Olá galerinha sejam todos muito bem vindos hoje na nossa vídeo aula nós vamos trabalhar um dos Capítulos mais legais da histologia que é o capítulo de ter sido muscular você é muito bem-vindo para nossa aula de hoje e nós vamos começar agora [Música] a despeito de o organismo ser uma estrutura altamente complexa ele é formado por apenas quatro tipos básicos De tecidos E aí nós citamos epitelial conjuntivo o muscular e o nervoso né Falamos também que esses tecidos eles se organizam em proporções diferentes para constituírem os órgãos e os órgãos dele se agrupam para formar
o sistemas e daí o funcionamento do sistemas eles colaboram para o estabelecimento do organismo Gerais isso nós abordamos quando nós começamos a introduzir o conteúdo da histologia depois nós começamos a estudar esse tecidos E aí Nós iniciamos o nosso estudo a partir do texto epitelial né que é o tecido principalmente responsável por revestimento e por forrar as estruturas do nosso corpo e na sequência falamos dos tecidos conjuntivos que são os tecidos de né E que esses tecidos conjuntivos eles possuem uma grande quantidade de subtipos né E esse subtipos fazem com que a gente tenha desde
tecidos com a matriz líquida até tecidos com a matriz rígida e Mineralizada que é então Portanto o tecido com uma maior variedade de possibilidades que é o tecido conjuntivo e em decorrência disso nós obviamente passamos a maior parte do nosso conteúdo de disciplina abordando justamente o tecido conjuntivo propriamente dito e outros tipos de tecidos conjuntivos aí classificados dentro das categorias de tecidos conjuntivos de propriedades especiais tecidos conjuntivo de suporte na sequência nós vamos aguardar o Terceiro tipo de tecido que compõem o organismo que é o tecido muscular e nós vamos então fazer uma abordagem detalhada
deste tecido e para que a gente possa né compreender o Seu funcionamento é importante que a gente tem em mente que a célula que compõem esse tecido a estrutura celular que forma o tecido é muscular ela é chamada de miócito que também pode ser chamado de célula muscular ou fibra muscular essas três Nomenclaturas miocitos célula muscular ou fibra muscular são três nomenclaturas que nós utilizamos para a mesma estrutura que a estrutura que a unidade básica funcional do tecido muscular tá e o tecido muscular ele é composto predominantemente por células e a quantidade de Matriz extracelular
é bem pequena e ele basicamente contém um tecido que organiza né externamente ele e que mantém as suas fibras Unidas que é um Tecido conjuntivo certo mas é em se tratando de ter sido muscular ele é predominantemente formado por células tá que é o miócito ou a célula muscular ou fibra muscular se empregam a mesma estrutura Este tecido ele é composto por células que são células alongadas e essas células alongadas elas se caracterizam por possuírem dentro do seu citoplasma uma uma agrupamento ou uma organização de proteínas Citoplasmáticas que são proteínas com características filamentosas essas proteínas
filamentosas ou esses filamentos citoplasmáticos são proteínas atas a utilizarem a energia do ATP para realizarem uma atividade de movimentação uma atividade mecânica então o tecido muscular é formado por células que contém proteínas citoplasmáticas filamentosas proteínas essas aptas a utilizar energia química contida no ATP para transformar essa energia química em Energia mecânica de movimento e conseguir com isso um efeito que se faz que vai ser transmitido a membrana plasmática da célula fazendo com que a célula consiga encurtar o seu comprimento e este fenômeno de encurtamento do comprimento da célula nós chamamos de contração muscular então quando
as célula está com o seu comprimento menor quando ela está encurtada nós dizemos que ela está contraída e quando a célula ela volta ao Seu comprimento de normalidade ela está no seu estado de relaxamento Então esta se constitui na função que é atribuída ao tecido muscular que é a função de contração e a contração elas se caracteriza pelo encurtamento da fibra muscular o conjunto das fibras musculares ao se encurtarem geram encurtamento da peça músculo e este encurtamento ele pode ou gerar movimentação de peças ósseas ou pode gerar uma um resultado Que nós temos no que
é se aplica ao músculo cardíaco que é o funcionamento de uma estrutura que funciona como uma bomba e isso gera uma contração que reduz espaços internos no coração fazendo com que esse essa contração e essa diminuição desse espaço interno proporcione a massa líquida que está contida aí nas suas cavidades para que essa massa líquida se movimente que é o sangue né para promover a circulação sanguínea ou então Para movimentação de órgãos Ok então a contração muscular ela pode gerar uma dessas três funções ou movimentar peças ósseas ou fazer a movimentação de vísceras ou então fazer
com que o músculo cardíaco ele trabalhe como uma bomba essas características elas são dadas pelas células que compõem Este tecido que são células musculares ou miócitos ou fibras musculares essas células se caracterizam por possuir em proteínas filamentosas em seu citoplasma As quais interagem umas com as outras gastam energia e utilizam essa energia química gasta para aproveitar na forma de movimento este movimento é o movimento de encurtar a fibra e posteriormente retornar o seu comprimento original ou seja contrair e já então a contração muscular é a função que é realizada pela pelo tecido muscular no que
diz respeito a sua origem o tecido muscular ele tem origem a partir do folheto embrionário Mesoderma Então a partir do mesoderma as células indiferenciadas elas iniciam uma síntese de proteínas específicas as quais nós já comentamos que são as proteínas filamentosas e ao mesmo tempo que ela vai produzindo essas proteínas filamentosas elas vão sofrendo um processo de alongamento E aí ela se transformam nas células alongadas que possuem as Tais proteínas que nós comentamos que são rápidas a utilizar em energia contida nas moléculas de ATP Para transformar essa energia química e energia mecânica de movimento é importante
que se diga que se a célula realiza um fenômeno de orientação que é o fenômeno de contração essa contração ela é resultante por tanto do encurtamento da célula e é justamente por causa dessa dessa desse movimento de encurtamento é que a célula precisa necessariamente tem uma morfologia alongada porque esse assim não fosse o Encurtamento de uma célula que fosse curta não geraria necessariamente um movimento significativo baseado em observação de características tanto morfológicas quanto funcionais é possível se distinguir três tipos de tecidos musculares que seriam músculo estriados esquelético o músculo estriado cardíaco e o músculo liso
essa nomenclatura de estriado ela provendo o fato de que quando nós observamos esse músculo em microscopia Óptica nós visualizamos alternância de bandas Claras escuras que foram denominadas de estrias Então essas bandas Claras escuras alternantes que são as estrias elas estão presentes em duas variáveis em duas formas de células que compõem este mesmo tecido que é o músculo estriado esquelético que tem esse nome porque as suas fibras estão associadas a peças ósseas e o músculo estriado cardíaco cuja células estão compondo a parede as paredes do Coração tá e o músculo liso ele é formado por células
que a microscopia óptica não possuem essas estriações ou não possuem essas bandas Claras escuras alternantes e esse músculo liso ele no que diz respeito às características morfológicas e as características funcionais ele é o que mais é se distancia dos dois tipos Então nós vamos ver que esta organização que gera a visualização de estriações se dá por causa de uma organização Específica de proteína citoplasmáticas que se fazem de maneira parecida nos músculos estriados esqueléticos e cardíacos e de maneira diferente no músculo liso e também no que diz respeito à sua morfologia músculo liso ele também tem
uma diferença morfológica mais significativa dos dois tipos e que também é possível de se observar na microscopia óptica tá na sequência nós vamos caracterizar a morfologicamente e funcionalmente os Três tipos de músculos E aí vai ser possível perceber como e eles se aproximam em alguns aspectos e como ele se diferenciam em outros aspectos bem então vamos começar aqui abordando as características dos três tipos de músculo a partir do músculo estriado esquelético de que as fibras que compõem este músculos estão associadas a peças esqueléticas e quando essas células elas Se contraem a sua força ela ela
é passada para uma peça para uma peça óssea e essa peça óssea acaba alavancando essa força gerada pela contração muscular né Nós classificamos esse movimento que o músculo realiza como movimento voluntário e portanto essa massa muscular é uma massa muscular considerada voluntária Isso quer dizer o quê quer dizer que ela é comandada pelo sistema nervoso periférico voluntário que é também chamado de sistema nervoso Periférico somático que controla as atividades que nós dizemos que são as atividades conscientes né como sorrir andar e que portanto reage estímulos externos nesse caso ele é Nevado por fibras chamadas de
motoras E conduzem então os impulsos que vem do sistema nervoso central até chegar nesses músculos estriados esqueléticos tá no que diz respeito à característica de contração esse músculo ele realiza uma contração que é rápida que é forte e que É descontínua então o músculo estriado esquelético ele não consegue realizar uma atividade contínua por um longo período de tempo porque a energia interna acaba esgotando E aí o músculo entra em estafa entre exaustão e essa continuidade vai acabar gerando danos para a estrutura muscular Então essas são as características de contração do músculo morfologicamente essas células elas
caracterizam por ser as mais longas que Existem dentro do tecido muscular Então as mais longas células elas são as células musculares estriadas do tipo esquelético elas se caracterizam por serem células multinucleadas em que os núcleos se posicionam perifricamente ou seja próximo da membrana plasmática e isto é um fator que é facilita o reconhecimento dessa célula microscopia Ótica né uma outra característica que pode ser observada em microscopia ótica é a Presença dessas alternâncias de bandas Claras escuras que estão dispostas perpendicularmente ao longo eixo da fibra muscular e que nós chamamos de estriações então a esquerda nós
temos uma representação esquemática de um desenho das células musculares estriadas esqueléticas longitudinalmente falando onde nós visualizamos aí as estriações e a presença de núcleos perifricamente posicionados e nós visualizamos a Direita uma foto micrografia Ótica de células musculares vistas em secção longitudinal nessa que são longitudinal onde nós vemos o longo eixo das células e aí nós vamos é aí Separar uma única célula que é um miócito que vocês tenham ideia do quão longa é uma única célula e vamos apontar com uma seta aí é núcleos que compõem essa célula e é cada célula dessa ela possui
muitos núcleos perifricamente Posicionados e esses muitos núcleos eles são resultantes da fusão de mioblastos no processo de formação desse tipo de célula especializada em que cada célula funcionada ela gera um núcleo a mais na célula final especializada Então essa célula algumas caracteriza por ser a célula muscular estriadas esquelética na sequência vamos abordar aí o músculo estriado cardíaco né então o músculo estriado cardíaco é um músculo que compõe as paredes do Coração e ele é composto por um músculo que também tem uma contração rápida forte Porém uma contração contínua é o músculo cardíaco ele funciona continuamente
ele não pode cessar o seu funcionamento porque isso geraria uma parada da circulação sanguínea o que comprometeria a chegada né de oxigênio nutrientes para todos os tecidos do corpo Então isso é completamente incompatível com a vida e o músculo cardíaco portanto para exercer essa Função ele é comandado pelo sistema nervoso autônomo e por conta disso realiza uma atividade que edita involuntária então o sistema nervoso periférico autônomo também chamado de visceral Ele regula o ambiente interno do corpo e controla essas atividades o sistema digestório do cardiovascular do escritor e também do endócrino e contém as fibras
motoras que vão conduzir os impulsos do sistema nervoso central até os músculos lisos das vísceras e a Musculatura do coração então o músculo cardíaco ele não está sobre o controle consciente ele é uma atividade subconsciente e é uma atividade que se realiza continuamente porém a característica de contração é bem similar a do músculo estriado esquelético E isso se dá graças ao fato de que eles têm uma organização estrutural bem parecida entre si então seu componente interno de organização proteica é similar no entanto músculo Cardíaco ele guarda muito mais energia interna ele tem uma quantidade bem
maior de mitocôndrias e ele também pode gerar energia a partir de gordura então o músculo estriado cardíaco músculo que funciona ininterruptamente isso é fundamental para atividade do coração tá o músculo cardíaco ele também possui estriações transversais que é aquela alternância de bandas Claras escuras porém ele difere do músculo estriado esquelético em Alguns pontos que seriam primeiro no cumprimento das células como nós falamos anteriormente o músculo estriado esquelético ele possui a célula mais longa de todas dos tipos de tecido muscular o músculo cardíaco também possuem células longas porém menos longas e essas células elas podem ter
elas podem ter prolongamentos laterais Então essas células elas podem ter esses prolongamentos laterais que são as ramificações Então as células musculares Cardíacas elas podem ser ramificadas enquanto que o músculo estriados esquelético não possui ramificações um outro fator que difere os dois tipos de tecidos estriados é que no músculo cardíaco nós temos os núcleos periféricos nós temos os núcleos centralmente posicionados enquanto que no músculo estriado esquelético os núcleos são perifricamente posicionados no músculo estriado cardíacos núcleos eles são centralmente posicionados e a Quantidade de núcleos no músculo cardíaco é bem menor do que no músculo esquelético é
um músculo cardíaco ele tem menos núcleos podem ter um a dois núcleos centralmente posicionados e no músculo estriado esquelético nós temos uma quantidade de núcleos bem maior e posicionados centralmente perifricamente uma outra estrutura que está presente único e exclusivamente no músculo estriado cardíaco são chamados de discos intercalares eu vou apontar com uma seta No esquemazinho à esquerda que são essas linhas escuras transversais essas linhas mais escuras do que as estriações e vou também apontar na foto micrografia direita essas estruturas chamadas de discos intercalares essas estruturas que estão entre as células musculares estriadas cardíacas são importantes
para o funcionamento dessas células para mantê-las bastante Unidas entre si para que elas não se separem de forma alguma isso é fundamental para que o coração Funcione como bomba e também para que elas possam compartilhar e funcionar todas as células como se fosse uma só do ponto de vista iônico certo então essas características elas são importantes para o desempenho funcional da célula muscular estriada cardíaca o músculo liso por sua vez é formado por uma aglomerado de células fusiformes que não tem as típicas estrias transversais dos músculos estriados nesse músculo o processo de Contração também é
bem distinto por ser caracterizado por esse por transcorrer de forma lenta e assim como músculo estriado cardíaco ele não está sujeito ao controle voluntário então é uma contração lenta e involuntária esse músculo do ponto de vista morfológico se caracteriza por ser composto por células alongadas fusiformes e que possuem apenas um núcleo que está centralmente posicionado então é morfologicamente essa célula se Distingue dos demais tipos ela que mais se afasta No que diz respeito às características morfológicas e também as funcionários na no que diz respeito a característica de contração lenta porque os demais tipos possuem contração
rápida porém se aproxima do músculo estriado cardíaco No que diz respeito ao aspecto da impossibilidade de controle do controle subconsciente sua atividade que a atividade involuntária e morfologicamente falando opticamente Essas células elas não possuem as típicas estriações transversais E isso se deve ao fato de que as proteínas internas do músculo liso ela se dispõe de maneira distinta do que acontece nos músculos estriados E aí nós vamos comentar mais à frente Como se dá essa organização e faz com que portanto esse músculo seja denominado de músculo liso gostaria de abordar com vocês algumas nomenclaturas especiais que
foram atribuídas a estruturas que Estão presentes né em outras células mas que na célula muscular ela recebeu essas nomenclaturas esses nomes especiais tá no caso específico da membrana celular a membrana celular ela tem as mesmas características das membranas celulares das outras células a bicamada lipídica e proteica no entanto aqui ela pode ser também chamada de sarcolema então sarcolema é uma nomenclatura que pode ser dada a membrana plasmática da célula Muscular então nós podemos utilizar uma ou outra no entanto se nós utilizarmos A nomenclatura nós estaremos referindo especificamente a membrana plasmática do miose tá uma outra
nomenclatura bastante específica que foi empregada para muscular é para designar o citoplasma tá então todas as células possuem citoplasma mas o citoplasma da célula muscular pode ser também denominado de sarcoplasma Então essa é uma nomenclatura especial para Essa estrutura porém essa estrutura ela não é específica desta célula é só A nomenclatura que é específica para essa célula obviamente que a gente sabe que o citoplasmas das células elas são específicas para cada tipo celular possui as proteínas estruturais específicas possuem as enzimas específicas no entanto o a estrutura citoplasma ela é presente em todos os tipos celulares
e para o tipo muscular para célula muscular um citoplasma pode Ser também denominado de sarcoplasma denominação especial específica tá uma outra estrutura na célula muscular que recebe uma nomenclatura também especial é um retículo endoplasmático liso para os músculos estriados esta organela ela tem importância fundamental porque ela está em uma organização bem complexa nos músculos estriados ela é bastante abundante nos músculos estriados e ela é responsável por armazenar em um cálcio Dentro da célula e este íon ele é fundamental para contração dos músculos no entanto os músculos estriados eles armazenam cálcio intracelularmente dentro dessa organela e
graças a isso essa organela se torna tão importante para o músculo E aí passou a receber essa nomenclatura especial de retículo sarcoplasmático então eu posso me referir ao retículo endoplasmático liso da célula muscular como retículo Marcoplasmático ou como retículo endoplasmático liso estarei me referindo à mesma estrutura no entanto o retículo sarcoplasmático ele é o nomenclatura específica para célula muscular e por fim uma outra organela que recebeu nomenclatura específico foram as mitocôndrias então como eu já havia dito anteriormente as proteínas contrateis existentes e citoplasma da célula muscular são proteínas que trabalham a partir do gasto energético
né são Proteínas que trabalham ativamente transformando a energia química contida nas moléculas de ATP e energia mecânica de movimento que gera portanto encurtamento da fibra muscular e esta energia este ATP é produzido por organelas denominadas de mitocôndrias o que faz por tantas mitocôndrias serem imprescindíveis para atividade de todas as células mas que exige essas organelas em abundância na célula muscular porque a função principal que essa célula Realiza que é a contração ela é totalmente de energia E aí as mitocôndrias foram denominadas de maneira especial na célula muscular de sarcossomas então nós podemos nos referir as
mitocôndrias da célula muscular como mitocôndrias ou como sarcossomas se aplica da mesma forma tá de todo jeito dessas nomenclaturas aí o retículo sarcoplasmático é aquele que tem um Emprego mais amplo na literatura em artigos em livros dessas nomenclaturas especiais o retículo sarcoplasmático Ele é aquele que você consegue encontrar mais amplamente difundido do que os demais porém todos podem ser utilizados estão corretamente empregados bem vamos na sequência detalhar características mais aprofundadas da organização estrutural da célula muscular estriada esquelética e de como ocorre a sua conservação e a sua contração ou seu Funcionamento tá então a partir
de agora nós vamos nos debruçar a detalhar aspectos de vascularização e inervação de organização estrutural e de contração do músculo estriado esquelético na sequência falaremos a respeito dos outros tipos Bem pessoal vamos começar a abordar e a organização do músculo esquelético tá então eu vou começar falando de uma característica macroscópica vou separar por exemplo um músculo da mastigação Músculo mastigatório como por exemplo músculo masseter ou músculos zigomático menor essa estrutura ela é uma estrutura composta por fibras musculares organizadas em grupos de feixes Ou seja eu tenho várias células alongadas se eu pegar várias dessas células
eu formam feixes de fibras musculares esses peixes organizados vão compor um desses músculos que eu comentei porém esses músculos para se manterem organizados Ele se mantém graças a ajuda de ter sido conjuntivo uma camada de tecido conjuntivo ajuda a individualizar essa estrutura músculo e além de individualizar além de organizar além de permitir que um músculo deslize sobre o outro esse essa capa de tecido conjuntivo ainda leva vascularização e inervação para essa estrutura chamada de músculo tá então o que que nós chamamos de músculo o músculo Na verdade é um conjunto de feixes de fibras musculares
Que estão organizadas em grupos né orientadas em uma direção e sentido tá elas são organizadas elas são individualizadas por capas de tecidos conjuntivos não é uma camada de tecido conjuntivo que vai estar individualizando permitindo a sua movimentação inervando e vascularizando nós vamos ver como que conjuntivo ele vai se associar a essas fibras musculares para ao mesmo tempo Ajudar na sua organização como também ajudar na sua no seu funcionamento de movimentação na sua vascularização e na sua inervação tá então para individualizar o músculo uma camada de tecido conjuntivo denso não modelado vai revestir externamente todos os
feixes de fibras musculares que compõem essa estrutura então na imagem nesse esquema nós temos uma secção de um músculo longo por exemplo poderia ser por exemplo bíceps aí então o bíceps estaria aí Representando essa estrutura que nós temos aí a direita que foi apontar com uma certa tá então toda essa estrutura ela seria o bíceps e nós vamos tirar uma secção que ela são transversal deste músculo e nós vamos visualizar como ele se organiza né do ponto de vista do tecido conjuntivo que vai estabelecer aí é tanto um processo de individualização dessa estrutura músculo como
também na sua possibilidade de funcionamento enervação e vascularização conforme a Gente já mencionou anteriormente então nessa nesse Zoom que é dado a essa secção transversal nós visualizamos que externamente todo músculo ele é envolto por uma camada de tecido conjuntivo denso não modelado que recebe o nome de epnize o epimísio é que vai delimitar a estrutura músculo então o epímido por exemplo delimita o tríceps ou o bíceps Então todo o músculo ele é delimitado externamente por uma camada de tecido conjuntivo denso não modelado Chamada de epimísio então é penísio permite que as fibras musculares elas contraiam
que o músculo ele se movimente e deslize sobre outras peças musculares que naquele momento por exemplo não Estão realizando contração né isso torna essas peças individualmente movimentáveis Ok móveis e esse é penísio além de permitir esta organização além de permitir esse deslizamento de peças musculares numa sobre as outras ainda é fundamental para vascularizar e inervar O músculo a vascularização e elevação são importantíssimas funcionamento do músculo primeiro porque o músculo ele precisa ser bastante vascularizado haja visto que as células vão pegar justamente da circulação sanguínea o que ela necessita para produzir ATP para funcionar já que
Seu funcionamento é 100% ativo e vai precisar também de uma inervação já que essa células elas estão dependentes de um controle nervoso então é necessário que é um controle Nervoso se Estabeleça sobre ela se estabelece sobre ela uma inervação motora e essa elevação motora é que vai comandar a sua contração se não houver o comando da inervação motora essa peça muscular ela não realiza a sua função e Este comando nervoso e esta vascularização elas vão provir justamente dessa camada de tecido conjuntivo que vai estar revestindo externamente todo músculo que é chamada de app mídia Tá
então o epizio ele vai revestir externamente o músculo e ele é formado por um tecido conjuntivo denso não modelado que é um tipo de tecido conjuntivo propriamente dito tá isso seria suficiente para inervar e vascularizar as células mais periféricas mas é necessário que as células mais profundas deste músculo também recebam vascularização e inervação e isso ocorre quando Feixes do episo eles vão penetrar na profundidade do músculo E aí ele vai separar esses peixes ele vai separar o músculo como um todo em vários pequenos peixes ou fascículos vou delimitar aí com setas para vocês entenderem do
que se trata um feixe então neste músculo aí eu vou delimitar para vocês terem ideia três grupos de feixes ou fascículos tá então esses feixes eles são vascularizados e inervados e organizados internamente por um septo de tecido Conjuntivo que provendo epimísio e que se aprofunda para internamente ao músculo formando esta camada de tecido conjuntivo que a gente chama de Pery Mission então o perimísio é um certo de tecido conjuntivo que provendo a epimísio e que vai organizar internamente feixes de fibras de fibras musculares certo então os feixes de fibras musculares elas são organizadas vascularizadas em
nervadas internamente por feixes que partem do app mídia e que São denominados de tá ao passo que cada célula individualmente cada miócito ou cada fibra muscular ela é em volta por uma camada composta pela lâmina basal que circunda a célula e por fibras reticulares que nós chamamos de endomísio certo endoise permite que as células elas se movimentem e deslizem umas em relação às vizinhas então nós temos o que em relação ao tecido conjuntivo que organiza o músculo nós Temos externamente uma camada de tecido conjuntivo denso não modelado chamado de epimísio partem feixes de tecido conjuntivo
que separam as células musculares internamente em feixes de fibras e cada fibra individualmente ela também é em volta por ter sido conjuntivo os feixes eles são organizados pelo pé de mijo e cada célula individualmente é organizada pelo endomísio de forma que nós temos o Tecido conjuntivo ajudando a organizar vascularizar e levar o músculo esquelético essa estrutura individualizada músculo é em volta externamente pelo epimisel lança septos de tecidos conjuntivos que separam as células em fechos ou fascículos que é o perimísio e individualmente cada Célio locada miócito em volta por uma camada que é formada pela membrana
basal e por pela lâmina basal e por fibras Reticulares que nós chamamos de endomínio então o endomísio ele vai é circundar cada célula muscular e vai individual nesse outro esquema nós podemos ver essa organização mencionada anteriormente pelo tecido conjuntivo aí no músculo estriado esquelético né Nós temos aí representado uma secção né que representa de um lado a característica longitudinal e depois uma secção transversal do músculo tá nós Vemos que esse músculo está associado a uma peça óssea e esse músculo ele vai se ligar o osso por meio de uma estrutura tendinosa tá então envolvendo essa
estrutura individualizando essa estrutura nós temos uma membrana de tecido conjuntivo que reveste externamente este músculo chamada de epimísio então é pimísio vai revestir externamente todas as células que vão compor este músculos de tecidos conjuntivos que vão Separar os feixes de fibras musculares também chamados de fascículos quem vai separar esses feixes e esses fascículos são um septo que provém do epimísio que agora passa a ser denominado de Pery míseo então pele liso ele vai levar vascularização e vai levar a inervação para as fibras musculares que estão mais na intimidade do músculo e individualmente cada célula muscular
também chamada de fibra muscular ou miócito é envolto por uma camada que é Composta pela lâmina basal e mais fibras reticulares individualmente esta este revestimento que cada miótico possui recebe o nome de endomísio e é fundamental esta organização de ter sido motivo que vai colaborar com a organização macroscópica do músculo para o funcionamento dos músculos dos deslizamentos de músculos entre si e para o funcionamento também de cada célula a partir da sua inervação e da Sua vascularização na sequência vamos abordar a característica de organização do músculo estriado esquelético a partir da sua visualização e microscopia
óptica aí nós temos uma foto micrografia Ótica de do músculo estriado esquelético onde nós visualizamos células musculares ou fibras musculares ou miócitos em uma secção longitudinal na Sexy são longe do dinal que nós visualizamos é o longo eixo da célula O oposto disso seria uma secção transversal na secção transversal nós veríamos uma um corte dessa célula em uma determinada altura certo então a diferença da secção longe de nau do músculo é que nós visualizamos a célula no seu longo eixo e a secção transversal nós vamos seccionar uma determinada altura do músculo e vamos visualizar como
se distribui as células naquela altura especificamente tá nesse caso aí então nós visualizamos células alongadas Em uma coloração que é uma toxicilina nós visualizamos que o citoplasma da célula é rosa e nós visualizamos que o núcleo é roxo e que ele está posicionado perifricamente em que cada célula possui vários núcleos são células multinucleadas Essa é a característica microscópica morfológica da célula muscular estriadas esquelética nesta foto micrografia nós conseguimos visualizar o detalhe da organização das estriações transversais Então nós visualizamos aí vai apontar com a seta alternância de delicadas áreas Claras escuras que se alternam formando que
nós examinamos de estriações transversais essas estriações transversais são o motivo pelo qual este músculo é chamado de músculo estriado então o músculo estriado tanto este quanto cardíaco possuem as mesmas estriações que é justamente esta alternância de bandas Claras escuras que estão né localizadas não Longitudinalmente mas que estão transversalmente dispostas ao longo de toda a estrutura da célula muscular como nós já abordamos anteriormente esta é Esse aspecto que a gente observa na microscopia Ótica ele tem um motivo de ser que é justamente o que a gente observa nas organizações que se estabelecem dentro do citoplasma da
célula são proteínas intracitoplasmáticas E filamentosas que Ao se organizarem aí dentro do citoplasma da célula colaboram para que se Estabeleça este padrão Aí de alternância de bandas Claras escuras que são as suas estriações tá então essas estriações elas são possíveis de serem visualizadas em microscopia ótica e é o que faz com que a gente então classifica este músculo como sendo músculo do tipo estriado nós podemos também tornar essas estriações mais evidentes que é o que a Gente vai ver no slide a seguir aqui nessa sequência com a utilização de um filtro de polarização nós alcançamos
o que a gente chama de microscopia de polarização é esse filtro Polaroid ele nos ajuda a tornar mais ressaltado as características de luminosidade Então o que é claro se torna mais claro e o que é escuro se torna mais escuro então ele vai polarizar então pela microscopia de polarização nós vamos conseguir Ressaltar a alternância de bandas Claras escuras que são as estriações transversais que nós visualizamos ao longo de toda a extensão da célula muscular estriada esquelética E aí nós visualizamos bem claramente através dessa imagem que vai apresentada é possível visualizar que dentro da área Clara
a uma linha certo e nós vamos portanto utilizando uma microscopia com mais detalhes ainda do que a microscopia Óptica e que a microscopia que utiliza aí o filtro Polaroid nós vamos utilizar uma microscopia com maior nível de resolução para entender o que é que está é por trás desta imagem que se estabelece na microscopia óptica Qual é a estrutura que se organiza intracitoplasmática que vai nos ajudar a obter esta configuração aí que é vista na microscopia Ótica então na sequência nós vamos inicialmente Visualizar como que essas regiões Claras e escuras elas são denominadas E aí
nós vamos depois compreender o que é que está localizado em cada uma dessas regiões Claras escuras justificando o fato de elas serem Claras escuras e depois colaborando para compreensão dessas proteínas internas no citoplasma dessa célula muscular na organização delas e na forma como elas interagem para que seja possível que o músculo Consiga sofrer a contração que é o fenômeno de encurtamento nessa imagem nós separamos uma única fibra muscular Vista em microscopia de polarização onde é possível identificar a alternância entre bandas Claras e bandas escuras bandas Claras e bandas escuras abaixo nós fizemos um esquema que
representa essa mesma sequência de alternâncias de bandas Claras escuras e vamos aí delimitar a banda Clara ela recebe pela microscopia de polarização o Nome de banda isotrópica que quer dizer iluminada a banda clara ou iluminada é a banda isotrópica que nós vamos aqui chamar de banda e e a banda escura ela é a banda em que você não tem luz Você tem uma ausência de iluminação Então ela é chamada de banda anisotrópica ou Banda A então pela microscopia de polarização nós temos que as estreiações Na verdade são Alternâncias de bandas Claras e escuras que seriam
alternância de Bandas e bandas a bandas e bandas a que estão aqui representadas abaixo no esquema onde foi destacada aí a alternância de uma banda clara e uma escura e outra Clara em que nelas nós estamos aí delimitando suas áreas de localização e estamos também identificando elas com a sua nomenclatura no centro da banda Clara existe uma linha Esta linha recebe o nome de linha Z a linha Z ela está no centro de todas as bandas Claras então ficou estabelecido que a distância entre duas linhas e ela recebe o nome de sarcômero o que que
é o sarcômero então sarcômero representa o que existe entre duas linhas e o que é que existe entre duas linhas e partindo da esquerda para a direita nós temos uma semi banda Clara uma banda escura e outra semi banda Clara Se nós juntarmos duas semi-bandas Claras nós teremos uma banda Clara inteira que seria Portanto o que acontece ao longo de toda a extensão do músculo alternância de bandas Claras e escuras Então essa estrutura aí que está entre duas linhas e é chamada de sarcômero e ela é a unidade que se repete na fibra muscular estriada
esquelética tá então nós vamos ver na sequência um aumento maior dessa estrutura aí desse esquema o que Que existe que se pode observar em maior detalhe com o aumento maior desses esquemasinho aí de Banda A e Banda e Banda e manda aí com uma linha Z no centro da banda aí veremos isso no próximo slide então nessa imagem aí nós vamos repetir a mesma biofírio no mesmo momento visualizando a no mesmo aumento em microscopia de polarização a alternância de bandas Claras e bandas escuras que nós vimos que a banda ai a Bandai Bandai Bandai no
Centro da banda Ike a banda iluminada a linha Z e a distância entre duas linhas e configurando o sarcômero em maior aumento na microscopia de polarização é possível visualizar isso já na imagem abaixo que no centro da banda a que é a banda escura existe uma região Clara que é chamada de banda H Observe aí que em todas as bandas a que são as bandas escuras nós temos no seu centro em maior aumento uma região Clara chamada de banda H com a linha no centro da banda H Que é a linha M ok que vai
nos importar aí desta deste esquema é a gente identificar que não existe uma banda Clara que no centro dela nós temos uma linha escura que é a linha Z e uma banda escura que no centro da região mais Central dela existe uma região Clara que a banda H então a banda H é uma região Clara dentro da zona escura que é da banda escura na verdade ela não é clara como a clara ela é um pouco menos escura isso é importante estabelecer porque Mais na frente a gente vai ver como que está organizado sarcômero do
ponto de vista da microscopia eletrônica e nós vamos visualizar que essa região um pouco mais clara dentro da banda escura ela não é tão Clara quanto a banda Clara Ela é apenas um pouco mais clara do que a banda escura e essa região aí é a banda h tá então a banda garra fica no centro da banda a e a linha Z no centro da banda e o que vai explicar essa configuração que se observa aí nesse Maior aumento é uma organização proteica que configura internamente a organização de proteínas filamentosas que corresponde ao que nós
denominamos de sarcômero E essas proteínas ela só são possíveis serem visualizadas na microscopia eletrônica Então nós vamos ver a seguir como essas proteínas elas se organizam no citoplasma da célula muscular estriada esquelética configurando o sarcomar e portanto a banda a banda h a Linha Z a banda A beleza então vamos para o próximo slide que a gente vai entender Quais são as proteínas que compõem a estrutura do sarcômero Então nesse esquema aí nós voltamos a identificar aí apontado com a seta a miofibrila que a gente já tinha visto no slide anterior identificando aí o sarcômero
que a distância entre duas linhas e e a banda a e a Bandai a banda a possuindo aí na região central a banda H Que é uma região um pouco mais clara e ao redor da banda a nos dois lados duas bandas Claras que são as bandas e tendo no seu centro a linha Z a distância entre duas linhas e corresponde ao que nós chamamos de sarcômero que a unidade estrutural que se repete e que confere ao músculo seu aspecto de estriado na microscopia eletrônica é possível compreender que existe uma organização proteica que a sua
disposição espacial permite que nós visualizemos na Microscopia óptica essa sequência que se repete de bandas Claras escuras que configura-se na estriação transver Então vamos dar um zoom no e um sarcômero e representar o que é possível ser observar na microscopia eletrônica que é o arranjo proteico que se estabelece no citoplasma da miofibrila tá então nós vamos visualizar um conjunto de proteínas que se organizam aí formando que nós chamamos de filamentos finos e filamentos grossos Eu vou apontar com a seta aí para vocês os filamentos finos em vermelho e vou apontar os filamentos grossos em azul
eu vou apontar depois uma região onde só existem os filamentos finos certo onde só existem os filamentos finos corresponde a região da banda e que a banda iluminada que é a banda Clara Então os filamentos finos eles são finos o suficiente para permitir que uma quantidade de luz bem grande ela Atravessa a estrutura e ela possa voltar e iluminar mais esta região então na região onde eu tenho filamentos finos a iluminação Ela é maior na região onde eu tenho filamentos grossos essa luz ela vai bater E vai formar uma sombra ela vai bater E vai
formar uma imagem escura então onde eu tenho filamentos grossos a região ela constitui-se portanto na Banda A que é a banda Escura então os filamentos grossos Eles compõem mais essa região central então onde eu tenho a região central eu tenho os filamentos grossos formando a região da banda a no centro da banda a eu tenho apenas filamentos grossos essa região aí compreende compreende a banda h e lateralmente a banda h eu tenho uma sobreposição de filamentos finos e filamentos grossos filamentos finas e filamentos grossos então nessa região mais periférica da banda a que a região
Mais escura essa região ela fica mais escura porque eu tenho a somatória de proteínas que são os filamentos finos e proteínas que são os filamentos grossos Então na verdade existe uma organização proteica de proteínas filamentosas no citoplasma essas proteínas correspondem a corresponde a uma estrutura que você estabelece de filamentos finos e uma estrutura que se estabelece de filamentos grossos onde os filamentos finos estão localizados sozinhos essa Região ao ser visualizado na microscopia eletrônica ela forma uma imagem bastante Clara porque não forma muita sombra então nessa região onde eu tenho filamentos finos exclusivamente eu tenho a
banda iluminada que a banda e na região onde eu tenho os filamentos grossos vai haver uma formação de sombra e ela vai ficar Mais Escura então os filamentos grossos correspondem a banda a que a banda escura e na região central Da banda a que corresponde a uma região mais clara um pouco do que as suas periferias eu vou ter uma localização onde eu tenho apenas o filamento grosso e esse filamento Grosso forma uma região um pouco mais escura Mas não tão escura do que a região onde eu tenho alternância de filamentos grossos e filamentos finos
que é a região periférica da banda a então correspondendo a esta organização tridimensional que se estabelece no Sarcômero dando origem a esses filamentos finos e filamentos grossos nós temos na verdade um complexo de proteínas onde quatro proteínas elas são os componentes principais que se organizam aí para compor o sarcômero essas proteínas elas são actina a tropomiosina a troponina e a miosina essas quatro proteínas elas vão compor os filamentos finos e o filamento grosso e os filamentos grossos e vão se Distribuir Assim como nós estamos vendo aí E essa distribuição quando ela é vista na microscopia
eletrônica Ela nos permite observar a distribuição das proteínas filamentosas mas quando nós visualizamos na microscopia Ótica o que nós vamos enxergar é apenas a organização dessas proteínas com um menor nível de detalhes porque a microscopia ótica ela tem uma baixa resolução então que nós vamos enxergar é Apenas uma alternância de bandas Claras e bandas escuras que compreende as estriações que são características dos músculos estriados tanto esquelético quanto cardíaco voltando a representar o esquema anterior onde as proteínas compõem os fila finos e os filamentos grossos nós temos aqui delimitado quais proteínas compõem os filamentos finos e
qual proteína compõem o filamento Grosso então o filamento fino ele é composto por um complexo de Três proteínas que são actina a tropa miosina E atroponina essas três proteínas elas formam o filamento fino enquanto que o filamento grosso é composto pela proteína chamada de miosina a miosina ela estabelece sozinha o filamento grosso e ela é uma proteína que nós vamos ver para frente agora a sua configuração bem como as outras que compõem o filamento fino nós vamos entender como ela se organizam como ela se associam para no Espaço estabelecer essa configuração aí que é visualizada
no sarcômero bem então vamos começar detalhando as proteínas que compõem os filamentos finos Tá vamos começar pela proteína que é a mais importante aí do complexo que estabelece o filamento fino porque ela que vai é interagir com o filamento grosso ou seja com a miosina e responder por uma atividade de qual fator ou seja por acelerar a quebra do app em ADP e fósforo e Liberação de energia para contração do músculo então é actina a proteína responsável por auxiliar a quebra do ATP para que a contração ocorra tá então lá na fibra muscular dentro do
citoplasma nós vamos ter organizado a estrutura do sarcômero e acômeros eles no final do processo vão se prender na membrana plasmática então quando houver uma encurtamento do sarcômero nós vamos ter eles puxando a membrana plasmática nas suas periferias E fazendo com que a célula como um todo diminui o seu comprimento ou seja sem curte vamos entender este processo a partir da compreensão da estruturação do filamento fino do filamento grosso e como ele se interagem no espaço começando portanto aqui esclarecendo como que é o filamento fina então o filamento fino ele é composto pela actina pela
tropa miosina e pela troponina actina ela é uma proteína formada por Vários várias subunidades de actina G essa subunidades elas são monômeros e esses monômeros eles são estruturas esféricas polarizadas onde nesta representação aí observa-se um lado escuro e um lado claro essa polaridade faz com que em cada um dos polos ela tenha a atividades diferentes então quando nós pegamos vários monômeros que são as subunidades da actina G e colocamos elas no mesmo espaço que que vai acontecer elas vão se Atrair de que forma elas vão se atrair a região Escura Tem afinidade pela região Clara
a região escura atrai a Clara e ela se ligam isso faz com que se nós juntarmos subnidade jactina ge no mesmo espaço há uma tendência de que estes monômeros eles se polimerizem ou seja ele se associem para formar um polímero ou seja várias dessas subunidades elas vão se ligar entre si de que forma o lado escuro se liga com o Claro e assim sucessivamente Então os monômeros se Polimerizam e a estrutura final ela se transforma em um polímero esse polímero ele se assemelha é um colarzinho de contas um colarzinho de pérolas então no espaço essas
estruturas que este colarzinho de contas ele se torce em outro colarzinho de contas no espaço e ao se torcer ela estabelece o que a gente chama de a unidade da quitina F então lá no filamento fino a estrutura ela está organizada tal qual ilustrado aí embaixo Na organização da quitina F ou seja lá no músculo no filamento fino os monômeros de actina já estão polimerizados e dois colarzinhos de conta estão torcidos no espaço compondo actina F tá então essa estrutura da quitina F ela tem uma certa fragilidade na sua organização para que haja uma estabilização
desta deste entrelaçamento deste contorcionismo dessa dessa contração dessas duas Linhas né de polímeros de actina F nós temos uma outra proteína que vai amarrar um colarzinho de contas no outro colarzinho de contas estabilizando para que essa estrutura ela não se desamarre no espaço certo essa proteína nós vamos ver mais à frente ela é chamada de tropomiosina tá então no espaço actina G que são subunidades ela tem afinidade umas pelas outras porque ela é polarizada então lado escuro atrai o lado Claro no espaço elas tendem a se Polimerizar duas duas estruturas polimerizadas se organizam no espaço
se contorcendo formando uma estrutura que se assemelha a dois colares de contas dois colares de pérolas torcidos no espaço mais para frente a gente vai ver que este colar Tor no espaço ele é estabilizado pela proteína chamada de tropomiosina então visto como se organiza a actina no filamento Fino na forma de dois colarzinhos de contas torcidos no espaço Compondo a quitina f e também dito que este filamento Zinho de actina F precisa de uma estabilização para não se distorcer no espaço este papel de estabilização da molécula de actina F é feita por uma proteína filamentosa
chamada de tropomiosina antropomiosina ela é uma estrutura que no espaço se assemelha a um barbante onde dois pedaços de barbante também se torce no espaço e a partir deste dessa estrutura final desses dois barbantes Torcidos no espaço compondo a tropa miosina ela vai e vai os filamentos de actina que é actina F bem na região do seu suco e aí Desta forma a tropa miosina vai estabilizar o filamento de actina F então lá no sarcômero o filamento fino ele se compõe da actina organizada na estrutura de actina f que são esses dois colarzinhos de conta
torcidos no espaço estabilizados pela tropa miosina que é Essa proteína aí representada pela cor amarela que tem uma estrutura no espaço semelhante a dois barbantes também torcidos no espaço em que ela se amarra na região do sulco Central da quitina F é fazendo com que essa proteína permaneça nessa configuração entrelaçada tá bem como diz o anteriormente actina ela é a proteína que do filamento fino atua como cofator para a quebra de ATP que vai estar fixada na cabeça da miosina que é a Proteína do filamento Grosso tá então o filamento grosso ele tem uma região
que tem afinidade pelo ATP mas o filamento grosso ele não consegue por si só fazer a quebra do ATP ele necessita de um empurrãozinho ele necessita de um estímulo ele necessita de uma ajuda Extra ele necessita de um cofator esse cofator é justamente actina porém não é qualquer local da quitina que tem atividade de qual fator para a quebra do ATP pela miosina é uma região específica da actina como o músculo ele não fica o tempo todo em evento contrátil é necessário que nos momentos em que o músculo não esteja contraindo a quitina e a
miosina elas não se ligam elas não se contam e neste momento não a quebra de ATP e não há contração do músculo Então para que não haja a contração do músculo é claro que a actinea miosina não consigam se é contactar especificamente na região da actina que Gera a atividade de cofator para a quebra do ATP Então para que essa região dá actina não tenha contato com a miosina 100% do tempo mas apenas no momento da contração é que entra em Ação o papel desta proteína chamada de troponina a troponina é uma proteína que também
compõem o filamento fino ela é uma estrutura proteica que é em seu conjunto representam trímero ou seja formada de três monômeros esse trimmer que é a Troponina ele se liga na tropa miosina porém parte da sua estrutura vai cobrir o sítio ativo da actina e vai impedir o contato dessa região ativa da actina com a miosina no momento em que o músculo deve permanecer relaxado Ou seja no momento em que não deve haver estímulo para a contração muscular Então para que a actina ela não esteja 100% disponível para atuar como cofator e gerar contração muscular
100% do tempo No momento em que a gente quer que o músculo se mantenha relaxado actineazina não devem se contactar nessa região ativa da quitina e para que esse contato não se Estabeleça esta proteína que é a troponina ela exerce um papel mecânico importante de obstrução do sítio ativo da quitina em relação a miosina Então como que ela se organiza a troponina ela se liga na verdade sobre a tropomiosina e ela se liga em intervalos regulares veja abaixo como está Representado aí nesse esquema onde a gente visual vocês aí a composição do filamento fino contendo
as três proteínas que fazem parte deste filamento que são a quitina tropomiosina e a propanina veja que a troponina ela está ligada na tropomiosina e tem uma parte dela que cobre a actina e essa é justamente a função dela é cobrir actina porém não se ligar porque no momento em que o músculo for contrair a troponina ela tem que Sair deste local e ela tem que deixar livre o sítio ativo da quitina que se liga com a miosina e acelera precipita a quebra do ATP em ATP e fósforo e libera energia então dentro deste contexto
a propanina que é este Primeiro ela é composta por três subunidades uma subunidade chamada de TNT onde o TNT é a subunidade da troponina que se liga com a tropa miosina porque na verdade a propanina ela se liga com a tropa miosina e esta ligação ela se dá De tal ordem no espaço que ao mesmo tempo ela consegue recobrir o sítio ativo da quitina depois ela tem uma subunidade chamada de tnc Essa subunidade tnc ela tem afinidade pelo íon cálcio então no momento em que existe uma liberação e uma concentração de cálcio no citoplasma da
célula o cálcio se liga a subunidade E aí mais para frente eu vou explicar para vocês o que que gera essa ligação do cálcio com tnc Tá mas Guarde a informação agora no momento de que o tnc é a subunidade da troponina que tem afinidade pelo íon cálcio e a última subunidade da troponina que é a subunidade tni a subunidade tni é a subunidade da troponina que cobre o sítio ativo da actina Ok então quando o cálcio ele é liberado no citoplasma o cálcio se liga na subunidade tnc como a troponina está ligada com a
tropa miosina no momento em que o cálcio se liga no tnc ele Empurra a proteína Troponina ele modifica a posição da troponina no espaço e essa modificação ela gera uma mudança na posição da tropomiosina a tropomiosina empurrada mais para o centro do suco então quando a tropa biozina ela sai da posição inicial catapultada pelo modificação que o cálcio estabeleceu na troponina ao se ligar na subunidade tnc ela gera também uma modificação no espaço da subunidade tni então quando o TNT deixa de recobrir o sítio ativo da actina a quitina ela fica livre para se ligar
miosina e gerar o atividade de coenzima necessária para a quebra do ATP e liberação de energia que vai produzir o deslizamento dos filamentos entre si mais para frente vocês vão ver como esses filamentos vão se deslizar de forma que esse deslizamento vai promover um encurtamento do comprimento final da célula gerando uma um evento que é Chamado de contração muscular então a contração muscular ela é um fenômeno que depende do íon cálcio certo e um cálcio ele se liga com a troponina a troponina Empurra a tropomiosina e dessa forma subunidade T ni da troponina deixa de
recobrir o sítio ativo da quitina e este sítio ativo Portanto ele se liga com a miosina e vai permitir portanto a quebra do app que está lá na cabeça da miosina como a gente vai ver aqui para frente como que é essa Proteína ela se estabelece E aí a gente vai compreender o mecanismo da contração muscular em si para concluirmos essa vida ou aula 1 vamos abordar aqui as características da minhozina na aula seguinte na vídeo aula 2 nós vamos detalhar como essas proteínas elas se interagem para poder realizar o mecanismo de contração muscular então
vamos aqui abordar a forma da miosina a miosina ela é uma proteína grande né Tem Uma massa molecular grande ela tem uma forma de bastão certo e ela é formada por dois peptídeos que se enrolam tipo uma hélice e uma extremidade a minha Usina ela apresenta uma cabeça que é uma saliência assim conforme globular e nesta cabeça nós temos locais específicos que se combinam com a molécula da ATP e atividade é dotada de uma atividade que a gente chama de até básica a atividade ate básica é a atividade que é A molécula tem de quebrar
a molécula de ATP para poder gerar energia no entanto como eu já disse anteriormente Para que ocorra a Hidrólise do ATP e que gere energia para que a célula contraria ela necessita que haja um cofator e este cofator ele é dado pela interação dessa proteína aqui que a miosina com a actina é necessário que a miosina ela interaja com aquele sítio ativo que eu comentei a quitina que fica recoberto pela troponina Então esta Associação gera as Condições suficientes e necessárias para a quebra do ATP em ATP e fósforo essa proteína ela corresponde é a maior
parte dela é uma porção que tem uma forma de bastão né e a parte pesada é a saliência globular que é a cabeça né Então essa saliência ela se liga no bastão certo e essas moléculas elas são dispostas no espaço né de forma que essa parte em bastão ela se dispõe é paralela ao filamento de actina e a Cabeça Ela fica pendente na direção da proteína Actina que por sua vez está ali sendo intermediária ali no processo a troponina então nesta imagem aí nesse esquema verifica se a esquerda como a proteína ela se organiza em
bastante ela tem uma parte uma parte que é o filamento mais é a parte mais pesada a parte globular que é a cabeça a gente vê que no esquema à direita a Cabeça Ela fica ligada na o bastão por meio de uma dupla hélice ela fica perdida ela fica Perdida na direção da actina e actina Ela na direção específica do sítio ativo da quitina que por sua vez está encoberto pela sua unidade tni da troponina Então essas proteínas elas compõem a estrutura principal do sarcômero elas compõem o filamento Grosso que é composto exclusivamente pela miosina
e o filamento Fino que é esse complexo proteico de três proteínas actina tropa miozina e troponina Como já descrito então na sequência que vai ser abordado Na vida é aula 2 nós vamos explicar como se dá a liberação do cálcio que está dentro do retículo sarcoplasmático que é o retículo endoplasmático liso como que esse retículo sarcoplasmático ele se distribui ao longo da célula para que ao longo de toda a extensão da célula o cálcio seja liberado de maneira relativamente homogênea e possa Então se ligar na subunidade Da troponina tnc desculpe da troponina e forçar portanto
a retirada da subunidade tni aí que está na interface entre actina e a miosina permitindo que essas duas proteínas elas interajam entre si e a quitina ajude a miosina a fazer a Hidrólise do ATP tá então na próxima vídeo aula nós vamos dar continuidade ao nosso assunto fazendo uma breve revisão do que já foi dito aqui e dando continuidade as explicações da contração do músculo Estriado esquelético que é similar ao do músculo cardíaco e abordando os princípios e o mecanismo da contração dos músculos lisos que é por terem uma organização proteica diferente da que acontece
aqui no músculo estriado até porque nem se configura sarcômero Então as proteínas elas se organizam de maneira diversa o mecanismo de contração do músculo liso também se dá de maneira diferente do que o estudado aqui para os músculos Estriados bem galerinha vamos concluindo as nossas atividades de hoje falamos a respeito de várias características importantes dos músculos na nossa próxima vídeo aula vamos dar ênfase a compreensão os mecanismos de contação e também de organização estrutural dos músculos criados cardíaco e do músculo liso fica aguardando você até lá fui