[Música] Olá tudo bem sejam todos e todas bem-vindos a mais uma aula da disciplina de fundamentos históricos e filosóficos da educação eu troue um material para vocês vou compartilhar aqui para vocês poderem acompanhar as principais discussões que a gente vai tratar então na aula de hoje eh na nessa terceira unidade a gente vai tratar sobre as Vertentes teóricas eh da teoria da educação em específico aqui as teorias críticas e pós-críticas mas a gente vai também dar uma olhada nas teorias não críticas da educação eh e aí então aqui trouxe para vocês um pouco o o
índice né de que a gente vai tratar aqui na aula de hoje eh nós vamos começar eh tratando nos aspectos mais gerais do que essas Vertentes teóricas foram se constituindo no Brasil né a influência que elas eh tiveram eh tanto na educação e aí a gente vai chegar então na escola eh do ponto de vista mais geral eh as Vertentes eh não críticas eh da educação como eu fui mencionando nas aulas anteriores as formulações que envolvem eh as teorias da Educação no Brasil como mencionado nas aulas anteriores elas são o reflexo e são influenciadas pelas
Vertentes teóricas que foram sendo constituídas ao longo da história da humanidade tanto do ponto de vista das formulações teóricas né que envolvem a temática quanto também os teóricos que vão discutir eh no Brasil no caso do Brasil as formulações acerca da educação e dos processos de ensino que são realizados eh na escola nessa perspectiva né a gente na aula anterior a gente eh tratou de duas vertentes teóricas que tiveram um uma influência significativa do ponto de vista da educação das formulações a nível global e que vão influenciar eh as Vertentes teóricas aqui no Brasil que
é o Positivismo e o socialismo eh as formulações que envolvem a educação os processos de ensino e a escola no caso da do Brasil elas possui uma ligação direta com essas duas vertentes teóricas o Positivismo e o socialismo no caso do Brasil quando a gente pensa escola quando a gente pensa processos educativos quando a gente pensa educação escolar um dos teóricos que nos ajudam a entender e que fez um esforço ao longo da sua trajetória acadêmica de pensar como eh essas Vertentes teóricas ou como foi se configurando no caso do Brasil as principais formulações as
principais reflexões eh da educação brasileira dermal saviani vai fazer todo um esforço no sentido de sintetizar e pensar a educação brasileira por uma perspectiva reflexiva tendo como elementos os processos históricos que o Brasil foi vivendo então aqui nas formulações do dermer há uma articulação a gente pode dizer entre o pensar a educação e a escola no Brasil e dentro da sua trajetória eh de formulação de Pesquisas eh e de sistematização que que dermerval saviani vai vai realizar pensando a educação brasileira tanto do ponto de vista histórico quanto do ponto de vista cronológico ele tem duas
obras que são duas obras eh mais no sentido de tratar essa temática uma primeira que é a a obra escola e democracia que ela foi escrita eh na primeira versão em 1983 já teve várias edições né várias reimpressões e ele ele nessa obra em específico ele faz uma separação bastante didática e simples e que ajudam a gente entender o que são no caso do Brasil as teorias não críticas críticas reprodutivistas e as teorias críticas então ele separa estas três grandes categorias e nessa obra de uma maneira como eu falei bastante didática é possível compreender eh
Quais são os principais elementos e quais são os principais eh divergências que há entre essas três grandes eh Vertentes eh no do ensino da educação e da escola uma outra obra é bastante importante também e mais atual escrita é também por saviane é a obra escrita é o livro Escrito história das ideias pedagógicas no Brasil é um livro mais volumoso é um livro maior né com uma reflexão muito mais articulada da educação aos momentos históricos que o Brasil eh viveu ao longo da sua trajetória histórica né foi escrito em em 97 e vai trazer muitos
elementos pensando como eu falei a educação articulada aos períodos históricos do Brasil e ele tem como ponto inicial 1949 então aqui a gente começa a ver os aspectos da história de uma maneira bastante articulada nessa eh última obra né nessa obra história das ideias eh pedagógicas no Brasil ele vai eh classificar eh a educação considerando os elementos históricos em quatro grandes períodos e aí então eu trouxe aqui para vocês né o primeiro grande período é ele trata ele ele denomina 1549 a 1759 o segundo período de 1759 a 1900 32 um terceiro de 1932 a
1969 e o último período de 1969 a 2001 são datações eh que tem muito mais como eh objeto aqui eh um recorte eh histórico então ele vai pegar os elementos da história do Brasil e como isso foi se desenvolvendo ao longo desse período e vai organizar esses períodos trazendo a educação como um elemento né no sentido de potencializar no sentido de entender como a educação e como a escola foi se constituindo nesse período articulado a essas três grandes perspectivas né a educação não crítica A Crítica reprodutivista e a crítica eh eh uma imagem né das
das duas principais obras a escola e e democracia é um livro de bolso é um livro bem fácil a leitura bem fácil de ser compreendida eh e o história das ideias pedagógicas é um livro mais denso mais denso maior em volume de páginas eh mas que para nós que somos da área da história ele é fundamental também pra gente pensar essa articulação entre eh História e Educação bom entrando propriamente na questão das Vertentes né Eh aqui em específico as Vertentes não críticas eh da educação para dermerval savian eh não é possível pensar o ensino e
a escola sem considerar as relações sociais e políticas de cada período histórico então isso justifica um pouco pouco aquelas marcações e eh temporais que ele vai fazendo que eu apresentei para vocês anteriormente eh Então esse é um aspecto muito importante que eu queria destacar para vocês que eu já venho tratando aqui nas aulas anteriores que é a gente pensar a educação e como ela vem se configurando assim como a escola e como ela vem se configurando articulado a esse movimento histórico social e político da humanidade certo certo saviane eh vai enfatizar que no Brasil durante
muito tempo boa parte da história do Brasil as teorias não críticas Foram as únicas formas de ensino Então a gente tem do ponto de vista histórico uma ênfase maior nas teorias não críticas savian enfatiza que no Brasil durante muito tempo as teorias não críticas Foram as únicas formas de ensino as teorias críticas na concepção eh de savian elas TM como foco compreender eh apenas o mundo Liberal vê a escola e vê a educação escolar como um elemento apenas de compreensão e aí então ele vai definir quais são na concepção de saviane as principais Vertentes eh
teóricas não críticas ele vai denominar então pedagogia tradicional pedagogia nova ou então aqui a gente tem outras nomenclaturas né escola nova tendência escola novista ou Pedagogia da existência e uma outra vertente pedagogia tecnicista Então essas três vertentes teóricas são entendidas como eh perspectivas que vão olhar para a educação e para a escola sobre uma perspectiva não crítica a pedagogia tradicional ela se desenvolveu no Brasil ao longo do século XIX e teve como centralidade a transmissão e assimilação de conteúdos o professor ele é entendido como o detentor do conhecimento e este Professor possui a função de
transmitir ao aluno aqui entre aspas né o o conhecimento então a gente parte de uma ideia de que o professor é o detentor do conhecimento e o aluno o estudante é o receptor podemos dizer assim né E aí saviane continua dizendo que cabia ao aluno era de responsabilidade do aluno a assimilação desses conhecimentos e desses conteúdos por que que eu deixei aqui para vocês a palavra aluno entre aspas porque a palavra aluno é uma palavra que vem do latim né no latim ela se escreve de uma maneira diferente ela se escreve lunos no Brasil a
gente e inseriu o artigo a na frente então ficou a definição aluno eh no latim Luno Significa luz aquele possuidor de uma certa luz quando no caso brasileiro a gente inclui um artigo na frente o artigo acaba e fazendo com que a palavra se torne o seu contrário Então do ponto de vista da origem da palavra aluno significa tomando como referência o latim aquele sem luz por isso que eu estou usando aqui para vocês ela entre aspas porque eu não concordo com essa definição Ok a pedagogia tradicional ela possui como fundamento metodológico a exposição dos
conteúdos qualitativos a gente percebe na pedagogia tradicional uma ênfase no professor e uma responsabilidade maior para com o estudante no processo de ensino e aprendizagem e a gente percebe do ponto de vista metodológico que os quantitativos se sobrepõem aos qualitativos esses aspectos que Eu tratei aqui com para vocês eles vão eh começar a apresentar limites e essa proposta eh pedagógica ou essa vertente teórica ela passa a ser questionada E aí esses aspectos de questionamento então é que vão influenciar o surgimento da outra vertente teórica né da escola nova ou da pedagogia nova ou da tendência
escolanovista que a gente vai tratar agora bom e a pedagogia nova como eu falei para vocês anteriormente ela vai aparecer na literatura eh escrita de maneiras diferentes isso é importante que vocês registrem né que vocês eh guardem aí com vocês para quando vocês forem ler os materiais vocês eh compreenderem de qual tendência teórica está se falando aqui né então ela por vezes ela é tratada de escola nova por ve ela é tratada de tendência escolanovista por vezes Apenas escolanovista por vezes também de pedagogia da existência Então são formas que a literatura foi sendo registrada né
são formas como os autores foram registrando na literatura na literatura eh formas distintas para tratar da mesma vertente teórica a a pedagogia nova como eu falei anteriormente ela ganhou força as críticas que foram sendo feitas à pedagogia tradicional a pedagogia nova ela ganha força no final do século XIX ela surge como uma crítica a pedagogia tradicional e passou a formular suas reflexões pautadas nos estudantes Então se na tradicional a gente tinha uma ênfase no profess aqui a gente passa a ter uma ênfase no Estudante em específico a ênfase vai ser dada no Cuidado relativo aos
sentimentos né E aí passa a ficar em segundo plano os processos de ensino o professor passou então sobre esta perspectiva teórica passou a ter a função de estimular e orientar as aprendizagem eu trouxe aqui um fragmento do savian que ele diz a educação escolar passou a ser compreendida como a responsável pela resolução dos problemas sociais a educação será um instrumento de correção da Marginal da marginalidade passa a ser atribuído à educação escolar essa ênfase dela ser responsável pela resolução dos problemas e sociais a pedagogia tecnicista que também considerada uma eh numa perspectiva não crítica da
educação ela passou a ganhar evidência no final do século XIX quando a escola nova a pedagogia nova passa a não ser tão bem Aceita Então esse fator né das críticas que vão sendo formuladas relativas à Pedagogia da escola nova associado ao surgimento da educação freiriana eh vai vão ser elementos que vão impulsionar a pedagogia tecnicista no Brasil a pedagogia tecnicista ela tem como foco os métodos né então na pedagogia tradicional o foco professor na Pedagogia da escola nova o o foco o estudante aqui na tecnicista o foco o método essa vertente teórica ela vai defender
a neutralidade da ciência e as necessidades produtivas no mundo Educacional Então a gente tem uma ênfase de que a educação passa a ser um espaço produtivista também e o professor e o aluno e o estudante passam a ter uma posição secundária no processo de ensino e aprendizagem é neste período no desenvolvimento da pedagogia tecnicista é que surge o que savian vai falar de parcelamento do trabalho pedagógico então a gente que passa desde o final do século XX a gente passa a ter de uma maneira muito mais visível o trabalho parcelado ou fragmentação do trabalho na
educação também com especializações né com funções distintas eh as escolas passam por um processo crescente desde então de burocratização e passou a ficar mais visível essa articulação entre educação ou escola né em específico a escola aqui e o sistema Fabril então há uma relação quando a gente for na próxima aula estudar e olhar para a escola a gente vai perceber e vai compreender como essa relação ela é é muito mais visível do que eh a gente percebe Essas foram as principais Vertentes não críticas denominadas por savian e além dessas então ele vai denominar das teorias
críticos produtivista que também vão S vão ser consideradas por eles teorias não críticas E aí aqui então ele vai tratar ele vai denominar de três eh três teorias que são consideradas críticas reprodutivista teoria do sistema de ensino como violência simbólica teoria da escola como aparelho ideológico do do estado e teoria da escola dualista a as Vertentes teóricas classificadas por eles por ele por crítico reprodutivista elas vão propor à escola eh uma responsabilidade no sentido de resolver os problemas sociais é a escola responsável sobre essa perspectivas essas perspectivas teóricas as responsáveis pela resolução dos problemas e
sociais por que que eles atribuem ess esse entendimento porque eles entendem que a escola em certa medida tem uma autonomia eles entendem que há uma autonomia em relação à sociedade e portanto ela estaria eh capaz de resolver os problemas contudo essas teorias elas não indicam mudanças elas afirmam que é possível eh a sociedade ser mudada né mas elas não propõem Quais são as alternativas Quais são as possibilidades de revolução eh que possam ser resolvidas E aí por isso então elas são classificadas de crítico reprodutivista Ou seja que só vão reformar o sistema atual as Vertentes
teóricas críticas da escola elas são entendidas e como eh por saviane como tendo como elemento Central é olhar para a escola e perceber escola e educação e perceber em que medida a escola e a educação pode se colocar como contraponto no sentido de mudança social e aí ele vai dizer que as teorias críticas e da educação elas olham para esses lugares para a educação e para a escola e olham sobre uma perspectiva de mudar Quais são as mudanças do ponto de vista concretos que são possíveis de ser realizadas por outro lado entendendo isso eles não
vão atribuir à escola a responsabilidade única de mudança social então entendem a escola com um papel fundamental no sentido de conscientizar os seus sujeitos Os estudantes e estes sim então é que vão mudar a sociedade ou propor uma outra forma de organização social então a escola passa a ter um papel de Formação crítica Esses são os principais aspectos que envolvem do ponto de vista geral a teorias críticas da Educação no caso brasileiro outro elemento eh importante é que ele vai tratar é que as teorias críticas elas vão ter muito claro que a sociedade é uma
sociedade capitalista e que ela é estruturada em classes fundamentais que são antagônicas e nesse processo a educação e a escola possui possui uma intencionalidade diferente qual qual seria formação crítica E aí então ele vai classificar e aqui em três grandes Vertentes teóricas a educação popular a pedagogia socialista e a pedagogia histórico-crítica a educação popular que talvez seja eh a mais conhecida de todos nós né de todos vocês que é as formulações e realizadas e por Paulo Freire que eu como eu fale numa aula anterior foi o patrono da educação é é o patrono da educação
brasileira Paulo Freire ele primeiro ficou conhecido internacionalmente para depois Ser Reconhecido aqui no Brasil como eh um educador um professor importante no sentido de pensar proposições de processos de ensino e de educação articulados com a realidade dos sujeitos Esse é o principal elemento do ponto de vista metodológico que envolve a educação popular tentar articular por meio do Diálogo eh os conhecimentos que os estudantes trazem para a escola com os conhecimentos eh científicos e sempre com o intuito de uma formação crítica então é a a educação popular ela entende que todos os sujeitos que chegam à
escola eles possuem determinados conhecimentos e que esse esses conhecimentos devem ser respeitados pelos professores e é a partir deles que os professores eh devem mediar o processo educativo tendo como elemento o diálogo e o respeito dos Estudantes Paulo Freire Vai desenvolver o tema gerador o tema gerador ele se apresenta como uma possibilidade de aproximação entre a realidade e os conhecimentos científicos qual realidade dos Estudantes dos sujeitos que chegam até a escola a pedagogia socialista ela é pouco conhecida eh no Brasil ela está mais restrita às pesquisas acadêmicas e as práticas educativas realizadas em escolas de
assentamento então do ponto de vista de materialidade é nas escolas de assentamentos vinculados ao movimento dos Trabalhadores Rurais ceras que a gente tem uma expressão maior dessas práticas pedagógicas articuladas com os pressupostos teóricos da pedagogia é socialista a pedagogia socialista tem como foco eh do ponto de vista teórico as reflexões materialista e do ponto de vista prático tem como principal referência as experiências que foram realizadas na Rússia durante o período eh socialista né a partir de 1917 eh a pedagogia socialista ela tem como centralidade dos processos educativos o trabalho e a auto-organização dos Estudantes trabalho
entendido como categoria analítica é por meio do trabalho que se Analisa os elementos que envolvem os conhecimentos científicos e a auto-organização dos Estudantes esses dois aspectos são para esta perspectiva teórica um elemento fundante na formação dos sujeitos e críticos dentre os principais autores Russos aqui que discutem essa temática a gente tem pistrak hugin e kisia que foram professores durante o durante o período da Rússia socialista e a partir das suas práticas de ensino eles vão sistematizar eh e refletir esses elementos que eu fui e acabando de mencionar aqui tendo o trabalho e a auto-organização dos
Estudantes como centralidade a pedagogia histórico-crítica que é a última eh denominação dentro das Vertentes críticas eh da educação aqui ela tem como pressupostos eh os conhecimentos históricos Então ela parte dos conhecimentos históricos já realizados já sistematizados ao longo da história da humanidade e tenta articular esses conhecimentos com a realidade social e aí então ela essa vertente ela tá eh centrada em três grandes Pilares um primeiro denominado o trabalho como princípio educativo que é por meio do trabalho consciente os sujeitos se formam então há um processo de internalização do os processos de trabalho pela perspectiva formativa
um segundo que é o materialismo histórico dialético como fundamento teórico e um terceiro é denominado de síntese é que procura eh analisar e sistematizar esse processo essa perspectiva teórica ela tem muita clareza de que a sociedade no caso brasileira ela é dividida em duas classes antagônicas trabalhadores e burgues e traz a história como um elemento eh constitutivo fundante nas suas análises as Vertentes pós-críticas da educação elas são Vertentes eh que se aproximam muito das formulações das teorias críticas da educação a autores inclusive que dizem que elas são quase como sinônimos eh e elas são pouco
conhecidas no caso do Brasil e são Vertentes e que tem como eh lugar de pesquisa o contexto do do pós-modernismo e do pós-estruturalismo eh então a gente poderia dizer que as Vertentes pós-críticas eh da educação são Vertentes te eh mais atuais que olham para a educação e para os processos de ensino mais atual eh os autores são pouco poucos conhecidos não possuem uma expressão significativa como os autores das Vertentes que foram tratadas aqui anteriormente né e buscam analisar o contexto da escola uma grande crítica que é realizada a essas Vertentes teóricas e talvez esse seja
o fator delas não terem tanta visibilidade é que elas se preocupam em olhar para os processos educativos para a escola nos elementos pontuais então elas estão focadas em entender as temáticas específicas que envolvem a educação escolar por exemplo o currículo o analfabetismo e não articulam isso na maioria das vezes as questões gerais da sociedade então talvez esse seja um um um dos elementos que configurem que essa vertente essa vertente te óc não tem uma expressão eh tão grande Esse estudo pontual né das questões que envolvem a educação são fundamentais né são importantes que a gente
Olhe como está organizado o currículo como está organizado como como se dá essa questão ou qual o contexto do analfabetismo na atualidade enfim né mas eles precisam estar articulados à sociedade Então esse é um elemento importante a ser considerado quando você vocês forem entender essas Vertentes teóricas pós-críticas e da educação aqui eu trouxe para vocês uma síntese né então é que sintetiza um pouco o que a gente tratou até agora pedagogia tradicional focada no Professor pedagogia nova focada no estudante pedagogia tecnicista no método teorias crítico reprodutivistas né entendidas como em alguns casos reformistas e as
teorias CR críticas como teorias que provocam ou promovem ou buscam entender as mudanças sociais pensando essas Vertentes teóricas né e olhando para a educação e olhando pra escola eh é importante que a gente considere que essas mudanças elas foram sendo dadas gradativamente no interior da educação e da escola e em certa medida hoje a gente na didática de ensino na forma de organização escolar a gente assimila elementos que englobam todas essas Vertentes teóricas eh do ponto de vista eh material é importante Dizer para vocês que as teorias críticas elas conseguem explicar de uma maneira melhor
a realidade material né e a partir dessa realidade material propor mudanças mudanças pontuais na escola mudanças na forma de organização da escola na forma de organização curricular que são mudanças gradativas e dinâmicas elas não são estáticas né porque a realidade é dinâmica eh no nosso entendimento as teorias não críticas eh da educação não consideram a dinâmica social e humana que se materializa na educação e nos processos educativos eh a realidade ela é dinâmica ela não é estática né ela não é imutável e a gente precisa olhar para essa realidade como uma realidade viva né em
constante transformação e eh no nosso entendimento as teorias não críticas elas não entendem essa dinâmica a vida escolar pensando aqui a escola em síntese a gente pode dizer que as teorias não olham pra escola vendo a escola como um espaço um lugar um território possível de mudanças sociais e Mas o foco é a aquisição e a transmissão do conhecimento sem um viés da criticidade como elemento Central se a gente pensa que a escola é um lugar de mudança social mas paralelo é um espaço apenas de transmissão e assimilação do conheci a gente não olha para
os processos de ensino para a nossa atuação como professor como um elemento crítico né então aqui a gente perde a objetividade do meu ponto de vista dos processos de ensino da nossa atuação as teorias críticas entendem a educação como um espaço de mudança um espaço revolucionário espaço de mudança no sentido de mudar de conscientizar os sujeitos os estudantes no sentido de que eles são responsáveis pelas mudanças mudanças na escola como eu falei anteriormente mudanças relativas ao mundo que a gente vive essas eh mudanças elas são possíveis na medida em que nós professores motivamos os estudantes
a pensar de maneira crítica né a refletir de maneira crítica E aí sobre essa perspectiva a escola em entendida também como um lugar importante de formação e de conscientização dos Estudantes por hoje é só a gente incera a nossa aula na próxima aula a gente vai olhar com mais atenção para a escola como a escola foi se configurando ao longo da história e em que medida essas Vertentes teóricas chegam na escola no caso do Brasil até lá [Música]