[Música] olá caros alunos iniciantes mesma aula de filosofia esse vídeo na verdade eu estou cumprindo uma promessa que fiz algum tempo de gravar um vídeo sobre john wells e hoje estou fazendo esse vídeo exatamente para falar sobre esse pensador que nasceu em 1921 ou seja no século passado né e morreu agora recentemente em 2002 então ele está muito e se inteirado das reflexões atuais contemporâneas ele publicou o livro ficou muito famoso que é uma teoria da justiça é sobre esse livro que a gente vai falar agora nessa aula é suas idéias elas vão receber algumas
contraposições eu também vou falar sobre elas e outras aos que nem confrontando com alguns outros pensadores olha que ele vem dizer desde o início esse livro teoria da justiça ele vai mais ter do contratualismo por isso que ela ter chamado de pós quando contratualista é ele vai se contrapor às idéias de rio liberta mil é que são utilitaristas né e que ganharam muito o destaque no século passado então o intento de fundo da obra de ovos está na proposta e no exame dos princípios em grau de sustentar uma sociedade livre justa ou seja é a
busca pela justiça que ele vai dizer por exemplo a justiça é o primeiro requisito das instituições sociais assim como a verdade o é do sistema de pensamento uma teoria o mais simples e elegante que seja deve ser abandonada ou modificada se não for verdadeira então vejam bem é exatamente o princípio que rege toda sua obra a idéia da busca pela justiça mas fica uma pergunta quando é que as leis e as instituições a gente pode considerar justas afinal de contas a gente vê muito isso é quando a gente vê as discussões na câmara e no
senado os utilitaristas beta ou mil é perseguir o ideal do maior bem estar para o maior número de pessoas ou seja é aquela idéia de que você a minoria tem que se provar a maioria por conseguinte então eu defender uma concepção que no fim de fato comportava uma submissão do indivíduo à sociedade lembre-se disso quando falava sobre contrato a smo love ele vai combater essa concepção porque é nos na dança um modo de ver em um homem ele deve sofrer privações em montar de algum outro ou pela maior dá para a maior parte da sociedade
as pessoas não devem sofrer privações em razão da maior parte da sociedade essa idéia de que a minoria tem que se curvar a maioria isso é um 2º é segundo rosa é um problema na pesquisa de uma teoria da justiça ele parte daquele que ele chama de posição originária o que seria essa posição ordinária é melhor pra poder ficar mais claro colocar mesmo nas palavras de vê los como é que ele vai definir sua posição originária devemos de algum modo será os efeitos das consequências particulares que com dificuldade nos homens e que os impele a
desfrutar em sua própria vantagem as circunstâncias naturais e sociais com esse objetivo assunto que as partes estão situadas por trás de um véu de ignorância as partes não sabem de que modo as alternativas influenciaram em seu caso particular e são por isso obrigados a avaliar os princípios apenas com base em considerações gerais assume se portanto que as partes não conhecem alguns tipos de patos particulares primeiramente ninguém conhece seu próprio lugar na sociedade sua posição classe o estado social o mesmo vale na distribuição dos dotes e das capacidades naturais sua força inteligência semelhantes além disso em
quem conhece sua própria concepção do bem nem os particulares dos próprios planos nacionais de vida nem as próprias características psicológicas particulares com uma aversão ao risco a tendência é o pessimismo ou otimismo além disso assunto que as partes não conheçam as circunstâncias específicas de sua sociedade ou seja nessa posição originária e que ele vai definir a gente não a gente estaria atrás de um véu de ignorância é que nos obrigaria a fazer uma escolha justa porque a gente não sabe se a gente vai ser beneficiado ou prejudicado pela decisão tão essa situação de ignorância ela
aumentaria a probabilidade da gente escolher com imparcialidade é porquê daquilo que a gente acha que é justo e injusto vamos supor que eu sou juiz estou com o interesse uma determinada instância e você um juiz para imparcial ao fazer o julgamento não então nesse caso das pessoas têm que tomar decisões imparciais elas têm que investir é civil da ignorância exatamente para não pensar olha eu posso ser prejudicado por essa decisão ela vai tomar cuidado com a decisão que ela vai tomar uma situação desse tipo nessa posição ordinária ou ignorância que acaba tornando todo mundo igual
ignorância não beneficia ninguém é então nenhum dos contraentes vai poder propor uma sociedade futura ou instituições em sua própria vantagem ninguém sabe qual é e qual será o seu próprio interesse ou privilégio particular então a decisão vai ser sempre justo eu não sei se vou ser beneficiado prejudicado então minha decisão acaba sendo duas por que eu penso que se eu estiver lá e se eu for se as consequências vierem a mim a posição ordinária ela faz com que todos sejam igualmente racionais e reciprocamente desinteressados é uma situação que vai obrigar todos a escolher princípios universais
justiça ou para dizer como cantina que inclusive é uma inspiração de john wells é princípio do amor autônoma que nós mesmos nos damos não como seres interessados nisso ou naquilo nem como membros dessa ou daquela sociedade mas como seres livres e irracionais então na verdade você é uma pessoa livre está tomando a decisão de forma racional prudente porque você sabe que você está buscando justiça e você não vai ser favorecido ou pode ser favorecido com ele mas não sabe o que vai tomar uma decisão melhor possível então por exemplo igual e hoje acontece muito na
política é às vezes um deputado ele tomar uma decisão pensando às vezes nos benefícios que ele vai ter para aquelas pessoas que o elegeram por exemplo está pensando na frente dos votos nessa posição originária ninguém sabe nada nem de si mesmo nem dos outros a única escolha possível então aqui deverá se referir a todos e então escolha de princípios universais de justiça segundo então na base na proposta dos princípios que constituem a estrutura fundamental da sociedade então a gente tem um contrato o objeto do contrato aqui são dois princípios de justiça que são os princípios
morais ea motivação que está por trás do contrato e da proposta dos dois princípios é principalmente há de se proteger contra a possibilidade de se encontrar amanhã entre os desfavorecidos então às vezes a pessoa toma uma decisão não é e aí no dia seguinte ela vai acabar ficando naquela entre os desfavorecidos por aquela decisão vamos porque hoje sou de classe média por exemplo aí eu tomo uma decisão que me favorece a classe amanhã uma hora pra outra teve uma crise eu fui parar na classe pobre pronto então toda pessoa segundo ele tem o direito igual
a mais extensa liberdade fundamental compatível mente com semelhante liberdade para os outros então esse seria o primeiro princípio o segundo princípio mas sustentar o seguinte as desigualdades econômicas e sociais como a cide case de poder são justas apenas que produzem benefícios compensatórios para cada um e em particular para os membros menos favorecidos da sociedade então vejam bem o primeiro princípio funciona como fundamento das liberdades individuais ele é requer a igualdade na atribuição dos direitos e dos deveres fundamentais o segundo princípio ele não justifica por exemplo o sacrifício de alguns é mesmo que ele chega produzindo
bem maior para alguns ou para a maioria isso inclusive é o que o utilitarismo propõe mais voz a gente viu ele é anti utilitarista o fato de que alguns tenham menos a fim de que outros prospere pode ser útil mas não é justo nem é justo as desigualdades econômicas e sociais elas até que são admitidas por que pareça ele fala ele admite né ou seja elas as desigualdades econômicas e sociais elas são justas segundo ele não por beneficiar poucos ou muitos ou os mais ou mais favorecidos assim por diante mas apenas com a condição de
que favoreçam todos de modo especial os mais desfavorecidos então vamos lá vamos detalhar um pouco mais esse primeiro princípio de justiça pra gente poder pra ficar claro que seria esse primeiro princípio da justiça ele vai falar das liberdades individuais essas liberdades iguais para todos são a liberdade de pensamento a liberdade de consciência a liberdade de palavra de reunião contra a detenção arbitrária liberdade política o direito de voto a constituição e as leis então elas vão ter uma função muito grande para garantir o uso livre dessas liberdades onde a gente tem que salientar que as liberdades
de consciência ea liberdade de pensamento são os primeiros na graduação então ou seja essa idéia de você é livre nem pra poder liberdade de pensamento é sair é prioritário é contra o fascismo então são as primeiras é a serem defendidos elas são absolutamente enunciá weiss que ele vai dizer olha não só deve ser permitida os indivíduos fazer ou não fazer uma coisa mas o governo e as outras pessoas têm também o dever legal de não criar obstáculos por outro lado um sistema inspirado na liberdade ele não pode se auto destruir deixando por exemplo livres os
intolerantes pois é aí que está a questão é a liberdade ela deve ser defendida por meio de um sistema de regras que consigam definir lá de que forma o que ela fala nos estados democráticos alguns grupos políticos sustentam doutrinas que os impedem a suprimir as liberdades constitucionais toda vez que obtiverem o poder do mesmo modo aqueles que negam a liberdade individual mas que ensinam nas universidades olha que interessante então ou seja essa ideia da tolerância a gente tem que levar em consideração a gente deve ser tolerante com quem tolerante afinal de contas como é que
funciona isso a gente qual que seria a atitude a ser tomada contra quem é intolerante aos ele afirma que os intolerantes eles não têm nenhum direito de quem chassi da intolerância mas isso não vai justificar em sua opinião o fato de que os tolerantes eles teriam por exemplo o direito de suprimir os apenas em um caso o laudo ele vai admitir a intolerância contra os intolerantes é no caso em que a segurança os tolerantes seja posta em perigo e isso é um motivo que toda pessoa tomar uma decisão porque todo mundo já é instintivo né
toda pessoa mesmo na posição originária que as imaginadas ela busca autopreservação então a justiça não requer o sacrifício da da auto aniquilação então seja se eu estou correndo perigo aí sim você vai tomar uma atitude agora o segundo princípio qual seria esse o princípio segundo princípio de justiça as desigualdades econômicas e sociais como de riqueza e de poder são justas apenas se produzem benefícios compensatórios para cada um em particular para os membros menos favorecidos da sociedade olha que interessante não é nivelar por baixo gente que tem muita gente que confunde essa afirmação não é nivelar
por baixo exatamente o seguinte 'você vai tentar tomar como base os menos favorecidos pela que as decisões elas revelem todos ou seja você pode ter uma atitude liberal não é contra o liberalismo né você pode ter uma atitude liberal mas que ela também favorecia os menos favorecidos segundo o princípio de justiça e segundo princípio ele afirmar que as desigualdades na distribuição de renda elas são injustas quando não são para o benefício de todos e de modo especial dos mais desfavorecidos e que as funções e as posições de prestígio elas devem estar abertas a todos têm
mais ou menos assim eu vou gerar oportunidades nem volvo é a meritocracia é viável quando falei sobre isso uma aula né e a gente tem que levar em consideração que tem que ter uma reparação das vantagens nessa corrida meritocrática que em uma sociedade existam pessoas em condições mas de saúde portadores de deficiência ou indivíduos que apesar de seu esforço tem uma renda demasiado baixa tudo isso é simplesmente um fato então o que seria injustiça é quando o estado não garante por exemplo a igualdade de oportunidades a existência dos desfavorecidos é um fato e os fatos
eles um são justos nem justus o fato em si não mas volta a afirmar que aquilo que é justo e aquilo que é justo é o modo como as instituições tratam esses fatos e para que as instituições sejam justas em relação aos desfavorecidos elas na opinião dele elas devem valer aquilo que ele chama de princípio da diferença um princípio que requer que as maiores expectativas dos mais favorecidos acabem contribuindo para as perspectivas daqueles que são menos favorecidos ou seja mesmo quem invista lá vamos falar de forma todos que aqui mesmo em vista lá o empresário
eu tenho que pensar que ele também tem que estar favorecendo o empregado então na verdade é isso para que a lei seja justo ela tem que aparecer ambos é tanto os mais favorecidos com os menos favorecidos por outro lado se uma melhoria nas perspectivas dos mais favorecidos servisse para melhorar as perspectivas dos desfavorecidos a melhoria não deveria ser considerada injusta não seriam permitidos quaisquer desigualdades então haveria de rodagem sim haveria mas unicamente as desigualdades que vão maximizar o mínimo ou seja o verdadeiro indicador de maximização nem que vai chamar é um indicador de maximização não
é a melhoria das condições de toda a sociedade que é impossível você olhar a cidade de uma forma assim mas a específica das posições mais fraco então você teria que como verificar isso através da do que está sendo favorecido e aqui que se encontra a razão pela qual alguns críticos de igual os chama de uma manobra para justificar em nossos dias uma ética socialista contra essa tentativa inclusive é vai falar um pensador o óbito e no huse que nem do qual eu vou falar na próxima aula mas só pra fechar aqui então o seguinte onze
ele acaba então admitir na meritocracia o estado estaria que sim né agindo mas para garantir a igualdade de oportunidades e em que inclusive joga por terra aquilo que muitas pessoas falam se a um socialismo ele acaba favorecendo a preguiça as pessoas não correm atrás não é isso exatamente a idéia é a seguinte você vai trazer igualdade de oportunidade para que todos tenham juízo exatamente a mesma corrida o meu esposo seja recompensado ele vai falar inclusive a questão da desigualdade interessante é isso que às vezes a pessoa vai ficar colocando se como um coitadinho não é
coitadinho a desigualdade existe existe mas a gente tem que fazer alguma coisa pra o estado tem que fazer alguma coisa para poder acabar com essa desigualdade num certo sentido pelo menos na questão da corrida meritocrática mas não assim é com esse diz tomar as rédeas não vai dar a oportunidade para que o próprio indivíduo seja sujeito da sua libertação do seu progresso e por diante então eu espero que tenha sido claro é basicamente isso eu queria trazer pra aula de hoje se alguém quiser que aborda mais alguma coisinha de um lado só falar na próxima
aula nós vamos falar sobre o novo que nem que é é quem vai contrapor essa filosofia de um logus