Bom dia meus amigos muito bom dia que bom tá aqui com vocês hoje tô eu aqui mais uma vez tratando com o Fernando Paiva Bom dia Fernando Paiva tudo bem com você bom dia elemar tudo bem cara isso é muito fake Porque a gente já tava conversando antes e parece que a gente tá começando a conversar agora mas é o protocolo para a gente poder fazer um vídeo bacana Olha só eu e o Fernando Paiva já tivemos algumas conversas aqui Sobre liderança técnica o papel techline Quais são as competências quanto a cliente precisa desenvolver como
que ele pode desenvolver a sua maturidade né nesse papel é o Fernando contribuiu com a gente inclusive com o modelo de maturidade né o modelo de competência na verdade que o técnico pode utilizar como referência dando um equilíbrio aqui grande entre soft Skills e hard Skills Entretanto a gente pediu bastante para as pessoas que elas combinassem né Compartilhassem com a gente as impressões delas e a gente recebeu um feedback importante Fernando eu não vou roubar o teu protagonismo tá O que que você viu de feedback que te motivou a fazer uma alteração desse modelo queridão
mas nas nossas últimas conversas a gente falou bastante sobre o aspecto de negócio o quanto um líder técnico precisa conseguir entender o negócio para conseguir endereçar aquilo que ele Tá fazendo com o time dele para de fato trazer resultado a gente falou de hard Skills falou de soft Skills e falou de negócio mas a gente percebeu a gente teve feedback disso que a gente não explicitava quais são de fatos as competências de negócio que alguém posição de liderança técnica precisa ter e até pela posicionamento a gente entende que o negócio ele é central a essas
competências então a gente reposicionou o modelo de competências Para colocar negócio exatamente no centro disso a gente fala não existe tecnologia bom e negócio ruim né negócio manda né a gente precisa ter um negócio que seja avançando que seja sustentável para tudo o resto faça sentido né então a gente colocou aqui negócio no centro e a gente citou aqui Colocou de uma maneira mais explícita O que que a gente entende que são essas competências de negócio muito bom muito bom interessante é que observar Fernando Que é exatamente essa coisa de colocar um negócio no centro
né porque naturalmente você vai ter profissionais né de liderança técnica pessoas que exercem liderança técnica dentro das organizações que vão ter eventualmente até uma tendência maior para determinados conjuntos de rádios Então vão ter hard Skills como uma força maior ou então vão ter mais destaque pelo soft Skills agora alguém dispensável né pelo menos entendo eu é o Que a gente defende É exatamente esse entendimento do negócio negócio do centro mostra exatamente essa passagem essa necessidade de Equilíbrio que você precisa ter mesmo que você tenha uma em fazer maior Nas artes que os homens soft Skills
agora de novo né para o papel do tecidual especificamente falando do tecnide né é o ideal seria que essa que essas dimensões fossem equilibradas né e mais um ponto importante que essas dimensões todas fossem sempre Desenvolvidas a partir da perspectiva de como que se colabora para que o negócio Possa possa acontecer de uma forma mais mais simpática muito bom e Fernando que que você destaca aqui embaixo aqui dentro dessa caixa de negócio que se destaca como sendo os principais pontos que não tem aqueles deve desenvolver para poder de fato dizer que ele tá em alinhamento
com negócio O que que você destaca aqui pra gente o primeiro ponto é que o negócio ele define muito bem os Porquês daquilo que a gente está fazendo então quando a gente coloca aqui competência relevante no domínio do problema é exatamente para toda a decisão que a gente tomar tanto do aspecto técnico quanto do perfil comportamental que a gente precisa imprimir a gente sem a gente entender de fato que problema que a gente está resolvendo como resolver esse problema de maneira adequada tudo fica incipiente deixa eu Dar um exemplo é do ponto de vista técnico
por exemplo Às vezes a gente está investindo em modernização e mudar steck e tal mas no final das contas qual o resultado tangível que a gente tem que atingir com isso que problema que a gente está resolvendo do cliente quando a gente está fazendo isso tudo coisas que a gente fala o tempo todo quando a gente está discutindo arquitetura né o custo do desenvolvimento do software ele é composto por coisas que não são Necessárias que são complicações que a gente como técnico traz existem coisas que são essenciais é o problema de fato que a gente
quer resolver né se a gente só focar na outra parte a gente não tá resolvendo problema nenhum de fato a gente está criando dificuldades e complexidades sem necessariamente trazer resultado Então esse é o primeiro ponto sabe a gente precisa conhecer o domínio do problema e tem uma muito bom de um cliente nosso inclusive um executivo Cliente nosso que ele pegou e falou o seguinte gente primeiro passo da solução é conhecer bem o problema sabe aqui Exatamente isso é conhecer o problema que você tá resolvendo antes de qualquer coisa né muito bom muito bom sabe Fernando
que quando eu tenho um grupo de estudos inclusive que tá abordando algoritmo estruturalidade né e a gente fala bastante sobre aplicação lá no código anulava né tá trabalhando com time de técnicos eu Sempre falo que é o desenvolvedor mais experiente né ele entende que ele precisa analisar sempre o código sobre três perspectivas a perspectiva da intenção né cara porque eu tô fazendo isso né a segunda perspectiva acaba sendo a perspectiva do Design exatamente cara qual vai ser a forma como vou organizar meus componentes como que eu vou selecionar os componentes eventualmente como que eu vou
selecionar algoritmos prioridades Como que você Selecionar tecnologias né fornecedores Então essa pers do Design você perceber o que você vai ter como que você vai relacionar e finalmente lá embaixo você tem a demanda da implementação Então você tem a intenção né design e a implementação quando você tem um profissional com menos senilidade é normal que dê mais ênfase para implementação primeiro depois com o tempo ele percebe que a implementação dele fica difícil de manter aí começa a Dar mais valor para design quando ele vai tentar entender padrões de projeto padrões arquiteturais padrões de referência quando
ele tem esse entendimento Mais maduro e começa a perceber que cara ele desenvolve das vezes projetos muito mais complexos do que necessário E aí ele volta para entender de novo a intenção de muitas maneiras né quando a gente fala em colocar um negócio no centro é exatamente para você poder prover para o Técnico mesmo que o cara mais técnico do teu time você falou para ele uma orientação Clara de quais são os espaços de atuação que ele tem para poder decidir né porque afinal de contas né Fernando como profissionais de tecnologia Nós temos dois objetivos
depois a gente trabalha com projeto independente do papel que a pessoa exerce do time mas é basicamente que ela quer é reduzir o custo a gente quer fazer uma solução que seja Potencialmente mais barata né E daí que vem engenheiro que nos pagam inclusive né então a gente consegue ver soluções são mais baratas e a segunda a gente quer também minimizar o risco né porque às vezes não adianta nada você ter uma solução mais barata mas que contém um risco associado ao negócio que seja muito alto e isso implica enfaticamente em você e entender direitinho
o problema que você tá resolvendo domínio do problema Outro ponto que você traz pra Gente aqui Fernando que eu acho que é interessante também para conectar Eu e Você Nós dois somos apaixonados pelo tema né é quando a gente foi em Domínio Não tem como não considerar por exemplo utilizar e uma das coisas que te faça também do designer DDD é que design conecta é exatamente a ideia de você ter ou melhor liga a ideia de que sofre na desenvolvida só dentro da área técnica né então Mais uma vez você precisa Conversar com especialista de
domínio para poder entender direitinho Qual é o domínio do problema você precisa ter ferramentas para explicitar isso de muitas formas DDD ajuda com isso para finalmente você também conseguir propor uma solução um pouco melhor falar com pessoas que vão pensar mais na arquitetura ou você ou alguém do seu time Quer pensar mais na arquitetura e isso tudo vai combinar daí essas outras competências todas que a gente tá vendo Aqui em torno né então você pega uma habilidade um método de trabalho que eu queria te entregar para exatamente você poder entender melhor do negócio para poder
exercer tanto a soft Skills quantas Artes que faz sentido ou parece um bocado de groselha aqui meu amigo exatamente não tem como ignorar do aumento de design aqui como abordagem para conseguir inclusive colocar o negócio no centro né Uma das coisas que ainda não deve design a gente Usa como abordagem é a gente conseguir primeiro trazer domeca Expert para o processo de desenvolvimento né ele passar a fazer parte o processo de desenvolvimento Então você traz o cara de negócio para trabalhar junto né é essa é Talvez uma das poucas formas que você tem de fato
de conseguir garantir que aquilo que você tá fazendo resolve o problema real sabe porque é antes disso é tudo hipótese e o hipótese com risco muito alto né quanto o software que a Gente desenvolve e daqui a pouco a gente descobre que cara não é bem assim né então não tem como ignorar também dormindo como abordagem para colocar negócio no centro e conseguir garantir que a gente tem conhecimento sobre o domínio do problema né esse é um ponto importante da Fernanda acabou de destacando uma coisa substancial aqui né a gente precisa não adianta de nada
nós temos a melhor tecnologia a solução mais bem desenvolvida com todos padrões Arquiteturais mais modernos se eventualmente no final do dia aquela solução não entregar né a solução que o negócio precisa né então esse entendimento né garantir que você tenha esse entendimento Claro da e principalmente você na função de liderança né encontrar mecanismos formas técnicas de comunicar essa intenção para o time parece algo fundamental mais uma vez né Fernando é interessante destacar que essa caixa que está no centro aqui Ela não tá como algo a mais ou seja não é você tratar de todo o
entorno E aí falar sobre negócio não não é você levar Negócio ou relacionar negócio Com todas essas habilidades sejam as Skills eventualmente técnicas sejam as artes quilos sejam também a softwares que os esse entendimento né é tentar trazer a lente do negócio acho que essa é uma boa descrição eu gosto de achar palavras bonitas é tentar achar a lente do negócio para cada uma das habilidades aí Que você tá desenvolvendo esse acaba sendo ao meu ver parece o X da questão de trabalhar mas me fala uma coisa que Fernando vou trocar aqui a tua visão
para a gente poder eventualmente não ver como a coisa eventual de varia você não quer que lide Você pode ter é diferente atribuições entre empresa você trabalha numa empresa muito grande eventualmente você ter trabalho uma topologia de time aonde a tua relação né nem sempre né é a Relação que você enxergava inicialmente dá uma olhada aqui por exemplo né Isso aqui é o método de tinta polos né E você começa a perceber que você tem quatro naturezas de time que você tem os times que são plenamente alinhados com o negócio então você quer que os
projetos streamlines então entregando as tarefas entregando features que é o que o negócio precisa e aqui existe uma conexão muito clara com os especialistas de domínio né você tem por outro lado Também tem time de plataforma né Fernando onde você tem às vezes necessidades são transversais por exemplo alguém que trabalha num time de plataforma implementando uma funcionário de segurança por exemplo né eventualmente não vai conversar tanto com uma especialista de domínio aqui em cima para poder entender sobre isso e tudo mais mas tem que a sensibilidade de conseguir basicamente conecta mais com o público mais
técnico mas tem que ter Sensibilidade de negócio para poder fazer uma decisão que não vai atrapalhar o nosso aqui na enzima por exemplo a gente tem um especialista em segurança que é o Mendel né e ainda sempre fala cara se você deixar pela vontade do Especialista do domínio né no caso o especialista domínio técnico que seria segurança que eu doei expec Expert técnico cara o expert técnico vai dizer cara não ligo o teu servidor né porque como é que você impede ataque Simplesmente não trabalhando né então é esse entendimento né de cara eu preciso entender
eventualmente Quais são as concessões que vou ter que fazer sobre a luz da tecnologia para fazer a coisa ficar viável né É um tipo de entendimento importante a mesma coisa acontece se você for trabalhar num time de direiton por exemplo Ah eu sou o líder técnico de um time de que trabalha arquitetura dentro da Corporação cara eu preciso levar para os time eu preciso Ter o sentimento do entendimento do que que cada time tá trabalhando para poder fazer a coisa funcionar e mesmo que não seja eventualmente um time de fazer mais técnicas se você for
por exemplo o líder técnico de uma Squad de ou de frente por exemplo de agilidade cara você precisa de novo né tropicalizar conceitos porque é muito fácil eventualmente você cair na armadilha de querer implementar tudo vai The Book né e vai de book quase sempre não não encaixa totalmente Você precisa Fazer esse ajuste então eu entendo né Fernando que a competência técnica essa habilidade é de perceber e colocar um negócio da frente faz exatamente e te dá exatamente a condição de você entender o que que importa mais o que que importa menos faz sentido Fernandinho
ou parece um monte de groselha aqui de novo faz todo sentido você me lembrou um caso bem interessante também no cliente nosso telemarketing é o seguinte quando a gente está construindo e usa Stories Geralmente um erro tradicional é que na hora de colocar aquele formato eu como quero para sabe eu como profissional tal quero isso para resolver isso tem um erro comum e o pessoal Colocar assim eu como desenvolvedor quero implementar tal coisa tal tal então na hora que a gente bate o olho viu eu como desenvolvedor a gente já pensa no problema e aí
na hora que eu bati o olho num cliente falei assim cara porque aí o cara falou assim não cara porque esse time aqui era um Time de plataforma e ele entrega componentes para os outros times então o dom Expert dele na verdade é um técnico expert e a Persona qual de fato ele entrega é um desenvolvedor então é para o desenvolvedor eu preciso entregar um frameword reconhecimento facial que funciona assim assim assim então de fato de acordo com esse time se comporta você traz o domínio do problema de maneira diferente né Você pode ter domínios
que são extremamente técnicos Você pode ter Domínios que são especializados em diferentes Vertentes de negócios financeiros Seguros distribuição enfim cada um no seu ponto né o Fernando esse ponto né nesse cliente especificamente nós tratava lá de um subsistema complicado né então por exemplo no negócio daquele cliente uma parte essencial era reconhecimento facial cara tem um monte de funcionalidade entregue para os clientes em cima do reconhecimento facial Mas é Uma parte sem sombra de dúvidas muito importante mas que não tá conectando é essencial para você entregar tudo que o cliente precisa mas não é o cliente
que pede diretamente sobre a preciso retocar esse algoritmo preciso eventualmente ter um reconhecimento dos olhos um pouco melhor na prática a funcionalidade para o time se tem análise tá recebendo é cara eu preciso saber se é você dando atenção né não se ela tá eventualmente movendo os olhos então esse cara né do Time né ele vai ele é cliente desse dessa área de sistema complicado né para poder para poder fazer até para poder ter essa relação vai poder trazer a coisa E aí tem um ponto interessante também né Fernanda aqui você começa a ver também
impacto da relação com negócio também para ênfase que você tem que desenvolver nas suas artescuze soft Skills né então voltando lá para nossa para nossa para o Nosso modelo né modelo que você trouxe para a gente cara quando você vai para o nosso modelo e você tem por exemplo um líder técnico de um time que seja um time de subsistema complicado esse cara vai ter relação com negócio sim mas a relação que vai ter o cliente dele é um cliente interno é um outro desenvolvedor Então você é um outro desenvolvedor Teoricamente o desafio da comunicação
deveria pelo menos em teoria ser um pouco mais fácil né Tudo bem que a nossa Profissão nós temos uma profissão muito famosa por pessoas de comunicação fácil mas os teus soft Skills deveriam ser menos demandados ali na hora de você ou pelo menos a aplicação que você vai dar vai ser uma aplicação diferente do que aquela aplicação que teria que dar para ele eventualmente para uma pessoa do negócio que daí sim não tem entendimento nenhum de como as coisas são implementa você acaba tendo uma relação diferente Ou seja A tua relação a relação não é
já a tua relação a relação do teu time com o negócio né É mais interno quente interno eu não gosto muito de visão mas é que acho que ficou Claro mas tipo a tua relação com a forma como você contribui com o negócio acaba mudando inclusive o balanço que você dá para o soft Skills e para as hard Skills bacana né quando você começa a pensar de flutuação muito bom E aqui embaixo Fernando você começa a trazer para gente um outro referência Sabe olha além da compreensão do domínio e a gente já sabe que domínio
design é Acaba ajudando bastante você traz uma outra alegoria né que me agrada muito você fala em Dores necessidades e desejos dos clientes discorrer de novo um pouquinho mais sobre o que que você quer dizer com dores desses cidades desejos aqui ela é uma remete exatamente alguns conhecimentos de desenvolvimento de da gente está concedendo uma solução Para um cliente para um usuário no fim das contas a gente está fazendo algo para uma pessoa no fim do dia a gente tem a personificação a gente tem uma pessoa que tem dores necessidades e desejos e a gente
precisa construir uma empatia com os desafios dessa pessoa que geralmente a gente consegue classificar ela nesses três pontos dores são coisas que cara tá ruim ela precisa mudar ela precisa fazer de uma forma diferente necessidades que são coisas que fala Assim olha sem isso não funciona são essenciais para e aqueles desejos que são coisas que não necessariamente são essenciais não é a direção do problema mas que quando ela pensa numa possível solução daquela são coisas que ela gostaria de ter a gente conseguir construir Essa visão Clara ajuda a gente a direcionar as nossas soluções para
de fato resolver um problema Real de uma pessoa implica em você olhar o que está sendo Solicitado sob a perspectiva de quem está solicitando né esse é um ponto um ponto bacana até para você poder determinar de uma forma um pouco mais clara Quais são as suas prioridades né priorização cara O que é o que é dor geralmente vai ter uma prioridade maior que você tem pensado na vida tá o que é dor vai ter uma necessidade vai ter um impacto uma prioridade mais alta do que eventualmente O que é uma necessidade cara tem uma
diferença Olha é necessário Mas aqui tá doendo Então eu vou atender a dor primeiro né e além da dor você começa a pensar o desejo né você atender as necessidades acaba sendo também mais prioritário do que atender aquilo que é desejo e aí vai ser diferencia né usando um termo Chico se diferencia o que que é de fato algo que se precisa e que é Perfumaria na solução né é outro ponto que é importante Fernando é a questão da empatia sempre digo que você conecta Pela dor né Tipo você conecta pela dor tanto aqui quando
eu vou começar com os clientes aqui de cima é uma das primeiras perguntas que eu sempre faço cara E aí qual é a tua dor que explica corredor né me explica Aonde que tá doendo me explica onde que não tá bom quando você entende Qual é a dor e você começa a trabalhar essa é uma técnica básica de venda também né quando você começa a entender Qual é a dor do cliente e você explica a dor você acaba Depois vendendo a solução né é muitos técnicos na hora que vão vender Às vezes uma vítima e
dá uma atenção demasiada para os aspectos técnicos aspectos funcionais daquelas Fitness daquelas implementações e acabam negligenciando isso né cara você pode tranquilamente destacado e você vende o alívio né então a tua solução é a forma como você apresenta a solução inclusive até que é importante comunicação a forma como se apresenta coisa é para o teu cliente vai Nessa linha cara qual é a tua dor qual alívio que eu tô te entregando né isso aqui para chamar a necessidade daqui satisfeita né aqui tá teu desejo e o teu desejo está atendido né Então você começa a
falar sobre você faz essa relação de Day para né E quando você começa a estabelecer essa conexão cara tudo fica mais fácil esse é um ponto importante né Fernando inclusive para você eventualmente também não cair na armadilha né de ficar falando muito Sobre o que você tá fazendo e não criando essa conexão porque essa conexão embora ela apareça óbvia ela não é você precisa ressaltar né comunicação repetição muito bom muito bom muito bom e Finalmente né Fernando você vem aqui embaixo dizendo cara eu preciso aprender a ter a habilidade para organizar estruturar e simplificar a
visão do negócio gosto muito dessas três palavras mas fala para mim que que você quer dizer com organizar estruturais Significa a visão do negócio é muito fácil ela é mais principalmente no dia a dia em meio a tantos problemas de desafios técnicos a gente perdeu o referencial da visão de onde a gente precisa chegar com aquela solução sabe então assim a gente tá lá criando automações esqueceu tipo cara essa automação no final das contas tinha que resolver o que né É muito fácil isso acontecer uma das coisas que contribuem para isso acontecer é às vezes
não ter Uma uma comunicação simples é o discurso fica sofisticado demais ele facilmente é esquecido ele facilmente e diluído no meio de tudo um dos papéis do líder técnico em garantir a visão de negócio é conseguir deixar muito mais tangível e aí os diferentes níveis de pessoas e experiência que tem dentro do time sabe então tornar muito mais tangível desde O estagiário até o cara Senior do time dele consegui estruturar isso também para ficar mais fácil de entender ficar Mais fácil de organizar as ideias e fazer sentido para todo mundo né então aqui conecta exatamente
com aquela soft Skills de comunicação mas qual a ideia ênfase de trazer o negócio para o centro no final das contas é para trazer o negócio para o centro exige um exercício ativo de comunicação mais eficiente por parte do líder técnico né ele precisa ser o cara que consegue compreender para onde o negócio tá indo que a visão de Negócio e precisa conseguir ter estratégias de comunicação para fazer esse time chegar lá né eu entendo isso como coisa importante Fernando e outra coisa que é um obstáculo grande eu tô um pouco rouco hoje né mas
uma coisa que também é obstáculo grande para muitos muitas pessoas de tecnologia e que se convertem dor quando você vai atender o negócio muitas vezes é o jaqueta né então às vezes é quando você vai atender uma Demanda de negócio que você vai atender e ouvir o especialista de domínio eu sempre falo que existem quatro versões para qualquer processo né tem a versão tá documentada que nunca é aquela né se existe nunca é aquela que é executar de fato existe a versão que o chefe da área descreve Nossa aqui nós trabalhamos desse jeito também não
é exatamente aquilo existe a versão que é considerada ideal tipo cara como que nós deveríamos fazer esse entendimento das pessoas que Trabalham na área e existe a versão de como as coisas são implementadas de Fato né quando alguém de tecnologia vai eventualmente desenvolver um software vamos lembrar alguma atividade né existe uma tentação muito forte das pessoas de não escrever o problema como ele é mas o problema é que ele poderia ser caso sofre fosse perfeito e as pessoas começam a escrever uma demanda né de negócio que é para aquela para aquele cenário perfeito que Quase
nunca se materializa de fato Porque também tem um problema sério aqui né Fernando é os problemas do jeito atual de funcionar são conhecidos os problemas do dito jeito novo não são então de muitas formas quando o líder técnico ele ele organiza isso ele estruturas demandas e dessa simplificada na visão negócio ele faz duas coisas ele facilita essa comunicação mas principalmente também consegue separar o que que é uma dor necessidade Imediata né uma coisa que tem que ser atendida e consegue separar isso ainda aquilo que é um desejo né ele consegue manifestar isso melhor para exatamente
também garantir que o projeto não sai do prumo né porque senão você perde Às vezes a linha a coisa pela simples possibilidade de fazer Exatamente exatamente E aí você tem mais uma coisa importante né Fernando que a gente tem que avaliar e o líder técnico começa também avaliar que é sempre o Custo de oportunidade né o curso de oportunidade Cara o que que eu tô deixando de fazer para fazer o que eu tô fazendo aqui agora né O que que é quais são as coisas que eu deveria estar observando e que por alguma razão eu
não tô né Isso tá eventualmente me atravessando tá dificultando a minha vida quando você tem um líder técnico é que toma esse cuidado de organizar estruturar simplificar essa informação ele acaba Também conversando com as Próprias pessoas além dos dois lados né Tanto para o time de negócio para dizer cara vamos arrancar direitinho aqui quais são as tuas dores suas necessidades todos desejos e aí a gente vai conseguir eventualmente ter ênfase naquilo que você tem faz de verdade para você e no time técnico né para o outro lado dentro de casa ele consegue também Cara o
que que a gente está fazendo aqui que tá conectando de fato com aquilo lá né Será que porque no Final do dia né Fernando a disputa é sempre a mesma existe um jeito mais barato ou menos arriscado é sempre isso mais barato ou menos arriscado e o líder técnico de muitas formas ele tem essa incumbência né de lembrar tanto negócio quanto o pessoal do time técnico desse fato a gente tem que achar formas mais baratas menos a escadas mais baratas menos arriscados e que funcionam ao longo do tempo todo sentido para mim mas Fernando na
Tua percepção cara Quais são os grandes obstáculos né para os líderes técnicos Quais são as grandes dificuldades que os líderes técnicos enfrentam hoje em dia para desenvolver Essa visão do negócio que que você entende na tua experiência aquela experiência que você tem como os líderes técnicos que a gente apoia nas empresas onde a gente trabalha o que que você percebe como cena grande as grandes dores desse povo na hora de tratar desse tema de trazer um negócio para o dia a Dia existe algumas famílias que são bem recorrentes né mas a primeira delas é no
na hora que a gente fala que intercompetência no domínio do problema alguém pode pegar e responder assim pô eu conheço para caramba e aí ele pode ainda complementar e falar assim eu conheço mais do que o próprio negócio essa é uma armadilha Exatamente Essa é uma armadilha gigantesca porque o primeiro o primeiro problema dessa dessa armadilha é a Seguinte na hora que você assume você entende mais que o próprio negócio sobre o negócio é tem grande chance de você já tá desconstruindo boa parte da colaboração porque afinal de contas legal eu vi ele mas eu
nem preciso dele sabe esse é um primeiro problema o segundo problema é o seguinte você cria uma segmentação do processo de acampamento sabe muito software às vezes não funciona porque o próprio demandante não Se enga solução porque não foi ele que concebeu ele não participou disso então no momento que eu assumo não eu vou fazer desse jeito aqui porque cara esse cara não sabe de nada provavelmente cara você tem parte da informação que você sabe mais sim mas tem muita coisa de quem tá vivenciando na prática aqueles problemas que você também não sabe e o
problema é se essas pessoas de negócio não tiverem comprometidas com essa solução elas vão falhar exatamente por Esses problemas porque elas não foram envolvidas elas não tem nenhum senso de comprometimento porque afinal de contas aquilo nem veio da cabeça delas então isso vai criando uma série de desdobramentos na interação entre os times mesmo você tendo da mina do problema então assim armadilha que você tem que evitar é conheça para caramba do problema mas entenda que o especialista e o responsável inclusive por dar a última palavra são os especialistas de Domínio são as pessoas de negócios
que estão de fato na operação e que vai usar aquela solução que está sendo construída acho que esse é o primeiro ponto interessante discutir Fernando que diferenciar conhecimento de competência né eu gosto muito né de falar que pô você pode até saber você pode ter até mais conhecimento do que o cara que tá lá na frente mas você não tem mais competência deixa eu tentar traduzir isso Tangibilizar né quando você pensa em competência uma formazinha simples que se utiliza é dizer que competência combinação de conhecimento habilidade e atitude cara você muitas empresas e Fernando Isso
é verdade nós atendemos aí clientes que aonde os desenvolvedores estão trabalhando a muitos anos desenvolvendo software para uma determinada frente e esses anos às vezes ultrapassam e muito O tempo das pessoas que estão no dia a dia lá na frente de Batalha Fazendo atividade utilizando software para gerar o resultado cara que acaba acontecendo esse Salvador tem até mais conhecimento pode ser verdade isso Tá Mas conhecimento da História da evolução como é que coisa funciona o conhecimento agora de fato não tem habilidade o que que é habilidade é a experiência fazendo né Eu sempre só que
Poxa é muito diferente eu viver eu desenvolvi software para projeto de ambientes pra gente interiores durante Muitos anos Fernando você sabe disso né cara é a primeira vez que eu tentei fazer o projeto de um dormitório para mim mesmo né eu percebi bem clara a diferença entre conhecimento e competência eu sabia tudo sobre o que era necessário para fazer um bom projeto mas eu nunca tinha feito um projeto na vida entende então eu podia dizer cara eu sei muito mais sobre o projeto do que arquitetos olha olha só eu sempre digo que Fernando tem eu
e meu ego tá quando Eu tô sozinho eu sou maravilhoso Quando Meu Ego tá junto eu sou insuportável mas o que acontece interessante é o seguinte né Fernandinho é eu podia até dizer que eu tinha mais conhecimento olha arrogância do que o arquiteto mas a minha habilidade fazendo o projeto era nada né então consequentemente eu não tinha a experiência prática da aplicação daquele conhecimento não sabia quais eram as implicações consequentemente o que acontecia Fernando embora tivesse Conhecimento não tinha base para formar aquele segundo nível ali que se destacou né que cara eu não tinha base
para sentir dor nenhuma porque eu não fazia então não tinha dor eu não tinha base para ter uma necessidade também porque poxa eu não usava aquele software não mudava e não impactava no meu dia né eu também não tinha base para poder ter um desejo né então tipo cara como é que eu ia desejar uma ficha ou ter necessidade de uma Ficha ou sentiu uma dor por causa de uma ficha se eu não tinha experiência de da aplicação prática né então vamos desmanchar alguma coisa que eu não tô dizendo que o desenvolvedor nós não estamos
dizendo aqui que o jogador eventualmente até não sabe mais do negócio do que o especialista mas embora ele saiba ele não tem habilidade não tem experiência a vivência né que vai se converter eventualmente aí em conhecimento em dor necessidade ou Desejo né que foi o outro ponto ali que você destacou Então é isso seja o ponto importante se destacar E aí o que que acontece essa essa é por isso que interessante essa visão de cara não é sobre não é uma guerra para quem sabe mais né é uma guerra de quem consegue no final do
dia explicitar muito mais que que é dor que que a necessidade que que ele deseja e isso o desenvolvedor não consegue né Exatamente exatamente uma outra Armadilha ele é também é bastante recorrente é o seguinte no momento que a gente começa a falar sobre o negócio às vezes as pessoas já respondem assim ah tá todo mundo alinhado e é muito Óbvio e a gente subestima a necessidade de deixar isso mais explícito e mais estruturado sabe é que 100% das vezes eu via toda vez que a gente pegou e fez exercício a gente pegou e falou
assim cara Então tá já que é muito Óbvio e muito simples vai ser muito rápido então Me dá o benefício da dúvida para a gente fazer isso rapidinho isso aqui só porque se talvez estão tão familiarizados mas eu não tô é o jeito que a gente usa para poder você convencer as pessoas em 100% das vezes na hora que começa a fazer essa explicitação e estruturar isso alguém chega e fala assim não não espera aí não não isso aí não é assim não e aí o outro o outro não é assim e aí a gente
começa a ver que o que tava Óbvio para todo mundo que tava alinhado para todo Mundo não é então assim algumas ferramentas que a gente pode usar ferramentas de negócios ferramentas de desenvolvimento de produto tipo por exemplo um Business Model Canvas para conseguir modelar o modelo de negócio às vezes uma formatação da oferta do produto um mapa de empatia sabe ferramentas que a gente usa na hora que a gente está estruturando isso ajuda a gente estruturar o conhecimento de negócio que a gente tem e se de fato tá Todo mundo alinhado é o que eu
falo vai ser um exercício rápido todo mundo vai colocar aquilo ali você vai ter aquilo no papel e você vai ter a convicção de fato as pessoas estão alinhadas estão caminhando na mesma posição geralmente quando não houve esse exercício prévio assim uma ideia de que isso está alinhado mas não tá E aí na hora que você fizer esse exercício você vai descobrir que tinha um monte de gente cada um remando para um lado e aí Você fala assim caramba Olha só eu tava na semana passada né discutindo com o cliente e a gente falando sobre
customizações E aí tava o time de o time de tecnologia falando assim Ah cara que a gente não consegue evoluir o produto porque toda hora a gente pede uma customização e assim assim e a pergunta foi cara então para o seu time de negócio customizar é bom ou é ruim para vocês customizar é bom ou é ruim porque se eu tenho um time de negócio Por exemplo com uma visão caminhando para cara customizar significa gerar caixa significa aumentar retenção e dificuldade de saída do cliente e Cara na verdade a gente é que tem que estar
pensando dentro do time de tecnologia como que a gente faz essas customizações serem menos dolorosas mais fáceis e tornar minha arquitetura mais flexível agora se ao contrário Então Opa como que a gente faz para na nossa estratégia de negócio a gente priorizar as Funcionalidades que são mais comuns para a gente ter um produto mais generalista e menos específico para cada caso Esse é um ótimo exemplo de como que as vezes as pessoas estão brigando porque porque não houve um alinhamento prévio daquela estratégia da visão do negócio para poder caminhar e cada um puxando por um
lado e aí cada demanda que entra você vai gastar uma energia gigantesca Porque de fato é cada um puxando para um lado para conseguir diluir essa energia para Poder caminhar não é uma direção que geralmente não era mais ade até porque igual a gente falou né puxou para um lado puxou para o outro você não vai conseguir caminhar na direção exata eu acho que esse ponto quanto importantíssimo Fernandes sacando pra gente é E aí volta de novo a necessidade Às vezes você trabalhar com ferramenta simples como por exemplo domínio designer né em domínio design quando
você mapeia subdomínios né dentro de uma Empresa então por exemplo para fazer um software para atender a empresa x né Essa empresa X por exemplo tem uma área que é comercial tem uma área de produção tem faturamento tem área e uma coisa que DDD costuma preconizar pra gente é que a gente deve pegar o subdomínios ou seja as áreas negócios ficar aqui não é sempre essa relação é sempre um para um mas dá para ter um bom entendimento né mas ele recomenda que você faça esse cara e você tem que classificar esse Subdomínios em três
categorias né O que que é cor né e o que é cor basicamente explica em termos de linguagem o negócio é cara como que a nossa empresa ganha o jogo é aonde que a gente faz a diferença Aonde que tá o nosso maior diferencial competitivo né E esse diferencial competitivo não se iluda né ele raramente está espalhado na empresa inteira é concentrado tem uma coisa uma atividade que a atividade que nos fazemos diferente então o que que é Cor essa é a primeira pergunta a segunda pergunta Cara é que isso não é o que que
é apoio né O que que tá no entorno que tipo garante que isso aconteça e o que que eventualmente É genérico daí só para poder te ajudar a manter as luzes acesas né é essa distinção simples cara leva a um conflito gigante todo mundo quer ser cor tá ou eventualmente a pessoa até entende que a cor mas ninguém tem que entender que é genérico né porque aí tem outro ponto Interessante né quando você faz a extinção do que é cor do que que é suporte do que que é genérico desses três níveis você também Começa
a responder algumas coisas importantes para o próprio área de tecnologia você como líder técnico você começa a entender algumas algumas relações importantes por exemplo aquilo que é cortem sempre prioridade então por exemplo o seu trabalho eu lidera um Squad que é o Squad que não é os Squad Que tá tratando do Core eu sou um cara de suporte eu tenho que entender que o meu hotmap vai ser subordinado a Rude map do Core se eu sou genérico por outro lado eu tenho de cara eu mantendo os acesas Tá mas no final das contas qualquer coisa
que eu faça que gere dor ou até mesmo uma necessidade no cor ou nas outras áreas nas áreas de suporte ele normalmente vão ter que me subordinar a atender a dor ou a necessidade das outras áreas e é Importante que eu entenda isso até para você não sentir poxa esse time preferido ou Poxa por que que eu sempre tenho que fazer concessão você tem que fazer concessão pela natureza do negócio aquilo que é cor tem naturalmente mais prioridade Outro ponto que é importante quando você começa a pensar e aí subindo um pouco o nível técnico
você tem esse a liderança técnica em selevel né cara você começa a pensar Poxa o que que eu desenvolvo dentro de casa o que que eu Compro fora cara o que desenvolvo dentro de casa vai estar diretamente associado aquilo que é o meu Core né aonde eu ganho o jogo onde eu tô fazendo mais onde preciso me diferenciar porque porque dentro de casa fazer isso porque poxa eu preciso ter que se software seja customizado do meu jeito senão se eu comprar uma coisa de prateleira que que eu faço normalizo aquilo que é um diferencial eu
mato a minha vantagem competitiva por outro lado quando eu Olho uma coisa que seja genérica cara uma coisa genérica eventualmente cara eu não vou gastar que curso de oportunidade mentalmente eu vou comprar fora né eu comprar mercado vai me atender bem e vai estar tudo certo não precisa ser excelente naquilo né então você consegue inclusive né é ter esse balanceamento de cara compra dentro eu compro ou faço dentro como que eu priorizo a organização dos times como que eu realizo também a Distribuição dos próprios profissionais né então esse entendimento do negócio mais aprofundado vai dando
exatamente essa entrega né Vai dando Exatamente esse entendimento enfim é bacana como tudo acaba convergindo né e de novo assim nós de tecnologia nós temos por exemplo a gente tem que parar e é isso que talvez seja o grande papel do líder técnico né tipo embora DDD possa ter por exemplo uma abordagem mais tecnicista né vários padrões comando Entidade objeto de valor Embora tenha Sim essa pegada mais tecnicista mais ligada aos raios didático cara ele colabora demais também como a atuação é com coisas que demandam então você tem que ter inteligência emocional cara como é
que você chega para alguém por exemplo pegar um exemplo simples cara aqui não quero rotular mas vamos pegar um exemplo vamos assumir hipoteticamente que a área fiscal da empresa seja vista como por exemplo uma Área genérica por favor tá é isso um exemplo simples Tem lugares por exemplo uma distribuidora com frequência fiscal é que ganha o jogo porque quando você paga menos imposto Você conhece você vai por lá mas como é que você chega numa área que é genérica e fala com especialista de domínio dizendo cara então Deixa eu entender um pouquinho melhor a tua
necessidade aqui porque só que ó deixa eu te dizer não tá dando muita bola para você porque isso é Genérico você não vai fazer isso né então você precisa orientar isso inclusive para utilizar Inteligência Emocional para você poder eventualmente entender melhor como é que você vai influenciar as pessoas caramba deu um pequeno pipoco na minha internet aqui Fernando voltamos você tá me ouvindo você conseguiu me ouvir nessa última parte Acho que sim né técnico exercer essa influência de uma Forma mais qualificada deu para ouvir sim perfeito não muito bom e é muito fácil e é
muito fácil como a gente subestima essa estruturação né quando a gente por exemplo está classificando o subdomínios isso ajuda a gente tomar decisões relevantes de priorização E essas decisões relevantes de priorização elas são muitos influenciadas sobre como você percebe esse subdomínios né porque sempre vai ter mais demanda do que a capacidade de Entrega essa é uma máxima dizer o que é importante não compete inteligência a ninguém O interessante é você conseguir dizer o que é mais importante em detrimento das outras coisas Essa é a próxima própria definição de Gestão na gestão de recursos escassos né
eu tenho que priorizar determinadas coisas em detrimento de outras é para a gente tomar boas decisões a gente precisa conseguir ter um método para tomar Decisão que geralmente se pauta muito em conseguir estruturar entender o domínio e organizar para saber assim olha qual dor eu quero resolver então o meu objetivo agora é criar o analgésico o meu objetivo é criar fator de competitividade gerar benefício adicional satisfazer desejos né E isso acaba sendo igual você colocou acho que de uma maneira muito interessante que é o seguinte não é três competências diferentes softwares e negócios na Verdade
é colocar a lente de negócio sempre que você tiver usando uma dessas competências no final das contas artigo final é atender o negócio muito bom muito bom e Fernando você trouxe um ponto interessante aqui que pode servir inclusive com base para uma próxima conversa até porque o nosso tempo já está ficando alongado aqui a gente não quer eventualmente também consumir tanto tempo assim nas pessoas né que é isso a gente tá com dividindo boas impressões Então conversar com as pessoas é sempre bom É sempre um prazer conversar com você Fernando Mas você está com um
ponto interessante a gestão a essência da gestão é a gestão de recursos e os recursos frequentemente são escassos você está com esse ponto com muita com muita sabedoria aqui tá e quando você fala sobre gestão de recursos e escassez de recursos nós vamos para uma outra vertente que eventualmente estar por uma outra conversa que é exatamente a Relação do tecnite com o poder né porque na prática o poder emana da escassez Isso é uma discussão Grande para a gente poder ter um próximo dia mas como que eventualmente o técnico se comporta dentro de uma empresa
Como a cultura o verso a cultura organizações pode ser patológica pautada em poder pode ser burocrática voltada em regras pode ser regenerativa pautada em resultados cara qual das culturas é melhor na prática nenhuma delas tá a gente aprendeu que Todas funcionam e Todas têm seus problemas e suas vantagens mas seguramente a atuação do tecla de varia em cada uma dessas culturas também posicionamento é bem diferente e a gente pode ter um pai eu acho que isso seria um bom próximo bate-papo também tá Fernando pra gente poder falar um pouquinho mais esse é um ponto interessante
cara fiquei até com vontade de apostar esse assunto mas ficaria grande demais né vamos deixar para outro Dia Fernandinho Eu vou fazer o seguinte eu vou ver muito blogueirinha aqui agora né enquanto te dou tempo aí para você pensar né na sua saudação final aí para quem tá nos acompanhando enquanto isso deixa eu fazer meu momento blogueirinha aqui chamar quem tá nos acompanhando Olha só se você tá vendo essa conversa minha com Fernando se você viu aqui esse nosso modelo de competência agora ele tá fazendo mais sentido para você colocando inclusive o negócio no centro
faz a Gente saber tá deixa as tuas impressões as tuas ponderações aqui nos comentários se tem alguma coisa que você entende que não foi coberta nesses primeiros três encontros se você entende que alguma coisa que a gente deveria ter abordado aqui nesse modelo de competência e não e não abordamos faz a gente saber também se você não concorda em absoluto com que a gente está dizendo cara que bom Fala para a gente aprende eventualmente algo novo também ouvindo das suas Experiências faz a gente saber vai ser bem bacana Esse é muito blogueirinha nível 1 Fernando
blogueirinha nível 2 agora cara gostou desse conteúdo acho que você acha ele relevante Então faz duas coisas para a gente tá compartilha com as pessoas que você conhece faz quando eu chegar para mais gente e ó deixa o teu like aqui nas observações o teu like vai incentivar YouTube A distribuir para mais pessoas como você então você nos ajuda deixando o teu like E nível 3 agora Fernando Olha só se você não está inscrito no nosso canal ainda te inscreve se você não ativou as notificações ativa tá a gente tá o tempo todo produzindo conversas
como essa né como essa aqui foi onde tivemos aqui que é muito pautada na nossa experiência né Fernando vai vai é um ponto um ponto bacana aí para a gente continuar avançando muito bom Fernando eu tô vendo que você quer fazer uma apresentação a mais aqui é isso mesmo Eu coloquei aqui o elemarva um ponto legal para a gente falar aqui que a gente tem o primeiro capítulo que consolida principalmente essa parte de diferentes perfis de liderança técnica no livro de manual do líder técnico que a gente vem falando aqui né vários dos insights inclusive
que a gente vem discutindo aqui a gente tem consolidado nesse livro inclusive esse modelo de competência que a gente compartilhou aqui tem lá no capítulo a gente deixa o Link aqui na sequência também muito bom muito bom sobe rola um pouquinho para cima aqui só Fernando só para gente poder ver né é esse material então é quem é o líder técnico né Fernanda ele tá bonito uma foto bonita com terno e tudo mais mas ó é esse material é o material que o Fernando né junto comigo mesmo o Fernando do que eu confesso tá começou
a produzir a partir dessas conversas para a gente produzir de forma colaborativa tá então manual de Liderança técnica é uma consolidação desse conhecimento e Fernando a gente tem essa conversa que tá uma primeira versão tem recomendação de livros você pode ver que você tá falando do pipeline da liderança né a gente fala um pouquinho mais desse perfil dá uma olhada nesse material que a gente está produzindo e cara a gente convida também a comentar lá nesse material porque esse material vai sendo enriquecido a medida que essas conversas forem acontecendo Não material que serve para gente
né Fernando Óbvio a gente aprende quando a gente ensina a gente aprende duas vezes né É mas também A Ideia é deixar aí um legado comunidade técnica possa avançar de forma mais estruturada Fernandinho a gente acaba tendo oportunidade de fundamentar com muito mais detalhes alguns conceitos que a gente desconte de maneira um pouco mais Ampla aqui Exatamente exatamente E aí Fernandinho Para a gente poder mesmo caminhar para o Fechamento além do convite para ler o livro alguma mensagem final é isso aí né acho que assim o primeiro acho que vale a gente consolidar um pouco
do que a gente falou aqui nessa visão de modelo de competência é a gente a gente precisa entender né marque o líder técnico ele é esse conjunto de zonas de sombras né de multidisciplinaridade envolve competência um soft Skills hard Skills mas tudo no final das contas com um Único viés sabe atender o negócio da melhor forma gerar resultado maximizando resultado ou diminuindo o custo eu acho que esse é o grande ponto disso que a gente veio falando aqui sobre o modelo de competência né e eu acho que vale um scanner que a gente falou mas
vale a gente repetir aqui de novo também o modelo de competência ele é uma referência ou seja ele traz uma série de aspectos que geralmente a gente percebe que pessoas em posições de liderança em Tecnologia é que conseguem resultados expressivos competências que elas acumulam agora é óbvio que isso precisa ser contextualizado isso precisa estar dentro da realidade da sua empresa a ênfase pode ser completamente diferente talvez você vai ter muita hard Skills muito soft Skills enfim isso pode variar completamente de acordo com o contexto exato e sempre lembrando também né Fernanda que não só de
liderança técnica e vive o Staff né Você tem filhos né Você não precisa ser necessariamente um cara que vai se converter em Tech Lee de tantas empresas Você pode ter uma posição mais pautada menos equilibrada a formação do time né tipo é um cara de xinguilde pode ter um cara com uma ênfase que seja mais de composição de solução então você pega muitos desses Skills de transporte por exemplo para Profissão para trilha de arquitetura esse cara que é stef mas tem essa inclinação maior para arquitetura ou Ainda você pode caminhar mais para uma visão de
não não cara vou ter muito menos relação com o projeto do software como um todo muito menos relação daqui a pouco conte em building Mas vou estar trabalhando muito forte na implementação de soluções técnicas e resolver dores pontuais a sua especialista que consegue lá tratar de uma solução de maneira pontual tá também isso também é válido e finalmente você ainda tem aquela pessoa que tem uma bagagem gigantesca do Negócio que não necessariamente está tão update com relação à tecnologia mas cara é um grande referencial para poder apontar o que que vai funcionar o que que
não vai funcionar Você pode ter muito valor dessa forma também então esse é um ponto importante tá você que é step você não precisa ser para ser um estresse para ser um cara diferenciado para você e além da serenidade né além do se você não precisa necessariamente ser um Tech lide né Você pode ter outros Papéis dentro do time aliás essa discussão sobre outros papéis também é algo que a gente pode trazer num outro vídeo né Fernanda tipo esse vale Vale com certeza uma conversa especificamente falando sobre a evolução da carreira de um Senior na
Alemanha a gente falou sobre especificamente o technid mas o Tech lide ele se enquadra num conceito de Staff que a gente consegue ter várias Vertentes né a pergunta que a gente sempre faz né com o técnico você quer Ser sabe e nisso a gente tem vários caminhos né a carreira ela é Y né a gente tem a gestão o negócio para um lado e o STF do outro mas dentro desse posicionamento também existe vários desdobramentos né Sem dúvida vai numa conversa para a gente falar sobre esses para onde o senhor vai né e desdobramento da
carreira de um profissional sério você não precisa necessariamente abandonar a gestão né mas não precisa também Necessariamente se converter em technid tem alguns sabores aqui destacou quatro né Fernando eu acho que sim de dúvida se destaca para uma próxima conversa que eu acho que inclusive pode ser você tem certeza vai ser de extremo interesse para quem nos acompanha aqui pessoal Muito obrigado pela atenção né Essa conversa foi bacana sempre aprendo demais com Fernando Paiva sempre me dá muitos insights né cara isso é bacana né Fernanda porque esse tipo de Conhecimento esse tipo de discussão vai
nos permitindo exercitar o repertório né que exercita repertório a gente combina as nossas ideias bacanas aí para produzir boas ideias tem um livro bacana Na verdade é um livro não é tão bom tá mas tem um vídeo bacana que fala de onde vem as boas ideias as boas ideias vem da colisão de meias boas ideias você pega minha boa ideia aqui meia boa ideia lá você combina as duas fazem umas corrigir e dessa colisão de minhas boas ideias Surge uma boa ideia plena é isso que a gente tenta fazer aqui com esse vídeo tá quando
a gente compartilha essa opiniões Fernando traz uma boa ideia dele lá eu trago uma meia boa ideia minha daqui eventualmente a gente tem um bom site que gera valor e você que tá participando nos comentários quem sabe a greve da gente mais uma outra meia boa ideia juntando tudo isso para fazer ideias melhores ainda para todo mundo esse acaba sendo objetivo Muito obrigado Para quem nos acompanhando aqui fico ansioso por uma próxima Até mais Fernandinho