[Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] Ah. [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] โอ [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] 아. [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] Oh. [Música] Hi [Música] meus amores. Esse é o meu, é o seu, é o nosso podcasts. Uhu! Seja bem-vinda. Eu já tava com saudade, meu amor, de você a mais um EP. Como é que você tá, amiga? Tá bem. Passou o final de semana bem? Eu passei. Ficou com a sua mamãe lá que eu vi. Graças a Deus. Foi ótimo. Você foi no show do Leonardo, né? Foi no show. Levei minhas tias.
Inclusive eu não sei nem se elas vieram por nós, viu Camila? Porque hoje o convidado tá o convidado quando nós souber, elas fizeram questão de estar aqui hoje pessoalmento, né? Vai lá. A nossa Plateia, hoje tem tia na plateia, hoje tem sogra na plateia, hoje tem amigas queridas que são seguidoras, tornaram-se amigas. Aí hoje eu não coloquei mais gente para você ficar bem à vontade e todas ficaram assim encostadinha hoje. Tá bom. Tá bom. Que que hoje vocês precisam disso. Inclusive, amiga, dia das mães, né? Sim. Feliz dia das mães para todas as mamães Do
Brasil, que a gente sabe que foi ontem dia das mães, mas para mim dia das mães é todos os dias. Todas. É verdade. Todo dia seja o dia de você valorizar. Quem te ama, quem te deu a vida, porque abaixo de Deus você só tá no mundo pela tua mãe. Então, feliz dia da mães para você, mamãe. Aê, feliz dia das mães. Que Deus abençoar a vida de todas vocês. Bom, vamos falar do nosso convidado de hoje Que é de milhões. É assim, outro p não é uma parada assim, gente. Hoje botei até roupa nova,
a gente sempre tá lá e é uma honra para nós. E hoje ele tá aqui, Cels Forti. Seja bem-vinda. Muito obrigado, Camila. Bom te reencontrar. É bom te ver. Ô Lucas, bom te ver demais. Bom te ver. Eu fiquei muito feliz porque colocaram a plateia, é que é bate com a minha idade. Ô C, todo mundo, você sabe que hoje não ia dar para quem queria nessa somar ali dar o começo do universo, rapaz. Somou ali, somou aqui, a gente dá o comecinho do universo. Tudo com a minha idade, tudo gatinha. Vocês são gatinhas. Gatinhas.
[Música] Não. E ele chegou. Quem quer dinheiro? Quem quer dinheiro na hora toda? Até eu levantei a mão. Até eu se vi assim. Não é bom. Vamos começar nossa entrevista. Eu não sei se eu vim aqui dar entrevista ou vim aqui jantar. Que que eu vi fazer aqui? É uma entrevista, é uma conversa, é um jantar, é tudo, entendeu? Então fique bem à vontade. Ó, temos drink. Drink. Tem um boteco ali que ol rapaz, dá para passar. Eu achei que ficar 3 horas e demorar, mas dá para ficar 6 horas. Não é? Mostra aí nosso
nosso Catar, gente. Seja bem-vindo a sala de palmas. O nosso barê maravilhoso. Olha aí nos aplausos auditório. Muito chique. Seguinte galera, já deixa aí o seu like, né? Se inscreve no nosso canal aqui do podcasts que estamos na quarta temporada. Temos muitos convidados incríveis também com histórias maravilhosas para contar aqui pra gente. Então você não pode perder toda segunda, Quarta e às vezes terça. Terça. A gente compensou essa semana porque eu disse Camila, a gente prometeu porque a gente só teve semana passada segunda e terça. Eu digo, ó, é honra nossa. Foi porque o Lucas
foi pro casamento, ficou doidinho que eu não lá no casamento, não foi? Foi bom demais. Tava mais certo que a noiva naquele casamento. E daí a gente quer voltar segunda, terça E quarta. Hoje terá, essa semana terá, né? Segunda, terça e quarta. Segunda, terça e quarta e daí na próxima vamos. O povo gosta de entrevista, amiga. O povo gosta quando entrevista o povo. E a gente fica até julho, então vai ser dois meses ainda, quase dois meses ainda de muita entrevista boa. Então manda aí suas perguntas aqui no super chat pro Celsoando. E vamos começar
que hoje tem muita coisa Boa. A gente tem até torta na cara aqui, hein? Uma coisa que eu fiquei curioso na cara de vocês. Todo mundo tem sonho de dar uma torta na cara do céu. Você sabe disso. Não, vocês sabiam que eu tomei muita tortada na vida no programa? Sabiam disso ou não? Não. Vocês não lembram. Você não tinham nascido primeiro, né? E uma época o Silvio me chamou e falou: "Agora boli o Novo quadro para o programa". Ai que perfeito. É. Falei: "É o que que é?" Ele falou: "Agora você vai levar tortada".
Falei: "Como assim?" E ele falou: "Não vai ter, vão colocar lá cinco perguntas. Os estudantes era com escolas, eles vão escolher uma pergunta, você pode eliminar duas e e na terceira você tem que escolher. Uma das três você tem que escolher. Se você não souber, você leva tortada." E eu eu gravava cinco Programas pra semana inteira. É, dava três programas, eu levava tortada, não tinha, não tinha acordo. E aí eu aí, aí eu não queria levar tortada no cabelo porque para arrumar o cabelo com aquela torta, aquilo não sai, né? Demora uns três anos para
sair aquela out do cabelo. Eu não queria levar porque eu tinha que me preparar pro próximo programa e eu tinha horário para cumprir. Então, se a molecada, a as crianças, é, então eu criei um bordão no Cabelo, não auditório? No cabelo sim. Ah, pega ele. E eu no cabelo não. No cabelo sim. E quando me dava no cabelo, eu falava, vai que raiva desse moleque, que ódio. E aí eu tinha que lá lavar o cabelo, arrumar o cabelo de novo e voltar para gravar o próximo programa. Então virou até um bordão no cabelo. Não, no
cabelo. Sim. Falei: "Ai, que loucura torta no cabelo". E até hoje eu eu reclamo a produção, eu falo o seguinte, Gente, tira esse corante dessa torta, porque o cara sai daqui igual um smurfy e ele vai, ele toma banho no SBT e ele continua azul. Se o cara tiver uma ponte aérea para pegar, algum compromisso para fazer, ele vai embora azul, ele vai embora amarelo. Eu sempre tive o sonho de de sentir o sabor da torta, né? A gente tá assistindo, eu trouxe aqui para você, a gente entregando a idade agora do céu. A gente
quando era bem criança, né? Eu ficava assim, disse: "Meu Deus, tenho fé em Deus que um dia vou participar do programa ainda." Quando eu comecei a apresentar o programa, você tava você tava no saco do seu pai ainda. Misericórdia. Conta como você começou assim na TV. Eu sei que você era radialista também começou na rádio. Eu comecei eu fiz Não, olha a voz de louco. Eu fiz rádio durante muito tempo. Na verdade, eu comecei no rádio, era muito tímido, queria trabalhar em rádio. Aliás, eu comecei no rádio porque eu ia reprovar na escola. E eu
tenho dificuldade, eu tenho, eu tenho eu tenho a dislexia assim, então eu não consigo ler e entender o que eu leio. Eu também não, também não. Eu preciso de ler três vezes. Eu leio, aí eu tô lá pensando que eu vou comer. Aí eu, opa, deixa eu prestar atenção aqui de novo. Ler. Não, se eu pegar um cardápio cheio de coisa, aquele aqueles americanos cheio de coisa, eu não consigo escolher. Então o roteiro para mim tem que ser muito simples, colocar um roteiro muito bem básico, me enrola tudo. Então eu desenvolvia uma técnica para estudar.
Eu eu pegava um radinho dois em um gravador e gravava a a matéria. Eu gravava e depois eu ouvia. Olha o sacrifício. Ficava ouvindo, ouvindo, ouvindo. Aí eu conseguia decorar. Caramba. Só que eu comecei a gravar e comecei a imitar todo mundo no rádio. Então eu ia gravar matéria de geografia, né? Eu imitava lá, sei lá, os personagens do Chico Aniso, vocês não vão lembrar. Então imitava os contexto imitando. Aí como eu tinha mudado para uma cidade grande que eu morava numa cidade pequenininha. Uhum. Quando eu mudei pra cidade grande eu conheci o FM, as
rádios, os locutores, tal. Aí eu comecei também imitar os locutores. Então eu ouvia rádio, imitava os locutores estudando, tal. E um belo dia eu falei para minha família: "Eu vou ser locutor". Minha família tirou sarro, escolhou comigo. Ah, você tem voz fina, você não vai a lugar nenhum. K k. Falei: "Agora que é você. Agora que é você". Aí eu comecei treinar. Minha família, meus irmãos tem uma voz legal. Minha voz foi mudando, era muito novo. A voz foi mudando, foi melhorando. Eu fui aprendendo a usar a voz. Foi evoluindo, né? É, fui evoluindo, fui,
fui melhorando, né? E aí eu comecei a trabalhar no rádio como telefonista, não era no ar não. Eu fui numa rádio é muito pequenininha lá, porque eu tentei em todas. Em Curitiba ninguém me dava chance. Eu Virei até persona não grata em rádio porque eu era chato. Então quando eu consegui entrar no estúdio, eh, essa febre do YouTube hoje era a febre do FM. Todo mundo queria ser locutor FM. Aí quando eu consegui entrar, posso visitar a rádio? Pode. A locutor ela tava trabalhando na mesa, era DJ, né? Trabalhando na mesa, pegando os discos, tal.
E eu ficava enchendo o saco do cara. Por que que você pega isso? Por que que você faz aquilo? Eu incomodava o Cara. Então era muito chato porque eu queria aprender. Aí proibiram de entrar nas rádios, tanto que eu visitava as rádios. Aí não tinha mais oportunidade. Eu fui na pior rádio de Curitiba e falei: "Moça, tá precisando do que aqui?" Ela falou: "Tá precisando de uma telefonista". Falei: "Achou a melhor do bairro? Melhor peguei a vaga". Aí na vaga eu ficava passando ligações, então pro comercial, pro dono da rádio, pro locutor. Então quando eu
passava pro Dono da rádio, eu eu falava: "Eh, tudo bem? Como vai?" Eh, senhor Daniel, uma ligação para o senhor? Ele fala: "Rapaz, você tem a voz boa, por que que você não trabalha em rádio?" Gostei da sua voz. Falei: "Você acha que eu tenho a voz boa?" Não, eu nunca pensei trabalhar em rádio. Aí eu peguei peguei uma vaga para apresentar um jornal 4 horas da manhã. Aí em Curitiba, mais frio que esse estúdio aqui, pelo amor de Deus. Lá neve Igual aqui, aqui neva também. Aqui neva. Aqui é frio. Aqui é frio. Aí
fui lá, é frio mesmo. Aí quando eu saí, eu achei que era uma oportunidade, né? Que eu saí de casa era era 3 e pouco da manhã a pé. E quando eu saí falei: "Nossa, uma oportunidade". No meio do caminho queria voltar para casa já, né? que tava muito frio. Aí quando eu cheguei na rádio para fazer, tinha uma locutora, um locutor profissional e eu. Aí ela falou, deu a notícia dela, eh, ele deu a Notícia dele e quando veio para mim, ai, o meu coração veio na boca, aquele medo do microfone. E agora quando
eu fui ler, eu travei. Eu travei numa palavra com essa e fiquei si si. E me apilidaram de cascavel, igual a cobrinha que faz, né? Eu chorei, chorei de tanto bullying. Aí eu acabei saindo da rádio, não, não consegui fazer. Fui embora e fui embora para, eu fazia, imagine, eu já fazia engenharia civil, moleque. Isso. Isso com quantos anos você? Eu tinha 16 para 17. 17 anos. E eu fui embora daí para Uberaba para fazer jornalismo. E quando eu cheguei lá, eu consegui fazer tudo ao mesmo tempo. Tudo ao mesmo tempo. É, imagine, alguma coisa
vai dar certo, né? Hiperativo, né? Aí quando cheguei na cidade de Beira para fazer matrícula na faculdade, que eu passei no vestibular, eu antes de fazer a matrícula eu Consegui emprego na rádio. Eu fiz um teste na rádio, deu deu uma mentidinha, o cara falou: "Você já trabalha em rádio"? Falei: "Já, sempre já." Eu era locutor da Antena 1 de São Paulo. Daí o cara falou: "É mesmo?" "É". É. Aí eu fiz um teste, passei e comecei e fiz muito sucesso no rádio lá no interior. Mas você ficou ficou com tempo no rádio? Ah, eu
até hoje eu tô no rádio, né? É, Eu comecei já, vou fazer em 2024 anos de comunicação. 40 anos de comunicação. É muita coisa. Muita coisa. É muita coisa pra rádio, para vocês não, viu? 40 anos. Tá bom. para nós, para nós, para nós. Ô C, então você sempre eh essa sua busca incessante de você ter o seu próprio lugar, né, nessa terra, nesse mundo, que o lugar é para todos aquele que busca, principalmente você sempre quis chegar onde você tá hoje? Você sabia que você Ia chegar ou ou também você teve muitas portas fechadas,
como você fala agora também? Eu recebi muito não, eu reprovei muito teste, recebi muito não, tive muita porta na cara. Mas quando eu comecei, quando eu tive a minha primeira oportunidade que conquistei através de um teste muito novinho, comecei a fazer sucesso no rádio, eu planejei a minha vida. Aham. Eu coloquei no papel que antes dos 21 anos de idade eu chegaria em São Paulo, numa grande rádio, no papel escrito, quais rádios eu iria passar, quais rádios eu ia trabalhar, eh, qual cidade eu ia morar, eh, quais quais eram é, então, coloquei tudo ali e
eu segui esse plano e faltando 3 meses para completar 21 anos, eu estrei na rádio Bandeirantes de São Paulo. Que legal. E tava lá no seu papel. Tava no papel. Tava no papel. E eu cheguei antes dos 21 anos em São Paulo, só que no meio do Caminho em Curitiba, eu fiz tanto sucesso, o lugar que me rejeitava e depois eu fiz tanto sucesso lá. Como é bom isso, né? Essa voltinha. Bom, eu fui em primeiro lugar em Curitiba e depois que eu saí da rádio de Curitiba, a rádio demorou mais de 20 anos para
voltar ao primeiro lugar no horário que eu fazia. Caramba. Não, não, uma história, isso muito legal, né? Ou seja, você era o sucesso do programa, né? Aí eu fiz tanto sucesso no rádio de Curitiba que eu fui parar na televisão. Foi o meu primeiro programa de televisão. Então no meio do caminho, quando eu conhecia a televisão, que eu não queria fazer, me mearam a mandar embora. Não, se você não fizer o programa da rádio, da televisão, você tá demitido. Eu tive que fazer na marra. Eu tinha uma vergonha de aparecer. E eu era, eu já
sou eu sou magro hoje, né? Eu Era eu era esse esse esse suporte do microfone. Misericórdia. Não era uma coisa assim, é muito magro. Eu pesava 50 e poucos kg. Hoje eu peso 85. Eu pesava 50 e poucos segos com essa altura, então eu era um um fiozinho na televisão, não queria fazer. Aí eu me apaixonei. Aí eu coloquei uma meta na minha vida, falei: "Um dia eu vou trabalhar com Silvio Santos". Caraca, mentira. Sério? O Celso, mas o Silvio Santos porque você já tem ele como uma referência na comunicação. Sim, ele é o melhor,
né? Não tem ninguém melhor que ele não. Não tem ninguém. Eu acho que no mundo não tem ninguém melhor que o Silvio Santos. Tem cara, tem o Dom Francisco que é chileno e trabalha mora nos Estados Unidos, né? É muito bom. Tem o Paulo Bonoles, que é um italiano muito bom, mas melhor que o Silvio Santos. Eu nunca vi. Ele é bom em tudo. E você já imitava? Você já sabia imitar o Silvio Santos? Então eu não, eu não sabia. Eu uma vez eu vi um amigo meu imitando em 1900 e bolinha, quando era? Era
1986, eu vi um amigo meu imitando o Silvio Santos. E eu eu comecei a brincar de imitar o Silvio Santos. Aí eu fui melhorando, melhorando. Daí eu descobri que eu tinha um talento para imitações. Eu comecei a imitar e sei lá o o Lula, imitar o Chapelé da Globo. Comecei a Imitar um monte de gente. E isso foi muito importante para mim, porque eu nunca usei imitações nos meus programas de rádio, nunca nunca gostei. Mas quando eu vim embora para São Paulo, e é que eu fui embora, eu quando eu cheguei na Band, eu fui
embora para para Ponta Porã trabalhar com o meu pai. Meu pai tava precisando de ajuda. Eu larguei o meu sonho, interrompi o meu sonho, larguei tudo e fui embora para Ponta Porã, divisa com Paraguai, Trabalhar com meu pai. Aí meu pai faleceu, eu retomei o meu sonho. Aí quando eu voltei, eu consegui uma chance para trabalhar na câmera escondida do SBT. Tem uma história louca aí. A gente durante o papo a gente vou contar essa história louca. Mandou ideias, não mandou? Então, mas primeiro quando meu pai morreu, eh, ele tinha um um uma uma chácara.
Aham. E ele não gostava que levava amigos lá. Seu pai é italiano, né? É, meu pai é italiano. E aí quando ele morreu, eu pedi pra minha mãe, falei: "Mãe, eu posso levar os meus amigos da rádio lá?" Eu trabalhava na rádio lá em Pontaporã. Ela falou: "Pode." E eu levei. Chegou lá, eh, bebendo, conversando. "Ah, vamos dormir, vamos dormir, vamos dormir." Fui dormir, fui dormir no quarto que meu pai dormia, Que era o quarto dele, que naquele lugar ali eu dormia no quarto do lado quando era criança, eu ouvia as rádios que ele ouvia
do Rio de Janeiro lá no interior do Paraguai, pegava lá no Paraguai. Então, era super rádio Tupi, super rádio Tupi. Antônio Luiz e o cara falava: "Oi, a turma da Maria Mansa e o pequenininho ouvindo aquilo". Foi uma influência para mim no meu subconsciente, assim, sabe? E aí eu tava no quarto do meu pai e eu Tive um sonho no quarto do meu pai. Caraca, eu sonhei na minha cidade não tinha SBT, não pegava SBT, eu era vereador, eu tava com a vida resolvida, eu tinha loja, eu tinha casa noturna, eu fazia Gcana, ou seja,
dinheiro não era problema, eu tava resolvido, eu só faltava casar para continuar lá. Eu tive um sonho e nesse sonho eu sonhei com Silvio Santos me recebendo nos bastidores da televisão, conversando Comigo e me dando uma oportunidade. Caraca, foi um sonho diferente. Foi um sonho assim meio diferente. Daí eu peguei, acordei no outro dia, falei: "Galera, com visão sonhei com o Silvio Santos". Ah, imagina um monte de amigo, os bagunceiros. Você tá louco? Tá louco. Bebeu demais, não sei o quê. Beleza, fui embora, voltei para casa, deu uma semana em casa, tava morando com a
minha mãe, sonhei de novo com Silvio Santos, o Mesmo sonho, igualzinho, mas era um sonho diferente. Falei: "Mãe, sonhei pela segunda vez com Silvio Santos me dando oportunidade na televisão. Foi assim, assim, assim, nos bastidores." Aí ela falou: "Vai lá, por que que você não vai lá se apresentar no show de calouros?" Era um programa que os talentos se apresentav. Falei: "Mãe, não tenho coragem". Falei: "Você gongado, não é para mim". OK. Tempo passou, comprei uma uma parabólica antena porque lá não tinha o SBT, mas era por consórcio, não é da idade de vocês. Hoje
o consórcio tá na moda, é um excelente negócio consórcio, mas na época vendia parabólica no consórcio, como se fosse um financiamento parcelado. E eu você tem que dar um lance. Minha família sabe que é isso, né, Tir F? Já botaram até Bombril em cima. Não, não tem, não tem no consórcio Que a pessoa é contemplada. Sim, eu fui contemplado sem fazer nada na primeira prestação. Acho que só eu tinha comprado aquilo e ganhei antena parabólica. Quando eles ligaram antena parabólica na minha casa, ligou no SBT, tava o Lombarde, que era o locutor do Silvio Santos,
falando o seguinte: "Bande as suas ideias para câmera escondida". Eu peguei, anotei, falei: "Vou mandar ideia". Aí o que você Só entendeu uma coisa, isso aí foi depois que você veio na rádio de São Paulo. É, é 20 e poucos anos. Eu larguei tudo em São Paulo e fui trabalhar com o meu pai, ajudar meu pai. Eu fiz o que a gente faz hoje no YouTube. Você não coloca uma câmera e grava? Você não coloca uma câmera e grava. Eu fiz isso há 30 anos. Eu coloquei uma câmera em cima de livros. Meu pai tinha
Uma VHS desse tamanho assim, ó. Gravei no VHS e falei a minha história inteira naquele vídeo. E ao vez de mandar cartinha para SBT, eu mandei uma fita. Eu mandei 11 ideias, falei 50 minutos da minha vida e falei nessa fita que eu gostaria de apresentar o Passa ou repassa. E mandei pro USB. Em Ribeirão Preto, eu tive um amigo eh muito importante chamado Joaquim, que quando eu fui trabalhar em Ribeirão Preto, eu cheguei numa rádio quando Fazia parte do trampolin, cheguei numa rádio e a outra rádio, que era a primeira colocada, me convidou para
trabalhar lá. E quando eu fui trabalhar, ela tava na dureza. Eu dormia no fundo da rádio, eu só tinha uma caminha e uma e uma pia. Eh, o banheiro que eu tomava banho era um banheiro cheio de de daquele daquela samambaia, sabe? Era uma a vida triste, difícil, sofrida. Aham. E esse meu amigo Joaquim me ajudou muito, mostrou onde eu podia almoçar, na casa da dona Vera. Eh, a gente montou uma república, morava o pessoal da rádio. Virou um grande amigo meu. Eh, e um dia eu falei para ele: "Cara, eu tenho sonho de ir
para São Paulo. Se eu for para São Paulo, você vai comigo?" Eu falei: "Eu vou". Um dia eu pedi as descontas na rádio, ele veio para São Paulo comigo. Então, fui trabalhar na rádio Bandeirantes, ele foi trabalhar na Rádio América. Quando eu fui embora para Ponta Porã, voltei para trabalhar com meu pai, ele voltou para Ribeirão Preto. Então não era como hoje que você mandou um WhatsApp, era só o telefone fixo e se você perderu o contato para achar a pessoa, nunca mais você achava. Eu tava muitos anos sem falar com esse amigo meu. Quando
eu mandei a fita pro SBT, olha só, mandei a fita pro SBT pra produção Do Topa Tudo por dinheiro. Veja se não é Deus. E e como tudo nessa época muito mais, olha como era mais difícil de ser algo totalmente improvável de É. Hoje um talento abre uma câmera, tem um canal no YouTube, tem tem, né? tem um Instagram, né? O cara mostra naquela época não, a chance só era só televisão e tinham e não tinha espaço porque eram poucos, né? Quem que era? Silvio Santos, Gugu, Raul Gil, Faustão e ninguém mais. Então era Quase
impossível você entrar na televisão. E eu peguei, mandei a fitinha pro SBT, fiz uma oração antes de colocar no correio. Tinha uma senhora chamada Dona Ida, que era uma alemã, que era uma missionária no Paraguai, ela orava sempre para mim. Então eu chamei a dona falei: "Dona Ida, faça uma oração nessa fita aqui, eu vou colocar no correio agora, mandar para São Paulo". Peguei e coloquei e veio a fita para São Paulo. Deu uma semana, me ligaram: "Escuta, a queda da produção, as suas ideias são muito boas. De 11 aprovamos sete. Você tem você tem
mais ideias?" Eu falei: "Eu tenho, mas eu não quero eh e mandar ideia, eu quero trabalhar aí". Pois é. Por coincidência, três dias se passaram, me ligou quem? O Joaquim, o meu amigo de Ribeirão Preto, ô cara, você mandou uma fita para Ribeirão, PR para PR pro pro pro SBT? Falei, mandei. Por qu? Como que você sabe? Falou: "Não, porque agora eu tô trabalhando no SBT". Chocada. E ele tava trabalhando no SBT com quem? Com Silvio Santos. E ele passou ao lado do Silvio Santos e ouviu o Silvio Santos perguntando pro diretor. Falou assim: "Estão
chegando cartas pro SBT, pras câmeraras escondidas?" O cara falou: "Tá chegando, mas chegou uma fita aqui de um cara de Ponta Porã que que é boa pinta, quer fazer televisão, mandou boas ideias, tal." E o e o diretor e o Silvio perguntou: "Qual é o nome do rapaz? Qual é o nome do rapaz?" E ele falou: "É Celso Portioli". O meu amigo ouviu e falou: "Pera aí, Celso Portioli é meu amigo. Eu eu morei com ele em Ribeirão Preto. É meu amigo meu de rádio. Aí ele pegou, me ligou, falou: "Você tem uma cópia da
fita?" Eu falei: "Eu tenho". e mandei uma cópia para ele. Ele entregou na mão do Silvio Santos. Que legal. Lembra do sonho que eu te falei, gente? Lembra do sonho dos dois sonhos? Son duas vezes. É. E na Bíblia diz que lá tem o sonho lá de de são duas vezes que que Quem foi? Foi o o Quem sonhou duas vezes. Eu Estudei esses dias na Bíblia que quando você sonha, sonha duas, é duas vezes são duas revelações, né? Eh, e eu sonhei duas vezes, eh, com o mesmo sonho, o mesmo sonho. E quando eu
fui receber o dinheiro do Silvio Santos e conversar com ele, foi exatamente como meu sonho, igualzinho, igualzinho. Legal. Então, quando eu saí dali recebendo meu dinheirinho pra Câmara Escondida, eu já Saí dali, Camila e Lucas, pensando o seguinte: vai acontecer algo, porque não é um plano meu, é plano do Senhor, é um plano de Deus. Senhor é maior. É. Exatamente. E aconteceu e hoje tá aí depois de tantos anos eu tô na televisão junto com ele. Então toda todas as todos os meus planos, né, deram certo assim, funcionar. Graças a Deus. Não. E hoje, sem
dúvida você é de José, né? José no Egito. É José no Egito. É José no Egito. Exatamente. Ele sonhou primeiro que a Depois ele sonhou que os o pai e os irmãos se curvariam diante dele. Uhum. Aí os irmãos ficaram com raiva, né? Mandaram, jogaram ele num poço, né? Porque os irmãos não não apoiavam, não apoiavam. É. E depois ele foi preso, depois ele desvendou o sonho do faraó e Aí ele ele passou a ser o número dois. É muito legal. E quando eu li o do sonho, falei: "Nossa, ó, ó meu minha história aqui
do sonho aqui, ó". Incrível, né? Incrível. Celo, eu sei que você teve sempre o Silvio, obviamente, como a sua maior referência. E você tá na casa dele há quantos anos já do SBT? SBT vou fazer 30 anos em em 2024. 30 anos. 30 anos de SBT. Acredito. É 30. São 30 anos do SBT. É muito tempo. É uma vida. Quantos anos? Desculpando a pergunta. 28. Você idade? Eu quando eu tava lá dois anos depois você nasceu. Exato. Muito obrigado, viu? Quantos? A mesma idade. Fiz 29 agora janeiro. É 30 anos. Uma loucura, né? 29 anos
eu estou lá. Você tem quantos Celso? Eu tenho 55. Nossa, é muito jovem. 55. Essa idade aí bonitão. Chegando. Somos jovens auditórios. Somos jovem. E ô Celso, tu já tomou uma bronca? Não chacoia muito que cai peça, por favor. Você já tomou uma bronca do Silvio assim que você diz: "Caramba, já chegou a tomar s uma bronca. O quê? Muitas broncas. Que que a partir daquele momento você mudou assim? Muitas broncas. Eu levei dele. Quem me ensinou a ser pé no chão na vida foi o Silvio Santos. Quem me ensinou muita coisa como homem foi
o Silvio Santos. me ensinou muito. Tomei broncas. Alguma história você pode contar assim que você, caramba, por que que eu fiz isso? Ele foi olhar ele chamou tua atenção. Tem, tem. Quer ver uma resp? Eu sempre tive essa curiosidade, né, Amiga? Fica louco. Que ela é a bronca do cranca. Misericórdia. É o quê? Deve sair chorando do SBT, né? Sai, sai. Eu já saí chorando do SBT. Já saí chorando no SBT. Eu levei, é, mas não nessa bronca, foi uma outra história. Mas uma vez, ele mandou, ele pegou um programa meu, ele não fez os
mandou subir umas tapadeiras assim, mandou fazer um programa, ah, faz esse programa aqui. E eu fiz o programa e eu fiz o programa com má vontade. Com má vontade. Com vontade. É, falei: "Ah, o cenário feio, não tem nem cenário, tem umas tapadeiras aqui, tem." E mandou fazer. Fiz programa de qualquer jeito. Ele me chamou, falou: "Olha, Porto se eu fizesse esse programa, eu eu eu tenho certeza que eu faria muito melhor que você. Porque você fez errado aqui, você fez errado aqui, você fez errado aqui. Mas fazer o quê?" E eu acho que você
não Consegue fazer. Caraca, quer dizer, me desafiando, né? Ai, ai, ai. Ele falou: "Vamos gravar mais um e vamos ver como você vai se sair." E a pressão na hora. E tem gente que não sabe lidar com pressão. Não, não sabe. Não vê isso como incentivo, vê isso como bloqueio. Exatamente. Mas toda vez que ele me pressionava eu me saia melhor. Toda vez Que ele me pressionava eu me saía melhor. Eu fui lá e fiz. Então depois ele via a a a porque o eu era jovem, imagina eu era inconsequente, então eu achava que sabia,
era inconsequente. Ele foi me colocando no lugar, ele foi falando: "Não, vai baixando a bola". E é assim. E fui muitas broncas, mas muitas broncas assim que ele que ele me deu, mas sempre com e hoje eu vejo entendo, é por um motivo. E meu pai era assim comigo. O meu pai era assim comigo, exatamente como meu pai fazia. E ele ele ele fez comigo, me tirou do ar, programa em primeiro lugar, me tirou do ar, tirava do ar, sumiu do ar. Não, agora vai descansar. Tanto é que uma vez eu cheguei para ele e
falei: "Ecuta, tem programa para mim?" Ele falou: "Não, não tem programa para você". Eu falei: "Então eu posso ir borar nos Estados Unidos para estudar inglês?" Eu falei: "Você quer boros da Inglês?" Falei: "Eu quero". Eh, quanto tempo? Eu falei: "8ito meses." Ele falou: "Pode ir". Eu falei: "Você vai continuar me pagando?" Ele falou: "Eu vou continuar te pagando. Pode estudar inglês." E eu fui com a família toda, voltei e depois ele me chamou, falou: "E aí, oito meses de inglês, você já assiste série, entende?" Eu falei: "Não, eu na vida". Misericórdia. Ai, ai. Mas
Eu tenho assim, hoje ele tá um pouquinho mais distante, mas eu tenho saudade de falar com ele, mesmo que seja uma bronca, mesmo seja puxado de orelha, que seja um conselho, me aconselhou muito também. Então, uma relação assim, ah, é amigo, não, não é amigo. Eu sou funcionário, mas eu sou um baita de um funcionário. Eu sou um funcionário dedicado, não chego atrasado, eh, faço o meu, não dou, trabalho pra televisão, eu sou um baita De um funcionário. Quantas vezes nessa semana você tá lá na SBT, você grava? Eu faço domingo ao vivo. Eh, geralmente
agora tem uma externa durante a semana e eu gravo os programas, um programa que nem vai começar agora, quem arrisca ganha mais. Eu gravo toda sexta-feira. Uhum. Eh, quando eu tenho o programa da da da loja que eu faço na loja lá grandão, esse aí eu faço uma maratona. Aí eu gravo tipo 12, 13 horas por dia e Em 10 dias eu gravo para três meses. É uma maratona. Mas eh já gravei mais, já tive mais coisas para fazer assim, então agora tá mais tranquilo. E como eu tive todo aquele problema de saúde, dei uma
relaxada, dei uma tranquilizada e você vai priorizando e vai e vai entendendo, né, amiga, o quanto que valeu a pena ter lutado, ter conquistado tanta coisa e agora não. Se eu posso descansar mais um pouquinho, hum, Construo ali, mas descansa aqui também, porque tem gente que só trabalhar, trabalhar também não dá. Eu trabalhei muito, trabalhei fora do saudável nos últimos anos. Eu trabalhei uma uma assim fora da curva, né? Aham. Antes do do meu problema de saúde. E agora não. Agora agora o pessoal permite, eu fiz um acordo, eles permitem eu viajar mais. Então, de
agosto do ano passado para cá, eu tenho viajado muito, mas muito. Só que agora inventei de fazer podcast também. Pois é, contac. Mas só que toda vez que eu arranjo um compromisso para fazer, eu tenho que trabalhar 10 vezes mais, porque eu continuo viajando. Então eu eu tenho que gravar pra televisão, adiantar pra televisão, resolver minhas coisas, um monte de coisa para tocar. Agora amiga, o que é que acontece além dele ser para mim, se tu considera um dos maiores representadores desse desse País, 1,88. Não, de verdade, não, não, não só do tamanho, não, mas
do tamanho da tua grandeza, com com a com a arte que você predomina, assim, eu já falei isso para você pessoalmente e eu sempre tive você também como uma grande referência. Sempre falei isso pra Camila, né? Entrevistar o Celson vai ser um fijinho costume, né? E assim as coisas assim tremenda. Mas eu sei, eu considero você hoje na Atualidade que você já fez, já construiu muita coisa, né, na televisão. Sim. Sim. Só que hoje eu vejo você muito nesse mundo que é o mundo que você falou do público aqui, só que também tem um público
muito grande da galera muito mais jovem que te acompanha, porque hoje você tem canal, hoje você começou o seu pod, você faz vários quadros, tá presente no Instagram também, tá presente no Instagram e é dificilmente a gente vê um apresentador No seu do seu naipe tão preocupado hoje com essa modernidade. Como que foi para você fazer essa transição da TV pra internet? É algo que você conseguiu transitar, cara? Começou, começou no Twitter. O Twitter no comecinho era bem diferente, não tinha essa coisa, não era politizado, era era diferente. Então comecei no Twitter mostrando meu dia
a Dia, assim, era como se fosse um Instagram no no Twitter você colocava foto lá, colocava foto, fazia uns videozinhos curtos, tal, conversava com as pessoas, respondia, eu falava: "Pô, que legal que tem que tem agora essa essa liberdade com as pessoas que gostam de você". E eu sempre reclamei da televisão, que a televisão sempre me deixou muito engessado. Hum. E eu não sou engessado, eu fora da Televisão, eu sou um louco, sou uma criança 24 horas por dia. Eu falei: "Pô, queria que as pessoas me conhecessem desse jeito". E aí eu quando veio o
Instagram, veio o Facebook, falei: "Pô, agora dá para fazer um negócio bacana." E comecei a fazer assim, mas sem pretensão nenhuma. E também não tinha ideia de onde ia chegar. Eu não tinha a essa visão de, ah, vai ser o futuro. E o pessoal falava para mim: "O futuro vai Ser conteúdo". Futuro vai ser conteúdo fal, mas que é conteúdo? Que que é conteúdo? Tipo, eu já faço meu conteúdo, né? É. já tenho conteúdo. Eu não entendia que era novos conteúdos, né? Uma nova maneira. E aí quando eu percebi que as pessoas poderiam me conhecer
como eu sou nas redes sociais, falou: "Pô, que legal que é isso aí". E e foi crescendo. O YouTube começou por acaso. O meu canal do YouTube começou Por acaso. Eh, um belo dia falaram para mim no Instagram assim, né, no Twitter: "Por que que você não chama youtuber?" Eu peguei e mandei uma assim, ó, sinceridade. Falei: "Que que é o youtuber? Eu não sei que que é o youtuber. Eu não sabia que que era youtuber. Sim. Os cara como não? Porque tem falar um monte. Falei, eu cheguei na produção, falei: "Galera, tem um pessoal
que tá Arrebentando na internet aí, tem que trazer programa". E eu fui o primeiro a levar e influenciadores, youtubers pra televisão. Aí um belo dia eu cheguei na minha casa, a minha filha tinha acho que 7 anos. Ela falou assim para mim 6 anos, falou: "Pai, ela ela ouvia muito a Kéfera. Sim, K. E a Kéfera com se anos eu escutava aqueles palavrões, minha filha vendo fala: "Filha, que você tá assistindo? Que que é isso?" Eu eu não entendia, eu Não entendia. Ela falou: "Pai, canal do YouTube, por que que você não cria um canal
pro YouTube?" "Minha filha de 6 anos". Ela falou: "Vou te dirigir". E ela começou a me dirigir com 6 anos. Caraca, você tem que fazer tag, tem que fazer não sei o quê. E eu comecei a fazer. É. E eu fui fazendo e fui vendo. Aí quando eu fui pro YouTube, eu lembro muito de você com Cocielo também. Sim. Então, aí eu comecei a ver o Cocielo, ver o o Felipe Castanhari, ver a galerinha que tava fazendo as coisas ali. E quando eu vi, tinha tudo que eu já tinha feito. Eh, edição, eu sempre fui
editor de vídeo ou de áudio. Eu sempre tive estúdio, sempre trabalhei com isso. É, fazer texto, eu conseguia fazer texto de de humor. Aí eu vi o Winderson Nunes, falei: "Caramba, o cara é bom, lá super fã do Winderson". Eh, imagina, eu entrevistei o Winderson no Domingo Legal quando ele tinha 6 milhões de seguidores. Caraca. É, faz muito tempo. Era hoje tá com quanto, né? Então, e e eu desde o comecinho eu percebi que eu poderia juntar toda a minha experiência e fazer. Então, comecei eu mesmo editar meus vídeos, eh, fazer conteúdo. Então, ficava ligado
em tudo. Eu via lá os vídeos em alta, eu ia atrás, começou a preocupar. Então, e o canal, meu canal do YouTube Quando começou, ele foi o canal que mais cresceu no mundo em quro meses, mas eu nem sabia o que era isso. Eu tava indo na onda e foi uma transição legal. Eu fui o primeiro cara da televisão que acertou no YouTube assim de crescer. Então, era um negócio bacana que abriu pros outros também, né? Eh, podcast também. Antes de começar essa história de podcast, eu montei, eu percebi que a internet estava ficando grande,
a qualidade dos Programas estava melhorando, a qualidade das câmeras. Aí eu peguei, falei com o meu amigo que é cenógrafo, falei: "Quero montar um cenário talk show". A ideia era talk show. Sim. Mas antes de tudo, antes da pandemia, não tinha podcast. Aí eu montei o cenário tudo. Quando eu fui começar a fazer, eu ia sair na frente. Aham. Veio, veio a pandemia e eu Paralisou, eu paralisei. Eu comecei até a fazer umas uns negócios eh com online, com televisão, tal. Não deu muito certo. Eu falei: "Ah, vou esperar passar". Fiquei com medo de pegar
por causa da minha idade, falei: "Vou esperar passar". Passou o tempo. Aí falei, "Acabando a pandemia, vou começar. Aí veio o meu problema." Aí eu fiquei com preguiça de fazer tudo. O pessoal falava para mim as coisas, Falava assim: "Eu tô com preguiça, deixa de boa aqui, ó. Deixa de boa. É preguiça. Eu é, deixa de boa. Não quero compromisso, quero. Aí agora me deu uma vontade de trabalhar. Falei: "Vou fazer". Mas para quê? Porque tudo é aprendizado. Uhum. Entendeu? Eu não quero ter lá, quero ter milhões, quero ter milhões lá de de inscritos, quero
ter. Mas o aprendizado é melhor, porque esse friozinho que você teve nas pernas aí, na barriga, Tal, total, tal. Eu tive no meu primeiro podcast de olhar pr pra câmera e e perder um pouco o jeito de falar, de ficar tímido. Falei: "Caramba, isso é legal, né?" Aí o segundo foi um pouquinho melhor, o terceiro já curti, fiquei batendo, já fiquei batendo papo, conversando, tirando as minhas curiosidades. Falei: "Pô, isso aqui é legal, é gostoso fazer, né? Eh, eu vou começar a fazer gravado, depois eu quero fazer ao vivo, porque Porque eu falo isso aqui
nada mais é do que um bate-papo, né?" É, exatamente. A gente já tava conversando e o Celso lá no nosso camar. Aí eu disse: "Meu pai, isso aqui já é o próprio podcast, porque são vários assuntos que vai saindo assim, né? Não existe nada que é programado. Assunto que você não vai levar para que você não vai falar na televisão nem, né?" E aí aqui a gente do sonho, eu contei poucas vezes na minha vida do Sonho. O pessoal vai falar assim: "Esse é maluco, você é maluco, né? Mas é uma coisa que aconteceu comigo.
Celo, quando você fala isso da televisão é fato, porque a gente que já acompanha vários artistas como você, Eliana, Ratinho, eh, Silvio Santos, a Patrícia, quando a gente olha pessoalmente, você já fica: "Meu Deus, vou poder chegar perto, vou poder topar". As minhas tias estavam no camarin e disse: "Lucas, eu gostei do céu, se ele é humilde, ele chegou, falou Com todo mundo, eu achava podia chegar nem perto." Eu disse: "Olha o que a TV fez com você". Cheguei aqui na na recepção, fui falar com o seguranç primeiro, o segurança, eu tava meio perdido, o
prédio é muito grande aqui. Aí o cara falou, o o motorista falou: "Cara, falei: "Eu tô perdido." Falou: "Eu vou te ajudar, quero tirar uma foto com você". Falei: "Me ajuda que eu tiro a foto com você lá, tal". Daí ele: "Não, Tem que ser lá, tem que ser lá embaixo, tem que ser lá embaixo." Falei: "Beleza, onde você quiser, né?" Aí tirou foto comigo. Daí eu entrei na recepção, o rapaz foi tirar foto comigo da o segurança ali. Ele falou: "Cara, você pode tirar foto que eu tô tremendo?" "Cara, não é não é demais.
A TV criou de fato essa. Eu eu falo, eu eu falo que as pessoas começaram a me considerar artista quando eu comecei a frequentar os programas de vocês. Por quê? Porque Elas tm ideia que tem quem todo mundo pode aparecer na internet que não existe essa bolha, né? Eu lembro quando eu foi Danilo Gentil, era o bairro inteiro, a cidade que eu falava, todo mundo falando: "Meu Deus, o Lucas foi pro Dan Gentil". digo, "Ô filha de uma mãe, eu tô na internet também, todo dia gravando, porque eu falo que a televisão ela lhe dá
uma credibilidade diferente. Exatamente. A audiência, a internet ela nos dá Audiência, nos dá dinheiro financeiramente, tudo começa a funcionar. Mas a TV existe uma magia ali diferente, né? Você sabe que tem uma pesquisa sobre isso, é meio doido, né? Televisão e rádio. Ah, vai acabar, vai acabar. O o rádio tem uma pesquisa americana agora que as campanhas digitais elas elas elas performam muito melhor quando ela tem o apoio do rádio. Chega a 80% de melhor performance. Por quê? O rádio e a Televisão dão que você falou a credibilidade, não é? Isso é verdade. É por
isso que o R vira quando o C diz assim, venha pro meu programa, digo o quê? Estamos mais certo que o Celso. Ó, a gente volta já já com você. Mas tem um recadinho, né, C? Temos o recadinho, galera, da nossa parceira de milhões, que é a Masterc. que essa quarta-feira teremos o sorteio desses dois iPhones, né, amigo? Chegou o grande dia, gente. Quarta-feira agora vamos saber. Então, se você ainda não comprou, tem como você comprar. O Qode tá na tela, mas se você tiver pelo celular, o link tá na descrição aqui do podcast, né,
amigo? Deixa eu mostrar mais pertinho os iPhones que aí você concorre a dois iPhones e no final do mês, por esses R$9,90, né, você já concorre aos dois iPhones e no final Do mês, o carro Polo 0 km, tá? Se você já tem o carro, você pode escolher o valor do prêmio. E o que é maravilhoso, gente, além de você tá concorrendo, você vai estar ajudando com apenas R$9,90. Além de você concorrer os iPhone a Lucas Camila, e se eu ganhar o iPhone, você estará concorrendo também esse carro maravilhoso. Se você não ganhar o carro,
você vai poder ganhar o valor de R$ 80.000 na sua mão. Gente, que que vocês Fariam com R$ 80.000 na mão? Tem noção disso? Bom, é muito dinheiro, né? E esses R.000 ou carro pode ser e sem falar também, amiga, que a gente vai ajudando a Casarona de McDonald's que é uma casa que trata crianças com câncer. Eu já estive nessa casa, ela fica lá no Rio de Janeiro. Dá um Google aí, você vai saber para onde tá indo o seu dinheiro. Então, Além de concorrer, você estará ajudando tudo isso por apenas R$9,90 que recode
na tela. É isso, gente. Master Cap, vamos embora. E é tão bom, né, minha filha? R9,90. A gente dá nem para uma um lanche hoje. Um sanduíche. Sanduíche que eu pedi a minha tia no passado, não era tia. Era 10 conos. Hoje em dia nem é mais. Bom, voltamos, né? Voltamos. Você sabe que essa história de comida, eu fiz esses dias lá, fiz um podcast, entrevisti uma pessoa e coloquei comida japonesa, aquele comida comida japonesa, veio na hora o pessoal do restaurante, tudo feito na hora, porque lá embaixo do prédio um restaurante maravilhoso, japonês. Que
que eu percebi que só eu comia porque o cara só falava: "Come, Celso, come". com fiquei com vergonha porque eu eu falava assim, eu falei, vou olhar pra câmera, falei: "Meu, vou falar alguma coisa pra câmera enquanto você come". Então ele ia começar a comer e eu acabava meu assunto. E ele se fico tapeando aqui, ó. Inclusive, amiga, pega essa bandejinha de uva, né? É uma desfeita que quem tem tudo aqui, tanta coisa. Ó, gente, Nelsinho tá assistindo nós, mandou um beijo. Beijo, Nelsinho. Nelsinho é ele que leva nós lá, ó. Ô, Nelsinho, já vamos
fazer, vamos fazer a disputa, hein? Time do Lucas contra o time do Carlinhos, tipo assim, as mais bestas, João Carlinhos e as minhas mais bestas. Você vai estar no meu time, você Gabi Martins e do Carlinhos a Delan e acho que a Pétola é a Jquei. Estão resolvendo lá. Continua que eu não mastiguei ainda. Continua. Você já foi lá muito no programa, amiga? Eu fui duas vezes. Uma vez eu fui com Carlinhos, outra uma vez eu perdi, outra vez eu ganhei. Uma vez eu perdi, uma vez eu ganhei. Eu acho também. Levou o troféu ou
não? Eu uma vez eu perdi, uma vez eu ganhei. O programa se o troféu tá lá em casa. A gente tirou no dois ou um. Foi eu, Álvaro e outra vez a gente tirou no dois. Só que a televisão que eu ganhei, eu dei para uma seguidora que tava na porta me esperando. Aí que ela tinha tava fazendo foto. Eu disse: "Meu amor, você tem uma TV em casa?" "Ai Lucas, minha televisão tá quebrada." Então, minha filha, ganhei. Ela gança é a gente ganha televisão, gente. É muito bom né? Ganha televisão, ganha dinheiro pr caramba.
Bom, é domingo agora teve dia das mães, eu fiz ao vivo que eu vou viajar, daí Tem que fazer o próximo gravado. Aí eu passei lá, o pessoal levando o tablet embora, cara, limpa a televisão, levando uma graninha. É, na época da pandemia, o pessoal tava meio sem grana. Imagine só, os músicos param de trabalhar, o os moristas param trabalhar, então o pessoal ia lá e a grana tava era para valer, pô. Então era legal. Eu queria que o placar ficasse maior, porque no final dobra, né? Aham. Então quando vocês forem lá, qual que é
o macete do velho de programa aqui, ó, velho de programa, não fique enrolando para responder, porque quanto mais perguntas eu faço, mais dinheiro tem jogo. Fico com medo de perder. Não. E aí então, e aí teve um erro meu que foi tipo assim, a gente tava com muito dinheiro, aí tipo assim, ó, se você responder errar zera, eu falei pode ir Que eu sei aí se lascou. Zerei, meu filho. Eu fiquei tão chateada. Depois eu virei pro meu tio e falei assim: "Me passa o Pix de vocês que eu vou dar o dinheiro". A não,
não aceitar, não aceitaram de jeito nenhum. Eu tenho raiva do céu. Você d das casquinhas de banana na torta na cara que ele faz. Que eu lembro. Não, mas o detalhe é o seguinte, a Camila cheio da grana lá, ela vai, ah, Perder R$ 2.000, tá tudo bem aqui. E o cara do lado aí doidinho para ganhar os 2000. É, imagina isso ajuda muita gente. A carinha dela. Eu lembro até hoje você falou: "Vou fazer o Pix". Você falou, eu falei: "Me passa o dinheiro que passar o Pix, gente". Esse foi com quem? Foi. Nossa,
esse eu não lembro quem eu tava que você foi com Álvaro Marendonça, Mar. Nossa, esse foi o primeiro que eu fui Da Mar contra María. Eu lembro desse, assisti. Deu até um tumultinho no final. Acho que foi com a Maraía ou foi com a Maara, né? Foi com a Maara. Com quem? Hoje a gente comigo. Hoje a gente é super amigo. Daqui daqui vai sair um corte para esse podcast aqui. Vamos contar essa história. Qual que foi? Era torta na cara. Deixa eu ver. Foi com a Maraía. Foi com a Maraía que era o torta
na cara. E aí Era era a Mayara versus quem que tava com a gente nesse? Você lembra? Não sei. Aí a Marília e o Álvaro e a Maraí eu. E aí quando foi o Celson falou assim: "Gente, não pode, o time de fora, né? Não pode passar a dica, não pode soprar". Tava eu no microfone, Maraía no microfone e a Mayara dando dica para ela, falando com ela. Aí eu peguei e ela e ela acertou, né? Ela bateu e ela deu a resposta. Aí eu falei: "Não pode, não pode, não pode". Só que aí início
eu já tinha dar torta na minha casa. Mas você falou uma coisa, você falou, você falou assim, aí ela pegou e falou assim, aí ela pegou e falou assim: "Ah, aí vocês começaram a me zoar de bebê chorão, bebê chorão, bebê chorão." Colocou o bebê chorando no programa. O Cels pegou a mamadeira para mim. Eu fiquei chateadíssimo, amigo. Diga bully. Diga não bully. Aí eu peguei, aí eu fui lá e falei: "Beleza, então tá bom, então e como é que é que eu falei? Eu falei alguma coisa assim: "Ah, vamos, a internet vai cancelar alguém
aqui." Eu tipo um tr assim. Aí, minha filha, a Maraía ficou triste achando que que a internet ia cancelar ela e aí ela ficou mal. Não, foi foi um teve um climão. Teve um climão. Teve um climão. E aí no final eu lembro que eu fui lá pedi desculpa para elas. Aí a Mar e a Mayara falou tipo: "Deixa Su é que a Maraísa é competitiva". Falou assim. Mas eu fui lá pedi desculpa para elas, fiquei muito mal nesse dia assim de ter falado isso de tudo, sabe? Porque é uma brincadeira sabe? Mas a hora
eu fui muito infantil. Eu sempre falo isso agora antes de começar o programa. Mas hoje eu sou super amiga das meninas. Amo Maraísa. Gente, foi isso que você falou fora do ar aqui. Não, pera aí. Você brigou com a Maraía e eu que briguei com Carlinhos. O programa Gravando. Eu briguei com Carlinhos porque ele ficou puto comigo que eu tava que eu perdi uma resposta que na cabeça dele era óbvio. Eu disse: "Olhe, eu estou no programa do Cels Portioli, um programa que é diversão, um programa que se errar tudo bem, se acertar tudo bem".
E eu não vou me estressar ou ficar mal porque eu levei tortada não, macho. Eu disse: "Meu irmão, vamos brincar, se divertir. Isso aqui é pra gente ser l para se Divertir." Nossa, mas eu tinha um problema, eu era muito competitiva. Hoje, graças a Deus, eu sou uma pessoa melhor evoluída porque mand todo mundo vai lá. Sou super evoluído. Começa brincando quando chega no final do programa que é: "Ah, eu quero ganhar." E fica uma loucura porque o clima aquela chicana no final tem que pende vida com os olhos. Aquela música, narração. Acho que o
problema é que vale dinheiro. Não, amiga, não é. Eu eu acho que é mais só para ganhar, tipo assim, o amarelo ganhou, o meu time vai ganhar. Você tem uma ideia, isso é tão doido que o auditório é azul e amarelo, então auditório fica torcendo, tal. Nunca viram assim os participantes nunca viram o auditório, mas começa a criar uma energia, uma energia entre o time e uma richa entre eles. Domingo agora a o time Azul ganhou, então agradecer auditório azul, muito obrigado, Auditória, ah, né? Mandando beijo coração. Eu fui falar muito obrigado pelo auditório amarelo
que perdeu, parecia que tinha morrido alguém. Obrigado, auditório. Pessoal, como se a culpa fosse minha assim, eles estavam meio desanimadinhos. É um negócio que que pega até quem tá ali na torcida. Então eu sempre digo, começa com uma Brincadeira e termina como uma grande competição. Na segunda vez que eu fui, eu também teve briga. Eita briga com menino. É o problema meu. Qual o problema com o menino que dançava aquele big gostosinho? Gol, desenrola, bate e joga de lado. Isso que que aconteceu? Isso que que aconteceu? Eu, ele errou, aí eu peguei, passei, e joguei
a torta nele e joguei lá pro cabelo, né? Fiz Assim, né? Não, não. É isso. Isso. Fiz assim. Aí na minha vez ele ficou com raiva disso. Aí quando ele foi jogar a torta na minha cara, ele jogou com um pouquinho de força. Tá. Não, eu sempre falo: "Cuidado que tem o nariz atrás". Tem o nariz atrás que a pessoa bate machuca. E aí o chantilly entrou que tudo aqui eu também tinha feito nele. Então foi fogo pra gente. Vai no cabelo, joga no Cabelo. Você vai lá com gosto. Mas é o que você falou,
começa de boa e depois fica competitivo. É uma loucura. Quando eu quero botar fogo mesmo assim, tem que fazer contrato. Não pode brigar. Não vai brigar com o Carlinho, vai brigar com a Eu juro para você que eu tô evoluída. Você vai ver. Mas fica aqui, viu? Aí, amigo. Hoje eu eu assim eu caguei se eu perdi ou se eu não perdi, sabe? Eu juro Para você, eu você me leva lá então. Mentira. É mentira. Mas tem uma coisa, eu falo porque da primeira vez eu não fiz e da segunda eu tinha feito isso. É
o lance da NG, que isso de fato impulsiona muita gente aqui. Quando eu usei o azul, eu tava, eu tava com aquela energia, tá, tudo pode acontecer, eu ganhar ou perdi. Quando foi no amarelo, eu não sei se é porque eu já tinha perdido, disse: "Não, hoje eu vou ganhar." Você viu que a gente tinha um Timeço que você até elogiou a gente tudo? Então, acredito que aquela energia assim de eu dizer assim, eu vou ganhar, eu vou ganhar e e a plateia, bora plateia, porque eu penso assim, quando você conquista a plateia, ela lhe
traz uma energia que você vai precisar durante todo o programa. Então, quando a gente conquistou, que eu vi que ela tava mais animada do que eu tinha, mas eu digo: "Hum, já e a primeira vez que você foi não tinha plateia, não tinha, Era, era a época do da da pandemia, então era um negócio mais frio." Pandemia, eu sou um cara que funciona mais quando tem gente, quando tem gente eu me empolgo, mais vai Lucas, vai, você consegue. Tô vendo, ó. Tem gente atrás de você, ó. Aê! Não, mas faz a diferença. O auditório, a
energia do auditório é diferente. Até para você gravar a merchandise, até para você apresentar é diferente. E o time é Outro. É o time de apresentar sem auditório é um e o time de apresentar com auditório é outro. Eu aprendi muito durante a pandemia. Só que você gosta mais com com plata, né? Com auditório. Auditório. O clima é outro, né? É você num estádio de futebol, né? Aliás, eu sou meio surdo hoje devido ao valor do tantos gritos lá Que tem. Você sabe quantos dbs tem na orelha de cada lado? 120 dBs de cada lado.
Então é muito barulho. Hoje eu uso um protetor, uso um fone de ouvido para me ouvir, mas para principalmente para proteger da porque o grito das meninas é tudo agudo e aquilo entra no ouvido, fala: "Nossa senhora". Então hoje hoje perdi muito da audição, mas é perdi muito. Tem que proteger amiga, inclusive a gente, né? Já Essa história de usar foninho, ficar ouvindo música alto, tal, você vai ver no futuro. Tem que tomar cuidado. Eu não sou muito ficar ouvindo justamente porque eu já fico com um pouco medo assim. É zumbido dá um zumbi no
vidro não sai, não tem cura, fica tum. Eu tenho uma panela de pressão no meu ouvido dire esquerdo aqui, ó. Caramba, que fica aqui da clave. Fica tum o dia inteiro, a noite inteira e conforme aumenta o estress, ele Aumenta um pouquinho. Ah, é. Então tem que tomar cuidado. Ô Celso, me tira uma dúvida comigo, amiga. Você tem quantos irmãos? Só dois. Você são dois? Só um que irmão. Comigo são cinco irmãos. Só que, meu amor, você tem noção que que a pessoa tem 12 irmãos? 11. 11. 11. Com você? 12. 12. 11. Tem noção?
11 irmãos, Muita gente, né? Inclusive dois são gêmeos, né? Cláudia e Cláudia, Mário e Maria. Minha mãe teve 10 partos. Eu fui o 10º da minha mãe. Quando eu nasci em 1967, eh, eu brinco com a minha mãe que falo: "Mãe, eu escorreguei, mãe, porque uma criança aqui, porque depois de tanto parto, já era. Já era." E eu nasci, minha mãe tinha 40 anos. 40 anos. É. Então, naquela época, hoje em dia, a mulherada não fala: "Ah, é, não pode ser o povo falar: "Ah, perigoso, perigoso." É, eu nasci, minha mãe tinha 40 em 1967.
Olha que loucura, caramba. Então, já foi uma gravidez de risco, né? E tanto é que um filho antes e minha irmã caçula, depois veio um que que não não vingou, nasceu, chama na morto, né? Que não nasceu e morreu, nceu morto e depois eu Vim. Então, já poderia ser por causa da idade, né? E eu nasci quando a minha mãe tinha 40 anos, em 1967, faz tempo. Quando é para ser É, e vinguei, deu certo. E e qual que qual que é a sua diferença assim, a sua uma característica assim que você tem que os
outros seus irmãos não têm? Cara, tem uma história muito doida assim, porque eu acho que eu todos os meus irmãos são, cada um tem um jeitinho De ser assim. Então, tem o que é mais estudioso, tem o que é mais inteligente, tem o que batalha mais, eh, tem o que que chora mais, tem o que dá mais risada. dar mais trabalho, tenho que dar mais trabalho. Eu fui muito tímido até o até os da 13 anos de idade. Depois eu virei um terror da escola. Mas eu acho que o que eu tenho mais que os
meus irmãos, acho que é inconsequência assim de sonhar grande e atrás, porque todos foram muito Responsáveis de estudar, se formar, fazer uma família. E eu era maluco. É, mudava. Imagina, eu comecei três faculdades só trabalhando em rádio. Mudava de cidade, mudava de faculdade. Eu tava fazendo engenharia civil, fiz um tempo, mudava de cidade, fazia jornalismo, mudava de cidade ia fazer administração. Então eu eu eu priorizava a comunicação, o rádio, os meus irmãos não, todo mundo. Então, se formou médico, se formou engenheiro, se formou Dentista, outro é e eu focado na arte, né? Querendo ser artista,
querendo ser radialista, querendo ser locutor e doido. Acho que era um pouco inconsequente. Eu demorei para amadurecer. Tá, mas quando você fala assim, por exemplo, a um irmão meu que quis ser advogado, outro médico, pros seus pais é muito mais fácil apoiar essa profissão do que você de repente dizer assim: "Não, eu quero ser artista. Você Teve esse apoio?" Meu pai, o meu pai zombou de mim até o fim da vida, ainda mais antigamente o radialista não era bem visto. O radialista não era, não era bem visto. O radialista era, o cara bebia, o cara
não prestava. E tanto eu que quando eu fazia rádio em Ponta Porã, eu era maluco no rádio. Eu tinha um cabelão, então entrava no rádio com revólver de de espuleta e e bombinha e sino, panela. E Pá pá pá e fazia umaçona no rádio. O o meu sogro e minha sogra, eles me odiavam. Eles não queriam que eu namorasse a minha esposa hoje. Tiravam ela dos meus braços do meio da rua, batia nela, dava um tapa nela assim, porque não queria que porque eu era maluco. Só que eu era maluco no rádio, era um personagem.
Mas tudo bem, eu era um pouco bagunceiro, era um pouquinho bagunceiro. Era verdade. Mas mas o radialista não era bem visto. E meu pai Falava: "Pô, onde você vai com o rádio, cara? Quanto que ganha o radialista, né?" Meu pai sempre foi preocupado. Como eu era caçula, ele ajudou todos os filhos a melhorarem de vida. Preocupação dele era o Cels e irmã mais minha irmã caçula também. Onde você vai? Eh, você eu vou comprar uma rádio para você. Ele falava que Celso de todos os irmãos. Só você que hoje é artista. Só só só eu
que fui pro lado da hoje. Ah, a sobrinhada, não sei se foi inspiração ou não, tem alguns sobrinhos que que seguiram também esse caminho. O meu sobrinho era apresentador da Globo até tempos atrás. É bonito, voz bonita, fala bem, cara. muito o Leonardo Portioli, o mais estudioso, eh, formado, mágico profissional, faz standup, é um cara melhor do que eu. Se a Globo tivesse investido nele nacionalmente, ela teria o melhor apresentador da Globo. Ele é Muito bom, é muito bom. E ele acabou largando a profissão, falou: "Não quero mais ser apresentador". Mudou de profissão. Ele dá
que idade? Tá com 30 e poucos anos. É novo ainda. Para pra televisão ainda. Tá, ele tá no ponto certo pra televisão. É. E um cara bonito. Então, a voz mais bonita que a minha, oão, o pai dele tema, meu irmão tem uma voz linda, o Hélio, né? Ele é filho do Hélio. É dos irmãos quem tem a voz mais bonita é o Hélio, tem uma voz grave, bonita assim. E ele é filho do Hélio, um cara muito bom. Aí a galera toda foi pra publicidade, foi cinema, a sobrinhada, né? Todo mundo, não sei se
é inspiração ou não, mas eu acho que eu eu dei uma mudada na família assim, mas eles tm o seu apoio. Tem o seu apoio, né? Tem meu apoio. Tem meu apoio. Agora conta como que você conheceu sua Esposa, né? Em que momento que foi desse momento que você trabalhava, trabalhava, trabalhava, trabalhava, ia pra rádio, ia pra cidade, mudava pra outra cidade, né? Loucura, né? Essa história é muito doida. Porque quando eu saí de São Paulo, fui morar lá em Ponta Porã, Mato Grosso do Sul, eu tinha um Monza, que foi quando você foi ajudar
seu pai. É. É. Eu só tinha um Monza, tinha um Monzinha velho. Aí quando eu estacionei em casa, na casa de vizinha, tinha uma menina no muro me olhando. Eu olhei, falei: "Ô menina, olhei pra menina, falei: "Menina, é bonitinha". Peguei, entrei, mas ela era muito nova. Eu já tava com 20, 23, 24 anos. Ela era nova. Eu peguei nem dei moral. Entrei, só que quando ela me viu nesse dia, ela se apaixonou. Ah, Já era, né, amiga? Laçou. Cadê ela aqui para se explicar? Não, não. Ela se apaixonou de verdade. Aí assim, eu não
sei o que que deu nela. E ela se apaixonou e ela era pegajosa, assim, ela ela ligava, ela ficava e onde eu tava, ela tava. E eu, cara, eu tinha saído um namoro, eh, meio traumatizado do namoro, eh, descobri uma traição, fui traído, eu não queria mais saber, porque eu sempre fui namorar, namorar bonitinho, tudo certinho. E quando eu eu Voltei para Ponta Porã, eu reencontrei os meus amigos de escola e todos eram donos de boteco. Eu caí na gandaia. Bora pro boteco, lá sabia. Aí virei um doido na cidade. Aí virei um galinhão na
cidade, assim, virei um bagunce, pegava todo, pegava, bebia. Eu comecei a beber velho. Aí eu encontrei meus amigos derão de boteco, bebendo, morava na divisa com Paraguai, bebida barata, bebi igual um louco, bebi. Em 4 anos eu bebi um alambique. E tudo isso por causa da traição. Por causa da traição. Eu mudei muito, cara. Eu m foi tão forte a traição que eu mudei muito depois, assim, da maneira de tratar, da maneira de ser. Eh, porque eu sofri demais. Eu fiquei três dias trancado chorando, eu chorando e o chifre crescendo. Chorando. E babado, né? Falei,
vou dar uma chifrada. E aí, cara, sofri demais. Eu acabei mudando. Daí eu falei, quer saber um Negócio? Vou aproveitar a vida. E comecei a curtir a vida. Ou seja, sua personalidade, você não queria naquele momento curtir nem tá no boteco. Você queria seguir com aquela pessoa que até então não tinha lhe traído, né? Exatamente. Aí a a e a Susana pegando no meu pé. Até que um belo dia, cara, a Susana inventou uma história pro pai dela que tinha uma cara de de matador, seu João. Um cara de bravo, seu João Falava: "A que
homem bravo, não quero nem passar perto dele". Sabe o que? Ela inventou que eu tava ficando com ela. Ela inventou que que eu tava com ela. Aí eu lembro até hoje eu tava eu tava eu tava com um furunco embaixo do braço. Eu não podia fechar o braço, tava assim, ó. Eita, é horrível. Forunco já teve. É horrível. Aquela dor embaixo do braço, o pai dela me chamou. Eu cheguei assim, ele falou: "Você pensou, já vai abraçar minha Filha, né?" Eu com braço assim, jeito, ele me colocou na sala da casa dele. Eu, na minha
visão periférica aqui, eu enxerguei a Susana lá na cozinha chorando. Eu fiquei imaginando o pau que deu naquela casa, né? Ela chorando e eu aqui olhando ela lá e o pai dela virou assim aquela cara de de matador e a mãe do lado com a cara emburrada me olhando feio e ele falou assim para mim: "E aí você vai namorar minha filha ou não vai Namorar minha filha? Que que tá acontecendo entre vocês? É tudo ou nada, meu filho? É o famoso caga ou sai da moita? Aí eu tô aqui e você ainda não tinha
ficado com ela? Eu cuidava dela. Ah! Eu eu assim parece piada, mas eu cuidava dela porque ela era muito nova, então quando ela tava nas festas eu cuidava dela, não deixava de ninguém, eu protegia para não fazer besteira. Então Você já tava interessa, viu, Camila? Ah, tudo bem. Tinha dado, tinha dado uns beijinhos aí, mas tudo bem assim, mas não tinha nada demais. E ela, ela mentiu pro pai dela que tinha demais. Ela falou que tinha demais. Então ela tava imputando a responsabilidade que uma coisa que eu não tinha feito. Eu peguei e virei o
pai dela. Falei: "Olha, Eh, eu já fiz, falei que eu já fiz isso com a sua filha, mas não, não teve nada nos finalmente, nada demais. Nadais, falei: "Agora eu não vou namorar sua filha". Ele falou: "Por quê?" Porque eu já trabalhava muito. Eu imagina, eu tinha, eu fazia festa, eu fazia eventos, eu trazia show, eu tinha Programa na rádio do Brasil, programa na rádio do Paraguai, era uma correria. Falei: "Eu não tenho tempo de namorar". Falei: "Não tenho tempo de namorar, eu trabalho muito, beleza, então não vai namorar". E eu fiquei meio bravo que
ela tinha inventado uma historinha. Peguei, fui para casa, morava perto da minha casa, fui embora para casa, cheguei lá, falei: "Mãe, seu João lá me chamou para conversar e aí ele falou se eu vou namorar não a Filha dele". Eu falei: "Quer saber do negócio?" Mas acho que eu vou namorar aquela menina, ó. Eu comecei a namorar Susana. Aí a família passou a me aceitar, me conhecer melhor, me aceitar. Tanto é que o dinheiro para vir embora para São Paulo para ficar aqui num flat, foi o pai dela que me deu. Ele me deu 500
para vir para São Paulo. Me deu um dinheirinho para eu me manter Aqui em São Paulo. E quando a Suzana veio morar comigo, ela foi ela foi emancipada pelo pai para morar comigo. Ela tinha 17 anos. E aí, eh, imagine, eu ganhava R$ 700 por mês e a Suzana, a escola dela, custava R$ 500 por mês, ou seja, sobrava R$ 200. sobrava R$ 200 pra gente se virar e e viver aqui. Eu morava no prédio mais assaltado de São Paulo. Você já foi assaltado? Já foi assaltado? Não, nunca fui. Nunca fui. Mas o prédio inteiro
foi. E e depois que eu mudei de lá, nunca mais assaltaram o prédio. Você então era você. Eu acho que o foco do prédio era o Celso, viu? Não, ele era um assaltante. Assaltou todo mundo, menos ele que quando ele saia mais. Ué, tá explicado, né, C? Os moradores devem ter dado graças a Deus. Foi, mas daí começou. Tô com a Susana há muito tempo já. Nem sei quantos anos faz. Só que a Suzana ela ela sempre entendeu esse mundo porque ela é alguém que não aparece tantas, né? Não, não aparece. Ela não aparece. Low
profile total. E ela não entendia não. Você acha, você acha que é mais fácil a gente que é casado, Celson? Tem alguém do nosso lado que não tem a vida tão exposta quanto a gente? Eu acho que nesse caso, no meu caso, sim. E a Susana entendeu muito bem isso, porque a Susana no começo era muito ciumenta. A Susana tinha ciúmes das pessoas que eu dava autógrafo, tinha ciúmes. Mas isso 1900 bolinha, né? Até que um dia eu chamei a Susana, Falei: "Olha, eu vou dizer uma coisa para você. Eu tô há muito tempo na
minha profissão trabalhando e lutando para chegar a algum lugar. A partir do momento que você eh tentar proibir ou achar ruim que eu atenda os meus fãs, as pessoas que gostam de mim, eu vou dizer uma coisa para você. Eu fico com os meus fãs e não com você. Nunca mais me incomodou. Nunca mais. Ela entende. Então a Susana hoje é porque eu Sou da seguinte opinião. A partir do momento que você não tem paz em casa, você para. Então não vale a pena. Não vale a pena. Então a a minha meta e a meta
dela é ter paz em casa. Então meus filhos crescem sem ver briga, sem ver discussão, eh no ambiente gostoso, vendo o pai e a mãe e vivendo bem. Porque eu eu me lembro do meu pai, da minha mãe na vida toda. Eu vi meu pai brigar uma vez só com a minha mãe. E Eles poderiam ter brigado, mas na sua frente não é mesmo assim acho que brigava um pouco. Foi até engraçado que o meu pai é velinho, eu botei ele no carro, ele chorando e brigou com a minha mãe velha por ciúmes, né? A
gente não imagina, mas os velinhos fazem aquelas coisas também. Faz que nem imagina, né? Faz ou não faz? [Risadas] Ô céu, você falou, você tá falando muito da Suzane, inclusive um beijão para ela, com certeza ela deve ter, deve tá aqui nos acompanhando. É, não era para contar, né, amor? Mas tem que contar, tem que contar. Quero conhecer inclusive, tá? Me dê essa honra. Tem os seus filhos, né, que são três filhos. Três filhos. Algum vai seguir esse caminho? Cara, eu sempre quis. Ah, o meu, eu comecei como DJ, né, assim, gostando de música, tal.
O Pedro agora é DJ, mas ele não gosta muito de falar em microfone. Mas ele teve, eu na pandemia, eu falava assim para ele: "Filho, você não quer que o papai te ensine alguns macetes eh para falar? Tem estúdio em casa?" Falei: "Você não quer treinar comigo? O pai tem rádio, você pode trabalhar em rádio, Fazer programa de rádio comigo, eu te ensino todos os macetes." Claro, depende da sua dedicação. E ele nunca quis. Aí ele percebeu que ele vai ter que usar a voz. Então ele teve que gravar um vídeo pra faculdade antes de
entrar na faculdade. E ele e ele eh suou muito para fazer, então para gravar um vídeo de um minuto demorou. Aí ele teve que me entrevistar esses dias. Eu levei ele no cenário do meu podcast Lá, eh, e ele teve que me me entrevistar. Aham. Aí ele foi, ele começou a fazer um programa de rádio, eh, gravar pra rádio e ele teve que gravar as cabeças. Aí eu deixei ele sozinho lá, ele não conseguiu gravar. Aí, ô pai, sai daqui, pelo amor de Deus. Deixa me atrapalhar. Eu saí, eu saí e deixei daí quando eu
saí, ele ficou meio assim, ah, eu não vou gravar, sabe que você saiu, né? Aí agora, agora Tá com vontade de gravar. Então eu acho que devagarinho ele vai se encantar pela comunicação. A Laura, quando eu falei que ia começar a fazer podcast, ela falou: "Vou fazer um também". Eu achei bacana porque a comunicação, você sabe disso, você é um grande comunicador, você também, vocês falam muito bem. A necessidade do YouTube fez você aprender a falar bem, não foi? Você também através das redes sociais. Isso aí você vai usar em qualquer coisa. Se você for
Advogado, você vai usar a a sua oratória. Se você for médico, se você for pastor, para tudo, para tudo na vida. Então, que que custa aprender a falar, né? Eh, isso aí vai levar pra vida. Então, a raiz quadrada que a gente aprendeu no colégio, até hoje eu tô me perguntando que para que que serve? Até hoje eu não descobri. Aí, Você sabe que eu parei duas faculdades por causa disso ou não? Mas a oratório você já fez várias faculdades? Eu briguei com o professor por causa disso. Quando eu fazia e e engenharia civil, engenharia
civil, o o tinha aula de português, deve ter ainda, não sei se tem. E eu falava assim: "Pera aí, mas pera aí, eu preciso fazer cálculo. E se eu falar bem português e não souber de cálculo, o Prédio vai cair. Se eu falar errado e souber de cálculo, o prédio não vai cair." Então, brigava com o professor. Aí eu larguei engenharia civil e quando eu fui fazer jornalismo, tinha que estudar matemática, estatística. Eu falei: "Mas para quê? Para quê?" Cara, eu brigava com os professores. Não tem até hoje. Macho, mas para que? Pelo amor de
Deus, minha filha, a gente vai usar isso para que na vida agora? Sobre a oratória, sobre a nossa Fala, a gente usa para tudo, né? para vender, para convencer, para você sabe que o o Warren Buffett, que é aquele grande investidor, eu fui ver o documentário dele e eu achei uma coisa muito bacana que no corredor do escritório dele, ele não colocou os diplomas da faculdade, ele colocou o curso de oratória que ele fez, o diploma de curso de oratória, falou que aquele curso de oratória mudou a vida dele, que ele cresceu por causa do
Curso de oratória. Eu achei o máximo. Falei: "Pô, oratório é tudo. A a Laura vai fazer o podcast, o Pedro tá nesse caminho aí, vai fazer programa de rádio comigo". E a Luana lê muito, fala, a Luana fala muito bem. Então, mas ela, eu chamei ela para fazer um podcast também, ela falou: "Pai, eu não gosto, me deixa quieto, me deixa quieto, não quero saber de internet". Falei: "Então dá bom". Então, só quando você fala do DJ que ele tá, Né, mexendo com o DJ tudo, você já foi também? Fui DJ. Inclusive, você já me
conta pra gente tá aí, ó. Você foi até DJ, meu irmão. Fui DJ. Eu eu comecei por acaso. Eu não tenho ritmo, não sei dançar, não tenho ritmo, mas eu mixava. Aham. Olha. E começou e começou por acaso no rádio. Eh, quando eu fui trabalhar em Curitiba, que eu fiz um teste na rádio para passar, passei no teste, o cara me apresentou a rádio aí Na rádio latinas chamava picap, que tocava disco de vinil. Acho hoje em dia é difícil ter, só quem colecionador tem. E aí a picap, ela tinha lá o pit que você
regulava a velocidade da música, tal, e eram duas. Eu falei: "Ah, tem duas picaps". Falei: "Aqui eu vou mixar no programa ao vivo". E o cara nem tinha falado que eu tinha passado no teste. E quando eu passei, eu voltei, eu comecei a mixar na rádio. Então eu mixava a música da Madona, conheci de si. ficava Ao vivo lá mixando. E eu gostei dessa história e depois eu montei uma uma casa noturna e fui fazia festas e montei minha casa noturna depois. Daí eu fui DJ da minha casa noturna. Então eu peguei um gosto por
por música assim por mixar durante muito tempo. Mas não era bom. Eu era meia bocava meia boca. Mas eu me virava, eu agradava. Eu tinha um gosto musical Muito bom. Quem tava na pista enlouquecia, eu tocava sua música legal, eu eu fazia o povo pirar na pista. Então o cara pode ser bom às vezes de mixagem, mas às vezes não tem o gosto, gosto da galera ali. Eu tinha fazer uma uma seleção musical muito bacana. Eu sou bom de você tá tocando, eu tô tomando uma e dançando, meu filho. É cada um no seu quadrado,
literalmente. Mas negócio de mexer assim, eu não entendo não, Camila. Tu entende, amiga? Não entendo, não. Nossa, não. Não entendo não, meu filho. Eu tenho, eu sou, eu falo que eu nasci para isso aqui que eu faço, porque se eu for enfentar, tem curso, né? O meu filho fez curso durante muito tempo, assim, ele é mais dedicado que eu. Eu sou, eu sou hiperativo. Eu, eu, eu consigo, consigo. Eu vou no curso, eu fico assim, ó. Ô, Cel, se hoje você não fosse Apresentador, você seria um DJ? Se eu não fosse apresentador, acho que hoje
eu seria um advogado ou médico, porque minha família tem muito médico e, cara, eu sou meio e acabar indo, eu sou meio hipocondrico e eu eu estudo tudo assim, então eu tudo, tant coisa eu fico, eu quero saber, pergunto para meus irmãos, tal, sou muito curioso, muito curioso sobre medicina. Então tem amigo meu que faz exame, leva exame para eu Ver. É, você já sabe. Então agora eu já sei, né, amiga? Não é, já manda alô, tá desocupado. Minha minha mãe disse que de médico e louco cada um tem um pouco, né? Tem. Total. A
gente sempre quer quer ter esse papel na vida dos amigos, né? Você é preocupado com a sua saúde assim, tipo, o que que você come, o que que você você faz academia? Hoje hoje eu faço faço academia por por Necessidade, assim, gosto. Eu não, eu gosto de fazer academia. E o engraçado foi assim, que antes de ter o meu problema lá de de saúde que eu descobri, eh, vou falar falando disso, né? Eu tive eu tive um tumor na bexiga, foi engraçado porque eu sempre me cuidei muito. Uhum. Eh, eu sempre fiz checkup a cada
seis meses. Durante a pandemia eu tinha que fazer um checkup, que é un checkup, que É um ultrassom, que você coloca uma da borracha, né? É. Não, mas aquele é um é um ultrassom pelo estômago. É uma história meio longa. Eh, é um ultrassom pelo estômago. Então, tinha que fazer esse checkup a cada se meses, só que eu não podia fazer por causa do COVID, então passei a fazer ressonância. Durante a pandemia eu fiz ressonância, não parei de fazer meu checkup. E os médicos falavam: "Não, não tem nada, não tem nada, tá bacana". Até Que
eu fui, depois de 15 dias da última, eu fui fazer um exame que tava melhorando a a a os hospitais, tava ficando mais tranquilo Covid, eu fui no hospital fazer com a minha idade fazer o exame do toque. Sabe o que é exame do toque, né? É, é, é assim, é o famoso dentro campainha. dedo na campainha. E eu eu faço ele até eu faço ele até hoje. No meu caso não foi por causa de exame não. Eita minha tias aqui. Meu pai do céu. Tá pr os ouvidos. Ai ai. Tem tem uma piada muito
boa assim. Mas eu não posso contar. Eu não posso contar. Eu não posso contar. Acho que eu posso contar. Conta. Conta. Conta. Conta. Conta. Conta. Quer saber? Conta, conta, conta. O cara foi fazer, Conta, conta. Vai passar. Passou aí. Voltou. Número um ou número dois. Acho que foi o dois pela demora. Foi o dois. Que chama você. Foi minha. Ai, falou que, gente, a minha sogra protando aqui, ó. Ela tá falando o quê? Jo, já era. Vai, conta. Daqui a pouco você conta. Pode contar. Não, não vou contar. Não vou contar essa piada não. Piada
conta. É pesada. É pesada. É pesada. É pesada. É pesada. Mas eu, eu eu fui fazer esse exame aí. Aí o cara falou: "Não, tem que fazer outra som da bexiga para ver como que tá". Falei: "Beleza, fui fazer". O cara falou: "Tem um probleminha". Aí quando ele falou que tinha um probleminha, eu caguei pro probleminha, porque eu achei que era uma coisa simples, né? Aí ele Falou: "Vamos mandar um e-mail pro seu médico aqui, depois ele fala com você". Quando eu cheguei no estacionamento do hospital, o médico me ligou: "Ô, Portiol, tudo bem? Tem
um problema aí, hein? Tem que tirar essa semana". Falei: "O quê?" Já? Aí eu peguei, liguei pro meu sobrinho, que é urologista também, falei: "Ô, Ricardo, tio tá com problema aqui, que que é isso aqui?" Eu falou: "Tio, é Câncer". Eu quase caí, falei: "No". Falei: "E agora?" Aí eu fiquei perdido. Falei: "Pô, mas eu não tenho oncologista, não tenho médico disso, que que eu vou fazer, né?" Peguei, fui para casa, falei com a minha mulher, mulher, é sério? Falei: "É sério". Daí caiu, o chão abre, né? você vai pro fundo assim. Falei: "E agora
o que eu vou fazer?" Nossa, aí eu peguei, cara, minha mulher falou: "Por que que você não vê o Beto Barbosa?" Sabe a história do Beto Barbosa? A Beto Barbosa teve câncer de bexiga também, mas o caso dele foi bem grave. Beto Barbosa, depois eu fiquei sabendo que ele tinha poucas chances. E ele e ele é esse aqui, ó. Esse aqui. Isso. Pronto. Caraca. Aí ele ele se salvou. Aí eu peguei, Entrei na reportagem. Quem que é o médico dele? Aí eu vi que era o Dr. Fernando Malufi. Eu, olha só, eu mandei um, eu
mandei um Instagram pro cara, pro doutor. É aqui. Esse aqui, ó. Esse aqui, ó. Tá com a E. Pronto, vai melhorar. Aí melhorou. Aí eu mandei uma mensagem pro Fernando Maluf. Falei: "Doutor, é o Portiol aqui, tudo bem?" É, mandei um áudio. Falei: "Porque se eu mando uma mensagem, o cara fala: "Acho que é golpe e tal". Falei: "Ó, Doutora, é o porti aqui. Eu tive um probleminha aqui, um pólipo na bexiga. Eh, você pode me ajudar?" falou: "Claro, claro, amanhã você vem no meu consultório, me ligou 5 da manhã, depois ele acorda 4:30 da
manhã. Por pode ir lá, vou te atender 7 da manhã". Fui lá, daí falou: "Ó, fica tranquilo, tal, tem que tirar, mas a gente vai fazer primeiro, tira depois faz uma biópse para ver como que é". E e o grande problema é que conforme a Gravidade da da do câncer na bexiga, ele pode ser na mucosa, na lâmina ou no músculo. Se for no músculo, às vezes tem que tirar tudo, tá? Bem complicado, muda qualidade de vida. E eu não sabia o que que era. Falei: "Que que será que é, né? Cara, esses dias que
eu passei esperando depois da cirurgia até sair a biópsia, falar uma coisa para você. Aí vem a notícia, era uma notícia boa, graças a Deus. Aham. Mas tinha que fazer uma imunoterapia. Eu tinha que fazer quatro sessões, eu fiz três, eh, porque no aconteceu comigo que inflamava muito, eu fiquei internado por causa da inflamação. E inclusive hoje eu fiz um exame muito importante. Hoje, hoje, hoje fiz segunda-feira eu fiz exame, que é um exame que é meio complicadinho, mas eu fiz exame. Eu não ligo mais, tem gente que toma anestesia para fazer, eu faço sem
anestesia e deu tudo certo, tá tudo bem. Eu hoje assim, Você precisa e como que você tá? Eu tô na minha melhor fase. Nunca estive tão saudável como eu hoje. Não tenho nada. Cuido da alimentação, não como mais as tranqueiras que eu comia. Não bebo mais o que eu bebia. Tá treinando. Tô treinando. E antes da da desse desse que eu descobri, cara, eu tava muito legal. Eu tava malhando, fazia tempo tomando as coisas, tomando we, tomando, eu tava fortinho, tava bacaninha. E Depois disso me deu um desânimo, eu não quis mais malhar. E que
aconteceu? Eu fui travando, travando o quadril, ficava sentado, levantava, doía tudo. Aí eu voltei agora, mas eu voltei de uma maneira que eu nunca achei que eu ia voltar. Eu tive que voltar fazendo fisioterapia, cara. Falei: "Daí eu fiz." Falei: "Eu tô velho, tô velho". Fazendo fisioterapia. Eu voltei fazendo fisioterapia e eu faço duas horas de exercício por dia agora. Todo dia. Às vezes domingo depois do programa tô fazendo exercício. Então agora comecei a fazer fortalecimento de perna, tô fazendo agachamento, eh tô fazendo alongamento, tô fazendo a fisioterapia para soltar os pontos e eu tô
numa fase agora muito melhor que antes. Muito melhor que antes. Ou seja, você saiu tipo de uma zona de conforto ali, né? De poder achar que poder comer o que quer, de beber o que quer. Exatamente. Exatamente. É. E quando a gente se cuida, é outra história, né? E o exercício é muito importante para tudo. Cara, ser sedentário é o primeiro passo para começar a dar errado. Uhum. Primeiro passo. Então tem que fazer exercício, cuidar da alimentação, cuidar da cabeça, não guardar rancor, não guardar raiva, ódio, ódio, orgulho. Nossa, isso aí mata a pessoa. Então
tem que tem que melhorar em tudo isso aí. Uhum. Eu nunca guardei. Eu sempre fui um cara assim porque eu não tenho memória. Então às vezes o cara briga comigo, nem lembro. Quem que é a parte boa não ter memória. Você brigou comigo? Eu não lembro. Não lembro. Enfim, mas agora eu tô muito bem assim. Tô Que a gente sempre fala que quem bate, quem bate esquece. Esquece. Quem apanha lembra, né? E todos nós já fomos muito aí já, já levou muita surra na vida, né? Então, às vezes eu tento assim não levar isso pro
meu coração, porque eu falo que que o orgulho em qualquer área da nossa vida, ele é responsável por muita coisa não dá certo. É porque ali o orgulho predomina, seja Na na sua vida financeira, na sua vida amorosa, sua vida familiar. Eu tava falando até com a minha tia, tia Fatinha hoje, tava gostando alguns assuntos familiares. Eu disse: "Ó, toda vez que esse assunto mexe tanto com a gente, não fala mais sobre ele, porque se a gente continuar falando, isso vai continuar criando um um uma ferida, vai ali, o negócio vai aumentando e quando você
vê tá gigante o negócio." Você sabe, você sabe que até essas histórias De falar da minha saúde, eu não gosto de falar porque é um assunto muito pesado assim, traz um clima ruim assim. Então, as pessoas estão falando, falei, não quero falar sobre isso. Eh, porque eh eh esses dias fui fui fui dar uma entrevista, eu o cara veio com essas perguntas pesadas, né? Aí eu não falar de boa, tudo bem, mas eu percebi que ia ter clickbait, que até não sei. Eu falei para ele, não vai fazer em cima. Quando o cara faz um
pamppeiro, as pessoas Diam, você tá morrendo? Ah, tá. Verdade. Já te mataram na internet? Não, graças a Deus. Ainda não. Ainda não. Já me mataram na internet. É mesmo? Já lembra? Aham. Lembra e me mataram. Mas antes disso tudo o povo sai sai falando. É ad porque acho que é o Cara que gosta de clickbait, né? Saiu até no México que o apresentador famoso brasileiro morreu no acidente de carro. Povo sai falando, sai falando. É criando tudo. É para dar Ibope matéria. Para dar matéria, né? Para dar audiência. Isso é muito triste. Até onde vai
isso, né? Não sei. Já inventaram alguma coisa muito absurda sobre que você dizer assim: "Caraca, que absurdo, aquele maior fake news assim da sua vida. Ah, já teve umas polêmicas comigo, né? Já teve esses tempos aí, teve uma menina que falou que eu era muito, não sei o quê, falou um monte de coisa do meu respeito e nada era verdade. Nada era verdade. Falei: "Caramba, como por, né?" Prontou. Mas eu entendi, eu falei: "Ah, eu achei até bom, porque ninguém bate em quem é pequeno, ninguém associa o nome a quem não dá engajamento, Ninguém inveja
o feio, nem o de o fraco, nem atira pedra em árvore que não dá fruta." Exatamente. E você é tudo isso. Bonito. Uhum. Forte. Forte, gente boa, inteligente. Forte com onde? Onde vocês viram que eu sou forte? Ai gente, vamos pro recadinho aqui rapidinho. E depois do recadinho já vamos ter um momento que a gente ama, que é o momento da plateia. Já temos perguntinha da plateia aqui. Não, já temos. Aê. Inclusive você é de casa, vai chegar aquele momento que você pode estar aqui junto com a gente, junto comigo e com a Camila, junto
com Cels Portioles. Já pensou? Sim. Só ficar de olho na rua. fic olasis redes sociais @podcasts, não é isso? Que Daí você que tá assistindo, eu quero você aqui com a gente pessoalmente, tá bom? É isso. E ó, o sorteio desses dois iPhones é nessa quarta aqui no podcasts ao vivo, tá? Então se você ainda não comprou, dá tempo aí por R$9,90 que RCode tá na tela e se você tiver pelo celular, o link tá na descrição, tá? Vai lá e compra o seu, que além dos dois iPhones também concorre ao carro no final do
mês, tá? Um Polo 0 km. Se você não quiser o carro, você pode pegar o valor do carro que é 80.000, né, amigo? Amiga, inclusive além de você tá concorrendo a dois iPhones, ai Lucas, eu ganhei o iPhone, você já está concorrendo o carro. Eu sendo você agora com apenas R$9,90. Lembrando que aceitamos todas as formas de pagamento, eu sendo você. Ai, não tenho sorte. Eu nunca tenho sorte. Meu amor, você já jogou? Você já fez alguma coisa na vida? O meu pai falava antigamente, meu filho, nunca ganho na telecena. Eu disse: "Meu pai, o
senhor joga?" Não jogo. Então como é que vai ter sorte? A mesma coisa agora nesse momento. Como é que você sabe se tem sorte ou não? De alguém vai ser. Não vai ser meu, não vai ser da Camila, não vai ser do Cels Portioli, vai ser de você que tá aí nos assistindo por apenas R9,90. E lembrando que além de você concorrer, você vai est ajudando a Casa Rona de McDonald's, que é uma Casa que cuida de crianças com câncer lá do Rio de Janeiro. Então quer conta tá na tela, aproveita, tá aqui. Vamos que
vamos. Valeu, Masterc por estar com a gente, né? Valeu, Masterc. Alô, Silvinho, um beijo. E agora chegou o C aquele momento descontração, aquele momento leve, já que a gente passou de um assunto que graças a Deus você já venceu, nunca vai voltar. Nunca, se Deus quiser. Chegou o momento, pergunta da plateia. Sobe som, produção. Eu quero saber, quero saber quem vai fazer pergunta aqui pro Celson. Vem para cá, meu amor. Eita, a minha gostosa. Boa noite novamente. Já tiramos foto lá embaixo. Foto lá embaixo e não foto lá de baixo, né? Também, né? Também, né?
Também. Também, né? Então, né? Ô, Celso, não me comprometem, hein? Por favor, bom. Não, perguntinha simples. Durante essa sua longa estrada no SBT, por algum segundo você pensou em sair do porrada no microfone. Você pensou em sair do SBT algum dia? Vixe. Eita, ela já jogou uma bomba. É uma bomba. Eu, você sabe que eu tive algumas propostas para sair do SBT, tanto a Record como a Globo tentaram me levar e o que ficou mais perto de me levar assim foi a Globo. E eu não saí do SBT por por obra do destino. Eh, eu
eu me lembro, essa história é boa, eu podia contar inteira para vocês, hein? Pode contar. É, você vai ficar cansadinho ficar isso aí porque senando de velha. Não, obrigada, meu querido. Só que a senhora vai sentar para não Poder, né, para ele responder bem. Claro. Você sabe que a quando eu comecei no SBT, a Globo queria uma pessoa pro sábado da da Globo. Não tinha ninguém no sábado da Globo. E aí o Roberto Talma era do SBT. Roberto Talma ele era da Globo e tava fazendo uma novela no SBT. Ele tinha saído da Globo e
fazendo novela SBT. É, era SBT, era novela Escola Brasil, acho que era Escola Brasil. E a novela não tava dando muito Certo. Então ele ia voltar pra Globo, só que ele tinha uma multa de R$ 5 milhões deais pro SBT liberar. Então para voltar pra Globo, ele eh fez um acordo com SBT, SBT ia liberar, não precisa pagar multa e vai embora. Quando nesse processo dele ir embora pro pro pra Globo, tava faltando uns três meses, ele me chamou, falou: "Portioli, está começando na televisão, a Globo gostou muito de você. E você eh tem um
projeto para você, quanto você ganha? Eu Falei, ganho X. Ele falou: "A Globo vai te pagar 10x e de luva você vai levar 100 X." Eu falei: "No, é mesmo?" Eu falei: "É mesmo." Daí eu fiz algumas reuniões, fui na casa dele, do Roberto Talma, tava tudo certo. Eu falei: "Roberto, é a minha multa. Minha multa era bem pequenininha". Ele falou: "Não, a sua multa eu pago do bolso". Só que tem um detalhe, não fale para ninguém que quem tá te levando paraa Globo sou eu, porque O SBT tá me liberando uma multa de R$
5 milhões deais. Eu falei, beleza. O SBT tinha acabado de mudar para Anhanguera. O SBT era era no Cine Cruzeiro, né? ali perto do Center Norte, era menorzinho e tava mudando para Anguera e tava meio bagunçado ainda lá, assim, não tinha organizado direito, as pessoas entravam no no estúdio quando o apresentador tava gravando, principalmente do Silvio. E aí eu não sei que aconteceu, se eles queriam Moralizar aquilo. Eu tinha uma apresentação em Aracaju naquele dia e o o Orlando Macrini, que já faleceu, falou para mim: "Porlei, o Silvio quer falar com você". Eu falei: "Mas
eu tenho apresentação". Não, não, ele vai acabar o programa rápido, você fala com ele. E eu fiquei esperando e o meu voo era tipo 6 da tarde e a gravação começou a atrasar, atrasar. Ele não me chamava, não me chamava. Aí eu falei: "Comandante Hamilton, o meu cachê era R$ 5.000, eu Paguei R$ 5.000 de helicóptero para não perder o o meu evento lá, então eu não ia ganhar nada". Aí ele me recebe, o Orlando falou: "Vai lá, acabou a gravação, pode ir no camarim dele". Eu eu tava com a proposta da Globo para ir
pra Globo. Eu peguei, fui lá falar com ele, o Silvio, ele ele abriu a porta, falou: "Porle, o que que você tá fazendo aqui? Ninguém autorizou você entrar aqui. Eita! E quando você quiser falar comigo, fale comigo na presidência, não aqui marca a secretária, fala na presidência, porque aqui eu não vou receber ninguém." e ficou meio bravo. Eu fui embora, fiquei meio chateado, falei: "Pô, fiquei esperando até agora que vou gastar todo o meu dinheiro agora que eu ia ganhar na apresentação, fui embora, tal e eu voltei, moleque. Eu voltei, ah, como ele não vai
me receber lá?" Depois que eu voltei, eu falei pro meu Amigo, pro Joaquim, vai lá e fala para ele que eu tô com uma proposta da Globo, só para entrar no camarinho dele, para ele entender, gente, de bobo, de bobo. Mas eu não sei por que eu fiz isso. Aí o Joaquim chegou, falou: "Silvio, o Celso tá indo embora pra Globo, tá com uma proposta, chama ele aqui". Aí eu peguei, entrei no camarim, falei: "Ah, quem falou que eu não ia entrar aqui no camarinho? Bobão, né, Cara? Ele me fez a primeira pergunta que acabou
comigo. Ele falou assim: "Quem está te levando para a Globo?" Eu não podia falar que era o Roberto Talma. Aí eu peguei e falei: "Daqui uma semana eu te falo, hoje eu não falo". Ele falou: "Você tá mentindo para mim". Falou: "Não posso falar quem é". Ele falou: "Só um pouquinho, eu vou ligar para o Roberto Marinho." Roberto Marinho era o dono da Globo, era vivo ainda. Aham. Ele podia ligar, era dono falando com dono. Total. Eu falei, "Ele vai ligar pro Roberto Marinho. Que que vai acontecer agora? Aí ele ligou, o Roberto Marin não
estava, da ele falou: "Eu quero saber quem vai te levar paraa Globo". Eu falei: "Não posso falar, não posso falar, não posso falar, não posso falar". E começou aquela briga: "Você tá mentindo, não tô Mentindo". E eu não podia falar e não falei que era Roberto Talma. Ele falou: "Bom, então hoje eu não quero mais falar com você. Amanhã você vem, eu quero falar com você na presidência". E eu fui no outro dia e ele falou comigo: "Quanto vão te pagar? Vamos pagar tanto? Quanto vão não sei o quê? Tanto ele pegou, fez um contrato
comigo muito pesado e eu não fui pra Globo porque eu assinei o contrato dele. Aí a multa passou a ser, não sei, 20 milhões na época. Na época Uma multa gigantesca. E eu não fui pra Globo. E eu depois eu falei pro Talma, mas não vou mais paraa Globo, vou ficar no SBT. Então, se eu não tivesse feito essa confusão, se não tivesse aquele episódio dele não deixar entrar lá, eu teria assinado, teria ido embora, teria ido embora paraa Globo e não fui. Eh, teve a outra vez que a Record tentou me levar, foi até
uma história engraçada que na época o cara falou assim, era o Eduardo Lafon e tava o presidente da Record, o Eduardo Lafon também já faleceu. Eduardo, o presidente da Record tava assim, eu tava na reunião, eles falam no nosso projeto fazer um programa domingo assim, assim, assim, assim, eh, e nós vamos te pagar tanto, vamos, vamos te pagar X. Isso, isso você no domingo também. Eu é eu eu tava no domingo, tava dentro, já tava desde o comecinho, eu fui pro domingo. Aí o o cara falou: "Nós vamos Pagar X já era muito." Eu falei:
"Quanto?" Ele achou que eu tava desdenhando. Ele falou: "2x". Caramba. Falei: "O quê?" Ele falou 3x. Tô dentro. Eu falei tô dentro. Tô, tô. Como que é? Tô mais do que tá mais certo do que eu. Tava na Record. Tô tô mais certo que a câmera. Mais certo que quem? Tá mais certo que a câmera. Mais certo que a plateia. Tô mais certo que de Macedo. Tava mais certo que de Macedo. Literalmente que aconteceu. A minha multa era muito grande, não era impagável. Aí não deu para ir por causa da multa. Então eu tinha que
assumir a multa. son minha multa, acabei ficando no SBT. Então, tive algumas situações que foi que que eu que eu ia sair do SBT por proposta, mas nesse caminhar todo do SBT, teve momentos que eu quis parar de trabalhar, que eu não queria mais trabalhar. Não por trabalhar por, ah, não quero mais trabalhar, não, porque eu não tinha programa, eu tava na geladeira, eh não tava fazendo o que eu queria. Então, alguns momentos, eu fui, eu fui com a recão no bolso para entregar. Uhum. Para, para, para parar de trabalhar. Você era da, do SBT,
mas você até então Não tinha não tava no fazendo programas, né? Nem nada. Como que é? Não, eu já tava, já tava. Mas, mas você não tava no domingo? É, eu comecei durante a semana, depois de uns se meses eu fui pro domingo. Mas você tá no domingo, foi sempre um sonho seu. Sempre trabalhar com Silvio Santos. Porque, cara, o domingo para mim, inclusive o domingo do SBT, eu sempre Falava isso, né? O domingo do SBT é muito sagrado. Quando a gente acorda que se depara com Cels Portiol, aí vem Eliana, aí vem a Silvio
Santos, agora a Patrícia. Cara, é um negócio que você não quer sair da televisão. É, é cultural, já é hábito da Eu falo porque até hoje, se eu tiver no domingo em casa disponível, se eu começo seu programa, eu fico até acabar, Patrícia. Você imagina gostoso. É, não. E o gostoso é o seguinte, eu gostava muito de assistir o Silvio Santos, assim, gostava porque ele faz de uma maneira que que é gostoso de assistir. Não sei o que que é uma magia que ele tem, uma técnica única assim. Eh, eu tenho saudade dele no ar
assim. Eh, dá saudade, não dá. Eu tô torcendo muito para ele voltar. Parece que ele vai voltar agora, né? É, não sei. Tomara, tomara que ele volte. É, eu tô Torcendo muito para ele voltar. Quem sabe bem é a Patrícia, quem sabe bem a direção do SBT. Eu escuto um zom zom zom, né? Eu tô torcendo para que ele volte logo assim e e trabalhar com ele. Vou falar uma coisa para você. Eh, ele me chamava no camarim, sem falar da das bronquinhas, da puxada de orelha, mas ele me ensinava assim. Então ele falava falava
por Tioli, não é assim que faz. Você tem que fazer assim, Assim, assim. Se eu fosse você, eu não falaria isso, falaria isso, não fazia assim, fazia assado. Isso tem preço ou não? Não tem preço. Então é alguém que quer você maior, né? É. Então eu fui uma aposta dele. O Silvio Santos me segurou no ar muito tempo dando prejuízo. Ele ele lapidou muito tempo dando prejuízo. Televisão não é uma coisa barata, não é um podcast que você compra meia dos de microfones, três câmeras que não custa muito. Vamos Fazer, bota no stream e vai
pro ar. Isso aqui é de graça. Isso aqui, isso aqui, essa estrutura que a gente tem para fazer um podcast hoje, vai gastar quanto? 100.000, 200.000? Isso é de graça. Televisão você pensa, você gasta. Claro, o rádio é mais barato que isso aqui ainda. O rádio, rádio é um cara lá, um microfone, o cara faz sozinho aquilo ali. Televisão você pensa, você tá gastando milhões, não adianta. Então imagina um Cara começando na televisão, que que a televisão tem? Tem um negócio chamado TT. TT que é tempo de televisão. Tempo de televisão que dá credibilidade. Nós
ado começar amanhã e semana que vem ele vai ter uma grande empresa com ele. A grande empresa não põe dinheiro com aquele cara que tá começando. Tem que ter uma credibilidade, tem que ter uma história, tem Exatamente. Tem que ser um cara limpo, não pode ter escândalo, não pode ter Problema. A imagem é tudo. Então, eh eh eu vivo hoje, se tiver uma coisa para estragar minha imagem, eu acho, é perigoso eu entrar. Que que vai acontecer comigo se eu perder a minha credibilidade, a minha imagem? É um negócio que eu cuido muito. Tenho muito
cuidado com já deve ter negado muito convite, né? Imagina quantos convitos que você recebe e vê que não dá, porque as pessoas que estão na televisão, a gente não vê elas em muitos Lugares que a internet, a gente que é influenciador também precisa estar, porque pra gente é muito bom também, porque existe um público da internet que troca a roupa, a divulgação de público e tudo. Então pra gente é muito importante, né? A gente cresce quando a gente vai pro eventos do do casamento agora que eu fui de uma influenciadora, eu ganhei 40.000 seguidores naquele
evento que eu tava. Então pra gente é importante. É, mas quem da TV a gente não vê muito lá. Vou imagem. Eu quando comecei no YouTube, eu participei de muitos canais, eu ganhei muitos muitos seguidores também, muitos inscritos no canal do YouTube. É importante fazer isso, é essa essa essa esse networking, n é muito importante fazer. Fala, posso fazer uma propaganda do meu do meu podcast? Pode, po, deve fazer, Deve. Inclusive, vai a gente lá para você entrevistar, né? Claro, estão convidados. Estão convidados. O pessoal, o pessoal que trabalha comigo tá aqui também. Vamos ter
que montar um boteco lá para eles. Vão ter que fazer um negócio bacana. Botar, por favor, plateia, botar meia, botar meia d de velia lá também lá. Ei, leva ela, leva ela, leva eu. Ai, elas vão brigar comigo. Eu falo porque elas tm a minha idade. Mas, ó, você pode, você pode se inscrever. É, pode ser, tá? Pode ser. Se você tiver dificuldade, é só colocar no navegador www.pods. Pode ser. Procura aí. Pode ser. É ser de cé só. Pode ser. Pode ser. Pode ser. Pode ser. Pode ser. Vai ser legal. Pode ser. Eu amei
esse trocadilho, viu? Pode ser, pode ser, pode ser, pode ser de cé. Agora me conta um negócio aqui. Que História é essa de se apresentar o BBB que o povo começou a falar esses dias da internet? Nossa, ia amar, viu? É, mas você sabe que muito tempo atrás teve uma pesquisa. Você até colocou o o meme, você fez uma fotinha lá na sua cara. Você sabe que eu col eu fiquei, eu fiquei atrás do do Tadeu, né? Eu tava fazendo academia e eu vi o Tadeu postar aquilo. Ai, tô aqui na cama, que Delícia. Você
falei, vou sacarear o Tadeu. Porque o Tadeu é é amigo Tadeu é um cara muito legal. Quando eu tava esquiando Snowers, minha paixão é esquiar na neve. Minha paixão depois de de televisão, minha paixão é esquiar. E eu tava esquiando lá, eu vi, encontrei o Tadeu no Walmart porque e a gente é bom, mas não gan dinheiro à toa. A gente vai no Walmart, compra roupa, coisa barata, comida barata, é tonto. É lógico. Vai lá. Aí ele falou, vamos Jantar junto? Falou, vamos. Ele tava num hotel bom lá. Ele foi lá, ele pagou o jantar
para mim. Muito legal. Ele esposa dele, bacana. E ficou essa essa memória bem legal dessa época da gente juntos ali. E quando eu vi o Tadeu, eu falei: "Vou sacanear o Tadeu." Ele tá na caminha, colocar atrás dele, coloquei, postei. Ele até postou depois, né? E agora teve um cara que o cara colocou Tal Tadeu eu e ele se colocou atrás de mim. Você já deu certo com você ajeitar agora ele. Ai, enfim. Mas essa história foi totalmente uma fake news. Assim, fake news. Fake news. Já saiu muito tempo atrás uma pesquisa e eu tinha
ganhado essa pesquisa para apresentar o BBB. Mas imagina, você iria, Celson. Como hã, se eu iria, se eu iria, não sei não. O reality show eu não gosto muito de, eu já apresentei o reality show já, Um chamado conquistador do fim do mundo, que era competição entre cinco países. Eu fiquei três meses na Argentina. Foi demais. Esse eu faria de novo que é no meio do mato, da natureza, é uma história diferente de sobrevivência. Isso é uma coisa que eu gosto. Agora, no tempo de hoje, você lidar com cancelamento, lidar com politicamente correto, incorreto, com
essa coisa toda, não é para mim. O meu negócio é alegria. O meu negócio é dar risada, é fazer Bagunça. Não é para mim. Não é para mim. Isso é para Thiago Leifer, é para Pedro Bial, é para Tadeu Schimit. Não é para mim. É uma coisa que eu não gostaria de fazer. Não gostaria. Agora pagando bem, eu faço, eu faço e tá faltando, né, um reality na SBT. Teve a época na Casa dos Famosos, eu lembro casa dos artistas, eu lembro que inclusive o su é o supla. A Bárbara, a Bárbara também é Bárbara.
Bárbara Bárbara Bara Paz. Bárbara Paz. Bárbara Paz. É, eu lembro dessa época assim, não lembro tanto, né? Eu era bem criança. Lembra do Frota? O o Frota saiu, o Frota desistiu, mas tá voltando para casa. Volta, Frota, volta. Enfim, mas surgiu todo esse papo do BBB, porque eu fui no casamento do Dr. Fernando Malufi. Deixa eu mandar um Beijo aqui, Dr. Fernando Maluf, um beijo para você, para sua esposa, pra Líia, um beijo para o Dr. Vladimir, que me atendeu hoje também. Um beijo para todo mundo. E eu fui no aniversário dele e tava lá
o Boninho. Então o Boninho tava lá junto porque porque a a Ana Furtado, que é esposa do Boninho, era um amor, cara. Era boa, né? É a uma das únicas, só tem duas globais que falam comigo no Instagram. Aham. Duas. Ela nenhuma mais. Ela, a Ana Furtado, né, que é uma graça de pessoa. E também a Tatavernec. Nossa, ela querida também, né? Um amor. A única que pergunta como que você tá, como tá a saúde. É um amor assim. Então, eu tenho um carinho muito grande pelas duas. Eu encontrei e eu conheci a a Ana
Furtado Através do Instagram e do WhatsApp. A gente conversava há muito tempo e quando eu vi a Ana pela primeira vez foi agora. Então, oi. E o meu meu meu meu meu WhatsApp tem um nome diferente. Então ela oi falou pelo nome que aparece lá. Tá até. Inclusive não achava que era tu não. Até falei com a Amanda disse Amanda. Aqui não é o Celso não viu foi trollagem. Quando quando você viu o Kid Bengala você falou: "Não é ele". Isso aqui não vai não. Você sabe quem é? É. Eu não. Não me comprometa. pelo
amor de Deus. E aí? Aí eu fui tirar foto com Boninho, né? Tiramos foto. Aí eu falei: "Não vou postar porque tem muita foto que eu tiro, não posto." Falei: "Não vou postar, vou guardar foto com bonito." Quando entrei, amei esse seu truque rapidinho. Eu amei esse seu tronque que Eu já mudei de nome, não foi Amanda. Disse: "Amanda, essa tática aqui do céus foi maravilhosa. Botei Frederico. Frederico Guimarães, mas você não pode falar porque da que tá vendo aí? Eu mudo de novo. Eu vou depois é depois eu mudo outro nome. Não adiantou. Ah!
É, mas você sabe que eu mandei, eu mandei, você mandou para mim, né? Eu olhei a foto, olhei o número, né? Eu peguei, Mandei pro Carlinhos Maia lá no no mandei lá, é, falei, Carlinhos, recebi uma mensagem aqui, o final do telefone é tal, é do Lucas, ele falou: "Deixa eu verificar". Aí mandou: "É". Falei: "Ah, então vamos responder" porque a pessoa já sabe, né? Tem trollagem também, né? Telefone de fora. Falei, não é de São Paulo, tal. Falei, vou perguntar. Mas eh daí eu tirei a Foto com o Boninho, daí eu não postei. Eu
vi que ele postou primeiro, falei: "Agora vou postar". Postei a foto lá, daí virou essa bagunça toda. Mas o pessoal eh eh enche muito a a a as paciências, inventa muita história, fake news. Teve uma época que eu tirei uma foto na Eu fui visitar uma uma televisão Band. Uhum. Eu tenho rádio no interior, então tem a Bandeirantes tem uma uma uma televisão muito bonita que é montada num Shopping, é linda. E eu fui lá, era um evento e eu fui lá, tirei uma foto com Band de fundo. Para quê? Já era. Para quê? O
povo tudo começou a falar que você para essa história. É, às vezes eu falo assim: "Tô indo, tô indo, tô indo para Bandeirantes." Eu escrevia no Twitter muito. "Tô indo para Bandeirantes". E o pessoal: "Nossa, nossa. Eh, depois eu vou chegar e em em Limeira, mas era Bandeirense Rodovia no Twitter eu tralava muito. Você viu, você viu que eu entrei na Globo de carro? Vocês viram isso já? Não tem rola na internet aí tem. Eu entrei na na Globo, falei: "Rei de emissora". Não, cheguei na portaria da Globo. Vocês não viram? É, é muit explodiu
esse esse esse esse vídeo. Vamos olhar, amiga. Não cheguei a ver isso não. É muito engraçado. Agora você falou que é só duas atrizes globais que conversa com você. Existe richa. Tu crê que tu leu minha pergunta por Deus? Por Deus você leu minha pergunta. Quem ia perguntar se de fato existe isso de o SBT, a Globo, a Record, Grup. entre os apresentadores, não é porque não se conhecem mesmo. Aham. Hum. Acho que é por isso. Quem são muitos seus amigos do SBT? Todos. Eliano Ratinho. Desde desde da da moça que trabalha na limpeza até
a presidência, até o dono. Todo mundo. Eu sou um cara muito assim, gosto de todos, é minha segunda casa comunicativa, né? E sou muito bem quisto também no SBT. As pessoas têm um carinho muito grande por mim, muitoado, né? Isso eu sou, eu sou um Funcionário muito bom. Eu sou um cara muito bom, assim, eu sou parceiro do comercial, eh, eu sou parceiro da das produções, eh, nunca quis puxar o tapete de ninguém, sempre dividir programa e de boa, porque divisão de programa é uma coisa complicada. O cara conta as palavras para ver se você
vai falar mais que ele ou não. Não é assim. É questão do ego, né? Eu nunca fui assim, nunca liguei, mas Nunca liguei. Eu não nasci, eu não vivo o artista. Todo mundo que vive o artista pode se dar mal. Você tá passando mal aí? Não. O que foi, Bor? Tá coçando as costas. Tá coçando as costas. Ela vai derrubar esse cenário na gente. Tá coçando. É, tia. Coça as costas. O bom é que o Celso é de casa, que ele já acompanha, então ele já sabe como é. Vem aqui, meu amor. Vem aqui que
eu vou Coçar suas costas. Tá cansada. Tá cansada. Ó Amanda, pega ela aqui, Amanda, para ela ficar. Ai [Risadas] aí é inquieta, tá? Cor disse a ela: "Vai para casa, minha filha já tá velha". Ela disse: "Não sou velha não". Eu disse: "Ó, vai descansar". Ela disse: "Não, que a suas tias vão, elas são velas também". Ó, tem uma porta aí. Tem uma porta. Pode entrar aí. Olha meu camarinho aí. Olha Aí atrás dessa cortina. Mas eu eu acho que do SBT, eu sou amigo de todo mundo lá, assim. Então é todo mundo não tem
problema com ninguém lá. É porque de repente se a gente vê o Celso com o Luciano Hul, aí a pessoa já fica imaginando, hum, acho que o Celso vai correr pra Globo, né? Alguma coisa acontecendo. Isso de fato acontece. Pessoal, aparece, passou, apareceu a Foto com alguém e já começa e hoje em dia acho que dá muito, muito, muito view, né? É, dá like. Então o cara olha aquilo ali, o cara aproveita, conta uma história e pronto. É você unir forças, né? É, exatamente. Isso aqui é união de forças. É, é o público da Camila
junto com o meu público, junto com o teu público. E uma coisa que a gente tem aqui também, você falou que é sobre a gente também Não tem essa disputa, né, amigo? De quem fala mais. Aliás, onde vocês querem chegar na internet que eu quero entender de vocês, porque e assim, a internet não é não é como um jogador de futebol que chega 30 e poucos anos, a carreira acaba, né? Porque se acabasse eu, velhinho não estaria na na internet. Eu tenho 55 anos e tô aí fazendo a minha parte. Eu não sei se tem
tem influenciador até com com mais idade. Tem, tem uns vovozinhos do TikTok. Bom, tem muito. Tem muit o bom da internet que é para todo mundo. Para todo mundo. Todas idades. Mas que como você se imagina, vamos supor, daqui 10 anos você vai continuar fazendo o que você faz? Vai acompanhar as as tendências? Então quero, quero fazer vlog da minha família, de tudo assim, né? Daqui 10 anos eu ter minha família. É, ele virou o jogo aqui, né? Virou virou jogo. Olha só, essa pergunta vai para ti também. Não, mas enfim. Olha, eu eu tenho
muita vontade também de fazer um filme ainda de de porque eu já fiz teatro, né? Já fiz dois anos de teatro. Tenho muita vontade de viver essa experiência, não entrar nesse nesse meio mesmo e tal, mas eu tenho vontade eh continuar com meus vlogs no YouTube, porque eu acho que isso você guarda Lembrança. Não, hoje tá um por dia. Um por dia. E aí eu eu acho que vlog guarda, você guarda, sabe? E hoje eu vou mostrar alguma coisa para um amigo meu, tipo, ah, já fui em tal lugar, eu tenho vídeo para mostrar e
tal. Você sabe, uma história doida, né? Recordação, né? Há muitos anos atrás, eu achei que eu ia, eu ia, eu ia, eu achei que eu ia Morrer. Assim, teve uma história de um problema de que eu tive, eu achei que eu ia morrer. Aham. Daí eu comecei a fazer, começou a ter uma crise de pânica, alguma coisa? Não, não tive não. Eu comecei a fazer muita coisa na internet pro meu canal para que meus filhos me vissem depois. Não é doido isso? Caraca. Não é doido, é pesado, né? Mas aí eu falei, cara, eu vou
deixar um monte de coisa registrada, eles vão, porque era tudo pequeno. Eu falei, vou fazer um monte de coisa aqui porque depois eles vão ver como eu era, o que eu fazia. Mas é isso, sabe que eu não tenho essa visão da minha mãe e do meu pai, porque antigamente não tinha câmera, esses negócios assim. Então, tinha foto, né? Tinha câmera ali de tirar foto e tal. Então eu acho que vai Ser legal isso, meus filhos verem o a gente aprontando, a gente viajando. Uma coisa que eu penso, as pessoas chegam para mim e fala
bem assim: "Ah, Lucas, você não tem medo da internet acabar, do Instagram acabar?" E eu falo, como é que eu posso tornar o meu maior, o maior sonho da minha vida em um pesadelo? Porque antigamente eu trabalhava, já trabalhei como ardealista também três anos. Eu já entreguei jornal, já vendi perfume Nas portas, já fiz de tudo um pouco e naquele momento a o que mais eh fazia valer a pena as coisas era minha entrega. Tipo assim, se eu era vendedor, eu queria ser o melhor vendedor. Se eu era o locutor, queria ser o melhor locutor.
Não era melhor que você, era buscar a minha melhor versão. Sim. Então hoje quando tudo começou a acontecer, eu digo, eu não posso ter medo daquilo que eu sempre busquei um Dia, de ter qualidade de vida, de poder ajudar a minha família, de poder correr atrás dos meus sonhos, conquistar tudo isso. Mas uma coisa é fato, por exemplo, daqui a 10 anos, eu imagino continuar vivendo da minha arte, mas de uma maneira muito mais tranquila. Sabe quando você falou, tipo assim, se eu trabalhava a semana toda, eu vou trabalhar duas vezes por semana, porque o
que me move nessa parada aqui não é o Dinheiro. Nem tudo eu faço pelo dinheiro, é o amor pelo que eu faço. Porque quando você tem o dinheiro, você entende que ele não é tudo. Se você não tiver primeiro o seu amor, a tua base, teus princípios, os teus valores. Então quero estar obviamente muito milionário, muito, muito, muito para poder proporcionar não só paraa minha família como para para quem Deus manda, mas também poder viver de uma arte e acompanhar essa arte, sabe? Se Reinventar. Sim. Eu eu falava para meus amigos quando eu não tinha
nada, eu falava falava: "Galera e ou eu vou ser muito pobre ou eu vou ser muito rico". Eh, não tô muito pobre, mas também não cheguei muito rico, mas não paro de encontrar desde os meus 8 anos de idade. Eu nunca parei de pensar uma maneira de ganhar dinheiro, pensar grande, né? Pensar grande. Então, até hoje o pessoal fala assim: "Você tá parado, tá quieto, Tô nada. Tô fazendo um milhão de coisas ao mesmo tempo". É que eu não falo muito, mas eu tô fazendo um milhão de coisas ao mesmo tempo, porque uma hora acerta.
Tudo bem, já acertou na carreira, já ganha bem, ganha, mas não é o o onde o teto onde eu quero chegar, tá? Eu quero, eu quero gerar mais empregos, eu quero empreender mais, eu quero, eu quero aprender mais, eu não paro, eu é 24 horas por dia pensando. E eu falo que bom, imagina para você Chegar aqui, ai Lucas, Camila, já cheguei onde eu queria, tá tudo ótimo. Então, perd, eu falo, eu falo pro pessoal assim, pros meus amigos, pro pessoal da televisão e pr minha família, o dia que eu saí de casa, domingo de
manhã para ir pra televisão e sair mal morado, sem vontade de trabalhar, eu tenho que parar. Uhum. Até hoje eu vou pra televisão com tesão de trabalhar, Porque o meu amor é isso que você falou, é comunicação, onde tem microfone, chegou uma época da minha vida, Camila, que eu sempre tive microfone em casa, né? Podia ser um gravadorzinho microfone, mas sempre tive, teve época da minha vida, agora parou um pouco, que eu não tinha falhado um dia sem falar no microfone, sem treinar. Então, treinava, gravava, ouvia, treinava, porque eu nunca fui o melhor, nunca fui
o melhor locutor, nunca fui o melhor Apresentador. Mas eu posso te garantir uma coisa, treine até a pessoa se tornar. Eu fui o mais dedicado. Uhum. Eu fui o mais corajoso. Eu era o cara que metia, eu falava para meus amigos que eu ia ser apresentadora lá do Silvio Santos, todo mundo dava risada. Fala: "Você é louco, você é maluco, como que você vai chegar lá? Como?" Enfim, tem que tem que acreditar. E essa história Que você disse, eu acho que a internet no futuro acabar não vai, vai tá muito maior do que a hoje.
Muito maior. É isso que eu penso. E e que bom também, porque que bom e como quando você falou bem assim, a Lucas, eh, eu tenho muita coisa ainda para chegar no topo, porque eu falo que o que me mantém de pé é meus novos sonhos, minhas novas metas, é saber, a gente, a gente sabe o que a gente tem dentro de nós, que a gente Pode chegar muito mais além e muito mais longe. Como você, a gente olha para você, a gente enxerga uma pessoa totalmente realizada, mas você melhor do que ninguém sabe que
você ainda quer chegar cada vez mais. Mas todo mundo, C, se eu perguntar aqui, entrevistar tanto eu quant Camila, vai querer chegar cada vez mais alto, cada vez mais longe, qual que é a sua maior conquista que o dinheiro Além da tua família? Você dizer assim: "Meu Deus, eu nunca imaginei que eu teria isso e hoje eu tenho assim". Que que é conquista material, Celso? Não, eu acho que a maior maior conquista do meu dinheiro, material, eu acho não é material, mas as viagens que eu faço, eu acho que isso é a melhor coisa. Se
tu acha que viaja, viu? Eu amo viagem. Viagem é a melhor coisa que você pode fazer com dinheiro. Para onde você já foi? Cita alguns Ah, eu já fui pra Israel, fui para ver a A aurora boreal na na Noruega. Ah, eh, já fui Estados Unidos. Estados Unidos. É, é Aurora Boreal. Nossa, é muito legal. Menos 35 gra Israel. Fui duas vezes. Vai agora para Israel. Vai se batizar nas águas. Quero do Rio do G. Eu tenho que fazer. Você não me chamou. É. Hã? Você não me chamou para ir com você? Eu ia chamando.
Eu ia ver que eu tô achando com É umas férias de fod na cab Júlio. Vamos conversar no bastidor. Vai dar certo, Israel. Vale a pena. Vale a Hoje eu vim pensando, falei qualquer hora vou pegar o avião, vou vou para Israel de novo. É, é uma promessa assim, eu tenho que ir lá. Sabe que eu levei minha mãe, né? Minha mãe com 92 anos eu levei minha mãe. Minha mãe, minha mãe não gosta de incomodar. Aham. Se você falar, se você, se ela sentar aqui, tiver e essa xícara, tiver uma semaas aqui, se ela,
ela vai pegar essa aqui. Se tiver pessoas comendo, ela ela não come enquanto todo mundo comer. E se ela falar a comida não vai dar, ela é o jeitinho dela. E eu falei: "Mãe, eu vou ter 15 dias de Folga antes da pandemia". Eh, só que a gente não sabia que existia uma pandemia. Eu falei, vai, vou ter 15 dias de falga, vamos embora para Israel, mãe, que é o sonho da sua vida. Ela falou: "Não, não vou, não vou. Você vai gastar dinheiro, não vou". Falei: "Vamos embora, mãe? Vamos embora para não, não vou".
Daí minha irmã que mora com ela, eu falei: "Você vai?" Ela falou: "Minha irmã falou, eu vou". Falei: "Mãe, a senhora vai ficar?" Daí eu falei: "Espera um pouquinho." Subi, e voltei. Falei: "Já comprei passagem". Falei: "Senhora, vai comigo, você também vai". Daí ele veio meu irmão mais velho, a minha irmã mais velha e a minha mãe. E a viagem foi maravilhosa. Foi algo assim, incrível em única mão. Eu eu tenho muita vontade, eu falo com a minha mãe e com meu pai. É assim, é um investimento, né? Porque é uma viagem, Cara. assim porque
é é incrível, né? Eu já fui uma vez, só que eu não fui com igreja. Então assim, eu foi legal, foi incrível, mas eu tenho certeza que quando eu fui com a igreja vai ser, já fui uma vez, foi porque o pessoal lá tipo tipo eles estavam juntando influenciadores de cada lugar para poder levar, para mostrar que lá também é um lugar turístico, entendeu? Que o pessoal só vai pra Disney. E aí eu fui uma Dessas youtubers que foi selecionada para ir mostrar, gravar vlog e tudo mais. E aí eu fui, só que tipo assim,
eu não eu não vivia a experiência de hino como meu pastor, por exemplo, sabe? Então passei lá, ele falou: "Ah, aqui é o muro das lamentações, contava a história, mas não era, sabe, com aquele, quando você vai com propósito, quando você vai com propósito, é diferente. Eu fui com a minha mãe, eu e eu vivi a experiência com a minha mãe. Uhum. Eu voltei para viver a minha. Então, foi muito legal, foi muito emocionante. Foi, quando você foi com a sua mãe, era muito mais por ela do que por você. exatamente para realizar o sonho
dela. E foi foi muita sorte porque ela voltou em novembro e em dezembro começou a aparecer a a pandemia. Se ela não agora ela tá com 96, se ela não tivesse ido ali naquele momento, 96 anos, Não vol não iria mais. É, é uma bção de Deus. Ela ela é uma pessoa lúcida assim de conversar e tudo. Sim. Tá melhor que eu. Faz, ela baixa, põe, ela põe, ela põe as duas palmas da mão no chão de alongamento assim. A velhinha porreta. Por inteligente, bem humorada e ainda faz. Ontem mesmo gravei ela varrendo. Ela tava,
tava todo mundo na casa dela ontem, ela varrendo. E então fizeram uma coisinha, ela caiu um pedacinho de bolo, Ela fala, pegou a vassoura varrendo. Ela com 95 tava fazendo cooper. Cooper, gente. 95 correndo assim com minha irmã, minhas irmã segurando para mãe, para. E ela vamos embora. Falei no maravilhosa. Você acha alguma e alguma coisa especial que você ridou da sua mãe? Sim, eu acho que o bom humor, a minha mãe é otimista, é bem humorada, É muito educada, é muito humilde. Eu não conheço uma pessoa mais humilde que a minha mãe. Eu acho
que muito da minha simplicidade vem dela. Uhum. Total. Eh, ela ela criou 12 filhos, não sozinha, tinha meu pai, mas do jeitinho dela, entendeu? Meu pai quebrou duas vezes com 12 filhos em casa. Eh, e o que é que vocêou do teu pai? Do meu pai? Eu acho que é honestidade. Eu sou muito sério nas coisas que eu falo. Se eu fizer um compromisso com você, pegar na sua mão, não precisa de contrato. Eu sou um cara muito fiel. Eh, sou muito, sou um cara de, sou um homem de palavra. O que eu falar, eu
posso perder, mas eu vou cumprir. Vai cumprir. Vou cumprir. Não. Então, isso. Meu pai era assim. Uhum. Meu pai não era muito apegado a dinheiro. Ele ajudava as pessoas. É mais ou menos como eu sou também. Aham. Eu acho que quando você pega o dinheiro, faz muito assim, ele vaza pelos dedos, né? Tem gente que pega o dinheiro svindo, pega e foge. Então eu sempre fui meio relaxado com dinheiro. Eu eu eu comecei a fazer televisão, não foi por dinheiro, eu comecei a fazer televisão por amor. Mas eu não senti que não. Ó, e você
Começou pelo amor e o quanto de coisas fluíram, né? Se você fosse um cara totalmente ambicioso, eu tenho uma história muito legal. Quando meu pai morreu, eh, meu pai ele teve um AVC e ele veio para São Paulo. Então, ele veio para São Paulo, foi internado aqui em São Paulo. Eu eu fiquei sozinho em casa, minha família veio para cá e um belo dia o meu pai quando quando ele ele ele faleceu, ele tava bem de vida, ele tinha algumas Coisas, uma herança boa pra família, para dividir do, mas era uma herança muito boa. E
eu vim ver meu pai. Então eu entrei no hospital, eu vi meu pai, meu pai tava com traxtomia, ele pegou na minha mão, ele me tocou do quarto. Ele não queria que eu visse daquele jeito. Ele pegou minha mão e fez assim, me tocou. Eu vi meu pai daquela situação. Eu saí, eu não tinha nada, eu só tinha um Monza Velho. Eu só tinha um Monza Velho. Eu saí do Quarto do do da UTI, encontrei minha mãe e falei: "Mãe, não ajudei a construir, não vou ajudar a gastar. Tudo que tem de direito, que eu
tenho de direito à herança é da senhora. Eu não quero um centavo. Você abriu mão? Abri mão da herança sem ter nada. Caramba. Sem ter nada. Eu tinha um monza velho. Aham. E eu comecei a correr atrás do meu sonho do zero. Do zero. E o que eu construí é do zero. Entendeu? Então uma coisa que eu vejo hoje e algumas histórias, né? Que tem, não todos, mas a gente vê às vezes na televisão, ah, a filha matou a os pais porque tinham seguro, tinha um bem, tinha não sei o quê, né? O o cara
fica de olho na herança do pai e da mãe. Eu nunca nunca quis isso. Eu nunca se você fez isso para que hoje não te invalidasse? Não, eu fiz, não sei por que eu fiz. Foi algo maior do que eu. Foi assim algo que veio e eu falei pra minha mãe e eu nunca me arrependi disso. Foi a melhor coisa que eu fiz. A melhor. Eu tive alguns acertos na vida quando eu larguei São Paulo, que eu larguei tudo que era o meu sonho para ir trabalhar com meu pai. Esse foi um grande acerto da
minha vida. Eh, porque um tempo depois, anos depois, quando meu pai teve o AVC, eu estava lá. Eu tava lá Para levar pro hospital, eu tava lá para ajudar, então ajudei meu pai quando ele mais precisou. Então, a minha consciência é super tranquila. Uhum. E quando eu saí daquele quarto do hospital e e falei isso pra minha mãe, cara, é algo é algo divino, não é não é de você, não é você falando, é algo é maior que você. É a voz. Só que essa voz é exatamente. Então, É por isso que eu me considero
um cara iluminado assim, sabe? Eu sou eu sou eu, eu quando eu, eu sempre falei pros meus amigos, meus amigos achavam que eu era meio louco, que eu falava assim: "Cara, você tem que ficar atento à as coincidências da vida, as coincidências da vida." Porque eu era meio maluco, sempre fui muito pensador assim, porque se um carro veio aqui a 100 km/h, outro vem aqui a 100 km/h, a distância é a mesma, que que vai acontecer lá na Frente? Eles podem bater. E se eles podem bater é o futuro. Então fica ligado porque vem alguns
sinais por coincidência. Quando eu vim para São Paulo para receber a grana das ideias que eu mandei, eu tava assistindo em nome do amor. Era o programa que o Silvio Santos apresentava. Uhum. Eu já era ligado nas coincidências. Eu tô vendo o Silvio Santos falar na televisão. Ele pega e fala do nada. Ele Fala assim: "Eu tava vendo um programa na TV Cultura e eu vi um ditado ontem que é muito interessante. Coincidências são pequenos milagres onde Deus prefere não aparecer". Eu falei: "Não, falei: "Eu era ligado em coincidências e e eu vi dele ele
falando isso." Então eu passei a confirmação a ficar muito ligado em coincidências assim que são providências divinas, né? Eh, então, sei lá, quando eu falei Aquilo pra minha mãe, foi da veio veio, eu falei e e até hoje honro com isso, assim. E como que você lida com a sua fé? Cara, a minha fé, eu tinha um problema muito sério assim com com não com Deus, né? Mas eu eu percebia que Deus queria falar comigo e eu falava pros meus amigos, falava: "Cara, Deus quer falar comigo". Quando foi que eu saquei isso? Eh, eu fiz
uma cirurgia De amídalas, velho já. Uhum. Velho, 40, 50, 40 e poucos anos. E aí eu tive uma deu um problema, cara. Eu não sei, eu sou meio, eu sou para raio disso. Você acredita que o respirador, eu tava anestesiado e o respirador do hospital ele parou de funcionar? Tira na hora. Na hora. E eu fiquei, ele não tava Tirando o monóxo, o o gás carbônico do meu corpo, então eu fiquei 20 minutos. Sabe o que é? Ambu não. Ambu. Ambu. Aquela, aquela, aquele plástico, aquela, aquele que, que eles usam. Sim. Ah, sim. Para você
respirar. Eu fiquei 20 minutos daquilo lá para não morrer até arrumarem a máquina. Quando eu voltei pro quarto, era de manhã, era umas 8 horas da manhã, que eles foram me colocar na cama. Era Uma cirurgia simples. Eu desmaiei, eu caí, eu desmaiei, apaguei. Quando eu abri o olho, tava um monte de gente de branco em cima de mim assim. E eu, a primeira pergunta que eu fiz, morri? Foi muito forte assim. Não, você não morreu, você passou mal, você teve um mal súbito, não sei o quê, não sei o quê. E eu fiquei lá
no quarto. Aí meu coração começou a acelerar. Com medo na hora daí não, já era um problema. Meu, depois da Cirurgia, meu coração começou a acelerar, eh, a minha pressão começou a cair. Eles pegaram a cama e deitaram a cama, porque quando deita a cama pro lado da cabeça, a pressão regulariza, a minha pressão continua caindo e eu passando mal, meu coração acelerado, eu com muito calor, o ar condicionado já tava em 15º e eu com calor, meu coração batendo 180, 150 e a cama fazendo assim, minha pressão caindo. Quando chegou no final do dia,
a minha pressão, eu Choquei, foi 7 por6. Eu tava indo pra UTI, então estava tirando sangue aqui do ladinho aqui fazer transfusão. Eu tava indo pra UTI e não não embarquei por sorte. Por sorte, beleza. Fiquei enxergando duplo, fizeram um monte de teste neurológico. Foi uma cagada essa que aconteceu comigo. Beleza, passou, recuperei. Bacaninha. Meu filho teve um problema de saúde, aí ficou internado no hospital. Aí eh, não resolvia. 14 dias foi piorando. Até Que um pastor me ligou, fez umas orações e depois de dois dias ele melhorou e teve alta. Foi um negócio muito
forte que aconteceu também na oração no telefone. Aí passou alguns dias, como meu filho estava doente, eu ia esquiar. Eu não consegui pegar um hotel para esquiar. Então eu aluguei uma casa em Aspen. Aluguei a casa, cheguei na casa, meu filho foi, mas não podia esquiar, tava todo mundo na casa e eu tive um acidente muito Grave lá. Foi uma desgraça atrás da outra. Desgraça, desgraça pouco. É bobagem, né? Aí deu um acidente monóxido carbono, foi o maior acidente ocorrido lá. Monóxido carbono é aquele que você dorme, adormece e morre. Aham. Já ouviu falar sobre
isso? Não. Quando você p para um lugar frio, você tem que ver em alguns estados isso é lei. Eh, nos Estados Unidos. Eh, acho que na Europa também deve ter, que tem que ter um aparelhinho que é um monóxido de carbono que você põe na parede e ele detecta quando tem um uma queima de gás e você não sente o cheiro, não sente nada, você respira, adormece e morre. Acontece muito com famílias brasileiras que morreram aqui. Quer mais não para esse lugar daí foi no calor mesmo. Vocês nunca ouviram falar disso? Não. Então eu eu
eu era ignorante disso. Aí aconteceu Comigo. Então o que acontecia na casa da minha filha? A minha filha começou a dormir e passar frio no quarto de baixo. Eu tava dormindo em cima com a minha filha menor e com a minha esposa. E meu filho tava ao lado com o meu sogro, que virou meu grande amigo depois, né? Viajou muito comigo. Minha filha: "Pai, eu tô passando frio". Falei: "Filha, eu vou dormir com você". Aí fui dormir com ela para ver como tava o quarto, dormi frio e acordei muito Inchado. Aí e era um dia
que tava muito frio lá, tava menos 15 durante o dia, tava ruim para esquiar. Eu fui esquiar sozinho, minha família não foi. Minha família ficou em casa. Eu voltei, voltei mais inchado, com dor de cabeça, dor no braço, cansado para subir a escada. Aí fui fazer o jantar pra família, tal, vamos dormir. Quando vai dormir, toca um alarme. Pi pi pi pi pi pi. Eu falei, um alarme na casa, que que é isso? Aí eu desci, tinha um alarme na parede, Eu falei: "Tá vazando gás na casa". Achei que era gás, gás de cozinha. Falei:
"Tá vazando gás". Falei: "Pega tudo, vamos sair da casa". Peguei meu notebook, peguei tudo, todo mundo com frio. Tava menos 25º, tava muito frio aquele dia. Aham. Cara, eu saí da casa todo mundo com pijama, com bota de eski no pé, do jeito que deu para sair. Bati na casa do vizinho, falei: "Ó, tá com problema no gás ali, posso deixar meus filhos aqui?" Pode. Peguei, liguei no 91 da polícia da do bombeiro, polícia americana, cara. Chegou caminhão de bombeiro, carro de polícia, companhia de gás. Eles entraram na casa, foi o maior índice de monóxido
de carbono encontrado numa casa em Aspen. Por que que virou lei? Por que que tinha um aparelhinho lá? Porque dois anos atrás uma família de banqueiros, eles ganharam uma uma rifa de uma casa e foram passar a temporada lá. Chegou que Opa, que que é isso aqui? Que é isso aí? Isso é para você, ó. Tá com seu nome, ó. É uma cebolinha. C. E aí? Mas vou comer. Você vê aqui. Vamos comer, né? Mini pizza. Come agora. Agora é vez do céu. Se enrolar e conversando, eu vou comer. Então vou falar, vou contar a
história. Aí esse casal de banqueiros, eles ganharam a mulher dele, ajudava muitas escolas. E na escola teve um leilão de Uma casa para passar temporada lá. Uhum. Eles ganharam esse esse esse essa esse leilão lá e foram passar na até que enfim oferece tá com a cara de fome, come para animar. Aí eles ofereceram a a essa casa pra família passar e eles tiveram um problema lá e eles acabaram morrendo com monóxo de carbono a família inteira. E como era uma família muito influente, Virou lei. Então, nessa casa que eu tava tinha um aparelhinho. Fui
aparelho custa 15, custa como R$ 60. E eu fui salvo por esse aparelho. Chocado. Então, depois desse dia, eu comecei a falar o seguinte: Deus quer falar comigo. Deus quer falar comigo. Deus quer falar comigo. Aconteceu isso, aconteceu aquilo, aconteceu aquilo. Deus quer falar comigo. E eu não fui atrás, fazia minhas orações para dormir, eh, Não estudava a Bíblia e não fui atrás. até que veio esse problema maior. Aí eu fui atrás, eu fui entender de fé, de fé positiva, de amplificar a fé, de agradecer, né? Porque o que aconteceu comigo foi Deus que mandou
fazer um examezinho e descobrir. Eu tenho certeza que foi Deus. Então, hoje a minha ligação com Deus é muito forte. Tô estudando a Bíblia. Fui batizado nas águas do do rio Jordão com o pastor Júnior, eh, que é um amor de pessoa, um Cara muito sério, é um grande pastor, estudou muito teologia, tem uma fé inabalável e tem o dom da cura. Então, o cara que ora por mim todos os dias, manda oração todos os dias. Então, a minha fé hoje é muito forte. Minha fé é muito forte. Eu eu tenho uma eu tenho uma
fé, eu tenho eu tenho um e tenho um compromisso com Deus assim. Uhum. De levar o nome dele para onde der. onde eu tiver falar dele, eh, pedir para as Pessoas acreditarem, quem tá passando por uma situação difícil, ter fé, porque enquanto a gente tá bem, legal, estão aqui, estamos no podcast, falando, tá tudo ótimo, sou novo, não ten problema, cara, mas tudo pode acontecer. Então você tem que ter fé, ter fé. E eu mantenho, eu particularmente mantenho a minha fé c assim, porque desde novo a gente sempre pensa assim: "Ah, quando você tá doente
vai chamar, vai chamar Deus para Deus Lhe acudir". Vai falando aí, vai falando. E eu comecei a fazer amiga o efeito, o negócio reverso. Eu disse: "Não, não vou só agradecer e chamar Deus, vou chamar ele só quando precisa, né? Quando tiver no momento de socorro precisando de algo. Todo dia é dia de de agradecer, é dia de me ajoelhar, é dia de me comunicar, de me conectar, porque eu sou um cara que quando eu não tô conectado com Deus, eu sinto que coisas Ruins começam a me aparecer. Uhum. Alguns vazios come aparecer, alguns questionamentos,
algumas dúvidas, algumas coisas assim, algumas revoltas. Não, pera aí. Quando eu eu me aproximo de Deus, eu sinto que todo vazio é preenchido e toda dúvida ele me dá uma resposta. Eu digo: "Caramba, não tem melhor coisa do que você tá." Você já pede algumas provas para ele? Às vezes? Peço, eu peço sonho às vezes, Cels. Sonho. Já teve revelação e sonho? Já tive revelação em sonho. E ele já me deu a oportunidade de matar saudade dos meus pais em sonho. Quando eu tô muito com muita saudade, quando tô chorando muito, eu falo: "Senhor, por
favor, me dá esse consolo, me dá esse abraço". E Deus vai lá en sonhament. Minha tia tá aqui que não deixa mentir, né, tia? que a gente costuma sonhar, porque a gente costuma muito pedir. E daí eu entendi que Cuidado com o que você pede a Deus, porque ele como bom pai, ele vai te realizar, porque nós somos filhos dele e uma hora ou outra o pai sempre vai atender o filho. Então, cuidado com o que você pede a Deus, porque tem muito muita gente do nosso meio influenciador que vem que vem algum seguidor aí
fala: "Hum, lá vem". Conheço, a gente conhece muito, né, amiga, que odeia tirar foto, que o dia tá tá com jeito, eu digo: "Tá, mas você não pediu a Deus lá atrás para Fazer sucesso, para ter audiência, para ter dinheiro e hoje você blasfema, vem, vem o seguidor, não quer com impaciência. Velho baixo de Deus, a gente só tá no topo porque as pessoas que querem, então tem que tratar bem as pessoas." E o povo quando começa a ter tudo que sempre pediu, começa a rejeitar, começa a ficar com raiva, vai ficar ingrato, entendeu? Você
sabe que eu na televisão eu tiro foto com depois da pandemia, não, mas eu Tiro foto atante da pandemia com todo mundo, um por um desde a época da câmera fotográfica. Prova disso lá. É prova disso ou não é? E pela primeira vez lá embaixo hoje eu humildemente na hora não. Todo auditório um por um um por é um book, né? Um book. Eu falo, eu falo que não é foto, é um book seus É um book desde a época da câmera fotográfica. Por que que eu faço isso? Eu era fã de um cara chamado
Jimmy Hal. Aham. Do rádio. Então eu ligava na rádio e quando ele atendia o telefone, eu achava que era ele. Eu tremia, não tinha coragem de falar, desligava. Aham. No belo dia, eu tô no mercado andando, eu vejo ele fazendo uma promoção. Iso 1900 bolinha, 1900 guaraná E rolha. Eu vejo ele fazendo uma promoção no mercado. Eu não tive coragem de chegar perto dele. Eu ia pedir um autógrafo. Não tive coragem. Por eu falei, se eu pedir um autógrafo e ele não der, o que vai acontecer com a minha admiração por ele? Eu gosto tanto
dele que eu não quero perder a minha admiração por ele e não tive coragem. Uhum. Então eu nunca neguei uma foto na vida. A única foto que eu neguei, neguei uma vez só. Eu tava com um problema no aeroporto, eu ia perder o voo, eu tava correndo muito e uma menina gritou: "Tira uma foto comigo". Eu falei: "Meu amor, pelo amor de Deus, você não posso tirar foto agora, mas você vai me achar, vou tirar foto com você ainda." Eu fui a única vez e me marcou tanto que eu não esqueci mais total, porque acho
que foi negativo para ela, Mas foi muito negativo para mim também, porque eu nunca falei um não. Cara, eu pede para gravar vídeo, eu gravo vídeo. Minha avó te ama. Vamos gravar vídeo, cara. Meu filho, meu filho é é especial. Ele gosta muito de você. Vamos tirar uma foto. Falando, não vou tirar foto, não. Vamos gravar um vídeo? Uhum. Qual o nome dele? Qual o seu nome? Eu gravo um vídeo para todo mundo que pede. Às vezes nem pede. Eu quero, eu quero gravar vídeo. Ah, o céu, você sabe que interessante você falando isso que
você melhor do que ninguém, muito mais antes do que do que a Camila. Acabou aqui o meu aqui. Dá para trocar o meu aqui. Acabou aqui, ó. Muda o sabor, viu? Muda o sabor. É que ele me deu gelado, já tá quente, entendeu? Falei que acabou. Ô, Celso, bem antes da gente, você tá nesse meio, né? E você já viu muitos artistas que estão no auge subir de e de Zer a 100 da mesma proporção. E você melhor do que ninguém que entende que a forma como você trata as pessoas é a forma como você
vai se manter no mercado. Você foi uma pessoa muito preocupada já com relação a isso, porque você via, eu falo porque eu tenho muitos exemplos hoje de artista quando eu chego que a pessoa fala: "Ai, fulano não presta, não vale nada, me trata mal". Quando eu conheço a eu digo: "Caraca, tô entendendo agora porque que fulano não Tá fazendo mais sucesso." Entendi agora porque que o fulano fechou tantas as portas. Porque ao invés de da pessoa querer abrir, eu falo: "Quando me abre uma porta, quero abrir 10 ali." Só que tem gente que fecha, não
tá nem aí. Exatamente. Tem gente que não que não liga. Tem tem muita gente que caiu por isso, assim, muita gente. Você concorda com isso? Que a pessoa cai porque não trata bem. Cai. Exatamente. E não é só tratar bem o Público, não. É tratar colega de trabalho. Eu eu quando comecei eu era meio doidão, né? Porque quando você começa, é isso aqui, eu acho, eu acho que é quando você começa, você tem medo de perder aquela oportunidade. Aí você fica um pouco agressivo, achando que todo mundo quer te derrubar. Aquele vai me derrubar, aquele
cara vai me derrubar, todo mundo é inimigo. Então você fica na defesaigo. Mas depois eu fui entendendo que não é assim. Hoje eu sou uma moça para trabalhar. Eu sou muito tranquilo. Eu sou porque a televisão é cristalina. Como que eu vou trabalhar na televisão querendo passar uma coisa boa para casa, uma boa energia se eu tô num ambiente de estresse, se eu tô num ambiente que as pessoas são maltratadas, se tem um um diretor que grita no teu ouvido, como que você vai trabalhar com isso? Você passa na Televisão, a televisão, isso aqui passa
tudo. Tem gente, tudo bem, que bate aqui e volta, né? Pá, pum, volta, né? Mas tem gente que assim, quando passa, passa coisa boa, passa energia boa e tem gente que tá pesado, passa coisa ruim. Por isso que, ah, não, não se conecta, né? Eu eu quando era moleque no rádio, eu nunca fui o melhor, mas eu sempre dei bope, sempre tive um ib grande, sempre fui assim, várias emissoras que eu Passei, eu bati o primeiro lugar e tinha um engenheiro chamado Billy, ele era muito inteligente, esses gênios, sabe, que fazia equipamentos pra rádio, entendia
de ondas, de energia. E eu conversava muito com ele lá num quartinho da rádio lá, que ele arrumava os equipamentos. Falei: "Bi, por que que eu eu não sou o melhor da rádio, mas eu tenho uma grande audiência e as pessoas gostam de mim através do rádio." Ele falou exatamente isso. Quando a gente Fala aqui, ó, quando você fala no seu Instagram, quando você fala no seu canal do YouTube, quando você fala nesse microfone, aqui tá passando coisas, tá passando energia. Eu acredito muito nisso. Eu também que você passa coisas através do rádio, do celular,
através do microfone, através da televisão, você passa. Uhum. Né? Não tem como você fingir em 100 Stories por dia. Não dá. Como que você vai isso? E a prova disso é que de fato as pessoas que sabem exatamente quando a gente tá triste, quando a gente tá mal, por exemplo, agora dia das mães, tá? Todo mundo sabe sabe que é uma fase que eu tô totalmente sensível, né? Que eu fico muito emocionado. Ai Lucas, seu olhar tá baixinho, você não tá tão bem, sei o quê. E eu e eu e eu chego, acho que a
Transparência também ela aproxima a gente das pessoas, porque as pessoas vê que também que você tem defeitos, que você é uma pessoa vulnerável, que você é uma pessoa também que vai errar, que você não é um robô, que o fato de você ter milhares de pessoas que te acompanham não te faz você ser diferente, né? É missão. Por exemplo, eu sou, quero ser divertido O tempo todo, tal, mas às vezes tô na fila do mercado, lembra? Porque eu vou no mercado também comprar minha fruta, comprar essas coisas. Passa uma graça, seus é você tá que
que você tem, né? Mas assim, como que você vai ser 24 horas por dia? Vou entrar no mercado fazendo o quê? Alô, galera, quem quer dinheiro? Olha a banana. Vamos dar uma torta na cara. Vamos Brincar de torta na cara. Não tem como, né? Não tem como. Então, eh, e que bom que isso é ser humano, né? As pessoas entendem que Mas é engraçado, né? Vamos supor, domingo. Domingo, domingo agora engraçado. Eu não tava muito bem no ar. Eu comecei, eu eu fui Você sentia que não tava bem? É, eu sim, fui pra televisão, não
sei por, eu tava meio meio triste assim, tava indo pra Televisão, tal, aí cheguei no camarinho, eu tava meio falando menos, eu entrei no ar, a abertura do programa eu fiz com menos energia. Eu pensando, mas por que que eu tô assim hoje? Mas eu não sabia o porquê, mas daí fui passando o programa, eu fui animando, fui, fui ficando mais à vontade assim. É, mas é raro assim fazer um programa eh eh que você esteja triste. É raro, raríssimo, raríssimo. E eu fiquei até assustado domingo, falei: "Caramba, por que que eu tô um pouco
mais derrubado hoje? Talvez seja, você se culpou, né?" É, não, talvez seja cansaço, porque eu tô numa rotina grande de gravação, vou viajar ainda, tô adiantando podcast, gravando, gravando, gravando e a cabeça um milhão com milhão de coisas para fazer. Então acho que talvez seja um pouco de cansaço realmente assim que eu que eu que eu que Eu esteja e hoje eu ia descansar, aí alguém ontem, 11 da noite me ligou, mas eu mas a desculpa que eu dou é que eu não falei com o Celson, né? Eu falei com com outra pessoa, com outra
pessoa que ele mandou o nome no WhatsApp. Aí amiga, eu perguntei, mandei: "Ô, Celso, só para me ter uma dúvida, é você mesmo que tá falando comigo, né?" Aí eu mandei um áudio, falei: "Sou eu, Sou eu, sou eu". Porque vai que amanhã apareceu o Frederico aqui para me entrevistar, já pensou? Eu do nada e o Frederico, eu digo: "E aí Frederico? Me deram seu número achando que é o Celson. Maravilhoso. Agora me conta uma coisa. Você, você gostava de apresentar? Você apresentou, né, o show do Milhão? Apresentei uma vez só. Me chamaram para fazer
o show do Milhão porque assim, eu amava, tá? Eu tinha o Eu tinha o DVD, colocava no computador show do É. Aí eu colocava no computador, jogava, sempre perdieram R$ 1000. Resposta. Então, o show do Milão foi um clássico com Silvio Santos, né? É, foi acho que o maior sucesso dele nos últimos tempos foi program. Pois é, tem um problema de de de autor direito autoral, amigo. SBT tem muito tem muito quadro, muito né? O Celso é um exemplo Disso. Eu passo o repasso. Curtindo a viagem, curtindo a viagem foi em primeiro lugar, dava 27
de audiência. Tirou, dizem que tirou a Xuxa do domingo. Tirou mesmo. Tirou, tirou mesmo. Ô, Celson, mas essa minha dúvida. E por que que não permanece investimento? Não, é um programa caro. É um programa caro. E hoje o o Passo Repassa hoje é mais Curtindo a viagem do que o Passo Repassa. Passo Repassar era meleca, lembra? Ao vivo não dá para fazer. Muita gente cai, quebra o braço, quebra a perna. Já que se quebraram no programa já na época da meleca. É, já teve gente quebrou perna, quebrou braço, eh, já se machucou, enfim, punho. Eh,
então não, hoje o passo repasso tá com muitas provas que era que era do curtino na viagem, mas é um programa que eu quero voltar a fazer. Uhum. Já tom uma ideia na cabeça, mas tem que é assim que passa repasso, passou um temp e voltou. Voltou. Exatamente. É muito construindo sonho também. Fiz 10 anos construindo sonho. Construindo sonho. Incrível. É ali é um programa que dava trabalho, hein. Eu viajava para aquele programa, viajava, ia longe de carro e voltava. Coluna voltava arrebentada, viajava horas e horas para entregar uma casa. Mas é um quadro maravilhoso.
E o engraçado do Construir no Sonho foi que no começo a as casas faltava uma pintura, era um sofá estragado. Aham. E arrumando as casas. Com o tempo foi piorando. É verdade. A situação das pessoas foi piorando. E aí no último construindo sonho que eu fiz, eu entrei na casa da mulher, falei: "Que que tem na geladeira?" Ela falou: "Não tem nada Porque a geladeira tá estragada". Falei: "Estragada, ela tá faltando motor." Falei: "Mas como que tá faltando motor na geladeira?" Então não tinha motor na geladeira. Ela falou: "Não, eu tirei e vendi por peso
para comprar dois pães pros meus filhos". Falei: "No". Aí eu olhei pro pezinho dela, ela tava sem nada. Eu falei: "Por que que você não tem nada nos pés? Por que que você tá descalça?" Ela começou a chorar. Ela não tinha chinelo, não tinha nada para pôr No pé. Então aquilo me marcou. E eu sempre quis levar os meus filhos no construindo sonho para eles sentirem como que era, como que é a vida das pessoas e por que você tem que dar valor às coisas. Agora, uma coisa bonita no construindo sonho é que toda família
que ganhava a casa era uma família de fé. E sabe aquela história que você falou? Ah, você quer ganhar na telecena, mas não compra. Era o vizinho. A pessoa quando ganhava a casa, o vizinho vinha furar a fila e entregar uma carta para mim. Eu falava: "Não, aí é fácil demais, não dá". Eu falei: "Você nunca acreditou que isso poderia acontecer". Ela acreditou, ela mandou a carta, ela contou a história dela, ela esperou, ela teve fé. Uhum. É diferente do seu oportunismo. Oportunismo é uma coisa, Sim. Ter fé, ter fé é outra. É outra. Então,
todas as pessoas que que foram contempladas pelo construindo um sonho, fé é um negócio impressionante. Você pode ver, pode pegar na televisão desse programa que eu tô fazendo agora, que é o programa da loja, pega a história das pessoas, é fé, a família que corre para pegar os Prêmios, né? As perguntas que eu faço são perguntas difíceis que no show do Milão todo mundo erraria e a pessoa que não sabe, ela me dá a resposta correta. Eu digo que ali tem uma conexão com Deus, um negócio maravilhoso. Não dá fica claro isso. A pessoa tá
ali na minha frente é que não vai pro ar. Às vezes a pessoa tá orando, a pessoa tá orando, pedindo ajuda, querendo uma resposta e ela vira para mim e fala assim: "Resposta de". Eu falo: "Não é possível." Fal, mas de onde veio? Foi, foi Deus que mandou. Falei: "Não é possível". E a certa é o negócio fora do comum. Eu fico admirado. Fico admirado. E naquele sofá ali, eu queria fazer um programa só daquele sofá. cada história maravilhosa de vida. E e o quanto que você aprende e evolui, né, com evolui muito, evolui muito,
muito, muito, porque muitas vezes o quanto de ensinamentos que você já levou com com Tanta gente que passa no seu programa para pra Suzana e pros seus filhos, né, amiga? Tipo assim, aprendi, vou trazer para vocês. Domingo agora teve uma mãe, pegaram a menina da limpeza, que ela e vive cantando com batonzinho vermelho. Ela aprendeu ser vaidosa no SBT, porque as meninas tem que andar com batonzinho, tal. Aham. Aí eu fui conversar com ela, fizeram uma Surpresa para ela no programa. Ela foi contar a história dela, mãe de sete filhos e um neto sozinha e
sustenta todo mundo com aquele salarinho da TV que ela ganha lá. Sustenta todo mundo, trabalha e quando tá de folga vai fazer bico para ganhar mais dinheiro para sustentar os filhos. Você precisa ver que família linda falando, as filhas falando, o orgulho da mãe, o amor, sabe? É um negócio assim. Falei: "Cara, que coisa, que coisa Linda, né? Como, como que consegue passar todos esses valores para pros filhos, né? Eu achei uma coisa maravilhosa. Eu acho muito lindo isso. Eu mesmo, meu filho, vim para cá, orei tanto que eu ia entrevistar tu, diu Deus do
céu, coloca as palavras certas na minha boca e da Camila, meu pai é o Celso Portiol, para ele achar a gente bem inteligente, a gente bem apresentador, Porque qualquer coisa, Senhor, você sabe como que é o ao vivo, né? Não, mas é, a gente já teve essa experiência, tudo reverbera, porque é tudo muito a gente não pode corrigir o que a gente fala. fala uma coisa, eu me fal pisar ali porque eu já tenho orado muito isso é verdade, mas porque às vezes a gente fala uma coisa e as pessoas entendem de outra forma viralizada
a gente enfim, Eu falo na televisão, é ao vivo, não dá para editar. Falou, já foi, é ao vivo, não dá para editar. Você sabe que fazendo podcast tem um negócio engraçado. Em conversa de bar, você tá no bar, não passa às vezes um um anjo e fica todo mundo quieto? Sim. Parece que o assunto acaba. Já aconteceu com você, com amigas assim, de repente parece que o assunto acaba. Aham. Ô, tem família, todo mundo fica assim, Depende. Passou um anjo e fazendo, fica um minuto em silêncio e fazendo podcast, passa comigo. Às vezes, o
convidado tá falando, eu tô prestando atenção nele. Eu nem pensei na próxima pergunta. Ele ele ele acaba de falar. Falo: "E agora?" Eu falo, "Então, eh, não acontece. Vocês estão em dois que é igual aqui, a história é boa para caramba." Então, a gente vai vai indo aí. És e uma coisa Que que você vai ter muito lado no nosso pó, eu vou fofocar aqui que eu não sou bom para guardar segredo, né, gente? Isso aí, mas a coisa que dá mais raiva, eu vou contar para quem vem aqui fazer isso com a gente. Já
faz, faz a pergunta que eu falo para você. Fala, faz a pergunta. O que que te faz mais rápido? É que dá, que deixa mais puto quando você vai entrevistar alguém, Quando responde sim ou não. Eita! Passou uns abençoados assim, acaba, acaba a entrevista. Você fala assim: "É e tal". E para onde você gosta de viajar? Sabe um monte de lugar. Eu gosto de Israel, cela. Ah. Celso, você tem sonho? Não, nunca pensei nisso. Você tem sonho? Não. É por isso que eu olhei lá, tem podcast com tem podcast com 50 Minutos, podcast com 3
horas, tá ligado? Com três, tem com 4 horas, tem com 2 horas. Ô, Celson. E por Deus, ó, aí ele já tá entendendo. Camila. Ai, ai, Celso, quando você começou a falar, aí eu chutando assim, a Camila digo: "Ai, senhor, obrigado". Esse é o convidado de milhões. Cé, teve um que passou por aqui, teve. Teve uns dois convidados assim. que eu fiz 10 perguntas, ele respondeu Em 10 minutos. Eu digo: "Socorro, que é que vai ser da gente, né, Camila?" Eu disse: "O cara poderia aproveitar o programa, tipo assim, duas horas já para ele render
assunto". Eu perguntava ele: "Aham, a Camila soltava outra pergunta". Ele: "É verdade, desse jeito de que porra?" Aí aí é quando a gente começa a entender, o pessoal de casa também sente que a gente começa a se desdrobar, né? Sim. Sim. A gente começa a dizer: "Amiga, é agora?" E você? E aí, Camila, como é que vai sua vida? É, é, você sabe que passa, não é só com vocês, é com todo mundo. É com todo mundo, assim, eh, eh, primeiro que você tá pisando em ovos com medo de falar alguma coisa, então você tá
muito concentrado para não falar besteira, para não dar barulho, para não ser, não dá aquela, aquela coisa negativa na internet, cara. É, cancelamento. Aí você tá tá ligado no Cara, eh, você precisa de um tempo para ouvir a história dele, para engajar a próxima pergunta. E o cara vai dar uma pergunta de três, uma resposta de três palavras. Você nem pensou na próxima pergunta. Eu falei: "E agora é super complicado isso. E ele vai deixando a gente acuado porque quanto mais gente pergunta, ele vai respondendo rápido, você vai entender que o programa vai acabar em
10 minutos." Acabar em 10 minutos. Teve um que eu disse: "Meu amor, você vai bater o record 10 minutos. Nosso melhor convidado vai embora. Muito obrigado. Em 10 minutinhos ele ia, mas aconteceu, né, minha televisão também acontece. Acontece também quando você acha que eh no rádio, estamos no rádio tinha uma história muito bacana assim, porque a gente fazia assim no rádio, é, eh o radialista quando ele entra é animado, né? Vamos agora falar com a Maria. Alô Maria, bom dia. E ela bom dia. Bom dia. É verdade. Tem o C porteol até hoje, tá? Tem
até hoje. É, vou vir rádio no carro e a pessoa, eu acho que até fala assim: "Gente, isso é gravado. Não é possível que a pessoa vai tentar ratear lista assim que tá ma feliz. Fala assim: "Me dá o endereço do Velório." Boa. Eu desligava na hora. Não, minha filha. Energia pesada. Te xingar, te xingar, te xingar. Antiga, o telefone. Antes era ao vivo, o telefone fixo. Vamos agora com mais uma participação. Alô José, vai tomar no pi. Mentira. Tia o quê? Direto. Chocada. Xingava. Xingava. Não, quando alguém ligava para, eu Trabalhava como radialista, quando
alguém ligava, tipo assim, estressada e tudo, eu disse: "Oi, minha lindinha, a energia não tá boa não hoje, viu? Vou desligar porque tem gente que tá querendo participar, querendo curtir. É complicado. Agora gente que não fala, tem gente que não sei por, né? Porque participação em programa de televisão é é engraçado. Entre a gente de televisão, a gente fala: "Ah, convidado tal", fala: "Cara, esse cara é bom porque ele sabe Fazer o game render, ele sabe fazer o programa render." Tem gente que vai no programa, fica de cara fechado o tempo todo. Eita raiva que
dá assim, não tá lá para para vibrar, para passar energia. Por que que vai? É, por que que vai? Agora, tem gente que sabe fazer game, tem gente que sabe fazer, tem gente que faz reality render, tem gente que faz reality acabar. Total, literalmente. Não tem as plantas, as plantas. Então, vai ter planta em podcast, vai ter planta em reality, vai ter planta em game, vai ter planta na sua vida, vai ter planta em todo lugar. Tem gente que é planta e a gente rega, né? Vai regando, vai regando essas plantas. Vira planta até a
hora cortar e jogar fora, né? Tem planta. Você tem que botar um machado aqui, ó. Vai se embora. Se tem que cortar a árvore não pode, né? Não pode mais. Não pode. Não tá repreendido esse no programa. Aí o pessoal entendeu. É, é, é a simbologia. É cortar assim, ó. Você só se fosse uma planta ia fazer assim, ó. Vai se embora. Amigo, a gente tem nossos quadros, né? A gente, o passe repassa, o nosso torta na cara aqui vai ser no final, porque vai sujar a gente, né? Mas temos outros quadros. Tem outro. Posso
chamar aquele que a gente ama? Pode. Só que antes vamos falar mais uma vez. Esse é o recadinho. Cadê a musiquinha, produção? Tchau. Fala aí que eu vou comer. Fala aí que eu vou comer. Come, come. Gente, seguinte, Masterc tá com a gente e com vocês. Esse sorteio desses dois iPhones aqui acontecerá na quarta-feira, depois de amanhã, ao vivo Aqui no Pod, tá? E por R9,90 você concorre não só a eles, como também ao carro no final do mês, um Polo 0 km, que se você não quiser o carro, você pode pegar o valor do
carro de 80.000, tá? Então, ó, o Qcode tá na tela e se você tiver pelo celular, o link tá na descrição. E além de você concorrer, você vai estar ajudando a casa Ron McDonald's, gente, que é uma casa que trata crianças com câncer. Essa casa fica no Rio de Janeiro. Acho que as meninas conhecem aqui, que eu já divulguei muito a casa Ron de McDonald's. E além de você tá ajudando nessa causa, é por apenas R$9,90, você pode ganhar dois iPhones. É o seguinte, Lucas, esses dois iPhones é para pessoa só? Não é melhor porque
a chance de ganhar é maior porque vai para um seguidor de Salvador e vai para outro de Brasília. São mais chances de você ganhar além de você tá concorrendo a esse carro o valor de R$ 80.000. Tudo isso por apenas R$9,90. Eu lembro que na que eu já pedi a minha tia Tânia, que tá aqui no meu programa hoje, no nosso programa só dava um lanche, né? Era tia do dinheiro do lanche, era 10 cono. Imagina a tia hoje com aquele sanduíche transformar esse carrão maravilhoso. R$ 80.000 na sua conta. Eita glória, né? Eita glória.
Eita glória. Dois iPhones. Uhu! De alguém vai ser. E eu sendo você não deixava sua oportunidade passar. Quem não arrisca não petisca. Ou melhor não fica com carrão desse maravilhoso na garagem. Tá aqui o Kode. Uh. Agora quando você diz que vai para Salvador Brasília é uma suposição. Não suposição. Brasil inteiro. Pode pode pr Recife, para Alagoas. Amigo, você gostou do gostou das comidinhas fitness? Tá bom. Isso aqui é fitness. Fit. É só frango freito, né? Fry, né? Tudo fitness. É frango da air fry. É que no formato de nuggets, né? Gostoso. E essa mostarda
também é fitness. Tudo fitness. Rapaz do céu, o trem aqui é bom, hein? Fala uma coisa para você. Quando quando tiver convidado pode me chamar também, viu? Só para comer, né? Agora hum. Não, isso aqui, amiga, isso aqui eu fiquei chocado real. Bolo fitness também, porque isso aqui parecia que era é com clara, não é só com clara de ovo. Eu nem acreditei na hora. Farinha de aveia, farinha de aveia. Farinha de farinha de aveia. Tudo da da filho Ol. Hum. Maravilhoso. Bom demais. Hum. Celson. Você lembra que eu falei isso aqui, ó? É o
pãozinho também fiz sei lá o que de brinel. Vocês querem comer, minha gente? Tô com fome, né? As bichinhas tão murcha na plateia. Tão não, né? Ó, dá para elas dar uva. É uvinha. A gente tá falando demais, né? A minha sogra vai escapo tá tão bom. Dá uva pra galera da uva passa ali. Olha que maldade, amiga. Conversar com o Cé você não, a pessoa não queria. A gente aprende muito, né? Evolu tem algum lugar que você quer viajar ainda que você ainda não foi? Japão. Ah, é muito longe. Mas quando? Agora dia 23
de junho. Hum. Não me chamou. Ah, amigo, eu chamei. Não combinamos não. Japão. Amanda, não chamei. Chamei ele semana. Chamei sim. Não, fofa. Pro Japão não. No dia, cadê o Lani? Falou que Camila me chamou. Eu falei: "Vamos, amigo, que eu vou com a Gabi Lopes. Lembra que fale China? Não, Você é safe. Que que você vai fazer no Japão amigo? Vou lá turistar. É um lugar também que eu nunca fui, que eu tenho vontade de ir. Quero ir pro Japão? Pois é, tô indo. Inclusive eu nem tinha contado ainda na internet. Quero muito bale
nossa gente entrevistei um cara que foi para lá, me deu todas as dicas. Você quer dizer é o médico que tá que que viajou com a esposa, ficou quatro Meses viajando. Muito bacana. Ele me deu todas as dicas de lá, muito legal. Ele falou que tem que ir. Até Vetinã é bacana. Que legal. É, eu tenho vontade de ir. Eu quero levar, eu quero levar agora, amiga, também a minha tia, meus irmãozinhos é lá para Orlando, né? É uma promessa minha ass com Deus. Eu fiz um negócio com Deus que eu quero levar eles. Você
quer levar família para Orlando? Orlando. Lá é uma delícia, né? Lá é muito família. Ten um sonho também de levar minha família toda para Orlando. Pegar botar e ver um separado só levar minha família toda, meu filho. É, é parque de vaquejada, né? Misericórdia, céu. Você nem completa isso. Pelo amor de Deus. Você viaja, você viaja em avião separado? Não, mas eu já sei como que é essa História. Mas eu morro de medo porque na minha cabeça eu tô jogando algo pro universo que vai acontecer. Eu prefiro que não, entendeu? Não, mas tem que viajar
agora. Não, pelo amor de Deus. tá com essa noia na cabeça. Eu tenho avião viagem avião separado. Não, eu não penso nisso também não, porque eu acho que você joga, fica pensando negatividade, né? Não gosto Não. Mas isso é uma, isso é uma regra de empresários. É uma regra que existe de viajar e avião, famílias, né? O pai e mãe, pai, pai vai num avião, vai com tantos filhos num avião, outro vai. Porque se tá todo mundo em um avião, a família tem muito dinheiro, muitos bens, não sei o quê, a ou empresas e se
acontece alguma coisa, é como que fica? Então o pessoal tem esse costume de viajar eh separado. Não, minha filha, tá repreendido. Tá, Tá repreendido. Tá repreendido. Repreendido. Celson, você falando isso, deixa só falando, amiga. Essa aqui é minha tia Fatinha que ela vi, eu eu a primeira viagem de avião agora eu proporcionei para ela que eu tava com muito medo de achar que ela não viria porque ela tem muito medo. E ela mal tá curtindo de São Paulo, Sesc, que ela já tava pensando na volta dela pra Alagoa. Eu não viajo com gente tem medo
de Avião. Não viajo com gente que tem medo de de verdade. O Carlinhos morre de medo, amiga. Eu viajo pleno sem o Carlinhos. Com o Carlinhos eu fico tenso. Ele morre de medo. Não, eu não. O jeito de ter medo do avião não dá dá dá para viajar não. Porque fica já deu tudo certo. Minha filha vai voltar. Assim como a senhora vê. A senhora volta na paz do Senhor. Volto de ônib. Amém. Volta de ônibus. Ela já fez amiga. Ela Lucas, quanto tempo é para volotar de ônibus? Porque eu quero voltar de ônibus. Sem
problema. Eu quero conhecer o Brasil. Ela falou: "Não tem problema voltar de ônibus não. Eu não tenho medo de avião não. Avião tranquilo. No avião durmo. Eu também esqueço da vida. Sabe que uma coisa que eu aprendi, como A gente já falou muito de fé, Celson, eu posso ter medo, mas o meu medo não pode ser maior do que a minha fé. É porque se eu tiver muito medo, eh, as pessoas já deixaram de realizar muitos sonhos por conta dos medos. Sabia que tem artista que não viaja de avião? O Raul Gil é um que
não viaja de avião. Mentira, não viaja. E tem o outro, acho que é o Então ele nunca saiu do Brasil. É o Roger. O Roger da do do trage não viaja de viagem, não viaja. Então mal tá em lugares. É, não viajam eles não não. Eu acho que é o Roger também não viaja não. E é a minha mãe tinha muito medo de avião. A minha mãe passou a voar porque a época da minha mãe, a gente tem 96 anos, o avião que ela voava era 14 bis. Então aquilo balançava muito, não era? Aviam Bandeirantes.
Bandeirante era muito velho. Então balançava muito. Então ela tinha muito medo de viajar. Ela passou a voar depois dos 80 anos de idade, sem medo. E se arrependeu por não ter voado antes? Não, não. Assim, ela é bem tranquila. É, não se arrependeu não. Mas ela passou a viajar. Vou internacional, foi tudo. Foi pr para Portugal, foi pra França. Então ela passou a viajar depois de velhinha. Não é legal isso? Superar Esse medo. Eu achei muito bacana. Então a minha tia é a segunda vez, né tia? Porque a primeira vez ela veio, a Eliana fez
uma homenagem para mim. Contei na minha cabeça uma coisa. Se a gente tiver de morrer, morre até na cama. Então a gente só vai morrer no nos Mas na cama é mais gostoso, né? Mas se a nossa amor tiver, morre até na cama. Ai morreu de amor. Morreu de amor. Que é mais gostoso de Amor. Tia Fatia, pense bem. Ó, o Celso falou que dois artistas não viajam de avião por medo. Milhares viajam todos os dias. Então, ó, é a proporção é mínima, a porcentagem é mínima perto de quem viaja. Só tem uma coisa mais
segura que avião. Só tem uma coisa. O elevador. O elevador é mais seguro que o avião. Depois do avião não tem nada mais seguro. Carro não é tão seguro como avião. Ônibus não é tão Seguro. Caminhão, bicicleta não é tão seguro. Avião é seguro. Avião é seguro demais. Isso que tem uma uma probabilidade estatística que diz assim que você estando dentro de casa ou no avião é muito mais eh seguro você estar no avião do que na sua própria casa. E é verdade, porque pode acontecer algum acidente, alguma alguma negócio incêndio e tudo. Principalmente. É,
eu também acho. O avião é muito seguro, não dá problema de Jeito nenhum. Não, eu já levei muito susto, mas não, não ligo não. Não fico traumatizado. Fatinha vai voltar em paz. Volta de avião agora. Não pode ter. Qual que é o medo? Qual que é o medo? Pergunta para ela. Qual que é o medo? Qual é o seu medo, tia fatinha, de viajar de avião? O avião cair. O principal da minha f dele cair. Tá repreendidendo, né? É. Não, ontem, né? Vai morrer engasgada. Ela com a uva na boca. Tá vendo? Comer uva é
mais perigoso que mais perigoso que dava. Verdade. É entrar. Não, mas agora eu já sei, né? Quando eu entrei já disse logo tô na mão de Deus. Porque aqui não tem não. Uma vez, uma vez eu fui viajar. Uma vez eu fui vi. Pode contar essa História. Pode contar. Eu fui, eu tenho algumas histórias pesadas de avião, mas eu vou contar a mais leve. Eu fui, eu fui viajar, eu fui, não, eu fui, eu fui viajar para a Piacasa, onde eh pro Mato Grosso, eh, Alta Floresta e era um avião ainda aquele era Fer 50,
lembro do Foker 100, que ficou muito famoso, teve até acidente com ele, era o Foker 50, que era o turbo hélice, duas hélices. E a viagem longa. Eh, eu entrei no avião para ver meu irmão. Meu irmão morava lá. Entrei para avião, entrou uma mulher. Como que é seu nome, meu amor? Fatinha. Fatinha. Tipo, a fatinha, a fatinha entrou, eu tava assim do ladinho dela, ela entrou e ela começou: "Não, não, não, eu não vou, eu não vou. Esse avão vai cair, esse avu vai cair, esse avião vai cair." Eu falei: "Jesus amado, os caras
pegaram A mulher, tiraram do avião, levaram ela, botaram no avan, botaram ela, fala: "Leva pro inferno, né? Vai embora. Leva a mulher. Levaram a mulher embora, a mulher gritando que o avião ia cair e cair e eu no avião. Eu falei: "E agora eu desço do avião também ou eu fico no avião?" O medo que dá me deu medo. Falei: "E se ela tiver certa". Falei: "E agora? Vou ou não vou?" Se for um aviso, né? Se for um aviso, e agora? Aí eu acho que eu sairia, viu? Ah, você sairia, né? Eu sairia também.
me conhece. Aí eu peguei e falei, falei, tá amarrado, em nome de Jesus, eu vou nesse avião. Avião que eu tô não cai. E fui viajar, mas eu fui a viagem inteira não passava um Wi-Fi. O avião inteiro mandando mensagem quando pegar sinal ia despedida para todo mundo. O que foi o que eu fiz, né? Aí quando pousou lá eu falei: "Chupa velha o camião tá aqui firme e forte. Perdeu, perdeu o voo". perdeu o voo. Mas aí a viagem continuou. O meu irmão, ele tava muito doente, ele tava internado. E o meu irmão, ele
tava internado no hospital da cidade de Bezinha. Ele era candidato a prefeito da outra cidade. E ele tinha um comício final, que se ele não fosse, ele poderia perder a eleição. Ele tava internado, mal. Ele falou: "Eu vou para lá". Ele mandou uma médica ir também para lá, amiga dele. E aí nós subimos num num avião de garimpo, aqueles avião que são amarrados com arame, sabe? Bem bem bem simples assim, monomotor. Foi lá, tal, beleza. O meu irmão eh foi no comício, passou mal, nem terminou o comício direito. E eu vi que meu irmão Tava
muito doente, falei: "Você tem que ir embora para São Paulo comigo, porque senão você vai acabar acontecendo pior aqui". Beleza. Ele marcou de voltar para cá com a médica no avião e eh num dia depois eu vim antes e eu subi no avião e de garimpo, esse avião de garimpo todo amarrado com com arame e eu e um piloto chamado piloto branco, o nome dele. Ã, quando tá no no indo de uma cidadezinha pequena, esqueci o nome Da cidade, pra Alta Floresta, ele falou para mim, ele pegou o rádio e pegou o rádio da Vinha
e começou alfa papatango, caminho alta floresta e o rádio nada. Ele falou: "Deu problema no rádio, ele pegou, largou aqui e tentou entrar embaixo do painel do do avião para mexer no rádio." Falei: "Não, não, não, pera aí, deixa que eu entro. Fica aí. Eu ajoelhei embaixo do avião porque eu sempre mexi com eletrônico, comecei a mexer nos cabos ali embaixo do Rádio. Fala agora, fala agora ele. Alô, papatango. E nada. Eita, agora e o o rádio não funcionava. Não funcionava. Falei: "Cara, o rádio não funciona". Ele falou: "ádio não funciona". E ele veio contando
histórias para mim: "Não, porque esse avião aqui já peguei tempestade que descascou toda a pintura. Eu lá em cima naquele avião, daquele daquele teco teco." Aí eu falei: "E agora? O rádio não funciona". Ele falou: "O problema é que vem um avião nessa Rota no mesmo horário". Ah, tudo nublado. Tudo assustar. Não, não assustar nada. Falei: "E agora?" Ele falou: "Caga na mão e joga fora". Falei: "Já tá lá, né?" Não. Falei: "E agora?" Ele falou: "Não sabe o que eu vou fazer? Eu vou subir com esse avião, vou subir outra altitude, sem falar com
a torre e vou numa altitude que não é o a altitude que os outros aviões voam." E pã subiu com aquele aviãozinho e foi lá Para cima. E eu o tempo todo com medo, no meio das nuvens, meio das nuvens, naquele aviãozinho ali. Aí quando desceu o avião, eu fiz uma promessa para mim que nunca mais eu voaria no avião pequeno. Pequeno. Eu nunca mais vou ir no avião pequeno. Nunca mais voei. Não, mas você tá que faço? Só vou em avião grande agora. Avião grande eu tô dentro. Avião pequeno maisão.Esão Jatão. Eu vou agora.
Avião pequeno eu não vou mais não. Assim vou voo comercial, né? muito mais seguro o voo comercial do que porque o problema da da do avião é manutenção, né? Você pega esses pica-pau por aí, vai fazer o quê? O cara nunca fez manutenção, ele mesmo fez, ele mesmo trocou motor, ele que arrumou. Tô fora. Aconteceu uma vez um um que tava no avião, um posto de emergência que foi por conta de uma senhorinha, mais de 80 Anos, ela acabou passando mal e a gente não desceu no destino que tinha, tá? Não, mas não tinha sido
no destino que tinha falado. Aí o avião desce bem rápido porque ele vai parar totalmente em outro aeroporto. Aí a maior loucura. E aí eu confesso que eu comecei a ficar com muito medo. E outra que foi tem nem 15 dias agora. Lembra quando eu fui para Ribeirão Preto? Agora foi mesmo Que lembra? Vocês lembram? Vocês viram lá nos stories? O pessoal também que acompanha viu lá. Eu eu comprei uma poste, eu acho que ela não tem nem dois meses ainda. E eu tava andando com ela e eu tava ouvindo louvor. Eu sou uma pessoa
quando eu viajo, eu gosto de ouvir louvor, gosto de me conectar. Porque eu digo: "Senhor, se não for na tua permissão eu chegar em tal lugar, o senhor me avisa e se for, o senhor me levará na maior paz." E o carro começou a sambar. Cels começava a sambar. Estranho, porque é um carro novo, dificilmente tem problema, né? O carro começou a se tremer todo no meio da estrada, ele parou. Eu já tinha caminhado, tipo assim, caminhado não, o carro já tinha andado meia hora. Carro novo, carro novo. Aí eu já fiquei com medo, né?
Você é olho gordo, talvez Acontece, né? Mas ele é abençoado. Eu mandei o padre Benzei e o pastor jogar óleo gedo. Quanto mais gente em prol, melhor. Pastor, padre. Aí eu fui, voltei, peguei o carro do meu marido, Carlinhos, e voltei com o carro. Prito, eu tô indo com o seu carro porque o meu ficou que ele vai pra oficina e eu tô indo porque eu preciso de uma presença VIP de uma festa eu preciso, é importante para mim trabalhar. E eu segui viagem. Aí quando eu chego, Eu chego para Recife, de Maceel para Recife
no avião, super tranquilo. Quando eu chego de Recife para Ribeirão Preto, mais uma vez eu disse: "Senhor, se não for tua permissão a viajar hoje, eu tô sentindo que eu não tô bem, tem algo estranho acontecendo". Aí o carro começou a sambar de novo. Não foi pior. No avião o cara começa a falar bem assim: "Atenção, senhores passageiros". A Amanda tá, né? Manda. Eh, o nosso Tivemos um problema no motor e o nosso avião não consegue decolar. Vai vir um outro avião para que a gente possa seguir a nossa viagem. Aí eu disse: "O quê,
Amanda?" Gente, vamos todo mundo embora. Ele disse aí, daqui a pouco vem uma outra pessoa, Celsus, que foi pior para mim, foi um absurdo. Aham. Disse: "Ó, foi informação errada, tá tudo OK com o nosso avião? Foi só uma assinatura que tem para o piloto se Assinar para poder seguir viagem." Eu disse: "Não, meu amor, quem falou primeiro pode estar com mais razão do que você. Vou descer. Celson, me levanta no avião de quem quiser ir vá com Deus. Que Deus abençoe, que não aconteça nada, mas eu vou embora porque já é o segundo sinal
que deu isso alto alto no avião. Amanda ri só desceu eu, Amanda, amiga, desceu umas 15 pessoas no avião. Porque naquele momento eu entendi que eu não precisava porque se eu pedir Um sinal, o sinal veio, eu digo: "Eu não vou ia jun você não ia não, amiga. Amiga, eu desci a mulher para de porque eles tm medo, né? que tipo assim perde dinheiro, tem que fazer todo remanejamento. Aí eu digo: "Não, meu amor, eu vou descer, é decisão minha, eu não quero mais ficar nesse avião." Porque imagina, ia ficar 3 horas de Recife para
Ribeirão Preto mal, passando mal, crise de ansiedade, achando que aconteceu alguma coisa. Aí só aí dormi, só viajei no outro dia, Cels. Aí fui na paz do Senhor. É. É, mas o avião chegou lá, né? Chegou, mas eu fico, mas graças a Deus, porque eu também não queria que a minha intuição se confirmasse, entendeu? Mas naquele momento eu entendi, velho, se eu pedir um sinal, aconteceu, não, não vou arriscar. Exatamente. É, você fez bem, fez bem, fez bem profe. Dormi em Recife, acordei no outro dia pleno, senhor, não forou pneu, carro. Tá Falando assim, a
gente tá falando essas coisas aqui, a cara da fatinha tá transformando agora. Ela vai com se blant triste. Se a fatinha fique tranquila. Fatinha, fique tranquila. Vai dar tudo certo. Você fatia muito mais para dar certo do que para errado. Tá empreendido? Mas tem gente, tem gente que tem medo mesmo e não tem, não tem jeito, não tem não tem tratamento. Faz até e hipnose, terapia Para poder para poder melhorar. Mas não melhora não. Não melhor. Tem um psiquiatra que me atende que ele fala que ele já curou, conseguiu curar muitas, muitos traumas de artistas
que têm problema com avião. Sim, com avião, né? Eu sei que você é um cara que sério quando você é na TV, obviamente fazendo seus quadros, só que na vida quando a gente tem oportunidade de tá de frente com o Celso Portioli, a gente vê que é Um cara totalmente também sem regras, né, amiga? Tem um cara do bem, um cara humano e tem um quadro nosso que é muito maravilhoso. Opa. Mas a gente vai quebrar regras, tá bom? A gente pode, pode. Então, momento intimidade, né? Momento intimidade. Cadê a musiquinha? Momento intimidade. [Música] Tem
musiquinha? Tem. Oi. Eita ferro. Entrou a música, produção. Entrou a música de telesexo aí. Olá. Eu sou agora. Agora. Ah, essa vozinha aqui. Agora eu entendi. O meu nome é Fatinha, O terror dos pilotos. Eu quero pegar o piloto desse avião. Mais fácilo. Ai, meu Deus. Vamos lá então. Momento intimidade. Momento intimidade. Pois não. O que você não quiser responder, você não responde. Tá bom. O povo ama esse quadro. Vamos lá. Você começa ou eu? É melhor você pr taça frescura para começar. Deve ter o trem ruim para responder. Não, não. É só porque a
gente não combinou nada que começa. Mas vamos lá. Vou começar. É você que começa. Tá fugindo hoje. Tudo bem. Foi ótimo. Parece aquele meme. Foi ótimo. Celson, qual é sua posição favorita? Eita! Conta, conta, conta, conta, conta. Minha posição favorita. Não que eu fique, que a outra pessoa fique de quatro [Risadas] aqui que eu vou falar que é de quatro, ó. Se eu falo que é de quatro, falou, [Risadas] né? Certo. Pois não, manda. Eu queria saber Hã o que é que você gosta de dizer na hora H. Sua vagar. [Música] É. Hum. Eu gosto
de falar besteira. Conta uma sou uma besteira. Ai, meu Deus, que vergonha. Você gosta que ela te conte ou que você conte? Os dois. É uma safadeza. Ô, Celso, ela te chamou de queij? Eita Festa, tem vergonha. Tarado. Eu sou sem vergonha. Na verdade, eu não tenho vergonha. Você não tem vergonha? Não, sou sem vergonha. Que que que você fala na hora? Viu como trava? Ah, trava. Eu falo muito. Vem, meu cachorrão. [Risadas] Vem, meu cachorrão. Auau. Au. Cuidado para não enroscar. Cuidado para Não enroscar, cachorro. Enrosca, hein? Enrosca. A só sai com água quente.
É só sai com água quente. É. Não sabia. É. Ah, é. Não sabia não. Cachorro enrosca. Fica um de costa pro outro assim, né? Aí tem que jogar água quente. O pessoal do nordeste. Não, não pode fazer não. Água quente não. Jogar água. Jogar água. Meu Deus, me perdoe. Água quente não. Ah, não. Jogar água com a torneira. Não que eu fiz isso, mas no nordeste o povo joga água. Não joga água quando quando engata, né? Ai, é em casa. Agora quente não, pelo amor de Deus. Em casa, em casa. Minha mulher também faz isso.
Ela joga, joga a água aí encolhe. [Aplausos] [Risadas] Então é gelada, viu? Mi cando joga gelada mcha. Ixi, desaparece. Fica parecendo uma tartaruga. Vai a cabecinha para dedo. Valeu. Valeu. Tem mais uma? Não, eu tenho mais uma. Deixa eu pensar. Eh, são sempre essas, né? Mas vamos lá. Qual foi o lugar mais diferente que você já fez, amor? Na cama. Não, tô brincando. Foi, caramba. Foi vários lugares. Vários lugares. [Música] Qua um. Vou falar um que eu já fiz. N. Tu já fez no seu programa? Não, no programa não. Ah. Seu camarinho não, nunca fiz.
Onde onde se ganha o pão não se come a carne. Boa. Eu já fiz na escada de condomínio. Hum. É. Eita. É uma boa. É. Imagine a emoção. Se alguém abre a porta, você escuta. Eita, ia ser bom. Não, mas a minha primeira vez que eu fiz amor na vida é muito boa. Se eu puder contar, conta. Conta, conta, conta, conta. Eu tinha 17 anos e eu era virgem, né? Aí Uma uma menina muito bonita da cidade começou a dar bola para mim. Eu falei: "Acho que eu vou ter alguma coisa com ela." Eu tinha
17 anos. Eu peguei o carro, imagine naquela época não tinha nem carteira, né? Estádio muito pequena. Eu passei na casa dela, peguei ela, coloquei no carro. Aí era uma caravã, lembra daqueles caravã? Parece um carro de funerária, né? Bem grandão, né? Aí, onde que eu vou levar, né? Não tinha grana para motel. Aí tinha um lugar bem No centro da cidade que era meio alagado, mas estavam fazendo uma estrada assim pro fundo do terreno assim. Então tinha uns 200 m para entrar assim e tava cheio de tubo desses de para colocar encaramento bem grandão assim.
Então só tinha passagenzinha assim. Aí eu parei o carro lá, vidro fechado, eu não sabia fazer direito, né? E tá e tal. E vai e vai tu e vai tava bom. Aí de repente, imagine, era só uma Estradinha fininha, eu coloquei o carro aqui. Aqui tava cheio de tubo assim de de construção. Só que essa era uma estrada única assim pro fundo do terreno. De repente, na frente do carro, quando tava tudo embaçado o meu carro, acendeu uma luz. Era um carro que tava de frente querendo sair. Meu Deus. E agora? E eu tava pelado,
ela tava pelada e aí eu peguei, engatei ré. Quando fui oler para trás não enxergava, tava tudo embaçado. Eu falei: "Eu vou cair no Brejo, eu vou bater nesse estumo, vou cair no brejo, entendeu?" Eu fui pelado. Eu fui dando eu fui dando ré, né? Fui dando ré, fui dando réte. Até eu fiquei confuso. Fui dando ré, fui dando ré, fudando o ré, fudando o ré, fando ré, fudando ré. Aí eu eu me assim devagar, aí eu consegui sair. Quando eu consegui sair, o cara vinha vindo assim de frente Também, mas ele não sabia que
tava acontecendo, né? Então ele tava, eu tava com carro e ele e ele querendo sair. Aí eu saí, entrei no asfalto assim, falei: "E agora?" Falei: "E que que vai acontecer? Que eu vou fazer, né? Que que eu fiz? Eu fugi, eu peguei o carro e passei no centro da cidade dirigindo pelado. Bem pleno, né? Você imagine se eu bato o carro. Meu Deus, Que loucura, né? Passei ali e foi a minha primeira vez. Foi muito legal. Primeira vez ninguém nunca esquece, né? Ah, foi muito legal. E aí lembro até hoje ela falou assim para
mim, eu achei, eu que eu quis dar de bacana que eu sabia das coisas, né? Eu acho até hoje foi meu irmão que mandou aquele safado ela fazer isso comigo porque depois ela falou assim para mim: "E aí agora você não é mais virgem". Deu certo o plano, não foi? Deu certo. Ai eu acho que foi meu irmão. Foi bom. Deve ter sido. Mas não ficou um trauma não. Ficou coisa boa. Não, ficou coisa boa. Porque você lembra do que você fez, não do que aconteceu. Exatamente. Agora agora. Agora tem dinheiro, não precisa enfiar o
carro nos buracos, né? Agora, agora, agora no asfalto. Agora é no asfalto. Cel, você já, você já usou o carro para fazer As coisas? Já. É, é bom. A minha tia tá aqui. Minha tia tá comida. Tá comida ela. No ônibus. No ônibus. Ônibus. Jet ski. No jet ski. Foi no m distante lá em Piranga. No jet ski. Faça com a Susana. Ela vai arrumar depois no jet. Ah, nunca pensei na bicicleta. Não, não, bicicleta muito pequena. No equilíbrio, né? É, não, no equilíbrio. Aí você sabe daquela que o cara deu a carona pra menina
e ela falou: "Nossa, o cano da sua bicicleta". Ela sentou, não tinha garupa, né? Ela sentou No cano, falou: "O cano da sua bicicleta é muito duro". Ele falou: "Que cano? [Risadas] Eita, filha da Esta safadinha, que besteira. Ô, Celso, você prefere sexo romântico ou sexo selvagem? Ah, selvagem é mais gostoso, né? Não, depende os dois, né? Tem dia que você tá mais romântico, mais devagarinho, os beijinho bom. Tá. Quando você trabalha muito, deve pass romântico. Romântico. É, agora tem dia que você tá mais doidão, né? Você quer você que bicho pega? Eu já fui
bom nisso, rapaz. Me lembro. Fui bom nessa bagaça. Foi bom. Você, você foi bom. Você, você é aí, ela não faz nada, nada. É a santa do pa. Ela tem cara, ela tem cara de freira. Tem freira. Não tem nada. Plateia, gente. Plateia de freio não tem nada. Esse aqui, porque assim, todo mundo falava para mim que eu tinha cara, quando era mais novo, eu era bonito quando era mais novo, que eu tinha cara de safado e eu era safado mesmo. Você tem cara de safado? Eu tenho. Tem cara assim, não é safado de fazer
safado, de fazer besteira, Não. É safado no momento. Ali al ali você acertou. Ó, a gente tem que ser tem que se jogar quando no assunto é quatro paredes, né? Exatamente. Tem que tem que dar o nome, por exemplo. Já já realizou as suas fantasias? Não, ainda falta algumas. Falta algumas. Eu tenho medo de realizar todas e daí ele vê que realizou e correr com os Outros, né? Não pode. Ah, não pode ser. Tem que saber que ainda vai. Eu tenho até vergonha de perguntar para que ela é muito novinha. Não sei. Você você sabe
que que é sexo? Ô, Celson, mas a Camila é você é muita tem sempre o Ol, tá dando até choque, ó. Tem sempre o da família que é mais dado e um que não é. O Lucas aqui da nossa família aqui, ele é o mais dado. Eu sou mais né? Vê se Tá vibrando. Mais low profile nesse momento, né? A mais quieta e a mais sona. É sonça. Você tá você gosta de falar? Gosta de a a Camila tem cara de quietinha assim. Mas isso aí, meu filho, é um é é uma pólvora. É pólvora
isso aí. Pega, pega fogo, pega fogo. Você sabe que quem, quem é assim comigo e o Celson, quem quem lata demais não morde, mas assim que fica quietinho é mineiro. A primeira mordida é não escapa. A valeu. É bom falar com essa voz aqui. É legal porque fica mais leve, né? A pessoa fica mais animada para falar. Fica mais leve. Eu juro para você que eu tirei um uma parte, você tava falando assim, ó. É, a gente fica forçando um pouquinho assim Voz, né? Sim, hein. Então, e o que eu tava dizendo, não mudou o
meu. Nossa, eu tenho mais um, mas eu acho que eu não vou poder perguntar essa. Que que você vai perguntar? Você é homem casado. Que isso? Posso perguntar? Ah, você voltou essa voz dos infernos que vai falar agora. A, não vou responder não. Eh, me desculpe você, a Susana. Eu sei Que você é um homem casado, com três filhos, mas é só uma dúvida, viu? Pois não. É uma amiga minha. Sim. Quia é ela. É ela. Queria saber se você já fez ou se você faria. Nunca fiz. Nunca fiz. Agora não dá mais tempo não.
Agora já foi. Eu nunca fiz. Eu nunca fui bagunceiro assim de fazer. Dá pr ver. Não, assim. Deixa eu pensar bem aqui. Certo. É. Não é que eu nunca fiz não, mas eu nunca fiz. Essa história que a gente vê aí que fala daquelas que tem Nova York, já viu falar? Não. Ai, Nova York, desculpa. Ei, não, pelo amor de Deus. Lascou. Olha Nova York. Não, mas Já tá voltando. Já tá voltando. Já tá voltando. Não, mas tem tem dizem que vicia igual droga. A tal da da diz que vicia igual droga. É. É. E
eu tenho uma amiga minha que era casada há 10 anos, trouxe uma melhor amiga para fazer e daí o marido se separou dela e acabou ficando com essa melhor amiga. É lógico. Mas é sim, porque porque se apaixonou se apaixonou. Acho que acho que a mulher conhece melhor a mulher, não sei. E acabou presenteando ela com BMW e tudo. E ela disse que jamais faria mais amor atriz. Porque acontece a pessoa se apaixonar. Acontece se apaixonar. É verdade. Nunca nunca fiz nada. Era assim. O marido que apaixonou com a melhor amiga da mulher. Ela se
apaixonou. A mulher se apaixonou com a mulher? Não, não. A a o marido e a mulher a mulher levou a melhor amiga para ela apaixonou com a melhor amiga. Com a melhor amiga. Aí deixou ela depois de 10 anos e acabou dando uma BMW para ela. Não, pera aí, pera aí. O marido se apaixonou pela amiga. É, pela melhor amiga que a filha da peste Tinha levado. Burra. Tá. Ah, não. Eu achei que a amiga tinha, a mulher tinha se apaixonada pela amiga e largado o marido. Não, antes fosse ela tem que o marido. Ah,
ela perdeu o marido pra amiga. pegou o marido. Ah, mas não precisava nem levar três porque tem muitas que perdem pra melhor amiga. Tem amiga que é fura olho. Você toma cuidado, viu? É, Inclusive ele tá aqui. É perde. Eita, que que que você falou? Que nome paquera dela tá aqui no Tá aqui. A paquera tá aqui no estúdiois. Ah, essa voz produção. Acabou esse quadro. Aquele cara bonito. Acabou esse quadro. Aquele cara bonito ali. Seu seu paqueração. Olha, você vê conversara é bonito, hein? É bonito. Ele é meu xará. É seu xará. É Lucas
também. É. É Lucas. Não, é João. João é galão, cara. Fre, Alfredo, a cara dela é Alfredo. Alfredo, é Alfredo, é Frederico. Ah, ele se apresentou. Frederico, cara, é bonito, hein? Cara é bonito. Cara é bonito. Ô, produção, coloca aí a musiquinha da Plateia que tem mais uma que quer muito fazer uma pergunta pro Celso. Mais uma, mais uma. Vem pr cá, meu amor. Vai, vai, vai, vai, vai. Deixa que ela me pede aqui para fazer mais uma pergunta, amiga. Pro Celsi aí. Pode ser, rapaz. Camila mostrando as é a sola. Primeiro eu quero, tá
bom? Tá bom. Tá bom. Primeiro eu quero dizer que é uma honra de conhecer conhecer gente de verdade. Prazer é meu. É muito difícil encontrar pessoas de verdade e você com a sua essência. E tô muito assim, tô muito feliz. Que bom. Hoje eu virei uma fã sua. Ah, é? Muito obrigado. De verdade, de verdade mesmo. Eu sempre quando eu encontro Lucas, eu falo que é Muito difícil. Eu nunca vi alguém ser de verdade como é atrás das câmeras, ser com conosco assim, com as pessoas. Aham. E nossa, você é a mesma coisa. Eu sou
é o pessoal fala que é a mesma coisa fora da TV. Ele é melhor pessoalmente ainda, né? Melhor nossa, a sua energia é boa, sabe? Eh, eu sou reikiana, então, tipo, tudo é energia. Eita, minha filho, que quebrou o negócio no início. Me conta, me conta. Então, tipo, tudo é energia. Então é é acho que é muito, muito legal, sabe? Tá aqui nesse ambiente assim com pessoas assim com energia boa que legal. A gente sente, né? Mas a minha pergunta é: Ai, lá vem, eita, lá vem produção. Ela elogiou, elogiou, elogiou. Agora vem, Agora vem
a Paulada. Para você ver, trouxeram uma pessoa que entende de de reana para fazer uma pergunta. Quer dizer, para ela aguentar a pancada da pergunta. Deve ser a pergunta braba. Vamos lá. Ainda consagra as medicinas da floresta. Tá. Ah, muito bem. É, mas tá. Vou lá na pergunta, tá? Pode, Pode. Manda, manda o sapato. Manda o sapato. Quero nem Você gosta de brinquedinhos na hora H? Eita, filha do mãe. Eita, menina. Cadê a vozinha? Cadê a vozinha para ficar mais leve? É agora a voz. A alegria. Eu acho que é depende. Depende. Se tá precisando
de algo mais para dar uma animada, tem que usar. Tem que usar. Mas eu não tenho nenhum brinquedinho em casa. O único meu brinquedinho é de armar que só precisa de você, né? É, precisa só de mim, da sua cabeça. É, fica igual aquele que tá no queixo da Fátima da Fatinha. É o único brinquedinho que tem. Amiga, Tem noção que a gente nunca imaginou o S falando disso? Eu nunca vi ele falando essas coisas. Vocês não sabem, vocês me conhecem. Eu falo de besteira. Depois vamos pra casa dele, né, amiga? Vamos, vamos pra gente
conversar ou na nossa tomar um vinho. É verdade. Tomar vinho é bom. Você toma vinho? Tô, tô tomando um pouquinho. Não, você tá brincando. É que eu não eu Não posso tomar que eu tô dirigindo. Eu quando tô dirigindo eu não bebo não. É bom. É bom esse. Hum. Esse é bom, hein? Voltou. Esse vinho é bom, hein? E os meninos que tá com você, Cé? Você faz parte da sua equipe? Faz parte da minha equipe. Faz parte. Você tem equipe grande? Não muito. Tá aumentando agora por causa do podcast, mas durante a pandemia eu
e Mitinári a gente segurava tudo. Tem o Guilherme que trabalha também com a Maisa, né? Cuida da Maía, cuida de mim também nas redes sociais. E o Mitinário lá segurou a ponto muito tempo. Agora, agora a equipe tá crescendo, já tem bastante gente, tá aumentando bem. e vai crescer mais, que eu preciso contratar mais pelas ideias novas que eu tô tô implementando, não só não só de de online, não, outras coisas também. Vai vai contratar mais pessoas. Eu sempre contratei muita gente, assim, é, eu na época do rádio, quando eu comecei no rádio, cada rádio
minha tinha 40 funcionários, era bastante gente trabalhando. Agora tá diminuindo um pouco porque o rádio tá precisando de menos pessoas, tá ficando mais difícil também a publicidade vai pulverizando, mas sempre tive bastante funcionários assim, é legal da empregar, né? empregar. Não, eu acho que A coisa que mais gera valor na vida é quando a gente cresce, contribui e as pessoas que estão na sua volta conseguem mudar de vida. Exatamente. Isso é importante. Elas mudam, né? Você vai vendo que vai, Amanda é uma prova minha que trabalha comigo, né, Amanda? O quanto de coisas que eu
fico feliz quando ela realiza, porque eu falo Amanda é um ecossistema que todo mundo precisa estar bem pr as coisas começarem a fluir. É o mesmo propósito do caminho, né, amiga? É verdade. É verdade. Esse microfoninho você vai ter que dar um talento nele, né? Tem, tem. Não, acho que é por causa que de ficar mexendo nele toda hora pr pra plateia e tudo mais. Amig, vou deixar você seguir com Celso porque eu vou só pro banheiro. Aí eu já volto com a pergunta suspens. A gente vai de passo repassor né lá Rapidinho. Então eu
tava pensando nisso. Falei: "Não, não." Eu falei: "O Lucas tá tomando aqui tomou três baldes aqui de de Eu falei: "Ele não vai no banheiro. Aonde que cabe tudo isso? Não é porque eu tenho um espaço reservado aqui que eu vou." Pois, ô Celson, eu tomei eu tomei muita água também para poder equilibrar, né? A que você quer dizer que você vai ficando alegrinha no vizinho ficando alegria. É, Você acha que essa pergunta ele joga essa pergunta vem no final porque ele já tá doid. Quando vão me dando tipo assim, chegou a hora luc da
momento intimidade eu disentão chegou a hora. Vou tomar mais um pouquinho de vinho. Essa aqui eu acho que é a segunda. Você tá ótimo, mas tem que tomar. Tem convidados que vem para cá, não vou mentir. Já aconteceu da gente tomar quatro garrafas de vinho, não foi? A Entrevista vai até três, quatro, flui. Mas nem sempre, por exemplo, agora porque a entrevista tá gostosa, mas nem sempre eu bebo, sabe? Mas se eu beber vocês não falam mais, porque quando eu bebo eu falo mais que a boca. É que ultimamente eu não tô bebendo muito. O
médico me autorizou beber, sei lá, duas taças de vinho. Duas. Posso beber toda semana duas taças de vinho. Eh, mas não pode ser uma taça por dia, pode até ser. Não, uma taça por dia é Muito para mim, mas assim, a cada dois dias beber uma taça eu posso. Mas eu não bebo. Eu ultimamente tenho bebido muito pouco. Eh, ontem eu abri um vinho, tava até com vontade de tomar vinho ontem. Dei até água na boca. Você sabe que eu ó, das coisas que eu eu parei de tomar café, eu tomava 25 expressos por dia.
25, 30. Durante o domingo legal que tem 1 hora e 40 ao vivo, eu tomava oito. Caramba. Aí quando eu voltei da cirurgia, me vio um clique, não tomo mais café. Nunca mais tomei café. Eu não sou fã de café, não tomo? Então faz um ano e meio que eu não tomo mais café. Doce eu gosto. É difícil parar com doce. Como muito pouco hoje. Eu comia mais. Às vezes eu passo semana sem comer doce. Mas uma coisa que eu vejo e me dá água na boca, eu tenho vontade de tomar é vinho. Engraçado isso,
né? Mas eu não tomo. Raramente. Tomo. Algo que você assim, se permitisse você ia tomar vinho. Então não. O médico permite, ele fala: "Pode tomar, não tem problema. Um bom, bom vinho você pode tomar. Então vinho bom eu mando para baixo." Esse é bom, né? Produção? Se não for, vamos trocar depois dessa. Tá bom. É, eu vi ali a 1,90 a garrafa ali. Eita Celso, pelo amor de Deus. É meus velhos padre Cist que eu tomava no Nordeste. Olha, a família toda já tomou Aqui. Vai lá, vamos organizando. Passa. Cadê? Vamos organizando torta na cara.
Cadê os pratinhos, Amanda? Acho que eu acho que ele vai ler mais pergun. Ele vai levou papel, vai ler mais pergunta lá. Acho que é, né? Os pratinhos, o chantil. Olha, Celso, a produção separou, tá, umas perguntas. Você tem o número do Celso aí, Amanda? Tem. Manda para ele, então. Que ela, a produção separou umas perguntas que você vai fazer para mim, pro Lucas. Ah, é. Vocês vão levar tortada? É. Você quer que a gente dá tortada você? Não, não quero tortar não. Não, não quero não. Quero. A gente quer. Se você quiser. Não quero.
Não quero não. Mas aí a produção separou umas perguntas, vai te mandar e você pode Fazer pra gente. Manda com a resposta para ele. Mand, manda aqui que já eu vejo aqui. Mas você quer para fazer pergunta mais fácil? Sabe como faz? Mas assim, se você quiser me dar uma, né? Você quiser me dar, quer que eu passo tudo para você agora, não é? Ai, vamos fazer só o Lucas levar tortado. Eu tô tão chiqu ai por favor. Ia ser muito inteligente. Pega as perguntas difícil tudo. Se ele der tortada no seu cabelo, eu vou
brigar com ele. Pois é. Não, por favor. Gente, eu fui no salão hoje. Aqui, ó. Aqui, ó. Ah, mas tá fácil essa aqui. É, não, não tá tão fácil assim. Qual em que está? É, tã quanto? Ah, se você Mas como que vai fazer? Quem vai responder primeiro? É uma pergunta para cada. Então a gente pode bater em algum lugar aqui, né? Acho que a gente pode ser uma pergunta para cada, né? Pode é, pode ser no paro ímpar também. Isso. Para o íar. Toda pergunta para o ímpar. Isso. Perfeito. Então tá bom. É daí
tem mais, tem é por sorte. Tá beleza. Aí nisso aí é acho que prepara na hora, né? Que acha? É melhor, né? Melhor senão, senão murcha, né? É. É. Tem que Aí, então, então nós vamos fazer, então nós vamos fazer trollagem. Vai direto na cara do cidadão. Vai. Então nós vamos fazer a trollagem com Lucas. Eu vou acertar todas de verdade ou não? Vamos, vamos, vamos real, né? Vamos real, vamos real, vamos real. Você sabe, vamos real, então. Você sabe que que Mas se ele passar no meu cabelo, vai ser tadinha de mim. Gente, você
sabe que na Você sabe que na televisão é eu sou muito sério com game, assim, eu não gosto não, não. Eu também no meu canal, meu filho, não gosto de fazer nada falso, nada falso, nada combinado. Nada. Eu lembro que uma vez eu tava fazendo a sessão, sessão primiada, era um programa que tinha um uma pirâmide Assim, um triângulo, né? E aí tinha um prêmio de R$ 5000, R$ 10.000 e o prêmio final era R$ 10.000. Então as pessoas assistiam o programa, anotava as palavraschave, no final falava comigo e escolhia um número de 1 a
10 para ganhar os R$ 10.000. E eu tô fazendo R$ 10.000 era como se fosse R$ 100.000 hoje na época, eu acho, mais ou menos, porque faz muito tempo, né? Aí eu tô lá e a menina falando comigo: "Oi, que número você escolhe?" Ela falou: "Número cinco". Falei: "Ah, número cinco, você quer mesmo número cinco? Não quer pensar melhor?" Ela falou: "Número sete". Isso. Falei: "Olha, não vou abrir ainda. É o número sete, é o número sete". Ela: "Não, falei: "Você não quer mudar". Ela falou: "O número nove". Falei: "Vou abrir o número nove". Eu
abri o número nove, ela ganhou os R$ 10.000. O Silvio Santos estava assistindo. Uhum. Tocou o telefone do switcher que fica lá em cima. Falaram: "Celso Silvio, quer falar com você". Era o final do programa. Daí eu fui falar com ele no telefone e falou: "Ô, Portioli, você ajudou a bolsa a ganhar". Eita. Eu falei: "Eu acho que sim. Acho que eu dei uma força para ela." Ele falou: "Pois é, se você ajuda alguém a ganhar R$ 10.000, eu tenho que ajudar alguém a ganhar R milhão deais". Ele falou: "Em jogo, em game, você tem
que Ser justo. Não tem bonzinho e nem mazinho. Você tem que ser justo." Outra coisa, o dinheiro é da televisão, não é seu. Se você quiser fazer bondade, faça com seu dinheiro. Maravilhoso. Maravilhoso. É o que eu tava falando aqui pra gente roubar, que eu ia acertar todas as perguntas. Aí eu tomei essa aula aí. Filha mãe. Não, não, mas deixa eu, te, deixa eu dar Justificativa. Fui no salão hoje, meu cabelo tá limpinho, então se você prometer que vai fazer só no meu cabelo, na minha cabeça, depende do cson. É, acho que acho que
não, acho que tem de no cabelo. Não, no cabelo não. O cabelo dela tá tão lindo. Tá lindo seu cabelo. Não sei se eu quero. Ô, gente, eu amo, amigo, Você já causou intriga com Olha que cabelo bonito. Dá trabalho dá não. Não. Fui lá no salão, hoje só lavei e fiz escova mesmo. É, por isso que eu não deixo o meu crescer. Dá um trabalho. Vamos lá, Lucas. Vamos lá, Lucas. Ele já está com as perguntas. Tá. Então não vai ter batebola não hoje? Vamos, né? É verdade que nós vamos sair sujo. Verdade. Então
tá bom. Cel rapidinho. Você já vai falar porque a gente vai finalizar com o na cara. Pelo n pelo nível das perguntas quando falou bate bola. Falei deve ser sacanagem também. É. Não. Ô Celso, fica tranquilo que agora é aquele momento que a gente que eu falo uma palavra para você. O que vê na sua mente? Você faz. Tá bom. Vamos lá. Aumenta aí, produção um Pouquinho. Vamos lá. Vai começar agora. Brasil bate bola. Celso que eu pergunto é bater uma bola literalmente, tá? Vamos lá, Celso. Deus tudo sucesso. É. Ah, é bom. Às vezes
é só uma palavra, né? Opa, bati o nariz aqui. Meu maior medo. Eu menti, o nariz cresceu. B Cresceu. Tá vendo? Meu maior medo. Não precisa ser uma palavra só, não. Ah, não precisa ser uma palavra só. É uma frase que sabe, é meu maior medo. Meu maior medo é ter medo. Seu maior sonho, saúde. Teus filhos, amor infinito. Susanne. Ah, mulher da minha vida. USB. Minha casa. Minha segunda casa. Silvio Santos, um pai para mim, sua maior conquista até hoje, meus amigos. E de Celson, esse momento agora vai ser um momento bem especial, né,
amiga? Você olhar para aquela câmara ali, Celson, o Brasil todo te conhece, além de te Conhecer, ele te ama. Mas é aquele momento que talvez as pessoas não te conhecem, não sabe da onde você veio. E de Cels Portioli para Cels Portioli. E uau, muito bom, muito bom. Ó, a gente tem um momento aqui também que é o reals motivacional, que é aquele, sabe aquele reals que você reposta no seu history, aquele como uma mensagem legal que você quer levar pra vida e tal. Então, uma mensagem que fez parte da sua vida, uma frase, uma
Uma coisa que você quer passar pr as pessoas e se você quiser pensar um pouquinho, traz o quadro aí, produção, nosso quadro. Eita! Que você vai assinar de participação. Vai, eu que agradeço. Essa assinatura de milhões tem que tá aí. Nesse quadro. A reta aqui, ó, para ele colocar. Cel aqui é só os convidados que passaram Nessa quarta temporada e como a gente vai ter muita gente ainda, então tá só começando esse quadro. Vai ficar lotado de assinatura. E agora é a sua vez. Onde você quiser. Aqui, aqui embaixo. Você que manda. Como eu sou
um gatinho, vou botar embaixo do gatinho. Boa. Ó, Celso aqui. Ô, gente, lembrando que você acompanha canal de cortes também aqui no YouTube. Tudo é podcast, gente. Canal de corte, Instagram, TikTok. Estamos na no Spotify, na Dieser também, né? Em tudo. Tem gente que ama assistir nossos podcasts e viajando, colocando lá no som do rádio. É muito bacana. Tem amigos meus que fazem isso no carro e tal. Então assim gente, é isso. Se você perdeu alguma entrevista, assista que todas as entrevistas até agora tá muito incrível, muitas histórias bacanas. Assina tudo aqui do céus. Cadê
gente? Foca aqui ó. Foca aqui ó. Quarta temporada aindo do gatinho que ele é um gatinho. Um gatão. Pronto. Aí ele é miau. Miau. Então momento reals motivacional e vamos pro torta na cara. Momento reals. Tem que falar alguma coisa para aquela câmera. Pode falar virado. Pode falar olhando. É pr você. Ô Celo, eu posso talvez lhe dar Um vi aí só para você formalizar mais assim na sua mente, o que você diria pro céus de antigamente, o céus que você se tornou hoje, né? Valeu a pena? Não, mas é ous motivacional é uma vibe
também que ele é uma frase que ele pode levar pra vida. É dele assim, mas ele pode juntar tudo, entendeu? Tudo. Junta tudo, junta tudo. Arrasa. Caramba, Difícil, hein, motivar as pessoas. Eu acho que a gente erra todo o arremesso que a gente não tenta. Quando você não pensa em desistir, o sucesso é inevitável. Então, você pode ter momentos de dificuldade que você acha que você não vai suportar ou que você não vai chegar, mas o importante é não parar. Quando você para, você não vai a lugar nenhum. Se você der o próximo passo, por
menor que seja, você está indo adiante, você está se movimentando. Então, nunca pare, tenha fé em Deus e Deus vai te honrar não seu tempo, mas no tempo dele. Nossa, arrasou, arrasou. Eu sou coach, eu sou coach, eu sou coach. Ah, essa é a vibe. Ele pegou, peg. Você Tá do coach real, viu? Vamos então pra nossa torta na cara. Vamos embora. Oi meu pai misericórdia. Tem as perguntas aqui, né? Tira o fone. Eita p para não sujar porque sen não vai queimar né fia? Pois é. A vai ter que pagar. Vamos lá então. Me
conta aqui ô Lucas para o ímpar. E ele vai fazer uma Pergunta para você. Acho que para o ímpar é melhor para decidir quem vai quem vai. Você quer ímpar? Nossa senhora. Vai, vai muito, hein? Deus meu. Pode pôr muito. Gosto de destruir. Olha só. Danou. Ai ai ai. Ah essa não é igual do Cels que é gostosa não. Você é ruim pra peste. Gordura pura. Para tomar banho tem que Tomar banho de detergente. Para eu ganhei. Eu começo. Vai. Ai meu Deus. Começa. Se você errar você leva a torta. Ok. Isso. Isso. Ou você
errar nessão os dois juntos. Tá. Não, porque não tem botal pergunta. Atenção. Quem nasce no Tá bom. Vamos. Quem? Quem bater primeiro? Não. Então é melhor. O que que você Acha? Quem bater primeiro? Quem bater primeiro? Vai bater primeiro onde? aqui na mesa. Não, quem pegar essa uva primeiro. Tá bom. Vai. Você tá tá você vai perder que a uva tá difícil aí. Aí, pronto. Aí, quem pegar a uva primeiro? Mão na orelha. Mã mão na orelha. Quem nasce no estado do Rio Grande do Norte é chamado de Uh é chamado de Não, gente, pera
aí. Quem nasce do estado do Rio Grande do Norte. Culpa nossa ignorância, galera do Rio Grande, pô, pô. Ah, essa é boa. Pô, poti. Ah, não. Potioli. Não, Poti não. Que isso? Plateia. Não, não sabe. Não sabe. Não sabemos, não sabemos. Não sabemos. Desculpa a nossa ignorância. Potiguar. Tá. Pergunta. Valendo uma tortada, qual é o estilo musical cantado pela dupla Jorge Mateus? Sertaneja. Essa até minha avó sabia também. Ai, torta nele. Vai, vai levar. Ai, tadinha, amiga. Senhor, [Música] ai, ai, ai. Bora a uva, né? Põe a uva aqui. Pronto. E o microfone. Pera aí,
pera aí. Quantas tortadas serão? Quantas tortadas? Não sei. Gan o papelzinho. Vai, vai fluindo, né? Vai, vai. Qual? Não. Em que estado nasceu? Em que estado nasceu a cantora Ivete Sangal? Nossa, a uma até estourou. A uma até estourou. Qual fo? Qual? Não, pera aí. Pelo amor de Deus. Salvador. Gente, velar nasceu Salvador, não foi? Mas Salvador é a cidade. Não, pera aí. Você falou estado. Estado. Falei estado. Ô, Celso, Bahia para Salvador é um pulo. Ai, gostei não dessa, viu? Celso me ajuda, meu amigo. O Celso gosta dessas casquinhas de banana. que eu já
errei umas três vezes no programa dele. Eu também errar. Eu também errar. Você errou que eu não deixei você bater mesmo. Cadê a uva? O aqui. Pronto. Aí, meu Deus do céu. Vamos embora. Pergunta o céu. Pera aí. Mat. Ai, meu Deus. Vai chegar minha tortada galera. Matemática quanto é 7 x 7? 7 7 14 + 7 21 + 78 + 75 + 7 42 + 7 49. Ó, como que ela faz? 49. Certa a resposta. Ai, Meu Deus. Lucas, que que tá acontecendo com você? Me ajude, Eita, essa foi viu? Ô, meu Deus. Essa
torta dela vai garantir o cabelo. Eu vou finalizar com com a olha para poder vou finalizar com seu rosto seu cabelo. Gente do céu. Vamos pra última. Ú. Ei, não vou tomar não. Deixa eu acertar que a gente para, Celso, vamos Acertar uma que eu paro. Vai, vamos lá. José Gomes da Silva. José Gomes da Silva. É o nome de qual famoso sambista? José Gomes da Silva. Ah, pois. Zé. Zé. Oh, Zeca Pagodinho. Zeca pagodinho. O C deu. O CO deu. Mas ele deu a dica para mesmo jeito que você. Sa que era o Zé
do caixão. Zé. Zé. Eu Zé do caixão. Amigo. Vai dá uma tortada em mim. Pode ir. Não, não, não, não, não, não, não, não, não. É justo. Tem que dar em mim. Tem que dar em mim. Sou just essa daqui que você vai guardar para eu tive uma ideia para mudar a regra aqui. Eu tive uma ideia, mas dá para mudar não, não tem ideia boa. Vamos fazer o seguinte agora. Festa, tá ó. Vamos fazer assim, ó. Quem somar a maioria das três uvas, vou fazer três perguntas. Quem tiver a maioria dá tortada, ok? São
três perguntas valendo uma torta. Vamos lá. Não, mas espera. Ah, tá. Você fez uma pergunta, acertou. Acertou a segunda, dá tortada no outro. Pode ter uma disputa agora. Você tem chance, hein? Vamos lá. Vamos lá, Lu. Para encerrar, Thago Abravanel é neto de qual já tem uma uva. Já tem uma uva. Pera aí, calma aí. Ah, e por que que agora não tamanho tá fazendo? Tem duas. Por que que foi inventar isso agora? [Risadas] Qual o principal ingrediente da feijoada? Ah, Primeiro ela feijão. Arrozão. É a última agora. É um arroz. Ai, meu Deus. Agora
a última. Vai. Você tá mais perto, Complete o ditado popular. Digão. Digão. Eu me peguei. Você bateu. Ela voou. Vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai. Ele cismou de estourar as uvas De grão em grão que a galinha enche o bico. A não, não, [Risadas] Lucas. Enche o papo, amiga. Eita que ódio. Eita que ódio. Celso. Dele meu Celso. Papo, né, amigo? Velho, pode. Vai, vai, vai. Dá a tortada em mim para encerrar esse Quadro. Toma. você não me ajudou não hoje, viu? O C me ajuda mais no programa
do que aqui. Meu Deus do céu. Gente, obrigada a todo mundo que acomou Celso, obrigada por ter vindo, viu? Você é incrível. Eu acho que eu fiquei nervoso com acertei uma. Que isso? Ele vai dar em você, viu, Celson? Pelo que eu tô entendendo é em você. Não vai nada. Ai, amiga, porque só mudei o papo, ó. O papo pro bico é da galinha. Tem mesma coisa. A galinha tem papo e tem bico. Então foi entendi porque a dele é tipo porque que a dele é torta é três vezes, quatro vezes que ele botou chantil.
Ó, e a gente finaliza assim, Celson. Muito obrigado. Obrigado. Eu obrigado. Obrigado. Que honra te receber aqui. Prazer meu. Foi foi muito divertido. Obrigado. Obrigada. Sabe que a gente tanto é que se deixasse aqui eu acho que do Celvo ia bater o recorde, né? Nossa, porque a gente tinha muita coisa para conversar com ele ainda. Mas o bom é que a gente pode ir lá no pode dele também. Verdade. Verdade. Pode ser. Canal. É @ pode ser. Procura lá. Tem no Instagram. Pode ser. Você vai achar. C. Eu só peço a Deus que ele continue
realizando todos Os seus sonhos, que você possa continuar conquistando milhões e milhões de corações. Porque quando as pessoas tem a oportunidade de lhe conhecer, assim como a gente, assim como as pessoas conhecem você pessoalmente, a gente entende porque que a gente é seu fã, a gente entende porque que a gente passou tanto tempo lhe acompanhando, lhe admirando. Muito obrigado. Não que você possa conquistar tudo que você cada vez mais. Que Deus te abençoe também, realize todos os seus sonhos. Eu sei que você sonha grande, você vai chegar lá, você sabe disso. Tá bom. Você também,
Camila. Parabéns. Amém. Muito obrigada. sua garra determinação de de fazer tão bem o que você faz. Parabéns. Obrigada. Beijinhos para você. Beijo. Beijo, gente. Até amanhã. 9 horas. Ei, pera aí. Antes disso, vamos caminha. Com cabelo ou sem cabelo. Olha pr você ver. Eu errei. Eu errei todo. Eu não. Olha pr você ver. Eu não acertei. Olha gente, ele quer fazer no meu cabelo. Eu nem errei. Eu tô dando para ele essa torta para mim. Aitadinha dela na roupa. E a gente se vê amanhã com mais entrevista a partir das 9 horas. Tchau gente. Pega
o C. O C não volta mais. Gente, [Música] [Aplausos] He. [Música] เฮ [Música] เฮ [Música]