a insuficiência cardíaca no paciente crítico a insuficiência cardíaca é caracterizada pela dificuldade do Coração em bombear o sangue para o corpo gerando sintomas como cansaço tosse noturna e o inchaço nas pernas ao final do dia já que o oxigênio presente no sangue não consegue chegar aos tecidos aos órgãos e tecidos acomete cerca de seis a dez porcento de todos os indivíduos com mais de 65 anos de idade o diagnóstico de ser pode ser amparado por diferentes exames complementares como ecocardiograma teste ergométrico da Rodagem sérica de peptídeo natriurético cerebral ok pessoal então a gente sabe que
tem exames de diagnóstico por imagem a gente sabe que tem exames né O que é tirar o sangue do paciente a gente sabe que tem vários exames né teste de teste teste ergométrico que é um exame de esforço físico também como eu disse né no slide a pessoa fica com fadiga com tosse falta de ar tem Adema pulmonar maciço a gente só consegue ver né Por exames redução da contratura do coração tem edema abdominal tá e o inchaço nas pernas Ok é preciso se atentar a esses sintomas mas também não é um bicho de sete
cabeças né gente tem gente que chega já tá é dema nas pernas no calor é o mais comum de ter mesmo é demais nas pernas a pessoa já acha que ela tá tendo uma insuficiência cardíaca não é assim OK hipertensão arterial no paciente Clínico tá gente no paciente crítico quer dizer é emergência hipertensiva é utilizado para definir aquele paciente portador de níveis pressóricos elevados com risco iminente de vida ou de deteriorização do órgão alvo em que as medidas empregadas para combate aos níveis elevados devem ser imediatas em minutos ou poucas horas necessitando de uso de
drogas de ação rápida tá bom para reversão dessa hipertensão diversos agentes farmacológicos podem ser utilizados no tratamento das urgências e emergências hipertensivas né como exemplo nós temos aí são famosos e muito utilizados tá também dentro do ambiente de UTI que são os inibidores da enzima conversora de angiotensina Iva que é o famoso captopril enalapril tá bom os diuréticos né a furosemida é o meu e o paciente que já é hipertensão o que se encontra no quadro de hipertensão o médico já para escreve a furosemida Ok de uso continuo tratar livre menos líquido abaixando os volumes
pressóricos tá e a hidralazina que também é uma parceira né no tratamento da Hipertensão Ok gente gente eu vou falar um pouquinho para vocês não mas lá para frente eu vou falar quando não ocorre aumento de marcadores de necrose miocárdica A Síndrome Coronariana Aguda é definida como angina instável tá o outro espectro das síndromes coronarianas agudas é um infarto agudo do miocárdio caracterizado pelo aumento de marcadores de necrose miocárdica os infartos Agudos do miocárdio por sua vez podem apresentar com ou sem supradesnivelamento tá é chamado também de infarto com Supra ou sem Supra do segmento
ST a elevação do segmento ST é habitualmente causada por obstrução aguda completa de uma artéria coronariana pessoal é agora Nós entramos em algo assim bem específico tá quando a gente fala de segmento esse te para vocês terem a noção tá tá aqui ó segmento ST ele é verificado dentro do eletrocardiograma beleza por isso o paciente que necessita de UTI que é considerado um paciente crítico Ele fica o tempo entendo o tempo inteiro monitorizado Ok fica o tempo inteiro lá no monitor cardíaco e quando é o Eletro do paciente ta Porque se o médico identificar o
que tá tendo alguma alteração prontamente ele vai até o paciente vai ver o que que tá acontecendo por isso a importância do posicionamento dos eletrodos ou do perinha de forma correta Ok gente falando em angina e infarto Ok a angina é o que a gente chama de pré-infarto Ok a angina é aquela pessoa que a ele teve um princípio de infarto Ok na realidade ele está tendo ele teve né uma angina Tá eu vou mostrar para vocês aqui na figura mostra né a figura vai mostrar direitinho para vocês o que é angina e o que
é infarto Ok olha para vocês verem a angina gente é isso aqui ó angina é a obstrução parcial ok a angina você tem a obstrução parcial olha da artéria tá no infarto quando a pessoa infartou ah fulano de tal infarto se ele infartou a obstrução foi Total tá bom não passa sangue aqui teve uma obstrução Total beleza a dissecção aórtica aguda Esse é um distúrbio frequentemente fatal em que a camada interna da parede aórtica se rompe e se separa da camada intermediária da parede aórtica a maior parte das dissecções aórticas ocorrem devido à hipertensão arterial
provocar a deteorização da parede da artéria das E aí né a necessidade de monitorização da pressão arterial também ok e o tratamento né de hipertensão arterial para quem já tem a hipertensão as pessoas sentem dor súbita extrema mais comumente ao longo do tórax mas também nas costas entre as escápulas o diagnóstico geralmente é confirmado por meio de rádio eu ia e tomografias computadorizadas as pessoas geralmente tomam medicamentos para diminuir a pressão arterial e é feito uma cirurgia para reparar o rompimento ou implante de endoprótese para recobrir o rompimento que é feito pelo médico né Gente
olha o rompimento o rompimento é esse aqui ó é um rasgo né que é que acontece na parede interna da horta e é isso aqui ok as taquiarritmias Esse é o estudo das arritmias cardíacas é interesse de uma subespecialidade da cardiologia denominada ritmo logia on arritmologia foge ao escopo deste Capítulo É apresentar e discutir cada uma das arritmia as existentes assim nos limitaremos a descobrir discutir as principais taquiarritmias que acontece o paciente crítico ok pessoal nós vamos falar aqui então dos tipos tá quais são os tipos e mais futuramente é nós vamos falar de uma
por uma separadamente OK tá aqui a taquicardia ventricular o e fibrilação ventricular taquicardia supraventricular taquicardia sinusal taquicardia supraventricular por reentrada nodal e fibrilação atrial Ok então pessoal é para falar da fibrilação atrial só vou abrir um parêntese aqui tá para falar a gente precisa né o profissional enfermeiro Ele precisa saber manusear né os desfibrilhadores tá é isso é treinamento Ok hoje nós temos o Deia né que ele é que fala auto de data né ele já tive vai te falando o passo a passo mais dentro das utis né Nós temos lá de sobre lá dores
que são de fora e você vai colocar a carga para destinada pelo médico você vai manusear então é importante que o Enfermeiro saiba Tá manusear um desfibrilador Ok então é isso pessoal Muito obrigado tá pela presença de todos vocês meu nome como eu disse no início a Samira Martins de Souza tá aí o meu e-mail tá aí o Instagram tá qualquer dúvida que vocês tiverem qualquer coisa que quiserem né posicionar podem estar me enviando o e-mail podem estar entrando no meu Instagram Tá ok e comentando né fazendo lá o questionamento que eu vou estar prontamente
respondendo vocês ok se demorar um pouquinho vocês me aguardem porque eu não sou muito de redes sociais tá bom fiquem com Deus e até uma próxima