Oi bom dia pessoal vamos iniciar mais um dos assuntos que ficou sobre a minha responsabilidade E hoje nós vamos falar sobre as Suspensões farmacêuticas hoje começaremos com a definição de Suspensões que é do México é de 1988 mais é aceita até hoje as Suspensões são a classe de sistema de espécies em que um sólido finamente dividido encontra-se disperso uniformemente em um meio de dispersão lido Então essa é a definição das Suspensões ou seja as partículas sólidas são insolúveis no meio de dispersão e Relembrando um pouco sobre os sistemas de espécies nós temos um capítulo só
sobre sistemas dispersos para quem quiser dar uma revisada no livro de delineamento de formas farmacêuticas do Alta mas aqui vai mais ou menos assim o que é que eu quero deixar para vocês então os sistemas de espécies são constituídos de pelo menos duas fases a fase dispersa diz continua interna EA fase continua dispersante ou externo as dispersões elas são classificadas de acordo com o tamanho das partículas da fase dispersa ou seja se você tem uma dispersão molecular você tem partículas que tem tamanhos atômicos ou moleculares ou seja as partículas Tem tamanho menor que um nanômetro
enquanto que as dispersões coloidais tem tamanho de partícula é um nometro a um micrômetro e as dispersões que a gente costuma chamar como dispersões grosseiras elas têm as partículas maiores que um microondas que que são as Suspensões farmacêuticas e as emoções vão estar dentro desse grupo das dispersões grosseiras as soluções verdadeiras vão estar dentro do grupo das dispersões moleculares enquanto as microemulsões as nano emoções e as microesferas vão estar dentro do grupo das dispersões coloidais e bom então para voltando para o lado da produção de medicamentos e cosméticos a gente vai tratar hoje sobre Suspensões
entretanto os sistemas de espécies eles incluem as Suspensões onde você tem um solo de espécie no líquido as emoções onde você tem dois líquidos de espécies entre si que são e miscíveis entre si as espumas onde você tem um gás de espécie no líquido usa aerossóis líquidos onde você tem um líquido de espécie no gás e usa aerossois sólidos em todos esses casos incluindo as Suspensões a fase interna que também é chamada de expressa ou descontínua vai estar finamente dividida e dispersa na fase continuou de espessante é a grande maioria das Suspensões possui o meio
de dispersão ou seja sua fase externa aquosa embora em alguns casos você também possa ter uma suspensão onde a fase externa é um líquido orgânico ou então um líquido oleoso então a fase dispersa O interno é constituída ou por uma partícula ou por uma rede de partículas que vão resultar de interações entre si e bom então as Suspensões elas podem ser classificadas como Suspensões coloidais que tem o tamanho da partícula insolúvel e dispersa menor que 1 micrômetro e em dispersões grosseiras que tem tamanho da partícula maior do que 1 micrômetro é Lembrando que como a
gente já falou dos tipos de dispersões não há a suspensão molecular Exatamente porque se trata de uma solução verdadeira onde você tem a dissolução da substância é no veículo no caso que alcança tamanhos Ned menores do que um nanômetro ou seja tamanho usar atômicos ou moleculares existem outras designações para alguns tipos de Suspensões farmacêuticas então vocês vão achar em alguns livros é de mucilagens magma sgex que são muitas vezes Suspensões coloidais usa aerosóis e os as Suspensões extemporâneas onde você tem misturas de pós secos que inclui os ativos os agentes suspensores os conservantes entre outros
recipientes inertes aos Quais você vai adicionar um veículo na hora do uso bom então não é suspensão ideal as partículas sólidas que vão estar inspeção elas devem ser esféricas e Mona de espécies ou seja devem ser bem redondas e perdem tamanhos homogêneos e devem estar homogeneamente suspensas tridimensionalmente através do veículo e devem permanecer homogêneo por longos períodos de tempo a água sendo o veículo mais comum para Preparações de Suspensões é muito importante conhecer suas interações com essas partículas que vão estar dispersas no meio aquoso bom então para conhecer e estudar essa interação da água com
as partículas é necessária a gente ter uma introdução sobre as interfaces então vocês vão achar também essa matéria um capítulo sobre os fenomenos interfaciais nos livros de produção de medicamentos então eu sugiro que vocês utilizem o mais novo que é o autom e tem um Edson bem nova mas se não tiver a nova dá para estudar pelas antigas também que é o dela é a mente formas farmacêuticas então a gente sabe que a fronteira entre duas fases é geralmente da escrita como interface né E quando uma das fases fungação vapor o termo é chamado de
superfície Então você tem por exemplo tensão interfacial e tensão superficial no caso de tensão interfacial Por exemplo quando você tem um sólido only o líquido com o líquido enquanto que é o termo vamos supor tensão superficial é um gás ou vapor entre um líquido ou um gás ou vapor entre um sólido tá então é comum que a matéria das interfaces tenha características diferentes do que as dos sistemas então esses fenomenos interfaciais eles têm um papel muito importante no Ampla variedade de formulações farmacêuticas e o comportamento dessas formulações em Vivo também é governado muitas vezes por
um processo interfacial é bom as interfaces elas são classificadas de acordo com as fases que separam por exemplo a interface entre líquido líquido a superfície né que a gente chama que é uma interface entre líquido e vapor os entre o sólido e o vapor e entre o sólido eo líquido o sistema de maior interesse e o comportamento de maior interesse farmacêutico é aquele onde você tem uma interface entre líquido e sólido como no caso das Suspensões as emoções Elas têm muito mais interesse que é no caso da interface líquido líquido para área de cosmetologia elas
são pouco usadas na área de produção de medicamentos as Suspensões são mais utilizadas então neste caso a gente tem o maior interesse em estudar essas interfaces entre sólido e líquido bom então é essencial ao formulador no caso farmacêutico que ele conhece os fenomenos interfaciais ou seja as interações entre partícula e veículo e essa interação na maioria das vezes vai determinar o comportamento da suspensão então é importante também que a gente tenha noções sobre os sistemas dispersos como eu já falei para a gente entender como é que ocorrem o comportamento individual de cada partícula assim como
suas interações então para isso a gente tem que ter uma noção das forças elétricas de repulsão das forças de atração e das forças originárias da solvatação todas essas forças elas são é interações ou entre partículas e partícula vão explicar essas interações Assim como e entre partícula e veículo no caso as forças elétricas de repulsão e as forças de atração elas são usadas para explicar estabilidade dos sistemas Lilian fóbicos e todas as três força elétrica de repulsão força de atração e força originária de solvatação são considerados nos livros para discussão sobre a estabilidade dos sistemas lipofílicos
ou seja das dispersões lipofílicas a e como a gente fala anteriormente a interação partículas solda veículo líquido vai determinar o comportamento da suspensão e a água é o veículo mais usado então a gente precisa entender um pouco dessa interação da partícula com a água então para isso a gente vai precisar também entender é o os fenômenos que ocorrem nas partículas individualmente que vai estar lá no capítulo de sistema de espécies que eu já falei que é do delineamento de formas farmacêuticas do comportamento entre partícula partícula que vai estar lá no capítulo entre superfícies E interfaces
do mesmo livro e a gente vai dar ênfase E especialmente nas Suspensões farmacêuticas onde a gente vai salientar a importância da carga da partícula e da interação entre as partículas entre si então para isso nós vamos a utilizar a teoria da dupla camada elétrica para explicar esses fenômenos e a maioria das superfícies ou seja da partícula no nosso caso ela adquire uma carga elétrica quando posta em contato com o meio aquoso e os principais responsáveis os mecanismos responsáveis pelo aparecimento dessas cargas são adicionadas são de bons a ionização que vai depender do PH do Meio
absorção de íons EA dupla camada elétrica como a gente vai trabalhar com Suspensões e a gente utiliza exatamente a teoria da dupla camada elétrica para explicar esses mecanismos de aparecimento de carga então esses outros como a gente não vai ter interesse no momento a gente vai deixar para outra ocasião mas caso alguém tenha interesse de dar uma olhadinha em cada um desses mecanismos vocês vão achá-los lá o capítulo sobre propriedades elétricas das interfaces que está também no livro delineamento de formas farmacêuticas do Alto bom então vamos começar a estudar as interações partícula veículo ou seja
sólido e líquido e vamos transpor isso para para o estudo das Suspensões através da teoria da dupla camada elétrica Então como a gente sabe um só dele só se dissolve não veículo líquido se ele possui alguma similaridade com o mesmo aqui gente Vale aquela velha máxima semelhante dissolve semelhante então é no caso algumas drogas elas são hidrofóbicas na realidade a maioria das drogas elas são hidrofóbicas e não se dissolve bem na água e na realidade muitas dessas drogas são modificadas na sua estrutura ou seja são desenhadas para serem hidrofóbicas E por que que preferencialmente essas
drogas devem ter a idade aquosa baixa Exatamente porque essas drogas elas são projetadas para se encaixar em receptores biológicos e esses receptores na sua grande maioria são hidrofóbicos portanto embora possam ser muito eficiente uma vez em seus locais de ação isso representam um desafio muito grande para o formulador porque muitas dessas drogas deverão ser desenvolvido como formulações de Suspensões bom então como eu falei anteriormente a maioria das substâncias qualquer superfície quando colocada em um meio aquoso ela adquire carga então isso não é diferente para as drogas e hidrofóbicas elas quando de espécies em Água elas
vão adquirir uma carga aí você pode me perguntar se ela é hidrofóbica não vai se dissolver não vai se dissociar como é que ela repele a água esse oniza então neste caso gente a carga resultante da ionização é da água e não da droga Então os prótons que são liberados eles vão ser sol atados por moléculas de água impactos para formar o Yuri Drone ou seja esse H3 ou mais é essas estruturas maiores com má as teclas de água elas são geralmente menos móveis que os íons hidróxidos certo então produzidos pela pela reação da ionização
inicial da água as superfícies na água elas são com maior frequências carregadas negativamente do que positivamente porque os cátions eles são mais hidratados que usamos como a gente mostrou agora e aqui nesse slide nós temos uma ilustração da dupla camada elétrica nós temos aqui essa partícula em azul que é uma única partícula sólida na água ou seja que nós temos um meio externo formado o líquido e externo formado pela água EA partícula sólida a que você vê a superfície carregada negativamente que é devido aos íons hidróxidos que foram é provenientes da ionização da água essa
camada mais interna onde a gente vê um alo que infelizmente nesse programa que eu uso eu não consigo apontar né mas eu espero que vocês entendam é esse Halo em torno da partícula tem uma praia dominância daqueles vinhos que são carregados positivamente o Leon se hidrogênio e a camada externa e se essa mais externa e se a Lu também tem uma predominância de íons carregados positivamente mais em menor extensão do que a camada interna e finalmente aqui é mais externa mente nós temos um veículo que tem uma carga líquida é neutra porque aí você tem
a neutralização das cargas positivas e negativas à medida que você se distância da partícula na Dupla camada elétrica a gente pode distinguir duas camadas que a camada mais interna que a chamada de camada de stern e a camada mais externa que a gente chama de camada difusa ou camada de Góis Chapman que a gente vai mostrar no outra figura que vai dar para vermelho e aqui dá para a gente ver a carga negativa na superfície da partícula sólida que a superfície carregada tá aí logo em seguida você vê aquele hidrônio que geralmente tem um tamanho
maior né que tem a carga positiva então mais ou menos no meio dele como se fosse o raio de Sininho logo após a superfície carregada você tem a camada de externo logo após as o plano de externa ou a camada de stern o camada interna você tem a superfície de cisalhamento que é mais um pouco mais fora dessa carga positiva e essa parte onde você tem íons negativos e positivos é a camada que a gente chama de Góis Chapa OLX o usa esses íons hidratados esses positivos maiores são chamados de contra e uns porque eles
têm cargas Opostas aos seus que estão na superfície da partícula e os íons negativos que estão de espécies eles são chamados de coriolis porque tem a mesma carga dos íons que estão na superfície da partícula e essa dispersão entre essas cargas maiores e menores que estão na superfície da partícula são chamados de íons determinante de potencial porque o potencial elétrico que vai ser medido na superfície da partícula é determinado por esses íons e eu coloquei mais um gráfico Na tentativa de que fique mais claro possível para vocês aqui uma mais uma figura na realidade então
aqui a esquerda de vocês vocês tem a superfície sólida tá aqui não tem aquelas cargas que ficam A dissolvidas tá que são na sua grande maioria as cargas negativas Mas você vê bem a superfície da partícula E logo depois tem algum seus absorvidos algumas substâncias absorvidas que às vezes são tensoativos não iônicos por exemplo e o positivo que é bem bem maior né do que os outros que aquele hidrônico eu falei então você tem no raio de Sininho a superfície de cisalhamento desculpe o plano de stern e logo em seguida que faz essa onda como
se fosse uma salvação e tem a superfície de cisalhamento e depois você tem né vai dispersando a os íons positivos e negativos que seria a camada difusa então por isso que ela é chamada de dupla camada elétrica você tem na superfície da partícula os seus determinantes de potencial elétrico e depois você tem os contra-íons que são ossinhos que tem carga diferença da maioria do que estão na superfície né da partícula Então você tem na realidade é a dupla camada elétrica seria resultante da distribuição de íons no meio de dispersão que esse meio aquoso que é
um produto da superfície carregada e de um é o de um excesso neutralizante de contra-íons sobre os coelhinhos ou seja esse sistema deve ser eletricamente neutro Mas eles são a forma né Depois nessa parte da camada difusa você tem essa neutralidade então a dupla camada em resumo seria dividido em duas partes que essa interior que pode incluir os íons absorvido EA camada a camada difusa na qual seus estão distribuídos de acordo com as influências das forças elétricas e do movimento térmico também tá gente então o agitação térmica ela também influencia no potencial elétrico dessa dessa
desse sistema porque ela diz peça os íons em solução tá então a gente vai falar também da questão de um potencial elétrico que eu vou passar para próxima figura para o áudio não ficar muito louco bom então aqui do lá é a mesma figura só que agora eu vou explicar a parte potencial elétrico tá então a gente vai olhando numa figura e na outra então aqui do lado direito nós temos indicados os potenciais que podem ser medidos na suspensão então aqui na figura de do lado direito você tem na superfície da partícula Você tem o
potencial de superfície Ou seja você pode medir o potencial elétrico na superfície da partícula Tá certo Logo em seguida onde a gente mostrou que que dá mais ou menos o raio daquele íon positivo maior que é o plano de externo e um superfície de stern você pode medir o potencial de externo então a medida que você se afasta né dá esse potencial e a partícula se move Você tem uma superfície O que é aquele share plane né que eu falei que é um pouco mais para fora da camada de stern que é aquela superfície que
a gente falou superfície de cisalhamento que depende da rugosidade da superfície da partícula da algumas macromoléculas que ficam absorvidas na superfície também então é essa superfície de corte que você mede o potencial Zeta Tá certo então aqui você nós temos potencial de superfície que é medido na superfície da partícula potencial de externo que é medido aqui na camada de stern e naquela superfície rugosa que eu denominei de chegar Play all share Surface que é o a superfície de cisalhamento é onde se mede o potencial Zeta e aqui embaixo gente vocês tem é uma letrinha que
é o cá e que a gente denomina que essa distância entre o potencial de superfície e até onde ele fica zero ou seja à medida que as cargas vão ficando neutras os potenciais tendem a zero Então essa distância até chegar ao potencial zero é denominada de um sobrecar ou seja isso aqui é a suar espessura da dupla camada elétrica e bom então eu aumentei um pouco a figura para vocês observarem que aqui a gente tem uma linha é uma curva que vai decaindo você tem essa queda e Pop exponencial do potencial até chegar a zero
com a distância do plano de externo então a distância na qual isso ocorre né como eu falei é um sobrecar que é referido também com parâmetro de comprimento de Jimmy Russel ou então espessura da dupla camada elétrica esse parâmetro k gente ele depende da concentração de eletrólitos no meio aquoso se você tem um aumento na concentração de eletrólitos você tem um aumento no valor de k e consequentemente se aumenta ou diminui essa distância ou seja diminui um sobre estar ou em outras palavras você comprime a dupla camada com o aumento na concentração os trólebus como
potencial de externo vai permanecer constante Isso significa que o potencial Zeta será reduzido Então você cumpre-me esse um sobrecar mas não tem influência sobre o potencial de stern apenas sobre o potencial Zeta Tá certo então dá para ver bem se você observar a figura já quando você tem os íons especificamente adsorvidas na superfície da partícula Você pode ter uma redução no potencial de externo certo se você tem a essa redução no potencial de externo você também tem uma redução no potencial Zeta mas você não tem a compressão da dupla camada Ou seja você não mexe
com cá e consequentemente a distância percorrida não vai mudar então potencial Zeta ele pode ser reduzido por aditivos ao sistema aquoso Tá certo então tanto você pode utilizar a quantidade uma certa concentração de eletrólitos para mudar o potencial Zeta como você pode usar e os que podem ser especificamente adsorvidas na superfície da partícula mudar o potencial de externo indiretamente o potencial Zeta Isso vai ser importante depois gente quando a gente for tratar do controle de qualidade das Suspensões de como é que você que tipo de suspensão você vai querer formular lá na frente a gente
vai precisar dessas definições e aqui nesses larga a gente tem os fatores que podem afetar dupla camada elétrica que a gente já falou de alguns por exemplo adição de excipientes da formulação pode afetar o comportamento da partícula na suspensão pode afetar a camada interna a difusa ou ambas como a gente já falou materiais que se ionizam Como por exemplo o cloreto de sódio pode aumentar podem aumentar a quantidade de cargas móveis que vão ficar lá disponíveis no sistema em baixas ou médias concentrações de cargas elétricas Geralmente se localizam dentro da camada difusa sem interferir com
potencial de superfície ou potencial de externo veja bem baixas ou médias concentrações de íons e quando você tem um aumento na concentração de cargas como eu já falei anteriormente você tem a redução da espessura da camada difusa você comprime essa camada sem interferir com potencial de stern tá mas você diminui o potencial Zeta já altas concentrações de material e o único podem ainda migrar da camada difusa para a camada fixa e se absorverem sobre a superfície da partícula Então quer que acontece revendo que a gente já falou você tem a redução da carga da partícula
consequentemente você tem a redução do potencial de externo como efeito secundário desta redução ocorre uma diminuição do potencial Zeta só que neste caso não há compressão da dupla camada e não mexe com k O Outro fator que pode afetar a dupla camada elétrica é a adição de sulfato antes abaixo da concentração micelar crítica quando você adiciona esse extensão ativos abaixo da concentração micelar crítica eles vão se localizar na superfície da partícula quando você é adiciona esse surfactante Acima das Mc as micelas de surfactante vão ser formadas com um núcleo hidrofóbico Central em que a droga
hidrofóbica vai se dissolver lá dentro tá certo o efeito do surfactante na carga da partícula vai depender da natureza química da sua molécula ou seja se ele é um tensoativo aniônico se ele é um tensoativo catiônico ou se ele é um tensoativo não iônico como os spams e os Twins Então essa mudança afeta diretamente a camada fixa com redução do potencial de externa mais com pouco efeito na camada difusa então para quem não sabe concentração micelar crítica é a menor concentração onde ocorre a formação de micelas de um surfactante então aumenta a concentração de surfactante
após esse ponto tem pouco efeito na tensão superficial da forma farmacêutica na qual esse surfactante vai estar presente em outras palavras a concentração micelar crítica é uma de se inicia o processo de formação de micelas Ou seja micelização que é uma propriedade intrínseca e característica do surfactante bom então só para finalizar essas explicações desses fatores que afetam a dupla camada eu coloquei essa figura mas eu não sei se vai tá bem claro para vocês Então aqui tem uma bolinha azul que difere das outras que tem carga que a gente vai mostrar aqui na figurar na
primeira figura aqui que seria o efeito das baixas concentrações de material e o único então você vê que essa bolinha azul ela vai permanecer basicamente aqui na camada difusa sem afetar no entanto os potenciais né elétricos da formulação Então você não tem diferença nem no potencial de externo e no potencial Zeta aqui na segunda figura na figura B você tem altas concentrações de material e o único adicionados e aqui você vê que ele já invade aqui a camada a perna então aqui neste caso você tem já uma associação dessa desse material e ontem na superfície
da partícula Com redução da sua carga e consequentemente do potencial de externa neste caso você tem uma redução também do potencial Zeta mas sem comprimir a camada difusa tá E aqui na figura ser você tem os você tem um elo que fica aqui ao redor da partícula que seria a adição do surfactante Ou seja você interfere aqui diretamente com o potencial de externo porque você é o surfactante fica localizado na superfície da partícula Então nesse caso você tem uma mudança diretamente na camada fiz fixa né com a redução do potencial de ter mais você tem
e isso é feito na camada difusa então aqui gente a gente finalizar primeira parte da nossa teoria para poder entrar na parte Suspensões logo em seguida na parte dois a da aula a gente vai ver as interações que ocorrem entre as partículas de uma suspensão Então até agora a gente só estudou a partícula isoladamente no meio aquoso então na segunda parte a gente vai ver as interações entre essas partículas é