o calor da noite em Patos de Minas era sufocante e Larissa Ferreira sentia o suor escorrer pelas costas enquanto Olhava O pai carlos do outro lado da mesa de madeira rústica ele segurava um copo de cachaça os olhos castanhos faiscando com algo que ela não conseguia nomear Você já tá na idade menina tá na hora de aprender a se virar com homem disse ele a voz rouca cortando o silêncio ela riu voa mas o olhar dele não vacilou firme como o chão de terra batida da casa desde a morte da mãe eram só os dois
um laço feito de silêncios e cuidados mas ali Sob a Luz fraca da lâmpada algo mudou ele se levantou alto e imponente E ela sentiu um arrepio que não explicava eu te ensino murmurou ele mas para si mesmo e o Tom era um convite perigoso Larissa engoliu em seco o cora disparado dividida entre o choque e uma curiosidade queimava o cheiro de terra mada P Jan misturado ao dele suor caça e algo másculo que a deixou tonta ela sabia aquilo era erado mas seus olos traidores desceram pelo peito dele aberto na camisa desabotoada tá falando
sério pergunt desafiando ele sorriu um canto da boca subindo vem aqui que eu te mostro e ela quis Larissa Ferreira levava uma vida simples em Patos de Minas entre o va da feira e tardes ajudando o pai carlos na venda de milho e mandioca na praça central aos 2 anos ela era o tipo de beleza que fazia os caras do bar da esquina assarem mas nunca ia Além disso tímida desajeitada ela travava diante de qualquer cantada voltando para casa com as bochechas ardendo de vergonha Carlos viúvo há 10 anos era seu Porto Seguro um homem
duro de mãos calejadas e jeito direto que ainda chamava a atenção com seu corpo firme de quem trabalhava na roça eles dividiam a casa pequena de taipa entre conversas sobre o tempo e o silêncio das Noites Quentes Larissa gostava daquela rotina mas às vezes sozinha no quarto olhava o teto e sentia um vazio que não explicava queria mais queria sentir o que as amigas contavam sobre beijos roubados e noites de paixão Carlos percebia isso nos olhares dela no jeito que ela se esquivava dos rapazes você é bonita demais para se esconder menina ele dizia meio
rindo meio sério enquanto limpava o facão na varanda ela revirava os olhos mas guardava As palavras dele como um segredo até aquela noite de cachaça tudo era previsível até ele decidir que ia mudar isso curta o vídeo e se inscreva no canal para não perder essa história quente deixe um comentário com a palavra milho a noite estava abafada o ventilador zumbindo inútil contra o calor de Patos de Minas Larissa e Carlos estavam na varanda a garrafa de Cachaça pela metade entre eles ela ria de uma história dele sobre um atrapalhado mas o clima mudou quando
ele a encarou os olhos brilhando Sob a Luz do Lampião Você já beijou alguém direito Larissa perguntou direto como um tapa ela engasgou o copo quase caindo da mão pai que isso gaguejou mas ele não recuou tô falando sério você foge dos Macho tudo tá na hora de aprender o Tom dele era firme mas tinha um calor que a desarmou ela quis fugir mas seus pés não obedeceram ele se levantou o banco rangendo e ficou perto demais o cheiro dele Terra cachaça homem invadindo ela vem cá disse a voz baixa quase um ronronar eu te
ensino como é Larissa sentiu o coração na garganta mas algo no jeito dele no jeito que a mão calejada dele roou seu braço acendeu uma Faísca que ela nunca tinha sentido tá louco sussurrou mas seus olhos já estavam presos nos dele ele riu um som grave que fez o corpo dela tremer louco é você não saber o que fazer com essa boca e então ele inclinou o rosto esperando ela dizer não ela não disse depois daquela noite Larissa não conseguia olhar pro Carlos do mesmo jeito ele tava lá na inha cortando lenha com a camisa
aberta o suor escorrendo pelo peito bronzeado e ela sentia um calor que não era só do Sol de Patos de Minas presta atenção menina ele dizia ensinando como mexer o quadril para chamar atenção como jogar o cabelo com graça mas os olhos dele ficavam mais tempo nela do que o normal e ela começou a perceber cada roçar de dedos quando ele corrigia a postura dela cada risada rouca que ele soltava faz o coração dela disparar assim que se faz perguntava ela provocadora e ele respondia com quase Mas pode caprichar mais que soava como uma promessa
à noite deitada na cama de colchão velho ela imaginava ele mais perto o cheiro dele tomando conta e se pegava apertando as coxas de vergonha isso é errado pensava mas o corpo não ouvia ele também diferente mais quieto mais intenso como se lutasse contra algo um dia na varanda ele pegou o copo dela para encher de cachaça e deixou a mão demorar na dela você tá aprendendo rápido demais murmurou os olhos escuros queimando noos dela ela quis perguntar o que ele sentia mas só engoliu seco perdida entre o medo e a vontade curta o vídeo
e se inscreva no canal para não perder o fogo que vem por aí deixe um coment com a palavra quadril o fim de tarde em Patos de Minas trazia um calor denso e na sala da casa de taipa o silêncio pesava entre Larissa e Carlos ela ensaiava um olhar que ele tinha ensinado jogando o cabelo de leve quando ele apareceu na porta a camisa aberta o suor marcando a pele tá ficando esperta disse ele a voz grave parando mais perto do que devia Larissa sorriu o coração acelerado e respondeu Então me ensina mais pai era
um desafio e ela viu o brilho mudar nos olhos dele algo intenso que a fez prender o fôlego ele hesitou mas deu um passo à frente a mão calejada roçando o braço dela de leve você sabe o que tá pedindo perguntou quase um sussurro os olhos procurando os dela ela sentiu um arrepio mas não desviou o olar sei Men A voando fic o ar entre eles carregado eão subro Avan mais diz que eu test diso in o rosto tão perto que ela sentiu o calor dele e por um instante tudo depois foi como se uma
barreira caísse um toque uma promessa algo que nenhum dos dois podia mais negar a noite caiu pesada em Patos de Minas o céu estrelado testemunhando o que acontecia na varanda da casa de taipa Larissa sentia o coração trovejar enquanto Carlos A puxava para perto O calor dele invadindo o espaço dela não tinha mais volta ele segurou o rosto dela com as mãos calejadas polegares roçando a pele dela com uma firmeza que a fez tremer você pediu isso sussurrou ele a voz carregada de algo que misturava aviso e desejo ela não respondeu mas seus olhos falaram
por ela brilhando na penumbra ele inclinou a cabeça o hálito quente contra o pescoço dela e Ficou ali parado como se testasse os dois Larissa sentiu o corpo amolecer as pernas quejando e se apoiou nele as mãos hesitando nos braços fortes dele era errado ela sabia mas o jeito que ele ass segurava parecia certo demais para fugir ele murmurou o nome dela baixo quase um gemido e foi como se o mundo se dissolvesse eles ficaram assim presos num instante que durou uma eternidade a linha Entre o certo e o proibido apagada pelo calor dos corpos
tão próximos quando ele finalmente se afastou os olhos escuros dele estavam cheios de algo que ela não conseguia ler talvez arrependimento talvez mais fome mas uma coisa era Clara o que tinha começado não ia parar tão fácil curta o vídeo e se inscreva no canal para acompanhar essa atenção deixe um comentário com a palavra varanda o sol raiou em Patos de Minas mas Larissa não conseguiu encarar a luz do dia do mesmo jeito ela ficou na cozinha mexendo o café com colher nervosa enquanto Carlos arrumava as coisas no quintal como se nada tivesse mudado mas
tinha mudado tudo a forma como ele a olhou na varanda na noite passada ainda queimava nela um calor que ela não conseguia apagar foi só uma lição repetia para si mesma tentando convencer o coração que batia torto mas o jeito que ele a Segurou o jeito que a voz dele tremeu ao dizer o nome dela não era só ensinar era mais e ela sabia quando ele entrou o cheiro de terra e suor dele a atingiu como um soco e Ela derrubou a colher no chão tá tudo bem perguntou ele os olhos fugindo dos dela pela
primeira vez tá mentiu ela mas a voz saiu fraca o silêncio pesou cheio de coisas que nenhum dos dois ousava dizer fora da casa a vida seguia o som do caminhão de leite os vizinhos gritando Bom dia mas dentro deles algo estava quebrado Larissa pensava no que ia acontecer agora fingir que nada Rolou ou encarar o que crescia entre eles Carlos pigarreou saindo rápido demais e ela ficou ali sozinha com a culpa e a vontade brigando dentro dela S moo o que tinha acontecido na varanda pairava entre eles como uma sombra que ninguém queria nomear
ela pegou uma Pedra Lisa jogando na água e viu os círculos se espalharem igual aos pensamentos que não paravam queria ele de novo o toque dele o jeito que ele a fazia se sentir viva Mas sabia que cada passo a mais era um risco que podia destruir tudo e se alguém descobrisse e se Rafael o cara novo que apareceu na feira e a chamou para sair visse o que ela escondia nos olhos Carlos voltou quando o sol já tava se pondo parando a poucos metros dela a gente precisa conversar disse ele a voz firme mas
com um tremor que entregava o medo ela virou o rosto o vento bagunçando o cabelo e perguntou sobre o que pai ele não respondeu logo só Ficou ali os punhos cerrados o silêncio era a resposta ou a pergunta Será que iam parar ou será que iam se fogar de vez naquele Rio Proibido curta o vídeo se inscreva no canal e deixe nos comentários se quer mais histórias assim quer que eu crie uma nova história se sim começaremos do zero com uma nova sinopse