Olá, pessoal, tudo bem? Aqui é o professor Silvio. Nós tivemos alguns probleminhas hoje, por isso estou fazendo essa gravação aqui, mas quinta-feira estarei com vocês.
Eu queria então que vocês fizessem uma reflexão sobre esse vídeo, vissem o material que eu coloquei lá no material complementar que fala um pouquinho sobre o assunto do tema de hoje, que é gestão de riscos em projetos, né? Então, é exatamente isso que eu começo a compartilhar com vocês agora e explicar nesse nosso momento aí. Mas quinta-feira a gente volta para fazer esse debate sobre esse tema aí bastante importante para nós.
Então, nós vamos falar hoje sobre um dos temas que tá em voga principalmente na gestão moderna de projetos, que é a gestão de risco, né? e que não é aquela coisa assim, ó, é mais do que a gente tentar prever o futuro, é planejar para ele, usando responsabilidade, inteligência e estratégia. Então, é importante que nós precisamos alcançar objetivos.
Então, uma gestão de risco não elimina os imprevistos, mas vai ajudar vocês a enfrentá-los com mais eh com mais preparo. E o segredo é transformar o inesperado em oportunidade. Então, se vocês olharem essa tela aí, mundo e mudanças, né?
Nós vivemos em um mundo onde as mudanças são a única constante. Então, se pensarmos assim, ó, parcerias como acontecem da Uber, da Volvo, né, mostram como novas alianças mudam os mercados inteiros, então o risco maior é ignorar a transformação. Então, por exemplo, eh o modelo de negócios da Uber nasceu como um risco para os táxis, né, e virou uma referência em inovação.
Por isso que é tão importante nós pensarmos neste modelo aqui hoje, ó. Alcance seus objetivos, aproveite melhor seu tempo, esse nosso mundo das mudanças, o nosso mundo da segurança, né? E o que que vocês veem nessa imagem que vocês estão utilizando aqui?
Hi, I'm op your personal project management assistant. né? Então assim, o mundo tá em mudanças, né?
E nós vemos aqui a presença da inteligência artificial hoje para nos fazer um assistente de projetos. Então esse óo que está aí, né, mostrando ele como um assistente, como um um objeto que nós temos aqui, né, na nossa construção, nesse mundo de oportunidades, como eu falei para vocês, o mundo da Uber transformou o setor de transportes. E eu queria fazer uma pergunta.
E como é que a gente reage a tudo isso aqui com o nosso amigo Oto aqui, né? E se a gente pensar em gestão de projetos, a gente tem que pensar que hoje a ideia é pensar no que não é pensar no que pode dar errado, mas no que eu posso reagir ao inesperado, usando agilidade, clareza. E nós temos aí a gestão de riscos integrada ao planejamento.
Então, os projetos ágeis que nós vamos estudar, eles incorporaram a gestão de rico, risco nos ciclos curtos e contidos. Então, é por isso que hoje muitas startups sobrevivem nesses ambientes voláteis. Então, se nós pegarmos aqui quantos assistentes nós temos à nossa disposição, essa esse mundo em mudanças que nós temos aí, vejam essas personalidades, o risco vem de não saber o que saber o que está fazendo.
A chance de termos um projeto sem risco. O doutor em risco disse isso, ó, a Odebrech quebrou veio do professor Aluísio lá em 2017, detectar objetos distantes, né? Então, se nós pensarmos proatividade, deixa eu colocar numa tela específica aqui para vocês, voltar esse aqui do nosso doutor.
Então, o segundo o framework e mor risco é um evento incerto que pode ser ter efeito positivo ou negativo no objeto do projeto. Isso quer dizer que nem todo o risco é ruim. Riscos também representam oportunidades se forem compreendidos e gerenciados.
Então, a incerteza é natural em qualquer projeto. O papel da gestão de risco é reduzir os impactos negativos e ampliar os impactos positivos. Bom, nós poderíamos estar aqui citando exemplos de riscos positivos que vocês já enfrentaram, então, como uma mudança inesperada que resultou num ganho e assim por diante.
Vocês podem agora de repente fazer um pouquinho dessa reflexão. Bom, o Warren Buffett não saber o que você está fazendo. E essa frase dele é um alerta pros gestores.
Quanto menos vocês conhecerem o projeto, maior o risco. O desconhecimento é um dos maiores riscos que um time pode carregar. Então, a gente precisa refletir sobre isso, entender o escopo, os stakeholders, o ambiente, os recursos.
Essa é a primeira camada que nós podemos usar de proteção contra riscos, né? O bu, o Buffet é o investidor conhecido por evitar investir em negócios que ele não compreendia corretamente, né? Esse princípio vale pros projetos.
O o David Hilson, por exemplo, ele diz que assim que todo projeto tem risco. Então a gente se lembra que todo projeto tem risco e o que varia é quanto vocês conhecem ou monitoram ele. Então ignorar os riscos não elimina eles, apenas aumenta o impacto quando eles acontecerem.
Então, se não existe projeto sem risco, o que existe é projeto com ou sem preparo. A gente pode usar o conceito eh riscos conhecidos e desconhecidos, no e a importância de revisar esses riscos ao longo do tempo. Então, o que que é o gerenciamento de riscos?
Gerenciamento de riscos significa identificar, avaliar, responder de forma proativa aos eventos que podem afetar um projeto. Então, esse é um projeto sistemático que que deve acontecer ao longo do tempo de todo o ciclo do projeto. Então, gerenciar risco é igual a monitorar incerteza.
e planejar ações preventivas e corretivas. Então, um plano de risco eficaz reduz o custo total, né, pois evita trabalhos e perdas, né? Então nós temos que tomar essa essa decisão propriamente dito.
A famosa frase, se funcionar, quando o gerenciamento de risco é bem feito, o projeto flui com confiança, a equipe vai se sentir preparada e segura e isso melhora a produtividade e a tomada de decisão. Então nós temos um conceito embutido nesse processo, que a gestão de risco bem aplicada, ela não paralisa o projeto, ela libera o time para inovar com mais segurança. Se nós, se nós olharmos lá no PMBOC, nós temos lá assim, ó, planejar o gerenciamento com riscos.
um dos primeiros passos no no grupo de processos de planejamento. E também nós teríamos aquela coisa assim, ó, quando tudo parece dar certo no final, muitas vezes é porque o risco foi previsto e as respostas estavam prontas. Então o projeto parece que foi fluído, mas ele foi gerenciado com seus riscos para garantir essa fluidez, uma fluidez silenciosa.
Então o gerenciar riscos é discreto, essencial, né? Então como aquele seguro que a gente torce para não usar, mas a gente se sente seguro por ter ele. E o que eu faço de pergunta para vocês?
Vocês preferem descobrir o problema no meio do projeto ou já ter um plano de contingência pronto antes dele acontecer? Então, não podemos ficar fora do trilho. A gente tem que economizar tempo, dinheiro.
Eu tenho que manter a performance do projeto. Eu preciso ter esses contextos aí na minha mão. Não, o famoso framework more.
Então, vejam ali, ó, o evento ou condição de incerteza que se ocorrer terá um efeito positivo ou negativo, né, em um ou mais objetivos de risco. Então, se o risco acontece, qual objetivo vai afetar ele? Qu incerto é o risco?
Por que que o risco é importante? Qual é o risco do projeto? Então, vejam aí uma imagem aí que eu coloquei de direcionamento.
Lembrando, todo projeto é inserido num contexto e esse contexto é dinâmico. Então, eu posso ter instabilidade econômica, pressão política, risco ambiental, entre muito outras coisas, pandemia. Então, o gerenciamento de riscos precisa considerar o ambiente interno e externo.
Então, não é só o escopo técnico que importa. O ambiente organizacional também pode influenciar o projeto. Então, fazer uma matriz SWAT, ferramentas de complemento de risco são muito importantes.
Por exemplo, nós temos a norma 31. 000, 1 que traz um guia estruturado paraa gestão de riscos e ela se baseia em três grandes blocos: princípio, estrutura e processo. E o objetivo é integrar a gestão de risco ao modelo de governança.
Então lá eu tenho o princípio, por que fazer a estrutura onde se encaixa e o processo como executar. Ela, essa norma, ela ainda não é certificável, mas ela é uma referência mundial para empresas e governos, né? Então, esses princípios mostram que a gestão de risco deve criar, proteger valor.
Ela precisa ser integrada, estruturada, adaptável, baseada nas melhores informações disponíveis. Então, a palavra-chave, adaptabilidade. O processo se precisa se ajustar ao tipo de porte do projeto.
Como eu falei para vocês, não tem modelo único. Um projeto de inovação requer modelo mais flexível. Então aquele framework more que eu mostrei para vocês da Excel, ele reforça que os riscos precisam ser gerenciados do nível do portfólio, programa e projeto.
Então tá sempre alinhado à estratégia. Como conceito, a gente tem aqui o risco deve ser tratado como parte da governança corporativa e não como um item isolado da equipe do projeto. Essa é a reflexão.
Por exemplo, a gente tem questões legais e éticos. Por exemplo, nós temos a lei 12. 846 de 2013.
que a lei anticorrupção, né, que responsabiliza empresas por atos de corrupção, né? Então nós temos ali o risco de imagem, o risco jurídico que pode destruir um projeto e não aparece no cronograma, não aparece no orçamento. Então algumas empresas têm lá o seu programa de integridade, que a gente chama de compliance, né, que são bem implementados e têm redução de pena em casos de infrações.
Bom, vocês viram as situações que aconteceram com a Petrobras. A Petrobras implementou uma das mais avançadas estruturas de gerenciamento de risco no Brasil, que era o foco em conformidade, integridade e monitoramento constante, né? Então, mesmo assim, grandes empresas estão sujeitas à falha e também podem se reestruturar fazendo boas práticas.
Se nós fizéssemos um exemplo de gerenciamento de risco, eu tenho lá um sistema de gestão de ERP, eu tenho lá uma empresa de bed que tá implementando um ERP, né? Então, para integrar os setores de finanças, estoque, vendas e RH. Então, o que que eu vou fazer?
Eu vou identificar alguns riscos. Por exemplo, o risco um, atraso na entrega da consultoria. A origem é externa.
O risco dois, resistência dos funcionários à mudança interna. O risco três, perda de dados durante a migração. Técnica.
Pisco quatro, interrupção do sistema legado durante os testes. Pisco 5, custo do projeto acima do previsto. E aí nós temos aquela questão, o risco, a probabilidade, né?
E o que que eu vou fazer de resposta? Ah, no risco um, eu vou usar a estratégia que eu chamo de mitigar. Então, eu vou inserir cláusulas no contrato com penalidade e um plano B com fornecedor reserva.
O risco dois. Ah, eu vou fazer um treinamento antecipado, um plano de comunicação. Ah, eu vou fazer, eu vou realizar o backup completo do sistema legado.
Então, eu vou colocar paraa equipe as possibilidades de interrupção. Eu vou sempre criar uma margem de contingência no orçamento, né, 10%, porque, né, sempre pode ter algum um gasto diferenciado. E durante esse projeto, esses riscos vão ser monitorados.
semanalmente nas reuniões com a equipe, né? Então, digamos que assim, ó, dois riscos desses se concretizaram, a perda de dados e a resistência interna. A os dados tem eu conseguia evitar com sucesso graças ao BAP.
Ah, a resistência interna foi parcial, mas a gente contornou com algumas ações de engajamento e o o projeto foi entregue 7 dias de atraso, mas tá dentro do orçamento. Então, a gente tem algumas situações. Então, gerenciar o risco não é eliminar o problema, mas tá preparado.
Eu vou deixar esse PDF à disposição também para vocês olharem e estudarem um pouco mais. sobre esse essa análise de risco. Eu quero agradecer a presença de todos aí e nos vemos na quinta-feira para falar o restante da etapa de gerenciamento de projetos.
Até a próxima.