e aí e aí o navio dos loucos ou nau dos insensatos é uma alegria e começa a aparecer na cultura ocidental entre os séculos 15 e 16 escrevendo passageiros loucos no navio que não sabe e nem se importam para onde vão segundo focou em seu livro história da loucura na idade clássica de 1961 o navio do sensato seria um símbolo da consciência viva do pecado e do mal na mentalidade medieval e nas paisagens imaginativas da renascença quando a face da loucura começa a assombrar a imaginação do homem ocidental essa temática pode ser encontrado em diversas
obras do período como nas pinturas navio dos loucos deboche e margot a louca de petróleo e nas obras literárias stultifera navis de sebastian brant e elogio da loucura de erasmo de roterdã a pintura navio dos ovos do artista neerlandês bosch feita por volta de 1495 critica de forma alegórica os costumes da sociedade e a devassidão e a profundidade inclusive no quero o jogo e o álcool entre os protagonistas estão uma mão já franciscana e um clérigo pobre e transmissor que se encontram distraídos essa pintura da passagem do século 15 ao 16 diz muito sobre o
período de grande crise religiosa e social e que foi produzida o livro de sebastian brant a nau dos insensatos frutífera naves publicado em 1494 apresenta críticas e ironiza a sociedade de seu tempo sob a forma de um longo poema satírico revelando um panorama dos costumes do final do século 15 os seresteiros noturno sendo repelidas da janela com conteúdo dos veículos a falsificação do dinheiro e adulteração do vinho o mensageiro bêbado que não consegue se lembrar da notícia a ser transmitida os fiéis que levam para a igreja seus cães perdigueiros e gaviões de caça a mania
de falar ofensas e lançar maldições e por aí vai na obra de dante é de loucos embarcar numa nave para na agonia a terra prometida dos insanos e antes do naufrágio chegam a sheila fernandes a terra da riqueza a obra possui diversas ilustrações em xilogravura numa das quais se vê escrito a nau dos insensatos rumo a insensato orlândia sejamos todos alegres seguir por aqui a bordo a bordo o irmãos vamos partir vamos partir esta foi uma das primeiras obras ricamente ilustradas a serem impressas em língua alemã no século 15 e uma das mais populares após
sua primeira edição em 1494 a sátira de breves sobre a insensatez humana tornou-se um best-seller europeu 80 anos após o lançamento em 1574 mais de 40 edições o texto já haviam sido feitas incluindo traduções para o latim o francês o inglês o nerlan dês e o baixo alemão o texto descreve uma viagem fictícia formar de 112 a cada um representando um certo tipo de conduta humana para a terra prometida de na agonia associação de insensatos é liderada pelo leitor turu convencido de sua aprendizagem ele está empenhado em espantar as moscas que zumbiam em torno de
sua mesa abarrotada de livros que ele não abre para ler durante não critica tanto a insensatez mas o fato de permanecerem sensato por não reconhecer as próprias falhas uma das razões para o grande sucesso da obra foi sem dúvida a xilogravuras altamente elaboradas que introduzem complementam o texto entre os artistas que colaboraram com brant nesta obra está a brest do ar famoso pintor alemão em sua nave e simbólica o autor acolhe os loucos de todas as categorias e promove um desfile das fraquezas humanas uma das estrofes é melhor seguir sendo largo do que comportasse mal
dentro das ordens há muitas semelhanças entre o livro ea pintura deboche e é bem possível que o é baseado no poema a nave dos loucos era tanto tema pictórico quanto prática social em que os loucos eram retirados dos centros urbanos e embarcados para navegar sem um a água era tida como meio de purificação da animalidade de uma natureza secreta do ser humano à água ea navegação tem realmente esse papel fechado no navio de onde não se escapa o louco é entregue ao rio de mil braços ao mar de meu caminhos essa grande incerteza exterior a
tudo é um prisioneiro no meio da mais livre dá mais aberta das estradas só lhe da mente acorrentado a infinita encruzilhada é o passageiro por excelência isso é o prisioneiro da passagem ea terra qual aportará não é conhecida assim como não se sabe quando desembarca de que terra vem sua única verdade isso a única pátria são essa extenção estéril entre duas terras que não lhe podem e assim escreve michel foucault história da loucura na idade clássica e aí e aí