[Música] Olá, terráquos, como é que vocês estão? Eu sou Rogério Vila, tá começando mais um Inteligência Limitado, programa onde a limitação da inteligência acontece somente por parte do anfitrião que vos fala. Sempre trago pessoas mais inteligentes, mais interessantes e com a vida muito mais selvagem do que a minha, do que a sua. >> Muito mais, né? >> A minha anda selvagem. >> A sua, a minha tá tranquila. Não tanto, >> mas precisa ser mais. >> Precisa ser mais, cara. O que que falta pr sua vida se tornar mais seu? >> Falta falta mais loucura. Eu
sou um cara muito é tranquilo. >> Tranquilo. Mas você acha que é conforme a idade vai chegando, a gente vai ficando mais >> Não, não é o meu jeito mesmo, cara. É, mas aí eu a bebida entra, a selvageria Sai. >> Beber mais. >> É verdade. É uma boa opção. Bebo. >> Bebe. Então só não bebe agora, tá? >> Tá. >> Porque você tem que falar uns negócios. Então fala >> só final de semana. >> É agora o que você tem que falar? >> Falar para quem quiser participar, né? Mandar a sua pergunta aqui através
do super chat. a sua question através do Super chat que vou est escolhendo as melhores. Não adianta mandar um abraço pro Richard por manda pergunta aí no final você manda o abraço, porque senão só eu vou ler e eu vou guardar para mim esse abraço. >> Então mande perguntas, questões aí no super chat que a gente vai ler as melhores. Se inscreva pro canal chegar a 6 milhões logo. E eu quero que você dê o like agora garantido que o papo vai ser bom. Se não te for bom, no final do do Da live você
tira. Cara, temos Richa direto do hospital, cara. Olha isso, o cara é maluco, acabou de operar, fez mudança de sexo e tá se recuperando no hospital e tá aqui com a gente. Então, merece o like. Vamos aqui e primeiro, né, agradecer a nossa aparece no Longadar, >> que é Insider, tá sempre aqui com a gente, tá com esse desconto muito malucão aí de 20%. Link na descrição que recon na tela aciona nosso cupom >> cupomão. Mas só tem 20% quem usa o cupom, né? É, exatamente. O biólogo Henrique já tá aqui com a gente presencialmente
para se só para vocês saberem, era pro Richard tá aqui. Ele achou que ia fazer essa cirurgia ia ser bom. Ah, é tranquilo. Amanhã eu tô aí presencial. O médico, o Júlio Balestrin não deixou. O Carião lá segurando ele para não deixar ele vir aqui. Então ele vai participar remoto, graças a Deus. >> É. Amém, né? Senão ele tava aqui cadeira De roda. Cadeira de roda, tudo quebrado, né? >> É. Então, é o seguinte, eh, dê um oi pro pessoal, tua câmera é essa daqui. Dá um oi pra galera. >> Primeiramente, eu queria desejar melhoras
ao Richard, porque não é uma tarefa fácil, né, a pessoa se assumir, trocar o set. >> É, e eu acho legal na idade dele, né, assim, faz ser feliz, >> tem que ser feliz, pô. Tem que ser Feliz, cara. E é muito legal que ele tenha decidido isso nessa, >> não? E deu tudo certo. O médico falou que foi o sucesso. >> Foi um sucesso. Já não tinha muita coisa para cortar e aí foi rápido. >> Foi super rápido, né? >> Nada que uma tesoura de unha não resolva. Então, parabéns. Zoeira, Richard. Mas vocês vão
acompanhar na câmera aí que o Richard tá com aquela rouita de hospital que o bumbum fica de Fora. >> Verdade. Você anda fica. Tá, tá, tá fresco. Ele vai a primeira vez que ele vai fazer uma live fresco. Sim. >> Exato. E vamos dar então um oi para Richard. Fala aí, meu guerreiro, meu amigo. Conte para nós como você está. Ih, travou aí. >> Richard congelou. Tava rindo a cara, >> a cara de quem tá rindo. Cara de quem tá rindo feliz com vento que bate na >> na poppa. >> Foi ele lá. >> Hã?
>> É dele lá. >> É dele. Então vamos conversando aqui. Quando ele voltar a e a a imagem dele voltar a a a se mexer, a gente fala. Você avisa aí pra gente. Aviso >> o contexto o contexto o eh que a gente pode falar desse caso aí. O que que você quer falar? >> Do troca de sexo do Richard. >> Então isso vamos esperar ele, né? da Tromba do elefante, do do >> da tromba do elefante, não da tromba do do Richa. >> Cara, a gente eh eu acho legal a gente conversar, né, porque,
pô, foi a primeira pessoa que tive o privilégio da Luía Mel no no no Instagram dela ter feito um vídeo, né? Feito um vídeo rebatendo. >> Só um minutinho. Tá escutando a gente, Richard? >> Tô. O problema foi aí. Não foi aqui não, Papai. >> Ih, ó. Aí, ó, os cara me tiram aqui. >> Primeiro, boa noite a todos. >> A todes, a todos, >> a todos. todas. É, >> você tá bem? >> Eu tô bem, né? Depois dessa cirurgia complexa e tal. Não, sacana. Esse Henrique aí, meu, só me sacaneia, cara. Mas eu eu
fiz Aquela prótese de fêmor dos dois lados, mano. >> Então, por que que você fez? Que que você tava zoado? Por quê? >> Não, você lembra como tava andando, cara? Tava andando torto, cara. Faz um ano que eu tô com dor, >> dor dor. E aí eu achei que era coluna. Fiz L3, L4. E aí descobrimos que era bacia. Os dois lados estavam corrompidos, meus dois cabeças de fêmor tavam corruídas. Aí finalmente, você não Sabe, eu eu fui operado por dois mestres cara aqui com robô. Um robô me operou. Foi a primeira operação no estado
de São Paulo, feita por um robô para Inclusive tava Paulo Muzi me me operou, Dr. eh Marco, >> Dr. Marco me operou top demais, você não tem ideia, né? Esses meninos aqui, o Julião e o Cariani são uns os uns meninos top, né? E aí e aí enfim, fiz a cirurgia e já estou em pé, cara. Os caras cortaram a cabeça do meu fêmor dos Dois lados. Que susto! Agora quando você começou uma bola de cerâmica, parafusaram no meu osso, refizeram ali o acetábulo ali do do do da minha bacia ali. E eu hoje já
estou em pé, cara. Mas é verdade, é verdade que o o robô o robô entrou pelo anos mesmo. O pessoal tava falando que o robô ele tem uma câmerazinha >> e ele tem entrou mesmo. Eu vou falar uma coisa no anos não, mas enfiaram um negócio tubo Da grossura do meu dedo no meu pênis, cara. >> Para quê? >> Para aumentar não, na troca. Na troca, né? >> Para quê? >> Para poder mijar. >> Ah, uma sonda tem que levantar. Entendi. >> Só que é um negócio, eu eu tava fazendo xixi, não sabia, já tinha
700 ml de xixi ali num saco. Eu não sabia. Acordei, tava zoado. Os caras gravaram eu ainda Falando umas coisas, me pegaram na época vai xixi. >> Fizeram um vídeo inteiro comigo. Eu nem sei o que eu falei, cara. >> Você tava zoado de de voltando da anestesia ainda. >> Lógico. E aí o E aí eu percebi que eu tava falei: "Ué, eu não tô levantando para fazer xixi? Eu faço xixi para caramba, tomo com a minha de pressão. >> Já tá sentado. Faz sentado. >> É >> sentado. E aí eu levantei e olhei pro
pro meu bilal. E quando eu vi aquele tubo, não tava incomodando até aquele momento, mas quando eu vi psicologicamente travou meu xixi, cara. Nossa, >> é um um tubo gostando no meu dedo enfiado oretra. É da manco, né? Amanco. >> Tubos e conexões. Tigre, né? >> É tigre. É. É isso aí. Mas seja bem-vindo de volta, então. Então você tá bem, cara? >> Me sinto assim, bem-vindo sempre nessa casa. >> E o corte? O corte é na lateral, na coxa, onde é? É na frente. Não rompe músculo. É com robô, não rompe um músculo. >>
Cara, que fantástico. >> Eu não é fantástico. Tecnologia top, um negócio que muita gente sofre, né? E e eu conheço gente que parou de andar e tá na cama porque não não fez. >> Mas por que que aconteceu isso contigo? Eh, andar andar errado ou é com você nasceu assim? Que que foi? Vai desgastando. >> Não, eu não nasci assim, mas eu eu tive, a gente acredita, eu tive dois tombos feios recentes, que eu fui dançar com minha mulher, pulei de cima de uma de um móvel para um >> Posso perguntar uma pergunta discreta? >>
É, >> duas perguntas discreta. >> É, >> você tinha bebido alguma coisa? A primeira, >> a segunda estava vestido, >> não estava vestido. Eu estava vestido, mas eu tinha bebido umas. Tá. >> Ah, tá. É. E e aí não, cadê o meu a minha caixinha? Ah, tá aqui, ó. Não, olha. E >> você caiu como? Mas você caiu como? >> Ó, olha o que os caras me trouxeram hoje. Que eu só posso beber daqui dois Meses. >> Olha só, os cara gastaram, hein? >> Só daqui dois meses, cara, que tá combinado de de de eu
tomar, eu tenho que perder 15 kg em dois meses. Vamos ver. >> Agora você vai perder, certeza. Tem >> tem um bom estímulo, né? >> Tem um motivo, né? Que legal, cara. Que legal. >> Bom, tá aqui com vocês. Um abraço aí, Meu meu irmão biólogo Henrique. Parabéns aí pelo trabalho que você tem feito aí, cara. Eh, eu fico muito feliz de ter um parceiro agora. Eh, eu era muito solitário, cara. Levava muita porrada sozinho. É bom ver outras pessoas levando porrada. Apanhando, apanhando junto. >> Nossa, é bom demais, cara. [ __ ] >> E
a gente tava começando a entrar no assunto aqui. O Henrique tava falando da >> da da Lulu, né? >> Da do Lisa. É. O que que que rolou? >> Pois é, tá falando aqui com com a com Vilela justamente que eh ela foi ela no Instagram dela, né, cara? Ela fez um ataque pessoal no Instagram. Isso aí é uma novidade muito grande. Eu nunca vi a Luía Mel >> eh fazer esse tipo de coisas. Ela sempre ignorou, né? Ela sempre >> E agora ela, pô, ela foi no Instagram dela e disse que eu era um
biólogo malsucedido porque eu não tinha bens, Velho. >> Isso foi é bens, bens materiais. >> É essa, esse foi o nível de >> Esse foi o nível de avaliação dela, né? Aí falei: "Porra, pera aí, então vamos lá. Você tá falando que eu não sou um bom biólogo, não sou porque eu não tenho bens, mas eu não tenho como comparar meus bens com os dela, cara. É impossível. Ela foi casada, ela casada com Mas ela foi casada com bilionário, velho. Como é que você compara com isso? Se juntar nós três aqui, reencarnar as cinco vezes,
a gente não vai ter a grana que >> que ela tinha lá no casamento, velho. Como é que compara isso, velho? Não tem como, né, cara? O que aconteceu foi isso. Ela foi falou: "Porra, você não não é competente, você tá desotalizado porque olha, como vocês podem ver, o cara não tem bens". Isso foi por uma declaração que o partido não fez. Agora, [ __ ] meu irmão, eu tive Que botar o o, né, para fora, mostrar pera aí. Então, meu irmão, eu estudei na >> biólogo é uma profissão de pobre >> por si só.
Não é, não é uma não dá para você falar que o cara é bemsucedido ou mal sucedido pelo por ter bens ou não, até porque você pode ter bens de muitas maneiras. Tu pode ser de repente um político corrupto, um empresário malvado, né, cara? E tem muitos bens, isso não quer dizer nada. Aí eu tive que falar: "Pô, não, pera aí, meu irmão, eu Estudei na na ERD, cara, tem um mestrado na em zoologia, eu tenho currículo Vasco, qualquer um pode ver na internet, você tá falando uma coisa que não faz sentido." Mas de certa
forma eu fiquei um pouco lisongeado, Richard, porque eu acho que eh feri um pouco. >> Você incomodou? É isso? >> Incomodei. Eu acho. Acho que acho que a gente ter falado sobre os pics que esses santuários recebem, né? esses pics milionários que andam por aí incomodou Um pouco a galera ao ponto do pessoal tentar contra-atacar de alguma maneira. >> E aí, Richard, dá o contexto pra gente então do que do que tá acontecendo. Ih, olha, já virou a imagem lá. Aí, agora sim, agora sim. Ah, você richar ataca os veganos. Não é que eu ataco
os veganos. É que assim, esses eh conceitos de vida que você pode ter para você, cada um é livre. Eu sou um libertário. Seja feliz. Pense o que você quiser, com tanto que Você não atinge o próximo. Mas quando você começa a a a transformar a sociedade, né, na sua régua, na sua medida e e e quando a pessoa é vegana, ela ela ela tem essa tendência, né? Então, assim, eu discordo de muito, ela tem cois muito cois coisas boas, né? Eh, e ela tem esse esse lado, né? até atacar pessoalmente o o Henrique não
foi uma coisa legal, cara, porque eh a gente tá debatendo um assunto técnico, Né? Isso prova que esse lado, né, da moeda trata as coisas emocionalmente e não tecnicamente. A gente nunca entrou contra a pessoa da Luía Mel, né? Eh, a gente tá a gente tá discutindo, né? Eu falo iso, que estão aí na na na nessa mesma toada que ela, né, do do ambiental do e são pessoas que normalmente não são da área, né, e que tratam a coisa emocional. É aquilo que eu falo, a conservação emocional versus a conservação Técnico-científica. Eh, como é
que você vai desprezar o tantos biólogos que tão opinando, né? Eh, e você e você eh releva isso e e e considera pessoas que não tem formação nenhuma na área, nunca trabalharam num zoológico, eh não conhecem zoológicos e como o biólogo depois Henrique vai falar, tratam de uma coisa num santuário. O que que é um santuário? Nem existe previsão legal para um santuário. Não existe na Nossa lei ambiental, né? Você tem criador conservacionista comercial, científico, você tem eh mantedor da fauna, você tem você zoológico, mas você não tem o santuário, cadê na lei, não tem?
Então é um nome bonito que deram emocional. E eu acho que é essa pauta onde nós estamos agora. >> É, não, o lance é o seguinte, cara. Não, não existe essa história de santuário. O que existe são mantenedouros. mantenedoros. Eles são, referência de um Santuário para um >> santuário é um nome bonito que alguém colocou e que todo mundo acha que é onde o o mundo de Gumball existe, onde o Teletavs existe, a lá o podão as mãos, tá tudo resolvido e tá tudo beleza. >> Uma a uma, >> inclusive a uma inclusive eu aconselho
a quem for abre zoológico, coloca o nome de santuário porque acho que retira a carga, né? E o que aconteceu é que você teve uma campanha demonizando os Zoológicos e essa campanha ela culmina ali, ela tem um início, claro, da época da Luía Mel. Ela começa a atacar zoológicos, mas ela ela ia criar um santuário. Só que aí que vem as coisas estranhas, porque o que acontece é que esses mantenedores, eles deveriam ser mantenedores de animais silvestres. Você tem os setas que são locais aonde você traz animais resgatados, oriundos o tráfico, atropelamento, etc. Só que
ninguém quer mandar pix para Marara que Tá sem asa. Ninguém quer mandar pix para um para um uma preazinha que tá sem a perna, para um lobo guará que tá sem a pata. E esses esses santuários ou esses mantenedores, eles deveriam de pegar esses animais, ficar com eles e tal e restabelecer programas em zoológicos e etc. Porém, se criou uma ideia, né? E é óbvio que o santuário dos elefantes e o santuário dos chimpanzés tem culpa nesse cartório, aonde esses essas instituições que são ONGs, né, são instituições não Governamentais, adotaram esse nome e vieram com
algumas filosofias do tipo o zoológico é malvado porque explora animais. Explora como explora cobrando entrada. Então, do tipo, você tem um elefante que tá lá no zoológico de Sorocaba, aonde você paga, sei lá, R$ 5 para entrar, aonde uma criança pobre da escola pública tem o direito de fazer educação ambiental, ver o animal e dentro da biologia a gente tem a ideia De que conhecer para preservar é a primeira coisa para você preservar, você precisa conhecer. A criança tem essa oportunidade de fazer uma adequação ambiental, você tem lazer. O lazer também é importante porque eh
eh atrai as pessoas e etc. E tudo isso vai est no final das contas com lazer. Eu sei disso que eu trabalho com parque e dentro de parque educação ambiental, defesa da fauna silvestre e beleza cênica também fazem parte de todo um conjunto para que Você se apaixone pelas coisas. Os zoológicos eles são fundamentais paraa preservação da fauna. Vê o micolão dourado, vê a arara azul, vê eh o o panda, o panda vermelho. Por exemplo, eu pego o micoleão dourado. Que que eu faço com zoológicos? Eu distribuo algumas famílias de micoleões ao no mundo inteiro
por alguns zoológicos. Quando eu quero fazer uma reintrodução desses animal na natureza, eu pego as matrizes que estão isoladas para evitar o Casamento consanguíneo, pego esses animais e coloco eles de volta da natureza. Então, vê como o zoológico é imprescindível. Não tô passando a mão aqui em zoológico que já fez merda, porque a gente sabe que isso existe. >> Só que o zoológico ele tá ali no dia a dia, você pode visitar, você pode denunciar. O Ibama costuma ser muito rigoroso com o zoológico. Chega lá segunda-feira às 7 da manhã, na hora que você tá
trocando a gaiola do passarinho Lá, se tiver um cocozinho do passarinho, ele vai ser multado. Agora, esses mantenedouros, que que eles fizeram? Eles não estão interessados nos animais silvestres. Claro que existe mantenedores sérios, tá? Mas eles não estão interessados no animal silvestre que tá lá quase quebrada. Ele tá interessado em grandes animais que são de exóticos, não são brasileiros e que chamam muita atenção, que podem render uma grana muito grande, porque do tipo, Tu não quer mandar um Pix para ajudar, uma uma arara sem a pata, mas, pô, um chimpanzé, velho, >> é >> chimpanzé,
pôra, legal. E aí tu começa a ver atrocidades que acontecem inclusive no Ministério Público. Vilela, veja, no zoológico de Sorocaba, a gente vai falar de todos os assuntos, Richard, tu pode me interpr que você quiser. >> No zoológico, bala. >> No zoológico de Sorocaba, existia um macaco, um chimpanzé chamado macaco black. Ele era muito bem cuidado pelos biólogos lá e e veterinários do zoológico de Sorocaba. o Ministério Público através dessas eh eh ONG satélites que fazem low fair, ou seja, são ONGs que são atreladas a, na verdade, a esses santuários grandes, mas que vão lá
no Ministério Público fazer denúncia. O Ministério Público, por sua vez, pegou essa ideia de que zoológico é Malvado, tirou o macaco black de lá de dentro do zoológico de Sorocaba e os mantenedores, na verdade, deveriam arrumar outros macacos para botar lá. Não, eles tiraram de lá, colocaram dentro desse santuário e olha, ô, ô, Vilela, eu tenho os vídeos provando, tá? Tá aí na internet, os caras dentro do do tal santuário dos chimpanzés dão feijoada para chimpanzé. Feijoada, tu acredita? Comida humana para chimpanazé. Mas não para na feijoada não. >> O que que acontece se dá
comida humana para chimpazé? Comida humana não serve nem para humano. >> Comida humana não serve nem para humano. Os caras dão chocolate, é mariola. Pudim. E o macaco Black morreu um ano depois de diabetes. >> Putz, >> ele era muito bem cuidado com frutinha, alimentação adequada dentro do do zoológico. Foi para esse santuário, morreu de diabetes depois de um ano. E o Ibaba não vai lá ver. Cara, se eu pegar aquela comida que o cara diz dar dá no santuário e colocar numa escola pública, pega a criançada aqui, ó, nutricionista, dá isso aqui, ó. É,
é mariola, chocolate, é pudim, é refrigerante, ela vai presa. Tudo bem você fazer isso numa festa, mas a comida que o pessoal dá para seres humanos, na verdade, não serve nem para humano. A gente comeorito, chips, mm e um monte de coisas que não fazem bem pra gente. >> Essa é a verdade. Tu vai dar isso pro chimpanzé. E aí o que acontece? Mas as pessoas não se ligam nisso porque o nome santuário, ah, é uma coisa boa. Mas a verdade que o santuário não precisa nem ter obrigação de ter nem biólogo e nem veterinário
lá. acredita nisso? E a galera defende esse tipo de coisa e demoniza o zoológico. Agora, estranhamente, e ó, volto a repetir, eu nunca ataquei a pessoa da Luía Mel, eu sempre ataquei as ideias. Eu tô Discutindo as ideias e acho que ela, por não ter formação nenhuma, não é veterinária, não é bióloga, se eu não me engano, ela fez jornalismo, ela não tem competência técnica para est opinando onde ela quer opinar. Só que estranhamente quando começou os ataques zoológicos e esses santuários começaram a crescer, a Luía Mel estava montando o santuário dela. E adivinha o
que que ela queria levar pro santuário? Urso, elefante. Ora, se você quer ajudar, velho, você tem que levar animais silvestres. E o detalhe, ô Vilela, o que é algo mais absurdo é você, por exemplo, pegar animais que são exóticos à nossa fauna e levar eles para dentro da mata atlântica, como ela queria fazer no santuário dela. Inclusive, o biólogo dela confundiu lá uma irara com lontra. Nossa, competência, né? Mas veja, se eu pego um elefante, que é um animal de outra fauna, coloco ele dentro de um tal Santuário que tem lá no serrado, esse animal
e um deles morreu. Aliás, olha a média de estatística, dos 10 que tinham lá, 40 morreram. Desculpa. Dos dos 10 tinham lá quatro morreram. 40% de morte. Já é já é algo para ser investigado. Um dos elefantes morreu de tuberculose e veio da Argentina. Tuberculose é um grande problema. Você poderia ter contaminado pessoas com isso. E não para por aí, porque quando você traz um Animal que não é da nossa fauna, você pode, além de levar patógenos humanos para eles, patógenos desse animal exótico que a gente não sabe e os patógenos que existem na natureza
dos animais silvestres para esses animais e passar pra gente, olha, você não sabe como funciona a doença de chagas no elefante, porque elefante não é da nossa fauna, poderia pegar, a gente não sabe. raiva. Como é que funciona a raiva da nossa fauna para esse? Porque o morcego Tá lá, ele vai ser parasitado, >> não tem jeito. Então tem um monte de coisas e os animais silvestres eles já admitiram. Anta vai no curral do elefante e etc. Eu não sei como é que o Ibama permitiu isso, mas saiba uma coisa interessante, nesse santuário dos elefantes,
só a área dele, parece, segundo informações, vale mais ou menos R 50 milhões de reais. >> O quê? Algo muito estranho, porque eu vi essa galera da lacração atacar um Zoológico público de excelência internacional, que é o zoológico de Sorocaba, para defender a saída de um elefante, pegar dois dias dentro de um caminhão, o que é maus tratos. Um elefante sendo que vai ser levado para um santuário que mais parece um zoológico particular de gringo. Aí essas mesmas pessoas, Vilela, que estão lá atacando o zoológico de Sorocaba, falando que nossa, os caras estão ganhando dinheiro
com elefante, Explorando o elefante por R$ 5. Criança da escola pública, ela vai lá, ela assiste lá, ela vai ter educação ambiental e ao mesmo tempo tão lá na página do santuário dizendo assim, ó: "Vai ter estágio aí? Eu posso fazer um curso aí, posso fazer uma imersão, ou seja, é elitista, é para rico. Eles não querem que o pobre tenha acesso a a educação ambiental. Essa é a grande verdade. Inclusive atacando uma entidade pública. Os zoológicos estão atrelados a A museus, estão atrelados a universidades. E essas universidades fazem dezenas de centenas de artigos científicos.
É, é dissertação de de mestrado, é tese de doutorado. Tudo isso é produzido graças a esses zoológicos. E aí os os caras querem atacar isso estranhamente. Estranhamente. Vai nos zoológos de São Paulo, cara. Olha os zoológos de São Paulo. O zológos de São Paulo agora passou por uma remodelação maravilhosa, né? Porque Agora eh, enfim, foi feita uma concessão, os caras tiveram que investir em, sei lá, 300 milhões. Eh, os caras hoje o maior plantel de arara azul, sendo espí ararinha azul da da catinga, tá onde? no zoológio de São Paulo. Eh, você hoje lá no
zoológico do Rio foi não foi no zoológic do Rio que salvaram lá o o Micon Dourado foi o trabalho do zoológico do do Rio, salvo engano. >> Pois é, eu não lembro se foi o zoológico do Rio, mas ele deve estar envolvido com Isso. >> Enfim. Eh, então assim, eh, o zoológico, a educação, o que a gente não entendeu ainda que a educação ambiental é o grande paradigma da conservação atualmente. Eh, o o os e os os pesquisadores, né, eh, que hoje já conhecem como os diversos bichos da nossa fauna. falando da nossa fauna, a
gente nem devia se preocupar tanto com com elefante, com é como o Henrique falou, estamos nos Preocupando com animais que nem são nós que falam, mas beleza. Eh, os os biólogos pesquisadores, né, eles já entenderam como funciona a dinâmica das populações, diferentes populações de animais da nossa fauna. Onde tá o grande gargalo nosso? Está na educação ambiental. a gente se envolver, especialmente num país que eu não sei se vocês sabem cidado, mas como eu tô fazendo muita coisa com o negócio do agronegócio, então, né, que é um outro Parceiro que a gente esqueceu, a gente
ataca igual tá atacando o zoológico, né? Ataca, é o é o cara que veste, todo mundo veste algodão, mas tá falando na hora de comer, tá fazendo a sua, né, a sua política de like. Eh, a gente eh eh 85% das pessoas no Brasil são urbanizadas, 85% das pessoas. Então, assim, a a educação ambiental eh ela é fundamental hoje pra questão da conservação. É o grande gargal da conservação. Você já sabe onde o bicho faz cocô, onde ele come, quantos quilômetros quadrado de culpa, em que em que bioma está. Mas assim, hoje o nós temos
é que conservar o objeto da pesquisa, né? E os zoológicos têm feito isso. Pesquisa, preparar biólogos e veterinários pro campo, pro o o é excito é que prepara o campo. Muitas vezes o cara pro incinto. O cara começa num zoológico para depois ir pro campo, né? Ele primeiro teve contato um zoológico. Então, prepara zootecnista, veterinário, biólogo, tratador, que é a almo do zoológico. Eh, você tem, além da pesquisa, você tem eh o o zoológico é um lugar que o zoológico não vai e tira bichos da natureza, ele recebe animais que precisam de cuidados, que vieram
de um setas, por exemplo. Então assim, eles eles são os os que mais recebem animais de setas hoje. Então que estilo vamos mudar? O o setas não é lugar pro bicho Ficar. Você tem 31 zoológico que recebe. Eh, e a educação ambiental, quer dizer, você tem os zoológicos investem, gastam dinheiro em projetos em cito, que é na natureza. Vários projetos são os zoológicos de São Paulo participa de pagando vários projetos. Aquário lá de Oceanique lá, Aquário que eu sei porque eu eu trabalho com os caras lá, eles vão lá e patrocinam o projeto lontra cito,
na natureza. Então, eh eu eu não entendo porque a gente queriou esse ranço, como Que nasceu esse ranço do zoológico. Ah, porque eles cobram a entrada. É isso o grande problema, meu. Não existe cuidar sem faturar. Esse é um fator único faturamento zoológico. Qual a diferença? Eu te pergunto, entre pedir um Pix e faturar uma bilheteria, onde tá a grande diferença? É a mesma coisa que a gente vê nos cachorros, cara. Agora a gente vê muito protetor hoje ou muito cara que Era eh vendedor de cachorro, que agora sabe o que tá usando, é como
o biólogo um que falou, falou: "Agora usa a o o manto do santuário. Tem muito cara vendendo cachorro dizendo eh adote um cachorro aqui". E e tá e você adota por R$ 2000, R$ 3.000. Isso não é uma venda. >> É, >> entende? Então assim, conservation as >> cara. Eu eu acho legal. Se a gente falar como é que surgiu a, como é que foi a História do aceite do Ministério Público pra saída do elefante sandoo de lá, porque isso é importante. É de cair o toba da bunda, velho. Tu não acredita como é que
os caras me aceitam um laudo daquele feito em casa. Ó, a história falou o seguinte, o elefante Sandro, ele é ele é bonitão, cara. O bicho é bonito para caraca. Ele é fortão, sabe? Ele é poderosão. É um elefant máximus, que é a maior espécie de elefante indiano. Só que ele tem 53 anos de idade, ô Vilela. E nessa idade, na natureza, ele já tinha virado comida de abutre há muito tempo. Ele não existe. Os animais em zoológico, eles vivem muito mais que na natureza. Um um leão na natureza vive 12 anos. Um leão na
an no zoológico vai viver 25 anos. A diferença é brutal. Esse elefante, elefante Sandro, ele é fortão, ele é bonitão. Então assim, causa inveja, ele tem beleza, a galera vai, ele é um troféu, só que ele já é vovô, ele é um vovozinho de mais de 90 anos. E Por ser vovozinho, ele tem que ter alguns cuidados, como por exemplo, o colirozinho dele que é pingado certinho, o tratador, porque esse animal ele tem uma memória muito melhor do que a de humano, por exemplo. >> A gente tem aí registro de quem trabalhou com zoológico, tem
um registro Derci Gonçalves, a Derci Gonçalves que falou que trabalhou num num circo tinha elefante. Circo a gente é contra mesmo, mas ela falou que tinha tinha um Elefante que ela ela bateu, deu uma varadinha na cabeça dele porque ele tava perturbando. E 20 anos depois ele encontrou com ela, pegou a vara e bateu na cabeça dela. Isso é um regonçal, >> além de ter uma boa memória, ele é vingativo. É >> vingativo. E o tratador é tudo para ele, cara. Você não tem um cachorro e pega assim do tipo, olha, toma, não quero mais
cuidar e dá pra outra família e Acha isso normal. O cachorro é alguém da família. O tratador, o elefante, ele tá pegado ao tratador. Aí você vai pegar o elefante que já tá no fim da vida, que faz todo um trabalho, né? Porque eles falam assim: "Ah, não, porque esse elefante ele tá sozinho, mas o elefante macho ele não fica em marnada." As emanadas são matriarcais, >> ele ele é brigão, cara. Ele sai, ele vai para outros, ele vai perombrar em grupo e ele vai só para dentro dos grupos para Arrumar problema. Ele vai dentro
do grupo lá paraa casa lá, bater nos outros, brigar a casa lá. É isso que ele faz. Ele é um zoeira. Então ele não tá se sentindo sozinho como como essa galera da do do fofofó estão falando. Isso é uma mentira. Aí o que que acontece? Essas grandes corporações se utilizam dessas satélites como lafer, que é entrar no Ministério Público como pedido. O que que o Ministério Público Fez? pediu um laudo. Pediu um laudo. Agora se prepara porque tem isso aqui é louco. Pedi um laudo de um técnico e aí o Ministério Público foi convidou
um veterinário para fazer um laudo. Só que é o seguinte, eh dentro das profissões você tem as especializações, como por exemplo, o médico ele tem uma uma o médico ele é faculdade básica. Para ele falar sobre pediatria com com propriedade, ele tem que ser pediatra. para ele falar sobre fazer uma Neurocirurgia, ele tem que ser cirurgião, neurocirurgião. O ginecologista é vice-versa. Então, ou seja, o médico ele te pré-atende, ele é um clínico e te passa pro especialista. Na biologia, na veterinária é a mesma coisa. Por exemplo, eu sou biólogo, mas eu tenho mestrado em zoologia,
então eu tenho o termo de responsabilidade técnica, que é o TRT. Então, para falar de zoologia, mesmo que o cara queira falar, ele vai ter que vir a mim, porque Eu sou chefe. >> Sei. >> Então é uma especialidade. O Ministério Público pegou um cara que não tinha especialidade e não para por aí. O cara vai dar um laudo de casa. Não foi no zoológico. Dá para acreditar nisso? >> Mentira que ele não foi no zoológico. >> Não foi no zoológico. >> Ele não foi pro zoológico. >> Não foi no zoológico. O cara dá um
laudo de casa. E o detalhe, esses laudos pode conferir, estão todo na bio do meu Instagram. Vai. Ultimamente isso tem sido muito muito recorrente isso em todas as esferas, inclusive inclusive no no na na dentro dos órgãos do meio ambiente. >> Mas mas se liga, se liga que a história a história é escabrosa. Ela ela só tá esquentando, Richard, o cara dá um laudo de casa. Todos esses laudos estão na bio Do meu Instagram. Vai lá e baixa antes que dê merda, porque eu deu deu muito trabalho para conseguir meus informantes do IBAM, etc. que
mandaram para mim. E o que que acontece? O cara dá um laudo de casa. Aí o Ministério Público olha aquilo, fala assim: "Pô, pera aí, tá errado, velho. Vai lá no zoológico." Aí ele vai no zoológico, tira umas fotinhas, só que no lado Richard não para por aí. Se liga, ele se utiliza dos dados da Elefanta que morreu lá a As elefante Sandro. Ele diz que o elefante Sandro tem artrose. Mas esse, mas isso é o exame clínico da elefanta. >> Meu Deus, >> cara. Tu acha que parou por aí? Então vamos lá. Aí ele
corrobora, dizendo que o laudo indica que o elefante deve ser retirado do zoológico e ir para o mantenedouro. Por quê? Porque o elefante sandoo tá com artrose, porque o pessoal Do mantenedouro tem 10 anos, 10 anos de santuário de experiência. Ou seja, o laudo não tem metodologia e é carente de artigo científico. Por que que ele qualquer um que vê aquilo reprova o laudo do tipo, [ __ ] você falou que a galera tem 10 anos de experiência, mas qual foi a metodologia? A metodologia foi usar a a idade porque no zoológico são 40 anos
de experiência. O laudo não tem metodologia, não tem essa comparação. um laudo sem método, um Laudo carente de >> Mas isso não invalida essa, porque não a gente sabe que hoje a gente eh no judiciário também tá acontecendo isso, a há uma romantização, principalmente nas camadas da da primeira instância, eh há muita muita romantização, como em todas as áreas a gente tem visto veterinário, o cara ah, quero fazer veterinária, mas não quero estudar grandes animais porque eu não sou contra o abate de carne, não quero comer carne. Então, a gente vê Muita romantização. Biologia tá
extremamente romantizada, extremamente muito triste de ver, não é mais científica, ela é muito emocional. Eh, e a gente tem visto também na camada do judiciário, na primeira instância, muito apoio a essa essa causa >> a emoção e pouco a a área científica, né? Eh, a como é como é que um laudo desse evolui, Henrique? Porque assim, se é se esse vício é conhecido, >> então de cara, eu sei que você se Assustou, mas acredite, tu vai se assustar ainda mais. Repara o que mais aconteceu com o Laudo. O cara foi estagiário do zoológico. Isso por
si só é completamente, na minha concepção, >> é já já invalid já invalid, >> já isso é completamente além do laudo se assim, na minha concepção, totalmente mal feito, se com ausência de artigos científicos, sem metodologia, o fato do cara ter sido estagiário pode corromper O laudo pro bem ou pro mal. Então eu não posso, por exemplo, ser chamado como perito para dar uma a minha avaliação sobre a perspectiva da prefeitura de Macaé, porque eu sou funcionário lá, eu fui funcionário, eu tenho minhas emoções, eu vou ter pessoas que eu gostei, pessoas que eu não
gostei, eu poderia ser, né? Aí o que acontece? Esse camarada fez um de uma carta de próprio pun dizendo que ele ele tentaria ser imparcial, o que para mim já é um grande Erro. Mas não para por aí, Richard, porque o camarada foi o o único ou um dos únicos que tirou nota C no estágio. Aí tu vem me dizer que não é uma boa oportunidade do cara se vingar fazendo um laudo, um contra um laudo para tirar o elefante sandoo de lá. Porque do tipo, as pessoas que eu conversei de lá, eu fiz meu
trabalho de jornalista, isso me é permitido, disseram que a ida dele lá não foi muito agradável, que ele teve umas desavenças E o cara e o Ministério Público aceitou. Mas se tu acha que >> isso é primeira instância, isso na primeira instância foi dado o quê? Uma liminar. O que que foi? O que que aconteceu? >> Foi uma determinação do Ministério Público mandando o elefante sair de lá. O o prefeito agora recorreu, só que antes, mas não para por antes do prefeito recorrer, >> a galera do zoológico que esse s >> Mas ele usou esses
argumentos, esses argumentos tão tão tãoados tá lá, tá tá tudo na b do meu Instagram, pode ir lá e baixar. Tá lá o laudo, tá esse documento, ele falando que vai ser imparcial, tá tudo lá, pode baixar. Não, mas essa quando o o prefeito eh eh fez essa eh recorreu a enfim o o eh o procurador lá da da da prefeitura, eles fizeram, recorreram, eles usaram esses argumentos ou isso você tá trazendo de última? >> Não. Então, olha só, aí >> eram conhecidos esses fotóos. >> Sim. Aí é que tu vai, aí que tu vai
cair. Se segura. Tampa, tampa, tampa o bumbum aí. >> Segurando. Vou pegar meu andador aqui. Tô me segurando. >> Se segura. Vai >> tampa porque agora vai cair da bunda. >> Vai >> a prefeitura com os técnicos dela. E você tá falando de cinco biólogos, Quatro veterinários, todos com mestrado do doutorado, especializados com mais de 40 anos trabalhando lá, fizeram um contralaudo identificando essas coisas. Tá tudo no bio do meu Instagram. O Ministério Público não aceitou. >> Não aceitou? Não, não aceitou contra laudo. Aí >> nós temos isso. >> Aí você vem dizer que o
Ministério Público não tá não está ideologizado com com essa causa. Aí agora o prefeito recorreu. Mas e não para. Quer mais? Tu quer mais? Sexta-feira era o último dia, o prefeito recorreu. Vai, vai tá lá o laudo dos técnicos novos, né? Claro. Inclusive eu me dispus a assinar também o laudo, que eu tenho certeza da competência desses técnicos. Eu vou lá e assino lá e boto o meu CB, tá combinado aí como o que o que o prefeito lá que a prefeitura recorreu, a prefeitura que recorreu, né? Como ela recorreu no dia Do prazo, alguém
lá do Ministério Público soltou uma determinação obrigando o Sandro já ir até 72 horas a ir para o santuário. Ou seja, ele não leu ainda a resposta da prefeitura. Ele vai esperar chegar, né? deve ter lido hoje. Não sei que aí ele vai fazer onde disse digo não digo digo, digo Diogo. Onde digo Diogo não digo, digo, digo Diogo. Sei lá, ele vai ter Mas, mas politicamente, politicamente foi lançado. Isso é bizarro. Tudo isso é Bizarro, velho. O que tá acontecendo com isso. Mas se esse bicho sair mesmo depois, vão fazer o quê? Depois que
avaliarem o Laudo, vão e e acabar, vão devolver prosava. Depois que que vamos fazer? Mais um sacrifício para animal. É isso. >> Ninguém põe o animal em primeiro lugar. >> Sem contar que é maus tratos, Richard. É maus tratos de você tirar um animal que tem uma memória afetiva. É maus trato com com esse animal botar Ele dentro de um caminhão e viajar dois dias para um determinado santuário e ainda com a possibilidade de ter que voltar pro zoológico de Sorocaba. Isso é maus tratos. É isso que as pessoas não conseguem ver. Eles acham que,
ah, não, eu vou levar lá pro santuário, ele vai ser feliz, que ele vai caminhar por lá. Mentira, se ele chegar lá no meio lá, vai, ele vai estrombar com uma daquelas elefantas que não estão bem como ele. São elefantes que muitas delas tm artose Pesada e o que que acontece? Vai ter problema. Ele não vai poder caminhar todos aqueles hectares, que é uma mentira, porque você sabe que elefantes eles alteram o ambiente. E teve estudo lá dizendo que não alterou o ambiente. E tem mais, ó, tu quer ver outra coisa? Além de ter uma
elefanta que morreu lá por e tuberculose e essa tuberculose foi problema renal, eu tenho os laudos, tá? Foi difícil conseguir, tá galera? Foi difícil. Por isso que eu peço para você, Vai lá na minha bio, baixa e guarda, porque uma hora outra vai dançar com esse sloud. Teve uma outra elefanta, Richard, que morreu, sabe por quê? Comeu uma espinha de palmeira tucum. Uma elefanta foi lá e comeu uma palmeira silvestre com uma espinha e morreu com intestino perfurado, velho. Ou seja, é um animal bobo que sai, saiu de um zoológico, ele não conhece o cerrado.
No cerrado você tem plantas que são extremamente venenosas para ela. Eles Elas não têm esse conhecimento porque não cresceram lá. Tem animais peçonhentos com a tromba lá, ela pode pegar uma serpente, tomar uma picada e ter uma necrose, perder a a tromba. É um animal bobo que veio de cativeiro e a galera fica pagando ma pau, maior pau para isso, velho. F achando que vai ser bonito tirar o elefante, cara. Existem casos e casas. É claro, se o elefante tiver num circulo, foi lá pro santuário, pô, beleza, velho. Mas não é o caso do Elefante
Sandro. O elefante Sandro é um patrimônio. O elefante Sandro tá muito sendo muito bem cuidado. O elefante Sandro é tão bem cuidado que tem 53 anos de idade, que não é uma coisa normal. Você vai lá ver os elefantes. E outra coisa, amanhã, dia 16, quarta-feira, 2 da tarde, todo mundo lá. Todo mundo lá. Richard vai tá lá. Vai, vai com essa roupa, Richard. >> Eu vou cadeira de roda, papai. Mas eu Vou para lá. >> Então, todo mundo lá 2 da tarde, vamos comprar aquela bilheteria toda na campanha. Fica Sandro. Chega dessa galera fazendo
demonização de zoológico. Zoológicos são imprescindíveis, cara, para preservação ambiental. Isso que falta, na verdade, falta essa união. Eu fico, por isso que eu falei, eu fico muito feliz, eh, porque você é um cara de muita representatividade e você entra agora com força nisso e é Bom tá dividindo um pouco o fardo. Eu eu carreguei muitos anos no fardo aqui, cara. eh que de embates que assim eu tanto que nessa nessa campanha do de Sorocaba, eu eu entrei na campanha do do do elefante lá de Ribeirão Preto, que a gente perdeu, né, que o elefante acabou
indo embora. Eh, então, eh, eu acho que assim, gente, a gente tem que começar a a se unir, né? Eu eu vejo assim os os biólogos aqui se unindo, eh as pessoas que realmente têm t conhecimento se Unindo e trazendo o povo que confia no teu trabalho, porque eh a gente vê que o outro lado trabalha muito assim, né, manipulando, né, essa e tem gente que fica perdida. Eles têm tem a sua turma, né, que acredita naquilo que acredita e, né, OK, vamos debater, né, porque essa é uma sociedade, a gente tem o direito debater
e e a e demonizam demonizam eh quem não lê essa partitura, cara, quem não part e que são, na verdade, as pessoas mais Preparadas. Você pode olhar eh pega a maioria dessas ONGs aqui que hoje estão por aí, a maioria foram nada, pessoas bonitas. elegantes e ricas, mas não tão preparadas no com conhecimento técnico, cara, né? Eh, e eu fico muito preocupado também, biólogo Henrique, meu amigo Henrique, que a gente começa a perceber que quem tá prestando concurso hoje para órgão público também tá com o mesmo Pensamento, cara. Vai com esse pensamento do amor. E
biologia nunca, né? O estudo da vida, biologia nunca foi amor. Você acha que é amor? Você abre essas esses Instagrams, né, nature is metal, pr você entender que o Simba não é amigo do Pumba, cara. E a gente tá romantizando isso, sabe? A conservação não é romantismo. Conservação às vezes é cruel. Às vezes tem que tirar um bicho da natureza, meter numa gaiola, reproduzir para Depois voltar. Quantos animais foram salvos assim? E quantos não foram salvos? Porque a gente não fez isso? Os nossos que a gente devia estar se preocupando mais e não com elefante
chimpanzé. É como você falou, por que que não fizeram isso com o lobo guará? Por que não faz o santuário do lobo guará? Não tem tanto apelo, né? Do macaco prego, tá? Ixe, tem macaco prego que não acaba mais, nem sabem enfiar tanto Macaco prego. Vamos fazer um santuário de macaco prego, né? Então assim, a gente elegeu alguns animais que são os animais são os mais simpáticos. né, pra gente que são os que tm mais apelo. Então, conservation a business >> e e animais que não são do Brasil, você vê que foi propositado, né, cara?
E é engraçado isso. Exato. >> Agora são animais que chamam atenção, são animais que estranhamente podem Receber um Pix, sabe? Podem, só tem um apelo, são as peças de guarda-chuva. Agora eu quero lembrar o seguinte, tanto o leão quanto o elefante são animais ameaçados de extinção. O elefante está ameaçado extinção. Esse zoológico, na verdade, já teria que estar num programa de conservação para, por exemplo, a reprodução ali. O o Sandro, ele provavelmente não consegue mais fazer a coppula, né? Mas talvez tenha produção de esperma, ainda pode Ser recolhido de alguma maneira e isso pode servir
para reprodução. Ou seja, o Brasil poderia estar com os nossos zoológicos trabalhando nessa ideia já de auxiliar na conservação, porque são animais que chamam atenção, são animais que trazó de São Paulo reproduziu leões e foi atacado. >> Eles estão eles estão estão tendo que responder lá porque reproduziam leões e eles têm espaço porque agora vai inaugurar o Simba Safari agora Novamente, que é uma [ __ ] experiência maravilhosa, né? de novo, dando acesso a pessoas de menos condição que não podem ir para uma África da vida. Mas, entendeu? E e agora você hã reproduziram os
leões que são, como você falou, animais ameaçados e ainda foram atacados, cara. Por isso, >> para que que serve esse tal santuário se não serve nem para você fazer reprodução de mal? Ó, cara, você sabe que teve uma lei criada por um vereador em São Paulo E eu me tornei inimigo desse cara, velho. Tal do Xchel. O camarada criou uma PL aonde proíbe a instalação de novos zoológicos e aquários. E dentro da PL, quando eu fui ler, tinha coisas tão bizarras como do tipo assim: "Ah, você tem que separar os machos da fêmea." Aí eu
tô hã isso é ideologia, Vilela. É ideologia. É do tipo, ele não quer nem que reproduza o bicho. Olha, olha a ideia do cara, velho. Não, não pode fazer visitação à noite. Hoje a gente Sabe que zoológicos à noite é um outro mundo, porque esses animais a maioria são noturnos e e a gente pode fazer educação ambiental à noite, receber pessoa, ou seja, a gente deveria estar mudando o nível do zoológico, melhorando as coisas e a gente tá retrocedendo, retrocedendo na conservação por conta da ideologia desses caras, velho. Ideologia louca. A ideologia louca de que
ele acha de que você tá com animal no zoológico é a exploração animal, mas você tá num Santuário recebendo Pix, não tem problema. Eu vi outro dia uma mulher doida na internet, fiz uma reação a isso. O, a mulher eh entrou dentro de um lago, não sei se chegou a ver que você também vê bastante vídeo assim, a mulher entrou dentro do lago porque tinha um pato, macho, querendo cocular num lago com um pato, uma pata e ela tava ali. Afaste-se, afaste-se, desesperada, gritando com ele. Não, é sério. Ela entrou no lago para fazer o
pato correr. A coisa mais natural que existe, que é o que o animal, animal, animal tem duas coisas que ele faz, que ele quer fazer, >> comer e [ __ ] É, tem outra coisa que fazer. >> Você viu? E você viu o que aconteceu, né? O que o pato falou para ela, né? >> Qual? Qual? >> Qual? >> Ela falou: "Qual?" >> Qual? >> Essa piada é velha, hein? É, >> essa do fã. >> É. Mas eu vi outro dia essa e então segura essa. Então eu vi um vídeo de uns ativistas que achavam
que a galinha tinha que ser separada do galo porque o galo era um abusador. >> Ah >> é? E aí? Chupa essa manga agora. O galo é abusador da galinha porque ele é agressivo. Ele é agressivo com a galinha, cara. É não entender nada de Comportamento animal. A o galo antes de copular a galinha ela dá indicadores para ele. Ela se abaixa, ela estimula, ela vem. Quando ele chama e ele copula. Pode parecer da forma humana como algo agressivo, dependendo da pessoa que tem gente que acha mais gosta de um sexo um pouco mais agressivo.
Apesar que não tem muito problema não, que o galo, o galo não tem o pênis, tá? É só cloaca. É, >> é, é o mundo animal, não é muita coisa, mas enfim, é uma cópula que é uma cpula Mais agressiva. >> Aí teve gente falando, os ativistas falando: "Não, a gente tem que separar porque é um absurdo que colocam o galo com a galinha e o galo é um abusador de galinha, meu irmão. Dá dá para acreditar que que a galera chegou nesse naipe, velho. É não entender nada de biologia. Você vê o tubarão, por
exemplo, você tem e é tubarão que as fêmeas tm as a a nadadeira mais grossa do que do macho. Porque o macho ele tem que percorrer atrás da fêmea, ele tem que pegar na na nadadeira da fêmea e tem que lutar com a fêmea. Se ele não se mostrar forte o suficiente, ela não deixa ele copular. Porque é óbvio, se ele são natural, se ele é agressivo, se ele é poderoso, ele é um bom pai pros filhos dela. Então isso é uma coisa natural. Essa ideia humana de abuso, isso não compete aos animais. Is é
uma ideia humana. Animais Não são assim que funcionam, são de outra maneira. O rinoceronte, quando a fêmea tá no cio, ela vai lá, estimula ele e depois ela foge dele por quilômetros, por dias. E ele tem que ir atrás da fêmea por dias. E aí, enfim, ela aceita a cópula. Ou seja, é uma seleção natural onde ela diz: "Olha, agora tem um um bom pai". Fême que come o o macho depois de copular? >> Não tem, não é? Come a cabeça. Ué, a sucuria. Sucoria come um macho, velho. É, >> a sucuria é da galera
empoderada, da mulherada empoderada. Ela é é a top, porque ela já tem o dobro do tamanho do macho quando ela tá no período reprodutivo. Quando ela chega, primeira vez que ela vai reproduzir, ela dobro do tamanho do macho. Ela vai libera um feromônio, vai uma pancada de sucuri atrás dela, um monte de sucurio, né? Ela escolhe qual macho que quer copular e escolhe um deles para fazer lanche. Tipo assim, esse mais otário aqui, vai ser meu lanche, >> cara. >> E come o mais otário lá. Acontece com sucuri. >> Louva a Deus também. É assim,
né? >> Louva a Deus. Algumas espécies de louva a Deus comem a cabeça do macho velho. E o cara continua lá >> sem a cabeça. >> Sem a cabeça. Continua copulando sem a cabeça. >> [ __ ] >> Mas cara é muito diferente da gente, >> porque geralmente a gente perde a cabeça, né? >> Perde total. [ __ ] >> não é assim com a gente também. >> É igualzinho. Eh, é, tá muito, tá muito romantizado as pessoas. Eh, e, e, e o, a maioria da massa das pessoas que não têm esse conhecimento acaba se
atrelando normalmente a A esse eh esse encantamento emocional, muito mais fácil do que argumentos técnicos. O argumento técnico é frio, sabe? mais eh calculista, né? O o eu digo sempre, né? Uma grande diferença entre veterinário e biólogo, né? Na conservação, o veterinário tá preocupado com o indivíduo que tá ali em cima da da mesa, né? O biólogo da conservação, ele tá preocupado é com a população daquele indivíduo, muito mais que com o indivíduo que tá na mesa, né? Então, eh, São olhares diferentes que elas às vezes parecem mais frios, mas porque são mais técnicos, né?
Não, eh, não é que a gente, o biólogo ama a natureza, mas ele tem uma visão diferente do que menos romântica, né? Ele entende os processos melhor e e às vezes os processos eles são mais frios na conservação do que nós é muito mais fácil você se atrelar a uma história bonita, né? Você pega um indivíduo e normalmente é assim que funciona quando Você quer na indústria do Pix, né? Você pega um indivíduo lascado, faz um grande resgate, leva ele, aí começam os problemas, né, que você tem que resolver. Às vezes não tinham nem alguns
problemas, nem existiam, mas passam a surgir por conta da próprio situação a que o animal foi encontrado. Vejo isso muito em cachorro e gato, gato, especialmente o cara tira o gato de rua e leva para dentro de uma de uma situação que tem mais 500 gatos numa Casa de 100 m², aí eh baixa imunidade e vem doenças oportunistas, aí começa aquela indústria, né, que é como eu digo, sa qual a diferença da do do faturamento de um zoológico pro Pix? É que o Pix não paga imposto. Hum. Vamos pensar sobre isso. O Pix não paga
imposto. O faturamento zoológico paga imposto. Ele tem que dar satisfação. Então assim, eh, e começa aquela indústria, né? Então, eh, veja, eu eh eh quando eu não sou contra você Ter um, né, um dá um nome do santuário, mant fazer. Eu não sou, eu, eu eu só sou quando, eh, este público se vira, vira os seus canhões para uma instituição como um zoológico, quando os protetores, que também tem muito muita coisa legal que é feita, mas não é não é que tudo é, mas que viram os seus canhões contra os bons criadores de cães, por
exemplo, aí onde eu pulo para dentro, porque não é assim, não é, você não pode destruir, né? né? Vamos lá. Um Um um um bom criador cria muito melhor eh do que a grande maioria do que qualquer on de proteção animal qualquer. Eu desafio um bom criador tem um manejo muito melhor, assim como um zoológico tem um manejo de bem-estar. [ __ ] eh, você vai no Eu conheço porque eu conheço muito por dentro, porque eu tô trabalhando muito perto, né? Mas ol São Paulo, cara, você tem hoje caras contratados só para trabalhar questão de
Bem-estar animal, só para isso. Ele não faz outra coisa. Só para bem-estar. Biólogos que entendem de comportamento animal, caras que são eh treinadores, né? Que eu falo quando vai falar: "Ah, você tá treinando?" Sim. Porque como é que você faz um elefante? Como é que você olha o pé de um elefante, cara? Como é que você faz? Como é que você pede isso? Você tem um cara de comportamento animal que sabe fazer um condicionamento que o animal levanta o Pé cima na para poder ir dar uma escovada, limpar. Então assim, eh você tem um mundo
de profissionais dentro de um zoológico, cara, eh fora do zotecnista, veterinária, biólogo, se não são de manejo, etc. Você tem de bem-estar, caras só para bem-estar animal. Eh, então assim, eh, eu não não a gente não pode admitir esse ataque. Aí pegam péssimos exemplos zoológicos para acabar com com a categoria onde a Grande maioria é muito boa. É como e então eu vou pegar, eu tenho péssimos exemplos de ONGs péssimos e não faço uma generalização. Eu digo: "Olha, tem ONGs que são ruins e tem OG que são boas". Tem quando eu falo de cachorro, por
exemplo, tem muita ONG ruim, mas tem ONGs boas, mas eu não generalizo, eu não puxo a régua da do ruim para que e e extrapolo para todos. Então eu vejo que eles tentam lá, pegam, ah, um zoológico aqui, um zoológico aqui, pegam algum Zoológico, exemplo de zoológico, ah, morrer. Se for, pelo menos no zoológico, você tem que prestar contas, cara, né? Você tem que ter prestar contas o tempo todo que você tá fazendo. E eles são muito fiscalizados zoológicos. E eu vejo uma liniência com esses lugares que são mais bonitos, emo e aí eu vejo
você tá o judiciário envolvido emocionalmente sem levar as questões. O juiz tem que Ser isento essa questão. Ele não tem que gostar de alguma coisa, ele tem que, né, fazer o que é correto, avaliar um laudo, por exemplo, da forma de uma forma jurídica, de acordo com a lei. você aí você vê, infelizmente, órgãos ambientais também que estão envolvidos emocionalmente e sendo menos criteriosos do que são com eh zoológicos, por exemplo. Eh, e você vê a população que tá que acaba eh se envolvendo porque é uma história bonita e a gente tá carente De histórias
bonitas. Então a gente se agarra em alguma história bonita para poder se sentir melhor, para você sentir emocionado. Eles tem tem ONGs que tem equipe de gravação maior do que a nossa produtora. Eu acusei com ONGs aí no Pantanal, eu pensei que era uma produtora, tinham cinco pessoas trabalhando, mas eu falei: "Nossa, mais gente do que eu". E aí eu fui descobrir que é uma ONG lá mostrando o Pantanal está pegando fogo. Isso sumiu, né? Aliás, nunca mais falar pantalão pegando fogo, mas enfim. Eh, então assim, eu vejo uma indústria nisso já. Isso é uma
indústria, senhores. Isso aqui é isso que vocês têm que começar a entender. Conservation business é um negócio com com outro cois não é exatamente tudo pelos animais, né? Mas se fosse realmente tudo para os demais, vamos pegar um uns elefante velho que tá acostumado 40 anos com as mesmas pessoas Para pôr levar em um lugar desconhecido, por mais romântico que seja. E é onde as pessoas confundem também, porque elas eh elas transportam para si, né, Henrique? Isso, elas vão zoológico, por exemplo, e o o eh você pode ter ambientações lindas e maravilhosas que muitas vezes
são feitas mais pro visitante do que pro próprio bicho. É que nem um aquário. Aquário, se você colocar um pedaço de ferrem, vamos dizer, um pedaço de pau dentro do aquário, o peixe ali Com uma planta, você coloca uma planta artificial pro peixe, ele para ele faz diferença se é uma planta artificial ou verdadeira. Você entende o que eu quer dizer? Então assim, muitas vezes a gente prepara um aquário para que a gente olhe com satisfação, mas não é não é pelo peixe. Exatamente. E assim acontece também nesse ambiente. Se a gente ah faz um
baita recinto para uma cobra, faz a cobra vai ficar num canto, você vai uma semana inteira, a cobra tá num cantinho Ali, >> naquele mesmo canto que a semana inteira, ela não faz aquela peregrinação pra Basílica de São Mateus. Ela tá fica no cantinho. Então as pessoas por não conhecer acham que acabam transportando sentimentos humanos, né? E todo mundo vive no pior que todo mundo vive dentro de um apartamento, saindo do apartamento do trabalho, trabalho própamento, mas quer pro bicho algo diferente, né, cara? Então, eh, É isso. Eu eu acho que a gente tá muito
eh a gente tá confundindo agendas. O gostar, o amar, eh, se confundiu muito nessa pauta animal. E a gente tá vendo isso nas coisas mais simples do dia a dia, nos cachorros. Mais simples, só amor, entendeu? Aí o cachorro vai lá, arranca sua garganta, tira você das mordidas da sua cama, porque foi só pelo amor, só amor, sabe? Então não entende a psicologia canina, que é um bicho catea, que precisa de um alfa, então por aí Você já avalia o resto. Se com o cachorro a gente tá errando, que é um bicho de todo dia,
supostamente mais fácil de entrar, me imagino nessa com macaco, elefante, com bichos, enfim, que não são do nosso dia a dia. A gente se envolve emocionalmente. É o Simba e o Pumba, sabe? Agora é interessante, Richard, você falou dessa indústria, né, de ONG, porque tu vê assim, virou inclusive eleitoreira, né? Você tem determinadas ONGs que são resgatadoras, são as famosas cachorreiras e gateiras, que o camarada conseguiu se eleger vereador, conseguiu se eleger deputado com alta indústria, com televisão e o caraca, tudo ali em cima, né? Mas no final das contas, quem cuida mesmo do cachorrinho,
do gatinho, é a tiazinha, a vovozinha da rua >> que bota do bolso dela. E aí essa galera que é resgatador de cão e gato, vai lá, mete o pé na porta. Outro dia eu vi um Cara, o cara meteu, cara, até el delegado, meteu o pé na porta, mas o seg estava dentro. Então ele chegou arrombando a porta, a porta abria para dentro, mas o signo fiz tava dentro, >> ou seja, profissional e todo mundo, ah, isso aí é que que bonito, né? Essa galera, ô Vilela, o que que tá acontecendo? Qual o meu
problema com a Luisa Mel? Não tenho problema nenhum com ela pessoal, nunca desrespeitei a honra Dela, nem nada pessoa com ela. Meu problema é ela se metendo no meu ambiente com cachorro e gato, velho. Seu o problema dela não é minha área, não me interessa essa área. Minha área é ambiental. Mas quando essa galera que é resgatador de cachorro e gato começa a falar sobre meio ambiente sem entender nem por onde a ganhar mijja. Outro dia teve um imbecil de um de um veread, se eu não me engano, deputado vereador aqui de São Paulo, acho
que acho que é Deputado resgatador de gato cachorro desses que entra lá e quebra a gaiola de coelho. Coelho é no mal doméstico, tá? A pessoa tem direito de ter. Quebra de coe faz um sensacionalismo danado. E esse mesmo cara cismou de resgatar uma serpente sem o menor conhecimento. Não sabe por onde a galinha mija, quer se meter meio ambiente. Pegou a serpente, colocou na mão, achando que era uma serpente no Petito, era uma jararaca, Quase foi, quase morreu, quase foi pra cidade do pé junto. Ou seja, é um imbecil querendo se meter na área
ambiental. Esse é o problema. Só que tem um detalhe, ô Vivelela, se você parar para analisar, você que tá me vendo, pode reparar. Toda a prefeitura, 99% delas, pelo menos, e o governo do estado e o federal também, todas elas estão atreladas a alguma ONG, com algum vereador, com Algum deputado, cachorreiro e gateiro. E a gente não tem controle sobre o dinheiro que vai para essas ONGs. E cada vez aumenta mais o número de cães e gatos de rua. Cada vez aumenta mais. Entra gato lá, sai gato, sai gato. Entra cachorro, sai cachorro. Esses registros.
Outro dia eu tava vendo o Gabriel do núcleo Serra Grande que resgata surco com pico de jaca. Cara, cada bicho que o cara resgata, ele tem que dar na delegacia, fazer bo, microchipar o Bicho. A mesma coisa não acontece com essas ongas. Entra gato, entra cachorro, sai cachorro, sai entra dinheiro, entra Pix. E cadê? Cadê o resultado? E aí essa galera começa a atacar criador, começa a atacar zoológico estranhamente. Por quê? Porque aí você pode fazer um santuário. Agora você já viu eles atacando o criador de cães? Olha, eu confesso que tem raças de cães
que eu não gosto. Eu detesto qualquer cachorro braxéfalo. Esses cachorros que são doentes, que são Vendidos, esses doentes que são vendidos paraas pessoas. Mas cães de raça são fundamentais. Se você é atacado por um sequestrador, se você tá sumido, tu não vai querer um belgam ali no ar para te salvar? Se você sumiu numa floresta, tu não quer um cachorro sabujo? Não foi o acidente da Turquia, aonde pessoas ficaram soterradas e cães de todas as partes do mundo de raça, treinados para farejar, não foram selecionados para ir lá e tu não quer o cachorro de
raça? Claro que você quer. É óbvio que eu também sou a favor do Adot. É óbvio que eu também gosto do Viraalata, ele tem o seu valor. Mas proibir criadouro de criar cachorro porque acha que não, não pode. Pelo contrário, Vilela, pelo contrário, Richard. Na minha concepção, eu acho que pro cara ter o cachorro, pelo menos no ambiente urbano, o cara deveria de primeiro, igual na Inglaterra, o cara tem que ter um curso para ter o cachorro, que o maior Abandono de de animais é isso. Chega final do ano, o cara quer viajar, ele abandona
o cachorro na rua, abandonando na estrada. Ele deveria ter um curso de adest, teria que ter um um adestrador com ele para ele aprender, porque a maior abandono de cachorro é o cachorro ser maior educado. E o cachorro >> é, mas o cara que gasta R$ 4, R$ 5.000 num cachorro, ele não abandona esse cachorro. Sim, exato. >> Ele pensou antes para enfiar a mão no Bolso e gastar esse dinheiro. Agora quando você vai e adota, apesar que agora tão adotando com participação, né? Agora tem muita adoção pagando R$ 2 R$ 3.000, podem olhar na
internet, mas quando você adota, muitas vezes é um instinto, vamos lá, entre nós, eu também tenho cachorro adotado, tenho cachorro comprado, né? Eu procuro boas ONGs para adotar e bons criadores para comprar, tá? Minha minha base é essa, mas eh quando você tem um um cachorro adotado, Muitas vezes o cara vai numa feirinha, né, que porque você não pode fazer feirinha de venda, mas pode fazer feirinha de adoção. OK, vamos lá, vamos em frente. Quando você tem um cachorro adotado, muitas vezes quer falar: "Ah, eu quero um cachorro, quero um cachorro". A pessoa acaba pegando
o cachorro, qual o custo? uma feria zero. Então o, vamos dizer, a decisão emocional ela é muito maior Eh num num num cachorro adotado, uma decisão de de levar para casas, né? Muito maior a chance num cachorro adotado que um cachorro comprado, que você teve que tirar cinco pau do bolso, né? Claro que onde que que nós somos contra. Nós somos contra os criadores que tem muito criador que tem que ter uma lei adequada para acabar com os maus criadores. Eu concordo. Os criadores que empilham o cachorro, que pegam as raças que estão em em
alta e reproduzem, não Tem genética, não tem nada. Esses caras têm que acabar. E é onde tá a culpa de quem compra. Porque você quando compra, quando você fala que o cachorro é caro, porque você não tem cinco pau, aí você tem alternativa o quê? De adotar. Mas aí você quer um cachorro de raça, não vai encontrar desses caras que porque a raça passou por ali, mas pela metade. Aí você vai no cachorro que vai no vai no OLX, você vai no OLX e compra um cachorro lá. E sabe o que é pior? Depois sabe
quem é denunciado e quem tá no Instagram. O Instagram é uma plataforma aberta. Você tá vendo o cara criar? Ele tá, ele tá se mostrando quem ele é. No LX só tem uma foto de um cachorro que muitas vezes nem é aquilo que eles estão vendendo. E e a e o cara vai lá e compra de lá. Então a culpa também é nossa de sabe de não valorizar um bom criador e escolher um. Então é quando você paga barato ou quando você adota, a chance de você Largar o cachorro é muito maior, né? Então, a
gente tá em tudo isso. Eu sei que a gente saiu do elefante e tudo, mas é porque é o tema central, acho que dessa conversa nossa, é a emoção, a a como as pessoas estão ligadas menos à racionalidade do que a emoção, né? E inclusive desrespeitando o trabalho dos técnicos, porque você pode ver qualquer biólogo aí, cara, qualquer Biólogo sério que trabalha com zoologia, todos nós, todos nós, inclusive o próprio Sérgio Rangel, que trabalhou 14 anos com o elefante Sandro, dizendo a mesma coisa, é maus tratos, tirar o elefante Sandro de lá. Mas no entanto,
o que que a galera prefere escutar? Prefere escutar a toor da Globo, prefere escutar a Luía Amel. O que que a Luía Mel sabe de meio ambiente, velho? Na boa, desculpa, Lulu. Eh, você pode ser boa com gato cachorro, aí não é minha Minha área, mas o meu ambiente você não sabe por onde a galja, tu não sabe nada. E aí é estranho ver essa demonização dos zoológicos. É estranho ver que a Luía Melva querendo montar o santuário dela. É estranho você ver na reportagem dela ela dizendo que a ah queria levar o urso para
lá para dentro da Mata Atlântica. E você não tem o mínimo de de conhecimento sobre o ecossistema. Eu acho absurdo essa parada. E sobre a perspectiva de criar cachorro, veja, não Seria muito melhor que o cachorro fosse comprado? Ah, mas eu não tenho dinheiro, meu irmão, pelo menos no meio urbano, eu acho que deveria ser assim. Você compra o cachorro registrado, porque eu tô cansado de ver cachorro na coleira trancado na chuva, não tem grana para manter o cachorro. O cachorro é da família, velho. O cachorro é um filho planejado. Existem casos de filho que
vieram, meu irmão, porque a camisinha furou. OK, tu tem que se virar. Mas o Cachorro, velho, o cachorro tu não engravida do cachorro. Você pode pensar muito, ó, vou ter grana para poder manter, eu tenho espaço para ele, eu tenho como cuidar. Então, do tipo, se eu não posso manter, se eu não comprar, não posso comprar ração, se eu não posso levar no veterinário, então não tenha, cara. É uma coisa simples. Qual a dificuldade de entender isso? Ai, você é muito elitista. Elitista. O que que você acha desse cachorro na rua aí? O pessoal Abandonando
direto, cara. Isso é é bizarro. É bizarro o que tem acontecido com os caís. Então, a gente tem que mudar o nosso pensamento. Eu apoio os criadores, sim. Acho que que deveria ter uma lei que eh beneficiasse bons criadores, que tivesse sobre a responsabilidade deles, inclusive os animais chipados, e que eles também tivessem responsabilidade sobre se um cachorro é abandonado ou não. Isso deveria diminuir câncer de Rou. Porque, cara, tu vai na Alemanha, por que que na Europa é assim? Por que que tu vai na Alemanha pro cara ter um cachorro maior? É cheio de
de cheio de de entraves. Tu tem que ter tudo pro cachorro lá. Até plano de saúde se bobe tem que ter. >> Pois é. >> Por que isso? Agora em contrapartida tu não vê cachorro de rua. E o que eu vejo todos os dias é animal sendo atropelado nas ruas. Todo dia, cara. Todo dia. E aí Essas ongas continuam aumentando, continuam crescendo e agora atacam os zoológicos. Aonde que esses caras querem chegar? Esses caras querem ser eleitos, Vilel. Eles querem ser deputados, eles querem ser vereadores. É isso que eles querem. Eles querem grana do governo
direto nessas ONGs. Essa isso que a população tem que ver. Comece a fiscalizar esses caras aí, esses sensacionalistas da internet que chegam lá fazendo show, quebrando gaiola, Metendo o pé na porta, né? Cadê o os bichos que eles resgatam? Porque só tu pegar. E outra coisa, birichada, quando eu vejo uma pessoa, um sem teto e uma igreja ou alguém queira ajudar, eu não vejo ninguém lá dando comida pro centeto e tirando uma fotinha assim, ó. Olha aqui, eu tô dando comida. Isso é feio. Isso é feio, cara. Você tem que dar caridade pela caridade. Agora,
por que que o gato cachorro, o cara chega lá, eu salvei o gato cachorro. Ai, aqui, Ó, salvei. E depois esse cachorro foi para onde? >> É >> para onde ele foi? Onde ele tá? Enfiado na tia lá na vozinha que depois vai na internet reclamar, ó, fulano de tal aqui, o vereador, o deputado jogou o cachorro aqui dentro e e agora eu não tenho dinheiro para comprar ração. Cadê o Não é assim que acontece, Richard? >> É, é assim. É, a gente é é triste a Gente ver eh e pessoas simples, né, muitas vezes
sendo eh humilhadas. Eu acho que assim, eh, primeiro que eu não acho que seja o papel de um vereador deputado eh arrombar uma casa. Eu não eu não vejo assim dessa forma. Eu acho que tem polícia para isso. Primeiro que assim, eh nós temos que ver que casa você não pode entrar numa casa simplesmente arrombar, quebrar o cadeado e entrar, né? Eh, eu vi casos aí quando é um Ilegal que fala ilegal, o que que é um ilegal? Um criador ilegal, né? é um criador que não tem registro, não tem CPF, não tem CNPJ, não
tem veterinário responsável. Esse cara realmente tá ilegal de uma forma, mas eh quando o cara tem um um CNPJ, ele tem, você não pode entrar na casa do sujeito quebrando, chutando a porta e assim, eu vejo muito ato de sensacionalismo, sabe? Eh, eh, eu vejo leis que elas não resolvem o Problema e dá para resolver o problema. A gente consegue, mas a pergunta é, será que a gente quer resolver o problema, né? Então, você tem leis hoje? Se você obrigasse as pessoas hoje que querem ter um cachorro fazer, tem que ter um cursinho de 2
horas que nem faz com um negócio de carta de motoristas lá faz, você faz online, sabe? um cursinho de duas horas para que você possa seja obrigado a assistir a câmerazinha olhando você assistindo lá o teu o Curso. Todo animal na minha opinião, que você queira ter, o cara deveria ter um curso dos mais simples aos mais complexos. E eu não sou contra criar nada e ter, né? Eu acho que a gente pode ter acesso a tudo. Eh, contando que seja legalizado, não sai da natureza, aquelas coisas todas. Eh, então assim, microchipagem de todos os
animais, não para fazer mais imposto, não só para ganhar dinheiro, é para ter controle. Que vira depois outra coisa, né? vira um Uma fonte de receita e e sim, eh, então nós nós nós eh com uma com microchopar documentação que nem a gente tem com os animais silvestres, se você tem com os animais domésticos, você já começa a entender a tua população. E quem tem que fazer isso não é só o criador, não é só o cara que tem o cachorro, mas também todas essas ONGs têm que fazer isso, porque tem que dar satisfação. Afinal
de contas, as as ONGs arrecadam dinheiro, elas sensibilizam pessoas, elas dão Informações, elas precisam dar, elas precisam informar eh o que tá sendo feito, quanto dinheiro entra. Eh, é como eu falei, eh tem que dar satisfação do dinheiro que entra uma receita. As empresas pagam imposto, por que que o por que que as ONGs não não pagam imposto? Elas têm receita, tem dinheiro movimentado, eh, elas têm mexem com sentimentos de pessoas, elas elas têm que dar satisfação do que tá acontecendo. Eu não sou contra não, Assim como não sou contra vegano, eu não gosto de
ser, tem inglês que fala lectured, eu não gosto de ser doutrinado. Só eu acho que é só isso. quando tentam doutrinar e dizer: "Nós somos a solução, né, e o na verdade vão mudar o nome das coisas e a única coisa que não vão permitir eh eh vão vão fazer outro tipo de visitação no santuário vão fazer o quê? Que tipo de visitação? Vamos fazer estagiários, tremistas, vão trazer gente de fora que vão cobrar uma [ __ ] grana para você poder ter um tá ali num num fazer um trabalho e ajudar na cuidar dos
elefantes, por exemplo. Bom depois fazer umas cabanas bem bonitas ali para fazer um um cobrar uma [ __ ] grana de um cara que tenha dinheiro para fazer isso, para se instalar lá dois, três dias e viver o mundo dos elefantes. Eh, é o caminho. Vamos transformar nisso. A gente tá, então assim, o pau que bate em Chico bate em Francisco. A gente tem que ter a Mesma severidade que a gente tem com os zoológicos. A gente tem que ter com os chamados santuários. A gente tem que ter a mesma severidade que a gente tem
com os criadores. A gente tem que ter com as ONGs de proteção de cães a o mesma o mesmo nível de exigências. Só que a gente transformou isso tudo eh num num pal. Por que que não tem nenhum deputado arrebentando a porta de nenhuma ONG? Por quê? Querem algumas nomes de algumas Para ir? Cara, tem várias, cara. Eu já vi cada coisa, cara. Então assim, eu sou contra a ONG, não, eu acho que elas têm que ter mais estrutura, tem que ter mais eh tem que ter mais condições. Eu acho que é a mesma exigência
que a gente pede de um de um criador tem que ter numa ONG, cara. >> Aitação tem uma coisa chamada emenda parlamentar. E como é que funciona a emenda Parlamentar? O cara joga uma grana numa ONG dessa, uma grana alta e aí esse cara depois vira o alvo da ONG para olha, temos que ajudar a eleger fulano de tal e a gente sabe que o desvio tá aí, né, cara? Então, emenda parlamentar, outra coisa, assim, vocês vocês estão vocês estão entendendo porque a gente é atacado e o Richard somos atacados, porque de repente eu apare,
eu fui atacado para caraca na internet, porque é uma coisa óbvia, emenda parlamentar é Um dos nomes, porque pode ir emenda parlamentar para uma ONG dessa e aí o Diro vai pro Dubai do Pano que ninguém sabe para onde vai essas paradas e esse mesmo camarada depois é apoiado por determinada ONG. É aí, desculpa te cortar, mas é essa parada, >> não é isso aí? É isso aí. Então, eh, é isso, sempre a mesma pauta, né? E, e, e mas quem é que adere a isso? Porque para você eleger um deputado, você precisa de votos.
Então, quem quem Constrói isso? Hoje nós temos muitos deputados, né, que são animalistas, chamados animalistas, eh, que estão em cima dessa pauta, começaram com cachorro, gato e agora estão se intrometendo também nos animais silvestres, né, e e animais selvagens, eh, e que não tem uma um conhecimento técnico, eh, tem um eh tem apenas uma carga emocional. É isso onde é o grande problema, senhores, essa carga Emocional, que isso é perdoável. O cara eh, o cara se envolve e acaba arrastando as pessoas, porque as pessoas gostam dessas histórias bonitas, cara. Eh, e a gente vê as
histórias terminando não tão bonitas, porque eu sempre digo, né, que a questão de, por exemplo, eh, soltura de animais, né, que a gente tem, ah, vamos soltar os animais, vamos devolver pra natureza, os setas agora tão, né, eh, prestigiando, setas não têm Condições, né, de fazer uma soltura animal, prepar, tem que ser preparado um animal para ser solto, né, tem algumas espécies, inclusive muito exigentes, mas beleza, vamos soltar não, não, não existe. soltura sem acompanhamento. Isso aí não é uma soltura, cara. Isso pode ser uma entrega à morte, entendeu? >> É uma eutanásia fofa. >>
É, >> é uma etanásia fofa. Parece que é Ah, e Eu ouvi um cara dizer, não sei quem, acho que você que me mostrou, eh, que teve um cara melhor ele morrer no transporte, morreu elefante do que >> Ah, o biólogo da Luía Mel, ele falou isso. >> Quem falou isso? >> O biólogo da Luía Mel, o cara que confundiu Irara com Londra. confundiu Iara com, o cara que confundiu Irara com lontra. >> Aí ele vai, ele vai e fala do Sandro, Né? Falou, ele fala assim: "Pô, mas e se o elefante morrer no no
transporte?" A probabilidade é baixa, eu confesso, é baixa, mas ela existe e é um transtorno. Ela existe. O animal, inclusive o elefante Tami que eles iam trazer lá da Argentina morreu nos preparativos para vir para cá. Mas ela existe. Aí ele fala assim: "E daí se ele eh morreu no transporte, Danice, pelo menos saiu daquela bosta daquele zoológico. Tu vê que a ideologia do cara, ela é maior do Que o próprio bom do animal. >> Não, já tem um ranço dele com o zoológico. Esse cara já tem um ranço com aquele zoológico também específico do
Sorcabia, que ele foi estagiário. É, é algo absurdo, né, cara? o cara, ou seja, é do tipo a ideologia, porque, ó, eu eu tenho vários amigos veganos, eles sempre me corrigem quando eu falo, então eu tenho que fazer ressalva aqui, porque burrice não é monopólio de vegano, ela tem em todos os lugares e tem veganos Inteligentes que apoiam os zoológicos. Vários biólogos que são veganos são apoiam os zoológicos. Mas a gente não pode tampar o sol com a peneira de que essa ideia do ataque aos zoológicos por uma ideologia que diz do tipo, olha, não
pode ter zoológico porque é exploração animal. Isso vem vem dessa galerinha capitaneada. Eu acho que esse movimento ele ele caiu bastante, né? A gente teve teve alguns exemplos como a Anita, por exemplo, que a a era vegana e depois Falaram: "Olha, você comeu uma carninha aí, cara, né? Ou seja, o pessoal não consegue se manter por muito tempo, aí começa a aparecer. Eu acho que o movimento deu uma caída, mas a ideologia, essa ideologia da não exploração animal, tem capitaneado uma galera dessa que tem atacado zoológicos. E é por isso que a Luía Mel cresceu
tanto aí, né, nessa parada, porque ela capitaneou esse esse pessoal no radicalismo que não, olha, ô Vilela, Eh, os indígenas consomem animais silvestres todos os dias e eles são infinitamente mais sustentáveis do que qualquer do que qualquer outra ideologia. Eles preservam muito mais a natureza do que o cara que tá com iPhone lá pedindo pro Sandro sair. Ah, porque eu como alface. O indígena comendo bicho silvestre preserva muito mais que você dentro lá da da mata, porque ele preserva a mata, ele vive dentro da Mata. Então são são ideologias, cara, que que às vezes são
capitaneadas, às vezes são capitaneadas pro mal. pode ser captaneada pro bem, pode, mas no caso do zoológico, eles estão sendo capitaneados para isso, para atacar zoológico, o que é um absurdo. A gente tem vários, várias espécies que não vão voltar pra natureza se não for por causa do zoológico. E a gente precisa do zoológico para isso. E o zoológico tem que ganhar dinheiro. Aí, ô Vilela, a gente deveria est entrando Numa outra discussão. Veja como são as coisas. A gente deveria estar entrando numa discussão do tipo, poxa, a gente poderia ter leis que obrigassem os
zoológicos a destinar 10% para apoiar esses setas que são entidades governamentais que recebem os animais quebrados, que recebem os animais que foriam de atropelamento, de tráfego. Esses zoológicos poderiam, como o próprio zoológico de Ribeirão Preto fazia, o relógio o zoológico de Ribeirão Preto resgata e devolve 1800 animais silvestres por ano. Então, por exemplo, o que que custa para um animalia parque auxiliar uma prefeitura que recebe animais quebrados? Entende? Então a gente jáia pensando nesses caras receberem muito dinheiro. É o que eu quero, eu quero que os zoológicos aquários recebam mais dinheiro ainda e que eles
fiquem felizes com isso e que sejam obrigados a de repente auxiliar os setas que poderiam estar junto atreladas A universidades, poderiam estar atrelados a museus paraa reintrodução de animais silvestres que foram. Ó, tem um santuário que o nome do santuário não é só fantasia. O do onça pintada, santuário onça pintada, é só nome santuário, mas ele é uma mantenedor de fala silvestre. O cara tira do próprio bolso, tem uma lobo agorá lá que tem três patas que ele e perdeu a pata, ele conseguiu reproduzir ela. O cara tira tudo do bolso, não tem ninguém mandando
Pix pro cara. E é por isso que você vê os caras querendo animal exótico, querem urso, querem chipanzé e querem elefante. Pô, é uma coisa óbvia, pô. Não tem que ver. Então vocês parem de maluco na boa, para de dar pix para esses caras que aí rapidinho acaba isso, porque o objetivo deles é destruir o zoológico e destruindo no zoológico é acabar com conservação de fauna. Então se o objetivo deles é destruir a conservação de fauna, para de dar pix para esses Caras. Rapidinho acaba rapidinho vai acabar esse lowf que eles estão fazendo rapidinho. Aliás,
eu acho que já começou porque eles começaram a atacar a gente forazmente, então deve ter incomodado. >> Pois é. Deixa eu ver se o pessoal tem alguma dúvida aí. Antes da gente tocar aqui o Fala, Cratos. >> Vamos lá. O Rodrigo Brito, ele fala assim: "O biólogo Ig Morais defende a ida do Sandro ao santuário. Disse que o local é um criador científico não Mantenedor. O que e que hoje não há justificativa para zoológicos manterem elefantes. O que vocês acham sobre isso? >> Eu acho que ele tá completamente equivocado do que ele tá falando. Eh,
já que já que lá é um criadoro científico. Cadê os artigos científicos? Cadê os artigos científicos mostrando como é que os elefantes estão? Me explica então, Moraes, por que que ele, a, a elefanta que morreu lá, demorou três dias para fazer necrópsia, porque os caras estavam Fazendo lá uma espécie de ritual, não tenho nada contra a religião de ninguém, OK? Mas do tipo esperar três dias para fazer uma necrópsia, porque eles estão lá esperando, porque tem todo um ritual para fazer pro elefante, como se o elefante é conservação é ciência, não é religião. Então eu
acho que você tá equivocado nisso. Eu eu gosto muito do seu trabalho, sou um grande fã seu. Convergimos em vários pensamentos, em Vários nós divergimos e esse é um deles. E é um e é maus tratos, Morais. É maus tratos tirar o elefante Sandro de lá e levá-lo pro zoológico. Na boa, é maus tratos, cara. tem não tem nem que ver isso. Eh, concordo com você que os zoológicos precisam melhorar e melhorar e muito. E aí, e eu conto com você para isso, para esse trabalho e parabéns por esse trabalho que você tá fazendo. Mas
dizer que o santuário é científico e que para na minha concepção, não tá passando De um zoológico particular de gringo. Ah, meu irmão, desculpa, mas o que tá parecendo é isso. >> Vamos lá. Tem uma outra aqui do Team Vídeos que ele fala: "Richad, o que aconteceu com você e o Vini biólogo?" Os caras querem puxar a treta. Ai ai. Não aconteceu nada. A gente teve, Eu eu não tenho treta com ninguém, a não ser que alguém tenha treta comigo, cara. Eu eu não sou não fico puxando treta à toa, mas eu tive uma época
que eu tive uma Umas brigas com o Vini e depois rapazigou já se falando. Não tem sentido ficar, né? A gente inclusive eu vejo assim muita muita gente que é, sabe que a gente perde, especialmente nós biólogos, perdemos muito. Você vê que como eu e o Henrique trabalhando, a gente tem ideias diferentes, o Henrique e eu, a gente tem algumas pautas que a gente diverge, cara. E tudo bem, tudo bem. E a gente toma cerveja junto. >> A gente toma cerveja junto. Tudo bem. E tem pautas que eu, pô, eu não concordo tudo com a
minha mulher, eu deito com ela todo dia. Nem por isso eu concordo com ela todo dia, com todas as pautas. Mas eh eu tinha algumas eh esquentou um pouco o ambiente, mas ficou de boa. Ele me ligou, a gente fez as pazes, estamos não somos baita amigos por, enfim, ele tá nem sei onde ele mora hoje, mas eh já tivemos algumas coisas juntos. Tentamos, eu tentei, eu eu acho o eu acho que Vini Um cara, um menino bonito, um menino interessante para biologia, assim, porque ele não é que nem o Henrique feio para [ __
] né? Ele é ele é um menino que tem uma cara bonita, tem toca música. Eh, sabe? Eu eu acho, eu sempre falei para ele, cara, você, cara, você traz uma cara boa pr pra biologia, mas tem que querer trabalhar, né, Vini, né? Esse é o problema. O Henrique Trabalha para [ __ ] Eu trabalho para [ __ ] A gente não tá aqui porque é bonito. E eu, Vini é um cara legal, só que ele ele não gosta muito de trabalhar não. Ele tem que goste mais tranquilão, ter a vida dele, as ervinhas dele
mais mágicas e fica tá mais tranquilo. Mas eu tô de boa com ele, cara. Ele é um é um menino, é o menino do bem. Ele ele era muito novo também. E isso, eh, isso acho que isso, enfim, que Atrapalhou um pouco. Depois, né, somos de outras gerações completamente diferentes, né, cara, meio difícil, né, compatibilizar, mas hoje eu tô bem com Vini, a gente se fala às vezes, não é sempre, mas às vezes a gente se fala. Você fala com Vine, Henrique, ou não? >> Sim, eu falo com ele, inclusive, amanhã talvez ele vá lá.
Talvez ele vá lá. >> Ai, que aí a estaremos todos de mãos. Isso é o que eu digo. Eu sempre disse isso para todos. Eu, o Henrique sabe, a Gente já se falou outras vezes, a gente já teve uma tretinha no começo, até instigada por outros, porque as pessoas gostam de ver treta, né? >> O Richard F que me dar porrada. Sério? >> Eles gostam, né? No fim a gente às vezes com Henrique até a gente estimulou isso porque a gente entendeu que o pessoal queria ver isso. Você acha que se a gente brigasse mais
o Henrique? >> A gente a gente devia ter feito a luta de box, cara. Terra bamb não ganhou dinheiro para cá. A gente perdeu essa. >> Mas eu eu acho que a gente tem que a gente tem mais com a convergências do que divergências. E a gente tem que trabalhar pelas convergências. Isso. >> E e outra coisa também, eu tenho uma amizade muito grande com o Richard, tá? O Richard ele é um cara ah ele não nunca precisou, mas ele sempre abriu oportunidades para mim, tá? Inclusive Até a oportunidade de tá aqui no Vilela, foi
o Richard que me trouxe aqui a primeira vez. É, eu e Richard, o problema todo, cara, quando a gente se junta, a gente bebe demais, velho. E eu já não lembro mais nada do outro dia. Isso aqui é [ __ ] Mas fora, fora o remédio que ele já me deu lá, que me rebentou uma vez lá, um umas gotinhas lá que me [ __ ] >> é um CBD, um CBD, coisa inocente, coisa boba. >> CD, [ __ ] velho. Mas eu tenho uma amizade muito grande. Eu gosto muito do Richard, muito mesmo, muito
mesmo. É um grande amigo, amigo do cor. Acho que quando a gente passa a conhecer as pessoas, né, porque às vezes pela telinha quando a gente passa a conhecer melhor as pessoas, a gente >> eh começa a se afeiçoar mais, né? Eu também conheci o Henrique quando conheci muita gente, né? Tinha suas críticas com relação ao Henrique também, como tem Comigo. E quando eu conheci um Henrique, eu conheci um cara, um querido, um cara que vai além do biólogo, né? Um cara eh >> não presta, mas tá aí. >> É, não presta. Agora, sabe o
que eu tava olhando aqui? Como o como tá o Vilela tá bonito, né, cara? >> Não tá, cara. Cabeludão, né, velho? >> Cadê? Cadê? Aqui, ó. Tá, tá muito gato você, Vilel. Não sei. Tá com umas cor, a barba combinando com cabelo e ao mesmo tempo tem um >> um volverinho aqui mais clarinho aqui do lado. >> E tô mais magro também. Tô mais magro. >> Ele ele falou que ia ser mais selvagem. Eu falei, eu vou falar para ele, ó. Tá fila não tem erro. Vai ser selvagem. >> Tá Dallas Night. Digamos que que
não não dá para tomar antes do podcast, né? >> Não dá. O de cinco. Dá >> o de cinco >> é tem de cinco de >> cara. O cara manja aí, ó. >> Não, não, não, não, gente. Nada de calar da fibra. Eu me ferrei com isso aí, tá? >> Ué, >> sangrava o nariz para [ __ ] >> Ah, falou, né, Richar? >> Manda aí. Ô, Crates. >> Eh, vamos lá, Jungis. Ela fala assim: "Que vocês acham do IBAM que quer mutar o cidadão que salvou a baleia que estava enroscada em uma rede em
Santa Catarina?" >> Pô, sério isso? Sério que o Ibama tá querendo fazer isso? >> Segundo a Junges aqui. >> Ah, bizarro, velho. Ó, eu eu não acredito que o Ibama vai fazer isso, mas o Ibama andou pisando feio na bola com e na minha concepção, tanto com a Jaguatirica quanto com a capivara. Isso aí é uma uma burrice sem tamanho. É, é um tiro no pé do Ibama. Não há por, cara. Mas a Guatirica o Ib falar com com o helicóptero, velho. Isso isso isso para mim foi bizarro. Assim, é uma coisa tão simples, velho.
Acabou o milho, acabou a pipoca. Quem trabalha com internet sabe que existe monetização na internet e que pros padrões normais é um dinheiro bem acima do que a gente tá tá acostumado. Tem dinheiro sim nessa parada. Mas por exemplo, o caso da Filó, da capivara, [ __ ] velho, você vai lá e faz a multa no cara e diz: "Não bota mais, não bota Mais vídeo". E agora a gente vai te fazer um auxílio para você deixar essa capivara aí soltando aos poucos. Acabou o problema. Não ia ter opinião pública contra o IBAMA. Mas não,
o que que o Ibama faz? Vai lá, pega o animal lá. O cara moraonde o cara mora, velho, tinha tem boto rosa, velho. Vai falar que que a área do cara é uma área. Aí tira a capivara de lá. Um animal. Capivara não tá em risco de extinção. Já já a gente vai ter que fazer manejo de capivara Porque ela tá reproduzindo em excesso por conta da ausência de predador. E aí tira um animal, bota no C, sabe? Causa uma comoção pública. Aí aí a opinião pública vai contra o IBAMA. Meu irmão, será que não?
Porque assim, ô, ô, Vilela, eu sou analista ambiental. O mesmo trabalho que os caras fazem lá é o que eu faço. Caiu o processo na minha mão, eu tenho que olhar o processo e ir lá resolver. Que que o processo diz? Pô, tu não pode ter animal silvestre, tá? Tem que tirar. Só que é preciso existir um órgão, uma gf, uma junta dentro do do da instituição educacional que diz assim: "Olha, nesse caso, avaliando o seu processo, o seu parecer é tem que tirar porque é o que tá na lei." >> É, >> mas analisando
por outro lado, a gente pode trabalhar uma medida mitigatória onde o animal pode ser reintroduzido lá mesmo, não precisa causar esse transtorno todo. Então eu vou ficar Tranquilo, respaldado porque vai ter uma junta que vai avaliar o meu processo e vai me recomendar fazer uma outra coisa, menos da nóa, inclusive pra própria instituição. Você, por exemplo, ela jaguatirica pituca, cara, a gente sabe que muito provavelmente o o marido da mulher matou a mãe do do bicho. Isso é possibilidade, existe. E geralmente é assim que acontece, como foi com a onça Golias, né? Provavelmente o cara
caçador matou a mãe, pegou o filhote, a gente Sabe disso. Mas a jagoirica tá lá, tá bem, não tá causando transtorno. Que que tá acontecendo? A mulher tá postando na internet, não pode. OK, acabou o milho, acabou a pipoca, vamos tirar o milho. Tu vai lá, fala: "Ó, tira toda a tua rede social, toma uma multa que é barata, a multa é 5.000 pro bicho. Toma essa multinha aqui e a partir de agora nós vamos monitorar você e você vai dando relatórios de como esse animal, porque cara, jaguatirica quando ela tiver no Ela vai embora.
>> Como esse animal vai embora? >> Acabou. Não, o Ibama vai lá de helicóptero, pá, pega o bicho aí, o que que causa? É, revolta contra IBAMA e a galera atacando IBAMA. Isso, isso é falta de entender como a educação ambiental funciona. É preciso ter um sistema regulador dentro do IBAMA para evitar esse transtorno à toa, velho. À toa. Para que que o IBAMA com compra essa briga? Na minha Concepção, desnecessária. Desnecessária. >> Vamos lá. A Rafaela Bergamo, ela tá perguntando se vocês têm informação sobre as girafas do Bioparque. >> Cara, eu eu é um
caso que eu não acompanhei, eu não sei e o que que aconteceu lá. É uma coisa que eu tenho curiosidade de investigar ainda, vou ver. Mas até onde eu informações eu tive eh são animais oriundos de manejo. O que que é um animal oriundo de manejo? Por exemplo, capivara. Ah, ela vai est em excesso daqui a pouco. Então, se ela tá em excesso, não vejo nenhum problema o recolhimento de algumas para mandar pro zoológico no Japão. Outro dia a gente teve um país africano que tava querendo eliminar 50 elefantes, porque os caras faz, olha só,
>> Zimbábu, >> Zimbábue. O cara queria eliminar 50 elefantes. Por quê? Porque alguns países fizeram como os indígenas fazem. Ao Invés de você desmatar tudo e plantar soja, você subsiste dos animais e das plantas que estão ali. Então, se você tem o animal excedendo, eh, não tem nenhum problema. Inclusive, alguns países o cara come o animal selvagem, porque foi melhor do que eu colocar o gado ali desmatando tudo e extinguindo tudo. >> A maioria dos países afric subsaarianos é isso, cara. É isso. >> Você come, você vai comer cudu, vai comer empala, você vai comer,
você não tem o gado, o cara come os animais silvestres e isso cria valor pros animal silvestre, porque aí o antes o o bicho não vale nada. A partir do momento que ele tá na mesa, ele ganha valor. É a história do Pirarucu. Pirarucu tava extinto até na lista de extinção até o ano passado, eh, ano retrasado, ano passado. Enfim, saiu da lista de animal ameaçado. Por quê? criou valor Econômico, tá todo mundo comendo pirarucu, não vai faltar pirarucu. Então, eh eh é lá na África, em grande parte dos países africanos, você come a carne
dos animais selvagens que são manejados para isso e tem valor, porque o cargo não vai achar um empala, matar o Empala, porque eles estão em reservas, estão sendo cuidados, eles têm tem dor, entendeu? Então você não sai matando, então ele tem valor, ele passou a ter valor. Então esse é um outro processo Que talvez não se aplique aqui porque lá, enfim, é uma megafauna, um animais, né, de grande porte, talvez não se aplique aqui. Eh, outras condições, né, África, savana é mais aberta aqui, é outra condição, mas não tô dizendo que isso se aplique aqui.
>> Eu eu não sei não. Capivara queixada. Em breve a gente vai ter que pensar em alguma coisa. É, inclusive a gente tinha que pensar sobre o búfalo lá na ilha de Marajó e mas como você mas como você Mesmo disse, eu queria ver essa galera da Fofo Fauna, o que que eles fariam, o que que a gente faz com que eles búfalo causando um problema lá. A gente mata, a gente bota nas fazendas aí de resgate, faz o quê? mata e come. E e infelizmente tá tão romantizado isso que quando eu eu fiz uma
entrevista com um dos caras que ainda era bom isso aí, que é o Ricardo Zar, que foi deputado federal por muitos anos, inclusive ele era mais do do dos Idosos, tal, depois ele passou e eu entrevistei ele num ecocast, que nem eu entrevistei você lá, Henrique junto com o Leandro e a gente perguntou para ele de um animal que é exógeno. Ninguém devia estar aqui. O que fazer com o o o javali para resumir? Ele falou: "Ó, o caçador porque ele já, né, levou para aquela brutalidade do animal ser morto para, né, como sem uma
vaca, né, da na dentro." Eu até perguntei, você é vegano? Falou: "Não". Falei: "Porra, e Quem caou a vaca e o porco que você come todo dia?" Alguém fez isso, né? Mas beleza. Então ele falou: "Não quer". Eu falei: "Eu vamos capturar os os javalis". Eu falei: "Então faz o quê? Depois que capturou, faz o quê?" Essa é a resposta clássica e de um cara que ainda >> o cara mandou botar na ilha. Ele mandou batar na ilha, não foi isso? Vamos levar por uma ilha. Eu olhei para ele e falei: "Você não tá Falando
sério, pô". E é um cara que eu respeito e Cabizar tem um monte de lei bacana, tá? Eh, eu falei: "Pôra, Isa levar para uma ilha, sei lá, vamos levar pro Fernando do Noronha aqui, tal". Aí já resolve vários problemas, né? Já tem uns gatos lá, leva o javali, tanto faz. >> Tem um surubonha. Uhum. >> É, a ilha, a ilha é grande, vai aí, aí eu já, aí já imaginei como funciona o complexo da coisa, porque quando você Leva um javalis para uma ilha, você vai ter que criar um sistema de saúde e de
alimentação. Então você vai envolver PICs, né, e vai envolver uma grande organização de de veterinários que vão para lá, financiados por PIC, né, que vão ser também que vão levar alimento, que vão levar saúde, que vão não sei o quê, os jovens claros que vão se comer todos lá e vão acabar com toda a fauna que existe na ilha. >> Fauna e flor acaba com tudo. >> Não, ele terminou, ele terminou no depois o vídeo até depois quando a gente acabou de gravar o podcast, ele olhou para mim pro e falou: "Pô, agora vocês me
fizeram pensar realmente, por quê?" Porque emocional não é que foi uma ideia puramente emocional, foi uma ideia de comoção, de amor, né? Ah, eu vou salvar os javalis porque não precisam morrer dos javalis, não tem outra solução. Tem que matar o javali, cara. Não tem jeito. É Um bicho exógico. Tá acabando com a nossa fauna, tá acabando com as nascentes d'água, tá acabando com o agronegócio, né? Então assim, e não faz sentido. Aí o cara reclama porque aumentou o preço do milho, [ __ ] Os caras tem 30% do milho, tá sendo comido, sei lá
quantos por cá sendo comido por vai aumentar quanto? Se é 10% vai aumentar 10. Se tá perdendo cinco, vai aumentar cinco. Eh, e cara, quem vai pagar a conta é o consumidor final. Então, assim, a gente às vezes tem uns pensamentos meio, a gente pega o o bolo e não analisa de onde vem a farinha. Como é que uma Alemanha vende um carro elétrico? Eu me pergunto para que serve um carro elétrico na Alemanha. O cara enchufa. Vocês estão aí ainda? Aí não >> todo mundo >> estamos. Estamos, estamos. >> Ah, tá. O carachufa, Pega
na tomada e põe um na tomada da na Alemanha que a matriz energética, carvão, mineral é primordial para carregar um carro elétrico. Onde está a economia da natureza? >> Me explica alguém. Me explica aonde está a economia da natureza. É um processo ecológico. Esse vai salvar você tá pegando um carro elétrico que tem um grande problema de descarte de bateria. Depois eu não tô defendendo nem uma coisa nem outra. Eu estou aqui para as Pessoas começarem a pensar. Meu negócio é começar a pensar, falar o Richard pensa desse jeito. Não, eu tô aqui só para
ajudar a gente a ter soluções melhores para o cara tem o carvão mineral, que é a principal fonte energética, matriz energética alemã, e você coloca um carro elétrico para carregar na no carvão mineral. Top. >> É um gênio com J, né, de jumento. >> É. Então, a gente parou de pensar, Henrique, a gente tá pensando com o coração, mano. Se aor fosse tudo, eu tava casado com a número um. Aí tô na número oito, tio. Não funciona. O amor não resolve tudo com Hoje o meu casamento dura porque eu sento para conversar, a gente troca
ideia, a gente discorda de um monte de coisa e é natural, uma sociedade é formada por pessoas discordando de ideias, mas parece que se você não tá nessa pauta do Amor, você tá fora. Você é um monstro, não tem direito. Nem se você trouxer a ciência à mesa, mas ela é fria, ela não atende aquela narrativa emocional. Você é descartado, cara. >> Fala, eh, Cratos, tá certo. O o Cratos tá o pessoal do do chat tá tá brigando entre si ou >> Ah, como sempre, né? >> Por que que os caras ficam brigando no chat,
Cratos? São tem o pessoal defendendo a Luía Mel, né? >> Tem, tem alguns, poucos, mas tem alguns, mas tem >> sim. E, e os outros falando o quê? É, fora o interesse para saber se o Richard tá de cueca ou não. Ele tá acabando uma discussão aqui também árdua. >> Tem essa discussão. Óbvio que tá sem cueca. Você nunca ficou em hospital. Por que que o cara vai ficar de cueca? Tem que ir lá mijar, >> deixar tudo soltão aí. >> É muito mais legal. >> Ele tá usando >> falar sobre cueca. >> É papagaio
ou comadre que chama? Sem cueca. >> Comadre. Comadre. >> Comadre. Tá usando a comadre. >> Não, não, não. >> Nada. Não vou mostrar. Tá doido. Não vou fazer isso. Que você acha, Guilhermo? >> Eu acho, eu acho, eu acho. Fala, Cratos, manda aí. >> Eh, vamos lá. O Lucas Ferreira, ele fala assim: "Vocês acham que o caso do elefante Sandro pode realmente virar um divisor de águas para que outros animais grandes sejam retirados dos zoológicos enviados para santuários?" Eu acho, eu acho que a gente chegou num embate muito importante, politicamente falando. Por isso que eu
peço a todos que estejam lá no Zológico de Sorocaba amanhã às 2 da tarde, eu e o Richa estaremos lá. E ele não vai de roupa de de de hospital ou Pode ir ou ou para chamar mais atenção, ele pode ir ir de roupa de hospital, não tem problema nenhum com a com a bumbum aparecendo, mas estejam lá. Porém, eh, criou-se uma oportunidade da gente vir aqui e mostrar para as pessoas que o zoológico não é não é algo negativo. Eu, eu lembro de ter entrado no WhatsApp do grupo da escolinha meus filhos e um
tempo atrás e ia ter um passinho no zoológico e as mães demonizando no zoológico. Não, Deus me livre, eu vou Para lá porque ela explora animais. Ou seja, abriu a oportunidade, inclusive agradecer o Vilela por isso aqui, porque abriu a oportunidade da gente mostrar pro Brasil que essa galera da Fofofuna tem demonizado zoológicos com interesses finais, né, que é o que a gente tem visto aí com o nome santuários, que na verdade não tem nada de santo, não tem, não existe nada, ou seja, dão comidinha de humano para Chimpanzé, é Pix daqui, emenda parlamentar dali.
Então eu acho Que é um divisor de algo político. Amanhã é importante a gente demonstrar força e manter o elefante sando, porque se esses caras conseguirem eh fazer com que o Ministério Público acate uma ideia imbecil que é maus tratos pelo animal, depois da gente ter demonstrado todos aqueles laudos incoerentes, aí meu irmão, aí a gente já pode ir embora. abrir uma porteira, abrir uma porteira que vai ser difícil fechar. Eu eu quero eu quero de novo, inclusive eu Eu conversei muito, quando eu vi que teve ataques pessoais, inclusive que não devem ter, veja, a
gente tem que ter eh tem diferença de opinião assim que sociedades são são construídas. Eh, nós estamos defendendo aquilo que a gente entende e que a gente compreende. A a o outro grupo, eu não gosto de falar de uma porque a gente centralizou muito numa pessoa que é uma pessoa de expressão grande, né? Porque a Luía Mel É ela é grande, né, cara? Ela é maior que eu no Instagram, acho que maior que você também, né? >> Sim, é maior que ela tem 4 milhões no Instagram. >> Ah, então assim, é uma pessoa que notória,
cara. Não dá para eh, né? a gente escantear ela, ela uma pessoa notória. O que eu digo é que a gente não pode partir para ofensas pessoais, tá? A gente entrou em ofensas pessoais, a gente perdeu a batalha. Então, eh, e, eu, eu gostei muito da atitude do Henrique, apesar que não foi ele que provocou nesse sentido, mas de no dia seguinte, acho que começou essa história, acho que até ela retirou o vídeo que falou de você, se eu não me engano. >> Sim, >> porque realmente eu acho que ela acabou se envolvendo muito emocionalmente
com a questão. Eu acho que a gente, todos nós estamos envolvidos emocionalmente, mas a Gente tem que ter racionalidade. Então, eu não tenho na assim, eu acho que a veja, se a gente é que nem mais um, sabe? Acho que a vida vai amadurecendo. A gente é engraçado que a gente paga sempre pelos pecados do passado, né? Especialmente quem quem eh quem não tá agrupado nessa na turma, vamos dizer que eh eh do amor que salva, etc. Então, é nós nós acabamos sendo mais eh atacado pelo resto da vida. Eu sou condenado pelo resto da
vida por, sei lá, coisas Que eu fiz há 20 anos atrás. E eu queria lembrar que que a Luía Mel, ela ela quando fazia negócio de cachorro tinha uma coleirinha que abfava o latido do cachorro, tá lá, tem propaganda dela lá. Então assim, eh, foi, talvez foi um amorcimento, não tem nada. Eu acho que a gente amadurece. A Luía Amel de 20 anos atrás é outra Luía Amel de hoje. Eu de 20 anos atrás, o outro outro cara de hoje. E nós temos coisas divergentes que nós não pensamos igual. E tem coisas que A gente
até eh pensa eh parecido, né? Eh, mas eu acho que acabou, a gente acabou se afastando muito, né, eh, por conta desse, dessa coisa. Por isso que eu falo do veganismo, porque o veganismo acabou é, como a gente falou, Henrique, acabou ladiando as pessoas de um lado muito fanático, cara. Muito emocional, muito fanático. E isso é ruim, cara, porque para na conservação a gente não pode ter essa esse envolvimento. Eu não Tenho nada contra Luía, eu acho que você também não tem nada contra Luía, pessoalmente. Não tenho nada contra Luía. Eu acho uma mulher que
soube fazer a vida dela, a carreira dela, eh, enfim. tem uma teve uma um um carreira de sucesso e até hoje ela é relevante, mas eh quando a gente leva pro lado pessoal e ataca as pessoas eh desmerecendo as pessoas no lado pessoal, isso é isso é muito ruim. Eh eu fiquei feliz que ela tirou o vídeo porque não tinha nada a Ver e eu achei muito maduro da sua parte. Queria ter os parabéns porque não é fácil quando a gente é atacado pessoalmente, especialmente com as coisas que ela falou que são coisas, cara, se
tem uma coisa que você preza, é a tua história profissional, cara. E quando você é atacado assim na tua honra, na teu, sabe, com com exatamente com mentiras, especialmente agora eu vou falar de um de um do outro profissional que está ao lado dela, que não soube Diferenciar uma irara de um de uma lontra, cara. Básico do básico, papai. Então assim, que que conhecimento que só desmereceu, aliás, foi Luía, pelo amor de Deus, arruma um biólogo decente. >> Não. E que biólogo, >> que biólogos são esses? >> Um biólogo tem mais conhecimento. Pior é o
amor de Deus, papai. >> Que biólogos são esses que estão lá ah fazendo consultoria para fazer cativeiro dentro de Mata Atlântica para levar Urso, cara. Será que esse biólogo não viu que do tipo é um animal exótico que ia ter problemas de patógenos, de doenças que a Mata Atlântica tem que trazer para um animal exótico? Que biólogo é esse? >> Foi esse e foi esse que falou que é melhor que o que o elefante morra? Um dos dois. Sim. É >> um dos dois. >> Um dos dois falou isso. >> Que tristeza, cara. Que tristeza.
Que Comentário que triste. Infeliz. Comentário infeliz. Não, a gente tem que prestigar sempre a Por isso que como você falou, capivara devia ter ficado lá com o menino. Faz a multa, deixa com o menino. Quando a gente leva para dentro de um setas, bota dentro de uma jaula, você não tá pensando no bicho. Ah, depois nós vamos reintroduzir. Com reintroduzir com quê? Com um grupo de capivaras. Põe dois corredores junto que não se conhecem para você ver o que Acontece. Um picota o outro no dente. A gente sabe que isso não quer acontecer. Então assim,
a gente tá eh eh a gente tá trocando as coisas. Se realmente é pelo bicho, pela natureza, a gente tá trocando. >> Você você viu arara arara de moeda? Você viu arara de moeda que aconteceu? >> Arara não, >> cara. Uma arara que é mais dócil do que as outras. >> Vi, vi, vi vi, vi vi, vi. Da cidade de Moeda, não é? Da cidade de moeda. Vi, vi, vi, vi. >> Rapaz, isso é um absurdo, porque ô, ô, Vilela, eu morava em Novo Iguaçu quando era moleque. Novo Iguaçu, [ __ ] ter e tipo
árvore não tinha, cara. É terra, é terra bem seca, construção, eh, as pessoas são mais pobres. Eu eu vim de uma família eh mais pobre. Então o animal silvestre você não via, você não via Canarinho, canário da terra lá, você não via nada disso. Hoje tu vê Canário Da Terra, tu vê Maritaca no centro ali da da no nos bairros onde tá bem ah muita civilização. Aí tu fala: "Pô, mas não tinha esse quando era moleque porque a galera dava cetrada, porque não tinha árvore suficiente e etc. E hoje você vê. Então isso é o
certo. A gente vive num país com a obviidade do mundo. É natural que os animais silvestres interajam com seres humanos. Em moeda tinha uma rara que ficou [ __ ] velho. Ela vinha onde tinha pessoas, comia uma frutinha do Outro, uma mãozinha, a cidade inteira cuidava dela. A um indivíduo decidiu: "Não, vou tirar daqui e levar para um setas". tirou a arara que vivia solta na cidade, ia na casa dos outros sem problema nenhum, que é o que é o certo que deveria ser, porque os animais estão aí hoje. Você vê tocando a sua, você
vê um monte de animais que você não via antes, estão aí pela cidade de São Paulo. E aí tu vai tirar a arara que tava Interagindo com pessoas por uma ideologia e aí vai fazer o que com ela? Ela vai voltar, vai soltar ela em outra natureza. Ela vai ver o ser humano vai para cima, só que ela vai para um outro lugar aonde o cara não conhece e vai matar ela. >> Mano, o Saguiz entram na minha casa. Você já teve em casa, Henrique? Os guiz entram em casa, cara. Eh, eu não convido eles,
cara. Eles entram em casa, eles eles entram na minha área, entram dentro Da minha casa, entram na cozinha para comer banana. Cara, mano, a gente tem que aprender a voltar a conviver com os os animais que tão ali à nossa volta, cara. Entendeu? Então, assim, eh vai paraa Austrália, vai paraa Austrália para ver, vai paraa África para ver. O cara tá no jardim dele e tá entrando bicho, cara. >> O o cara da Austrália tem, >> cara, tá duas. >> O cara da Austrália tem viúva negra. Eu vi isso na Austrália. Viva negra na máquina
de lavar. Viva negra. Aí do tipo, pô, tem que tirar, não deixa ela aí, pô, o bicho não tá me incomodando, viu? V negra, velho, não é qualquer bicho, tu a mentalidade dos caras é outra, velho. É outra mentalidade. E aqui a gente tem essa mentalidade de um mundo estéril. Eh, eu eu trabalhei na eu lembro de uma vez no trabalho uma pessoa me ligar, isso não Foi uma só, não, foram várias. Aí o cara me liga, morando um condomínio em Macaé que é altamente arborizado, até jacaré tinha lá no lago. E o cara ligando
para tirar o gambá que tava no quintal dele, um gambá. Aí eu, pô, mas esse condomínio aí, seu seu o seu quintal é morado? Não. Condomínio de luxo. Seu quintal morado não >> tem árvore, seu quintal tem muito. Tem acesso à mata? Tem. >> Você tá tampando o lixo? É, ele tá vindo Aqui comer meu lixo, pô. Então se tampa o lixo, não tem condição de eu ir aí, pegar um gambá que foi na sua casa e soltar onde >> se ele tá indo na mata, né? Aprende a respeitar os animais e convive, velho. É
um privilégio. É um grande privilégio você eh eh lidar com esses animais silvestres na porta da sua casa. Tu imagina acordar com arara ali no teu quintal comendo mamão, no seu pé de mamão. Coisa linda, cara. >> Aqui tem saruê direto que tá na minha casa. >> Saruê direto. O gambazinho vem aí. Então isso é um privilégio, cara. >> Ele come fruta, né? >> Come fruta, come os ratinhos que aparece também. Cobra >> também. É, >> pô. Bom, sa >> ele é imune. Imune é picar de cobra e de escorpião também come tudo. >> É
galinha de Angola também. >> Galinha de Angola come cobra >> que eu coloquei lá no sítio. Falaram que come cobra. >> Come cobra. Mas ela come de dia, né? De noite. >> Ah, então tem que jogar alguém para comer à noite. >> O gambá come de noite, >> [ __ ] Aí o gambá comia a a >> de noite um trabalho outro. >> Tá certo. >> Mas aí o gambá come a galinha, pô. Aí Fodeu. >> É, não conta essa [ __ ] que ele vai querer. Deixa quieto. Faz de ponto. Não, deixa o gambá
lá. >> Vamos lá. Tem uma pergunta aqui do Ronnie que ele tá falando assim: "O que vocês acharam da determinação do estado de Santa Catarina sobre a criação e comercialização de pitbull no estado?" Cara, eu vou dar a minha opinião sobre o assunto. Eh, é público e notório que o pit bull, Pitbull ou os derivados dele tem sido um problema de saúde pública. Por quê? Porque é um cachorro pequeno, é um cachorro que os pit bitc adora, cria misturando e vendendo barato, né? criador clandestino. Às vezes o cara compra dois, cria irmão com irmão, mistura,
cria no fundo do quintal e todo condomínio, todo condomínio tem um pit bitoca que anda com desse sem focinheira causando problema. Isso é um fato. Ponto. >> O segundo dado é o seguinte. Olha, os estudos que tem que eu tenho visto por aí, pode ser que eu esteja errado, tem demonstrado que quando você proíbe uma raça, outra ocupa o lugar e o problema continua. Então, na minha concepção, eu sou contra a proibição e e e morte da raça. Eu acho que criadores legalizados, isso serve para qualquer cachorro, na minha concepção, criadores legalizados e mais adequados
deveriam também ter responsabilidade sobre esses animais e Deveria proibir esse criador do clandestino que tem por aí, montar, multar, tirar, porque eh eh na minha concepção, o cara ele quer ter o cachorro, que ele tenha como ter o cachorro e que ele seja responsabilizado, ou seja, leis mais duras caso esse cachorro dê problema. É, é o que tá faltando. Leis mais severas para um cachorro que ataca uma pessoa, mata uma pessoa. Então, o cara tem que ser crimin e ele tem que responder Criminalmente. É, essa é a minha concepção. Não acho que proibir matar e
exterminar a raça vai resolver. Eu acho que vai ter outra raça que vai chegar no lugar. Então, assim, não sei. >> É, vamos parar de vender bebida alcoólica, porque as o cara que compra bebida alcoólica bate na mulher, eh, tem violência doméstica, dirige um carro e mata. não sei quantas pessoas, o problema não tá aí, o problema não está eh está em responsabilizar as pessoas Pelos seus atos. Eu não acho que proibição, eu acho um absurdo. Inclusive, eu tô tentando falar com com governador de Santa Catarina. Eh, sei que é uma pessoa, Santa Catarina é
um estado maravilhoso, cara, maravilhoso. Eh, e eu tô tentando falar com o governador, já pedia para um amigo meu para interceder, eh, para justamente falar sobre esse assunto. Eu acho que assim, eh, e nunca vai resolver porque parece que são os só Os pitbull que estão tendo problema com gente, não. Tem ataque de caramelo com pessoas também, eh, cachorros descontrolados e tem. Tem quantos ataques de caramelo tão aí? É só ligar, ver a internet. Então não é o problema do pit bull isso, nem do dos dos bules, entendeu? Proibiram os bules. Bulles são cachorros super
gentis, cara. Entendeu? Então assim, se a gente for para essa linha, lascou, cara. Entendeu? Vai vai proibir uma série de outras raças também Que porque hoje qualquer um pode criar, pega uma, tem uma marcha, uma fêmea, cria, né? Então é realmente é um problema isso, falta de de controle. a gente tem que ter mais controle sobre sabe se a gente me crochipasse todos os animais começar seu estado, tem mais informação sobre quem são os cachorros aonde estão, começa assim, eu acho. Agora, proibição é um negócio, é que nem uma, você tem um, e você levou
uma mordida de uma serpente, pessoa, Depois vai apodrecer tua perna, cara. Entendeu? Não, eu sou contra esse tipo de problemas. Eu acho que a educação, a fiscalização, eh, responsabilização, o controle, eu acho que a gente tem muita coisa que a gente pode fazer antes que não é feita e que deveria ser feita eh antes de começar a sair proibindo a torre de direito. Não vai resolver problema, não. Você não vê, não vai ser um, imagina que um bully, esses bules Vão atacar pessoas, não atacam pessoas, cara. Eh, tem Pitbull que ataca, tem como tem Hotbila,
como tem Caramelo que ataca, como tem Chihuahua que ataca. Chihu ataca, mano, esses pincher, entendeu? Os caras degeneraram os pincher, cara, né, cara? Os caras, os pinch eram os cachorros tão bonito, então vou gravar num criador. [ __ ] o pincher parece um mini dober, mano. Aí transformaram num parece o pink e o cérebro aquele o cara transformaram num Troço, cara, né? Então tem muita mistura que é muito negativa, mas eu acho que a gente, a proibição ela tá muito errado. Tem muita gente que cria certinho, bonitinho lá e que vai ser penalizada por conta
dos maus, sabe? A gente, eu não concordo com esse tipo de, de, eh, sabe, se então assim, então, [ __ ] vamos, não vamos nós tirar carta de motorista, porque tem uns filha da [ __ ] Que atropela, bebe e atropela um monte de gente. Não vão beber no VVD bebida alcoólica, então porque o cara não sabe usar. que eu falo, nunca foi o problema, nunca foi o cachorro, nunca foi, somos nós o problema, nunca foi o o a bebida, nunca foi o porque quando você eh eh, né, eh, não, eu sou contra, eu sou,
eu, eu sou particularmente eu sou contra ess milha, acho que ela tem muitas outras coisas que a gente pode fazer no estado de Santa Catarina, que é um estado tão Evoluído, cara. Estado Santa Catarina é top demais porque a gente pode fazer para controlar isso melhor. Pode começar no estado de Catarina um grande cadastro estadual dos cães e saber quem é quem. Acho que começar por aí, entendeu? Quem na casa das pessoas, dos criadores, começar a fechar cerco aí em cima dos maus elementos que são os criador de minha minha boca. Não pode. Você tem
cachorro? Não pode reproduzir cachorro. Você não pode reproduzir cachorro se Você não é um criador, cara. Entendeu? Então tem muita coisa que dá para fazer, sabe, antes de proibir. >> Animal silvestre não é assim. Você pode comprar animal silvestre, tem legalizados. Eu posso ter uma serpente, mas você não pode reproduzir. >> Ah, >> então se tem regra, porque do tipo assim, ô Vilela, a mesma galera que chega para você e fala que olha, ah, eu não, não pode ter o animal silvestre, Apesar de ter regra, o IBAMA tá liberado, você tem legalizado. Aí tu pergunta
para ele assim, ó, que que você acha das drogas? Vamos proibir tudo, proibir tudo. E aí eu não, aí tem que ver porque a legalização de repente eu, ué, mas pera aí, você acha que a legalização de algumas drogas ela pode ser benéfica? Mas aí quando eu falo da criação exita, não pode, é dois pesos, né? Um pouco que dá o Chico nome que dá em Francisco. Ou Seja, tudo aquilo que é regrado, tudo aquilo que tem condições, eu acho que é melhor, cara. Então, do tipo, a criação exito de animais silvestres, você não pode
reproduzir. E cachorro, cara, na minha concepção também acho que não, porque o que o pessoal faz é o cara vai lá e compra dois pint irmãos, bota para cruzar e sai esses monstrinhos aí, cara. Sai esse monstro que tem aí. Um monte de cachorro degenerado, cachorro com um monte de problema. Então, na minha Concepção, eu acho que os criadores deveriam ser eh melhores atendidos, participar dessa dessa batalha de de construção de de criação legal, do cara ter que fazer um curso, do cara ter que ter eh responsabilidade sobre o animal que ele vai cuidar. Enfim,
não pode ser essas >> tem muito para ser feito antes de proibir. Dá para fazer muita coisa. Muita coisa dá para fazer antes, cara. Eu eu tem uma lista de seis, sete Coisas. Se você fizer, você já vai começar a enxugar essa essa questão, entendeu? Eh, dá trabalho, tá? Ó, mas é é isso. Podíamos pegar um estado que é um estado pequeno como Santa Catarina e já, né, que tem uma, né, uma liderança tão boa, com cabeça tão boa como tem lá em Santa Catarina e e e trabalhar de outro aspecto, talvez se um exemplo
pro Brasil, começar lá um trabalho exemplo de cadastro, de controle, sabe, de organização de ONGs, de sabe, tem muita Coisa que pode ser feita, muita coisa e que eu vejo que não é feito, inclusive nem pelos protetores que tão tão interessados. né? Engraçado, esses dias, eu vou até comentar com vocês esses dias, até entrei numa página que eu sigo algumas páginas que tem ideias contrárias até para para entender como como pensam, tal. E esses dias eu vi assim, né, a gente a gente tá perdendo os momentos no Brasil, né, a gente tá perdendo o nosso
jeg, o famoso Jeg Nordestino, a gente tá perdendo, então tá virando carne, né, tá virando. E aí, claro que o movimento dos, né, dos veganos, né, que o movimento dos veganos é contra, né, a porque assim, por que por que que eu tenho um animal, por que que eu teria um jeg para trabalho? É para isso. Então, a demanda que existe é como do boi. Por que que tem o boi? Porque alguém come, né? Então, eh, só existe boi porque alguém come. Se ninguém come esse boi Ter, né? E que é o sonho do vegano
que não tenha, porque, né? Não quer, não quer, ter, não sei nem como eles vão fazer, porque se sumir, acabar todos os bois, como é que vai fazer? O santuário vai ter o quê, né? Talvez por isso eles estejam agora olhando já os silvestres e os selvagens, né? Porque então vamos lá. Aí eu vi assim a discussão, ah, porque é crueldade que os estão sendo eh mortos, que tão tão servindo para fazer seu achar ou estão sendo exportados pra China ou não sei quê e que agora temos que fazer algo a respeito. Falei: "Ué, vocês
não queriam acabar com o Jeg? Vocês não queriam?" Por quê? Porque o trabalho do Jeg é um trabalho escravo. Porque o Jeg, ninguém vai criar um Jag. Eu, eu sim que sou louco e tenho um Jack Pet, mas se vive com Jack Pet lá na no Nordeste substituíram pela moto o Jeg então Jeg tem uma serventia. Então, já que não tem mais demanda, tá sumindo. E agora >> a turma do amor tá preocupado com o Jegs queriam que desaparecesse o Jeg agora estão preocupado em fazer gente reproduzir, mas para que que alguém vai reproduzir, manter
genética de um jeg se não for para trabalhar? para pet, para santuário, para que que querem fazer? Então, entram umas contradições que que a coisa mais fácil é é sentar e começar lentamente a perguntar, né, para as pessoas e as pessoas mesmo entram, né, dessa turma Entram em contradição, cara. Então, eh eh antes o Jeg era um bicho que a gente era um trabalho escravo que era, ah, porque usam o Jeg claro, por isso que tinha o Jeg, porque é para transportar, para carregar, para não sei o quê, carregar água e buscar água para não
sei o quê, para trabalhar no dia a dia do nordestino. Agora tem moto, agora não precisa de Jeg, então esquece Jeg, ninguém mais quer agora quer moto. Agora é uma preocupação. Meu Deus, não querem Mais Jeg? Ué, mas não era isso que vocês queriam, que não que trabalhasse mais escravo, jeg? Entendem? Então são as contradições do mundo moderno, cara. Compra quem quer, porque são discursos todos isolados. Quando você junta esses discursos para ter uma uma, né, e ter uma coerência, você não consegue encontrar. Você encontra discursos isolados que servem num momento para aquele e emocionais
que servem para aquele determinado momento. Mas não existe uma um consúfalo, [ __ ] B fal que é um bicho exógeno tem uma uma rebio em Rondônia que foi destruída. Destru rebio para você entender, Vila, é uma unidade de conservação de de super restrita, muito mais que Parque Nacional. E a Rebil não entra ninguém, não entra ninguém para passear, só para pesquisa, negócio super rescrito. Esta Rebio lá no no em Rondônia foi destruída por búfalos >> porque ninguém tomou a decisão de fazer O correto, que é impopular, que é acabar com os búfalos. É simples
assim. Ai, mas como você é frio, Richard, você quer acabar. Então, a gente preferiu um arrebio para favorecer um búfalo. Onde está a ciência nisso? Onde está a a conservação nisso? >> Estamos trocando as as pautas, cara. >> Cratos, tem mais dúvidas aí? >> Eh, vamos lá. O Natã Nascimento, a dúvida dele até em relação aos jumentos Aí da Bahia, que ele tá falando se se encaixa na lógica do atrelamento de valor econômico que salva ou esse é o é pior por não se tratar de abate para consumo. >> Eu eu acho que a briga
toda da galera é porque tá sendo abatido para consumo, né? Mas como o Richard falou, é um animal que era usado para trabalho. Se é do tipo, pô, você tá brigando porque o cavalo puxa carroça e realmente eu acho que é é terrível pro bicho, mas ele foi Substituído, cara. E agora o que que faz? É contra quer que reproduza o jumento para quê? Não, não faz sentido reproduzi-lo mais. Se você não tem nenhum nenhum produtor interessado em reprodução, você vai fazer o quê? Vai obrigar o governo a a reproduzir o jumento? Faz sentido na
minha cabeça. >> É, >> vamos lá. Tem a última aqui da Amelie, ela ficou um pouco, acho que brava aqui Com com o biólogo Henrique, que ela fala assim: "Com que autoridade o biólogo Henrique ataca as ONGs dizendo que todas recebem verba pública?" aqui de serviço. Tem muita ONG séria fazendo o que é dever do estado. >> Eu não falei isso. Eu disse que toda prefeitura tem uma ONG com o vereador. O estado tem seus deputados e o governo federal também que fazem treta. Sim, a gente sabe disso. Tanto que aumenta o número de gato
e Cachorro na rua, a gente sabe disso. Emenda parlamentar, a gente sabe disso, mas em nenhum momento falei que era toda, pelo contrário. Falei que a tiazinha, a vovozinha lá, é que realmente ajuda. Tem ONGs sérias. O R falou isso várias e várias vezes. Agora para cima de Moá, tu vi me dizer que todas esses vereadores, esses deputados aí com essas ongas de cachorreiro e e gateiro que só aumenta e isso não tá na treta. Ah, meu irmão, isso é muita Ingênuidade da sua pai. Desculpa aí, cara. >> Quer comentar, Richard? Vou me abster dessa.
>> Tá bom. Ah, senhores, >> eu deixo algumas coisas pro Henrique, cara. >> É para ela, >> porque a gente dividiu um pouco a peteca, mano. Porque é cansativo, cara, você, cara, a gente Vira monstros quando a gente fala verdades, mano. >> Duras verdades, né? Não é a verdade que a pessoa quer escutar, é a verdade que ela tá envolvida emocionalmente de novo. É sempre emoção, emoção, emoção e enfim, eu vou me abster in. Inclusive as ONGs que são sérias, você pode ver que elas não recebem nada. O cara bota do bolso, velho. >> É,
>> eu ainda dei o exemplo da vozinha que Fica ali pedindo PX. Pô, galera, o o saco da ração. Enquanto essas ONG centrais que tão sim recebendo grande de governo, aí faz uma feirinha, adoção, só isso que ela faz, mas só aumenta o número de gato e cachorro na rua. Ah, [ __ ] cima de moar, meu irmão. Trabalho, eu sou, eu sou funcionário público, cara. Sou na lista ambiental, velho. Cansei de ver tudo quanto é lugar, um monte de ONG fazendo essa tramoia. Tá um tempo, Tempo. >> Senhores, é com vocês aí, algum assunto
aí que queiram comentar, alguma coisa que ficou faltando? Agradecer demais. >> Eu nunca vi o Vilela tão quieto, cara. Vilela. >> Hã, é, é que é estranho. Você não deixou o círculo, você só deixou o círculo pegar fogo e [ __ ] >> É, hoje eu tô tô tô com sono, cara. Eu não dormi essa noite. É, eu não dormi essa noite. Tô tô >> Foi uma, eu vi ele comendo uma jujuba daquelas que você deixou. R. >> Eu já comi dessa jujuba aí. Não, essa jujuba sua aí eu comi um dia lá no na
montanha. >> Caramba, viajei, viu? Viajei. Ô, a gente tá tá marcando tomar uma Iasca aqui ao vivo. Vamos ou não? >> Isso não dá para fazer. Tá doido? >> Não, não pode >> não. Tá louco? Não, mas com isso aí não dá para brincar não. >> Já tomou com você. Você >> você já você não nunca consagrou, né, Henrique? >> Não, não, >> não. Você também não, Vil. >> Eu uma vez só. Uma vez só. Uma vez. É, não, esse negócio. Uh, já me arrepio já. Dá vontade pro banheiro. >> Pode crer. Tá, talvez o
Cambô podia fazer uma com Vilela ao vivo no Cambô, hein? >> É, >> já pensou Vilela no Cambô ao vivo dá. Cambô é a vacina do sapo. >> Ah, e dá uns negócios aí. >> Pô, o Richar é de fé, cara. >> Não, para mim é péssimo. Eu eu me sinto mal para [ __ ] >> Sério? >> Nossa, ficou muito ruim, cara. Eu fiz três vezes na minha vida. três vezes foi pra televisão no canal. O Iwascar não, Iwascar eu eu gosto, mas o sapo é muito Muito muito pesado, cara. Eu fico eu sou
alérgico algum alcaloide lá, eu fico inchado que não sapo, cara. Tá louco. >> Eu tenho um amigo Paulo Bernardes, é um biólogo [ __ ] para caraca. Uma boação. >> Ah, o Paulo é [ __ ] >> O Paulo é o cara é pau. Esse cara é 10. Ele falou que, Ele falou que a sensação do cambô é essa sensação de morte. É, >> você morreu. Morreu mesmo. Você primeiro que tu se caga todo, tu se mija todo, tu fica mal. Z. Ele falou que a sensação é De morte. Eu falei: "Pô, mas qual é
a onda?" Não dá onda. >> Para qu? Então >> ele falou: "Cara, mas na semana seguinte você pega o telefone e fica ligando para todo mundo pedindo perdão das coisas que você fez. É como se você tivesse tido a sensação de ter morrido e tu pensa, cara, um dia eu vou morrer e eu tenho que eu não posso morrer assim, eu tenho que me >> que me acertar, >> que me acertar. Ele falou que >> já pensou você, Henrião, você pega e toma, faz o camboio e depois você vai ligar para Luiz Mel. >> [
__ ] eu vou ter minha lista de telefone vai ser alta, vai ser ainda bem que não paga mais agora porque Luisa Mel não vai me atender mais, mas eu eu queria te apresentar ela. >> Eu eu vou ter que ligar para muita gente, Richard. Vai ser >> antes. >> Não vai dar certo não, cara. >> Então, senhores, mais alguma coisa, algum assunto que queiram falar? >> Amanhã 2 horas todo mundo lá, zoológico de Sorocaba, fica Sandro. >> Vai tá lá, vai, vai lá, Richard. Eu não, não tem condições. >> E o médico me liberar,
ele tinha me falado que vinha hoje à noite. Eu falei que tinha hoje o nosso encontro. Ele vinha à 7 horas. Falei: "Eu tenho 7 horas encontro". Não sei se ele ele vai Vir ainda hoje à noite ou vai vir amanhã de manhã, mas a minha ideia é ir para lá. Sim, é 14 horas. Eh, eu saio daqui a direto para lá. Uma intenção é essa. De cueca eu vou tá >> tá certo. Veremos, acompanharemos. Obrigado demais, Richard. Redes sociais, agradecimentos. É contigo aí e fica bem logo aí. >> Te agradeço muito pela oportunidade sempre.
Tamo junto, meu irmão. >> É nós. Eh, @ >> Ah, o meu é @ Richardselvagem e o canal do YouTube é o Richard Rasmus mesmo. >> Richard Rasmus, >> biólogo Henrique em todas as redes. Dá uma moral, dá uma moral no Instagram lá. Vamos passar Luiz Amel no Instagram. >> Vamos lá agora. >> Vamos passar Luía Amel no Instagram. Biólogo Henrique. Bora lá. Irritamente >> não custa nada. Vai lá, segue os dois lá E me segue também. @vilela um L só de cada vez, não é, Kratos? >> É isso aí. Que que você tem que
falar agora? Eu >> falar que para quem ainda não for inscrito, se inscrever, né, que vamos bater 6 milhões ainda esse ano. Isso. >> E também dá dá da dá uma curtida, né? >> Sim, com certeza, >> né? E agradecer a Inside, nossa parceirona aí, link na descrição com 20% de desconto com o nosso cupom exclusivo E que é recode na tela. E agora é hora de você brilhar o que o pessoal escreve nos comentários para provar que chegou até o final dessa live maravilhosa? >> Olha, para provar que você chegou até aqui, deixa aí.
Desculpa, Lulu. Desculpa, Lulu, é o que mais tinha no site. Eu no chat, no chat, no chat. E escrevam: "Desculpa, Lulu". Então, >> deixa Sandro fica. Bota Sandro fica. Coloca Sandro fica e desculpa Lulu. >> É qual você preferir aí? >> É Sandro Fica. Escreve nos comentários. Fiquem com Deus. Beijo no Cutovelo e tchau. E vamos que vamos aí. >> As opiniões e declarações feitas pelos entrevistados do Inteligência Limitada são de exclusiva responsabilidade deles e não refletem necessariamente a posição do apresentador, da produção ou do canal. O conteúdo aqui exibido tem caráter informativo e opinativo,
não sendo vinculado a qualquer compromisso com a veracidade ou exatidão das falas Dos participantes. Caso você se sinta ofendido ou tenha qualquer questionamento sobre as declarações feitas neste vídeo, por favor, entre em contato conosco para esclarecimentos. Estamos abertos a avaliar e, se necessário, editar o conteúdo para garantir a precisão e o respeito a todos.