[Música] [Música] [Música] Olá, Terráquos, estão vendo aqui? Olha, nova coleção, tá já lá no site disponível, modelos renovados, cores fantásticas. Eu garanto que você vai curtir como eu curti. Vai lá, já tá tudo disponível, link tem aí em algum lugar. Valeu, beijo no cotovelo e tchau. เฮ [Música] [Música] [Música] [Música] Olá, terráqueos, como é que vocês estão? Sou Rogério Biler. Tá começando mais um Inteligência Limitado Programa, onde a limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador que vos fala. Sempre trago pessoas mais inteligentes, mais interessantes e com a Vida muito mais marítima e aérea
do que a mim e do que a sua. >> Pois é, hein? >> Você é mais do ar ou você é mais do mar? >> Bom, você sabe que eu sou mais do ar, né? >> Ah, é o que dizem, né? >> É o que dizem, né? >> É o cara do helicóptero, cara. É o >> cara do helicóptero. >> Como chama o comandante Hamilton? >> Comandante Hamilton, né? PPH. Que que é PPH? >> Piloto privado de helicópteros. >> Olha, Sam é avião de rosca. >> É aviação de rosca. >> Aviação de rosa. Você que
é um conhecedor então do assunto aqui, como que o pessoal vai participar dessa live? >> Bom, já deixa o like agora cara, se inscreva no canal, torne-se membro, ajuda a gente aí bater os 6 milhões de inscritos. >> Pois é. >> E compartilha esse vídeo aí com o seu amiguinho aí, toda a tua turma da Patota. >> Sim, que vai ser legal, né? >> Vai ser supo, hein? >> E antes falar com eles, eu que tenho falar com o pessoal de casa. É isso mesmo. >> É isso mesmo. >> Então, Terráqueos, vocês que querem viajar
sem dor de cabeça e com aquele preço que cabe no bolso, vocês estão Ligado? É só apontar a câmera pro QR Code que tá na tela agora e conhecer a Decolar. Aproveita que eles estão com vários descontos essa semana e para fazer um esquenta do Bora fechar. É isso mesmo. >> É isso mesmo. >> Ó, se liga nas ofertas que já estão no ar. Pacotes com 40% off, hotéis com até 50% off e pacotes por menos de R$ 999, Floripa, Gramado, Salvador e muito mais. Então já sabe, QR code na tela, acessa e Viaja com
a decolar, porque viajar bem é viajar tranquilo. Bora fechar. >> É isso aí. >> Como que é? Bora fechar em inglês. >> Ah, [ __ ] >> Com é como que é? >> Comeback close. >> Come closeb. Back close. >> Come back close. Então bora fechar. E e agradecer também a nossa parceirona de longa data que é Insider. >> Insider que tá sempre com a gente, hein? >> Tem um cupom nosso aí, né? >> E tem um esquema agora do cupom inteligência 100 que dá R$ 100 para do desconto em compras acima de R$ 400.
>> Você viu? Tô correndo também para comprar, hein? >> Então, fechou aí. Se liga também. Lig link na descrição. Q code na tela. É isso. >> Olha. Isso aí. >> Vamos lá. Então temos aqui dois, duas Pessoas que já vieram separadamente, que falam de assuntos legais e que estamos juntando aqui pela primeira vez. Que legal. Sejam bem-vindos. Então, o Lito com seu penteado novo, né? Tá cabeludo, rapaz. Olha só. >> Então, já começa aí pelo cabelo aqui, ó. Dá um oi pro povo. >> Oi, povo. Estamos aqui de novo e, né, agora um assunto sério,
né, que eh a gente vai falar de avião e de barcos ou navios ou pode falar Barco paraaç ou mar. Vamos falar de mar. >> Vai falar do mar, ó. Do mar e do ar. Mas a gente pode escapar um pouquinho pra escatologia. Então fica ligado. Você sabe o que que é escatologia? Tem >> dois sentidos. Ele fez uma >> É porque tem escatologia da Bíblia. que é relação aos últimos tempos. Isso tem que escatologia relacionado a assuntos nojentos. >> É esse aí. É a segunda opção. >> Aliás, em relação à Bíblia, a gente tava
Até conversando antes aqui com o pessoal do que hoje teve um avião que fez eh passagem supersônica. Já já passo para você, Jorge, você apresentar aí. Mas aqui só para não esque não perder o momento assim que você falou da Bíblia. Um avião tava fazendo teste lá no interior de São Paulo, um grippen, e ele ficou super sônico. E aí teve um quebrou a barreira do som, >> quebrou a barreira do som e aí tem aqueles pipocos, né, umas explosões da Na cidade. O povo tá falando que era o o som do arrebatamento. >> Sabe
por quê? >> Por causa da data. >> Exato. >> Não é? >> Teve um pessoal lá que prometeu que o arrebatamento ia ser de 23 para 24. >> Aí acho que nossa, será que foi de trollagem do piloto? Foi, ele sabia e fez de propósito. Jorge, é contigo. Tua camineta, se apresenta pro povo. >> Opa, eu sou Jorge Souza e nós somos, na verdade, dois bons contadores de história, eu e o Elito, né? Verdade. >> A gente conta histórias legais, histórias que aconteceram, não é? Não são fal. >> Tem o episódio do L que nem
é sobre aviação, é só aventuras da vida dele. Aqui tem um episódio que é muito legal. É, já foi tráfico tráfico humano. Já foi, humano. >> Já foi vítima de tráfico humano. >> É pesado. >> É. >> Não, eu lembro que você comentou isso uma vez na África, não foi? Um lance. É isso aí. Eu lembro, eu lembro, lembro, lembro. >> Mas é isso aí. A gente vai conversar sobre coisas que aconteceram, que acontecem, >> histórias >> na água e lá em cima. >> Pois é. E tem mais eh aviões no fundo do Mar do
que submarinos no céu. >> Com certeza. Com certeza. >> Essa vez, ó, dessa vez eu trouxe uma inutilidade para você, viu? >> É uma fita pirata >> do Flitwood Mac, gravada em 1986. Steve Nicks no vocal. >> O bigoda que tem 20 anos nem sabe o que que é isso daqui. >> Você sabe o que que é fita cassete? Vi num filme uma vez. >> Eu vi no filme. Eu vi no Ele falou: "Eu Vi no filme uma vez. Se te deram uma caneta Bic isso daqui, que que você faz? >> Como assim? >> Olha
aí, não sabe. A, >> sabe a relação da caneta Bic e uma fita cassete. >> Sabe rebobinar o [ __ ] >> Rebobinar. Rebobinar. >> É, eu ouvi dizer, estudei nos livros e história, né? Obrigado. Obrigado. Li. Nem precisava trazer mais, mas obrigado. É só na primeira vez. Olha, tá novinha a fita. Olha. E essa deve ser melhor ainda. Se ela gravou, se ele gravou no microfone, no rádio assim direto, cortando o microfone no rádio. >> Isso aí eu fiquei sabendo, eh, que é, tinha um, umas equipes lá dos Estados Unidos, os caras tinham tipo
um trio elétrico, só que era equipamento de microfone e eles iam para onde ia ter show e eles apontavam os microfones Assim pras caixas e gravavam como se fosse uma mesa de som para gravar um uma fita pirata com alta qualidade. >> Ô louco, >> é mole. Então você tá presenteado com a pirata aí agora. Fechou, fechou. >> É isso aí. >> Por onde começamos, Lito? >> Bom, eu tenho algumas. É o seguinte, eu pessoal que me acompanha no Instagram, pessoal perguntando se é gravado ou não. Estamos ao vivo, inclusive, inclusive, Mandem perguntas aí que
a gente vai ver. >> É, é, a gente vai responder um monte hoje aqui. Eh, então, quem me acompanha no Instagram sabe que eu gosto muito de navio, cara. A algumas vezes eu até gosto mais de navio do que de aqui. >> Descobri isso num almoço que a gente teve lá em Porto Alegre, né? Isso. Você é uma fraude. Sou uma fraude. Na minha na minha sala, né, na no meu escritório, tem uma maquete de Eugênio C, escala um para 100. Eu vi, >> andei nesse, andei nesse andou no Eugên. Então é uma frustração que
eu tenho. >> Ten, eu tenho uma um um uma lembrança do Eugênio C bem interessante. >> Foi aposentado. Como >> não existe mais. Foi desmantelado, foi desmanchado. Mas eu sem querer cortar a tua história, mas só para dar um >> Eu fui na única viagem, primeira e última e única viagem que o Eugênio C fez para Antártica. Nossa, >> ele foi o primeiro navio de Cruzeiro Convencional que fez Cruzeiro eh do Brasil para, na verdade, n saiu da Argentina paraa Antártica para levar turistas convencionais antes de ter o que tem agora, que são empresas especializadas.
>> E na ocasião eu trabalhava numa publicação de turismo, tal coisa, me convidaram para ir na viagem, que era a primeira viagem de um navio de Cruzeiro paraa Antártica. E eu fui, eh, foi até Buenos Aires e lá eu Embarquei no navio e fomos paraa Antártica e foi uma quase tragédia, porque o navio navio era muito antigo e não tinha menor condição. >> Que ano foi isso? 90 e >> 96, 97 por aí, talvez. Ah, ele já tava bem. Ah, é >> final de carreira já. E e o navio não tinha a menor condição de
navegar naquele tipo de mar ali, você atravessa straight de Drake, que é uma coisa feia, Mas tinha um problema mais sério, muita turbulência, muita trola, líquida, mas tinha um problema sério. >> É, ó lá o Eugênio C, >> exatamente. Ele era bonitão, mas antigo, tal e coisa era, ele era um dos maiores que vinha aqui pro Brasil agora não comparado com hoje. Ele era um navio meio lendário aqui no Brasil, né? Sim, sim. Por quê? Porque tinha esse lance de vir todo ano. >> Porque todo mundo gostava de andar no Engêno seca, era um navio
considerado luxuoso, né? >> É, porque os que tinham nessa época aí era Funchal, Henrique C. >> Exatamente. Andei no Funchal também. Andou no Funchal também, que o Fuxchal era tipo um 2/3 do tamanho dele. >> Então quando você vi um monstro desse aí gigantesco vindo pro Brasil fala: "Ah, isso aí que é". Mas aí só para resumir, >> sim, é por isso que eu amo ele. >> Mas só para resumir, eu fui até a Antártica com esse navio, mas não desembarcamos na Antártica. Não botei o pé na Antártica. Eu vi a Antártica de perto, vi
o gelo, >> vi o pinguim. Mas ninguém botou o pé na no gelo como tava previsto desembarcar, porque eh quando o navio entrava na nas Bahia eh vinham blocos de gelo e ameaçavam fechar a Bahia. Então o comandante apavorado tirava o navio de lá. >> Então a gente ficou uma semana navegando Dentro do do do Gênc sem botar o pé o pé em terra. Até que o comandante falou: "Olha, estamos voltando, >> mas ideia", mas a ideia era >> não haveria desembarque, seria o primeiro desembarque de turistas, né? >> Turistas convencionais, né? Medo do quê?
Do gelo bater ou de fechar? não do do gelo fechar a Bahia e o navio não conseguir sair um ano ficar um ano >> aí o o comandante pediu ajuda da da Marinha Argentina no caso e e para para Ajudar na navegação. Foi um desastre, foi uma viagem mal planejada, mal programada e a gente acabou fazendo um circuito que saiu de Buenos Aires, navegou 10 dias e acabou voltando para Buenos Aires do mesmo jeito. Não desembarcamos lugar nenhum. >> Aham. Inclusive na volta o comandante como compensação anunciou que a gente ia parar na nas nas
Malvinas, né, Fkl, né, todo mundo ficou mais ou menos animado. Bom, pelo menos a Gente vê, mas também não pôde, porque como ele ia pr pra Argentina, não foi autorizado pelo governo da ilha a para a desembarcar lá, porque ele tava assim. Exatamente. Exatamente. Então, a viagem foi um uma catástrofe assim, >> parar em busos. >> Nem busos, cara. Então, mas eu eu gosto muito desse navio aí, justamente porque quando eu morava lá no em Vicente Carvalho, eh, eu via ele, ele ancorava em frente lá, o do outro lado eu vi ele, A Enem Santos,
né, mas eu conseguia ver, eu desenhava ele. >> É, ele é um navio muito bacana. Aí agora eu tô pesquisando a história dele. Eu já tenho muitas fotos, eu tenho os planos de de construção desse navio e eu vou contar. Não senta que ela veio a história. Não vai ser de avião, vai ser de navio. >> Ah, que bom. >> Eu descobri, por exemplo, que no Rio de Janeiro ele foi abalroado uma vez por Uma corveta. >> Que que é abalroado? batido. >> Batido. >> É colisão. >> Uma colisão de uma corveta com ele bem
ali no na parte central e fez um rombo no no cabines de primeira classe. E ele foi consertado no Rio de Janeiro, nos estaleiros lá. >> É, eu eu eu se não me engano nessa viagem eram uns 700, 800 passageiros, Mas a maioria das pessoas que estavam lá nem sabia na verdade muito bem para onde tava indo. >> Tinha muito velhinho, né? É, o cara comprou a passagem e foi. E o a navegação era muito ruim, mexia demais. O navio subia, descia, batia. Para você ter uma ideia, a gente dormia para dormir na cama, que
era um beliche, na verdade, tinha que botar uma grade, uma baixar a a grade de proteção que um tecido para você não cair da cama de Tanto que o navio mexia. >> É porque ele não tem estabilizador. Que que é o estabilizador? Ele é um uma coisa mais ou menos nova na navegação. >> Na na época dele não existia. de 1965. Então não tinha >> na época dele não existia. Hoje em dia, >> hoje em dia, é hoje dia você anda no >> giroscópios que fazem um movimento rotatório contrário ao da onulação que meio que
anula o movimento do bar embaixo. >> É mesmo. >> Embaixo é >> para tentar anular a movimentação. Eu lembro que >> e tem umas asas, tem umas asas também, né? Que é as mesm por isso que foi legal você chamar avião e navio. Tem asa. >> Lembro. Eu lembro. É um hidrofólio. >> Eu lembro que eu tava deitado um dia num a noite dessas, na verdade não era noite porque lá não era verão, então não escurecia, era noite, dia, o tempo todo. E eu me lembro que eu tava deitado e o navio navegando e e
a minha câmera era longe de tudo de nova assim e eu eu ficava olhando meu pé, eu vi o meu pé subir, subir, subir, subir, subir, falei: "Caraco, tá subindo, tá subindo, tá subindo". E pum, descia e aí você circutava um pum no fundo na false negócio vai rachar no meio. >> Era no Eugênio. Eh? Nossa. Eu gênio. E eu lembro que como a gente não desembarcava, tinha que passar o tempo De alguma forma. Eu resolvi escrever, consegui uma salinha lá que me emprestaram, tinha uma mesa e uma cadeira que nem essa aqui de rodinha.
E eu fui para lá e fiquei tinha um computador, comecei a trabalhar na verdade, né? Mas o navio mexia tanto que a cadeira ia assim, ó. Então eu tinha que me segurar com uma mão e escrever com a outra. >> Foi um foi um desastre. É isso. O giroscópio. Isso é o giroscópio. É. >> É >> que também tem no avião, tá? >> No avião. >> Opa. Na verdade é giro laser no avião hoje em dia, né? Mas os aviões não é desse tamanho também. É um giro mais ou menos desse tamanho que faz a
navegação assim, tipo, você inclina asa, leme e aí sabe como é que funciona o giroscópio? >> Não. >> É o mesmo princípio de peão, >> tá? >> Tipo, você joga o peão, ele fica girando ali, ele fica ereto, né? Enquanto ele tem velocidade, ele tá ereto. Aí ele começa a perder velocidade, ele começa a cambalear. E esse princípio se chama rigidez giroscópica. Então, enquanto ele tá ereto, se você der um toque nele assim, e helicóptero tem isso, né? Também o Homer ali vai saber disso. Você dá um toque no giroscópio, no giroscópio. Não sei se
dá Para ver meu dedo aí. >> Ah, agora dá. >> Aqui, ó. Você dá um toque aqui, o giroscópio responde a 90º. Não, daqui ele responde aqui do sentido de rotação dele. >> Então, eh, eles instalam sensores aí. Então, pro navio, se navio começa a inclinar para lá, aí ele pode modificar o ângulo da asa que tá para fora do navio no sentido oposto. Aí ele já vai compensando o tempo todo o movimento que A maré, que o mar tá fazendo no navio. E pro avião ele aí indica para instrumentação, para um monte de coisa.
o ângulo de subida, >> mas para mar é muito forte também resolve ou aí não tem jeito >> não? Um pouco, um pouco, um pouco, um pouco ele vai sempre balançar, mas muito menos do que balançar >> é você pega esses monstros agora, tipo costa de adema >> nossa, aí é nada, é nada, é nada. Você Põe a você, você não tem nem vibração. É, é. >> Você põe a mão em qualquer parte do navio, você não sente nem >> Que absurdo. >> É parado assim que nem essa mesa. >> E eu sei disso só
na teoria, tá? Porque eu nunca fiz um Cruzeiro. Até janeiro, que é meu aniversário, minha esposa Mila me deu de presente, finalmente. >> Boa. >> Vou fazer um Cruzeiro. >> Primeiro Cruzeiro. >> Primeiro Cruzeiro. >> Boa. Saindo da gente mais modernos agora ou não? Andei, andei, andei em alguns, andei em alguns até recente. >> Eles estão vindo aqui agora no Eu realmente fiquei impressionado com com >> um dos instrumentos que usa giroscópio. >> É, mas eu realmente fiquei impressionado com a questão da vibração. Você não sabe se o navio tá parado ou andando. >> Cara,
que >> de tão estável que ele é, se o mar tiver em condição legal, né? >> Sei. >> Não, não vibra nada. Porque geralmente o navio você é uma máquina, né? Então é um, você sente aquilo. Nada. Eles usam é o pó de é turbina, não é? >> Sim, sim. >> Então é >> mas é mas é é mas assim houve uma evolução de sei lá de uma década para cá impressionante. Não só os navos ficaram Cada vez mais gigantesco, né? O que >> isso isso é verdade. Por exemplo, se você pega o Eugênio C,
a parte que ele tem para baixo da linha d'água é gigante >> para equilibrar o peso que tá em cima, >> porque é todo de aço. >> Aí você pega esses navios agora que parece um condomínio em cima do mar, né? >> É isso aí. É isso aí. >> Eh, >> 14 andares, 15 andares, 17 andares. >> 15 andares. 15 andares de prédio assim, cara, em cima do mar. Aí você pensa, o centro de gravidade do bicho é para deitar e rolar no mar, né? É >> porque a parte que fica embaixo da água é
às vezes menor do queênio C. E por que isso? É >> eh materiais. Os caras hoje faz com fibra de carbono, muita tudo que vai para cima da linha d'água é bem mais leve do que tá para baixo. Aí equilibra o peso dele. É um Negócio >> engenharia e e tecnologia. É impressionante você enfiar, juntando passageiro e tripulante, você enfia 7, 8.000 pessoas dentro do navio. >> Imagina, é uma é uma cidade. >> Cidade, né? >> É uma cidade. Tá todo mundo ali pro bem ou pro mal, né? >> O que me leva? >> É
isso que eu ia perguntar agora. >> O que me leva? >> Para onde vão os dejetos, né, desse pessoal todo aí? Porque assim, né, no avião a gente tem, vou falar no passado, lá no passado bem remoto, às vezes eh alguns aviões abriam o tanque de dejetos em cima do mar ejetava mesmo. >> Ah, em cima do mar, né? >> Em cima do mar. É, mas às vezes caía na cidade também e >> chovia bosta. Chuva de cocô. Ô louco, >> às vezes acontece aí tá ruim, nada que não possa piorar que levar uma cagada
na Cabeça. Nossa, >> mas isso nós é muito é muito bem controlado hoje em dia, né? O o sistema e tudo e e eh a higiene você nem sente cheiro mais nada. É tudo muito muito controlado. >> E no navio como que é o o joga no mar? >> Sim, >> joga tudo no mar. >> Sim. Mas não não ali do lado do porto, não perto da costa, né? >> Em alto mar >> em alto mar. É, era na verdade assim. >> Então é verdade que o camarão que a gente come, então se alimenta de
cocô, >> não só o camarão, né? Teoricamente, teoricamente tudo, porque você continua tendo, por exemplo, os emissários submarinos que nem lá em Santos, por exemplo, continuam jogando, né, >> dejeto ali dentro da Bahia, tá, que é muito pior. >> Mas eu achei que você ia falar do Cruzeiro do Cocô. Você, >> eu lembro disso aí, cara. Sabes aí do Cruzeiro do cocô? O Cruzeiro do cocô tá até na Netflix um documentário recente do Cruzeiro cocô que ficou tragicamente famoso porque era um um Cruzeiro no Caribe eh, não me lembro quantos passageiros eram, três, quatro c
pessoas, era grande da Carnival. E e eles tiveram uma pan elétrica no navio inteiro. Navio ficou parado a Deriva, sem motor, sem nada, >> mas tava parado, tava numa situação segura, né? Não tá, mar tava tranquilo, não tinha maiores problemas, exceto pelo detalhe que eh eh os banheiros dos navios, as descargas são elétricas e sem energia não havia como dar descarga no banheiro. >> Imagina. E aí a coisa começou a transbordar, né? E esse foi o grande problema do do Cruzeiro, não foi ele fato dele ficar Parado sem motor, e sim o fato de que
eh as pessoas precisavam ir no banheiro e não tinha banheiro. Então começou inicialmente uma distribuição de saquinho plástico para cada um. >> É, ó, imagina, >> imagina. Não. >> E aí com com assim energia, eh, não só tinha o banheiro ficou a estragava, >> a comida estragava, a as cabines ficaram inviáveis porque não tem janela, então não tinha ar condicionado. Então, todo Mundo começou a dormir lá fora, fazer uns acampamentos lá no Convou o Cruzeiro do Cocô. E o e e >> isso daí >> e e os dejetos, exatamente, e os dejetos começaram a transbordar
pelo pelos vasos sanitários. Então começou o corredor foi tomado de cocô. >> Mas é chique a parada. >> Era um Cruzeiro de um Cruzeiro no Caribe, né? Ninguém vai para um Cruzeiro no Caribe esperando ficar numa situação Ele tava muito longe da costa também. >> É, vieram rebocadores até puxar o navio, mas é uma operação complexa. Não tinha como evacuar milhares de pessoas no mar. Então a solução era puxar o navio até algum lugar. Só que essa operação de levar o navio até algum lugar levou três dias. >> Nossa. E as pessoas lá no no
Cruzeiro do cocô foi uma coisa escatológica total. Ah, >> eu falei que o papo ia cambar pra Escatologia. Tinha comida ou >> então a comida que estragou, foi o que o Litro falou, porque sem refrigeração a coisa ficou complexa. Então eles não tinham >> exatamente, eles não tinham nem comida suficiente, o que não era de todo ruim, porque não podiam nem >> no banheiro. Então, >> então não tem assim sempre eh e se tiver perto do porto, >> não, eles têm, eles têm sistema de Captação, claro, tangue para captar. Mas a maior parte joga no
mar, assim como eh até tempos atrás descartava todos os resíduos orgânicos no mar. Os orgânicos, né? Não lixo plástico, nada. >> Descartava no mar. Hoje em dia ele Hoje em dia eles compactuam todo o lixo do navio para >> para ser desembarcado em terra, né? No avião a mesma coisa também. Fica guardado lá no >> no avião. É, fica tudo, é tudo Compactado. Tem uns compactadores de lixo também para voo de longa duração. >> E o do vaso sanitário também fica lá guardado. >> O do vas é o que fica no na lixeira fica lá.
O que vai pro pro banheiro vai para um tanque especial que fica lá no no na traseira do avião. E quando o avião pousa, >> aí tem o pessoal que faz esse descarrego, >> que liga uma mangueirona e >> liga uma mangueirona aí. Aí puxa uma válvula, ele ele desce por gravidade mesmo. É ruim quando a mangueira é transparente. >> Ah, não tem, né? >> Tem, tem, >> tem. Prestar atenção. >> Sólidos e líquidos descendas. >> É para lá, ó. Feijão. O feijão, milho. >> Milho. >> Eh, >> mas de tempo em tempo tem que
lavar esse compartimento, né? que deve ficar resido. Então, toda vez que eh tira tudo, aí tem o rein que é feito, aí é uma outra mangueira que vai do lado e aí é jogado uma um determinado número de litros para dentro do tanque para fazer essa limpeza. Aí vai saindo água limpa de dentro do do >> reservatório. É, dentro do reservatório. O tanque. Isso. Tanque de cocô. >> Aí limpou. Aí tem uma pré-carga. Aí o cara joga agora um outro, né? um líquido com um um um produto químico que tira o cheiro, que é um
líquido azul e evita também corrosão em linhas e tudo mais. E aí tem essa pré-carga e aí tá tudo aí já tá pronto pro próximo voo. Então isso é feito a cada vez que o avião posta >> todo voo, todo voo, >> pô. Então é um trampo, né? >> Principalmente se tiver muito cagão a bordo aí. Teve um voo que foi impedido por causa disso daí. Você ouviu dis notícia? >> Teve. É porque que acontece o esse tanque acha essa notícia aí? Esse tanque de de de bosta, ele tem uns sensores para saber se, tipo,
foi muito usado e água começar a subir, tem uma hora que ele tem que cortar o sistema porque vai transbordar. E às vezes o passageiro joga papel lá onde tá escrito assim no vaso, né? Não jogue papel aqui. Aí o cara joga aí na Hora que ele dá descarga. Se esse papel não se dissolver, ele ou absorvente, por exemplo, ele pode chegar até lá o tanque e de azar prender desse sensor. >> Ah, >> aí o sensor fica, ih, tô cheio mesmo o tanque estando vazio. Aí ele pega e desliga metade dos banheiros. >> Putz.
>> E aí você pega o avião lotado de pessoas, >> foi isso? O desse pifou os dois sistemas desse avião. >> Você achou notícia aí do cagão aí? >> Tem um não foi do indiano que teve que voltar, né? >> Tem um aqui do Jet. Eu já vou colocar aqui nesse >> a deve ser vur. Mas teve um aqui aconteceu recentemente, decolou da Argentina e tava indo pra Europa e aí entupiu. Todos os banheiros pararam, os dois sistemas pararam. Aí ele teve que Pousar em Recife. Porque os caras vaziam, né? É, mas acho que esse
lance que você tá falando é um que escorria, né, pelo pelo corredor. >> É tipo o Cruzeiro do cocô. Cruzeiro do cocô. Teve o aéreo do cocô também. >> É isso aí. >> Mas você você a gente tá falando de descartar, né? Eh, em submarino. >> Pois é. Olha aí. >> Ah, pois é. Então, aí tem uma história bem interessante que aconteceu na Segunda Guerra Mundial. Eh, na, até então eles eram obrigados a manter todos os dejetos dentro do submarino porque não não tinha tecnologia para dispersar no mar, né? >> Aqui é uma cápsula fechada
dos torpedos. Torpedo vai lá além do capô. >> Tá vendo que capitão? Vai nos matar não, só de bosta. E aí o e aí os alemães desenvolveram um sistema de válvulas que permitiria dar descarga no vaso sanitário sem precisar Armazenar dentro do submarino, o que era bom porque inclusive livrava um pouco de espaço. Submarino, tudo compacta, né? E aí era um sistema de válvula. Você abre uma, fecha outra, não sei o quê, não sei o quê, e a operação funcionava. E o primeiro submarino que teve esse, esse sistema, eh, isso foi durante a guerra, tá?
Eh, não me lembro o número do submarino, mas a história ficou famosa pelo comandante do submarino, que eu também Não me recordo o nome, mas a história é interessante do mesmo jeito. Ele foi, ele houve um treinamento muito rápido pra tripulação de como operar as válvulas e em seguida ele foi mandado lá pra operação e eles foram e o comandante lá pela Tranta precisou ir no banheiro. Foi no banheiro lá, não sei o quê. Quando ele terminou, ele descobriu que ele não sabia muito bem qual válvula ele tinha que manipular, porque tinha que abrir uma,
fechar outra, >> uma vermelha e uma verde. Qual que ele fecheu? Aí ele pediu ajuda de um de um marinheiro, né, que aparentemente sabia manipular as válvulas e o marinheiro foi lá resolveu o problema. constrangido, a situação constrangedora, o comandante, né, Marinheiro. E ele tava tão nervoso que ele errou também as válvulas e que ele errou as válvula começou a entrar água pelo vaso sanitário, que não seria um Grande problema, que era só fechar de novo. Só que entrou água suficiente para molhar as baterias que ficavam ao lado do banheiro e as baterias quando molhada
liberam um gás que é um gás letal. [ __ ] >> naquela época, né? >> E foi uma sucessão de cagadas, digamos assim. A água entrou e começou a a molhar de baterias e começou a exalar o gás. A única alternativa numa situação dessa é subir. Você não pode ficar lá dentro com Aquele gajo morrer todo mundo. Comandante mandou subir o o submarino. Ele tava no meio de uma de uma área de conflito. >> [ __ ] >> tava navegando. Submarino é uma arma de guerra. Navega escondido, né? Mas ele teve que subir. Quando ele
subiu, ele tava num num campo onde tinham vários navios ingleses, né? E ele começou a ser eh eh alvo fácil, né? na superfície, mas ele não tinha outra alternativa. Ele Mandou abandonar o o submarino, todo mundo botou uns botes na água, abandonou o submarino, abriu as válvulas e afundou o submarino. Ele próprio afundou o submarino, até porque eh eles não queriam que que os inimigos descobrissem um sistema, inclusive do banheiro que eles só eles que tinham naquela época. Enfim, eh, eles acabaram presos porque estavam no mar em botes, foram, eh, >> foram presa fácil dos
ingleses. O o comandante e vários tripulantes foram Mandado para um campo de de prisioneiros, ficaram um bom tempo lá. E ele ficou conhecido como o comandante que afundou o submarino por uma cagada, [ __ ] >> Nossa, >> e foi por isso ele próprio teve que afundar o submarino, >> não morreu ninguém, né? O lance positivo. Olha >> que interessante aqui. É por isso que é bom ter um cara de outra área assim, Porque é exatamente o oposto do que acontece no avião. O avião quando ele sobe a pressão tá menor, então ele tem que
pressurizar para você ficar com uma pressão maior dentro do avião do que a externa. E aí você usa isso ao seu favor na hora de dar descarga. Quando você dá descarga, que faz aquele aquele vácuo, é um vácuo mesmo, porque não é vácuo na verdade, mas é, aliás, na dúvida se a pessoa tiver sentada ali, ela entala. >> Hoje não mais, mas é uma boa pergunta. Já entalou? >> Putz, >> mas hoje em dia a >> a tampa do vaso, ela tem uma uma abertura assim, ela não encorta, >> deixa escapar um pouquinho de ar.
Ou então ela é partida no meio, >> tá? que é justamente para isso, pro cara, para não sentar uma pessoa de, né, uma e aí e fica travada sugada. cola ali. >> Então, quando você dá descarga, você abre uma válvula que vai permitir que a pressurização que tá dentro do avião passe por ali pelo sistema e aí vai arrastar tudo que tá tá dentro do banheiro. No caso do submarino é o inverso. >> É o inverso >> porque a pressão dentro é muito menor do que a que tá do lado de fora. >> E aí,
exatamente. >> Eu queria saber como é que é o sistema de porque hoje hoje eles armazam >> atualmente eu não sei. Eu não sei como é que é. Eu sei essa história porque >> tem muito segredo, né? >> É, atualmente não sei qual é, com certeza muito mais desenvolvido do que era naquela época de >> deve dar uma cobia tá dentro de um submarino, né? >> Eu andei uma vez, até que não, >> não, não é tudo muito pequeno, apertado. >> É, é, é apertado. É apertado. É tipo teu estúdio aqui. Você anda, bate a
cabeça aqui, bate a cabeça ali. É. >> Ah, e para dormir é super apertado também. >> Sim. É tudo o espaço ali é muito valioso, né? Então o beliche não, o beliche é muito estreitinho assim, bem >> não tem chuveiro >> não. O que eu fui não tinha não. >> Eu fui num submarino aqui da Marinha do Brasil muito tempo atrás, submarino Antigo. E eu achei fantástico, inclusive. >> Ah, que esses antigos eles ficam não fica nem nem uma semana submerso, né? Tem que tem que subir pr >> Foi inclusive só num treinamento. A gente
passou só um dia nele e voltou. >> É porque esses os os nucleares aí que ficam >> É. >> Ah, bom. Aí, aí história é aí tem que ter, né? Aí tem que ter, >> tem um, teve um, eh, americano que deu a volta ao mundo navegando sem subir, >> só por baixo. >> Sabe quantos dias? Eu >> não lembro. Ele chamavaade deles é baixa, >> ele chamava triestre em nó. >> É, em nó baixo, mas ele ficou muito tempo, muito, muito tempo submerso, que era fazia parte de um experimento, foi na época da Guerra
Fria, entendeu? Então, um queria mostrar mais poderio do que o outro, os americanos pros russos e vice-versa. E aí o Estados Unidos fez essa experimento, né? Dar uma volta ao mundo submerso. E >> isso é um negócio que me >> na verdade só não foi totalmente submerso que determinado momento ele teve que subir porque um um tripulante começou a ter problema de apendicite e eles tiveram que subir para o rapaz ser atendido, >> jogar o cara no mar. É. >> É. O, então isso é um negócio que eu acho curioso assim da que é a
navegação submarina, porque não se conhece completamente o todo o solo do planeta. >> Não, não, claro que não. O fundo do mar é menos conhecido do que acho que o espaço. >> É, então, e aí eles eles navegam o tempo todo usando sonar. >> E quanto pra frente assim que será que Consegue enxergar? Não sei te falar, mas hoje em dia com a tecnologia que tem os submarinos é uma operação muito segura, mas acidentes acontecem. É igual a aviação, né? É seguro voar, mas acidentes acontecem. Quando você tem uma combinação de >> de fatores ali
fica mais complexa. Teve alguns casos, teve um caso não não faz muito tempo, de um submarino que foi vítima de um fenômeno parecido que tem na aviação, se Não me engano, você tem as correntes de ar, né, na aviação, né? >> Sim. Exatamente. Então você passa um avião perto, se falar bobagem, você me corrige, perto de uma montanha e ele sofre uma influência do ar que passa naquela montanha. >> Então, e esse mesmo fator aconteceu e embaixo d'água. >> Um submarino da da Indonésia tava navegando numa região Bem montanhosa, digamos assim, né? E ele foi
vítima de uma uma espécie de onda submersa, que é uma corrente muito forte, né? que colheu o submarino e e desceu o submarino e desceu além do do ponto que ele poderia descer. >> Olha só. >> E aí ele implodiu. >> Nossa, >> foi vítima de uma onda submersa causada pela topografia, pelo relevos do leito marinho, né? Combinado com uma uma maré Excepcionalmente forte, >> que é aquela que o Nemo pegou no procurando o Nemo, né? Pois é, é isso aí. >> Então assim, eh, são e são seguros, mas acidentes acontecem. >> Uau. >> Implodir.
Falando implosão, né? Saiu o relatório lá, né? Do >> do >> como é que era o nome? Poxa, do é do Titã. >> Aham. >> E aí, >> sabe aquele que ia para ver o Titanique lá? >> A gente voltando pra escatologia, cagada em cima de cagada. >> Pois é. É. É >> aquiás que o que cara, hein? Pagou com a própria vida arrogância. Exatamente. Foi arrogância, é uma prepotência, né? >> Porque falaram para ele que ia dar problema. Não, porque o o ele ele ele Tem um documentário na Netflix muito interessante que a maior
parte do documentário é focada na personalidade do >> é >> do >> os engenheiros tudo, ó, precisa fazer diferente ele >> e ele >> cagava e andava e aí falava e aí os engenheiros acabaram saindo. >> Saía tudo. É, os que tiveram, os que Tiveram bom senso, os que tiveram bom senso abandonaram o projeto. >> Porque muita gente que faz esse tipo de veículo aí que é para mergulhos, alta altas profundidades, não usa material compósito. >> Que que é isso? >> É o é tipo fibra de carbono. É, não é um material metálico, >> tá?
>> Ou os os submersíveis eles usam o aço. >> É. E esse aí era fibra de carbono. >> E esse era fibra de carbono. É. E os engenheiros falando que não era para fazer. Então, >> e não só isso, porque não não teve só isso, teve também o fato de que ele fazia uma série seguidas de mergulho. Isso vai causando o a fadiga do material. >> É, e um porque, ó, a gente falou que é o inverso do avião, né? O avião usa a fibra de carbono porque o carbono é bom para suportar pressão >>
no sentido de externo, mas para suportar o contrário não é a mesma coisa. E aí teve um engenheiro que instalou assim, eles estavam preocupados com os barulhos que eles ouviam, que era a fibra se rompendo lá dentro. >> Exatamente. >> E aí o cara colocou sensores acústicos, né, que gravava os picos de da fibra se rompendo e mesmo assim os caras continuaram mergulhando, cara. >> É um show de imprudência, né? Mas Principalmente pela pela personalidade dele de ser muito prepotente, arrogante. Ele falava: "Não vai ser do meu jeito". Não importa o que vocês digam, vai
ser do meu jeito. >> E ele tava nesse sim, ele tava, ele foi, >> ele era o piloto, né? >> Pagou com a própria, com a própria vida, né? Mas agora tem o desde, desde esse episódio pararam os mergulhos no no Titanic, né? Mas agora tá em vias de voltar, Criaram padrões. Agora, eh, por que eu pareça, agora é que todos os submersíveis têm que ser eh certificados, que isso aí não era nem certificado, né? Quando vai veio o relatório assim, ele mostra um monte de coisa, porque o acidente não acontece por uma causa só.
>> É, é isso aí. >> Aí você vai vendo assim, pô, mas como é que o governo não tinha certificação para esse tipo de veículo? Como é que Esse cara operou? Como é que E aí agora, né, começa a mudar um monte de lei, um monte de regra. Mas por que que as pessoas têm esse fascínio com o Titanic? Será que é pelo filme ou pela história em si do do nafrágio? >> Olha, Lit, isso e para mim, para mim também é impressionante porque as pessoas têm realmente fascínio pelo Titanic. Aliás, vai ter uma exibição
aqui em São Paulo agora, que é em cima do Titanic, de objeto de Titanic. >> Mas as pessoas têm um fascínio absurdo pelo Titanic. Eu eu eu eu sou colunista da Wall. Toda vez que eu que eu tenho alguma coisa do Titanic que eu publico, a audiência faz assim. Tem até a Associação Brasileira dos Pesquisadores do Titanic. É um negócio entrar em contato comigo. >> É, é impressionante. Eh, o o lance do Titanic é porque e tem todos os ingredientes de um bom filme e deu um bom filme, né? Embora tenha sido real. Era >>
a primeira viagem. >> Primeira viagem. O navio era considerado super moderno. Tinha >> era um navio que nem Deus poderia. >> Exatamente. Tinha essa arrogância, essa prepotência, né, >> de dizer que o navio era infundado. >> Falar assim, esse é o que nemus consegue afundar. >> Aconteceu. É. E aí o que aconteceu depois, né, morreram, se não me engano, 100 pessoas, uma coisa assim. Eh, então o o Titanic ficou um um ele é disparado o naufrágio mais famoso da história, né? Tem >> já era antes do filme, ó lá. >> Sim, sempre foi. Ele é
um >> sempre foi. O filme, o filme deu uma alavancada brutal, né? Mas e pequenininho, estão finalizando um uma réplica do Titanic em tamanho real, que é um navio que vai navegar, >> feito por um bilionário da australiano. O projeto, o projeto já tá atrasado há alguns anos, mas ele jura que em 2027 o navio começa a navegar. vai ser uma réplica, segundo ele, fiel do Titanic, mas com toda a tecnologia atual, né? >> E ele teve um navio, um navio irmão, né, que é igualzinho, >> ele teve dois, >> é, o Titanic teve dois
dois navios irmãos, o o se não me engano o Olimpique. Sim. E o Britanic. Aliás, o Britanque e ele não tava pronto quando o Titanic foram é um era uma série de três navios. o o britanic era o último e ele não tava pronto quando aconteceu o naufrágio do Titanic, que foi em 1912. Ele só foi lançado em 1914, 2 anos depois. >> Mas quando deu a a o problema do o naufrágio do Titanic, o estaleiro ah tratou de fazer melhorias no Britanque, né, para evitar problema, mas uma delas é que o navio teria que
ter >> bote salva vida para todo mundo, porque O Titanic não tinha, né? E e o curioso é que o Britanque, que era igualzinho ao Titanic, porém mais luxuoso ainda, essa é uma história interessante, ele eh nunca levou um passageiro, porque quando ele ficou pronto, estourou a Primeira Guerra Mundial e ele foi requisitado pelo ah >> pelo amirantado britânico para transportar soldado. Na verdade, ele foi transformado num navio hospital. Esse aí É o Britanque. >> Tá vendo? Ele foi pintado de branco com umas cruzes e virou o navio hospital. E ele e ele foi e
ele afundou durante a guerra. Ele bateu numa mina na Grécia. Ele tava indo buscar uma leva de soldados para trazer. que era era a sexta viagem dele. Ele bateu numa mina e e abriu um rombo no casco e ele acabou afundando. Mas eh ao contrário do Titanic, eh praticamente salvou todo mundo, Inclusive, principalmente os soldados que estavam sendo tratados lá, eh morreram 30 pessoas só. Tinha mais de 1000 pessoas no navio entre soldados e tripulantes. >> E só morreram 30. E os 30 que morreram foi por uma imprudência, porque quando o navio começou a a
teve a explosão, ele bateu numa mina e quando o navio começou a inclinar, uma parte dos marinheiros se apavorou e resolveu eh colocar dois botes salvavidas na na Água, mesmo sem a autorização do comandante. E eles começar e baixaram dois botes salvavidas com algumas pessoas nesse bote já. Só que o comandante quando houve a explosão e ele sentiu que o navio tava dernando, ele acelerou porque ele a eh o plano dele era fazer o navio encalhar numa ilha próxima. que tava no no mar da Grécia, encalhar para facilitar inclusive o desembarque do dos da dos,
não dá para dizer que era um passageiro porque eram Soldados, mas a a facilitar o desembarque das pessoas e evitar que o navio afundasse. Então ele acelerou e quando ele fez esse movimento, os caras estavam baixando os botes e os botes foram sugados >> ah pela >> pelo hélice do navio. >> Então esses 30 que morreram estavam uns botes que que foram os primeiros a ser baixados no mar. Agora, o mais interessante é o que eu vou contar Agora. Eh, e nessas pessoas que tavam no bote, eu não me lembro quantas eram, tá? Morreram 30,
mas eu não sei quantas pessoas haviam na somatória de dois botes, mas tinha uma mulher chamada eh Violeta, Violeta, que ela ela era enfermeira, não é viu? E ela sobreviveu. Ela tava no bote, o bote foi sugado, mas ela sobreviveu porque ela contou depois que o bote virou e virou sobre ela, formou uma espécie de carapaça que acabou protegendo ela antes do choque. Ela bateu a cabeça no no próprio barco só, mas não morreu. Eh, sugada pelo hélice. Só que ela tinha sido uma sobrevivente do Titanic. Ah, não. Olha isso. >> Ela ela tava no
Titanic, ela era camareira no Titanic. Ela começou a vida dela no mar. Aliás, ela era argentina, tá? É que a família era inglesa e voltaram pra Inglaterra e ela começou a trabalhar como camareiro de navio na White Star, que era a empresa dona do Dos navios. E ela tava no Titanic, ela era camareira e sobreviveu. Exatamente essa aí. Ela sobreviveu no Titanic. dois anos depois ela sobreviveu de novo no Britanque. >> Olha, >> sem contar que antes disso, olha só, antes dos dois episódios, ela tava no outro navio da mesma, chamava-se Olimpique, que bateu no
porto, na saída de um porto inglês e quase afundou pela colisão, bateu com outro navio, tem que Voltar correndo pro porto, mas ali não não teve vítima, só teve susto. Mas ela sobreviveu aos dois naufrágios. Então era bom não navegar com ela, né? >> É. Então, ou ela ou ela ou ela era muito azarada, ou ela era muito sortuda, né? Porque azarada de tá >> pararece a história do do cara lá também do do acidente da Chapecoense, né? >> Por quê? O >> e tava, ele tinha tido um cara, um dos caras da Lamia, um
dos funcionários da Lamia, que tava naquele voo, que era o cara do responsável pelo carregamento, ele sobreviveu ao acidente da Chapecoense e dois anos depois ele tava num ônibus que rolou uma uma cordilheira lá e morreu todo mundo menos ele. >> Caramba. >> Único sobrevivente do do Acident. >> E tá vivo ainda. >> E como fica a cabeça do cara, né? >> É porque eu, né? né? Por que eu sou escolhido? A >> e tem um um negócio envolvendo ela também que é bem interessante. Cara, eu vou tomar leite com manga logo em seguida para
que não mata também. E teve um lance muito interessante que aconteceu com ela também, que quando ela foi resgatada do Titanic, ela foi embarcada no no Carpate, né, o navio que veio socorrer. E quando ela tava saindo do Titanic, uma mulher eh confusão, uma mulher veio com um bebê e entregou para ela e ela foi Pro pro >> pro bote >> pro bote com um bebê. E na manhã seguinte ela foi resgatada pelo outro navio. E e quando ela foi resgatada pelo outro navio, ela subiu no outro navio e veio uma outra mulher e pegou
o bebê dela. E ela nunca mais soube nada. Ela conta isso no livro que ela escreveu muito tempo depois e ela nunca mais soube nada da história daquele bebê. quem entregou, Quem recolheu, enfim, navio. O carpate era um navio pequeno, pegou todos os passageiros do Titanic, ficou super lotado e não tinha mais contato ali dentro. E ela conta no livro que muitos anos depois, ela já morava na Inglaterra, no num numa chácara lá, uma uma fazenda, que ela recebeu uma ligação de um cara que perguntou para ela se ela era a pessoa que tinha eh
ido pro mar com um bebê no Titanic. Ela falou que sim. Aí do outro lado ali A pessoa deu uma risada e desligou o telefone e ela nunca soube quem ligou para ela. >> Ela morreu sem saber. Possivelmente era o cara que ela salvou, né? >> Que devem ter contado para ele a história e ele resolveu se certificar de que era ela >> e ela morreu sem saber. Pois >> afinal uma história muito interessante dela. Bem interessante. >> Depois coloca a comparação do Titanic Com os navios de hoje em dia para ver como ele é
pequeno, né? >> Ah, muito pequeno. Muito pequeno. >> É perto do do gigante que a gente tem hoje. O Titanic era muito pe ele fica grandioso, né? Ele ele você tem uma uma noção diferente da >> pra época era. É, >> mas eu eu vou te falar que esse fascínio do pessoal do Titanic, por que que o cara paga uma fábula para >> mesmo? mesmo o Titanic, você vai ver a História do filme, muita coisa deu errado. Era para ele ser o fracasso, deu muita coisa errada, muita coisa errada. >> James Cameron, né? Cameron, Cameron
desceu, né? O Cameron, antes de fazer o filme, ele visitou o Titanic. >> É. É, mas não foi no Titã, >> não, não, não, não foi o Cameron Consciente. Eh, e alias ele gosta desse >> já tem um documentário, né? >> Sim, ele gosta dessa dessa atividade assim. Olha, olha a comparação. >> É, >> cara, que absurdo. >> E se fosse lateralmente, então, para ver o >> É, aí é mais é >> ó um cara, um cara na frente do do Titanic e lá o pessoal lá em cima, né? >> É, você compara o tamanho
da pessoa ali, você tem uma ideia. Mas o o o Titanic, o Titanic é uma é uma é um fascínio mundial, né? Não é não é uma coisa nossa. Mundo inteiro. Eu consigo entender eh eh como se faz um navio, né, já do tamanho do Titanic e ainda mais esse de trás. Olha, cara, é um é um absurdo isso, né? >> É. E e faz >> tem que se construir perto já do mar, né? Ou não necessariamente? >> Sim, sim, sim. E se é e você e monta, né? Mesmo que partes que são feitas fora
são levadas e são >> montadas. Eh, tem uns às vezes tem uns canais e no YouTube que fica mostrando em time laps a montagem desses navios. Eu às vezes eu sou viciado nisso, fico um tempão olhando lá como é que monta, >> porque eh me atrai muito é ver a parte que fica embaixo da água, sabe? Os hélices, o tudo. >> Por que que é os hélices e não as hélices? >> É uma convenção marítima. O hélice é Masculino, >> mas só do do é igual manete, >> mas hélice do helicóptero, por exemplo. Aí é
aí é a hélice. >> Não, porque helicóptero não tem hélice. >> Não, o que seja. >> Não, quem tem outra hice? Ele tem pá. Ele tem pá. >> Então, mas >> ah, é só é sóado. >> É verdade. >> Ah, >> é considerado como asas rotativas. >> Isso são asas rotativas. Mas tem outra coisa que tem hélice aí. É verdade. >> Não é no avião monomotor a gente chama de hélice como feminino mesmo. >> Mas o do naval chama de masculino ou hélice. >> Inclusive na aviação também tem uns caras mais conservadores que chamam o
manete, >> tá? >> Ah, vou aplicar o manete aqui na para acelerar. Aí vai ser a manete que é o seria o mais natural em língua portuguesa. >> Entendi. >> Mas é mais por convenção >> e muita coisa da aviação sai do setor naval. O Nanique ou Nanique ou Titanic. O Nanique ele é tão pequeno que virou o Nanique. >> Coitado. O Nanque, o Titanic e 1912 ele afundou. Eh, então ele começou a ser construído, sei lá, 1906 por aí. 1906, >> mais ou menos uns 5 se anos. >> O Santos do Mon tava voando
com 14 bis. Então, eh, a aviação veio muito depois da da do setor naval e muita coisa que tem na aviação hoje ainda é remanescente da do naval. Você vê as as berimbelas que os comandantes têm. >> Isso veio do >> Chama berimbelas. >> Berimbela. É, elas como é que chama do >> pô? Não sei. Não sei. >> De repente é biribela também. Chama em inglês é stripe, né? >> É sim. >> Stripe. >> É. É, veio dos do dos comandantes navais. Tem berimbau, né? Berimbau é outra coisa, né? Berimbelas. Acho que >> Berimbela >>
eu acho que eu nunca tinha escutado. Já tinha >> nem eu. >> Você, >> hein, Romer? Já >> também, né? >> Aí, outra coisa, >> mas, ô Lito, se você parar para pensar, eh, eh, a aviação comercial começou nos anos 50, não é? >> Eh, 30, 40. Começou o embrião dela. >> Então, até então, o único jeito do cara e viajar de um continente pro outro era de um navio. >> É, era de navio. É, o navio era era >> inclusive foi foram >> para viajar, não era para fazer cruzeiro. >> Foram os aviões que
que determinaram o fim das viagens transatlânticas. >> Exato. O Eugênio C, o fim dele foi decretado porque ele fazia viagem de Gênova para Santos, era Itália Brasil. >> O único jeito de você sair da Europa e vir pra América, por exemplo, ou ir pra Ásia. Mom Santos fez diversas viagens de navio para ir de um lugar para outro. >> Quanto tempo demorava essa viagem da Europa? >> Na época do Santos do Mon, acho que eram quase 30 dias, talvez. Era muito devagar os >> era a vapor, né? Motor a vapor, >> possivelmente >> o outra
coisa que veio do naval e ainda é usado na aviação, até hoje não interessa o quão moderno é o avião, né? Eu não sei como é que chama no navio, mas tem uma Luz vermelha ali do >> Sim. Você olhando é >> boreste uma bord >> a boreste ali é uma luz vermelha e do outro lado é uma luz verde >> e na parte de trás tem uma luz branca >> para você saber se ele tá indo ou tá vindo >> isso você sabe se ele tá indo tá vindo se você tá indo pra esquerda
ou pra direita >> através da luz porque você tá no mar aí Você vê uma luz verde fala: "Opa, esse navio tá indo para lá". Aí vem uma vermelha, tá indo para cá. Ah, >> vê uma branca, eu tô atrás dele, entendeu? Vê duas desvio pro, aí tem a convenção, né? Desvia, acho que pra direita, tem passar vermelha vermelho, acho, alguma coisa assim. >> Depois >> no avião tem isso, cara. Jogaram para lá >> uma ponta de asa lá. Se você vê à noite, ela vai ter a luzinha vermelha lá, na Ponta da asa direita,
a luzinha verde e na calda do avião tem a luzinha branca. E tem muita E tem muita também eh muita empatia do pessoal que voa pelo mar e do pessoal que navega pelo ar. Tem os dois os dois os dois caminhos, mas sobretudo do pessoal que voa com o mar. Eu já vi algum já li, conheço algumas histórias de de pilotos que faziam >> fizeram aventuras no mar, >> né? Aliás, uma delas, eh, você deve lembrar, lembra quando teve o acidente Do Concord? >> Lembro, >> 2000. >> Aham. >> Der France que caiu, não é?
>> Pois é. É, morreu todo mundo. Foi o, acho que foi o ponto de partida para acabar o com o supersônico, né? Inclusive >> o comandante do Concórdio naquele voo >> que, se não me engano, chamava-se Christian Marti ou Marti, eu não sei Como se fala, >> OK? comandante da daquele voo que morreu também antes eh do acidente, obviamente pouco antes, não muito, ele tinha feito uma coisa inédita. Ele tinha atravessado o oceano atlântico com uma prancha de wind surf. Aí você fala como? >> Ah, é verdade, eu lembro disso >> aí você fala como?
Pois é, ele fez realmente isso. Ele atravessou eh da, se não me engano, das ilhas Canárias pro Caribe com uma prancha de Windsf. É Claro que ele tinha um barco de apoio. Eh, então ele ele velejava, né, a prancha o dia inteiro e e parava para se alimentar no barco de apoio e parava para dormir no barco de apoio. Mas ele fez uma coisa muito bacana, porque eh outras pessoas já tinham feito travessias com barcos pequenos. tem barco de apoio, mas assim, enquanto tava dormindo, o outro barco tava andando, ele não. E a hora que
ele embarcava no barco de apoio, o barco de apoio tinha Que parar de navegar, ou seja, ficar parado, >> porque ele queria realmente atravessar o oceano inteiro >> velejando na prancha de wind surf em pé. >> E ele fez isso, cara. E ele fez, ele se na época >> tem um, desculpa, pode. >> Não, não, na época foi um feito assim inédito. O cara atravessou o Atlântico. >> Eu lembro de históriamente isso na acho que na história do acidente do Concordo. >> Pois é. >> O, eu tenho tem dois, já ouvi falar no Catoshi, >>
pessoal do Catosch. Então, eles deram a volta ao mundo velejando. Que >> tipo dois embarcação que era? >> E agora vou voar. >> Veleiro. >> Hã, um veleiro. >> É veleiro. É. E agora eles vão fazer a mesma coisa voando. Isso aí. >> Sabe onde eles estão estudando? >> Na minha escola. >> Sério? >> E que avião que eles vão? Você sabe >> o que que eles vão escolher? Não sei ainda, mas é provavelmente vai ser um monomotor. >> Sabe e aí vai, eles vão ser os primeiros a ter dado a volta ao mundo velejando
e depois pilotando. Olha que >> eles estão aqui ainda. >> Estão aqui. Chegaram recente, tem alguns Meses só. Opa. É um papo maravilhoso. Ó, já arrumei aqui o Vilela aqui, ó. >> Um papo muito legal. Tô estudando. >> O pessoal tá perguntando se você gosta de jatinho, cara. >> Os cara pensa que eu não fui da quinta série também. Ó, >> você viu aqui no chat? Você viu? Lá ele, né? >> Lá ele. >> Esse daí >> é os cartuchos aí. >> É coragem, viu, cara? Arco, >> eles, eu tenho uns vídeos no canal que
eles fazem a abertura saudações aeronáuticas, eh, e vai mostram as imagens, eles que eles tem um lugar aqui, eh, no sul lá, aquelas ilhas Pago, Pago, aquelas coisas lá, que tem um monte de avião afundado e aí eles mergulhavam para pros aviões, para mostrar os aviões lá. E eu peguei um monte de imagem, >> eu já mergulhei num lugar lá na nessa região no >> Catuucho, >> na no Pacífico Sul lá. que eu vi zeros afundado, sabe? O avião zero da guerra >> muito bacana assim, você mergulhar e vê um >> e tá muito detonado.
>> Não, o que eu vi até que não tava, não >> dava até para você entrar e ficar ali o no >> como é que chama? No cockpit. Éit, >> tava bem legal, visibilidade legal. Mas a eu eu li que eles próximo projeto mesmo. É que você falou assim, né, dessa empatia assim do pessoal que voa com vários que é o lance de da aventura. >> Eu acho que é a navegação que >> eu eu eu me encanto pela navegação. >> Eu acho que sim, pela navegação. E eu acho que o cara que voa, ele
passa tanto tempo sobre o mar voando, né? é >> o cara que faz voo longo que eu acho que vai desenvolvendo um um uma curiosidade Ou ou um fascínio, né? >> Isso sabe esse aplicativo que você rastreia voo? >> Sim, sim. >> Então, eh tem para rastrear navio também tem o Marine Traffic. >> Sim, Marine Traffic. Eu consulto bastante. >> Aí o termo embarcar ficou pra aviação também, né? >> Ficou. >> Mas é só aqui >> ficou até a convenção, né? Do o o navio, ele ele é Ancora, não é Ancora. Como é que encosta
no atraca? >> Ele atraca no porto do lado esquerdo >> atraca >> e os aviões você embarca e desembarca pelo lado esquerdo dele. >> Pois é, >> pô. Nunca pensei nisso. É verdade. A porta tá sempre do lado esquerdo. >> Sempre do lado esquerdo. E a E é convenção. Isso é convenção, né? O mundo inteiro usa assim e veio do do naval. Agora a posição do comandante, porque pro navio aí fica mais, não interessa a posição do capitão do navio, >> mas pro avião faz diferença assim da ter circuito padrão. >> É você fazer a
curva pro lado, tipo, na época que não se não não se usava instrumentos, né? Então a pista tá aqui, perto da pista tá aqui. Aí o avião ele ele vai se aproximar. Então para fazer Um pouso nesse sentido aqui, ó. >> Nesse é aqui, ó. Aqui tem uma câmera aqui. >> Então, para fazer o pouso nesse sentido, o cara faria uma curva pra direita em que do lado direito dele tá o copiloto. Aí a visibilidade fica. >> Então, as curvas para aproximação para pouso na época que precisava de instrumentos era sempre pro lado esquerdo, assim,
pro lado do comandante. >> É, porque o comandante sempre fica do Lado esquerdo, né? >> É, menos no helicóptero. Helicóptero é uma máquina, eu não vou nem falar, o pessoal vem com com reiterismo para cima de mim. Não, eu gosto de helicóptero para caramba. É sério mesmo. Gosto. Eu comecei, eu aprendi a ser mecânico mexendo em helicóptero depois que eu fui para paraa aviação de asa fixa. Então é um negócio que eu gosto, mas é uma máquina que desafia diversas coisas. >> No helicóptero, o comandante fica do Lado direito >> e também tem uma razão
para isso. Outro >> é exatamente mão inglesa >> que eu fui descobrir porque que existe mão inglesa e a o outro lado >> eu já soube e já esqueci. Conta aí. da das das batalhas de cavalo, porque o o os ingleses usavam de um lado a espada e aí para vencer os caras, os caras começaram a prender do outro lado e a espada para poder pegar os caras para surpreender >> surpreender. >> Então a mão inglesa é porque o lado que os caras iam no cavalo com a espada e aí os franceses se desenvolveram do
outro lado e aí fui foi pra mesma coisa pro carro, né? E a rosca inglesa? Você você gosta de rosca >> agora? Começou. Mas tem rosca inglesa? Que >> que é? É o contrário. Você abre, quando você gira pra esquerda, você tá fechando ao invés de abrir. >> Eu eu quase eh não passei no psicotécnico da VAR, quando eu fui fazer psicotécnica, porque eles botaram lá um kit para montar com um monte de peça, parafuso, essas coisas e você tinha que montar alguma coisa que você não sabia o que que era. E aí você ia
separando assim, ia montando e uma psicóloga anotando os bagulhos lá. E aí chegou uma hora que eu não consegui encaixar de jeito nenhum. Era um êm bolo numa biela, alguma coisa parecida com isso. >> E não ia, não ia, deu tempo lá, acabou, eu não consegui montar o negócio. Aí depois eu fiquei sabendo que era rosca inglesa ali, era o contrário. Contrário, >> era para testar mesmo se o cara é, mas o cara que montou, na verdade, não entrou na na VARG. Eu entrei, né? De repente era isso, né? >> Mas o ol, você falou
de falou do helicóptero, eu lembrei de de um negócio aqui. O helicóptero tem um alcance limitado, não é? é como um avião Comercial que capaz de atravessar. >> A velocidade também é limitada, >> principalmente. É, e teve uma uma história que até recente, dois anos, talvez, no máximo atrás, que houve um um resgate no Pacífico feito por um helicóptero, que era numa situação totalmente improvável de acontecer pela localização, porque tava no meio do oceano, né? Eh, e tinha um um velejador que era um era um senhor até australiano, ele ele e o cachorro e ele
Teve um problema. Eh, ele perdeu o macho do barco, então ele ficou sem condição de navegar, ficou a deriva, não tinha mais gerador, não tinha nada, ficou a deriva. E ele foi salvo por um helicóptero no meio do Pacífico, que assim, como aquele helicóptero tava no meio do Pacífico, ele demorou a entender como é que poderia passar um helicóptero em cima do barco dele. >> Aham. >> E você sabe porque como é como é que o helicóptero tava ali? saiu de algum iate, de algum >> Exatamente. Saiu de um barco de pesca. >> Eh, os
grandes bar grandes flotas de pesca usam helicópteros para rastrear os cardumes. >> Ah, olha aí. E o cara teve a sorte de tá na hora que o helicóptero saiu para fazer uma dessas inspeções e o helicóptero viu o barco do australiano lá sem o mastro e salvou. Ele e o Cachorro. foram salvos por um helicóptero num lugar onde não poderia haver um helicóptero porque não teria como chegar lá. >> Tem tem os helicópteros da Marinha, o sea Stalion, que eles reabastecem em voo, voo, >> que é um negócio autonomia, >> é, né? A pata aqui
girando na frente, aí o o avião que tá na frente, ela desce um um um drog assim, né? aquela mangueira Vai abastecer e o cara tem que encaixar o helicóptero ali no E já tem tem uns tem uns vídeos na internet que é interessante que o cara perde o controle assim, aí a pá bate na mangueira e decep a mangueira de combustível. É quar cheit, né? Às vezes, >> mas você sabe que teve outro, >> ó o Stalion aí, ó. >> É, a gente vai falando, vai lembrando. >> Tá bom nas fotos aí, o cara
nem rápido, nem parece ao vivo, né? Pois é. Mas teve um bonito sim, >> tem um outro cara. Vê se você acha, já que você tá rápido aí, vê se você acha um cara chamado Hugo Vilen. V I L H E N, se não me engano. É um americano. >> O Márcio tá falando assim, extra afirma e afirma que em em SC todos soltam a rosca por causa do helicóptero. Os cara agora conseguiu achar falou em rosca, falou em jatinho, né? >> É. Esse cara, vamos ver se car estão falando que eu naveguei na época
do dilúvio, né? Tão velho que eu >> escapou do dilúvio. >> Então esse esse Hugo, ele ele era um comandante de aviação, fanático pelo pelo mar também, mas ele tinha um um um gosto muito peculiar. Ele gostava de navegar com coisas pequenas, barco pequeno. Não queria barco grande, queria barco pequeno. E aí ele resolveu Bater o recorde de na de travessia do Atlântico com o menor barco da história. >> Eita! >> Isso é mais ou menos na década de 70, mais ou menos. >> É isso aí. >> Isso >> é isso aí. >> Mas aí
o M ganhou dele, então, né? Não, o barco dele, esse aí eu não sei qual é o barco dele, pode ser o Happ Fathers, eu não sei. Ele teve mais de um Barco, mas ele foi diminuindo o tamanho do barco. Ah, o último barco. >> Exatamente. >> Nossa, cara, é um smart dos barcos. >> É exatamente o barco dele. Esse, se não me engano, esse aí tinha 1,20 m de comprimento. 1,20 m, tá? Ou seja, ele deitado, ele era maior que o barco, tanto que ele só podia navegar desse jeito. E ele fez, ele bateu
o recorde, ele atravessou o Atlântico com >> por que que as pessoas faz pela Aventura, pelo Sabor da Aventura. É a mesma coisa que faz o que fez o o o comandante do Concórdio atravessar o oceano com a prancha de wind surf. Então eu acho que que a o pessoal da aviação >> eu já preferia atravessar sozinho dentro do navio daquele gigante. >> Se você imaginar máximo de conforto para >> se você imaginar que o cara passa dois ou três meses dentro de um negócio desse onde ele não pode nem deitar. >> É, >> pois
é. >> Porque não dá. e balançando. >> Esse é ele com o menor. Esse foi com esse barro que ele bateu o recorde. >> Ah, não é muito menor que ele tá vivo. >> Ele tá vivo até hoje. >> Já bem 12, mas tá vivo. Eh, eles for isso. É um motorzinho atrás, não é? É o motorzinho que ele mal usa, na verdade, porque ele navega, navegou com só para para quebrar o galho. >> E aí ele ganhou um um um desafeto que Acabou virando amigo dele, que era um inglês, que queria bater o recorde
dele. Eh, então ele fazia um barco, sei lá, de 1,20 m, outro fazia um barco de 1,19 m. E aí assim eles foram disputando centímetro a centímetro, encolhendo o tamanho do dos barcos. Até que o cara ganhou navegando um chinelo Havaiana, colocou guardanapo num chinelo Havaiana e atravessou o Atlântico. >> O barco era tão pequeno que a guarda costeira impedia eles de sair dos Estados Unidos. >> Olha isso. >> Eles eram proibidos. Então quando eles iam fazer a tentativa de recorde, eles iam pro Canadá, que a a vigilância era menos intensa e conseguiam botar o
barco na água. Mas olha e e seam foi um ex-comandante da viiação. >> Mas não dá para levar comida aí, né? É tudo liofilizado, né? Tudo pacotinho, né? >> E o a vela desses desses veleiros aí, o Princípio de funcionamento dela é exatamente o mesmo da asa de um avião. >> Por quê? >> Porque é mas mas explica como que é o lance o pô o avião ele é sustentado pelas forças aerodinâmicas, né? uma pressão maior de um na parte de baixo, pressão menor na parte de cima por causa do >> Ah, não é a
velocidade que diminui. >> A velocidade causa >> é causa esse essa diferença de pressão. >> Ah, tá. eh, que na verdade é é pela curvatura que o vento tá fazendo na parte de cima da asa e aí reduz o gradiente de pressão e aí surge a força de sustentação. E na vela é a mesma coisa, tanto é que você consegue navegar contra o vento. >> Contro, isso que é louco, né? na dire porque ele passa e cria uma zona de baixa pressão na parte da frente da vela e essa baixa pressão consegue puxar ela. >>
E isso a gente deve aos portugueses com as caravelas fices que descobriram que dava para navegar contra o vento, >> que foi o grande alavancador da >> vai com menos velocidade que a favor. É verdade, porque eh >> antigamente tinha aquelas só aquelas velas quadradonas, né? E aí eles inventaram a pujarrona. Não, pojarrona. >> Ó, até lembrei o nome. >> É, a quadrada não daria para fazer isso? >> Não, não. Difícil, difícil. >> Tem que ser uma um formato mais aerodinâmico, >> tá? >> Ainda ainda hoje de manhã eu conversei com três franceses, eh, que
estão nesse momento fazendo uma travessia bem curiosa. Eles saíram da Bolívia e estão no rio Amazonas. Eles querem chegar eh no Atlântico, querem chegar em Macapá. Então eles estão vindo a Bolívia do Zande, né, >> lago de Ticaca, onde eles construíram o Barco, com um barco feito de Totora. Totora é é um é um como se fosse uma palha, né? É um barco de palha. Se você achar aí é você eh >> ó lá a vela lá, ó. Olha, >> como é que chama a expedição? Piri. Eh, >> piriri. Não, não, não tem. É, é
um, é um nome que significa borboleta. >> Piri, pirilampo, não é pirilampo. Enfim, é um barco feito de feixes de palha, Duas grandes bananas de palha chamada Totora, que é um que é uma vegetação que só tem no lago Titicaga. Titicaca, que é usada, era usada pelos antigos navegadores de lá no lago. Titicaca fica no alto. Exatamente. >> E lá cresce essa totora. Então eles, esses dois três franceses, eles construíram uma um barco como se fosse uma jangada com esse material e eles estão vindo da Bolívia até o Atlântico para comemorar 200 anos da de
algum de Algum evento na Bolívia, mas é pela aventura deles. Falei com eles hoje de manhã. Eh, e eles estão vindo com esse barco. Só que tem um detalhe, são franceses, falam português perfeitamente, inclusive, mas eh eles ficaram dois meses construindo barco lá no no Titicaca com um a a única família que ainda constrói isso da maneira artesanal, como foi usada por um grande navegador do passado chamado Torra Endal, que que Fez uma travessia que ele queria provar que o povo da Polinésia veio da América do Sul, então ele fez um barco desse de tota
e saiu do Peru e foi para na Polinésia para provar a teoria dele. Exatamente. É isso aí. É isso que tá na tela aí. >> Esse, esse aí, na verdade, é um barco turístico, tá? Esse não, esse é um barco, esse é um barco de de fibra revestido com a Totória para parecer que é Totóa, mas não é, tá? Mas o barco de Tortória eh tem esse formato que é o mesmo formato que que os franceses estão navegando no no rio Amazônia nesse momento. E o que eles me contaram interessante é o seguinte: a totora
é uma palha, então ela vai enchendo de água, ela vai encharcando, então o barco vai ficando mais pesado a cada dia e quando ele fica mais pesado, ele começa a descer. Então eles, quando eles começaram a viagem eles ficavam a cerca de 60 cm da água. Agora estão a 20 Porque ela vai afundando, ela vai afundando com o peso do próprio barco. Aí eles eram quatro no início da expedição, agora virão três. Tiveram que dispensar um porque tem que diminuir o peso do barco. E a dúvida deles, olha só, é se o barco aguenta chegar
em Macapá ou se o barco vai >> cada vez mais >> dissolver, não seria bem a palavra, se o barco vai ficar inviável de navegar, porque agora que ele chegar no nível da Água, ele não consegue mais avançar, né? Ah, tem que tirar e botar para secar, né? >> É, é encharcado, né? Ele falou que o barco quando ficou pronto pesava cerca de 400 kg e hoje eles estimam que tá mais com o dobro pelo pelo pelo P. Exatamente. É isso aí. >> Olha aí. >> O deles não tem a cabinha. >> Então é um
material que não serve para para barco, né? >> Não serve. Tanto serve que todos todas as embarcações antigas do Titicakaca usavam a totora. E a totora eh fez parte da da tese da colonização polinésia pelos mesmos povos da América do Sul. >> Jogar um verniz ali, alguma coisa hidrofóbica, né? É, eles seguiram o método tradicional, então eles não quiseram e colocar nada bonito. >> Mas estão lá, eles calculam que talvez d tudo certo em 20 dias eles chegam num macapá ou não chegam ou o barco eh fica Inviável antes disso. Mas é uma coisa bem
interessante. Eu já tive nesse lago e realmente os barcos são muito curiosos. >> Se ele tivesse coberto em cima virava um submarino, né? começava com um barco e terminava como submarinha, >> porque a a tota é como se fosse um um canudinho, sabe? Então ela ela mantém ar dentro dela e é por isso que >> ela não afunda. >> Ela vai descendo, mas ela não afunda, Né? >> Aham. >> Então ela ela até muito segura, só que às vezes é um barco com uma vida útil eh eh limitada, né? E a dúvida deles é se
o barco aguenta a duração da jornada deles. >> Como como tem coisa que a gente não sabe, né, e tá acontecendo hoje, tá? Não é que isso aconteceu, tá acontecendo nesse momento. >> Tem muita gente. >> E os vikings usavam que material, você sabe, para fazer o uso? >> Ah, cara, agora você me pegou. Eu acho que eles usavam madeira. Eh, não, não madeira qualquer devia ser uma madeira especial, igual você tem, você tem uma madeira chamada teca, por exemplo, que é uma madeira que quanto mais mole, mais resistente ela fica, mais dura ela fica,
que é usada muito em em barcos, em veleiro, por exemplo, no no solo, quanto mais ela molhada, mais durável ela é. Ao Contrário do que a gente imagina, né, que a água apodreça a madeira na teca, acontece exatamente que também eram >> exatamente o contrário. Eles eram valentes, né? Eram valentes, né? Eram valentes. >> Eram valentes. >> É, era bárbaro, né? >> É. Os caras eram bárbaros. >> É, mas esse tipo de de aventura que nem estão fazendo esses franceses, eh, é muito mais frequente do que a gente Imagina, né? Há uns 5 anos atrás,
teve um outro francês. Os franceses estão muito ligados nesse na questão de de navegação extrema, assim, eles gostam de navegação, eles têm um histórico, uma cultura marítima muito forte. E teve um francês eh chamado Jean Jacques Savan, que ele atravessou o Atlântico dentro de um barril. >> Picau. Lembrou do Picapa-Papau, né, Gans? um remo em um barril, >> não, totalmente a deriva. Ele não tinha nenhum meio de propulsão. Ele não tinha motor, não tinha vela, não tinha nada. Era só um barril que ele construiu, obviamente no barril de fibra de vidro, formato de um barril
é grande suficiente para ele ficar dentro do barril, inclusive em pé. É isso aí. >> Ah, >> esse é o Jean Jaque Savan. E ele ele colocou esse eh o barril dele na nas Ilhas Canárias. Com o objetivo de chegar em Guadalupe, no Caribe, e chegou chegou >> pelas correntes e tal, >> pelas correntes. No começo ele passou um perrengue porque ele ele ele dizia que ele era passageiro do oceano, porque ele só ia para onde a correnteza levasse ele, o vento levasse ele, porque ele não tinha como manobrar, ele não tinha dizer: "Eu quero
ir para lá, eu quero ir para cá". Ele ia para onde, para onde levasse, né? E no começo ele ele saiu da das ilhas e a correnteza pegou ele de surpresa e começou a levar ele pro norte quando ele deveria seguir para leste. Então ele começou a subir, começou a ficar meio assustado, mas depois ele entrou em outra correnteza e acabou tomando tomando o rumo dele. E ele, isso foi muito recente, essa, como eu falei, qu 5 se anos atrás, >> e ele tinha o meio de comunicação, então ele ele ia fazendo eh diariamente, ele
Fazia relatos, era muito interessante a viagem dele, >> painel solar ali já, né? >> Só que isso é um senhor, ele tinha 70 e poucos anos de idade, sozinho dentro do barril. Barril. >> Que que os caras não fazem para fugir do casamento, né? E ele conta um episódio que que eh ele no meio da travessia ele viu que tava vindo um navio e ele passou um rádio para um navio falando: "Olha, eu tô Aqui, né? Você tá me vendo?" Falou assim: "Não, não tô vendo nada". Imagina cara ia ver um negocinho pequenininho desse. >>
Falou assim: "Eu tô aqui, mas eu não tenho como desviar de você". Aí que o o o cara do navio fala assim: "Mas você é um náufrago, você aconteceu o que com o seu barco?" Falou: "Não, é que eu tô numa embarcação que não tem como mover". Quer dizer, o cara não entendeu nada, né? Como é que ele podia estar dentro do Barril, mas ele conseguiu, ele conseguiu fazer a travessia, >> tinha não ser atropelado, né? Eh, mas ironicamente do anos depois que ele fez isso, que foi uma coisa inédita, nunca ninguém tinha atravessado o
Atlântico totalmente a deriva de propósito. Atravessou como >> como ele estudou as correntes. >> Exatamente. Ele sabe, ele estudou as correntes, mas ele tava sujeito a qualquer intempere, né? >> Se o vento soprar o contrário, ele vai para onde o vento soprar. Eh, e ele tinha calculado mais ou menos a duração da viagem dele e ficou passou um perrengue de de final de comida, já não tinha muita coisa, ele escrevia isso, >> mas dois anos depois ele resolveu fazer de novo a travessia do Atlântico, só que com um barco arremo. Barco remo como mais ou
menos fez o Amir, né, no passado. Hoje em dia tem barcos arremo bem de bem avançado de tecnologia. E ele Morreu >> na travessia >> e desapareceu. >> Putz, >> desapareceu. Deve ter até a foto aí do do barco dele virado de cabeça para baixo. Nunca se soube o que que aconteceu eh com ele, mas o barco dele foi encontrado virado e ele sumiu. Ah, mas assim, o cara fez história, né? Porque >> poderia ter acontecido com o Amir Clink Também, com o caiaque dele também de virar ou era >> ah o o caiaque, o
o barco do Amir foi projetado para virar e desvirar sozinho, né? É sim. Esse aí era o barco que ele desapareceu. Eh, velhinho, né? Possivelmente eh, aconteceu alguma coisa eh muito estranha, porque o barco foi encontrado já de cabeça para baixo sem ele. Quer dizer, foi levado pelo mar, mas nunca apareceu também. E ele acabou morrendo Assim. Um dos um dos enigmas aí, o que que matou o cara que fez o negócio que até então todo mundo achava meio impossível, né? você entrar a deriva e atravessar o oceano. >> É, é, ele podia ter feito
o mesmo esquema do Clink, né? Porque isso aqui foi depois do Clink. >> Isso foi depois. >> Então, muito depois. >> É, depois do Amir. Então, o Amir já tinha planejado isso. Falou: "Pô, se eu Emborcar >> muit é que o Amir fez uma outra rota, né? O Amir tava tava no Atlântico Sul, ele tava no Atlântico Norte, né? >> Será que é mais difícil ou >> não? Não, não. A rota que que ele fez tanto com o barril quanto com o barco é uma rota muito conhecida, digamos assim, pelo pessoal. É uma corrente que
passa ali pela pelas Ilhas Caná, Cabo Verde, e ela cruza o Atlântico, ela vai bater no Caribe. Em algum momento você vai chegar No Caribe, pode chegar morto, mas em algum momento você chega lá porque a a corrente vai te levar. >> Foi a mesma rota que o piloto usou com com surf. Todo mundo usa mais ou menos essa rota, o que não quer dizer que é fácil, né? Ah, tá. >> Quantas horas você voa de avião para cruzar o Atlântico a a 1000 km/h? Leva umas 3, 4 horas, não é? >> É por aí
4 horas meia. >> Por aí você vê o que que como é como é Grande o negócio, né? Então não é dizer: "Ah, é fácil". Não, não é fácil não. Continua sendo difícil de o Atlântico Norte lá é um pouco mais rápido, né? Principalmente se for no sentido dos Estados Unidos paraa Europa por causa da corrente de É curioso, né? que o vento ele é de de oeste para leste >> e a corrente é de é ao contrário. >> É, mas você tem a corrente do Golfo, por exemplo, que sai do Caribe, ela ela costeia
a costa leste americana e ela Converge na direção da Europa, que é muito usada a corte do golfo para acelerar a travessia, né? Planeta também é um bagulho muito legal, viu, cara? >> É muito legal. Mas o que eu acho que tem essa relação muito do piloto com o mar é por isso, é pela navegação e pelo convívio, porque o cara quando tá fazendo voo desse, ele passa muito tempo em cima da água. Acho que ele deve ficar olhando, fala assim: "Pô, qualquer dia eu vou atravessar esse negócio aqui". >> É. >> Ah, quando eu
quando eu fiz as travessias com Electra lá pra África, eu eu via os os navios mercantes embaixo, eu ficava só pela janelinha assim. E eu acho que tem >> o cara que inventou o piloto automático, eh, ele ele também ele era do setor naval. Eh, e é aí já com giroscó, ele trouxe a ideia do giroscópio para usar como piloto automático, só que ele tinha que Dar uma maneira de reduzir aquilo, né? porque do navio era gigantesco. E aí ele fez um negócio menor e provou que dava para pilotar o avião, né, só de com
o piloto automático assim, controlando os eixos do avião. Inclusive, ele se acidentou, eh, porque ele tava com uma mulher, né, no num desses voos e realmente não precisava usar as mãos nos controles e o avião caiu e foi encontrado ele a mulher nu. Ai, ai, ai. >> Então, pode ter sido na hora do impacto, né? Saiu a roupa debaixo dele. Que acontece, né? >> É, isso acontece. Aliás, você sabe que o o o fundador da Boeing morreu num barco? Você sabia disso? Boing? >> Exatamente. >> Mas ele não foi um acidente, tá? Ele passou mal
e ele morreu no iate dele, >> né? Acho que, se não me engano na região de Seatol ali >> ele morreu dentro do barco. >> Seatol tem muita navegação ali também, né? É >> os americanos em em geral, a Bong era naquela região, não era? Então era isso. É isso aí. >> Ele morreu, o rei do ar, que né, na época chamava de rei do ar, né? Morreu num barco. >> Ele é Boing. Você vê como tem ligação, né? De uma de uma coisa com outra. Muito legal isso, cara. >> É. >> Mas em relação
a a avião, tem alguma coisa recente aí? Algum acidente, alguma coisa que ou alguma alguma novidade? Novidade. Ah, eu tenho uma dúvida para tirar comigo. >> Ah, manda aí, manda aí. >> Vamos falar do Malion. >> Ah, vamos lá. >> E depois eu quero falar porque eu assisti um documentário sobre Concordia, né? Falaram que vão voltar a a tem projeto para voltar com supersônicos >> para cruzar o Atlântico. >> Depois quero saber >> qual é a sua teoria pro pro voo da Maleja que >> é, dá o contexto primeiro. >> Tá bom. Vamos lá. Para
quem não sabe aí desse voo da Maleja, né? Se você não não nasceu depois de 2014, a É, >> tem que tem gente que que assise você que nasceu depois do >> Nossa, já tem 11 anos, hein? >> É >> 11 anos já. Caramba. >> 11 anos foi um avião triplo 7 que desapareceu. Eh, >> é o que tudo indica no mar. É, o ponto de desaparecimento dele é muito conhecido. Eh, quer dizer, o ponto em que o Transponder foi desligado é muito bem conhecido. Eh, ele ia de >> Qual, >> da de Qualalumpor paraa
China, para Pequim ou algum lugar ali na na China. ele decola e ele tá fazendo essa rota quando chega em um ponto em que vai ser a transferência de controle de um espaço aéreo para outro. Ele não se comunica mais e o transponder desligado. >> Acho que era entrando no Vietnão. >> Isso. No espaço aéreo do Vietnã. >> Isso. >> E aí a minha teoria é o seguinte, tem diversas teorias. Tem umas >> pera aí, mas a primeira, a primeira você já adiantou, você acha que o transponder foi desligado? >> Foi desligado >> intencionalmente? >>
Intencionalmente. >> Tá. >> Tem algum motivo plausível para isso? >> Tem várias teorias, né? >> Ah, é. Se eh se fosse falha elétrica, assim, o transponder ele tá ligado o o avião quando ele é construído, ele tem diversas camadas de segurança para que se ele perca um gerador, se houver a perda de um gerador em voo, ah, ele vai perder determinadas cargas elétricas a bordo que não são necessárias para voo. por exemplo, o seu sistema de Entretenimento que tá passando filme perde isso, >> tá? >> E outras coisas ficam sempre funcionando. Então, uma das últimas
coisas que vai se perder é transponder. Antes de perder o transponder, você perderia piloto automático, por exemplo. Então, por que que eu digo que ele foi desligado? Porque a partir do momento que some o transponder e ele teria que falhar dois, Porque o triplo 7 ele tem dois sistemas de transponder, eh os dois teriam que falhar para não ser desligado. Eh, o tipo de curva que ele faz que assim, ó, com o transponder ligado, o radar sabe onde o avião tá, >> certo? Sabe a altitude, velocidade, o número do voo, sabe tudo aparece na tela
do controlador. Com o transponder desligado, o radar continua pegando informação do avião, mas é por reflexão. Vai um feche De ondas e aparece um bip igual o Sonar de Submar. Aparece um bip, mas ninguém sabe quem é, >> para onde tá indo. Algumas coisas são fica meio tentativa e erro. >> Sim. E essa depois que desliga, ele faz uma curva e volta passando por cima do continente. E isso tudo o radar militar da Malásia pegou e não fizeram nada. Isso é um uma grande cagada na história Toda. Aí ele atravessa em direção a Sumatra e
aí faz uma curva pra direita e entra no índico. >> É, ele faz uma curva pra direita ainda para desviar do espaço aéreo da Sumatra, porque se ele entra no espaço aéreo da Sumatra, ele não sabe se v pegar ele ou não. Porque quando ele faz no espaço aéreo da Malásia com qual que é o país vizinho ali da da Malásia, não é o Vietnã. Eh, a gente vai colocar o mapa aí para >> Isso. Ele ele fica bem na divisa entre os dois países. Então, é como se fosse assim, o o radar daquele cara
pega, fala: "Pô, mas ele tá ele tá na Malásia". É o da Malásia pega e fala: "Não, ele tá ali do lado, Tailândia". Acho que era Tailândia. É. >> Aham. >> Então ele atravessa bem na divisa. Quando ele vai em direção a Sumatra, aí ele já pode ser pego lá em Sumatra. Então ele faz uma curva pra direita >> para evitar propositalmente. >> Propositalmente. Aí ele atravessa, sobe. Ó lá, ó. A Sumatra lá, ó. >> É, >> então a Malásia, >> Malásia, Singapura, Indonésia. É, >> e ele tá ali na parte de cima, justamente o
que não tá marcado ali no mapa, que ele veio ali pela parte de cima. Aí ele faz a curva pra direita ali subindo no laranjinha, que é Sumatra. Depois que ele escapa de Sumatra, aí ele vira pro sul. >> Sim. >> E aí vai embora pro índic. >> Começa a descer o índico. >> E aí desaparece. >> E aí desaparece. A minha teoria é o cara, o comandante, porque existe evidências de que no simulador de voo da casa dele tinha eh uma rota pro sul do Oceano Índico, que não tem nada lá, nada voa Lá,
mas ele precisava de pontos geográficos se ele quisesse alimentar o computador do avião. Com desligado, ninguém encontra ele. Ele aí como é que ele faz isso, né? Porque tem um copiloto lá. >> É. >> Aí na minha teoria, existe uma teoria que fala assim, ele despressorizou o avião, por exemplo, e aí todo mundo apagou. >> Apagou. >> Na minha teoria, ele faz ao contrário. Ele ele elimina, anula o copiloto na cabine >> quê? No soco. >> Não, existe uma maneira, eu não vou falar porque, >> mas existe uma maneira, tipo, você elimina o cara, >>
tá? Ah, e aí a sua porta é blindada, >> OK? Ninguém entra. >> É um voo de 6 horas, é noturno, todo Mundo vai dormir para chegar acordadinho lá na os outros vão ficar assistindo filme e aí você pega o microfone e fala pras comissárias assim: "Eu e o copiloto estamos legal aqui, não queremos comer, não precisa incomodar, tá tudo certo". pode se suicidar tranquilamente. >> E aí ele tem tempo de fazer o que ele tem que fazer da maneira que ele quer. Eh, e as paraas comissárias é tudo é um voo normal. Os passageiros
também não ficam nervosos Porque se ele avisa alguma coisa, aí você vai ter problema, vai ter gente querendo arrombar a porta, vai ter, vai virar um caos. >> Claro, claro. >> Eh, então é um voo normal, tá seguindo. E ele tinha combustível para aquele tempo de voo. A aí com o copiloto eliminado, ele faz a toda essa travessia. Por a isso eu não sei explicar, porque a cabeça de um su de um, né, a gente não sabe, >> é porque ele ele ele pode ter resolvido se suicidar e levou junto com ele os cento e
poucos passageiros que estão lá. >> É, é mais que isso, >> mais que isso. E aí ele vai E aí, tipo, escolher o Sul do Índico. >> É assim, é de uma, >> ele tá voando pr pra terra de ninguém, né? Isso é >> tem terra ali, >> ninguém sabe nada ali e jamais seria encontrado ali onde estão as fças mais Abiçais que existem no Então, só que recentemente saiu uma uma tese muito interessante de um cara que ele fala da ele refina o cálculo matemático da localização do avião e mais ele provavelmente deve ter
usado inteligência artificial também para para auxiliar nos cálculos. é que a na nas teses em que eu me baseio e ele ele voa até acabar o combustível. >> Hum. >> E aí não sei se ele já Se se ele vai tentar pousar o avião ou não, porque aí não faria sentido. Ele levou até lá, ele vai afundar o avião. >> Então o avião perde o controle e cai e acabou. Cai no mar, todo mundo morre na hora. É só que com essa esse paper novo que saiu e eu eu li ele basta ele é bem
>> subst bem denso. O cara disse o seguinte, ele ele tentou pousar o avião, >> tentou fazer o avião flutuar. >> Exatamente. Ah, >> por não sabemos também, Porque talvez ele quisesse assim, se eu conseguir amerrisar esse avião sem quebrá-lo, ele vai afundar e não tem evidência nenhuma. Nada, nunca ia ser encontrado. Mas do jeito que ele caiu, >> ele te pfou, >> ele quebrou algumas partes. Aí as partes derivaram pelas correntes marítimas e chegaram. >> Apareceram na África depois. >> Isso. Apareceu lá em Madagascar >> junto com o pessoal do desenho. >> Apareceram os
pedaços lá e acharam a uma o tipo de craca que criou na na superfície. Eh, eles conseguiram calcular até de onde que veio aquela craca lá pela corrente marítima e aí fera no sul do Índico lá. Mas esse cara com a com a tese dele você consegue ter mais certeza do local da queda porque foi controlada. Só no momento final, quando ele já não tinha mais energia nenhuma, os dois Motores desligados, eh, ele não conseguiu controlar o pouso. E aí é quando uma asa direita bate, ele até chega a esse aspecto pelo pelo dano que
foi feito nas peças que foram encontradas. Asa direita bate na água e o avião espatifa e aí gera detrito. >> É porque um dos pedaços que foi achado, exatamente, era um pedaço da asa. >> Era um pedaço da asa, flaperon. >> É. Então a minha tese é, o cara matou o Copiloto e ele não dispersorizou o avião, manteve o avião voando porque esse essa rota longa que foi feito, se fosse se o avião perde o sistema elétrico, você não faz esse tipo de curva que o avião tava fazendo. Então ele tava totalmente controlado o tempo
todo, altitude, velocidade, então não perdeu o sistema elétrico. não perdeu o sistema elétrico, não perde o radar, não perde o transponder e tem Mais. Por que que não se comunicou? >> Sim, >> é >> porque não tinha intenção. >> Não tinha intenção, porque se você tá com problema, você se comunica, né? né? Eu eu eu li que recentemente eh tem familiares das vítimas pressionam até hoje o governo da Malásia, eh, até pela questão da indenização, porque eles não foram indenizados até hoje. >> Sim, porque não existe a materialidade do >> Exatamente. Então, as famílias pressionam
o governo da Malásia e o governo da Maláia anunciou que ia fazer uma nova uma nova expedição. Exatamente. Uma nova busca baseado nesse paper do cara, eles vão reduzir o espaço da busca. Não vai adiantar muito encontrar, vai materializar o fato, vai ter as eh ossadas, provavelmente, mas do ponto de Vista da solução do problema >> não vai ter, porque o avião tá completamente operacional, >> então todos os dados da caixa preta é de um avião perfeito, não tem uma pan naquele avião. E o da caixa de voz, ela só grava as duas últimas horas
de voo. Então a gente vai ter as duas últimas horas. Se ele não falou nada nessas duas últimas horas de voo, não tem nada para se ouvir. Então ele vai continuar sendo O maior mistério da aviação. >> Esse esse não vai ter solução não, cara. >> Eu acredito que não. A menos que ele fosse ter esse cérebro pink, o cérebro lá. Se ele fosse um cérebro assim e falar: "Bom, agora eu tô indo pro mergulho, né? Vou pousar esse avião, então vou dizer o que que eu fiz e por que eu fiz >> para se
vangloriar do feito dele. >> É, aí teria alguma coisa gravada, senão não, nada vai auxiliar a a desvendar Esse mistério. Você sabe que quando, logo depois do acidente que fizeram o rastreio de uma região lá do Índico com barcos, né, à procura de evidências do avião, eh durante uma dessas operações com um robô, eles detectaram coisa no fundo, >> umas anomalias, né? >> Desceram o robô. Eh, não era o avião, era um navio. Eles acharam, eles estavam procurando o avião, acharam um navio e pelo tipo de de imagem e pelo tipo de Imagem estimaram que
era um navio que tinha tava mais de 100 anos ali afundado. >> Ele devia ter até ouro, né? Fica rico numa dessa. >> É, só que eles nunca souberam que navio que era aquele, porque o foco da operação era achar o avião. Então eles apenas localizaram. Ó, aqui tem um naufrágio, ninguém sabe qual que é, mas temos que ir embora. Então eles estavam procurando um navio, eh, um avião, Acharam um navio que não se sabe até hoje que navio que era. Então tem um mistério dentro do outro. Aí >> aí você vê, por exemplo, o
>> esse esse é o que acharam. >> Esse é o que acharam. Tá vendo essas cracas aí? Essas >> lá em cima, né? >> É os marisquinho. Marisquinho. >> É isso aí que eles calcularam. É o tipo que é. Então eles sabem as camadas que essa craca desenvolveu. Aí consegue Calcular exatamente o mais ou menos o local onde o isso aí se soltou das do avião. É um negócio absurdo a ciência, viu? >> Então Lito, o o voo da Malásia, o Malia, vai ser um enigma como foi a Amélia Airhard, >> vai. Qual que é
esse? >> Vamos lá. >> O da Amélia. Amélia é uma pilota americana que ela tava dando a volta ao mundo. É. É, seria a primeira mulher a dar volta ao mundo. Não avião bimotor, >> que os meninos do catuche não escutem isso, tá? >> É, >> bom, ela não concluiu, na verdade, né? Eh, e no no mais ou menos no final da viagem, no Pacífico, perto de Midway, né? Ali noquela ilha. >> Isso, ela saiu de Papua, né? O último trecho foi de Papua. O Sem comunicação nem nada >> sumiu. >> Sumiu. Apareceu. >> Tinha
ela e o navegador. >> Ela e o navegador. >> Não era um Electra, né? >> Era um Electra um. Electra um. >> Ele. >> Eh, e aí nunca foi encontrado assim nada, pedaço de nada. E aí encontraram, né, recentemente Encontraram umas ossadas numa ilha, numa dessas ilhas que seria no caminho. Então suspeitam. Olha aí. >> É ela, ela é um dos grandes mistérios aí envolve ar e mar, né? Porque eh supostamente ela desapareceu no mar. >> Agora imagina essa mulher aí, que ano que é isso? >> 1950 e pouco. >> 50. É. Ah, ela era
uma mulher muito à frente do tempo dela, assim, né? E ela Tinha, ela decolou >> de Papua Nova Guiné para atravessar o Pacífico, mas era a última etapa praticamente penúltima, né? >> Ela é, mas ela precisava, a autonomia dela era pequena, então ela precisava abastecer. Então ela foi combinado com uma um navio da marinha americana que ia ficar de sobreviso perto de uma de uma de uma ilhota onde tinha uma pista e ela pousaria lá e seria reabastecida e lá ela nunca chegou. >> E teve mas teve uma comunicação >> um pouco antes ela se
comunicou. É, exatamente. >> Mas desapareceu. E aí como acharam essa ossada? Eh, suspeitam de que ela pode ter sobrevivido ao ao acidente >> e morrido como uma náufraga no náufraga. >> Ah. existe essa possibilidade. Ah, depois apareceu um pedaço de de uma peça de alumínio que supostamente seria uma das peças que eles usavam para cobrir as janelas do do elétrico. >> Isso que tinha é que tinha um teve um reparo que foi feito em algum lugar e aí acharam examente acharam uma peça rebitada com o formato que poderia ser, mas nunca ficou provado também. Esse
é um enigma que nunca vai ter solução. >> Tem um enigma que junta aviação e e navio, né? Que vocês vão falar que não é enigma. >> Hã, >> que o pessoal tá pedindo para Sant aqui no chat, né? >> Não, não. Mantenha o mistério. Eu quero que vocês tirem isso de nós. É um lugar misterioso. >> Mas qual que é a história? Por que que começou essa história? >> É lenda. É lenda. >> Porque não tinha celular na época, não tinha GPS. >> Mas teve muito acidente lá mesmo? >> Teve acidente lá. como tem
acidente de qualquer canto do mundo, >> não é especialmente >> o que acontece é que ali, por exemplo, na na parte marítima ali é uma uma rota de navegação muito intensa, navega-se muito naquela região >> e o tempo não é lá essas coisas, você tá no tá no Equador, >> é uma área sujeita a aos furacões, né? >> Onde nascem os furacões? É, eu escrevi o livro onde morrem os aviões. Eu pode se escrever onde nascem os furacões. Então, então assim, você tem uma combinação, uma área de navegação crítica, Principalmente certa época do ano, uma
área de navegação intensa, então é normal que tenha maior número de acidentes do que numa área onde se navega pouco, tá? E aí teve um espertalhão que resolveu criar o o triângulo das vermiação também tem acidentes lá? Tem tem um dos casos que ele que ele defende é exatamente e um um era uma frutilha que que sumiu de aviões. Uma esquadrilha. Exatamente. >> F. Pô, uma esquadrilha inteira sumiu no meio do tro das bermudas. Só pode ser alenil. >> Aí criou-se e ele qu >> e aí que que foi? >> E na verdade que ele
queria era vender livro, né? Escreveu um livro chamado triângulo das bermudas. >> Essa marcação, qual que é o triângulo das bermudas? >> Sim. É. Pega um é um Porto Rico, Bermudas. Porto Rico, Bermuda, os três vértices, né? >> Mas tem alguma coisa misteriosa assim? Tudo é meio tem resposta lá. >> Tem nada misterioso. Resposta. >> Ô gente, também >> tem nada misterioso. Não tem alguma coisa que sumiu e apareceu depois em outro lugar. >> Não, só do filme do Spberg. Ó >> lá o triângulo lá. >> Não tem, não tem nada, não tem nada. É
muito legal essas essas lendas que criam em volta assim, porque a aviação tem também dessas lendas, o setor naval tem essas lendas >> e gera uns filmes fantásticos como Twilight Zone do Spielberg que >> pô os caras que são abduzidos e aparece em outro lugar. >> Sempre me pergunto no Triângulo das Bermudas em todo lugar que eu vou e eu sempre falo a mesma coisa. Não, isso é lenda por causa do livro ficou muito Famoso aí. >> Sim, sim, sim. O livro do Eric é Vanic. Não, não é do Van Danic não, não é, eu
não lembro do que que é, mas é o cara escreveu para >> o livro, o livro criou o o o o mito, né, do Triângulo das Bermudas. Sempre me perguntam e eu sempre falo a mesma coisa. Fal, isso é mentira não existe. >> Por que que hoje não some mais nada lá? >> É, >> e o tempo e o tempo tá muito pior hoje Do que era naquela época. meteorologia >> tem outras >> tem um equivalente, tem um equivalente na no perto do Japão, tem um equivalente, né, chamado mar do diabo lá que eles dizem
que é uma área eletromagnética, qualquer coisa, mas é tudo mentira também, não tem nada disso. >> O lance lá qual que é um mar perigoso, >> não o que é Sim, aconteceram vários naufrágios lá. O que eles descobriram lá nessa região do Mar do Diabo é que na Verdade tinha um um vulcão submerso. De vez em quando esse o bicho entrava em erupção e dava uma >> uma sacudida lá, né? causava alguns naufrágios, mas sempre >> essa frota inteira de avião que sumiu. É porque o instrumento do avião do líder Ah, >> pifou e todo
mundo segue o líder. >> Ó lá o Esse daí que é do diabo aí, >> ó. >> É, talvez seja, talvez seja. >> Então é aí que provavelmente tá o Godzino. >> Esse negócio que você, esse negócio que você falou agora é interessante, né? Tá todo mundo seguindo o líder. O líder errou o caminho, todo mundo erra, né? >> É. É. Você sabe que aconteceu isso na costa americana, eh, na Segunda Guerra Mundial, aconteceu isso com uma frota de navios militares americanos. Eh, era um comboio, sete ou oito navios grandes que estavam seguindo o navio
Líder. E o navio líder errou uma entrada da navegação, entrou numa área perigosa e tinha um nevoeiro bárbaro. Todo mundo só seguia a luz do outro. Afundaram os oito navios. ali na costa da Califórnia. Foi isso, porque estamos seguindo o líder e o líder errou. >> Tem uma outra lenda aí que eu vivo recebendo e-mail disso aí, as pessoas acreditam, cara, e e perguntam assim: "Mas isso aqui é verdade mesmo? Aconteceu que é de um voo da Panã que saiu de Miami e pousou 46 anos depois na Venezuela. Não, não, não vi isso não. >>
Não, mas é >> é vai mudando assim, muda o país de onde decolou, de onde pousou. Mas é a mesma história assim. E aí quando entraram no avião, aí só tinha esqueleto dentro do avião. E aí, mas é o avião decola de novo. E >> nossa, >> sabe? É uma umas histórias assim, cara. >> Tem um seriado que é assim também, acho que é manifest. >> É manifest. Eu comecei a assistir, aí vem a pandemia, eles param de fazer. Aí >> no no passado na navegação teve casos reais de de barcos que foram encontrado com
esqueleto só. >> Uhum. >> É, >> inclusive gente congelada. Mas isso era eh por causa da do do mau tempo. Exatamente. Tá morreu congelado ali. Antigamente eles se amarravam no marro quando o mar ficava muito ruim para não cair no mar. Eles se amarravam no mastro para >> para aguentar, né? E teve alguns casos que e esses barcos depois passado tudo isso foram encontrados ainda com os esqueletos amarrados lá no no marro >> congelado. >> E tem história de navio fantasma também, né? navio que transparência depois. >> Então, todos esses que envolvem eh mortes misteriosas
assim, o pessoal apelida de navio de barco fantasma, né? Eh, embora o o e barco fantasma é uma lenda como o holandês voador também, que é outra lenda, o Fly Dutchman, que é um barco que nunca existiu. >> Mas o o termo o termo fantasma é faz parte aí do fascínio do Carib também não existia, pô. Aí vai acabar, >> não existiram piratas, mas não, mas não O personagem do John de, >> mas a os barcos fantasmas, sim, são muito citados assim, >> tem uma série >> e o mar favorece esse tipo de coisa, né?
Porque acontece coisa lá que você não sabe o que aconteceu. O cara parece morto num barco, por exemplo, sozinho. >> O cara sai sozinho com >> Não tem caixa preta. >> Não tem caixa preta, não tem caixa preta, não tem satélite, não tem câmera De vigilância, não tem nada. Pô, tem um filme que é é um casal que tá no no veleiro e eles é um filme baseado no história real. >> Eu sei qual que é. >> E eles ficam a deriva. >> É, é Tamy. >> Isso. Mas o filme tem um plot twist do
[ __ ] né? Porque ela o Tu assistiu esse filme? >> Assisti. >> Então não vou contar pr os caras. Deixa Vai assistir também. >> Chama deriva, né? >> É. >> É >> que >> essa história é real. >> É real. Então ela imaginou que o cara tava vivo. >> Ela é real. A história é real. Ela tá viva, inclusive. >> É até hoje. Eh, ela veio com o namorado, ela não era do mar, o namorado era era Um um capitão, era um skipper. E eles estavam na na Polinésia e ofereceram para eles um um
serviço que era levar um barco da Polinésia para San Diego. >> Eles aceitaram e foram no veleiro, um veleiro bacana, tal e coisa. >> Mas no meio eles pegaram um tufão, né? um furacão no no Pacífico, chama Tufão. Eles pegaram o tufão e o como ela não era eh habituada, ele mandou que ela ficasse dentro da cabine e ele ficava lá fora tentando conduzir o barco naquela Situação. Só que ele foi levado por uma onda. A onda entrou e levou ele embora. Arrebentou o cinto de segurança. Ele foi levado embora. E ela só foi descobrir
que tava sozinha no barco no dia seguinte, quando ela saiu e não viu o namorado lá fora. E ela entrou em pânico, assim, surtou, ficou dois ou três dias sem saber o que fazer, porque ela não sabia navegar, >> ela era só uma passageira lá. E de repente ela tava num barco avariado que não tinha mastro, porque perdeu o mastro, sem saber o que fazer. E aí ela conta, ela fez um livro sobre isso e no filme eu mostro isso também. Ela conta que ela começou a ouvir eh instruções dele vindo de algum lugar o
que fazer. E ela começou a fazer um procedimento de emergência que, segundo ela, ela não conhecia até então, que é criar uma vela de fortuna, que é improvisar uma vela no Barco para tentar dar alguma direção. >> E por fim, ela foi parar no Havaí sozinha, com um barco danificado, sem más, sem vela de de verdade, e se salvou, foi resgatada na próxima do Havaí viva. Ela chama-se Tamy Ashcorf, se não me engano o nome dela. >> E aí fizeram o filme e a história realmente é essa mesmo. Não tem muito romance no romance no
filme não. A história realmente foi impressionante. Teve a Juliane Copk num avião num Electra que no no meio da da Amazônia lá do boliviana, eh, parece que o avião tinha um vazamento na asa de combustível e foi, teve um lightning strike e o avião explodiu e o raio >> raio. >> E a cadeira, ela tava sentada, tava ela e a mãe dela na fileira. Vitória muito boa. >> E foi ejetado o acento dela. A mãe dela Morreu e o acento caiu em cima de uma árvore assim. Foi ela foi amortecida pela copa da árvore. >>
Copa da árvore. Todo mundo morreu no nesse acidente e ela >> milagrosamente. >> Milagrosamente. E aí toda ferida, >> dias caminhando na mata, não foi? >> É. Tira o cinto, né? E desce. E começou toda essa história de aí ela achava óleo, achou óleo, achou um acampamento. Porque assim, tu tá ferido no meio da Floresta, o que vai vir de inseto >> para, né, infeccionar você é gigantesco. Aí ela achou um um acampamento abandonado e aí ela pegou óleo e esfregava no na pele porque parece que os pais dela eram biólogos. Então ela sempre foi
envolvida e ela tinha 16 anos assim, bem novinha. Eh, então ela tinha uns conhecimentos assim de tipo sobrevivência, sabe, na na selva. E ela ficou sea quase um mês na selva até ser Resgatada como a única sobrevivente do acidente. >> Mas imagina, ela tá sentada na poltrona, ela foi ejetada com presa na poltrona. >> É, né? e sobreviveu, >> caiu lá de cima e caiu na copa da árvore e aí amorteceu a queda dela. Teve uma mulher, essa é o é o recorde de de altitude, ela tava num num avião comercial, ela era comissária de
bordo >> e o avião foi foi atentado terrorista e explodiram o avião em voo de cruzeiro. E Ela tava no local que ela tava na galada para uma posição da Galey. >> Que que é G? que criou tipo, é, a gala é a cozinha do avião, >> cozinha >> que criou uma espécie de arrasto que diminuiu um pouco a velocidade com que ela tava caindo. Ela também caiu em terreno macio e sobreviveu. >> Como assim, cara? >> Caiu de 10 km. >> Faz sentido, cara. E >> essa a a Juliane Copk, ela ficou legal, de
boa. Essa comissária, elas ela sofreu a síndrome da única sobrevivente. >> Mas ela se quebrou toda também. >> Ah, teve umas fratas. O que que é a síndrome da única sobrevivente? >> É quando você começa a se questionar assim, por que que eu fui escolhido? Por que que todo mundo >> ela começa a se culpar por ter sobrevivido, >> por ter sobrevivido? Porque todo mundo Tá sofrendo, menos ela. E aí você fica com uma culpa assim de por que que eu sobrevivi? Inclusive ela morreu de depressão muitos anos depois, mas com nunca se recuperou do
acidente. >> Cara, isso é é 10.000 m. Impressionante, >> e tem aquela história famosa do do >> do ladrão, >> não do cara que tá do cara que é encontrado morto em cima de uma árvore num lugar que tava pegando fogo no inabe dessa? >> Ah, sim. Que é no mergulhador? >> É um mergulhador que no lago, >> vem, tá pegando fogo na floresta. Vem um hidroavião, pega aquela água, pega o, pega ele sem querer, >> joga ele e ele morreu, acho que do, do, do coração, né? com new. Ele foi achado com mergulhador. Cima
de uma árvore, cara. >> Imagina a chance disso. Imagina o azar do cara. >> E tem aquele >> não entendendo nada, né? E tem aquele caso famoso também que eu esqueci eh eh o primeiro nome dele geralmente botam a letra, mas era um cara que sequestrou um avião eh nos Estados Unidos, eh desviou o avião, pediu o resgate e junto com o resgate ele pediu algumas coisas, uma dela três paraquedas. >> Ah, >> você conhece, né? >> Conheço. >> Conhece. >> Conta melhor do que eu. Vamos lá. Não, porque tem até a série aí do
Lock que é, como é o nome do J. J. >> Isso é uma letra. >> É, >> eu esqueci a letra. >> Lo caras vão falar. Fala no chat aí qual que é o >> Ah, alguém vai lembrar. >> Vai lembrar aí. Enquanto isso, teve o Conta a história do Sabia que teve um avião que uma vez bateu num peixe? >> Hã? >> Em voo. >> Em em voo. >> Em voo. >> Ah, essa eu não sei >> como assim. >> Porque avião tem bird strife, né? quer bater em pássaro. >> E esse foi no
Alasca, >> tô falando DB Cooper. >> Isso, DB Cooper. Cooper, >> DB Cooper. >> Ele >> a gente já volta no DB Cooper. Vamos ver só o peixe. >> É um avião da Alascaer, que inclusive ainda hoje ele é pintado em comemoração >> o a esse evento que aconteceu. Tinha um inspetor do FAA, o piloto tava em cheque e aí eles vão decolar de Junô no Alasca. E aí o tava uma mudança de tempo assim, aí eles mudam a direção de de decolagem e aí o o copiloto fala assim: "Ó, atenção que tem uns pássaros
ali, ó. Eles tinham visto uns umas águias voando, né? E aí eles decolam e aí o de repente escuta assim, puf! Bateu aí o comandante olha pro copiloto e fala: "Você viu que eu vi? E e o inspetor do FA tá ali, né, também. E ele falou: "Pô, agora a gente vai ter que pousar em algum lugar para fazer uma inspeção, porque alguma coisa bateu no avião mesmo." E eles pousam e aí quando vai investigar e tem lá o resto do peixe que bateu no avião. >> O peixe pulou? Não, >> não. O essas águias
que estavam levando peixe, tava levando peixe. E aí quando viram o avião, ela se assustou com o avião, soltou e bateu no avião. >> Cara, que maravilhoso. Humanidade. Maravilhosa. História da humanidade. Tem história também do da vaca que caiu em cima do cara que tava no >> Sim. Que gerou até o fil um filme, né? O >> Continês. É o filme Conhecarinha. É um filme de um filme argentino. Não >> conheço. >> O cara tá no barquinho dele e é morto porque cai uma vaca. >> Cai uma vaca em cima dele. >> Mas qual é
a história? Vou vou pedir licença que eu preciso ir. Mas já >> vai lá. Mas mas você sabe a história que era um carregamento de de que tavam levando a vaca? >> É o de um acidente aéreo. >> É. >> Ah, isso eu eu sei >> qual que é. >> Não sei se é o mesmo, mas teve um acidente que tinha um carregamento de de animais de naqueles eram levados em pé mesmo. >> E por que caiu? [ __ ] aí deixa eu ver se eu lembro. Caiu porque o balanceamento de carga tava todo errado
naquele avião e ainda deu uma pan. >> É onde que foi esse acidente, cara? >> Como ele dar uma procurada lá >> e aí caiu uma vaca em cima de um do caminhão, né? Do Não, não. É que você falou do barco aí. É, mas aí mas aí de repente é é o transformaram para filme, né? É, >> mas tem história, cara. >> Mas tem chuva de peixe também. Já em cidade de chuva de peixe também tem umas coisas absurdas assim, foram levados, Não sei por e tal. >> E o DB Cooper é o aquele,
né, o o do sequestro. Eh, o cara ele nunca foi encontrado. Eh, ele fez um seguro de vida pra mulher, aí ele compra uma passagem só de ida, ele embarca no avião e aí durante o voo vem a comissária perguntar se ele quer alguma coisa. Aí ele abre a uma valiz que ele tá com ela no colo e fala para ela: "Tem uma bomba Aqui". E aí naquele, a partir daquele momento, o avião tá sequestrado. E aí ele pousa num lugar, nesse lugar que pousa, aí começa as negociações. >> O que que ele queria? >>
Ele queria três paraquedas porque ele não eh ele e era isso servia para duas coisas. Primeiro, ninguém sabe quantas pessoas estão sequestrando o avião. >> É, os negociadores não sabem. E segundo, Quando ele pede três, ele sabe que podem sacanear os para-quedas. O cara vai saltar com paraquedas. E a terceira é por que o cara precisa de um para-quedas num avião comercial. E aí dão os para-quedas, dão esses não sei quanto de dinheiro, milhares de dólares lá para na numa valiz para ele. E isso é tudo embarcado. Ele desembarca os passageiros. essa de negociação e
vai só com a tripulação inteira e parece que ele fala alguma coisa Assim, tipo, ó, o o quem vai usar paraquedas não sou só eu, vai tripulante também. Aí que é para já garantir que não vão não vão cortar as cordinhas do do para-quedas. >> E aí ele decola já meio de noite assim, com tempo ruim. Aí ele pede pra tripulação voar baixo e ele tinha o conhecimento de como que abria a porta traseira de Boing 727 que tem uma escada em voo. >> Nossa, >> porque essa porta não abre normalmente em voo, mas ele
tinha o conhecimento disso. Então ele ou foi mecânico de avião ou foi algum tripulante. E aí ele abre essa porta, ele pega essa valiz de dinheiro e ele se lança com paraquedas. É sozinho no meio da noite, num lugar assim, tipo, quase deserto e aí os tripulantes voltam com o avião e aí começa a caça pelo cara e até hoje não acharam nem dinheiro, nem paraqueda, nem >> nem sabe se ele morreu ou tá vivo. >> E aí tem umas várias teorias de conspiração aí de tem até uma série, né, do DB Cooper que parece
que ele tenta falado, é considerado o o único sequestro que nunca foi explicado assim totalmente, né? E aí tem gente fala assim: "Não, é aquele cara ali aí eu não assisti essa série da Foi exatamente assistir para ver foi visto em vários lugares, né? >> Aí descarcharam porque as notas eram Todas marcadas. >> Ah, tem isso. Então, >> é quando quando o FBI deu as notas, ele sabia a numeração de todas as notas e nunca foi usado uma nota com aquela numeração. >> Essa história é intrigante. >> Talvez o cara tenha morrido. Foi só isso.
Lugar onde ninguém achou. É, é, é. Mas aí o imaginário popular é sempre, >> pô, o cara pular saltar de paraqueda à noite, né, do num tempo ruim, >> tinha, ele tinha tudo planejado, tinha tudo certinho. É o que ele falou, ele sabia como abrir a porta, né, >> pô? Essa essa essas histórias >> tem tem rosto dele, a pessoa sabe como ele é, >> sabe mais ou menos. Tem tem foto dele aí. >> Um conto chinês. >> Esse é o conto chinês. O o essas histórias onde a gente não sabe o que Aconteceu afinal
são muito intrigantes, né? São as histórias que eu mais gosto particularmente. Aliás, eu comecei a escrever as histórias e os livros por causa disso, porque eu falava: "Nossa, mas caramba, o que será que aconteceu?", né? E a gente nunca vai saber algumas histórias. Você nunca vai saber. >> E e a história daquela expedição do Terror e do >> Airborts >> Airb é ficaram presos lá no ártico. Ess Esse é o melhor livro que eu já li na minha vida. >> Virou série, né? >> Exatamente. >> Virou série. >> Virou. Virou série. >> É tão bom
quanto l >> Expedição. Expedição Franklin. >> É expedição Franklin. Qual que é a história? >> Então é >> porque porque na série tem umas coisas Meio fantástica lá, né? Ah, então da sério, eu não assisti, mas o livro, o livro é maravilhoso, cara. >> Vale a pena. Nossa, >> como chama? Terror. >> Não é que a série é Terror. >> Eu li um, não sei se é esse que você tá falando, eu não lembro o título dele. >> Porque existia uma competição, o Amundsen lá no no Polo Sul, >> no Sul. >> Não, o Amundsen
foi no Norte primeiro, né? Primeiro Polo Norte. São Franklin queria provar que havia uma passagem entre o Atlântico e o Pacífico pelo topo do planeta, >> tá? >> Por cima. >> Então não é esse, não é esse então que que eu tô falando. É outro que o avião fica preso no o navio fica preso no gelo >> na aqui na Antártida. >> Ah, não. Esse é o Shakleton. >> Shakoton. Exato. É Shakoton. Esse que é o melhor. É, é o melhor livro que você vai ver na sua vida. É fantástico. >> Vale. Então eu tenho
ele aí no >> e as fotos porque o teu é com foto, né? >> É, >> cara. >> Não, então vou vou ler, vou ler, v. >> Cara, esse livro é maravilhoso. >> Esse é da série. Esse é da série, não é? É >> o porque teve essa essa nessa época aí, no início do século passado, houve expedições tanto lá em cima quanto embaixo, no polo norte e polo sul. Foi muito muito intensa a >> corrida. a a corrida para ver quem era o primeiro a fazer alguma coisa. E no caso da do Arabos e
do Terror, que eram dois barcos, né, Arabus e Terror, >> meio tá, será que é >> o comandante chamava-se Franklin? E aí, Eh, o, a missão dele era provar que havia uma ligação pelo mar entre o Atlântico e o Pacífico pelo topo do planeta, perto do Ártico, na no Ártico, na verdade. E eles saíram com essa com essa missão, com esses dois barcos programada para durar, se não me engano, 2 anos. Mas eles ficaram presos no gelo. Uma tragédia, na verdade. Ficaram presos no gelo. >> Eh, e não voltou ninguém. Morreram Todos, desapareceram todos. >>
Ah, não acharam nem corpos, essas coisas. >> Acharam depois. Depois sim. Ninguém voltou. Ninguém voltou da expedição. Todo mundo que tá na expedição, todo mundo morreu. >> Ao contrário do Chaco. >> Ao contrário do Chaco. O Chakão é um exemplo de de liderança bem feita. Exatamente. Por isso, >> porque ele conseguiu salvar a tripulação Inteira. >> Salvar a tripulação inteira. Cara, >> é um negócio >> 20 e poucos homens que ele salvou todo mundo. >> Mas aqui sei qual foi o erro >> no Franklin aconteceu o contrário. Eles eles foram surpreendidos pelo gelo. Os navios
ficaram trancados no gelo. >> Porque é muito rápido que você fica, não dá para voltar, não dá para fazer uma manobra quando é assim. >> É. É, nós estamos falando de uma região muito grande para começar >> e era uma região inexplorada, tanto que estavam lá para para traçar um canal que ligasse uma coisa a outra. Por fim, eles acabaram ficando trancados, congelados e e em determinado momento a uma equipe saiu caminhando para tentar achar uma saída, para tentar achar alguém, enfim, alguma coisa. >> Então, morreram tanto, tanto os tripulantes que estavam no barco quanto
Aqueles que saíram depois. Ambos morreram porque não tinha mais o que comer pelo frio e intenso. Mas teve, mas teve uma agravante também, né, nessa expedição. Foi a primeira vez que se fez, era considerado um avanço na época, eh, a carne enlatada. >> Sim. >> Não, não havia refrigeração naquela época. Então desenvolveram na Inglaterra um sistema de de colocar a carne dentro de latas que eles se conservariam, tá? >> Que era spaman, né? >> E ocorre >> spam, o nome surgiu daí a marca da era spaman, né? >> É, ocorre que eh depois se descobriu
que muitos dos homens da expedição morreram, na verdade, de contaminação pelo envazamento da carne mal feita. >> Pela carne. Putz, >> ele jogando bola ali, né? >> Enferrujou e aí eles morreram. Mas essa história foi muito foi muito triste, Porque eles desapareceram e três ou quatro anos depois eh houve uma outra expedição para tentar encontrar os dois barcos e eles encontraram eh o corpos, na verdade, encontraram o grupo, encontraram um grupo mais à frente >> e o grupo mais à frente que eles encontraram, que é o grupo que saiu caminhando, tava muito próximo de chegar
onde eles queriam chegar, que era do outro lado. É mesmo >> da travessia. Eles morreram assim, Morreram na praia praticamente. >> É, nas séries eles colocam umas coisas sobrenaturais aí, >> é, não, não teve nada de sobrenatural, foi tudo perfeitamente explicado. Agora, no caso do Chakreton, é uma história impressionante. Eh, eh, porque o barco dele ficou trancado no gelo da Antártica. Ele com a tripulação dele eram 20 e poucos caras. >> Qualção dele? Que que que eles queriam fazer? >> Chegar ao Paulo Sul. >> Chegar ao Paulo Sul, >> tá? Eh, e eles ficaram trancados
pelo gelo, passaram o período inteiro, veio um outro inverno e eles continuaram trancados no gelo, não descongelou o suficiente para eles tirarem o barco de lá. >> E aí quando chegou o veio o segundo inverno, tô resumindo muito a história, o Shak tomou a decisão de abandonar o barco e sair encaminhada até a ponta da Península Antártica. E de lá ele levou junto dois botes do do endure. >> Por terra, >> foram arrastando no gelo. >> Pelo gelo, cara. Uma parte bem triste antes, né? Do >> Não, eu que eu não quero dar spoiler. Lê,
lê, cara, que é legal. >> É porque ele ele eles tinham cachorro, né? Para pr para arrasar o tren é, eles começaram a sacrificar >> e aí começaram a sacrificar o cachorro Para poder comer. >> Aí depois começaram a comer foca, né? É, foca pinguim. E, e inclusive nessa tripulação do chakleton, eh, tinha um, eh, tinha um, um ai, que esqueci a palavra agora, um intruso, como é que chama assim quando cara embarca, um clandestino. Exatamente. >> Teve um tripulante de lá que era um clandestino que ele embarcou, ele não fazia parte da tripulação. Quando
o barco do Chakon parou em Buenos Aires, Que era a última escala que ele ia fazer antes de chegar na Antártica, eh ele recrutou alguns marinheiros lá na região e um desses marinheiros levou um garoto, um amigo dele, escondeu ele na cabine e o chakraso só descobriu que tinha um um clandestino no navio quando o navio o barco já tava navegando e aí o garoto acabou sendo incorporado na tripulação. >> Eh, e sobreviveu também, inclusive. a a história de a a a >> mas o que mais impressionou no Shakes é que eles saíram caminhando no
gelo, arrastando os botes muito tempo até a ponta da península, até uma ilha elefante e de lá ele botou um barco na água e ele falou: "Eu vou até as ilhas Jorge do Sul, que não é ali do lado, não, é coisa de 500 milhas de mar pra frente, um dos piores mares do mundo. >> Em, eu já naveguei ali, sei o que que é muito ruim. E ele foi com seis ou sete homens, se eu Não me engano, eh, vela e remo basicamente. Ele fez a travessia, ele chegou na ilha Jorge do Sul, chegou
no lado errado, porque a ilha só tinha um uma vila que era uma um acampamento de de baleeiros que ele já conhecia, mas fica do outro lado da montanha. Depois de fazer tudo isso, ele ainda teve que escalar a montanha, tipo alpinista para chegar. Não dava para dar volta pelo com o mar >> não. Eles não conseguiam. O o mar não Permitia eles fazer isso. Eles só conseguiam navegar basicamente em linha reta. >> Nossa. >> E aí ele teve que escalar e ele chegou lá e um mês depois ele conseguiu um barco, veio e resgatou
todos os caras vivos. >> E a galera se alimentando de foca. >> Foca. Foca. Léo Marinho. O >> a história do Chakret é impressionante. E tão impressionante. >> Os caras conseguiam fazer fogo? >> Não, eles conseguiam. >> Conseguiam. E tão impressionante, eles faziam fogo e extraíam, extraíam. Aliás, o o clandestino, o garoto, a função dele era eh tirar o óleo da Exatamente. >> Da da dos dos animais do cozimento lá. >> Tanto que ele vivia todo encardido. E tão impressionante quanto a história do do Chakra. Então foi quando acharam o barco dele, que foi há
uns 4 anos atrás. Eh, acharam o barco dele intacto no Fundo do mar, eh, da Bahia onde ele tava. O barco inteiro. >> Inteiro. Tem foto. Se você achar, >> acho que é por causa da temperatura. O tipo de de de >> casco, >> não, a temperatura ali, né? Então não tem muitos animais assim para para corroer, para oxidar, né? Não, não. Por que que ele afundou? Ah, >> ah, ele afundou porque ele foi comprimido pelo gelo. O gelo vai esmaga. >> Esmaga. Mas não esmaga. ponto de >> eles vão tentar recuperar esse navio. >>
Não, não, não. Lá, lá, lá. Eles fizeram um acordo mundial de que não vão tirar nada do Eles escanearam o Endurance inteiro em 3D, tá? Eh, mas não tiraram nenhum nenhum parafuso de lá. Eh, isso aí, esse é o endurance. >> Então, você vê que o >> Olha isso, >> olha, >> 100 anos depois o barco tá inteiro, né, No fundo, no fundo da Bahia. E >> são essas coisas transparentes aí que estão em >> É, são seres marinhos do mundo. É água viva. Água viv. >> Mas a a história do do Chakreto é fabulosa.
O quando acharam o barco dele, o estado que tá o barco é é impressionante porque parece que foi ontem, né? E foi há mais de 100 anos atrás. >> Mas esse é daqueles livros assim que você começa a ler >> e caraí você não quer parar. >> E não fizeram filme disso. >> Pois é. história. >> É, e o Chagreton morreu eh logo depois de desse dessa expedição, morreu na própria Ilha Jorge do Sul. A mesma que ele foi lá para salvar os caras, ele tava voltando numa nova expedição pr pra Antártica. E quando ele
tava parado lá na Jorge, ele teve um Ataque cardíaco e morreu. >> Nossa, >> ele tá enterrado lá, inclusive. O túmulo dele tá nas ilhas Jorge do Sul. É uma história impressionante. >> E tem histórias também do Street de Magalhãense também. Todo mundo fala que é um lugar terrível lá para atravessar. >> Não est de Magalhão, mas o cabo Horn, a ponta. É o estreito. Na verdade, é um atalho que que é uma alternativa para você não pegar o cabo horn, né? >> Então você o cabo horn é uma ponta, mas aqui tem um tem
um estreito que você pode que você pode cruzar. O se de Magalhães é entre a terra do fogo e e a pontinha. Exatamente. Não seja muito fácil porque venta para caramba. >> Atravesse de de uma numa ferry bolt, uma balsa lá. É bem punk para parar. >> É venta muito, né? Venta muito. Mas o o a ponta do >> a história porque chama Terra do Fogo é Louco, né? Que os caras que estavam magalhães vinham aquelas fogueiras do dos >> dos nativos lá. Nativos. Exatamente. Terra do >> Patagones. Por isso que é Patagônia. e o
e o cabo horn, que é a ponta da América do Sul, né, onde o Atlântico encontra, digamos o Pacífico assim, que é dali até a Antártica é o lugar mais próximo, mas imagina um canal que é o Streit Drake e é como se fosse um ralo. Então imagina toda a água, dois oceanos se encontram no lugar, um lugar fica uma máquina de lavar roupa ali, né? >> E o cabo Ron é muito, >> mas é possível de atravessar. >> Sim, sim, sim. atravessa-se com alguma frequência, especialmente no verão. Pessoou >> lá. >> Ah, sim. Várias
vezes. Várias. O Amir, o Amir teve várias vezes na Antártica atravessando. >> Deixa entender aí. >> É, então vamos lá. O cabo Horn tá bem na ponta, bem na ponta aqui onde acaba a terra. Esse é o cabo horn. Tem um farol e tudo mais, né? >> Eh, o estreito de de Magalhães que você fala, tá ali em cima, >> tá? que atravessa Pareno. Exatamente. >> E o Bagle, o canal de Bagle tá >> é esse aqui debaixo de Uxuaia, >> tá? >> Esse é Bagle. >> Você foi lá em Usuaia, já >> foi? Foi
de carro daqui até lá. >> Eita! >> Um brava do brava daqui. >> É de brava. Não sabia de nada da vida. Falei: "Ah, vou de brava, não tinha celular, não tinha nada". Falei: "Que pode acontecer de ruim?" >> Se fosse de maréia aí você ia conhecer a Terra do Fogo, realmente. >> Exato. Foi uma uma combi, né? E você sabe que no o cabo Horn, que que é meio emblemático, né, na pro mundo marítimo, né, o cabo Horn fica na pontinha ali e tem um farol e tem uma casa e a base do farol
e nessa casa é decorada com flâmulas, bandeiras de pessoas que passam pela região ali de barco. Todo mundo deixa uma é mais ou menos como teu estúdio aqui, tá? Deixa uma lembrança do mais organizada, mas deixa uma lembrança, uma lembrança Do do barco lá. Então, e tem um clube eh dos das pessoas que que dobram o cabo Holly, que vencem o cabo Holly, então elas têm adquirem o direito de fazer parte de um clube. >> É porque não é >> do das pessoas que já fizeram essa essa travessia, né? dependendo da e >> antigamente quando
não tinha o canal do Panamá, >> tinha que descer até que ele tinha que tinha que passar por aí. >> Sim, sim. Um barco que saísse de Nova York para ir pra Califórnia, por exemplo, ele descia até o final da América do Sul, dobrava e subia. Por isso é que de cada 10 que saía de lá só chegava cinco, porque os outros cinco ficavam pelo caminho, especialmente aqui no Cabo Horn, especialmente, que é o lugar da navegação mais dura, mais tensa de de todo o percurso. >> E essa história da abertura do canal do Panamá
também é outra outra coisa. A Quantidade de gente que morreu, velho para fazer, >> morreu na obra, morreu de malária, né? É, >> centenas milhares foi >> uma foi uma obra faraônica pra época, mas custou a vida de muita gente porque era muito precário e a região é muito inóspita de morreu muita gente, muito trabalhador de malária, né, de febre amarela. >> É. >> E mas o canal o canal foi a salvação do do comércio. >> 25.000 pessoas. >> Ô louco. O canal foi a salvação do comércio, né? porque ele encurtou o >> e tá
agora teve essa briga aí entre China e Estados Unidos, né, pelo controle aí, né? >> É, inclusive a curiosidade é que o a largura dos navios ela é limitada pela largura do canal do Panamá. >> Canal é >> como a largura dos navios é limitada pela largura do canal. O cara fazer um fazer um um um navio, um porta contêiner, por exemplo, gigantesco que não passe no canal, não adianta nada, >> senão ele não consegue atravessar o canal. Mesor coisa do canal de Suéz, né? Lembra o navio que entalou o canal lá? >> É, aquele
lá é >> ele passava, mas só que ele deu o azar de fazer assim e ele entalou todo mundo, né? Eh, >> era barbeirão. >> Problema dos canais é isso. Eles eles exigem uma navegação muito precisa, né? E o canal do nunca atravessei o canal do Panamá, mas queria, mas eu sei que é uma operação muito complexa, é uma série de >> elev primeiro sobe aí, depois desce do outro lado. >> É, exatamente. >> Porque qual é a diferença de de >> Ah, eu não sei qual que é mais baixo, Qual são 20 cm. O
Atlântico é 20 cm mais baixo que o Pacífico, não é? Só isso? E precisa todo esse >> É, mas >> mas é o terreno montanhos. Ah, >> tem inclusive um lago lá em cima onde eles fazem a travessia do lago. >> Tem um passeio lá. Eu quero fazer esse passeio lá no canal do Panamá que você vê fui o Panamá, mas não não fiz a travessia do canal. Tenho essa curiosidade. Deve ser um pouco assustador se você tiver num barco pequeno, como conhecidos meus já fizeram e a travessia com veleiros, porque não é que você
entra sozinho na na cruza, você entra do lado de um gigantesco navio, né? >> É, >> tem uma fila lá, né? Qualquer coisa queele o bicho te esmaga ali, né? >> Nossa, >> mas a >> pô, não tinha pensado nisso, né? Tem uma Largura máxima lá, senão. >> E a altura, a altura do oceano acho que é, se eu não me engano, é por causa da salinidade da água. É, tem um é mais salgado, então tem é mais denso e aí fica mais pesado, alguma coisa assim. Aí é é mais baixo, pacífico. >> E aqui
embaixo eles se juntam e tão no mesma na mesma altura, né? Que >> doideira. É aqui essa ponta, essa ponta do straight de Drake, como eu falei, é um é um esquadouro, né? É um ralo. >> É, >> é um ralo, por isso >> que vai para para acertar essa diferença. >> Mas é perfeitamente possível navegar isso. Não é que é uma coisa impossível. No passado era muito mais complicado que você não tinha tecnologia, você não tinha previsão do tempo para saber uma janela de tempo, porque também é o tempo lá também é >> muito.
Ali é uma a Antártica é uma Fábrica de ventos, né? >> Né? Então as coisas sempre vem de lá. Então se você tiver, no passado não tinha, não tinha como prever a metodologia, mas se você tiver uma previsão de tempo bem feita, você sabe que vai ter um período de 7, 10 dias sem vento intenso e você programa para atravessar nesse período, né? >> Aproveita. Mas é um lugar bem bonito lá, cara. Terra do fogo. >> Não é lindo. Inclusive é uma tática que Eu vi, não desembarquei, mas eu vi. É, eu tinha, eu tinha
esse projeto de para lá também que é caro, né, para ir para andar direito. Muito, muito. É um turismo da Terra do Fogo, né, que tem uns navios que saem de lá para Chuaia para lá, né? >> É, é o os cruzeiros hoje em dia paraa Antártica que só acontecem no verão, né? Só são possíveis no verão. É, eles são bem caros. >> Dá para ir de avião agora? >> Dá >> caro para [ __ ] Você tem você tem oportade barco não é legal, né? Não éade. >> É, mas é um voo comercial. Você
paga os tubos lá, ele sai da da Inglaterra para uma pista de de das estações. Nossa, >> das estações. Acha falando assim, tu uma bala quanto? Não lembro quanto era isso? Dá dá para ver novo também. Mas e tem uma briga, né? Porque o Chuai é a cidade mais austral, né? E aí a a o Chile fica brigando por ele porque tem outra cidade, mas ele não considera não sei por >> Sim. Tá em frente ao Chuai ali. >> Oxe, ele fica com baixo austral. Xuxa e o converso contra o baixo austral. Manda, manda aí
umas perguntas aí, querido. >> Só para fazer um comentário. A galera tá aqui em peso falando que o Lito tá a cara do Wolverini. >> Ah, pessoal tá falando aqui, ó. >> Wolverine brasileiro, Volverito, >> já sabe. Próxima festa fantasia, né? Deixa crescer mais aqui, né? >> É, ó, a galera. >> Ah, não é aqui, né? É, galera tá falando Volvelito aqui. Volvelito. >> Vamos lá. O Augusto Forte, ele tá perguntando aqui, ó, alguma novidade sobre a queda do Artiana em 2022 que caiu em queda livre reto para baixo. >> Quem >> é Ari em
2022? E esse desastre assustou pela violência e nunca foi bem explicado. >> Na verdade foi. É que vou falar o que o governo chinês falou. E aí a gente já já tem a solução do acidente, tá? O governo chinês falou assim: "Não vamos liberar o resultado da investigação, porque isso pode afetar negativamente a sociedade". Ué, >> ou seja, o cara se suicidou. >> Ah, tá. Hum. >> É, é, é uma explicação. É, se fosse >> mesmo caso da do Malion, talvez. É, só que esse foi o cara botou o nariz do avião para baixo e
agora >> ele tava sozinho no avião, então não, >> não tinha v comercial, >> era um voo comercial, >> tripulação, tudo mais, >> tripulação, passageiro. Vou fazer uma pergunta agora porque eu comecei a ficar preocupado com isso. >> Olha aí >> o que tem na na na indústria da da aviação para evitar que um maluco leve todo mundo junto num acesso desse de depressão ou vou me matar e tal. Tem alguma coisa que dá para fazer? >> Depois depois de 2015, que foi quando aconteceu o German Wings, aquele que o piloto levou o avião pro
para bater na montanha. >> Ah, >> depois ali mudaram algumas coisas assim, Uma delas é o o a saúde mental dos tripulantes é avaliada a cada se meses. >> Mas também, né? Ah, mas não dá para ser toda semana também, né? >> Não, não, eu sei, mas isso isso não impede, né? Eu tô falando assim, tá? deu a pirou o cara. E aí >> não existem outras contramedidas assim de É porque o o complexo do ser humano é o seguinte, é difícil pra gente entender que uma Mesma pessoa que salva tantas vidas aí todos os
dias, os pilotos eles tomam ações que que na hora de uma emergência que salvam vidas. O Sty é um caso desse. >> Claro. Sim, sim, sim. O mesmo ser humano que tá tudo ali para salvar, pode ter um outro, o mundo reverso lá, o mundo bizarro do super homem que, pô, faz o oposto e leva todo mundo. Ah, >> porque na teoria não vai ter dois caras assim, então o copiloto poderia assim, mas se o cara é tão louco, ele vai Arranjar um jeito de >> Então é por isso que existe um uma fince assim
na na questão psicológica agora existe a a o procedimento de se alguém vai ficar sozinho no no cockpit. >> Mas a possível ficar sozinho >> em algumas empresas? Sim, porque existe um procedimento X. Em outras não, tem que entrar um comissário de bordo e ficar lá com outra pessoa. >> Nunca fica o cara sozinho. Aí já >> nunca fica o cara sozinho. Mas assim, é a é a resposta é polêmica desse negócio, assim, é >> você resolve tirando o ser humano da cabine. >> É, >> só que >> a gente vai para um para um
caminho desse um dia, você acha? >> Eu acho difícil. >> Vou automatizado. >> Eu a tecnologia existe, tá? É é viável. A tecnologia existe, >> mas não dá para ter um ter um cara só para se dar errado, tipo, deixa o voo totalmente eh programado e tá o cara. >> Mas já é assim, >> mas é isso que eu ia falar, grosso modo, já é assim, né? Já é assim, >> mas o cara não precisa subir eh eh eh pousar e e levantar voo e e aterrizar. Não é um humano. >> É humano. É. É
porque >> mas não precisava ser. >> Não precisava ser. >> Dava para fazer totalmente levantar voo e pousar. >> Pousar. O o Imbraer, o Imbraer, o Ejet, ele decola sozinho, calcula todas as >> Ele ele calcula, na verdade ele faz isso. Isso é uma patente brasileira, inclusive uma patente brasileira. >> Eh, inclusive o engenheiro que que desenvolveu o sistema, ele ele dá aula na minha escola de da pós-graduação em Engenharia aeronáutica, eh, para economizar combustível, >> tá? e aumentar a performance. Ou seja, com a mesma quantidade de combustível, você consegue decolar mais pesado se decolar
automaticamente com ejet. E aí entra diversas coisas. Eu ainda vou fazer um vídeo com esse cara para ele explicar. Ele não pode falar tudo, obviamente, porque é patenteado e não vai entregar o segredo. >> Mas existe decolagem. O pouso já pode Ser automático em condição de visibilidade zero. O pouso é automático. >> Pois é, né? O cara não tá vendo nada. Aí, >> então a tecnologia em si, a Airbus fez um teste em 2020, >> fez 175 voos autônomos. autônomo. É, desde a hora de o o avião saiu do gate. Quem deu partida no avião
sozinho foi o os computadores, >> deu partida, pediu autorização de táxi pro controle de tráfego aéreo, >> taxeou, foi até o ponto de espera e tudo com visão lidar, né, que é o não é o do Tesla. O Tesla usa usa câmera mesmo, né? Mas tem uma outra visão que é com não é laser, não sei que é. Então é laser, é com laser. Eh, consegue enxergar todos os obstáculos, eh, tanto móveis quanto fixos. Vai até a cabeceira, decola, faz o voo sozinho, aproxima, comunica, mantém comunicação, controle de tráfego aéreo e pousa. 175 V foram
feitos com sucesso. >> Então, já tem um conhecimento incrível e a tecnologia existe. Só que por que que ela não vai ser implementada tão cedo? Porque precisa mudar tudo, precisa mudar o controle de tráfego aéreo. E aí tem a questão da sociedade. >> É, >> a sociedade vai aceitar entrar no avião sem piloto? >> Isso. Cagaço, né? >> Porque mesmo é muito, é um ponto muito fora da curva esse, esses casos de Suicídio assim, são muito raros no universo de 34 milhões de ter pensado nisso até agora, por exemplo. >> Sem dúvida. >> 34 milhões
de volos por ano comercial, cara. Sabe quantos passageiros são transportados? >> Cara, estão falando que é que é infravermelho. Não, nada a ver, né? O >> eu não sei se o lidar procura lidar no L I D A R. >> Eh, quantos passageiros são transportados? Foram transportados em 2024. >> Bom, se for 34 milhões de voos, multiplica isso por 200. >> É um número assustador. >> É absurdo. >> Quanto, qual é a população do planeta? >> 7 bilhões. Quanto a gente tá? 8 bilhões. A aviação transportou num ano 4.2 bilhões de pessoas, >> como se
fosse mais da metade da População do >> da população do planeta. >> Voou, morreram 72. >> É nada. >> E isso aí em 2023, tá? >> Morre mais genteicado por mosquito, né? Então aí é isso que que eu falo assim, pô, é seguro para caramba, >> não é? E você falou esse preconceito, né, de voar, talvez percurso, um um o helicóptero ou coisas mais dentro da Cidade, o pessoal tenha meio menos preconceito de ser totalmente automatizado, né? >> Pega aqui, >> talvez é, mas você pega, por exemplo, o Evetol, que é o nome dessas coisas
aí que estão surgindo agora >> da Imbraer, eles é para sete lugares, mais um é piloto. >> Ah, tá. Ele manteve o piloto lá ainda e não precisa, mas tá lá >> para caso de ou para segur pros caras Ter uma segurança. >> É pros executivos falar: "Vou sair da Faria Lima pro para Guarulho sem o piloto". >> É. >> Ou deixar o Pablo Marçal também, né? >> Chama, é só chamar ele. >> Chama o Pablo Marsal. qualquer coisa >> é no no mar eles estão desenvolvendo várias embarcações autônomas para fazer e calcul >> navegação
navegação comercial sim >> vários vários protótipos sendo testados na navegação. O o único risco que tem é água >> o único risco que tem é os traficantes embarcarem nessa e começarem a transportar droga com com barco autônomo, né? mesmo, né? >> Sim. >> É, >> é laser, tá? É tecnologia de sensoreamento remoto que utiliza pulsos de laser para medir distâncias com alta Precisão, criando nuvens de pontos tridimensionais e mapas detalhados de superfície. É, >> teve um cara que fez um experimento uma vez com o carro da Tesla, que é autônomo, e fez com os concorrentes.
Eh, o Tesla usa câmera de infravermelho e os concorrentes usam a lar, que é esse de laser. Aí, que que o cara fez? Uma estrada. Aí ele pintou um um painel gigantesco com a continuação da estrada, >> tipo o desenho do pica-pau. Isso n [ __ ] pau não, do do bbip lá do como é que é o nome? Papalas >> papaleguas de coyoche. >> A mesma coisa >> o carro do >> para ver. Então o da Tesla rasgou várias vezes o painel e os outros percebia porque o Lidar que é o laser, ele cria
essa nuvem de coisas. Então ele conseguia, não sabe o que que é, mas conseguia enxergar o negócio e parava o Carro quando chegava. Ó >> lá. Não sei se dá para você consegue ver a diferença e por que o radar é assim. O lidar eu acho que é mais preciso, né, que ele tá >> o lidar é bem mais preciso, né? Ó, você vê o contorno das coisas. O outro é meio borrado assim porque é onda eletromagnética. >> Ah, >> é para quem para quem tem medo de voar, A ideia de entrar num avião que
não tem ninguém pilotando é apavorante, assim, né? favorante. É porque é que o medo envolve muitas coisas, né? Não é só >> o medo >> existe o medo de morrer especificamente, mas existe o medo da solidão, o medo de não tá no controle, o medo de o medo de perder o controle em voo. Tem gente que não tem medo do voo, mas tem medo de perder o controle. A >> ela perdeu o controle dela. >> Ela perdeu o controle dela dentro de um avião que tá no meio do oceano. E aí, que que vai acontecer?
>> Então, as pessoas têm medo disso também. É. É, é, é bem complexo esse negócio do medo de voar. >> Fala, eh, >> diga aí, tem mais perguntas? >> Mas aquele negócio, né? E esse papo, a gente fala, esse papo, alguém assiste esse podcast daqui, sei lá, 40 anos e fala: "Pô, os cara tinham medo de, tipo, Tem tanto aconteceu tanta coisa autônoma, os cara falam: "Meu, os cara era piloto, era humano antes." Olha que doideira. Achar absurdo é o anterior, né? >> Exatamente. >> É, fale. >> A Melissa Kelly tá perguntando qual. Você inventou
esse nome? Melissa Kelly. >> Melissa Kelly. Qual é a maior semelhança entre ser comandante no ar e no mar? >> Putz, hoje em dia é >> depende. Se o cara for corintiano, os dois tente mão, né? [Risadas] >> Maior semelhança, >> cara. Assim, eh, no o eu acho que é tem muito mais diferenças do que semelhantes. >> Eu também acho. >> Um comandante de navio, ele nem pega no timão. >> Tem um cara, tem um oficial lá que vai, vai gerar o navio para ele. >> Qual que o trampo dele? Que que ele faz? >>
Ele, ele basicamente supervision, faz supervisão fazendo a parada. >> Sim, tem os oficiais, tem todo, tem todo o uma escala, tá? Tem o primeiro oficial, segundo tomar uma decisão é que deu alguma coisa de problema. Não, ele é ouvido sempre em situações onde demande mais responsabilidade, mas ele é o que o falou, a única coisa que ele encosta é no hoje em dia é um é é um joystick, né? Joystick. É um joystick. Navio, é, >> a última coisa que ele encosta naquilo, porque tem um >> é o contrário do comandante do avião. O comandante
do avião ele tá o tempo todo na operação em si, ele ele ele decola o avião, ele pousa. Se ele quiser, tem as trocas, né? Muitas vezes é o >> é porque imagina o tamanho que o tamanho compara o tamanho de um navio com o tamanho de um avião. O avião é muito mais compacto. O comandante tem que Estar sentado na cadeira, >> senão não tem nem onde ficar. >> Aliás, eu tive, eu fui dar uma palestra na Petrobras, no Rio de Janeiro. >> Sim. >> E tem um prédio lá que tem um simulador de
Tem uma ponte >> de comando, >> de comando de um navio e, pô, claro que eu quis, né, pegar no Timão. >> É, >> pô, sens, eu passei embaixo da ponte Rio Niterói com petroleiro, cara. Ele é ele é leve ou ele >> na verdade não era. Tinha o Timão sim, mas é tinha um simulador também com joysticks ser redondo. Tim da onde vem isso? >> Antigamente, né? Era mecânico. Era mecânico, né? >> Aquilo tava fazendo o quê? Tava acionando. >> Então quanto maior a roda, menos força você faria, né? Você não conseguia virar, né?
Era um sistema de de uma roda com cabos >> cabos e aquilo travava também. Cabos que era mecânic mesma direção para travar. >> É, antig, antigamente amarrava. Aliás, tem muitos veleiros ainda que amarro. >> Faz assim, né? >> É, se o cara não tiver um piloto automático, um piloto de vento, ele ele amarra o o timão. >> É joystick de vários eixos, porque não é só hélice mais atrás que o navio tem. >> Eh, tem nav truster. É, ele hoje consegue navegar lateralmente assim, consegue fazer curva sozinho, não precisa de rebocador mais. É bem, >>
faz um, como que chama isso? É um drift. >> É, não é bem um, é, é um drift lateral, né? Que ele anda de lado, inclusive. >> Podia ter velozes e furiosos, podia ter no mar também, né? >> Fazer a ideia, mas não é tão não é tão veloz e não é tão furioso, né? Podia Ser. >> Então, para respondendo a Kelly, Melissa Kelly. Melissa Kelly, >> eu falei Melissa Sandália. Kelly Sandália. Eh, não tem semelhança. E tem mais diferenças que semelhança. >> Tem semelhança na dos nas quatro faixas. >> Não, exatamente na responsabilidade, né?
Ele é responsável por todo mundo. Ele responde pelo pelo avião. O comandante do navio pode casar uma pessoa a bordo. O comandante do avião pode casar uma pessoa a bordo. Tem poder de >> É que poder é esse? >> Mas você não sabia que podia casar no avião? >> Pode. Como assim? É, mas para que que ele vai fazer isso? Ah, se alguém quiser casar a bord. >> Ué, vai que você conheceu aomoça, se apaixonou esperar atisar. Que pressa é essa? >> E e também no navio. >> Sim, ela é autoridade máxima. Sim, autoridade máxima.
Manda manda prender e manda soltar. Literalmente ele pode prender. >> E o lance do é o último que que abandona? >> Sim. Isso é o protocolo, né? O protocolo é que seja o ú que o Esquetino não seguiu, que para quem não não sabe, o Esquetino era o comandante do do Concórdia, >> que foi o último grande acidente Envolvendo transatlântico, já tem uns 12, 13 anos. E o Esquetínio conseguiu eh jogar o navio na pedra, que é difícil. Ele conseguiu foi porque se fazer uma graça, né? O navio ficou assim. a imprudência, né? >> Recuperar
o navio, cara. >> Ele queria passar próximo da ilha, não se sabe exatamente. Tem duas duas vertentes. Tem a vertente que ele passou próximo da ilha para saudar um comandante que hoje estava aposentado, Morava na ilha e queria fazer um agrado no colega. E tem outro que ele se aproximou da ilha para impressionar uma namorada que tava com ele no navio. Então ele queria passar próximo. O fato é que ele jogou o navio numa numa laje, numa pedra que todo mundo sabia que existia, que tá marcado em toda a carta náutica. >> Deveria saber, >>
deveria saber. Eh, houve uma série de confusões, como Sempre acontecem nesse caso, inclusive de comunicação entre ele e o e o marinheiro, que de fato manipulava o equipamento, disse que deu uma ordem, o marinheiro entendeu outra, mas enfim, ele jogou o navio na pedra. Eh, e aí ele para completar a série de falhas absurdas, ele foi um dos primeiros a cair fora do navio. >> E é por isso que ficou vadabord do Catson. >> Vadabord do Catson. uma frase famosa, o O >> capitão dos portos da região, que é a autoridade máxima na região, eh
ele é que deu essa frase, Vabbola do Crates, porque o o Esquetino ligou para ele quando já tava fora do navio e ele mandou: "Você tem que voltar pro navio. Seu lugar não é fora do navio, você tem que est lá". É. >> E aí ele >> ele ele saiu do navio ligou no lado de fora lá para pedir soc navio, pô. Nossa, >> exatamente. Morreram, acho que 18 pessoas, uma coisa assim. >> Eh, foi um coisa absurda no dia de hoje acontecer aquilo. Não tem não tem explicação. O esquetino tá preso até hoje, né?
Escreveu um livro se defendendo com os argumentos dele, >> mas tá tá preso. Foi um uma coisa inimaginável hoje em dia o que ele fez. >> É, mas não morreu ninguém. Morreu, morreram. Morreram, se não me engano, 18 passageiros. >> Por quê? Qual? >> Não, acho que eram 17 passageiros e um tripulante. Ficaram presos. Ficaram presos na cabine porque o navio começou a inundar. >> [ __ ] inundou a parte a lateral. >> É, ele deitou de lado e uma parte do navio inundou. E alguns passageiros, passageiro e cruzeiro, nem todos têm mobilidade, né? Geralmente
são pessoas de mais idade, pessoa tem dificuldade de mobilidade do Alasca, >> cara. 85% ou mais era velho. >> É isso aí. É isso aí. Contando contigo ou >> não? Naquela época não era velho não. Aí tô falando em 90, 95. Eu vi para lá. >> Mas a a frase, >> aliás, muito legal esse col >> a frase é no Alasca que fez. >> É, sai de de Sear, volta. É, vai a Junor. Sim. >> E depois volta >> Cagway. >> É >> Cagway. >> É. E depois volta para Canadá. Cidade. É >> muito legal.
>> É muito. É aquela região é muito bonita. Vale e balança, viu? Ah, navio balança. >> E ali é uma área brigada, hein? Brigada. >> Abrigada assim, é quase que um canal, não é? É, não é uma área de mar aberto e tudo mais. Fale. >> A Mariane Salazar tá perguntando se no Caso do acidente da Malísia não existe nenhum tipo de rastreador da caixa preta ou mesmo algum tipo de GPS ativo. Existe um, então na caixa preta do avião existe um localizador de emergência, só que como eu falei, esse é tão premeditado esse crime
que onde esse esse avião afundou tem mais ou menos uns 4.500 m de profundidade onde ele deve ter chegado. Se a gente pensar que o Air France quando caiu aqui na costa do Brasil, ele Ficou a 3000, é 2500, 3000 m, já perdeu o sinal. >> É >> porque é um é um ping muito fraquinho de sinal de rádio pro satélite conseguir identificar. Eh, então não ia localizar mesmo. >> E não tem como melhorar isso. >> Tem hoje em dia tem. Hoje em dia os aviões são rastreados. né, por outros sistemas. >> Ah, >> mas
a gente não sabe exatamente tudo que o cara desabilitou nesse avião, né? Porque ele tinha um conhecimento razoável para desligar transponder, >> ele tem que puxar disjuntor para desligar algumas coisas. >> Eh, porque você só desligar ele pela chave, você desliga ele, sim, o transponder fica desligado, mas outros sistemas do avião fica se comunicando com o mundo exterior e ele desativou algumas coisas. Entendi. Fale >> o Jean Cacho tá falando aqui, ó. >> Ah, você inventa essas Jean Cacho. >> Jean Cacho. Lito, teve um acidente ontem em Aquidauana, no Mato Grosso do Sul. Está sabendo
de algo? Dizem que um porco do mato entrou na frente do avião. >> É, não, isso já foi já foi descartado pela Polícia Civil. Eh, a única coisa que eu sei é o eh se não posso falar nada sobre acidente, Mas o que que tem de fato? O avião, ele não podia fazer táxi aéreo, podia prestar serviço de taxi aéreo. Esse é um fato. Segundo fato, o avião não poderia voar à noite, só poderia voar em condições visuais de urnas. E o acidente aconteceu às 18:30. Aí teria que pegar a hora do pôr do sol
no Mato Grosso nessa época do ano. Qualquer a gente tá no inverno e anoitece mais rápido. Então esses são os Dois fatos. Eh, quando É, é isso. É só só vou falar isso porque não saiu, né? vai ter toda investigação para para falar um monte de coisa a respeito. Eu tenho uma pergunta boa aqui, mas faz uma primeira aqui que essa é cara, o Jorge não sei se vai saber responder. Se vai, >> então não faz então >> viu? Não, não é muito complicado aqui. >> Vai adorar. Manda o >> o Marco Rodrigues pediu para
contar a história do piloto de F4 que foi atingido pelo próprio tiro e te mandou um abraço lá de Jacareí. Opa. Abraço Jacareí. [ __ ] eu tô, eu contei essa história também. É que eu conto tanta história para lembrar de tudo. A gente não tem esse problema. E às vezes e às vezes é, às vezes eu tô contando história, eu misturo uma história com a outra, entendeu? Então tem que tomar cuidado. >> É, mas é que eu realmente não lembro, mas parece que ele ele atirou e fez uma manobra e o tiro pegou no
próprio avião dele na na manobra. >> É o é o tiro no pé, literalmente. >> É, esse é o famoso tiro no pé. Mas eu vou vou até ter esquecido completamente dessa história. Vou até procurar ela de novo que dá um corte bom agora no essa época de corte, né? Todo mundo só quer ver corte. >> Você sabe que aproveitando a deixa aqui, teve um um dos maiores acidentes da Marinha, da história da Marinha do Brasil, aconteceu uma coisa parecida. Eh, eles afundaram o próprio o próprio barco, o próprio navio. >> Ah, >> eh, estavam
fazendo um exercício de tiro, era no Cruzador Bahia. Eles estavam fazendo exercício de tiro para treinar a tripulação e Dispararam erradamente e atingiu um carregamento que estavam levando de bombas na própria popa do navio. Eles mesmos explodiram o navio. Morreu muita gente na ocasião. >> Isso é como essas aquelas primeiras metralhadoras que fizeram com o avião de hélice. >> Sim. Tirava da própria é minha própria hélice. Pois é. Essa essa pergunta é muito complicada, então, presta atenção, tá? >> Vamos lá. >> Pode-se fazer sexo no Pacífico estando a bordo de um transatlântico? >> Pensa. Não,
não, não. É, vou, vou repetir. >> Por que que tem que ser no pacífico? >> Pode se fazer sexo no Pacífico se você tá a bordo de um transatlântico. >> Pô, mas você faz sexo no navio toda noite? Pode até parado no porco. >> Essa é boa, né? Muito bom. Transatlântico. Não pass >> não tenho transpac transac. >> É, >> os caras tão bom aqui, né, cara? >> Aí a quinta série tá em tá em peso aí. Nossa. >> É isso aí. >> Fala da da do Hélio. Hellios Harway 522. Ah, o Hélios é o
Ah, vou contar a história toda aqui, pô. Assiste o filme lá, o vídeo lá no meu canal. É, esse é Um que despressurizou. >> Eles teve uma manutenção à noite, os caras deixaram a válvula de pressurização do avião, o seletor da válvula fora de posição, >> tá? >> Aí chega a tripulação, não faz o checklist direito e decola com essa posição em manual. A válvula emanual, então o avião não começou a pressurizar sozinho porque precisa fechar a válvula ela modula, né? Ela vai fechando e vai Pressurizando. >> Sim. >> Conforme sobe, aí o avião é
esperto, ele fala: "Pô, não tô pressurizando". Aí começa a dar alarme. Aí deu o alarme de cabine e os caras confundiram o alarme como se fosse um alarme de trem de pouso e tenta silenciar o alarme >> de trem de pouso. É. E ao mesmo tempo o um dos dois era alemão, um dos tripulantes era alemão e o outro era grego. E aí não, a comunicação não fluía Direito. O fato é que não, em nenhum momento eles pararam de subir. E aí conforme você vai subindo e vai sendo privado de oxigênio, >> você vai perdendo
a consciência, >> vai perdendo a consciência, já não começa, não entende direito o que que tá acontecendo e aí apaga os dois. Ah, quem tá lá atrás chega uma altitude que aí as máscaras de oxigênio caem, os passageiros devem ter vestido a máscara, mas o avião continua subindo. Ao invés De de parar, ele vai porque tá programado, né? Tal que você falou do voo. Então, vou aí ele para na altitude de cruzeiro. >> O oxigênio dos passageiros ele dura 15 minutos. O dos comissários que tem umas garrafas portáteis. Esse dura bastante, dura até uma hora
e pouco. Tanto é que quando esse avião não responde mais ninguém e começa a voar autônomo, disparam uns caças atrás dele para ver o Que que tá acontecendo. E quando os caras chegam no avião, interceptam, eles olham que a as janelas elas estão embaçadas já, né? que é o sinal de que despressorizou o avião, mas eles conseguem ver que uma pessoa tá viva ainda, que é um comissário de bordo. E ele, esse cara tinha até um curso de piloto, alguma coisa assim, e ele tenta chegar na cabine, mas ele não consegue. E na cabine os
dois já estão >> apagados. >> Apag consegue porque ele apaga também. >> É. >> Ah, tá. >> E aí o avião fica voando sozinho até acabar o combustível. Aí quando acaba o combustível nunca acaba dos dois, das duas asas ao mesmo tempo, né? Tá, acaba de um primeiro, aí o outro ele começa a fazer uma curva quando perde e ele vai descendo e bate no morro lá e morre todo. >> Tem tem um livro que vai virar filme aí Que é o sobrevivente, não sei se já leu, >> não. que é do maluco de uma
religião aí que o cara rouba um avião, pousa com todo mundo, eh faz os tripulantes depois que volta a voar, pularem de deixarem no automático, no piloto automático, pulam de para-queda e ele e ele narra a história dele até o avião acabar a o combustível. E vamos fazer um filme desse. É >> que é isso, é o cara contando a vida dele de como ele chegou até ali, >> só que ele sozinho num avião. É. e vai até acabar o combustível >> narrando o próprio fim. >> É o o sobrevivente chama. >> Mas o olito,
nesse caso, onde a pessoa apaga, talvez eh seja a menos dolorida da das mortes, que pelo menos é >> Sim. Não sente. >> Não sente, né? >> É, >> perde sentido, né? >> Perde sentido. É, você fica com sono e Você dorme, >> tá? >> Tá. >> E é e é louco porque eh >> é é o o equivalente no mar seria a hipotermia, né? É, eh, mas hipotermia não é muito aos pouquinhos na água, >> caso. Caso severo de hipotermia, você perde a consciência, né? E aí você, o passo seguinte é você morrer afogado
porque você perdeu a consciência, mas pelo menos você >> não morre afogado. >> Não morre afogado, não sente o >> porque morrer afogado >> deve ser horroroso. Eu nunca morri afogado, mas deve ser horroroso, né? >> Por quê? Porque é entrar, imagina você ficar sem ar, cara, engolindo água. a hipotermia, mas a mas por outro lado, a hip tem uma história fantástica, eu lembrei aqui falando hipotermia. Ah, por outro lado, a hipotermia ela pode gerar em em algumas situações um negócio que é Quase um milagre. Eh, aconteceu um fato em 2014, se não me engano,
eh, na Dinamarca, era uma escola de adolescentes que faziam treinamentos de de com barcos a remo. Então, eles levavam os alunos para fazer o treinamento num região de fiordes assim, eh, e água muito fria, inverno. E eles estavam fazendo um treinamento e se não me engano eram umas 15, uns 15 alunos e um professor, não, dois professores e e 15 alunos no numa canoa remando na Competição. Mas era um dia de vento muito forte, a canua virou. Todos eles estavam de colete salva vida, exceto um professor, um dos professores está sem colete salvida. A canoa
virou e parte dos alunos eh eh ficou coberto embaixo da canoa, ela virou em cima deles. A outra parte eh caiu na água. Os que cairam na água, o professor falou: "Rem, nadem pra margem". Aí eles foram nadando, sofreram para até chegar na margem, mas chegaram na margem, eh, uns Sete ou oito, chegaram na margem, caminharam, pediram socorro, veio resgate e foi primeiro mundo, né? Mas aqueles que ficaram debaixo da canoa, eh, eles ficaram dentro d'água e eles sofreram a hipotermia. Quando o resgate chegou, eh, digou a canoa viu que só o professor que tinha
assumido, o único que tava sem cola vida, não tava mais, nunca foi achado. Mas os os alunos estavam lá, só que eles estavam clinicamente mortos, eles não Tinham a temperatura corporal deles, se não me engano, estava em 16 ou 17º. Então, estavam clinicamente mortos, não respiravam, não tinha batimento cardíaco, não tinha nada. Eh, mesmo assim eles foram resgatados, obviamente, e levados emergência para um hospital em Copenhague. E quando chegou no hospital, o o médico que atendeu eles resolveu como última última tentativa, fazer um procedimento de reaquecimento gradual do sangue Do das pessoas. Eh, era uma
é uma técnica que a cada, se não me engano, 10 minutos você aumenta 1 grau na temperatura do sangue do corpo. >> Ah, o objetivo era era de alguma forma fazer o organismo voltar, só que uma chance absurda de com deixar sequelas neurológicas e tudo. E o que aconteceu demais, extraordinário nessa história, é que era um sete ou oito, não me lembro, todos eles voltaram >> o quê? a vida e com zero sequela, Nenhuma sequela. Virou um documentário muito bacana congelada, né? >> É, é o a explicação. Tem um documentário muito interessante na BBC sobre
esse caso. >> É, é o seguinte, quando o corpo entra num colapso desse, ele eh reserva toda a energia pros órgãos realmente vitais. >> É igual a pan elétrica lá que desliga o entretenimento a bordo, né? E isso eh eh dá um burnout assim, desliga o o organismo da pessoa, mas mantém os Órgãos vitais, embora não tenha batimento cardíaco, nem respira. Eles ficaram duas horas, >> eles ficaram 2 horas nesse nesse quadro entre o momento que eles foram resgatados. >> Cara, eu queria conversar com essas pessoas para ver o que elas viram, né? O que
elas sonharam, né? Moment, elas morreram, né? O momento que eles foram resgatados, até o momento que eles voltaram assim, foi voltando um atrás do Outro, passou cerca de 2 horas, >> cara. >> Eles ficaram 2 horas clinicamente mortos e voltaram. >> Mas sabe o que acontece com o clandestino de avião também? >> É que o cara >> que entra no trem de pouso >> e aí o cara fica com baixíssimo oxigênio e - 50º. Aí o cara entra nesse estado de hipotermia. É. E alguns depois que o avião pousa, que começa a aquecer ali o
Sistema hidráulico e tudo, o cara sério, >> volta a vida. >> Mas sabe o que que salvou eles? Por que que eles não morreram afogados, já que eles estavam apagados dentro d'água? Porque eles estavam de colava vida. >> Ah, estavam boiando. >> E eles tiveram a sorte de ficar de cabeça para cima. Porque a Jesus quando te salva vida, te deixa de cabeça para baixo, >> então você morre afogado do mesmo jeito. Todos eles ficaram com a cabeça para fora. Então de certa forma eles não morrer, eles não engoliram água, >> entendeu? Ah, >> o
organismo desligou. Foi uma coisa assim extraordinária, inédita. Nunca antes e tinha esse procedimento havia salvo tanta gente numa no mesmo momento. >> Sabia que tinha esse procedimento de aquecer o o sangue? Cada a cada 10 minutos aquece 1 grau no sangue. Deve ter uma um nome essa técnica que eu não Conheço, >> mas tem um documentário muito interessante sobre isso. >> Senhores, obrigado demais pelo cara, passamos por várias histórias aí maravilhosas, hein? Fizemos, >> foi só história hoje, hein? Aliás, falar falar em história, vender um pouco meu peixe, eu criei um canal como do meu
amigo aqui, eh, onde eu conto algumas histórias são >> navios e músicas. Não, não, Já ser demais. >> Aí já seria demais, né? Não é só, é só histórias do mar mesmo. >> Não fus em silêncio, né? O cara não, não vou copiar não. >> Não tem nada a ver com lito. O meu é navio. Nada ver não é histórias do mar no YouTube aí. Conta umas historinhas lá. >> Muito bom. Então saiam daqui, já se inscrevam lá. >> E livros mais não fiz três, tô fazendo Quarto, mas senão vai demorar um pouquinho. Tô meio,
tô meio de preguiça. Mesma coisa. >> Mesma coisa. mais histórias, >> tenho mais, sei lá, >> 300, 400 histórias para contar >> e você livros, cursos, >> profissionalizar aí essas pessoas que estão aí assistindo, que tá pensando assim, o que que eu faço da minha vida? >> Então, é, faz, faz, entra na aviação, cara. Aviação é profissão. >> Você fez uma academia, não fez? Academia. Exatamente. >> Eh, eu tenho formação de mecânico de aeronaves. Você vai ser um cara como eu fui, mecânico de aeronaves. Você pode ser piloto privado, piloto comercial, comissário de bordo. Ou
se você tem algum curso de engenharia ou qualquer curso superior, você pode fazer a pós-graduação engenharia aeronáutica. Você vai pegar especialização em engenharia Aeronáutica. Eh, e aí emprego para você não vai faltar, nem empresa aérea e nem fabricante. A Imraer acabou aí de ganhar um contrato gigante da Latan para vender avião a rodo. >> É. >> E engenheiro é um é uma mercadoria em falta e ganha bem, hein? Dinheiro ganha bem. Então, se você tá aí pensando o que que você faz da vida, se vai ficar sentado no computador fazendo IA, né, videozinho de IA
e não vai ganhar nada Ou quer uma profissão, entre em contato com a litoacademy.com.br. litoaviationacademy.com.br BR e tem lá todos os cursos, preços e tudo mais. Metodologia avançadíssima, certificado e homologado pela ANAC e pelo MEC, no caso da pós-graduação. Então, tudo certo. É isso aí. >> Fechou? >> Redes sociais, >> belza. É o Instagram, Histórias do Mar, o site Histórias do Mar também. >> O site tem algumas histórias, no Instagram tem outras histórias também. Agora no canal também virar virar alguma coisa, né, de audiovisual aí, de animação. Você não pensou em fazer essas histórias com
animação de fundo ou com algum tipo de ilustração? >> Não, porque eu não sou tão bom desenhista quanto >> tem aí inteligência artificial chegando Aí para ajudar a gente aí. o os vídeos que eu gravo no canal do YouTube, eh, eh, eu mostro, como as histórias são verídicas, algumas têm alguma coisa documentário, então mostro mostro fotos ou trecho de vídeo para ilustrar melhor a história, para não ficar só olhando pra minha cara, né, que não tem muita graça, >> mas eu tento ilustrar assim para tornar a história mais eh factual assim. >> Sim, >> pessoal
falou, não tem nada a ver, mas chamou ele de Mick Jagger. Não, acho que tem a ver não. Mick Jagger do mar. Não, não. >> Aí no caso eu considero um elogio. >> Exato. E é contigo aí, cara. O Homer não é o Homer dos Simpsons, mas é o nosso Homer aí. >> Bom, agradecer demais aí os nossos patrocinadores, né, o Decolar e também a Insider que tá sempre com a gente. >> Os dois tem link na descrição que é recode na tela, certo? >> É isso aí. E se você ainda não deixou o like,
já também deixa o like. Cara, eu vou te falar, um dos melhores programas que a gente já teve aqui nesses 5 anos, hein? Juntar essas duas feras aí, meu. Brinade, >> brincadeira. >> Você viu a imitação do Era o Fom que eu tava fazendo. Brincadeira, meu. >> Esses dois aí, essas feras aí, hein. >> E aí, qual é a palavra? >> Então, isso que eu quero. Ah, >> para provar que chegou até o final, coloca aí. Volvelito. >> É, é. >> Sabia que você ia falar isso. O volvelito, cara, é esse personagem. Daqui a pouco
os caras vão fazer aí, vão mandar para ele. Ele de volver. Certeza, cara. Se não fizerem, eu faço. Falar inteligência artificial agora fazer assim, né? Mandem para nós que a gente Manda pro Lito aí. Então é isso, cara. Que episódio bacana. Eu mal aqui vomitei antes de começar o episódio, mas tava mareado. Tava mariado. >> Tava mareado. Mas fiquei aqui ligadaço no episódio. Tenho certeza que você gostou. Então, merece um like, merece a sua inscrição. Fique com Deus aí, beijo no cotuveir e tchau. E que bom que vocês vieram. Fui. >> As opiniões e declarações
feitas pelos entrevistados do Inteligência Limitada São de exclusiva responsabilidade deles e não refletem necessariamente a posição do apresentador, da produção ou do canal. O conteúdo aqui exibido tem caráter informativo e opinativo, não sendo vinculado a qualquer compromisso com a veracidade ou exatidão das falas dos participantes. Caso você se sinta ofendido ou tenha qualquer questionamento sobre as declarações feitas neste vídeo, por favor, entre em contato conosco para esclarecimentos. Estamos abertos a avaliar e, se necessário, editar o conteúdo para garantir a precisão e