Olá, meu irmão, minha irmã promecista. Você está na playlist da nossa conferência de missões 2025. Se você acompanhou os vídeos anteriores, você sabe que agora a gente vai conversar com o próximo palestrante, não é?
com o próximo pastor que conversou aqui sobre os temas da dimensão da missão. Se você não acompanhou, você é convidado a partir desse vídeo a assistir as palestras anteriores, né, as conversas aqui anteriores que estão na nossa playlist, esta aqui no canal da TV Viva Promessa. Agora eu vou receber, já estou recebendo aqui com muito carinho, né, pastor Airton, mais conhecido como Tom Dias.
Tom. Isso aí, cara. Pastor, boa noite.
Seja bem-vindo aqui esse tempo de conversa. Obrigado. Obrigado pelo convite.
Privilégio recebê-lo aqui, pastor. Amém. Pastor, estamos aqui com um tema muito interessante, né?
É um tema de interesse geral. Eh, eu não vou pedir pro senhor se apresentar porque eu fiz com os outros, mas agora os nossos irmãos já lhe conhecem, né? Mas o senhor é casado com quem?
Casado com a Élida. Por favor, tem filhos? Eu tenho.
Nós temos uma filha chamada Sara, tem 5 anos e graças a Deus nós estamos casados há há 12 anos já. 13 anos fez esse ano. Então, estamos muito felizes, graças a Deus.
Congrega ou pastorea onde? Nós pastoreamos e congregamos, né? Cultuamos, como você gosta de dizer, ali na IAP Vila Helena em Sorocaba.
Nós estamos cuidando dessa igreja. Eh, depois de a partir ali do Vila Helena, a ter ocorrido a plantação do movimento radiação em Sorocaba, que o pastor Beto tá cuidando, né? ele que orienta ali o ministério Movimento Radiação.
A gente assumiu e como pastor da igreja ali no Vila Helena, trabalhamos voluntariamente ali. Graças a Deus tem sido muito bom. Os irmãos são excelentes.
Muito bom, pastor. Para entrar aqui naquilo que o senhor participou de podcast, o painel podcast ali, uma roda de conversa, né? Isso.
E e foi falado sobre que a igreja é um lugar de encontro de gerações. Aí eu ia mandar aqui uma pergunta pro senhor. Como nós podemos tornar a igreja um ambiente de conexão genuína entre as gerações?
Cara, eh, só será genuína se primeiro cada um entender o seu papel, a sua responsabilidade, as suas limitações. O texto de Romanos, no capítulo 12, diz para que nós não tenhamos sobre nós uma visão distorcida, nem para mais, nem para menos, mas uma visão equilibrada de quem somos. Então, todas as gerações precisam ter uma visão equilibrada de quem quem são efetivamente.
Nenhuma delas pode e faz sentido, biblicamente falando, pensar que ela é mais essencial, mais importante ou mais relevante que outra. A verdade é que se somos um corpo formado por diferentes membros, nesses membros o próprio texto vai nos dizer: "Se a igreja fosse formada por um só um um só órgão, esse corpo não seria corpo, seria uma junção do mesmo órgão. Não tem o menor sentido.
É exatamente essa diversidade de pessoas, diversidade de gerações que faz da igreja um corpo, um corpo coeso, unânime, perfeito, que funciona. E se entendemos que Cristo é a cabeça, se é Deus que opera, se o Espírito Santo é que opera nesse corpo, a gente não vai ter muita dificuldade. É claro, nesse ponto, eu tenho consciência que às vezes é mais fácil, às vezes é mais difícil, mas a primeira coisa e a primeira orientação que eu poderia dar é essa, tenhamos a real dimensão de quem somos, porque se assim for, cada um fazendo a sua parte, a igreja seguirá.
Amém, pastor. Pastor, eh, nós temos múltiplas gerações na igreja, mas talvez a mais visível é dos jovens, como assim são chamados, né? E aí abrange uma uma infinidade de idades e e gerações aqui, a X, Y, Z.
E os mais antigos, né? Vamos trazer assim, os mais experientes, né? Mais experientes.
O que a geração mais antiga tem a ensinar aos mais jovens e os mais jovens têm a ensinar os mais antigos? Eu acho que a mais antiga tem a ensinar aos mais jovens uma palavra que eles gostam de usar bastante, mas provavelmente não entendem direito o que significa, que é resiliência. Porque resiliência, muitas vezes as pessoas vão lá no nas redes sociais e digam e gostam de usar frases sobre resiliência, mas não sabem o que é resiliência.
Porque resiliência muitas vezes é entendido ou interpretado nas redes sociais ou ou de qualquer maneira como sendo alguém que resiste às coisas que a vida o traz e ele continua seguindo. Isso não é resiliência, isso é resistência. Resiliência é exatamente diante das coisas que chegam, eu tenho capacidade de me adaptar a essas coisas e seguir.
Então eu absorvo aquilo que é importante, eu jogo fora aquilo que não é, eu me adapto e sigo. Isso com certeza a geração mais antiga tem capacidade de viver, porque eles viveram desde se a gente fosse pensar, for pensar nessas gerações, desde os bloomers que são pós Segunda Guerra, Guerra Fria, década de 60, 80, até 80, nós estamos falando de pessoas que viram várias coisas acontecerem, um monte de mudanças sociais, culturais acontecendo, mas eles permaneceram em um certo caminho de absorvendo aquilo que era importante, jogando fora aquilo que não era. seguindo o caminho que deveriam seguir.
Por outro lado, então, resiliência é algo que as mais jovens, as gerações mais jovens pensam que tem, mas talvez não saibam o que é. E por isso não é isso que elas vivem. Elas vivem muito mais na resistência.
Biblicamente nós precisamos entender que Deus espera que a gente absorva aquilo que presta, aquilo que é bom. e sigamos no ponto central da pregação do evangelho, da missão que cumprimos, que é a pregação de Cristo Jesus como nosso Salvador. A geração mais jovem, por outro lado, tem a ensinar a esses mais velhos a intensidade das suas relações e da forma poderosa como eles se envolvem.
Eles são apaixonados quando eles vêm uma coisa que eles gostam, cara, eles eles querem fazer aquilo com tanta vontade que às vezes vão brigar com os mais velhos. Não, mas você não tá entendendo que esse negócio é bom. Você não tá entendendo que fazer essa mudança estrutural, essa mudança, essa mudança visual, essa, essa capacidade da gente se comunicar em diferentes níveis, não só aqui no presencial, mas também digital, é importante pra igreja.
Eles estão tão apaixonados, são tão intensos, que às vezes eles vão ser mal compreendidos pelos mais velhos como sendo afoitos. Não é isso? Eles são intensos.
Então, nesse ponto, eu acho que as gerações mais jovens ensinam, devem ensinar os mais velhos sobre a intensidade de fazer as coisas. Se a gente tiver resiliência em intensidade, mano, a gente vira um foguete, a gente detona e a e a missão é cumprida. Eu tenho certeza disso.
É. E que erros nós cometemos, pastor, na, se a gente pudesse pensar aqui, pode ser um, mas que erro ou que erros a gente comete ao tentar modernizar a igreja para os jovens sem ouvi-los? Então, primeiro, se a gente tenta modernizar a igreja sem ouvir os jovens, a gente não tá modernizando, até porque são esses jovens que têm um conhecimento mais profundo sobre aquilo que realmente é moderno, porque existe isso, né?
A gente vai modernizar, mas não escutou. Existe isso. Exatamente.
E e vamos lá. Eh, o que é ou qual é a concepção de modernidade? Pô, se a gente fosse pensar filosoficamente, a filosofia moderna é de 1700, 1800, entendeu?
A física moderna é de 1900. Então o conceito de modernidade talvez é muito complicado, é muito difícil definir. A gente vive hoje no que é conhecido como pós-modernidade.
E a pós-modernidade, para você ter uma ideia, ela é da década de 20, 30 até 60, 70. Então ela não é tão nova assim mais. Mas a realidade é que eh é o jovem que tem a vivência, a experiência, o conhecimento daquilo que tá mais próximo dele.
É óbvio que a as as gerações mais antigas podem adquirir esse conhecimento, porque ele não tá escondido. Mas se eu tentar aplicar algo que conheço em teoria, mas não conheço na prática, é óbvio que eu vou falhar. E esse é o grande ponto.
Quando eu conheço a modernidade ou aquilo que eu quero desenvolver pra igreja como sendo uma característica mais moderna, mas não ouço aqueles que vivem isso na prática, é inevitável que erros aconteçam, Gustavo, porque teoria é uma coisa, prática é outra. Por mais que eu tenha a capacidade de aprender alguma coisa, ter vivido aquilo tem um efeito, um resultado muito maior. É por isso que não dá realmente para uma pessoa que não é jovem tentar modernizar algo sem ouvir esse jovem, sem se envolver, sem se conectar.
É importante que você, se você aprendeu alguma coisa, traga pros jovens essa informação. É isso mesmo? É assim mesmo que funciona?
O que que vocês acham? Qual que é o caminho para isso? É óbvio que talvez as informações que os jovens vão dar ou todas, nem todas as informações que eles passarem serão acatadas ou serão envolvidas naquele processo de modernização, mas é importante que você traga para eles.
A Bíblia nos ensina, por exemplo, lá em em Primeiro Reis, eh, segundo Reis, que eh Roboão, o filho de Salomão, quando pega o trono, quando ele chega ao trono com a morte do seu pai, ele tinha os conselheiros do pai, que eram os mais velhos, e tinha os seus amigos. E ele pega esses seus amigos, que são mais jovens, e transforma em seus conselheiros. Eh, ele cai num grande problema, porque os anciãos dão a ele uma orientação sobre Israel.
Os jovens dizem outra coisa completamente diferente e ele prefere escolher aos jovens. Ele não acatou a orientação dos anciões, acata a geração dos jovens. E a Bíblia vai dizer que isso se torna o grande problema de Judá.
E isso é fato. Aí, a partir dali, há uma quebra, uma ruptura completa entre o reino de Judá e o reino de Israel. Nesse contexto, a gente aprende duas coisas.
Eu posso ouvir os mais jovens, devo, quando se trata de modernização, porque eles não só tem o conhecimento, mas tem a prática. Mas eu não posso abandonar também aqueles que têm uma maturidade, porque essa maturidade junto com a juventude, com as ideias mais jovens, vai trazer um conceito mais completo. Ela tem capacidade de ser resiliente, ela tem a capacidade de ser intensa.
Não dá efetivamente para modernizar a igreja sem falar com os jovens, mas também não dá para consolidar modernização sem a maturidade espiritual dos mais antigos. Bção, pastor. Como a gente tá falando de de missão, na perspectiva de missão, eh, qual o perigo de não pensar na passada de bastão dentro da perspectiva de missão, né?
Porque eh os mais velhos entendem exatamente, né, a dimensão da missão ou a contextualização. Mas por sua vez, eh, às vezes, sem essa questão de ouvir os mais novos, né, e eu lembro de Paulo dizendo para Timóteo, né, Timóteo, ninguém despreza a sua mocidade, né? Isso, né?
É bom que você seja ouvido, que ninguém e menospreze você porque você é novo, né? Eh, nessa nessa coisa do a gente já vive essa essa realidade como igreja há muito tempo. Então, você que é novo aí, calma, a gente entende melhor e nessa nessa nessa boa intenção que é obviamente é é não é boa só, é excelente.
Sim, claro, claro. É bem intencionada tudo isso, mas qual o perigo nisso de a gente tornar a missão algo pragmático, né? Porque a missão por si só também é algo que que muda a capacidade de mudança, né?
Sim. Cara, eh, é simples. O maior perigo disso é morrer, porque se a gente não transmite o bastão como fosse para usar a frase que você traz inicialmente, isso vai acabar, porque quando morrer essa geração que detém o poder da missão, vamos pensar assim, o que que vai acontecer?
É o detentor, né? Acabou, já era. Só que isso não tem sentido, porque a própria a própria eh o próprio conceito de missão na Bíblia estabelece uma fluidez.
uma continuidade é aquilo que a gente fala sobre o texto de Atos. A gente vai concluir, ou melhor, a gente não conclui dizendo que Atos parece um texto que não se fecha, é um livro que não se acaba, é um livro que não tem um ponto final. O o o texto de Atos parece que acaba deixando um caminho para continuidade e isso é fato.
Missão é um processo contínuo, é um processo aonde todas as gerações serão relevantes. É por isso que até citei isso no nosso bate-papo ali agora a pouco. É, o texto de Salmo 145 diz que todas as gerações ao ouvirem da palavra e ao viverem a palavra glorificarão a Deus e o poder de Deus.
São todas as gerações que funcionam no plano de salvação de Deus, desde do momento da expulsão do Éden até a volta definitiva de Jesus, a sua segunda vinda, esse processo é de transporte, de transferência de responsabilidades. Isso tem que acontecer em todas as gerações. Não pode haver em nenhuma hipótese, e biblicamente isso não existe, essa manutenção de poder, de capacidade, de sabedoria.
O Espírito Santo, quando é prometido em Joel diz que ali jovens sonhariam. Então ele fala dos anciões, ele fala dos jovens, ele fala de todas as gerações, porque o Espírito Santo se derrama de maneira igual, poderosa em todas as gerações e funcionará fazendo com que cada uma, cada geração aja da forma que pode, aja da, da forma que conhece, desenvolva o seu ministério de maneira integral. Isso acontece pelo agir do Espírito Santo.
E o Espírito Santo não limita uma classe geracional. O Espírito Santo age em todos aquele que ele quer agir, do jeito que ele quer agir, no tempo que ele quer agir e nas gerações que ele tem que usar para isso. Bem, pastor, eu queria fazer aqui uma última pergunta.
Eh, o jovem que tá nos ouvindo, que talvez esteja aqui nos ouvindo, dizendo assim: "É, mas também vocês não sabem quanto eu fui machucado". E eu sei porque o senhor já passou por essa idade, eu também, não é? Eh, e realmente alguns jovens foram machucados, né?
Eu acho que todas as gerações, de certa forma machucam as que estão por vir. Claro, claro. Eh, o meu meu meu desafio com outro pai é exatamente dizer assim: "Eu quero que eles passem por aquilo que eu passei sem que eu machuque".
Mas é quase inevitável, né? Que a gente em algum momento comet, lógico. E os mais velhos que estão na igreja, talvez estejam nos ouvindo, estejam agora dizendo assim: "Nossa, em algum momento, em de algum aspecto, eu falei".
Como cultivar a unidade e o respeito mútuo entre essas culturas tão diferentes dentro da mesma igreja? Cara, se houve qualquer situação, e elas são comuns de acontecer, se houve qualquer situação de mágoa, de machucado, de palavras malditas, seja da geração mais antiga para mais jovem ou das jovens para as mais antigas, a Bíblia nos ensina perdoem-se se tem um ponto central naquilo que é viver o amor de Deus, o amor ao próximo que Deus nos coloca como segundo grande mandamento, é o ponto chave é o perdão. é a consciência e a compreensão de que mesmo jeito que eu posso falhar com você, você pode falhar comigo.
E e nessa consciência de de fragilidade humana, a melhor coisa que a gente pode fazer e viver é o perdão verdadeiro. Então, de fato, a forma ou o remédio para isso é o perdão. E aí um outro texto de Hebreus aparece pra gente quando diz assim: "Olha, deixem todo o embaraço que prende os pés de vocês".
Esses embaraços podem ser qualquer coisa, Gustavo, e do ponto de vista geracional podem ser exatamente essas disensões, esses desafios, esses negócios complexos, essas coas de retalho que a gente vive, tentando cada um puxar mais pro seu lado do que para outro, ao invés de entender que a gente tem que viver junto, que a gente é uma engrenagem que tem que funcionar perfeitamente. Uma se conecta a outra, que se conecta a outra, que se conecta à outra e esse processo se desenvolve de maneira coesa. nós lemos no texto, deixa esse negócio que tá prendendo o seu pé.
Para de viver em coisas que estão prendendo o seu pé. E qual que é o detalhe? E o texto vai continuar dizendo o seguinte: "E siga, siga, siga, continue andando para o alvo que é Cristo, que foi ele que te chamou para essa vocação.
Foi ele que te chamou para essa vocação. Seja jovem, seja adulto, seja criança, seja velho. Ele nos chamou para essa vocação.
Então, deixa essas coisas que estão segurando você, sejam as mágoas, sejam o sofrimento, sejam as angústias, sejam as diferenças. E siga para Cristo, continue andando, porque você tem uma vocação, você tem o que fazer. tem uma missão a cumprir.
Então, vai cumprir isso independente das coisas que já passaram. Perdoe e siga. E é tão interessante isso, né, pastor?
Porque em João 17, a as últimas uma das últimas orações de Jesus, né? Eh, Jesus é o mediador, né? Sim.
Entre Deus e os homens. Exato. Ele é o sumo sacerdó.
Aí ele tá indo, né? É, é uma das últimas orações. Eu quando vejo João 17 falo assim, eu quero saber qual é que vai ser a última oração do mediador, que o mediador agora tá tá orando, intercedendo, né?
Qual vai ser a última oração? Aí João 17, ele fala assim: "Pai, eu oro para que eles sejam un exatamente. O último motivo de oração é unidade.
E ele vai dizer: "Quando vocês fizerem isso, quando vocês viverem isso, o mundo vai saber que vocês são meus servos e que o pai me enviou". Exato. É, parece que Jesus tá dizendo: "Eu sei que vai chegar um tempo em que vai ser quase impossível".
Viver essa unidade. Viver essa unidade. Mas em Cristo é possível.
Exato. Em Cristo e pelo agir do Espírito Santo. Amém.
Pastor, obrigado. Tá, pô. Eu que agradeço, cara.
Pô, não posso terminar aqui sem pedir esse desafio que eu tenho pedido a cada um, né? É, que é se o senhor pudesse dar aí uma dica ou um conselho, né, dentro da perspectiva aqui da do encontro de gerações, a missão e o minuto, qual que seria? Cara, eu vou eu vou me utilizar do próprio tema dessa conferência, a dimensão da missão.
O que que é uma dimensão? Uma dimensão é um espaço no tempo e em três dimensões, no caso são quatro dimensões. O espaço em três dimensões mais o tempo, que define como as coisas são.
Independente do que você pensa, do que você acredita ou não acredita, as coisas são assim. uma dimensão, ela é imutável, ela é o que é e ponto final, creia você ou não. Do ponto de vista da missão, existe uma dimensão para ser vivida, cumprida, desenvolvida.
Essa missão, ela é desenvolvida do ponto zero ao ponto um, ou seja, do começo ao fim. Se o ponto zero forem as gerações mais jovens, beta, alfa, eh, eh, Z, elas têm um papel a cumprir. Se o ponto um forem as direções, a as gerações mais velhas, as gerações, eh, dos veteranos e dos baby bloomers, OK, eles têm um papel a cumprir.
Do ponto de vista da missão, todos, do começo ao fim, t algo a cumprir. E quando isso acontecer, a dimensão da missão estará completa. É assim que eu penso.
Amém. Pastor, senhor tem redes sociais para que alguns irmãos queiram lhe acompanhar? Cara, eu tenho o meu Instagram, assim, eu tô quase chegando em 1 milhão.
Por favor, entra lá para me ajudar. Faltam só 999. 000 para eu chegar em 1 milhão.
Mas se você quiser, Tom Dias, é o é a minha rede social, meu Instagram. Eh, eu não sou assim um grande ativo, né? Mas tô lá.
Se você quiser acompanhar, a gente vai, a gente tá tá lá aparecendo, a gente vai conversar. Você pode me procurar, pode me convidar, a gente organiza a nossa agenda. Deus tem dado graça, pastor.
Obrigado por esse tempo aqui, tá? Valeu, um grande abraço pro senhor, pra família e que o senhor continue lhe utilizando, né? Lhe tornando útil.
É isso que eu quero. Eu quero, não quero falhar naquilo que Deus tem misericordiosamente nos dado a a viver, em nome de Jesus. Deus abençoe, pastor.
Obrigado. Até mais. Você que está aqui acompanhando essa essa conversa aqui que a gente teve sobre a conexão e contro gerações, né?
você é nosso convidado a assistir os outros vídeos que estão nessa playlist, porque a conferência continua e a gente tá levando aqui para você o melhor que a gente pode pela TV V Promessa. Deus abençoe. Até o próximo vídeo.