Leonardo, muito bom, momento muito agradável, gostoso, enriquecedor. Então, a gente vai dar continuidade nesta manhã com eh o estudo da Constituição de Verbo. Então, para nós darmos início nesta manhã, irmã Zilda vai nos conduzir aqui o momento de oração. Bom dia. Vamos deixar que Deus abra, né, aquilo que precisa ser aberto no nosso coração, Na nossa mente, né? Tantos conhecimentos bonitos nós estamos recebendo. E essa semana é uma semana toda especial, né? Aonde nós ficamos sabendo o nosso nome do nosso pastor, né? nosso pastor maior, né, Papa Leão 14. E nós queremos, né, de maneira
especial nessa manhã, trazê-lo aqui, né? Vamos rezar uma dezena do terço em ação de graça pelo sim dele, né, que deu a igreja, né, a humanidade toda, né, todos nós estáamos ligados naquele momento, né, o planeta todo. Então, em ação de graça a ele, né, que parece ser uma pessoa assim, né, que transmite o bem, que transmite a paz, que transmite aquilo que nós precisamos, né? Então, vamos fazer dessa oração. Eu convido as mulheres para me ajudarem na primeira parte, a Ave Maria, e os homens rezarem a segunda parte, tá? Podem ficar sentados mesmo, né?
E vamos pedir então, né, a ação de Deus na nossa vida e na vida desse nosso pastor. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém. Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sois vós entre as mulheres. Bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa Ave Maria cheia de graça, o Senhor é bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora
e na hora de nossa Ave Maria cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres, bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém. Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sois vós entre as mulheres. Bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós Pecadores, agora e na hora de nossa Ave Maria cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres, bendito é
o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa Ave Maria cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres, bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós Pecadores, agora e na hora de nossa Ave Maria cheia de graça, o Senhor é bendita sois vós entre as mulheres, bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa Ave Maria cheia de
graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres, bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós Pecadores, agora e na hora de nossa Ave Maria cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sois vós entre as mulheres. Bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa Ave Maria cheia de graça, bendita sois vós entre as mulheres bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós Pecadores,
agora e na hora de nossa Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém. Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o céu e socorrei, principalmente as mais precisarem da vossa divina misericórdia. Amém. Vamos rezar juntos. Agora eu convido para nós ficarmos em pé, rezarmos juntos essa oração do jubileu e unidade com toda a igreja em Sinalidade com com todo o mundo juntos. Pai que estás nos céus, a fé que nos destes do teu filho Jesus Cristo, nosso irmão, que a
chama da caridade amada nossos corações, pelo Espírito Santo, esperem-aventurada esperança para a vinda do teu reio. A tua graça transforme em cultivadores difentes das sementes do Evangelho e fermentem a humanidade vos na esfera confiante dos céus e da nova terra. Quando decidas as potências do mal se manifestar para sempre a tua glória. A graça no juu que vive em nós, perinos esperança, o desejo dos bens celestes que derrame sobre o mundo inteiro a alegria e a paz do nosso ti, Deus bendito, a eternidade, louvor e glória pelos séculos dos séculos. Amém. Pai nosso que estais
nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cair tentação, mas livrai-nos do mal. Permaneçamos unidos na Trindade Santa que é Pai, Filho e Espírito Santo. Amém. Um bom dia. Espero que tenham nãul eh, espero que tenham passado bem da noite de ontem. Então, nessa manhã, nós vamos olhar para de verbo a partir do da perspectiva
bíblica, né? Então, ontem nós tratamos mais da expressão do concílio, da discussão eh desse documento dentro da organização dos, né, da até que a que o que o que o documento fosse aprovado. E nós vimos que a maior recepção que nós Tivemos na nossa realidade foi de fato a partir da perspectiva bíblica, o quanto que Aden Verbo transformou a nossa pastoral, a nossa vida de igreja a partir eh da acessibilidade, né, da igreja, do povo de Deus com os textos bíblicos. Então, só recapitulando alguns elementos históricos também, nós a reforma, a não, não vai precisar.
A reforma, ela, a reforma, né, e a contrarreforma lá do século X, ela tem um impacto importante e ela surge Justamente, né, dentre outros fatores, mas justamente porque o texto bíblico começa a estar à luz das reflexões teológicas da época. Lembram que lá naquele contexto nós estamos vivendo o período do renascimento? E o período do renascimento é um momento em que a humanidade eh europeia, né, ocidental, ela redescobre principalmente as origens. Então, há uma valorização daquilo que é original, daquilo que é Antigo, daquilo que é primeiro. E nesse contexto, as narrativas em língua matriz, em
língua originária, hebraico e grego, começam a se tornar também foco de estudo. Então, lá no século século XV, século X, nós começamos a reencontrar, começam a surgir os estudos eh dos livros em matriz hebraica, em matriz grega. começam a surgir os primeiros dicionários de tradução do grego para o latim, do hebraico para a língua alemã e assim por diante. Então, É nessa perspectiva dos estudos bíblicos que desencadeia o movimento que chega também à reforma. Para os irmãos protestantes, o estudo bíblico vai se manter como um foco importante paraa definição da sua identidade, inclusive com aporte
metodológico. Enquanto a igreja se coloca nessa contrareforma e limita eh um pouco, né, essa questão da acessibilidade aos novos métodos de leitura e de estudo dos textos antigos. E aí dos textos antigos entra também o texto bíblico. A comunidade da reforma se dedica e se aprofunda nisso, principalmente a comunidade alemã. Então, principalmente Lutero, a eh os luteranos vão ter grande papel na produção de novas metodologias de pesquisa e de estudo bíblico. Não significa que a igreja não adotou essas metodologias, mas não era reconhecida, né? não era uma sempre aquela uma disputa de narrativas. Então, um
grupo Eh de pensadores cristãos católicos que desejavam, né, que buscavam essas novas metodologias, enquanto a igreja, no seu magistério, reafirmava uma leitura alegórica, uma leitura espiritualizada ainda do texto, sem uma reflexão crítica. com eh mas mesmo nesse contexto nós começamos a ter algumas traduções. Então surge mesmo no contexto católico traduções dos Evangelhos, principalmente paraa língua latina, né, para para pro Italiano, pro português, pro pro alemão. Começam a surgir traduções, algumas traduções dos Salmos, do Pentateuco, mas não uma tradução completa de todo o texto de modo acessível. Então, nós vamos ter ali, a partir do século
X já um movimento bíblico também impulsionado pela reforma de promover novos eh de promover uma nova leitura bíblica. Esse movimento ele vai crescendo e ele vai desencadear então no Concílio Vaticano Segundo. E a Dei Verbo vai recolher para Nós toda essa esses quatro séculos ali de reflexões e dará pela primeira vez, né, uma autenticidade, um reconhecimento dessa leitura crítica. E é isso que nós gostaríamos de olhar então para dei verbo nessa manhã, a partir dessa perspectiva da importância da verbo para para os estudos bíblicos, para a reflexão bíblica, tá bom? A medida que nós vamos
olhando, vocês vão ver que eh que isso não nos é estranho, que isso faz parte da nossa Identidade. Essa também foi a nossa dinâmica de expor aquela mesa ali ao fundo, onde nós trazemos documentos e materiais frutos da realidade local e da realidade eh do Brasil, da nossa igreja, onde boa parte daqueles materiais passaram pelas nossas mãos, né? Alguns ali diz: "Eu fui catequisada com esse material ou outro eu dei catequese com esse material, né? Então a gente sentou, a gente estudou isso e aquilo que está ali, que depois na hora do intervalo é Justamente
para que a gente possa se degustar e recuperar na nossa memória essas experiências, é para que a gente perceba que aquele material ele é expressão direta da recepção da verbo na nossa igreja. Então, a dei verbo, ela não é algo abstrato, ela ela dialoga com as nossas com a nossa memória, ela dialoga então conosco. Bom, então como pensar, né, aqui a dei verbo a partir de uma leitura contextualizada ou uma leitura em Diálogo, uma um uma reflexão dialogante com o texto do texto bíblico com a eh com a sociedade. Então, lá no início da de
vocês estão com a de verbo, né? Sim. Sim. Que bom. Então, lá no início, no versículo eh no número dois, nós temos aquela expressão bonita, né? Aprove a Deus na sua bondade e sabedoria revelar-se a si mesmo e dar a conhecer o mistério de sua a num projetor. dar a conhecer. Isso. Dar a Conhecer o mistério de sua vontade, mediante o qual os homens, por meio de Cristo, Verbo encarnado, t acesso ao Espírito Santo no Pai e se tornam participantes da natureza divina. Em virtude desta revelação, Deus invisível, no seu imenso amor fala aos homens
como que há amigos. Então, essa expressão, né, ela já nos traz alguns elementos importantes. Deus fala aos homens como há amigos. Portanto, a revelação, ela se dá no contexto humano, na natureza Humana, dentro de uma de uma linguagem que o ser humano é capaz de compreender, capaz de absorver. O ser humano é um ser histórico, é um ser que está em sociedade. Então, a linguagem de Deus, a comunicação de Deus é uma comunicação que se dá dentro desse contexto histórico. É uma comunicação que se dá por intermédio da natureza e da condição da condição humana.
Essa condição humana é histórica, social e cultural. Então, nós Não entendemos a revelação fora dessa dimensão humana. É aqui que nós conseguimos absorver e compreender essa revelação. Ainda no número dois, né, Jesus Cristo, que é simultaneamente o mediador e a plenitude de toda a revelação. Então, é importante essa expressão. Jesus Cristo na sua condição humana e divina, é ele que é para nós expressão plena da revelação de Deus. Então, compreender a revelação passa por compreender também a humanidade de Jesus. Então, manifesta em gestos e palavras quem é Deus e qual é o seu projeto de
humanidade. Então, a revelação não se distingue ou não não eh não elimina, né, a condição humana para que nós possamos absorver e compreender a comunicação de Deus, a relação de Deus com a humanidade. No número três da Verb, virando ali, nós temos a preparação da revelação evangélica. E em um número ele faz uma síntese da história da salvação, de da criação até Jesus Cristo. Então, em um parágrafo, né, a verbal, de modo muito sintético, nos nos resume essa eh essa relação de comunicação de Deus eh de si com a humanidade. E a primeira expressão vai
dizer que na criação, então Deus criando e conservando todas as coisas pelo verbo, oferece aos homens um testemunho perene de si mesmo na criação. Então, a criação, esse testemunho perene de Deus na criação nos traz esse elemento da Universalidade, a revelação. Deus se comunica ao homem de modo universal. Então, a primeira relação ela é universal. Depois essa comunicação, ela se dá a partir da realidade histórica de um povo. No devido tempo, chamou Abraão para fazer um grande povo. E ele continua, né, depois Moisés e os profetas. Então, uma outra expressão importante que nos ajuda é
entender a revelação como um processo. Há uma processualidade da comunicação de Deus, Da relação de Deus com os homens. Então, há uma assimilação histórica, uma assimilação cultural. Parece que é simples hoje a gente pensar isso, né? Mas ainda às vezes nós imaginamos que tudo veio pronto, que a Bíblia caiu pronta do céu, que Deus quando falou com Moisés já falou tudo. Moisés já entendia tudo que tinha que saber sobre quem era Deus, sobre quem era o seu projeto. Então, entender dentro da verbo que a comunicação de Deus é processual, faz Parte da do respeito e
da assimilação da história. É dentro da história que Deus se comunica. Se os textos bíblicos são expressões da fixação dessa dessa relação da humanidade com Deus, então não podemos nos aproximar do texto bíblico eh sem essa sem essa construção prévia de que a revelação contida se deu de modo processual. Não posso pegar a narrativa de Abraão e anacronicamente atribuir a Abraão uma compreensão plena da eh da revelação de Deus naquele Momento. Então, é um processo, é uma relação processual que mesmo em Jesus Cristo também é mantida nessa processualidade. O número quatro da verbo vai nos
falar então que Cristo é a plenitude da revelação. A plenitude ah no ele diz então que não é possível esperar nenhuma outra revelação pública antes da gloriosa manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo. Então, Jesus se torna para nós a base, Jesus se torna para nós o a centralidade, né? O Elemento, o critério de leitura e de interpretação dos textos bíblicos. Eu não posso ler os textos bíblicos ou, né, aqui pensando na na no texto bíblico como essa copilação da memória da revelação, de modo que a pessoa de Jesus Cristo, né, de de modo que a
gente não considere a plenitude da revelação na pessoa de Jesus Cristo. De modo prático, eu não posso pescar um versículo do Antigo Testamento e, sem contexto nenhum dizer Que aquilo é palavra de Deus como verdade eterna, sem contextualizar isso dentro da do processo da revelação iluminado pela pessoa de Jesus Cristo. Então, a pessoa de Jesus Cristo se torna para nós, a pessoa que nas suas ações, nas suas palavras, se torna para nós, de acordo com a Deverbo, a expressão plena eh e a baliza, né, dessa interpretação. O número cinco vai falar dessa revelação que é
acolhida. Então, essa revelação que se dá exige uma Resposta humana. E essa resposta, ela é dada na liberdade. Olha que número bonito que nos fala: "A Deus revelador é devido à obediência da fé. Por ela o homem todo se entrega livremente. Então a resposta a esta revelação uma resposta livre, está dentro da liberdade da humanidade. ler os textos bíblicos. Então, não é uma leitura que impõe uma mentalidade eh religiosa, porque a própria a própria revelação exige uma liberdade, uma resposta livre, ela exige Um respeito de consciência, ela exige para nós, então, um diálogo eh cultural
e ecumênico com as sociedades das diferentes entes épocas. No número cinco, ainda para entendermos a revelação sempre mais profundamente, o mesmo espírito aperfeiçoa sem cessar a fé mediante seus dons. Então esse número cinco é muito importante, olha, para entendermos a revelação mais profundamente, significa que nós não absorvemos toda a revelação. Assim como a revelação é dada de modo processual, a compreensão também é processual. E esse processo ele é histórico, ele se dá dentro do diálogo histórico. Então mesmo a interpretação do texto bíblico não está finalizada. Quem nos assessora nessa interpretação é o Espírito Santo, que
vai nos levando a aprofundarmos sempre mais nessa realidade da transmissão, eh, da revelação dos textos. Então, há uma processualidade na assimilação da Revelação pela humanidade. Assim como a revelação se deu de modo processual, também a sua assimilação é processual. Com isso, nós terminamos eh terminamos o capítulo primeiro. No segundo capítulo trata especificamente sobre a transmissão da revelação divina. Então, esse processo de transmissão se dá eh dentro do contexto de cada de cada grupo étnico, de cada período histórico. Vejamos Lá este mandato que que tá ali no início, né? Deus dispôs amorosamente que permanecesse íntegro e
fosse transmitido a todas as gerações tudo quanto tinha revelado para a salvação de todos os povos. Este mandato foi realizado pelos apóstolos na sua pregação oral com exemplos e instruções. transmitiram aquilo que ou tinham recebido dos lábios da conversação e das Obras de Cristo, ou tinham aprendido por inspiração do Espírito Santo, que por aqueles apóstolos e quer por aqueles apóstolos e varões apostólicos que sob a inspiração do mesmo espírito escreveram a mensagem da salvação. Se a revelação se deu de modo processual, também a construção dos textos bíblicos, a construção da literatura bíblica, a fixação dessa
memória, ela se dá de modo processual. Então, ela se dá em camadas, ela se dá em épocas. E nós precisamos, Ao ler o texto, respeitar esse processo histórico de construção do texto. Parece bobeira, né? porque a gente já se acostumou com essa leitura, mas imagina a igreja assumindo que a Bíblia não caiu pronta do céu, né? como às vezes as alguns grupos eh lá com as nossas crianças ou às vezes nós mesmos lá na infância imaginamos, né, que Deus deu a palavra assim, abriu o céu, entregou para Abraão, para Moisés tudo escrito e Moisés só
colocou o Pentateuco por escrito. Então chamou Isaías num canto, conversou com ele e Isaías colocou toda a narrativa de uma única vez escrita no seu livro. Então, é uma um processo importante. A construção literária dos livros bíblicos é uma construção histórica. Ela envolve etapas desde o evento histórico do fenômeno, passando pela etapa da oralidade, dos primeiros escritos, da redação e da conclusão. Então, cada qual envolve um contexto Histórico. Cada período está dentro de um contexto, de um contexto histórico. Então, ler os textos bíblicos exige de nós uma uma atenção a estas camadas redacionais, a esses
períodos de redação. O número sete ainda ele continua. Porém, para que o evangelho fosse perenemente conservado, íntegro e vivo na igreja, os apóstolos deixaram os bispos como seus sucessores. Então, a autoridade aqui do testemunho da sucessão do colégio Apostólico. Como nós sabemos que, como que a gente sabe que isso é palavra de Deus? Porque alguém disse. E quem disse para essa pessoa? Alguém antes dela. E alguém antes dela. E alguém antes dela. Então nós confiamos no testemunho e esse testemunho remonta ao colégio apostólico. Então é essa certeza de que esse livro guarda, traz para nós
a revelação de Deus. e não só a história de um povo antigo do Oriente Médio, Porque o testemunho dessas pessoas é confiável. Nós confiamos no testemunho dessas pessoas. Então, o que nós cremos é no testemunho. Lembra lá da ressurreição? Elas viram e deram testemunho. Testemunho. Então, nós acreditamos nesse testemunho. Bem, sim. para quem tá aprendendo a ter fé, tá tentando descobrir, até porque a maioria não acredita, né? Nós somos Planetariamente minoria. Essa questão do disse que me disse é muito complicado, né? Porque em todos os lugares tem que disse que disse que disse que disse,
inclusive alguns que são mais antigos do que nós enquanto cristãos. Então eu penso que talvez tem um elemento ali que eu acho fundamental resgatar, porque nós enquanto cristãos tivemos a experiência plena do Cristo, porque nós convivemos com eles, né? Então a partir desse Cristo é que nos é Permitido fazer essa, digamos regressão, porque eu tenho um ponto de partida, né? Então aí talvez a importância do Cristo, o Cristo libertador, né? O Cristo ressuscitado, né? Porque é ele que dá o sentido, porque daí a partir desse Cristo eu começo a fazer um, eu vou voltando, eu
vou voltando, eu voltando e aí eu chego na origem e talvez não é o inverso, né? Aí eu começo lá em Abraão, antes de Abraão, depois de Abraão, eu vou olhando aí eu vou vendo o que que Acontece. Não, a gente tem uma vantagem. A gente experimentou Cristo, né? E a partir dele a gente pode ir à frente e pode ir atrás da história da igreja. Eu acho que isso dá uma confiança maior pra gente, né? Não sei uma opinião. É, acho que é a questão da fé do espírito, né? Da fé como domí. É
claro que é o Espírito Santo que nos conduz, nos desperta à fé, mas aqui é na questão de que motivados, despertos pela fé como domí a chegamos à igreja e recebemos da Igreja esse testemunho de que as narrativas da revelação de Deus são para nós seguras, porque historicamente foram vividas e nós acreditamos no testemunho desses que que as que as viveram. Acho que nesse sentido, né? O número 10, então, vai falar do número sete. Nós estamos na número nove. O número nove, então, fala que a sagrada tradição e a sagrada escritura, portanto, relacionam-se estreitamente a
uma a correlação e mútua Regulamentação. Uma são eh essa expressão importante, né, que as duas transmitem para nós tem a mesma origem e as duas transmitem para nós a mesma revelação. Então, a revelação da tradição não contradiz a revelação bíblica. E a revelação bíblica não contradiz a revelação da tradição. Elas se complementam, elas se unem. No número eh número 11, então, no número 10, o magistério como anunciador da palavra. No número 11, a questão da Eh a questão da inspiração. Número 11, capítulo 3, a questão da inspiração. Todavia, para escrever os livros sagrados, Deus escolheu
e serviu-se de homens no passado, no pão, deixa eu ler direito onde tá aqui. Todavia, para escrever no passo, né? Todavia, para escrever os livros sagrados, Deus escolheu e serviu-se de homens no passo das suas faculdades e capacidades, para Que, agindo neles e por meio deles, pusessem por escrito, como verdadeiros autores, tudo aquilo e só aquilo que ele quisesse. Então aqui segue a compreensão de uma espiritualidade, eh, de uma inspiração encarnada também. Então, o a inspiração do texto bíblico acontece dentro do diálogo histórico, dentro da relação histórica. Os livros bíblicos são inspirados por Deus? Sim.
Tem Deus mesmo por autor? Sim. Mas essa relação não anula a liberdade a autoria do autor Humano, do autor sagrado. Esse autor, ele é de fato eh reconhecido, então, como um verdadeiro autor, né? Então, nós precisamos entender esse contexto do autor sagrado para acessarmos também a mensalidade, a mensagem do texto. Os o Continuando no no número 11, os livros da Escritura ensinam com certeza, fielmente, sem erro, a verdade relativa à nossa salvação, que Deus quis que fosse considerada nas Sagradas Letras. Aqui é um outro aspecto importante que é A inerrância dos textos bíblicos. Então, olha
que importância. O que os o que as Sagradas Escrituras nos apresentam é a verdade relativa à nossa salvação. Não é a verdade relativa sobre a criação do universo. Não é a verdade relativa sobre a a as eras geológicas. Não é a verdade relativa sobre um monte de outras coisas. é a verdade relativa sobre a nossa salvação. Então, o livro, né, nós temos uma definição que os livros Bíblicos são memórias teológicas. Elas não são expressões apenas de uma memória histórica, mas é a memória de um povo interpretada a partir da fé. No número 12, o intérprete
da Sagrada Escritura, para saber o que ele quis comunicar-nos, deve investigar com atenção o que o agiógrafo realmente, os que os agiógrafos realmente quiseram significar e que aprouve a Deus manifestar por meio de suas palavras. A geógrafo é o autor bíblico. Então, todos Todo o responsável pela escrita de um livro bíblico é a geógrafo. Nós temos livros bíblicos que t mais de um agiógrafo e nós temos a geógrafos que t mais de um livro bíblico, tá? Então, a geógrafos é o autor bíblico. Então, para a leitura, nós precisamos da investigação histórica, social, cultural e literária.
Aqui cabe o que nós chamamos de leitura diacrônica e leitura sincrônica. Que que são esses dois aspectos, né? Leitura diacrônica é Quando nós consideramos o texto em si, seu contexto histórico, suas etapas de redação, a a o processo, né, cultural da comunidade que recebe esse texto, a o sentido semântico das palavras dentro daquele ambiente cultural. E o e o que nós chamamos de leitura sincrônica é quando, munidos dessa reflexão diacrônica, nós relemos o texto no contexto da no contexto literário, então no conjunto dos demais livros e dentro do processo da revelação, dentro da História da
revelação. Então, a leitura bíblica nos pede esses dois métodos, leitura sincrônica e leitura leitura diacrônica e leitura sincrônica. No número 12, sobre a interpretação da Sagrada Escritura, cabe aos exegetas, tá escrito errado, exegetas, a em harmonia com estas regras, trabalhar por entender e expor mais profundamente o Sentido da escritura. Olha que importante. A igreja reconhece a metodologia de estudo bíblico e as outras ciências que auxiliam eh com metodologias novas nesse serviço de aprofundamento, de entendimento do sentido bíblico. Então, o sentido não está fechado, ele ainda está sendo revelado, nós ainda estamos construindo. E a cada
nova metodologia há um novo aprofundamento. E a igreja reconhece nessas ciências, as ciências exegéticas, As ferramentas, as chaves para auxiliar nessa leitura. Então, há uma incorporação de metodologias científicas do pensamento e da análise crítica, algo que a igreja não reconhecia até então. Então, agora a própria o próprio pensamento humano nos auxilia nessa leitura. O número 15 fala sobre a questão do Antigo Testamento, então a unidade desses dois livros, né? número 15 e o número 18 são sobre a unidade dos dos livros dos Livros bíblicos. Vou ler o 19 aqui sobre o Evangelho. Os autores sagrados,
porém, escreveram os quatro evangelhos, escolhendo, olha que bonito, escolhendo algumas coisas entre as muitas transmitidas por palavras e ou escritos, sintetizando algumas, explicando outras, segundo o estado das igrejas, segundo o contexto, o ambiente das igrejas, conservando fielmente o caráter de pregação, mas sempre de maneira a comunicar-nos com sinceridade e verdade O que que o que diz a respeito de Jesus. Então, o próprio evangelho não é uma biografia de Jesus. O próprio evangelho é uma construção processual, fruto da realidade das comunidades, fruto da do contexto daquele ambiente histórico. E o autor do Evangelho, na sua liberdade,
escolheu aquilo que era importante para aquele, para aquela comunidade, sintetizando algumas, explicando outras e deixando outras de fora. Então, cada Autor do Evangelho tem essa liberdade nessa construção da narrativa. Então, ler o Evangelho também como um contexto dentro do seu contexto histórico. E ao final, a partir do número 21, a De Verbo nos fala sobre a Sagrada Escritura na vida da igreja. Na vida da igreja, sim. Você tá lendo o catecismo? Não. Ah, não. Ah, tá. Desculpa. É porque eu tô com a versão das Paulinas. Não, não. É a tradução. É só a tradução. É
por sim. [Música] Não é porque a é feita em latim, aí depois se traduz para as línguas. Não tem padres, algumas que se recomenda. Não, todas elas são são disponíveis. Tem as, tem a das Paulinas, tem a das vozes, tem a da CNBB, tem a do site do Vaticano que é em português Direto. Eu tô Ah, sim. Ah, o que o que a gente deve quando vai falar oficialmente até nas formações é a tradução do site da Santa Sé. O site da Santa Sé as traduções são muito ruins porque são traduções tipo Google, né? Então
as traduções da Santa Sé não são fidedignas, né? Infelizmente deveria ser, mas as traduções eles são muito ruins, então é Melhor sempre usar uma tradução da língua portuguesa de fato de alguma editora que fez, né? Agora ali é que é bom evitar as outras. Tranquilo. É meio troncada da da CNB da do site, né? Tradução troncada, mas é a mesma. só muda a editora como as edições bíblicas. Cada editora acaba tendo uma alteração de de palavras, porque nós temos que escolher dentre todas as palavras as que expressam melhor. Aí isso vai do critério do Tradutor,
certo? Lá no 21, então número 21, nós temos eh o capítulo sexto, a Sagrada Escritura na vida da igreja. Então, a Igreja teve sempre em grande veneração as divinas escrituras, como fez com o próprio corpo do Senhor, não deixando jamais, sobretudo na sagrada liturgia, de se alimentar do pão da vida à mesa, quer da palavra de Deus, quer do corpo de Cristo, e de o distribuir aos fiéis. esse elemento da veneração, do respeito da Palavra igualmente ao corpo de Cristo. E aqui tem um elemento importante, né? Porque a mesa da palavra se torna então um
alimento de unidade, um alimento que integra. Se nós temos restrições para a mesa do pão, na mesa da palavra não há não há restrições, né? todos comungam da mesa da palavra, sejam os que já in, sejam aqueles que ainda não iniciaram, isso vale, né? Inclusive para eh paraa iniciação à vida cristã dentro do processo catecumenal. Lembram que a Primeira fase da liturgia eucarística, da primeira fase da missa, os neocatecúmenos, aqueles que ainda estavam em processo de preparação, participavam. Depois quando iniciava o rito eucarístico, então aqueles que estavam em processo de formação saíam. Então a mesa
da palavra integrava toda a comunidade. É o elemento da unidade da comunidade. No número 22, número 22 fala a aqui ainda no Número 21, né? Esta palavra é tão grande a força e a virtude da palavra de Deus. que se torna o apoio vigoroso da igreja, a solidez da fé para os filhos da igreja, o alimento da alma e a fonte pura e perene da vida espiritual. Então, a dei verbo recoloca a palavra de Deus na centralidade da vida da fé. Então, os cristãos, né, se alimentam e tent na na leitura, no estudo da palavra,
como a gente vai ver no finalzinho ali nos números Seguintes. No número 22, ele trata sobre a questão da tradução dos textos. É preciso que os fiéis tenham acesso amplo às Sagradas Escrituras. Aí fala então da importância de traduzir os textos paraas línguas originárias. É interessante que ele faz um resgate, lembrando que o texto bíblico sempre foi traduzido. O problema é que chegou na Volgata e esqueceram de continuar o processo, né? Porque na narrativa, nas narrativas dos textos do Antigo Testamento, há uma tradução dos textos bíblicos para a comunidade da diáspora. Então, uma tradução do
dos textos em hebraico para o grego. A comunidade cristã da diáspora usa, né, que se origina do judaísmo da diáspora, usa a tradução, já usa a lei, o texto traduzido. Depois nós temos lá nos anos eh nos anos 300, então no século São Jerônimo que faz a tradução justamente para uma língua popular, Porque daí o latim era a língua do povo, a língua vulgar, a língua comum, para que o povo tivesse acesso, já que não falavam mais o grego. Então se traduz para uma língua comum, paraa língua acessível do povo e depois a gente esquece
de traduzir. fica até o século X, quando se inicia novamente esse processo de tradução. Então, a Day Verb vai fazer esse resgate dizendo que é sim um elemento, né, da própria da própria escrita, do próprio texto bíblico, a sua Inculturação, a sua tradução do texto para que seja acessível. No número 22, ainda no finalzinho, ele diz assim: "Se as traduções, segundo a oportunidade e com a aprovação da autoridade da igreja forem feitas em colaboração com os irmãos separados, poderão ser usados por todos os cristãos". Ai, que coisa linda. Porque a gente assume que o texto
bíblico não nos separa. O texto bíblico nos une, nos une, não é elemento de discussão, mas é Elemento de unidade. Então, há um elemento importante que é o ecumenismo ao ler os textos bíblicos. Não podemos chegar no texto bíblico e tirar do texto bíblico uma uma leitura que não seja ecumênica, uma leitura que não seja de unidade, uma leitura que não seja de fraternidade, porque com se isso, né, se fazemos isso, nós desrespeitamos o próprio Cristo, que dialoga com samaritanos, que dialoga com fenícios, que dialoga com com romanos, que dialoga Com todos os povos não
judeus. No número 23, ele vai dizer então sobre eh o dever dos apóstolos, né, o dever apostólico dos dos estudiosos e diz que ah que devem ser, né, que estudem e expliquem as divinas letras, lançando mão dos meios mais aptos. Novamente, aquela questão do diálogo com o pensamento moderno e a evolução das metodologias. O número 24 fala para nós sobre a importância da sagrada teologia, eh, da Sagrada Escritura para a teologia. Por isso, o estudo desses sagrados livros devem ser como que a alma da sagrada teologia. Então, a interdisciplinaridade nos estudos. Parece bobo, né? Mas
se está escrito é porque não era assim. Não era assim. Então é entender os passos que a dei verbo nos nos dá, né? E o número 25, que é recomenda-se a leitura da Sagrada Escritura. Nós vamos passar, mas esse vocês leem com atenção depois, tá? Então, mantenham contato Íntimo. Eh, recomenda-se, né, que mantenha um contato íntimo com as escrituras mediante a leitura assídua e o estudo aturado. Olha, então a igreja pede pra gente estudar o texto bíblico, né? Não é só para enfeitar a estante. Que faça uma leitura frequente. Essa leitura pede uma leitura espiritual.
sugere, né, leitura, uma como método a leitura espiritual ou por outros meios que atualmente vão se espalhando tão louvavelmente por toda Parte. Pede-se a leitura da Sagrada Escritura acompanhada da oração. É aqui que nós recuperamos então a leitura popular, né, surge, né, os métodos de leitura popular da Bíblia, de modo especial a lecto divina, a leitura espiritual do texto bíblico, a leitura e a oração do texto bíblico. Então, a Lectivina se é uma metodologia antiga que tem origem lá nos padres da igreja, depois tem aquela Reconstituição, reorganização, né, a partir do do contexto dos monastérios,
mas ganha a nova luz agora a partir como uma metodologia popular, tá? E no finalzinho aqui ele vai dizer então que as traduções dos textos sagrados devem ser providas das notas necessárias e e verdadeiramente suficientes para que os filhos da igreja se familiarizem de modo seguro e útil com a Sagrada Escritura e se embebam do seu espírito, do seu espírito. Ah, então Esse monte de nota da Bíblia não tá aqui à toa? É, parece que não. Essas introduções que a Bíblia nos apresenta também tem um sentido, tem, né? Os mapas que estão na Bíblia estão
aqui porque representam esta atualização da igreja no processo de entender o texto bíblico como um processo, né, como uma estrutura histórica, processual. para acessar a mensagem da revelação, nós também devemos lê-la dentro desse contexto, Lê-la dentro desse ambiente, dentro da no nosso eh na nossa história de igreja do Brasil, nós vamos receber a a dei verbo de muitas formas e uma das principais formas que nós recebemos é justamente com a popularização do texto bíblico e a popularização de métodos de leitura. Surge aqui no Brasil o que nós chamamos de leitura popular da Bíblia, que é
o método dos grupos de reflexão, o Método dos grupos de partilha, dos grupos bíblicos, dos círculos bíblicos, que é ler o texto bíblico iluminado com a vida. Então, fazer essa leitura contextual tanto do ambiente histórico cultural da época da narrativa, quanto da recepção da comunidade que recepciona esse texto, tá bem? Eh, eu gostaria que nós olhássemos agora para o catecismo, porque o catecismo, porque o catecismo recepciona também a dei Verbo. Primeiro elemento que eu gostaria de dar destaque é lá no a gente só vai dar uma passadinha, tá? No prólogo, no número no número 24,
23 e 24 do prólogo, disse assim: "Número 23 e 24 do prólogo." Neste catecismo, a ênfase é posta na exposição doutrinal. quer ele ajudar a aprofundar o Conhecimento da fé. Por isso mesmo, está orientado para o amadurecimento da fé, para seu enraizamento na vida e sua irradiação no testemunho. Por sua própria finalidade, este catecismo não se propõe realizar as adaptações da exposição e dos métodos catequéticos exigidas pelas diferenças de culturas, deidades, de maturidade espiritual, de situações sociais e eclesiais daqueles a quem a catequese é dirigida. Tais Adaptações indispensáveis cabem aos catecismos apropriados e mais ainda
aos que ministram instruções aos fiéis. Então, o princípio da verbo, da inculturação, do ecumenismo, da leitura contextual aplica também ao catecismo. Catecismo também não caiu do céu. O catecismo também é uma construção histórica processual e também deve ser lido dentro desse desse contexto. Na primeira parte do catecismo, nós temos a Profissão de fé. Na primeira, na primeira parte, na primeira sessão, eu creio, nós cremos. Dois capítulos. O segundo capítulo fala a nós então sobre a revelação, sobre a revelação de Deus no artigo 1. A revelação de Deus no artigo 1 e assim por diante. Então,
a partir desse número 50 nós temos uma cópia quase do dada de verbo dentro do catecismo. Então, o que está naverbo É recolocado aqui dentro do catecismo sobre a revelação, [Música] eh, o seu objetivo benevolente, as etapas da revelação, o que lá no na dei verbo tá em um número, número três, aqui o catecismo desdobra, né? Então, desde a origem até Abraão, a aliança, desde a origem, a aliança com Noé, Abraão, eh, o povo de Israel, até chegar em Jesus Cristo. Então, ele desenvolve, desdobra Mais um pouco aquilo que está sintetizado no na dei Se
olharem na nota de rodapé do catecismo, vocês vão ver que ele vai citando número por número da verbo. Então, há uma referência direta da Deiverbo, em alguns momentos, citações literais da Deiverbo. No número eh no número 65, então Jesus, a plenitude da revelação. O artigo 2, a transmissão da revelação divina, também citação direta do da verbo 7, a Tradição apostólica, a relação da tradição com a Sagrada Escritura, o magistério da Igreja, o crescimento na compreensão da fé, número 94. No terceiro artigo, a Sagrada Escritura, leiam, vejam a nota de rodapé, é transcrição direta da verbo,
né? Então, a mesma estrutura, o Cristo, palavra única, inspiração e verdade da Sagrada Escritura, o Espírito Santo como Intérprete da Sagrada Escritura, o cânone da Sagrada Escritura, então, com o Antigo e com o Novo Testamento, parágrafo 121 em diante, a unidade entre os dois testamentos, que também é um tema da de verbo. E lá no número eh no número 131, a Sagrada Escritura na vida, na vida da igreja. O número 132 é aquela expressão que nós vimos, é a A cópia, né, do da verbo número 24. Bem, então o catecismo reapresenta, absorve, né, a dei
verbo ao falar da revelação, integra a dei verbo nesse primeiro, nessa primeira sessão. Tá bem? Bom, então isso tudo é pra gente pensar por enquanto. Vai guardando as informações que a gente vai refletir sobre elas daqui a pouquinho, tá? Mas o que fica? Há um movimento importante de diálogo da igreja com a humanidade. E a Deverbo nos incorpora nesse diálogo as o texto sagrado. Então, a Bíblia se torna também parte, né, ela é lida a partir desse diálogo da humanidade, né, da igreja com a humanidade, de Deus com a humanidade e vai incorporando, vai incorporando
as metodologias. Então, não está acabado a interpretação, ela é também um processo e nós devemos fazer uso das diferentes metodologias sempre. Bom, agora nós veremos como a nossa igreja particular de Maringá acolheu Essas novidades da Verb em dois grupos específicos, a partir da liturgia e a partir da catequese, seja a catequese eh sacramental de de iniciação à vida cristã, quanto à catequese permanente a partir dos grupos de reflexão. Então, o Nivaldo vai falar para nós sobre a memória, né, da igreja de Maringá no que se refere no que se refere à liturgia. Bom dia, tudo
joinha? Bom, a ideia aqui, né, falei que foi elevado muito o nível, né, depois de Ontem e agora a exposição da da Érica também, mas a ideia que não é a gente ficar discutindo elementos de pontos dos documentos, mas a partir disto tudo o que que a gente tem feito especificamente na Arquidiocese, né? Mas eh antes de mais nada eh chegar naquilo que nós temos como experiência aqui, e na verdade seriam várias, acho que a ideia é resumir alguns pontos para que a gente possa eh recordando eh lembrar inclusive de Outros elementos que eu não
apresentar aqui, mas que provavelmente na memória de cada um vai naquele, né, no início da caminhada. A ideia é justamente essa, né? Nem teria como, eu não tinha como fazer todo um levantamento, mas a partir de alguns pontos despertar a memória então da vivência dos documentos conciliares na história da nossa arquidiocese, tá? Então, já que nós estamos tratando da questão da implementação da da recepção da Verbitúrgico, a gente tem que fazer esse paralelo com outro documento que inclusive será o próximo documento, acho que na sequência, que é cruz santo concílio, é o próximo já, né,
Sant? é o próximo. Então, eh, para que a gente entenda como que se dá essa relação. Então, acho que antes de mais nada, eh, esse esse isso foi lembrado, inclusive foi citado no encontro passado como que os documentos meio que dialogam entre eles, Né? E que bom que é que é isso, né? senão a gente teria um problema sério. E se nós pegarmos o número quatro da Verbon e o número cinco da Sacroção do Concílio, eles vão expressar esta realidade que aquela obra da salvação que vai se revelando na história do povo antigo e tudo
mais, ele vai então ter esta plenitude, ele vai se realizar de maneira plena em Cristo, como já foi mencionado ontem, foi mencionado já hoje. Então esta unidade da realização Dessa obra da salvação na figura de Cristo, né? Tem que ligar, né? Nãoente não ligar não funciona. Pronto. Eu coloquei aqui rapidamente só para sem ficar assim muito na leitura detalhada ali. Eh, alguns eh alguns aspectos, né? Alguns paralelos entre os dois documentos. o foco principal da Deverbon, que é a questão da revelação, escritura, tradição, como foi Mencionado. E no que se refere a Sacro Santo Concílio,
a a liturgia como o culto público da Igreja, a vivência celebrativa disso, eh os conteúdos essenciais de cada documento. Aqui tá mais ou menos os capítulos, né? Não é tão assim seguido ao pé da letra, mas esta questão da unidade da tradição e da escritura. a inspiração bíblica, a questão do magistério, a importância da leitura bíblica e Cristo como a plenitude, como foi mencionado Anteriormente. Já no documento da Sacros Santo Concílio, né? A liturgia como fonte ápice é aquilo que nós, ao mesmo tempo que buscamos para saciar a nossa fé como alimento, tanto na mesa
da palavra quanto na mesa eucarística, se torna também o ponto de chegada, que é a plenitude do reino de Deus. eh a participação plena e como percebido na na questão da verbo, eh a valorização e o incentivo da leitura do Estudo da palavra como uma forma de participar da do texto, né? Não só uma coisa passiva, mas de se ler, de se debruçar. Então os dois trabalham essa questão da participação plena, não mera as pessoas que ficam ali só observando como se não fizesse parte. A reforma dos ritos, a questão da língua, a palavra na
liturgia. Então vai ter um ponto específico na Sacro Santo Concílio que vai tratar dessa questão da palavra na liturgia e obviamente depois como como Consequência a música e a questão do aspecto artístico, né? tem o diácono COTAL, que trata ali dessa expressão da arte na liturgia como forma de evangelização também. Então, o objetivo principal da verbo, o promover o encontro vivo com a palavra e por outro lado, na Sacrossanto Concílio, é fomentar essa participação frutuosa na liturgia. Participa da liturgia de maneira plena, consciente e a partir dali vai ter frutos na vida, na vida da
Igreja. Então, um breve paralelo assim dos dois documentos. Aqui eu peguei alguns pontos. Eh, tinham outros, eu separei quatro, né? Questão até para ser breve, eu acho que um pouco mais objetivo de tópicos que a gente vai encontrar, né, nessa conversa entre os dois documentos. A questão da centralidade da palavra, eu acho que fica meio que chovendo molhado falar que a dei verbo vai falar da palavra, né? Então, obviamente que esse Documento trata da palavra, coloquei como referência o número 26, que já é lá no finalzinho, né, do documento, esta frase que é muito bonita,
tá? Tinham outra citação, na última hora eu apaguei para colocar isso que eu achei. Esse aqui é um pouco mais é um pouco mais intenso nesse sentido, né? Assim como a vida da igreja cresce com a assídua frequência no mistério eucarístico, né? Eh, assim também é lícito esperar um novo impulso de vida espiritual se Fizermos crescer a veneração pela palavra de Deus que permanece para sempre. Então, aquela história da do se alimentar dos dois desses dois desses dois alimentos que nos são dados, né? Tanto a eucaristia, o pão eucarístico e o pão da palavra também.
Então ele ele termina a Deverbon com essa com essa citação. Acho que é a última coisa mesmo, depois já termino o documento, né? A última citação do documento é esse. E na sala Pro Santo Concílio, ali tem todo o número, na verdade número sete é maior, mas o que destaca ali, e eu sempre falo isso quando a gente tá em um bate-papo assim de formação com as equipes de liturgia, se você pergunta para qualquer criança na catequese onde que tem a presença de Jesus, né? Ela vai falar lá no sacrário, né, na óa, né? É,
mas assim, o número sete, ele faz uma revisão desse conceito de presença real. E entre esses conceitos de presença Real, ele coloca eh no finalzinho lá, né, ficou o número um da observação do documento que eu acabei copiando colando. Ele mesmo é Cristo, eh, quem nos fala quando se lê a escritura na igreja. Então, é o próprio Cristo falando, não é alguém que está falando em nome dele, não é? É o próprio Cristo quem fala. Isso nos leva a uma reflexão na liturgia sobre a questão do ministério de leitores e tudo mais, porque não é
uma mera leitura pela Leitura bem feita, né, sem gaguejar, sem não, não é a proclamação da palavra, porque é o próprio Cristo quem fala. Então, no aspecto, assim como a eucaristia é a presença palavra, também o documento conciliar da liturgia também vai dizer que ao seiler ler a palavra é o próprio Cristo quem está nos alimentando com esta palavra, né? Então essa centralidade na palavra com outro elemento, a promoção da participação ativa dos fiéis. Aí eu coloquei algumas Citações também no número 21 da Verbon, ele não é tão assim eh explícito, né, na a participação,
mas ele fomenta esta ideia de que a igreja sempre observou com carinho e incentiva esta busca da palavra de Deus, né, na leitura, no estudo, na formação do clero, dos leigos, enfim, de todos mais, né? Então ali tem um número para exemplificar e para iluminar esse aspecto. Por outro lado, por outro lado Não, né, completando esta ideia, eh, na parte na Sacro do Concílio, então eh é vivemente desejável que todos os fiéis sejam levados àquela plena e consciente e ativa participação, tá? até por uma questão batismal, todos eh temos o direito e o dever de
estar plenos, né, no todo, na ação litúrgica, entendendo e se envolvendo por aquilo que se celebra. Aí, novamente, se nós voltarmos, que é o próprio Cristo que fala, estarmos envolvidos também com a Parte da liturgia, que nós chamamos liturgia da palavra, né? eh fazer a experiência de Cristo na palavra, na nas presenças de Cristo na nossa vida, não no pão. E a Érica lembrou um aspecto muito importante, os tantos irmãos e irmãs que foram eh insistentemente lembrados por Francisco, né, que às vezes não são acolhidos à mesa da Eucaristia, mas são muito bem-vindos a ser
acolhidos, a comungar da palavra, a comungar na unidade da assembleia, a Comungar na unidade do voz que canta. Ops. Esta participação plena, mesmo que fora de um aspecto importantíssimo da nossa fé, que é a Eucaristia, a pessoa não está excluída da participação. Ela é alguém que participa e comunga dessa presença de Cristo nas suas várias manifestações durante a celebração. A natureza do mistério pascal. Aqui eu coloquei o número quatro novamente, já foi dito várias vezes, citado, né? Por mais que ele não cita Explicitamente Cristo que cita, mas dentro de toda aquela história da salvação, a
plenitude é em Cristo. E a plenitude de Cristo é o seu mistério pascal, que é a morte e ressurreição, OK? E depois na Sacro Santo Concílio vai citar novamente o número sete, tá? que vai falar dessa presença real de Cristo, que pelo seu mistério pascal continua agindo na nossa história e nos fazendo ação viramente presente. E para terminar, o último aspecto que eu Coloquei, pelo menos tinham outros, né, mas só para nos iluminar naquele sentido, né, a busca por renovação e adaptação. Então aí no número 25 é da Day Verbon, né? O estudo da Sagrada
Escritura seja como a alma da sagrada teologia. Que bonita essa expressão. Perdão. Isso é no número 24. E é necessário, portanto, que todos os cléricos, principalmente os sacerdotes, eh, de Cristo, os diáconos, que são Chamados a servir a palavra, né, de uma maneira mais assim à frente da comunidade, eh pela assído leitura e estudo das Sagradas Escrituras, se mantenha firmemente aderentes à palavra, para que ninguém entre eles se tornem um pregador vão e superficial da palavra, né, que não escuta interiormente. Então essa questão implica a questão da renovação na compreensão da palavra e na pregação
da palavra. Em outro número, ele vai Falar que isso não se limita apenas ao aos sacerdotes, aos padres e aos diáconos, mas a toda a comunidade, aos religiosos, não utilizando necessariamente esta palavra, mas os leigos, né, também ter essa proximidade e o estudo da palavra de Deus e obviamente adaptado às nossas realidades, à nossa cultura, à vivência, a inculturação da palavra. E terminando então com a Sacrosanto Concíha essa questão da adaptação, a Santa Igreja deseja ardentemente que todos os fiéis sejam levados novamente, aquela plena, consciente, ativa participando da celebração. Por isso, aí ele vai lá
no outro número, né? Já que o desejo é a participação ativa, plena, consciente e frutuosa. Para isso é prudente e necessária a reforma, devem ser introduzidos aos ricos. E aí que passa desde a questão da língua, a questão do como a estrutura ritual é feita e tudo mais. Aí depois Vai cuminar nos demais livros e documentos que tratam do assunto. Então dentro desta ideia, desses apontamentos, fica aqui uma reflexão sobre como colocar isso tudo em prática, que agora é o nosso objetivo, né? Então, na nossa diocese, a nossa diocese, ela ela é fruto do concílio,
então ela não tem uma experiência préconciliar. Nós temos uma ela nasce e ela vai desenvolver já com esta Implementação ou com essa eh recepção do Concílio Vaticano. Eh, ah, eu coloquei um um ponto aqui interessante que resume os dois também, tá? que as constituições elas compartilham uma visão comum de renovação, retorno às fontes e participação ativa dos fiéis na palavra de Deus. Acho que isso é fundamental, né? São palavras, expressões chaves, né? Renovação, retorno à fonte, participação ativa, né? Na liturgia e na palavra. Eu acho que não dá para desvincular as duas Coisas, né? Quando
eu me refiro aqui liturgia, fica bem claro que é participação na plenitude do rito. E não existe rito litúrgico, seja missa ou qualquer outros eh eh sacramento ou sacramental, que não passa por uma leitura bíblica, né? Então, quando fala liturgia é a plenitude dessas duas essas duas ações, né? Bom, eu coloquei alguns pontos aqui eh como que a a nossa Arquidiocese foi fazendo esta entendimento e esta Vivência da da dessas observações conciliares, né? Eu coloquei aqui a questão dos ministros extraordinários, da Eucaristia Palavra, questão dos cantos e formação específica para leitores e salmistas. Bom, a
diocese sempre teve um uma preocupação. Eu acabei deixando lá na minha carteira, mas não vou lá buscar agora. Eu tinha uma folhinha que é o um dos, não, isso é agora de agora, mas a diocese sempre teve essa preocupação com a formação de Leitores. Eu tinha ali um materialzinho, tenho eh sobre essa questão de como é tratado, principalmente na folhinha que eu que eu tinha ali sobre a questão da sacrossanto com si e a questão é is aqui, esse daqui é só é só para mostrar, na verdade isso aqui não é um algo tão histórico,
é é recente, mas e esta formação de leitores que passam obviamente pelo rito celebrativo, pela pelo rito litúrgico propriamente dito, mas que ele tá totalmente voltado para a Importância da palavra e sempre naquela visão, não palavra ah formar um bom leitor que vai lá e sabe assim articular bem a fala, as palavras. Não, não, isso é óbvio, também faz parte da comunicação, mas a comunicação que transcede a isso, é o Cristo quem fala. Como que seria a postura do leitor diante da assembleia? reunida, celebrando ali o domingo ou uma festa que não está fazendo uma
mera leitura, mas está sendo a voz do Cristo, né, Proclamada ali naquele naquele momento. Então, sempre houve essa preocupação da da equipe arquidiocese ligada à liturgia com esses elementos, né, de formação. Isso sempre houve e continua acontecendo, né? Esse material aqui é recente, essa colinha. os cantos. Nós fizemos um resgate aqui. Eu me lembro quando eu quando eu tinha cabelo ainda de desses tipo de capinha aqui, ó, Do pezinho assim, era muito usado na catequese, na mei uma lembrança assim, não que eu sou tão velho, mas assim, eu lembro vagamente disso, né? os livrinhos de
canto, provavelmente eles aqui deve ter passado por a mão de alguns ali, né, na nas celebrações, nos grupos. Tem este outro e eu trouxe mais esse livrinho aqui. Esse livrinho ele foi editado em algumas paróquias, ele não é da diocese. Esse livrinho eu adquiri em Nova Esperança lá no início da década de 90, mas ele era anterior, ele foi feito anteriormente. Eu trouxe ele em específico. Olha como que era a nossa visão ali no final dos anos 80, né? Então, eh, para começar, nós tínhamos uma concepção das missas temáticas, né? No mês de agosto se
cantava a missa vocacional, no mês de setembro eh a Bíblia, no mês de maio, Maria. Então, assim, a gente cantava um mês, né? Cantava um tema e a gente teve que ir aprendendo historicamente e a gente preparava material para isso. Olha que maravilha, né? Aqui, por exemplo, missa, como é bom Deus, missa da Páscoa, missa do mês vocacional, missa do trabalhador, missa as missas tem, missa de criança, né? Táadindo da criança, né? Mas um elemento interessante aqui que nós vemos na questão do campo, primeiro essa ideia de superar ou amadurecer, superar amadure com Amadurecimento. Essa
ideia de que não é missa, por que que eu tô lembrando disso? Isso tem a ver com a a day verbal. A igreja não vive meses temáticos. A igreja vive um grande ciclo, que é o ano litúrgico. É uma catequese bíblica que se desenvolve durante o ano. tanto que a gente eh restaura, né, traz pra liturgia a questão do ano A, B, Coselho, ou seja, é escolhido um evangelho para estudo durante o ano, Falando especificamente da missa dominical, com paralelos de leituras do do primeiro e do segundo testamento, do Antigo e Novo Testamento. E durante
o ano se faz uma catequese bíblica no ano litúrgico. E a gente tinha essa questão de do atropelar a catequese bíblica, que é a proposta do ano litúrgico, com temas que podiam ser os mais variáveis. E aí o que que acontecia? Enquanto a proposta do mês do ano litúrgico tá caindo por por um lado, a gente tá cantando Maria, que não necessariamente tem nada a ver com aquilo que foi proclamado nas leituras daquele domingo. Então a gente meio que se perdia nisso tudo, né? Então, esse resgate do aspecto do ano enquanto uma vivência da palavra
durante uma catequese que se estende, né, de maneira ordenada. Teve uma época, eu eu trabalhava numa empresa predominantemente evangélica, assim, de funcionários, os donos eram tudo. Eu era Uma minoria lá. E uma vez um um do dos irmãos da uma pessoa muito aberta assim a aprender a querer e ele veio falando: "Ah, os padres eles são tudo amarrado, né? Eles não falam o que eles querem, né?" Falei: "Como assim?" "Ah, porque tá tudo prontinho no livro. no livro, ele tem que ler aquele texto daquele domingo. Falei: "Não, não é assim a gente tá pensando. A
gente começa com um texto e vai lendo como uma forma catequética e foi explicando o que que Era o ano litúrgico. Ele ficou assim, ó, porque ele entendeu que não era algo tipo, ah, vou lá pegar uma leitura que eu acordei hoje, eu quero falar na Não, não é uma é uma sequência catequética bíblica, né? E eles costumam muito nos criticar que a gente não lê a Bíblia, né, na na Igreja Católica. Só eles que leem a Bíblia, né? E ele foi entender que realmente o ano litúrgico é uma expressão e uma vivência da palavra
nesse sentido, é conduzido pela Palavra. E outro aspecto bonitinho nesse bonitinho, né? Quem não lembra depois da primeira leitura, os famosos cantos de meditação, não era o salmo, né? A gente fazia a primeira leitura, tinha lá na estrutura o salmo, a gente ia cantar o canto de meditação. Aí eu tava folhando aqui, eu não vou encontrar aqui agora, eu encontrei no livrinho um canto lá numa dessas missas temáticas, os o canto de meditação. O homem plantou uma vinha com Amor, partindo em viagem, só vinha rendou. Zezão deve saber melhor do que eu, canta. Mas aí
é um texto do evangelho, né? Nem o Zenzão lembra desse. Se nem o Zenzão lembrar desse. E tá ali no livrinho. Ou seja, é um texto do Evangelho, melhor, é uma releitura do evangelho colocado em forma de música, que era cantado no lugar do salmo como canto de meditação. Então, a gente foi buscando esse entender a o lugar da palavra, né? E é interessante que a palavra não é só na leitura, o aspecto litúrgico, né? Não é só na leitura, no salmo que é a palavra, né? Na inspiração das orações, na inspiração dos cantos, aí
sim cada qual no seu lugar, né? Não cantando algo fora do lugar. Toda a celebração é a palavra de alguma forma expressa na comunidade, né? uma expressão disso. E para terminar, que eu comecei de trás para frente ali, Eh, ah, o canto de comunhão, a insistência da Arquidiocese na proposta de que se cante durante a comunhão o resgate daquilo que se ouviu no Evangelho do domingo. Lembra que a comunhão é da Eucaristia e da palavra? Então, durante a comunhão do pão, quem não está comungando, né, quem está literalmente com o pão eucarístico na boca, comunga
pela unidade das vozes, relembrando, retomando naquele momento o alimento da Mesa da palavra, que foi o evangelho do domingo. Oi. Nós seremos um pouco mais radical com essa questão da liturgia, o canto e a e as leituras e a liturgia do dia. É que quando se canta a liturgia, o canto combina com as leituras, o evangelho e tudo, ajuda muito na na no entendimento litúrgico por aqueles que estão participando. Quando não se canta os cantos combinando com a liturgia, Atrapalha. Então é interessante que se não for cantar o canto de acordo com a liturgia do
dia, não cantar. Não cantar. A radicalidade pega aí porque ao invés de ajudar atrapalha, não é neutro, atrapalha a interpretação litúrgica no dia. Lembrando que a ideia do ano litúrgico é uma catequese, então a catequese tá conduzindo para cá e você começa a cantar para lá, né? Você tá puxando pro outro lado. Não, só queria dar uma palavrinha rápida assim que daí a gente percebe que tem uma uma chave de virada aí, né, de que do cantar algo aleatório pra gente cantar a palavra de Deus, né? A gente passa mais da metade do tempo da
Eucaristia cantando. Então, o que que a igreja pede pra gente cantar? Pede pra gente retomar as fontes, né? Cantos processionais sempre foram três salmos. Um salmo no canto inicial, um salmo no canto de oferendas e um salmo no canto de comunhão. No início da igreja, o salmo 34 foi usado por mais de 300 anos. Só ele como canto de comunhão, né? Na abertura da nossa celebração, nós já temos essa dica preciosa da igreja na Antífona, que é a palavra de Deus, né? Então, a igreja já mostra pra gente no missal que é a palavra que
deve nortear o canto, que o canto deve Revestir essa palavra para que essa celebração seja mais profío ainda na nossa vida cristã. E aqui o número o número 24 da Sacros Santo Concílio vai dizer assim: "É de suma importância Sagrada Escritura nas celebrações litúrgicas". É óbvio, né? Pois aí vem o porquê, né? Por quê? Só porque é importante para importante, não. Elas são tomadas nas leituras, né? nesse momento das leituras, das proclamações que são explicadas na Homelia e os salmos que são cantados não só o responsorial, masão lembrou também nos demais momentos das procissões, da
comunhão e tudo mais. dela, nela, melhor nela, na palavra, são inspiradas as preces dos fiéis, as orações, os hinos litúrgicos, ou seja, toda a ação litúrgica, ela é inspirada na ela é ela tem seu fundamento e sua inspiração na palavra, OK? E a questão do dos ministros extraordinários, eu essa questão do Papa, escolhi do Papa Durante a semana, eu eu eu até tentei procurar lá, não encontrei qual era a pesquisa efetiva, eu vou citá-la. sem nome tiver a fonte, mas vou acreditar que ela é uma pesquisa real. Eh, um dos nas manchetes da BBC Brasil
tava dizendo lá sobre os desafios, o novo papo, aquela coisa toda, né? E falava da questão da ausência da da dificuldade de renovar o sacerdócio, os padres. Ele cita uma pesquisa de 2018, essa pesquisa que eu queria encontrar, Mas enfim, eu vou confiar no número, tá? E só no Brasil tem uma carência de 20.000 1 padres para atender minimamente a igreja, tá? Então assim, eh eh quando o documento 52 da CNBB, que é da década de de 90, ele foi escrito por uma orientação para a celebração da palavra, significa que a igreja tá vivenciando muito
a experiência da palavra e sem orientação tá cada um fazendo de um jeito. É preciso que a igreja do Brasil tome uma postura e dê um encaminhamento, Um direcionamento para isso. E é interessante que a nossa arquidiocese, não foi só ela, mas é interessante as escolhas que se faz, né? Você peg pegar lá a instrução do Missal, ele sugere com entre os ministérios litúrgicos a questão do do ai não é o coroinha, o outro falhou a palavra, o acólito, né? Que seria o ministro, né? Não vou dizer ordenado porque ele não é ordenado, mas o
ministério ali vinculado Ao auxílio do altar, a palavra. A diocese não fez essa opção, ela fez pelo ministério extraordinário da Eucaristia, até mesmo porque até Papa Francisco o o isso era reservado somente aos homens. E aí deu um problema. Imagina a nossa igreja no seu início escolher um caminho, né, dos acólitos que seria eh excludente para as mulheres. A igreja acho que não tinha ido paraa frente, na verdade, né, padre? Então, foi feita essa escolha de do da opção pelo Ministério extraordinário. E e isso é uma coisa que busca, né, que quando esse documento foi
escrito, ele cita, e eu acho que não mudou muito, que de todas as comunidades espalhadas por todo o Brasil, cerca de 70% celebra a o domingo em torno da palavra, não com o ministro ordenado. Não deve ter mudado muito isso, não, tá? sem a presença do presbítero. Ou seja, a igreja do Brasil e a nossa Arquidiocese participa muito disso. Ela nasce e ela Vai começando a dar os seus primeiros passos e ficou passando um filminho na cabeça lá no início, quando o padre Marcos colocou aquelas fotos de Maringá se desenvolvendo. Como que aquelas comunidades rezavam?
Celebravam o domingo e celebram ainda hoje, né? era em torno de um ministro leigo que tinha esse carinho, esse amor pela palavra e se reunia com os irmãos, com os vizinhos. E ainda hoje nós vivemos essa Experiência. Nossa diocese ainda tem, eu acho que não sei se é perfeito, não é perfeito, mas um número razoáveis de padres, né? Acho que atende uma certa demanda. Mas quantas celebrações dominicais em nossas paróquias ainda hoje não giram em torno da celebração da palavra? Então, a nossa diocese, ela é marcada, ela é marcada, não é um um ponto fora
da curva, né, de o seu desenvolvimento e o seu aspecto celebrativo em cima da celebração Dominical da palavra com ministros e ministras leigas que demonstra esse amor e a fé da nossa igreja foi crescendo e foi desenvolvendo em cima disso, né? uma igreja que abraça a palavra e usa ela como expressão celebrativa nos domingos para o dia do Senhor. Então, só paraa gente mais ou menos ter esta esta visão de como que a vivência da palavra foi acontecendo e foi desenvolvendo dentro do aspecto celebrativo em nossa em nossa arquidiocese, quero fazer um destaque em Relação
à recepção, porque você tem o princípio, né, do da verbo e depois do Concelho Vaticano II, que é essa relação fé e vida, palavra e vida, liturgia e vida, né, e como que você traz esse esse material dos anos 90 e que tem ainda na liturgia eh os meses temáticos e como que essa tentativa de recepcionar o concílio na liturgia e a palavra, né, a partir dos meses temáticos, que eu ainda compreendo como um resquício, né, do Préconcío como como uma forma até ligada à devoção e e a ao povo para que você vai vai
pensando a vida ao longo desses meses. Então, nós estamos falando aqui de que de praticamente três décadas da da recepção do concílio na igreja de Maringá e que a gente podia dizer assim, tem tinha algo na recepção que precisava ser revista e corrigida, eh, que é a superação dos meses temáticos, que é a colocação da da devoção e das Comemorações, inclusive da da das missas devocionais para não para não interromper o ano litúrgico, a leitura do ano litúrgico. Isso esse eh esse essa virada se deu a partir dos anos 90 para cá. Até então se
fazia uma recepção do concílio na liturgia da dei verbo na catequese, mas com elementos que ainda precisavam ser revistoso e corrigido. E a própria igreja local em comunhão com a CNBB fez essa revisão, né? Eh, no sentido de Trazer esses elementos aqui. Tranquilo, Joainha. Passamos adiante. Agora dando sequência, esse é o aspecto, como foi dito, como que a diocese recepcionou esse essa dimensão bíblica, né, em outras duas experiências, que é a catequese tanto de criancinha quanto a catequese permanente, como fama assim com os grupos de flexão. Agora o diácono Marrone vai tocar o barco. Você
perguntou se tava tranquilo, disse que não. Não. Valeu, bom dia. Eh, me foi incumbido de falar sobre a questão da catequese e também eh no nosso caso dos grupos de reflexão, né, das pequenas comunidades, como que foi então a luz da Deverb. E aí nós conseguimos fazer um levantamento de de alguns livros antigos. Eu, na verdade tinha outros mais antigos Ainda, mas eu acho que fizeram uma limpeza na minha biblioteca e eles foram embora porque eu não os encontrei. Eu esse aí ainda eu ainda tenho. Você disse tinha não, ainda esse eu ainda tenho. Então,
mas o fato é que assim foi bastante gratificante então descobrir como que esse processo aconteceu na nossa diocese, né? Eh, primeiro que nós temos um livro que ele saiu, ele foi apresentado em primeiro de janeiro de 1990 do Ninguém Cresce Sozinho. E aí tem a abertura escrita por Dom Jaime e depois o coordenador, né, eh, da elaboração do material era o Lourenço Gaus, né? E e aí lá no livro eles mencionam que é o terceiro ano que eles estão fazendo desta forma, né? Aí brincando. Então o Nivaldo falou sobre a questão da catequese. Eh, na
catequese também tinha ou ninguém cresce sozinho, né? Eh, esse aqui é de 1985. Aí até o Nivaldo falou assim: "Ah, Mas eu eu estudei com esse aqui". Eu falei assim, bom, nessa época eu já era catequista, que hoje, né, nós temos ainda a continuidade do ninguém cresce sozinho. Eu diria até assim, a a a felicidade, né, que aquele que atribuiu o título teve, né, ninguém cresce sozinho. Então, desde o momento lá, inclusive nesse livro de 1990, ele traz isso. Ele fala que no ano anterior foi feito uma uma pesquisa com todos os que participaram, Né?
E aí ele no texto ele falou assim: "Olha, de todos, né, 60 grupos responderam e aí compilaram a as respostas e apresentam lá nesse livro". Então, eh, eu até disse que assim seria interessante, viu, padre Anderson, que a gente pudesse digitalizar esses livros para não se perder, né? Esse de 1990 mesmo é de uma riqueza assim muito grande, porque, por exemplo, naquele momento já se falava da questão da de verbo, da importância Inclusive de como que se deveria fazer a leitura, que a leitura então deveria ser uma leitura eh que não poderia ser anacrônica, fora
do tempo, mas sim contextualizada, né? Então, lá já tem toda a orientação de como deveria ser a leitura. E Dom Jaime no na abertura ele menciona, vejam, é primeiro de janeiro de 1990. E ele já tem uma preocupação que o ano 2000 está se aproximando. Olha, o ano 2000 já está às nossas portas, 10 anos Ainda faltavam, né? E e ele já tinha essa preocupação, né? Então a gente já percebe assim que havia já na diocese sempre esse processo de de antecipação, né? Eh, quanto à questão da catequese, né? Eh, nós tivemos então em 83
a catequese renovada. Até eu tentei procurar lá um material que nós fizemos estudo, né? Os agentes de pastoral de catequese fizeram um estudo para tentar entender o que é que a catequese renovada trazia. E nós Tínhamos então um livretinho também de capa amarela que ele sintetizava essas alterações e como deveria ser o processo. Infelizmente eu não encontrei, né? Mas a catequese renovada, ela foi um documento importante, não é? Eh, até que saiu o Diretório Nacional da Catequese, ou seja, por quase 40 anos, né? surgiu após um longo processo, né? Então assim, aqui na na nossa
região, né, o sul do então nós tivemos Dom Albano, que depois se tornou arcebispo de Londrina, Né, mas nessa época ele era bispo de Guarapuava e ele era o animoador, né, dos catequetas. foi inspirado no Vaticano II, Medelim, né? E Evangelino Tiande do Paulo VI, Puebla, assim, se nós lembrarmos, por exemplo, Poebra é de 79. Lá atrás tem uma Bíblia da Paulinas que ela é a edição de 1976, foi a primeira que apareceu, né, com uma uma tradução para o português, para a nossa língua vernácula, com Autorização, mas vejam o tamanho dela, né? Então assim,
pra gente sair com ela debaixo do braço, indo para um lugar para outro já era um pouco difícil, né? Mas eh aí eu me lembro que enquanto grupos, né, em 88, o Clodoaldo e eu, nós tivemos acesso a uma Bíblia da Vozes, que aí já era portátil, né, já era menor. E foi aonde os grupos começaram a carregar a Bíblia de um lado pro outro. Se mencionou a questão Da eh da ação ecumênica. Nessa época nós estudávamos com alguns pastores, né? Inclusive um agora é um teólogo, professor da PUC, muito conhecido nosso. E aí eles
diziam assim: "Não, olha, para estudar a Bíblia tem que começar pelo livro do Êxodo." Mas como o primeiro livro da Bíblia é o Gênesis, né? Como é que vai começar pelo livro do Êxodo? Mas esse foi um processo, né, pelo qual nós passamos. A catequese, então, tinha essa Preocupação. Inclusive o próprio Dom Jaime, ele menciona isso, ele fala nesse livro sobre a questão de que a catequese ela não era somente para iniciação à vida cristã, mas era uma catequese permanente. Então, havia essa preocupação, né? Três fases da animação bíblica, então, da América Latina. Então, houve
o movimento bíblico de 65 a 85, depois pastoral bíblica de 85 a 93 e animação bíblica, né, da pastoral até os Dias de hoje. Este aqui é um pedacinho lá do do livrinho onde Dom Jaime apresenta o o livro, né? Então ele diz assim que na sequência pôs a nossa catequese para 1990. E vejam só que interessante esse livro ele era para fazer o estudo do ato dos Apóstolos depois das cartas paulinas, das cartas eh católicas, né? E e ele falava sobre essa preocupação da nova evangelização e do ano 2000. No ano 2000, a igreja
no Brasil apresentou lá o ser igreja no novo milênio. E adivinha qual foi o primeiro livro proposto para estudar? Atos dos Apóstolos, né? Então, Jaime em janeiro de 90, né? Ó, na sequência, pois, a nossa catequese para 1990, queremos colocar a reflexão de todo o livro dos Atos dos Apóstolos, as cartas de São Paulo, as sete cartas católicas e o livro do Apocalipse, ainda dentro do programa de estudos do Novo Testamento. Essa era a proposta do livrinho, né? Procuremos descobrir assim essas riquezas para maior vivência de nossa fé e maior crescimento da vida cristã. Aqui
era o sumário do livrinho, né? Então, os encontros, qual era o conteúdo de cada encontro, né? Já na antevisão do ano de 2000, olhemos para o passado da igreja em resolutos, como diz o Papa, vamos levar ao mundo esta nova evangelização, nova no seu ardor, nova Nos seus métodos, nova na sua expressão para implantar o reino de Deus em nós e no coração de nossos irmãos. Não nos falte a proteção materna de Maria, a mãe da Igreja. A catequese, diz o Papa deir sempre o seu conteúdo na fonte viva da palavra de Deus, transmitida na
tradição e a Sagrada Escritura. Porque a Sagrada Escritura e a tradição, a Sagrada Tradição constitui um só depósito inviolável da palavra de Deus, confiada À igreja como recordou. Aí a gente vê a forma diferente de escrever, né? A gente sempre fala concílio Vaticano né? Eu fiz questão de reproduzir o que ele escreveu. Ele escreveu assim: "O segundo concílio do Vaticano, o mistério da palavra que compreende a pregação pastoral, a catequese e toda espécie de instrução cristã, com proveito se alimente santamente, se revigore com a mesma Palavra da Escritura". Então, a dei verb 10, né? Assim,
a catequese no ensinamento do Papa João Paulo I há de preparar deste modo os compromissos, os grandes compromissos cristãos da vida adulta. Então, a preocupação da catequese permanente. E aí aquilo que eu vi mencionado, ele diz, ó, já é o terceiro ano, já é o terceiro ano que nós, grupos de reflexão, estamos meditando e Procurando colocar em prática aquilo que a Bíblia nos ensina. Ninguém cai sozinho de 90. Eh, foi um processo, né, que a nossa diocese fez. essa questão que o Divaldo mencionou dos ministros extraordinários, né? Eu me lembro disso que naquela época a
gente já usava a alva depois que mudaram lá pros jalequinhos, né? Mas no início era a alva e havia essa preocupação de formação. Os nossos congressos, né, dos ministros, nós Trazíamos teólogos, né, para para dar esses congressos. Então o Vidanini, o Mauro Dorício, né? Então, eh, eram pessoas assim que eram professores de teologia lá na PUC de Londrina, lecionavam lá a teologia e vinham aqui contribuir conosco. Quando os ministros deixaram as alvas e passaram para pros dialecos, nós fomos passando nas paróquias, pegando as alvas pra paixão de Cristo. Então, mas a a finalidade, viu, viu,
Ancelma, a finalidade era justamente da gente fazer recordar, né, aquilo que a gente já vivenciou na nossa caminhada de fé na diocese, então aquilo que a Érica felizmente apresentou no início, né, eh, realmente a o Concílio Vaticano I ele veio, né, moldando o nosso modo de ser igreja. Pois o Nivaldo pegou e mencionou assim que a recordando aquilo que o padre Marcos inicialmente apresentou, a nossa igreja ela Nasce já fruto do concílio, né? Então já é esse processo. Então lembrando, por exemplo, no caso do padre Lourenço, né? Padre Lourenço era um dos três malteses, né?
Que nós tínhamos na diocese, né? João Caruana, Dom Vicente e o padre Lourenço, né? Não era isso que eu ia comentar, mas não tem como não lembrar do padre João. Eh, eu me recordo dele todo primeiros eh na na véspera ali na semana do primeiro sábado do mês. Nós temos isso na na Paróquia Santa Teresinha até hoje. Não tem missa na matriz do primeiro sábado. É celebração da palavra nas sedes. Isso é dele lá. sobrou ainda. Era uma prática de Sarandi, acho que só a nossa paróquia que continua com essa prática ainda. Ele sentava com
os ministros da época para ajudar na explicação da palavra, ajudar no como falar aquela coisa toda. Eh, mas na verdade que dizer era outra coisa. O que você falou dele não teve como não lembrar. Passou um filminho na cabeça. O Padreivaldo lembrou a questão da década de de 90. Depois tava conversando aqui com o Márcio, eh, é interessante que ali pela década de 80 começa a surgir os primeiros padres da diocese, né? Até então eram padres mais antigos da Europa que vieram e a igreja mesmo vai ter uma guinada na questão de dessa com esses
padres novos novos né para a década de 80, né, que vão começar a ser ordenado assim dentro da diocese, vai começar a dar esse final de 80, 90, que é o que a Gente tá vendo, tudo tá girando entre final de 80 e 90, né, essa essa essa mudança ali para pra igreja, né? Interessante fazer esse resgate histórico. Plano de pastoral de 70 de 73, ele já apresenta eh como preocupação e caminho certo, estão surgindo para a catequese renovada os grupos de reflexão dentro da SEB 73. Então, desde do início da ação evangelizadora da Diocese,
o grupo de reflexão era eh o espaço onde a comunidade de base fazia a formação catequética, né? Então, por isso que nós temos enraizado de que quem participa do grupo de reflexão, por exemplo, e isso a gente escuta quando vai conversar com as lideranças de que quem participava fazia a formação de iniciação cristã, né? eh já podia ser batizado, já valia como curso de batismo, por exemplo, e assim Por diante, para mostrar que era progressivo e permanente a participação do do daquele que está se inserido na vida de comunidade, na base, na SEB, seria inserido
no grupo de reflexão como o espaço da instrução catequética, né? Mas isso lá em 73 já tá registrado. Então para mostrar que um processo que foi gradativo e foi evoluindo na própria diocese, né? Por isso que eu mencionei, padre, que a gente precisa digitalizar esses Documentos para deixar eh essa essa história, né? E registrada, porque a gente vai perdendo, né? principalmente aqueles que eram as testemunhas disso, por exemplo, nós não temos mais Dom Jaime, não temos mais o padre Lourenço, né, e muitos outros, né, desse momento. Bom, isso aí, Marron, a gente tem uma, todo
processo de transformação tem resistência. em 80, no início da década de 80, acho que 82 ou três, eu Participava da igreja na paróquia Santo Antônio. Eu participava de um grupo que reunia 80 e às vezes 100 jovens no final de semana e fazia reunião e depois participava da celebração da eucaristia. Eh, nesse nesse mesmo momento a gente tava trabalhando essa questão da da das dos grupos de reflexão nas comunidades. Porém, os jovens tinham uma resistência muito grande em se distribuir, por exemplo, um grupo de 80 pessoas em oito grupos de 10. Eu fui Eleito coordenador
desse grupo com essa incumbência, dada a resistência que tinha entre os jovens e fazer esse processo, eu fui mais odiado do que amado dentro desse grupo e acho que muitos de vocês também devem ter sido. Mas nós fizemos esse processo, avançamos, dividimos o grupo em vários grupos, é claro que uns eh seguiram adiante, outros não, mas em 83 aí eu mudei para outra comunidade e ficou a raiz lá da formação das comunidades de Base na sant na paróquia Santo Antônia. Eu não sei como tá hoje, na verdade. É verdade. Na na na nossa paróquia, né,
Colodão, lá em 80, padre Julinho chegou lá, tinha uns grupões lá de 100 pessoas lá, não, não, vamos dividir tudo em grupos menores, né? E aí não, e aí nós acabamos indo pro júri, participando do júri. Depois em 88 nós começamos então o grupo Justiça, né? também chegou a ter 50 pessoas, mas eh foi um processo, né, Dividir em grupos menores. Lembrando, por exemplo, que no caso a Pastoral da Juventude no Paraná surge em 1980, né, que em 1990, em outubro nós fomos para lá em Guarapuá, para comemorar os 10 anos da PJ no Paraná,
né? Então, realmente fica essa e eh esse é o que a gente chama de ação reacionária, né? Ou seja, não quer a mudança. No caso, por exemplo, da catequese, a gente tem que deixar registrado. Superar uma catequese Voltada para os sacramentos, para resgatar uma catequese voltada para iniciação à vida cristã, é algo que nós estamos conseguindo mais recentemente. Eu tô falando isso na nossa diocese, né, Padre Santandro? Obrigada. Eh, só dois aspectos, então, né? Então, que pode ficar demarcado aqui para nós que na liturgia a igreja acolhe a dei verbo principalmente na Valorização da inculturação,
né, da acolhendo também a Sacro Santo Concílio, mas na valorização da lei da da lei da liturgia da palavra. Então, mesmo nós temos tendo as nossas próprias características, né, de uma de uma igreja nova, né, de uma igreja recente, há uma valorização da celebração da palavra. E essa celebração da palavra, ela se dá tanto nas celebrações litúrgicas de final de semana, mas nas comunidades, Nas celebrações dos grupos, dos pequenos grupos, que são celebrações, as nossas orações. Isso é um aspecto. Olha, quando a gente começa uma uma uma oração, quando a gente começa um encontro, tem
liturgia da palavra. Quando a gente começa, vai fazer uma oração, tem leitura do texto bíblico. Isso é recepção da verba, isso é inculturação. Isso é acolher a dei verb. E o que nós falamos na catequese desses dois aspectos, a catequese deixa de ser dos Dogmas, das das doutrinas e ela se centraliza na palavra. Claro que isso vai sendo um processo, um processo, mas a gente vai acolhendo a catequese na centralidade da palavra. Teve um momento que era a liturgia do domingo, que a gente fazia como tema principal da da catequese. Então, houve um processo, eu
era catequista e eu lembro muito bem da gente falando de catequese inculturada, da centralidade da palavra, né? E a centralidade da palavra para mim Era assim, foi, não sei como que os catequistas faziam, mas antes a gente pegava o livrinho do Ninguém Cresce Sozinha e respondendo as perguntas. Aí centralidade da palavra. Ah, então tá. Centralidade. A gente sentava em círculo, colocava a palavra no meio, no meio da da do encontro. Beleza? Aí vamos evoluindo. Não, centralidade que eu gasto mais tempo do encontro com a liturgia, com a palavra, né? que todo o meu encontro ele
é catequético. Se nós Pegamos eh os materiais do Ninguém Cresce Sozinho, eles vão fazer esse processo histórico da história da salvação, das histórias, né, bíblicas, com essa centralidade na eh no Ninguém Cresce Sozinho. Nos grupos de reflexão, nós temos esses momentos, esses momentos específicos, que são as temáticas, o mês bíblico, o estudo específico de um livro bíblico. Mas o que é importante perceber que todo encontro ele é iluminado pela palavra. Não tem um encontro que não tenha um texto bíblico que esse texto ilumina o tema e o tema ilumina a palavra. Então isso é a
recepção da Verbo, tá? Então a nossa igreja de Maringá colheu a Dei Verbo nesta recepção, nesses aspectos de forma muito rica, muito bonita, eh, em caminho, em unidade com a igreja do Brasil e na América Latina. Tá bem? Nós vamos agora pro intervalo, mas antes o padre vai falar alguma coisa. Só lembrando que quem não assinou a Lista de presença, assine a lista, por favor. Hoje nós temos aquela tarefinha de entregar também para Juliana e a Rosiane aquela atividade da metodologia que nós ficamos responsáveis. Então as cadeiras, respectivas cadeiras, quem ficou responsável, entregue para elas
já agora no intervalo, né? Um outro já entregou. Quem não entregou ainda pode entregar. Nós temos hoje dois Aniversariantes aqui no grupo, né? O diácono José Luiz que não está aqui, né? Diácono José está agripado. E o outro é o Genivaldo que está aqui à frente, completando cinquentão hoje, né? Meio século. Zezão, puxa os parabéns aí pro Genivaldo, né? Parabéns para você. [Aplausos] Viva Genivaldo ovelhas guardarei. Não tenho outro ofício, nem terei. Quantas vidas eu tiver, eu lhes darei. Maus pastores num dia de sombra não cuidaram e o rebanho se perdeu. Vou sair pelo campo,
reunir o que é meu, conduzir e salvar. Sou bom pastor, ovelhas Guardarei. Não tenho outro ofício nem terê. [Música] Quantas vidas eu tiver, eu lhes darei. Verdes prados e belas montanhas. Hão de ver o pastor rebanho atrás. Junto a minhas ovelhas terão muita paz. poderão descansar. [Música] Sou bom pastor, ovelhas Guardarei. Não tenho outroício, nem terei. Quantas vidas eu tiver, eu lhes darei. Muito bem, gente. Acho que antes de retomar aqui a palavra, então, a equipe da Bíblia, eh duas questões que é bom a gente sempre ir recordando, né, à medida que os nossos encontros
vão acontecendo também, eh, algumas coisas que nós falamos lá no nosso primeiro encontro que foi lá no seminário Santo Agostinho. Eh, lembrem que o nosso projeto ele contempla e bolsas de estudo para leigos, né, para investir na formação de leigos a partir das necessidades das cadeiras que nós temos. E o objetivo é, ao longo de alguns anos, nós investirmos na formação de leigos, né, com um subsídio já aprovado pela nossa Arquidiocese para custear principalmente as mensalidades de cursos de mestrado, Podendo também ser pós-graduação, né, ou especialização. Então, atualmente nós temos uma pessoa fazendo mestrado com
essa bolsa e três fazendo pós, pós e especialização, né? Três pessoas fazendo que já estão sendo custeados, né, por esse recurso financeiro da nossa arquidiocese. O que que a gente percebeu esse ano? Eh, algumas pessoas têm vontade de estudar, tem o desejo de estudar, mas eh Isso precisa de uma programação, né, com a família, com o emprego, né, o trabalho, com tudo, ver possibilidades onde tem mestrado, na área que a pessoa quer estudar. Então, quem tem interesses, né, ou tem vista isso, lembre que nós vamos analisar na equipe, na comissão de formação, os pedidos que
chegarem para a aprovação, né, do orçamento para o próximo ano. Então, como a gente já tá em maio, né, para quem vai começar a estudar no ano que Vem, por exemplo, quem quiser, já seria bom ir se programando, fazer contato com os responsáveis das cadeiras ou comigo, né, com qualquer pessoa da equipe pra gente ir fazendo encaminhamentos. Se tiverem, né, vários pedidos, lembram que há critérios para os pedidos que chegarem, né? Nem todos os pedidos que chegarem eh poderão ser contemplados, porque nós temos um limite de bolsas, um limite de recurso financeiro também, né? Mas
a questão é que a gente precisa ir Se programando, né? Então, eh, estou só recordando porque às vezes alguém lá em dezembro, ah, eu quero começar isso da ano que vem, mas não foi feito um processo de discussão, de avaliação, né, de eh ver qual área a pessoa quer. Muitas vezes o processo seletivo tem que ser feito já um tempo antes. Então, eh, só para recordar esse aspecto que, eh, faz parte do projeto e os critérios para a bolsa é que sejam de fato para leigos. Só Lembrando isso, estão excluídos padres, né, diáconos, seminaristas e
religiosas ou religiosos. estão excluídos eh da possibilidade de ter a bolsa, né? porque tem outros meios para então quando nós falamos desta bolsa, eh, esse é um critério muito claro ali que foi colocado, não por excluir essas pessoas, né, mas porque essas pessoas têm outros meios, outros recursos também pela igreja, pela diocese e podem buscar esse auxílio. E o segundo ponto que eu queria Destacar é a questão da presença, né, aqui nos nossos encontros. Eh, vários de vocês têm eh justificado uma ausência ou outra, né, quando tem acontecido eh por questão de trabalho. Nós temos
alguns, por exemplo, que não tão conseguindo vir por não conseguir a dispensa do trabalho, realmente. E toda vez que eu mando lá a arte, a pessoa diz: "Pá, eu não consegui mais uma vez ser dispensado ou ser dispensada do trabalho". Então, nós temos algumas Situações particulares daquele grupo que eh iniciou conosco lá, né, no seminário Santo Agostinho. Nós temos no total um grupo até então de 83 formadores, né? 83. A gente tá aqui sempre numa média de 60, 65 pessoas, porque às vezes coincide alguma atividade pastoral ou também questões de emprego que impossibilita a pessoa
de vir. Então, na que nós nos reunimos esta semana os responsáveis pelas cadeiras para conversar um pouco Sobre isso, né? Porque nós colocamos ali como o limite, né, ou o número, a porcentagem de presença de no mínimo 70% nesses encontros. Então, a gente vai analisar essas questões de uma falta ou outra que aconteceu, essas questões, mas a gente gostaria de levar bem a sério essa questão das presenças. E também nós colocamos quando, né, para não excluir essas pessoas que querem vir, mas estão impossibilitadas por Trabalho, nós vamos fazer contato com essas pessoas para validar a
presença, quem faltou no módulo eh de história lá do Marcos Roberto, por exemplo, que a pessoa assista a o vídeo que foi disponibilizado a formação e fizesse uma síntese. Nós vamos dar alguma perguntinha ali também pra pessoa, ao menos garantir que a pessoa assistiu o vídeo, assistiu o conteúdo, não poôde estar aqui por impossibilidade realmente, né, mas por questão trabalho Ou outras questões pastorais. Então, eh, a gente pede o empenho de vocês. Nós estamos no meio da formação, né? São oito encontros. E esse é o quinto encontro. Então, além desse, nós temos mais três pela
frente, a Sacurs Santo Concílio, a Gáudio Espés e o último encontro é só no sábado, nós não teremos na sexta noite, que é a parte da metodologia, né, para encerrarmos. E lembrando o projeto, o segundo semestre será o trabalho nas respectivas cadeiras Com elaboração de material e tudo. Não teremos esta formação no segundo semestre, mas cada cadeira vai fazer o seu trabalho específico. Então nós temos aqui algumas pessoas que faltaram em alguns encontros. Então, eh, nos próximos dias eu vou começar a fazer contato também, né? E a nossa ideia é isso, é a gente eh
garantir quem já assistiu o vídeo, a formação ou os slides disponibilizados e fizesse uma síntese Ali de algum material. E tem pessoas também que participaram de dois encontros e nunca mais deram notícia, né? Não não respondem as mensagens e tal. Então a gente vai fazer contato também para ver se a pessoa quer continuar fazendo parte do projeto, né? Porque às vezes a pessoa pensou, mas depois aconteceu alguma coisa e não deu. E visto que a nossa formação de formadores, ela também é um projeto contínuo, né? Nós estamos aqui com a Primeira turma da formação de
formadores. O ano que vem a gente vai começar eh a formação nas bases, mas nós vamos continuar formando outros formadores. Então o projeto ele é contínuo na formação de formadores e contínuo na formação das bases. Então tem, por exemplo, uma pessoa que já fez contato comigo, queria começar agora o processo, que ficou sabendo por meio de alguém e eu quero atuar, eu quero ajudar e tá tá tá. Olha, nós não temos ainda Data que nós vamos começar a próxima formação de formadores, mas você vai ter a oportunidade de passar pelo processo também. Então nós estamos
pensando nessa nessa formação de fato permanente, né? e é permanente formando novos formadores e permanente lá nas bases depois que nós estivermos. Então, se alguém, por exemplo, disser agora, padre, não consigo participar desses que não estão vindo por uma coisa ou outra, né, ele vai ter oportunidade de fazer novamente Quando for disponibilizada uma nova turma de formação de formadores, né? Eh, a gente quer fazer isso para garantir que todos tenham acesso ao conteúdo e tal, né? A gente entende, nós conversávamos isso, né? Que todos que estão aqui participando são muito responsáveis. Todos nós somos lideranças
muito atuantes na igreja já, né? Muito atuantes nas nossas respectivas pastorais, comunidades, paróquias e tudo mais. e que quando a Pessoa falta de fato é por alguma questão muito específica, né? Então nós não estamos desconsiderando isso, né? E a gente quer levar em consideração, sim, mas garantir também esse aspecto de que todos nós que vamos ser os formadores do ano que vem, que a gente tenha passado por um processo, né, de conversa, de diálogo, de estreitar um pouco os laços entre nós, pra gente, de fato fazer uma formação eh que esteja uma linguagem comum, né,
em toda A nossa arquidiocese, respeitando os carismas de cada um, a metodologia que fala, né, que que desenvolve o conteúdo. Isso cada um tem o seu jeito e sabemos disso, mas que tenha passado por este processo. Então, se eu fizer contato ali com algum ou outro, o pedido seria esse, né? se acaso faltou em algum encontro e puder responder algumas questões ali que a gente vai colocar, só para ir garantindo que tenham assistido Os vídeos que foram disponibilizados. Alguma questão sobre isso? [Música] Não, não, Erica, continua. Nós teremos um tempinho de discussão para duas perguntas.
Como a dei verbum é assimilada pela nossa área teológica, como a gente percebe a dei verbo na nossa área e como a dei verbo orienta a transmissão do conteúdo da nossa área teológica, como Ela nos ilumina e quais são os critérios que eu tenho que considerar ao a partir da verbo ao transmitir o conteúdo da nossa da nossa área. Então são duas perguntas. Para essas perguntas vocês terão duas folhas de sulfite. podem escrever de forma sintética uma palavra, um um uma forma de expressar essa reflexão, uma folha para cada pergunta e depois a gente faz
aqui uma plenária rápida, expondo eh essas essas palavras, expondo essa síntese que foi feita então Em cada em cada foto. Vamos lá, então. Todos estão voltando. Nossa cadeira é a cadeira de moral. E a moral na igreja, ela é constituída ali por algumas áreas, a moral da pessoa, a moral social. Então, o documento do Vaticano II, que que é que é o texto que a moral vai ali se fundamentar e vai dialogar é o documento Get Espace. Então aqui só esse contexto. Então como que a dei verbo é Assimilada pela nossa cadeira teológica? A moral
cristã, o agir, o agir do cristão no mundo, ele tem a sua fonte na revelação. Nós nós nós nós então a a inspiração, os princípios, os critérios do nosso agir moral, seja da pessoa ou da ou em sociedade, tem a sua fonte lá na revelação. Cada verbo nos esclarece que a revelação é tem uma única fonte que é Deus nas escrituras, na sagrada tradição e nessa relação com o magistério. Então, Como que vai ser assimilada? Ela vai ser assimilada de verbo. Eh, ontem até dizia isso porque nos liberta de uma relação fundamentalista com a nossa
com com o agir moral. E isso nos coloca, possibilita de que a reflexão sobre o agir cristão no mundo esteja em diálogo com as outras áreas do saber, esteja em diálogo com os contextos históricos, com a a situação e sobretudo aí eu vou citar a Galdesp alegrias e esperanças, tristezas e angústias dos homens e mulheres de hoje, sobretudo dos pobres, também ressoa no nosso coração. Então, liberta a eh de uma relação fundamentalista, nos dando um fundamento, os fundament fundamento da nossa moral e nos coloca uma relação nova com eles. Como que a gente transmite isso,
né? Aí a palavra chave é diálogo. Então a o agir, o nosso agir Moral, ele vai estar em diálogo, respeitando a consciência da pessoa, porque Deus quis se comunicar assumindo, comunicar-se a si mesmo, assumindo eh diálogo conosco dentro da nossa da nossa do nosso contexto histórico, dentro da nossa capacidade de entendimento. Então, com respeito à consciência das pessoas. E aqui finalizo com o versículo bíblico da primeira carta de São Pedro. Estejam prontos para dizer a razão da esperança de Vocês com respeito, mansidão e boa consciência. Então, a moral cristã, ela precisa se se acercar disso,
eh, dessa mansidão, respeito, boa, eh, boa consciência no diálogo com as pessoas de hoje. Não pode ser uma normativa paraa vida das pessoas que seja dita desde cima, mas proposta e dialogada. a nossa cadeia Espiritualidade. E nós refletimos, né, a partir da verbo, a base, a fonte, né, da espiritualidade é a palavra norteada pela fé, que é amparada pela tradição e o magistério, né? Então nós olhando assim toda a caminhada de igreja que foi um processo, tá? Então nós chegamos a essa, né, a essa resposta e a orientação da Derver Verbon para a transmissão do
conteúdo da espiritualidade, eh, nós olhamos, né, que está na Sagrada Escritura e na Sagrada Tradição, que inspiradas pelo Espírito Santo transmitem a mensagem da salvação, que é apoio vigoroso para os filhos da igreja, né? Então, eh, é toda essa, e todos esses conteúdos, né, que já vem desde os primórdios da igreja, né, serve para nos alimentarmos, né, eh, de uma forma eh, inspirada, né, pela ação de Deus, do Espírito Santo, que traz, né, para nós hoje o que nós temos, né, enquanto palavras de Deus inspirada por Deus e a tradição que veio, né, no Decorrer
de toda a humanidade que chegou até nós e nós temos que dar essa continuidade enquanto filhos de Deus. Na comissão bíblica, alguns flashes aqui, alguns termos que foram colocados na nossa discussão. Na primeira, né, como a dei verbum é assimilada por nossa por nossa cadeia. Comissão bíblica tem a Bíblia como a matériapra e a dei verbo como aquela aquele instrumento que vai nos auxiliar A trabalhar com a Bíblia, né? Então são alguns alguns flashes das conversas aqui, né, que a dei verbo é um documento vivo e vivenciado em nossa diocese, mesmo que não tenhamos o
conteúdo formal, o documento tem chegado até nós na prática e desde muitos anos temos observado destaque à palavra. E aqui o o que foi colocado muito bem é que a gente tem um método para leitura. Então, nós temos a ambientação, temos uma mensagem, temos a atualização da Mensagem e a dei verbo contribui muito nesse sentido, né? O estar ao redor da palavra está bem enraizado em nossas comunidades, em nossas formações. A Dei Verbo, como trata da Bíblia, então como também um instrumento, né, a matéria-pra estudo, para análise, para busca de de contribuições às comunidades, atendendo
as demandas da arquiocese. a Deverbum como um documento que norteia tantos outros documentos da Igreja Católica, que foi citado o Cateicismo da Igreja Católica e auxiliando no modo como trabalhar a leitura bíblica, como a Deverbon também como incentivo para que todos tenham acesso à Bíblia e a nossa cadeira com essa função de motivar as pessoas na vivência da palavra. também com a função de organizar, de sistematizar os conteúdos. A a nossa cadeira tem também assimilado A de verbo no sentido de entender essa proximidade, essa intimidade com a palavra e levar a comunidade também como viver
intimamente essa palavra no dia a dia, no encontro com essa pessoa, Jesus Cristo. vem trazer a assimilação da da a dei verbo vem trazer a assimilação da da leitura bíblica dentro de um pensamento crítico e a palavra revelada como um processo. Um outro destaque que foi Colocado no nosso grupo é que a partir de estudos, a partir de de das formações que a nossa Arquiocese oferece, a gente observa mais pessoas buscando se especializar, buscando conhecer e a Deverbum também influencia nesse nesse processo, né? Mas pessoas que querem e buscam estudar a palavra. Na segunda questão,
como que a dei verb orienta a transmissão do conteúdo na nossa área? O tempo permitiu uma palavra para cada Um. Coerência, responsabilidade, plenitude, organização, alimentação, fidelidade, diálogo, alimenta, iluminação. Na cadeira dogmática, primeira pergunta, nós reforçamos em conjunto a ideia da revelação como algo que se dá gradativamente ao longo da história. Deus estabelece, portanto, esta relação com a humanidade, como foi dito na primeira parte. nossa área teológica, ela tendo as suas disciplinas dialoga diretamente, visto que uma das disciplinas que nós atuamos é a cristologia, que tem por papel, né, um dos seus principais papéis, identificar Jesus
Cristo como o ápice, né, a plenitude da revelação. Mas sabemos também que uma outra disciplina da nossa Área que é trindade, Jesus Cristo, também vem para comunicar por excelência as demais pessoas, tanto a pessoa do Pai quanto a pessoa do Espírito Santo. E a teologia fundamental, que tem por base, portanto, a dei verbum. Depois, na segunda questão, nós partimos da revelação como centralidade da área dogmática. traz presente à importância da Sagrada Escritura, cada uma das disciplinas de nossas de nossa área estão, portanto, Ligadas entre si, a fim de comunicar a manifestação de Deus ao mundo,
tá? Então, a nossa cadeira é a única que não tem, ela não é uma área teológica. Então, como que ela vai ser assimilada, né? a maneira como serão trabalhados, discutidos os conteúdos, né, os documentos, integrando a Sagrada Escritura, a vida dos fiéis, promovendo uma compreensão profunda e vivencial da palavra de Deus, que é o que vem de encontro com o nosso projeto, tá? Lá na Segunda perguntinha, como a dei verbo orienta a transmissão do conteúdo da nossa área? Ela orienta a transmissão da pedagogia histórico-crítica de forma prática, integral e vivencial, partindo do conhecimento prévio do
qual o grupo está inserindo, utilizando a metodologia, né, que é uma área da ciência para poder se chegar ao nosso objetivo. Bom dia a todos. Bom, com relação ao eh a minha cadeira de teologia do Laicado, a primeira questão, como a diverbo é assimilada pela nossa área teológica. Aqui tem um resumo do que foi discutido. Ela é assimilada por meio de um processo que se retroalimenta e vai se atualizando. A verbo contribui para a teologia do leicato, saindo da mera devoção para a ação. O exemplo das conferências latino-americanas e até a construção do documento 105
da CNBB no caso brasileiro. ainda assim, em Detrimento das demais constituições do Concílio Vaticano II, é pouco conhecida, havendo um vasto campo para poder avançar. Porque a gente vê que nós assim essa Constituição meio que por osmose e não por um estudo crítico do documento. E assim, eu até hoje não li na ínte, por exemplo, lei alguns fragmentos. Então, a gente vê que falta um pouco de um estudo crítico específico desse documento, mas apesar disso, acredito que ela foi muito bem assimilada, inclusive eh pelo Pensamento latino-americano. A gente vê isso nas nas áreas em Puebla
e nas demais oportunidades onde onde foi podido trabalhar isso e como a gente conseguiu assimilar. E justamente pensando eh nessa nesse processo da revelação que não se encerrou com a vinda de Jesus, porque ele vai se renovando o dia a dia no sentido de trazer as pessoas o real significado da vivência da revelação. A revelação terminou com Cristo, mas a vivência, nós Estamos num processo de aprendizagem e reaprendizagem contínuo. No que diz respeito ao segundo item, como averbo orienta a transmissão do conteúdo nessa área teológica que é da teologia do laicato. Ela orienta por meio
da ação evangelizadora a partir de um processo de trazermos a revelação para a realidade, para a palavra de Deus unida ao sagrado magistério. A gente sempre fala, a gente tenta assim compartimentar aquilo que a gente Faz e é um equívoco. Da mesma forma como os documentos da igreja eles eles interagem com o outro, eles conversam entre si. Padre Almeida tocou bastante no assunto. A Érica também observou muito bem isso. Nós temos um processo que nós nós temos que trabalhar e existe uma interação entre os documentos, mas também por óbvio, existe uma interação do próprio clero
com o laicado. Não existe um eh eh isso que que o Papa Francisco trata Também, né, da questão da sinodalidade, desse caminho comum do clero com com com o povo de Deus, né? E aí o que não fala povo de Deus é o povo de Deus, não é o laicato, é a humanidade. Isso a gente tem que entender esse processo. E acredito que que essa transmissão do conteúdo, ela se dá justamente paraa vivenciação das nossas realidades a partir da revelação. E um Cristo que veio salvar e não dividir e não penalizar e não mostrar o
que é errado, Mas congregar todos, todos congregar a humanidade. Eu acredito que a Deverbo, apesar de ser um documento pouco estudado pelo laicato de uma forma mais sistemática, de uma forma mais criteriosa, mas parece que a gente assimilou bastante assim, quase que por osmose. Mas eh é isso. Bom, o nosso grupo lá, estávamos em dois aí, eu vou até citar o o nome do do outro integrante que é. Pois é, alguns dois depois anexou o o Alberto Abrão, que também participou do grupo. O nosso grupo de história, a gente entendeu que que a história tá
presente em todos os outros grupos. Eu acho que vocês também entendem isso, né? a história é algo que tá presente em tudo. A primeira questão, como a day verbal é assimilada pela nossa área teológica, como as outras constituições, cada uma eh se apresenta no no com o seu específico tema e a sua as suas abordagens, a Deverbo tem algo Eh de especial que se apresenta como uma maneira de compreender Deus na forma como ele se apresenta. é a compreensão de Deus na forma com que ele se apresenta e se revela, como o padre ontem disse,
ele se revela ou desvela, né, retirando e colocando o véu para que a gente possa entender um Deus que se apresenta como amigo e um Deus que nos tem como seu amigo. Então, é uma uma é uma dupla é um duplo entendimento de Deus para com o Ser humano, né? Ele se apresenta como amigo e nos tem também como amigo, né? Eh, na história, a dei verbo nos ajuda a compreender a revelação de Deus com a retirada do véu e está mais próximo do homem. Eh, antes do Concílio Vaticano II, a gente tinha uma ideia
de que Deus estava eh eh distante, era algo eh intocável, muitas vezes incompreendido, mas com essa revelação Através do dei verbo, eh torna-se uma maneira mais fácil de entender e compreender a Deus, embora sendo um mistério, um dos mistérios da igreja, mas é possível entender da forma como ele se apresenta. A segunda questão traz os elementos para o entendimento da revelação por meio dos textos bíblicos, através da pregação dos apóstolos e de seus Sucessores. e a tradição oral da escrita, ou seja, a tradição oral e a escrita na Bíblia e tal. Aí eu quero eh
ampliar um pouco essa questão da escrita, porque tem a gente tem os livros da Bíblia, né, e o o Antigo e Novo Testamento, mas também temos outras escritas da história que que transfere essa essa tradição oral em escrita também. Então, essas duas formas, a a escrita, a Bíblias e os textos que foram escritos, eh, com base na Bíblia, as Interpretações que que inclusive estão sendo feitas até então. E, e a tradição tradição oral mesmo, que que está sempre presente, sempre sendo reconstruída, ou seja, revelada eh a cada momento que passa. Nossa cadeira é direito canônico.
Então, eh para nós assim foi um pouco, fomos pego de surpresa um pouco de como fazer essa interação, né? Eh, o direito canônico, como todo direito, é Aplicação da lei, o que tá escrito, né? Então se aplica, acredito que para a aplicação dos documentos conciliares veio bem depois, né, em 93, a publicação do direito canônio. E e aí então aplica-se as leis que estão. A primeira questão é pede para vermos o que a de verbo, de que maneira era assimilada na nossa área. Então, o código de direito canônico está interligado a de e verbo, pois
a de verbo Fornece fundamentos teológicos para a normatização realizada pelo código de direito canônico. A dei verbo, ela vem paraa salvação da humanidade. Então ali está escrito com base na Sagrada Escritura e na tradição. Então tem um documento que compila isso e nos dá um norte de como seguir. E o direito canônico, ao aplicar a de verbo, busca viver a palavra de Deus na vida da igreja e promover a salvação dos homens. Então ele nos coloca um uma diretriz e As normas de que maneira devemos fazer e cumprir, como que devemos fazer o cumprimento dessa
evangelização. Então ele nos normatiza e nos dá caminho. A segunda, como é como a dei verbo orienta a transmissão do conteúdo da nossa área teológica? A dei verbo destaca a importância da palavra de Deus e estabelece os princípios para a compreensão da revelação divina, enquanto o direito canônico aplica estes princípios na vida Da igreja. Então, a aplicação dele se dá por meio de legislação, de normas, para que se possa ter uma organização. Então, vai desde a organização do povo de Deus aí, incluído todos nós, desde o daquele que ainda não aceita o Cristo, mas que
olha com carinho para o cristão, até o nosso Papa. Então ele vai falando e versando sobre todos esses assuntos. Quando nós vemos lá ele falar inclusive normatizar alguma coisa com Respeito àqueles que não são cristãos em relação aos cristãos. Então é assim que nós eh pensamos um pouco estes questionamentos. Então, na cadeira pastoral, nós pensamos que ela foi um divisor de águas na vida da igreja. E é o marco onde a palavra guia e orienta a vivência na missão, torna-se combustível para a vida cristã. É a palavra de Deus que inspira a nossa prática, nos
orienta e ilumina toda ação pastoral. E a palavra de Deus é a Centralidade de tudo. E na segunda, eh, questão, aproxima o povo a palavra de Deus e busca também romper com a tradição de ler a Bíblia fora do contexto. E a leitura eh eh deve levar em conta o contexto histórico e social e não eh realizada a partir disso. e orienta a fidelidade ao magistério da Igreja e traz a unidade dos textos bíblicos, onde Jesus é o centro e fio condutor do antigo e novo testamento. A nossa cadeira do diálogo, né? E o Diálogo
hoje sentou-se com a história para buscar fazer uma perfeita compreensão dos problemas que nós vivenciamos hoje, né? Eh, nós do da cadeira do diálogo, como a experiência que a gente tem com participar do grupo de diálogo interreligios há muito tempo, eh, nós temos assim uma compreensão, uma dimensão mais material que tem a espiritual e a material. A material no diálogo Interreligioso é a paz na terra. Paz na terra, paraíso já, né? dizer, vivemos bem em harmonia com os outros e agora e a cadeira com o documento nos permite fazer um percurso de intrareligioso, de espiritualidade
e ao se comunicar com o outro, né, levemos uma evangelização não de busca de eh quantidade de de pessoas, né, que possam são eh observar a nossa igreja como uma Possibilidade de participar dela, mas de compreender-la e de qualificar o conceito que se tem. E isso é recíproco, exatamente para eliminar os preconceitos que eh eh que são os obstáculos, na verdade que nós temos. Nesse sentido, eh, a primeira pergunta nós respondemos assim, que a compreensão eh que ela nos permite a compreensão de uma espiritualidade relacional de igualdade e respeito, entendimento das tradições religiosas a partir
do diálogo, né, e Vivências de superação, os obstáculos à construção de de ambiente de paz e de justiça. forma primeira. A segunda é através da síntese, né, da leitura dos textos, dos textos bíblicos e tradições, centralizada no exemplo de da vida de Cristo, contextualizada, né, no tempo, no espaço e nas culturas com com as quais a gente se relaciona. Então, a Deverbo nos deu esse fundamento para aprofundar o aspecto espiritual. Desse contato com o outro, né, fora da nossa religião, como dentro também da nossa religião. É isso. Muito bem, muito obrigada. Então, a nossa tarefa
agora, né, é continuar refletindo a de verbo a partir das nossas cadeiras e principalmente esses critérios do diálogo, da inculturação, da revelação como processo, do respeito da historicidade, né? Então são vários aspectos importantes que vão nos ajudando a pensar também a nossa eh os Nossos conteúdos que vamos expor nas formações, mas pensar a nossa reflexão teológica a partir desses critérios. Passo a palavra agora pro padre Sandro. Obrigado então a Érica, né, toda a equipe da Bíblia que nos preparou essa formação desse final de semana, né, muito bom. poder falar sobre a palavra de Deus e
aprofundar um pouquinho mais, né? Recordo que o próximo encontro são nos dias 23 e 24 com a Constituição Sacro Santo Concílio. Então, da mesma Forma como a gente pediu para ler aqui esta, né, dei verbam, quem puder leia também. é o padre Donizete com a equipe da pastoral da liturgia, quem vai conduzir nosso próximo encontro, sempre nessa modalidade, na sexta noite online, no sábado aqui. Eh, esses arquivos que eu estou mandando para vocês, eh, sempre quando a gente termina a formação, né, mais o vídeo, eh, a Érica vai fazer um trabalho agora de colocar tudo
isso no no drive, né, lá Do Gmail e nós vamos passar a compartilhar com vocês o link, né? E nesse link ela vai colocar todos aqueles que nós já compartilhamos até agora e os próximos que forem acontecendo também estarão neste link. Então, eu não vou enviar mais os os slides, os vídeos e tudo, mas sempre que a gente quiser, esse link vai ser compartilhado. Assim que a Érica conseguir fazer esse trabalho, inclusive os de hoje, os slides, daí eu mando a mensagem Comunicando e compartilhando o link também, né? Porque daí a gente sempre tem aquele
recurso lá para poder eh olhar sempre que for necessário, OK? E daí se alguém for tendo alguma dúvida, como acessar o link ali, o material também a gente vai esclarecendo. Não esqueçam de pegar lá as garrafas queem trouxe, quem trouxe leite, suco, se puder levar, a gente agradece também, né? Porque estão abertos, estão pela metade, se fica, tem Que às vezes jogar fora e é ruim isso, né? Então, quem trouxe ali leite puder levar e os eh as comidas também ali que sobraram um pouco dessa vez, né? A gente comeu bem. Que bom, né? Mas
sobrou. Sempre sobra, né? Sempre sobra. Então tem ali também. Então, eh, levem também, passem ali, retirem pra gente não precisar ficar levando para casa. Obrigado ao Fernando também, que mais uma vez está aqui já casado, né, Fernando? 15 dias atrás se casou, senhor Fernando, e que sempre colabora conosco. Obrigado, Deus abençoe. E a Érica vai fazer oração final. Então, então já no espírito de recepção da De Verbo, né? Eh, esse ano o tema do mês da Bíblia é o estudo da das eh da carta de Paulo aos Romanos. Então, a esperança não decepciona. Mas para
finalizar esse dia, essa manhã de estudo, gostaria de refletir com vocês Romanos 15 versículo 4. Em nome do Pai, do Espírito Santo. Amém. Tudo que foi escrito no passado foi escrito para nosso ensinamento. E isso para que tenhamos a esperança, mediante a perseverança e o encorajamento que vem das Escrituras. O Deus da perseverança e do encorajamento conceda que vocês tenham o mesmo sentimento uns para com os outros, a exemplo de Cristo Jesus, a fim de que vocês, com um só coração e uma só voz glorifiquem a Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Glória
ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Vamos em paz e que o Senhor sempre nos acompanhe. Graças a Deus. Tem um recado aqui, acho que tá. Só falando em nome do, acho que eu posso falar em nome do grupo, desejar para todas as mães um dia bem abençoado e as Mães de todos vocês. Que Deus abençoe todas as mães nesse dia. [Aplausos]