e não deixem de ouvir o episódio do podcast com amora tem link aqui na descrição do vídeo então amores vocês já ouviram Episódio novo do nosso podcast como área Tupinambá vou deixar aqui na descrição do vídeo para quem ainda não ouviu ela conta sobre o resgate da ancestralidade tapajoaras sobre os projetos de ativismo de arte de curadoria e Ben no episódio amor aceita alguns artistas indígenas para gente acompanhar o trabalho e eu vou falar de alguns deles aqui hoje Denilson baniwa descendentes do povo baniwa do Rio Negro Amazonas Denilson cria gravuras pinturas desenhos performance seu
trabalho envolve questões indígenas políticas ambientais mas principalmente segundo o próprio artista questões ligadas à quem é o indígena atual e como ele se relaciona com o mundo e com a sociedade essa fala do Denílson me faz lembrar uma série de pinturas dele que ele retrata jovens indígenas com celulares câmeras de vídeo caixas de som em uma das pinturas com o título Curumim um menino segura um computador é uma releitura a famosa da revista Times em que o Steve Jobs segura um novo modelo do computador Mac não é porque o menino tem acesso a tecnologia que
ele deixa de ser indígena e mais que isso único jeito dele defender suas terras os seus direitos constitucionais sua memória é dominando a tecnologia existente os dois últimos trabalhos do Denílson banho aqui eu vi foram primeiro esse que era uma intervenção que ele fez no estacionamento da Pinacoteca de São Paulo ele plantou um jardim com plantas medicinais nas frestas dos paralelepípedos e dentro do Museu ele se pois as cinzas do Museu Nacional em Garrafadas ele discute como o acervo das instituições de arte pode ser útil para a história da construção do território brasileiro um outro
trabalho dele que eu assisti foi um vídeo para o Festival reteté chamado memórias do beija-flor que é lindo demais vender 100 milhões de sementes que nós eu e você no dia chuvoso e gelado onde só conversa em nós na rua um metro a metro plantaria máximo Floresta jaider esbell indígena do povo macuxi que são da linhagem de Macunaíma já ainda começa a carreira em 2010 como escritor e a partir de 2013 e começa a trabalhar em coletividade com outros artistas indígenas do Estado de Roraima no seu atelier que chamou de galeria de arte indígena contemporânea
o seu trabalho trata de ancestralidade conhecimento memória diálogos política Global xamanismo visual poder isso usar mas não é uma série em preto e branco com 16 telas Era Uma Vez Amazônia cada um de nós destrói a natureza o futuro na medida da construção de nosso presente na nossa fardo felicidade e pseudo merecida a exposição meu avô Macunaíma traz uma leitura Direta com o Macunaíma de Mário de Andrade na série Gene papal Ele trabalha a poética que envolve o jenipapo que para os macuxi é muito mais que uma árvore com as folhas as raízes a casca
é um ser completo é um Pajé O que é mal me quer quem é que aguenta o casado do Pajé perna pataxó a tinta plástica da etnia pataxó área externa cursou artes plásticas na Universidade Federal da Bahia e Desenvolver atividades de arte-educação com o povo pataxó ela é mestre em estudos étnicos e africanos e doutoranda em artes visuais segundo a própria artista na aldeia o trabalho dela é a educação das crianças e fora da Aldeia é elevada que as pessoas o conhecimento sobre o indígena brasileiro Despertar a curiosidade em querer saber quem é o povo
pataxó para além do estereótipo do indígena de colocar no morango em ocas a criança pataxó descascando a mandioca é uma imagem que para ela representa a Bahia Ares Ana tem uma série de pinturas de grafismos patachou ela tenta murais em diversas cidades do Brasil ela tem um blog onde posta obras exposições e memórias como essa de uma oficina de pintura corporal e grafismo indígena realizada no fim e não da Universidade Federal de Minas Gerais e em que banco único em Bíblia uniclins aí a Sales é um Tiana Mestre dos cantos na tradição do Povo huni
kuin em 2013 ele cria o coletivo de artistas indígenas da etnia ruim da Aldeia Chico Curumim no Alto Rio Jordão estado do Acre com cerca de doze de seus alunos eles trabalham lindo a música de cantos tradicionais Rui Meca e o desenho elaborado como tradução visual desses cantos o trabalho do Macuco criar Pontes entre as novas e as antigas gerações de ruim que viram seus conhecimentos ameaçados de extinção o lema do grupo é vendo tela compro terra puro aqui hi hi Puro ao ar ai Daiara tukano artista visual Educadora da Iara nasceu em São Paulo
a descendente do Povo Tucano do Alto Rio Negro no Amazonas e mestre em Direitos Humanos pela Universidade Oi filha ela produto desenhos e telas relacionadas ao Sagrado do povo tukano são mirações códigos diálogos com aprendizado espiritual que ela tem recebido no espaço íntimo da família ela pintou o mural enorme em Belo Horizonte foi a primeira artista indígena a pintar uma empena que tem mil metros quadrados a pintura chama selva Mãe do Rio menino e é uma imagem muito colorida de uma mãe carregando o filho no colo além de ser uma das coordenadoras da rádio yandê
primeira rádio indígena online no canal da Daiara no YouTube tem uma série de lives que ela fez durante o Abril indígena sobre cinema a saúde mental direito música mulheres se dá para passar muito tempo ali no site do colab linto espaço cultural que a Moara Tupinambá criou junto de outros artistas está acontecendo a exposição Terra indígena digital e tem Outros tantos artistas para gente conhecer eu vou deixar o site do Colar brinco aqui na descrição do vídeo se vocês tiverem outros artistas indígenas que eu quero dividir aqui nos comentários com a gente vou amar não
deixem de ouvir o episódio do podcast com amora tem link aqui na descrição do vídeo eu volto logo com mais podcast mais vídeos mais e Vinícius mas tudo nesse canal Beijo amor