A gente vai falar agora de um assunto, ô Joel, que a gente prometeu aqui nos nossos destaques, que é a tal da nomofobia, né? Nomofobia, fobia, a gente já sabe o que é, que é medo de alguma coisa, né? Um pavor ali de alguma coisa.
Nomofobia tem a ver com tecnologia, o pavor que foi criado, que algumas pessoas sentem, Joel, de ficarem longe do celular. Ah, eu tenho isso! E quem não tem?
YouTube tá sendo cada vez mais tratado com médicos, eu vou admitir. Claro que sim, claro que sim! Ficar longe do celular exige um esforço.
Eu já devo me preocupar! Luciana Rocha, boa tarde para você, tudo bem? Boa tarde!
Boa tarde, Joel! Boa tarde, Ana! Pois é, se você já está nesse estágio que fica desesperado quando tá longe do celular, olha, você pode estar se envolvendo.
. . Oi, em algum lugar, você quase morre!
Meu, exatamente! É uma extensão do seu corpo. Você esqueceu sua vida!
É isso aí! A tal da nomofobia é essa, que é esse transtorno de ansiedade a partir do medo, ou se não, angústia da ausência do celular. Apesar da nomofobia não ser classificada como uma patologia mental pela Organização Mundial da Saúde, na psicologia ela já é tratada como um transtorno pelos especialistas.
A gente conversou com o psicólogo clínico Orlando Nolasco, aqui de Belo Horizonte, e ele fala que adolescentes e adultos já sofrem com descontrole no uso do celular. E as pessoas que sofrem com a dependência do celular devem buscar ajuda com um psicólogo. Olha só!
E aqui em Belo Horizonte, pensando em lidar com esse problema, tramita na Câmara dos Vereadores da capital um projeto de lei do vereador Sérgio Fernando, do PL, que visa a conscientização e prevenção à nomofobia. O projeto de lei, se for aprovado, é que a ideia é que políticas públicas de tratamento da patologia sejam desenvolvidas aqui na cidade. Joel, caramba!
Acho que tá na hora da gente pensar mesmo em começar a prevenir. [Música] É ligar um alerta de quando a coisa tá acima de um limite do saudável, né? Eu acho que tá, porque você não consegue assistir um filme, uma série, sem consultar o celular 10, 15 vezes, não é?
Isso aí é um pouco dessa nomofobia. Aí, toda hora, você tem que estar olhando ele, aquela necessidade para ver se alguma coisa aconteceu, né? Se você pô.
. . Às vezes o Jorginho pega o celular, às vezes não.
Todo dia ele pega o celular e vai jogar o joguinho dele, passa um tempo. Cadê meu celular? Ou traz aqui para mim!
Você fica tranquilo quando o celular tá do seu lado, né? Enquanto ele não chega ali como um guarda-costas, você não sossega. Impressionante, cara!
Então isso tem nome: nomofobia. Vamos estudar esse bicho aí, né? Quem sabe a gente consiga se tratar para dar uma amenizada nessa parada.
Por isso que é importante, nas férias, também a gente tentar se policiar para se descolar um pouco do celular. Sim, exatamente! Luciana, muito obrigado, viu?
Um abraço para você! Até, querida.