vamos dar continuidade hoje a gravação do capítulo da sim chamada acumulação primitiva ou assim chamada acumulação primitiva o item que trataremos hoje é o item 2 intitulado expropriação da terra pertencente à população rural Lembrando que este Capítulo é o Capítulo 24 do capital importante observar também que a melhor compreensão deste Capítulo implicaria toda uma discussão a respeito da revolução inglesa de 1688 é importante destacar que nem todas as revoluções burguesas transcorreram no mesmo ritmo e da mesma forma no caso da revolução inglesa vamos assistir a um Franco A burguesamento da aristocracia rural a fim de
conduzir ou dar Passos significativos na Constituição da sociedade capitalista Marx entra neste item em vários elementos específicos a respeito da revolução burguesa na Inglaterra como isto implicaria se distanciar dos objetivos mais Gerais que pretendemos expor neste item fica aqui apenas a recomendação de dois textos ou de dois livros o primeiro deles o de morrisse dog que a evolução do capitalismo e o segundo um livro pouco conhecido mas possível de se encontrar em português que é o livro de Berton Júnior que se intitula as origens sociais da ditadura e da Democracia duas referências aqui dois clássicos
da literatura contemporânea bom como Marx começa este item dois Marques Abre Este tem dois mostrando como a estrutura agrária na Inglaterra se transformou a partir do século 14 e se acentuou nos séculos subsequente Ou seja no século XV o maior sinal desta transformação observa Marx foi o desaparecimento da servidão tal como esta havia se desenvolvido nos primórdios da sociedade feudal e a Constituição de uma camada de camponeses Livres economicamente autônomos nos domínios senhoriais maiores observa o arrendatário livre substituiu o balif o bailinho ou seja aqueles magistrados a quem os nobres de uma província confiável a
defesa dos seus bens o Prelúdio da revolução que criou as bases do modo de produção capitalista continua Marx ocorreu no último terço do século 15 e nas primeiras décadas do Século 16 uma massa de proletários absolutamente Livres foi lançada no mercado de trabalho pela dissolução do septos feudais sabemos que para a Constituição do modo de produção capitalista não basta que você tenha trabalhadores livres mas é necessário também que esses trabalhadores estejam despossuídos de tudo menos da sua força de trabalho condição para que eles possam ser assavariar portanto serem explorados pelo capital ou pelos donos do
capital embora o poder real continua Marx embora o poder real ele mesmo um produto do desenvolvimento burguês em sua ânsia pela conquista da soberania absoluta tenha acelerado violentamente a dissolução desse sectos ele não foi de modo algum a causa exclusiva dessa dissolução aqui Marques faz uma referência a constituição dos estados nacionais aquele período no qual a burguesia com interesse de destruir as bases da sociedade feudal fortalece os reis que tal modo a permitir que fossem eliminados muitos entraves ao comércio comercialização de mercadorias Marques toca aqui nessa questão mas apenas de passagem uma reflexão sobre isso
sobre essa Constituição da monarquia absoluta sob a influência ou apoiada pela burguesia é possível de se encontrar em alguns Capítulos do livro de Léo uberman história da riqueza do homem ao contrário de Marques foi o grande Senhor feudal que em Oposição a coroa e ao Parlamento criou um proletariado maior tanto ao expulsar brutalmente os Camponeses das terras Onde viviam e sobre as quais possuíam os mesmos títulos jurídicos feudais que ele quanto ao usurpare as terras como nós apontando nesse sentido Marques está procurando acentuar como que este processo ele não foi idílico lembremos que no item
um Marx começa a apontar como que é uma ilusão considerar que o desenvolvimento burguês tenha sido feito de uma maneira pacífica foi um processo extremamente violento neste item dois ele começa a destacar os mecanismos desta violência sobretudo ao se referir o caso inglês que é o caso típico como ele destaca no item um é importante observar a importância que tiveram o cercamentos de terra para abastecer a indústria mamífera em desenvolvimento continua Marx o impulso para estas ações foi dado na Inglaterra particularmente pelo florescimento da manufatura framenga de lã e o consequente aumento dos preços da
lã destaquemos aqui que Marx está falando da manufatura ainda ele não está tratando da grande indústria lembremos que a manufatura é um estágio fundamental que vai criar as condições para o desenvolvimento da grande indústria assim como o período da acumulação primitiva é um estágio fundamental uma fase fundamental para permitir o surgimento da manufatura Aquele momento em que o capital já ou o dono do Capital o portador do dinheiro que quer transformar em capital ele aglutina trabalhadores para produzir em mercadorias mas a base desta produção ainda não é a máquina é a habilidade manual a velha
nobreza feudal prossegue Marques fora aniquilada pelas grandes guerras feudais a nova nobreza era uma filha de sua época para a qual o dinheiro era o poder de todos os poderes portanto no caso da Inglaterra vamos localizar o a existência de uma burguesia de uma aristocracia rural que busca ser a burguezar ou seja busca acumular capital busca desenvolver as bases do capitalismo para isso esta nova nobreza para isso transformou as terras de lavoura em pastagens de ovelhas casas e pequenas propriedades camponesas desapareceram cidades e aldeias que foram destruídas para ceder lugar a pastagens de ovelhas e
onde só restaram as casas dos antigos senhores são os conhecidos em crossores se fecham as terras se expulsa se expulsa são expulsos os Camponeses entra no lugar dos Camponeses se colocam ovelhas para permitir o fornecimento de lã para a produção manufatureira há uma referência de Thomas moros na Utopia a esta ideia dos encrosores onde ele fala que existiam nos campos mais ovelhas do que homens que na verdade é uma crítica de Thomas moros aquele processo que estava em desenvolvimento reflexão essa que está no livro de Thomas Morus A Utopia desse modo de sua idade de
ouro a classe trabalhadora inglesa decaiu sem qualquer fase de transição a idade de ferro e a idade de Ferro sabemos que é a idade do Capital onde os trabalhadores precisam se assalariar para sobreviver diante do rápido processo de dissolução das relações sociais até então dominante buscou-se forjar em primeiro momento uma legislação para fazer Face as mudanças em curso bacon desmarques registra que em 1489 aumentaram as queixas sobre a transformação de terras de lavoura em pastagens para a criação de ovelhas etc fáceis de vigiar com poucos pastores e as propriedades arrendadas temporária vitalícia ou anualmente dos
quais vivia grande parte dos e homem foram transformados em domínios senhoriais Lembrando que os homens eram constituídos por pequenos remédios proprietários de terras e Comerciantes mais modestos o grupo formava uma espécie de burguesia Rural um dos sinais desta resistência que Brota a partir do Poder de estado constituído naquele momento um dos sinais desta resistência foi uma lei de Henrique sétimo de 1489 proibindo a destruição de toda a casa camponesa que tivesse pelo menos 20 acres de terra lei confirmada por Henrique oitavo no texto proposto por Henrique VIII citação de Marx muitos arrendamentos e grandes rebanhos
de gado especialmente de ovelhas concentram-se em poucas mãos provocando um aumento considerável das rendas fundiárias e ao mesmo tempo uma grande diminuição das lavouras e a demolição da Igrejas e casas de maneira que enormes massas populares se vem impossibilitadas de sustentar a si mesmas é as suas famílias portanto estava em curso um profundo processo de pauperização das massas a lei ordena por isso a reconstrução das propriedades rurais arruinadas determina a proporção entre Campos e cereais e pastagens etc porém pontua Marx as queixas populares e a legislação que desde Henrique sétimo E durante 150 anos condenou
a expropriação dos pequenos arrendatários e camponeses foram igualmente em frutíferas é a maneira de Marx assinalar que o processo de desenvolvimento do capitalismo que estava em curso na Inglaterra não podia mais ser detido por decisões que buscavam reforçar a estrutura feudal ou garantir a existência de condições minimamente aceitáveis aos antigos camponeses E por que estas medidas fracassaram fracassaram porque permitiam que fosse estabelecido explorações agrícolas e casas Rurais de determinado padrão garantindo aos lavradores uma parcela de terras que os capacitava a trazer ao mundo súditos dotados de uma riqueza suficiente e de condição não serviu conservando
o arado nas mãos de proprietários e não de trabalhadores Mercenários o que o sistema capitalista exigia ao contrário era uma posição servil das massas populares a transformação destas em trabalhadores Mercenários e a de seus meios de trabalho em capital trabalhadores Mercenários aqui no sentido de trabalhadores que estariam compelidos a alugar a sua força de trabalho a quem melhor pagasse ou mesmo na ausência de ter melhor pagasse simplesmente para garantir a sua existência cotidiana comprando livres um novo e terrível impulso ao processo de expropriação violenta das massas populares desmarques foi dado no século 16 pela reforma
e em consequência dela pelo roubo Colossal dos bens da igreja a reforma que Marx se refere aqui a reforma protestante o questionamento que houve por parte de determinadas hostes eclesiásticas ao poder da Igreja Católica na época da reforma a Igreja Católica era proprietária feudal de grande parte do solo inglês a supressão dos monastérios etc lançou seus moradores no proletariado os bens eclesiásticos foram em grande parte presenteados aos rapazes favoritos do rei ou vendidos por um preço irrisório a especuladores sejam a rendatários ou habitantes urbanos Que expulsaram em massa os antigos vassalos hereditários e a sambarcaram
portanto se apropriaram de suas propriedades tomar um posse daquelas terras que antes pertenciam a igreja a propriedade garantida por lei aos camponeses empobrecidos de uma parte dos dízimos da igreja foi tasitamente confiscada de tal modo que generalizou-se o pauperismo obrigando a então Rainha Elizabeth a introduzir impostos de beneficência impostos de beneficência criada em 1601 a respeito desta lei da Rainha Elizabeth olha aqui um parênteses criado em 1601 durante o reinado da Rainha Elizabeth a chamada lei dos Pobres instituiu impostos de beneficência destinados ao combate a vagabundagem é a mendicância destaque-se que esta lei era operacionalizada
pela paróquia e os mais vulneráveis que não podiam trabalhar ficavam na chamadas Almir houses uma espécie de asilo enquanto que aqueles que podiam trabalhar ficavam internados na chamadas e terríveis work houses as casas de trabalho forçado endos no livro A situação da classe trabalhadora na Inglaterra faz uma descrição minuciosa de como funcionavam estas work houses no sentido de fornecer força de trabalho praticamente gratuita ao capital os mais pobres eram obrigados a trabalhar de modo compulsório já os ociosos seriam punidos pelo Estado nas casas de correção ou nas prisões no livro A situação da classe trabalhadora
na Inglaterra em inglês também faz um detalhado a uma detalhada abordagem a respeito das punições a que estavam sujeitos aqueles que eram presos por vagabundagem ou que eram considerados vagabundos ainda nas últimas décadas do Século 17 diz Marx os your aqueles pequenos proprietários uma classe independente era mais numerosa que a classe dos arrendatários em torno de 1750 a iomary havia desaparecido e nas últimas décadas do século 18 último resquício de propriedade comunal dos lavradores Já não existia mais embora forças motrizes puramente econômicas tenho atuado na Revolução agrícola Marques observa que sua intenção na análise do
Capital na análise do capítulo E deste item em particular é evidenciar os meios violentos e pouco econômicos vamos dizer assim pelos quais este processo se deu é lógico que Marx não está desconsiderando aqui a economia mas ele está destacando um processo que se dá paralelamente aos mecanismos da economia os mecanismos da defesa da propriedade privada e aos mecanismos de desenvolvimento do Capital são esses métodos violentos que incrementaram e aceleraram segundo Marx a transformação da estrutura feudal agrária Inglesa em Estrutura capitalista em campo capitalista É nesse sentido que destaca também que sob a restauração dos stuarts
os proprietários fundiários instituíram legalmente uma usurpação que em todo o continente também foi realizada sem formalidades legais a Revolução Gloriosa continua Marx conduziu conduziu ao poder com Guilherme terceiro del Range os extratores de mais valor tanto proprietários fundiários como capitalistas estes inauguraram a nova era praticando em escala Colossal o roubo de domínios estatais até então realizado em proporções modestas terras foram presenteadas vendidas a preços e risórios ou por meio de usurpação direta anexadas a domínios privados sem a mínima observância da etiqueta legal o patrimônio do Estado apropriado desse modo frauduento somado ao roubo das terras
da igreja quando estas já não haviam sido tomadas anteriormente constituem a base dos atuais domínios principais da oligarquia inglesa ou seja aquelas grandes extensões de terra que existiam na Inglaterra haviam resultado fundamentalmente dos meios mais espúrios de expropriação nos quais aquele antigo campesinato não tem outra alternativa se não ir para a cidade ao capital os capitalistas burgueses prossegue Marques favoreceram a operação Entre outros motivos para transformar o solo em artigo puramente comercial ampliar a superfície da grande exploração agrícola aumentar a oferta de proprietários absolutamente Livres provenientes do campo etc a propriedade comunal com isso substituiu
subsistiu sobre o manto do feudalismo C em um primeiro momento se estende do final do século 15 e prossegue durante o século 16 medidas foram tentadas para refrear a destruição da estrutura agrária na Inglaterra outro foi o quadro que se abriu no século 18 de Marx neste momento a própria lei se torna o veículo do roubo das terras do Povo embora as grandes arrendatários também empreguem paralelamente seus pequenos Independentes métodos privados a que é importante observar a distância que separa o século 15 e 16 do século XVIII no século 15 e 16 a burguesia não
havia ainda tomado posse ou se apropriado das rédeas do Estado tal como exige o projeto Burguês já no século 18 a burguesia ela tem controle sobre o aparato do estado daí que não é o estado tentando proteger o antigo campesinato e sim o estado promulgando leis que contribuam dessesivamente para eliminar o campesinato Marques está pontuando aqui indiretamente como é que a burguesia ela foi conquistando progressivamente mais força no âmbito do Estado razão pela qual as medidas tomadas no âmbito do Estado visam a favorecer fundamentalmente ao capital e não ao conjunto da classe trabalhadora a forma
neste momento retomemos aqui a própria lei se torna o veículo do roubo das terras do Povo embora os grandes arrendatários também empreguem paralelamente seus pequenos Independentes métodos privados que é a violência a forma parlamentar do roubo é as leis para o cercamento da terra como não decretos despropriação do Povo Isto é decretos mediante os quais os proprietários fundiários presenteiam assim mesmos como propriedade privada com as terras do povo e eles fazem isso porque tem controle do aparato de estado o lugar dos e homem Independentes foi ocupado por tanta aqueles pequenos proprietários né o lugar dos
homens independentes foi ocupado por arrendatários menores sujeitos a ser desalojados com um aviso prévio de um ano Isto é um bando serviu e dependente do arbítrio do velho de morte que é o proprietário da terras O Roubo sistemático da propriedade como não ao lado do roubo dos domínios estatais ajudou especialmente a inchar aqueles grandes arrendamentos que no século 18 eram chamados de fazendas de Capital ou arrendamentos de mercador e a liberar a população rural para a indústria como proletariado e aqui marque já começa a fazer referência a transição da manufatura para a máquina fatura daquele
capitalismo na sua fase mano fatureiro para o capitalismo na sua fase industrial no entanto diz ele o século 18 ainda não compreendia na mesma medida que a compreendeu o século 19 a identidade entre riqueza nacional e pobreza do Povo com isto Marques quer dizer que no século 18 ainda não estavam suficientemente amadurecidas as condições do desenvolvimento capitalista de tal modo que uma crítica radical ao capital ainda não podia ser feita é somente quando a grande indústria se desenvolve mostrando que o pauperismo não é uma deformação social mas sim o desdobramento necessário de determinadas relações sociais
de produção é que se coloca a possibilidade de uma crítica contundente e radical a lógica e a dinâmica do capital na medida em que as condições para a crítica ao capital ainda não estavam suficiente suficientemente amadurecidas Marcos observa que os protestos continuaram a ser feitos com tom de indignação resgatando para isso vários documentos da época horas isso significa que havia uma tentativa de resgatar uma condição superada no passado para dar conta do presente esta situação ela é importante para compreendermos as teorias reacionárias que vão surgindo no transcurso do século 18 aquelas teorias que buscavam resgatar
a feudalidade ou as condições existentes no tempo do modo de produção feudal é lógico que a marcha do Capital Havia só as bases para a existência da sociedade feudal no entanto não foram poucas as teorias que buscavam no passado remoto a saída para um presente que já estava dado em bases totalmente novas esta passagem é importante para a compreender e mesmo para conduzir a uma leitura a respeito das teorias reacionárias que foram surgindo no transcurso do século XVIII posteriormente dentre elas a teoria de Gustavo é bom ele não é o único mas é seguramente um
dos mais conhecidos o resgate destes documentos diz Marques preenche no entanto uma finalidade no conjunto das reflexões propostas por quê Porque é importante observar como que muitas vezes para se buscar respostas no presente as leituras elas recorrem ao passado tentando resgatar um passado perdido Isto repitamos mais uma vez é fundamental para compreendermos os mecanismos que norteiam o pensamento reacionário que é muito mais trágico do que o pensamento conservador uma vez que o pensamento reacionário procura cada vez com maior intensidade buscar num passado perdido saídas para um presente que já é totalmente distinto e que não
pode mais ser vamos dizer assim é superado por alternativas que estão mortas Com estes relatos Marques acentua que com esses relatos Marques acentua a necessidade de não se prender ao passado e sim buscar a saída no presente de que modo Marques sintetiza este item 2 conclui ele com a seguinte síntese o roubo dos bens da igreja alienação fraudulenta dos domínios estatais o furto da propriedade como não a transformação os urbatória realizada com inescrupuloso terrorismo da propriedade feudal e crônica em propriedade privada moderna foram Outros tantos métodos idílicos da acumulação primitiva e aqui é uma ironia
porque ele está mostrando que este processo não tem nada de idílico de Pacífico Tais métodos conquistaram o campo para agricultura capitalista incorporaram o solo ao capital e criaram para a indústria urbana A Oferta necessária de um proletariado inteiramente livre com esta síntese Marques em Serra este item dois do Capítulo 24 lembremos mais uma vez que uma compreensão adequada E aprofundada deste capítulo implicaria todo uma leitura a respeito dos processos que marcaram a revolução burguesa na Inglaterra e a Revolução Gloriosa em particular fica aqui a recomendação do livro de morri sidobi que é a evolução do
capitalismo publicado pela Editora ou então o livro de bertolmor Júnior as origens sociais da ditadura e da Democracia publicado nos 80 pelo Editora Martins Fontes neste livro de bertolmore Jr ele fará uma análise interessante tanto da revolução burguesa na França quanto na Inglaterra como também no Japão durante a era Meiji são livros clássicos fundamentais que hoje pouco se lê mas que contribuem bastante para compreender este Capítulo 24 do capital Espero que esta discussão tenha sido útil para aqueles que têm dificuldade de ver este Capítulo 24 encaminha em suas considerações positivas ou negativas e continuemos aqui
em nosso trabalho em defesa da sociologia em defesa da razão e em defesa do gênero humano até uma próxima