E aí, pessoal, tudo bem com vocês? Sejam bem-vindos! É mais uma aula.
Nessa aula, nós vamos complementar a última aula, certo? Vamos continuar a falar sobre a igreja, porém, também vamos abordar os reis e, enfim, fazer uma breve comparação entre a igreja, os reis e tudo mais, certo? Então, quem quer saber como uma continuação da última aula?
Até porque eu disse que era uma só; para não ficar extensa, eu dividi em duas. Para começar, já partindo das linhas de raciocínio da última aula que vocês viram, nós vamos fazer uma comparação que James, o historiador, fez no livro dele sobre os anglos-saxões. Vou usar essa comparação dele aqui.
O que nós vamos fazer? Vamos comparar a vida de 36. Certo?
E aí, nós vamos ver o que eles acertaram e o que erraram, fazendo um paralelo com como a igreja estava modificando as coisas naquela época. Então, o primeiro rei que vai ser regionalizado é o rei Fritz da Nortel, Bíblia Taek, Friday no YouTube. Ele reinou do ano de 670 a 685.
Esse rei, no século VII, embora a gente esteja falando do século XVIII, reinou no século VII. Kikwete de Outubro sucedeu ao pai dele, Oslo, em circunstâncias não amigáveis. Ele era filho de 11 de Outubro.
Em circunstâncias não amigáveis, ele sucedeu o pai dele, ou seja, quais foram essas circunstâncias? Foram brigas com meu irmão. Primeiramente, ele era amigável com quem?
Com Unfried. Lembra que eu citei no último domingo? Foi Helene dos Santos, da Igreja Inglesa, que se tornou depois um dos santos da igreja.
Desde então, ele era amigável com o Fred e ele fez doações para as igrejas do Rio Preto. Ele também derrotou os pítios e a grande confederação suíça do rei, um rio de Mércia. Quem queria se reunir?
Já se tem uma vez o filho de Pen, da OK. Então, ele conseguiu suceder ao pai após brigas com meio-irmãos, fez doações para as igrejas do rio, derrotou os pítios ao norte e também derrotou uma grande confederação sulista do rio Mércia. Só que, por causa da rainha, ele se virou contra o frio.
E parece que, depois que ele se virou contra o final da sorte, ele também mudou. O que aconteceu? Mércia se vingou da derrota anterior; Mércia conseguiu derrotá-lo.
Depois, atacou Irlanda contra o conselho de sanção, campos, percussão e canto aberto. Também foi contemporâneo de lhe aconselhou contra ele, foi lá e acordando. E aí, ele foi derrotado e morto mais tarde em Net Izmir Wells, na terra dos pítios, no ano de 685.
Tá, um breve relato da carreira do ex-militar no YouTube, uma carreira que acabou de uma forma desastrosa. Que lição que a gente tira da carreira dele? O que podemos dizer?
Nós sabemos, nós estudamos as dinâmicas que, para manter os seguidores, ele deveria da riqueza dos seguidores. Só que Will Frisby e a igreja começaram a requisitar uma parte da riqueza dele destinada aos seguidores. Então, o que aconteceu nessas circunstâncias?
Com cada vez mais riqueza, não só riqueza para os servidores, como também agora tinha riqueza para dar à igreja. Ele poderia atacar a igreja na nota à casa de forma violenta, mas e contra a igreja, como ele se virou contra o feito, por exemplo? Ou continuar atacando os estrangeiros para conseguir mais e mais e mais dinheiro?
Ele fez as duas coisas. Ele se virou contra a igreja em nenhum momento e continuou atacando os estrangeiros, e o resultado foi um desastre. Então, essa é uma lição que nós podemos tirar da carreira de um funk.
Daqui a pouco vai fazer mais sentido. Vamos analisar agora a carreira de um segundo rei, do Haicai Bola de Wessex. Reinou também no século VII, do ano de 685 a 688.
A família dele era no máximo de subir reis. Ele era um ramo menor da família real. O Carlos Edweste.
Você percebe que ele começou bem lá de baixo? Ele é citado como um certo exilado de nascimento nobre. Quando esse referendo, anteriormente, ele seria um certo exilado de nascimento nobre, presumidamente refúgio do atual rei de Wessex.
Como a gente estudou, os exilados eram comuns. Ele teve que correr do rio. É sempre fui exilado.
O que ele fez? Ele matou o rei Aethel ao de Sussex e confirmou não apenas substanciais terras em Sussex, como um quarto da Ilha de Wight, que é aquela ilha que eu falei que fica abaixo de Wessex, exterminando a família que lá reinava. Uma vez que ele foi e matou o rei atual de Sussex, ele confirmou não apenas ter substanciais em Sussex, como também um quarto da Ilha de Wight, terminando a ele.
Lembrando que eles eram pagãos. Tem nas aulas dos reis pagãos que foi esse Haicai do Alto Doze que acabou com os últimos pagãos. Ainda o Haiti, e foi nesse período que ele fez isso.
Há evidências de que ele foi como estar em Londres e até mesmo em Quente, tá? Só que ele abdicou para ser batizado. Embora ele fosse cristão, aparentemente, não era batizada, de quando o trono, para ser batizado, e morreu em Roma.
Tá, então, uma carreira curtíssima de sucesso, né? De sucesso porque ele conseguiu conquistar um quadro de Wight, ele ganhou o redes dos reis Sussex, confirmou terras na região, foi até mesmo atacar Londres, Quente. Só que aí ele se retirou para ser batizado em Roma.
Ou seja, se a gente pegar a carreira dele de uma forma mais longa, tá? Com mais detalhes dos requisitos, a gente vai tirar uma lição também que a presença de um homem santo. .
. Ele também foi contemporâneo. De Unfried, está a presença de um homem santo não mudará em nada a conduta secular dos reis.
Não importava que havia alguém considerado santo, alguém muito piedoso e alguém muito religioso; a conduta dos reis não mudava. Como um exilado que se aproveitou de suas famílias para se dar bem, Caido Ala estava no mundo heroico de Unfried, não estava no mundo heroico dos anglo-saxões. Desculpa, ele foi um exilado, se aproveitou de sua família para se dar bem.
Conflitos entre familiares eram comuns, e ele estava no mundo heroico no quadro anglo-saxão. Só que o erro foi do homem santo, entre aspas, um homem santo que nós podemos dizer "não", objetável, enquanto a Igreja estivesse recebendo a sua parte. Ou seja, não importa o que você faça, a Igreja está recebendo sua parte; está tudo bem, seja o herói que você pode ser.
Ok, Caido Ala, entendi uma coisa que nem entendi. O conflito, que até o dia 10, quando fala no livro dele, o conflito entre Deus e Mamon, você vê o conflito entre bem e mal e o conflito entre a religião e o mundo. Porque ele se aposentou no auge de seu poder, outros reis fizeram o mesmo, como Ine de Wessex.
Tá, MDS, também se aposentou no auge de seu poder. É difícil não concluir que eles eram uma força de instabilidade na política inglesa. Ok, o que era uma força de instabilidade na política?
A Igreja inglesa. Uma vez que o cristianismo entrou, esse conflito entre o que o rei deveria fazer. .
. Podemos fazer um paralelo com o conflito do rei Ex-Nadador. Outubro, ele não conseguiu conciliar bem as novas demandas da Igreja com as demandas dos servidores.
Está caindo agora. Entendi muito bem, e saiu no auge de seu poder, assim como Índio. É certo, tá?
Isso pode ter sido uma força de estabilidade na política inglesa. Agora, o último rei, vamos analisar a carreira dele antes de a gente refletir. O rei Aitor, Balde de Mércia, que eu já citei aqui, um dos Black Powers, foi muito poderoso e dominou quase todas as províncias do sul inglês.
O rei Teobaldo de Mércia, reinou de 716 a 757. O reinado dele foi muito longo; ele foi o maior rei desse período. Assim como Caio, ele era exilado, tinha sido exilado e tinha as reclamações ao trono.
Aí nós entramos em outro santo inglês que foi contemporâneo de Liga Turca: são grandes. Ele profetizou, de acordo com as histórias, que ele se tornaria rei, e, quando coincidentemente ele se tornou rei, ele presenteou o santo com o santuário. É importante que o apoio de Ganso, que era um religioso, Aitor volta, pode ter representado um importante valor político para o futebol do Catar.
Isso cabe ser citado estranhamente. Nós temos muitas informações sobre a ida e volta quando ele estava se tornando grande, só que quando ele atingiu sua grandeza, é meio obscura. As coisas que ele fez não sabemos muita coisa.
Só que há referências que sugerem que ele estava com os galeses. Seus País de Gales atacaram no Youtube e atacaram Wessex diversas vezes, e que ele pode ter sido aliado com Ryan Ghosn dos Pictos. Os inscritos de Kent mostram que ele controlou Londres e foi patrono das igrejas de 500, também.
Ou seja, ele estabeleceu a sua influência em Kent, que é onde tinha o maior, é o maior serviço da Inglaterra, mais importantes daquelas arcebispados de 500. Mil e outros escritos o colocam como Beato Alda, ao lado da lista de pedir, e documentos associados ao conselho de Comer mostram que a gente vai sentar. E esse conselho o associa como parcialmente responsável pela reforma da Igreja inglesa, ou podemos dizer, por uma das reformas na Igreja.
Com ele, este foi até um balde de D. Porém, Bonifácio, outro santo, sairá da Igreja inglesa, aceitou e viu. Ele viu a moto como responsável por muitos problemas da Igreja e o ameaçou com vingança divina.
Então, a gente vê, e mais uma vez, a carreira de um rei sendo influenciada pela Igreja e pelos homens que mais tarde foram considerados santos, como por exemplo, Ganso. Aldo profetizou que ele se tornaria rei, aí ele se tornou mesmo, e ficou tão merecido que fez um santuário. É de um concílio da Igreja, teve influência sobre a maior, o maior serviço das terras, ele que ficavam arcebispado da Igreja inglesa, e conseguiu dominar.
E só que outro santo viu como responsável por muitos problemas da Igreja inglesa. Olha só; a Igreja de novo começando a interferir mais e mais na política. Tá?
Ele deve ter visto, no caso, atual do erro de seus caminhos. Mas a história de Liz, de 41 anos, gerado, terminou de uma forma trágica. Terminou com ele sendo assassinado por um dos seus guardas, provavelmente nada a ver com um aspecto religioso, é puramente pelo aspecto político.
O grande rei Teobaldo de Mércia morreu assassinado, depois de 41 anos de reinado, por um dos seus guarda-costas. Olha só o que acontece. Só que assim, analisei a carreira de três para vocês verem como a Igreja estava cada vez mais influenciando na política, no sax, na época.
Da um tento agradar os dois, depois desligou da Igreja e acabou que ele não deu conta de fazer tudo. Outro viu bem o conflito, viu bem como as coisas estavam se configurando e se retirou. Outro foi muito poderoso, só que você percebe sempre elemento religioso presente na vida dele.
O que acontece? A Igreja, os reis, havia várias maneiras que a Igreja centavos reis e seus súditos. Mais três vão ser consideradas, por exemplo, a propriedade, choque.
Eu vou manter a palavra original inglesa que eles usam: charter. Já vou explicar o que ele é, o problema da segurança e o código de leis. Nós vamos analisar isso.
Também o problema da paz dos reis humilhantes a gente também vai analisar. O raio quente, se você entende um pouco mais inglês, resume Nantes de forma que eu traduzi, mas a gente pode traduzir também como "ray quente". Que eu saiba, é um alto risco.
Redome Net. Primeiro, vamos falar sobre os shakes. O que são os chakras?
Vou manter esse tema original, tá? Me perdoe, mas vou manter esse tema geral. Eles são concessões de terras ou privilégios.
Então, chácara, nesse caso, nesse contexto, vai ser uma concessão de terra ou um privilégio. Muito sobre esses "theaters" (termos) é controverso, porque são dadas diferentes respostas para perguntas como: quem introduziu na Inglaterra? Quem escreveu os charters?
Será que inscreveram os próprios escrivães do rei ou eram as pessoas que haviam recebido a concessão de terra, o privilégio? Que tipos de direitos eles conseguiriam? Então, muito sobre eles é controverso, só que a gente pode chegar a algumas conclusões.
Primeiro, para ajudar a gente a analisar, podemos examinar o Sniper Diploma. O que é o Sniper Diploma? Ele foi uma concessão, que a gente tem, um charter do rei.
Aí, em palavras dele, ele citou: "Meu venerável, o companheiro Carne Berço, para a construção de um monastério na província pela qual foi dada, tendo os homens de idade o nome de Izmir". Ou seja, ele doou as terras de um lugar que era chamado de Izmir para a construção de um monastério. Ou seja, Carne Branca deveria possuir a terra, construir um monastério lá e até devia ser dele, tanto em vida quanto na morte.
Ele, ao morrer, deveria deixá-la para quem ele desejasse. Olha só que interessante: a gente se depara com a última aula, monastérios sendo herança de família! O próprio diploma fala que ele deveria deixá-la para quem ele desejasse assim que ele morresse.
Esse documento e outros, ou seja, o Sniper Diploma e outros documentos que a gente encontra no período, são similares e não são parecidos com os charters do Sul de Gales. Ou seja, os cheques que eram produzidos no Sul de Gales provavelmente descendem da letra da Bretanha romana. Então, esse não é parecido com aqueles.
Eles são parecidos com os charters italianos do século VI, tá? Isso sugere que, na Inglaterra, esse tipo de coisa foi reintroduzida mais tarde por missionários, muitos dos quais eram italianos. Ou seja, isso não representa uma continuidade com o passado bretão romano.
Isso representa uma reintrodução de um antigo costume, um costume que não existe nos anglos saxões. Lembrando que Gales eram descendentes diretos da queda da Bretanha romana. O mundo anglo-saxão parece que foi reintroduzido por missionários, muitos dos quais eram italianos.
Entretanto, outros eram francos, mas não importa, o veio do Sul não estava presente na gaveta. Dadas essas diferenças, a gente tem que analisar uma coisa: quem produziu os charters? Era o rei que produzia ou era o beneficiário, a pessoa que tinha ganhado?
Olha só, há várias diferenças entre eles. Entre os charters concedidos pelo mesmo rei, foi, talvez, um itabom que atuou no conselho. É bastante provável que, pelo menos até o século X, a responsabilidade de escrever esses charters cabia ao bispo local, a base local, e seus escribas.
Lembrando que a igreja reintroduziu uma boa parte dessa cultura letrada, como eu já falei pra vocês. Então, a responsabilidade de escrever cabia ao bispo local, abaixo do local, os seus escritos. Ou seja, era o beneficiário da terra.
Lembrando que grande parte deste artigo 10 para a construção de monastérios, eles eram os documentos que os reis concediam, as terras concedendo privilégios. Só que muitos deles eram para a construção de monastérios, outros eram para a igreja, outros eram para pessoas com princípios religiosos, para fins não religiosos, ok? Então, quem escrevia?
Eles provavelmente eram o bispo local, o abade local, os seus escribas. Pensando nessa linha de raciocínio, a gente pode chegar a outra conclusão. Outros charters do período possuem este documento eclesiástico, e ameaçam os violadores com o quê?
Com o inferno, não com punição secular, ok? Então, olha só, a igreja entrando nesse sentido até mesmo das doações de terra. A ameaça eclesiástica é velada com o inferno, não com a punição secular.
Ou seja, é possível que os charters para esses documentos, concedidos pelo rei, concedendo terras ou privilégios, eram instrumentos eclesiásticos feitos para proteger o beneficiário do roubo mais do que da chancelaria de fraudes. O rei provavelmente sabia que ele tinha entregado, ele sabia de quem era a terra. Mas, para proteger o beneficiário, os bispos locais e os escribas escreviam esses documentos para que ninguém roubasse sua terra, ninguém reclamasse a terra da pessoa que recebeu, e ameaçavam ao roubo com punição religiosa, com o inferno, não com punição secular.
A partir do reino, o procedimento todo seria uma concessão oral ou um gesto simbólico, como colocar um pouco da terra tirada da terra concedida no altar. Então, a transação acontecia, e só depois disso é que ele colocava, até notar que fez a concessão oral e a transação. O documento escrito, teatro, com o nome das testemunhas, era adicionado depois, tá?
Então, basicamente, a exceção é uma coisa que nós podemos dizer sobre isso. Richard é um documento de caráter cru e tico, provavelmente escrito pelos bispos, em favor do beneficiário que recebeu as terras, tá? Para garantir que não fosse roubado.
Agora, a questão dos direitos legais que esses charters ofereciam para a pessoa. Que os recebia era um pouco controversa, só que o que parece é que eles garantiam eram simplesmente terras e que elas eram transferidas para o novo senhor. Você ouve a transferência de terra por um novo senhor.
A gente escreve, tá? Como já foi citado, e parece que simplesmente é que eles garantiam, só que um teatro fazia com a aquisição concedida pelo rei, permanente, ou seja, a terra não pode ser tirada de você. Eu entreguei, está escrito aqui nesse documento.
Até sul, tá? E dava à igreja o direito permanente que ela precisava. Ora, se grande parte desses charters foi inscrita com fins religiosos e a aquisição é permanente, o que a igreja garantia era o direito permanente que ela precisava sob certo aspecto.
Embora a gente entre naquela questão de como era a igreja inglesa e como era a questão dos monastérios que eu citei na última aula, porém, de uma forma ou de outra, a igreja teve o direito que ela precisava sobre a terra. Os primeiros charters são concessões para a igreja diretamente, como eu já citei, ou para um leigo, para propósitos religiosos. Os primeiros charters são concessões para essas coisas, ou seja, a análise dos direitos concedidos pelos charters pode explicar dois problemas.
Primeiro, que já se tem mais ou menos a noção de que os reis estavam agora perdendo terras permanentemente para a igreja. Os reis tinham que se preocupar agora em dar coisas para a igreja. Olha só o exemplo do rei: é da Danone, que tem tantos nomes, exatamente "reaction noturna", que você tem pra vocês agora.
Olha só o exemplo dele: olha só o que aconteceu com ele, a questão que ele tinha que se preocupar com a igreja e com seguidores, e aí ele acabou não dando conta de fazer isso. Os reis estavam agora perdendo terras permanentemente para a igreja, terras que anteriormente teriam tirado de um guerreiro para dar a outro, ou seja, terras que iriam para os seus seguidores agora estavam indo para a igreja. Outro problema: eles ofereciam a qualquer um uma forma permanente de doação real para ser adicionada às terras que poderiam ser dadas por parentes.
Como o próprio Haiti, o balde escreveu para que ele a deixasse e escreveu a um amigo dele, por carta aberta, dando o inscreveu. Não, ele disse que provavelmente quem escreveu foram os bispos do beneficiário, mas enfim, ele escreveu falando que ele poderia deixar a terra pra quem ele desejasse quando ele morresse. Só que as terras poderiam ser dadas por parentes desde que o monastério fosse fundado e o governo da terra ficasse nas mãos da família do beneficiário.
Embora fosse uma concessão religiosa, nós estamos entrando aí naquele problema de que os monastérios, um deles privados que já citei, ficavam na família dos beneficiários. Eles brigavam pela herança, às vezes, e acabavam talvez secularizando totalmente, ou seja, a terra da igreja ou para um leigo, com os propósitos religiosos. O charque garantia isso e era uma forma permanente de doação real para ser adicionada às terras que poderiam ser dadas por parentes, desde que o monastério fosse dado e a terra ficasse nas mãos da família do beneficiário.
Então, o charque garante isso que você percebe, que ele está intimamente ligado à igreja, era uma forma de garantia real que a igreja tinha para que ela ficasse com as terras. Que embora não quer dizer 100%, a igreja, como eu disse, eram pra fins religiosos. Ok.
Isso foi a parte do teatro. Vamos passar agora para a segurança e para o código de leis. Vamos pensar assim: se a igreja precisava de riqueza de um rei, uma necessidade óbvia e básica para que ela conseguisse essa riqueza, o que não tinha?
Ela era a segurança. Que pelo século 7 ela começou a buscar segurança onde? Nas leis seculares.
Ela precisava do rei para garantir a sua própria segurança. O código de Iturbe, que a gente já falou sobre ele, era bem organizado e algumas lacunas são preenchidas pelos sucessores desses códigos, só que outras lacunas ainda existem, ok? Outro rei, o código do reinício de Wessex, começa de uma forma ordenada.
Se a gente for analisar os códigos, só que ao passar do tempo, ele se torna confuso e repetitivo, tá? Então, a gente pode questionar uma coisa: o valor desses códigos que os juízes locais, os juízes dos reis, que são encarregados de fazer cumprir as leis. O valor desses códigos escritos provavelmente é de se duvidar.
Por quê? Porque os juízes muito provavelmente eram iletrados e já conheciam os elementos costumeiros da justiça deles, ok? Então, o valor desses códigos é de se duvidar até pela forma que eles são escritos.
Não é uma forma que parece ajudar muito na aplicação das leis, considerando que muitos juízes ainda eram iletrados. Lembrando que quando eu digo que os anglo-saxões se lerão depois da conversão ao cristianismo, significa que toda a população se tornaria letrada. Os clérigos eram letrados e os reis também.
Até as pessoas com cargos importantes nem sempre necessariamente eram letradas. Os juízes provavelmente eram iletrados, tá? Não precisavam ser letrados porque já conheciam os elementos costumeiros da justiça deles, da forma que eles viviam.
Muito do aspecto cultural vale nas leis, eles não precisavam ser letrados, tá? E até pelas formas que os reis escrevem nos códigos, é de se pensar se realmente eles tinham um valor prático. O que esses códigos de leis provavelmente foram, na época, parecem ter sido tentativas de civilizar a imagem dos governos.
Portanto, parece ter sido mais importante escrever o código para ter uma aparência de ser civilizado, tá? Do que organizar um material de uma forma compreensível, ou seja, escrever o código, colocar a palavra no papel, tá? Só que o que continua valendo mesmo é a nossa justiça costumeira, são os nossos costumes.
Aí que continua rock. A maior dificuldade dos primeiros códigos e leis é decifrar o que eles descrevem como costumes tradicionais e o que era realmente uma organização governamental, já que o mais importante parece ter sido civis, a imagem dos reis, do que fazer uma lei de forma prática. Lembrando que os códigos começaram a ser escritos depois da conversão ao cristianismo, nós não podemos dizer se os códigos aumentaram, significamente, o poder real quando foram inscritos ou se os reis já possuíam tal poder antes de escrever os códigos.
Pela dificuldade que nós temos em decifrar essas leis e descobrir se era costume tradicional deles ou se era uma organização governamental, porém, duas coisas nós podemos dizer. Primeiro, o que era a justiça inglesa na época. Eu já citei um pouquinho isso há dois anos atrás, mas sinto necessidade de abordar isso novamente.
A justiça inglesa na época se baseava na vingança, ou seja, os parentes de uma pessoa poderiam se vingar por algo que acontecesse, ou uma compensação poderia ser paga ao invés de vingança. Então, se eu tiver um parente seu, você tem o direito de matar um parente meu ou, então, eu lhe pago uma compensação para que nada aconteça. O Guardian diz que eu já citei também o rei Alberto II de Candy.
O rei Rua é um novo comunicado de recall. Por exemplo, estabeleceu um peso de sangue para várias classes sociais. Wheldon, que eu citei, eram aqueles que, dependendo da data da sua classe e do seu status na sociedade, o seu peso de sangue era maior ou menor.
E esse é o adware, a compensação que deveria ser paga caso um crime, o assassinato, fosse cometido. Eu matei você, parece que você vale 1200 gadgets, e eu, 1200 prisões. O seu preço de sangue era 1200 xingas, que era a moeda medida que usavam na época.
Ao invés de você matar um parente meu, eu pago para você 1200 xingas, que é o que você vale, e fica tudo certo. O que os reis esperavam com esse sistema de "web", ou do preço de sangue, ou da vingança, era que, caso não quisesse pagar, você tinha o direito de matar. Eles esperavam que as disputas fossem resolvidas entre os envolvidos.
Eles preferiam que as disputas fossem resolvidas entre as próprias pessoas, entre os próprios envolvidos nos crimes, do que envolver as autoridades reais para puni-las. É uma coisa bem interessante o papel das autoridades em lidar com casos como pessoas que foram assassinadas sem parentesco. Se a pessoa não tinha nenhum parente e foi assassinada, o que faz?
Aí a autoridade real entrava e lidava com o caso. Ou no caso de alguém ser morto no ato de roubo; quem fosse morto roubando não poderia ser ligado a vingança. A compensação não se aplicava à pessoa que foi morta no ato.
Quando isso acontecia, aí sim, era papel das autoridades reais lidarem com esses casos. Porém, uma coisa podemos concluir nesse contexto: os reis tinham um poder formidável. Por quê?
Porque eles também recebiam pagamento de multas por muitos crimes e também uma parte da compensação paga para a parte vitimada. Ou seja, se eu matei alguém e paguei uma compensação, uma parte vai para o rei. Se eu fiz algo que merece uma compensação que não seja assassinato, enfim, outro crime que tem uma compensação, como vimos, eles colocavam valor em tudo.
Há doze anos atrás, uma parte ia para o rei, ou seja, alguém recebia dos crimes cometidos. É interessante notar que aqueles no serviço do rei, aqueles que estão a serviço do rei, têm um status especial, e o comércio e os comerciantes são monitorados de perto. Se o rei ficava com uma parte de tudo, não é de se surpreender que ele observasse o comércio e os comerciantes de perto.
Monitorados de perto, as pessoas que eram encarregadas de recolher isso e resolver as coisas para ele tinham um status especial. Ok, só que se fizermos uma análise geral das leis e da cultura deles, percebemos que os reis, uma vez que a igreja começou a ficar forte, ganharam uma nova responsabilidade. E que responsabilidade era essa?
A igreja levava essa responsabilidade muito a sério. Por exemplo, a interdição de Kent. Ele dava às igrejas uma compensação por roubo maior do que a compensação que ele mesmo recebia.
Ou seja, quando recebia compensações, a da igreja era maior do que a dele. Witter isentou a igreja de impostos em troca de orações, ou seja, a igreja não precisava pagar impostos para ele. Um outro líder fez isso: em troca de gerações, orai por mim, vocês não precisam pagar impostos.
E ele multou pesadamente, isso mesmo. Ele instituía multas pesadas por relações sexuais. Ele cita até nisso.
Ele controlava, por exemplo, ao estabelecer penas severas para quem não batizasse as crianças e para quem não observasse o domingo. Ou seja, ele interferia nos mínimos aspectos da vida das pessoas por conta dos aspectos religiosos. O rei começou a interferir por conta dessa nova responsabilidade que era da igreja, e até mesmo no seu próprio direito, por exemplo, no direito de receber impostos, direitos de receber compensações.
Eles passaram a abrir certas concessões em favor da igreja. Esse tipo de legislação é a legislação que beneficia a igreja e faz pressão sobre as pessoas para que observassem os princípios religiosos. Como, por exemplo, o “ine meu”, onde você tinha que obrigar as pessoas a levar as crianças.
Um exemplo disso é esse tipo de legislação que, provavelmente, o bonde fez. Um dos santos da igreja inglesa esperou que o balde fizesse isso quando escreveu aquela carta, inclusive culpando a oil world por muitas coisas que aconteciam na igreja. Coisas que ele não gostava, tá bom?
Faz só, ele reclamava uma coisa: ao escrever, ao pensar nesse novo mundo, o sambô no final. Sei, ele escrevia que tal poder real, poder, é um cara forte, poderia ser usado contra a igreja, tanto como a favor da igreja. Olha só o medo dele: os reis estão usando esse poder a nosso favor, mas isso, se eles começarem a usar contra, então é muito provável que ser o único responsável pelas leis aumentou muito o poder real e a igreja estava preocupada com isso.
O reino, único responsável por fazer as leis, estabelecia tudo; ele recebia compensações também por tudo, tá? As coisas eram monitoradas pelos rios nas opções de muito perto e é provável que isso aumentou muito o poder real na improvável obra. Até que só aumentou muito o poder real por ele ser o único responsável.
A igreja começou a ficar preocupada com isso e também pensou em métodos para se beneficiar disso, para se proteger. Disse para trazer essas leis, poder do rei, a seu favor. A lei era feita em nome do rei e a lei se tornava o rio de uma forma que não acontecia antes e nunca aconteceu em outros lugares, como por exemplo na Escandinávia.
Os reis nunca tiveram poder tão forte. Então, em resumo, a igreja buscava se proteger com essa, essa, por causa da usan desse grande poder real que o rei poderia exercer. Mas, ao mesmo tempo, tinha que ter alguma segurança de que esse poder seria usado a favor dela.
Bonifácio, inclusive, estava preocupado com isso. Só que a igreja influenciou muito nessa parte da legislação também, como nós vimos aqui. Agora, a última questão, paz e os reis dominantes, é saber os reais.
E duas opções brigavam muito, mas a gente já viu que era um estado de guerra constante. Era difícil que a igreja se recebesse bem essas brigas entre os nobres, porque ela precisava de paz, a necessidade que a própria igreja tinha de paz para prosperar. E tal, Bedi fala pra gente que, depois da morte do irmão Jack Friis na batalha de 30, havia um conflito prolongado.
Haveria um conflito prolongado entre os envolvidos, por exemplo, a equipe e um filho de Mércia. Eu posso enganar-me: engano. Foi Rauffier de Mércia.
Eles enfrentaram na batalha de Trânsito e morreu o irmão de Apps. Se o arcebispo não tivesse se envolvido nessa, nem nesse conflito, nessa morte, para resolver esse conflito, haveria guerra prolongada, haveria um conflito muito prolongado. A igreja não teve esse, nesse caso, e o que a igreja fez?
O arcebispo Teodoro, fez nessa época, assegurou o pagamento de uma compensação. Não precisariam ficar brigando, perambulando pela morte do irmão do ex-chefe; a compensação foi paga, por favor, façam isso. Ele conseguiu, o arcebispo, que eu não consegui resolver isso.
Ou seja, a igreja exemplifica apenas que as lutas incessantes entre os nobres não eram bem recebidas pela igreja, embora continuassem acontecendo. Outra questão difícil é estabelecer a questão do Brito Alda. Como eu falei pra vocês naquela hora, eu falei do espiritual.
Alguns reis tiveram poder tão forte quantos virtuais, como por exemplo, dependendo de Mércia. Só que o pendão, o estado com o futebol do UOL, é um exemplo. É uma questão difícil estabelecer quem era habitual e quem não era.
Por exemplo, Revolta Brad está em inglês, liderou um exército do sul para outubro. Ele está na lista do B. Cláudio, só dependendo de Uff.
Fizeram mesmo venda. Também atacou o norte com um exército. Se o Hulk também atacou o norte com o exército do sul.
De onde eles dominavam, eles não estão na lista, porque isso. Outra coisa: há evidências de que Caio do Ala de Wessex e o T-Rex de Mércia, são outros seis, eram considerados brutais por alguns e não por outros. Tanto é que nas listas de Brito Alves que nós temos, não é citado Caio, não aceitar do Ine, não é citado o ator, tá?
Eles eram esperados por alguns; por outros, não eram. Ou seja, era mais provável que o status de Brito Alda era, até certo ponto, subjetivo. Alguns reis eram, sem dúvida, poderosos e poderiam impulsionar a vontade, além das próprias fronteiras, como nós vimos, sendo habitual ou não, sendo considerado o virtual da, atualmente ou na época, por seus contemporâneos ou não, tá?
Eles eram, sem dúvida, poderosos e poderiam impulsionar sua vontade, além das próprias fronteiras. Porém, o poder deles era ressentido e resistido, e suas reclamações ao título não eram reconhecidas. Ou seja, uma parte simpatizava comigo, mesmo dominando; outra parte não simpatizava comigo, mesmo eu dominando.
Ela estava, como eu domino, no duelo por causa de dominá-la. Então, a parte que simpatiza comigo vai considerar o futebol da, e a parte que não simpatiza vai resistir ao poder, vai ressentir o poder, vai lutar contra mim se tiver oportunidade, tá? Então, isso dá uma subjetividade ao status.
Como uma vez comentamos do espiritual das. Porém, qual era uma das opções, as probabilidades que temos de alguém ser considerado virtual da e outra pessoa não, embora tenha o poder semelhante ou talvez mesmo poder? A igreja em que Brian.
. . e olha só, a igreja defende de novo essa.
A igreja 15 abr, o principal é saber se padre inglês, a sede da igreja inglesa, tinha um interesse especial em fazer o título de Beato Alda continuar. Por quê? Porque ele oferecia esse título uma perspectiva de controle sanitário e de paz na província, na província de Quentes, que é onde estava e onde anotava, onde quer que ficava localizado.
Então, fazer o título de virtual de continuar a ter um virtual de alguém com esse. . .
O estatuto era uma coisa interessante para a igreja que, em dezembro, é sugestivo que a lista kebede nos ofereça de preto audaz e o reconhecimento do poder dele de aet balde. Vinham do contexto de materiais derivados de 15 mil, e os materiais que ele usou podem ter vindo de Kimberley. Então, a lista que ele tinha na mão era uma lista favorável a quente Berlim; era uma lista que Candy considerava.
E aí, o futebol, na época, dominava em que Bruno. Então, Band também reconheceu a revolta como um grande evento e comparou o poder dele com os virtuosos. É sugestivo também que a alcunha Alcuíno, que é um cara que a gente vai estudar sobre lenda, descreve quentes como o origo impere angola, ou seja, a origem do império ângulo, a origem do império inglês.
O aparecimento dos títulos de etanol dos anos 730 coincide com o domínio de Mércia, subindo ao arcebispado, ao cunho religioso que viveu mais tarde; isso inclusive foi importante na curta de Carlos Magno. A gente vai ver sobre a lenda; ele descreve quente. Olha só, quentes onde estava localizada como a origem do império ângulo.
Lembrando que a terra dos ângulos é no ar há dois anos. E que o aparecimento dos títulos de aet bond, ou seja, esse status de Bertioga, um grande status de direito a voto, que sem dúvida foi poderoso, mas o status dele é conhecido, e condomínio dele. O domínio de Mércia, que a rede Mércia sobre os arcebispos de Canterbury, ou se ele conseguiu estabelecer seu domínio, é interessante para a igreja de Kent.
É interessante para quem quer ter alguém com esse status. Aí, o caso está com a faca e o queijo na mão; você juntou a fome com a vontade de comer. Então, Quente via com bons olhos: olha, esse cara pode manter a unidade, esse cara vai ser interessante para a gente.
Vamos considerar e vamos dar um grande estatuto para ele; vamos dar o status de batalhão para ele. Isso pode ter influenciado muito a visão que hoje nós temos, sobretudo aulas, e até mesmo que as pessoas na época tinham sobre rodas, embora o poder deles fosse ressentido e resistisse por alguns. Gregório confirmou a queda do Papa Gregório no sul da província Bretanha, o que bate com a ênfase de todas as fontes antigas, que o domínio era do sul da Inglaterra, ainda que até 635.
E, por um tempo depois, era reclamada a responsabilidade por toda a Bretanha, então dominou 15 abr. Quero é dominada. Kléber simpatiza comigo e eu domino sobre ela; eu tenho domínio sobre o sul da província Bretanha, ainda que não fosse sobre todo o sul.
Poderia ser considerado sobre o sul da província Bretanha. E, às vezes, eles reclamavam: "Olha quem liberou a sede da igreja; eu domino sobre ela. " O domínio, sobretudo, da Bretanha tem um pouco mais de influência.
Domingo, por todo o britânico. Então, podemos estabelecer uma grande intimidade com os baldios e com o que Quente pensava sobre os riscos e dominavam lá, ou, quem sabe, pensar sobre os Brics, rodas, e até mesmo o status que ela conferia aos homens para serem chamados de Brito Rodas. Ora, só; ou seja, a realização concreta do rei dominante faz sentido para Candy.
Brasil, seja quem a dominar. Outra coisa: um rei dominante estava muito bem enquanto respeitava os acessos e bilhetes das suscetibilidades de 500, e a igreja Quente, em particular, quem também favorecia o cara, estava bem. É de se destacar também que é de ruim e talvez outros virtuais da Noruega não mantiveram o controle sobre Quentes; efetivamente, não tiveram o controle sobre Quente.
Só que quem simpatiza com eles e Quente partilhava com esse conferiam os estados, mesmo que eles não tenham mantido o controle sobre a província. Olha só que interessante! A subjetividade que esse título de Bretau da Tia estava também ligada nessa época à igreja.
Então, olha como a igreja interfere nos rins e como os reis tiveram que pensar política e tudo o que eles faziam de acordo, considerando também a igreja que estava nascendo, crescendo e ficando mais forte. Por fim, nós vamos citar aqui o conselho de Côvado, ou seria melhor dizer os concílios de Coruche. Teve mais junto, só que vamos focar nesse presidido por Inocêncio e tudo mais que eles buscavam fazer.
Lembra que Bonifácio escreveu: "Caetano volta a sair". Foi convocado o conselho de todos os bispos do seu inglês e aí eles descreveram um acordo e chegaram a um acordo sobre várias questões. O concelho de Coruche, o que ele fez, o que ficou decidido?
Ele buscava reformar monastérios nos quais a ganância tirana corrompeu a vida cristã, ou seja, essa coisa dos monastérios. Vamos tentar dar uma reformada neles. Proibia monges de se misturarem com leigos de conduzir negócios seculares.
Collor disse que os monastérios eram totalmente secularizados; monges conduziam também negócios seculares como se fossem quaisquer seculares. Então, o que esse conselho fez? Proibiu!
Hoje, monges não se misturam mais com leigos, não conduzem mais negócios seculares. Condenou os sais grotescos e as bebedeiras dos monastérios. Olha só, beber deles; nos monastérios utilizavam-nas como se fossem seus grandes salões.
Comemoravam, bebiam e tal. Não mais! Isso vai acontecer!
As artes grotescas, seja qual for o tipo, vão sair dos monastérios e a bebedeira nos monasterios está condenada. Proibiu o sacerdote de cantar à maneira dos poetas seculares. Sacerdotes que se comportavam e cantavam cujas hesitavam de acordo com os poetas seculares: a partir de agora, a partir desse concílio, os sacerdotes não mais farão isso.
Olha só, buscava reformar um pouco dessa grande secularização dos monastérios que a gente citou. Tentaram controlar um pouco isso no conselho de conversão. Não conseguiram 100%, mas houve progresso.
Por exemplo, em 400, não seguiu em 4. 749. O reitor Balde, que presidiu em conselhos, como John, concedeu um importante privilégio, liberando a igreja de todos os trabalhos e fardos, porque se quis dizer por todos esses trabalhos de faixas.
Um exemplo que posso citar é que os monges já haviam sido forçados a trabalhar em edifícios reais e outros trabalhos; ou seja, usavam moldes para trabalho forçado. Isso aconteceu também porque os reis utilizavam monges para trabalho forçado. Teobaldi concedeu um importante privilégio, liberando a igreja de trabalhos e fardos e de alimentar os reis e príncipes.
A partir de hoje, os monges religiosos não têm mais a obrigação de alimentar os reis e os príncipes; ele insistiu apenas na contribuição da igreja para a construção de pontes e fortes que haviam sido impostas ao povo por edito real. Ou seja, vamos parar de abusar dos monges, vamos parar de abusar um pouco da igreja, vamos liberá-los dos trabalhos e fardos, vamos liberá-los de alimentar os seus príncipes. Só que, por enquanto, vocês só vão ter que contribuir com a construção de pontes e fortes que haviam sido impostas ao povo por edito real.
E você vê aí a igreja já se estruturando, buscando uma força, buscando uma proteção nos reis e também se reformando ao tentar tirar um pouco da secularização dos monastérios. Isso é muito importante no desenvolvimento da igreja inglesa. Nós vamos ver mais algumas características da igreja com o passar do tempo.
Vamos ver que os religiosos se envolveram muito na vida política. Com o passar das aulas, a gente vai ver, inclusive, alguns nomes para vocês, principalmente depois da era vic, que tiveram influência. Não seja novidade na Idade Média, a igreja sobre política.
Só que aí já começamos a entender um pouco a estrutura de uma igreja reformada e quais foram os caminhos que ela seguiu. Rock, e é isso. Acho que por hoje é só.
Então, o que fica dessa aula é que, contudo, você tem a questão do charter, das terras, das riquezas, que estavam cada vez mais saindo da igreja, pelo menos o que tinha que considerar ela nessa questão. A secularização dos monastérios começou um pouquinho; tentaram frear um pouquinho esse conceito de que os santos eram contemporâneos de reis, e eles tinham que considerar a opinião deles; ou consideraram algumas vezes. Se irá encontrar outros momentos, a questão das leis da igreja buscava no rei a segurança que ela buscava no grande poder do rei, recebendo, inclusive, grandes compensações dos reis, reforçando várias vezes a questão religiosa.
E é importante que a pessoa considerada habitual mantivesse o controle e também a simpatia da igreja, de quentes e tudo mais. Ok? Então, espero não ter sido confuso.
Espero que tenha sido algo que você conseguiu entender sobre o poder real e a igreja, que cada vez tinha que mais ser considerada com o tempo. Rock, então por hoje é só. É isso.
Como eu falei, essa aula, esse último vídeo, as aulas são uma aula só que é muito extensa. Olha só, esta já vai dar 50 minutos. Teria sido muito grande eu tivesse feito uma só.
Tá, então espero ter dividido bem, espero que você tenha entendido bem, e vejo vocês na próxima. Até lá!