Olá, assombrados. Eu sou Ana Paula e vou contar vários relatos só de hospitais para você nesta coletânea temática de hoje. Só relatos de hospitais.
Olha só que ironia do destino, né? Pois é, pessoal, essa semana não teve vídeos, tá? Peço desculpas, é porque estávamos todos com dengue aqui em casa, tá?
Eu e as crianças. Então, foi tenso, sabe? Para quem já teve aí sabe como não é muito gostoso você, né, a dengue e tudo o processo no no corpo, enfim.
Ah, mas estamos melhor, graças a Deus. Tudo bem agora, então vamos voltando aí com os relatos, né? E aí a gente tudo com dengue aqui.
Aí hoje a temática o quê? Hospital. Olha só, vamos lá.
Vamos ver então esses relatos de hospitais. Não se esqueçam de deixar o like. Eh, se não se não é inscrito, se inscreve no canal e não se esqueça da loja assombrada, ok?
Então, vamos para o primeiro relato de hoje, que é este, o hospital espiritual. Lembrando que todos os nomes de todos os relatos já estão trocados, OK? Então, vamos para este aqui que é uma moça que nos conta.
Olá, Ana e queridos assombrados. Eu sou a fulana, tenho 45 anos e gostaria de compartilhar um relato que ocorreu no ano passado. A minha mãe enfrentou um problema de saúde que nos levou a passar por cinco hospitais aqui em Manaus.
Embora minha família tenha muitos relatos, hoje vou focar nessa experiência específica com a minha mãe. Inicialmente devo mencionar que a minha irmã caçula sempre teve sensibilidade para perceber e sentir coisas que os outros não percebem. No ano passado, por volta do mês de junho, a minha mãe desenvolveu um ferimento repentino no pé esquerdo, o que foi especialmente preocupante devido à sua diabetes.
O problema se agravou rapidamente, com inchaço, dores intensas e descoloração, apesar das visitas a diversos eh espação, espaços da região sem solução. Bom, decidimos levá-la a um hospital renomado na capital amazonense, onde foi diagnosticada com pé diabético e e submetida a uma cirurgia de raspagem. Felizmente, nenhum dedo precisou ser amputado e ela começou a mostrar melhoras significativas.
O médico sugeriu transferi-la para um hospital de referência em tratamento de pacientes diabéticos. Durante sua estadia lá, nos sentimos mais confortáveis, já que o ambiente era mais tranquilo, quase como um retiro. Tudo corria bem até cerca de 29 dias depois, quando a minha mãe começou a ter diarreia persistente, sem melhora com os medicamentos disponíveis.
Sua condição deteriorava-se a cada dia e os profissionais não conseguiam encontrar uma solução. Diante dessa situação, meu padrasto exigiu uma mudança e fomos transferidos para outro hospital nas proximidades, onde, infelizmente alegaram não ter os recursos adequados para cuidar dela. Foi um momento crítico, pois a minha mãe precisava de atendimento urgente.
Finalmente, após alguma espera angustiante, surgiu uma vaga em um hospital em outra parte da cidade. Lá descobrimos que ela estava com uma infecção generalizada, com poucas chances de sobreviver. Foram três meses de intensa angústia até que ela começasse a mostrar sinais de recuperação.
E foi durante essa fase que as coisas começaram a ficar estranhas. A minha mãe relatava encontros noturnos com enfermeiros e médicos, mas eles não respondiam as suas perguntas e vestiam uniformes diferentes. Ela expressava um desejo intenso de deixar o hospital falando coisas que nos preocupavam, sabe?
O médico explicou que esse comportamento era uma reação esperada devido ao tempo prolongado de internação e aos medicamentos fortes, o que nos tranquilizou um pouco. Bom, certa noite a minha irmã, que tem sensibilidade para essas questões espirituais, relatou uma experiência peculiar enquanto acompanhava minha mãe. Por volta das 3 horas da manhã, ela viu uma figura masculina com roupas antigas, colocando a mão sobre a área afetada pela infecção de minha mãe.
Ao redor dela havia outras figuras vestindo trajes do século XVI ou XIX. Essas entidades se identificaram como uma equipe de médicos espirituais e mencionaram o Hospital Espiritual Bezerra de Menezes. A minha irmã não sentiu medo e após alguns minutos essas figuras desapareceram.
Pesquisamos sobre o ocorrido e descobrimos que Bezerra de Menezes foi um médico espírita muito respeitado, conhecido como o médico dos pobres. Sua imagem se assemelhava à figura descrita pela minha irmã, o que nos deixou perplexos, já que só tínhamos conhecimento de figuras como Chico Xavier e Allan Kardec. Após esse episódio, a minha irmã recebeu alta e está bem, graças a Deus.
Algum tempo depois, durante uma viagem de ônibus, deparei-me com uma placa que nunca havia anotado antes. Centro Espírita Bezerra de Menezes. Esse evento finalizou a nossa jornada reforçando a importância espiritual que permeou toda essa experiência.
Agradeço a você, Ana, e ao canal Assombrado, por me proporcionarem este espaço para compartilhar a minha história. Olha só que interessante. Um beijo para você.
Obrigada. Que bom. né, que ela tá bem.
E olha só o o espiritual trabalhando junto, né? Trabalhando aqui também na no tratamento das pessoas encarnadas aqui também. Olha que legal.
E elas não sabiam disso, né? Muito interessante, muito legal, muito legal. Alguém aí já teve uma experiência assim?
Conta pra gente, a gente quer saber, né? Assombrados. Vamos pro próximo relato que é relato no hospital mal Assombrado.
É um moço que nos conta. Olá, Ana. Meu nome é Fulano e hoje vou compartilhar um relato que aconteceu comigo e com a minha amiga Júlia há cerca de 5 anos.
Embora hoje em dia a gente até ria ao lembrar, na época foi bem assustador. Mas vamos começar. Foi em 2019 e eu estava terminando a minha faculdade de medicina.
Eu e Júlia sempre ajudávamos na limpeza do hospital, onde fazíamos estágio. Esse trabalho era feito em troca de um dinheirinho extra e não importava o local, até em hospitais a gente ia. Ã, é isso.
Até em hospital, eu sempre ajudávamos na limpeza do a do hospital onde fazíamos estágio. Até em hospitais nós íamos. Enfim, bom, como sempre, ao final do expediente, nós ficamos para limpar.
A ideia era começar pelo último andar e terminar na recepção, garantindo que tudo estivesse impecável antes de ir embora. Numa noite específica, estávamos limpando a recepção do hospital quando ouvimos um grito vindo do andar de cima. Imediatamente corremos para o segundo andar para verificar o que estava acontecendo.
Deixa, deixa só entender. Pera aí. Mas pode misturar isso, tipo, eh, eh, você fazendo estágio em medicina pode fazer a limpeza do hospital assim também?
Eu nunca pensei nessa se nessa possibilidade. Eh, eles pagavam em troca, era tipo um trabalho extra assim. Bom, enfim, vamos continuar aqui.
H, para o segundo andar. Então, corremos pro segundo andar para verificar o que estava acontecendo. Verificamos cada quarto, mas não encontramos ninguém.
A situação estava cada vez mais estranha e quando descemos pro térvimos o som de uma cadeira de rodas. Olhei para trás e vi uma cadeira de rodas se movendo sozinha em nossa direção. A Júlia, visivelmente assustada, me puxou e nós dois corremos para fora do hospital, decidindo ir embora o mais rápido possível.
No dia seguinte, o Janderson, o gerente do hospital, ou pelo menos achamos que era ele, nos repreendeu. Quando ele chegou pela manhã, o hospital estava todo sujo, mesmo após termos feito a limpeza na noite anterior. Normalmente começávamos a limpeza pelo último andar e íamos até a recepção, mas na noite em questão eu comecei pela recepção e a Júlia pelo último andar.
Enquanto estava na recepção, eu ouvi a voz do Janderson vindo do terceiro andar. Fui verificar e, para minha surpresa, encontrei a Júlia sendo enforcada por uma figura que parecia ser o Janderson. Corri para tentar ajudá-la, mas quando cheguei perto, essa figura desapareceu como fumaça e a Júlia aliviada foi embora e eu fiquei sozinho.
Como assim? Se ah, tipo, um negócio me forcar tal. Obrigada.
Então agora vou embora. Meu Deus, como assim? Não querendo perder o dinheiro, decidi continuar a limpeza.
Algum tempo depois, eu ouvi um sininho tocando. Esse sininho era um mecanismo de aviso para enfermeiro sobre pacientes em coma. Subi até o quinto andar e vi o sininho voando sobre a cama de um dos pacientes.
Peguei o sininho e coloquei de volta na mesinha ao lado da cama. e brincando disse: "Olha, se precisar de algo, me avise. " Então, bem perto do meu ouvido, eu ouvi uma voz sussurrando.
OK. Eu congelei de medo e corri pra recepção. Lá encontrei alguém sentado esperando ser atendido.
Falei que o hospital estava fechado e a pessoa se virou para mim e disse: "Ok, meu filho". e desapareceu. Após esses eventos, decidi sair do hospital e trancar o meu curso.
Voltei a terminar a faculdade somente no ano no ano passado e esse foi o relato completo. Seria uma honra se você pudesse ler e comentar sobre a minha experiência, as experiências, né? Porque, gente, muitas coisas, pelo visto, acontecem nesse hospital, né?
Eh, e não deve ser um hospital grande também. Por isso que eu fiquei, porque assim, em hospitais geralmente que eu conheço, não sei se são dos maiores, como que funciona, mas eu acho que a equipe de limpeza é uma equipe certa, às vezes até terceirizada, né, que que tem experiência no que tá fazendo, até porque não é qualquer lugar, é um hospital, né? Tem que ter uma limpeza.
Por isso que eu fiquei assim, não sabia que estagiários em medicina também poderiam fazer a limpeza e, enfim. Eh, mas assim, eh, o sininho voando, gente aparecendo e sumindo na frente, o outro enforcando. Meu Deus, né?
Olha que hospital que é esse daí. É muito assombrado ele. Vamos para o próximo relato que é relatos de um maqueiro, o cara responsável pelas macas.
É uma moça que nos conta. Olá, Ana e todos do canal Assombrado. Bom, como não posso me identificar, só direi de onde sou.
Pernambuco. Ana, esses relatos são do cunhado do meu marido, que trabalha como maqueiro em um hospital de grande porte. Até então ele não acreditava muito nessas coisas de fantasmas, né?
Ele achava até que quem morreu acabou até começar a trabalhar nesse hospital. Ele presenciou algumas coisas. Então eu vou tentar resumir aqui.
A partir de agora então o que será lido serão as palavras dele, do cunhado do marido dela, que é o maqueiro no hospital. Então agora é ele contando. Uma vez aconteceu algo comigo e com os colegas junto em um mesmo corredor próximo ao banheiro.
Sabe aqueles suportes para papel para você secar a mão depois que lava? Pois bem, um rolo de papel daquele foi arremessado para fora do banheiro, rolando até os meus pés. Alguns falaram que foi alguém ou então o vento, porém não tinha como, pois a ventilação de lá é toda por ar condicionado.
E um detalhe, teria que alguém abrir o suporte para tirar o papel. Fomos até lá, mas não tinha ninguém, só o suporte aberto. Certa vez estava sozinho em um setor com meu rádio de comunicação.
Quando fui perguntar ao meu colega de trabalho pelo rádio se a ocorrência de tal setor já tinha finalizado, eu ouvi uma voz baixa de um menino dizendo: "Fala que já finalizou". Eu imaginei que meu colega estava na pediatria, então poderia ser alguma criança. Novamente repetia a pergunta e aumentei o volume.
Mais uma vez a voz do garoto respondeu o mesmo: "Fala que já finalizou". Aí não deu outra. Eu fui atrás do meu colega perguntar se ele tava com alguma criança e se era ele quem estava respondendo no rádio.
Ele disse que não estava com criança nenhuma e que não havia recebido nenhuma mensagem e que não havia recebido nenhuma mensagem dele. Dele de quem? mas que as nenhuma mensagem minha no caso, né, que foi ele que passou, enfim, mas que as ocorrências tinham realmente finalizado.
Bom, esse evento que contarei agora foi algo que foi algo assim que mais me marcou e que também marcou meu amigo, que é muito sensitivo e acredito que é até médium. Eu e a equipe atendemos uma ocorrência urgente de um garotinho de 8 anos que havia acabado de se afogar e teve parada cardíaca. Acontece que ele teve um ataque epilético enquanto estava na água, o que fez com que ele se afogasse e sofresse a parada.
Fomos correndo atendê-lo. Enquanto eu trazia as pressas na maca pelos corredores, a médica vinha o tempo todo tentando reanimá-lo. Até chegou a montar na maca enquanto eu o levava pra ala da pediatria, que ficava no primeiro andar.
Passamos as pressas pelo meu amigo que estava em uma das recepções e ele ficou parado olhando de um jeito diferente, tipo desconfiado. Eu olhei rápido e a partir desse momento eu senti um calafrio, um arrepio estranho, mas continuei meu trabalho. O deixei lá em cima com a médica e toda a equipe dos primeiros socorros e vim descendo pro térrio.
Quando vi meu amigo, perguntei por que que ele olhou diferente para mim e pr aquela situação, né, naquele momento. E então ele falou: "Sabe, fulano, enquanto você subia com aquele menino e toda a equipe, eu vi o próprio menininho acompanhando vocês até lá em cima, só que não era como um fantasma, era como uma pessoa normal. E eu percebi que só eu conseguia ver.
Se você se arrepiou quando acompanhou ele, então era um aviso que ele ia partir, porque isso também acontece comigo. Em poucos minutos, recebemos a notícia que ele não havia resistido. Depois desse dia, percebi que toda vez que atendemos alguém grave e nos arrepiamos, essa pessoa falece em poucos minutos ou em poucas horas.
Bom, são muitas coisas que presenciamos em nosso trabalho no hospital, mas esses no momento são os que mais me chamam atenção. São coisas que nem eu mesmo acreditava, mas que passei a pensar diferente depois que comecei nesse trabalho. Muitos me perguntam se tenho medo e eu digo que não.
Aliás, eles não nos fazem mal. Acredito que a maioria dessas almas não entendem o que aconteceu e ficam lá até serem chamadas. Algumas são travessas e às vezes querem chamar atenção, mas eu sei que isso é uma forma de tentar se comunicar e não de querer machucar alguém.
Só peço descanso e paz para as almas que mais precisam. Um beijo para você. Muito obrigada.
É isso que eu digo. Eh, a gente é que tem medo do desconhecido, né? Se você vê uma maca andando na sua frente sozinha, você vai falar: "Meu, como isso é possível?
Tem alguma coisa aí? É um fantasma. " Aí você já já começa a vir aquelas coisas de uh terror, assombração, filmes na cabeça e dá aquele medo do desconhecido.
Mas não é nada mais do que uma maca se mexendo e que se for um fantasma mesmo, é o que que ele tá querendo, né? Um fantasma é o quê? uma pessoa como nós que desencarnou, mas continua sendo uma pessoa, né?
E às vezes, como ele disse, tá perdido, não sabe o que que tá acontecendo, para onde que vai, que que Então, muitas vezes essa esse esse mexer nas coisas, uma tentativa de chamar atenção, de pedir ajuda às vezes, né? Então, é, arrepia, arrepia, dá um, né? Se, principalmente se tiver sozinho no lugar à noite, dá.
Mas assim, vamos pensar tal, uma oração para para essa alma, para o que quer que esteja ali, né? Como ele disse, para que encontre paz e encontre seu caminho. Afinal, o hospital é um lugar de muita dor, né?
É, porque às vezes ninguém vai para lá bem, né? Bom, próximo relato. O hospital assombrado/rianças demoníacas.
Eita! E o negócio já os negócios já fica esquisito. Vamos ver uma moça que nos conta.
Olá, assombrados. Hoje eu vim contar um relato que aconteceu com a minha madrinha e está separado por capítulos. Capítulo um.
Minha bolsa estourou e a médica fantasma. Olha. Bom, a minha tia estava grávida de 8 meses e a bolsa dela estourou enquanto ela fazia suas necessidades.
Imagina o desespero que ela sentiu. Ela arrumou tudo, ligou pra família inteira e foi pro hospital. Chegando lá, pediram para ela esperar o médico que iria fazer o exame, né, para ver se o bebê tava realmente a caminho.
Bom, você estourou a bolsa que tá caminho, né? se tava realmente com No entanto, o enfermeiro mencionou que talvez os médicos não iam querer fazer o parto dela, já que estava de 8 m. Mas como que faz isso se a bolsa estourou?
Como que não faz? Não, não tira esse aposto. Enfim, já que estava de de 8 meses.
Isso foi o suficiente para ela entrar em desespero, pensando que sua filha ia morrer, pois a bolsa então a bolsa já tinha estourado. Minha tia ficou numa sala sozinha, muito nervosa. Foi quando uma mulher loira, alta entrou na sala toda animada.
Boa tarde. Como você vai, mãezinha? Me informaram agora sobre a senhorita e vamos encaminhá-la para o centro cirúrgico.
Tá bom? Disse a mulher. Minha tia na hora pensou que a médica era folgada.
Afinal o paciente deveria ser quem chamasse. Hã? Minha tia na hora pensou que a médica era folgada.
Afinal o paciente deveria ser quem chamasse as enfermeiras. [Música] Não entendi. Uai, chegou a médica, né?
Ficou sozinha lá. Que a médica era folgada. Não entendi porquê.
Afinal, o paciente deveria ser quem chama quem chama as enfermeiras. Não entendi. Ela saiu da sala procurando por alguma enfermeira e quando encontrou uma, relatou o que a mulher falou.
Não entendi. A enfermeira olhou paraa minha tia e respondeu: "Agora não tem nenhuma médica, mulher aqui, né, de tipo de plantão, sei lá, só médicos. E não é assim o procedimento de ir pro centro cirúrgico.
Que jeito é esse daquela mulher? Bom, minha tia falou, mas e que que jeito? Ou talvez como é essa mulher, né?
Acho que ela perguntou. Minha tia falou, mas a enfermeira disse eh não disse mais nada e pediu paraa minha tia continuar guardando. Bom, no final, o médico se recusou a fazer a cirurgia e mandou a minha tia embora.
Como a bolsa estourou? Como assim? Quando ela chegou em casa, começou a sentir muita dor e a barriga ficou dura feito pedra.
Ela sentiu essa dor por três dias depois que a bolsa estourou. [Música] Até que o meu tio, irmão dela, levou de volta ao hospital. O médico disse que não era a hora dela ter o bebê.
Mas então, pera aí, a bolsa estourou, não estourou, gente? Porque até agora eu não sei dessa situação. Se uma bolsa estoura, pelo que eu sei, o líquido vai embora e você precisa fazer o parto, sei lá, a cirurgia e a criança precisa sair, não é?
Ou eu tô enganada. Existe um procedimento que a criança fica lá dentro sem água ou não estourou tudo? Só saiu foi um escapezinho de água de de líquido.
Não sei agora. Bom, continuando, o médico disse que não era hora dela ter o bebê e mandou ela voltar para casa, mesmo com ela gritando de dor. Meu tio pegou o médico pelo colarinho, ameaçando ele, e o médico olhou bem paraa minha tia e falou: "Você quer teu bebê?
Então toma aqui o papel da internação". Ele praticamente jogou o papel pra minha tia. Pensamos que ela ia ter a minha prima, mas demorou exatos dois dias ainda.
Minha tia só estava tomando soro na veia e sentindo muita dor. Minha família procurava os médicos, mas não recebia uma resposta concreta. Mas gente, bom, capítulo dois, a criança horrenda.
Entre esses dois dias que ela ficou lá, na primeira noite, ela conta que estava deitada na cama, sentindo muita dor e não conseguia dormir nem levantar devido à barriga estar muito dura. Eu tava em contração, não era? Minha tia e que estava acompanhando, que que que estava acompanhando, estava dormindo, até roncava.
Quem ajudou minha tia a a a uma outra tia, né, que tava acompanhando essa tia, acho e que tava dormindo. Quem ajudou a minha tia a se deitar foi uma enfermeira, mas a minha tia não conseguia chamar ninguém, pois estava com muita dor. A voz nem saía.
Ela estava deitada de barriga para cima, respirando devagar por conta da dor quando a porta foi aberta. Ela achou que era enfermeira e ia pedir ajuda, mas quem apareceu foi outra coisa. Um menino devia ter uns 7 anos, ou aparentava uns 7 anos, apareceu de cabeça baixa, andando devagar.
Minha tia achou que ele estava ali junto com alguém. O menino subiu na cama e foi quando ela viu o rosto dele. Era a coisa mais feia que ela já tinha visto.
O rosto dele estava desfigurado e ele tinha uma agulha no braço. Você sabe aquela agulha de soro? Tá, só que tava só a agulha.
Minha tia entrou em desespero e o menino foi subindo. O menino foi subindo até deitar na barriga dela e olhou paraa minha tia abrindo a boca para falar e saiu um som do menino. E aí saiu um som do menino e depois ele falou: "Mamãe".
Minha tia conta que parecia que ele não falava há muito tempo. E aí ele repetiu: "Mamãe". Minha tia olhou para minha outra tia e tentava gritar, mas não conseguia.
A barriga dela doía cada vez mais e ela ali tentando gritar. Até que uma menina de uns 12 anos entrou no quarto. Outra?
Essa menina era linda e ela puxou o menino de cima da minha tia e os dois saíram correndo do quarto. Minha tia acordou toda animada e a minha outra tia estava lá em desespero, olhando pra porta e depois pra minha tia que havia acabado de acordar. A loucura seguinte aconteceu quando a minha tia, eu não sei que que tia que porque tem duas tia lá.
A loucura seguinte aconteceu quando a minha tia havia sido avisada que iria pra sala de parto e estava esperando aquela injeção nas costas, sabe? Sim, a anestesia hack, né? Quando o médico chegou, ela abaixou e quando a agulha entrou, ela escutou um grito tão alto, mas tão alto, que ela se mexeu.
Ela assustou isso, escutou um grito e outro médico assegurou falando: "Não se mexa". É, gente, depois que terminou de tomar injeção, tia olhou para eles com indignação. Como que eles não ouviram aquele grito?
Bom, capítulo três, as crianças na sala de parto. Minha tia fez cesariana e estava lá olhando para o nada quando cinco crianças entraram correndo na sala, uma parou ao lado da outra e começou um diálogo. Eu quero entrar nessa criança.
Não, eu que vou entrar. Nem vem, eu que vou. Eu tô aqui há mais tempo para você.
matar ela como da última vez. Minha tia arregalou os olhos, virou a cabeça pro outro lado e tentou chamar a enfermeira que percebeu a minha tia olhando para ela e foi até lá. O que foi?
Sua filha já tá vindo ao mundo. Calma. E a minha tia só conseguia falar: "As crianças, as crianças?
" E a enfermeira perguntou: "Que crianças? " E a minha tia falou do outro lado. Minha prima nasceu com o rosto arrocheado, pois o cordão bilical estava enrolado em seu pescoço.
Enquanto minha tia procurava pelas crianças na sala, ela até chegou a esquecer da própria filha, mas não viu mais nenhuma delas. Quando minha prima completou um dia de vida, a minha tia estava tomando banho enquanto minha mãe ficava com ela. E ao sair do banheiro, minha tia flagrou uma menina acariciando a minha prima.
Sim. Aí ela soltou um grito. Vai pros quintos dos infernos e deixe eu e minha filha em paz.
Se você encostar nela de novo, eu vou te procurar até o inferno. Minha mãe olhou para minha tia e bem na hora o médico entrou na sala e escutou também. Os dois ficaram olhando pra minha tia como se ela fosse doida.
Inclusive, o médico chamou minha mãe de lado e perguntou se a minha tia tomava remédios controlados por acaso. Bom, esse foi o relato. Hoje em dia minha prima tem 8 anos e a minha tia diz que nesse hospital ela não quer ir mais nem para uma visita.
Mas gente, mas tipo, todo esse caso foi só dentro do hospital ou sua tia tem um histórico de de ver espíritos, alguma coisa assim? ou tudo isso que aconteceu foi só dentro do hospital. poderia ser algum efeito do do momento que ela tava passando, da tensão em relação a teu filho naquele momento, tipo, quero dizer, eh, psicológico, alguma coisa assim, porque assim, eu acho que eu não sei como funciona, mas na reencarnação eu acho que não tem, não é meio assim de de desnorteado assim, as crianças perdida para falar: "Não, eu que vou eu que vou primeiro, tipo, vai na sorte assim, ó, que que quem pular primeiro aí que vai encarnar.
Eu acho que não é assim, deve ser uma coisinha mais organizada, não é não? E assim, e eu acho crianças que seja mesmo criança que vá reencarnar e não sei o quê, eh, não ia ficar sem um uma supervisão ali, né, no por ali. Eu não sei, gente, realmente eu não sei.
Não é só a criança, eu acho que acaba encarnando, né? tem espíritos, talvez adultos já, né, que que venham. Agora, então eu penso que a um espírito de uma criança sempre tem um apoio, não só de criança, mas principalmente talvez de criança, né, um apoio a mais, um mentor, alguma coisa que fique com ela e não seja assim, né?
Agora, será que aquilo eram outras coisas que estavam ali para confundir ela? Para [Música] para preocupar mesmo? Não sei, né?
Aí o grito, todas essas coisas, a o menino subindo em cima da barriga dela, sei, seria um menino que teria acabado de falecer ali por algum de alguma forma que ainda tava perdido. Aí essa menina veio, né, dessa outra criança veio resgatar ele, talvez uma, não sei, né? Nossa.
E é isso que fica a dúvida. Ela tem o histórico de ver espíritos em todos os lugares ou foi só no hospital, né? E eu fiquei mais assim ainda, esse negócio da bolsa estourando.
E quantos dias isso daí se passou depois? Realmente a bolsa estourou, ela teve um escape e a dor e e tudo OK com a criança. Meu Deus.
Ah! Ah! Louco, não espero não.
Difícil, né? Não, eu lembro quando eu fui ter o Vitória, eu tava com dor, com dor, a cada 5 minutos, uma dor assim, dor tudo, é muito. E aí eu fui no hospital e aí o o médico, não sei que tava lá, fez lá o exame, não sei o quê, e me mandou de volta para casa porque falou que era contração de treinamento.
Eu falei: "Esse esse é o treinamento? Quando for de verdade vai ser como meu amigo, porque eu tô aguentando mais o treinamento. Não, mas assim, tudo bem.
Eu falei não, ó, isso não vai aconteção de treinamento, meu amigo, você me perdoe. Aí liguei pro meu médico, expliquei, nossa, tá tá aumentando cada dia, quer dizer, ao longo do dia, agora tá de 5 em 5 minutos e é uma dor assim de ter alguma coisa para você morder de dor e apertar e aí ele falou: "Não, a gente já viu ultrassom, não sei o que lá. você pode estar no hospital daqui uns 15 minutos.
Falei: "Posso, posso? " E fomos lá e fez a a cesariana porque eu não tinha dilatação. Eu falei: "Não, pode fazer.
Eu eu não vou ficar esperando não. Não, não. Se tivesse dilatação, tivesse ah, tudo vamos fazer normal também.
Não tem medo não. Mas esse negócio de de ficar esperando e não sei o que lá, né? Então, foi tudo, mas é o o que eu o que me dá um pouco de medo é esse negócio de de ficar esperando.
Ai, volta para casa, a pessoa tá com dor, a pessoa teve não sei o que lá, não, volta para casa, espera um dia, ai gente, sei lá, vai atrás de outro médio, vai atrás de outro hospital, não sei, né? tem que ou se tem alguém que realmente tá ali todo o tempo todo falando, dá para esperar, mas tem alguém sabido ali da situação que tá monitorando, que tá não tá tá seguro, dá para esperar, né? Entendeu?
Mas ah, gente, sei não, né? Então, por isso que eu fiquei assim, como assim a bolsa estourou? volta para cá três dias, depois mais dois dias e e a menina nasceu bem, quer dizer, ela rocheada, tudo bem por causa do cordão, mas isso aí acontece também, né?
Enfim, entendo que também a preocupação dependendo das semanas, né, no oitavo mês e tal, há uma preocupação um pouco antes ali. Bom, mas mas vamos pro próximo relato. Vamos pro próximo que é este, o pressimento é um moço que nos conta.
Olá, Ana, tudo bem? Como você já sabe, siga o seu canal. Fiquei muito feliz por você ter lido dois relatos meus e preciso contar um novo que aconteceu comigo na época em que eu trabalhava em um hospital de grande porte na minha cidade.
Agora não trabalho mais na área da saúde. Devido à minha mediunidade, eu acabei ficando muito doente e tive que sair. Mas segue aí o meu relato.
Era um final de semana tranquilo no centro cirúrgico, algo raro naquele hospital, referência em traumatologia. As cirurgias se limitavam a urgências e emergências e naquele momento havia apenas um procedimento simples de urologia em andamento. O silêncio incomum pairava no ar.
Então surgiu uma nova cirurgia, uma curetagem de uma paciente que havia perdido o bebê. Fui até a farmácia buscar o kit necessário. No caminho, passei por uma das salas cirúrgicas que costumava receber os casos mais graves, geralmente trazidos pelo helicóptero águia.
Mas algo estranho aconteceu. A sala estava agitada, vozes, movimento, a clara sensação de que uma cirurgia estava acontecendo ali. Franzia a testa.
Ninguém havia mencionado uma nova cirurgia e geralmente eu era responsável por organizar esses procedimentos. Ao chegar à farmácia, questionei as colegas: "Que cirurgia entrou agora naquela sala? Está uma confusão lá dentro?
" Elas se entrolharam confusas. Não tem cirurgia nenhuma acontecendo lá. A sala tá vazia.
E aí eu senti um arrepio subir pela espinha. Como não? Acabei de passar por lá e vi a cirurgia acontecendo.
Bom, antes que eu pudesse insistir, as portas do centro cirúrgico se abriram de repente. O resgate chegou às pressas com um paciente gravemente ferido e seguiu direto para essa mesma sala onde minutos antes eu tinha visto a cirurgia acontecer. Voltei pelo mesmo corredor, ainda tentando entender.
Quando olhei novamente para dentro da sala, o choque foi imediato. Era exatamente a mesma cena que eu havia visto antes. Cada detalhe, cada movimento, como se eu tivesse testemunhado aquilo antes mesmo de acontecer.
Mas o que mais me marcou foi a informação que veio a seguir. O paciente já havia chegado sem vida. Não havia nada que pudesse ser feito.
O impacto dessa experiência me acompanhou por muito tempo. A pergunta nunca saiu da minha cabeça. O que foi que eu vi naquela sala antes de tudo acontecer?
Interessante porque isso que eles falam que a gente tá vivendo assim, ó, num tempo, espaço, tudo ao mesmo tempo, na verdade não é algo linear, é algo que vai de repente a gente se choca com uma realidade, o que tá no futuro, o que tá no passado, mas que na verdade tá acontecendo tudo ao mesmo tempo. É uma confusão, é, mas explica muita coisa. Vamos então agora para o próximo e último relato desta coletânea temática só com relatos de hospitais parte cinco, tá?
Porque tem outras quatro temáticas de hospitais lá para trás. Hospital, porta que bateu, mulher de branco e quem abriu a porta. Na verdade são três em um agora é um moço que nos conta.
Olá, Ana e Assombrados. Hoje eu vou contar algumas experiências que tive enquanto trabalhava em um hospital. Antes de começar, preciso explicar um pouco sobre o local.
Eu sou técnico em enfermagem e trabalhei em um hospital que foi aberto exclusivamente para cuidado de pacientes com COVID desde o início da pandemia. Como todos sabemos, muitas pessoas faleceram nesse período. Outros profissionais comentavam que os carros das funerárias tinham tantos corpos para buscar que alguns precisavam ficar no hospital por mais de 5 horas aguardando.
O necrotério ficava lotado e os demais falecidos precisavam ser acomodados no chão, próximos uns dos outros, pois as eh pois as enfermarias não podiam manter vagas ocupadas por muito tempo. Para cada paciente que falecia, havia outros quatro ou cinco esperando um leito. Muito pesado, mas tudo nessa época foi assim, né?
Sobre a estrutura do hospital. Ao chegar na área hospitalar, eu descia uma rampa e logo começava as enfermarias. Um, dois, o posto de enfermagem, 3, 4 e 5.
Em frente ao posto de enfermagem ficavam os setores de psicologia e serviço social. E ao lado a sala de estabilização. Em frente a essa sala havia uma área aberta com uma mangueira, uma mangueira tipo um pé de manga, entendeu?
E atrás dela a farmácia. Os pacientes paliativos ficavam em um corredor após a estabilização, em enfermarias individuais, para oferecer mais conforto a eles e seus acompanhantes, que muitas vezes passavam muito tempo ao lado de seus entes queridos. Essas enfermarias paliativas iam da da 8 até a 14.
Na frente delas havia um jardim enorme com um poço ao fundo. Agora vamos lá. A porta que bateu.
Comecei a trabalhar lá em agosto de 2022, quando o hospital já não atendia mais pacientes com COVID. Agora recebíamos pessoas que aguardavam vagas para cirurgias, transferências para hospitais de referência e pacientes paliativos. Minha primeira experiência aconteceu quando eu estava sozinho no posto de enfermagem.
Precisava administrar uma medicação em um paciente paliativo às 2:30 da manhã. Preparei tudo e segui pra enfermaria. Quando abri a porta do posto, perto da rampa de entrada, eu vi uma pessoa branca.
Não branca de pele, mas branca reluzente, como uma lâmpada. Fingi que não vi e continuei meu trabalho, né? Coisa acontece.
continuar aqui até terminei eh continuei meu trabalho até terminar a medicação e voltar ao posto. Nada mais aconteceu. Mas assim que eu me sentei para anotar o procedimento no prontuário, ouvi a porta da enfermaria dois batendo com toda a força.
Levantei e fui ver. Naquela noite não havia pacientes internados lá. Quando cheguei, a porta estava aberta e não havia ninguém.
Voltei pro posto com o rabinho entre as pernas, morrendo de medo. Bom, a mulher de branco. Os próprios pacientes comentavam entre si que viam uma mulher de branco entrando nos quartos e retirando os soros das medicações, mas não havia ninguém na equipe que usasse branco.
Ah, porque no caso então os enfermeiros usavam azul, eu acho. Talvez outra cor n verdinho azul. Ah, no dia seguinte eles perguntavam sobre a tal da novata e quando dizíamos que não havia nenhuma funcionária nova, eles ficavam apavorados.
Ah, entendi. Porque eu falei, mas pessoa de branco no hospital que Mas tem, né, médico, enfermeiro, não sei o que. Ah, mas eu acho que eles usam, então não é bem branco, né?
Azul, verdinho, essas coisinhas assim. Bom, quem abriu a porta depois da pandemia? Algumas algumas enfermarias foram fechadas e transformadas em estoque para farmácia.
Nosso repouso passou a ser onde ficava o antigo posto de enfermagem dois. A sala foi dividida ao meio por uma porta. Entrávamos no repouso, fechávamos essa porta e depois passávamos por outra para acessar as camas.
Uma noite eu fui sozinho pro repouso porque as meninas tinham ido no primeiro horário e eu fui depois das 2:40. Como o local ficava longe de tudo, levei uma garrafa grande de água. Por volta das 3:30 da manhã, eu ouvi a porta do repouso se abrindo.
Não me preocupei, pois achei que fossem as meninas vindo me chamar para ajudar com algum paciente. Continuei deitado, virado paraa parede, esperando o chamar. Mas ninguém me chamou.
Então ouvi o barulho da garrafa sendo aberta. Me virei para olhar e não havia ninguém. Peguei meus panos de bunda e corri pro posto para ficar com as meninas.
Quem abriu a porta? Eu nunca descobri, mas desde aquela noite nunca mais fiquei sozinho naquele repouso. Agradeço por lerem a minha história.
Um beijo para você. Muito obrigada. E é isso, gente.
Uma coisa que a gente vê aqui que hospitais t muita atividade desse tipo, enfim, né? Eh, é, há de se compreender, né? Como disse, é um local que tem sentimentos ali, energias muito fortes, de muita preocupação, muita tristeza, eh muita tensão.
Então, né, pessoas falecem todos os dias, sei lá, ou bem frequentemente ali, né, no local. Então, eh, é, é comum até que fiquem talvez por algum tempinho ali ou até perdidas ou ou indo até um hospital procurando algum tipo de ajuda, né? De repente ela já se tornou um espírito e como ali é um hospital, será que alguém aqui pode me ajudar?
sabe, de repente, numa confusão. Eh, eh, então é um local de muitas atividades. Você trabalha em hospital, já trabalhou, já presenciou alguma coisa em hospital?
Conta o seu relato pra gente que a gente quer saber. Se for comentar alguma coisa, que seja sempre com respeito, OK? E estes foram os relatos de hoje.
Espero que tenham gostado. Um grande beijo para vocês e a gente se vê num próximo relato, OK? Fui.
Tchau.