Mas a pergunta não é por que eu fiz errado? A pergunta nem é como saber se eu tô fazendo certo. A pergunta é o que fazer depois que você descobre o que é certo fazer.
Teoria da permissão não serve de nada se você não tiver uma decisão. E quer saber a verdade, o dia que você realmente tiver decidido, nem da teoria você vai precisar. Prever, especialmente quando o passado faz sentido.
Você quer entender o passado, controlar o presente e prever o futuro? Esse é o poder que tá na mesa. Esse é o poder que tá na mesa.
Bora, senhoras e senhores, presta atenção. Dá uma olhada nesse vídeo aí. Eu tenho certeza que você conhece esse cara.
Mas eh eh a gente a gente treinou, na minha geração, a gente entrou treinou errado durante muitos anos, muito errado. Eu atribuo eh as minhas lesões a maneira errada que a gente treinou durante muitos anos, >> né? Eu acho que assim, metade da minha carreira eu treinei errado.
A partir da segunda metade eu comecei a treinar certo, mas depois o tempo veio e a evolução da preparação física mudou e aí >> foi te ajudando, >> porque eu treinava mais individualizado, mais específico para ter mais potência, repetição de de pique, para ter mais força e e a evolução do da preparação física foi assim, foi muito grande. >> E aí, quem se identificou aí? Eu até fiz, fiz muito, mas fiz errado.
Fiz errado. Pior do que muitas vezes fazer errado e o resultado não vir, é fazer errado e ter os prejuízos que ele teve ali. Ele mesmo falou: "Muitas das minhas lesões foi porque eu treinava errado.
Todo mundo tinha que fazer treino de força, ia lá fazer aquele treino de força, igualzinho todo mundo. Essa é a vantagem da aliança divergente. Aqui tudo começa com o seu plano.
É personalíssimo, é personificado. É a sua história, são seus padrões. Não é uma frase para todo mundo repetir três vezes, que não é nemhuma frase para ser uma frase para ter um verbo, correto?
Quando a pessoa repete yes, yes, yes, não é uma frase, né? Não é. Então o nosso papo aqui é com quem já tentou e não conseguiu.
Ah, mas é que eu tentei demais. Sinto muito. Tentou errado.
Agora você tem duas opções. Se punir ou punir todo mundo. Porque você fez errado.
Porque te contaram uma história. Trouxe o caso da Ana ontem aqui. Toda vez que o que o José batia o carro, tinha lá uma história de que tava em pecado, de que o dízimo não tava em dia, de que tinha que benzer, de que tinha que não sei o quê.
trazia todo um arcabolso espiritual para um problema que era relacional. Fez errado. José pode fazer um caminhão de vigília, de sei lá, de de novena, de reza, de munganga, de macumba.
A mulher dele tem um padrão e para manter aquele relacionamento, ele tem que alimentar aquele padrão. Então, o dia que ela tá mal, ele tem que ficar pior. Esse é o ponto.
Sinto muito se você fez errado, mas a pergunta não é por que eu fiz errado? A pergunta nem é como saber se eu tô fazendo certo? A pergunta é: o que fazer depois que você descobre o que é certo fazer?
Porque se você tá na dúvida, se o seu único impasse é dúvida, entra e testa, pô, porque aí você vai acreditar no seu resultado, não na minha promessa. Ah, Elton, mas eu não quero pagar a primeira para eu não quero pagar a entrada, eu não quero fazer no boleto, eu não quero fazer no cartão. Então você não quer nada, pô, e tá tudo bem.
Só que fique bem com isso, Elton. Eu não concordo das coisas que você fala. Eu acredito que Deus é poderoso para mudar todas as realidades.
Tá bom. Quem sou eu para te convencer do contrário? A única pergunta é porque que ele não mudou a sua ainda?
A única pergunta é porque que é ele que tem que mudar quando você descobre exatamente o que fazer. Agora o problema é de vocês, é que vocês querem ficar, ah, é que eu procrastina, é que eu isso que aqu desculpa que tá todo mundo acostumado com isso. Você já ganhou até apelido, você viu o cara lá, né, de irresponsável, de bad boy, o louco do tênis, tira onda com todo mundo, só não ganha campeonato.
Não ganha campeonato. Aí você tá aqui, tá todo mundo te chamando de A derrota da família, a eterna promessa. Você tem um apelido aí na roda, a vergonha da família.
E você já se apropriou disso. Aí eu tento te convencer a mudar. Lembra da escada?
Reclamar, justificar, questionar, propor e aplicar. Você questiona, eu faço uma proposta. Aí você justifica, aí eu questiono, você reclama.
Aí eu questiono, a gente não vai conseguir subir pra proposta não, a gente não vai conseguir subir pra aplicação não, porque mais densidade técnica para eu trazer aqui, para eu te mostrar o quanto isso funciona, que e que funciona e como funciona, só se eu fizer um MBA e te colocar lá tudo sobre a teoria da permissão. Teoria da permissão não serve de nada se você não tiver uma decisão. E quer saber a verdade, o dia que você realmente tiver decidido, nem da teoria você vai precisar, só que você vai precisar fazer alguma coisa certa.
Esse é o ponto, porque eu não vou falar para você que a teoria da permissão é a única coisa que muda a vida das pessoas, não. Tem um monte de gente que mudou contra coisa. De uma forma ou de outra a pessoa fez essas correções aqui.
Foi como o Ronaldo falou: "Cara, a gente ganhava massa, a gente ganhava força, mas eu lesionei meu joelho. Você escolhe o que você quer fazer. Você escolhe o que você quer fazer.
Porque não faz sentido eu te dar um óculos até para prever o seu futuro, se você não der conta de ver o seu presente. No que que você se tornou, pô? No que que você se tornou?
Você tá aqui fazendo o quê? Responde isso para mim. tá aqui fazendo o quê?
Ah, tô aqui mudando a minha vida, tá? Cuidado para est fazendo errado, hein? Ah, Elton, quer dizer que se eu não entrar, eu não vou mudar com o que você leu, com o que você viu?
Não. Nem o Ah, é que eu sou super dotado, eu sou autodidata. Na primeira pré-queda, esqueceu, foi tudo, misturou, foi tudo, juntou padrão com signo, com constelação, com maldição, com temperamento, com não sei o que, com frase de um, com mantra de outro, virou, foi uma salada e não fez foi nada.
Daí no final das contas deu uma desculpa, mas eu já vi lá o rapaz da permissão lá. É, se olhar para mim aumentasse a sua permissão, ia mandar um quadro pra sua casa. Olhar para mim não vai aumentar sua permissão.
Que vai aumentar sua permissão é encarar padrão. E os seus padrões são previsíveis porque eles se repetem. Geralmente o próximo é um clone um pouquinho amplificado do anterior.
Prever, especialmente quando o passado faz sentido. Agora é o seguinte, você que é uma pessoa fraca de decisão, nem fica me ouvindo, porque aqui de propósito, eu vou dar uma densidade técnica para vocês não fazerem mais essas comparações ofensivas entre eu ou uma cópia de eu. Eu tô na dúvida de você ou belo, disso ou daquilo.
Então, vou dar uma densidade técnica mais no fundo. Vê se você consegue acompanhar. Se você conseguir acompanhar e você chama os outros para conseguirem discutir nessa densidade aqui, tá bom?
Então, vem comigo. Prever, especialmente quando o passado faz sentido. Quando a gente olha pro momento pré-queda, nós estamos olhando para onde?
Passado, presente ou futuro? Olha só, indivíduo teve três pré-quedas na vida. Aí um um vídeo e fala: "Ah, eu queria tanto essa ser essa pessoa que só teve três".
Vamos lá. Pré-queda número um, pré-queda número dois e pré-queda número três. Obviamente, pelo gráfico, todas essas pré-quedas geraram o quê?
Quedas. Ou seja, nós temos aqui um teto financeiro, um teto de permissão. Bem aqui, bate o bloqueio de permissão dessa pessoa.
Então, nós temos três pré-quedas aqui. Quando nós paramos para olhar paraa pré-queda número dois, nós estamos falando de passado, de presente ou de futuro. Depende de onde eu tô olhando.
Tá aqui o bonequinho azul. Aqui é a linha do tempo, tá? Aí, aqui tá o bonequinho azul olhando paraa pré-queda.
Ele está olhando para o passado, para o presente ou para o futuro. Neste momento, deste lugar, o que ele vê é o futuro. E aí, às vezes, ele está aqui, ó.
Colocar um bonequinho verde aqui. Não sei se em casa dá diferença na cor da olhando para cá. Ele está olhando para o passado.
Então depende de onde eu estou olhando. Isso aqui está posto. Deixa eu abaixar aqui.
Isso aqui está posto também visto. Elton, mas como é que o bonequinho no momento azul vai ver o futuro? Aí ele está.
Vou colocar aqui de azul, ó. Pré visto. Tão me acompanhando?
Ah, ele tá viajando. Calma que vocês vão viajar também. Então, se eu estou antes do acontecimento, eu tô olhando pro futuro.
Se eu estou depois do acontecimento, eu estou olhando para o passado. Agora, as coisas vão mudar. Esses acontecimentos aqui, eles vão mudar?
Me conta. Esse indivíduo vai ver a mesma coisa que esse indivíduo em momentos diferentes. Neste caso aqui, esse acontecimento aqui, ó, não muda.
Ele não vai mudar. Porque aqui eu tenho uma pessoa, quem se lembra da jornada aqui da vida, dos ciclos? Aqui eu tenho uma pessoa que está repetindo padrão.
Repetindo o padrão. Ela está repetindo. Foi o caso da Ana.
Cadê a Ana? E o carro da Ana. Amor, eu preciso que você bata o carro.
Por quê? porque ele está no meu nome e eu vou ter um problemão. Este acontecimento vai fazer com que eu alimente um comportamento, porque é um problema que só eu posso resolver.
E isso está enraizado no meu padrão controlador narcisista. Eu não quero um problema que você resolva, meu amor. Eu quero um problema que eu resolva.
Mas eu sou uma pessoa perfeitinha demais para criar um problema. Então eu preciso que você bata o carro para que eu vá resolver o problema. Conseguiram me acompanhar agora?
Isso aqui é o que está posto pelo combinado inconsciente que eles têm. Amor, eu te amo. Prove.
Eu bati o carro. Nossa, amor, fico até excitada quando você bate o carro. Essa é a história.
Essa é a composição do inconsciente da Maria. Então, quando você chega para mim aqui e fala que bem aqui tem, vamos lá, gente. O José vai bater o carro.
Tá bem aqui, gente, o o acidente. Ó, dava para ver esse acidente antes, Elton? Claro que dava.
Bem, aqui teve um acontecimento, ó, na vida da Maria. Sabe qual foi o acontecimento na vida da Maria, Felipe? Alguém duvidou da Maria.
Alguém diminuiu a Maria. Alguém fez alguma coisa sem precisar da Maria. E a Maria pediu: "Amor, eu preciso de algo que só eu consiga resolver".
Esse acontecimento aqui foi visto, visto e combinado. Você tem um, cadê aqui aquele desenho, você tem um combinado inconsciente com as pessoas com as quais você se relaciona. Então, aqueles acontecimentos ruins e aquelas pré-quedas que geram prejuízo ou represam os resultados, sendo pré-quedas que deram errado, de coisas que deram errado ou de coisas que ainda não deram certo, são paraquedas quando elas te impactam com um momento e uma intensidade definida, porque isso revela aquilo que você precisa, permite e prefere.
Dentro desse entendimento de que é uma pré-queda, você só precisa entender de onde vem essa pré-queda. Pra gente entender de onde vem essa pré-queda, a gente começa a fazer as conexões do plano com a vontade, com a decisão e com o combinado. Preste atenção nessa palavrinha combinado.
Assim a gente entende os padrões e cria situações conscientes ou inconscientes. Se você quiser criar situações conscientes, você enfrenta a realidade ou cria outras situações, que é a simulação que a gente pode falar amanhã. Então, até aqui vocês me acompanharam, o racional tá claro na medida em que ele for ficar se eh repetindo, você vai ficar familiarizado com isso.
Então, a gente já sabe, a Maria precisa, permite e prefere. Elton, não é muito absurdo você falar que tem um combinado? Claro que não.
Nós já falamos que na pré-queda é aquilo que você precisa, aquilo que você permite e aquilo que você prefere. Se você prefere, você permite. E o outro só participa porque você precisa.
Beleza? Quando você entende qual é o seu padrão, quando você entende, ó, a Maria tinha um padrão, lembra? Padrão de acontecimento, relacionamento e comportamento.
Geralmente a gente entende com facilidade duas pontas e aí a gente fecha a conta da outra. Às vezes a gente entende o acontecimento e o comportamento e vai atrás do relacionamento, que é o que eu vou dar um exemplo para vocês aqui. Estão me acompanhando até aqui?
Maravilha. Então vem comigo aqui. Elton não é muito ousado dizer que dá para prever o futuro.
É uma situação que você pode ver antes ou você pode ver depois. O padrão é o mesmo. Ok?
E aí me deixe saber. Você gosta desse papo? Você acha loucura?
Você acha interessante? Você pira nisso? Ou você acha viagem?
Tipo, ah, esse cara aí é um falastrão. Deixa eu saber. Então, vamos lá.
Ontem uma amigona, amigona, amigona me ligou para falar: "Amigo, tá acontecendo tal e tal coisa. analisa para mim aí que que vai acontecer se eu fizer isso, se eu decidir isso e que vai acontecer se eu decidir aquilo. Essa é a do marido que pronto, olha que interessante, eles tinham um combinado lá atrás de que ele ia se aposentar e ia tocar o negócio dela com ela.
E aí assim eles foram fazendo, né, conciliando as duas coisas e tal. E aí eles tiveram uma pré-queda. Nós tivemos a primeira, aposentadoria negada.
No dia de da baixa, que foi combinado com o comando lá atrás e ele já estava no prazo, o comando negou. Tinham várias pessoas, todas se aposentaram, só ele que não precisa, permite, prefere. Aí depois eles ficaram na indecisão, veio a segunda pré-queda.
Qual foi a segunda pré-queda? Além de não se aposentar, ele foi transferido para Belém do Pará. Belém do Pará.
Se ela não quebra o padrão, vai ter pré-queda, gente, aqui em cima. Vai ter a terceira. Vai ter a terceira.
Vai ter a terceira. Quer saber a verdade? Mesmo que ela quebre o padrão, a pré-queda vai ter.
A pré-queda, é inevitável. A queda eu posso evitar. Aí alguém colocou ali, ó, a pré-queda pode ser ele ser demitido, não, porque o problema tá escalando.
A carreira dele tá afastando ele daquilo que ela tá fazendo, porque inconscientemente ela não tá tão resolvida. Talvez ela queira ser afastada daquilo. Lembra que eu falei para vocês na primeira aula do refúgio sobre as justificativas boas?
Ela precisa de uma boa justificativa para não fazer o que ela tá fazendo, que no fundo ela nem quer mais fazer. Ai, o meu marido não me apoia, mas ele tá aqui te apoiando. Ih, não tá mais.
Tá lá em Belém. Vou ter que largar tudo aqui para lá. Aí eu falei: "Poxa, deixa eu saber aqui se vale um acidente".
Não, acidente não vale, porque no acidente ele vai morrer, ele não quer morrer, ele adora viver. No acidente ele vai ser aposentado por invalidez. Ele não quer ser aposentado, muito menos por invalidez.
Ele quer ser aposentado com honra ao mérito. Ela virou para mim e falou o seguinte: "Quer dizer que se eu não decidir, ele vai ser convocado para uma missão fora do país. " Eu falei: "Bingo, se você não decidir, ele vai ser convocado paraa missão fora do país, porque você já tem um plano para ficar nesse limbo.
Belém São Paulo, Belém em São Paulo, Belém São Paulo, Belém em São Paulo. Daqui a pouco ele tá lá em Israel, pô". Então é fácil prever quando você entende o padrão, as dúvidas e o plano.
Eu falei: "Amiga, qual que é o plano? Deixa eu ver o plano. Qual que é o plano?
Deixa eu ver o plano. E é uma pessoa assim, ó, fantástica, de uma capacidade de expansão gigantesca, só que ela tava no ponto cego. Esse é o poder do aliado.
Então, gente, não dá para você evitar essa pré-queda. Dá para você evitar essa queda, como decidindo, quebrando o padrão, fazendo diferente. É isso que você tem que fazer.
Mas o que é quebrar o padrão? Quando você roda o protocolo, tem sempre um PDA, percepção, decisão e ação. Quando você decide, você já começa a quebrar o padrão.
Quando você age, você acaba de quebrar o padrão. Perceber, decidir agir. Ah, Elton, é só isso.
É todo o nosso trabalho. É só para fazer você perceber. Você já percebeu e nem decidiu ainda.
Você tem noção que tem gente que já tá na Aliança Divergente há exatamente 15 dias? Lá na frente, qual exigência você vai poder fazer que a vida te priorize? Se você não se priorizou lá na frente, como você vai querer exigir que a vida te entregue uma realidade pela qual você não se dedicou, nem decidir você decidiu.
Você tá ficando para trás, quebra esse padrão de deixar para depois de ficar para trás e depois ainda querer estar na frente. Pô, parou. Se para você tá tudo bem viver do jeito que as pessoas lá fora vivem, tá tudo certo.
PDA é perceber, decidir e agir. É P de de perceber, D de decidir e a de agir. É uma estrutura que tá aqui na aliança Divergente.
Você pode fazer aí fora, pode. Quem vai te fazer perceber qual é o padrão, qual é a relação, qual é o acontecimento? Quem vai te encorajar a decidir mudar os combinados inconscientes?
A pergunta é: você quer viver do jeito comum ou do jeito divergente? Essa é a escolha que tá na mesa. Você quer entender o passado, controlar o presente e prever o futuro?
Esse é o poder que tá na mesa. Esse é o poder que tá na mesa. Descubra como se livrar do que te impediu de fazer, o que você gostaria de ter feito em 2025, mas não fez mesmo sabendo como fazer.
Se você não aplicar esse programa, seu ano novo vai ser roubado de novo.