que eu tomei Essas características, isso faz grande parte
de mim, é o meu arquétipo predominante, mas isto não é eu. é um personagem que eu aprendi a usar muito bem. Eu tenho todas as características dele, mas isto não é eu. Eu eu eu o uso para um fim maior. Ele é um meio para um fim. >> A gente conclui até que a jornada arquetípica ela é um [música] movimento de forjar Você para alcançar a maturidade e assim chegar nos arquétipos do [música] self, né? o mago, o governante, o sábio, o bobo e todo mundo que tenta acessá-lo [música] sem se forjar vai estar sempre
caricato, né? É isso. >> Não vai ser de verdade. >> É o cara magrelo. É o William Celso lá com 70 kg usando uma camiseta de eh de uma camiseta [música] de músculos com espuma Ou é o máscara na cena que vocês viram tentando ser um máscara, mas ele não é. P, né? Então fica caricato, que é o que eu chamo de posicionamento caricato. É, tem quatro tipos, né? O caricato, o espelhado, o com ruído e o autêntico. O caricato é aquilo que você vê, mano, esse cara tá com uma camiseta de músculos, ele não
é forte. Tipo, tá esquisito esse blazer ou tá esquisita essa roupa nesse cara. >> Não condizo >> não, [ __ ] Não, desculpa, amigo. Não dá. O espelhado, claramente e ele pode ter aquele arquétipo sim, mas ele copiou o outro. Então ele é uma cópia, mesmo tendo eh ele é um prestativo, só que ele copia o outro. ativo. Então ele é um imitativo baixo, ele copia de forma escancarada, assim, ele não tem um jeito dele de fazer ainda, então ele é meio imaturo. E tem o com ruído, que é a marca e o posicionamento, ou
seja, a empresa já é muito boa. De fato, temos Na nossa frente ali, sei lá, por exemplo, um um explorador nato, mas ele não sabe expressar aquilo através de objetos, narrativa e comunicação geral, né? Há quatro tipos de comunicação, na simbólica, verbal, a gestual e a textual. Ele não, ele não expressa aquilo dessa forma porque ele não tem claro isso, né? Então ele tem ruídos ou na marca ou no posicionamento ou na comunicação. >> No seu exemplo do guarda-roupa, na Verdade ele foi forjado para ser, >> tem as roupas, >> porém ele tá usando a
roupa errada. >> É isso aí. Ele tá num jantar de gala de bermuda e chinelo. Mas [ __ ] cara, mas você tem lá um blazer na tua casa, você tem um suéter. Ah, mas tinha que vir de suéter. Ele é meio perdido, entendeu? É o ruído. >> É o ruído. E tem o autêntico sou e me expresso tal como, né? [ __ ] o Will é atleta. Quando os Caras me viam depois de 8 anos de prática. [ __ ] mano, você é fisiculturista, né? Vi lá o seu tamanho, tal. [ __ ] eu
era a coisa e me posicionava e criava minha marca a partir disso. Há uma hierarquia, né? Primeiro eu criei a marca, que é a fundação, depois eu crio a estratégia de posicionamento, que são as paredes, e depois eu crio a comunicação, que é o telhado. Então isso tudo começa numa pergunta, né? Quem eu sou como marca? Então, quem minha empresa é e qual é a função da minha empresa? E onde que eu e da onde que eu descobro isso? Através de uma história que tá na tua cabeça, só que você não contou ela bem ou
ou nem sabe contar ela, que é o quê? Que é o mito fundacional. Então, qual foi a história e os dramas que foram acontecendo para pra história ter esse clímax e a sua empresa surgir? Então, quando eu vou extraindo a História da pessoa, eu já capto na história a missão, a visão, os valores e o arquétipo e a cultura que aquela marca tem que ter. Portanto, a estratégia de posicionamento, o público que vai atingir e depois a comunicação, como é que vai, o como que vai ser que aí a gente constrói logo, tipografia, paleta de
cor, símbolos, objeto, cenário, roupa, comunicação verbal e etc, que tem que ser para ficar coerente, né? Fica bem [música] claro saber disso. E Até por isso que o nosso cliente ideal é o que tá com ruído, que é isso a gente vai moldar, >> porque ele já tá pronto, ele só não sabe usar a roupa certa. [música] Não dá para eu pegar um cara. >> Ele já tem no guarda-roupa a [música] roupa. >> Ele é, né? Vou fazer um anúncio assim, né? É. Você que já tem um guarda-roupa cheio de roupas, >> ensino você a
se vestir. [risadas] Quadrão da >> Trago posicionamento amado. >> É, chega na um cara. >> Traga o posicionamento amado em 10 dias. >> É isso aí, né? Seja a sua marca, né? Então vamos concluir aqui para ir embora. Mas o grande problema é esse, né? Não dá para aparecer um arquétipo. Não dá para aparecer. Você tem que ser o mesmo o negócio, [música] porque como eu falei, né, há três níveis, né, Imitativo, baixo, alto e depois o tipo lendário, né, até você fazer a forma, a coisa, a sua forma mesmo, né? Então, leva tempo, que
é o que hoje o brasileiro e o que é a cultura toda de música, a cultura de televisão, novelas e filmes e e séries e e o que se aprende na escola e a dopamina rápida das mídias [música] digitais. eh, retiraram todo esse processo que exige trabalho e paciência para ser. Hoje, por exemplo, eu tenho uma empresa que é uma empresa Com sede, todo mundo trabalha presencial, mas a gente sofre com um problema. Os funcionários que a gente tenta contratar da nova era agora são hiper inflacionados. Eles não valem o que eles querem ganhar. Eles
não produzem aquilo que eles querem ganhar. 99%. Por quê? porque ele acreditou nessa nativa. É o que você falou, é do >> exaltação imaginativa. >> É da exaltação imaginativa. Ele projeta Ser [ __ ] né? Mas ele é um merda, né? Eh, e aqui vem uma teoria pessoal. Eu vejo que só consegue amadurecer muito bem quem passou por um tempo desenvolvendo o herói. Porque o herói dá força, como você pode perceber, para tudo. Percebe? Ele dá força para encarar a floresta desconhecida do explorador, que é o quê? você se jogar no mundo, dá força para
criar e a disciplina para criar. Dá força para dar o ultimato, que é o fora da lei, é o tudo ou nada. Dá Força para amar e odiar. Dá força para conhecer e saber e estudar. Dá força para liderar e governar. Dá força para transformar como mago. Dá força para [ __ ] que se [ __ ] isso aqui e você mais leve, bobo. Dá força para servir aos outros, que é o prestativo. Dá força para encontrar essa terra prometida, que é o quê? Gerar um mundo mais confortável pros outros. por mais que aqui nesse
mundo não estamos aqui pra terra prometida, mas trazer esse conforto é Uma teoria assim pessoal que eu desenvolvi, porque a pessoa que ela não tem o herói na personalidade, ou seja, uma criança que não passou a vida treinando na infância, pelo menos, a disciplina do esporte, cara, para mim é uma das matérias mais essenciais que deveria existir, porque ela dá força pro resto. Me parece que é sustentável é essa percepção. Todos os homens grandes que eu vejo, Quando você pega para ver a juventude deles, eles eram atletas em alguma coisa. Eles se esforçavam muito em
alguma coisa. Percebe isso? >> Sim. Você tem períodos de ouro da educação onde a ginástica era um componente fundamental, né? Se você pegar própria Grécia, se você pegar o período de ouro da Inglaterra, né, que Inglaterra é o besto dos esportes, né, as grandes universidades tinham grandes Eventos esportivos, né, até hoje os Estados Unidos ainda tem isso, né? >> É, >> então >> na nas faculdades, né, o pessoal conseguia bolsa na faculdade sendo atleta. >> Sendo atleta. E tipo, tem a tradição do remo, né, >> do basquete. >> Do basquete. É porque o remo é
mais antigo, né? Você tem isso no século X, X Já, né? É, todos nós que estamos aqui eh formamos um esporte na infância, seja na luta, no futebol, no fisicoturismo. E >> foi necessário para forjar uma autoridade. >> O Rots que tá aqui também foi o que? O Rots foi 10 anos de tacondô, >> 5 anos de moitai. >> Moitai, >> cinco anos de moitai, né? Dando bicudo o dia inteiro, né? >> E cara, é um cara forte para [ __ ] hoje na empresa. Tá liderando aqui para [ __ ] Tá ajudando demais. Eu
percebo que o cara que não consegue desenvolver o herói ou os pais não ajudaram a aí com que isso acontecesse, ele fica fraco, ele fica mole, sabe? Ele fica molenga, ele não consegue ter aquele grip, aquela [ __ ] vamos, sabe? Ele fraqueja diante as situações. E aí ele começa, ele até pode ter todos esses arquétipos, mas em nível um, né? Porque os arquétipos aí Numa conversa mais profunda, eles têm níveis, né? e vê um, dois e três. Então, o herói, por exemplo, no primeiro momento, ele luta só por ser ele meio egoísta, depois ele
luta por uma coisa melhor ali pro ali por algo ou por algumas pessoas e no nível mais alto ele luta por uma coisa grande de verdade, né? Luto e dou a vida pelo meu país, por exemplo, >> né? Eh, então, a níveis de evolução, né? Também dentro De cada arquétipo, isso é importante narrar. Eh, e o sujeito maduro, na minha percepção, é aquele que conseguiu desenvolver muito bem o herói assim, mas de verdade mesmo, né? A gente pega, sei lá, um ícone do futebol agora que de fato merece um pouco mais de respeito ao Cristiano
Ronaldo, por exemplo. Cara, é o único que não vai pra [ __ ] o cara tem 40 anos já, né, cara? com cheipasso, disciplinado, treina para caramba, come Bem, dorme bem, tem a mãe ali, respeita a família, tal, essa coisa toda. Ele não é mais um herói, ele é um governante. Você olha para ele, ele ele >> ele tem um de business, né? >> E ele tem cara de governante, né? Ele tem cara de líder. Você coloca coloca uma foto aqui agora do Cristiano Ronaldo e do Neymar, um do lado do outro. Olha a fisionomia
de líder, homem, força. E olha a fisionomia do Neymar de menino, de uma coisa mais moleque, porque o Herói do Neymar é nível um ainda. Ele luta por ele mesmo, entendeu? Tem nada maior para lutar >> e acaba desenvolvendo mais um fora da lei, por exemplo. >> É, >> não chega a desenvolver o governante. >> Uhum. >> Na jornada que >> explorou, amou, criou, mas tudo de uma forma meio caricata, meio baixa, sabe? Porque ele não, ele o como um amante ali Também, né? Amante, >> o herói alto de nível três, ele desenvolve as virtudes,
né? Ele desenvolve a percepção de lutar pelo bem maior, né? Cara, eu não vou lutar por mim, eu vou lutar pelo todo. Então, ele desenvolve o quê? Justiça, prudência, temperança, fortaleza. E se ele tem uma prática religiosa ainda, como por exemplo o catolicismo, ele desenvolve aí a esperança, ele desenvolve a fé, ele desenvolve a caridade, que são virtudes Aí teologais, ele tem coisas mais altas, entendeu? Porque ele acessou bens mais altos, né? Como eu falei, né? Tem a hierarquia dos bens, que é a cadeia do ser, né? Deus, anjos, homem, animais, vegetais e minerais, né?
Então, o homem alto, ele aprendeu a amar mais as coisas do céu, que são as virtudes mais altas, né? Então, tá aqui o homem, ele olha para cima, ele fala assim: "Cara, tem coisas mais altas do que eu, né? Tem santos aqui que eu posso amá-los e posso Imitá-los. Ou tenho grandes homens, grandes reis, grandes líderes que eu quero imitá-los porque eu vejo que são mais altos do que eu e ele tem um referente melhor, né? os caras que embotam ali num herói de nível um ou ali num inocente, prestativo, tal, a referência dele de
herói é um herói que tá um pouco mais alto do que ele, mas é um herói vulgar ainda. Ele não é convidado a desenvolver as próximas virtudes, né, os próximos Comportamentos. Verdade. Não tinha pensado se lá. Bom, acho que é isso. Você que assistiu até aqui, muito obrigado. Meu nome é William Celson, sou fundador do grupo Autêntico, uma empresa hoje que tem a missão de resgatar os bons valores no Brasil junto aos empresários, construindo marcas bem posicionadas para deixarem um legado. E nesses últimos anos, como psicoterapeuta das marcas, querendo ou não, eu entendi Como realmente
ajudar você, que é um empresário, a construir uma marca bem posicionada, uma comunicação alinhada para atrair mais clientes, aumentar os lucros e deixar um legado, porque eu acredito muito que nós empresários podemos mudar a história e melhorar a história do nosso país, melhorando a sociedade através dos nossos atos. Peço também para que você não se esqueça de deixar aqui o seu like e se inscrever no canal e assistir as outras aulas também. E por último, caso você queira entender como a minha consultoria, as nossas consultorias podem ajudar a sua empresa, é só você clicar aqui
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