Se nós somos pagos para resolver problemas, se todo mundo é pago para resolver um problema, não seria inteligente que nós soubéssemos o que é um problema e como resolvê-los da maneira mais interessante, simples e lucrativa possível, ou até saber quais problemas devem ser resolvidos e até se é um problema mesmo aquilo que a gente quer resolver. Na última aula eu comentei que essa característica de Desdobrar o problema, que na época ali nessa aula eu chamei de desempacotar, era uma das técnicas principais de quem tem alta agência, é a sua capacidade de lidar com os problemas
de uma maneira mais orgânica. E ali eu tinha prometido uma aula, caso tivesse pedido uso bastante pra gente conseguir lidar com isso, para, né, ter uma aula específica sobre a a assim a habilidade do unfolding. Esse é o termo técnico, esse é o termo conceitual, é o Que a gente vai trabalhar aqui ao longo desta aula. Você não precisa ter visto as aulas anteriores, você vai entender perfeitamente o que eu tô falando aqui, mas eu recomendo que você veja depois, que você já viu, então não precisa de mais nenhuma introdução. Então, nessa aula, o que
que a gente vai ver? A gente vai ver o que que é um problema, quais são as características de um problema, porque é mais é um pouco mais complicado do que você imagina, as diferentes Formas de abordar a solução de problemas, independentemente do tipo de problema que é. E o que que é o unfolding, como você pode melhorá-lo ao longo da sua vida. Eu acho que eh esse é um assunto que pode parecer um pouco esquisito para muitas pessoas, mas eu estou aqui fazendo, né, um voto de fé de que alguém no YouTube vai achar
esse assunto interessante também, OK? Então, para começar, o que é um problema, tá? Então, um problema ele tem algumas Características, né, alguns elementos estruturais que vai ficar muito óbvio quando eu falar, mas às vezes a gente se esquece disso. Então, só pra gente nivelar aqui, tá? Então, um problema ele tem uma um estado inicial, quer dizer, você identifica uma situação, um ponto de partida que faz com que você pense que tem um problema. E a gente vai ver que nem sempre é assim, mas em geral tem um estado inicial. Você imagina o seu onde você
está e onde você pode ir, onde Você quer ir, onde você deve ir, a depender, né, de várias circunstâncias aí. Então, na prática, tem um estado inicial e tem um objetivo, uma meta, né? Então a gente vê um certo contraste, uma certa falta entre aquilo que você tem, aquilo que você é, aquilo que você faz e aquilo que você gostaria de fazer, aquilo que você gostaria de ser, aquilo que você gostaria de se tornar. Essa é uma característica central, por exemplo, daquilo que nós chamamos de Desejo. Desejar reconhecer que algo falta para você. Do contrário,
você não desejaria, você estaria completamente satisfeito. Então, o desejo, ele traz na sua característica principal a ideia de que você reconhece que dá para ter mais, dá para ser mais, dá para saber mais, dá para comer mais, dá para fazer, enfim, mais alguma coisa aí, tá? Só que entre o que você enxerga e aquilo que você gostaria de se tornar, existem obstáculos, que é a terceira Característica do de um problema. Quer dizer, existem algumas barreiras entre você sair desse estado inicial e para o estado final. Essas barreiras podem ser às vezes insolúveis. A gente viu
que as pessoas de alta agência em geral não pensam que os problemas são insolúveis. Claro que existem problemas insolúveis, mas na maior parte das vezes ela elas tentam contorná-los ou fazer o melhor que elas podem ali dentro daquela situação, mas elas vem o problema de uma Maneira assim: "Puxa vida, isso aqui é interessante, como será que eu consigo contorná-lo? Como será que eu consigo vencer mesmo com essas desvantagens? Elas normalmente pensam assim e não como um tipo de obstáculo. Puxa vida, nossa, eu vou ter que baixar isso. Ah, eu vou ter que assistir uma aula
para entender isso. Que droga. Ela, digamos, tem uma resistência aos obstáculos, né? Esses obstáculos caracterizam o poder que você tem, a sua agência, tá? Então, por Exemplo, Deus é a pessoa com mais agência no universo, porque entre o desejo dele e, né? Então, entre o estado inicial e o estado final, né, entre haja luz e haver luz, não existe praticamente nenhum obstáculo, tá? Então, o entre o poder, entre o querer e a solução, ele acontece, aquilo acontece imediatamente. Você pode notar que quanto mais dinheiro, por exemplo, você tem, os seus desejos, que podem ser materialmente
satisfeitos, eles diminuem também. Se Você quiser, por exemplo, pedir, é quando você tinha pouco dinheiro, então você pedir uma refeição de R$ 100, aquilo parecer muito caro. Existe um obstáculo material ali, depois que você começa a ganhar mais dinheiro, R$ 100 parece pouco e daí aquilo deixa de ser um obstáculo. Outros obstáculos surgem, como por exemplo, você começa a engordar, mas de qualquer forma o desejo, né, para para ser realizado, o obstáculo, ele é removido. boa parte do Tempo. Então, nós tentamos remover obstáculos e não dar motivações para as pessoas muitas vezes, né? Então, por
exemplo, se você quer que alguém não faça alguma coisa, você coloca obstáculos entre aquilo que ela quer fazer para que se torne mais difícil para ela conseguir obter aquilo. Isso é aplicado nas coisas mais simples da vida. Por exemplo, eh, se você não quer que alguém, eh, sei lá, peça reembolso de um curso seu, você fala assim: "Puxa Vida, você vai precisar resolver um sudoco aí, você vai precisar fazer um claro que eu vou te reembolsar, você só precisa acertar todos os, né, sei lá, os números do calendário chinês de 1913. Você só precisa saber
quais foram todos os resultados do Brasileirão de 2002, né? E aí sim você dificulta a ação daquela pessoa. Se você quer que ela ah faça alguma coisa, você facilita a ação daquela pessoa. Eu tenho um texto específico sobre isso, eu vou deixar Aqui na descrição, mas na prática é isso, né? E a gente tem os recursos, que são essas ferramentas, o conhecimento que, digamos, melhora a sua compreensão do problema ou da solução ou dos obstáculos. Uma dessas três coisas, tá? O estudo que você faz, por exemplo, de um problema, ele serve para que você adquira
essas ferramentas para resolver de uma maneira mais eficaz. Nós temos também problemas que são bem definidos e problemas que são mal definidos. E aí Aqui a gente entra numa questão bem importante. Por exemplo, problemas bem definidos, eles têm objetivos claros e regras explícitas, como um quebra-cabeça. Existem, digamos, ou existe um objetivo limitado, né? Você só vai conseguir pegar as peças desse quebra-cabeça e fazer um quebra-cabeça só. E a metáfora do quebra-cabeça é muito importante porque a gente vai trabalhar daqui a pouquinho, tá? Presta atenção. Então, o quebra-cabeça, ele tem Um final muito claro e as
peças que montam esse quebra-cabeça também são muito claras. Você, por exemplo, não consegue substituir uma peça por outra, mesmo que ela se encaixe, ela não monta o resultado final, tá? Então a gente sabe que, digamos, só tem uma solução para cada uma dos para cada um dos problemas ali do quebra-cabeça. A sua, a diversão, na verdade está em achar a única peça que se encaixa naquele contexto ali, a peça certa. E eu acho Que isso leva a várias conclusões erradas a respeito de como nós tocamos a vida aqui na internet. Há problemas mal definidos, então
ele pode ser bem definido e mal definido. O mal definido são esses objetivos ambíguos. Por exemplo, como ser feliz? Tipo assim, o que que você quer dizer com isso? Então assim, como criar conteúdo na internet? Assim, é meio ambíguo, sabe? Assim, não existem respostas claras para Isso, porque o objetivo, o problema é mal definido. Eu não conheço você, eu não sei qual é a sua situação atual, eu não sei, sabe? Então, aqueles aquelas aqueles elementos de estrutura, eu não sei o que você sabe, eu não sei quais são suas ferramentas, quais são seus recursos. Então,
eu não consigo pensar em soluções para você quando você vem com perguntas tão ruins assim. É por isso que às vezes eu desanimo muito de abrir caixinha de pergunta no Instagram, Porque as perguntas ficam cada vez piores, as pessoas fazem perguntas cada vez mais ambíguas, mas assim, meio que você responde aquilo que você quiser. Não, assim, não sabe assim, não é não é parece que nada mais do que você responde é útil para as pessoas, porque elas mesmas não não se deram ao trabalho de entender os próprios problemas. você aí tanto faz a solução que
você der, enfim, ela só quer, digamos, alguma permissão sua, sei lá, ela só quer Reclamar, enfim. Então, a ideia aqui é tem problemas bem definidos e problemas mal definidos. E eles podem também ser convergentes ou divergentes. Então, quando eles são convergentes, existe existe tipo assim uma solução correta. Então, equações matemáticas, por exemplo, são problemas em geral, tá? Existe uma matemática divergente, mas em geral são problemas convergentes. Eu posso dizer assim, você fez a conta errada, não está certo isso aqui. Contabilidade também tem uma convergência, quer dizer, isso aqui está errado, tá? Não era para ser
assim, era para ser assado. E tem problemas divergentes que são tem múltiplas soluções válidas. Não existe uma resposta certa. Você pode resolver aquele problema de várias formas possíveis. Isso aqui é só para vocês entenderem que quando a gente fala: "Puxa, eu tenho um problema". A gente viu na nas últimas aulas que a ideia de Você aderir a solução mais fácil a ou a mais simples em geral é um erro, tá? Porque a gente tem uma certa noção errada de simplicidade, que é o que eu vou falar daqui a pouquinho a respeito dos mitos da simplicidade,
tá? Mas em geral, eh, eu acho que o que que é importante você primeiro pensar se o tipo de problema que você vai resolver como uma pessoa de alta agência é se você está resolvendo um problema bem definido ou um problema mal definido. Se Você é um problema mal definido, você pensa se você pode defini-lo melhor. Então, por exemplo, puxa vida, nós paramos de vender, isso é um problema. Não, isso é um assim é um problema, mas é um problema mal definido, porque não fica claro para mim porque vocês acham que vocês pararam de vender
ou porque as pessoas pararam de engajar com o seu conteúdo. É mais ou menos assim: "Puxa vida, você foi contratado aqui para ajudar a vender mais". Não, acho que Todo mundo é é contratado para mudar as coisas para melhor. Ninguém contrata ninguém para piorar as coisas, né? Então esse não é o problema. Então muitas vezes quando a gente a gente entra num projeto, as pessoas falam assim: "Puxa, eu preciso vender mais". E assim, eh, eu entendo e eu estou junto com você nessa, mas isso não me ajuda. Assim, a ideia de que você precisa vender
mais é óbvia, tá? Eu quero saber como que a gente vai fazer isso ou por você acha que parou de Vender, né? Então, o o que eu quero dizer é assim, os eu não na prática a gente não vai resolver o seu problema. A gente tem que resolver o problema do seu cliente e daí ele vai resolver o seu problema, tá? Então essa é uma maneira de você pensar as coisas. você não entra numa empresa para resolver o problema da empresa, mas para resolver às vezes o problema do cliente da empresa e aí esse cliente
dá o dinheiro paraa sua empresa que dá para você, tá? Então essa essa Triangulação parece que não fica clara para muitas pessoas, inclusive para os próprios clientes, tá? E aí a gente pode pegar um problema muito simples, como fazer as pessoas lavarem as mãos. Então o problema pode ser simples, mas a solução real é extremamente complexa. Olha, olha o que ela pode envolver. Pode ser o design de banheiros. Então, às vezes o banheiro fica muito longe ou você não tem pias o suficiente. Então, se você, por exemplo, vai para uma Festa, você vai pro detal
e aí você vê aquelas filas enormes de banheiros, isso não incentiva muito a lavagem de mãos. Então, onde o banheiro está, a, tá vendo que você quer facilitar a decisão da pessoa, fica meio longe. Então, a solução ou os resultados serão, em geral ineficientes. A psicologia comportamental, por exemplo, alguns nuds, vocês devem ler o livro, né? Não sei se vocês já leram, nud, eu vou deixar aqui na descrição Também, mas os nuds são essas pistas que você dá pr as pessoas em relação a lavar as mãos. Por exemplo, você pode colocar um sinal da pessoa
de lavar as mãos. Você pode dizer assim: "Agora depois que você usar o banheiro, você vai fazer tal coisa. Você coloca uma flecha. São pistas, não só visuais, mas também escritas, enfim, que fazem com que as pessoas, vai ficar pleonástico, tá? Façam aquilo que você quer que elas façam, ok? Tecnologia, por exemplo, algum sensor automático que faz com que, poxa, você não lavou a mão ou alguns algum algum sinal, quer dizer, você precisa lavar a mão para desbloquear a porta. Uma cultura organizacional. Então, por exemplo, você pode ser uma empresa, você pode colocar, estabelecer algum
tipo de cultura ali, algum tipo de responsabilidade em relação a lavar as mãos. Durante a COVID, a gente viu várias empresas indo para essa direção. Pode ser simples educação, campanhas, treinamentos. A gente acha, em geral que sempre a solução é educação. Percebam? A gente acha que a gente precisa conscientizar as pessoas de que elas devem fazer as coisas de uma certa forma, mas raramente esse é o caso, porque não é como se as pessoas não achassem o que o problema importante, mas elas não lembram deles, tá? Então isso se chama antimemética. Tem uma aula específica
sobre isso no Copcraft, aqui Não vem o caso a gente desenvolver, mas esse é um erro muito comum. As pessoas querem conscientizar as pessoas de coisas que elas já sabem que são importantes, mas existe uma questão que elas não lembram que é importante. Elas não ligam o suficiente às vezes para tomar alguma atitude. Existem coisas que você pode fazer, mas às vezes a é você partir para outras formas de mudar o comportamento. Perfeito? Então a ideia é que perceba Que é um problema muito simples, podem ter várias soluções. Se você trabalha com marketing, trabalha com
criação de conteúdo, você tem algum negócio, você necessariamente está trabalhando num negócio de múltiplas soluções. É por isso que existem tantas formas de fazer dinheiro online, de criar conteúdo, de, enfim, né, ter um tipo de negócio, porque existem várias soluções para o problema do tipo, o que que eu faço com as minhas habilidades de criação, né? Então, há muitas formas de fazer esses negócios. Vou pro Substeck, eu vou pro Instagram, eu vou pro Twitter, que que eu faço? Existem muitas soluções, assim como existem várias pessoas eh oferecendo essas soluções na internet. O o a minha
solução é o vença do seu jeito. Então, eu dou os recursos, as possibilidades e te ajudo a escolher as que mais se adaptam ao seu contexto, porque eu faço o unfolding, tá? A gente já vai falar disso daqui a pouquinho. Então, o o que é importante entender até aqui é não é possível definir o problema antes de começar, porque antes de começar a resolvê-los, né? Porque a informação que você precisa, principalmente aquelas informações mais necessárias e mais importantes, só vão aparecer durante o processo de resolvêo, né, de de resolução e não antes dele. Então isso
é muito importante para você levar em consideração que muitos problemas que você tem, você não vai Conseguir antecipá-los e ter um plano muito claro do de tudo aquilo que vai fazer, que você vai fazer e e vai acontecer com você. Você pode pagar uma mentoria, você pode pagar uma consultoria para ter uma noção. Daí, tá vendo? Você aumenta os seus recursos, a sua compreensão a respeito do problema. Mas mesmo um consultor, ele não vai conseguir prever tudo para você. Então, sempre que você buscar uma informação, um conhecimento na internet ou com Qualquer outro profissional, você
tem que levar is consideração e o profissional tem que ser honesto o suficiente para dizer assim: "Eu vou fazer o meu melhor para te poupar de sofrimento inútil, mas eu não consigo te poupar de tudo. A gente só vai descobrir essas coisas quando a gente começar a fazer". Então, eu vou ter as informações necessárias para que a gente consiga fazer algumas iterações, não é, durante o processo. Perfeito. Então, a gente Pode pensar nos problemas eh como um espectro. Então, existem problemas que são latentes no sentido de que eles existem mesmo, mas eles não foram reconhecidos
ainda. Então, se você tem, por exemplo, algum problema de saúde ou você tem algum problema assim objetivo mesmo no seu carro, tá? alguma coisa que na no seu encanamento, então, alguma coisa que está lá é um problema, ele é latente, ele é objetivo e a solução dele muitas vezes ela é bidirecional. Quer Dizer, se você, por exemplo, tem um problema no seu encanamento de entupimento, só tem uma solução que é desentupir. Existem algumas ferramentas de desentopimento, mas a consequência é muito clara. Quer dizer, o resultado final é desentopir. Se o seu carro furou o pneu,
a solução é bidirecional também. você quer que o pneu volte a ser, né, a a ficar cheio e andar. Essa existem algumas formas ali, mas a visão final é muito clara. Mas existem problemas, né, Que a gente não sabe nem como a solução será, nem se essa é a melhor solução. Sabe aquele negócio de você tem que tomar cuidado com o que você deseja? É algo nessa direção. Você não sabe como será no final. Então você vai perceber em casos como a Apple, como a Netflix, raramente eles se tornam aquilo que eles queriam no início,
essas marcas, né? Elas acabam se tornando grandes ou famosas por outras coisas. O iPhone, por exemplo, começa como algo que é, Digamos, acessório dentro da Apple. E hoje eu acho que é 50% e do faturamento da Apple vem de iPhone. Se não é 50, é é uma taxa bem relevante. Então, você tornou um negócio bem diferente daquilo que eles planejavam. Tá vendo que a solução ter uma empresa, ganhar dinheiro, ela acontece de várias formas, mas a hora que você ganha o dinheiro, aquilo também muda e reconfigura a própria noção de problema, tá? O o segundo
tipo é o problema do tipo Emergente. Quer dizer, a nossa atenção traz esse problema à consciência. Quando quando eu faço, por exemplo, o que eu estou fazendo aqui com você, eu começo a dizer assim: "Preste atenção nisso. Olha só como você reage a tal conteúdo. Olha como a sua mente agora ficou desacostumada a prestar atenção em uma aula de mais de 10 minutos. Você acha isso bom? Você acha isso legal? Sua vida ficou melhor depois que você começou a fazer isso ou ficou pior? Você sente que O tempo tá escorrendo pelas suas mãos? Tá vendo
que eu trouxe esse problema para você? eu, né, a sua, eu peguei a sua atenção e direcionei para esse problema. Então, ele emergiu, ele ficou maior, ele apareceu para você algo que você levava de uma maneira inconsciente, tá? A gente faz isso com muita frequência eh durante o processo de educação e também durante o processo de marketing. Há problemas que são amplificados no sentido de que eles não São problemas objetivos ou emergentes, eles são problemas que a mídia faz com que pareça eh magnífico, né? elas magnificam, né? Elas tornam eles maiores do que eles são
por causa da atenção excessiva que é dada a eles. Aí você vê até nas questões políticas, por exemplo, ah, sai uma notícia do tipo: "Os homens estão usando mais langeri". Aí aí você pensa: "Os homens já usaram langeri?" E quanto, de quantos homens nós estamos falando? E aí fica essa noção de que o Problema fica maior, porque muitas pessoas podem comentar eh esse esse essa situação de uma forma polêmica. Quer dizer, os homens estão ficando gays, é isso que tá acontecendo. Olha só, essa sociedade toda emboiolada, não sei o quê. Então o problema parece maior
do que ele realmente é. Mas quando você analisa o tamanho desse mercado, o tamanho dessas pessoas usando, é um problema que deveria ser insignificante, é um problema muito pequeno, não era nem Para você dar atenção para isso. E aí se é que era um problema, né? E a ideia é que ele é amplificado pela mídia. Então a gente sabe disso. Então sempre que acontece algum tipo de, por exemplo, acidente de avião, é um negócio que acontece em relação a acidentes de carro com muito mais eh raridade, mas quando eles acontecem, eles ganham uma atenção muito
grande e aí parece que eles são sim, é um negócio ultra perigoso, mas na prática não é a mesma coisa acontece com Energia nuclear. São problemas que são amplificados sempre que acontece um problema, porque quando dá um problema é uma tragédia, mas digamos estatisticamente falando, é muito mais seguro do que outras formas de energia ou de transporte, né? E há problemas que são criados. Problemas que são criados. Às vezes a gente faz isso com marketing, mas você pode perceber assim, as pessoas não queriam um iPhone, um smartphone, vai. E, mas a partir do momento que
elas estiveram, elas começaram a ter um problema quando elas não têm acesso. A mesma coisa com a internet. Então, eu que sou dos anos 90, eu passei minha infância sem internet. Não sei se vocês sabem como é isso, mas eu passei minha infância inteira sem internet. Quando então teve a internet, hoje eu já não consigo viver mais sem internet. Eu lembro como era, mas eu começo a pensar em em como a minha vida se complicou e Se relaciona com a internet de uma maneira que sem ela eu já não teria a vida que eu tenho
hoje. Então, perceba que esse é um problema que foi criado. Ele não existia por um tempo na história e daí ele passou a existir. Os problemas então eles podem ser criados. Isso te leva a uma conclusão que eu falo lá no vídeo sobre a análise do do livro do Agente Vertes, que os desejos também podem ser criados muito diferente do que ele pensava ali nessa época, de que os Desejos só podem ser canalizados na época. É claro, o pessoal leu muito mal, o livro até hoje lê muito mal, porque o que ele tava querendo dizer
é que um copywritter não pode criar um desejo e não que o ser humano não pode criar um desejo em outro ser humano, tá? Então a os problemas podem ser vistos desta forma, tá? E aí, ah, no contexto do mercado digital, a gente percebe que cada vez mais ele fica complexo. E a nossa atitude diante dessa complexidade Que eu acabei de oferecer para você é a de que nós temos que simplificar. Vai, Rafael, fala logo aí a resposta final. Fala aí qual que é a resposta simples. Me diz aí o que que eu tenho que
fazer, pelo amor de Deus, que eu já estou convencido de que você tem razão. Então, a nossa atitude é de simplificar as coisas. E a gente acha que simplificar as coisas é cortar, é reduzir. E eu vou mostrar para vocês que, na verdade, simplificar significa organizar a Complexidade das coisas. Eu vou usar agora o exer antes de explicar o que que é o unfolding, eu vou fazer o exercício do unfolding com vocês e aí depois a gente vai pra parte é, digamos, teórica do negócio para vocês entenderem, né? Então, o que que é uma solução
simples? Tenta responder isso antes de continuar. O que que é uma solução simples para você? Já que eu falei que não é uma solução com menos coisa, tá? Tenta pensar assim naquilo que para você é a Parte mais difícil hoje do seu negócio. O primeiro mito, então, é a ideia de que simplicidade significa menos coisas. Então, a pessoa olha lá pra interface do Google, fala assim: "Puxa, eu só tenho uma caixa de busca", então é simples. Ou pro iPhone original, poxa, tem poucos botões ou nenhum botão, né? hoje. Então é simples, o Tesla tem um
interior minimalista, então é simples. Então a gente tem a noção, principalmente quando você fazer um design, a pessoa fala Assim: "Ah, eu queria um negócio meio clean, meio simples, sem muito lelé e tal". Aí você pensa assim: "Poxa, eh, mas isso é um minimalismo visual, não quer dizer que é simples, quer dizer que tem menos coisas, tá? Então, o Google ou ou a Apple, enfim, eles têm um sistema de algoritmos, um sistema de tecnologia muito complexo por trás disso. Então, o que você está vendo é simples, mas existe uma complexidade muito grande por trás. Então,
perce, e assim, você como Usuário é simples, né? para você a solução é simples para você usar, mas não é para 300, 400 engenheiros criar essa solução simples. Então, por trás do seu sistema simples, há uma solução muito complexa. Só que a gente como usuário acha que o negócio é ignorar, então, né, toda essa parte difícil, assim como se ela não existisse para nós. E tudo bem, a gente não precisa conhecer isso mesmo. Mas quando nós somos os os responsáveis por criar Soluções, nós queremos criar soluções como a interface, como a parte que a pessoa
vê, invés de passar por todo o processo complexo que tem por trás. Então, quando alguém quer criar um design tipo Apple, eles eles não entendem que eles têm que estudar todas não só as referências da Apple, mas as referências do Huns, né, do Drich Huns, que é o cara que inspirou o Steve Jobs, ou talvez do do de uma design japonês e coisas assim do tipo. Assim, ela não Entende que ela vai ter que fazer uma pesquisa muito longa para chegar a uma solução simples. Ela acha que o caminho mais fácil é atalhar. É assim,
puxa vida, vamos simplificar as coisas e fazer uma coisa só, uma página de vendas, um anúncio, um conteúdo. acha que é assim que ela vai resolver os problemas, fazendo menos coisas. A ideia disso é de que fazer menos coisas significa fazer as coisas que importam. Só que você como iniciante não passou Pela época de receber uma informação muito complexa para chegar ao ponto de só ficar com a informação essencial. Então, na verdade, você tem um minimalismo intelectual também. Você sabe pouca coisa, então você acha que, ah, nossa, meu Deus, é muita coisa para minha cabeça,
então eu vou escolher uma coisa só para fazer. E aí você acha que isso é uma solução simples, quando na verdade é uma solução simplória. É uma solução simplória, tá? O segundo mito é de que a simplicidade é um tipo de propriedade do objeto. Como se assim, esse produto é simples, então ele é simples para todo mundo. É algo que tá dentro do objeto, assim, uma característica como se fosse, né, o plástico, assim, como se fosse, né, nos ingredientes estivesse lá simples, tá? Então, o WhatsApp é simples, o Excel é complexo, o Instagram é intuitivo.
A gente ouve as pessoas falarem dessa forma, só que a simplicidade ela é Relacional. Quer dizer, o WhatsApp ele é simples para mim, mas para minha avó, pro meu vô não é um negócio simples. Vocês podem ver isso na prática. Eles tem até cursos para vender WhatsApp para idosos. Então o aquilo que é simples, ele nunca vai ser simples para todo mundo. Perca as ilusões de achar que você vai ter algo simples para todo mundo, como se fosse até essa comunicação. Por exemplo, eu acho esta, eu não acho que essa aula é exatamente Simples, tá?
Mas não acho que ela é ultra simples, mas eu acho que eh para muitas pessoas, e isso tem até a ver com o tamanho do do meu canal aqui no YouTube, é ela vai parecer extremamente complexa, porque elas talvez não tenham a familiaridade necessária com esse tipo de pensamento. Então tudo parece muito difícil, mas depois elas assistirem os quatro, cinco, seis vídeos, elas já ficam muito mais acostumadas e elas sentem a inteligência delas crescerem Bastante. Então é normal quando você tem acesso a um conteúdo um pouco mais, né, pouco familiar, esses conceitos não são familiares
para vocês, vocês têm uma dificuldade. Só que a concluir que vocês são burros por causa disso é que de fato é burrice. Na verdade, a sua conclusão deveria ser assim: "Puxa, eu preciso me familiarizar melhor com isso, ter uma noção melhor, né, ter um costume maior de trabalhar com esse tipo de abordagem, tá? Então a simplicidade ela não é uma Característica do objeto, vai depender de público para público, tá? O terceiro é de que simples é diferente de complexo. Então se o negócio é complexo, ele não pode ser simples. E aí de novo a gente
volta para essa experiência comum de usuário. Netflix é simples porque você só aperta o play. Uber é simples porque você só pede o carro. O Spotify é é simples porque é só você escolher a sua música. Então, novamente, você vê que por trás de cada, Olha só, então por trás de cada um desses produtos, Netflix tem esse algoritmo de a, você tem essa análise comportamental, então existe uma adaptação conforme o que você viu, o que aparece ali na tela. Então, existe um sistema muito complexo para que pareça simples para você. Mas o que eu, de
novo, aquilo que eu estou dizendo desde o início, é a simplicidade é um tipo de organização da complexidade e não uma um algo enxuto. Você organiza as coisas de Uma forma que pareça simples para quem consome, mas no fundo você passou por todo o trabalho complexo, difícil e confuso para chegar até essa solução. Então você, digamos, apostar baixo, né, voar baixo, é é uma postura muito ruim, principalmente no mercado como o digital, tá? Então, a simplicidade não é o contrário de complexidade, tá? O quarto mito é de que a simplicidade é algo fácil de explicar
e assim, se eu posso explicar facilmente, então é Simples. Então, me explica como se eu fosse uma um, né, uma criança de 4 anos e tal. A questão eu acho que é um pouquinho mais difícil, um pouco mais complexa do que parece. Quando você tem uma, digamos, há dois tipos de entendimentos muito básicos, né? Então, você tem um tipo de entendimento que é analítico, que é você explicar mecanicamente como algo funciona, começo, meio e fim. E você tem um um entendimento intuitivo, quer Dizer, você entende mesmo sem saber exatamente como o negócio funciona. E aí
você fica com a a impressão de que se você não conseguir explicar o negócio passo a passo, minuto a minuto, né, eh o processo, né, assim, parte a parte, parece que ele é muito difícil. Então a gente fica com a impressão, principalmente quando entra no mercado digital, de que apenas as soluções do tipo passo a passo é que tem valor, porque elas são mais fáceis de explicar, Não mais fáceis de entender. Percebam? Elas são mais fáceis de explicar. Então, a pessoa ao visualizar o caminho que ela vai pegar, vai tomar no meio digital, o mapa
ali que ela vai ter, ela pensa assim: "Puxa vida, é isso, tá tudo desenhado para mim, é simples." Agora, quando eu digo assim: "Puxa, então você vai começar aqui, você vai fazer algumas coisas e e alguns problemas vão surgir." Quando esses problemas surgirem, a gente volta a trabalhar ah neles. Eu eu, por Exemplo, sou dessa, desse time, então eu não dou o caminho inteiro pra pessoa. falar: "Olha, você vai fazer isso aqui, você assiste essas aulas, você faz esses conteúdos, você muda isso na sua oferta e daí vão surgir alguns problemas e daí a gente
volta a trabalhar neles e a partir daí nós tomamos outras decisões." E as pessoas acham isso, é claro, meus alunos acham isso legal, mas a maior parte das pessoas acha isso um pouco inseguro. Elas gostariam que eu dissesse Que o negócio é muito simples e fácil. Então, a ideia aqui, mas seria mentira, mas a ideia, elas querem que eu minta para elas, né? Mas a ideia aqui é que não é só porque algo é fácil de explicar, que ele é simples. Muitas coisas são fáceis de explicar e são complexas, né? Então é só você não
se deixar confundir com isso. Na tomada de decisão dentro de empresas, eu tenho certeza de que você conseguir explicar porque que vocês vão tomar algumas Decisões conta muito, porque as empresas querem saber exatamente porque elas estão gastando o dinheiro delas. Então, do ponto de vista de cope, decop de persuasão, é importante que você consiga explicar, mas do ponto de vista de uso ou de resultados, muitas vezes não tem nenhuma eh relevância significativa. Depois que acontece, as pessoas explicam, né? É o famoso, a famosa pósracionalização, que depois que algo acontece, você vem e Diz assim: "Puxa
vida, foi por causa disso que aconteceu". Então, andar de bicicleta, por exemplo, se você tentar explicar de uma maneira analítica, passo a passo, né? Então você precisa equilibrar o centro de gravidade, aplicar forças nos pedais com coordenação alternada, usar o guidão para fazer microcorreções direcionais, inclinar o corpo nas curvas para compensar a força centrífuga. Tá vendo? Eu posso fazer dessa maneira, mas tá Vendo que é fácil de explicar? Quer dizer, eu passo a passo ali tudo que acontece, mas é muito fácil de usar, não é muito fácil assim, parece que eu sei muito, eu tenho
muita autoridade sobre física ou sobre bicicletas, mas isso não te ajuda muito, tá? Então o a a experiência mais intuitiva é quando você saca o equilíbrio. Talvez você não se lembre de quando você começou a andar de bicicleta, tá? você meio que percebe como que a coisa funciona. Então essa Intuição, quando ela é desligada a favor, né, em favor de uma explicação mais racional, você perde o seu sistema de navegação no mundo. Você passa a não acreditar naquilo que você está vendo, naquilo que você está sentindo e passa a acreditar naquilo que pode ser explicado
numa tabela do Excel com gráfico, subindo da esquerda pra direita ali. Então, é muito importante que você entenda que a complexão, a a a explicação mecânica muitas vezes ela é Inútil, tá, pr pra maior parte das pessoas, né? Mas a explicação intuitiva é a que conta muitas vezes. Então aqui eu falo, né, explicação mecânica é complexa, inútil para aprender, mas a experiência intuitiva é simples, depois que você desenvolve a intuição profunda e andar de bicicleta se torna fácil dessa forma. Então é muito importante entender isto, OK? Então, dirigir um carro, nadar. Então, você pode fazer
essa diferença entre a física da Flutuação e pegar a coordenação para andar. Então, tomem cuidado quando vocês querem algo simples. Ah, é muito fácil de explicar, mas às vezes eu vejo influenciadores explicando o negócio de um jeito. Aqui eu usei, claro, um exemplo exagerado de um, né, de algo mecânico e tudo mais, mas ela explicando, ah, ganha dinheiro na internet é muito simples, você faz isso, faz aquilo, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, a gente vai montar tudinho para você e Você fica com a impressão de que tudo vai ser feito, você só vai
receber algo, tá? E aí que você cai num erro, tá? O o o outro mito, né, é de que as partes fazem o todo. Então, a quando a gente eh vai tentar resolver um problema, a gente tenta resolver por componentes. Então, a gente resolve um pedaço e outra pessoa resolve outro pedaço. Então, no mercado digital é muito comum, você faz a cópia, o outro faz o design, o outro faz o tráfego e muitas vezes trabalhando até De forma separada e depois a gente junta tudo. Só que o que a gente precisa levar em consideração é
que as pessoas elas não vêm as partes separadas, elas vem o todo. É o todo que faz as partes, tá? Então, se você tentar resolver os problemas de uma forma separada, você vai ter soluções que entram em conflito o tempo todo, porque são três, 4, 5, 40 pessoas tendo uma visão diferente daquilo que elas estão construindo. E aí quando você tenta juntar essas partes, Em geral dá errado. Quem trabalha em empresas ou trabalha em sistemas modulares, né, eh sempre tem esse tipo de problema. você precisa, você precisa, digamos assim, ter um processo tão alinhado e
tão certinho para que nenhuma opção possa ser trocada para que cause o problema. Você vê o caso do McDonald's, senta lá trocar assim, ah, não quero essa carne, quero tal outra. Isso não acontece porque o problema é feito de uma maneira Modular, tá? O processo é esse, pegou ou largou, tá? Então o Slack, por exemplo, ele começou como modular, então virou aquele aplicativo meio Frankenstein, né? Então são vári eram várias características que não tinham nenhuma conexão com as outras, o inferno usar. E já o Discord, ele ele nasceu de uma comunidade de de jogos, né?
E cada uma das características eh eram criadas ou ou adicionadas conforme as necessidades da própria comunidade. Então ele não ele Não apareceu como um negócio meio faz tudo e meio tudo jogado e desorganizado. Ele começou com ah, tem esse problema. Ah, e agora tem esse, então vamos resolvê-lo, né? Então, por exemplo, no até no meu caso do Copcraft, quando eu criei a mentoria, eu tinha uma ideia, é engraçado, é o primeiro ciclo, a gente teve uma ideia e a última aula eu falei um pouco sobre criatividade e os alunos falaram: "Puxa, essa deveria ser na
verdade a primeira aula que você deveria Ter dado". Eu falei: "Caramba, não sabia disso." Então aí o segundo começou dessa forma. Tá vendo aqui? você vai tendo esse diálogo com as pessoas, elas vão dizendo para você o que elas gostariam, o que que quais foram as dúvidas ou quais são as dificuldades que elas têm, como que elas vem o problema e você vai ajustando. Ao invés de você tentar vir com um plano final absoluto que vai do começo ao fim e encaixou ou não encaixou. Há negócios que são formados Todos em cima dessa dessa premissa,
que é de ter um processo no qual você enfia as pessoas lá. E parte do sucesso desse tipo de negócio depende quase que exclusivamente da sua capacidade de ler os clientes, as melhores pessoas que se adaptam à aquele processo. Você vai fracassar quando você tentar colocar pessoas que não se adaptam à aquele processo. Então, por exemplo, se você tem uma agência que faz lançamento, A a boa parte do seu sucesso depende de achar pessoas, especialistas, produtos que se encaixem bem numa narrativa de lançamento. Se você tentar aplicar isso em lugares que não lidam bem, em
contextos que não encaixam bem, especialistas que não vai dar errado. E o problema não é tecnicamente o processo, mas é a sua escolha das pessoas que vão entrar nesse processo, porque a sua, a sua abordagem é modular, você quer colocar as pessoas num Processo mecânico e fazer com que elas se encaixem ali, porque mudar as peças significa mudar os seus funcionários, mudar a maneira com você lida, com os problemas e isso gera muito trabalho, tá? Então, basicamente, a a as os mitos em relação à parte do todo, a gente vai falar mais disso daqui a
pouquinho, são esses. O outro mito é o da repetição, quer dizer a parte de que as assim para ser consistente os elementos iguais devem ser idênticos. Então, todos os botões tm que ser iguais, usar o mesmo layout para todas as páginas. A eficiência vem de produzir e fazer as mesmas coisas. Mas se você olhar a forma, as formas da natureza, vai perceber que as flores, as pétalas das flores, elas não são idênticas, elas são similares, diferentes, de acordo com a a posição, né, o história que elas ocupam ali no todo. Então, a a o Christopher
Alexander, que é o criador do Unfold, a gente vai falar um Pouquinho dele, ele diz assim que a vida é exatamente aquela propriedade do espaço na qual cada ponto se torna único de acordo com o seu lugar no esquema maior das coisas. Então, no caso da Netflix, então não é um template genérico. Cada sessão se adapta ao seu contexto. Existem estudos, depois eu posso colocar aqui na descrição, eh enormes, eh, enormes não, né, mas bem preciso sobre o efeito Netflix e como e até virou, né, assim, área de membros Netflix sempre tem essa proposta até
nas plataformas de vendas de cursos, tá? Então, existe uma personalização que ela não é igual, ela é similar, ela se adapta ao contexto. Então, o fato de você tentar fazer tudo igual, que tem a ver com aquilo que eu acabei de falar sobre lançamentos e ter um processo específico, em geral, eh, dá uma impressão de simplicidade, mas na verdade o que ele passa é uma expectativa clara. Então, você sabe Exatamente ou quase exatamente vai o que fazer em cada caso, porque é assim que você trata todos os casos, né? E a outra coisa, o último
mito, talvez, né, o penúltimo, né, da sobre soluções simples, é de que a identidade forte limita o crescimento. Então, quando você quer fazer uma solução simples, você acha que você tem que fazer uma solução para todo mundo, uma solução genérica, né? Então você diz assim, ó, vamos generalizar, vamos assim, não vamos ter Opiniões fortes, vamos ter um design bem neutro, bem clean, né? Clean, né? para que todo mundo se sinta acolhido. Só que você fazer um negócio que esteja acolhido por todo mundo e seja, digamos, inodoro, insípido, você também perde eh a paixão pela das
pessoas pelo seu produto. Eh, isso acontece quando as pessoas querem, digamos, remover qualquer coisa que pareça uma fricção, que pareça causar problemas, que pareça ser difícil de usar. Então eu eu tenho Bastante clareza de que minhas aulas são longas, de que minhas aulas têm material, materiais de 40, 60, 100 páginas. Eu eu sei disso. Só que assim, é isso que torna o meu produto apaixonante para quem gosta e que afasta as pessoas que não querem isso, tá? Então assim, o público é muito claro nesse sentido, tá? Quem gosta gosta muito, quem não gosta odeia, né?
Nem chega perto. Ah, assim, jamais que eu vou ver esse negócio aí. Então, a ideia Aqui é, se você quer, então acho que a pergunta é essa aqui, você quer que as pessoas sejam apaixonadas ou indiferentes? Quer dizer, se você tem um produto que ele é tão insípido, inodoro, tão assim, né, para todo mundo, ai que eu não quero ter opinião for, eu não quero ter, não quero falar disso, não quero colocar essa imagem porque talvez as pessoas interpretem. Então, se você quer ter um produto assim, então você vai ter um produto em que as
pessoas são Meio diferentes assim, elas não ligam muito. É, é o caso Apple versus Android, né? pode ter uma identidade tinha pelo menos, né? Uma identidade muito forte, as opiniões muito claras sobre como o design deve ser. E o Android é meio que tenta agradar todo mundo. Todo mundo de alguma forma entra ali no processo. Então as pessoas não são muito apaixonadas por Android, mas elas são apaixonadas pela Apple, tá? Tanto que Raramente você vai ver em pesquisas de marca alguém usando Android como exemplo. Em geral, elas vão usar a a Apple, tá? Então, o
o o mito, né, o penúltimo nível, o o penúltimo eh o mito sobre a simplicidade é de que ela pode ser planejada. Então, como eu falei, você não consegue ter uma simplicidade antes, né? Ela acontece depois. Então, se você fala assim, vou fazer um workshop de simplificação, seria um assim, que é mais ou menos essa aula Aqui, não daria muito certo, né? Então, se você seguir essas regras, vamos ter um design simples. Simplicidade é o resultado de um processo estruturado. Se você conseguisse fazer isso, eh, aí o que você tá querendo buscar é maneiras universais
de tornar algo coerente e compreensível, tá? Isso não existe, porque a simplicidade é um tipo de descoberta. coisas diferentes exige uma organização diferente. Então não tem como você fazer isso. Você conseguiria Fazer um método que que assim que seja tão perfeito que ele consiga simplificar tudo. É por isso que normalmente quando as pessoas falam de simplificação, elas tendem a ir para esses mitos, né? Vamos tirar coisas, vamos reduzir coisas. E no fundo o que você tá tornando é vamos tornar nosso produto mais conveniente. Quer dizer, você pode dizer assim, vamos reduzir o tamanho dos vídeos,
vamos tirar o número de exemplos, vamos, sabe assim, tirar, né? Para de usar boné, Rafael. Começa a usar aí uma camisa azul, né, de de botão, eh, eh, para você parecer que trabalha na faria limer. Então, tá vendo? Quanto mais você tira essa parte, quanto mais você tira, mais gente você pode alcançar de fato, porque as pessoas adoram aquilo que é comum, aquilo que é familiar, aquilo que é genérico, mas não é bem que elas gostam de você, entendeu? Elas gostam dessa ideia, né, medíocre do negócio. Então você fica mais conveniente, mais Acessível, tá? Então
tem que tomar, claro que existe um certo equilíbrio nessas coisas, mas é mais ou menos isso que você vai conseguir dessa forma. Se você, se você tentar abordar todo o problema dessa postura, vamos reduzir, vamos planejar e até sobre planejar, que é o último mito, né? Eh, que assim, não não quer dizer que você não sabe planejar, tá? A gente muitas vezes acha, ah, preciso me organizar melhor para fazer essa conta, eu preciso me Organizar melhor para me comprometer com isso. Cara, assim, sabe qual de organizar e para você obter essa simplicidade da decisão? para
ter essa segurança de decidir é o seguinte, você não conhece todas as variáveis, você não o contexto quando o o você vai planejar agora e o contexto quando você começar a fazer vai mudar. Então muitas pessoas falam assim: "Puxa vida, vou esperar ano que vem para fazer essa mentoria, vou assim, mas o contexto vai Mudar". Entendeu? O seu contexto pode mudar. Você tá falando assim como se nos próximos seis meses você tivesse o controle total de tudo que fosse acontecer, como se nada fosse mudar, tá? Então, é assim, enfim, você sabe exatamente o que você
quer, tá? E o último é a execução, é só seguir os passos. Então, você acha que quanto mais planos você fizer, mais controle você vai ter sobre a realidade, mas na verdade isso só te dá um conforto de que Ao colocar as coisas no papel está simplificando as coisas. Na verdade, o, para mim, o maior benefício de você colocar as coisas num papel, num plano, é que você consegue limitar e saber o quanto você consegue expressar a respeito daquele problema. Mas isso não quer dizer que você vai simplificar as coisas, pode ser que elas fiquem
até mais complicadas. Você começa a colocar as coisas no papel e vê que puxa vida, agora ficou difícil, né? Então o que a gente precisa entender é não confundir algo complexo com algo complicado e algo simples com algo simplório, tá? Então, na prática, né, em resumo aqui, eu sei que ficou um pouquinho mais maior do que eu imaginava, tá vendo? Se a gente começa aí meio que vai indo, né? Simplificar não é cortar até saber, até sobrar quase nada. Não é o minimalismo visual usar só preto e branco. Não é facilidade imediata, né? Algo que
não Exige esforço, aprendizado, atenção. Não é uma automação mágica, né? Então você clica e tudo acontece, né? Não é um copia e cola de forma. Se você vender isso no seu produto, pode ter certeza que você vai vender, porque as pessoas querem muito. Isso. É mentira, mas elas vão, mas as pessoas gostam disso, tá? Elas querem um negócio que pareça seja mais que seja mais fácil, que elas tenham mais controle, né, do que realmente é a simplicidade de fato, ela É o quê? organização superior da complexidade. Então você não, assim, você não vai esconder, mas
vai estruturar de um modo que faça sentido. Então, por exemplo, eu não escondo que os meus produtos têm bastante coisa, de que eles têm, digamos assim, muitas camadas, mas eles estão mais ou menos organizados, ou pelo menos é isso que eu tento fazer diariamente. Então, a clareza na mensagem, quer dizer, mesmo com várias ofertas, tudo Converge para uma narrativa central. Então isso também é outra coisa importante. Você pode ter produtos e servios diferentes, mas tem uma narrativa que, digamos, é congruente com todos eles. Tem uma familiaridade, então algo parece simples porque você se acostumou a
ele. Então quanto mais você se familiariza com uma ferramenta, com um formato, mais fácil ele parece. Então muitas muitas pessoas falam assim: "Poxa, eu sou muito ruim de YouTube, eu Sou muito ruim de falar aqui no YouTube" e vice-versa, por exemplo, eu falo assim: "Eu sou ruim de vídeo curto". E eu vou começar a fazer vídeo curto para eu me familiarizar com o processo para saber se essa é uma se é realmente é uma questão de preconceito ou se é uma questão, porque eu percebi que eu consumia conteúdos curtos, tá? Ou se é uma questão
de dificuldade eh pessoal, eu sou ruim, isso, eu não sou familiar com esse tipo de formato para criação, Para falar num tempo tão curto. Então é um desafio pessoal, tá? A coerência entre as partes, quer dizer, existe um certo brand, exer um certo conteúdo, tá? Então tem essa, o que eu quero dizer, existe uma profundidade disfarçada de leveza, tá? Isso nos leva ao unfolding, né, que é no fundo dá um passo de cada vez em busca dessa reciprocidade com o contexto e o feedback real, tá? Quais são as abordagens? Então, agora que a gente entendeu
que tentar simplificar as Coisas para alcançar resultados, para resolver problemas, não é bem a característica central eh da pessoa com alta agência. Quais são as características, né? Quais são as abordagens comuns para resolver problemas? Nós temos quatro tipos de abordagens na resolução de problemas. Digamos aqui a gente pode colocar vários métodos de resolução de problemas, design thinking e blá blá blá blá blá, tá? Mas eu resumi aqui em quatro E no num num quadrante aqui, né? Então, vamos dizer assim, tem uma abordagem que é a mecanística pura. A mentalidade aqui é vocês conhecem bastante, então
é a mentalidade é de seguir a fórmula. Então, existem templates, checklists. O objetivo é ter uma escala e uma eficiência, porque, por exemplo, se você faz um tipo de lançamento, lançamento pago, você vai ter umas peças que se repetem, você treina todo mundo em em reproduzir essas peças. Essas pessoas já Sabem o que fazer quando entra em cada projeto e elas vão repetir aquilo como máquinas, tá? E claro, como máquinas, elas serão substituídas no futuro próximo, mas a ideia é que as pessoas tenham escala. Quer dizer, você vai entrar aqui, vai fazer esse tipo de
peça, depois aquele outro tipo e depois outro tipo. Aqui tá o template, você só vai adaptá-lo. Basicamente é isso. O problema em geral é genérico e não se caixa bem em nenhum projeto, mas ele dá Certo bastante para que sua empresa, para que seu projeto continue eh progredindo, mas ele tende ao fracasso no no no longo prazo. A o resultado é essa conveniência e simplicidade, né? Essa simplicidade no sentido entre aspas aqui eu deveria ter colocado, né? Então o no fundo é um negócio que é difícil de entender. Quer dizer, a pessoa não entende muito
bem porque que vocês estão fazendo aquele processo, porque que eu tô escrevendo Essa página, porque eu estou escrevendo, por exemplo, quatro vídeos de pré, né, de CPL, né, de conteúdo pr de conteúdo pré-lançamento ali, enfim, os quatro vídeos ali da forma lançamento e não três ou seis ou dois ou só um, tá? Então você não entende muito isso. É meio difícil de entender porque que são quatro ou três. Ninguém ninguém às vezes dá o trabalho de explicar isso para você. No outro caso, nós temos o não é então a Complexidade da experiência, ela pode vir
para cá. Então é difícil de entender e é difícil de fazer. Até quando você tem algo que é extremamente complexo, complicado, talvez seja a palavra correta. Então a mentalidade é mais é melhor. Então você joga um monte de coisa. Então o processo em geral gera uma sobrecarga de informação. O objetivo é impressionar com a sofisticação. O problema é que fica meio incompreensível e inacessível. E o Resultado é uma complexidade por complexidade. Quer dizer, o negócio fica difícil porque você quer que seja difícil. Então, é um caos total o negócio. Depois nós temos o que é
trivial, que é o fácil de entender e fácil de fazer. Então, essa mentalidade do tipo minimal business, né? Então, é fácil de entender e fácil de fazer. Então, fica, né, fique simples, mantenha simples, né? Então o processo é reducionista ao extremo, então é tirar Coisas onde você coloca, você vai, né, onde tem problema, você quer tirar, quer reduzir, tudo tem que ser menor, pequeno, tudo, né, tem que ser rápido, fácil, né? O problema é que fica meio meio superficial. O objetivo, claro, é ter acessibilidade máxima. Então, quanto mais coisas você tira e mais conveniente você
torna, mais pessoas você alcança, porque as qualidades que você exige da pessoa, das pessoas são cada vez menores, tá? Então pensa, veja só, se eu Digo assim, se você assistir essas 10 horas de aula, você vai entender muito sobre a construção de marcas. Ou clique nesse botão e tenha o funil inteiro da sua marca desenhado, o design da sua marca desenhado imediatamente. Veja só como parece assim, qualquer idiota consegue fazer isso, tá? E aí, é claro que, enfim, você consegue imaginar que não vai ficar muito bom. O resultado é que fica meio chato e sem
valor. E isso, essa é uma coisa que muitas Pessoas eh ignoram na internet. Quando o seu produto não oferece nenhum tipo de dificuldade, nenhum tipo de desafio, a tendência é que ele se torne algo banal, algo que a pessoa usa meio que por ser trivial, meio tipo assim, ah, tipo assim, não tem nenhum sentido naquilo, não tem nenhum valor naquilo. Ela não sente que quando ela faz alguma coisa, ela tem algum ganho real, tá, na no negócio, assim, ela entendeu o que ela está fazendo. Eu digo isso Principalmente para quem é um profissional da área.
Então, se você, e a gente vê isso em quem cresceu em 2017, 2018, né, pessoas que ganharam dinheiro nessa época meio que sem saber como fazer. Eu, eu fui uma dessas pessoas e quando elas quando as coisas começam a dar errado, elas não sabem porquê. E quando elas não sabem por deu errado, elas começam a falar assim: "Puxa vida, alguma coisa mudou, mas não sei o quê. Eu nem sei se o que eu fazer dava certo, Nem porque dava certo e se errou, eu nem sei o que o que consertar". Então essas pessoas ficaram com
essa sensação de impotência diante das mudanças, tá? Mas quem vendeu com certeza eh ganhou um dinheirinho aí. E o terceiro que é o unfolding, que para mim é o sweet spot, né? É o meio termo bom, é o equilíbrio bom, na minha opinião, que é algo que é fácil de entender e difícil de fazer, tá? Em que sentido? A mentalidade é colaborar com o Contexto. O processo é essa iteração orgânica em que a gente faz, o contexto devolve, a gente faz de novo. Então, por exemplo, ao invés de a gente fazer 50 anúncios, a gente
faz quatro, cinco, vê o que acontece, volta, refaz, né? O objetivo é adequação perfeita. É simples de usar, é simples de pensar, mas ele é difícil de fazer, de entender, ele é sofisticado por dentro, tá? Então, para mim, o resultado é essa organização Superior da complexidade. Então, o processo aqui é, né? Então, se a gente for olhar aqui, essa eh é o processo emergente que descobre o formato único através de experimentos, que é o vence do seu jeito no final das contas, tá? Então a complexidade aqui, né? Então nessa nesse grau é a complicidade experial,
que é o quão difícil é de entender, e a complexidade mecânica, o quão difícil é de descrever e fazer, tá? E aí se a gente fosse aqui, eu Basicamente resumi o o que a gente falou aqui. Depois se você for assinante da newsletter, você pode ter acesso a esse material, mas basicamente eu só estou explicando a diferença entre essas coisas, né? Então, a parte mecânica vem da ideia do Dalton, de que as partes formam todo, os átomos formam todo. Então você tem essa noção de que pequenas partículas fazem grandes partículas. E aí a nossa noção
de resolução de problemas é de que se você Chegar aos menores pontos possíveis você vai conseguir resolver grandes pontos possíveis, né? Então a busca é pela melhor solução, pela solução final e absoluta de todos os problemas. Essa só falta isso para você dar certo. É isso que você quer, não é? tá vendo que é a parte atômica do negócio, né? Então, os processos tradicionais em geral são esses, né? Então, essas formas mecânicas, quase todas elas são mecânicas, né? Elas acabam abordando o Problema de uma forma em que tudo seja um tipo de máquina de fazer
coisas, máquina de fazer dinheiro, máquina automática de fazer dinheiro, máquina de trazer clientes, tudo tá vendo que tem um um uma metáfora de máquina, de uma coisa mecânica, né? Isso porque dá a impressão de que você pode desmontá-la, analisá-la, que ela foi feita só para alguma coisa, de que você apenas vai colocar a moedinha ali como um cassino, né? Apertar a alavanquinha e aí vai sair O dinheiro do outro lado, tá? Então a ideia da abordagem mecânica, ela tem vários problemas aqui, como você pode ver, né? Então tudo vira um problema a ser resolvido. Obsessão
com produtividade, eficiência, métricas e escala. Então você tem essa noção de que se não pode ser medido, não pode, né, eh não pode ser eh melhorado. E aí você percebe que há coisas que são mal medidas, então elas são malhoradas, tá? Então tudo eh todo o problema em relação À parte mecânica é que o objetivo, né, de você ter um um resolver um problema, ele se torna um tipo de máquina de fazer linguiça universal, né? Então você quer resolver todos os problemas da mesma forma, tá? Como se fosse uma máquina. Então aqui, ó, qual que
é o processo aqui como exemplo? Vou criar um produto escalável de mentoria, preciso de um funil de vendas otimizado, vou sistematizar meu conhecimento em módulos? Qual a fórmula que funcionou Para outros mentores, né? Então o você, o processo mental só é mais ou menos esse. Você analisa o mercado de mentoria, né? Assim, o mercado está querendo isso. Aí eu falo assim: "Você tem algum relatório? Você tem algum dado?" Não, eu tenho visto por aí. Define persona em dados demográficos apenas, cria um produto padronizado para escalar. Então isso é um produto que bomba muito, otimiza métricas,
então a conversão ou CAC, enfim, replica formma De sucesso dos outros. Então, em geral esse é o processo mecânico. Ele funciona, tá? Ele funciona. Só que ele funciona mais para quem sabe porque o negócio entendeu a máquina por dentro e não para quem só segue a máquina, tá? Quem usa, né? Quem usa o forno só sabe fazer pão, não sabe fazer outro forno. Mas aí depende se você é o cara que faz forno ou o cara que faz pão, tá? Isso é muito importante. Então, o cara que trabalha com marketing, ele tem que Entender como
faz o forno, tá? E não como faz o pão apenas. Os problemas resultantes, é, eu acho que é, esses é um dos maiores de todos, assim, que é esse tipo de ignorância cultivada, né? Então, dentro do mercado você vai ouvir muitas pessoas dizendo assim: "Ah, cara, você não precisa saber disso não. Ah, cara, né?" Então, é uma ideia de que você não quer saber como algo funciona enquanto ele estiver dando certo. Então, essa parte dessa ignorância cultivada me Incomoda um pouco, porque as pessoas se tornam soberbas sem muito motivo. Aí eu fiz e deu certo.
Eu fiz e deu certo. Aí quando para de dar certo, ela não sabe por quê. E daí ela fica lá reclamando que as coisas ficaram mais difíceis e tal, mas ela ela nunca soube fazer. Ela só foi, ela só era cara de pau, ela só era corajosa, o que já é ótimo, tá? Mas ela acabou se se posicionando como um profissional especialista sem ter a especialização. E a gente tem visto isso No mercado. Então, a conveniência versus simplicidade. Então, confundir algo fácil de acessar e consumir com algo simples de fazer. essa desconexão com o contexto
real, quer dizer, soluções universais que não se caiam bem em lugar nenhum, mas serve mais ou menos para todo mundo. Ninguém fica muito satisfeito, mas meio que, né, né, cola um pouquinho ali. E tem essa, eu acho que o maior de todos é essa dependência, né, o segundo maior, dependência de Sistemas incompreendidos, né? Então você depende de muitas coisas para continuar existindo e você não sabe quais são elas, nem como elas funcionam. Você cria o negócio de uma maneira muito arriscada, muito arriscada, ineficiente muitas vezes, mas a maior acho que a o maior problema nesse
daqui, nessa parte aqui, é de que você não sabe o que é necessário que exista para que você continue existindo. Então, para mim é um grande problema, tá? Então, aqui eu vou Deixar mais ou menos para vocês terem uma noção, mas um outro exemplo aqui é, por exemplo, no caso da Maria, vamos imaginar aqui, ela vai lá, o que que ela ela faria, né? Então ela pegaria essa pesquisa de mercado de mentoria para designers, né? Aí digamos que esse seja o produto. Então nesse processo mecanístico, ela vai fazer como? Ela vai copiar a estrutura do
mentor famoso no YouTube dela. Ela vai criar os sete pilares do design de sucesso. Ela vai Otimizar o funil dela de vendas paraa escala e para padronizar todas as interações com base nos templates da mentoria do design que ela entrou, em que ela diz: "Ó, o que que você vai responder para cada cliente quando ele falar tal coisa e tal". O resultado típico desse tipo de coisa, claro que depende do talento de cada pessoa, às vezes a pessoa recebe o template, ela sabe desmontá-lo, enfim, mas normalmente o que a gente vê é o seguinte, o
produto Parece profissional, mas ele parece profissional como todos os dos outros profissionais, então fica meio genérico. Ah, parece produto de design, parece produto. Vocês não tm essa noção de que produto de marketing digital tem uma certa estética, tem um certo jeito de produto de marketing digital, né, que já afasta algumas pessoas. A mentoria pode ser eficiente, mas ela não é muito transformadora. Quer dizer, as pessoas têm um resultado, mas as pessoas não Gostam muito de você ou não gostaram da daquela forma. As pessoas são meio distantes, não criam uma comunidade. De fato, o sucesso é
medido em números e não no impacto, digamos, pessoal que você tem naqu naquelas pessoas ali. Então a Maria se sente um pouco desconectada do próprio trabalho. Na verdade, isso aqui é um caso real, tá? De uma mentorada mim. Então, os clientes recebem conveniência, mas não um crescimento real, não só financeiro, mas Pessoal. Assim, a pessoa tem um sentido no trabalho dela, que ela tá, ela tá vendo a família dela cresceu, os clientes dela crescendo, ela tem só uma noção de que ela meio que ganhou de dinheiro, sabe? Ela subiu, você entendeu? Ela só mudou um
pouco de contexto de, sabe? O, ela começou a gastar mais no cartão, mas ela não sentiu que ela eh melhorou em outros aspectos. Ela não sentiu uma profissional melhor, tá? Então, a a na Abordagem mecanística é us essa fórmula. Você não precisa entender porque funciona e no fold vamos descobrir juntos porque isso funciona no seu contexto específico, tá? Então é esse, essa tem sido a minha abordagem, não só nas mentorias, mas os meus produtos e é assim que eu pretendo continuar fazendo, tá? Aqui tem outros exemplos, tá? Eu vou passar aqui para não ficar muito
muito muito grande, mas porque eu quero entrar na parte como que você aumenta o seu Unfold e o que que é de fato o unfold, né? Mas para um para um criador de conteúdo, você abordar isso de outra forma, né? Pode significar o quê? O conteúdo pode ser complexo, mas ele pode ser simples você organizá-lo bem. A simplicidade, ela vai emergir então dessa sua interação com a audiência e não de alguma característica específica do conteúdo. Quanto eh mais ou menos assim, quanto tempo ele tem, se ele tem muitas páginas ou poucas páginas, se ele É
muito rápido ou muito lento, enfim, né? Tudo isso é relacional, porque de novo, se você quer buscar uma solução final pro seu conteúdo, o conteúdo bom tem que ser assim, você já tá pensando errado, tá? você tá pensando para criar, digamos, uma certa máquina de fazer conteúdo. Se o seu processo envolve, digamos assim, um um público muito específico e mecanizado também, quer dizer, alguém que vê, por exemplo, produzir conte no YouTube como um tipo De trabalho em que não importa muito se ele gosta ou não, ou se aquilo é útil ou não, mas simplesmente porque
dá dinheiro. Então isso, essa abordagem funciona porque a pessoa só quer fazer mais do mesmo, ela não tá nem aí com com o resto, tá? Então essa abordagem mecânica é muito útil para você, né? Então, a o o existe um certo para mim, né, um equilíbrio entre conveniência, né, que ser fácil de consumir e profundidade no valor real, né, o Unfolding para mim, né, eh, não só para mim, né, mas o unfolding, então, já que a gente foi tocando nesse assunto e fazendo esse desdobramento, então espero que, de novo, lendo o material, isso vai ficar
um pouco mais claro, não quero ficar com uma aula eh mais longa do que o necessário, tá? Mas eu também não tô ligando muito para isso. Agora, já deu uma hora. Mas a ideia aqui do unfolding é que ela veio da ideia do Christopher, na verdade É uma não é ideia minha, a ideia do Christopher Alexander, que ele escreve um livro chama Better Language, né? Uma linguagem de padrões. É um é um livro que foi muito famoso ah na arquitetura. H, é, é um livro em que se você abrir o livro em qualquer momento, você
vai entender do que que o livro trata, porque são mais de 300 ou 400 padrões de como a gente constrói coisas, o que que tem que ter nessas coisas e o que faz Com que essas coisas sejam boas ou sejam ruins. Existem padrões na naquilo e respeitar esses padrões é o que faz com que o sucesso daquela construção aconteça. Esses padrões são extremamente elásticos e criativos, mas eles existem, tá? Então, a, o Christopher Alexander Alexander chama esse processo de unfolding, que é um tipo de desdobramento a partir do seu contexto, né? Então, a definição que
ele dá é a seguinte: OneFold é um processo de Design orgânico para criar uma vida que realmente se ajusta a quem você é. Emés de forçar uma visão pré-concebida, você permite que as soluções surjam naturalmente através da observação cuidadosa do contexto e iteração contínua, porque para ele a forma, a solução, né, está no contexto e não na sua cabeça. Então, o contexto é mais inteligente que você e contém mais nuance do que a sua mente consegue processar. Então é inútil tentar prever Tudo. Então na na última aula de agência eu comentei que quando você tem
um um uma visão, né, uma fantasia, né, e essa é uma maneira errada em geral de abordar problemas complexos, divergentes, né, ou mais mal definidos, né, por quê? Porque, por exemplo, aquilo no na aula passada eu dei esse exemplo, né? Assim, ah, você quer comprar uma jaqueta de couro e assim você compra jaqueta de couro porque, sei lá, você tem uma ideia de puxa vida, eu tenho o arquétipo do Rebelde, agora eu quero ser mais radical. Só que o seu guarda-roupa, o contexto não recebe aquela peça da maneira como você quer. Então, você vai ser
o cara com a jaqueta de couro, sapatênis, sua calça cque slim de cintura baixa e aí a sua camisa, né? a sua camisa polo azul, então fica um pouco esquisito porque a jaqueta de couro é uma linguagem dentro, né, de algumas culturas em que não são essas peças que são usadas, mas outras. E Quando você comprou só uma peça, quando você encaixou nela, ficou meio esquisito, porque o a linguagem não tem esse padrão, o padrão é outro. Então você tem que entender o padrão em que jaquetas de couro se incluem para que você consiga saber
o que é necessário para usá-la. Então, quando, essa é a diferença entre fantasia e visão, é o que eu falo na última aula, né? Então, uma visão vem com o contexto. A fantasia é só um item. Por exemplo, a ideia de que você vai fazer um funil de vendas e vai nunca mais você vai precisar trabalhar e vai ganhar dinheiro infinito, assim, só vai clicar num botão e tudo de bom vai acontecer, né? Como se tivesse um botão assim, deixe tudo bom agora, né? Então isso não vai acontecer. O unfolding é esse é o processo
é o processo de contato com a realidade, identificando o contexto e as soluções vão surgindo aos poucos, tá? É um desdobramento, é um Desempacotamento dos problemas, invés de você tentar impor as soluções de fora. Então, como que e isso? Quais são as consequências do unfolding? Ah, a partir daqui, então, a criação para nós não é impor, então, formas prontas, soluções prontas, mas permitir com que essas estruturas se revelem. A decisão deve ser feita em sequência e contexto. Em sequência em que sentido? Não é a sequência prévia, mas uma sequência de eu faço, vejo o que
Acontece, respondo de acordo. É mais ou menos como se você estivesse conversando com o problema em que eu falo, eu escuto o que você falou e aí eu respondo de acordo com o que você falou e não na conversa que eu gostaria que você tivesse dito e vencido você nessa conversa. Eu percebo que esse é um hábito muito comum dentro eh da internet em que as pessoas respondem com base não naquilo que você falou, mas naquilo que elas gostariam que você tivesse falado, Tá? Ou naquilo que elas acham que você falou, tá? Então o processo
ele vai exigir sempre essa reciprocidade. A gente cria uma coisa e a criação se ajusta ao mesmo tempo, né? Então o o unfolding ah esse processo de desempacotar, ele exige que você tenha paciência para entender os problemas para você fazer aquilo que a gente fez lá no início. Se você perceber toda essa aula, um longo unfolding do unfolding, é por isso que eu usei aquele design, né? Então você entende o problema, você deixa que o problema apareça para você de uma forma eh específica, que você consiga ver uma solução, uma forma e você toma essa
atitude. Então, como eu falei, poxa, eu quero mudar o meu estilo. Poxa vida, eu quero comprar uma jaqueta de couro. Bom, você tem alguma outra coisa que possa fazer com que ela se encaixe ali? E, aliás, dentro do seu trabalho, dentro das pessoas com quem você se relaciona, será que dá para Usar? Será que ah, não dá para ser tão radical assim. Você não vai conseguir comprar uma calça de couro, uma bota e uma Harley Davidon. Bx, beleza. Então vamos suavizar mudando, né? Então uma construtora de imagem vai saber fazer isso tudo para você. É
por isso que você paga para ela, porque ela consegue ver esse contexto que você não consegue ver porque você tá fora, tá? Porque ela tá fora, né? Então o unfolding é um processo de resolução de problemas e a Simplicidade, quer dizer, essa organização da da do da das partes complexas é o seu resultado, né? Então, o o como que você melhora o seu unfold, as técnicas para desenvolver o unfold, que com certeza foi este o momento, o motivo pelo qual você clicou nesse vídeo e eu segurei você uma hora aqui para falar dele, tá? Então,
a primeira coisa é observar o contexto. Então, assim, você vai começar a prestar atenção às suas reações naturais. Ah, o que que Você faz que normalmente te dá energia nesse sentido, você faz e gostou de fazer, tá? as atividades que fazem você perder essa noção do tempo, com quais tipos de pessoa você sente mais viva, pessoas que você volta, você assiste os vídeos dela, você lê os dela e elas fazem com que você queira fazer coisas, elas têm, digamos, essa infusão de energia em você, tá? Então, começa a pegar esses dados do seu ambiente. Então,
por exemplo, o o mercado, se você Tem um produto, como que tá esse mercado na área que te interessa? você se interessa de fato por esse mercado ou ou ele só é conveniente para você, tá? Então, ou começar a ver as oportunidades que estão ao redor e os recursos que você tem, porque às vezes a gente vê a as pessoas falam assim: "Puxa vida, não sei qual nicho produzir conteúdo, cara. Todos você acha que você pode produzir em todos os conte o os nicho assim, quem que é você? Seu da 20, tá? Normalmente você não
pode fazer isso, né? Em geral é porque você não tem prestado atenção no que você realmente gosta de fazer, tá? Então, é claro que existe um perfil que é um perfil da pessoa que ela só quer ganhar o dinheiro, não importa o que o que for, se vai ser desentupimento, se vai ser eh fazendo uma, ela não interessa, mas existe de uma pessoa que quer ter algum tipo de satisfação no seu trabalho, além de ganhar o dinheiro. Se você é esse Tipo de pessoa, então você vai olhar pro seu contexto tentando analisar, cara, que tipo
de atividade no meu trabalho eu realmente gosto de fazer. Então, o meu exemplo, eu gosto muito de gravar aulas, eu gosto muito de estudar, eu gosto muito de falar com as pessoas, eu gosto muito de olhar para os problemas que elas têm e dar soluções para eles. Puxa, você poderia tentar tal coisa, que legal. Eu gosto de ver o crescimento delas, eu gosto de ver como que elas Estão se desdobrando. O que que eu não gosto de fazer? Eu não gosto de organizar gestão. Eu não gosto de da parte contábil, eu não gosto da parte
financeira. Por exemplo, às vezes eu nem sei quanto eu ganho. Minha mulher que sabe, ela que cuida dessa parte de contabilidade, de gestão, de impressão, de Eu odeio essas coisas, tá? Eu odeio administração e eu odeio gestão de pessoas, inclusive. Então, assim, eu não Gosto de ficar falando pras pessoas que trabalham comigo o que elas têm que fazer. É, é curioso porque eu gosto de fazer isso com os alunos, mas não gosto de fazer com os meus funcionários, porque eu gostaria que eles já soubessem o que eles têm que fazer. Então, as pessoas falam assim:
"Nossa, é você que faz o design dessas coisas?" Sim. Por quê? Porque se eu começar a fazer isso aqui, o cara vai perguntar: "Ah, quais referências você tem?" Eu já fico Irritado, porque eu gostaria que eles soubessem. E e assim, não é culpa dele, é culpa minha, é porque eu eh gosto de criar o material porque é uma maneira de eu pensar melhor sobre o assunto, só que daí quando eu terminar eh eu já não preciso mais do trabalho dele. E é claro que assim, olhando isso aqui, claro que tudo poderia ser melhor, tá? Mas
é só para entender que é assim que eu trabalho. Eu sei que essas partes me tiram energia, não gosto, eu evito essas Coisas, tá? Um exemplo prático aqui, então se fosse para um exemplo de carreira, né? Então imagina o João, 25 anos, formado em engenharia, mas insatisfeito. Então ele começa a notar que ele sempre gostou de explicar conceitos pros colegas. Ele se anima quando resolve problemas criativos. Ele prefere trabalhar em pequenos grupos. Ele ele gosta do ele observou ali o mercado e tá tá tá e viu que tem uma um crescimento da educação De, né,
educação técnic. E muitos profissionais precisam de uma habilidade a mais de um upskilling. E aí ele viu então que tem uma as informações que ele chegou ali a conclusão é de que tem uma combinação de ensino, tecnologia e grupos pequenos. É mais ou menos isso que ele enxergou ali. Que que dá para fazer com essa solução? É muito comum que eu faço mentoria, por exemplo. Então a gente tenta criar um modelo mental. Então vamos criar umas Hipóteses baseadas nessas observações, identificar padrões e fazer as conexões. Então isso é muito comum. Talvez eu devesse explorar o
que combine educação técnica com interação pessoal. Que tipo de produto oferece isso? Ah, uma mentoria, algum tipo de treinamento presencial, corporativo, uma criação de conteúdo, não vai dar interação, mas é um jeito de você testar sem ainda se comprometer com a mentoria. Então, talvez você fala assim: "Cara, grave uma Aula explicando o conceito, grávida". É, é um passo simples para ver se a pessoa reforça aquele desejo ou se ela rejeita. Cara, eu gravei uns 10 conteúdos, achei uma droga, não gosto de fazer isso, não tenho tempo, não curto. Poxa, matou, então matamos o projeto, não
dá para ir para esse lado, vamos vou ir para outro lado, tá? O terceiro passo é dar pequenos passos. Então, por exemplo, é escolher o menor experimento possível, né? Então você vai manter o baixo custo E baixo risco. Então o o foco aqui, e essa é uma parte muito importante, falando até em foco, deixa eu aumentar aqui. Então, essa essa é uma parte muito importante que é assim, o foco é em aprender, não é em acertar. Se você focar em acertar, você colocou uma pressão desnecessária no começo. O começo é começar, não é dar certo.
Se você colocar essa pressão de que você precisa dar certo, você vai se avaliar Muito mal, porque você vai esperar o quê? Grandes resultados com ações pequenas, grandes resultados precoces. E isso é um veneno pra sua alma. Porque se você tiver um resultado precoce, sem saber o que você tá fazendo, você vai se tornar uma pessoa terrível, soberba. É o fun terrible, né, dos franceses. É alguém que tem um talento muito precoce e ele acha que não precisa estudar mais. Ele já descobriu tudo muito cedo. Isso Vai ficar entediado, tipo Justin Bieber, tá? Então o
João, por exemplo, sei lá, como seria mais ou menos os passos aqui. Bom, ele vai oferecer uma ajuda gratuita a três colegas, né, noss tópicos técnicos ali. Ele vai criar um post LinkedIn explicando um conceito. Ele vai participar de um evento de network na área de educação para ter uma noção. Ele vai conversar com duas pessoas que trabalham com treinamento corporativo. Ele vai aumentar a sua, tá vendo que a gente viu lá no começo, ele vai aumentar a sua capacidade de informação sobre os problemas, que que ele pode fazer, como que ele pode fazer, que
que ele deveria saber, que que ele não sabe sobre o sobre o contexto que ele deveria saber mais. Gente, é um negócio ultra simples, mas que muitas pessoas não fazem e daí elas ficam 2, 3 anos com projeto na gaveta. O quarto, coletar um feedback e ajustar. Então, por exemplo, poxa, eu fui nesses lugares e vou observar minhas reações. Eu gostei, eu achei legal, eu me senti bem ali, foi bacana. Por exemplo, eu no primeiro evento de network que eu fui, eu já entendi que eu não gosto disso. Não gosto. Eu entendi. Chega lá e
você tem que dançar e você tem que participar e fazer todo eu odeio esse tipo de coisa. Então eu percebi, cara, esse não é um ambiente muito legal para mim, pelo menos esses montados desta forma. Eu não Gosto de ver a Ivet Sangalo lá, Maria Gadu tocando. Eu não gosto disso aí não, tá? Então assim, ah, vamos cozinhar juntos e tal, eu não gosto disso. Então assim, eu já percebi que esse não é o lugar para eu crescer, entendeu? Não que não é útil para várias pessoas, enfim, sei lá. Então você vai notar o que
funciona e o que não funciona para você. No meu caso foi esse. Você ajusta a sua hipótese. Puxa vida, talvez não é que eu não goste De pessoas, é talvez eu não goste desse tipo de pessoa assim, né? com essa mentalidade de sucesso, que leem esse tipo de livro de sucesso e tal. Então, talvez eu não goste dessas pessoas que vendam sucesso, eu não gosto, né? Então, você planeja o próximo experimento com base nisso. Então, quando eu falo para testar, eu acho que quando qualquer pessoa fala para testar, ela deve dizer assim: "Testar, gente, significa
ter uma hipótese". Eu tenho uma hipótese. Eu Acho que se eu fizer 10 vídeos no YouTube sobre esse assunto, eu vou entender muito sobre produção de conteúdo ou se há público para esse tipo de conteúdo ou se eu mesmo domino o assunto o tanto que eu acho. E no final de 10 vídeos eu avalio. Olha só, isso é uma, isso dá pra gente acompanhar. Agora, ah, será que eu devo começar? Mas será que eu devo fazer? Mas ai, será que? Cara, isso aí sabe, não vai te ajudar em nada. Então Você precisa ter um experimento,
pensa assim, né? Pensa na sua vida como um experimento contínuo em que você tem hipóteses e vai testar essas hipóteses. E aí o feedback que o João teve foi mais ou menos isso. Os os colegas valorizaram a ajuda, pediram mais, pô, você explica isso muito bem, você é muito bom. O post no Instagram, sei lá, teve um engajamento em comum para a audiência dele, não em relação à audiência da Virgínia, tá? audiência dele, o evento De networking foi formal demais para ele, ele não gostou muito do estilo e as conversas sobre treinamento foram muito boas.
Então, ele percebeu que, bom, parece que eu gosto mais de formatos informais e diretos, então talvez mentorias de um para um ou pequenos grupos, né? O cohort talvez seja o meu forte. percebeu que ele então talvez ele não goste do treinamento corporativo, que exige um tipo de posicionamento mais teatral, que você vai lá e tal, vamos Fazer um exercício agora, bate o pé e tal, talvez ele não goste disso, ele goste mais de uma mentoria, né, mais informal, de uma trocar ideias ali, um negócio mais íntimo, mais espontâneo. Talvez ele prefira um negócio assim, porque
e e assim, esse é um caso também baseado num caso real, que um aluno meu tinha esse problema, cara, ele ele era do ambiente corporativo, mas ele falou: "Cara, eu não gosto, eu gosto da aula, mas eu não gosto de ambiente Corporativo, porque vão exigir de você várias atividades de treinamento". E é normal que seja assim, né? Então, eh, a pessoa vai ficar 8 horas, 10 horas te escutando ali, você vai ter que pensar em várias atividades ali, porque poucas pessoas têm o autismo necessário para ficar prestando atenção em conteúdo por tanto tempo assim. Então
você vai precisar trazer uma diversão para distrair as pessoas. E há pessoas que não gostam disso, n? Elas se sentem meio Ridículas. Então você vai para um meio que você não precisa fazer isso. Perceba como aqui a agência ressurge. Quer dizer, se eu falo isso para você e você pensa: "Ah, mas eu não gosto de aparecer, Rafa, eu não gosto de fazer isso". Se a sua solução é desistir, então demonstra a sua pouca agência. Quer dizer, a gente pensaria assim: "Poxa, vamos pensar numa forma então de usar o seu talento sem isso. Que que a
gente tem à disposição? Ó, a gente tem Isso, tem aquilo. Vamos testar isso aqui. Tá vendo que o negócio fica muito mais fácil? Tá. E o passo cinco é repetir o círculo. Então você volta ao passo um com novas informações. Você refina suas observações, você experimenta essas variações e você começa a deixar a coisa mais complexa, organizando essa complexidade. Ah, então, por exemplo, no ciclo dois, ele vai oferecer uma mentoria paga para cinco pessoas. Então, o ciclo um foi de Experimento. No ciclo dois ele vai oferecer uma mentoria para cinco pessoas. Ou talvez ele vai
criar um miniurso online ou ele vai testar diferentes formados de conteúdo no YouTube ou no TikTok. Seis meses depois ele vai desenvolver um programa de mentoria mais estruturado com base nos conteúdos que ele fez, naquilo que ele mais gostou, naquilo que ressoou melhor com as pessoas. Depois ele vai estabelecer parcerias com algumas Empresas que tem um estilo mais próximo dele. Então assim, depois de um ano, o João tem um negócio para desenvolvedores, que é o que acontece com o aluno meu, né? Então ele nunca tinha planejado isso. Olha só a questão. Ele nunca planejou ter
essa mentoria, mas ela emergiu naturalmente da interação dele com base nos interesses dele com o contexto. Então é isso que o unfolding é. Ele não é uma proposta, um plano muito claro Para que você tenha mentoria estruturados para engenheiros. Isso pode surgir depois, mas o João especificamente precisava entrar em contato com os interesses e com as hipóteses ele o mais rápido possível e testá-la para que a solução emergisse do contexto, quer dizer, da experiência que ele ganhou e não o contrário, pensar na solução e tentar encaixar no contexto dele, né? Ele não tentou fazer um
lançamento, né? Então, o unfolding eh eh A gente pode colocar assim como essas técnicas avançadas, pode ser da seguinte maneira, começar a fazer mais perguntas, como pessoas bem cedidas nessa área chegaram lá. Não, não apenas pense, né, mas testar essas pequenas versões. Eu acho que uma coisa muito interessante é estudar casos extremos de fracasso, de sucesso para saber onde que eles erraram e mais acertaram, o que que a pessoa com fracasso tentou fazer e não conseguiu e Que a pessoa de sucesso tentou fazer e conseguiu. Ou ela conseguiu, mas não era aquilo que ela pensava,
era outra coisa. Isso é muito importante. Vocês que gostam eh eh dessa área de de negócios ou de criação de conteúdo, precisam estudar a vida dos artistas empresários, precisam ler biografias, tá? Então, em vez de você definir, quer uma namorada que seja assim, que que você vai fazer? Observar como se sente com diferentes tipos de mulheres, prestar atenção aos Momentos em que você teve um tipo de conexão genuína, filmes que vocês gostam, eh, músicas que vocês escutaram, eventos que vocês foram, que acharam muito legal, coisas, piadas que você fez, que ela riu e que vocês
vocês sentiram uma união ali. Então, tenta notar esse padrão nas suas interações mais prazerosas, tá? Então você vai perceber o tipo de pessoa que você quer, a invés de você, ah, eu quero que uma namorada que faça academia. Tá vendo que É um negócio assim uma solução muito boboca, tá? Não é assim que funciona. Quero uma namorada que seja católica, tá? Então não é assim, tá? Há milhões de pessoas assim de formas diferentes. Você não pode tentar pegar uma uma coisinha só e tentar encaixar nas pessoas como se fossem, né, uma etiqueta, tá? Realmente dá
errado isso. A segunda coisa é reduzir seus filtros e preconceitos. Então, desagrupar conceitos, desempacotar conceitos significa quebrar Essas abstrações noss componentes um pouco menores. Então, eu quero um emprego melhor. Em vez de pensar apenas em emprego, vamos desempacotar isso. Você começa a pensar assim, salário, quanto realmente eu preciso versus quanto realmente eu quero. Estatus, isso é importante para mim ou eu estou fazendo isso para impressionar os outros? O significado, que tipo de impacto eu quero causar com esse tipo de trabalho? um relacionamento com o tipo De pessoas eu quero trabalhar, então, por exemplo, eu quero
trabalhar quando eu queria fazer diplomacia. Eu não tinha pensado nisso de que eu teria que trabalhar com políticos o tempo todo e odeio político, né? Quando eu fiz isso anos mais tarde, eu percebi que era um desejo falso, boboca, tá? Quanta liberdade eu preciso. Então, no caso da diplomacia, quando eu fiz, eu percebi que eu não teria nenhuma liberdade. Isso era importante para mim, o crescimento, Que direção eu queira me desenvolver? Então, a a a direção até estava mais ou menos certa, tá? Mas todas as outras coisas aqui estavam muito erradas, né? Então a a
o salário, por exemplo, eu percebia que na época, né, 15.000, 18.000 para mim era muito dinheiro. E hoje eu percebo que eu eu faço, né, cinco, seis vezes mais do que isso, mensalmente, sem muita dificuldade em relação à aquilo que eh eh eu teria que fazer para ser diplomata. Então, Percebam como a a assim as necessidades e os problemas quando você começa a desempacotar ficam mais claros, ficam mais fáceis, tá? Talvez você não consiga decidir bem a respeito de todos eles, mas você tem que fazer esse esforço caso essa seja uma dúvida muito dolorosa para
você, tá? Então, por exemplo, você pode descobrir que prefere fazer um freelancer bem pago com e um projeto pessoal com significado a invés de ter um emprego tradicional, Uma multinacional. Ou às vezes é o contrário, você odeia fazer o freelance em pago e você quer um emprego tradicional porque você gosta da segurança, porque você prefere eh fazer os seus projetos depois às 5, o trabalho depois do trabalho. Talvez você prefira isso neste momento e tá tudo bem, tá? A terceira técnica mais avançada é aumentar a velocidade de execução. E aqui eu acho que onde muitas
pessoas fracassam, né? Então assim, o seu Protótipo, tudo aquilo que você quer fazer, ó, esse aqui é um conselho para quem aguentou mais de uma hora. O protótipo, aquilo que você quer fazer, pensa assim: "Rafael, eu só vou conseguir fazer um projeto que é 30% daquilo que eu gostaria que fosse tudo bem. Você pode então lucrar 30% agora, porque é isso que você tem para fazer. Eu gostaria de fazer coisas muito melhores, tá? Mas eu tô lucrando 30, 40, 50% daquilo que poderia ser. Mas é isso Ou zero? É isso ou esperar 3 anos, 2
anos para fazer a versão 100%. Então pense dessa forma. Quer dizer, poxa, eu sei que não será 100%, mas eu estou feliz com os 10, 15% que eu consegui obter agora, não só em dinheiro, mas em experiência com o projeto. Então, quanto mais rápido você criar essas versões simples e testar ideias, melhor, tá? Então, o o o feedback tem que ser mais curto também, pedir opinião cedo e frequentemente de pessoas que você Confia, pelo amor de Deus, tá? Seus mentores, seus professores, sei lá. Reduzir fricção é eliminar obstáculos necessários. Mas pode ser assim, por exemplo,
eh, eu percebi que um obstáculo desnecessário na minha no meu teste para fazer vídeo curto é o horário de gravação e é um pouco o cenário. Ele precisa ser fácil de sentar e gravar. Quanto mais coisa eu preciso pensar, mais tempo leva e mais eu começo a pensar que não vale a pena. Eu deveria ter gravado um vídeo no YouTube, por exemplo, tá? Então, tá vendo que não tem nada a ver com o conteúdo, não tem nada a ver com o falar na câmera, tem a ver com o contexto. Então, esse é o tipo de
coisa que você precisa eliminar. Então, parece bobo, mas se você resolver isso, você vai resolver o resto. Então, no caso de uma escrita, assim, invés de planejar escrever um livro perfeito, você vai escrever um artigo por semana. Muitas Pessoas fizeram isso no substeck. Você vai publicar e observar as reações das pessoas em relação a esse conteúdo. Você vai refinar baseado no feedback e vai você vai expandir os tópicos com base naquilo que mais foi interessante para você e para as pessoas. É normalmente assim que se faz. Porém, o Fold também tem suas soluções, suas armadilhas,
né? Uma delas é você se apegar a soluções muito específicas, que é aquilo que eu falei no começo. Então, Decidir como algo deve ser logo de cara. Tá? Então assim, você precisa estar disposto, é aquilo que eu falei do reduzir os filtros, né? Você tem que estar disposto a soluções inesperadas, incomuns, coisas que você não tinha considerado, coisas que você talvez achasse que eram feias, vergonhosas, mas quando você experimentou, você falou: "Pô, que legal". Então, esteja aberto a essas outras soluções, soluções que você Não poderia prever, porque do contrário, vamos combinar, se você soubesse como
resolver seu problema, você já teria resolvido. O segundo é o medo de parecer inconstante ou sem foco. Então, a gente, quando a gente tem essa mentalidade mais mecanicista, a gente quer resolver todos os problemas de uma forma mecânica. Quer dizer, a gente quer que a solução seja a mais rápida possível, a mais eficiente possível e com mais clareza, com a mais Coerente com as nossas teses iniciais. Então, se você queria fazer uma mentoria, se você fez essa mentoria, significa que você teve sucesso, né? Mas às vezes você queria fazer uma mentoria e você percebeu que
você não é um cara de mentoria, você é um cara de consultoria, você não gosta de dar aula, você só gosta de dar opinião e e sei lá, você é um cara que gosta de prestar serviço, você só deu mentoria para ganhar dinheiro. Na verdade, você queria Prestar serviço, você gosta de gravar vídeos, você gosta de fazer comercial, sei lá, tá? Então não se preocupe em ficar inconstante nesse começo. Você tá numa época de teste, tá? Então, normalmente aquilo, eu falei isso no segundo vídeo, né? Você tem uma época de teste em que você expande
na horizontal, você começa a testar coisas diferentes. Dentre essas coisas que foram melhores, você foca em algumas, tá? Mas o período de foco na nossa vida, ele é pequeno, Tá? Se você precisa isso até diariamente, né? Quer dizer assim, você não consegue ficar 12 horas focado lendo um livro, tá? Eh, é anormal que isso aconteça. Tem que usar algum rebit, tem que usar, né, aderal, usar alguma coisa para você conseguir fazer isso. Não é normal você ter tanto foco assim. Então, não fique preocupado em parecer inconstante no começo. E ao invés de você se vir,
né, se ver como inconstante, se veja como um Experimentador. E esse é um período de experimentação para saber o que rola para você, tá? A solução então aqui é lembrar que esse crescimento genuíno às vezes parece inconstante para os outros, principalmente para pessoas criativas que não são como atletas. Pensa só, o atleta, o cara que faz um exercício, a rotina dele é extremamente chata e a expectativa é sempre baixa, porque a maneira como ele mede o progresso é muito simples. Então, se o cara pega 50 Kg no supino, se na semana que vem ele pegou
55, ele vê como um progresso. Nada mudou muito em relação à for, assim, a maneira como ele faz as coisas. Na maior parte dos casos, é uma questão de tempo e esforço, tá? Não existe uma técnica super especial que fez com que ele fizesse isso, né? ou algum tipo de suplemento às vezes no máximo, tá? Mas a ideia é que é fácil medir o progresso. Número é fácil de medir o progresso, mas quando você tem uma habilidade criativa, É difícil você dizer que você começou a escrever melhor. Perceba, escrever melhor é mais difícil de medir
do que escrever mais. Então, a maneira como você avalia o seu progresso como um criativo tem que levar em conta critérios criativos e não critérios numéricos, tá? Essa é uma parte muito importante na hora que você começar a pensar melhor no seu unfolding, né, no seu desdobramento agora do seu problema, sua vida, desempacotar soluções, é você Pensar assim: "Puxa, o critério que eu estou usando para avaliar se eu tive sucesso ou não, será que não é errado aqui, né? A terceira coisa é pular etapas por impaciência, né? Então esse talvez é o grande dama de
qualquer lugar, né? que você quer resultados rápidos sem interação suficiente. Quer dizer, você fez um post e, ah, eu acho que é tal coisa. Cara, eu acho que assim, a gente não tem o número certo para para todas as coisas, mas se você Tá falando de criação de conteúdo, você vai ter que dar um mês, dois meses ali, tá? Assim, acho, mas pelo menos um mês, eu acho que is é o mínimo para você testar alguma coisa. Se você tá começando, por exemplo, lembra que você só está começando na internet, você já tem uma vida,
você só você não é um iniciante total, você é uma pessoa em jornada, em transição entre uma coisa e outra, tá? Então você tem coisas para usar. Você só um iniciante na internet, Então você vai testar 30 dias para saber como que você se expressa na internet, como que você cria conteúdo. É isso que você quer testar e não acertar. E se você tem zero audiência, não tem muito para você, não tem muita informação, não tem muito feedback, né? Então você vai ter que estar num grupo, você vai ter que falar com seus amigos para
receber esse feedback de uma maneira um pouco mais rápida, tá? Então o unfolding, eu acho que a a conclusão em relação a Ele, né, é ele não é ter todas as respostas. Eu acho que você não vai conseguir eh você não vai se dar muito bem com esse tipo de técnica ou abordagem da vida eh se você quiser ter muita segurança, se você quiser ter pressa de solução, né? Então, o que você quer é um processo confiável para encontrar soluções que se ajustem a você e ao seu contexto. É isso que você quer. Se você
quer isso, então o unfolding pode dar isso para você, levando em Consideração tudo o que eu já falei de como fazer isso, né? Então, o o o que é importante, o que lembrar que o contexto é mais inteligente, os pequenos passos superam grandes saltos, a forma certa vai surgir, a solução certa vai aparecer e a vida vai ser melhor do que você imaginou, mas diferente do que você planejou. Então, se você acha que você pode planejar a vida que você quer ter nos mínimos detalhes, saiba que para mim você tá errado. Você não vai conseguir
Fazer isso. Ela pode ser melhor do que você planejou. É, essa é a questão. Ela vai ser diferente em algum aspecto que você nem imaginava, porque você não tinha experiência necessária para saber o quão bom isso seria, tá? Então, o unfolding é basicamente isso. Eu acho que o o o último exemplo aqui pra gente encerrar é, digamos, alguém criando um podcast, tá? Então, imagina, se for uma abordagem convencional, seria assim: Vou criar o podcast número um sobre Empreendedorismo Brasil. É um tipo de fantasia, né? planejamento, 20 episódios forterizados, identidade visual completa, a pessoa coloca 10.000
lá e depois de 10 episódios percebe que não gostou do formato ou que não tem audiência para aquilo, sei lá, né? Então, tá vendo que existe um investimento emocional e financeiro muito grande num negócio que ela poderia fazer menor, de jeito menor, que é observação. Nota que adora Explicar conceitos complexos para amigos, grava 10 res com celular, percebe que pessoas gostam mais quando ele conta histórias pessoais e ela testa um formato que é história mais lição aprendida e depois de seis meses tem um podcast sobre fracass empresariais, lições, sei lá, um negócio assim. É isso,
tá? Então, é muito importante eh perceber, né, assim, que as ideias que nós temos a respeito de como resolver uma uma um problema, de como Ter uma solução melhor, né? Então, aqui nesse material eu tenho mais exemplos, tá? Sobre cada uma dessas coisas, sobre onefolding, sobre a diferença dele para planejamento, a diferença das abordagens convencionais para abordagem de desdobramento, né? Tem, tá vendo que aqui, ó, tem muitas coisas. Por que que o unfold é mais eficaz, né? Principalmente porque ele trabalha com a realidade e não contra ela, né? Sim. Então, toda essa ideia aqui do
Unfolding, objetivo final dele, depois de novo, se você é assinante, você pode ler o material com calma, tá? é que as soluções, eu acho que o objetivo final que você tem que levar para casa é o seguinte: as soluções elas são simples na superfície, sofisticadas na estrutura, únicas no contexto e assim elas preservam a identidade daquilo que elas querem ser, tá? Assim, essa é digamos a mensagem final a respeito do que é você usar o processo de Desempacotar para resolver problemas na sua vida, tá? Aqui nesse material também tem um guia criando uma mentoria inteira
através do unfolding, tá? Então tem todos os os com base no que a gente aprendeu. Esse material vai estar disponível para quem for ass da newsletter. Custa apenas R$ 9 por mês, tá? Então assim, se você não tem R$ 9, você nem deveria estar na internet, você deveria estar procurando algum emprego. Então a ideia aqui é começar a Privilegiar as pessoas que tomam esse passo pequeno, o menor passo possível para começar a pensar melhor sobre como resolver os problemas da própria vida. Tranquilo? Espero que vocês tenham gostado dessa aula. Eu sei que a gente passou
por muitos temas. Eu deixei algumas coisas de fora porque elas estão no material. Gostaria muito que vocês lessem o material, me dessem um feedback depois. Eu sei que esse é um assunto um pouco diferente, talvez por meio do Marketing, mas a gente começa assim, testando essas ideias e vendo como as pessoas reagem a elas. Fechou? Forte abraço.