g1 e quando nós vamos na fonte das leis espirituais o nosso conseguimos conseguimos avaliar situações não com os nossos preconceitos de época é mas a luz das leis espirituais e os brasileiros espirituais bom então é agora que a gente quer então avaliar a família e a luz vê se consegue é o desconcerto por que tanta coisa tá acontecendo tanta mudança está ocorrendo oi e a gente precisa perguntar existem leis espirituais que regem a família é e existem primeira delas lei de cooperação e a família um espaço privilegiado de cooperação e aí e o que deus
na sua sabedoria colocou a espécie humana numa situação peculiar e nós somos o único filhote que se não tivesse assistência prolongada dos pais morre e o bebê que sobrevive sozinho bom então uma família é o espaço privilegiado da lei de cooperação e para que eu me constitua a biologicamente socialmente cognitivamente espiritualmente eu te entendo de quem vem lá o pai mãezinhas tias avós avós primos primos é o de pinto a nossa família e esse núcleo e aí e cuja lei é cooperação e agora a lei de cooperação ela apresenta desafios porque uma hora eu tô
recebendo uma outra hora tem que dar é uma hora um outro tem que parar o que está fazendo tá me ajudar mas tem uma hora que eu vou ter que parar o que eu tô fazendo para ajudar o outro e aí é uma hora eu tenho uma necessidade financeira e o outro vai ter que tirar do dinheiro dele para me ajudar mas vai ter uma hora que eu vou ter que tirar do meu para ajudar e aí 12 cooperação e aqui começa o problema o grande problema é porque depois da revolução tecnológica em do materialismo
a evolução tecnológica e materialismo e a sociedade ela foi construída a sociedade que nós vivemos hoje ela é uma sociedade construída para indivíduos e aí e aí e para indivíduos e eu vou dar um exemplo final do século 19 você queria ouvir música e eu quero ver a música começa a fazer e contratavam músico e ele em casa tocar para gente bom então sabe qualquer uma coisa rentável quero comer as famílias compravam partituras eu comprava fatura aí um membro da família tocava tão apreciação da música era coletiva só podia essa coletiva e ela só podia
ser coletivo hoje você tem um aparelho e um fone sem ouvir música sozinho e eu vinha para goiânia passando pelo anel rodoviário um engarrafamento de 5 km e eu comecei a contar e raramente havia um carro com mais uma pessoa é é porque nós criamos uma estrutura urbana para um carro porque é só e tem que voar por que não vai estragar não tem jeito é um por um lugar é mas é assim em uma sociedade que se organizou para indivíduo então a família entrou em crise é porque a samira é uma vivência coletiva a
família é sem incomodado quer viver em família então aprendi a ser incomodado o incomodado no individualismo que eu tô aqui eu quero ficar no escuro aí entra indivíduo assim de almoço e e aí e aí eu acendo a luz aí vem almoçar mais eu preciso pagar o que o espaço coletivo acontece que a sociedade estava organizada da seguinte maneira e a gente não ficava muito longe eu não ficava muito longe ah então você é casado a esposa tinha filho estava aqui avó bisavó tatar avó a mãe a tia a sobrinha todas que já tinham parido
tavam ali então ela tio neném e mais 20 assessoras e não é assim umbigo assim que vai troca a fralda para trollar hoje o que que acontece a mãe tá no outro tá tá no outro lugar tá a mulher tem um filho ela olha para ela tá sozinha tô sozinho e ela ainda tem pânico 1 é bem banco e aí e o que nós desaprendemos a viver o coletivo