coisa importante para você saber pensar em dois tipos de relacionamento relacionamentos que eu tenho tá vendo duas bolinhas desenhado um relacionamento que tem aproximações e separações em outro tipo de relacionamento tá vendo ó misturado uma bolinha dentro da outra a gente pode pensar como uma relação simbiótica ou como eu falei misturado é interessante isso porque na clínica isso aparece de algumas formas não é só na clínica mas no dia a dia dá uma olhada nisso eu coloquei três grupos aqui aqui um mais Brando um extremo E outro que é muito comum mas é mais disfarçado
que interessante essa questão de enxergar o outro como diferente como separado é uma coisa fundamental mas muitas vezes na clínica no dia a dia temos aquelas pessoas que se envolvem de forma simbiótica com outro tentando se misturar com outro de uma forma Branda a gente pode escutar naquelas coisas do tipo aquela frustração que o outro não faz aquilo que eu quero então se incomoda assim pessoa chega no consultório que tá chateada bravo frustrado triste porque o outro fez uma coisa que ela não queria que ele não queria eu sempre pergunto Mas você falou isso pra
pessoa e muitas vezes a resposta é assim ué precisa falar tem que saber é um pouco de empatia Ué e esse um pouco de empatia às vezes pode est carregado dessa dimensão meio que simbiótica CR que o outro Pense como eu penso Dá até para falar assim escuta mas o outro não tá na sua cabeça você precisa falar você precisa deixar claro você precisa comunicar pensando em algo mais extremo dessa forma simbiótica de envolvimento eu tenho aquela relação quase paranoica de posse absoluta do outro que é o seguinte Ou você me ama ou você é
como eu quero ou você ajo como eu quero ou você não existe eu te mato aquela pessoa assim que é inconcebível por exemplo você terminar o namoro com essa pessoa não querer mais porque ela não enxerga você como uma pessoa separada ou pode ser que você seja essa pessoa que a acha que esse esse seu parceiro ou parceira não pode existir separadamente de você isso pode ser até violento e Cruel com essa pessoa por conta disso e tem um aqui o c que ele vem disfarçado porque o sofrimento é usado para deixar o outro nesse
lugar de impossibilidade de ser outro então via sofrimento às vezes sofrimento Às vezes pode ser uma pessoa deprimida né pode usar algum tipo de ah ide ameaça suicida como forma assim de não deixar o outro ser o outro enquanto esse aqui é ou você sou eu ou eu te mato esse aqui é ou você sou eu ou eu me mato e aí nessa posição de um vitimismo de um sofrimento até um estado deprimido de atribuir o outro como responsável pela própria vida do sujeito acaba mantendo a pessoa nesse tipo de relação tentativa de relações simbióticas
e uma coisa interessante quanto mais simbiótico uma relação quanto maior a simbiose mais aquilo que nós chamamos de relação tóxica o tóxico é é o simbiótico e algumas vezes eu escuto em rede social você vê muito isso no Instagram ah pessoas que estão chamando o outro de toxico é justamente a pessoa que enxerga o outro de forma simbiótica que na verdade por não aceitar que o outro é outro acaba chamando outro de tóxico porque não se comporta como a pessoa quer como está na sua cabeça na sua idealização e claro um exercício fundamental da Clínica
é esse exercício de separação é trabalhar o tempo todo com os pacientes com os analises essa separação do outro poder ser outro parece Óbvio mas até muito comum tomar o outro como a si mesmo essa forma misturada e não assim como dito por Ruben Alves amar é ter um pássaro pousado na ponta do dedo e quem já teve um pássaro pousado na ponta do dedo sabe que ele voa quando ele quiser que seria aqui essa relação aproximação separação Diferentemente dessa aqui essa aqui é uma outra leitura mas a lá Shakespeare né O amor é um
cativeiro você não pode sair daqui porque você nem é outro você sou eu mesmo