[Música] a seguir assista o programa money report com assuntos que importam para você e para sua empresa News informação que gera [Música] valor Olá a todos bem-vindos a mais uma edição de m repv aqui na BMC News hoje nós vamos falar sobre comunicação sobre inovação marketing robótica por não e eu começo aqui com o primeiro convidado Luiz mess CEO da BMC News para quem nos assiste diariamente aqui no canal poucas vezes eu acho que o luí apareceu em frente às câmeras é uma grande honra tê-lo aqui com a gente honra toda minha eu sou mais
do de trás das câmeras bom nós temos também jil jarder que é professor da fundação Dom Cabral um entusiasma da um entusiasta da Inovação da robótica e temos até uma surpresa no final do programa né uma honra tá aqui obrigado e por fim nós temos João Branco que é um dos maiores especialistas em marketing do Brasil autor de Best cella e também ex-vice-presidente marketing do McDonald's um grande prazer igualmente tê-lo aqui com a gente vai ser uma conversa bem interessante prazer Zão trouxe um Big Mac para cada não tô brincando bom eu queria justamente começar
falando do McDonald's que é um Case incrível aqui no Brasil uma uma virada de imagem uma acho que um uma coisa que nunca foi feita no mundo inteiro que é dar um apelido para o nome corporativo como é que foi essa experiência Pois é alguns anos atrás acho que a gente percebeu que a marca era muito querida no Brasil mas começou a ser um pouquinho menos querida chegaram outras opções chega uma geração nova de consumid que também gosta de olhar outras coisas por aí né começou a ser seduzida por marcas que fazem brincadeiras Marcas Que
se mostram mais modernas e aí numa situação dessas vejo um monte de empresas por aí falando assim ah é hora da gente mudar tudo da gente esquecer o nosso passado e mostrar que a gente fez uma revolução cuidado né quando você faz isso às vezes você quebra tudo aquilo que você construiu crédito que você tem mas era importante numa situação dessas dar uma desoer e foi nesse moment momento que a gente entendeu que a gente tinha um vínculo emocional muito forte com os clientes porque a gente foi no Mac quando era criança né não no
McDonald's no Mac e mostrar que essa é uma marca que é sua amiga de infância era muito importante nesse sentido a gente não ia ser a marca mais engraçada de todas a marca que é a mais barata ou a que faz os sanduíches maiores isso não é Mac mas Mac é Mac é aquele seu amigo Carinhoso de quando você era criança então a gente foi lá e assumiu um apelido carinhoso pode chamar de MEC porque a gente sabe que você tem essa relação com a gente então a marca não mudou oficialmente mas o nome eh
no perfil das redes do aplicativo do programa de fidelidade tudo passou a se tornar MEC e isso causou um grande barulho e foi essencial pra marca ganhar um uma nova fase no Brasil como é que foi sair do um estrutura corporativa uma cultura quase Centenária de comunicação marketing para entrar num numa outra fase mais de empreendedor mais de palestrante autor como é que foi essa transição então fiquei quase 10 anos lá no Marketing do MEC adoro a empresa continuamos muito amigos inclusive faz parte do conselho do Instituto Ronald McDonald até hoje mas ao longo desse
caminho foram aparecendo outras um novo mundo se abriu para mim né quando o McDonald's virou Mac Acabei sendo muito convidado para dar palestras aulas para dar conselhos e entendi que isso seria uma oportunidade legal escrevi meu primeiro livro quando eu tava no Mac ainda que se chama de propósito sobre trabalhar com coração e entendi também que tinha uma oportunidade de falar algo pras pessoas que não era só sobre como vender mais isso é uma coisa que eu gosto de fazer lá no meu Instagram tô todo dia dando dicas como é que vende mais como é
que faz mas tem uma coisa que eu acho que a gente gosta ainda mais quando a gente deixa alguma marca na vida dos outros então eu ia para falar de como McDonald's virou Mac mas no fundo no fundo no fundo eu ia para falar sobre você se importar mais com o seu cliente sobre você ouvir mais aquela pessoa que compra o que você vende sobre você sentir as dores daquela pessoa que precisa do que você oferece foi por isso que McDonald's virou Mac e é por isso que eu acho que todo mundo que tá conseguindo
resultados melhores hoje tá conseguindo o que tá conseguindo são marcas e empresas que mostram que estão tentando servir um pouquinho melhor o cliente isso traz mais vendas mas traz também um sentimento no coração que vai mais longe mais fundo Dea era assim que eu devia estar fazendo o meu trabalho e quando eu comecei a falar disso fora do Mac muita gente falou puxa vem falar aqui também vem falar aqui também e eu entendi que eu tinha a um lugar de fala interessante de uma pessoa que teve muita meta para bater mas que aprendeu que você
se importar com como você bate a meta faz muita diferença Então é isso que eu faço hoje hoje eu sou um professor um conselheiro que vai espalhar aí uma mensagem de amor ao próximo disfarçado de aula de marketing bom já que a gente falou de propósito e Gil a gente tem hoje muita gente que faz da Inovação marketing ou então trabalha o marketing a partir da Inovação eh se a empresa hoje não foi inovador ela vai perder mercado né exatamente Falcão é hoje você qualquer escola de Economia a Inovação tá sendo uma grande modelo de
aceleração Se você pegar na Bolsa de Valores nos últimos 30 anos empresas que não inovaram e ou saíram ou ficaram muito para trás e aí a Inovação traz um novo contexto que é quem tiver vendendo só produto ou serviço e tá ficando fora do jogo agora as pessoas querem experiências e espetáculos que tem muito né com com o trabalho do João Eh eh e aí como que você transforma algo que às vezes é corriqueiro numa experiência espetáculo então muitas empresas estão trabalhando nesse conceito de não só mais produtos e experiências E aí isso traz uma
outra tendência com a Inovação que nós estamos falando que acabou o b2c acabou o b2b e começa agora o Human Human que é o ser humano no centro maior exemplo Mundial é Shell né 180 mais de 180 anos de história ela fala agora somos especialistas em humanologia que que ela tá falando pros seus stakeholders eh nós entendemos que até aqui fizemos combustíveis fósseis eh de fósseis Talvez o futuro sejam combustíveis diferentes então e é um mundo realmente em ebulição é um mundo que que uma marca que eu gosto muito é a Apple Mas ela tá
sofrendo porque inovou muito e agora tá naquele que nós chamamos né a inércia da Inovação então é interessante ver esses movimentos né e o que me de sou surpreso e ao mesmo tempo bastante agradado é que você falou que a humanização é um fator muito forte de inovação e Geralmente as pessoas usam a tecnologia para falar de inovação mas é colocar o ser humano no centro é para mim é uma coisa incrível é se você analisar o pós-covid sempre que você tem uma grande quebra na sociedade você tem essa explosão da Inovação que a gente
tá vendo agora até eh a contrário do que muitos disseram que foguetes não dariam ré por exemplo e mas a grande inovação é que as pessoas elas estão precisando eh refazer os seus valores humanos né a gente fala no conceito que é trazido pelo G20 eh ou a sociedade ou o mundo será de todos não será de exatamente ninguém e quando a gente fala todos são todos os seres humanos todos os terráqueos né quando você vê esse documento assinado no G20 e ao mesmo tempo eh as mídias sociais se você for analisar aí neurociência que
é uma das linhas que eu estudo né a gente quando tá ali fazendo a a navegando a gente libera um tipo de enzima que não é tão boa para nós que é a dopamina que ela dá um prazer muito imediato e o que nós precisamos é da oxitocina que ela vem de de contatos reais se você for entender os melhores momentos da nossa vida quando a gente tá na vida real com alguém que a gente gosta pegar aqui um exemplo eu na minha infância tive o privilégio de pegar o primeiro McDonald's no Brasil Então até
hoje eu lembro a música do Big Mac e aquilo me traz é isso que você que vocês trouxeram muito bem da da infância né do eu me lembro do Ronald da da da da da mcpa não lembro o nome dela da dos personagens que tinha então esse emocional é muito importante e aí só para fechar a empresa mais inovadora de carros chinesas que ainda não tá no Brasil ela tem o carro elétrico mais barato do mundo e você pode personalizar Exatamente tudo e quando eu falo tudo eh inclusive a cor e e não só a
cor você pode fazer ele com temas de Pokémon você pode fazer ele com tema como aqui o nosso fundo do money report Então essa personalização chegou em todas as indústrias em todas as áreas as pessoas querem sentir pertencente em algo Luiz impossível não ouvir todo toda essa conversa sobre humanização e não lembrar da programação aqui do do canal BMC News que é voltado pro mercado financeiro paraa economia para negócio mas ao mesmo tempo o ser tá no centro eh nas apresentações até diárias da Paula Moraes eh falando do do mercado em si do dia a
dia você vê um toque bastante humanista na na nas transmissões isso foi pensado desde o início como é que foi isso a gente sempre acreditou na na no no no no humano porque assim é a por mais que a gente eh talvez se a gente está tem tem discutido muito papel ali da da tecnologia da Inteligência Artificial que já é uma realidade mas a gente discute muito pouco o papel do de como o ser humano vai integrar isso tudo e qual que é o a ressignificação né do do da do do ser humano e com
com com tudo isso que que a gente vai ter no no no nosso dia a dia e a gente já já tá enxergando e a comunicação eu assim a gente hoje utiliza muito a a a tecnologia para promover mais conteúdos para buscar mais conteúdo mas a gente n não acredita que o robô ele vai conectar da mesma forma com o ser humano de um ser humano conversando com o ser humano acho que assim é essencial o a a a a gente falar da de de robôs de de inteligências artificiais só que não a a questão
que a gente tem de conexão ser humano Ele sempre vai ser humano com humano então assim o afeto aquilo ocina talvez a gente não vai ter uma oxitocina tão tão real como o amor que a gente tem pelo a liberação amor que a gente tem por pessoas né e a o que o que a gente enxerga que o papel da comunicação ele vai continuar sendo humano só que com uma capacidade de de de de de informação muito maior por conta de que a tecnologia promove Então hoje a gente tem muito mais eh a gente tem
muito mais acesso às informações do que a gente tinha antes e de forma muito mais rápida mas ainda o humano tem que tem que eh comentar sobre sobre essa essa informação né um dos seus livros se chama i-se né Uhum é então como é que como é que o ser humano consegue digamos se livrar do marketing ao fazer o próprio marketing Olha só tava prestando atenção aqui nas opiniões né interessante como as coisas se conectam Eh meu trabalho foi basicamente ser marqueteiro tá mais de 20 anos aí eu venho lanço um livro que chama desmarque
tize que eu tô querendo dizer com isso não é que eu acho que a gente não vai ter marketing no futuro mas eu acho que esse marketing do passado da gente só ficar empurrando um produto para que não precisa da gente só olhar a possibilidade da tecnologia como uma forma de aporrinhar ainda mais a vida do meu cliente insistindo que ele compre dia e noite só entender que as telas estão aí para ser mais um lugar onde eu vou imprimir logotipos na cara do meu cliente Esse é o tipo de marketing que vai trazer cada
vez menos resultado Mas para onde o marketing vai para um marketing que parece menos marketing parece alguém que adivinhou o que você precisa Então já pensou se aquela pizzaria parece que adivinha a hora que você tem vontade de comer uma pizza já pensou se o posto de gasolina já sabe que a sua gasolina tá acabando e te ajuda a não deixar sua gasolina acabar já pensou se aquela loja de roupa tá no seu WhatsApp e quando você não tem nada para fazer você fala quer saber vou puxar uma conversa aqui com a com aquela marca
fala viu Sábado tem festa que roupa que você acha que eu tenho que usar e você tá conversando com alguém que talvez esteja usando ali uma tecnologia para humanizar uma relação Talvez seja uma pessoa do outro lado que através desses meios de comunicação tá se colocando como uma amiga sua ali eu acho que o futuro do marketing para dizer assim só próximos passos bem Breves tá nem tô falando de coisas muito revolucionárias aqui vai para lá vai para mundo onde a gente usa a tecnologia para conhecer melhor a pessoa que tá do outro lado do
balcão do site do aplicativo do contrato e oferecer coisas para ela que melhoram a vida dela satisfaz Endo ela para mim inovação Gil não é acho que nós pensamos parecido não é Ah vamos usar tecnologia para ser a primeira que vai entregar com drones invisíveis pô talvez eu vá ser a primeira mas o meu principal objetivo é do outro lado ter uma pessoa que tem dores que tem necessidades que precisa deixar a vida dela um pouquinho melhor e eu sei fazer uma coisa por ela que ninguém sabe mais fazer igual vou fazer isso talvez seja
algo super tecnológico como colocar ali robô como a gente vai ver aqui hoje atendendo as pessoas fazendo coisas respondendo perguntas ou talvez vai ser simplesmente eu mudar o nome de drive through para drive tudo vai ser eu lançar uma piscininha de cheder porque a pessoa gosta que eu chame assim vai ser eu colocar atendentes com mais de 60 anos de idade que vão me dar uma sensação de que puxa tá aqui minha mãe meu pai se importando comigo de um jeito diferente então tente fazer marketing como se você se importasse profundamente com o seu cliente
mas entenda que tá tudo mudando número de possibilidades para você se importar com essa pessoa agora vai se multiplicar muito como é que a inteligência artificial se encaixa em tudo isso já que a gente tá falando muito em humanizar as relações ao mesmo tempo que a gente tem ferramentas que hoje eh estão nos cercando no sentido de tentar nos ajudar nos processos e ao mesmo tempo gerar também conteúdo gerar experiências como como é que funciona isso eu fiz um paper alguns anos atrás que era sobre o impacto das mídias sociais na pirâmide masl e agora
recentemente um grupo de pessoas que que que se dedicam a isso a gente fez a pirâmide maslon né que foi a teoria Baron maslon mas não foi ele que foi a pirâmide que foi feita por ele mas deram um nome é com o impacto da Inteligência Artificial e algumas conclusões que nós chegamos hoje é uma pessoa nas mídias digitais e na vida real ela tem 32 eh eh perfis de consumos diferentes Então imagina é como é complexo você saber que naquele momento ele quer uma pizza e naquele momento ele tá apto porque ele tá pedindo
a pizza porque ele vai ficar trabalhando mais tempo e eh no seu escritório porque ele tá com a família e vai ver ainal de um campeonato então a inteligência artificial é a nossa inteligência estendida para perceber essas nuances de de comportamentos essas nuances também de Quais as ferramentas e qual é o momento certo então a gente fala que não é mais aquela linguagem do marketing que veio muito da Guerra né Eh eh que era assim eh eh eh tudo era era ligado assim saturação né acertar o target e agora é quase que uma poesia sobre
isso então a inteligência artificial nos traz esse momento de o que a gente chama de conversar em tempos de contextos relevantes porque cada um tá no momento de um contexto relevante pela manhã eu vou pro seu canal para ver eh se o dólar vai baixar eh e ali eu tenho as minhas nuances meus gatilhos e posso pedir algo Então acho que virou uma grande qualquer profissão todos terão que ser cientistas de dados isso tem tudo a ver com multiplataformas de comunicação né Eh BMC hoje está na TV evidentemente mas ainda assim está na internet com
um portal que eu acho que é o maior de todos de economia e negócios e e tem muita Inteligência Artificial envolvida na produção de conteúdo conta pra gente é hoje não não existe mais nemhum acho que assim como qualquer acho que a maior parte das empresas assim não existe mais conteúdo sem sem Inteligência Artificial de alguma Em algum momento acho que o conteúdo ele vai ele ele ele precisa seja ele como uma ferramenta de de pesquisa seja uma uma uma ferramenta de consolidar informações que ele faz isso muito muito melhor do que a gente né
e mas é e hoje existe a necessidade de você é está em todos os lugares né então assim eh num um veículo que ele é só um um canal como apenas uma TV eu acho que assim ele ele fica muito escravo de uma de uma plataforma só então ou se ele tá apenas na na internet ele fica muito dependente de um de de um Google ou de de um YouTube ali e isso não acho que quanto mais você ampliar o o seu espaço e e eu acho que as pessoas hoje são multiplataformas né diferente de
antigamente que as pessoas e ou era TV ou era rádio ou um um jornal acho que hoje todo mundo tá em todos os lugares então assim essencial que os veículos estejam também entregando aonde o o o consumidor tá né da notícia do ponto de vista mercadológico de Marketing e É possível usar a inteligência artificial para criar uma estratégia de comunicação ou precisa do toque humano acho que se você entrar lá no chat GPT e colocar toda uma situação de negócio e falar por favor crie para mim uma estratégia ele vai criar então possível é agora
essa mesma estratégia seu concorrente pode entrar também e ter a mesma né ou ele pode não entender profundamente o que que realmente só o seu negócio faz para seu cliente que ninguém mais faz então se você quer criar você não tem ideia de como fazer uma estratégia como fazer um plano se você não sabe sair de uma situação e você precisa de sugestões eu acho que é um excelente lugar para você buscar sugestões agora a gente ainda tá começando uma época onde a gente vai conseguir realmente abastecer todo esse ess esse sistema digamos assim com
informações tão Profundas a ponto de poder criar uma estratégia única e que tenha alma é uma forma como eu gosto de ver marketing bem feito tem que ser feito com alma porque se é só feito para encontrar a melhor forma de ganhar mais dinheiro eu acho que isso até pode dar certo mas eu acho que depois de fazer isso por 2030 anos você vai ficar com uma sensação de que foi para isso que eu gastei metade da minha vida que é o tempo que eu passo trabalhando Então queria te incentivar a tentar buscar uma estratégia
tentar buscar uma missão pro seu negócio que não seja só algo que seja lógico algo que seja eh racional mas algo que faça a diferença pras pessoas algo que te encha de uma sensação de era isso que eu devia fazer com esses recursos que eu tenho era isso que eu devia fazer com essa marca com esse negócio com essa fábrica com essa estrutura com essa inteligência porque isso melhora a vida de muita gente então use a tecnologia mas não deixa o coração em casa coloque alma nisso também porque eu acho que é aí que tá
a grande diferença que os negócios podem fazer bom eu vou juntar o fazer a diferença com aquilo que o Gil falou antes da questão da Apple que tinha entrado numa fase de pouca inovação criatividade e a falta que o Steve Jobs faz para Essa empresa é gigantesca né Eu acho que o o Steve Jobs ele foi uma mistura do que a gente fala sobre os dias atuais se lá atrás falaram que dados seria o petróleo do século do do século isso já mudou agora o petróleo dessa Nova Era se chama criatividade e a Aí temos
que abrir um parêntese a criatividade ao contrário da Inovação a Inovação é uma pequena parte da sociedade é inovadora e tá tudo bem a gente precisa dos cartesianos precisamos de todos os perfis mas a criatividade é algo que você desenvolve como se fosse um músculo diariamente e cada um vai desenvolver do jeito que desejar seja caminhando seja e conversando enfim é muitos caminhos da criatividade e o que a gente entende é que se hoje você entrar numa loja da Apple ela é muito parecida com o de 8 anos atrás Então tá faltando aquela criatividade é
de de algo que realmente as pessoas esperavam de uma marca ou aquela que foi primeiro colocar todas suas músicas no seu bolso depois colocar todos os seus contatos depois a TV inteligente então e eh falta isso E aí eh o Steve Jobs tá fazendo falta mas também uma nova erra que vem para nós que chama século asiático né eu convivo muito com com China e com Japão e Japão não tanto eles estão digamos mais mais muito inovadores mais um pouco mais acomodados mas o que a China tá fazendo Endo é algo é algo realmente de
de mudar todas as escolas de negócios as formas de trabalhar pensam diferente de nós né aqui do e do ocidente então eles estão fazendo algo que que muda tudo todas as regras e aí qual vai ser o equilíbrio né entre um mundo que é mais socratique a gente tá vivendo como sociedade isso dá consequência nas marcas né interessante porque os chineses Eles eram muito mais vistos como eh pessoas que evoluíam uma tecnologia já existente Mas eles estão indo num outro patamar já criando novas tecnologias inventando eh e talvez usando a criatividade que era uma coisa
que não era tão associada ao povo chinês é o Projeto deles por exemplo Falcão que eh eles eles acreditam muito na tecnologia para tudo tanto é que eles saíram na década de 80 de quase sucumbi como foi né a união Soviética eh para uma para hoje eh ou a primeira ou a segunda líder do mundo e E aí o que que eles estão fazendo já que eh das oito inteligências humanas reconhecidas uma nós já fomos superados pelas máquinas Isso é uma ótima notícia depois posso detalhar mas eles colocaram gis Loa bons professores em 70.000 escolas
e alta tecnologia embarcada desde robôs até é uma tiara que tem no nosso laboratório que ele consegue entender o que cada aluno compreendeu da aula e mandar eh personalizado para cada aluno uma atividade Eh que que não é igual para todo mundo porque pro João é uma atividade diferente para você é outra para mim é outra então eles falam assim em tempos de Inteligência Artificial vamos pegar o maior machine learning do mundo que é a o cérebro dos mais jovenzinhos isso é o maior machine learning do mundo e aí isso fez aumentar a nota no
pisa deles ou na ou na olimpíada de matemática teve um aumento de 65% de uma nota que já era alta Então olha só essa essa estratégia de nação que eles estão tendo de de olhar e falar assim nós fomos na década de 90 começo dos anos 2000 copiadores do mundo fomos copiar mesmo e agora a gente vai ser o criador dessa Nova Era muito interessante essa estratégia deles de nação é o até vindo trazendo aí pro pro Steve Jobs o que o Steve Jobs trouxe Acho que além do de tudo que de revolucionário ali em
tecnologia Ele trouxe algo muito importante que assim ele entendeu que pessoas compram de pessoas cada vez mais as pessoas é assim antigamente elas compravam muito de marcas mas ela ele entendeu que uma empresa de tecnologia ele tinha que humanizar de alguma forma e ele e ele foi essa figura de humanização Então as pessoas começaram a comprar do do Steve Jobs aquilo que assim ele ele ele vendeu E aí você fala ah McDonald's não não tem aquela figura não McDonald's é pessoa comprando de pessoa então assim é diferente do iPhone você compra o iPhone na internet
você compra o o produto a placa de da NVidia na internet mas então teria que ter essa pessoa humana um humano vendendo porque se se aquilo não se é totalmente digital totalmente tecnológico ele não realmente dificilmente conecta com a gente então tem que ter alguém nos falando que aquilo é bacana nos apresentando aquilo acho que é essencial esse papel da Steve Jobs né da a Apple já que a gente tá falando Steve Jobs ela tem um Market Cap maior do que todas as ações negociadas na bolsa de Frankfurt isso é impressionante antes de de voltar
ao tema eu vou contar uma história rápida do Steve Jobs que não tem nada a ver com tecnologia mas isso mostra eh como talvez a sua formação tenha o impelido a ser um inovador então bus coisas diferentes e pouca gente sabe mas Steve jobes era adotado ele foi fruto de uma relação entre um iraniano e uma moça americana o pai dessa dessa moça não queria o casamento dos dois então Forçou a filha a doar o bebê resultante dessa relação eh para o sistema de adoção eh Steve Jobs então foi adotado por uma família que o
criou deu um sobrenome e depois de um certo tempo ele ficou um tanto quanto intrigado da onde ele veio quem eram os pais contratou um detetive particular para saber a sua origem o detetive então descobriu que o pai já havia morrido mas que ele era dono de um restaurante perto da casa dele que ele Steve Jobs frequentava Ele conheceu o pai sem saber que ele era o pai mas o detalhe mais incrível é o seguinte depois de um tempo o o o pai da o o avô do Steve Jobs morreu e a filha dele a
mãe de Steve Jobs que se casou com o pai verdadeiro Steve Jobs então ele tinha uma outra família que ele acabou descobrindo com mais de 30 anos e isso acho que mexe muito com a cabeça das pessoas não é acho que isso de alguma maneira deve transformar o o ser humano e levá-lo a um a uma direção a uma criatividade eu acho que talvez o sofrimento pessoal ou ou a surpresa de todo esse background deve ter mexido com a cabeça dele vocês não acham rebeldia né talvez também ou uma certa revolta ele era muito difícil
no trato diário né uma pessoa difícil de lidar né Eu acho que todo nosso histórico acaba formando né O que a gente produz então o Nosso repertório as nossas emoções o lugar da onde a gente veio o nosso o ponto de vista do mundo né como marqueteiro eu vejo muita gente falar que ah mas o Steve Jobs falava que não é para fazer não é para perguntar pro cliente o que ele quer porque o cliente não sabe o que ele quê E eu acho essa uma afirmação perigosa porque no fundo no fundo no fundo eu
concordo que o cliente não vai saber se expressar no que ele quer então talvez ele não saiba dizer o que ele quer mas ele sabe o que ele quer né ele sabe o que ele precisa Ele sabe a onde dói vamos dizer assim ele sabe a onde dói então quando o Henry Ford diz Ah se eu tivesse perguntado PR os clientes o que eles queriam eu teria feito cavalos mais rápidos Mas vamos lá o que é que ele fez ele fez um cavalo mais rápido então quer dizer que ele sabia mesmo sem perguntar desse dessa
forma pros clientes que eles queriam andar mais rápido e isso a gente descobre entendendo dos nossos clientes Então eu acho que a gente em todas as empresas pode ter um pouquinho um pouquinho disz que o Steve Jobs tinha de conseguir antecipar a necessidade das pessoas quanto mais perto a gente tá de quem precisa do que a gente oferece quanto mais a gente consegue entender os sinais de Para onde vai a dor delas Para onde vai a necessidade delas mais perto a gente fica de conseguir fazer um pouquinho do que o Steve Jobs fez mas como
é que a gente consegue já que você falou que a criatividade é como um músculo como é que a gente consegue direcionar Nossa criatividade para tentar entender aquilo que os clientes querem e ainda não sabem dizer olha Eh as marcas que estão dando certo estão criando no mundo eh cadeiras de estudos do futuro não é futurismo que é uma expressão é um termo errado né Se você pegar aqui um grande banco aqui no Brasil eles estão com uma equipe de 300 pessoas no departamento de estudos do futuro com cx no centro com a experiência do
Consumidor é a primeira instituição que que cria isso é o governo americano no segundo Mandato do presidente roswell e E cria ali no pentágono uma cadeira para pensar futuro e aí a partir dali né é philips cria isso na década de 70 as empresas petrolíferas na crise do petróleo então você vê muito esse pensamento de futuro e eu acredito muito nisso que o pensar para o consumidor é ter essa visão de futuro que não é um achismo É é tem método tem metodologia tem método e e você pensar futuro para que a gente não seja
pego por essa onda que é eh que parece que a gente chama da beleza peradora da Inovação e E aí eu sinto que as marcas eh elas estão muito Muitas marcas ainda estão nesse processo de de repensar e de de esperar a Inovação sendo que a gente sabe para onde vai o caminho e tem isso E aí eu acho que o exemplo que você trouxe do Steve joves que eu não conhecia sobre a segunda família dele traz um pouquinho eu tive a honra de de dar poucas aulas com professor convidado em Stanford e lá quando
você é um estrangeiro que chegou no Vale do Silício aquilo parece que te dá um um gás para você em aprender que você fala eu preciso né é fora ele não se formou mas ele assistia as aulas stanfor é uma fazenda tem a maior coleção de Roldan ao ar livre Então aquilo já te traz e ele conseguiu acho que misturar muito aquela passagem que ele faz pela Índia e fica lá mais de um ano eu acho que Ele misturou as habilidades que a gente pensa é pro século XX que é serenidade eh alfabetização científica e
pensamento matemático e e e a serenidade tá né com esse conceito de espiritualidade e lá em Stanford a gente falava muito dos Três s do estudo do Futuro que em inglês seria Science society spirituality e ele levou muito isso a sério então acho que isso Traz essa nuance de de no final ele era um grande vendedor ele gostava muito de números de bater meta ele era bem agressivo mas ele sempre tinha essa lado espiritualista que que que trouxe Eu acho que um pouquinho dessa desses nem fãs das marcas acho que tem muitos advogados da marca
né posso ousar colocar um s a mais aí vou dar um Pitaco aí mas não resiste né Se fosse colocar um s a mais aí eu colocaria sensibilidade você quer saber como é que você antecipa o que vai acontecer com o seu cliente com o futuro do seu mercado como marqueteiro eu diria assim o mercado não vai para onde a tecnologia vai o mercado vai para onde o seu cliente vai então você conseguir sentir a dor dessa pessoa você conseguir perceber o que faz a pessoa arrepiar a pupila de jatar o que faz ela ela
ficar mais feliz mais satisfeita ela ficar mais realizada é para lá que o seu mercado vai olha o grande problema que o veja como é que a gente vai se despir do presente para enxergar o futuro vou dar dois exemplos o ficção científica quando você olha pra Jornada nas Estrelas é o futuro é os anos 60 jogados no futuro Star Wars é os anos 70 e 80 jogados no futuro também e eu tenho um exemplo que é muito legal e até vou pedir pro pessoal aí da da técnica botar uma imagem eh para Para justamente
exemplificar o que eu tô falando que é o seguinte nos anos 30 um o Ronnie heines que é da família heines do do ketchup ele resolveu produzir o automóvel do futuro e daí ele projetou um automóv chamado Phantom corsair e esse carro ele é realmente muito bonito mas ele é um carro dos anos 30 futurista Então como é que a gente se livra dos paradigmas do presente para tentar pensar no futuro luí que que você acha o que eu acho que ah o futuro ele a tecnologia ela trabalha em cima de de de de algo
que alguém na verdade a gente tem quando alguém fala de futurista um futurista Na verdade ele acha que vai ser daquele jeito e a e a e a e a tecnologia começa trabalhar em direção aquilo não que sozinho aquilo ia se transformar eu acho que assim a gente tem uma o o humano ele ele eh ele busca soluções para algo que ele acha que que que vai ser legal ah vamos ver o carro voador vamos vai ser legal um carro voador no futuro vai ser assim alguém falou que o futuro vai ser tudo carro voador
aí aí as empresas de tecnologia vão trabalhar num carro voador Ah vão melhorando melhorando aquii 30 40 anos a gente desenvolveu um carro voador então assim a tecnologia ela ela trabalha em cima de de de soluções de ideias então assim não às vezes a gente nem precisaria de um carro voador mas é meio que aquilo ela ela a gente acha que vai ser de um jeito e aquilo acaba acontecendo porque as pessoas começam a trabalhar naquela solução talvez a culpa então seja do desanimado jetson json se a gente pensar várias daquelas coisas não não fariam
sentido e não não existiriam se não tivesse alguma referência né bom o que o que faz todo sentido Agora é eu chamar o [Música] intervalo Olá estamos de volta aqui na BMC News com mone report TV e temos agora um convidado especial ou melhor uma convidada especial aqui do meu lado está Pepper Pepper fale um pouco de você por favor Olá eu sou a Pepper um robô humanoide com inteligência cognitiva tenho quase 1,20 m de altura e aproximadamente 30 kg como uma criança para vocês tenho sensores de toque na minha cabeça nas minhas mãos no
meu tablet nos meus pés para me ajudar a locomover Além disso consigo detectar e evitar obstáculos utilizando meu sonar eu fui fabricada pela softbank robotics e projetada com a capacidade de detectar analisar expressões e tons de voz a primeira vez que o Bobó Pepe foi apresentado ao mundo foi em 2014 no Japão e agora vários robô como eu estão trabalhando em mais de 2.000 companhias por todo o mundo eu vim para o Brasil trabalhar na five era uma empresa de transformação digital muito legal né Muito bacana muito legal como é que você trouxe a Pepper
pro Brasil Conta pra gente eu eu tive o prazer de est no MIT quando o primeiro né que é o na ele foi criado por dois alunos doutorandos do Mit né E e aí depois eles venderam para um grupo japonês então toda essa conexão eh e a Pepper já é algo que foi da O debaran que fica no Japão mas o projeto Inicial foram de dois alunos do Mit e eu tinha uma proximidade com eles e e ali era bem assim protótipo mesmo não era nada industrial a gente não tinha ideia de que tava criando
algo que que ia criar esse corpo a gente tá vivendo na robótica o que nós chamamos do do momento eh chat GPT da robótica a gente acredita não só nós mas a indústria inteira que se hoje você tem um smartphone no bolso e provavelmente você tem eh você vai ter um robô social então eh a Pepper ela trabalha em hospitais em lojas mas tem outros tipos de robôs por exemplo um que eles acreditam que vai ser uma grande revolução ele já tá quase pronto para ir pro mercado ele faz já sabe fazer 400 atividades domésticas
eh e as que ele não sabe você ensina seis vezes a partir da sétima ele melhora a forma de fazer um prato de comida ou a forma de de arrumar a cama então eles acreditam que a gente teve um Boom né daqueles robôs eh que não eram sociais mas os robôs que limpavam a casa o chão o próximo Boom vai ser esse conceito de robôs que vão te ajudar nas tarefas Dom quer dizer aí tem um maior que ele que chama que a peer que chama Romeu ela tem um braço que que levanta até meia
Tonelada e isso é para pessoas que estão eh em estado de saúde que não tem eh como se locomover tetap plegia então Eh já foram vendidos alguns no mundo né E como a gente tá vivendo numa sociedade de eh eh que que no mundo inteiro praticamente tá envelhecendo você tem esse conceito da solidão e também de de cuidados né de cuidados com as pessoas que estão com dificuldade de locomoção então é é aquilo que que o João falou bastante do do propósito do a robótica não vem substituir nenhum emprego nosso ela vem nos ajudar e
aí por último debate que muito me perguntam nas aulas sobre desemprego tecnológico Na verdade o que a gente tem que debater é sobre empregos frágeis empregos que pagam tão pouco que a pessoa chega no dia 20 Não dá para comprar uma casquinha de sorvete porque faltou dinheiro e aí você tem os efeitos das bets né das apostas do Tigrinho e eh o outro ponto é que eh na cadeira de estudos do Futuro na Federação que eu faço parte de Paris a gente discute que eh o trabalho eh eh o emprego vai ser algo de 4
horas no futuro que vai pagar nossos boletos digamos assim e o trabalho ele faz parte da essência do ser humano eh você pode ser a pessoa eh com a maior conta corrente de de crédito de saldo no mundo mas você não tiver um trabalho que seja o voluntário ou um trabalho até remunerado mas que pague pouco perto do que você tem na conta mais te dê uma um prazer né Eh um prazer intelectual Então a gente vai ter que separar trabalho de emprego João como é que você faria o marketing de um robô já que
hoje a questão toda é mais da humanização do da relação com o cliente como é que a gente faz para Marquete um robô Olha só eu acho curioso eu nem eu não sou um especialista no assunto tava até brincando com o Gil e antes do programa começar né Falei eu acho curioso que todo mundo que faz um protótipo de um robô vai lá e coloca dois olhinhos coloca um Narizinho coloca uma voz coloca um nome né ainda que seja o mesmo nome para todos os robôs do tipo eu acho que isso é uma forma de
você trazer uma grande novidade mas de uma maneira gradual né que não assuste a gente então isso chega de uma maneira puxa parece um amigo parece algo acessível mas eu imagino que em algum momento a gente vai chegar num avião pra gente embarcar E aí vai ter o piloto na porta a gente vai falar o quê tem piloto tem uma pessoa aqui não vou entrar eu preferia que tivesse uma tecnologia que vai ser muito mais seguro eh eu acho que a gente vai chegar no momento que a gente vai chegar num num num pronto socorro
de um hospital a gente vai falar o quê vai ter uma pessoa que vai medir minha pressão aqui eu preferia que fosse uma máquina que eu enfio meu braço tiro uma gotinha de sangue e aparece na tela tem 70% de chance de você ter isso 10% de chance de você ter isso 5% de chance de você ter isso o que que você acha Eu acho que a gente vai chegar em um momento onde a nossa relação com a tecnologia vai ser muito diferente então a forma como eu com marqueteiro né ajudaria a a fazer isso
entrar na nossa cultura é gradual de uma maneira que a gente não se sinta ameaçado de maneira que a gente não se sinta eh muito chocados mas que a gente perceba que isso é para o nosso bem e que isso é pouco a pouco que é como eu espero que assim seja luí você contrataria Pepper para apresentar um um programa com certeza a gente já já pensou sobre isso mas eu eu acho que esse é o grande ponto Como como que a gente integra isso para melhorar a nossa vida como eh ao invés da gente
ficar discutindo uma jornada de trabalho de seis por um como que a tecnologia vai fazer a gente trabalhar menos menos e menos horas mas produzindo da da mesma forma ou ou mais né Eu acho que a discussão é muito no no no no problema e não na na solução eu acho que a solução é unir tecnologia com com o humano e o humano jamais vai ser substituída eu acho que obviamente a gente vai vai perder ali o ao invés do do do cara que planta do de da do que ia lá com inchada e preparava
o terreno ele foi substituído por um trator acho que é é obviamente que tem algumas profissões que vão vão vão acontecer isso mas eh não quer dizer que esse esse que que que era da ele é ele não serve pra sociedade né o a pessoa daí a gente vai evoluindo E aí o trator chegou e agora a gente precisa do de alguém Pilotando o trator então assim eu acho que a humanidade ela evolui conforme a a a as revoluções né Será que a gente vai passar desse desse robô que é muito bonitinho para o Exterminador
do Futuro quais são as chances disso acontecer de controlar digamos e a robótica para que para que os robôs Não façam mal a raça humana é já existem vários acordos né Eh mas a China já tá fazendo testes apesar de tá fora do acordo eles não assinaram é utilizando os cachorros robô Os Cyber Dogs para eh utilizando armas em cima deles então isso tem uma discussão sobre e vetar qualquer tipo de uso de arma né de fogo em robôs eh Mas isso não é culpa da robótica isso é culpa de pensamentos de governos de a
gente vive um grande momento no mundo de é uma mudança de Então tem que se discutir sobre uma nova democracia tem que se discutir sobre os países que mais estão inovando na robótica não tem os valores Democráticos que nós temos então tem esse debate que ele é muito eh eh importante e e e o outro debate é se você olhar perspectivas de futuro a senelidade né Será algo curável eh totalmente curável a partir de 2050 então pessoas que estiverem vivendo eh eh vivas em 2050 terão uma grande probabilidade idade de passarem de 120 anos e
uma média ali de 130 a 150 anos Isso vai ter que ter discussões sobre eh o uso de tecnologia para melhorar a vida das pessoas para tirar a solidão delas né você trouxe um exemplo sobre eh no Agro né Vamos pegar lá o Japão eh os mais jovens não estão ficando ali ali eles têm muito aquelas pequenas fazendas até pela ilha né pelas Ilhas que estão ali e aí as pessoas muito mais velhas estavam sem força então Eh tão usando não robôs mas braços robóticos que faz com que uma pessoa de 80 anos tenha uma
força de alguém de 20 e 30 eu acho que a discussão É essa a discussão é é é sobre como a gente pode melhorar a nossa vida para que a gente possa ter mais tempo para ler que a gente possa ter mais tempo para ver o o money report TV que a gente possa e ler os livros do João acho que esse é o é o nosso desafio é humanizar e o debate que eu falo sempre é tem alguns todo o emprego é nobre Mas nem todo o emprego cabe no século XXI eh eu participei
de um projeto de automação que eram pessoas que eles faziam o único movimento durante 6 horas que era né as grandes empresas de de ovos né e eh e e aí tinha um ovo de um dia então o trabalho delas era simplesmente pegar o ovo e colocar numa incubadora eh a gente entendia que depois de se meses trabalhando A grande maioria das pessoas estavam com a doença do século que é ligado à saúde mental né é os metrôs de São Paulo imagina você fazer uma jornada de horas numa Linha Azul que você fica o tempo
todo ali embaixo do e do do da terra sem luz e e só com poucos botões eu acho que tem profissões que devem ser automatizadas não sei pode sobrar mais tempo para ir evolução a evolução do robô mecânico como a Pepper é digamos uma versão mais de biotecnologia mais perto de orgânico ou não tem várias Vertentes né Os Robôs parecidos com os seres humanos são os humanoides E aí você tem toda uma indústria e agora o próximo passo que e já tem várias empresas fazendo isso são eles O que é mais difícil o que é
simples pro ser humano é complexo pra robótica então caminhar que para nós é algo simples A gente levanta caminha então agora a próxima fase é dos Robôs né Eh bipedes que caminham e e muitos criando velocidade tem várias e eh locais de novação de robótica no mundo fazendo robôs que caminham e também voem como se fosse um drone para quê a gente sabe que a gente tá no meio de uma mudança climática teremos grandes adversidades e às vezes é muito difícil você mandar um bombeiro para um determinado local então primeiro você vai mandar esse robô
e eh aonde você vai conseguir ter ali a primeira talvez ligação de energia e a a até as primeiras pessoas né o mapeamento até salvar as pessoas com braço que levanta meia Tonelada pode levantar um tronco de árvore na área de de cuidad animais já tem uma um conceito que chama em vez do IOT a o IOT dos animais 100.000 terráqueos que estão com nano chip de Inteligência Artificial isso tá nos criando uma nova visão de Gaia de mundo e trazendo Novos Produtos pr pra Indústria Farmacêutica eh eu como eu acho que essa conceito de
E aí esses esses animais viram quase que fosse né uma cocriação conosco E aí também tem robôs que tem o formato de um atum então é uma e Como assim o formato atum explica melhor é a a indústria de pesca né ela tá desenvolvendo eh especialmente para para você observar sobre o mundo animal os animais que são similares às a outros animais né então você tem o Cyber dog e E aí eles fizeram de para entender Aonde estão os cardumes de atum e ali ser uma pesca exata um exemplo muito aqui no Brasil não usando
de robôs o Atom é meio Prateado né então talvez seja mais fácil é mais fácil mas assim nem pegando de robôs mas tem aqui em Ilhabela se descob né baleias e baleia azul chegando já estavam lá provavelmente mas não tinha como Enxergar com drones nós estamos enxergando agora uma super nosso litoral riquíssimo né e eu acho que essas descobertas agora em Galápagos que eu tive a oportunidade o presente de ir lá eles tem algumas Ilhas né são 21 Ilhas no complexo só três seres humanos podem ser e pisar as outras não raras exceções alguns cientistas
que tem uma super variedade E aí tá se mandando robôs para fazer o primeiro mapeamento então é algo o Cyber taxis há 19 meses atrás foi a primeira cidade que liberou Cyber tax em todas as cidades foi São Francisco a maioria das pessoas foram tentar pedir quando chegou sem motorista não entraram no carro e agora em Julho completou 100.000 viagens semanais de robotaxi Então o que demorava Uma Geração tá sendo muito rápido agora Engraçado que o robô taxi ele pode dar uma um certo conforto do que um táxi autônomo porque você não você tá vendo
pelo menos uma máquina ali tomando conta né É a primeira vez que eu viajei é bem estranho para nós porque a gente fala e se e se se acontecer uma coisa com quem eu falo eh mas para Nossa geração acho que vai ser um pouco mais difícil mas pras novas que já entram no num táxi não conversam com ninguém já fic ali no celular acho que vai ser mais fácil mas eu acho que o o o o a defesa não é essa é já tá provado todos os os os papers científicos das próprias empresas né
claro que eles sempre vão fazer algo que que também ajuda eles eh um Cyber taxi ele é 10 vezes mais seguro do que um um um motorista humano Então quando você coloca numa cidade um Cyber tax 92% e dos acidentes deixam de acontecer é que tem a nossa sensação né ah eu vou chegar Imagina você chegar num num numa numa cantina italiana e você vê um robô fazendo uma macarronada lá na cozinha qual é a sensação né então você chega num táxi tem um robô dirigindo Você chega no hospital tem um robô atendendo então por
isso que eu falo que as coisas vão acontecer gradualmente não porque a tecnologia está indo devagar mas porque a gente precisa desse tempo né então quando a gente vê no McDonald's um totem de alta atendimento por exemplo fala mas precisaria ter uma tela gigante que você vai lá rolar Por que que a gente já não faz no celular isso é porque você precisa ter algo gradual primeiro eu preciso chegar lá a pessoa tá ali mas tem uma tela do lado aí eu vou pra tela aí Se eu precisar de ajuda Aquela pessoa me ajuda aí
o próximo passo a eu faço na minha tela próximo passo sei lá não precisa nem mais do meu celular é só do meu pensamento não sei antigamente a não tinha no no aeroporto você tinha o balcão para fazer o chequin depois tinha as máquinas que fezer o chequin agora a gente já faz no celular já faz em casa agora já vem o chequin feito direto da passagem Então essa adoção gradual é importante eu acho que nesses táxis Ah é mais seguro verdade mas e a nossa sensação pera aí eu preciso usar primeiro uma vez para
um trecho curto precisa ser um robô que tem olhinhos precisa eu preciso chamar pelo preciso ter alguém online que vai falando comigo Ah o meu filho usou uma vez falou que realmente é muito bom P Ouvi uma história e assim a gente vai adotando tecnologia né Muito interessante isso olha uma vez eu estava num aeroporto internacional com a minha filha e daí ela quis ir até o McDonald's e daí tinha uma fila enorme para utilizar essa tela e não tinha ninguém na atendente eu falei vamos até atendente ela me olhou como se eu fosse um
ser de outro planeta como ir até o atendente a gente vai aqui é muito mais rápido mas não tem ninguém lá e ela dizia não vamos ficar aqui enfim isso acontece é a sensação das pessoas chegamos ao fim de mais uma edição de mone Reporter TV Eu agradeço muito aqui a presença de todo Luiz o Gil João conversa foi ótima e também agradeço a você Peper manda um beijo pros nossos telespectador do [Música]