Você tocou numa banda referência que era Bom Balanço. >> Bom Balanço. >> Foi compositor de músicas que foram sucesso na época.
Que ano que mais ou menos foi? 91 >> 99 >> 99. >> Música do carnaval.
Banda é destaque do carnaval. Banda do carnaval cara. Aquele ano.
>> Então você tava no melhor momento ali do aché na Bahia >> que era ali 99 que aí tinha harmonia do samba. >> Harmonia do samba, tava tudo no auge ali >> 99 quando lança o Harmonia ali também. Banda Eva banda Eva e tal e você ali no meio.
E aí você sabe que nesse meio tem a bebida, a zoeira, aquelas facilidades todas que buscar fama, pegação, o ego inflamado, >> muito. >> E você, >> a projeção fez isso, velho. A espiritualidade faz isso.
Que que acontece? >> Como é que os cara olhava para você na banda fala? >> Ah, maluco, eu andava com eu tinha pedido era professor Pardal.
>> Professor Pardal. É, eu tinha, eu andava com livro do Valdo, que na época tava estudando uma coisa, chamava Manual da Proex. O Proex me botaram apelido de Proex.
Lá vem Proex ali. Ali é muito doido ali. Não precisa nem de droga aquele é doido sozinho.
Então assim >> e a galera fritando lá no galera. Ox galera local que cara as facilidades andavam ali. Parece eu andei no vale das sombras todo o camarim tinha cachaça.
>> Tudo >> whisky. Todo show você podia namorar uma pessoa diferente. Por isso era um ápice para qualquer pessoa.
Dava, eu não dava. O que que acontecia? A espiritualidade ela é quando você começa a sair do corpo, você começa a ver outra realidade.
Eu e você conhece o encosto da sua mãe. Aí você sai do corpo, você vê uma zona sexual. Aí você, aí eu comecei a fazer música, as músicas fizeram sucesso.
Me levaram para ver a máfia musical que existe no plano astral. Aí você p você vai tempo todo vendo os bastidores. Aí você fala: "Cara, eu via a minha mãe sendo assediada porque era fumava.
Eu via outras coisas acontecendo. Eu falei: "Cara, não, eu como é que eu faço para me proteger? " Porque não era uma loucura, não era uma coisa sonhada, é lucidez.
Ei, é lucidez. Isso que assusta. Eu não tava dormindo, era tão acordado que eu falo, eu às vezes eu estou fora do corpo, até o dia de hoje eu falo, eu faço esse projeto por isso, cara.
É muita lucidez. Eu chego a gritar, eu preciso voltar para falar isso aqui. Existe.
Quando eu digo que existe, significa dizer que o pobre tem direito, o você sai do corpo. Não pode ser só para só para quem tem dinheiro, é para todo mundo. Então você tem que voltar.
Como é que eu faço para divulgar esse assunto? Falar que existe? É, é como você pensa assim, eu quero ter dinheiro, quero, mas você não tem desespero que você sabe, cara, existe.
É só um cliquezinho assim, bate. É tão perto que você dorme, de repente já tá lá. Quantas vezes eu despetei na minha cama segundos já tava do lado acordada vendo o corpo domindo.
Aí vez um espírito do lado, às vezes minha mãe que eu cheguei a ver o desencarne dela, acompanhei e às vezes obsessou. >> Sua mãe faleceu? >> Minha mãe faleceu.
Eu acompanhei todo o processo dela antes de desencarnar com >> E seu pai >> mor na Suíça. Meu pai >> Seu pai mora na Suíça. E você pensava que o espírito do seu pai tava ali encostado na sua mãe?
Já pensou? >> Não era esse meu pai. Era o cara que tava perto da minha mãe, era um obsessor de outra vida dela.
Meu pai já tinha separado dela. >> Então seu pai e sua mãe. Então eles eram separados.
Seu pai tava na Suíça. >> Meu pai é assim. Meu pai morava já tava minha mãe há muito tempo já.
>> E aí você viu um outro cara que não era o seu pai? >> É um cara que vivia lá dentro. >> E esse cara você conseguiu afastar?
>> Não. Minha mãe morreu >> e ele lá. >> O vê que coisa.
Nós tínhamos uma casa em Salvador, morava em Tapuã. Minha mãe esse cara construímos a casa. Meu, meu meus pais se separou, minha mãe ficou com a casa, ficou com os filhos, nó éramos quatro na época, depois fomos cinco, minha mãe teve mais um.
Eh, esse cara ficou lá a vida inteira, minha mãe desencarnou a parte, desmembramos a casa, o que é comum, né? Vendemos a parte o cara tá lá, comprar a casa com obsessor dentro. Ele tá lá até hoje.
>> Ah, o cara é de lá, então, >> cara. Tá na casa. Minha mãe foi, minha mãe já saiu, foi para um lugar melhor assim e sofreu algum, mas não tá, mas tá bem.
E o cara continua lá ver se que isso, o problema que isso pode dar comigo no direito, no futuro, tivesse um direito espiritual, eu ia ser condenado por vender casa com encosto. >> Cara, essa essa é essa é essa daí é Mas ó, >> a sua a sua mãe, você fala que você acompanhou o o desencarnar dela, por ela tava no hospital. >> Não, o que aconteceu?
É, sim. >> E aí você foi, mas foi, você foi consciente? >> Foi assim, é, minha mãe teve um câncer, tá?
Câncer de pulmão, descobriu assim três meses depois ela foi embora. Mas foi assim, no meio do processo, eu fui visitar ela no hospital, falei com ela, tal, aí eu saí do corpo, eu aquele dia fiquei impactado, né? Mas assim, tá bem.
Saí do corpo achando que ela ia começar a quimioterapia. Ela não tava feita a quimioterapia ainda, tá terminando fechar o diagnóstico porque tava tentando encontrar o mínimo de força para ela fazer quimioterapia, que ela não ia aguentar uma quimioterapia naquele momento. Eh, era uma eram células que precisavam de quimioterapia porque não tinha um alvo, assim, era um negócio bem agressivo, tanto que ela foi embora rápido.
Eh, aí eu saí do corpo e eu tava sentado no lugar, ver o que que os espíritos fazem. É difícil ver os espíritos mais legais, tá? É importante saber isso.
Assim como os obsessores têm muito acesso à gente, os seres mais densos, digamos assim, os mais sutis por uma natural reação, como o gás hélio sobe e a gente fica. É uma questão de de de frequência mesmo. >> Não consegue chegar na frequência porque a gente tá meio tá no mundo, mas a gente o sente, tá?
É porque o conceito de sentir nosso, ele é mais grotesco. O obsessor ele grita, esses caras sussurram, mas é forte do mesmo jeito. Aí eu chei sair do corpo e aí de repente eu abri os olhos assim e tava uma mão assim, eu eu sentado numa cadeira fora do corpo perto ali, né?
Uma mão segurando assim. Quando abri os olhos, eu comecei a ver duas pessoas apareceram, os pais da minha mãe já desencarnando meus avós. Quando eu olhei ele, eu levantei assim, fiquei feliz, lo.
Aí a lucide abriu de vez, mas muito lúcido, mais do que a gente tá aqui agora. Aí eu passei por eles, abracei meus avós. Quando eu virei assim de volta, eu não vi só meus avós, eu vi meus avós e mais umas 15 pessoas, sendo que algumas eu não sabia nem quem eram, parentes da minha mãe.
Aí eles ficaram assim, fizeram como se fosse eu, como se eu fosse tirar uma foto de todo mundo na minha frente sorrindo para mim. Eu falei, vieram buscar minha mãe, velho, na hora assim, sei que eu virei assim, fechei os olhos, né, de tão impactante que foi. Quando abriu os olhos, estávamos todos de novos assim, eles não precisaram nem falar.
Eu abri os olhos no corpo físico, voltando pro corpo, eu falei, nesse momento eu morava em Recife, era de manhã cedo, aquele me impactou tanto que eu falei, vou documentar isso. Eu desci, fui até a beira do rio Capibarib, que eu morava do lado, e gravei um vídeo falando, eh, tá lá esse vídeo no YouTube, aqui no YouTube, é, desencarne, é, e desencarne eminente da minha mãe, uma coisa assim, provav da minha mãe, tá lá, galera. Falei: "Meus irmãos, velho, eu tô nisso há alguns anos, já tava, né, uns 20 e poucos anos.
Eu falo: "Quando eu vejo isto, ela não vai ficar aqui e vai ser rápido. Tá todo mundo aqui. Veio uma turma um mês depois ela desencanova.
>> E ninguém esperava. >> Você são em quantos irmãos? >> Somos cinco.
>> Quando você relata isso, >> eles eles me respeitam hoje em dia porque eu convivo com a projeção astral. Mas na época >> também >> reação, >> não, eles ficam falam, eu falei: "Olha, pessoal, eu falei, temos um grupo só dos irmãos, né? " Falei: "Ó, >> desculpa, eh, eu Mas e eu espero tá errado.
Eu vou gostar de estar errado. Vou gostar de estar errado, mas isso aqui ela não vai ficar aqui. Foi isso da pandemia, foi 2019, isso.
Ela não vai ficar aqui, ela vai voltar. Tem uma turma já aqui, velho. Um grupo de parentes, eles vêm mesmo, velho.
Quando eles vem buscar uma galera, velho. É como sabe um bebê quando nasce, que vai umas pessoas visitar, é o contrário. >> E o dia do desencarne, o dia real do desencarne.
>> Eu não acompanhei o dia do desencarne dela. Eu eu vi ela posteriormente. Aí o que que eu vi?
Eu vi minha mãe mudando muito a educação do espírito. O que que aconteceu? Eu vi a minha mãe seis vezes mais ou menos fora do corpo, muito lúcido.
Aí aos pouquinhos eu fui, ela, eu vi minha mãe a primeira vez, ela tava ainda emotiva, ela tava chorando, me viu, fui difícil controlar. A segunda vez eu fui sobre a cidade de Vitória, era nação do Espírito Santo, ela tava sobre uma cidade espiritual de Vitória. Aí eu fui na cidade de Vitória, linda cidade de Vitória.
Vi aquela ponte sobre Vila Velha super tecnológica, nunca tinha visto. Aí os espíritos não deixaram minha mãe chegar perto de mim, tinha uma mentora no meio da gente. Que que por que que eles falavam isso?
Ela não podia, ela não tinha emoção ainda para chegar perto de mim. Se chegasse, ela ia me desestruturar e ela própria. E eles têm um respeito muito grande porque tá encarnado, muito grande.
É como se fosse assim, está encarnado é como se fosse um paciente em estado de dificuldade, porque assim, tem que respeitar, sabe? Criança que você não pode falar algumas coisas. É isto.
Então eu fui vendo a minha mãe mudando. Aí minha mãe foi alterando o comportamento, ficando mais calma. Ela foi se educando para como o que que ela pode fazer, como ela pode agir.
A última vez que eu vi minha mãe >> e sua mãe em vida >> desencarnada já. desencarnada. Ah, entendi.
>> Já tá desencarnada, >> tá? >> Ah, eh, aí eu eu tava a última vez que eu vi minha mãe, eu tava deitado na cama assim, eh, fazendo, tinha acabado de deitar, era de manhã cedo, me perdoe. Eu tava antes de sair.
Eh, aí eu deitado assim, de repente eu abri os olhos rapidamente assim, tá? Eu, minha mãe no chão sentada assim com a mãozinha assim esperando, pensava dormindo. E minha mãe esperando, minha mãe tava com 23 anos por aí.
Realmente é mais a aparência dela linda, novinha assim. Eu peguei o rosto dela assim na hora que eu levantei assim no corpo, sentei na cama, meu corpo do lado, peguei o rosto dela, falei: "Mãe, é você mesmo? " Não é um espírito tentando me enganar não, porque o espírito tenta enganar a gente o tempo todo, que nem aqui, os golpes que acontecem aqui acontece do lado de lá piota.
É. Aí eu peguei, não sou eu mesmo? Eu falei: "Mãe, você tá sabendo que eu tô na medicina?
Você tá sabendo que como é que estão as coisas? " Ela falei, eu sei. Ela usou um termo assim, tintim por tintim.
Tudo que acontece aqui mais do que você imagina. Eu sei como é que tá a situação espiral sua, a do seu irmão, os bastidores e eu digo e falou que tava feliz pela união dos irmãos da gente aqui. Falou no começo, teve um papão com a minha mãe ali do lado, novinha, velho.
Eles voltam porque a auto imagem sua ela ela ela volta, porque aqui o corpo envelhece. Lá as células regeneram, eles conseguem fazer isso no plano espiritual. É bem comum, assim como ficar nos planos inferiores, você não consegue se recuperar.
E e essa questão dos seus irmãos, algum deles tem também essa? Aos pouquinhos que eu tendo. Meu irmão Sandro, nenhum deles sai como eu sigo, tá?
Mas meu irmão Santo sai do corpo, eventualmente quando vai na cozinha assim, ele veio por fora do corpo e meu irmão André já teve algumas experiências, tá? Eu tirei meu irmão Patrick, nunca tinha tido. Eu tirei meu irmão Patrick do corpo com consciência.
>> Ah, você tem como também tirar? >> Não é tão fácil, mas é por você ter que ter algumas entendimentos. Funciona assim.
Vou explicar como aconteceu a experiência com o meu irmão e eu tenho esse documentado, bem interessante. Nesse dia tinha indo um amigo músico lá do meu irmão, meu irmão Patrick também é músico, para tocar com a gente. Foi Madeus, tava Madeus lá e tinha acabado de chegar.
Então eu deixei eles no quarto, né? Eu fui pro meu quarto, fiquem aí, eu vou dormir porque a mãe vou trabalhar, era CLT na época, era programador. Eh, em Recife, isso eu levantei do corpo de madrugada, chegou no corredor tudo escuro.
Aí eu falei: "Poxa, nunca peguei Patrick, velho". Agora eu tô aqui no corredor, eu senti que estava de dimensão troposférica. Lembra que eu falei você que ver a identifica na segunda?
Eu t por que que tava escuro? Porque você segue o padrão dimensional físico quando você tá na troposférica e ali tava escuro. Aí eu entrei no quarto do meu irmão passando por dentro da porta e aí eu vi o Amadeus deitado na era uma cama de casal que tinha naquele quarto.
Amadeus deitado na ponta da cama tinha 50% de errar. Eu não sabia onde ele tinha dormido, mas até aí tudo bem. Eu passei por cima do corpo do amus assim, chamei Patrick, só que ele, Patrick, eu imaginei, ele não vai saber que eu chamei ele fora do corpo.
Patrick, vem aqui fora que eu quero te falar uma coisa. Por quê? Quando você tá perto do seu corpo, tem uma coisa que a gente chama de aura, que a gente chama chama de campo de reação da aura.
Até você sair desse campo, você está sob influência dele. Então você vai ficar mais sonolento, com mais reação, você vai lembrar menos das coisas. Mas no momento que ele tinha um alvo mental para ir fora, foi toda minha experiência no sentido.
Ele conseguiu sair. Quando chegou no corredor, que ele foi pro corredor, eu segurei as mãos dele, ó que miserável, pum, para ele não fugir. Patrick, calma.
Nós estamos fora do corpo aqui agora. Pera aí, meu velho. Ele é baiano, né?
Que porra é essa, meu velho? Você é maluco, rapaz. Aí que que aconteceu?
Eu saí para trabalhar de manhã cedo. Tu t me arrependo tudo quando tô contando isso para sair para trabalhar de manhã cedo. Patrick chegou lá em casa e perguntou: "Você sabe me falar o que que o Saulo queria no meu quarto?
" Ele não lembrava. Eu não contei a experiência para ele que ele foi do MIT de madrugada, sei lá que hora foi. Ele não lembrava que eu tinha ido.
A única coisa lembrava que eu entrava no quarto dele. Ele não lembrava da experiência extra corpórea. O que que acontecia?
Eu sabia que isso ia acontecer. Na hora que eu abri a consciência dele fora do corpo, ele tomou um bac. Foi o bac da da ação pra consciência.
Esse B leva susto. Quando você toma um susto, é, o cérebro provavelmente não consegue processar a experiência no retorno daquele momento em diante. Eu sabia até disso.
Por isso que é difícil acordar uma pessoa fora do corpo. Na hora que você avisa para ela que ela tá fora do corpo e ela não tá preparada, ela dá uma reação. O cordão de prata, que é sistema energético, ele também é um sistema neuronal.
Ele manda, ele modifica seu padrão no cérebro físico. Então, normalmente o cérebro não consegue processar sustos, ansiedades muito fortes. Então, eu tirei ele do corpo assim e e ele ele é um cara descrente, nunca saiu do corpo, mas ele tem certeza que eu chamei fora do corpo, que ele ele tem certeza que eu entrei no quarto e eu chamei, mas foi fora do corpo.
E eu fiz esse relato antes dele falar e >> e aí depois ele viu, ele falou: "Por, não tem como, velho, não tem como. " E isso é uma experiência, podia contar diversas experiências de comprovação, velho. Tem pessoas que são tantas que as pessoas não começam não acreditando em você, você vai convivendo perto.
Com o tempo as pessoas falam: "Não fala nada para mim, pelo amor de Deus". Você começa, a projeção astral faz isso, você começa a ver as coisas nobaixo do, mas só que você não vê boa coisa, você vê custo, você vê gente que tá para desencanar, você vê situação que tá para acontecer. É, é porque o que acontece?
Se você chega agora, rei, numa emergência, quem que chama atenção? O cara que tá com a perna pendurada ou o cara que tá com febre? Que >> tá com a perna pendurada?
O que a emergente grita? Então o que que acontece quando eu chego perto de uma pessoa? Isso acontece com cartumante, com médio, com vidente.
A tendência é o seguinte: você tem febre, mas você tem um câncer. Eu nunca vou falar da sua febre, velho. Me da med pá eu, eita porra.
Aí o que que acontece? Você fala a parte ruim. Infelizmente a parte ruim ela voa.
Então a projeção astral ela acaba quando você chega num lugar você vê o denso logo de cara. Então você acaba falando pra pessoa, pô, as pessoas falam, tem gente que falou para mim assim, não me fale mais nada, eu prefiro ficar sem saber, >> porque na projeção pega tudo, vê, é triste isso, mas não é só na experiência. Experiência pega muito, a gente pega aqui agora.
Não precisa você, lógico, você precisa estar calmo, com é mais difícil porque a visão não é clara, mas todos nós trocamos figurinhas e conversamos sobre quem somos só de chegar perto. Algumas pessoas percebem mais, outras menos. >> Aí seria uma clara evidência.
Também a a troca áurica é um atributo da leitura da espiritual que também está contida na visão de trazer claro ou não pra mente, né, aquilo que você tá percebendo outro. A maioria das pessoas só sente o bar que fica cansado com sono e não tem a lucidez do que tá acontecendo. Dá bater.
>> Agora você que vai ser um futuro médico recentivo, logo em breve, como é que você vai lidar com essa situação? >> Olha, tem duas formas de >> Você vai trazer isso pra medicina? >> Pretendo, mas de forma inteligente, né?
Quando você tá na medicina, você tem códigos a te seguir, né? Ética, padrão, paciente, médico. Então, mas mesmo assim você pode bear situações.
Exemplo, você chega lá, se você chegou aqui, eu sou um médico, >> você tem um paciente que já tá desencarnando e aí como é que fica? Não, por exemplo, não, mas você não pode, você tem dentro, você vai trabalhar de forma inteligente. Vê que interessante.
Você chega lá, >> você, sei lá, eu olho para, você tem uma certa sensibilidade, você vai aumentando aos pouquinhos, você percebe que esse cara tá com processo espiritual ao redor dele. Fala, cara, o que que acontece? Imagine que você tem amigos espirituais do lado que nem minha mãe tinha quando desencarnou.
Então, quando você chega num lugar que tem oportunidade verdadeira, sincera, de alguém ler você, o seu amigo espiritual vai tentar dar dica pro cara aqui. Olha, e é muito forte esse contato. Então, você vai fazer, eu percebo que a pessoa tá com uma situação que o que levou ela doença.
Então, se seu João ou seu, seu, eu não vou falar o seu rei para não apontar para você, mas seu João, você tá vendo aqui, você tá com diabetes, né? tá com a pressão alterada, a gente tá precisando cuidar dessa, sei lá, dessa gastrite. Mas, eh, beleza.
Você já viu de forma científica, seu João, você tem alguma religião? Falei: "Não, se tivesse, ele for evangélico, ó, faça um pouquinho mais de pressa. Vou lhe falar por seu João, cientificamente.
Tá aqui um panfletinho que eu vou ter em pressa. Já tenho essa ideia já. Quando você para um pouco e acredita em alguma coisa, o cérebro ele atinge áreas, ele ele gera sangue em áreas que só acontece quando você tem força de acreditar.
Você saber que os laboratórios, médicos, indústrias, laboratórios, eles têm uma uma janela de entre 30 e 50%. A medicação deles tem que ter efetividade acima de 50% para ser considerada funcional, senão entra no efeito placebo. Então dizer, a gente não sabe a força que a gente tem.
Se você sair daqui agora e não acreditar em nada, eh, é ruim para o seu diagnóstico, é ruim para você chegar em casa. As doenças às vezes acontecem, começaram, porque você pode sair daqui, eu podia fazer aqui, ó, seu João, toma aqui médico, remédio vai embora. Mas estou lhe falando, vamos tentar ver como que o senhor ficou doente para que isso não aconteça mais.
Que que aconteceu, qual foram as atitudes? Aí você olha mais a fundo no por isso que eu pretendo fazer saúde da família e uma inicialmente uma especiação de psiquiatria para quê? Para olhar a pessoa como todo.
O médico da família vai na casa da pessoa, velho. Na comunidade. Se você entra na casa da pessoa, você entra onde mora o encosto, velho.
Onde mora todo mundo lá dentro da casa, você consegue sentir, olha o quarto da pessoa, olha como você sente a vibração do ambiente. Você fala: "Cara, o cara tá adoecendo por causa dessa energia que eu tô sentindo aqui dentro. Porque o médico não adianta você chegar pro cara, faz exercício físico, toma remédio, melhora, mas será que é tudo?
E a outra parte, velho, você tem olhado como é que estão seus pensamentos, tá dormindo bem? Que tá se sentindo de que forma? Então isso você cria uma interação simples, sem mexer demais.
E e o médico da família tem outra coisa, ele tem uma coisa chamada genograma. O ecco é um mapa da região, e que fala: "Olha, aqui tem uma igreja, esse cara é evangélico. " Então você vai na igreja, ó, vai na igreja um pouco mais.
Tem aqui, vai na igreja do fulano, aqui tá no ecomapa do é um mapa que existe dentro, na frente do médico. Por quê? É comprovado que as pessoas que rezam um pouco mais tem um senso de cura melhor.
Então vê, eu posso, se for espírita, fica um pouco mais fácil de conversar, mas eu não deixo de cuidar da parte física. Você cuida da parte física e tenta direcionar comportamento, senão não adianta. O cara sai dali continua mal, velho.