[Música] Bom dia a todos. Obrigada por estarem conosco novamente para acompanhar a nossa videoconferência dos resultados do primeiro trimestre de 2025. A gente tá ao vivo da nossa sede em São Paulo e vamos dividir esse evento em três partes. Primeiro, o nosso CEO Mário Leão vai falar sobre os principais destaques do trimestre e os direcionamentos pro crescimento dos próximos períodos. Depois, o nosso CFO, Gustavo Alerro vai fazer uma análise detalhada do nosso desempenho. E por fim, vamos ter a nossa sessão de perguntas e respostas. Eu vou passar algumas instruções. A gente tem três opções de
áudio na tela. Todo conteúdo em português, todo conteúdo em inglês ou o áudio original. Para você escolher a sua opção, basta você clicar no botão que está no centro inferior da sua tela. Para fazer uma pergunta, clique no ícone De mão, que também está na parte inferior da sua tela. A apresentação que a gente vai fazer agora já está disponível para download no nosso site de R. E com isso eu passo a palavra ao Mário para iniciar a apresentação. Obrigado, Camila. Bom dia a todos. Um prazer estar aqui 10 e pouquinho ao vivo transmitindo para
vocês o nosso primeiro tri de 25. Sempre bacana falar de um primeiro tri início de um ano, mas é uma continuação de Jornada. Aqui dando para vocês os principais destaques. Vocês já viram certamente, começando pela esquerda. A gente tem de forma consolidada uma entrega de um lucro líquido arredondando 3.9 B para ser preciso 3.861. É um lucro praticamente igual ao do quarto tri do ano passado, levemente acima, numa evolução importante, ano contra ano, o que a gente fica contente de entregar, porque a consolidação de uma melhora que a gente fez ao longo de Todo o
ano passado, executando de forma muito focada a nossa estratégia, a gente tem uma rentabilidade levemente abaixo no mesmo patamar que a gente teve no quarto do ano passado, 17.4% também uma evolução grande, ano contra ano, de mais de 300 pontos. A gente vai detalhar bastante hoje o caminho pelo qual a gente chega nesse resultado. É bastante importante. Tem obviamente evoluções eh relevantes contábeis na 4966. Semos seros o primeiro banco listado a Divulgar. Sempre traz o desafio da gente contar mais de como de como isso afeta. São várias as linhas impactadas. A gente vai buscar ser
o mais aberto e didático possível aqui. Dando o highlight de como a gente compõe esse resultado. A gente tem uma evolução em margem financeira de 0.4 4 margem financeira, obviamente tem dois pedaços, margem de mercados que vocês podem ter visto já a gente tem uma evolução de redução que já era bastante esperada, mas o número ainda positivo. E A gente tem uma evolução positiva na margem de clientes composta por passivos e também ativos. Obviamente o impacto nesse primeiro trimestre bastante relevante. A gente não cita sempre o tema de dias úteis, mas nesse trimestre tem um
um impacto relevante que que causa uma redução per nos números de margem financeira de algumas centenas de milhões. Então tem um impacto relevante, mas a margem financeira então ela anda Eu diria mais para plana, mas com dinâmicas que a gente vai explicar melhor e tem várias dinâmicas positivas. Aí lado de comissões, a gente tem a sazonalidade natural de primeiros tris contra quartos tris. A gente vai mostrar as dinâmicas aqui, sem dúvida, tem dinâmicas positivas de um lado, tem dinâmicas que a gente vai buscar ao longo do ano eh voltar a crescer. A gente ainda tem
um ano contra ano com alguma relevância, mas sem dúvida aqui Em comissões a gente tem mais para fazer e toda a agenda estratégica tá voltada pra transacionalidade, para gerar e volumetria com clientes, comissões e junto disso, inclusive depósitos baratos. A gente em curso de crédito tem uma evolução de ponto três pontos, mas de novo a base comparativa não é igual. a gente vai detalhar bastante as dinâmicas, o número em si, ele tem uma comparação em critérios diferentes e a partir daqui, obviamente, a gente vai Construir um novo baseline para poder seguir de perto e seguir
comentando com vocês. A gente continua com uma agenda de gastos bastante focada também sazonalmente. O primeiro tri, comparativamente ao quarto tri, tende a ter uma redução. A gente vai continuar trabalhando para ter um gasto ano contra ano, como aqui 4.4, Fo, a gente vai buscar continuar uma um gasto que seja ano contra ano sempre menor do que a inflação. A gente vai buscar um gap Maior contra a inflação esse ano do que a gente teve nos últimos anos, mas aqui continua sendo uma agenda de bastante disciplina da gestão. Como drives estratégicos, que depois eu vou
detalhar, são poucas páginas, a gente continua bastante focado, como eu comento aqui, na construção de uma operação sólida, resiliente, cada vez mais diversificada. Vocês já me ouviram falar isso aqui, eu diria, alguns anos e a gente tem mostrado cada vez mais os Efeitos dessa dessa agenda estratégica de diversificação. A gente continua focado em agendas estratégicas claras e dessa vez a gente traz para vocês um dado que é a nossa bússola de gestão, que a gente chama de Golden Wols. Eu vou dedicar alguns minutos comentando ela com vocês. E a gente, sem dúvida, não poderia ser
diferente com foco obsessivo na agenda de transformação da nossa experiência com os clientes, que afinal é o que Alimenta toda essa franquia. Falando justamente de clientes, a gente aqui traz alguns dados que eu fico contente de dividir. A gente passa de 70 milhões de clientes na base total. A gente evolui bastante também na base de clientes ativos, aqueles que transacionam conosco praticamente todos os dias, 33 milhões, mais contente ainda com a evolução do que a gente chama de clientes principais. Então a nossa agenda de principalidade, que é o termo Que todo o mercado usa, a
gente tem chamado internamente da agenda dos clientes principais. Eu quero que o cliente de fato se sinta um cliente principal do Santander. E esse número sobe 17% ano contra ano, que é bem relevante. Obviamente aqui tá o pilar fundamental da nossa estratégia de clientes. A gente também em NPS tem os melhores níveis da história. A gente melhora em 2 anos mais de 10 pontos na PF, mais de 20 pontos na PJ. A gente tem Patamares que a gente quer buscar mais, sem dúvida, mas mostram que a gente tá caminhando em jornadas, em experiência, em oferta
cada vez melhor. Mas a gente não para aqui, a gente continua focado em desenvolver uma agenda cada vez mais potente com os clientes. A gente cita aqui dois exemplos. O primeiro exemplo, eu fico super contente de divulgar. A gente falou levemente na última divulgação, mas agora virou uma realidade. A gente tá lançando em mais Algumas semanas o nosso OneP. Não é uma versão atualizada, versão 13. 5.1 do nosso aplicativo atual. A gente tá de fato lançando um novo aplicativo e com ele uma nova experiência bastante diferente pros nossos clientes. Obviamente vai ser o aplicativo que
vai convergir as nossas experiências monoprodutistas ao longo do tempo. Ele vai convergir, portanto, todos os nossos aplicativos. Mas sem dúvida a gente quer que o One ONEP seja a nova forma dos Clientes experimentarem o Santander todos os dias de uma forma muito mais personalizada, de uma forma muito mais contextualizada. e com uma conversa contínua. Então, o ANEP que tem um rollout de próximos meses, então a gente começa de forma eh mais eh mais imaterial agora nas próximas semanas e vai subindo entre maio e setembro. E a ideia é que antes, portanto, do quarto tri, a
gente tem a nossa base de clientes toda coberta pelo Pelo novo aplicativo. E o segundo foco que eu dou aqui rápido é da nossa evolução em jornadas de pagamentos. Aqui tem uma agenda enorme. Eu poderia cumprir uma página inteira sobre isso, mas só para citar que jornada de pagamento tem sido um grande foco do Santander. A gente o ano passado evoluiu e ganhou mais de 10, 11 pontos de NPS. Por isso, a gente evoluiu a nossa jornada do Pix de maneira material. A gente tem hoje um campo único para Qualquer tipo de chave Pix. A
gente tem uma jornada de Pix muito mais simples e intuitiva. A gente tem eh o Pix Crédito em breve, a gente tem o Pix por aproximação, a gente tem o click to pay, a gente tá prontos para fazer o Pix automático, que entra na metade do ano para todo para todo o mercado, já com alguns grandes âncoras fechados com Santander, pra gente poder operar o Pix automático para eles. Então, a jornada de pagamentos, a gente vai detalhar mais Ao longo do ano, é um grande pilar estratégico junto com cartões. são os dois produtos ou tipos
de jornada que os clientes mais usam. A gente quer estar na frente da da transformação. Aqui a gente continua número um no down detector, não curso a reforçar. Então a agenda sobre estabilidade continua sendo um grande pilar. Falando dos nossos negócios estratégicos, aqui eu vou citar quatro. A gente sempre dá destaque a alguns dos Negócios. A financeira que a gente tem, vocês sabem que é uma financeira bastante grande, ela cresce algo no tri, cresce menos do que o ano passado. Ano passado a gente cresceu mais de 20%. Esse ano o mercado como todo cresce menos
e a gente foi mais cauteloso no crescimento esse primeiro tri, dada a menor demanda, dada a maior taxa de juros, mas obviamente continua sendo uma agenda de crescimento relevante. A gente tem além da maior financeira, a mais Digital, a com melhores jornadas. A gente tem um share total de 21% aproximadamente, mas um share em carros elétricos que cada vez tem mais relevância em 50%, então de cada 100 carros vendidos e financiados elétricos no Brasil, a gente faz metade. Sendo que com algumas marcas a gente tem 70 ou mais por. A gente em pequenas e médias
empresas continua renovando a nossa franquia de forma material. A gente fez um novo modelo de atendimento lançado ao Longo do ano passado, uma nova oferta de valor, cobertura espalhada pelo Brasil. A gente tá evoluindo muito em número de visitas, evoluindo, portanto, em NPS, evoluindo, portanto, em clientes ativos e, obviamente, o resultado vem junto. A gente tem uma evolução de quase 20% de lucro, e aqui é lucro líquido numa base em dois anos e obviamente a gente quer empenar essa curva mais ainda. A gente em cartões continua tendo uma grande alavanca, acabei de citar, a gente
tem Uma base cada vez mais voltada para alta renda e com spending médio melhorando. Temos muito para fazer ainda aqui, mas a nossa evolução em cartões veio para ficar e a gente tá bastante focado nesse produto e a conta, o Pix e no fundo a visão mais de jornada de pagamentos e viabilizando uma integração muito forte entre os diferentes produtos, inclusive em como a gente se organiza nas nossas business dominas, o nosso modelo ágil. A gente lança agora em março o Santander Shopping, do qual a gente vai falar mais ao longo do ano, mas é
uma nova forma dos nossos clientes consumirem através do nosso app. com toda o maquinário do nosso esfera, do nosso programa de relacionamento, suportando. E para fechar, eu reforço a agenda do nosso varejo PF. A gente fez uma simplificação relevante. A gente sabe que nem todos do mercado t feito um enxugamento de segmentos, a gente respeita, mas no Santander a decisão foi, a gente precisa Simplificar a forma como a gente se posiciona pros clientes, as marcas que a gente usa, a oferta de valor que a gente quer entregar. E a gente tem feito isso na PF
com a marca Santander para baixa e média baixa renda e com a marca Select para média alta e alta renda. Primeiro, os resultados são bem positivos. Ao longo do ano a gente vai poder dividir mais com vocês. E só para fechar, a gente investimentos lança o primeiro grande pilar de inteligência artificial Generativa de NAI com o Pitmaker. Na prática, todos os nossos assessores de investimentos TripleA, em breve todos os nossos assessores, em geral, especialistas vão ter, mas os triple já t uma ferramenta pela qual o pit, ou seja, as recomendações são geradas por inteligência artificial
generativa 100%. E com isso podem, claro, revisar e dividir com os clientes em qualquer canal, e-mail, WhatsApp ou conversas ao vivo. Aqui para fechar a minha parte, Pela primeira vez eu tô dividindo com vocês algo que já há mais de ano, ano e meio, norteia a gestão, não só a minha, do Comitê Executivo, de toda a liderança do banco. Eu chamo isso de a nossa grande bússola, as nossas Golden Lules ou regras de ouro. Na prática vocês vão ver que é tudo bastante simples, como tem que ser, e tudo conectado com o que a gente
tem falado até aqui. Eu vou passar relativamente rápido, mas eu quis dividir isso com o mercado para, de Certa forma sedimentar tudo que a gente tem falado com vocês ao longo desses anos. Qual é o Santander que a gente tá construindo? A gente tá construindo um Santander com seis princípios. Não são 15, tampouco são dois. O primeiro, a gente quer ter um portfólio de crédito cada vez mais balanceado. Vocês já me ouviram falar disso aqui n vezes. Eu quero sim continuar fazendo crédito. O crédito é fundamental, um crédito cada vez mais Como um meio de
ganhar a relação transacional com o cliente e com isso as comissões e os depósitos. Obviamente o crédito per tem que ser bem escolhido e bem precificado. E a gente tem conseguido, apesar do entorno macro mais difícil, manter spreads e levemente crescer spreads. Vocês vão ver a gente ao longo do tempo muito focado na agenda dos spreads, porque preço é chave. E o portfólio de crédito balanceado significa uma menor Concentração em baixa renda, maior em alta renda, um crescimento desproporcionalmente maior em pequenas e médias empresas e equilibrado também com a nossa agenda de atacado e da
própria financeira. Segundo grande pilar, reduzir o custo de funding no banco. A gente tem feito isso consistentemente. Não é um botão que a gente aperta, como eu falo, é uma agenda estratégica que tem que ser disseminada nos vários canais, tem principalmente a ver com o Varejo, é fazer com que a nossa grande máquina de varejo se volte para fazer captações também. E aqui tanto as captações pagas, aqueles depósitos e letras, quanto a captação derivada da agenda transacional com os clientes, aquela que você não vende. Você não vende um depósito em conta. você ganha o direito
de ter um depósito em conta por ter relação transacional com o cliente. A gente tem focado obsessivamente nisso. Terceira agenda, diversificação de Receitas. E aqui, principalmente agenda de comissões. A gente tem o pilar no pilar comissões. Vocês viram o ano passado como a gente evoluiu. A gente quer evoluir de forma material de novo esse ano e vai evoluir. Agenda de diversificação de linhas de receita, super importante. Comissões tão papel chave. O quarto, eficiência em custos. A gente tem feito isso, eu diria, bem. Essa lição de casa eh segue sendo bem executada, mas a gente quer
mais. a Gente quer ser mais eficiente ainda, a gente quer ir para um patamar de eficiência que a gente nunca teve e com isso, claro, levar a operação para um patamar de rentabilidade, que é o próximo pilar ainda mais alto. A rentabilidade não acontece só por gastos, acontece pela composição de todas as linhas e de como a gente ordena o uso do capital, no qual a gente tem sido cada vez mais disciplinado. Mas entabilidade, sem dúvida, um grande Pilar é o que conclui tudo isso. a gente continua com a ambição que vai vai ser atingida
de chegar nos próximos anos a uma rentabilidade mínima de 20% e de forma sustentável, que é o sexto pilar. Tudo que a gente tá fazendo com a visão de longo prazo, a gente não quer ter sprints, a gente quer reduzir ao máximo ao longo do tempo os efeitos de macro, de cenários, de curva de juros e, portanto, de volatilidade no resultado. Com base nessas golden rules, a gente Tem tocado o banco, tudo que a gente tem falado com vocês em conferências, eventos e nas divulgações conecta com isso. Eu achei bacana dividir com todos para vocês
terem a visão que no fundo é bastante simples de como a gente tem tocado a operação. Com isso eu passo pro Gustavo pra parte dos números e depois eu volto. Obrigado. Obrigado, Mário. Bom dia a todos. Vou começar a apresentação pelo desempenho da nossa carteira de crédito. A evolução No ano, assim como no trimestre, mostra a continuidade na disciplina de crescer com qualidade e rentabilidade consistentes. Cartões que t um papel fundamental na vinculação transacionalidade segue como destaque. A gente teve um crescimento anual de 18% e a gente tá aproveitando melhor a nossa própria base de
média e alta renda, como a gente falou no trimestre anterior. A financeira manteve a boa dinâmica dos trimestres passados, as ordenações Continuam direcionadas aos clientes com os melhores ratings e que representa 80% do saldo já da de toda a nossa carteira e seguindo com bastante disciplina de preço. Em relação a pequenas e médias empresas, o crescimento foi concentrado no trimestre nas linhas governamentais com aumento de 1.8%. Já em grandes empresas, parte do da evolução do portfólio tá inserida na carteira de avaiças e títulos privados que cresceram 2,1% eh no trimestre. Nesse segmento, eh considerando a
variação cambial, a carteira de crédito teria expandido 0,6% frente a esse -2.2 do que vocês veem aqui, a carteira de crédito consignado teve uma queda de 3,4% no trimestre na comparação eh com o trimestre anterior e reflete o foco que a gente já tem eh eh declarado na rentabilidade, né? Eh com melhor menor reflexo eh com reflexo da menor originação do consignado INSS, mas a Carteira de consignado privado cresceu no trimestre aproximadamente 5%. Do lado direito do slide, a gente apresenta os resultados das nossas captações. A gente teve o avanço importante dos depósitos à vista,
que é reflexo da principalidade de todos os nossos clientes, tanto do atacado quanto do varejo. E além disso, a gente continuou eh otimizando os instrumentos e de captação, né, o que ajusta os custos e melhora os custos. E, por exemplo, no caso específico aqui do Trimestre, a gente continua aumentando as letras financeiras, né, considerando os bons níveis de preço que o mercado tá praticando e bastante demanda pelos nossos papéis. Então, esse aqui é o resultado eh e reflexo da disciplina na gestão de preços dos passivos, né, que contribui para melhorar o custo médio em relação
a todo o estoque que a gente tem de passivos. e combina também com o objetivo que já é declarado, a gente aumentar a participação relativa da Pessoa física versus a jurídica. No próximo slide, eu detalho as receitas que alcançaram um crescimento de 7% em comparação com o trimestre, primeiro trimestre de 2024. No trimestre, a margem de clientes teve um leve crescimento. Aqui implica na comparabilidade o menor número de dias úteis e corridos, né? Eh, trimestre contra trimestre. Desconsiderando esse efeito, a margem teria crescido 1,5%. Tá? E outro efeito, eh, tá Relacionado à adução da 4966,
que implica em alguns ajustes nos custos de originação e ativos problemáticos na margem de clientes, que também impacta a comparação entre trimestres, tá? Mas overall a gente vê uma boa composição eh da receita no trimestre, tá? na margem de captação, eh, e alinhada com a disciplina de precificação e dos ativos, a gente tá avançando bem em relação aos nossos objetivos estratégicos, tá bom? O nível de LCR no trimestre fecha com 1, 157%, tá? E uma evolução bastante positiva nos longes do depósitos. Então, como resultado desses efeitos, o spread no trimestre evolui alguns bases points, tá?
Com incremento tanto nos spreads dos ativos quanto nos passivos, tá? Isso é baseado no que a gente já vem falando, né? Uma constante disciplina de preço e portfólio balanceado, com foco em otimizar sempre o retorno ponderado ao risco, tá? Super importante. E na margem com o mercado, a gente observou um Desempenho inferior ao do trimestre anterior, que já a gente já tinha comentado, pela sensibilidade negativa da taxa de juros. Então, as elevações da CELIC eh implicam nisso. Ele é compensado por um melhor resultado nas operações com tesour tesouraria no trimestre, tá bom? E do lado
direito, as comissões continuaram apresentando bom desempenho no comparativo anual, mesmo diante dos efeitos contábeis da nova resolução. Então, a resolução teve Impacto sobre a linha de operações eh de crédito que tá aqui, né, relacionado à concessão de crédito que foram migradas para para margem. né? Então esse é o impacto específico na linha e na comparação anual, de forma geral, a gente segue evoluindo nas principais contas de comissões de forma mais acelerada, por exemplo, com incremento de 14% em consórcio e 4% no trimestre eh nesse nesse produto, apesar da sazonalidade, a linha de outras tem sido
Impulsionada principalmente pelas receitas com capitalização, tá? Eu vou passar agora para falar um pouco da qualidade dos nossos ativos. A PD, que vocês já sabem, passa a ser apurada pela nova metodologia de perda esperada. Eh, apresentou um nível mais elevado do que nos trimé anteriores, devido ao novo critério, que exige mais eh maiores níveis de provisionamento nas operações. E além disso, a gente observou menor nível de recuperação de devido à nossa Postura mais rigorosa de renegociações, que a gente já vem declarando alguns trimestres. né? Porque a gente quer ter cada vez mais eh qualidade eh
nas operações que a gente tem em livros, tá? Em relação à diimplência, o indicador de longo prazo se manteve praticamente estável, com um leve aumento de 10 pontos básicos. Já na implência de curto prazo, reflete a sazonalidade no período, dada a menor liquidez das famílias. Parte dessa Elevação deve ser endereçada ao longo do segundo trimestre e não deve fluir paraa inadimprência de longo prazo. E mais especificamente pro ratio de 15 a 90 de pessoa física, a variação de 80 pontos básicos no trimestre, metade dela e aproximadamente está relacionado ao imobiliário, que sazonalmente sazonalmente se ajusta
no próximo trimestre. Então isso não não é um ponto de preocupação. Os demais estão em cartões consignado. Esse último eh a Gente é impactado pela queda no volume de carteira, né? A gente tem menos volume de carteira no consignado. Embora a gente tenha um cenário macro mais desafiador pela frente, a gente tá confiante em relação à qualidade dos nossos portfólios. A gente tá focado na expansão sustentável a longo prazo, realizando uma gestão ativa, bem ativa mesmo, de riscos, disciplina na formação de preço e rigor técnico na alocação de recurso. Agora vamos falar das despesas. A
gente tá avançando de forma eh em busca da nossa eficiência, pela eficiência, com foco no controle de custos. No ano, o crescimento das despesas ficou abaixo da inspiração. A gente observou diminuição das despesas eh com o pessoal em razão do aumento pontual da R da remuneração variável no trimestre anterior. E quanto à despesas administrativas, nesse primeiro trimestre, a gente apresentou um patamar mais normalizado, sem os efeitos Sazonais no final de ano. Mais uma vez, o crescimento das despesas se manteve abaixo das receitas no comparativo anual, que contribui pra evolução contínua da nossa alavancagem operacional. A
gente teve uma melhora sequencial no índice de eficiência com queda de 250 pontos básicos no ano. E para finalizar a sessão de resultados, apresento o resumo do trimestre. Encerrou com um lucro de R$ 3,9 bilhões deais, representando um Crescimento de 28% no ano e uma maior rentabilidade com ROI de 17,4%. te evoluiu na composição do resultado com receitas acima das despesas, aumento na transacionalidade e mais foco em passivos. Para concluir, gostaria de ressaltar que o nosso trabalho, como a gente viu nas Golden GRS, é focado no médio e longo prazo, visando a sustentabilidade e buscando
garantir a solidez e consistência dos resultados. Obrigado a todos e passo agora a palavra Ao Mário para as considerações finais. Olá, de volta. Bom, bem rápido aqui, eh, pra gente poder pular pro Q&A. Eh, tenho certeza que tem ótimas perguntas, como sempre, sempre nos desafiando, então, né, fomos dedicar tempo ali. Cinco grandes mensagens, só para fazer o enlace de tudo que a gente vem falando ao longo dos anos, os últimos tris e do que a gente tá fazendo esse ano e nos próximos. Primeiro, como não podia ser Diferente, foco obsessivo com destaque pro obsessivo, foco
obsessivo na relação principal e na satisfação dos clientes, como construindo jornadas unificadas, multicanais, com ofertas cada vez mais personalizadas. A gente acredita muito no poder da multicanalidade, a gente acredita muito em como usar uma rede que sim, com o tempo vai ficando cada vez menor, a rede física, mas a gente vai cirurgicamente distribuindo essa rede nos lugares onde a gente quer tá. nas Lojas de franquia, nos work cafés, para poder servir os clientes também ali e obviamente no ecossistema completo, com cada vez mais a experiência digital e eu diria cada vez mais experiência mobile ah
ah liderando a nossa relação com os clientes. Terceira mensagem, a gente continua evoluindo os negócios com uma disciplina bastante grande de como a gente aloca nosso capital. E a gente tem feito isso, tem mostrado isso com exemplos concretos ao longo dos Trimestres. A tecnologia continua sendo a grande alavanca de transformar a nossa operação, a nossa eficiência, a nossa eh jornada com os clientes. Então, obviamente, a gente continua abraçando tecnologia como um grande elemento core da nossa visão estratégica. E esse ano, como foi o ano passado, de novo, é um ano de muita execução, é um
ano de pouco debate estratégico, a gente sabe bastante para onde a gente quer levar o banco, a gente sabe bem qual é o Santander de 2030, como eu falo aqui dentro, que a gente quer desenhar e entregar. E obviamente a gente vai usar as Golden Rose, a nossa bússola que eu dividi aqui hoje com vocês como grande norte. Com isso a gente pode começar a sessão de Q&A. [Música] [Música] [Música] [Música] Obrigada, Mário. Gustavo. A gente vai Começar agora a nossa sessão de perguntas e respostas. Para isso é só você clicar no ícone de mão
que aparece aí na parte inferior da sua tela. A gente vai responder essas perguntas no idioma em que elas forem feitas. A gente pede que cada analista faça somente uma pergunta para que todos tenham a oportunidade de participar. A primeira pergunta vem do Daniel Vaz, do Safra. Bom dia, Daniel. Bom dia, Camila. Bom dia, Mário. Bom Dia, Gustavo. Eh, parabéns pelos resultados. Obrigado pela de fazer pergunta. Eu queria voltar num comentário do Mário sobre o Pix automático no segundo semestre, que você já tá com alguns convênios, né, assim interessantes e é um produto que até
onde eu entendo era de um para n, né, ou seja, você tinha que estar habilitado em vários bancos e hoje em dia você pode assim na na próxima eh atualização do do Pixel automático, você deveria ter um Banco apenas para você credenciar a empresa ou utility company para vários eh eh várias formas de de você atender o varejo. Então assim, eh, você acha que isso é beneficiário, né, assim, é benéfico para você no final do dia esse esse convênio? Você não tinha eh essa receita vindo dali? Você acha que é um pouco mais punitivo pro
pro sistema em geral? Queria tentar entender qual que é o assim o net, né, desse impacto pro pro Setor com Pixel automático. Me parece uma uma revolução grande assim na na forma de pagamento e principalmente de serviço público, né? Obrigado. Obrigado, Daniel. sempre um prazer. Não, ótima pergunta e e dalgânt da gente falar mais de algo que uma mudança regulatória relevante, como você falou, ela ela começa em poucos meses, lógico que a gente não pode esperar o início eh formal do ponto de vista regulatório para se preparar. Então, a gente vem Trabalhando desde um bom
pedaço do ano passado para estarmos prontos tecnologicamente, para em paralelo a estarmos prontos tecnologicamente, fazê-lo de uma forma apeisável, de forma que a gente consiga buscar em paralelo uma agenda comercial com esses grandes âncoras, eh, para junto do nosso desenvolvimento ou da finalização recente do nosso desenvolvimento, a gente poder vender isso para grandes âncoras antes até de começar de fato a Operacionalização. Então hoje a gente já consegue operar o Pix automático com a base desses anâncoras que a gente tem contratados e os nossos clientes, porque numa base um para um a gente já consegue operar,
obviamente, e até uma forma da gente pilotar a as jornadas, mas a jornada mais ampla que acontece a partir do terceiro tri, a gente vai poder fazer já com esses âncoras que estão contratados. a gente ainda não pode falar publicamente, mas a gente já tem Alguns alguns clientes grandes, eh, enfim, que o que vários de nós usamos aí no no dia a dia, que vão ser pilares importantes da nossa franquia a partir daqui. É sim uma revolução, Daniel, porque na prática muda bastante a forma, na verdade inverte a ordem pela qual ah ah os pagamentos
recorrentes são realizados. Eh, hoje você tem de fato que ter cadastrado na sua relação, você como pessoa física tem que ter cadastrados os convênios têm que estar Cadastrados entre a PJ e os vários bancos e os clientes dos bancos eh ditam quais aqueles débitos que querem ser que querem fazer por cada por cada banco. Então é uma relação um para n, como você cita, e a e P2B e depois o B2C de acordo com as relações entre os bancos e os seus clientes. Então é uma é uma é uma jornada ou ou um processo mais
cativo, vamos dizer assim. o que o Pix automático eh permite e obviamente vai ser bom para aqueles que Conseguirem ter os grandes convênios e vai ser não bom ou ruim para aqueles que não conseguirem ter os convênios, permite que a gente tenha uma relação um para um no B2B e a partir do B2B eu consiga comandar as cobranças de clientes que estão no Santander, o que eu já posso fazer hoje e tô fazendo inclusive, mas de todos os outros bancos do sistema, qualquer que seja o formato, banco com agência, banco digital, eh, e outros formatos
de de bancos ou ou Quase bancos que tem por aí. Então, na prática, a gente vai ter uma relação bilateral a partir daqui com esses grandes eh com essas grandes PJ de convênio e vai ter o direito de comandar a cobrança em um montão de não clientes, o que vai trazer uma quantidade de dados extremamente rica, vai trazer uma quantidade de fluxo também extremamente rica e a capacidade de conversar com uma base de não clientes eh eh eu diria privilegiada, né? porque eu vou estar Conversando em cima de um de um fluxo recorrente, inclusive eh
conhecido e e sólido, proveniente desse meu convênio com com a PJ XPTO. Então, é sim uma revolução importante. Na margem, a gente acredita que pode ganhar bastante com isso. O mercado vai se reordenar, então difícil falar da pizza, né? Como com a pizza. A pizza é maior ou menor, mas o Santander claramente tá se posicionando para ter uma fatia maior dessa pizza. Eu acredito que a pizza cresce também, Porque você ordenando eh os os pagamentos, você vai ter mais convênios no fundo, vai ficar mais eficiente ter os convênios e obviamente a gente sendo um dos
grandes bancos em cobranças e pagamentos, vai ter que ter um papel protagonista aqui e pelos primeiros convênios que a gente tá fechando, a gente tá bem animado com o que vem pela frente. Obrigado, Aniel. Obrigado, Aniel. Show de bola. Obrigado. A gente tem agora uma pergunta do Yuri Fernandes, do JP Morgan. Olá, Yuri, bem-vindo. Obrigado, Camila. Bom dia, Mário. Eh, Gustavo, acho que parabéns aí. Acho que é outro trimestre bom de de top line, né, assim, alavancagem operacional. Eu vou perguntar talvez aqui, acho que o único ponto que chamou nossa atenção um pouco mais negativo,
que foi o 1590, o NP curto de vocês. E a gente sabe que é sazonal, mas olhando o histórico aqui, principalmente na parte de IPF, eh, Parece que teve uma piora maior do que a sazonalidade, né? e e é um trimestre com muita mudança contábil. Então acho que perguntar para vocês o que que aconteceu, né? O Santander foi o banco que talvez brecou primeiro, né, antes dos competidores. Então eu não esperava que fosse dessa piora de 1590. Então se vocês puderem explicar um pouquinho quais produto, se teve algum impacto de contabilidade, só pra gente entender
um pouquinho a dinâmica de de PDD, de Colet Para vocês. Obrigado. Perfeito, Yuri. Eu vou eu vou passar essa pro Gustavo e depois eu complemento. Vou fazer aqui ao contrário. Gustavo, por favor. Yuri, eh, bom dia. Bom falar com você. Eh, então, como eu já eu comentei rapidamente na apresentação, então 1590, eh, efetivamente da pessoa física que você tá perguntando, teve uma uma um incremento de 80 pontos básicos. Metade desse incremento vem do imobiliário. Eh, o imobiliário sazonalmente ele tem esse Efeito de de no 15 a 90 e normalmente no mês posterior ele se ajusta.
Eh, é natural e acontece todo o começo de trimestre. Esse trimestre a volumetria foi um pouco maior, mas ela tá se ajustando na mesma velocidade, então é algo que não preocupa. Eh, outro efeito que a gente tem falado, a gente que a gente tem falado alguns trimestres é a nossa eh política de renegociações. A gente faz alguns trimestres, a gente tá mais restritível em Renegociações. Eu até comentei que a gente não vai mudar a nossa política de renegociações que tá mais restritiva por por um trimestre, então a gente segue com ela, então a gente não
tem a preocupação de ter um pouco mais de rolagens, tá? Eh, e algumas delas vão se ajustar e outras vão fluir no resultado. A gente tá, a gente tem menos preocupação, a gente tem bastante preocupação em ter a carteira o mais limpa possível, tá? Então, a gente tem Eh nessa outra parte fora fora imobiliário, as as renegociadas, certo? a gente tem uma parcela de cartões que não é uma preocupação, eh, e alguma coisa de consignado, mas basicamente nesse, esse segundo bloco é dessas, eh, mas majoritariamente é o tema e de como a gente tá tratando
a as renegociações. Eh, mas não tem nada que nada que chame atenção ou que a gente acredite que vá para o over 90. E como como a gente já comentou nos últimos Trimestres, a gente vem ajustando os portfólios à medida que a performance não se enquadra no que a gente acredita e também a gente tá deixando fluir portfólios que a gente acredita que deveria deixar fluir também, tá? Então, não h uma preocupação eh eh este trimestre e este movimento. Acho que é isso. Só para reforçar, o tema da política de negociações é bem relevante, Yuri,
e a gente tem falado já disso com você e com todos. Já desde 23 A gente tem apertado as políticas de recuperação colocando componente cash eh de forma crescente. Hoje não tem nenhuma renegociação que a gente faça na PF em especial, mas vale também pra PJ sem ter um down payment para criar um engaj, primeiro para testar a capacidade de pagamento daquele cliente, segundo para criar um engajamento de que bom, já teve um downpem e deixa eu seguir pagando esse aqui do Santander, eventualmente em detrimento dos outros, né? nada contra Os outros, mas a gente
obviamente quer garantir o nosso. Então a gente tem sido mais restritivo. A gente não tá eh losening essa política porque a macro tá na margem um pouco pior. Claro, a macro tá na margem um pouco pior, mas a gente não vai voltar atrás. Isso é importante porque a gente continua com o de risking na prática. o risking dessas safras mais antigas, desse legado, vamos chamar entre aspas aqui, ele continua e a gente vai ver isso refletido ao longo desse Ano todo. Então essa senda de redução do portfólio de acordos e e com isso de riscing
da carteira vai continuar. E e a outra parte, o Gustavo explicou bem, tem é uma sazonalidade que sempre tem, esse ano foi um pouco maior, mas tendo visto já as quatro semanas desde então, eh, dado que tá muito concentrada num portfólio, que é um portfólio que a gente tem de fato perda muito pequena, portfólio grande, mas com performance ótima, que é o imobiliário, a gente e em Resumo não tá preocupado. Super claro. Obrigado, pessoal. Obrigado, pessoal. Obado. Agora a gente vai ter a participação do Gustavo Sroden, do CityBank. Oi, Shroden. Bom dia. Bom dia, Cami.
Obrigado. Bom dia, Mário Gustavo. E obrigado pela pelo espaço, pelo tempo. Eh, eu vou, se me permite aqui, só um followup, né, do Yuri, antes de eu ir pra linha, porque eu acho que é importante. Até achei que ele ia fazer o Face. Teve alguma mudança na na política de Wof baseada no que tinha da 4966, só pra gente entender essas dinâmicas de NAD influência também. A minha pergunta a assim e sobre o na com cliente, né? A margem com cliente, do que a gente conseguiu apurar aqui, teve muitos movem parts, né? Então do que
a gente conseguiu apurar veio um número bom, né? Eu só que eu queria entender, se a gente limpasse, a única coisa que é clara pra gente que foi favorecido, que vocês Escreveram e já foi comentado, é a remuneração dos passivos, né? Juro alto ajuda vocês na remuneração dos passivos, tal. Eu queria entender como é que tá e e e o Mário acabou de comentar do risking, né, que em teoria deveria jogar contra aqui esse spread, né, o anim, mas na nossa leitura foi um número bom, eh, considerando até o de risking, você pudesse comentar com
a gente como é que tá a dinâmica de ah taxa de juros e custo de funding, eh, se de fato aqui tá Tendo uma reprficação, se vocês estão conseguindo eh eh ter um ganho aqui entre a taxa de juros menos o plus fund ou grande parte disso, desse bom resultado, é basicamente aí a remuneração dos passivos. Obrigado. Ah, obrigado, Gustavo. Eh, eu vou começar aqui, depois o Gustavo cobre o o tema do WROF, o que ficou pendente eh aqui e super importante o ponto do NII, clientes. A gente pode cobrir depois aqui, claro, o NI
Mercados, o NI Clientes, ele tem de fato esses dois grandes componentes. Eu vou eu vou secar aqui e depois o Gustavo complementa. É, começando por passivo, sem dúvida tem uma tem uma expansão que já era esperada, a gente falava disso já nos últimos três, né, com o CDs subindo, uma franquia crescente em passivos como a nossa. Isso é super importante, né? Que bom que a gente começou a focar em passivos já desde 2021, 22 e tem crescido tanto no ON quanto no off. Off É mais um tema de comissões, mas a agenda de passivos estratégica
se beneficia no momento que o CDI tá aí a 14 e pouco. Eh, tem dois tipos de passivos, né, Gustavo? tem um passivo que eu de fato vendo pros clientes, que são CDBs e letras, são as captações eh contratadas, vamos chamar assim. E aqui a gente tem aplicado eh e tá inclusive sobre gestão do Gustavo com CFO, uma disciplina grande de ir colocando esse preço cada vez mais para baixo. Como é Que você faz isso? Não é só pagando menos, né? Você faz isso mudando o shift, eh, fazendo o mix, perdão, mudando o mix de
captação cada vez mais paraa direção do varejo. Não dá pra gente só negociar para baixo, continuando a captar dinheiro das grandes empresas e dos grandes fundos. Ali você pode ter alguma disciplina de preço, mas vai ser muito marginal. Então, a gente tem feito já ao longo dos últimos, eu diria, 12, 18 meses, com Bastante consistência, uma, eu chamo de o fund marginal do crescimento do balanço banco tá vindo mais do varejo do que do atacado. Isso faz com que se dilua o fund do atacado relativamente ao do varejo. E aí a gente aproveita além de
tudo, no comecinho do ano, o momento que os prédios de crédito estavam bastante bastante baixos e volta a emitir com mais vemência a letra financeira. Então, a gente não fez letra financeira porque a gente não tinha Alternativa, obviamente não, e eu sei que vocês não esperam isso, mas a gente fez um movimento bastante tático de captar a letra financeira com preços muito baixos em relação ao CDI, sem necessidade de compulsório, sem FGC, que obviamente dão e também dão uma cobertura para fingir LCR bastante potente. Então a gente tem captado com varejo mais do que atacado
e a gente também tem reduzido o atacado por por emissões de detas financeiras. foi um Movimento tático, mas bem relevante. Isso faz com que a parte paga eh dos depósitos, a parte que eu negocio, tenha reduzido eh e trazido mais margem. E com a volumetria é maior, obviamente a gente ganha mais dinheiro. Segundo bloco é o que eu ganho sem vender. Eu não vendo a o depósito à vista, eu não vendo a a conta remunerada com com spréd mais alto. Isso eu ganho derivado da relação transacional com os clientes. Então o fato de eu ter
colocado a organização Para focar na transacionalidade como elemento chave, inclusive do uso do capital, do uso do crédito, é o que eu tenho falado do crédito como um meio de ganhar o dia a dia do cliente, de ganhar as comissões, sim. mas também ganhar o depósito barato. Essa conta de depósito barato tem melhorado bem. A gente viu aí no Vista uma evolução grande tri contra tri, ano contra ano. A nossa, a gente chama de conta max, a nossa conta remunerada fica junto do prazo porque é Formalmente, então acaba acaba misturando ali, mas também a gente
tem uma evolução boa, tanto no Vista quanto esse prazo com preço baixo. Então, sem dúvida aqui tem uma expansão, ela é consequência de uma agenda de passivos que não é de tri, é uma agenda plurianual e a gente deveria continuar vendo essa linha sem dúvida continuar a crescer. o que que tá acontecendo do lado do ativo, que talvez seja o mais interessante, né? Como é que como é que A gente coordena o de risking que a gente segue fazendo com uma margem de crédito que a gente vai trabalhar para continuar expandindo? Então, a primeira, o
primeiro, a primeira premissa, Gustavo, super importante, é a gente tá sendo super disciplinado em preço. A gente tá, quando a gente olha produto a produto, a gente, óbvio, que tem que ser sensível a como o mercado tá acompanhando, mas a gente tem conseguido repassar na média pros portfólios que São pré financeira, consignado, etc., salvo aquilo que tem cap, claro, a gente tem conseguido repassar bastante bem o aumento ao longo do tempo do custo de captação. Claro que no último tri esse efeito foi ao contrário, porque teve uma uma cedida boa na curva de médio prazo,
ainda bem porque tinha exagerado muito em dezembro, mas a gente tem conseguido ter uma boa disciplina entre como a gente capta dinheiro e como a gente repassa. E way, a gente tem feito na Margem o R da produção, como vocês sabem. Então a gente tá também do ponto de vista de margem de mercados, cada vez mais balanceados e vai ter menos volatilidade. Aí então a gente tem tido disciplina de spread, mas dado que a gente tá fazendo the risking, a gente tem uma troca às vezes de portfólios ou mixes que são menos topline, mas também
menos PDD. Eh, e a gente tá buscando esse buscando essa evolução. Então, a gente não a gente não tem muita dúvida Quando a gente tem que trocar de portfólios mais arriscados, que vão ser mais voláteis e com custo de crédito alto demais versus menos voláteis, em que pese a o top line ser menor e o benefício da PDD até levar um tempo para aparecer. A gente faz essa troca e tranquilos, porque é o correto, é a visão de longo prazo lá que eu falava das golden rules e até aqui a gente tem conseguido equilibrar. Então,
sinteticamente falando, a gente vai ter Uma expansão em passivos que deveria continuar, porque é uma agenda estratégica, que não veio num sprint e que, obviamente, o CDI vai continuar nos ajudando por um bom tempo. E a gente espera que caia, eu juro, mais cedo do que mais tarde, mas enquanto tiver mais alto, isso obviamente nos beneficia. inapontativa, disciplina de preço pro a gente tá produzindo. E como a gente não tá com uma agenda de crescer balanço de forma eh eh tão expansionista, a gente Tá sendo mais disciplinado também, ao escolher onde eu cresço, eu posso
fazer escolhas melhores de preço. Isso tá valendo muito pro atacado. No atacado eu tô crescendo pouco, enfim, com a variação cambial eu até caí, mas sem variação cambial eu cresci um pouco esse tri. Mas eu tô fazendo uma, eu tô tendo uma disciplina na gestão dos meus desembolsos no, no atacado super boa, porque eu tô escolhendo de fato os créditos, onde eu consigo ter no crédito E no Crossell possível. Eu o meu atacado tem um hot bem acima de 20%, então consigo jogar nos hots melhores ainda que eu posso aplicar no no meu no meu
negócio atacado. Não sei, Gustavo, você quer complementar e aí cobrir o tema do right não exatamente a parte de ativos é essa, Gustavo, é e e com muita disciplina, então e a gente não tá preocupado em crescer alguns portfólios se a gente não encontrar o o o ponto ótimo de preço versus e retorno Esperado, né? Então, alguns portfólios podem crescer mais ou menos, mas é por disciplina, eh, majoritariamente. E com relação a outra questão, é o que eu tenho falado, quer dizer, a gente não mudou, a gente não mudou nada, a gente não mudou a
política, a gente não mudou os conceitos, a gente tá simplesmente executando o que a gente pré-definiu. E quando a gente executa o que a gente prédefiniu, a gente alguns alguns portfólios vão fluir, a gente vai ver Algumas rolagens, a gente vai ter a PDD eh que que é implicada por isso, mas o nosso objetivo é ter um um portfólio cada vez eh mais limpo, ou seja, o que a gente acha que é um portfólio que que a gente precisa passar ele pelo resultado pra gente construir um portfólio mais eh mais sólido, com melhor performance, é
isso que a gente tá fazendo. Então, teve grandes mudanças. Eh, agora a gente tem a mudança da da norma da 4966, mas como a gente já operava eh no IFRS9, não tem Grandes eh grandes alterações eh de forma geral eh nem como a gente opera, nem como a gente como a gente contabiliza. Esse é um bom ponto para lembrar. A gente falou isso um, dois, três passados. A a gente já operava, dado o grupo Santander Claro, a gente já operava, nossas decisões de dia a dia já desde 2018 já são baseadas no FS9. Então, obviamente,
tem algumas pequenas diferenças, eh, algumas não tão pequenas, mas não mudam a concessão, a Forma como a gente concede, a forma como a gente eh gere e a forma como a gente, no fundo, lança prejuízo. Então, a resposta curta é não, não teve nenhuma mudança. E e a e a gestão, na verdade, sentiu pouco ou nada da evolução para 4966, dado que a gente já operava num padrão bastante similar, que é o padrão global do FS9. Obrigado, Gustavo. Complementar, Gustavo, a gente tem o write off de 360 dias, que era o que a gente já
tinha, com exceção do Imobiliário, que é 450. Exato. Ah, tá bom. Tá, pessoal. Muito obrigado. Obrigado você, Gustavo. A próxima pergunta vem do Pedro Leduc Banco Itaú, BBA. Oi, Leducam. Olá a todos. Obrigado pela pergunta. Ela vem nessa direção aí da do 4966. Eh, sei que tem várias partes aqui, mas dá pra gente entender um pouquinho melhor o underline business, né? Vocês discutiram algumas ao longo aqui da Apresentação. Eh, teve agora do do NI a discussão também. Eh, eu queria tentar colocar tudo num balanço, né? Sei que no próximo tri, o comparação tri a tri
já vai ser mais normalizada, fica irrelevante. Eh, mas entre um NII, possivelmente e menor pelo estágio 3 e e a CRU e 60 90, a PDD diferente, os serviços diferente. A gente consegue ter um um uma estimativa bruta assim de de quanto tem impacto isso no DRE. Essa é a primeira, tô chegando algo entre 200, 300 milhões negativo. Eh, e ainda na na 4966, a gente notou aqui que o a provisão feita para transição na PDD, ela foi um pouco maior do que inicialmente tinha sido estimada. Sei que tava difícil estimar lá, então era natural
que mudasse algo, mas a gente viu aqui que foi 5.6 B, antes era 4.4. Queria entender o que motivou essa esse aumento no PDD da transição, se é algo na perda esperada que que piorou ou algum novo entendimento de critério. Obrigado. Bacana, Pedro. Eh, ótimo falar com você. Eu eu vou começar com a segunda e o Gustavo pode complementar. Eh, a na verdade a evolução, sim, você tem razão e e ótimo você citar isso, que a gente quer também poder cobrir isso com todos assistindo, a evolução com alguma materialidade, sim, da provisão inicial da 4966
não tem a ver com o deterioro do cenário. Então, não foi, ah, já que tá um pouco pior, deixa eu aproveitar. Não Foi exatamente como você falou, mas a gente não fez nada associado a deterioros ou performances, seja seja rolagens, seja recuperações. Foi sim um entendimento ainda mais profundo de como o estoque deveria ser eh, entre aspas afetado, eh, dada a nova mudança da dado o novo padrão contábil. Então, a gente fez uma evolução, a gente continuou as análises, você foi gentil de dizer que era muita coisa para para avaliar até ali. A gente continuou
avaliando, claro, Depois da prévia que a gente deu na divulgação do quarto tri e na verdade já nos primeiros eh enfim um mês, mês e pouco, a gente concluiu que tinha esse perímetro eh mais refinado e obviamente tudo alinhado com com o Banco Central, com com auditoria externa e interna, a gente eh preferiu fazer porque no fundo é o correto. Então não tem nada que seja associado a, enfim, dito de uma forma simplista, proteção de resultado ou derivado de deterioro de macro. Foi sim Usando os mesmos critérios que a gente tinha antes, com algumas voltas
adicionais em termos de perímetro de e de portfólio. Eh, com isso acho que eu respondia a segunda pergunta, a primeira da 4966. É 4966 é justamente como como você comentou, Pedro. Então, eh obviamente que o ponto de partida passa a ser o primeiro trimestre. Eh, agora a como isso evolui depende muito de como a gente como a gente eh produz e aonde a gente produz e qual a Combinação de tudo isso, né? Então, de fato, o fato do acrou eh da carteira da carteira eh da carteira renegociada, entre aspas, ele ele impacta, mas à medida
que a gente vai reduzindo a carteira renegociada, ele tem menos impacto eh trimestre a trimestre. Outra coisa, vai depender muito de quais produtos a gente produz, aonde a gente tem o comissionamento, que implica eh numa numa num negativo, né, do comissionamento na na linha de margem. Então, tem várias questões que que dependem um pouco de como a gente produz e como vai evoluir a nossa carteira ao longo dos trimestres. Então, de fato, tem vários movimentos. Eh, nesse nesse trimestre, além do do de todos os movimentos comentados da 4966, a gente tem o número de dias.
Então se perde um pouco o norte. Eh, e é e aí a gente vai evoluir e nesse sentido. Então, e é difícil precisar porque eu não, a gente não já não definiu tudo que a gente vai Produzir, como a gente vai produzir, como vai performar pros próximos trimestres. Eh, mas a gente trabalha eh claramente sabendo quais são os impactos e nas nossas linhas. Mas então depende muito de como a gente vai eh colocar o banco e performar. Se a gente tiver, se a gente continuar produzindo menos consignado no trimestre, como a gente produziu no trimestre
anterior, nesse trimestre corrente, é uma coisa, se a gente produzir, é outra. a gente cresceu 0,6% da carteira de financiamento ao veículo. Se a gente crescer 4% no trimestre que vem o menos do seguinte, é outra é outra disposição. Então você vai ter variáveis que efetivamente a gente em conjunto vai ter que vai ter que a gente e vocês vão ter que monitorar e entender, porque elas passam a ter impactos e efetivamente direto e na margem com clientes. E aqui, Pedro, eh, reconhecendo que que o trabalho de vocês e obviamente do Bai também, eh, fica
Fica, já é desafiado, claro, mas fica mais desafiado com a nova norma contábil, a gente vai buscar, como a gente sempre foi, ser o mais transparente possível, obviamente aqui no COL tem um limite temporal de quanto a gente consegue cobrir, mas a gente vai buscar esclarecer dúvidas. A gente vai est inclusive em breve juntos, espero ter chance de esclarecer para investidores, para você e outros analistas que a gente vai encontrar. Então, eh, transparência total, a gente vai buscar trazer mais a cada tri, mas obviamente falta bastante até o próximo tri. Então, o que a gente
puder esclarecer daqui até lá, eh, be my guest, a gente vai fazer com maior prazer, mas sim são vários efeitos e tem os ex 4966 com alguma relevância também nesse trimestre, como o tema de dias úteis, que não é menor, nesse caso, por isso que a gente citou, mas enfim, a gente a gente tenta eh construir os Depara com vocês com maior prazer. Obrigado pela pergunta. Eh, eu vou chamar agora o Marcelo Mizarre do Banco Bradesco BBI. Bom dia, Mizarre. Oi, pessoal. Bom dia. Primeiro prazer tá aqui a primeira vez. Eh, sobre o resultado, acho
que assim, uma dúvida que a gente ficou aqui foi em relação à margem com o mercado, né? A margem com o mercado acho que foi uma surpresa positiva sobre a nossa expectativa e talvez expectativa do mercado, pensando A dinâmica que ela costuma ter e a sensibilidade, à taxa de juros, né? queria que vocês pudessem falar um pouco sobre até o Mário mencionou a o início, né, do do R que começou principalmente ao longo do ano passado, né, e como isso deveria diminuir a volatilidade dessa linha. Então, no limite, assim, o que eu queria entender assim,
o que que daquela desse resultado com o mercado foi associado a trading, o que que é ALM, se pudesse ser dito, e olhando pra frente, Como que a gente deveria pensar essa linha? Tá ótimo. Eh, obrigado e bem-vindo, Marcelo. Ótimo ter você aqui. Eh, eu eu começo, Gustavo, que é quem toca isso, então vai poder falar com com mais propriedade ainda. Essa linha, ela tem dois grandes componentes, né? O primeiro componente é o o nosso, a gente chama de market making, né? o resultado da nossa tessouraria não clientes, que essencialmente é o pedaço da tessouraria
Que zera posições de clientes. É um papel fundamental engenharia. A gente tem das maiores tessorarias do Brasil, se não a maior, então a gente tem um grande fluxo que precisa ser zerado de estrangeiros, de locais, PF, PJ. Eh, e essa essa área de marketing também toma direcionalmente algumas posições. A gente não tem um grande livro proprietário no Santander. Não tocamos aqui a nossa tessouraria como grande Fundo, nada contra, mas a gente toca de fato como uma tesouraria voltada para clientes. Mas até para zerar a posição de clientes, a gente às vezes toma posições. E em
resumo, o Gustavo citou isso na na parte dele aqui, a gente teve um primeiro tri muito bom nessa área de marketing. o que obviamente é mérito da franquia, é não recorrente entre aspas, né? Porque a gente não pode esperar em trading e em zeramento também de clientes que a gente Tem a performance equivalente de uma semana para outra, mas a gente teve uma performance de fato super boa que obviamente ajuda essa conta na conta de eh de ALM, vamos chamar assim, a conta mais de gestão de tanto tanto do nosso livro de crédito, né, de
como a gente financia os livros de crédito, que é onde entra o tema do R, quanto na gestão dos nossos papéis, né, que a gente carrega, como todo grande banco carrega. Aqui a gente tem um ano, por definição, Mais difícil do que o ano passado. Vocês sabem isso de core, dado o Selic médio ou CDI médio desse ano versus do ano passado, o CDI médio do primeiro tri foi mais caro do que o CDI médio do quarto tri ou de um ano atrás mais ainda. Então, claro, tem um efeito tri contra tri, ano contra ano,
que só pode ser negativo, né? E a gente deve ver isso ao longo desse ano todo, até o momento em que, claro, o tri contra Tri começa a cair. A gente espera Que aconteça ainda esse ano e e obviamente ao longo de ao longo de 26 como um todo. Então, eh, o pedaço market making foi bastante bem e contribuiu para esse positivo quando o mercado, vocês, o mercado todo, esperava um número negativo, eu diria até corretamente. E o lado de ALM e gestão dos nossos livros álcool, vamos chamar assim, esse pedaço naturalmente teve um resultado
negativo, como se espera que tenha, é a Performance que se espera que aconteça durante todo o ano. E com uma CELIC que ainda deve crescer mais um pouquinho, espero que pouco, algum efeito ainda tricati, em algum momento isso chega num num pico de negativo e a partir daí começa a melhorar. a gente imagina que esse pico e começa a melhorar, acontece tudo ao longo de 25, e que a gente possa terminar o ano, vamos dizer, melhor e já 26 tem uma perspectiva bem melhor. O tema do R, como ele afeta? a gente Começou, para ser
preciso, no fim do terceiro tri do ano passado, a gente começou a fazer e em setembro e o R, enfim, de boa parte da produção, o que ao longo do tempo e esse ao longo do tempo deveria ser medido em numa janela de cerca de 18 meses. Ao longo do tempo deveria fazer um de risking material da nossa volatilidade, como você citou, da linha de na de mercados, porque a gente passa a ter esse pedaço do livro que é como eu financiei minha carteira pré e Como eu me financiei no mercado. travado. Isso obviamente já
trouxe benefício de menor volatilidade nesse tri e ao longo do tempo ah vai ser o mesmo. Então claro que quando o juro cair, quando começar a cair, esse pedaço deixa de se beneficiar, mas é por um bom motivo, porque a gente tá tá trabalhando travado e obviamente a gente vai se beneficiar de qualquer forma na carteira álcool, porque a gente tá travando títulos, né, pré e pós Eh títulos nominais e reais, perdão, a níveis bem mais altos do que a gente tinha antes. Então a gente vai se beneficiar de uma forma ou de outra da
queda dos juros e das curvas, na verdade ao longo do tempo. Então a gente tem um potencial upside aqui para ser construído ao longo dos próximos trimestres, dado o nível de bondos que a gente tem comprado e o duration desses bondos que a gente tem comprado. Gustavo, não é exatamente isso. Então eh Importante o roteiro com relação à sensibilidade negativa, ele ele ele é o mesmo, né? Então agora o que o que acontece? a gente tá fazendo os RS e aí a a média das médias da Celica ao longo do ano, vão dizer aonde e
na parte não redeada onde a gente vai tá, mas está exatamente como a gente como a gente a gente desenhou e tá no roteiro. E no primeiro trimestre a gente teve uma performance muito boa de market making. Então eh eh o que tá por trás desse Número é não existe nenhuma mudança material eh paraa piora do que a gente acreditava no que é a sensibilidade negativa. tá exatamente conforme o roteiro e a gente pode ter algumas melhores a depender, eh, começando a depender agora em maio, né, que a gente tem o cupom e como e
como a a política eh monetária vai direcionar pros próximos pros próximos meses. Então, por hora, tá exatamente como a gente como a gente eh tinha roteirizado eh para para 25. E tem um evento num primeiro tri muito bom, mas a gente é um evento que a gente julga extraordinário e não muda nada a nossa gestão eh de LM. são são fatores totalmente independentes. Mas esse ponto que eu fiz aqui, Marcelo, só para não deixar diluído, porque eu dei uma resposta aqui bem bem ampla, esse ponto de que a gente tá construindo uma carteira eh nos
últimos dois, três trimestres com níveis eh bem mais altos do que a gente tinha até então. Esse é Um dado importante. Não esperem que isso gera um segundo tri já materialmente diferente, mas isso constrói uma capacidade de acrua ou que seja mais pra frente bem relevante. Quando o juro começar a cair, você vai começar a ter um gap bastante positivo em algum momento entre o nível de títulos que a gente tem nessa carteira mais nova e o e a Selic, o que significa um acru melhor lá na frente e ou quando as curvas cederem, as
curvas Tipicamente cedem antes do que a Selic, a gente tem uma capacidade de geração de algumas valias. H, mais lá na frente. Então, a perspectiva, quer dizer, o curto prazo é é exatamente o que a gente esperava. Eu diria que esse cenário melhor de mercado que a gente tá vivendo relativamente, ele ele ele traz alguns eh insites positivos mais adiante de como pode ser a linha de mercados, tá? E obrigado de novo pela participação. Obrigado, gente. A próxima pergunta é do Thiago Batista do UBS. Oi, Thago. Tudo bem, Camila? Tudo bom, Ári? Gustavo, eh, a
minha pergunta é sobre o varejo massificado. Eh, eu lembro que acho que foi em 2022 ou 23, o Mário fez uma deu uma entrevista e comentou que o varejo maficado na época era deficitário e que precisava de muitos ajustes de custos. Eh, não sei se as palavras são exatamente essas, tá? Mas, eh, depois de algum tempo eh já fecharam muita Agência, ponto atendimento, já teve uma redução bastante nesse trimestre, basicamente 7%. Ah, já dá para falar que o valide massificado já inverteu, já virou rentável novamente. E se a se a se o aumento adicional de
ROI que você comentou que almeja chegar a 20% no curto no médio prazo, você comentou também já que o atacado o HT é maior de 20, maior que 20%. Então, dá para falar que eh um varejo mascado já voltou a ser Rentável e dois se esse ganho adicional de de retorno viria de uma melhora ainda maior do massificado. Não. Eh, ótimo, Thiago. Eh, sem dúvida, sem dúvida a melhora, começando pelo fim, a melhora que a gente espera ter e de pelo menos 300 pontos e plus, eh, com destaque pro plus, né? a gente não quer
parar no 20. Eh, essa melhora de 300 plus que a gente quer ter de hot nesse, enfim, médio prazo que tá, enfim, cada vez mais próximo. Ah, A gente sem dúvida conta com um varejo massificado com rentabilidade muito melhor. Então, não é só pelo varejo massificado, importante destacar, a gente espera ter uma melhora ainda contínua no portfólio da nossa financeira. A gente tá produzindo já bastante tempo na financeira com rot acima de 20, mas a gente tem um estoque ainda naquele de risking do qual a gente tem falado. Tem uma parte é menor, mas tem
uma parte também na financeira que Ainda precisa terminar de ser de risk, mas o portfólio da financeira em mais talvez um ano, give or take, já vai ser um portfólio como um todo acima de 20. Então, junto da categoria dos portfólios acima de 20 do Santandé Brasil, onde onde a gente tem esse portfólio, onde a gente já tá acima ou bem acima ou muito muito acima de 20 no negócio de de pequenas empresas, né? O negócio de pmes é um negócio super rentável e ele opera muito acima de 20. O nosso negócio de Alta renda
opera bastante acima de 20. No nosso atacado como um todo, a gente opera, como eu falei, a 20 e e muitos. A gente não divulga um a um, mas enfim, com uma boa margem em relação a a esse 20 de target. E a financeira tá caminhando bastante na direção do 20, dada a produção marginal já um bom tempo que eu acabei de citar. O varejo massificado, obviamente é onde a gente ainda puxa essa média pro outro 17.4 que a gente divulgou no trimestre. Já é Rentável o varejo massificado como um todo? Não, ainda não. E
a gente tem nas novas safras do varejo massificado um rote já acima de 20%. É prospectivo, obviamente, como tudo que eu falo de produção, Thago, a gente precisa checar isso. Claro, safra. safra. E a gente tem uma disciplina ferrenha, como obviamente todo o banco tem, de ir comparando todos os assumptions exant com o que a gente vê expost, mas a gente tá vendo nos públicos que a gente decidiu ficar no Varejo massificado uma performance bastante positiva e alinhada com ah esse hot de 20 plus na produção marginal. O desafio que a gente tem é que
a gente ainda tem um portfólio que há pouco tempo atrás era de quase 100 bi nessa visão massificada ampla que a gente vai continuar reduzindo. Então, eh, eu não vou dar guidance aqui, mas vocês deveriam esperar que esse varejo massificado ao longo do ano caia com alguma materialidade e consistência até Final de 25 e aí possivelmente 26 algo mais, mas com, de novo, com um portfólio novo, bastante saudável e um portfólio antigo, com as políticas de renegociação que o Gustavo citou um tempo atrás, eh, intactas, pra gente ou ou continuar tendo acordos com aqueles que
estão pagando ou lançar prejuízo o mais cedo possível para poder acelerar o de whisky da carteira. Então, o massificado continua sendo um desafio. A gente tá no melhor está que a gente já teve nesses Últimos três anos, o que não quer dizer que tá bom. Então, a gente na margem tá cuidando de uma produção eh a mais impecável possível e trabalhando o estoque para que ele seja diminuído, diminuído com velocidade, para que sobre bom sentido a parte boa, saudável, que tem sem dúvida um pedaço do massificado que pode ser feito com rentabilidade adequada. E é
nesse que a gente tá focando. E com esse eh eh saudável, esse massivo saudável e O resto continuando nos padrões de rentabilidade que a gente tem, não precisa nem mudar muito, a gente vai ter um blend que matematicamente eh é fácil ver que ele vai ser de mais de 20% de rot em algum momento no, eu diria, no no médio prazo, não muito distante, espero. Não, perfeito. Obrigado. Vamos chamar agora o Eduardo Rosman do BTG Pactual. Bom dia, Rosman. Opa, bom dia a todos. Eu tenho uma pergunta pro Mário. Queria explorar mais Esse foco obsessivo
na relação principal, né? Inclusive você escreveu no press release que gostaria, né, que os seus clientes se sentissem que são o cliente primário de Santander, né? Acho que assim, todos os bancos têm falado dessa importância de ser o banco primário. Queria que você pudesse falar pra gente qual que você acha que é o diferencial do Santander e que Kis a gente poderia ou a gente deveria acompanhar para saber quem quem tá Ganhando essa disputa? Obrigado. Essa aqui, Rosman, é a pergunta de, né, de milhão, é de bilhão de dólares, né? É, a gente sem dúvida
tá narrando para vocês o mesmo que praticamente todos os bancos que tm uma base mais ampla de clientes está narrando. Então a gente reconhece que o desafio é convencer vocês, o mercado e principalmente convencer os clientes de que a gente é o banco certo para eles operarem. Que que a gente tem feito para para ganhar o Jogo na margem? Eh, primeiro a gente parte de uma base, Rosman, de uma base de clientes que é bem relevante, né? A gente não tá começando agora, a gente tem os 70.7 7 milhões de clientes, uma base bruta, eh,
muitos deles são eh inativos. Então, reconhecemos um trabalho aqui de 37 milhões potenciais de inativos para ativar. Claro que alguns são inativos há mais tempo, é mais difícil, mas reativar clientes inativos tem sido uma agenda bem Importante nossa. Eh, eu vou eu vou usar o mesmo termo que eu usei quando eu tava falando hoje com os funcionários. A gente tinha uma jornada antes, Rosman, que praticamente pedia pro cliente não reativar a conta conosco. E eu falo isso com uma certa vergonha, mas enfim, a gente tem que ser transparente. A gente a partir de meados do
ano passado passou a ter uma jornada de ativação tão impecável quanto qualquer banco digital, fintec, etc. E e peço que vocês me Desafiem se vocês acharem que tem alguma que é mais simples do que a nossa. Então, a gente volta a não só reativar de braços abertos, mas passar a ter uma agenda conversacional e de ativação mesmo, não só ativação de virar chave de conta. Eh, e passa a conversar com a base de clientes. Então, o ano passado a gente reativa clientes mais do que talvez em toda a série histórica do Santander no Brasil. Eh,
ativar só não é suficiente, né? A gente tá falando de Principalidade. Então, do cliente ativo, como é que eu dou o salto pro cliente principal? a gente tem usado esse termo, o cliente se sentir o cliente principal e não o banco ser o banco principal, né? Como é que a gente faz? É, não tem fórmula mágica, mas de fato é uma disciplina ferrenha. Em, eu vou dar alguns pilares aqui para você e a gente com tempo pode elaborar mais. Primeiro, a gente tem que ser muito simples, muito mais do que nós Santander Brasil fomos historicamente.
E se eu puder extrapolado do que os bancos tradicionais incumbentes historicamente foram, ser simples significa ter menos ofertas e não mais ofertas. saber contextualizar as ofertas no momento que o cliente tá disposto a falar sobre aquilo, ou porque ele tá demandando aquilo, ou porque na jornada da vida do cliente, não só da vida financeira, cabe falar sobre aquilo. Parece menor esse segundo ponto, mas isso aqui é brutal. a Gente consegue ter um CRM e um uso de CRM que de fato permite uma conversa que eu chamo de conversa contínua, mas não é o tempo inteiro
Mário falando com o Rosman aqui, porque isso obviamente vai te vai te molestar, como falam os espanhóis, é ter uma conversa contínua de que você sinta que você tá conectado comigo o tempo todo, que eu vou te incomodar no bom sentido, que eu vou te provocar de forma cirúrgica e não mandando aquele push, seja via WhatsApp, SMS, e-mail, não importa que eu mandei para todo mundo. Eu preciso que você veja que eu tô falando com o Eduardo Rosman, analista site do setor financeiro do BTG, que passa o final de semana em tal lugar, etc, etc.
Você precisa sentir que eu tô falando com a pessoa do Eduardo Rosma, entendendo o contexto do Eduardo Rosman e que isso traga insightes de contexto, de experiência financeira, de experiência de vida, de Experiência de família que te tornam eh diferente de todos os outros. Por isso que eu gosto de usar o termo do cliente principal. No fundo a gente fala do banco, porque a gente adora falar a indústria em primeira pessoa, mas o que conta é o cliente se sentir o cliente principal da relação. Claro que todo cliente sabe que tem outros dezenas de milhões,
mas ele tem que saber que tá sendo tratado individualmente. E aí esse segundo pilar, então de novo, da Contextualização, da hiperpersonalização e da conversa contínua mais bem bem dosada, fundamental. E junto disso, jornadas impecáveis. Mas não adianta eu ter tudo que eu falei e ter putz, uma época que não funciona tão bem, muito clique, muito menu. De novo, banco tende a querer vender tudo que tem. Banco tem uma grande vantagem em relação às fintex, que é a oferta ampla, eu diria completa. No nosso caso, a oferta é completa, não falta nada. Mas se eu Quero
vender tudo isso ao mesmo tempo, eu desengajo o cliente na hora. Então, é muito melhor eu vender uma ou duas coisas, às vezes não vender nenhuma e só conversar com o cliente, engajar e aí começar a responder a demanda e às vezes provocar com coisas que eu tenho. É uma vantagem eu ter oferta inteira porque eu posso atender a tudo que o cliente precisa, mas eu tenho que ser super disciplinado no que que eu ofereço para quem, quando, onde. Então, eh, e óbvio, Tudo isso junto de um modelo de atendimento, que é como a gente
serve de fato. Eu já tenho, eh, quase 2/3 só uma das minhas vendas sendo feitas por canais digitais. A nossa ambição é chegar eh nessa faixa, chegar e consolidar nessa faixa de 60 a 70% é bastante coisa, dado que eu venho de uma base em que tudo era vendido pela rede poucos anos atrás. Eh, mas é super importante a gente ter pros diferentes tipos de clientes o modelo de Atendimento também adequado. Eu tô focando muito no digital e ele é o core pro MEI até o cliente do private banking ou da padaria até companhias enormes
estadas em Nova York, mas tem um tema de atendimento que também é chave. Então, como a gente opera o atendimento humano? Opera no bom sentido, né? o atendimento humano eh espalhado pelo Brasil, no caso da PJ, tem que ser junto do cliente. A gente, eu falo, a gente fecha negócio na casa do cliente, não na nossa. Então, Eh, vamos cobrir os clientes espalhados pela rua, bora visitar. Por isso que em Pimes a gente tá com modelo completamente novo que, quero crer, o mercado ainda não seguiu, fora obviamente algumas empresas de adquirência, mas enfim, a gente
tem um modelo que é absolutamente na rua com GPS, com mapa de visita, checkin, checkout e é assim que se faz negócio. Então, cabeça de também de modelo de atendimento voltado para est na casa do Cliente, no caso da PJ e no caso da PF no Alta Renda, uma proximidade enorme também e uma capacidade de falar de investimentos e de full banking cada vez mais otimizada, mas de novo, muito simples. Deu uma volta grande aqui, mas não é uma resposta simples para te dar, mas eu espero ter coberto alguns pontos aqui que a gente pode
depois desenvolver com prazer. Não, foi ótima. Muito obrigado, Mário. Obrigado, Rosman. Para finalizar, A gente tem a última pergunta agora do Antônio Ruete do Bank of America. Oi, Antônio. Bom dia. Bom dia, pessoal. Eh, Camila, eh, Mário, Gustavo, muito obrigado aí pelo tempo de vocês. Eu gostaria de dar um passo atrás aqui, eh, para comentar um pouco sobre o apetite de crédito, né? Porque no TRI a gente ainda vê um approach bastante conservador, né? a gente vê a carteira crescendo abaixo de PIB nominal, vocês ainda mencionando bastante bastante Risking, né? Como que a expectativa de
vocês mudou desde o começo do ano, né, nesses últimos três meses? Eu sei que vocês não dão gaidas para crescimento de carteira, eh, mas como que você diria que a evoluiu a sua expectativa, né, o seu apetite e também como mudou o seu apetite aqui em relação à asset pro ano? Legal, obrigado. Não, ótima pergunta e eu começo aqui. O Gustavo complementa. Eh, a gente tá desde a divulgação do terceiro tri, você vai lembrar, a gente Deu um tom, ainda que tivesse sido um tri positivo em várias linhas, a gente tinha dado um tom ali
no final de outubro de mais cautela em termos de crescimento de carteira, né? E e foi até um ponto comentado e depois o quarto tri parecia até ter sido um call mais adequado de que a gente fosse menos ambicioso pro quarto tri começo desse ano. A gente segue exatamente essa mesma toada. Então, eh, a gente não não sabe mais o que é o mercado. A gente lê o Mesmo mercado que o que todos estão lendo, mas a gente via já nos últimos meses do ano passado sinais de que uma macro, claro que a gente não
sabia que dezembro ia ser como foi, mas a gente já via que a macro tinha sinais dado o aumento dos juros, que já estava acontecendo, dado o aumento da inflação, que também já estava acontecendo, e o P xz Q, de certa forma, né, a consequência quase imediata em algum deterioro em em portfólios. a gente vê eh isso Acontecendo já nos números do primeiro tri, como via já em parte do do quarto tri que a gente divulgou uns meses atrás. Eh, isso faz que a gente mude o apetite de risco em relação ao que a gente
vem operando. Eh, substancialmente não. O que a gente tem tem feito, e a gente faz isso independentemente da cel tá subindo ou caindo, independentemente da performance, tá? Das rolagens, tá aumentando ou diminuindo, a gente tem uma disciplina ferrenha e essa não é Mensal. A gente todas as semanas tá olhando ah os públicos com os quais que a gente com os quais a gente tá concedendo, os públicos mais perto do limite do aptite, a gente chama de border. Como é que tá a performance desses públicos? A gente olha de todos, mas principalmente os públicos border, a
gente olha com muita atenção e olha os primeiros sinais bem concretos. A gente não espera 6 meses, 12 meses, a gente espera os primeiros sinais concretos de Potencial deterioro e faz ajustes naqueles públicos border de forma bastante imediata. Algo que a gente evoluiu muito nos últimos anos foi a nossa capacidade de reagir aos dados. Hoje a gente implementa em dias decisões de políticas. Claro que os grandes modelos levam ainda um par de meses, mas antes levavam quase seis. Mas as políticas, que são esses ajustes finos de concessão, a gente hoje decide, a gente analisa muito
rápido, decide e Implementa em um em em pouco mais que um par de dias. Então, a gente continua fazendo isso. Eh, se fizeram algum corte adicional nesse conceito marginal no último tri? Sim, a gente fez em março, a gente fez alguns cortes marginais em alguns públicos específicos da baixa renda, porque esses públicos não estavam performando, como eu respondia agora a pouco pro Thiago numa numa numa performance expost de de hot em linha com os 20 plus que eu queria ter também Na baixa renda, mas são cortes marginais que não afetam o portfólio como um todo.
Tem o seu preço em termos de ingressos, claro, porque se você corta público, se tem spread mais alto. você tá diminuindo na margem um pouquinho a o top line, a margem financeira, mas é com um preço aceitável, super aceitável, que é PDD menor. Então, apetite como um todo não, a gente não alterou. A gente tem feito ajustes marginais, como a gente sempre fez. E a boa notícia é a gente Implementa esses ajustes marginais com uma velocidade que a gente nunca teve. Então isso traz um dinamismo para cima e para baixo pra gente bastante importante. Não
sei, Gustavo, se você quer complementar. Não, exatamente isso. Não tem nenhuma eh mudança na definição estratégica que a gente tem. A gente tem muito claro o portfólio que a gente quer ter. eh por grandes negócios, eh negócios eh subnó que os negócios estão dentro e Públicos dentro dos negócios. Então isso tá definido, tá claro. Então isso não tem mudança estrutural. Então a macro não vai fazer o que a gente mude estratégia. O que a gente tá fazendo é justamente isso. A gente tem um tem um tem um setting de portfólio que a gente imagina, que
a gente acha que é saudável e agora a gente testa performance. Então as os testes de performance se fazem com que a gente faça alguns ajustes, mas eles são marginais. não tem nem nada Material, porque a gente tem uma estratégia muito clara de onde a gente quer chegar. Eh, e obviamente tem portfólios que a gente gostaria de crescer ainda mais, né? Então é uma questão de demanda. Se tiver demanda, a gente vai crescer. Então, e o o setting tá posto, a mensuração tá clara, eh, e não mudou nada do que a gente vem falando nos
ú nos últimos trimestres. Tá bom? Tá ótimo, pessoal. Muito obrigado aí Pelo tempo de vocês. Obrigado. Obrigada. Com isso, eu gostaria de agradecer a todos por estarem com a gente nessa manhã e depois dessa videoconferência, eu e toda a equipe de R do Santander Brasil estamos à disposição para qualquer dúvida que tenha ficado. Muito obrigada. Um ótimo dia. Até a próxima. Obrigada. Até a próxima. Bom dia a todos. เฮ