o Olá queridas e queridos tia Camila está aqui para que possamos conversar sobre Casimiro de Abreu E aí assim ó já deixou a dica para vocês que a gente tem algumas aulinhas sobre romantismo e sobre segunda geração romântica aqui no canal vão dar uma olhadinha para a gente se localizar na totalidade do que eu vou falar agora o Casemiro de Abreu é um poeta da segunda geração romântica no Brasil o Brasil teve no romantismo expressões tanto de poesia quanto de prosa Então a gente vai ter na poesia a primeira geração romântica que é nacionalista a
segunda da qual vamos tratar agora que é chamada de ultra-romântica ou geração modo século ou geração Barone Ana e também a terceira geração romântica que é geração condoreira geração social e aí o foco aqui é saber um pouquinho sobre este poeta que foi o mais importante mas um dos mais importantes da segunda geração essa segunda geração ela aparece como a geração mal do século a geração de sofrimento do escapismo né então se vê muito essa coisa de escapismo pela morte da opção pelo sofrimento dos capistas no passado do escapismo na infância e elas capistas no
passado na infância que faz com que o Casimiro de Abreu esteja aqui nessa geração Claro para além de escapar na infância né de fugir da realidade buscando o elemento da infância que coloca né ele aqui também é extensa a questão de pensar um amor idealizado um amor cheio de medos um amor que não acontece então a gente consegue colocar o Casemiro aqui e aí o que a gente vê ele fala muito da Saudade e principalmente daquela ideia de estar na casa materna de viver no meio da natureza e se sentir falta de estar entre as
árvores e junto ao seio da mãe o poema mais clássico não é mais conhecido do Casimiro de Abreu chama meus oito anos é uma coisa que talvez você já tem escutado por aí que diz assim ai que saudade que eu tenho da aurora da minha vida da minha infância querida que os anos não trazem mais então né Aqui meus oito anos a gente pode perceber esse escapismo pelo passado um passadista voltado a casa materna EA infância que afinal de contas né ver se idealiza se a infância como um lugar perfeito nem que não havia incomodações
agora a questão do desejo eu falei ali antes que ele tem essa coisa do amor que não que não acontece daquele amor longe de ter medo de amar né então existe aqui um desejo pela mulher amada e o medo de concretizar o amor O que é uma aqui que chama amor e medo que até no refrão ele fala tens amor é o medo és moça eu jovem e aí vai mostrando contradições para poder concretizar ou não o amor mas existe esse desejo existe também um poema chama a valsa que ele totalmente fala de uma mulher
que vai dançando pelo salão e ele completamente Encantado dela então tem essa questão desse desejo e aí assim a natureza aparece aqui com bastante força e é legal compreender que a natureza sempre foi uma característica da primeira geração romântica dessa geração nacionalista indianista só que ele vai dar esse momento de pensar natureza Brasileira de exaltar essa natureza brasileira a gente tem aqui o que eu comentei com vocês né o desejo que faz Oposição a culpa como é o caso do poema Amor e medo percebe-se um pessimismo né a olhar para a realidade percebe-se um e
por isso essa coisa de escapar e também a questão da Pátria assim como Gonçalves Dias lá na primeira geração que fez aquele poema canção do exílio exaltando o Brasil o Casimiro de Abreu aqui na segunda geração faz um poema que chama minha terra que também tem essa relação com a pátria e com exaltar a Terra Brasileira um dos livros mais conhecidos do Casimiro de Abreu chama-se Primaveras Fico por aqui um beijo para vocês até mais