Muito se fala na internet, né, sobre o lifestyle, que você precisa postar sua vida, postar o seu dia a dia, postar sua rotina para que você conecte mais, para que você venda mais. Então eu falo sobre minha rotina, falo sobre minha vida, falo sobre o lifestyle. Tanto para você que tem essas dúvidas em relação a se você deve ou não mostrar sua vida, se isso é bom ou não, quanto para você que cria conteúdo, mas que o conteúdo é a sua própria vida.
Esse vídeo foi feito para você. Eu quero te trazer uma reflexão que pode mudar a sua jornada, para onde você tá indo, mudar a sua visão sobre o que você tá fazendo com a sua própria vida. Provavelmente, se você é um pouco refém de mostrar sua vida, mais o criador de conteúdo, muito mais que o profissional, né?
Mas se você fica refém de trazer um pouco de vida pessoal ali, um pouco do meu lifestyle, você já sentiu em algum momento que a sua vida não estava legal o suficiente para o que você acha que você deveria mostrar? Ou você se comparava com outras pessoas e falava: "Meu, essa semana não tem nada tão interessante assim na minha vida. Onde é que eu vou achar esse conteúdo?
" Ou aquela sensação de que você sempre precisa estar fazendo algo novo, tá num lugar novo, tá tendo uma ideia nova para continuar relevante na internet? Eu sei que esses pensamentos deixam muitas pessoas desanimadas, caóticas dentro delas mesmas. E nesse vídeo eu quero te mostrar como esse modelo de lifestyle, estilo de vida, principalmente para quem cria conteúdo sobre isso, tá falido e tá cada vez mais fadado ao fracasso.
E eu quero te mostrar também o que que vem depois, qual que é a solução para quem ainda tá seguindo esse modelo com dados, cases e também com o que me salvou, porque eu já fui a pessoa que achava que esse modelo aí era um modelo da minha vida também. Espero que de alguma forma esse vídeo possa salvar ou dar uma luz aí pra sua carreira. Muita gente não me conhece, mas eu trabalho com internet há mais de 13, 14 anos.
Eu me formei em moda, eu me formei em designer gráfico, fiz faculdade, fiz pós-graduação em marketing, mas aonde eu realmente aconteci, onde veio o meu dinheiro, onde a minha vida, minha carreira se instalou, foi através do digital. E eu sinto muita proximidade com esse mundo da criação de conteúdo, né, dos creators, porque essa foi a minha primeira casa. Há 12 anos atrás, 12, 13 anos atrás, eu criei um blog de moda, que foi meu primeiro contato com a internet, minha primeira forma de realmente monetizar alguma coisa.
E ali eu fui crescendo, fui pro Instagram, cresci muito no Instagram, vendi muita pub, fiz muito trabalho, fui diretora criativa, enfim. E o que que acontecia? Eu percebi que as publes que mais vendia realmente eram as de lifestyle.
Realmente quem vendia lifestyle era mais amplo, conseguia falar sobre várias coisas. E eu fui indo para esse caminho. Eu viajei o mundo, trabalhei para caramba, só que o mercado também foi mudando e com a ascensão dos influenciadores, cada vez foi ficando mais difícil de criar conteúdo e ser visto.
Só que também com o tempo, eu mesma fui observando que o mercado tava ficando cada vez mais populoso e ficando cada vez mais informal também, né? Menos profissional. E eu fui observando que as coisas que eu mais bem fazia não era simplesmente o meu lifestyle, a minha vida, mas a forma como eu construía isso, que era desde os meus roteiros que eram muito bons, eu era muito criativa, eu tinha uma estética muito apurada, eu tinha ideias muito boas, as pessoas do meu próprio meio me procuravam para mentorias porque eu me vendia muito bem.
Antes de ter media kit, eu já estava fazendo media kit, eu fazia projetos pras minhas coisas. Então, quando eu queria vender algo, não é que eu esperava cair do céu, ia lá e criava um projeto, criava um plano de negócio. Então, eu sempre tive essa visão, muito além de só criar conteúdo de influenciador.
E eu comecei a observar que, na verdade, era esse o meu ponto forte e que de alguma forma eu poderia monetizar isso e não a minha própria vida. Foi aí que começou um pouco, né, da minha virada de chave depois do burnout, né, que eu tenho um vídeo que eu conto sobre o burnout também foi parte desse processo até me reencontrar realmente muito desse passo a passo foi entender que o meu olhar, a minha visão, as minhas habilidades eram mais importantes que o meu conteúdo de lifestyle. Então, se você hoje ainda é apenas um criador de conteúdo, tá pensando em criar o eu negócio, que é o que eu quero falar nesse vídeo, comece a observar o que que você faz muito bem, além só de criar conteúdo.
E eu entendi muito cedo que se eu ficasse dependendo das marcas para elas me contratarem ou dependendo, né, de cada mês uma marca diferente aparecer, eu nunca ia chegar onde eu queria, eu nunca ia ser um sucesso, eu não quero nem ficar rica. Era impossível. É impossível você ficar rico com pequenos trabalhos a morrendo cada mês para ter um que outro.
São realmente exceções de pessoas que t uma grande audiência que conseguem viver disso. E pode ter certeza que 90% delas tá muito preocupada porque já não tá mais tão bom. Ela sabe, ela entendeu que não dá só para depender disso.
Puble é renda extra, puble não é trabalho. O que me salvou em tudo isso foi entender, foi quando eu tive uma virada de chave que eu entendi que o conteúdo ele não é um fim. Você não tem que levar a criação de conteúdo como uma profissão.
E até mesmo você também que tem um negócio e a galera adora reclamar. Que saco que eu tenho que criar conteúdo, é um peso. Por eu só queria me formar.
Só que você quando escolhe ser autônomo, você escolhe uma parcela de coisas que estão inerentes à vida de um empreendedor. Então você tem sim que pensar como é que você vai vender, como é que você vai gerir seu time, como é que você vai fazer diversas coisas que não são só a sua profissão. Se você deseja só cumprir a sua profissão, eu aconselho que você pense realmente isso é funcionário que não tem problema.
Mas se você quer criar um meu negócio, você tem que ter essa visão empreendedora 360 do que você precisa fazer para chegar onde você quer com o seu trabalho, com o seu propósito. A mesma coisa é o criador de conteúdo. Ele cria conteúdo para chegar a algum lugar, para o nome dele ser reconhecido como alguma coisa, para ele ter algum resultado.
Esse é o motivo pelo qual você cria todos os dias, flopa, dá certo, mas você tá pensando no longo prazo, você tem um lugar para chegar. O criador de conteúdo que não tem isso e o profissional que cria conteúdo que não tem isso, realmente ele desgasta muito na jornada. Então isso é importantíssimo, você entender que o conteúdo ele não é um fim, ele é um meio para você chegar em algum lugar e atingir todos os seus sonhos, objetivos de vida através do modelo de negócio que você vai escolher.
Hoje, diferente daquela fase que eu dependia das pessoas quererem me contratar, eu tenho a minha empresa, eu tenho a minha estrutura, eu organizo os meus horários, eu tenho uma visão, tô sempre pensando na estratégia do que que eu vou fazer, que pessoas que eu vou contratar, que estratégia que eu vou fazer no meu conteúdo. diversos produtos. Além dos cursos também a gente tá criando outros braços de solução, de serviço, outras coisas que a gente tá trazendo dentro do movimento diferente dos iguais.
Essa sempre foi minha visão de ser realmente uma empresária, não só uma criadora de conteúdo. Criar um movimento que resolve um problema e que a partir disso eu posso criar diversos produtos. Amanhã, se eu quiser acordar e resolver ter uma cafeteria diferente, eu posso posso criar cases de celulares com uma proposta inovadora diferente.
Posso, poderia estar dentro do leque da minha empresa. Então, é essa visão que eu acho que um criador de conteúdo quer chegar muito longe e quer realmente deixar um legado precisa ter. E se um dos meus cursos não funciona mais, ah, o Capcat, acredito que daqui uns 5 anos, por exemplo, a gente não vai mais precisar de cursos de edição.
Aí vai fazer tudo pela gente, não tem problema. Eu substituo esse curso, eu faço o outro, eu melo ele. Agora, se a sua vida é o seu produto, o que que você vai fazer?
Você vai substituir a sua vida? Você vai ter que trazer algo mais interessante? Vai ter que mudar de marido, vai ter que mudar de casa, vai ter que viajar, vai ter que inventar o quê?
E se a sua vida tiver desinteressante ou se você tiver numa fase meio ruim, você vai ter que ficar criando conteúdo em cima disso. Eu acho que é uma escolha muito perigosa e muito desgastante. Essa caneta aqui, se eu sou a vendedora dessa caneta, essa caneta aqui não vender mais, eu descarto essa caneta e eu começo a vender outra coisa.
Mas quando o produto é você, as coisas são muito diferentes. Então eu não aconselho que você venda o seu lifestyle, que você crie conteúdo pensando e vender o seu lifestyle, a não ser que isso seja uma estratégia para você com isso vender algum produto, algo que você tenha dar pra sua audiência, que não seja só a sua própria vida, que aí você vai precisar forçar situações, criar momentos só para continuar sendo interessante e isso é uma empresa afadada ao fracasso. Além de que eu acho que o público amadureceu, né?
As pessoas estão amadurecendo, a gente vê uma mudança das plataformas, mudanças no algoritmo. A gente sabe que o entretenimento é importante, mas o entretenimento quando ele não vem seguido de uma estratégia pro profissional, ele é vazio. A não ser que você tenha um canal de assinatura, né, um Mr Beast, por exemplo, que usa entretenimento muitas vezes para captar a curiosidade para captar as pessoas, mas nisso ele tem por trás uma estratégia com diversos outros produtos.
É só como ele capta. Então, quem vive só disso, sem tá pensando em como vai monetizar além disso, tá fadado a ser um creator cansado, um creator sem grana, um creator desesperado, né? até por publ, por tudo mais, porque não tá conseguindo crescer o seu negócio e é cansativo ali você ficar brigando com a plataforma para ter atenção ou para ganhar aqueles míseros reais que a plataforma te dá por criar conteúdo.
Inclusive, segundo uma pesquisa da Insider, ela disse que 20% das empresas têm diminuído o seu investimento em influenciadores. Então, por mais que a gente vê o mercado crescendo, cada semana surgem novas pessoas querendo ser influenciadores. Isso cresce com isso.
os investimentos não estão crescendo, então obviamente vai ter cada vez mais gente para menos trabalho, onde obviamente quem é mediano não tem espaço e aí acaba brigando ali por trabalhos que não existem. Quem consegue entender isso sai desse ciclo e começa a se enxergar como um eu negócio e usar o seu próprio canal, o seu conteúdo precioso que você cria como canal para vender os seus próprios produtos. Por exemplo, a Luana Carolina, que desde muito cedo ela até parou de fazer puble, porque ela percebeu que o tempo que ela vendia ali para uma puble, ela poderia estar falando do produto dela, vendendo o produto dela e ganhando muito mais, né?
Eu sei que ela tem um dos produtos dela além dos cursos, ela tem aquela marca Sturies, que é de planers e tudo mais. Então ela teve essa visão, entendeu? o valor que tem a criação da audiência dela, a criação da comunidade e o tempo o qual ela deixa as pessoas, né, os produtos e o tempo precioso que é que ela tem com a audiência dela, o quanto é importante que ela esteja falando sobre coisas estratégicas que realmente fazem sentido, porque hoje muitos influenciadores e até mesmo profissionais, enfim, eles estão o tempo inteiro falando publ publ.
E aí você tá falando de parece um outdoor, né? Um shopping popular falando de diversas marcas o tempo inteiro. Se você for observar, parece aqueles canais, sabe que tinha antigamente aqueles canais de TV que vendia joia, aí vendia a câmera.
Fica parecendo aquilo, fica uma piada. E esses criadores de conteúdo, se eles não se reinventarem urgentemente, eles não vão mais ter credibilidade, eles vão ficar para trás, porque eles não têm um porquê as pessoas seguirem ele, né? A não ser ali ficar nas polêmicas.
Enfim, inclusive foi por conta desse dessa alta demanda, né, que se criou o mercado GC, que é um mercado ali onde você consegue ganhar dinheiro com a sua publicidade, né? Você acaba vendendo o seu conteúdo sem necessariamente ser uma pública, sem você precisar divulgar no seu perfil. E esse mercado cresceu demais pelo fator de que as marcas precisam de conteúdo.
Tem criadores de conteúdos dispostos a criar, as marcas não querem pagar um valor cara de uma publicidade, aquelas pessoas aceitam valores mais baixos, então dá o match perfeito. Mas o que eu falo sobre o GC é que se você é uma pessoa visionária e que você quer ir muito longe, você realmente quer deixar um legado, quer ser uma grande marca, ter um eu negócio, o GC é algo temporário. É uma escola de aprendizado, você aprende a criar conteúdo, você ganha uma rendinha extra ali, você consegue se virar.
Legal, mas é temporário. Para mim, uma pessoa ambiciosa que tem uma visão de futuro, ela não vai sonhar dar o stop ali no GC, né? Eu acho que é um lugar de passagem, uma boa oportunidade, mas você precisa ter essa mentalidade de que é um aprendizado, não um lugar para você ficar para sempre.
Até porque quem vai realmente ganhar dinheiro com o GC é quem consegue ter essa mentalidade. Além de só vender o seu tempo. Você precisa entender que você não pode, se você quer crescer e ter um negócio, você precisa parar de vender o seu tempo, a sua hora, o meu tempo que eu me disponho àquela situação.
Esse tempo precisa ser escalado, né? E você ali coloca novas pessoas e tudo mais. Quem realmente vai ganhar dinheiro com GC é quem tem essa mentalidade de como eu posso escalar esse trabalho, que é o caso, por exemplo, da Rafa Chagas.
A Rafa Chagas começou como GC, ela era uma excelente UGC, mas como ela realmente ganhou dinheiro, foi vendendo os cursos, ensinando outras pessoas, né, amplificando a voz dela e também criando a plataforma dela, onde ela criou um negócio que ela conecta pessoas. Ali o jogo mudou. Ali ela realmente começou a ter um eu negócio e ser um super case na área de UGC, mas entendem que ela teve essa mentalidade de entender como ela poderia parar de vender o tempo dela e ser uma líder daquele movimento.
Realmente criar uma empresa é um outro nível de visão que você precisa ter para conseguir realmente ser alguém super sucedido e ganhar dinheiro com isso, ser reconhecido por isso. Isso é o que difere um funcionário de um dono de um negócio. Essa mentalidade, esse estudo, esse tempo dedicado, essas horas dedicadas, que com certeza não foram poucas, para você entender como sair desse lugar de executor ali onde você fica, né, pedreiro ali batendo a pedra para ser o dono da empreiteira, para realmente ter essa visão de negócio.
Então, é o que eu gosto de incentivar as pessoas a fazerem, porque foi o que eu fiz com a minha vida. E eu saí de uma criadora de conteúdo para realmente ser dona de um negócio que hoje a gente vende mais de R$ 500. 000 por mês.
E a gente quer dobrar esse valor até o final do mês, porque a gente realmente conseguiu criar uma estrutura de negócio. E tudo começando com a criação de conteúdo, tudo veio com base na minha audiência, naquilo que eu criava. E hoje eu só estou aqui criando esse vídeo gratuito para você, porque eu tenho um time trabalhando por trás de mim, mais de 12 pessoas trabalhando comigo todos os dias para com que eu possa ter tempo livre, para com que eu possa me dedicar à criação de conteúdo, ainda mais, porque é um canal importantíssimo, é onde vem os meus leades, é onde vem as pessoas que realmente vão acreditar em mim e para que eu possa cada vez mais ter ideias, pensar na estratégia do meu negócio.
Então, por isso que existe essa construção até chegar lá. Existem também outros nomes muito conhecidos que eu vou mostrar aqui os cases para vocês entenderem como esse movimento ele é quase que obrigatório para todo creator que chega em algum momento percebe que putz, é esse é o caminho. Prestador de serviço também percebe que é assim, se eu quero estar além realmente ganhar dinheiro e ter um negócio de verdade, ser reconhecido de verdade, eu preciso ter essa mentalidade.
Um case muito interessante é a Ema, por exemplo, ela criou o podcast dela, que foi um grande case. Ela também criou a marca de café dela, saiu de uma criadora de conteúdo da geração Z para realmente uma empresária. Outro nome que vocês devem conhecer também, famosíssima lá no TikTok, cresceu muito no TikTok com seus conteúdos orgânicos, mas teve essa virada de chave.
É a Manucite que criou as gominhas, né, as games. E ela trouxe ali, o que é muito interessante, que é aqueles criadores de conteúdo que conseguem trazer produtos que fazem sentido na sua rotina. não é uma coisa aleatória.
Ela observou a rotina dela e viu ali uma dor, uma carência que ela poderia criar um produto, né? Ela não criou um serviço, ela criou um produto. Inclusive, ela abandonou a medicina e eu acho que foi uma das melhores escolhas que ela fez na vida.
Hoje as empresas dela faturam mais de 20 milhões por ano e quando ela ganharia isso na medicina, né? Talvez nunca. E ela também criou a D Simple Jean, que é uma rede de academias com uma personalidade muito específica, né?
tem todo um lifestyle nessa academia que também foi um acerto muito grande que ela entrou junto. Então agora sim faz sentido ela criar conteúdo porque ela tem o que vender, ela tem o porquê, ela ganha dinheiro com esse conteúdo, né? Ela tem uma base.
Camila Coutinho também é um excelente case. Criou um blog de moda lá muitos anos atrás. Hoje tem a própria linha de beleza.
Camila Coelho também lançou uma marca de beleza, lançou a Ela Lúcia, se eu não me engano o nome, lançou uma marca de moda também. Então o conteúdo dela ganha muito mais respaldo com as coisas que ela consegue vender. Ela aproveita muito mais a audiência dela.
Já na parte de serviços também funciona da mesma forma. A Renata França é um super case, né, que fez aquela massagem, a Miracle Touch, acho que é o nome da massagem dela, que é uma massagem que, nossa, todo mundo começou a fazer as aulas dela para fazer essa massagem, nada mais é do que um método que ela desenvolveu, né, com passo a passo da massagem dela, que tem uma certa promessa. Então, muitas vezes você aí com serviço também consegue criar os seus próprios produtos, a sua linha de produtos.
Aí você tem que escolher o melhor modelo de negócio. Mas independente de você ser só um criador de conteúdo ou de você ser um prestador de serviços, um profissional, você tem como ter esse pensamento de negócio, de como que eu vou escalar o meu nome para que ele se transforme em uma empresa e até para que mais na frente eu não dependa mais do meu rosto. Nesses casos, por exemplo, a Manucit, provavelmente, óbvio que ela aparece e ela tem essa consciência que é importante, mas se daqui 20 anos ela quiser vender essa empresa ou muito menos, né, muito antes, ela consegue.
Então é também esse pensamento, né, quando você consegue criar alguma coisa que com o tempo vai desvinculando até do seu próprio nome, você só usou a sua audiência e a sua reputação para crescer aquilo. Então acho que mais importante para você que tá nesse momento ou, né, um criador de conteúdo que percebeu que putz, eu preciso fazer isso, não dá para eu viver desse jeito, ou você que é um prestador de serviço ainda e que de alguma forma quer conseguir escalar a sua vida e não vender mais o seu tempo, é pensar no modelo de negócio. Primeiramente, se você quer vender infopruto, se você quer escalar o seu serviço, né, às vezes criar uma agência e tem como escalar serviço também, tá?
V4, tem várias empresas aí que conseguiram escalar serviço. Ou você quer criar mesmo um produto, um produto físico, uma experiência, uma imersão, uma viagem, de diversas formas se consegue trazer também uma monetização aí ou mesmo mais simples, né, que é uma mentoria, vender ali de alguma forma alguma solução, né? você pode desenvolver um aplicativo, enfim, aí é estudar, você vai ter que sair do seu lugar de criador de conteúdo, seu lugar de profissional muito bom na sua área e estudar modelos de negócio, estudar empreendedorismo para começar a entender um pouco sobre esses assuntos.
E três perguntas importantes para você começar a se fazer se você quer criar o meu negócio. É que problema pontual eu resolvo? É uma grande investigação.
Não existe uma resposta pronta, mas você vai entendendo que problemas que eu resolvo, que coisas que as pessoas falam que elas se inspiram em mim. Às vezes é um processo de emagrecimento seu que aí pode surgir um produto em relação a isso. Às vezes é algo que você faz muito bem, como por exemplo, no meu caso sempre foi as minhas edições, meu senso estético, o meu olhar paraa inovação, tudo isso veio a se tornar os meus produtos hoje.
Ou então você é uma pessoa que de alguma forma tem facilidade em certos pontos, que problema que você pode resolver, que solução dentro do que você faz é um ponto forte seu. Comece a observar isso, comece a entender que toda empresa, todo grande negócio vem da solução de um problema. E não é um big problema mundial, é um pequeno problema, como é, por exemplo, o caso do Capcut Wall, que é um dos meus cursos que tem mais de 55.
000 alunos, que é um problema pontual, problema de edição, tá todo mundo precisando editar os seus vídeos. O segundo ponto é você pensar qual o modelo de negócio, se eu prefiro entregar serviço, se eu me imagino dona de uma agência, se eu me imagino criando um produto, se eu me imagino empreendendo, e aí todos os pepinos que existem naquilo também. Se você quer criar um produto, por exemplo, você vai ter que ter mais dedicação em tal etapas.
Como é que funciona? Conversar com pessoas que já criaram, observar a rotina dessas pessoas, isso pode te ajudar a escolher o modelo de negócio que mais tem a ver com o seu estilo de vida. E o terceiro ponto importantíssimo para pensar é pessoas.
Tudo isso se faz com time. Como que eu vou encontrar as pessoas certas? Onde que elas podem estar?
Qual seria a primeira pessoa que eu preciso contratar? Que que eu posso contratar para que eu possa ter mais tempo livre e assim conseguir me dedicar mais ao meu próprio negócio, as minhas próprias ideias. E você não precisa começar grande, você precisa começar só com visão.
Você precisa entender qual que é o lugar lá no longo prazo, por mais que tá muito longe ainda, qual que é o lugar no longo prazo que você se imagina. Inclusive, se você quer mergulhar mais profundo nessa ideia do eu negócio, realmente transformar a sua marca em algo que vai ser um legado, em algo que realmente vai se tornar um negócio, eu tô com a minha mentoria aberta, minha mentoria em grupo que é focada para quem já tá monetizando de alguma forma, mas para quem quer realmente entrar em um outro nível, né? Quem quer estudar estratégias, como escalar, como crescer, como realmente se enxergar como uma empresa, tá?
Vou deixar o link aqui embaixo para quem quiser conhecer mais o casulo, que é a minha mentoria em grupo, tá? De 10 pessoas. A gente tem todo um planejamento onde você vai realmente conseguir construir a sua mentalidade de negócio e conseguir escalar suas ideias a sua empresa.
Mas para encerrar, eu quero te falar que se o seu conteúdo ainda depende da sua vida, por favor corra quanto antes a pensar numa solução. Talvez não seja amanhã, mas esteja já imaginando para onde você pode ir daqui meio ano, daqui um ano, onde você está construindo, por que você está criando essa audiência, onde que você pode chegar. Pense nisso porque senão você vai estar andando em looping e não chegando a lugar nenhum.
A estética da sua vida é legal, seu lifestyle é legal, suas ideias são legais, mas a estrutura do seu negócio, essa sua visão perante tudo que você tá fazendo, que é o que vai te sustentar, te dar solidez, né, tanto financeira quanto essa solidez de você ter a certeza está vivendo o seu propósito da maneira certa. Eu deixo a pergunta de se você quer ser lembrado pelo que você viveu ou pelo que você construiu. Ai, por favor.