Um minuto a gente já tá rindo com ele. [risadas] >> Sargento Castro. >> Ô, mano, vou me dar bem aqui, viu? Porque os cara é da zoeira, mano. Aqui >> é aqui, né? Aqui, né? É minha cara. O pessoal é da zoeira, mano. >> Exatamente. Para aí, ó. Para quem diz que [ __ ] a polícia é sempre. A polícia não, não. Então, o cara também >> quando precisa ser sério, né, cara? Quando precisa. É que eu eu acho que a polícia hoje tá não tá tão séria como deveria ser, cara. >> Como deveria. Tá
muito. É uns policial gravando TikTok aí. [ __ ] irmão. Aí >> aí perde a resposta diante do ladrão, né? >> Quando eu fui, quando eu comecei no no no mundo aí de de podcast, aí os caras falou assim: "Mano, manda umas fotos pra gente". Falei: "Que [ __ ] de foto, cara". [risadas] Eu lá no meu tempo era Você tinha que tirar foto, era aquele filme de 36, 24, aí você tinha que mandar revelar, você entendeu? >> Aí [ __ ] como é que eu ia ter foto, [ __ ] Não tenho. Vou buscar,
não tenho, [ __ ] [ __ ] >> mas você fez muita foto de bandido e camisa, né? Pode, pode sim. >> Foto de bandido e camisa você deixou muita, né, >> cara? Muit. [risadas] Graças, >> fez mais camisa que a nunca fui covarde. Eu nunca fui covarde. Mas o cara que trocou tiro comigo, infelizmente, >> deu dinheiro pr gráfica, família. >> Foi dessa. [risadas] É os caras que faz camiseta, se deram bem, cara. >> É que no meu tempo não tinha nem mais nem isso, né, mano? Hoje em dia que essa frescura de ah
põe camiseta aí vai lá no velório do cara umas motos empinando no velório do cara cortando gilo, cortando giro. Giro no veló do car. >> Se eu tô se eu sou morto lá levantar falar para com essa [ __ ] aí [ __ ] >> então eu presenciei uma história sargento, que uma vez tava tendo blitz, né? Um cara parou de moto. >> Ô, nem cumprimentei o Eric >> aí o Beleza, meu irmão. >> A gente a gente tava numa tava numa blitz, né? Aí o cara chegou de moto, aí o policial parou assim, um
motor taxi aqui, tal. Aí não olhou o documento, tá tudo certo. Só que o cara com o o Capacete no cotovelo. Aí o cara ia arrancando, pensando que ia passar de boa. >> Não, mas ele tava com o capacete na cabeça e outro no cotovelo ou não? Ou o da cabeça tava no cotovelo. >> Ele parou, tomou o baculejo e botou no o capacete no cotovelo. Tava na cabeça, botou. Ele ia saindo com capacete no cotovelo. Bacijo. >> Pera aí, pera aí. Aí botou capacete na cabeça dele. Foi assim, ó. Lugar de Capacete [risadas] é
na cabeça. Uma parecida. Eu tenho uma parecida. Uma vez tava eu e o meu parceiro ali patrulhando ali na na zona leste. Aí pá, aí daqui a pouco eu olho o cara com o capacete aqui assim, ó, aqui para trás, sabe? >> Sim. >> Como se fosse um >> porque o cabelo dele tava espetado aqui. Eu acho que ele tinha acabado de cortar e ele não queria zoar o cabelo. Tecladista do do radial leste. [risadas] >> Tem um tecladista aí que usa o Rogério. Isso aí tá o capacete aquecendo. Aí pau, deu um piau, né?
Ele encostou, aí tirou o capacete, falei: "Porra, mano, você não prendeu a usar capacete ainda?" Meu parceiro falou para ele, né? Aí ele falou assim: "Não, senhor". Aí eu falei: "Bah, você quer?" E o cara era assim, alemãozão, loiro, né? Falei: "Você quer o qu? O cara vai estragar o cabelo do Johnny Bravo." Aí homens, daí ele começou a rir. Nós começamos a rir Também, aí acabou a abordagem. Aí eu peguei, coloquei o capacete tem que ser assim. Eu falei a mesma coisa. Coloquei, de aquela esfregada assim, eu falei [risadas] e aperta aqui embaixo aqui
na que d aquela puxada aqui que da hora que que ele foi embora, ele não conseguiu nem desist, [risadas] >> nunca mais sorriu e foi embora. Então, [ __ ] mano, isso daí é orientação. >> Orientação, né? >> O policial deu deu uma orientação para ele. É que nem esse outro aí. >> Sim. >> Ele nunca mais vai esquecer que a [ __ ] do capacete é na cabeça. >> É na cabeça. É isso aí. É, já tem então um aviso para você que é motoqueiro aí. Ah, vou fazer uma pergunta. Como, antes da gente
começar de fato, tá só nos bastidores, como é que a polícia deve tratar aquele cara que fica dando, cortando o giro na moto? >> Eu tenho um ódio disso mortal. Eu também. >> Todo, todo cidadão de bem tem ódio disso >> todo cidadão de bem tem ódio disso. >> Quando eu tenho uma história, né meu? Quando eu tenho uma história para contar esse negócio de cortar giro, principalmente no final de ano. >> Cara, perguntar isso agora você. Por que que tem essa cultura aqui, cara? Isso daí sabe o que que eu vou te explicar pra
você? O cara ele ele ele tira o Escapamento e ele fica cortando de giro. Por quê? Porque o cara é corno. [risadas] O que que acontece quando ele vai chegar na casa dele? Ele tem que chegar fazendo barulho com o cara que tá na mulher dele parazar. É isso. >> Já começa por aí. Segundo que é maconheiro. >> Maconheiro também. Sempre, sempre. Aí uma vez eu tava na minha casa ali, os cara subia 20 motos que nem uns louco. Você não vê uma uma menina na moto? Nada. É só cueca. >> Só cueca, irmão. Só
cueca. E agora eu não sei o que acontece com com isso, com os cuec agora os caras tá andando na moto agarrado no outro >> agarrado. Você nunca viu que nem mulher sen aconteceu. Eles pegaram o amante da mulher e estão levando para dar uma volta. >> Pode ser. [risadas] >> Aí o cara já já comeu a mulher dele tá Dando dele também. >> Aí os caras fica aqui agarrado aqui. Cara, >> meu Deus, >> pode ser meu filho, irmão. Se eu for levar na moto, ele vai, eu falo: "Segura nessa [ __ ] que
tem aquela [risadas] vem segurar em mim não, caralho." [ __ ] mano. Entendeu? Aí os car, aí eu tava lá na minha casa e os caras, aí minha, minha minha mãe mora no sobrado, né? E minha irmã ela é eu de saia, né, mano? Sim. >> É, ela é violenta também. Ela é violenta. É da polícia também. >> Não, >> ela ela é enfermeira, [risadas] >> você imagina. Enfermeira, né? Então, aí beleza. Aí ela lá de cima, ela os cara passou, ela jogou um balde d'água nos cara, tipo para fugentar, né? >> Sim. Aí os
caras foram embora, voltaram aquele monte, cara, e parou na frente da Minha mãe, ficou tipo pá. >> Aham. >> Aí ela deu um grito para mim, eu tava lá em casa, saí. Quando eu saí, não, ela falou assim, ó, os caras tá aqui na frente aqui, tá, tá perturbando, tão querendo entrar aqui na casa da mãe. Eu falei: "Es um pouquinho". [risadas] Eu tenho eu tenho uma amiga minha lá que o apelido dela é calibre 12. >> Apelido direto dela é calibre 12. Aí eu Saí na porta. E o bom da calibre 12, para quem
tem a calibre 12, não é você deixar ela já com uma na agulha, porque o impacto psicológico dela é quando você plá plá, entendeu? É esse impacto. Aí eu saí da porta da minha mãe assim, placela. Falei: "Quem é que o louco vai vai tirar de giro essa [ __ ] aqui, mano?" Aí parecia quando você abre a tampa do bueiro, as baratas, né, meu? >> Foi o Moisés de maloqueiro. Foi mais ou [risadas] menos. Aí eu Fiquei lá na porta assim com uma pistola na cinta e a calibre 12 na mão e eles ficaram
passando lá embaixo e tipo me ameaçando. Ah, vamos aí >> de longe, né? De longe, longe, de longe. Todo mundo é bai longe. Aí eu peguei porque tudo tem um procedimento, né? >> Sim. >> Liguei o 90, >> tentei ligar o 90, 90 atendo. Aí eu liguei na companhia, ah, atendeu uma cábula lá. Tudo bem? Falou: "Sú, tenente Caso, tudo bem, minha querida". Eu falei: "Tudo bem, seu sub que tá acontecendo? Estou precisando de um apoio". Falei: "Tô rua tal, número tal, tá? Eu tô aqui na frente, na esquina da minha casa, com a calibre
12 na mão [risadas] e os caras tava de moto aqui, estão me ameaçando. Então você me pede, por gentileza mandar vi. Falou: "Meu Deus do céu, tu mandou uma viatura agora". Aí não deu 5 minutos, eu já escutei a sirene da viatura. Aí colou Três viaturas, uma sargento novinha. Oi sube, tudo bem? Eu com a calibre 12 na mão. Falou: "Fica tranquilo, isso daqui é documentado, tudo certinho." Aí ela falou o que tá acontecendo? Falou: "Ó, expliquei para ela, né?" Falou: "Os caras estão passando me ameaçando". Ela falou assim: "Ai, sube". Sabe o que que
é? Eu não posso deixar uma viatura aqui à disposição do senhor. Falei: "Mas quem pediu uma viatura à minha disposição? Eu só quero que você anote no seu relatório Aí, ó. Subtenente Castro solicitou apoio. Pronto. [risadas] Porque eu falei para ela, a hora que eu deixar os corpos aqui no chão, primeira [risadas] coisa que vão perguntar para mim, você pediu apoio? Eu falo, a viatura tal anotou lá. Pronto, já era, irmão. E foi a paz. Foi paz. Aí esse ano aqui, isso aí faz uns qu anos. Esse ano eu comprei uma espingadinha de chumbo. Chumbinho,
né, meu? Boa. >> Dá para tirar, né? Dá para você passar. >> Dá tirar de boa. Dá para tirar, [risadas] >> passar vontade, né? 12. Passar vontadeada de cho. Mata macaco. [risadas] Perigo para você. >> Olha quem fala alemão. [risadas] Perigo que eu não isso [risadas] aí não. Esse programa aqui, sargento, tem uma disputa aqui de quem é mais negro, quem é mais branco. Ele sa diz que eu sou mais preto que Ele. Sagito. Vamos ser honesto. Bateria. Eu [risadas] batia nos dois. [risadas] Não, mas tem que você mais quer bater um só se tem
duas mãos, né? [risadas] Que doido. Duas pernas também. Chute no vácuo [risadas] comelhado, né, mano? É savam. >> Se o polícia ficar tetraplédico, ele dá na cabeçada. [risadas] >> Modida. importante. Eu falo pros caras hoje em dia que a gente tava falando negócio de polícia que eu falo que hoje em dia a polícia tá tá meio Mas não é cara, é reflexo da sociedade, é atual política, né meu? Mas pô, bom mesmo era no meu tempo cara, eu entrei na polícia em 1987, >> car, >> quem que tava nascido aqui? S acho que só você,
né, negão? >> Não, pera aí. [risadas] É, >> tava quase nascendo. Tava eu nasci [risadas] no, eu nasci no próximo ano. Mas se eu falar negrão aqui não, não rol não. O senhor vai ver como o chat vai me chamar. O senhor vai ver. >> A gente tem a audiência mais racista de todos os tempos. Exato. >> Então no próximo ano nasci. >> É, então porque geralmente você olha assim pro negrão assim, você fala assim: "Ah, isso daqui, isso daí no mínimo tem uns 85 anos". >> No mínimo uns 85 anos. Eu uso produtos Ivone.
[risadas] >> Tu usa, tu usa >> graxa. Tem [risadas] bandete dele é um fitolante. É bom. [risadas] >> Essa do band é boa. >> Hoje eu tô [ __ ] cara. >> Essa do band. >> Boa. Sagito. A gente tava só aquecendo. Vamos começar de fato agora. É só aquecimento. Que legal. >> O bicho vai pegar. Ainda bem que não vai sair essa do banded [risadas] >> tá gravando já, mas tá em preto e branco por enquanto. O bastidor vai por também. Pessoal vai gravar o o story agora, amor. >> Galera, >> galera, o podcast
começou pegando fogo. Figuraça aqui o sargento Castro. Vamos zoar bastante hoje. >> Vamos >> zoar sem limite, né, >> meu? Já os bastidores aqui já foram esquenta da hora. Já [risadas] que vai ser top, mano. >> Vamos nessa. Não perde chegando no caverna do ogro hoje com o sargento Castro. Tamo junto aí, sargento. A gente vai colocar um vídeo pra introdução e depois a gente começa a desend. >> Demorou. Demorou. É bom que dá tempo do pessoal ir entrando aqui na na live aí. >> Fechado. Fechado. >> É. >> Ai, [ __ ] Pô, eu
gosto de podcast assim, mano. >> É bom com fuler põ [ __ ] de podcast. Chega lá o cara assim, ai como é que é a atuação da Polícia Militar? [risadas] Ah, eu já falou, a gente já aí. Aí eu já quebro o cabo porque eu falo, a gente já chega tocando [ __ ] >> Ó, o cara mano, primeira coisa que eu pergunto nos podcast que eu vou, pode falar palavrão. >> Oxe, >> que eu penso assim, não confio em quem não fala palavrão, irmão. >> É verdade. É verdade. >> O cara que não
fala palavrão e não é o >> sempre escapa às vezes, né? Mas você tenta não falar às vezes escapou. Ah, eu no meu às vezes, essa figura já fez muita gente botar a Mão na cabeça. [música] Uau! Mas não, editor, não é uma rapariga. Hoje conversaremos com o policial apositado, influenciador e sucesso nas redes sociais. Sar Gento, Castro. Isso mesmo, é aposentado, mas como sempre dizem, uma vez polícia, para sempre polícia. Observem no vídeo, ele continua pegando no cassetete e hoje ele se junta no melhor podcast de comédia do Brasil para contar causos, falar polêmicas,
fazer piadas e zoar no melhor Ambiente que ele poderia estar, ou melhor, no pior ambiente que ele poderia estar. Para quem diz que a polícia é racista e que PM significa pega o macaco, ele vem desmistificar essa ideia. Afinal de contas, ele se junta à mesa com muitos negros e não é para interrogatório, é para fazer você rir, não sai da sala, não perde, prepara a pipoca, o refrigerante joga fora a droga, porque hoje teremos a presença de Sargento Castro. Isso mesmo, Sargento Castro no Caverna do Oro podcast. >> Boa, meus amigos. O homem tá
na casa, [ __ ] mano. [ __ ] mano. [aplausos] Vocês acabaram comigo ali, né, mano? Me colocaram [risadas] beijo morango, eu fumando maconha. [ __ ] que pariu, mano. >> Foi o senhor foi dos nomes mais pedidos nesse podcast aqui. >> Sério mesmo, cara. Obrigado. Quero agradecer aí a audiência do do Caverna Do Oro aí que solicitou minha presença, porque senão eles não iam me chamar nunca, >> não. [risadas] >> Nunca eles iriam me chamar. Meu cachê é muito caro. Não é não, meu. >> Exatamente. [risadas] >> Por enquanto tá só na água aqui,
né, meu? Tá bom. Eu já fui em podcast que nem água deu. >> [ __ ] Qual podcast? >> Esse podcast é vermelho em inglês. [risadas] >> Por acaso >> você acertou, miserável. >> Por acaso, por acaso o nome desse podcast usa o nome fake? >> Por acaso o apresentador é o Nilson? >> Exatamente isso que ninguém sabe, ó. Não é só morango que tem nome de guerra, não, tá? É >> o apresentador do RC Júnior, o nome dele é Nilson e ele esconde. É Nilson Masters. Nilson Master. Ah, não. Você tá De brincadeira com
>> Como é que você ficou [risadas] sabendo? Não, mostra por que você sabe disso. >> Eu fui no podcast dele, levei minha esposa, né, para Vou contar uma coisa bombástica aqui depois. Vamos lá. >> Eu fui no podcast dele, a gente ficou 3, 4 horas lá, só deram, deram água nesse dia, mas não ofereceram um biscoito. Fiquei quase 5 horas lá. Não ofereceram um biscoito, um refrigerante, nada. Fiquei lá com minha esposa com fome e aí Quando a gente desce na catraca para ir pro estacionamento, ele passa assim na catraca, aparece lá Nilson, >> olha
só, você não sabe o pior. >> Qual foi? >> Meu nome também é Nilson. >> É, [risadas] vamos mostrar aqui, [ __ ] Vou mostrar aqui ao vivo. Qual que é o nome? É verdade. É verdade. >> Mas seu cas tem uma patente, né, que é Melhor que o nome. Mas a diferença é que eu sou polícia, né, mano? Então você [ __ ] >> Mato, teu sobrenome. >> E você sabe que o eu tenho duas personalidades, né? É o Nilson e o Castro. O Nilson é aquele cara família, cara que pôra curte a família,
pá. E o Castro já é o [ __ ] louca. >> Eu te entendo. >> Já é o polícia. >> A gente aqui também tem duas Personalidades, né? Tem o COro, tem o Mateus, tem o Moreno SP e o e o Wellton Jonathan. E assim a gente vai indo, >> entendeu? >> É, é. Então vai por aí. >> Mas aqui eu já fiquei feliz, já me deram uma água. Exatamente. >> A sua esposa já falou assim: "Eu tenho um energético aí que eu só bebo energético quando eu vou nos podcast, né? Que é muito caro.
>> Energético. É muito caro, né? >> É caro. R$ 10, >> R$ 12. [risadas] >> É verdade. Que geral, é que geralmente a polícia cheira o energético, né? >> Também. [risadas] Eu fui lá naquele eu contra 30 maconheiro, o cara falou que eu era, eh, como é que é? Que era drogado. Usuário de de gasolina. >> Então, >> oxe, >> usuário de gasolina. Eu tô fumando gasolina agora nessa [ __ ] mano. >> Eu todo maconheiro, eu quando andava com maconheiro não ando mais. Amig, >> examigo era maconheiro. Ele dizia que polícia tem fama de
cheirar pó. Isso é verdade ou é mentira? >> Não. Cheira pó. >> Sim. >> Mas pó o que você tá falando droga. >> Pocaína. Você falar que muito policial Cheirava pó. >> Eu seria hipócrita. Eu seria hipócrita se eu falar para você que não existe na Polícia Militar cara que usa droga. Eu seria hipócrita, entendeu? na na a polícia militar ou a polícia civil, ela é o reflexo da sociedade. Uhum. >> Então, se na sociedade existem drogados, na PM também existe pessoas que usam droga. Se na sociedade existe homossexuais, na polícia também, >> tem, [
__ ] Principalmente hoje em dia, >> tem o batalhão da Choquei agora lá. >> Tem, tem, tem que falar, >> infelizmente, cara. Infelizmente, antigamente ele ficava, antigamente era o que você falou. Eu já trabalhei com o cara que ele era que ele era na época a gente não chamava de homossexual, a gente chamava de [ __ ] né, meu? [risadas] >> É vi porque agora agora é é porque os cara antigamente eh fumar era feio, né? Não dá o, né? Era feio e fumar era bonito. Hoje inverteu os bagulhos, né, meu? >> Hoje você vai
fumar os car, ó, você é louco. Ah, e da boga tá de boa. >> É feio queimar o cigarro, mas não é feio queimar o bri, >> queimar o a rosca. [risadas] Mas não tenho nada contra, não sou, tanto é que eu não sou homofóbico, vocês viram aí, né? >> Tá com do seu lado aí, ó. [risadas] >> Ministério Público, eu também não tenho nada contra. Só aviso deixar filmado aqui pro meu advogado usar esse código. >> É, então, [risadas] e eu concretizei isso quando eu dei aquele selinho lá na morango, né, meu? Ah, >>
mas ali também, né? ali também >> não também não. E aí eu tá muitos car falou assim que não viram o vídeo, caramba, hein, meu. Você beijando um homem, mano. Falei: "Você viu o vídeo?" Ele falou: "Não, quando eu mostro o cara olha e fala: "Porra, mas aí também, né, meu? [risadas] Né, cara, >> esse homem eu beij >> é não, esse homem aí né meu pá porque man é tem homem não vou beijar você meu feio para [ __ ] Tem maconheiro aqui, ó, [risadas] né, meu? Agora [ __ ] morango né meu? Veio
lá e outra aí aquele aquela situa eu fico naquela situação, não foi nada combinado. Foi lá No no Ceará que ele já veio aqui, né? Ceará já veio aqui. Um abraço aí pro Ceará, pro Mosca, Jericó lá, o pessoal da assessoria dele que me trataram muito bem lá. Lá me deram coisa para beber [risadas] até demais. >> Saí travado de lá. Saí travado. Cheguei 2 horas da manhã no hotel >> com aquela [ __ ] daquele cartão que não sei para que que arrumaram uma por que não põe a [ __ ] da chave >>
a chave normal, né? Nunca acerta aquela [ __ ] aquele cartão >> é modernidade, entendeu? >> Aí põe do outro lado. O Wellon também sempre se confunde, ele não sabe se o cartão do hotel que ele roubou, [risadas] >> ele fica clonado clonado >> já. Mas não, às vezes na no nervosis mar já coloquei o bilhete único lá já ó, tá vendo? [risadas] Pobre é fogo, né? Pobre >> pô. [ __ ] Você vai de repente levar uma mulher para um motel, aí você tenta Abrir a porta com um bilhete único. É pra mulher deixar
de dar o capo. Car, tirei do [risadas] peg na hora, mano. Você falar isso daí, mano. Porque eu vou falar para você >> o bom de morango que não seca que ela não tem periquite. >> Não tem perqu ela, a morango, quem não sabe da da situação, ela era o o o Emerson Ceará. Pô, quero gravar. falou pro Jericó que não sei se ainda é o Assessor dele, falou: "Eu quero gravar com um travesti". >> Sim. >> Aí o Jericó falou: "Porra, mano, um se vira". O Jericó pegou o carro dele, foi lá na área
lá. Segundo ele, ele falou que o amigo dele falou que os >> Tá bom. Ele não sabia onde era. Sou um amigo dele. Aí foi lá, ficou rodando e procurando, né, meu? Aí ele olhou, viu a morango saindo de um de um comércio, falou: "Pô, é a melhorzinha, Né, meu?" chamou, falou: "Você quer to para fazer um um programa?" Fô: "Tô aqui para isso. [risadas] Não, mas vai ser diferente, vai ser um podcast, pá, pá. Não, tudo bem, você me leva em casa, vou me arrumar, pá, e vou lá." Aí foi, gravou, deu muito bem,
que ela ela é muito engraçada, ela é simpática, pá, gravou lá, ficou legal, pá. E aí o Ceará, naquele na irreverência dele, pergunta: "Pô, qual que é seu mau desejo, né, meu?" Aí falou: "Pô, queria Colocar peito, né, meu, eu não tenho peito, né? Eu queria colocar um silicone, né, mano?" E aí quando acabou o programa, um seguidor do Ceará, que ela não tinha rede social, um seguidor do Ceará ligou para ele e falou: "Manda ela ver quanto fica". >> Caramba. >> Caramba. >> Aí ela viu lá, ficou valor, ele falou: "Fala para ela mandar
o Pix. >> O Travestia esperança. [risadas] Esperança. >> Isso, isso é que tá no lugar certo, na hora certa, né? >> É exvestir esperança. Aí foi lá, pau, mandou dinheiro, colocou. Aí eu [risadas] >> literalmente. Aí eu perguntei, mas o cara e aí? Mas o cara, né? Porque se você banca ali uma uma assistência técnica, né, você tem que lá dar uma conferida. Eu falei, já veio umas três Vezes conferir já [risadas] >> para ter certeza, né? >> Aí eu falei, aí eu falei para ela, falei: "Ih, ih, você quer tirar lá, né, o o
cambão?" Aí ela falou assim: "Não, o cambão é o que eu mais uso". >> Quer falei, >> não se corta as asas de um anjo, né? [risadas] Isso >> aí eu peguei e falei assim: "Pô, sério mesmo?" É, mano. Então, quer dizer, eu Na na ela ela mais uma vez veio de encontro com o que eu sempre achei. O cara quando ele vai procurar um travesti para ter um relacionamento, ele não tá interessado no no [ __ ] né, mano? >> É isso daí. A mulher também tem, >> né? Se bem que regula para [
__ ] [risadas] Travestir o que você mais quer já falar. >> O problema da mulher ela ter mais a conversa que >> então a conversa que é cara, né? Me >> a conversa que é cara. Então aí >> se vier se muda >> não problema da mulher que vem com a mulher. >> É isso. Se você sópre disse que o o o e Deus é [ __ ] é sábio, né, cara? Deus é maravilhoso, mas ele errou. Aí cara, ele [risadas] devia ter feito o homem com pau e um homem com priquita. Mas o homem
que o homem não tem frescura, mano. Imagina se você tem uma priquita. Fala: "E aí?" E aí? >> E aí, negão? embora. E aí, negão? Vamos embora. Aí eu, aí homem, né, meu? Homem com homem eu falar assim, bora come essa [ __ ] [risadas] vai come. Mas come com a questão aí é qual que ia ter periquita e qual que ia ter pau? >> Então tem que ter periquita. >> Quem você acha daqui que teria pau e que teria periquita? >> Quem >> daqui de nós daqui ó, quem você acha que teria pau e
que teria periquita? [risadas] >> É o primeiro. >> Tem mais cara? [risadas] Eu acho que ele tem. Acho que >> e o prêmio Zé [ __ ] vai para [risadas] >> foi fazer o prêmio Zé [ __ ] [risadas] >> cara foi voluntário cara voluntário. Foi voluntário. >> Então, cara, [risadas] porque ele também já fez um erro, né, meu? Porque ele fez a área de lazer perto do esgoto ali, né, >> também, entendeu? Tem isso daí. F muito próximo >> mesmo. Cara, vamos falar uma coisa. Eh, a gente, você pode mandar seu live Pix, tá,
para interagir. A gente vai ouvir o que você queira falar pro sargento CO falar pra gente aqui. Mande seu super chat que a live hoje já começou a 1000 por hora. A gente falou uma coisa que um detalhe que é importante falar, sgento. Ó, >> a gente chamou o peito da morango de Travestir esperança, né? >> Travestir esperança. >> Faltou o teletom ao contrário. Ao invés ao invés de dar uma perna, tira >> para fechar >> para fechar com chave de ouro, né, meu? Mas tinha disse que não deixa, que não permite isso aí. que
ela tira o pito. Ele falou que não deixa que ela tira o pito. Emerson >> é como ela que tem um acordo de de 5000. >> Inclusive o Emerson falou que agora ela É propriedade dele. >> É ele só ele que tá usando sexualmente ali. [risadas] >> É, ele até separou da mulher, né? Deus me livre de fofoca. >> Deus me livre de fofoca. [risadas] >> Polícia não gosta de fofoca não, né? >> Aí a ex-mulher dele falou assim: "Não é que ela tem uma coisa que eu não tenho, né?" Então, exatamente. Dizem que é
é aquele negócio, é assim, eu não sou adepto, >> é, não sou adepto, não tenho nada, foi um amigo que contou, eu não tenho nada contra, não sou eh, [ __ ] é, [risadas] é homofóbico, sim. Não sou racista, velho. Eu sou, eu sou aquele assim, o cara faz com o boga dele o que ele quiser, você tá entendendo? E pô, eu eu sinto falta assim, igual aqui eu vi legal que vocês zoa muito com com não é com racismo, né? Com a cor da pele. >> É com racismo. [risadas] Ele vai ver os Então,
antigamente a gente a gente tinha isso na escola, né, cara? Era uma zoeira saudável, cara. Sabe você chamava o cara de apelido, o cara ficava [ __ ] porque aí é que o apelido pega, né? Aproveitando pessoal que você castra aí, manda esse live pix com os melhores apelidos da época de escola pro seu amigo negão. Manda aí pra gente ouvir. Examente. É, a gente na época, eu na escola o pessoal me zoava muito, ele no zoológico, os outros macacos [risadas] Perturba o mais branco, >> o mais branco ficou é o mais branco do [risadas]
falou isso daí. Velho, tu é tão, tu é tão preto que não usa lógic macac branco falando falando jala do gim [risadas] mais falando >> qu os macacos fal quem esse negão ent aqui [risadas] os macacos cham de maca >> ele chegava os macacos guardava carteira [risadas] >> de respeito para guardar de respeito >> [ __ ] mano os cara de respeit se você chegar o pessoal se proteger se guardar >> é respeito É, a gente a gente entende isso daíão. A gente entende. Fica tranquilo, >> sargento. A gente vai ter uns quadros aqui, mas
antes vamos ouvir os primeiros live pics que o público sempre manda mensagem. Já tem já. >> Vamos lá, Eric. Eu vi o que o público Tem a falar. >> Abordado da ZL. >> Abordado da Z. >> Um áudio, só que não não vi o áudio. >> É o telefone roubado, né? >> Roubado. >> Bloquearam bem na hora que ele [risadas] tava mandando. >> Bloquearam. Bloquearam. >> Bloquearam. Vamos para mais outra. Outra pessoa aqui. >> Rouba o telefone para mandar. >> Tá passando. Mandou um áudio de 40 segundos. >> Ele mandou um áudio em 40 segundos,
mas tá ruim o áudio. >> Ó lá, >> cara. O cara veio com com o tema do programa, guardou e gravou no rádio da polícia. Você viu lá já no momento que ele tava sendo, eu acho que na hora que ele foi gravar P abordaram ele. Estão abordando [risadas] ele agora. Ó lá, ó. Estão abordando ele. Tá demorando. >> É verdade. Agora sim. E sargento. Eu nunca tive muito agora. >> Cabo Bruno mandou R$ 10. Fala, Castrão, tu mandando essa mensagem aqui do inferno. O diabo tá muito orgulhoso de todo o seu tempo de trabalho,
viu? Um dia nos vemos por aqui. >> Boa. Como é que é o nome dele, Eric? >> Cabo Bruno. >> Cabo Bruno. [ __ ] mano. >> É alguém que já morreu. É, >> não. O Cabo Bruno era o matador da PM Que tinha, né, mano? Cabo Bruno. É, matou [risadas] gente pr [ __ ] >> Matou muita gente, cara. >> Mas um herói nacional, hein? >> Herói nacional. Matou muito vagabundo, cara. E ele falou o negócio de de se encontra no inferno. Cara, eu tento enquanto a minha existência aqui, eu tento retardar a minha
ida ao inferno. >> Porque é isso daí? >> Faz o seguinte, coloca a mão no coração e fala assim: "Senhor Jesus, te aceito Como meu Senhor e Salvador". Pronto, tá? >> Eu aceito ele todo dia, irmão. Todo dia. Quando eu vou dormir eu agradeço pelo dia. Falou: "Ô Jesus, [ __ ] >> estamos junto, >> estamos junto. [risadas] Eu dei de pisada na bola hoje aí, mas dá aquela relevada. Não, e eu peço sempre para ele, toda noite eu peço para ele falar assim, ó, se eu trombar com o inimigo, dá uma força, dá aqueles
10 segundos Para mim e vira de costa. Deixa que eu trabalho, deixa [risadas] que eu faço. Você tá aí até hoje, né? Então, >> tô aqui contando. >> Deus tem o seu preferido. >> Tô aqui contando história, irmão. [risadas] É porque muit eu vou falar, valorizem um policial veterano, né? Numa profissão que morre muitos jovens, cara. >> Muito jovem. >> Morre muita gente jovem. Perdi muitos amigos jovens, né? Agora há pouco tempo Aí nós tivemos a uns dias atrás a morte daquele policial que foi intervir lá numa fuga de atropelada e a outra moto bateu
na cabeça dele. Um moleque novo, é a mulher grávida de 9 meses, entendeu? E pô, infelizmente é uma profissão que você eh tem um juramento de você dedicar sua vida para defender pessoas que você não conhece, entendeu? Então, quer dizer, a gente tá aí, a pessoa fala: "Pô, mas você foi lá e fez o juramento, mas eu não quero morrer, [ __ ] Eu fiz O juramento porque faz parte, né? Mas morrer eu não quero. Se for para chorar que chora a mãe do vagabundo. Ô, ô, gente, lá lá no no interior de onde eu
venho, cara, quando morre o policial, meu irmão, tem certeza que tem troco? >> Tem não. Antigamente era assim. Antigamente a gente tinha esse, cara, morreu um policial, a gente não não eh ia no velório do do policial sem promover o velório do inimigo. >> Que da hora. >> Era era assim. E e era sempre com uma taxa maior, né? Com juros [risadas] que era sempre com juros. >> O cara morria sem o [ __ ] >> Era morreu um policial, a gente colocava aí mais uns 10 aí na conta, né, meu? >> Na conta. É
de promoção, né? Promoção, promoção. Black, [risadas] >> cara. Aí o pessoal fica, você até falou um negócio de de negro, aí fica aqueles mimizento aí falando assim: "Não, mas a polícia ela mata muito pobre e preto meu Irmão, se eu tô trocando tiro, eu vou escolher? Olha, não, eu vou matar aquele ali, aquele branquinho aqui. Não vou matar o preto." Não tem ideia essa, meu irmão. O cara atirou no polícia, ele vai morrer. Você não interessa se ele é branco, preto, pobre, amarelo, é cor de rosa. >> Coincidentemente a maioria é preto, né? [risadas] Porque
o Brasil também, né, velho? [ __ ] qualquer esquina aqui parece aqui Parece a África, [ __ ] [risadas] >> Qualquer esquina você tromba um. Eu mesmo, meu eu mesmo, meu avô é negro, >> nenh descendência. >> Era, né? Porque eu matei também. [risadas] >> Exterminador. [risadas] >> Eu eu não eu não eu não peguei assim a cuts, né, meu? Mas eu ten Você falou graças a Deus. Não, não, não, não, não, [risadas] não, não. Ia falar assim: "Graças a Deus eu tô vivo, né?" Porque Ele falou assim: "Poque ele falou assim: "Não, matou seu
avô". Falei: "Graças a Deus eu tô vivo". Mas eu não assumi a Cuts >> Sim, [risadas] >> mas eu assumi outro outro eh, vamos dizer assim, outro característica. >> Outra característica, né, >> cara? que infelizmente eu não vou poder mostrar aqui para vocês. [risadas] >> 99,9% da Polícia Militar é pobre e de Comunidade preta de preto. >> É o sonho do do oprimido é ser opressor, né? [risadas] >> O sonho doido, o sonho doida ser que não sabe, deixa eu apresentar. Esse aqui é o nosso filósofo. >> É o filósofo >> Olavo de Carvão. >>
Contemporâneo. [risadas] >> Olavo de Carvão. Contemporâneo. >> Contemporâneo. >> Exatamente. Ele é o nosso filósofo. Ele aqui é o mais preto, mas é o mais racista. >> Sim. >> É o representante da extrema direita. >> Pô, é eu tinha um cachorro, um um pin um pincher que ele era preto, mas ele tinha um ódio de preto, cara. [risadas] >> Tinha um carteiro lá que ele não podia chegar no portão, cara. Aquele que tentava avançar. Ah ah. Estraçaron o Cara. Éé, meu >> meu. Como é que pode, né, cara? Sabe os perigos, né? [risadas] Sabe os
perigos, sabe os pontos de vista, sabe? Intenções, >> as intenções, né, mano? >> Isso, é isso. >> Vamos para mais live Pix. Vamos lá, Eric. Eu vi o que a galera tem a dizer. Eita, >> urso branco mandou R$ 50. Fala, caroço de graviola, quero te desejar os parabéns pelo novo filme que você vai estrear dia 29 de janeiro. Combina muito o gênero de terror com você. Você é feio demais. tá me devendo R$ 70. >> [ __ ] mano, o o urso branco, ele é tão racista que ele faz questão de dizer que a
cor dele é branca. Vivo aí, mano. 70 conto, man. >> Eu acho que foi algum live p que a gente não leu. >> Você pode ser. >> É, aí eles falam que eu tô devendo. Um abraço. Vocês pelo menos de 50 não tô te devendo, né? >> E o caroço do que que ele falou? >> Caroço de graviola ou de jabuticaba. Não foi >> graviola mesmo. >> De graviola que é preta, [risadas] vagabundo. Todo dia é um apelido novo, você não aguento mais. Os cara me chamava de Peito do pé de Pedro. [risadas] >> Peito
>> do pé de Pedro. Porque aquele trocado, né? O peito do pé de Pedro é preto. Aí os caras ficam me chamando. >> São bom de vagabundo. Mais live aí, por favor. Ericão. >> Felipe Souza mandou R$ 10. Sargento, bom dia. Qual seria a sua reação se abordasse um maconheiro safado com tatuagem no pescoço que faz o L? [risadas] >> [ __ ] coisa boa para bater, mano. >> Era um antigo membro desse canal que saiu daqui. >> Era, >> era >> não é meu, é assim, funciona assim. A polícia ela é um democrática, né,
meu? Se você aborda o cara e o cara >> é preto, >> não, qualquer cor. Você aborda o cara e o cara te te é é educado ali, né, meu? Respeita. É de boa, irmão. Eu falo Assim, eu nunca cheguei na casa do pessoal fala assim: "Ah, CP a polícia era era violenta. Era, [ __ ] mas só que a gente a gente deixava o crime ali, né, no lugar dele, entendeu? >> Deixava o crime no lugar dele. Agora eu nunca cheguei numa porta de uma casa, bati lá na mulher, abriu a porta, falei: "Marido
a senhora tá aí, tá, tá sentado ali no sofá, traz ele aqui que eu vou dar um pau nele." De graça, né? Nunca de graça. O cara que apanhava, o cara que Tomava um um couro, era o cara que forgava, meu. O cara folgava. Você, ó, é simples. Eu ensino paraos meus filhos isso. Por isso, chegou, parou, para, levanta a mão, levanta a mão, põe a mão atrás da cabeça, entrelaça os dedos. Cara, obedece o que o polícia tá falando. Mora onde? Rua tal, número tal, trabalha? Trabalha. Cara, é simples, cara. É simp que que
o cara fala: "Ã, sou trabalhador". Eu perguntei se você é trabalhador. [risadas] Perguntei e Outra, o cara fala: "Ah, eu sou trabalhador como se fosse uma coisa do outro mundo. É sua obrigação, >> seu pau no cu. Cu de apertar linguiça. >> O linguag já influencia, tipo, o cara chega falando gíria, tal, essas coisas >> também. Também. Ô tio, tio. Ah, mano, [risadas] tio não, Di. Abonei o cara, o cara falou assim, ó. Não, [ __ ] Falei car [risadas] assim. Aí tá apanhando até agora, >> mano. Aí quando ele falou, ele deu aquela, >>
eu falei: "Do que que você me chamou?" [risadas] >> Aí você >> a boca salivando já. >> Não, senhor. Sabe o que que é? É, é o jeito que a gente trata com com os amigos. Falei: "Eu sou seu amigo". [risadas] Eu não sou seu amigo, cara. Aí eu já peguei no grugumilo dele, já crolei na parede assim, ó. Falei, vou conversar Com você de novo. Se você falar de novo isso daí, eu vou arrebentar você. Beleza? Ainda deu uma chance para ele. Aí quando eu soltei, aí ele virou. Ah, não. Ele ficou de boa.
O grugumilho é aqui, né? [risadas] >> Grugumilho aqui na grugumilo. Aqui você você pega ali, você fala: "Você entendeu?" Aí ele não consegue falar, né? [risadas] Eu soltei. Ele falou assim: "Aí m a mão para trás, vamos conversar de novo." Qual seu nome? Aí ele desenrolou legal, entendeu? [ __ ] mano. Ah, pelo tem uma boa educação, [ __ ] É. [ __ ] Sei o qu, ô [ __ ] Ô meu, >> pô, eu lembro, ó, na Bahia, cara, a polícia da Bahia pode, o pessoal critica, >> gosto da Bahia, >> cara. Os cara
bate, hein? Os cara bate. >> Ó, eu ia trabalhar naqueles carnaval da Bahia de [risadas] >> graça, ó. Eu pagava a minha passagem de De [risadas] a minha alimentação só pros caras me escalar ali. Car, >> sargento. É aquele negócio, a polícia da Bahia tá carnaval, >> boa. >> Vê os caras passando, velho. Parece Moisés no Mar Vermelho. Abre assim, ó. Pá aí, passa a filhinha. Cara, não importa se você é menino, adulto, homem, men. >> Democrático, irmão. É democrático. Bate Todo mundo. >> Castete. Os caras chama de Fanta, né? >> É. >> Os caras
chega na costela assim, ó. Pei, o cara já acorda assim, rapaz. É incrível >> aquilo ali. É, é [ __ ] para mim, sabe? Enche meus olhos ali. [risadas] Eu fico al vejo ali o respeito que o povo tem pela polícia. Cara, >> eu acho que acho que eu vou tentar uma nova profissão aí >> se não tiver sobra. [risadas] E cara, e >> porque eu pensa bem, a população ela paga o imposto dela que é pro polícia bater no vagabundo, irmão. Se fosse para fazer carinho pagava as [ __ ] >> É para isso
que eu pago. Você [risadas] tá entendendo? >> É verdade. >> É, [ __ ] >> Quem faz isso é a Globo, né? Polícia que >> a mança vagabunda é a Globo, >> cara. Em São Paulo eles tinha que dar um dar um bônus no Natal e novo pro policial bater nesse filha da [ __ ] de moto, cara. >> Ó, eu gostava quando os caras fala assim, ó. O tem uma história de um racha. Tem, opa, tem uma história de um racha. Você tá tomando meio energético? >> Não é do seu aí para tomar. Mas
você acabou de tomar ele. Ah, não. Você tá tomando aquele ali. Ah, bom. Preciso estar tomando o meu, cara. [risadas] Ele procurando o motivo. Ele procurando o motivo. É assim, é assim que acontece na abordagem da rua. Como é que é? Que que é isso aqui? Que que é isso aqui? O seu bolso? [risadas] O que que é isso? É assim que acontece. Você vê que tá no sangue de não consegue se controlar. [risadas] Mesmo aposentado. Ele começa a sair da polícia, mas a polícia não sai de mim. Mesmo aposentar. Como é que é? Como
é que é? Os caras [risadas] falam assim: "Ô mano, deixa a barba crescer pá, o cabelo crescer." Aí eu a sentiu falou: "Sou polícia, [ __ ] >> É, não sou >> é cabelo assim, ó. Cabelo assim, não tenho barba, faço a barba até hoje." >> O cara que você prendeu há 20 anos atrás nunca vai esquecer de você. >> Nunca. >> Nunca. >> Quem apanha nunca esquece, irmão. >> Quem bate esquece, mas quem apanha não Esquece. >> Ah, mas você deve ter dado umas surras aí que você lembra até hoje com prazer. Fala a
verdade. >> Ô, eu ia contar agora. [risadas] >> Sabia? Sabia. Ó, racha na vila Matilde. >> Quem já morou na zona leste aí sabe. >> Você mora perto? Ali naquela, naquela onde tem o desfile de carnaval ali do lado ali em frente à estação tem a radial aqui. A parte de baixo chama Alvinópolis. Lembrei. Rua Alvinópolis. >> E ali rolava um racha ali, né? Os caras tiravam racha. E e tem um viaduto da da da Vila Matilde ali, né? >> E o pessoal que ficava assistindo ficava em cima do viaduto vendo os cara rachar ali,
né, mano? E uma vez a viatura tava no patrulhamento passou, os caras jogaram uma pedra em cima do capu da viatura. Graças a Deus pegou no capu, não pegou nos policiais. Aí correram pinote, né, meu pá. Aí passaram a situação porque danificou a viatura, Patrimônio público, polícia tem que fazer um relatório e tudo. Aí chegou na mão do coronel, o coronel chamou, na época eu tava na na força tática, né? Não chamava força tática na época, chamava tático móvel. Aí tava no tático móvel. Aí o coronel falou assim, ó: "Eu quero que acaba com aquele
racha. Sim. >> Aí o tenente que era o o comando, ele falou: "Ô, o coronel, só tem um jeito de acabar". E falou: "Eu não interessa o que vocês vão fazer, eu quero [risadas] Borracha". Aí o falou assim: "Beleza, deu carta branca". Aí ele chegou, reuniu-se, tinha umas cinco barcas, né, da da do tático móvel, falou assim, ó, vamos acabar com racha. Aí nós, né, ô tenente? Mas para acabar com o Rach, ele falou assim, tá liberado, [risadas] meu amigo foi a mesma coisa que jogou o pinto no lixo. Falei: "Ô, maravilha, mano". Aí fomos
para lá salivando, né, meu? Aí já fizemos a a estratégia. Estratégia, né, meu? Vem uma por aqui, Outra por aqui para cercar o galo. >> Estratégia se bate assim ou se bate assim. Você [risadas] vai, porque a nossa num racha, quando você vai combater um racha, a intenção não é o pessoal dos carros, porque os carros quando vê a viatura, eles vão pinotear e vai embora. O os caras só tão lá para rachar, para tirar racha, porque tem plateia. >> Se não tiver ninguém para assistir, car ficar aqui um idiota gastando Combustível, ele quer se
amostrar, né? >> Fica a dica aí, o pessoal do racha aí, ó. Como você evitar. >> É, aí não tem. Fomos para lá. Aí cercamos o galo, né, meu? Cercamos o galo e descemos a borracha, meu irmão. Mas descorracha assim, com fé e vontade, meu irmão. Olha, aquele dia foi uma realização da minha vida. [risadas] >> Ele fala todos os anos de polícia no públsto, né? >> No público tava assistindo, ó. Até ó, isso daí, pô, eu entrei na PM87, isso daí foi por volta de 95 por aí, na década de 90. Eu contei essa
história nos podcast direto os caras entram no meu no meu Instagram e fala: "Sargento, eu tava lá, [risadas] apanhei para caralho". Com orgulho, né? Orgulho, cara. >> Nada melhor pro fã de corrida ficar igual a chumaker, né? >> Não é não. [risadas] [ __ ] man. Batemos. E aí nós vimos que pessoal que tava em cima aqui do viaduto sumiu muito rápido, cara, né? Tava acabando o as pessoas pra gente bater, né? >> [risadas] >> você aquela. >> Aí eu falei pro pro tenente, falei: "Che seguinte, pro sargento tava com a gente, eu era soldado."
Falei: "Ó, v, aqui tem uma uma escada que sai na Alvinópolis do Viaduto sai na Alvinópolis". Eu falei: "Os caras estão correndo por ali, então vamos descer". Aí nós descemos e eram na na escada tinha no final da escada e você saía já na rua assim na na Alvinópolis, né? Nós colocamos, se posicionamos, né? Um aqui, outro aqui na saída. >> Sim. Então só escapava de apanhar quando o cacetete tava voltando. [risadas] Mas aí nós fizemos um esquema de assim, eu bato e você levanta. Meu >> fizemos aquele maior >> pinball [risadas] >> e arregaçamos.
>> Estamos aqui hoje com o maior inimigo do Toreto. >> Não sei se o Toreto tivesse lá apanhar todo mundo, irmão. Aí arregação. >> Eu acho que ela era fã que deixou os cara igual Pa Walk. [risadas] Ô, acabou, irmão. Acabou. >> Não sei se tava veloz, mas furioso eles ficou depois de apanhar. [risadas] >> Não, não, eles eram velozes, nós eramos furiosos. >> Cara, para quem mora em volta desses lugares é um inferno, cara. >> Inferno, irmão. É que nem, é que nem esse. Eu, eu antigamente eu falava baile funk, mas eu não falo
mais, eu falo fluxo, porque um baile fun, o funk fun ele é um, ele é um ritmo de música, né, cara? E tem funk que, [ __ ] é, é assim, Eu eu não conheço nenhum bom, né? Mas assim, >> mas deve ter por aí. Claudinho bochecha é funk, >> cara. Agora agora tá tá tá em alta esse negócio de fluxo aqui em São Paulo que só tem mongoloide, pô. Só mongolo >> tu vê só tem mongoloide. Você sabe que tem uma tal de de tábua, né? Você sabe o que que é isso daí? Que
é isso? >> Você não sabe >> não? >> Os cara fica sentado, pega uma um banco comprido assim, os caras fica sentado, né? Tira a parte de baixo, auma, caceta e as meninas vem sentando. >> Ah, sério? >> Sério, irmão? Sério. E aí ela engravida e ali tem 10 caras na tábua. Quem quem foi? Quem é o pai? Aí registra e põe lá pai tábua. [risadas] >> Tem isso daí. Então quer dizer é um meu é é é uma >> pô. Uma baixaria absurda, cara. E isso Daí? Esses fluxos aí, o que para quem que
é esse bom esses fluxos? Pro traficante, irmão. >> Porque o traficante ele vai fazer o tráfico dele de droga lá tranquilo. Então você que tem um filho e ele fala: "Mãe, eu vou no fluxo, não deixa ele ir. Não deixa ele quebra ele no pau, não deixa ele ir". Beleza? Porque vai nesses lugar, irmão. Infelizmente, infelizmente é dominado pelo tráfico de drogas. E cara, e vai, pô, eu lá perto de casa Tinha um, né? Acabou. Graças a Deus. >> Por que será, né? Graças, >> Graças a Deus mesmo. >> Graças a Deus, né? Não, não,
mas eu eu eu fiz umas maldades lá. Os car da minha casa lá era e no final da rua que tinha tem a a favela, né? O pessoal hoje fala comunidade, mas para mim continua sendo favela. Tem a favela. Então os caras ficava, deixava o carro na rua da minha casa e descia lá para curtir aquele som desgraçado que tremia a janela da minha Casa. Aí [ __ ] eu falei, comprei um um um stiling, umas bolinhas de good e [risadas] quebrando para-brisa. Quebrei vários para-brisa dos car. Estacionava lá, eu pá, quebrava os para-brisa. >>
Ó o Davi, ó o Davi. Davi >> quebrava os para-brisa. Depois quebrava o vidro de trás, né, meu? Porque eu não dormia. Então falei, já que eu não vou dormir, eu vou arrumar, >> vou fazer maldade, né? Vou fazer [risadas] maldade, né? Porque aí Quebrou. Aí, pô, chegou uma hora que quebrou, acabou os para-brisa [risadas] e aí eu peguei, fui lá focar falar com o comandante, falei: "Ô, comandante, pô, vocês estão, vai chegar uma hora que eu vou perder a cabeça, vou descer lá com a minha calibre 12 e vou deixar no Jão." Aí quando
eu fizer isso daí, aí vou me prender, vou aparecer lá no no Jornal Nacional, aquela bosta lá, né, meu? pessoal fazer passeata na Paulista, passe na paulista lá na Globosta. Aí ele Pegou e falou assim: "Poxa, >> ô tr, como é que a gente vai fazer pra gente acabar com isso?" Falou: "Ó chefe, o senhor o senhor não pode deixar montar o fluxo?" Falei: "Então chega antes." O fluxo começa ali por volta das 18, 17, 18 horas. Se chegar antes, né? E o pessoal já ir espantando o o pessoal, aí não. Aí fizeram isso daí
uma, duas, três vezes. Aí acabou, cara. Migraram para outro lugar, né? Sabe o que é [ __ ] Que a os caras da vão falar assim: "Ah, não, Mas eles acabam com a cultura de pobre preto, mas esse cara do fluxo, velho, ara para morador, trabalhador, se lasca, cara". >> Quer dizer, o cara quer curtir e o o trabalhador, o cara que vai e vai dormir para trabalhar 4:30 da manhã no >> Você imagina a as pessoas que tem um filho especial, >> tem um idoso acamado, >> pô, tem que pensar nisso, criança, pô, o
seu direito começa quando termina do Outro, [ __ ] É filho, filho especial. Eu até entendo, mas o pessoal fal não solte fogos por causa de cachorro. Seu cachorro é [ __ ] é problema seu. >> Boa. >> Porque o cachorro bom cachorro, >> meu cachorro, ele soltava [risadas] os fogos. Ele soltava os fogos, man. Ele, >> eu entendo quando o cara fala: "Não, meu não solte fogos que meu filho é autista". Beleza, eu entendo que aí é Uma luta, mas cachorro, cachorro que se [ __ ] meu irmão. >> Mas o problema sabe o
que que é? Hoje em dia um eu não tenho nada, como eu já te falei, vou reintegrar, reinteirar aqui, eu não tenho nada com não sou homofóbico, mas [ __ ] mano, hoje em dia o que tá acontecendo é uma fragilização do homem, cara. >> É verdade. >> Ah, eu sou pai de pet. [risadas] >> Ah, eu sou tutor do meu cachorro. Tutor, [ __ ] [ __ ] Você é o dono do seu cachorro. [ __ ] de tutor, [ __ ] >> Digo, eu só digo, eu digo que eu sou pai de pet,
que eu enfei minha [ __ ] numa garrafa de refrigerante. [risadas] >> E se nascer se nascer uma caçolinha? meu que aquela aquela coquinha pequenininha nem >> aí de boa aí de boa. Mas agora meu irmão, a pai de peti que se >> ô irmão, [ __ ] pelo amor de Deus cara, eu vejo um homem aí a a botar um casal No carro, a mulher trocando o pneu do carro. >> [ __ ] cara. Ó, meu, eu sou eu sou grosso que nem cando de passar merda, mano. [risadas] Sabe, eu sou aquele cara que
eu não, não, eu não tomo. Eu tomo banho com sabão de pedra, lavo o pé com caco de telha. Sabe, eu sou bruto, mano. >> Então, sobre essa brutalidade sua, teve uma hora que você tava falando que para não perder a cabeça, depois você já Tinha estragado os para-bris aí dos carros, você foi falar com com seu superior lá. Tem alguma coisa que você fez, perdeu a cabeça a ponto de passar por algum atendimento psicológico para ver se você tava bem >> já, [ __ ] Fui, eu tenho uma passagem pela psiquiatria da PM, né,
meu? >> O que que causou? O que que você fez para ter ir pr ir para lá? >> Não, cara, eu acho que do polícia não coisinha não, isso daí é normal, isso [risadas] é normal. Eu tava com os problemas, né, meus problemas familiares, tudo. É assim, o policial militar que ele quer ter, por exemplo, eu tenho tenho eh 38 anos de polícia, o cara quer chegar esse tempo e esteja bem que nem eu, não que eu esteja bem, né? [risadas] Pelo menos assim, né? Mais ou menos. Ele tem que eh tentar conciliar, não levar
o problema de casa pro trabalho, nem do trabalho para casa. É difícil, cara. É Muito difícil. Mas o cara tem que tentar fazer isso. E eu tava com os problemas pessoal, cara. Tô tinha uma um um alfa lá, né, meu pá, e deu uns problema. E aí falei: "Caraca, a tava assumindo o serviço, a gente assumia das 14 às 22:30 e eu tava subindo às 14 horas e eu tava sentado na viatura e o cupom preenchendo meu relatório de início de serviço, né? Sempre coloca o km da viatura ali, o CPP, que é o código
de patrulhamento, tudo. Aí eu tô preenchendo aí o COPOM 326, COPOM chama. >> O que é COPOM? >> Copom é é onde você liga o Quando você liga o 90. É, é. [risadas] Cupom é quando você pega aquele desconto, né? Aí o maconheiro falou >> ele desconto já já. >> Então o cupom é o seguinte, você ligou o 90, ele cai lá na central na na no que ali ele vai ele vai, você ligou, por exemplo, da da que Pompeia, né? Se ele g pele o o COPOM ele vai designar pra Viatura daqui da área.
Então o COPOM ele faz assim, >> o COPOM é de São Paulo inteiro. Co de São Paulo inteiro, no caso. >> São Paulo inteiro. São Paulo inteiro. E é capital, né? Aí >> o cupom ia passar uma ocorrência para minha viatura. Aí ele falou 3 2 Cupom chama. Aí eu fui lá que AP cupom que AP que você tá na escuta. Que P cupom. Aí o cupom nada né? Aí 3 2 o cupom chama de novo. Já mais incisivo, né? Falei que ap Cupom? Nada. Aí antigamente tinha uma sireninha que o Copom tocava quando o
policial não tava atento ao rádio, né? Mas eu estava atento, ele que não tava escutando, né? Aí ele turu turu, aquela sireninha, cara, entrou na minha cabeça assim, cara, saiu cheio de problema. Aí eu peguei, falei, peguei o rádio assim, falei, ap [ __ ] e coloquei o Mike lá, né? Aí ele falou assim, companheiro, não necessidade Disso, hein? [risadas] Fiquei falando sozinho, fal agora você escutou, né, seu [ __ ] né, meu? E tô lá preenchendo meu relator como se nada tivesse acontecido. Aí eu era soldado. Aí chegou o sargento do lado e falou
assim: "Beleza, Castro". Aí eu olhei, tava sentado na viatura, olhei e falei: "Tudo bem, sargento?" Falou: "Me dá sua arma". >> Aí eu falei: "Para quê?" Falou: "Me dá sua arma que o tenente pediu para te Escotar psiquiatria". [risadas] Aí eu falei: "Pô, o sargento não há necessidade". Falou: "Castrô, me dá sua arma, senta atrás no banco de trás da minha viatura e não fala nada, [ __ ] Beleza, não fala [ __ ] nenhuma que eu já tô, pô, já me causando problema, [ __ ] Tirei minha arma dei para ele, porque tem que
desarmar, né? >> Que vai que o cara fica >> quer matar, [risadas] quer matar o sargento lá, né? Me desarmou. Aí >> entrou na, na viatura, a gente ali de Hermeli no Matarazo, a gente para Santana, que o hospital militar ali em Santana. Aí fomos lá pá, eu fui tentar trocar ideia com ele, né? tentar minizar minha situação. Fou gente falou: "Não fala nada comigo, Castrô, fala nada comigo, fica quieto paraa sua situação não piorar". Falei: "Tá bom". Aí fui, cheguei lá na no hospital militar, aí entrou, fez minha ficha lá, falou: "Tó, Fica aí,
passa no médico, tô indo embora". Eu falei: "Ô, Sergento, mas eu tô fardado e desarmado". Ele falou: "Se se vira, velho, dá seus pulos". Aí eu falei: "Tá bom". Aí ele foi embora, passei no psiquiatra. Aí o psi fío, o que que tá acontecendo? Falei Cupom, né meu? Cupom me chamou, eu atendi, ele tocou a sireninha e eu tô com os problemas. Ele falou: "Porra, mano, porque o o psicólogo, psiquiatra é tudo 71, cara. [risadas] Falou assim: Castrou, todos os caras que vem aqui, o problema ou é o cupom ou é a mulher, cara. E
no seu caso é os dois, né?" Eu falei: "É, os dois". [risadas] Aí falou: "Tá bom, entra lá na salinha lá que eu vou, daqui a pouco eu vou conversar com você". Eu entrei na sala, na sala tive essa daqui, né? Cheia das almofadas, né, mano? Aí eu olhei, falei: "Caralho, tô ficando louco mesmo." [risadas] Aí sentei lá no fundão, né? Porque Maluqueiro, né? Você sente uma escola, todo lugar que você vai, eu sempre sento no fundo, né? Meu, fui lá pro fundão e tinha uns cara na na porta lá, né? Uns cara de pijama,
chinelo. Aí quando eu sentei lá no fundo, o cara levantou, fui lá, falou assim: "Você se apresentou pro comandante?" Não, você chegou aqui agora? Eu falei: "Cheguei, você não viu entrar, né?" Aí ele falou assim: "Você se apresentou pro comandante". Ele falei: "Que comandante?" Falou: "Aquele Que tá ali, ó, um cara de pijama. [risadas] meu comandante. Aí ele tipo deu aquela olhada para mim assim superior, né, meu comandante e virou pro outro lado. Tipo assim, ele vai vir aqui, né? Falei: "Então, deixa eu falar um negócio para você. Eu tô aqui [ __ ] cara,
cheio de problema, né? Então não vem me encher meu saco não, que se eu levantar daqui eu vou quebrar você e o comandante. [risadas] Vou arrebentar os dois. Beleza?" Aí ele falou assim: "Tudo bem". Aí foi lá no comandante, o comandante deu uma olhada e falou: "Tipo assim, deixa quieto, né, meu? Tá mais louco que a gente, né, meu?" Aí tô lá entra a enfermeira e a enfermeira lá lá no hospital eh no HM, no hospital da Polícia Militar é tudo policial feminina, né? Ela entrou com um copo d'água na mão e um copinho daqueles
de café cheio de de jujuba, né? >> Aí falou assim: "O médico mandou você Tomar. Castro". Falei assim: "Eu não vou tomar". Aí falou: "O médico mandou você tomar". Eu falei: "Você quer que eu escreva que eu não vou tomar?" "Eu não vou tomar." Falei: "Pera". Ela falou: "Tá bom". Virou as costas, foi embora. Aí eu tô lá bilão, né? Eu falei: "A vou tomar essa [ __ ] não, [ __ ] Quer quer me dar remédio, [ __ ] Não tô louco." Aí veio o médico. O copinho que tava na metade já veio cheio.
Hum. >> Aí falou: "Castro, ou você toma ou eu Vou te internar. Das duas umas. Se você tomar, você vai embora. Se você não tomar, eu vou te internar." Falei, me dá essa [ __ ] aí. Aí colocou na mão, quase encheu a mão. Eu pá, tomei a água, cara. Não deu 10 minutos, mano. A língua virou chinelo. Havaiana. [risadas] Já caiu pro lado aqui. Eu tentava falar essa língua não. >> Esquerda ou direita? >> Hã? >> Cai pro lado esquerdo ou do direito? >> Direito. [risadas] >> Esquerda. [ __ ] nenhuma. Até meu pinto
que ele pendia pro lado esquerdo. P Eu tô forçando ele pro lado. [risadas] Tá um trabalho da [ __ ] >> Tá um trabalho do [ __ ] [risadas] >> Tá um trabalho da P que já acostumou. ficava lá de lá, filha da [ __ ] >> Aí aquele lá aí meu, aí eu falei, aí a o banco era que de alvenaria, né? Aí eu deitei ali, papaguei, cara. Sim. >> Aí minha mulher, meu irmão foram me buscar lá no hospital, aí me levaram paraa casa, mano. Eu acordei, cara, umas 9, 10 horas da noite
com a fome de 10 mendingo, cara. Aquela fome. Aí eu chamei a minha mulher, falei: "Pô, mano, 10 horas da noite, tô com uma fome aqui, meu, que hora que eu cheguei do hospital? Aí ela falou: "Ô, tava achando que era no mesmo dia, né?" Mira, falou: "Não, você chegou ontem." >> Caramba, >> eu dormi mais de 24 horas, cara, direto. Olha que mamança leão neném. >> E a família, tipo, eles avisam a família que você tá lá, como >> não avisaram a família. Minha mulher foi me buscar, falou: "Ó, vem buscar o cara aqui
que ele apagou". Aí minha mulher foi buscar com o meu irmão, né? Aí minha mulher, quando eu tava lá nanando, né? Minha mulher ligou pro hospital e falou assim: "Ó, [ __ ] ele não acorda, mano, Né?". Aí o médico foi, "Tá respirando?" Falou: "Tá, tá vivo". Aí falou: "Então deixa ele acordar naturalmente." Quando ele acordar, você fala que no outro dia ele tem que vir aqui no retorno aí beleza. Acordei, comi, né? Aí no outro dia de manhã peguei minha moto e fui lá no retorno. Aí o médico falou: "Aí, caçor, como é que
você tá?" Falei: "Doutor, joia, mano, tranquilão. Aquele remédio foi batata". Foi eu sabia. Aí falou: "Que que você que que você quer?" Fala: "Doutor, queria ter umas férias, né, meu, né? que eu tô cabeça quente. Falou: "Não, vou receitar aqui para te dar 30 dias de férias." Porque nesse tempo aí, hoje em dia, os caras reclamam da polícia. Por isso é uma mãe, cara. Você não pode passar de um ano pro outro sem tirar férias. No meu tempo lá você acumulava três, quatro, cinco férias, cara. >> Caramba. >> Porque não tinha efetivo. >> Mas isso
é a lei trabalhista, né? As empresas também aí não pode passar. >> Mas então, a lei trabalhista PM não não é diferente. >> É igual, eu vou falar uma coisa para você. Quem trabalha à noite, qualquer trabalhador CLT adicional noturno. A polícia não tem adicional noturno. Nós não temos fundo de garantia. Aí quando >> não tem fundo de garantia, não tem, não tem hora extra. >> Vocês são bravo para caramba. Por isso Que a gente bate, [ __ ] Por isso que a gente tá explicado. Bate bater para compensar. >> Quando quando quando você, tipo
assim, você prender um cara, por exemplo, você vai ter que ir no tribunal depois, né? No fórum >> quando tá na sua folga e bate você recebe o dia que você vai entender? >> Nada. >> Zero. O cara tá na folga dele. Tem que luz. E o juiz ele é maldito. Por ele Deve ter a minha escala lá. >> Porque toda vez que eu depô cair na minha folga cara. Possível cara tem que ir lá. Tem que ir depois. >> Por isso que é mais fácil deixar a polícia matar que aí o polícia não precisa
ir no dia. >> No dia. Vamos ouvir mais live Pix e logo em seguida a gente vai começar o primeiro quadro aqui hoje. >> Vamos bater uma meta >> aqui. Vamos bater uma meta de live PX. Hoje >> vai. >> Vamos alcançar uma meta. Certo. >> Vai ter o quê? O que que vai acontecer? >> O que pode acontecer? Sugestões. >> Acho que ele podia escolher uma pessoa daqu bater bater para bater. Bater. >> Pronto. Sagito. Caixa. >> Queria lembrar que eu sou o único branco daqui. [risadas] >> Eu tenho que aproveitar meu privilégio pelo
menos um dia. >> Mas aí que tá. Se eu não posso hoje aqui um negro porque senão vão falar que >> é porque você não tá trabalhando. [risadas] Então para ninguém ficar falando ass lá breta e pobre. Hoje eu vou bater nele. [risadas] >> E para motivar, vamos fazer o seguinte aqui. Quem que acaso já botou um cigarro de maconha na boca? Levanta a mão. Quem? >> Boa. Já temos 400. Levantou a mão? >> Ningém. Não. Não, não. [risadas] Ele >> tá querendo motivo batendo Casos, hein? >> Ele tá procurando motivo. >> Se batermos hoje
1200, o Sagito dá um tapa aqui. Alguém que ele vai escolher. Pode ser >> só o tapa. >> O Eric tá valendo também. Não, tá. >> Não, não, não. [risadas] Mas o tapa é assim. Fala bate, dá um tapa, mas aí tem o combo, né? >> Vira a polícia nacional. >> Exatamente. [risadas] >> É isso, pô. >> Se você quiser ver até a gente tem até 1 hora, não é isso? >> Que tá bom isso pro senhor até 1 da tarde. Fechou. até 1 da tarde pra gente bater essa meta e aí fechar. >> Não,
mas se mas se for para para me bater, pode passar do horário. [risadas] >> Vamos até atingir a meta aí. Tem problema não tem problema [risadas] não. O importante é atingir a meta. E eu vou ficar no ouvido do sargento assim. Sargento, lembra do Natal que você não pode bater ninguém para só arroncando de moto? É agora. Dá aquele incentivo. >> Lembra do fluxo? Precisa de [risadas] incentivo, né, meu? Mas com incentivo é melhor. >> Vamos lá, vamos ouvir live Pix pra galera para ver o que a galera tá. Vamos ouvir uns 10 agora aí
pra gente ver. >> Vamos lá. >> Oi, sargento. Adoro o seu trabalho. Quero te pedir um socorro. Prenda esse homem ao seu lado. Ele roubou meu coração. É Roberto de Pozuca. Que baitolagem [risadas] esses caras pedir um soco. Eu pensei que era um soco. Venha que tá pronto. Tá preparado aqui. E aí, irmão? Quer dizer, derrubou o coração. Quem? Eu vamos saber quem foi Esse vagabundo que mandou >> Roberto de Poj. Pessoal da sua cidade não esquece. >> Minha cidade gente é que tem um negócio chamado fanfarro. O senhor sabe o que é aquela banda
marcial >> lá? Só dá [ __ ] Fanfarro. Fanfarry e vôlei é só [ __ ] Nunca vi quadrilha junina. >> E aquele, como é que chama aquele outro lá? É aquele negócio de tênis lá. Como é que é? Bit tênis. >> Bit tênis. É menino juntou esse esse coisa aqui. O cara entra na Globo. >> Esses quatro e o Proj são o maior formador de viada do >> É BBB na certa. Beb bosta. É o BB bosta na certa, cara. >> É. Tô querendo fazer uma versão aqui. O Big Brotheragem Brasil. [risadas] Os caras
que a gente vai. Se você soubesse quem você quer, em que kibe você quer dar ré. [risadas] >> Eu pr você Negão. Caraca, mano. Vamos fazer o Big Brotherage Brasil aqui. [risadas] >> Vamos pro próximo live Pix. Live Pix. Ah, deixa eu contar um aqui. >> Capivara mandou R$ 10. Bom dia e vida longa ao antigão. O que o senhor acha de sentar ao lado de um exgay foi curado pela carne mijada? >> Isso é verdade. >> Ele tá >> senor tá prova viva. Não sou eu não. Não, não. Nunca fui não. Não é não.
Ele é gay até hoje. [risadas] >> Nada disso >> não. Mas é uma carne mijada cura, cara. >> É. Oxe. É bom demais. >> Curou. >> Mas é no caso ele. Ele era gay. >> Era gay. >> Era B. Ele disse que é B. Eu não conheço. É porque é galão que levou querosene, cara, nunca perde o cheiro. >> Nunca perde o cheiro. >> Galão que levou querose. >> Por isso que foi engraçado quando perguntei quem você acha que teria, né? Uma você olhou para ele, pô. >> É, >> ele chegou aqui com esse papa
no que eu sou bi, aí daqui a pouco entrou no podcast. >> Como é que é? Bi. >> Bi. É que corta dos dourados. Gilete. >> Exato. Só que aí ele entrou nesse podcast, ele viu como é o esquema. >> Muita texture. Tá entregando, né? >> Entregando. Entregando. Faz parte do personagem, pô. Exato. >> É dramaturgia aqui o programa. >> Ah, >> e o óculos redondo não é o único redondo que ele já entregou ele, não. [risadas] >> E aí ele viu como é o esquema aqui. Ele falou: "Opa, mudei, arrumou a namorada que tá
aqui presente no estúdio hoje ali, a menina ali, ó. >> Ali é chinela. >> Mas você sabe que Zé é disfarte, né? [risadas] Por qu >> é pro pai e pra mãe, né? >> Que isso? É disfarce, cara. Isso é pro pai pra mãe. Tem muitos isso daí, muitos artistas aí, cantores fazem isso daí. Ah, >> a gente nunca pensou nesse >> Então vai por mim, cara. Vai pelo antigo né? >> Ainda mais aqui que é um programa Homofóbico. Ele podia não poderia ter um gay, então ele tem que arrumar uma mulher para disfarçar. >>
Então >> então pessoal, você que foi enganado todo esse [risadas] tempo, Luca ainda queima >> as escondidas aí >> e contratou uma atriz igual João Cléber, né? >> Exatamente, cara. E ela fica ali, ó. Quem é minha namorada? Ela ó, ó a cara. >> [risadas] >> Tipo assim, né? >> É, agora chegou minha hora de atuar. Vai, galera. [risadas] Chegou a minha hora de Vai. Tá bom. Que nem uma novela me chama. >> Aí chegou minha hora. >> Ação dela é levantar a mão quando pergunta que é a namorada dele. >> É [risadas] até >>
não, mas pior que ele ele ele tirou uma Foto com ela aí foi sem querer o o aqui só vagabunda. Assim esse podcast. Os caras viram tubo de camed o como é o nome que chama mesmo? Lubrificante. >> O camed virou no canto, rapaz. Tubo seco. >> Três meses de namoro já secou um. >> Três meses. >> Eu acho que secou com ele, [risadas] né? Ele que >> não é certeza. >> Certeza. Certeza. >> Porque pra mulher liberar em três meses não tem como. Pô, quem tem >> não. Ah, três meses, cara. >> Eu tô
no anos tentando. Não consigo. >> Tr meses. >> Aí um aí um moleque desse que nunca namorou vai saber conquistar um [ __ ] assim. Não, já de cara não, não, não, não, não, não, não, não vai saber conquistar tão rápido ele mesmo assim. >> É para ele mesmo. É para ele mesmo. É para ele. Certeza. >> Descobri mais um segredo. >> Mais um segredo. Não é certeza. Porque três meses, três meses vocês estão juntos. >> Vai fazer quatro já. >> Não libera. [risadas] Libera não. >> Não libera não. >> Tem que pegar uma confiança.
E essa confiança aí vai uns vai uns anos. >> Uns anos. [risadas] >> Anos literalmente. Literalmente. >> Mas antes desses anos chegar, a prega Dele já acabou. Não é enquanto isso, foi comemoração há um mês. Aí tava >> Ah, o vídeo foi comemoração um mês, então já sabemos. Por isso que é bom ter um policial presente. Mês >> não, pera aí. >> Um mês. Um mês >> era três, eu acho. Era três. Era três. >> E minha defesa, né? >> Pegou a pegou a pegou a Ele, ele não tem uma segurança de que não. Ele
tem não, não tem. E outra, ele tem cara de, não Tem cara de que vai lá dar uma, dar uma linguada lá. Não dá. Tem nojo. >> Tem nojo. Certeza. Eu posso perguntar que >> certeza. Não, >> não. Ah, não é assim, eu eu eu entrei no assunto, né? Se você quiser perguntar, >> né? E ela quer supostamente >> no campo >> Luca, Luca dá narigada no bigode do Hitler. [risadas] >> Boa, boa. >> Responde aí. >> Ele beija o gramado. [risadas] >> Ele beija o gramado. >> Eu vou falar para você, >> ele golfa.
>> Se nas preliminares o cara não for lá dar uma chegada lá, porque tem tudo tem uma técnica. Beijar o gramado, né? >> Não, tudo tem uma técnica de tudo, tudo é uma técnica. Vou passar a técnica [risadas] >> de antigo, cara. De antigo. Você Conheceu a mina, né, naquele dia ali. Então já saiu com a mina, pá. Aí você vai fazer o teste, né, meu, para você saber se você vai dar beijar o gramado ou não, porque o gramado também tem que tá em situação assim, né? >> Boa, digna, né, meu? Aí você tá
ali dando uns ralos, pai, você vai lá e dá uma [ __ ] né, meu? Aí dá uma [ __ ] aí você dá aquela disfarçada, né? [risadas] Sim. Não, não, não, não, não, não Azedou, velho. Aí, meu. Vai para cima. Vai. >> Anota, anota, anota. Audiência, anota [risadas] caneta. Juventude negócio de vou ver dica da Laura Mila no Altas Horas. Não tem que ouvir aqui. Ra >> quem tinha que dar dica de sexo na no nesses jornais assim era polícia. Pô, polícia é o bicho mais bravo que tem. Sabe por você sabe o cara
consegue sustentar fam? Não é que é mulherengo, não é que é mulher. É assim, as Mulheres, ela vê no policial uma segurança [risadas] >> e o coração do policial, ele é um coração bom, cara. Cabe várias, é, >> dá vida pela sociedade, né? >> O policial é um cara famílias. [risadas] >> É um cara famílias, né, mano? >> Se você no juramento prometeu que ia proteger as famílias, porque não pode ser várias família, por não [risadas] pode ser várias. Então acontece. E a Mulher, eu vou explicar para você por que a mulher ela simpatiza no
policial. né, meu? Vou explicar porque é assim, pode ser a qualquer mulher, meu irmão, qualquer mulher, um vai comer. Pode ter, se ela for no batalhão, ela não passa batida, [risadas] vai comer. Eu tem um amigo meu que ele lavou uma de vape, meteu a vape, lavou e comeu. [risadas] >> Pegou a noiada, pegou a noia. Foi, >> é, pegou lá, não, era ajeitadinha, né, Meu? Uma vez eu tenho um um fato, um facto, eu tava num num batalhão lá que eu trabalhava, né, meu, e eu e tinha umas rondas dentro do batalhão, né, eh,
os setores, né, porque você tem que fazer a segurança de todo com o o o prédio ali, né? E lá embaixo tinha uma bomba. Na bomba era onde abastecia as viaturas, ficava um policial ali, né, para fazer, porque os caras podiam entrar pelo fundo ali, né, e tomar o batalhão. E aí era hora de eu render o Policial que tava lá, né? >> Sim. >> E por por era um negrão, policial. [risadas] Aí eu desci lá para render, falou: "Vou render o negão lá, tá bom?" Aí desci, eu tô, tô descendo, eu vejo, sabe aqueles
alambrados que é tipo um um bagulho assim, ó? Sabe? >> Ele aí do seu lado não sabe, mas a gente sabe. >> Você sabe qual que é aquele alambrado que é assim, né? [risadas] Sim. >> Eu tô vendo o alambrado balançar. Aí eu falei, "Porra, mano". E eu recruta, né, mano? Louco para vibrar, para matar um ladrão. [risadas] Falei: "O cara tá tentando invadir o batalhão. Olha, vou sentar a madeira. Já saquei o pica-pau, né, meu? que naquela época eram 38 pica-pau. Desci quando eu quando eu chego lá embaixo atrás assim do qual que é
a cena que eu vejo, meu irmão? A mina tava pro lado de fora na calçada E o policial pro lado de dentro. Ô >> louco, >> caramba. >> Ele [risadas] catou a caceta, colocou ali n naquele buraco, ela levantou a sair e encaixou. Só que não dava para ele pegar nela, né, mano? Então ele pegou mal lambrada e ficava assim. [risadas] Quando quando a pessoa quão macaquinho, [risadas] >> aí eu peguei, ele olhou, olhou para mim Assim, falou: >> "Vaza, vaza, vaza". Aí eu voltei, né? Meu cabó você não rendeu lá o negão? Falei: "Então
eu fui lá, ele ele falou para mim depois, né, meu depois eu vou lá render". Ele falou: "Pediu mais um tempo, >> cara". O cara conseguiu comer a mulher e o alambrado >> aí quando eu fui lá ele falou assim: "E aí o recruta, você falou alguma coisa?" Eu falei: "Falei do quê?" Porque recruta Você tem que ser ligeiro, né? Falou: "Aí, [ __ ] vou dar dica para você ali não há crime militar". Porque ela tá fora do batalhão e eu tô dentro. [risadas] Ela não entrou para dentro do batalhão, ela estava pro lado
de fora, então não tem crime militar. Eu falei: "Porra, mano, mais uma que eu aprendi também. [risadas] >> A questão é: você usou essa esse aprendizado depois?" >> Eu não posso, [risadas] vou me abster dessa dessa resposta. >> A melhor que a dona Cida pode estar vendo aí, meu amigo. >> A melhor >> já prescreveu já. >> É, já prescreveu já. Mulher nunca prescreve. >> A mulher nunca prescreve. Pior ocorrência que tem pra polícia atender a Maria da Penha, que o polícia dá um pau no marido e na mulher. >> Isso que eu ia perguntar,
[risadas] isso que é importante. Porque >> não, geralmente, antigamente a gente batia no marido e comia a mulher. >> Porque a Maria da Penha, a mulher vem fragilizada já, né? É tipo você pegar um carro, usar, tem a marca de uso, mas você dá para dar uma volta, né? >> Mulher. Então não é assim, a mulher quando a gente atendia muito isso, daí a gente, os caras batia na mulher tudo, aí você lá foi o que ele falou, a mulher Vem frachilizada, aí ela via ali a gente dá uma dura no cara, né? Falou: "Ô,
bacana, [ __ ] você vai bater em mulher, [ __ ] quando você tiver a fim de bater em alguém, vê uma viatura da PM e vai lá e fala: "Eu tô a fim de bater em alguém". Tenta sorte, [ __ ] Não é meu, não é não. Agora você fica batendo, porque para mim, bater em mulher é covardia, velho. Não tem isso daí, cara. Exato. >> Não tem o cara que bate mulher e tem que Ir pra cadeia, tem que ser penalizado com rigor, porque não existe, meu, não é motivo. Se você tretou com
a sua mulher, sua mulher tretou com você, para você, o recruta que tá aí. >> Ah, mas ele não bate, ele tem cara de que bateria numa mulher. >> De repente ele usou a maquiagem dele, né, meu? É, >> de repente, né, meu? Dele. >> Pegou o camed dele, a calcinha dele. Aí >> faz calcinha aqui não, porque vai tretou Com a sua mulher, cara. Sai, vai dar um rolê, vai passear um pouco, não fica batendo em moleque, >> vai trair, é melhor. [risadas] Verdade. >> Por isso que é por isso que o policial militar
geralmente tem uma reserva, entendeu? >> Porque ele treta com uma, ele vai pra casa da outra. >> Vai pra casa da outra, como se é, né? Melhor um passar dois passarinhos na mão do que >> é que nem arma. >> Então o segredo para não bater, o segredo para não, para não praticar agressão com a mulher é ter mais de uma mulher. >> É porque aí você divide o problema, entendeu? >> Fica a dica aí pra família brasileira aí, É isso. [risadas] >> Tá vendo? É, pessoal, você tem a a impressão de que, ah, mais
mulher, mais problema. Não, mais mulher é menos Problema. >> Menos problema, porque você divide o problema, né, cara? >> Tá vendo aí? É anti an. >> Ó a patroa, ó a patroa de ol. >> É que chega, [risadas] é que chega um momento que você tem tanta mulher que você não liga mais os problemas. >> Você entendeu [ __ ] Aí, ó. Ó o homem falando de mulher, ó. [risadas] Ó o comido. Ele tá querendo disfarçar. Ele tá querendo disfarçar. Vamos para mais um Live Pix, por favor. Pode ser cerveja, amor. Toma cerveja um horário
comercial. >> Graça do Elder mandou R$ 10. Boa noite, dente cariado. Comecei a trabalhar na delegacia da mulher hoje. [ __ ] que tem muito trote pedindo pizza de calabresa. Obviamente recusei todos. [ __ ] se se está com pressa. Sinto que estou fazendo um ótimo trabalho. [risadas] Não entendi. >> Ele falou que tá trabalhando na Delegacia da mulher e tem muito trote pedindo pizza. Trote, trote, trote. >> Qu tem um negócio de que pedir quando pra mulher ligar pedindo pizza pra polícia para disfarçar? Quando é Maria? Tem um negócio aí que tá aí na
internet >> que a mulher liga pra polícia e pede pizza e a polícia vai na casa dela pro cara não saber que é >> quando tá apanhando apanha. >> Ah, é verdade, verdade. A mulher ligou, Liguei ligou 90 lá e falou assim: "Ah, a mina do o atendente do Cupom teve a perspicácia ali da ver que ela tava sofrendo uma agressão". Não, tá bom. Quer um refrigerante? Ela, mano, um de 2 Lou no personagem. >> Aí mandou um polícia negão 2 L, uma Coca, uma [risadas] Coca de 2 L. Chegou lá, quebrou o cara no
meio. Não, mas é, as mulheres têm que denunciar, falando sério agora, a mulher tem que denunciar. A mulher que é agredida em casa, ela tem que denunciar, tem que ir para cima, não pode ficar, ah, mas eu tenho filho, [ __ ] mano. Vai ficar apanhando pro resto da vida por causa do filho, [ __ ] né, cara? Falando infeli, acho que assim, dessas ocorrências que ainda que ainda cabe no Maria da Penha, acho que dá mais ódio na polícia quando é uma ocorrência de um filho batendo na mãe. Esse aí batendo na mãe, filho
batendo >> aí bate com Carro chefe, cara. Essa min é carro chefe da minha carreira. Essa daí, olha, tô patrulhando, né, meu? E meu parceiro, mãozinha. Que que é a mãozinha? Mãozinha é aquela pessoa que, pô, não ligou o 90, mas viu uma viatura, tá com problema. Aí deu uma mãozinha. Eu falei: "Ó lá a mãozinha ali, né, meu?" Encostamos também, descemos uma senhora com vestido comprido, né, assim, parecia aqueles trages de evangélica, né, >> aí ela falou assim: "Ô, tudo bem, Filho?" Falei: "A senhor tá com algum problema?" Foi: Ela levantou o vestido e
mostrou as pernas tudo roxa, cara. Eu falei: "Deve ser uma circulação, né, meu? Ela querendo ir pro hospital, né?" >> Falei: "Que que aconteceu? Senhora, senhor cai no hospital?" El falou: "Não, eu tô mostrando pro senhor porque isso daqui é do meu filho me bater, cara, me chutar." >> Velho, >> aí eu falei: "Como é que é, né?" Ela Falou assim: "É, então ele me bate. Meu filho, quantos anos tem seu filho?" Na época tinha uns 15, 16 anos. >> Aí eu falei:Onde ele tá? Era umas 10, 11 horas da manhã. >> O cara já
nasceu e continua chutando a mãe. >> Maldito, né, meu? Maldito. [risadas] Antes ele chutava de de dentro para fora, agora tava querendo chutar de fora para dentro. Aí eu peguei, onde é que ele tá? Eu falei assim, ó, ele tá ali no Quartinho. Eu moro ali no fundo, mas eu fiz esse quartinho para ele porque ele não quer ficar junto com a gente, ele quer ter ficar sozinho. Falei: "Não, vai até bom, né?" [risadas] Aí já fechamos a viatura, né? Aí eu f queria que você desse uns conselhos para ele. Falei: "Nós vamos dar uns
conselhos para ele, mas esses conselhos para ser efetivos é bom a senhora não presenciar". [risadas] Aí eu falei, vamos fazer o seguinte, Senora, a senhora olha aqui a viatura pra gente, porque nós estávamos em dois e a gente não pode deixar a viatura sozinha. Falei: "Senhor, olha a viatura pra gente, se alguém mexer, a senhora, chama a gente de imediato que nós vamos lá conversar com ele." Ela falou: "Tá bom, pode ir lá". Falei: "A porta tá aberta". Falou: "Tá". Aí abrimos por bem devagarinho para não acordar. Da hora. >> Abri, mas ele tava assim.
T D [risadas] t. Aí fecha a porta. Aí ficou eu e meu parceiro naquela disputa para [risadas] quem que vai acordar. >> Quem que vai acordar essa cida? >> Eu falei primeiro. Parou parou [risadas] Rodolfo da polícia. >> Fui lá cara, mas dei aquela tapada mesmo daquela nervosa aí. Ele pior coisa que tem. Você tá dormindo, você acorda com tapa na cara. >> [risadas] >> Falei, acorda, vagabundo, acorda que não É sonho não. Agora você vai aprender a bater na sua mãe. >> Aí, velho, demu nele. [risadas] Um pau. Caramba, que da hora. >> Mas
é um cu. Aí teve uma hora que ele simulou um desmaio, né, mano, >> para tentar ver se a gente dá uma manada na situação. Aí, >> aí eu, aí meu parceiro falou: "Ah, tá fingindo". Eu falei: "Calma, tudo tem uma técnica". Aí abri a porta e falei: "Senhora, por favor, senhor me arruma um balde com água, um rodo e e um pano de chão". Ela falou: "Não entendi nada. >> Ainda deixou o chão limpinho". É, não deu pra gente. Eu falei: "Senhora, fica lá olhando a viatura, por favor, que nós estamos terminando já." [risadas]
>> Seu filho não acorda de jeito. >> Peguei o balde d'água e tchá na cara dele, né, meu? Eu falei: "Acorda que o pau não terminou ainda. [risadas] Nós ainda estamos com ânimos, né, ainda Latente aí era aquele aquele piso que era aquele cimento queimado, sabe? Que fica bem vermelhinho assim, vermelhão. >> Fica lisinho com a coisa você joga água. Aí nós ficamos jogando ele que nem bola de boliche de um lado pro outro. >> Meu parceiro jogava de lado para cá, eu não conseguia segurar, ele batia na parede, né, mano? Homem nunca deixa de
ser um menino. Eles tem que >> menino, né? Um menino, [risadas] né? Que a quinta série, a quinta série não sai Da gente. Aí beleza. Aí terminamos a sessão, né, meu? Aí deu uma penteada no cabelo. O cabelo dele era igual o seu. Se deu uma [risadas] penteada no cabelo dele, né? Pá, demos o o o rodo para ele, o pano. Falei, seca seu quarto, ele secou tudo, né? Pá. Falei, agora nós vamos conversar com a sua mãe. Se você falar o que houve aqui no quarto, você vai voltar para cá pra segunda parte, né?
[risadas] Aí pegamos, saímos, chamamos a senhora. Senhora, faz favor, Ele quer conversar com a senhora. Aí ele foi: "Ô mãe, eu nunca mais vou bater na senhora". Ficou que sendo emocionante. >> A mãe começou a chorar, ele começou a chorar. >> É, aí se abraçaram, sabe? Eu e eu senti ali naquele momento meu trabalho sendo bem feito. >> Que bonito. [risadas] Palmas, palmas, palma. Polícia constituindo a família tradicional da is [aplausos] família. >> E família aí. [risadas] Fomos embora, né, meu? Deixamos ali aquela cena linda, né, meu? Fomos embora. Aí passou outros muitos tempos. A
gente a gente antigamente até hoje é a equipe é fixada naquele setor. Para quê? Pro pessoal conhecer você, né? Você conhecer os problemas do setor. Nós estamos passando a mulher de novo, mãozinha. Aí eu já falei: "Meu parceiro lá, vamos bater naquele moleque de novo." Falou assim: "Ele continua batendo, já descemos assim, ele continua batendo na ch". falou: "Não, eu estava justamente procurando vocês." >> É que eu tive outro filho. >> Olha [risadas] quem era eu quero que pratique isso daí no caçula agora. Aí ela falou assim: "Não, olha, tá indo pra igreja comigo, tá
trabalhando no mercadinho ali, virou outra pessoa com aqueles conceitos que vocês deram. Vive a polícia. >> Queria agradecer a vocês e que Deus abençoe vocês." Foi aleluia, senhor. Que história bonita. >> História bonita. Como é que pode mostrar polícia? E [aplausos] hoje em dia eu não quero deixar a polícia trabalhar. Pode cara. >> Vamos ouvir mais live para ouvir o que a galera tem dizer. Faltam 600 para bater a meta, tá? >> Pessoal, eu vou pedir um, por gentileza, bateu essa meta, pode mandar a live pick De um e um centavo. PR para para demorar
um pouco, né? >> Tá bom, tá bom. [risadas] Vamos nessa, Ericão. >> 14. Tá. >> Tatena mandou R$ 10. Sargento, o que o senhor acha de policiais que apoiaram o Pablo Marçal, que tem passagem por roubar velhinhos? >> Boa pergunta, hein? Pergunta séria, >> cara. É, é assim, >> essa pergunta é pro Flow. >> É flota vivência. É, é, mas aí assim, eu não apoiei ele, né, cara? E se a pessoa quer apoiar, pô, para você ter ideia, tem polícia que apoia o Lula, tem pessoa que tá a favor de >> Não, tem polícia que
apoia o Lula. Então, quer dizer, essa pessoa quer apoiar, cara, [ __ ] eh, vai da da da consciência e do caráter dela, entendeu? Eu acho que eu sempre vou prezar pela pela lisura da pessoa, pela honestidade Da pessoa. Então, se a pessoa quer apoiar o Marçal, o Bolos, >> cara, >> maduro, >> maduro. >> Ah, é porque o cara pensou PM Pablo Maçal. Ele não pensou nisso, hein? Se ele tivesse pensado, ele ia falar assim: "Ele foi no meu programa, lá no meu podcast e assim, nós fizemos, o podcast foi muito bom, deu 125.000
pessoas ao Vivo, >> caral! Foi ao vivo, meu. Estourou, foi muito bom, cara. E ele bateu um papo lá assim, cara, ele é um cara extremamente inteligente. >> Sim. >> Aí você tem pessoa que fala: "Ah, mas ele fica vendendo o curso". Mas ele pôs a faca no seu pescoço para você comprar o curso dele? Não. >> Então, velho, compra o curso quem quer, entendeu? Vai lá, compra. Então eu, se Ele faz esse trampo dele aí, meu, a média, ele que que seja feliz. E se você acha que ele te engana, cara, não acompanha ele,
não segue ele. >> Inclusive, o senhor pode fazer o curso que você quiser. Se você quiser fazer o curso B, quiser fazer o curso C, quiser fazer o curso A, o senhor pode fazer o curso A. >> Não, cara, [risadas] aqui ele aqui, ó. Não tem como pegar o policial. Eu sou Antigo, né, antig antigo. Sou antigo. >> Só tem que ser com o que passou no concurso agora que ele cai. O antigão não cai não. O antigão não cai não. Cai. Esse daí cai. >> Vamos pro próximo live pick, Zé Eric, por favor. É
maquinada aí. É. >> Zé Cacetão mandou R$ 10. Ué, ainda não saiu dos bastidores? Ainda tô enxergando vocês preto e branco. [risadas] >> [ __ ] que pariu, man. Não, não vagabundo. >> Só vagabundo. Só vagabundo, mano. >> É. Vamos pro próximo live pick, Alicão, por favor. Tá carregando. >> Victor com Cris mandou R$ 10. Boa noite, baianinho de mamar. Disputa de quem é mais preto já deu. Vamos fazer a de quem é mais branco. A mesa. [risadas] Pariu, >> [ __ ] >> [ __ ] meu. Os cara não dá. Ele que Mandou aqui,
ó. Ele que tá aqui agora. Vagabundo. Vagabundo. Deixa eu ver aqui. Tem uma esperança. [risadas] >> Não, a mesa ainda tem um uso que serve. Não se compare com ela, não. >> Não. E ele e ele pintou aquele negócio de amarelo no peito dele ali, né? [risadas] Legal, né? >> Para diferenciar. Vai diferenciar. Não, mas tem um porqu que tá assim hoje? Tem um porquê. >> Quem é o maior inimigo do Batman? >> Coringa. >> Coringa que é um palhaço, >> né? Tem esse negócio aí do >> Ah, então o Batman é polícia. Não, tô
homenageando a polícia aqui que são contra os palhaços. O maior inimigo da do Batman é um palhaço. Tudo interligado aqui, pô. >> Não tem uma canetinha extremamente pensa falens. Acabou, acabou pensament pensamento. Já era. Já gastei minha Conta. >> Eu tive uma [risadas] ideia. Se bater a meta aí, não tem uma caneta não pra gente desenhar um palhaço em casa? Dar uma bucha pr pro sargento pagar com lado o lado verde. [risadas] >> Não, boa. >> Um lixa. Tem uma lixa. >> Lixa. É. Antigamente, esse negócio do palhaço aí, vocês ficam injuriados mesmo quando vocês
vê, >> oxe, >> uma vez um é assim porque é um é um um símbolo que a vagabundagem, o crime organizado, o crime organizado, ele aderiu aí no caso para para demonstrar que é a pessoa é do crime organizado. Então, põe esse. Uma vez eu tive uma troca de tiro e quando a gente é alveja a pessoa, né, meu, e ela entra em evolui a óbito, né? [risadas] Muito triste. Aí a gente tem que fazer o boneco. O que que é fazer o boneco? Você vai lá no IML, aí o cara fica pelado, aí você
vê entrada, saída, entendeu? Tudo isso daí você tem que fazer. É obrigatório você fazer isso. Ó, o tiro entrou aqui, saiu ali, ó, entrou aqui, não teve saída, então entrada, saída, você faz isso daí. E um dos caras que que eu que eu troquei tiro com ele, ele tinha um palhaço aqui tatuado no no lado e o palhaço tava tipo pisando na cabeça de um polícia. >> [ __ ] >> [ __ ] >> E o tiro pegou exatamente na cara do palhaço. [risadas] >> Olha, olha o destino. >> Detalhe, ele estava de camisa, de
camiseta na troca de tiro ali. Lógico, não visualizei a a tatuagem dele. A, o tiro pegou na na cabeça do palhaço. >> É o extinto. >> É o instinto, cara. A bala, a bala segue. >> Então você pode falar que você descabelou o palhaço do bandido. >> Descabelei [risadas] o palhaço. >> Boa, boa. Ele foi dessa para melhor. >> Assim, no Rio você não vê tanto, mas aqui em São Paulo você vive muita gente com tatuagem de palhaço, cara. Muito. >> 15 anos, 16 anos é um idi. >> Você que é fã do Patati Patatá,
nada de homenagear com tatuagem. [risadas] >> Não é bom. >> Não é bom também. >> Sabe que eu prendi o patati e patatá? >> Não, jura. >> Prendi o patati patat. >> Patati como? [ __ ] mano. [risadas] Esse daí deram azar, meu irmão. Eu estava, eu estava patrulando, eu estava, eu estava na área lá, eu era o o comandante ali do, do, do pessoal ali, né? Porque tem chama de CGP, é comando de grupo patrulha, é a função do sargento. E CFP, comando de força patrulha, é o tenente. Então a gente apoia o tenente,
né? Eu tava patrulhando aí pagou uma ocorrência na Avenida País de Barros ali que de Plágio, né, meu. Aí falei: "Porra, mano, vou lá ver que [ __ ] que é essa, né, mano". Aí pá, colamos lá, falei: "Porra, plágio, né?" Porque plágio geralmente é com artista, né? Falei: "Será que tem algum artista lá, né, meu?" Aí eu fui lá apoiar, cheguei lá, eu cheguei primeiro, né, que eu tava próximo. Aí uma senhora, uma uma coroa assim, né, bonita, pá, com carro importadão. Falou: "Tudo bem, qual é o nome do senhor?" Eu falei: "Sargento Castro,
tudo bem, sargento." Seguinte, Eu sou dona da franquia do Patati Patatá. [risadas] Escuta, escuta. Ela falou: "Eu sou dona da franquia do Patati Patatá". E eu tava subindo aqui e eu vi dois palhaço travestido de patati patatá entrando nesse salão. Eu liguei pro meu escritório, perguntei se a gente tinha algum evento nesse salão. Falaram que não. Então são, né, no caso impostores ali, né? >> [ __ ] que pariu. [ __ ] mano. E é a solicitante, né, cara? A gente não pode >> eh prevaricar. Eu não posso falar deixa para lá, dá um pano
pro patati pro patatá, né, mano? >> É, ela tem grana, né? Quem é dona do patati patatá? Tem grana, tem advogado forte. [risadas] >> Então eu falei, vou fal o patati, Patatá, que se [ __ ] Aí entrei lá na festa e falei assim, [ __ ] mano, a situação. E a estava que quer sorrir, [risadas] estragou a alegria da criançada. Falei, chamei o dono da festa, falei: "Tudo bem, Gustor, tudo bem, olha, sou sagento CAS pá." Expliquei a situação para ele, falou: "Porra, mas não tem como senor esperar acabar a festa?" Falei: "Não tem,
porque eu tenho que o meu trabalho, eu tenho que Aí". Ele falei: "Chama ele lá para não causar, chama ele aqui no cantinho que a gente vai trocar ideia com ele". Aí foi lá, colocou o outro Personagem lá, né? Que tirou o patatinho patatá de cena. Aí ele veio trocar a ideia, né? Mas eu falei: "Então você é oficial para não, senor. A gente tá fazendo um biquinho aí, né?" Pá, falei: "Porra, vocês deram um azar do [ __ ] mano, que só passou aqui na avenida só a dona da franquia >> e viu vocês."
Aí falou: "Pô, e agora, senhor? Fal agora ela quer providência, eu vou ter que levar vocês pro DP. Aí falou: "Tá [ __ ] a gente vai tirar a Fantasia". Eu falei: "Não, não pode [risadas] a fantasia é o crime". A prova do crime, né? Merda. Patati patatirinho do [risadas] >> Imagina a criançada vendo patate. Eu falei pro pai, não deixa as crianças aqui fora, traumatiza, né, meu? >> Aí coloquei no camburão lá na viatura, levei lá pro 18 DP. Quando eu entrei lá com o delegado, viu o delegado falou: "Sargento, meus meus filhos são
fã do Patati Patatá". [risadas] Pô, se ele souberem agora, falei: "Doutor, não pude fazer nada". E foi feito, foi lavrado o BO, foi e apreendido as fantasias, né? Porque, pô, é um crime, né, cara? É um crimeade. E a gente tem que E isso daí ficou, né, na minha na minha mais uma história na minha carreira. >> É, tava de boa. O Patati Pat tava acostumado num carro que foi apertado, cheio de gente, palhaço já faz isso, né? A viatura [risadas] foi de boa. >> Foi de boa. Só foi os dois. >> [ __ ]
meu. Cabia 15 no >> no camburão da viatura. Ela quanto menor o camburão, mais pessoas cabem. [risadas] Verdade. Carro de palhaço. >> É uma magia. É >> o cétr humano, né? Bota, encaixa uma cabeça no cu e o >> aí você vai encaixando, aí sobra os espaços aqui. Aí você vai tipo encaixando eles aqui, entendeu? E quando Abre a o porta-mala, desaba os presos assim também. >> Não pode desabar. Aí você tem que ter o controle. [risadas] Não pode desabar, >> bota o cimento, core. E aí você vai ali, você vê, olha, aí a gente
geralmente falar, dá uma acertada na carga, aí você passa numa lombada um pouquinho mais rápido, [risadas] estabilizada, né? É, eu uma coisa assim, Já fez alguma pegadinha com prêmio, tipo assim, >> supostamente. >> Ah, vou vou peidar só de sacanagem, eu vou peidar aqui no [risadas] car de peidar o cagão aqui do estúdio >> o que, o que o senhor já fez de trollado assim com os cara aqui? >> Não, uma vez quando eu fui casar, eu casei em 1989, né, mano? >> E aí eu falei pros cara, eu tava de serviço na quinta, ia
afogar sexta, quer Trabalhava um dia sim, um dia não, e no sábado eu ia casar, né? E antigamente você vê como a PM era Caxias. Você ia casar, você fazia um documento pedindo autorização pro comandante para você poder casar. >> Caramba. Eh, solicito a Vossa Senhora autorização para contrair matrimônio. Ah, é, contrair matrimônio. É como se fosse uma doença. Se fosse com a com a filha dele, ele não quisesse que casasse, já era. [risadas] >> Aí, detalhe, vinha lá autorização, né, para autorizo contrair o matrimônio e encaminhava você pro pro HM para você fazer exame
eh de de esperma lá, né? Esper, como é que é? Espermograma. >> Espermograma. Deixa eu, depois eu vou falar do da trollagem que eu fiz com o vagabundo, mas primeiro eu vou contar do espermograma. É o exame mais desgraçado que tem o esfermograma, cara. Já fizeram? Já fez? >> Já fez? >> Não, eu tive, eu tinha que fazer, mas não fui não, pô. >> Não, vou te explicar, você não vai. Depois que eu falar, você não vai. Fui lá fazer esppermograma que eu fiz vasctomia, né? >> Eu também fiz. Por isso que >> é. Aí
você tem que foi a única poeta que eu bati sem pedir perdão a Deus. >> Então, [risadas] >> foi essa. Falei: "Não, Deus, agora eu tô Liberado". Não, aí o o cara fez a massa cometom m e falou: "Você tem que dar umas 15 ejaculadas >> caral para limpar para limpar o canal, né? Para limpar o canal. É. >> Eita [ __ ] >> 15 para limpar o canal. Aí eu falei: "Beleza, né, meu?" Aí quando eu fui fazer o espermograma, dei dei as 15 ejaculadas assim, uma semana, né? Mais ou menos. Máquina. [risadas] >>
Essa é a vantagem de ser duas mulher. É, Entendeu? Você dá uma uma é dá uma uma diferenciada ali. Aí fui fazer o exame. Aí cheguei lá. [ __ ] mano, você entra lá na sala, >> aí a menina te dá um potinho assim. Todo mundo que tá ali sabe que você vai entrar naquela sala e bater uma [ __ ] [risadas] Todo mundo, cara. Entendeu? >> É tipo aquele cinema pornô que tem nos reidades. >> É. É. Aí ela pega, [risadas] ela pegou e Falou assim: "O senhor precisa de revistinha?" >> Aí eu fiz
assim para ela: "Não, senhora, tem meu celular aqui, fica tranquila. Tem um grupo que chama Tico Tico no Fubá". Todo dia chegou umas 300 >> aqui. Todo dia. Aí >> falei, fica tranquilo. Aí aquele dilema, você entra lá para bater uma [ __ ] correto? Se você sair muito rápido, aí já vamos pensar ejaculação precoce. [risadas] Se você demorar não tava Levantando. >> Então você tem que comparar ali, deixar um, né, meu? >> Aí eu fui lá pá pá. [ __ ] mano. E o homem nesse momento de tensão, porque é um momento de tensão,
né, cara? [risadas] Que é diferente se for ter uma [ __ ] lá você ir tomar um banho, né meu? Porque aí você tá de boa ali, né? Agora ali >> aí >> foi pouco. >> Você tá sendo julgado. >> É, exatamente. Foi pouco esperma ali no potinho, né? Aí eu fui lá, entreguei para ela. Aí eu falei: "Ó, o que eu consegui colocar no pote tá aí. O resto [risadas] >> o meio L ficou. >> É, eu consegui colocar, >> peg um pano assim para passar ali porque tá terrível. Uma limpada lá. E detalhe
aí eu fiz o espermão, fui buscar a [ __ ] do resultado, ainda contava esperma Ainda. >> Caramba. >> Você acredita? Aí o médico mais não, ainda tinha ainda ainda constava espermativo. Aí o médico falou: "Dá mais umas 10 ejaculada". >> Ô louco, >> eu fui lá bater outra [ __ ] >> [ __ ] merda. >> 25 >> 25 b. >> Fica já a dica pros hospitais aí. Tem Que contratar a rapariga. Ela dá uma sugada, né? Ali meio bócips, né? Pelo menos, pelo menos umas dançarinas, né? Boa, boa. Aí eu f trollagem, eu
fui casar em 1989, aí pr os caras trabalhava à noite, falou: "Vou casar, os caras falou: "Tá bom, vai casar, né, recruta?" Tá bom. Aí terminou a pré-eleição, me grudaram, cara, naquelas me jogaram no camburão da, me desarmaram e jogar no camburão da barca. >> Sim. E era uma veraneio daquela só entrada de ar aqui. Veranio era o tempo que raiz, velho. >> A Verio da PM hoje ainda tem gente, tem colecionador que tem ela ela hoje, né? >> Ele abre ali o o hoje >> ele abre o camburão, ainda sai espírito de lá ainda.
[risadas] >> É, ainda sai espírito. >> Aqui na estação Carandiru lá da linha azul do metrô também tem espíritos lá. >> Mais ou menos. Aí me colocaram lá só Tinha aquelas entradinhas de ar e jogaram lá para patrulhei a noite inteira no chiquirinho da viatura, cara. Cara, >> aí chegou mais ou menos umas 2 horas da manhã, prenderam o vagabundo, né, meu? Aí foram levar pro DP. Aí na hora que abriram o chiqueirinho, chiqueirinho, o vagabundo olhou assim, me viu lá dentro fardado, falou: "Porra, mano, que negócio que é esse?" Falei: "Manda ele aqui, manda
ele aqui que eu vou querer, Que eu vou tirar meu ódio agora". Aí jogou ele lá dentro do camburão. Eu fui eminhado com ele lá até a delegacia. Os caras falou, eu escutava, os cara fal, "Vai rápido que o Caso vai matar ele". [risadas] Aí chegou, tirou o ladrão e continuei fechado do camburão a noite inteira. Trabalhei 8 horas dentro do camburão da viatura, cara. Aí terminou, ainda me amarraram num poste lá. Aí teve um [ __ ] >> a joga a graxa nele, joga. Aí teve um Que gritou no fundo, >> botou no pau
de arara já querendo deixar preto >> já. Aí teve um que gritou no fundo assim, falou assim: "Vamos raspar a sobrancelha dele". Aí eu falei: "Não, mano, aí não, ó o tamanho da Taturana, mano". Falei: "Não, não, [ __ ] Como é que eu vou casar?" Tá parecendo índio. Índio não tem, não tem sobrancelha, né? Falei, vou casar que tem índio, cara. >> Aí é [ __ ] Aí >> não. Aí aí me deram um boi. >> Ô ô, sagita, a gente preparou um quadro. Logo em seguida vamos ouvir já, já live Pix. Galera que
tá mandando, continua mandando que a gente vai ouvir, que é o quadro. É o seguinte: direitos humanos ou direitos humanos? Que é se perdoa o cara ou se bota o cara na cruz. Beleza? É o quadro direitos humanos ou direitos romanos. Claro que não é Jesus, é só vagabundo mesmo, é só barrabaz. Exato. Se não é você que tá assistindo para não Dar problema. Não é literalmente é metáfora. >> Mundo das ideias. >> Mundo das ideias. Exato. >> Primeira pessoa que é direitos humanos ou direitos romanos. >> Certo. >> Vai ser Manubral. >> [ __
] >> Esse daí versão pera aí. Manubral agora ou do Velho Testamento. >> Não. Boa. Boa. Tem que ver qual versão Do Manu [risadas] agora >> que agora ele tá é ele. Aquela cara de mal já era, né? Já foi, já foi, já foi. Agora é batonzinho. >> Agora, agora é direitos mamano. Então, [risadas] >> então era do antigo ou o atual? >> O, o atual. >> O atual direitos do romanos. >> Direitos romanos. É na cruz para man. Eu fiquei chateado com ele, pô. Ó, é assim, eu curtia as músicas dele. Se eu falar
Para você que eu não curtia, tem as músicas dele, principalmente aquela que lá que fala assim: >> "Mata, mata, mata". >> Não, não. Aquela que fala, como é que é? É HK. É como é? Eh, mais um dia sobre olhar sanguinário. Lucas tem camisa do Racionais. Você não sabe como é caminhar com a cabeça na mira de um HK. Metaladrão alemã Israel estraçal ladrão que nem papel. [risadas] Chega aar Ele. >> Boa, [ __ ] Aí você canta essa música aí. >> Aí você canta essa música aí. Olha para aquela foto lá que tá cantando
agora. Então aí, pô, ele nessa época aí era legal, mas ele fez agora falando assim, ele fez uma declaração que achei extremamente fora de mau gosto, mau caráter. Fizeram uma pergunta para ele se que se era qual que era melhor, ser aviãozinho da favela ou ser motoboy? Ele Falou que era melhor ser aviãozinho na favela. >> Aí é >> porque aviãozinho na favela você era abordado só uma ou duas vezes por dia pela PM. E se você fosse um motoboy, a o polícia ia abordar você direto. Cara, achei isso daí extremamente ma gosto, entendeu? Então
ele falou isso daí numa entrevista e eu já fiquei num meio, aí depois ele apareceu lá todo maquiado, pá, né, meu? >> É. É, até porque é diferente. O motoboy anda com o pacote, o aviãozinho vira o pacote. >> Você tá entendendo? >> É, é bem diferente. Parafraseando o Batman, ou você morre um herói, ou você vive até sar um vilão. É o caso dele. Exatamente. Tá >> vendo? >> Então, manubrau é direitos romanos. Não é isso? Vamos, vamos pro próximo. >> Próximo. >> Monarque. >> O Monarque, cara, eu entrevistei ele há pouco tempo. Um
maconheiro. >> Maconheiro. >> Maconheiro. >> Ele veio aqui esses tempos atrás. >> Ah, é um maconheiro. Ele foi lá, eu até falei com ele, você trouxe maconha? [risadas] Não, não parei. Ó, o Pabo, parei, parei, >> parei. >> Parei. Agora que eu entrei aqui, [risadas] agora que eu entrei aqui. Eu parei. >> Parei. Inclusive, >> elogiou a polícia, falou assim: "Vocês secam gelo? vocês, o trabalho de vocês é chegar gelo, porque a justiça vocês prem justiça só. Eu achei legal. >> Ele disse aqui que todas as primeiras damas no mundo eram travestis, que tem uma
conspiração que entre eles para pr não para eles se relacionarem só com travestis. Ele falou que segundo ele >> monarque >> monarque é >> é o da França ele segue isso daí a risco, né? >> É o da França. Ele falou Michele Obama ele falou que Michele Bolsonaro era travesti também. Aí eu não acredito. >> Ah, eu não acredito não. Mas a Michel Obama eu já vi, eu já vi dizer, cara, amigo meu até me falou, amigo dele da faculdade, amigo meu falou, >> se ela for, dá trabalho para esconder Aquela rola que é um
negão. [risadas] >> É o negão. Dá trabalho para esconder. >> Se jogar para trás aqui, vem aqui na nuca. >> Acho por isso que não [risadas] tem nenhuma foto dela de biquíni. É sempre de social, >> por isso só tem foto dela de social. Não tem nada de biqu. >> Então, mas o Monarque é assim, cara. Ele ele eu acho que ele que ele se expressou mal da outra vez aí >> a vida toda. >> A vida toda, né, meu? [risadas] E >> ele eu também acho que ele se expressou mal quando pediu desculpa. >>
É também, né, meu? Boa, boa, boa. Então, para mim, cara, eu vou deixar ele na na no lado bom. Vai, >> direitos humanos. Ele é um cara, cara, ele eu tenho umas opiniões maluco, mas é um cara boa, cara. Ele não sangue ruim não. Não é não. Assim, eu tinha vontade de bater nele, né? [risadas] Mas ele é Gente boa. >> Ele não é que nem aqueles maconos do Pissol que dá vontade de >> Ah, não. Maconho do pissol que nem aqueles que que eu fui lá 30 30 contra um. Maconheiro de apartamento manja que
nunca foi na favela comprar uma droga, irmão. Não conhece os malefícios da droga, entendeu? Então ele é ele é um não conhece nem o que que é feito na como funciona a favela, como é para quem mora lá. Eu que nasci, cresci na favela Do Rio. Coisa você, eu falei, eu falei pr os cara lá, eu falei assim, ó: "Eu já fui uma vez numa numa favela, no barraco, e a mulher falou: "Pô, entra aqui para você ver como é que é a minha casa, cara". Eu entrei para ver ela. Não tinha nada na casa
dela. Tinha um sofá velho, uma estante velha, uma televisão de tubo. E nós fomos na cozinha e eu notei, eu sou um cara observador, eu notei que ela não tinha bujão de gás. >> Sim. >> Aí eu falei assim: "Pô, mas cadê o bujão de gás da senhora?" Se ela não cozinha? Porque eu vi só o registro lá no no Aí ela falou: "Então tá na vizinha porque eu não posso deixar aqui porque se eu deixar aqui ele vende". >> Então ela falou: "Quando eu vou cozinhar eu pego na vizinha, coloco aqui ligo. Você entendeu?
É essa é a realidade do usuário de droga, irmão. >> Quem só sabe o malefício que é a droga? Quem tem um drogado em casa? >> A família, né? A família ou quem? Cris Paiva que também que o ex-marido dela levou os móv tudo depois que separou. >> Então [risadas] é tem esse dep. Casou com drogad, >> levou tudo. Tem isso aí também. >> Até o cachorro. >> É, até o cachorro. Vamos pro próximo, por favor. Direitos. Érica Hilton. Ó, essa aí se você botar na cruz, a vantagem que ela já tem um pau, só
falta O outro >> para cruzar. Para cruzar. É >> ela. Quanto ao fato dela ser uma mulher trans, zero, né? Problema. Sem problema. O problema são as ideias dela, né, meu? O que ela apoia, o que ela ela ela defende, vai completamente de encontro ao que a família brasileira tradicional curte. Ela vai, ela ela apoia aborto, ela apoia união de de pessoas do mesmo sexo, ela apoia droga. Então, para mim é direitos romanos na Raiz mesmo, >> na mandioca, né? >> Na mandioca, >> [ __ ] Não, por enquanto tá bom. muito aceso. Depois me
sangra o nariz. [risadas] >> É >> pela primeira vez o seu nariz sangra, né? Que geralmente tudo >> sangra, sangra porque o a caceta bate no nariz. [risadas] >> E direitos humanos para Érica Hilton. Vamos pra próxima. >> Frank expc. Esse aí eu acho que é conversador, né?C. Isso é um noia, [ __ ] Isso é um noia, mano. >> Esse cara aqui, ele é um camicaze. Vou explicar o que que é. Ele é um cara >> que ele era um noia, né? E aí ele pegou e falou assim: "Cara, eu sou um noia, né?
Eu eu eu minha pena de morte já tá decretada, então eu tenho que fazer alguma coisa para mim ganhar dinheiro Antes de morrer." >> Aí ele começou a fazer isso daí. E aí o pessoal fala: >> "Ah, por que que o que o que o o crime organizado não mata ele? Vai matar o cara que faz a propaganda do crime organizado. Você falar que o PCC é ruim, que o PCC mata, que o PCC faz isso, aquilo, pros cara é música no ouvido dos cara. Então ele, vamos dizer assim, que é um porta-voz do crime
organizado, mas isso daí nunca foi do crime organizado. >> Ah, isso que falar a verdade, você vê um cara que muita tatuagem na cara aí, dá vontade de dar uma carimbada, >> cara. E eu dá vontade de eu pegar uma lixadeira, [risadas] um esmerilzinho ali, dá aquela >> Isso que eu ia perguntar. Então, que eu sempre achei, eu acho que esse cara é mentiroso. Invados é mentiroso. Nunca foi do crime organizado. >> É o Pablo Marçal do PCC. Boa. O sonho dele é eu debater com ele, mas não debate, irmão. >> Não quer. Ele quer.
Ele chamou para debate, foi? >> Não, várias vezes. Ah, uma vez estava numa live, ah, chama o sargento do Castro aqui para debater comigo, meu irmão. Eu vou perder meu tempo. Já tô perdendo aqui, né? Mas eu vou perder. [risadas] >> Pô, tava sentindo honrado. Olha, ele ele Não vai em qualquer lugar. Mas eu vou perder meu tempo debatendo com cara desse daqui, meu irmão. Não dá, mano. Não dá, não dá, >> não dá, né? Tatuagem na cara. >> É. Aí é romanos. Romanos com com direito a a à tortura. >> A tortura. [risadas] Bom,
>> foco especial aí. >> Próximo. Direitos humanos ou direitos romanos. Travestir com pinto. Era com Barba. Era com barba. >> É um que eu botei. Qualquer travesti. >> É qualquer um. É. >> Não tem nada. Com pinto até vai, mas com barba. >> Como eu já falei não, mas eu >> que na Bahia é tudo assim, né? É isso, é isso que eu fico, [ __ ] mano. O cara quer ser homossexual, meu, é uma escolha dele, pá, mas para que que ele quer ser um homossexual com trajes masculinos, assim, com com três jeitos masculinos.
Se o cara é homossexual e ele ele assumiu ali o lado, vamos dizer assim, eh como é que fala aqui? O receptor. O receptor, né? O receptor ali. >> Então, pô, para que vai andar de barba? Para que vai? >> Olha aí do seu lado aí, ó. Por isso que ele é assim, ó. Aí, ó. >> Que isso? [risadas] >> Aí, ó. Tá vendo? Tem que andar assim, p >> é assim que tem que andar, né? >> É, >> eu não tenho nada contra essa pessoa quer andar assim. Agora tô dizendo que até as mulheres
agora tem é moda agora a mulher tá tomando hormônio para ficar com barba. >> Vai ficar com barba, né? >> [ __ ] mano. Moleque não não não é boiceta. Não depila zaxila, não depila periquita. >> Não tem que depilar, irmão. >> Exatamente. >> Não sei porque se elas não gostam dos Homens, para que ela quer parecer com >> Exatamente. >> Não faz sentido, cara. >> É demônio. É demônio. Tudo demoniado. Vai tudo pro inferno. >> Ó o nosso filósofo falando [risadas] que é normal. Vai tudo pro inferno, então é, não vou vai direitos humanos
para ela. >> Boa. Direitos humanos. >> Direitos humanos. >> Vamos pra próxima. >> Travestio. Essa aí é um travesti, tá, >> rapaz? >> Caramba. >> Travesti. >> É travesti. >> Aquela que foi, aquela que foi no Silvio Santos. É Zampiroli. Foi pro Silvio dos Santos. Ela mesma. >> Ah, Silvio Santos. Santos. Mas você não parece que era? >> Aí balança o cara. Não balança, não. >> Balança, cara. >> Balança. O cara olha assim e fala assim: >> "Não, ela também balança". Depois de mij. >> Não, ela tirou. >> Ela tirou. Tirou. Tirou sem pinta aí.
>> Ah, então. >> Ah, então então, pô, >> tirou ainda fez periquito ainda. >> Qual o problema? >> Ah, então, então ela vai por direitos humanos e se quiser [risadas] Eu levo. >> Eu conduzo essa ocorrência. Eu conduzo essa ocorrência. [risadas] >> Deve ser melhor comigo. >> Direitos humanos pra Talita Zampiroli. Zampiroli. >> Zampirol. >> Zampiroca. >> Zampiroca. Zampiroca. >> Tem mais alguém? Tem mais alguém, Eric, no quadro? Torcida organizada É direitos humanos ou direitos humanos para torcida organizada? O que ver com a torcida do São Paulo, >> não, torcida organizada em geral. Torcida organizada
geral. A ideia de torcida organizada. >> Sou sofredor, cara. Sou santista, mano. >> Hum. Ah, mas agora chegou Gabigl, né? Talvez. >> Eu acho, pô. Ach, mano. >> Ano passado a torcida do Cruzeiro tava tão empolgado com o Gabigol também [risadas] >> pr [ __ ] O cara perdeu pênalti o [ __ ] lá tomar no cu. >> Recou, né? Recou. Torcida organizada geralmente tá envolvida em confusão. >> Não, então se a torcida, eu fui uma vez, assisti um jogo do Santos lá em aqui na São Caetano e eu dei uma azar que entrei no
meio da torcida organizada, cara. >> Hum. Mas não assiste jogo. >> Eu fui entrar de graça, né, meu? De graça você não pode ficar escolhendo, Né, cara? Uhum. >> O cara só entra nesse portão aqui. Eu entrei, acho que vai foi maldade do cara, né, meu [risadas] >> cara? Aquela nuvem de maconha o bandeirão assim. >> É. E eu lá no meio, cara. Aí tava eu e meu sobrinho, né, meu? E nós sentado assim, né, meor, assistindo o jogo, né? E os cara, os cara canta o jogo inteiro, man. Vem um moleque, acho que tinha
uns 14 anos, falou: "Ai, seus [ __ ] do [ __ ] quer assistir televisão, quer assistir jogo desse jeito, vai assistir em casa aqui, tem que cantar". Aí eu, meu, uma apavora, o moleque deu, meu sobrinho canta aí, [ __ ] senão nós vamos apanhar essa [ __ ] aqui, né, meu? E para entrar lá, tem desarmado, né, meu? Tem que ser desarmado. >> Desarmado e perigoso. >> É desarmado e perigoso. Mas aí eu cantei, né, meu ba? Que era muitos ali, né, meu. >> É melhor não arriscar desarmado. >> Próximo. É direitos humanos
ou direitos romanos para >> esses cara tudo fantasiado aí que vai parecendo que vai pra guerra. >> Direitos romanos. >> Direitos romanos. Vamos pro próximo. [risadas] >> É que isso aí? >> Especialista em segurança. >> A especialista em segurança pública, Jaque Muniz. Achei que era o Roger do TR. >> É Jaqueline Muniz. É >> Jaqueline Muniz. Isso é um idiota. Isso é imbecil. Isso é é uma maconheira, cara. [risadas] >> Como é que pode uma um É e ali ela tá com óculos certo? Porque do dia que ela falou, ela tava com óculos de ponta
cabeça, né? >> Ah, >> meu. Como é que ela pode uma mulher que se diz? Não, o pior é é uma >> pior é ser mulher. Tá, o pior é ser mulher e tá. >> É. Então, e se dizer que é especialista em segurança pública e ter alguém que dá atenção para uma criatura dessa daí, >> não? Que dá um cargo para uma pessoa desse >> dá um cargo e falar que vai combater um vagabundo de fuzil com pedra. >> Mas ela ela faz parte da segurança pública. Ela é o canhão. >> É Boa. >>
É tanto é que é de esquerda, porque as mulher de esquerda tem um um fetiche de ser feia, né, mano? >> Por isso que eu fico puto. A a tem protesto de mulher de esquerda que mostra os peitos para fora. Nenhum vale a pena. Não vale, irmão. >> Eu quero que mulher de direita bote os peitos para fora. [risadas] >> Brincadeira. >> É o personagem. É o personagem. Sou eu não. Personag. Ó, dig de passagem, a gente foi entrevistar na rua esse tempo. Eu não sei porque a Rebeca tá reclamando, né? Ela não tem peito
para pôr para fora. Boca o clima >> direitos [risadas] agora. Só só. Calma aí. A gente foi ess 300 para R$ 300 >> R$ 200 >> para Cas apanhar. Que maravilha. >> Ô Eric, tem tem podcast seguida, né? >> Tá aí com você. >> Ah, tá. >> Esse a gente foi na rua entrevistar a esquerda e a direita e realmente a esquerda as mulher tudo feia, pô. Cabeluda, esquisita. Na direita tem um pessoal arrumado mesmo. >> Não tem um carro de velha de >> idosas. >> Tem car de velhas. >> Mas milfs. >> Tem as
milfs. >> Tem o quê? >> Milfs. Não sei o que é milf. Aonde >> é uma velha >> acima de meteria a shibata. >> É a Milf. Milf. >> É a Milf. >> É. Fala Milf. >> Ô Lucas, a partir desse princípio, a sua mãe é é mil. >> Pera aí, pô. Ô, >> [ __ ] mano. >> Todo episódio, todo episódio dos cara desrespeita a minha [risadas] mãe. >> A mãe dele é gostosa. >> Mas tem a foto da mãe dele. >> Mostrar pro senhor. >> Põe a foto da mãe dele. >> Vamos ver.
E >> ela namora polícia também, né? N polícia. Minha mãe é minha mãe namora polícia, pô. >> Tá, mas ele é mais antigo. [risadas] A patente dele é maior. A patente dele é Maior. Ela gosta. Ela gosta. Ela gosta de >> Já temos um ponto aí. Já tem um. >> Não é legal, mano. >> Legal. [risadas] É mais antigo que ele. Só que prende a barra baixo. >> Aparece a foto, mano. >> Você seria pai dele. Pera aí, pô. >> Eu assumi esse Bóic. [risadas] >> Eu assumia, cara. Eu assumi esse Bói, cara. >> Ia
dar uns conselhos para esse menino aí, ó. Deixar ele macho. >> Deixar ele macho. Tem, tem jeito. Para ele não. Aí [risadas] >> era uma uma aí uma ocorrência um tanto quanto difícil. Mas aí tinha que ser a CIA, né? A Polícia Militar [risadas] não dá. >> Você sabe que a a Polícia Militar de São Paulo, ela foi eleita a melhor polícia do mundo, né? >> Foi. >> Você sabe disso daí? >> Não sabia não. >> Foi feito um teste, né? >> De Bang Jump. Eu sei que eles são bom. [risadas] Jump >> para pular.
>> Fiz muit muito. Fiz muito aquilo ali, mano. [risadas] >> Fiz muito. >> Oxe. >> Do quê? De jogar os caras da ponte. Ele Tá falando de jogar os cara da ponte. >> Jogava o cara e a moto. Da hora. Olha só o cara. ou exgames. [risadas] >> Por isso é a melhor polícia do mundo. Se a prefeitura pegasse esses bandidos e levasse para olimpíada, era medalha de ouro. >> Medalha de ouro, cara. Eu vou te explicar que foi científico a PM de São Paulo. Ela ganhou esse título. Pegaram o FBI, né, Scottlandia e pegaram
a PM de São Paulo para fazer. >> Vem com a moto mais preto. >> Não, não. [risadas] Foi isso daí não. Vai, vai, vem, vai vend aí. Pegar e falar assim, ó, nós vamos fazer um teste. Qual que era o teste? Era soltar um coelho na no mato. >> Uhum. >> E a a polícia que achasse primeiro coelho era melhor do mundo. Foi FBI. Soltaram o coelho, os cara drone, infravermelho, pá pá pá. 25 minutos acharam o coelho. Scott lâ foi lá meu Infa vermelho. É, jogaram, veio drone, helicóptero. 15 minutos. >> 15 minutos. >>
[ __ ] mano. 27 15, né? PM de São Paulo, parou uma barca, uma veraneio, desceu quatro polícias, correu para dentro do no mato 5 minutos. Voltaram com porco espinho cheio de hematoma falando: "Eu sou o coelho [risadas] coelho. Coelho, 5 minutos. [risadas] >> Eu juro, senhor. Eu juro. Sim, com um pouco espinho. Chega na [risadas] toma. >> Eu sou o coelho, senhor. Eu sou o coelho. É, irmão. Melhor polícia do mundo, pô. Não é não boa. Vamos, >> vamos ouvir live Pix que tem muito. Vamos dedicar um tempo a ouvir live Pix aí pessoal.
Dá like na live, curta, cometo da Bequinha mandou R$ 10,69. Fala Bob Mali, [ __ ] Guerreiro, Dominique Torreto, Macaco Malfoy, Kilian Chimpanzé e Leão Bonobo. [risadas] >> Leão Lobo. Ele me chamou de Leão Bonobo. >> Dominic Preto, >> [ __ ] [risadas] mano. >> É, mas >> o cara acaba com você mesmo, man. >> Sou vagabundo. >> Ô, mas ó, né? Live PX, mas teve teve mandou R$ 10. >> Oi, K, meu dengo. Que bom que lembrou de mim na última live. Estou com saudades. Lembro das nossas aventuras. >> Lindo de Pujuca. Vai te
lascar. Lindo é um [ __ ] que tem lá pujuca que os caras estão dizendo que lindo o apelido dele. Colocou esse apelido para você, né? >> Ele disse aqui. Boa. Ele disse aqui na Fran Segunda, >> disse na quarta-feira que ele chamava, chamava o cara de lindo, que era apelido cara de lindo. >> Não, era o apelido dele na rua, todo mundo chamava. O que que você acha? Ele falou que conhecia todos os [ __ ] de Pojuca. >> Interior. Você conhece o pessoal? É verdade. >> É, então, mas precisa ver também porque tem
uns caras que tem uns apelidos que não não compete combina com o cai belo. Belo [risadas] >> é não combina muito. >> Feio para [ __ ] Aquele goleiro que tinha lá chama muralha. >> Frangueiro para >> frangueiro do [ __ ] Entendeu? Então Você tem que ver isso daí também. Lindo. Às vezes o cara não é tudo isso aí, né? Mas cai chamava porque ele achava >> nada. Era horrível. >> Aí ó, >> parecia um espantalho preto. Nunca vi. Era uma mistura parece que cruzou o espantalho com boneco de voodu. Era horrível. Vamos pro
próximo, Ericão. Vamos pro próximo live Pix, por favor. >> Boa. Radson Stelete mandou R$ 10. Bom dia. Produto de passar em pneu. Eu tinha Uma chefe petista e dizia para ela que iria virar PM só para bater em comunista. Safado. Fiz certo, tenente. Abraço de Niterói, RJ. Sou fã demais. >> Eu não entendi a pergunta. Quem ele falou? >> Ele tinha uma chefe >> petista. >> Petista >> e falava que ia virar PM só para bater em comunista. perguntou se ele fez certo. >> Fez, [ __ ] [risadas] Fez. Todo o castigo para comunista e
para para cara de esquerda é pouco. >> É pouco, né? >> Aí, ó. >> Tem que nascer só com dois dentes. >> Um para abrir garrafa e outro para ter dor de canal o dia inteiro. [risadas] É pior que tem. >> Eu sou 22. >> Ah, agora, né? >> Agora, >> agora você é de direita. Agora >> você não tem cara não, cara. Não, [risadas] >> você tem uma cara de Pistol do [ __ ] Sabe qual que é a diferença do Pistol e do PT, né? >> Qual? >> Você jogar erva. Se comer é
PT e se fumar é PSOL. [risadas] >> É isso mesmo. Vamos pro próximo live PX, Ericão, por favor. >> Fala, C. Aproveitar que tem uma autoridade aí, Cia Bruno Lames, do caso do Bruno Lames, se vai ser preso ou o quê. Mas não é ser preso porque ele é sem graça, não. Porque até hoje eu fiquei sabendo que ser sem graça não é crime não, mas é sobre o Danilo lá, né? Mas e cá, pergunta para ele aí quantos cáos da vida ele já prendeu até hoje, já deu uns tapa na cara. Que raça ruim
é essa do C? [risadas] >> Você tá sabendo esse negócio do Den Gentil lá que foi roubado o comedy dele pelo gerente? Não, >> fiquei fiquei, fiquei sabendo que o cara deu um golpe nele, né? Ele acha que ele vai ser preso mesmo. Deixou com esse cara. Você com ele? Era o cara, era um comediante lá. Era era mais ou menos guerreiro. >> Era um guerreiroado. Esse aqui manda live ps toda semana dizendo que ele era Sem graça. [risadas] Aí agora que ele foi preso, ele tá triste. Ele falou: "Pô, não tenho mais motivo para
existir agora que ele não é mais comediante porque a carreira dele acabou depois que ele foi chamado". >> Mas isso não dá cadeia não, né? Sargento >> do quê? Eh, Bruno Lambert assim, desviou dinheiro de >> era gerente do bar. >> Ah, não. A aqui na na no Brasil que dá cadeia você pintar estátua com batom, Velinha com bíblia, isso daí dá cadeia, >> dev pensão. >> É isso que eu ia perguntar. É isso que eu ia perguntar. A burocracia atrapalha muito para manter os >> os presos presos e tal. >> Não é a burocracia,
irmão. É o problema do nosso país. É a impunidade, cara. A impunidade impera aqui no nosso país. >> Saidinha para [ __ ] >> É fácil você acabar com com crime, você diminuir drasticamente o crime no no no País. É fácil. Baixa a maioridade penal para 14 anos, certo? Porque 14 anos hoje em dia o moleque já tem ideia do que é certo e o que é errado. No ri, 13 anos tá com fuzil já. >> Tá com fuzil. Então baixa a maioridade penal para 14 anos. Acaba com essas regalias. O vagabundo, ele foi condenado,
ele foi condenado a um crime, ele perdeu os direitos dele, meu irmão. Seus direitos. Você só tem deveres. Acabou. Enquanto você tiver cumprindo a Pena, você só tem deveres. Aí fala, aí foram aprovado o fim da saidinha, né, com trabalho lá do do do deputado Derrite, né, foi aprovado. Aí o STF falou assim: "Não, mas eh só vai valer da quem for preso daqui paraa frente porque tem um direito adquirido." O direito adquirido é o apelido da minha bola esquerda. Porque [ __ ] de direito adquirido para vagabundo, irmão, não tem que ter, [ __
] E out >> quando você sabe que você vai ser Punido, você faz ajuda você a manter o >> cara, o cara, o cara sabe que vai, que vai poder transar, por exemplo, [ __ ] você ser preso, é, é bom você preso, não vai mais comer ninguém. Ó que castigo, só vai ter que comer outro cara. >> Já é um castigo pro cara, >> ó. Você vai ser preso, você não vai ter contato com a sua família, porque é assim, outro é outro detalhe. Pega o cara aqui de São Paulo que o cara quer
quer um, porque eu ia falar, não tem Ladrão bom, o cara quer um ladrão profissional daqui, prendeu ele aqui. O cara, cara, é é periculoso. Pega esse cara e manda pro Ceará. Pega o do Ceará e manda para cá, entendeu? Você já quebra o cara >> e deixa comer porque as cearens são tudo feia. Aí deixa comer moleque. Aí >> o de São Paulo pega do Ceará, mas do Ceará não come ninguém também, porque aí é privilégio do Ceará. >> [risadas] >> Mas se você trazer o cara do Nordeste para São Paulo vai est fazendo
um favor para ele também. >> Não, preso para ficar preso. Não, [ __ ] >> Mas a cadeia de São Paulo é melhor que o Nordeste, né? >> Pelo menos cadeia tem água. >> Pelo menos tem água e tem comida. >> Tem mais dignidade. [risadas] Eu a polícia. Eu a polícia é água e tem Comida. [risadas] Aí cara, mas você quebra os caras, tá entendendo? Você quebra os cara, mano. Tem que quebrar vagabundo. Tem que quebrar, irmão. Vagabundo. Ele tem que ir pra cadeia e tem que sofrer, [ __ ] >> É isso aí, cara.
Desse é preso. Tinha que tomar banho de lua. [risadas] Que vai tomar banho de sol, você entendeu? >> Vai, vai tomar banho de é ele é tão preto que é o sol que toma banho dele. [risadas] >> Muito bom. As pera vir do do mais [risadas] preto da mesa, né? >> Depois da mesa. Depois da mesa. >> Depois da mesa. Depois da mesa. >> O sol da meioia falou: "Ol não vai sair de casa hoje não? >> Não precisa escurecer". O sol olha e fala: "Como é que aquela sombra tem outra sombra? [risadas] >> Vamos
ouvir live Pix, Eric, por favor. >> Capitão do mato mandou R$ 12,20. Olá, negritos. Correndo risco hoje, hein? Chamado polícia em casa. >> Aí, tá vendo? Pior para que a pessoa fala assim, mas eu vezes que eu tomei baculejo foi que eu tava com andando com maconheiro sozinho. Eu nunca tomei. >> Então, meu irmão, ó, ó, tanto eu não eu não sou racista que uma vez eu tava trabalhando para abordar um cara e o cara era um um negrão, né, meu, e ele Tava num carrão importado. Mas só que é o seguinte, velho. Tudo é
o tiroso do policial, pô. um carrão importado, de repente saindo numa comunidade, a gente não sabe se de repente esse cara tá sendo vítima de sequestro. >> Hum. >> Ou a ele ele ele cresceu na vida e de repente tá indo visitar a mãe dele que tá ali, que já é um filho da [ __ ] porque se ele cresceu na vida, tá deixando a mãe dele ficar ali na carrão, Né? É, com [ __ ] num carrão. >> Nós abordamos o cara, né? Abordamos. De repente o cara veio e trazia droga, pá, abordamos o
cara e o cara era um cara de boa. Ele desceu e falou assim: "Ah, você tá me abordando só porque eu sou negrão, mano". Eu falei: "Ah, você acha que eu sou racista?" E meu parceiro, ele era da da cor dessa mesa aqui. [risadas] Seu parceiro é racista. >> Não, não. Um negrão, cara. Aí eu falei: "Ah, você acha que eu sou racista?" >> Aí ele falou assim: "Falei: "Se eu fosse assim, que que eu tava fazendo trabalhando com esse urangu tango aqui?" [risadas] Eu falei: "Vai lá, dá uma você dá uma geral nele". Aí
ele foi lá e falou assim: "E aí, irmão, vai levar uma agora?" Aí o car falou: "Não, aí encostou para revistou". Aí quando liberamos o carro, o cara não tinha nada. Liberamos o cara. Aí o meu parceiro falou: "Caralho, urang tango, [risadas] olha o seu tamanho. Eu vou chamar você do quê, caralho?" De chipanzé, [ __ ] >> Não é racista. Você até tem até amigos pretos, né? >> Tenho vários, >> vários. [risadas] Vários. É um vizinho meu lá, o Beto [ __ ] >> [ __ ] é das antigas, né? Meu é meu amigo
de infância, cara. Então esse papo aí de de falar isso é mimimi. >> Eles quer dividir a gente. Essa é a verdade. >> É que nem jogador de futebol. Teve um jogador do Palmeiras. Eles me chamaram de uma caga chorar >> puto com esse cara, né C? Você ficou puto >> eu fiquei puto com esse cara também. Os caras chamavam Ronaldinho Gaúcho, Vampeta. Você acha os caras não zoav aí que que eles faziam >> para para compensar? >> Batia nos cara, >> batia nos caras, fazia gol. Deu era essa resposta que você tem que dar
pros caras, irmão. Se argentino, argentino, se eu for lá, eu for lá na Argentina, o cara fala: "Você é macaco". >> Os argentinos é assim, cara. Os argentinos eles tiram a gente, cara. Eles não gostam da gente, essa é a realidade. Eles não gostam da gente. Então, quer dizer, aí o cara fica com mimimi, ah, chorando uma vez eu acho que Não sei se foi o Ronaldinho Gaúcho que jogaram uma bandana no campo, ele descascou e comeu. Daniel Alves descascou e comeu. >> Você tá entendendo? >> Cobrou escanteio. Nesse mesmo lance saiu o gol. >>
Olha aí, ó. O, >> e outra coisa, o maior inimigo do do jogador de futebol preto não é não é o a torcida. >> O maior inimigo é porque no jogo de Futebol tem juiz e policial. Tudo [risadas] tudo que no mesmo local, >> no mesmo local. Isso que faz eles jogarem mais. Você tava falando, você tava falando desse negócio desse cara que você abordou aí com o carrão. É muito interessante a leitura que vocês fazem do da pessoa para prender, para abordar e tal. Você vê, você percebe que a pessoa tá meio, tá meia
desconfiada, tá com medo. Como vocês fazem isso? Como Desenvolve isso? >> Isso daí você desenvolve com a experiência. Bonobo. >> É, é Willam Bonobo, né? Bonobo. >> Isso daí você desenvolve com a experiência. A gente na PM chama de tirocínio policial. >> É o fato de você, pô, você tá numa viatura e você tá patrulhando. Aí você olha dentro de um carro, >> eu já bordei o cara porque o cara viu a viatura de longe, subiu o vidro, Entendeu? E o vidro dele era é filmado. Falei, vamos abordar aquele carro ali a viatura e ele
subiu o vidro, entendeu? Já causou uma suspeita para mim. Aí nós abordamos ele, ele tava usando uma, fumando uma maconha lá de boa. Aí nós descemos, abordamos, pá, orientamos ele lá, né? Mas aquela orientação de prá, né? [risadas] Os cara gosta de fumar e tem que gostar de comer também. Então tiver erva, né? Mas eles falar que é erva. Então aí orienta o cara. Às vezes O cara tá vindo, o cara tá vindo a pé, você virou com a viatura, sabe? O cara dá aquela [ __ ] dá aquela travada, você tá olhando para ele,
dá aquela travada, já é um motivo. Encosta te abordar, porque a abordagem, irmão, não arranca pedaço. >> Eu ando na rua aí, eu sou abordado todo dia, cara. Todo dia eu ando de moto, pô. Às vezes a Rocan me veja, pum, vem me abordar aí para lá, opa, desço, faço todo o procedimento. Aí o cara, o cara Que não me conhece encosta, falou: "Irmão, sou polícia, tô armado, pá. Ô, você polícia, onde tá sua funcional?" Tá aqui, mostra funcional. Acabou. Entendendo? A abordagem em si não desmerece ninguém, meu irmão. Como é que você vai, o
policial ele não tem bola de cristal, como é que ele vai tirar um marginal da rua se não for na abordagem? Entendeu? A não ser que seja um mandado de prisão. Se for um mandado de prisão, aí você vai direcionado, mas você tá no Patrulhamento, >> você tem que desconfiar de uma atitude do cara. >> Acho por isso que eu nunca fui, eu nunca fui parado, porque eu sempre pi naturalmente, >> porque o apelido é é mais, >> só ando de noite, não dá para mexer, não. >> É porque o tem o o o a
as letras a gente tem um código que a gente chama um código e mundial de Letra, né? Então o A a gente fala alfa >> e o o B a gente fala bravo. Então é um código nacional. É igual avião. E o Mike, o PM aí o M que é pra gente saber se é militar, polícia militar. Então o o o polícia militar a gente chama de Mike. O policial civil a gente chama de Charlie. >> Hum. Entendi. Que é o é o Charlie. O policial penal a gente chama de papa, >> entendeu? Porque é
o P. Então é é o código. A a a o alfa que a gente fala é Diamante, a gente chama de alfa >> que começa com a, né? Entendeu? >> Ah. Ah, >> tem um brother meu que é policial, ele fala assim: "Não, porque não sei o que, Billy, é uma gira de polícia também". Ah, Billy é o seguinte, porque a gente eh eh quando você tá na ocorrência, dependendo do tipo de ocorrência que você tiver, você não fala o nome do policial. >> Hum. >> Entendeu? Então a gente chama Steve Billy, >> no Rile
fala papel, >> parece nome de policial americano, né? >> Então ele falou: "Bile, chega aí". E o Billy a gente a gente diz aquele policial que é um policial atuante, é um bom policial, Billy. Aí aquele que é ruim chama de Zile que é zero. [risadas] >> É o Zil. Aí tem o Billy. Aí tem o Tril, né meu? O Tril já é. >> Dá um abraço pro meu parceiro Bruno, se Ele tiver assistido aí. Ele é PM, é um brother. >> Vou mandar um abraço também pro GG. GG aí que que é que trabalha,
roda as câmeras pra gente lá no no podcast e tava assistindo, colocou na televisão lá da da da estética dele, GG Detail lá na Tangaíba. Abraço, GG. Tamamos junto. Abraço aí. >> Um abraço pro Sneider também que é meu parceiro lá, né? Sider em breve apareça aqui também, Cara. >> É, o Snider é difícil que ele é preguiçoso pr [ __ ] Gordo, >> é difícil, né? >> É a preguiça. >> Preguiça. Ele >> ele é corrost com com seu com você no ele não. Os dois vocês apresentam o podcast lá que é o >>
É assim e e no meu que é segunda-feira. >> Hum. >> Ele ele fica com o meu corroch e nos Dele que é terça e quinta aí eu fico do corroox dele. >> Airado. Boa. Ele é policial também? >> Não, não. O irmão dele é policial. Ele não é policial. Ele começou a fazer o podcast policial porque ele tinha uns amigos que eram polícia, né? Então ele convidou, os caras foram e aí começou a ele ele começou a fazer, ele foi um o primeiro podcast policial que que começou a entrevistar polícia foi ele. >> Tem
um policial que ficou famoso na Bahia, cara, que eu vi a á dele, correia que aquela música ai a quando os caras mata algum policial quando ou senão aquela o menino de vara vovó. Engraçado os cara. >> Correia pista quente, irmão. >> Cara, ele ele ele é >> correia pista quente. E lá na Bahia, >> Bahia tá doideira, hein? >> Na Bahia a gente fala, quando a gente vai entrar num local assim que tem um, por exemplo, uma curva, a gente fala que A gente tem que fatiar, né, meu, para entrar. >> Então, a gente
vem fatiando para entrar na Bahia. Sabe como é que eles fatia? Eles vem atirando, pau, pau, fatiando. >> O fatia, o fatiamento deles é assim, é diferenciado, né? Me Rio de Janeiro. >> Barril, >> barril. >> Queria entrevistar ele um dia. Correia. É, eu vejo os vídeos do sen >> não é, é que agora ele tá com os Problemas lá na na polícia lá. A polícia da Bahia, infelizmente, tá pegando no pé dele lá, quer de qualquer forma eh mandar ele embora, então tá difícil para ele. >> E ele ele virou polícia porque mataram o
avô dele, né, cara? Um bandido matou o avô dele que é taxista, ele cortou. >> Exatamente. Teve essa história aí, contou pra gente. >> Se fosse rico virava o Batman, né? É, exatamente. >> Você tá falando negócio da Bahia aí de do tem esse ditado, tem o dito popular que a polícia age diferente em alguns bairros, bairros de rico, bairros de pobre. Tem, tem isso mesmo? Como que é a abordagem? >> Como é o ditado, como é o ditado, esse ditado >> ditado. É um dito popular que a polícia age de fez. >> Água mole
e pedra dura tanto [risadas] bate que fo Tem tem um comentário popular. É, é, é assim, o pessoal uma vez, se eu não me engano, teve um governador, não sei se for Tarc, falou, é diferenciado, é diferenciado. O policiamento ele ele ele se adapta ao local, entendeu? Por exemplo, você vai fazer um uma abordagem aqui na na na Paulista, né, aqui na zona sul, aqui no Brook, numa numa zona nobre, uma zona nobre. O policial ele tem que que falar o dialeto da área. É diferente. Por Exemplo, eu vou eu tô numa comunidade lá em
Guianazes, lá na cidade de Tiradentes. Se eu chegar lá e falar assim: "Boa tarde, tudo bem com o senhor? Só por gentileza, desça do veículo, coloca as suas mãos na sua O vagabundo já vai descer e falar assim: "Ó, vou comer esse políço com farinha". [risadas] É diferente do cara chegar e falou: "Mano, desce do carro, ó, ó, ó, ó como jáou. Ô, mano, desce do carro pianinho, certo? E vamos trocar a Ideia". Beleza? Então, quer dizer, é diferenciado. Aí, aí o pessoal fala: "Ah, vocês tratam, mas não é não é o trat é é
o local e e assim o pessoal que reside lá". Então, quer dizer, são dialetos diferentes, entendeu? Você tá num no lugar onde tem um um poder aquisitivo maior, o pessoal olha a polícia de com um olhar e quando você tá numa periferia, olha com outro olhar, entendeu? Então tem tem essa, do mesmo jeito que discriminam a polícia na na na Periferia, eh eh vai o polícia vai atuar conforme a a a área, entendeu? E aqui geralmente é difícil você ver. É que nem os caras falou assim: "Ah, foi aquele negócio lá no Rio lá que
teve aquela aquelas modes que teve e aqui na Faria Lima". Por que que não fizeram na Faria Lima? Porque na Faria Lima os caras não atiraram nos polícia de fugil. [risadas] >> E sabe que e sabe o que acontece? >> E sabe o que acontece?Entendeu Entendeu? >> O cara que reclama da operação que aconteceu no Rio [risadas] é o cara da Faria Lima. >> E o pessoal aqui >> é o cara que nunca foi lá, não sabe como é que acontece. >> É aquele aquele aquele gão do pó de pá lá, maconheiro, que falou assim:
"Ah, no Brasil não fabrica fuzil, o cu dele aqui no interior foi foi pegaram uma uma fábrica que fazia fuzil artesanalesal. >> E tem muitos fuzis artesanais. Aí, >> tudo artesanal. Agora é fusiteria. É fusiteria. Como é que chama? Que agora você vai no hambúrguer, é esmalteria, chomperia. Fuzil vegano, né? Respeitaria vegano. >> [ __ ] Ô, ô. Mas assim, sargento, eu já vi uns vídeos também dos caras falando assim: "Eu sou desembargador e metendo dedo na cara da polícia". Já tem >> é teve aquele cara doido lá que ficou fazendo, >> você já deu
uma tapa em alguém que era Da alta sociedade assim que falou, botou ah, botou moral, deu um tapa. >> Não, um tapa não, porque se se ele viesse para cima de mim, ele ia tomar um tapa mesmo, independente do que ele tem. Agora você você geralmente você coloca o cara no lugar dele, geralmente é ah, eu sou estudante de de de direito, velho. Por isso que o policial ele tem que saber conhecer as leis para você colocar o cara no lugar dele, falar assim, ó: "Você é estudante de direito. Ah, você Tá tirando meu direito
de ir vir. Eu posso tirar seu direito de ir e vir em prol e eh em prol da sociedade, porque a partir do momento que você aborda uma pessoa, você tá tirando o direito dela de ir vir, porque você tá impedindo que ela vá para um lugar, você para, vai revistar, então você tá ali cerciando o direito dela de vir, mas quem quem vai se beneficiar com isso? A coletividade, entendeu? Então você pode, isso tá em lei. Então muitas vezes o cara fala: "Ah, você não pode me abordar, você precisa de um mandado para olhar
meu carro". Não precisa, tá em lei. Então o policial tem que saber disso. E aí você vai falar, vai colocar o cara no lugar dele, ah, eu sou um desembargador. Se o senhor é desembargador, o senhor sabe qual que é o meu papel. Então eu vou abordar o senhor, o senhor queira ou não, entendeu? E você vai colocar o cara no lugar dele. Eu já tive uma situação lá na área que eu abordei um juiz de Direito e ele veio falar isso aí para mim. Falou: "Você não vai pôr uma mão no meu carro". Entendeu?
Eu falei assim: "Eu vou revistar o carro do senhor e depois o senhor toma a providência que o senhor quiser contra a minha pessoa, mas eu vou fazer o meu trabalho." E aí ele começou a encrespar. Eu na época eu era sargento, eu chamei o tenente. Aí veio o oficial, conversou com ele e aí nós revistamos o carro dele, entendeu? Porque velho, independente dele, pode Ser, >> ele tem um canudo, né? Mas você teria a arma no caso, >> você entendeu? E outra, e a lei está a meu favor. >> Sim. A partir do momento
que você está na rua, eu não posso entrar na sua casa >> para abordar você dentro da sua casa se não tiver ocorrendo um crime. Se tiver ocorrendo um crime, eu posso entrar na sua casa. Agora eu não posso chegar na sua casa. Você tá lá na sala da sua Casa, eu lá fora falar: "Vou entrar e vou te abordar. Não posso fazer isso de agora. Se tiver ocorrendo um crime, por exemplo, você tá lá batendo na sua mulher, é um crime, aí eu posso entrar na sua casa porque, >> mesmo que ela não se
comporte, é crime. >> É, eu vou entrar na sua casa, [risadas] mesmo que ela não se comporte, é cri é crime. Aí eu posso entrar agora e o policial não vai fazer isso, entrar na sua casa para te abordar dentro da sua Casa se não tá havendo um crime ali, não pode fazer isso. Então a gente tem que saber até onde você pode ir, entendeu? E as a pessoa que está ali se intitulando uma uma autoridade, ela tem que saber que o direito dela termina quando começa o meu, entendeu? E vamos >> boa. >> Quem
pode mais chora menos. >> Exatamente. Vamos terminar esses live pics. Ouvir os live pics. Eh, vamos ouvir Ericão, por favor, porque senão o Pessoal reclama, diz que eu tô devendo dinheiro. >> Pedro parece exame ter mandou R$ 50. Olá, amigos. Castrão. Sou seu fã. Seu trabalho como policial e suas histórias sendo contadas são demais. Abraço sargento. Qual >> Pedro Parecis, >> como é que é o nome dele? Pedro Parecis. >> Pedro Parecis. Um abraço, meu irmão. Obrigado por est acompanhando meu Trabalho. Estamos junto. Esse é uma pessoa de boa. >> Ele é ele é um
cara que ele viu, acabou se tornando amigo. A gente conversa bastante, cara. Ele pede pedia toda semana. É ogro, chama o Castro, chama o Castro, chama o Cast. Tem um grupo que a gente conversa com os os membros mais próximos do canal. >> E aí ele pediu você e ele pediu várias vezes. Até mandou mensagem no seu Instagram e mandou o print assim, ó. Você falou lá, se ele chamar eu apareço. >> Boa. É, eu às vezes assim eu dedico um um tempo lá para para responder as perguntas. É humanamente impossível responder todo mundo, entendeu?
Mas eu é eu tô partindo aí para 1.200.000 seguidores aí, graças a Deus, né? Então eu é é humanamente impossível. Mas aí às vezes eu tô em casa lá, né? >> Cando o saco, pai, eu falei, vou vou ver o pessoal. Aí eu vou ali, vou respondendo dentro da possibilidade. >> Sagitto é dos nossos, é gente da gente. Vamos pro próximo aí. Por favor, valeu, Pedro. Um abraço. >> Comi o Castro mandou R$ 10. Dois polícias se reencontraram depois de anos felizes. Um pergunta: "Vamos tomar alguma coisa?" Aí o outro pergunta de Quem? Waka [risadas]
>> não. Ele acabou de falar. Achou? Você achou que a audiência é só o Pedro Parecis? Não, pô. Tem o lado Ped só. Só A vocês. [risadas] >> Tem o lado B, pô. Lado B. vagabund, >> mas esse cara me comendo. [risadas] >> Sabia disso? Ele tava engolido toda até até as bolas. Eu falei: "Não, as bolas não, as bolas não, [risadas] >> eu sou ele me comendo, cara. >> Vamos pro próximo, Ericão. >> Fala, Cásios. Aí sim, hein, Cásios. Agora, como é que tu se sente aí? Dançarino da fanfarra lá de Pojuca, né? Do
lado do polícia aí que não gosta de baitolo, de [ __ ] Tu tá se sentindo meio oprimido. Como é que tá aí? Oso branco aqui para fazer uma pergunta aí pro pro polícia aí. Como é que faz? Eu sou caminhoneiro. Como é que eu faço aí para conseguir uma escolta da polícia lá que tava carregando aqueles caminhão de maconha lá? Só que eu não tô carregando maconha não. Tô carregando bocado de [ __ ] aqui para fazer ali um uma colheita ali na plantação de algodão no Mato Grosso. Fala comigo, bebê. [risadas] precisa responder
não, você que sabe. >> Se você tiver eh eh conduzindo maconha, você vai ter uma escolta até o DP, [risadas] com certeza. >> É isso aí. Um abraço, Su branco, vagabundo. >> Uso branco, um abraço, meu irmão. >> Graça do Elder mandou R$ 10,1. Boa tarde, possa de óleo. Hoje tem Preto, flamenguista e autista, [ __ ] Dá para encher um camburão fácil. Tá vendo? >> É, ele só quer ofender. Ele só quer. >> Não, o bom que o pessoal liga para manda o bagulho para ofender, né, mano? >> Porque nenhum outro podcast é permitido,
cara. >> É só aqui quem pode me chamar de macaco. Essas par de macaco, de macaco, [risadas] de macaco, de macaco. >> Inclusive, se vocês quiser depois marcar A parte dois, a gente pode marcar a parte dois aí. >> Eu quero ver mais. Eu quero, eu quero me atualizar nas na nas agressões verbais. [risadas] >> Aqui é um ótimo lugar para isso. A física eu já aprendi todos, viu? no lugar [risadas] certo. A verbal. Tô aprendendo. >> Eu tô aprendendo nas agressões verbais aqui agora. >> R$ 300. >> Falt R$ 300. Vamos, vamos zerar isso
aí. Vamos lá. Vamos lá. Eric, eu vi. >> Victor Cavalcante mandou R$ 10. Bom dia, sargento castrado. Lá em Pernambuco temos a soldado Estela, a primeira PM trans de Pernambuco. Todo dia eu saio com 100 g de maconha, doido para ser abordado. [risadas] Botafog é o do Botafogo aí. Botafogo. É ele. >> Então, e quando vai dar uma geral, Imagina, né, meu? Dá aquela encostada assim, falou: "Que que é isso? É, fala: "Minha lanterna, [risadas] minha lanterna que tá aqui." >> Ele fala: "Eu escondi maconha no cu". Ele mesmo se >> você vai ter que
localizar, você vai ter que achar. >> Boa, Vitor. >> Cara, é bom que trabalha como homem, né? >> É, exatamente. >> Você é perf, mas não não é >> bruta. >> É, mas ganha o salário de mulher, né? >> Mas se precisar carregar um companheiro, ela consegue. Não, mas [risadas] o na PM é o único lugar que é democrático. O salário é igual. Não tem diferença entre homem e mulher. Decepcionou PM. Agora >> é qualquer um lá ganha a mesma coisa. >> Ruim. Todo mundo ganha mesmo salário ruim. >> É, todo mundo ganha mal. Boa.
Ei, outra coisa boa da escravidão que não tinha Essa não. Homem e mulher ninguém recebia também. >> É, né? Verdade. Que era racista, mas machista não eram não. Os escravos os cara don de escravo. Isso é verdade. Vamos pro próximo aí, Eric, por favor. >> Solista mandou R$ 10,1. Sargento, caso tenha sido capturado pela quadrilha do LL Black Capone, nos faça um sinal que mandamos reforço. A loucademia hoje é com sargento Castro, Eugen Blackberry, Monqueer, Mon Maon. >> Ele me chamou de alguma coisa de >> chamou de macaco em várias línguas >> macaco em várias
línguas diferentes. É, >> eu vi ali, eu não entendi por pouco, né? Mas tudo era quer dizer macaco. É, >> é tudo alguma coisa de preto, algum trocadilo com macaco ou preto. Eles fazem isso. >> Eles são criativos para ser racista aqui. >> Pessoal te ama, né? >> Demais. demais. Eles tem, eles me amam. El tem raiva da princesa de Isabel tem. [risadas] >> Vamos pro próximo ali. E macunhento mandou R$ 10,10. Salve sargento Castro. Passo até mal rindo das suas histórias, mas por favor dá um esculcho nos maconheiros e empinadores de moto da minha
cidade. Bom despacho MG. Mas xinga com vontade, inclusive eu maconheiro pra [ __ ] >> Rapaz, nossa audiência detesta a maconheira, hein? >> Maconheira boa. Onde eu tô, né, meu? Onde eu tô? Os cara detesta [risadas] maconheira. O cara que empina a moto. Minha vontade é de pegar. Uma vez eu abordei um cara, né, que tava vindo, passando, vindo com a ROCAN, entrei na rua assim, o cara tava pã p empinando a moto, cara. >> Aí quando ele, porque tá empinando aqui, você não tá vendo aí. Quando ele desceu, deu de cara comigo, cara. Aí,
>> caramba. >> Parabéns, cara. [ __ ] agora eu vou empinar minha caceta no seu cu. [risadas] >> Aí já peguei o talão de multa, arregacei ele, mano. Aí quando eu olhei assim a habilitação que tava permissão, >> man. A caceta ficou dura na hora. [risadas] >> Porque a permissão, quando a habilitação do cai permissão tomar uma autuação já foi >> zero. Vai ter que fazer tudo de novo. >> É. E rapaz, aquele dia >> deve ter inflação de trânsito que você inventou na hora, né? Na [risadas] hora >> acontece isso daí eu eculo de
alegria. >> É um cara que trabalha apaixonado. [risadas] >> Apaixonado. Nossa senhora. E meu parceiro falava assim: "Mano, tá bom?" Falei: "Não, não, não, calma. Enquanto eu tiver achando e eh infrações aqui, eu vou fazer". Porque Eu não gostava de fazer multa. Vou ser sincero para você. Não gosto, não gosto de fazer multa, mas eu sabia fazer e quando precisava eu desenrolava. E as que eu não sabia eu tinha os amigos do trânsito, né, [risadas] que eu já chamava esse fazer. >> É, ó, irmão, eu tô com um negócio assim, assim, assim. Ele fala código
e já sabia o código. Código 230.2, inciso quarto. Aí eu [risadas] desenhava o cara na talão de multa. >> Se fosse folgado, pronto, hein? Aí que dava muta, >> folgaço, meu irmão. Porque você aí você mexe na parte que mais dói no ser humano. >> O bolso. >> O bolso. É verdade. >> Essa parte aí dói, cara. Quando você mexe no bolso do cara, por que que os caras respeitam o trânsito, né? >> Dói muito quando mexe no bolso naro. >> Nossa, velho. >> Meu Deus do céu. >> Nem fala, nem fala. Coitadinho. [risadas] Tá,
tá zoado. >> Esse bicho aqui falou que ele caiu da cama, né? Bateu a cabeça. Esse bicho aqui falou quem quisesse matar ele era botar para botar uma beliche na cadeira. [risadas] Eu acho que o que que alguém já vai providenciar isso aí. Vai providenciar. É, >> Xandão já tá escrevendo la >> na parte de cima. Tem que deixar na Parte de cima. >> Vamos pro próximo, Maricão, por favor. >> Slave Quaras mandou R$ 13. Diabocast sem graça. Quase uma hora de vídeo com um policial e três pretos e ninguém foi sufocado ainda. Ajuda a
bater a meta aí, pô. Ajuda a bater a meta que no final vai sufocar alguém aqui, cara. >> É, vamos tá chegando no final. Vai dando no horário do do saganto aí que precisa Fazer as >> os afazeres. >> Os afazeres dele tá me esperando lá em casa. >> Erotes mandou R$ 10. R$ 10 sem mensagem. >> Boa. Sem mensagem é bom demais. Vamos pro próximo. [risadas] >> Abordado da Z mandou R$ 10. >> Abordado da Z. Um abraço. Mandar de novo. >> Maquinado DJ mandou R$ 15. Que satisfação, meus amigos. Cheguei no Melhor podcast
de comédia do Brasil. Vittor e Almir são amancebados. Aí os car, >> [ __ ] [risadas] mano. >> Aqui tá vendo dizer que a gente é homofóbico. Aí a gente a gente abraça os caras aí. >> Pois é. >> Estamos jun. >> Pera aí. Abraça. Não cumprimento e aperto de mão. Ele lá >> você tá abando os cara. Abraça Metafórico. [risadas] Abraça metafórico. >> Abraça por trás. >> Metafórico. >> Metafórico é metáfora. Vamos pro próximo, Ericão, por favor. Último. >> Salve, gurizada. Beleza. Salve, sargento. Tudo bem? Seguinte, o senhor foi muitos anos da polícia, então
acredito que o senhor odeie injustiça. Gostaria que o senhor comentasse uma injustiça muito séria que tá acontecendo aí nesse programa, porque tá todo mundo Usando calcinha aí para cima e para baixo e o único que não tá usando é o que os caras chamam de [ __ ] >> É, ele usou calcinha aqui. Pera aí, pera aí, pera aí. >> Eu também não tô. Não usei ainda não, porque Mas tá devendo, tá devendo usar calcinha. Uma aposta. Quem rse de uma piada tinha que usar a calcinha. >> Você usou do irmã. >> Ele perder o
rio. Eu sou dono do programa, não preciso. >> Pode cumprir, né? >> Exatamente. >> Mas ele usou. >> Usou >> uma calcinha horrorosa. >> Não, pera aí, pô. Mas >> uma calcinha. >> O próximo da Pixic [risadas] isso. >> Victor Cavalcante mandou R$ 10. Finalmente o L veio sem munhequeira. Castrado. Ontem a história do cara que batia na mãe e você conversou. Bota a live lá e vê lá, meu irmão. Que eu tô vendo no chat, a galera pedia. >> Cruzeiro negreiros mandou R$ 10,2. Não sabia que o vocalista do Village People tem podcast e
fala português. Certamente cresceu em Pjuca com Hulk. [risadas] O nome do [ __ ] famoso >> por Mas [ __ ] você conhece os [ __ ] >> [ __ ] mano, é o lindo, é o é o Hulk. >> Só ele que era o macho da infância dele. Só ele que era o homem. >> Juca só tem [ __ ] né? >> Não é porque tem 50.000 habitantes. Tem 10 [ __ ] Você conhece os 10 [ __ ] lá. >> Hum. >> Não, de 50.000 habitantes até agora falando uns 15 já na sua
[risadas] cidade lá. Você vou só tem 10. >> É. É. Já sei. É que tá contando com ele >> lá. Ele não tô fora. >> Vamos pro próximo live tem que te lascar, Felipe, seu corno. >> Slave Quarters mandou R$ 10. >> Bom dia, Panton 1939 111 TX. O ruim de ser moreno é que pra polícia você é preto, pelado. Tu é japonês. >> É verdade. Um drama aí. >> Acho que é uma cor. Pantô. >> Panton deve ser uma não sei o que é isso. Uma cor. >> É uma cor. Vamos pro próximo, Alicão,
por favor. >> Urso Branco mandou R$ 20. Fala placa de carro de desembargador. Comenta teu Filme Arquistreia dia 29. O primata [risadas] >> tá fazendo filme >> cara. Não aguento mais. >> O branco é [ __ ] mano. >> Branco é o maior desgraçado. Ele, ele, Klaus Barbie é outro vagabundo. Léo Careca, esses vagabundos tudo que ficou mandando para cá. Quem mais manda com frequência que eu esqueci? Ah, mas Pedro, Pedro é gente boa. >> É >> maquinado também. Enggraçados são esses. >> Botelho Pinto. >> Ele tá falando do filme que vai estrear. Tem bastante
filme que fala sobre policial, né? Qual que é o mais próximo da realidade da polícia mesmo, >> cara? Eh, >> Jogos Mortais, >> não é? É o filme do BOPE, Tropa dois. >> Tropa de Elite. >> Tropa de Elite é bem daquele jeito mesmo. >> Porque o Tropa de Elite foi assim, ele foi feito para denegrir a polícia e foi um tiro no pé. Entendeu? Por quê? mostrou o que realmente a polícia ali no caso era direcionada ao Rio de Janeiro, né? Mas isso é generalizado, cara. A polícia do Brasil inteiro sofre eh esse tipo
de de problema que que o o filme ali mostrou, entendeu? É muita eh eu seria hipócrita para dizer que não tem corrupção. Lógico que tem corrupção. Toda profissão tem o bom e tem o ruim. Na minha também tem. Mas só a diferença é que a PM quando ela descobre ela corta o cara na carne, velho. O cara vai pra cadeia. Aqui não tem não passa a mão na cabeça de de de ladrão, de vagabundo e de corrupto, entendeu? E eu tenho, eu trabalhei 30 anos na rua, fui várias vezes pra corregedoria, né? Mas nunca fui
pro desvio de conduta, por tá >> pegando dinheiro de ninguém. Às vezes que eu fui era porque >> atender o telefone lá do Copanão. >> É um carinho a [risadas] mais. Você tá entendendo? Ah, tem um uma troca de tiro ali. A corregedoria desconfiava de alguma coisa, ia lá, fazia investigação, entendeu? Porque tudo é investigado. O pessoal pensa que o polícia mata um ladrão e é que nem far oeste, coloca lá deitado no cavalo e leva pro xerife. Não é assim que funciona, velho. >> Tem várias pessoas que fiscalizam. Quando o polícia entra numa troca
de tiro, vem a o a o delegado, aí vem a Corregedoria da PM, vem a o Ministério Público, >> perícia, todo mundo, cara, é um pente fino. Então, quer dizer, não é aquela, ah, a polícia vai lá e matou, ah, a polícia é fascista, polícia não é, cara. A a a o policial ele tá ali para combater o crime. Se a pessoa não a eh não atende as ordens emanadas pelo policial e pô e quer resolver trocar tiro, velho. >> Tem para todos os gostos. Eu tenho um Amigo meu que é policial em no Ceará.
Ele falou: "Às vezes eu nem quero tirar na cabeça, mas não tem como". [risadas] >> O treinamento, >> o trein, o treinamento é tão bom. Qualquer lugar, qualquer tiro vai pega na cabeça. >> Falou, tentei atirar no pé, mas foi na cabeça. >> Na cabeça. >> E hoje hoje em dia tem esse negócio de, você tá falando de a corregedoria, as Coisas de vocês, mas o povo tando sempre com o celular filmando, essas câmeras que vocês usam também tem sido bom ou ruim pro pro policial na na rua? >> Ruim, na situação em que é
posta as câmeras hoje pro policial é ruim. Eu sou a favor das câmeras. Eu sou a favor das câmeras policial. Nós já atuávamos com câmera antes da PM comprar. Na Rucan a gente comprava a câmera e a gente filmava as ocorrências para para para para para para para salvaguardar a Gente. Então eu acho que a PM deveria dar a câmera pro policial fal: "Tá aqui, essa câmera é sua, você coloca no seu peito e você liga ela a hora que você achar necessário." >> Sim. >> Porque é diferente. Hoje em dia a câmera funciona como?
Ela fica ligado >> 12 horas ligada, filmando tudo, entendeu? Então tá tá ela tá beneficiando tanto o o vagabundo bandido ladrão como o policial vagabundo. Por qu O policial vagabundo, aquele policial que não quer trabalhar, que quer ficar passeando de viatura 12 horas, ele fala: "Não dá para mim fazer mais nada, eu tô com a câmera". Você tá entendendo? >> E é diferente. Aí o vagabundo hoje dia v, ah, ele tá com câmera, vamos para cima dele que ele não vai fazer nada. >> Ah, entend. >> Então o que acontece? Se eu tô com a
câmera que eu vou ligar a hora que eu quero, eu tô entrando numa numa numa Favela que tá tomb, a favela virou, tá aquela turba, eu entro falo: "Pessoal, ó, tô ligando minha câmera, a partir desse momento, quem vira para cima de mim, eu tô amparado porque vai ser filmado, muda as coisas, tá entendendo? Então, o modo em que a câmera está sendo eh usada que tá errado. >> Pessoal, vamos dar uma uma velocidade para ouvir os live pics aí daqui a pouco pra gente encerrar o o caverna por causa do do horário aí para
do sargento. Por Mim que ficava a gente ficava até amanhã aqui, mas o sargento tem compromisso. Moeda de troca em 1500. Cáios, o Alê falou que live na hora do cancelados é motivo de demissão. Então, a partir de segunda, o Abner esardista de Taubaté vai estar participando dos cancelados. Um abraço. Sola de sapatão do BOP. [risadas] >> [ __ ] >> boa, né? Vai perder audiência, hein? Vamos pro próximo Live Pix, por favor. Vamos lá. >> Amigo da fanfarra mandou R$ 10. Bom dia, corredor da São Silvestre. Dengo, sexta de manhã o ótimo horário. Sargento,
que horas no senhor vai começar a bater nos negão? Ai, conta a história do passarinho e da polícia ambiental. >> Vamos, vamos deixar, vamos deixar para encerrar com essa história porque a gente termina. >> Essa história essa história é triste, Né? >> É, é, é triste, né? >> Vamos encerrar então com a Porque precisamos de >> Maquinado DJ mandou R$ 10,7. Sargento, viver amancebado com macho é crime. Qual o conselho do senhor dá para esses corno? Ele tá tentando denunciar denúncia sobre Vitor e Almi que estão aqui. >> Então, estão embados? >> Parece que sim.
>> Eles estão se emancibando. >> É um casal, é um casal gay. >> Tá se formando agora, né? >> Encontram as cegas. >> Ainda bem que não cria, né? Porque colocar para editar assim com o coraçãozinho. >> Vamos, vamos para mais live, Ericão, por favor. >> Preto de Blumenau mandou R$ 10. Bom dia, Cásios. Quando vem de novo para Blumenau. Sempre me senti um branco por Ter nascido aqui, mas quando você veio, me senti de verdade, pois você disse que não viu nenhum preto na plateia e eu estava a 1 metro de você. Que Deus
abençoe. >> É que a luz estava desligada, meu amigo. Mas na próxima, ó, lembrando que amanhã tem show meu no Horácio Baicutina no Itaí Bibi, aqui em São Paulo. Tá certo? Você quer de São Paulo, único show do mês de São Paulo. E na semana que vem, pessoal, eu tava sem anunciar os Ingressos porque eu tava, minha conta de anúncio tava suspensa, agora foi liberada. Então vai aparecer para você agora. Compra ingresso para Tourneir no Sul. Fomos prejudicados porque a página não tava eh patrocinando, não tava mostrando anúncio. Agora tá. Então, na quinta-feira eu tô
em Canoas. Na sexta eu tô em Caxias do Sul. No sábado eu tô em Bento Gonçalves ou São Leopoldo? >> Sábado eu tô em Bento Gonçalves e domingo eu tô em São Leopoldo. Então na Semana que vem, Caxi e Canoas do Rio Grande do Sul, Caxias no Rio Grande do Sul, Bento Gonçalves no Rio Grande do Sul e São Leopoldo no Rio Grande do Sul fazendo a turnê do meu show solo tóxico standup. Próxima vez que tiver um show aqui eu vou te convidar, vou fazer lá no clube do Danilo Gentil lá. É massa. Vou
te chamar para ir lá. quiser ir lá levar convidar, >> pô. Vamos, vamos lá. Vai ser mação. Não paga não. >> Pode ficar [risadas] à vontade. >> Obrigado. Obrigado. >> Aí vamos para mais live Pix, Ericão. >> Agrolazim mandou R$ 10,10. Bom dia, Uber do mais caro. Esse episódio vai ser um dos melhores do ano. Gorieliton, Soletre subtenente. Já falei sobre solentário. >> Daqui a pouco, daqui a pouco. Vamos correr no live Pix aqui. Ele é analfabeto, viu Caio? Você que não sabe, ele é ele é um filósofo analfabeto. Ó, >> Nicolas mandou R$ 10.
Salve, Nigra. Academia de policia Csios. Fui no seu show de comédia e me surpreendi. Superou muito minhas expectativas. Realmente a Rebeca é muito mais bonita pessoalmente que por foto. >> Abraços. >> Tomar no seu cu seu vagabundo. >> Tá sediando sua esposa. >> É, já vou tirar uma >> bola de squash mandou R$ 10. Cásios, por seu chapéu tem três abas. >> Três abas no >> meu nariz. [risadas] >> E as orelhas é vagabundo, velho. Vamos pro próximo, Ericão. Faltam quantos? Fala, sergento. Tudo bom? Queria falar que eu sou maconheiro e eu sou fã da
polícia. Já tomei várias quadra, nunca apanhei. Agora eu não sei se eu não apanhei por sempre ter minha carteira registrada ou por ser [ __ ] Por ser [ __ ] >> É, por ser [ __ ] Car registrada. Por isso não bate [ __ ] >> Os dois. >> Os dois. [risadas] >> Mas você, obrigado por você tá acompanhando aí, né? Apesar de você ser maconheiro, é aquele negócio, você maconheiro, o problema do maconheiro, ele está, né, alimentando o crime organizado, né, mas do resto aí, se você trabalha tudo, já vai evitar um pouco
de você apanhar, né? >> Boa, Né? Já tem uma Vamos pro pró. >> Rei mandou R$ 10. A maioria dos policiais que conheço gostam muito do Maluf. Por quê? Ele valorizava mais a classe. Um abraço. >> Maluf. >> Maluf. Não, não. O Maluf era o seguinte. O Maluf ele ele ele é um cara que deixava trabalhar, entendeu? Ele não embaçava na polícia. Mas só que para para material, para viatura, para armamento, ele era péssimo, >> era horrível, né? >> Guardava o dinheiro para ele. >> Vamos pro próximo, >> GG. DT mandou R$ 10. Boa, meus
amigos, parabéns pelo podcast. Fala Castral. Conta pra rapaziada do seu amigo dos R$ 30. Abraço, irmão. >> Tem história? >> Ah, é, tem história. Vamos ter que deixar pra parte dois, né? Parte dois. GG. Um abraço, meu irmão. Vou contar na parte dois, hein? que eu vou finalizar Com aquela da da mandou R$ 10. Boa tarde chão de oficina trapezista de floresta beija flor de bananeira cospladiça-se ausência de luz lagoa de Coca-Cola derrapada de caminhão, sola do pé do mendigo avatar defumado, tapete de oficina mus de graxa, luto eterno, guardanapo de engrachate. Sargento, mete o
porrete sem dó. [risadas] >> Caramba, esse daí mandou um combo, hein? Ai meu, os caras desabafam aqui. >> Trapeista de floresta. >> O cara guarda o racismo o ano inteiro. Tem que soltar aqui no >> soltar de mendingo. É fogo. >> Não é bom que eu vou, quando o pessoal falar assim, eu queria soltar, eu vou direcionar isso para cá, tá? [risadas] >> Vamos, vamos pro próximo, Aricão. >> Barod de Java mandou R$ 100. Fala, galera. Só para bater a meta. >> Valeu. Bod de Java. Neva a meta assiste quer você ver você aparmão. >>
Eu porque eu pô Não, ele vai escolher um que mais é >> ele vai escolher um e de bônus o Cáios >> maquinado. DJ mandou R$ 10,8. Wellíba. Hoje eu queimo sua barba com isqueiro. Hum. As donzelas [risadas] aqui do meu lado cheiram bem. >> A barbinha é feia demais. Parece aquelas descarga de pobre puxava. >> É, cara. [ __ ] que pariu. >> É feio demais. É. Tá se sentindo maladinho. >> É >> Paulo Zavadinak mandou R$ 12,34. Distribo de Doce. >> Você parece mais com macaco do que com Aladinho, viu? Só para próximo.
Ô, rapidinho. Já que você tá falando de aparência, >> peia no Luca mandou R$ 20 só para ajudar a bater a meta. >> Boa. Vamos terminar live Pix logo que tá corrida. Vamos lá, >> galera. Hoje >> galera hoje contribui >> só pelo caos mandou R$ 10. R$ 10 para eu Costa tornar o tapa, mas costas daquele jeitinho amor igual na época da escrividão. >> Escravidão. Vamos lá. >> Paulo. Brandit se mandou R$ 100. Fala a vilage negro. Se bater a meta, faz uma fila indiana para uma sequência de etapa do sargento. Vocês são [
__ ] >> É uma boa. Vamos lá. A gente tem tem alguns 5co minutinhos aí para bater essa meta. Vamos lá. Oi. Por favor, é da pizzaria. Eu quero pedir 61 pizzas de calabresa. Bem rápido. Vocês entregam aqui em Natal? Eu tô no elevador esperando. >> Por isso que ele pediu [risadas] >> caramba. Foi o vocalista. Foi o vocalista. Foi o vocalista. Caramba, velho. Um abraço, vóc outro amigo aí que é membro que virou amigo. É vocalista do carri [risadas] >> não, os caras tem uma criatividade aqui. >> Dani Loyagami mandou R$ 10. Fala Cásios,
inimigo da saga clássica do Star Wars Castro. Qual sensação de ficar do lado de Meliantes do bem? >> É, qual a sensação, Cacho? A sensação boa assim, né? Mas eu sempre tenho eh eh assim vontade de de dar uma a ser mais um pouco agressivo, né? Então aqui eu tô vendo que a minha vontade não tá assim latente, né? Então >> depende de vocês. Vamos finalizar essa >> esse live Pix aí falta R 300 >> porque eu pô de [risadas] >> É se alguém mandar R$ 300 a gente bate a meta. Apanha todo mundo e
fila de ano aí, hein. >> Aí não, pai. Aí não, pai não. Eu já paguei, eu já paguei coisa aqui. >> Sargento o Léo Careca aqui fazendo uma denúncia. E também um pedido no final da live batendo a meta, tapa de polícia na caixa dos peitos de todo mundo aí do estúdio, inclusive de dois incancelá aí que são Maconheiros, viu? Dois vagabundos. E tem um flautista que disse que não gosta da polícia não. Eu acho que ele tá com droga escondendo não toba. Pode dar uma revistada que ele tem. Vamos limpar a sociedade, fazer esse
favor ao bem em benefício da nossa nação. Obrigado. Pode dar uma geral que tem mac. >> Pode dar uma geral. [risadas] >> Falou. Ele falou. pro próximo. >> Tá terminando. >> Tá terminando. Fechou. É, galera, obrigado todo mundo que tá cont >> Adolfinho de Berlim mandou R$ 10. Boa tarde, galera. Diz aí o que separa nós, homens dos animais? O Oceano Atlântico. >> Pera aí. Ele tá falando da África. É vagabunda. Pega pesado. >> Não, cara, que tem gente que tá. >> Eu dei o meu culpar um mendigo e a vontade de gozar. Com a
piroquinha do meu cozinho se Formou a banda de [ __ ] Vem chupar meu [ __ ] Só tem que botar comprão. [ __ ] faz lão, a chuca faz e o gordo faz. Eu te amo. Que desgraça. Do nada. >> Do nada, [ __ ] >> O cara m do nada tem >> que que tem. [risadas] >> Salve galera do Caverna. Sargento, uma dúvida. Se inventasse um dispositivo que adentrasse o orifício analotoca quando o Infeliz cortar giro, resolve o problema ou vão fazer mais vezes de propósito? Well, mostre que você tá pronto para ser
polícia e soletre, seccional e homicídio. Boa. >> Mais de propósito. Eu acho que deveria fazer um um um uma assim um dispositivo que explodisse o motor e arrancasse as pernas do joelho. [ __ ] >> jogos mortais tava impossível. >> É ficasse uma perna numa parede, outra perna na outra. Tanto ódio [risadas] que eu tenho desses caras que que tira moto de giro, cara. Um dia eu parei no farol, o moleque falou assim: "Ô, tio, deixa eu tirar de giro". Foi, tira de gira minha caceta aqui, ô filho da [ __ ] [risadas] >> Você
viu o cara veio na AFC Twin? >> Não. O quê? >> Aquela Africa Twin da Honda, ela é automática, né, meu? Aí o cara parou no farol, o moleque foi, >> foi tirar de giro, só que era automática, [ __ ] Arrebentou tudo a moto do cara. >> [ __ ] que pariu, maldito. >> Que desgrama [risadas] que viagem. >> Olha que viagem. Menina, menina é o arte do satanás. O moleque éod é que nem recruta, é imagem do cão. >> Fanfarra de Pejuca mandou R$ 20. Kaká, lembra da época da fanfarra que você me
deixou usar seu traseiro de tambor? Eu Fiz tantos solos nesse seu tambor que seu apelido virou babuino da bunda vermelha de Pojuca. [risadas] Que desgraça, que público satânico, que desgraça. >> Pobuío >> é esses vagabundo, essas desgraças sai do inferno. >> Leludo mandou R$ 10. e 10 centavos. Fala macacolim, por que não faz mais filmes de Natal? >> Macau macac que é [ __ ] Vavor meu irmão. >> No frigir mandou R$ 10. K sev se fosse um personagem do Harry Potter você seria o Sirius Black. Um abraço para Blumenau. >> Ó, são 1:44 agora.
É, é sério. Até 1,50. Se não bater a meta, a gente encerra. Fechou? >> Tá bom. Fechou. >> Fechou. Até 1,50. >> Episódio do F. bater a meta. Você que tem aí tá apanhando. >> Vamos lá. >> E eu tô querendo bater, mano. [risadas] >> Adolfinho mandou R$ 20. Um porco no meio dos macacos. Que zoológico que está Liv Gard. >> Aí, ó. Falou um porco no meio dos macacos. Mec, [risadas] >> ele ofendeu agora o senhor e a gente. >> É, >> é vagabundo. >> Euense. >> Ricardo do RJ mandou R$ 15. O código
para chamar o Cos e o well é Hey Monkey. [ __ ] que pariu, mano. >> É vagabundo. Vamos pro próximo. >> O erguido mandou R$ 11,11. Sargento, pode jogar o código penal para cima. O número que cair, você enquadra esses malucos. V. [risadas] >> [ __ ] que pariu, man. Gost de vocês para [ __ ] >> Abordado da Z mandou R$ 10. Tive que Mandar por mensagem que Eric está me sabotando. Triste. Sou o Lucas que apanhou do Castro na década 90 p que batia na minha mãe. Queria dizer que hoje me chamo
Loara e sou uma transge dono do estúdio. Obrigado, Castro. Você salvou minha vida. >> Tá vendo aí? Virou a >> tá vendo aí? Virou tr. >> Parabéns, cara. Não bate mais na sua mãe que você não vai apanhar mais. [risadas] >> É, diz quem bate na mãe vira Lá no Nordeste diz que quem bate na mãe vira bicho. Essa aí virou [ __ ] né? >> Virou [ __ ] [risadas] >> Vamos pra próxima. >> Pedro Vaz mandou R$ 10. Liberdade pro Cabrinha. Liberdade pro Cabrinha. Visão Castro manda um abraço para Guapiara, São Paulo. >>
Liberdade do Cabrinha. Aqui é pro Cabrinha. É um cara um molequinho que prenderam esse tal de cabrinha lá. Ver o moleque. Liberdade pro cabrinha, Liberdade pro cabrinha na internet. Aí o Slider colocou essa bosta aí enchendo o saco dela na live lá. Aí os cara eu aloprei lá, xinguei para [ __ ] os cara fica me alopando com essa [ __ ] Aí >> no podcast tem uma no podcast gosto de perturbar essa librar aqui pro cabrinho. >> É 3 minutos para bater a meta, hein. >> Bod de Java mandou R$ 100. Bora bater a
meta, >> rapaz. Bo deja Java tá com dinheiro demais. Vamos pro próximo. [risadas] >> O homem tá milionário. >> Almir mandou R$ 15. Só vai. >> Só vai. >> Acabou live Pix. >> Falta quanto? Então chegou mais um aqui, >> rapaz. Bicho, eu vou mandar aqui R$ 10 de novo. É a última vez que eu tô mandando esse áudio aqui. Não sei se tá indo pro caverno, se tá indo para algum [ __ ] em algum presidente do Ring, não Sei. Da outra vez do dia do Ceará eu mandei mandei R$ 30 de 10. Não
foi nenhum. Não apareceu nenhum. Esse daqui não sei se provavelmente aparecer lá. Mas se tiver ido para algum presidiário, ó, filho da peste, pode fumar todinho de craque. Pode ser que tu dê um overdose aí, os cabora teu cu enquanto tu tu tiver desmaiado aí. >> Um abraço, >> mas se tiver indo pro caverna, um alozão Aí para todo mundo, viu? >> Valeu, >> um abraço, Gaspazinho, obrigado por contribuir. Ó lá, >> quanto tá faltando aí que eu vou pagar isso daí? >> Não, não, >> pera aí, pera aí. Não vai, não vai, não vai
não. Tá voltando aí que eu vou erar >> no Emerson Ceará. Você bebejou morango? Se quiser chupar morango aqui, tem ó picolé de morango aí >> aqui para não ficar de fora. >> Isso aí tem pauzinho aí também, viu? Morango. >> Tem um pau. Esse é o morango tem um pauzinho, >> né? Meu morão com cambão. >> Tá aqui, ó. É um avatar. >> É, cara. Ó, muito obrigado, >> pela sua presença. >> Faltam apenas R$ 80. Deus, >> não tem 2 minutos. >> 2 minutos, cara. Foi muito legal. O Senhor é da resenha. Foi
divertido, foi gostei muito de vir aqui. Quero agradecer a minha galera aí, a a a Tropa do Castrão, que todo podcast que eu vou, o pessoal vem aí, o pessoal entra, o pessoal contribui, o pessoal assiste. Eu quero agradecer a todos. Me sigam aí, o pessoal aí, os seguidores aí do do Castro aí, me siga e @sargento Castroficial para mim bater logo aí uns 2 milhões aí, né, meu? >> É isso. >> Boa, vai chegar, né? @sargentocastroficial. Oficial é no Instagram. TikTok, tudo. Siga lá também o Pod Castro, né, meu, no YouTube. E eu tô
com também um o @sargento Castro lá no no no um YouTube novo que eu tô fazendo motovlog do Castrão aí, né, meu? >> Como eu gosto de andar de moto, tô na rua aí gravando, vou entrevistar uns motoboys aí, fazer um trabalho legal. >> Show de bola. O senhor tem pretensão Política ou não vai ficar só criando conteúdo? >> Eu sou pré-candidato deputado estadual aqui por São Paulo, né? >> Sim. >> E vou sair aí para para ajudar o povo paulista. Aí eu passei 30 anos da minha vida na rua ajudando o povo, né, cara?
>> Sim. >> E eu acho que agora >> o único jeito que eu posso ajudar mais pessoas ainda é entrando pra política. >> Qual partido do PT? >> P é Lucas. [risadas] >> É parecido. É PP. >> É PP. >> PP por enquanto >> já tem meu voto. Já tem meu voto. >> Por enquanto eu eu vou tô aí no PP. Tô estudando algumas algumas eh propostas aí, mas quero ir e quero modificar, quero ser um político diferente, um cara que vou não vai mudar o meu caráter, não Vai mudar o meu jeito de ser,
a minha honestidade e vamos para cima, entendeu? Vamos para cima. >> Batemos a bat >> 1600 recorde de live. Obrigado. >> Obrigado. Você igual o filme do Igual o filme do do Bob, vocês fazem esse instrutor muito feliz. [risadas] >> Filhinha, >> filinha de fila. >> Missão dada é missão cumprida. >> Na na na na na PM lá na a gente a gente Mais [risadas] >> não manda mais. Já atingimos a meta. Acabou. Esse aqui mandou R$ 200. >> Vamos mandar esse aqui. >> 200 con >> [ __ ] irmão. Esse cara é herói, mano.
>> Vamos lá. Paolo Brandit mandou R$ 200. Acerta as costas do time da Nigéria. Aí car. [risadas] [ __ ] Ó, a gente tinha a gente tinha um tapa que a gente dava lá nos vagabundos Que chamava jatomama. Jatomama. Como é? >> É jatomama. É. É assim. Eu não vou ter porque a gente só, o jatomama ele só era efetivo quando o cara mijava nas calças. >> Deixa ele mijar primeiro. >> Mas eu não vou eu não vou eh eh pedir esse requisito aqui, entendeu? Então vai ser só o jato mama mesmo. Simples. [risadas] >>
Sem urina. Sem urina. Vamos organizar história para terminar aquela história que pedindo nunca Terminar os dois super chat que no início do programa. Pedido para contar. >> Não é só três não. >> O senhor quer deixar para contar na parte dois ou quer terminar com essa história e depois o tapa. >> Vamos contar na parte dois. >> Parte dois. Fechou. Termina. Luca leu o live o super chat. A gente termina com o tapa e eu vou ao banheiro rapidão para mijar já aqui. Eu >> também. Eu também. Eu também. É melhor, é melhor, é melhor.
[risadas] >> Fica lendo aí, >> ó. Eu não vou alisar, hein. >> Fica lendo aí. Fica lendo. >> Eu não vou ali. Mas é para voltar, viu? >> Não é para vazar, não. É para voltar, viu? >> Ó, o capital de Gana mandou R$ 5. Sargento, numa abordagem de rotina, qual dos integrantes do Caverna você enquadra primeiro? >> Vamos ver agora. Ele vai dizer a ordem. >> Vai dizer a ordem. >> A ordem. >> Primeiro vou ali no no no Olavo. Olavo de Carvalho. >> Olv. Olavo de Carvalho. Depois eu ia aqui no no >>
Cácios. >> No Cásios. >> Tá falando de mim aí. Fal de mim. >> A ordem. A ordem >> é a ordem. Primeiro eu ia no no Olavo de Carvalho. Ô, mas o seguinte, ó. Eu sou que menos mereço apanhar >> porque tem, Deixa eu falar, deixa eu falar, deixa falar, >> deixa eu falar, deixa eu falar. Teve uma, ó, teve uma, pera aí. Teve uma Mas calma. O pessoal tá ali no banheiro. Pessoal tá no banheiro ali. Muitos galeros. >> Vai, vai. Marcão toca membro por 13 meses. Já enquadrouquim, encheu a mão de nervo. Não
sei que [ __ ] É essa. >> Não, não, Vequinho. Vequinho não, não, não, nunca enchi a mão de nervo, não. >> Pedro Parecis mandou R$7,90. Sargento Castro, o senhor é fera. O picolé, >> o picolé de piche de óculos escuro merece cadeia por assassinar a gramática. É o Wellington. >> Ele é o primeiro já. Não, pesso >> Castrão. E a Land Rover do Snyider explodiu. >> Já usei a calcinha. [risadas] >> Dionísio mandou R$ 5. Hoje em dia até os cachorros estão frescos. Antigamente comida de cachorro era sobra Yangu. Hoje até viral lata morre
se comer resto de comida. >> Bo. É isso aí, Duns. Um abraço, meu irmão. Certinho. >> E o oito lobis Iago mandou dólar e perguntou: "Cadê o Chan?" O Chan mandou live ps aí. Já >> você tem mais raiva do bater? [ __ ] que pariu, mano. >> Eron, chega aí. Eron, >> chega aí. >> Ele tá se, ele tá mijando lá, >> olha, mano. Mijando. >> Ele tá fugindo. Ele fugiu. >> [ __ ] que coisa horrorosa. >> Não é iso aí, não, né? >> Não é não. É ele mesmo. Aí >> usou na
segunda, né? >> Victor de Pojuca mandou R$ 10. Cácios, lembro de quando você estava no banheiro do Selem tocando o trompete por outra boca >> lá. Ele não tava nada disso, meu irmão. Pessoal, então tem mais hora, hein? >> Maquinado do DJ mandou R$ 50. Sargento, bata somente em machos amancebados. Abraço, guardinha afouxo. Ô Ma, tamo junto, meu irmão. Ó, pessoal, >> Pedro para exame ter mandou R$ 22,22. Castrão, vá orar sua amanhã no show do COS. Uma garra de whisky por minha Conta. Abraço. Aí, ó, >> uma garrafa de whisky aí. >> Onde vai
ser amanhã? >> E tá tá em Bibi. >> Amanhã. >> Léo Careca mandou R$ 50 só para bater a meta. >> V. Boa, >> rapaz. Os caras querem ver a gente chama a câmera aí para mim. >> Almir mandou R$ 40 só para bater. >> Vamos lá. >> Luan Rosa mandou R$ 80. >> Cara, >> para ver o Luca apanhando, eu mandava até 1000. >> Pessoal, vamos apanhar agora do sargento C. Queria agradecer o sargento Castro pela presença. >> Zé da rola doida mandou R$ 10. Pergunta pro Amado Batista qual porta. >> Tem mais pergunta.
Ó, do Batista aqui, ó. >> Moite 69 mandou R$ 50. Cáios, vai no bloco da Ivete Sangalo esse carnaval neste ano outra vez. >> Ou não [risadas] gay, deixa de [ __ ] que eu não vou para Ivete. Comeu aita e mandou R$ 10. >> Boa tarde amigos. Pau no cu do Bahia. A bagardo cozinho que nem a mãe do Cáos na roda de tambor de Pojuca. Vou fazer um clube. O CPRL, Clube dos pegadores de Rito e Lenita. Mando um abraço paraa torcida do CRB. Sucesso para vocês. >> Falou mal do Bahia e falou
da minha mãe, seu filha da [ __ ] Bodjava mandou R$ 80. Bora, sargento. >> Batemos a meta. Queria agradecer ao sargento Caixo, a você que assistiu. O Caverna do Ocro definitivamente é o melhor podcast de humor do Brasil. Muito obrigado a vocês que acompanham. >> Obrigado a todos que que ajudaram a bater a meta. Eu estô muito feliz. Vamos agora. Vamos agora à sessão. >> Exato. Vamos finalizar com isso. Lembrando que semana que vem, na quinta-feira, tá certo? Eu estarei em Canoas, no Rio Grande do Sul, fazendo meu show solo de standup tóxico. Na
sexta eu vou para Caxias do Sul, no Polenta Comed Club e fazer meu show solo tóxico. No sábado serei eu fazendo em Bento Gonçalves e no domingo eu farei em São Leopoldo. Beleza? Lembrando que essa é minha turnê no Rio Grande do Sul do meu show solo tóxico. Outra coisa, usa na steak o meu cupom COro. É importante Avisar porque a Steake tá namorando para ser patrocinadora desse canal. A gente pelo de humor não tem patrocinador. Se você já faz, não faça cine online que você perde dinheiro, tá? Se você já faz aposta esportiva e
quiser ir para stake, aí as odes do Campeonato Paulista que começa agora. se cadastra, usa o cupom Cioake, vai tá na na bi e essas são as ods aí, ó, 1,68 Corinthians. E lembrando que é comum da zebra no começo do paulista, Por causa de pré-temporada para time pequeno, mas aí você depende. >> Sabe por que que os caras colocaram a Ponte Preta aqui chamada de [risadas] macaco? >> Botaram logo o primeiro da macaca, né? >> Corinthians e Ponte Preta. Logo em seguida Miraçol e São Paulo. E logo em seguida também as odes para Santos
e Grêmio Horizontinos. Eu acho que o Santos Neymar vai jogar, não sei, né? >> Oxe, >> Neymar não. Neymar tá se recuperando a recuperando. >> Mas o Mas o o Gabigol vai, >> Gabig Gol vai. Lembrando o cupom cá osro na steak. Se, se você se cadastra, usa, bota R$ 24 e você já ajuda o Caverna do Podcast. >> Vamos agora fazer a filhinha indiana para levar todo mundo uma porrada. Já mama, já tu mama. >> Qual é a ordem? Qual a ordem, sargento? Flamenguista. >> O eles falou o primeiro. >> Deixa de falar. Não,
deixa de falar. Deixa falar >> qu a primeira ordem. Ah, >> como ele ele ele apareceu ali de calcinha ali. >> É, pô. Primeiro >> eu vou deixar ele não vou deixar ele por último que a minha mão esquenta. Quando minha mão esquenta eu fico mais. >> Boa. [risadas] O Wellington vai ser o último. Primeiro Luke Cristian, depois o Wellingon. Depois eu vou. Eu vou primeiro >> para fechar. Fechou. >> Quem vai primeiro dos dois? >> Quem pode ser? O branquinho. >> O branquinho aqui não tem preconceito. Muito obrigado. Curte, comenta e compartilha. Semana que
vem, torneio do Rio Grande do Sul. >> Deixa a câmera posicionada. Posicionada. Tá bom. É aqui, ó. O ato vai ser aqui. O ato vai ser aqui. >> Eu vou pedir demissão dessa [ __ ] >> Eu vou pedir demissão. >> Vocês estão cruzando malinho. >> Melhor parte, a melhor a mel a melhor parte do podcast é essa, mano. Eh, rapaz. >> Ô, mano, eu sou autista. Sou para >> Quem? >> Eu. É o quê? >> Eu sou autista. >> Então vai consertar [risadas] Atrás. Eu eu tenho certeza que você vai ficar melhor depois disso
aqui. >> Deixa eu pegar um aqui só para >> Esse daqui é o Eric. Tem como aumentar um pouquinho mesmo sem vazar um pouquinho coisa? >> Ele é especial, né? Então tem que ser especial. >> Exatamente. >> Ele tem especial aqui para fazer. >> Obrigado pessoal. Caverna do meu >> Vou demonstrar aqui da Eu vou demonstrar como é que era o jato mama, né? >> Não, não precisa não. >> Não, não vou não. Ele que manda, >> ele que manda. Ô >> filho, eu sou convidado aqui. Eu não, eu não mandei vocês me convidar. É,
é verdade, é verdade. Tá certo. >> Eu acho que depois disso daqui não vai ter parte dois, [risadas] >> né? Eu vou correr esse risco. Tá bom, Eric. Tá bom. Aí >> vira para cá. Vira para cá. Abaixa a cabeça. Comumprimentar o [ __ ] Abaixa a cabeça. Abaixa. Abaixa. >> Abaixa, cara. Assim. Aí. Assim. Assim. Baixa mais. Baixa mais. >> É. Fica assim. Aí aqui você pratica o jatumama. >> Como é que é o jatumama? [risadas] Esse é o Jama. Próximo. >> Próximo. >> Vai ficar minhas digitais aí. Tá bom Para você. [risadas] Como
é que tá? Bom >> aquela posição fundamental posição. >> Se é carioca, viu? Sago é carioca. >> Carioca. >> Carioca. Baixa um pouquinho mais. Baixa um pouquinho mais para assim. Deixou [risadas] aqui a camisa. Vamos lá. Então, aqui você vai. Aí você executa o jatumama. >> Aê. [ __ ] Bom, esse >> o senhor fez curso de ciropraxista. [risadas] >> Faz favor, negão. >> Faz favor, negão. [risadas] >> Educação, né? >> Ó, eu só quero chacada que eu tenho três de disco, tá? >> Tenho três hérneas de disco. >> Então, bem-vindo. Você vai ter quatro
agora. [risadas] >> Deixa que ele tanto disco assim, ele vai ser DJ. >> É melhor tirar o óx porque senão o óx pode cair no chão. >> Caramba. [risadas] Você é o último, né, cara? >> É, sou o último. >> Olha que costa bonita. >> Costa, >> olha, mano. Não é nem uma costa, é um lombro. >> É. [risadas] >> Ai, ai, >> ai. >> [ __ ] >> E agora é minha vez. >> Deixa eu ver. Deixa eu ver. Mostra aí como é que ficou as costas aí. >> Olha lá. Olha, olha que bonito,
cara. Olha, mostra aqui. Mostra aí. Aquilo fica marca. >> Olha, cara. Olha, mano, >> que bonito que ficou. Mas uma obra de arte, meu irmão. Você é uma obra de arte, cara. >> Não, só queria falar que umas semanas atrás veio um boxeador batendo na gente. O seu foi 10 vezes pior que o do Boxeador. [risadas] Vamos lá. >> Faz boca. >> Tira a camisa. >> Ele é lutador, tá? >> É, ele é porradeiro. Aguenta a porrada. Então pode pegar pesado. >> Tira a camisa. Essa daqui é sua esposa. Essa daqui é sua esposa. >>
C tira a camisa todo o programa. E agora Não quer tirar. >> Agora não quer tirar. Agora quer [risadas] tirar. Tira. >> [ __ ] que pariu. Bom, pô. Aí sem camisa da >> meu Deus do céu. >> Oh, rapaz, >> olha o [risadas] >> Eu dou aquela lisada. Calma, relaxa, relaxa, relaxa. >> Ele é lutador, hein? >> É lutador. >> É. >> [risadas] >> [ __ ] doeu. >> Isso é o jato mama. [risadas] >> Para quem não conhecia o Jatama, >> deixa eu ver. Vira aí. >> Vai começar. >> Ficou, ficou, ficou, >>
ficou, ficou. Se não ficasse, eu tinha que aplicar outro. [risadas] >> Pessoal, >> mais algum voluntário? Mais algum Voluntário? Convidados. Convidados. Convidados. >> Aê. Eu vou ser assim. Aê, pô. Espera um pouquinho. Com camisa ou sem camisa? >> Camisa. Camisa. Camisa. Com camisa. Camisa. Vai, pô. Aí, tô nervosa, bichinho. >> Vocês estão me deixando próximo. >> Respeita. Vai também. >> [ __ ] esses caras, [risadas] isso, isso é uma plateia maravilhosa. Não, inocente isso >> não maquiná não. Maquiná vai também. 100 pessoas presenciando isso. Vai. >> E o Vittor, como é que é? >> Vitorioso.
>> Vitorioso. >> Mostra a vitória para dar a vitória. Perd a vitória. >> Pera aí que acabou a bateria ali. É. Vamos lá. Continua. >> Vamos lá. >> Ai, ai, ai, meu Deus. >> Não. Maquinado, maquinado, maquinado. Você veio aqui, >> não. Maquinado aí, membro do incancelável. Vocês deixam esse convidado muito feliz, cara. Tá. [risadas] >> Que loucura. >> Ficou. Vai de baixo para cima, hein. >> Aí, aí é dois. Aí ganha [risadas] dois, cara. >> Vamos praticar aqui. Aquela >> boa. >> Tá faltando um [risadas] aqui, viu? [risadas] >> É o novo pânico. Obrigado,
sargento. Vamos junto. Esse foi o caverna do podcast. Valeu, Ah.